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Aliança Municipal espírita de Uberlândia (Fundada em 4/12/1960) ANO XLVII - Nº 119 T r

Aliança Municipal espírita de Uberlândia (Fundada em 4/12/1960)

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A AME/Uberlândia realiza no dia
17/2/08, às 15h30, em sua sede (Av.
Getúlio Vargas, 1727), o Encontro
Espíritas de Trabalhadores de Casas Espí-
ritas. O evento tem como objetivo sensibili-

zar os representantes das Casas Espíritas para

a nova etapa de trabalho no biênio 2008/2009 com a Diretoria empossada no mês passado

e ao mesmo tempo oferecer subsídios para o

trabalho de Planejamento Anual de atividades

para as Casas Espíritas em 2008.

A proposta da nova Diretoria da AME/

Uberlândia tem como público-alvo não só

os presidentes de casas espíritas, mas tam- bém os coordenadores de departamentos

e grupos de estudos (ESDE, Mediunidade,

Família

zadores da Infância e Juventude, monitores, responsáveis por reuniões públicas, exposi- tores e demais interessados.

O encontro contará ainda, com a presença

coordenadores de DIJ, evangeli-

),

dos representantes no Conselho Espírita Mu- nicipal- CEM (veja abaixo).

CEM convoca reunião para o dia 17/2

O Conselho Espírita Municipal – CEM- convoca os representantes das Casas Espíri- tas filiadas à AME para a 1ª reunião ordinária deste corrente ano. Nesta reunião os representantes apre- ciarão a Proposta de trabalho para o biênio 2008/2009 da nova Diretoria e ainda, aprova- rão o cronograma geral das atividades que se- rão desenvolvidas pela AME em 2008. HORÁRIO: 15h – 1ª chamada. LOCAL: Sede da AME DIA: 17/2/08 (domingo) tão logo a pauta seja desenvolvida, reali- zaremos o ENCONtRO DE tRABALHADO- RES DE CASAS ESPÍRItAS. Para tanto, estão todos os representantes convidados a parti- ciparem do segundo momento dessa reunião, que se estenderá com o encontro.

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convidado!

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2 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG
2 Fevereiro 2008
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Fevereiro 2008

UberLâNdIA-MG

Editorial2 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG   O Planejamento na Casa Espírita O caminho para acabar com a

 

O Planejamento na Casa Espírita

O caminho para acabar com a mesmice e a acomodação no interior da Casa

do em informações seguras, é o que con- segue identificar corretamente os proble- mas. Nesse momento, três situações devem ser verificadas: a sociedade em que vivemos. Para isso faz um diagnóstico da realidade da clientela; a Casa Espírita que temos na so-

ciedade em que vivemos. toda a avaliação questiona se a maneira de trabalhar se en- quadra no perfil da clientela, e a Casa Espí- rita que queremos na sociedade em que vi- vemos. É o espaço para executar mudanças

Espírita se chama P L A N E J A M E N t O, a etapa mais importante de qualquer ação. É ele que define ou clareia os objetivos, as prioridades, as estratégias. E é nele que os executores depositam seu conhecimen- to em favor de um ano produtivo. Cabe à diretoria da Casa Espírita organi-

zar a jornada de atividades que serão desen-

volvidas durante o ano, juntamente com os coordenadores de departamentos, setores

e

planejar atividades que levem às finalida-

e

demais trabalhadores, e assegurar, com as

des estatutárias. AÇÃO: é o planejamento colocado em prática. Nenhuma experiência conse- gue ser bem-sucedida sem muitas reuniões. De preferência, semanais, para estabelecer consensos relativos ao uso e manutenção do espaço, do tempo, dos recursos huma- nos, recursos financeiros, recursos materiais

e

condições desejáveis, que ela seja efetivada. Antes de mais nada, a Casa Espírita pre- cisa rever seus objetivos, suas finalidades expressas no seu Estatuto para que o pla- nejamento não fuja das reais finalidades de sua existência. Uma vez observada essa questão funda- mental, dois pontos devem ser trabalhados para garantir um planejamento de qualidade:

Diagnóstico: direção, coordenadores

espirituais. Durante sua sistematização, todo pla- nejamento deve sofrer um processo contí- nuo de avaliação para assegurar um dos seus principais aspectos: estar a serviço do direito de continuar aprendendo para atingir resulta- dos cada vez mais significativos de esclareci- mento e promoção.

e

trabalhadores analisam todas as intenções

ações desenvolvidas pela Casa Espírita. Ele costuma ser feito em reuniões de avaliação no final do ano anterior ou no começo do novo ano. Um diagnóstico preciso, basea-

e

no começo do novo ano. Um diagnóstico preciso, basea- e J ornal V ida E spírita
no começo do novo ano. Um diagnóstico preciso, basea- e J ornal V ida E spírita
no começo do novo ano. Um diagnóstico preciso, basea- e J ornal V ida E spírita

Jornal Vida Espírita

ExpedienteExpediente Fundado em 3/10/1961 por Bittencourt Afonso Costa (Ticote). Conselho Editorial: Neusa de Fátima
ExpedienteExpediente
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R. de Faria, Isabel Gervásio de Faria, Luiz Bertolucci Jr.,
Rubens de Castro Silva, Vânia A. Abdulmassih.
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Diretoria Executiva da AME - 2008/2009
Presidente: Neusa de Fátima Mendonça
Vice-Presidente: Elizabet Rezende de Faria
1º Secretário: Luciana Fernandes de Freitas
2º Secretário: Reila Eneides Matheus
1º Tesoureiro: José Carlos Nunes Gomes
2º Tesoureiro: Leonardo Lacerda de Oliveira
Assembléia Geral
Presidente: Wildes Canuto Arantes
Secretária: Heloisa Maria Teixeira
C.E.M.
Presidente: José Roberto Cajá
Secretário: Niel José da Silva
Conselho Fiscal
Delvino Güerin
Eni Sabino de Souza
Francisco Sabino de Oliveira Filho
Suplentes do Conselho Fiscal:
Maria Gorete Rodrigues
Lúcia Helena Verzola Calábria
Sílvio Divino de Oliveira
Filho Suplentes do Conselho Fiscal: Maria Gorete Rodrigues Lúcia Helena Verzola Calábria Sílvio Divino de Oliveira
Fevereiro 2008 3 UberLâNdIA-MG
Fevereiro 2008 3
Fevereiro 2008
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UberLâNdIA-MG

volta às aulas

“criança, ame os livros! Tudo que a vida não tiver tempo de ensiná-la, lá dentro você vai encontrar.”

Mariluce Peralta Cunha Dept. de Família da AME - Uberlândia

C om essa trova simples que ouço des- de criança e desconheço o autor, co- meça minha conversa com pais e mães

para um assunto muito importante de nossas vi- das: o estudo. Por isso não estou falando da vol- ta às aulas, volta ao estudo, volta ao aprendi- zado, apenas para as crianças, mas para todos indistintamente. As festas, as férias, ficaram para trás e é hora de recomeçar a construção do conheci- mento, trabalho este que não cessa nunca, so- frendo apenas pequenas interrupções: das fes- tas e das férias. A volta às aulas é também momento de gas-

tos extras com o material escolar. Nessa hora o bom senso deve presidir a ansiedade do mo- mento. Reutilizar o que ainda está bom, refor- mar pastas e lancheiras em sapatarias, reciclar objetos que servirão de apoio à criança, como

por exemplo folhas não utilizadas que serão en- cadernadas para rascunho, etc, etc.

mais im-

portante é fazer uma análise consciente e pro- funda do ano que passou e recomeçar com novo ânimo, valorizando falhas e desacertos com vis- tas ao aprendizado:

Seu filho saiu-se bem na escola ou no

colégio?

Necessitou de reforço em alguma ma- téria e foi ajudado? Você esteve ao lado dele física e emo- cionalmente? Esteve com os professores para saber os progressos ou dificuldades de seus filhos? Verificou provas, lições de casa, as no- tas no boletim? Esteve lado a lado com esse ser ama- do que Deus lhe confiou, o ano inteiro, em to- dos os momentos que sobraram para ele, de- pois do seu trabalho? Nunca se viram tantos problemas e tantas indagações a respeito da conduta adequada na educação dos filhos e nunca se lidou com fatos tão sérios quanto os que têm desfilado diante da sociedade atônita e também no meio espírita. Diante de tal estado de acontecimentos não vale nos omitirmos, desconversarmos, fazer de

Essa etapa é importante, porém

Pensou Ford, Pensou Ponto Ford Fone|Fax: (34)3218-3500 Rua Pernambuco, 1375 - Bairro Brasil CEP 38400-674
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e-mail:pontoford@netsite.com.br
38400-674 - Uberlândia-MG e-mail:pontoford@netsite.com.br conta que não nos interessa, pois não é com nosso filho

conta que não nos interessa, pois não é com nosso filho em particular. Pode não ser com ele, mas ele convive nesse meio e é importante es- tarmos a par de tudo que diz respeito a ele e ao local que ele freqüenta todos os dias. A dor de uma família tem de encontrar eco em outra família, para sermos sinceramente Es-

píritas Cristãos. temos urgência de fraternidade para começar a transformar esse momento que vivemos agora e que, por pior que seja, estamos todos dentro do olho do furacão. Pois bem, pais e mães, vamos repetir tudo

isto no ano de 2008

vê-los de pé sobre as próprias pernas, conscien- tes dos seus direitos e deveres, sabedores de que poderão contar com vocês sempre, mas que cabe a eles construir sua própria história de vida. Caio Graco, tribuno e orador, que viveu de 153 a 121 a.C., nos deixou um pensamento be- líssimo: “Os livros não mudam o mundo; quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mu- dam as pessoas”. Hoje, muitos jovens e crianças têm preguiça de ler e isto não é bom para eles, pois tornam-se limitados no seu vocabulário e com imensas difi- culdades para fazer uma boa redação, entender a vida e conviver harmoniosamente, pois faltam- lhes os exemplos das historinhas tão queridas. Queridos pais e mães, o estímulo à leitura inicia-se na infância, quando vocês lêem histórias para as crianças e elas presenciam os pais lendo.

até

2009

10, 11, 12

e elas presenciam os pais lendo. até 2009 10, 11, 12 J ornal V ida E

Jornal Vida Espírita

Por isto é tão importante esse ambiente alfabe- tizador: livros, revistas, jornais, revistinhas pró- prias para a idade da criança, deverão estar ao seu alcance, pois assim ela se sentirá motivada a desvendar o mundo da leitura e pela convivên- cia, amar os livros. Pois bem, iniciem esse ano com as crianças priorizando a leitura de textos variados: livros, jornais, revistas como já citei acima e não ape- nas a cartilha da escola que elas são obrigadas a ler. Ajude-as a expandir seu universo de conheci- mento, pois quem assiste apenas à televisão tem menos condições de exercer a cidadania do que aquele que lê jornais. Li a redação de uma criança da 7ª série que

o título era: “A importância de ler” e ela encer- ra o assunto dizendo: “O ambiente escolar nos ensina que saber ler é ser cidadão que enten- de os problemas do seu país, que sabe escolher seus governantes, sabe cobrar e discernir entre

o certo e o errado”. Melhor motivo para ajudá-los na empreita- da da leitura não existe. Que Jesus lhes dê força e coragem.

BIBLIOGRAFIA:

Revistas Nova Escola. BARCELOS, Walter. A Arte moral de Educar os filhos. 1. ed. DIDIER. – Nov. de 2004. tIBA, Içami. Limite na medida certa. 37. Ed. Gente.

1996.

moral de Educar os filhos . 1. ed. DIDIER. – Nov. de 2004. tIBA, Içami. Limite
4 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG
4 Fevereiro 2008
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Fevereiro 2008

UberLâNdIA-MG

a promoção social e a paz

José Carlos da Silva Silveira Brasília/DF

D e acordo com as informações divulga- das pela mídia, o Prêmio Nobel da Paz

de 2006 foi concedido ao Banco Gra- meen (Banco Rural), de Bangladesh, e ao seu fundador, o economista Muhamad Yunus, por criarem uma rede de microcréditos para os mais pobres, sem qualquer garantia financei- ra. O Comitê Norueguês da Fundação No- bel, ao anunciar o prêmio, declarou: “A paz duradoura não pode ser alcançada a menos que grandes grupos da população encontrem meios de sair da pobreza.” Destaque-se que esse sistema de microcrédito, criado por Yu - nus, já foi copiado em mais de 100 países, in- clusive pelos Estados Unidos. O prêmio concedido ao economista ban- galês traz à baila a questão da promoção so- cial, prática que não se coaduna com o cha- mado assistencialismo – mera doação de bens, sem maiores compromissos com a integra- ção do indivíduo na sociedade. Com efeito, Yunus, que é também denominado Banqueiro dos pobres, não dá esmolas, mas ajuda os po- bres a ajudarem a si mesmos, proporcionan- do-lhes a oportunidade de iniciar seus pró- prios investimentos, por menores que sejam. Desse modo, gera produtividade, incorporan- do à economia os chamados excluídos sociais, por meio da criação de oportunidades de tra- balho. Por outro lado, a premiação em apreço faz ressaltar o vínculo entre a promoção do indivíduo, com sua integração no mercado de trabalho e a paz. Sob essa ótica é interessan- te observar que, para a Organização Interna- cional do trabalho (OIt), a impossibilidade de acesso de certas populações, principalmente os jovens, aos benefícios da economia internacional é a causa geradora de muitos conflitos sociais, estimulando, inclusive, a criminalidade nas gran- des cidades e mesmo o terrorismo. Na esteira dessas observações cumpre ressaltar, entretanto, que a visão espírita da promoção social possui abrangência maior,

espírita da promoção social possui abrangência maior, uma vez que se baseia no verdadeiro senti- do
espírita da promoção social possui abrangência maior, uma vez que se baseia no verdadeiro senti- do

uma vez que se baseia no verdadeiro senti- do da palavra caridade, como a entendia Je- sus: “Benevolência para com todos, indulgên- cia para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.” (1) À vista desse princípio e dos demais ensinos dos Espíritos Superiores, po- de-se dizer que promover o ser humano “é, acima de tudo, oferecer-lhe condições para superar a situação de penúria sócio-econômi- co-moral-espiritual em que se encontra. Na mais ampla acepção da palavra, promoção é auxílio para que o homem ultrapasse as suas limitações, reconhecendo que essas li- mitações, embora sejam características da sua atual personalidade, são transitórias em sua in- dividualidade espiritual: nenhum ser foi cria- do para o mal ou para os infortúnios eternos. Fazê-lo sentir-se Espírito livre e responsável pelo seu destino é descortinar-lhe as amplas possibilidades que traz adormecidas em seu interior e que precisam ser trabalhadas por meio do próprio esforço, nas experiências do dia-a-dia, a fim de que adquira o de que neces- sita não só em termos materiais, mas, princi- palmente, espirituais. Isso contribuirá de ma- neira relevante para que se vá processando o

. Fone: 3087-4354
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resgate de suas faltas pretéritas e para que a construção de um futuro espiritual, onde im- pere a real felicidade, seja a tônica constan-

te em sua vida.” (2) Essas são características

gerais da promoção social sob a ótica espíri- ta. Ainda que o conhecimento do Espiritismo

não deva ser imposto às pessoas que buscam

o Serviço de Assistência e Promoção Social

Espírita (SAPSE), todos sabemos que o Espi- ritismo pode constituir-se em relevante fator promocional, pela compreensão, à luz da lei de causa e efeito, das razões dos sofrimen- tos atuais. Deflui do exposto a finalidade educativa da promoção social espírita. “O amai-vos uns aos outros, do Evangelho de Jesus, orienta-nos

quanto à postura a adotar perante os seme- lhantes e, no caso, perante o ser em situação de carência econômico-social: fraternidade, simpatia e respeito, buscando ver nele um ir- mão em Cristo, para que ele se ligue também

a nós pelos laços da fraternidade. Nesse in- ter-relacionamento, em que cada um se co-

loca diante do outro como receptor e doa- dor, inicia-se um processo de intercâmbio e, sobretudo, de auxílio e nutrimento no mais amplo sentido. É um processo eminentemen-

te educativo, em que ambos dão e recebem

informações e referenciais, suporte e vibra- ções de interesse e compreensão. O homem se transforma e adquire forças para se auto-re- alizar por meio da educação. Quando consegue sentir a amplitude do dever e a responsabili- dade que tem como ser encarnado, filho de um Deus Generoso, Justo e Bom, passa a co-

laborar de forma consciente na Obra Divina, desenvolvendo a própria individualidade e o meio a que pertence. O SAPSE apresenta-se, portanto, como um trabalho promocional de

renovação social onde se procura sensibilizar

o indivíduo e a família, a fim de que empreen-

dam a própria transformação social e espiri- tual.” (3) Essa vivência da fraternidade preco-

nizada pela Doutrina Espírita irá construindo, paulatinamente, a paz social.

Inglês - Português Para Seu Objetivo

34 9199 2008

Inglês - Português Para Seu Objetivo 34 9199 2008 Convênios. Conversação. Concursos. Tradução. Redação.

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Fevereiro 2008 5 UberLâNdIA-MG
Fevereiro 2008 5
Fevereiro 2008
5

UberLâNdIA-MG

Como se vê, as idéias expressas pelo Co- mitê Norueguês da Fundação Nobel e a Orga- nização Internacional do trabalho – OIt, esta- belecendo o vínculo entre a promoção social

e a paz, estão em consonância com o pensa-

mento espírita, embora este, de maior ampli-

tude, além de aprofundar o conceito de pro- moção, à vista do verdadeiro significado da caridade, destaque outro elemento naquele vínculo: a fraternidade. É nesse sentido que se expressa Allan Kardec: “Amar o próximo como a si mesmo; fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós,

é a expressão mais completa da caridade, por-

que resume todos os deveres do homem para com o próximo. Não podemos encontrar guia mais seguro, a tal respeito, que tomar para pa- drão, de que devemos fazer aos outros, aqui-

lo que para nós desejamos. Com que direito exigiríamos dos nossos semelhantes melhor proceder, mais indulgência, mais benevolência

e devotamento para conosco, do que temos

para com eles? A prática dessas máximas ten-

de à destruição do egoísmo. Quando as ado- tarem para regra de conduta e para base de suas instituições, os homens compreenderão

a verdadeira fraternidade e farão que entre

eles reinem a paz e a justiça.” (4) Sendo assim, neste ano consagrado à paz pela Organização das Nações Unidas, possa- mos desenvolver, no âmbito das Casas Espí- ritas, a proposta de promoção social apre- sentada pelo Espiritismo, contribuindo, com

o nosso trabalho, para a construção da paz na grande obra de regeneração da humanidade.

Referências Bibliográficas

1. Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. tradução de

Guillon Ribeiro, 84.ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003.

Questão 886, p. 407.

2. Conselho Federativo Nacional. Serviço de As-

sistência e Promoção Social Espírita. 1. ed. Rio de

Janeiro:FEB, 2006, p. 30-31.

3. --------------------- p. 32-33.

4. Kardec, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo.

FEB, 2004. Cap. XI, item 4, p. 184.

Artigo publicado em Reformador, de janeiro de 2007. .
Artigo publicado em Reformador, de janeiro de 2007.
.

o apego aos bens terrenos

“não podeis servir simultaneamente a deus e a Mamon.”

Silvio Divino de Oliveira Uberlândia / MG

N inguém, em sã consciência, pode con- denar o dinheiro. Bem empregado sig-

nifica dignidade de viver, sustento da escola, escora do lar, amparo à saúde No entanto, desde remotas eras, as dispu- tas entre os homens pela obtenção e posse de valores amoedados e largos patrimônios mate- riais fomentaram guerras sangrentas que ani- quilaram milhares de vidas. Poder e riqueza,

eis as duas pilastras da ambição, ensombran- do os horizontes da humanidade Nesse caminho infeliz, em que a ganância

é o móvel de tudo, quantos morreram, quan-

rol de iníquas barba-

ridades, cometidas ao longo do tempo, desta- cam-se a rapinagem, a pirataria, a escravatura,

a corrupção, a tirania, as traições, os assassina-

tos, entre outros lamentáveis enganos. Ao longo do tumultuado caminho da Hu- manidade, a irrefletida busca dos bens tran- sitórios do mundo criou um cortejo sinistro de misérias e sombras, marcado pela presen- ça constante e inalterável de vítimas e algo- zes, opressores e oprimidos, dominadores e dominados. Nesse desfile da insensatez, no qual tan- tas inteligências brilhantes desceram a níveis morais inaceitáveis, não falta nem mesmo a presença das religiões, cujos dirigentes mais ilustres, vítimas de profunda miopia espiritual, acreditaram ou ainda acreditam mais no po- der do dinheiro e das riquezas mundanas do que no Supremo Poder Divino, que criou e mantém o Universo funcionando em perfei- ta harmonia. Acresce dizer que, analisando os anais da História, constata-se, por incrível que pare- ça, que as religiões, a que nos referimos, não são apenas aquelas anteriores ao Cristianis- mo, mas as próprias religiões cristãs, herdei- ras dos sublimes ensinamentos do carpinteiro galileu, que não possuía uma pedra onde re- costar a cabeça. As atitudes do Senhor Jesus não deixam a menor dúvida. As suas prédicas mais impor- tantes são realizadas nas eminências floridas

tos enlouqueceram!

No

realizadas nas eminências floridas tos enlouqueceram! No J ornal V ida E spírita (lucas, 16:13) dos
realizadas nas eminências floridas tos enlouqueceram! No J ornal V ida E spírita (lucas, 16:13) dos
realizadas nas eminências floridas tos enlouqueceram! No J ornal V ida E spírita (lucas, 16:13) dos

Jornal Vida Espírita

(lucas, 16:13)

dos campos, às margens do lago do tiberíades ou em toscas residências de homens do povo, junto à gente simples, pescadores, mulheres da plebe, doentes e crianças. Portanto, a religiosidade ensinada por Jesus dispensa a pompa dos templos suntuosos e a mística dos rituais exteriores. Sugere uma vida autêntica, cheia de simplicidade e beleza, em que Deus é o Pai Magnânimo que atende com especial carinho os lírios do campo e as aves do céu. Referindo-se à importância da criatura hu- mana e à solicitude do amor divino por nós, o

Mestre assevera enfático: “Porventura não valeis vós muito mais do que elas?” (Mateus 6:26) Nessa mesma linha de pensamento em que prega o desprendimento dos bens terre- nos acrescenta sabiamente: “Não acumuleis te- souros na terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; - acumulai tesouros no céu, onde nem

a ferrugem, nem os vermes os comem. Por-

quanto, onde está o vosso tesouro aí está tam- bém o vosso coração.” (Mateus 6:19 a 21) Portanto, os que em nome da Religião e do Cristianismo esquecem ou deixam proposital- mente de pregar o “Reino dos Céus”, ou seja,

o reino do espírito imortal, esperança de todos

os deserdados do mundo, como ensinava Je- sus, para fazer tão somente a apologia da pros- peridade material, precária e passageira, como preferencial recompensa aos crentes que cum- prem meros compromissos financeiros junto a templos e pastores humanos, falseiam o senti- do do Evangelho e promovem um lamentável sofisma do pensamento central da Boa Nova do Cristo. Serão certamente responsabilizados por isso junto aos tribunais Superiores. Jesus não possuía bens terrenos, no entan- to, deixou-nos a maior riqueza que podemos almejar: o seu Evangelho, o roteiro insuperá- vel da iluminação espiritual. A vida do corpo, muitas vezes marcada por dificuldades de toda espécie, passa breve. As tribulações humanas, porém, são ingredien- tes de evolução e progresso, quando aceitas sem revolta e murmurações. Contudo, além dos umbrais da morte física esplende vitoriosa a vida do espírito. E nos domínios da Espiritu- alidade, os únicos valores que prevalecem são os das virtudes e das boas ações.

E nos domínios da Espiritu- alidade, os únicos valores que prevalecem são os das virtudes e
6 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG
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UberLâNdIA-MG

6 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG a díficil arte de ser há 150 anos, os espíritos deram a

a díficil arte de ser

6 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG a díficil arte de ser há 150 anos, os espíritos deram a
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6 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG a díficil arte de ser há 150 anos, os espíritos deram a

há 150 anos, os espíritos deram a allan Kardec um roteiro de comunicação espírita.

deram a allan Kardec um roteiro de comunicação espírita. Sônia Zaghetto * Especial para o Vida

Sônia Zaghetto * Especial para o Vida Espírita

Q uase todo centro espírita brasilei- ro tem um pequeno jornal, mural

informativo ou boletim. Alguns imprimem em cores, outros fazem boletins fotocopia- dos. Quem não tem veículo próprio, põe no mural o jornal de uma federativa ou de ou- tro centro espírita. Programas de rádio, re- vistas, páginas na internet, revistas e alguns poucos – e honrosos – esforços para fazer programas de televisão mostram o quanto as instituições espíritas vivem enamoradas da comunicação social. Mas há conflitos sé- rios nesse relacionamento. É lugar comum dizer que falta profis- sionalização da comunicação social espíri- ta. Como é de conhecimento geral, há pro- blemas crônicos. Duas situações são bem típicas. A primeira é que os jornalistas são

geralmente muito atarefados e não conse- guem – na condição de voluntários – cola- borar com a regularidade que a comunica- ção social exige. A segunda ocorre quando o jornalista é chamado a trabalhar profis- sionalmente e tem de enfrentar as idiossin-

crasias locais. Em outras palavras: a comuni- cação social tem de se adaptar à visão parcial (e amadora) do dirigente. O jornalista então é visto não como um profissional de mercado, que cursou uma universidade para bem de- sempenhar sua profissão, mas como alguém que está ali apenas para expressar vontade e pensamento de uma outra pessoa. Assim, sub- vertem-se papéis e funções, limites são ultra- passados e todos perdem.

A falta de diálogo e reflexão sobre a co-

municação social traz prejuízos consideráveis à divulgação da Doutrina. Um corpo teórico que normatize procedimentos e rotinas ain-

da é uma lacuna a preencher. A isso somam- se outros problemas rotineiros nas agremia- ções humanas, inclusive espíritas: os avanços do personalismo, da politicagem, das atitudes ególatras, da falta de humildade para avaliar com isenção potenciais e desempenhos, sem se deixar cegar pela bajulação e mantendo o foco na divulgação. Sobre essa montanha de problemas pode-se acrescentar ainda os pal- piteiros de plantão e os que julgam conhecer profundamente uma profissão diversa da sua unicamente porque assumiram cargos de di- reção em instituições espíritas.

O resultado disso é o cenário atual: raros

veículos cumprem a função básica da comuni- cação social. Poucos informam com agilidade, trazem textos enxutos ou diagramação, fo- tos, roteiros e edição de boa qualidade. Mui- tos textos mornos, insípidos, que não atra- em o leitor. Escrever é uma arte. Escrever jornalisti- camente é uma ciência. E os dirigentes espí- ritas ainda não descobriram isso. Geralmente

toma-se como modelo de texto os romances espíritas, com histórias emocionantes e bem narradas, mas com uma abundância de adje-

tivos e advérbios incompatível com o texto jornalístico. Mais grave: o conjunto do Mo- vimento Espírita incorporou ao seu linguajar intramuros expressões e construções frasais em moda na primeira metade do século vin- te. Na prática, temos jovens de vinte anos que negam o que de mais belo uma língua falada possui: a dinâmica. Línguas são vivas, móveis. Ajustam-se a tempos novos, incorporam ex- pressões e jeitos de determinadas épocas, tra- duzem seu tempo. Em suma, carregam a mar- ca da contemporaneidade. E dessa forma vemos uma estranha dua- lidade: nas ruas, os espíritas falam uma língua compatível com sua época, com seus ritmos e avanços; mas na instituição espírita sacam de um vocabulário específico, em que palavras incomuns, algumas já em desuso, oferecem o status da inclusão e da aceitação no gru- po. Um fenômeno que merecia ser estudado:

quanto mais próximo ao vocabulário de alguns espíritos conhecidos por seus livros, mais o candidato a palestrante ou escritor tem chan- ces de ser aceito e aplaudido. Se se conseguir construir frases rebuscadas, com as constru- ções invertidas que indicam domínio do idio-

“bem seguidas, as orientações dos

Espíritos a Kardec são o néctar de um jornalismo que tem vibração e agilidade.”

Espíritos a Kardec – são o néctar de um jornalismo que tem vibração e agilidade.” J

Jornal Vida Espírita

Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG
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UberLâNdIA-MG

Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG um jornalista espírita o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os
Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG um jornalista espírita o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os

um jornalista espírita

Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG um jornalista espírita o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os
Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG um jornalista espírita o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os
Fevereiro 2008 7 UberLâNdIA-MG um jornalista espírita o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os

o codificador seguiu a cartilha à risca, mas os espíritas do século 21 ainda não usam o manual.

mas os espíritas do século 21 ainda não usam o manual. O livro Obras Póstumas contém

O livro Obras Póstumas contém um verdadeiro manual de comunicação social espírita

ma, alcança a glória. Previsivelmente, trans- põe-se a prática para a comunicação social. Mas tudo isso tem uma outra face difícil de encarar: para quem se está fazendo comu- nicação social espírita? Para o grupo de espíri- tas ou para o público que ainda desconhece a Doutrina? A esse grupo externo causa estra- nheza essa linguagem nostálgica. também está desacostumado com uma outra prática que se incorporou ao cotidiano espírita: o boniti- nho. Funciona assim: pessoas que fora da ins- tituição espírita têm contatos com folhetos de qualidade, fotos bem tratadas, jornais e pro- gramas de tV de alto padrão, no centro es-

pírita abrem mão de tudo isto. Passam a elo- giar folhetos mal feitos, produtos de qualidade duvidosa, exageros de criatividade em que a técnica passou longe. E escondem a opinião sincera sob a desculpa da caridade. “Ah, não está tão bom, mas a pessoa se esforçou tan- to e, para agradá-la, vou dizer que está boni- tinho”. Poderia ser assim: “Acho fantásticos a sua boa vontade e seu esforço, mas precisa de ajustes e de um tratamento profissional”. Mas então entra em cena um dos monstros que mais corroem as relações humanas: o me- lindre. E pensar que o Espiritismo veio justa- mente para libertar a nossa alma desses ape- gos infantis, desses sentimentos menores Mas isso é outra conversa. Exposto o problema, fica a questão: há como escapar desse cenário? A resposta foi dada há exatos 150 anos. No dia 15 de no- vembro de 1857, apenas seis meses depois do lançamento de O Livro dos Espíritos, Kar- dec interrogou os Instrutores desencarnados sobre a possibilidade de publicar um jornal es- pírita: o primeiro do mundo. A resposta – pela mediunidade de Ermance Dufaux – veio sob a forma de um verdadeiro manual de comunica-

ção social espírita. Manual que o Codificador soube seguir à risca e que os espíritas do sécu-

lo 21 ainda não conseguiram pôr em prática.

Quem se interessar pelo assunto pode consul- tar o texto. Está em Obras póstumas, segunda parte, e se chama “A Revista Espírita”. Os olhos de um jornalista verificam com facilidade que cada orientação dada pelos es- píritos a Kardec é compatível com a moder- na teoria da comunicação. Bem seguidas, são

o néctar de um jornalismo que tem vibração

e agilidade. Ali, os espíritos falam de coisas sa- gradas para a comunicação social. Uma delas:

melhor nada fazer do que fazer mal fei-

to, já que a primeira impressão determi- na o futuro dos veículos de comunicação. Outro ponto: a regularidade que fideli- za o público. Um dado curioso: Kardec insiste em sa- ber se deveria ter um amigo para financiá- lo. Os espíritas não se entusiasmam e ele opta por fazer a Revista sozinho. Mais tarde (leia a nota de pé de página no livro citado), o Codificador reconhece que as interferên- cias do financiador poderiam ter compro- metido o trabalho. traduzindo: a indepen- dência tem peso no bom jornalismo. Aspecto essencial que revela o pensa- mento avançado dos desencarnados: a su- gestão de que o texto equilibre o estudo sério e os fatos capazes de atrair os leitores curio- sos. A genialidade de Allan Kardec manteve essa linha em doze anos de Revista Espíri- ta. Basta ler a publicação dele para se ren- der aos títulos inteligentes e à seleção de matérias. tudo muito interessante, provo- cativo. O leitor é instigado. Lê-se a Revista Espírita de um fôlego só. Mesmo passados um século e meio, os textos continuam hip- nóticos – marca registrada de um bom es- critor e de um bom jornalista. Aos jornalis- tas espíritas deste século, ainda resta uma esperança: redescobrir a orientação sobre comunicação social que permanece oculta nas páginas de Obras póstumas.

* Sônia Zaghetto é Jornalista e colaboradora na divulgação da Doutrina Espírita. Atuou como Assessora de Comunicação da FEB até fevereiro de 2007 onde, além da assessoria de imprensa, desenvolveu projetos como o programa de tV Terceira Revelação. Colabora com o portal www.espiritismo.net e dirige o programa de tV Vida e Valores, da Federação Espírita do Paraná.

e dirige o programa de tV Vida e Valores , da Federação Espírita do Paraná. J
e dirige o programa de tV Vida e Valores , da Federação Espírita do Paraná. J

Jornal Vida Espírita

e dirige o programa de tV Vida e Valores , da Federação Espírita do Paraná. J
8 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG
8 Fevereiro 2008
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UberLâNdIA-MG

Estudos sobre a Arte Espírita

A partir de proposta da diretoria da Federação Espírita Paraibana, o Con-

selho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira concluiu que de- vem ser iniciados estudos sobre as ações na área da arte espírita no País e formou comissão para apresentação dos resultados na Reunião do CFN do ano de 2008. A comissão é integrada por dirigentes de Entidades Federati- vas Estaduais: Creuza Santos Lage (Bahia - creulage@terra.com.br), César

de Jesus Moutinho (Distrito Federal - moutinho@planalto.gov.br), Maria Lu-

cia Resende Dias Faria (Espírito Santo - mluciaresende@gmail.com), Saulo Gouveia Carvalho (Mato Grosso - saulogc@uol.com.br), Aloísio Ghiggino (Rio de Janeiro - aghiggino@terra.com.br), Sandra Maria Borba Pereira (Rio Grande do Norte - sandraborba@interjato.com.br) e Gladis Pedersen de Oliveira (Rio Grande do Sul - secretaria@fergs.org.br), sob a coordenação de José Raimundo de Lima (Paraíba - joseraimundodelima@hotmail.com). Os interessados em apresentar sugestões e informações devem se dirigir aos integrantes da citada comissão pelos e-mails acima mencionados.

“O Evangelho segundo o Espiritismo” em japonês

A Comunhão Espírita Cristã Francisco Xavier, instituição integran-

te do Conselho Espírita Internacional, lançou a tradução em japonês de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, terceira obra da Codificação

Espírita. tomoh Sumi, dirigente espírita, foi o responsável pela tradu- ção. Seu lançamento se deu pela editora Gentosha Renaissance Books. Quem se interessar pela leitura da obra em japonês, pode encontrá-la

na Junkudo Book Web e Tsutava Online Books.

100 anos da FEAL

A Federação Espírita do Estado do Alagoas completa, em 2008, 100

anos e para celebrar a data programou uma série de eventos durante

o mês de janeiro, correspondentes ao tema central 100 anos com Je- sus e Kardec, iluminando consciências.

100 anos com Je- sus e Kardec, iluminando consciências. Grupo Espírita Irmã sheilla A nova diretoria

Grupo Espírita Irmã sheilla

A nova diretoria do Grupo Espírita Irmã Scheilla foi empossada em 6/1/08. Ela é formada pelos confrades: Presidente: Luiz Fernando Ban- deira de Melo; Vice: Ercilia Massuretti; 1º Secretário: Rosalina Maria do Carmo; 2º Secretário: Eurico Honorato de Sousa Júnior; 1º tesou- reiro: João Vicente Neto; 2º tesoureiro: José Navarro; Bibliotecária:

Jane Paim. (na seqüência, da esq. p/ a direita).

Tupaciguara

Os confrades do Centro Espírita Amor e Fé da vizinha cidade de tupaciguara (MG) informam o início de um Estudo sistematizado da Doutrina Espirita, segundo as diretrizes de Kardec. O estudo se inicia no dia 8/2/2008 (sexta-feira), e continuará durante mais ou menos dois anos, sempre às sextas-feiras. O Estudo será baseado nas Obras Bási- cas e outras obras auxiliares de diversos autores. Os confrades informam também que há cerca de quatro meses se realiza um curso sobre Mediunidade, ministrado pelo nosso irmão Cleubert Martins, membro da AME de tupaciguara. Estes cursos estão abertos a todos freqüentadores de casas espíri- tas e médiuns da cidade, e visitantes de outras cidades.

Mais de 20 mil prestam exames de Esperanto na Hungria

Nos últimos cinco anos, mais de 22 mil pessoas prestaram exames públicos de Esperanto na Hungria. A Língua Internacional Neutra vem sendo amplamente divulgada naquele país. Em diversas escolas e univer- sidades o idioma figura entre as disciplinas ministradas. A cada ano cresce o número de interessados em aprendê-lo. Em 2004, a Academia Húnga- ra de Ciências declarou que o Esperanto faz parte do rol de línguas vivas. Logo após, o Ministério da Educação reconheceu-lhe o valor. A compa- nhia telefônica local decidiu inserir informações em Esperanto no catálo- go de assinantes. Segundo a direção da Associação Esperantista da Hun- gria, o país vem dando uma prévia da tão sonhada vitória final.

AconteceráAcontecerá u Festival de Pizza da AME Dia 9 de fevereiro - Sábado. Colabore com
AconteceráAcontecerá
u Festival de Pizza da AME
Dia 9 de fevereiro - Sábado.
Colabore com a manutenção da sede e as atividades doutrinárias da
AME. Adquira caixa com 10 mini-pizzas, sabores: três queijos e ca-
labresa, por R$15,00. Encomende a sua com Jubens (9971-6344) ou
Vânia (3084-4854).
u sesquicentenários em 2008
A partir de proposta da diretoria da Federação Espírita Brasileira, o Con-
selho Federativo Nacional da FEB aprovou a Recomendação de que as
Entidades Federativas Estaduais promovam ao longo do ano de 2008
duas comemorações alusivas a Sesquicentenários: a) de Revista Espí-
rita (iniciada por Allan Kardec no dia 1 o /1/1858); b) da Sociedade Pa-
risiense de Estudos Espíritas (fundada aos 1 o /4/1858). E também que,
ao ensejo das comemorações dos 150 anos de fundação da Sociedade
Parisiense de Estudos Espíritas, e, considerando que esta foi a primeira
Casa Espírita do mundo, seja estimulada a divulgação e a implementa-
ção do Orientação ao Centro Espírita.
A FEB trouxe na revista Reformador, edição de janeiro de 2008, um
Suplemento Especial e algumas matérias sobre o Sesquicentenário da
Revista Espírita, e estará lançando em breve uma Edição Especial da
coleção de Revista Espírita (1858-1869), traduzida por Evandro Nole-
to Bezerra.
Aproveite para presentear e divulgar a Doutrina Espírita.
Também para atualizar sua biblioteca.
para presentear e divulgar a Doutrina Espírita. Também para atualizar sua biblioteca. J ornal V ida
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Jornal Vida Espírita

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Fevereiro 2008 9 UberLâNdIA-MG Trocando idéias
Fevereiro 2008
9
UberLâNdIA-MG
Trocando idéias

ELE tinha razão

christian.martins@uol.com.br te, em uma transformação radical nas relações

humanas, digna dos efeitos impressionantes de

uma verdadeira “explosão”, porém, esta, de al- cance social. Haveria alguma dúvida da revolução que a máxima “Faça aos outros aquilo que você gos- taria que eles lhe fizessem” provocaria no mun- do, caso ela se tornasse regra geral? Lancemos esta poderosa “granada” de verdades em nos- so dia-a-dia. Vejam: não existiriam mais miseráveis, pois a humanidade não desejaria ser tratada como são tratados os mendigos das grandes cidades. Nos nosocômios, os moribundos não mais fi- cariam à espera de socorro nos corredores dos hospitais, pois os governantes e a comunida- de não apreciariam ver seus filhos passando por idêntica situação. As grandes gravadoras não mais continuariam a cobrar valores injus- tos pelos álbuns musicais e os consumidores não mais comprariam cópias piratas de produ- tos, ferindo a propriedade artística e intelectu- al, pois ambos não gostariam de que isto fosse feito a eles próprios. A líder paquistanesa Be- nazir Bhutto não seria brutalmente assassinada,

Christian A. Martins

Certa vez, bisbilhotando a excelente biblio- teca espírita de meu pai, deparei-me com uma obra cuja capa causou-me um certo impacto: o desenho de Jesus Cristo, aparentemente no cen- tro de uma contemporânea metrópole, trajando

uma tradicional túnica alva, coberta por um esvo- açante manto escarlate, segurando uma granada com o pavio aceso, prestes a ser lançada.

É

sabido que, à primeira vista, a insólita

capa apresenta signos inconciliáveis: o pacífi- co carpinteiro de Nazaré e um artefato béli- co utilizado, amiúde, em conflitos militares. Se já não bastasse esta vigorosa representação, a obra escrita por Aníbal Vaz de Melo, tinha por título “Jesus, o maior dos anarquistas”. Segura- mente, um título não muito convencional para uma obra voltada para o estudo da “personali- dade e filosofia de Jesus de Nazaré”. Ora, o livro não se referia ao Pastor de al- mas guerrilheiro, como a leitura superficial da capa poderia suscitar. O autor compreendia que a mensagem cristã consistia, seguramen-

Dicas de internet
Dicas de internet

www.umen.org.br

www.umen.org.br

Por Rubens de Castro Silva

Nesta edição gostaríamos de indicar aos nossos leitores uma visita à página de inter- net da União das Mocidades Espíritas de Nite- rói (UMEN), no estado do Rio de Janeiro. Ao acessar o endereço www.umen.org.br já terá uma boa idéia do trabalho desempenhado pe- los confrades. Na página é possível conhecer um pouco da história de fundação da entida- de que completa em 2008, 60 anos.

O site foi bem elaborado e é de fácil nave-

gação. Dividido por setor, no link Apresen- tação, por exemplo, além da história e da lo- calização é possível saber os dias e horários de trabalhos realizados na instituição. No link Departamentos, o internauta vai conhecer um pouco das atividades dos departamentos de Assistência Social, Divulgação, Doutrinário, Evangelização, Eventos e Mediúnico. Em Atualidades, a página da UMEN dis- ponibilizou seções com Notícias, Artigos, Cam-

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panha, Livraria e etc. O internauta que desejar também pode- rá “baixar” direto do site as Obras Básicas da codificação Espírita: basta clicar sobre a capa dos livros. Um link na parte superior da página apon- ta para uma série de sugestões de outras pá- ginas espíritas na internet. Abaixo retiramos parte da história dessa entidade que já ultrapassou meio século de existência e que cumpre um papel importan- te junto à comunidade em que atua. “A UMEN - União da Mocidade Espíri- ta de Niterói - foi oficialmente fundada em 19 de fevereiro de 1948, em assembléia que contou com a presença de Olympio da Silva Campos, Orlando França Sobreira de Sam- paio, Jorge Nunes Bernardo, Carlos de Brito Imbassahy, Marise Rosa de Lima, Carlos Al- berto Botelho, Norberto Herdy Boechat, Ste- la Souto Câmara, Sebastião Augusto Carnei- ro, Alexandre Araújo, Góis Neto, Olavo Alves

Carnei- ro, Alexandre Araújo, Góis Neto, Olavo Alves J ornal V ida E spírita pois seu

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pois seu homicida e seu mandatário não gosta- riam de ser alvejados após um comício. As em- presas multinacionais de cigarros não mais in- duziriam a população ao consumo de produtos maléficos à sua saúde, pois seus diretores não gostariam de contrair doenças pulmonares e outras enfermidades. E mais: o “apagão aéreo” não se repetiria, pois os responsáveis não gostariam de passar horas e horas aguardando no saguão de um ae- roporto. O espancamento de mulheres seria extinto, pois aquele que espanca não gostaria de levar uma surra. Os idosos seriam melhor tratados, e muitos não mais seriam abandona- dos no asilo, pois aqueles que o fazem não gos- tariam de ser tratados assim na velhice. Os pro- fessores seriam valorizados, pois os gestores não gostariam de não ter seu trabalho reco- nhecido. O motorista não dirigiria depois de beber, pois o mesmo não gostaria de ser atin- gido por um carro dirigido por um alcoólatra em pleno passeio público Eis a “granada” de Jesus: “Fazer ao outro aquilo que você gostaria que ele lhe fizesse”. ELE tinha razão.

que você gostaria que ele lhe fizesse”. ELE tinha razão. Fac-símile da página www.umen.org.br da Silva,

Fac-símile da página www.umen.org.br

da Silva, Maria Imbassahy, Carlos Imbassahy e Hélcio Costa Coelho. Nessa primeira assem- bléia, definiu-se como missão da UMEN ser uma instituição de estudos e propaganda do Espiritismo Continue lendo. Acesse o site www.umen. org.br

Sugestões de sites para essa coluna:

escreva para castro@triang.com.br

Continue lendo. Acesse o site www.umen. org.br Sugestões de site s para essa coluna: escreva para
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10 10 Setembro de 2006 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG UberLâNdIA-MG Alegria “Todos possuímos conosco a clínica
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UberLâNdIA-MG

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Alegria

Alegria

Alegria

“Todos possuímos conosco a clínica espiritual de auto-tratamento com as faculdades da ação e da criatividade a nosso dispor.”

XAVIER, Francisco Cândido. “Doutrina e Aplicação”. Esp.Diversos. São Paulo: CEU, 1989. Lição:Auto-libertação.

São Paulo: CEU, 1989. Lição: Auto-libertação . Cruzadinha Tema: O Espírito e o Perispírito 10: 1:

Cruzadinha

Paulo: CEU, 1989. Lição: Auto-libertação . Cruzadinha Tema: O Espírito e o Perispírito 10: 1: 2:

Tema: O Espírito e o Perispírito

10:

1: 2: 3: 4: 5: 6: 7: . 8: 9: 11: Colaboração: DIJ - C.E.
1:
2:
3:
4:
5:
6:
7:
.
8:
9:
11:
Colaboração: DIJ - C.E. Joana d´Arc - Uberlândia/MG.

1) Os espíritos são os seres inteligentes da criação; povoam o

além do mundo material.

2) Os espíritos são seres distintos de 3) A criação dos espíritos não

4) Como e quando Deus criou os espíritos ainda é um

5) O

6) Os espíritos se apresentam na forma de uma flama, um clarão que varia do escuro ao do com sua pureza. 7) Característica fundamental do espírito:

8) Não oferece obstáculo para os espíritos:

9) É assim que tudo serve, tudo se encadeia na natureza, desde o mo começou pelo 10) Instrumento para a manifestação dos espíritos:

e não porções de

associado à vontade são para os espíritos como as mãos e os braços são para o homem.

do rubi, de acor-

primitivo até ao arcanjo, pois ele mes-

11) todo espírito é uma unidade

porém ele pode irradiar: esse é o dom da ubiqüidade. Por ser

ele não pode animar duas criaturas diferentes.

Respostas na pagina 11

animar duas criaturas diferentes. Respostas na pagina 11 J ornal V ida E spírita Rapidez e
animar duas criaturas diferentes. Respostas na pagina 11 J ornal V ida E spírita Rapidez e
animar duas criaturas diferentes. Respostas na pagina 11 J ornal V ida E spírita Rapidez e
animar duas criaturas diferentes. Respostas na pagina 11 J ornal V ida E spírita Rapidez e

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Fevereiro 2008 11 UberLâNdIA-MG
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Chico e Você No estudo da aflição Em toda a parte, vemos a aflição que
Chico e Você
No estudo da aflição
Em toda a parte, vemos a aflição
que se arroja ao crime;
que se confia à revolta;
que se rende ao desânimo;
que se desfaz em desespero;
que se transubstancia em ofensas aos semelhantes;
que alardeia intimidade com Jesus, ferindo os homens,
nossos irmãos;
que, a pretexto de exercer a justiça, mobiliza tribunais e prisões;
que clama sem piedade contra a miséria dos outros;
que chora sem proveito;
que se demora nas apreciações infelizes;
que se mantém nas trevas, azorragando os que buscam a luz;
que se irrita;
que maltrata;
que vergasta e maldiz
*
Entretanto, os bem-aventurados do Evangelho são os aflitos que não provocam
novas aflições.
São aqueles que aceitam a dor e nela acatam os Divinos Desígnios.
*
Recebamos no espinho que nos lacera ou no flagelo que nos humilha, a lição que a
Providência nos envia e teremos chegado à Celeste Compreensão, para guardar,
em espírito e verdade, o tesouro do Amor que o Divino Mestre nos legou.
XAVIER, Francisco Cândido. Reconforto. Esp. Emmanuel. São Bernardo
do Campo/SP: GEEM, 1986. Lição: “No Estudo da Aflição”.
Campo/SP: GEEM, 1986. Lição: “No Estudo da Aflição”. Alegria. Respostas: universo, Deus, cessa, mistério,

Alegria. Respostas: universo, Deus, cessa, mistério, pensamento, brilho, imortal, matéria, átomo, perispírito, indivisível.

imortal, matéria, átomo, perispírito, indivisível. Jornal Vida Espírita clube do livro espírita da
Jornal Vida Espírita
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átomo, perispírito, indivisível. Jornal Vida Espírita clube do livro espírita da ame/uberlândia Livros -

clube do livro espírita da ame/uberlândia

Livros - FEVEREIRO/2008

l Ave Cristo – romance – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – de R$ 23,50 por R$ 18,00.

l Caminho, verdade e vida – evangélico/especial – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – de R$ 22,00 por R$ 15,00.

l Cartilha da natureza – infantil – Francisco Cândido Xavier – Casi- miro Cunha – de R$ 12,35 por R$ 10,00.

l Cartilha do bem – infantil – Francisco Cândido Xavier – Meimei – de R$ 10,80 por R$ 8,00.

l Ceifa de luz – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – de R$ 13,00 por R$ 10,00.

l Cinqüenta anos depois – romance – Francisco Cândido Xavier – Em- manuel –de R$ 24,00 por R$ 18,00.

l Desobsessão – relatos – Francisco Cândido Xavier – André Luiz – de R$ 25,00 por R$ 15,00.

l Dimensões espirituais do Centro Espírita – evangélico – Suely Caldas Schubert de R$ 28,00 por R$ 20,00.

l Espiritismo passo a passo com Kardec – Christiano torchi – de R$ 30,00 por R$ 20,00.

l Há 2.000 anos – romance – Francisco Cândido Xavier – Emmanuel – de R$ 26,00 por R$ 18,00.

l Nosso lar – vida no além – Francisco Cândido Xavier – André Luiz– de R$ 23,90 por R$ 15,00.

l Novas mensagens – conto / crônica - Chico Xavier – espírito Hum- berto de Campos – de R$ 15,60 por R$ 10,00.

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12 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG
12 Fevereiro 2008
12
Fevereiro 2008

UberLâNdIA-MG

12 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG “ressurreição e vida” * Irani Alves André Uberlândia / MG R etornava
12 Fevereiro 2008 UberLâNdIA-MG “ressurreição e vida” * Irani Alves André Uberlândia / MG R etornava

“ressurreição e vida” *

2008 UberLâNdIA-MG “ressurreição e vida” * Irani Alves André Uberlândia / MG R etornava à terra

Irani Alves André Uberlândia / MG

R etornava à terra na véspera do dia mais importante do calendário tereno: 24

de dezembro de 1900 nasce uma menina, e re- cebe o nome de Yvonne do Amaral pereira. Com apenas um mês de vida, quase foi en- terrada viva devido ao fenômeno da catalepsia (morte aparente) que se repetiu por muitas ve- zes no decorrer da sua existência. Aos 5 anos já via os espíritos e com eles dia-

logava. Fez apenas o curso primário por falta de recursos financeiros. Foi criada pelos avós até os

10 anos de idade. Ao completar 12 anos morava

com os pais no sul de Minas quando foi presen- teada com dois tesouros de incalculável valor:

“O Livro dos Espíritos” e “O Evangelho Segun- do o Espiritismo”. Aos 13 anos passou a assistir às sessões práticas da Doutrina, das quais gosta- va muito, pois via os espíritos se comunicarem, inclusive o venerável Dr. Bezerra de Menezes. Foi médium ostensiva por 54 anos: era passista, receitista, médium de cura, psicógra- fa, psicofônica, palestrante e médium viden- te. Dedicou-se à cura das obsessões e auxí- lio aos suicidas. tinha o hábito de procurar nos jornais no- mes de pessoas que se suicidaram e anotava num livro criado por ela para oração a estas criaturas. Muitas vinham depois de algum tem- po para agradecê-la e passeavam de braços da-

dos no casarão do Bairro da Piedade. Escreveu 18 fantásticas obras, e segundo André Luiz, o maior tratado sobre mediunida- de dos últimos 100 anos, o monumental livro “Memórias de um Suicida”. Esta obra ficou por

30 anos na gaveta esperando nosso amadure-

cimento espiritual, de 1926 a 1956, quando foi

editada.

A obra “Ressurreição e Vida”, pelo espíri-

to Leão tolstoi, diz-nos Yvonne ser sua humil-

de contribuição de amor à comemoração do Centenário de “O Evangelho Segundo o Espiri- tismo”, em abril de 1964.

O espírito que ditou o referido do livro, Li-

éve Nicolaievitch tolstoi, nasceu na Rússia em 1828 e desencarnou em 1910. Foi chamado de o grande apóstolo russo por entender, interpretar e vivenciar os ensinos de Jesus. Como escritor deixou diversos clássicos da literatura universal, contos e fábulas para jovens e crianças. Vemos aí um grande paradoxo: a menina pobre, do Brasil e o nobre conde Leão tolstoi, da Rússia: Yvonne nasce em 1900; Leão desen- carna na Rússia em 1910. Segundo Yvonne a maior surpresa de sua vida de espírita foi quando, numa noite em ju- nho de 1961, recebeu a visita de um ilustre es- pírito que veio buscá-la para um passeio. Ele a tratava com polidez principesca e afetividade comovedora. Identificou-se e maior ainda foi a surpresa quando disse: “- Desejo escrever por suas mãos, mas quero em regionalismo russo. Yvonne, assustada, protestou. Era impossível, ela nada sabia sobre Rússia e isto é muito difícil mesmo com feito mediúnico, ao que Leão tols- toi respondeu:

– tens no subconsciente o de que precisas;

peço-te confiança”. Assim a levou para passear em espírito. Vaga- ram pela velha Rússia Imperial, Moscou, São Pe-

tersburgo. Viajaram nas estações do outono, in- verno. As planícies geladas e tudo era tão real que podiam ouvir o barulho da neve sob seus pés. Seis meses depois deste primeiro encon- tro começou a psicografia da obra “Ressurrei- ção e Vida”.

do que fala esta obra? Qual a impor-

tância dela para cada um de nós? Qual sua rela- ção com o Evangelho? Diz-nos Leão tolstoi que as páginas dessa obra são extraídas de um desejo sincero de ser útil. É o testemunho de sua solidariedade aos homens perante Deus. E nos alerta “Que saiba-

mos que no dia em que o túmulo se fechar so- bre o corpo inerte do homem, raiará para sua alma nova era, um destino imortal”.

E nos consola como Jesus e Kardec nos con- solaram:

- Que se estanquem as lágrimas à beira da sepultura.

mas

- Que se estanquem as lágrimas à beira da sepultura. mas - Que serene o desespero

- Que serene o desespero no coração das

mães diante do esquife de um filho que já não sorri.

- Que se levante a fronte do ancião desani-

mado que tem apenas a morte por finalidade.

- O homem sobrevive em espírito, inteligên-

cia e vontade após a morte que, nada mais é do que o estado normal e verdadeiro. Leão tolstoi nos dá nessa obra seu testemu- nho da imortalidade da alma. O livro está dividi- do em oito capítulos; cada capítulo tem como item de apoio um trecho das quadtro biografias do Cristo: os evangelhos. E são ilustrados por magníficas histórias reais vistas ou vividas por

Leão tolstoi no mundo espiritual ou enquanto encarnado em outras épocas. O último capítulo, intitulado “O Segredo da Felicidade”, é a fantástica história do seu grande amor, a bela condessa Olga nos mostrando os mecanismos da Lei de Causa e Efeito, atestando- nos de que somos “frutos de nós mesmos”. Conta-nos parte de sua trajetória ao lado de Yvonne e dos séculos que os separaram. E afi-

o reencontro em junho de 1961. Ressu-

nal

reirção é vida que continua sempre, rumo

a Jesus, o Mestre supremo de todos os mestres.

* Exposição feita na Jornada de Estudos sobre mediunidade – julho/05 – Homenagem a Yvonne do Amaral Pereira. tema: “A Mediunidade como caminho para a Redenção”.

Homenagem a Yvonne do Amaral Pereira. tema: “A Mediunidade como caminho para a Redenção”. J ornal

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