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CADERNO DE ENCARGOS ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS

FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL Reforma para ocupação dos 18º. e 19º. andares do Edifício Number One Setor Comercial Norte, Brasília (DF)

CADERNO DE ENCARGOS Considerações Gerais

S-00.00

01. O

apresentando-se em 2 (dois) volumes.

presente

Caderno

de

Encargos

segue

o

padrão

adotado

pelo

BANCO

DO

BRASIL,

02. O PRIMEIRO VOLUME, sob o título CADERNO GERAL DE ENCARGOS, compreende as

seguintes partes:

02.1 - Primeira: Generalidades - corresponde ao agrupamento de Normas, designadas pela letra “G”,

contendo convenções e abreviaturas, normalizações e unidades de medidas.

02.2 - Segunda: Materiais e Equipamentos - corresponde ao agrupamento de Normas, designadas

pela letra “E”, compreendendo características básicas para todos os materiais e equipamentos de emprego previsível em obras do padrão das contratadas pelo BANCO DO BRASIL , contendo o critério de analogia.

02.3 - Terceira: Procedimentos - corresponde ao agrupamento de Normas, designadas pela letra “P”,

abrangendo as condições de execução de cada tipo de serviço. Está subdividida adotando-se o critério de classificação dos serviços por função construtiva.

03. A Introdução do CADERNO GERAL DE ENCARGOS, define, com clareza o campo de aplicação

das 3 (três) partes aludidas no item anterior.

04. Em síntese, o CADERNO GERAL DE ENCARGOS, contém normas e especificações básicas, não

só para os serviços a serem executados na presente obra como, também, para outros mais, cuja aplicação, embora não prevista, possa tornar-se necessária.

05. O SEGUNDO VOLUME, sob o título CADERNO DE ENCARGOS - PARTE IV, contém

características de produtos e materiais e normas de execução complementares, além das indicações dos locais de aplicações de cada um dos tipos de serviços previstos especificamente na presente obra, acompanhadas de caracterização de produtos pela marca, bem como das definições precisas dos tipos de instalações a serem empregadas na obra considerada, designados pela letra “S”.

06. Para os produtos e materiais das marcas ou fabricantes mencionados neste CADERNO DE

ENCARGOS, o proprietário admitirá o emprego de similares, desde que ouvida previamente a FISCALIZAÇÃO, e conforme o "critério de analogia ou similaridade". (E-AAA.01).

07. Em caso de citações genéricas do tipo CADERNO DE ENCARGOS, em quaisquer documentos, a

intenção é referir-se ao conjunto como um todo. Os produtos, materiais, marcas e tipos mencionados neste CADERNO DE ENCARGOS, caracterizam apenas fabricantes ou fornecedores que informam atender às exigências de especificação. A FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL admitirá o emprego de similares, mediante solicitação do construtor, por escrito à FISCALIZAÇÃO, que baseará sua decisão no critério de analogia constante da E-AAA.01.

08. Este compêndio é composto pelas Especificações de Serviços, com 43 (quarenta e três) folhas,

numeradas seqüencialmente. Em caso de falta de qualquer folha, o fato deverá ser comunicado à FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL, pelo menos 48 (quarenta e oito) horas antes da licitação.

AUTOR DO CADERNO DE ENCARGOS:

Arq. Carlos Eduardo Barros de Menezes – CREA. 87392/D- SP

CADERNO DE ENCARGOS Ìndice

S-00.01

01.

PRELIMINARES

02.

IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO

05.

ESTRUTURA

06.

ALVENARIA

10.

PAVIMENTAÇÃO

11.

REVESTIMENTO

12.

DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS-FALSOS

13.

CARPINTARIA E MARCENARIA

15.

FERRAGENS

16.

VIDRAÇARIA

17.

PINTURA

19.

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE TELECOMUNICAÇÕES

20.

INSTALAÇÕES DE ÁGUA POTÁVEL

22.

INSTALAÇÕES DE ESGOTO

25.

INSTALAÇÃO DE TRANSPORTE VERTICAL

26.

INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO

28.

EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA

29.

DIVERSOS

30.

LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL

CADERNO DE ENCARGOS Preliminares

S-01.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-01.AAA e P-01.SEG.01 e mais o disposto nas alíneas seguintes a título de

complementação.

1.2 O CONSTRUTOR fornecerá os equipamentos, os materiais, a mão-de-obra, o transporte e tudo

mais que for necessário para a execução, a conclusão e a manutenção das obras, sejam elas definitivas ou temporárias.

1.3 Os equipamentos que o CONSTRUTOR levar para a obra, ou as instalações por ele executadas e

destinadas ao desenvolvimento de seus trabalhos, só poderão ser retirados com autorização formal da FISCALIZAÇÃO.

1.4 As marcas e produtos indicados nas plantas, especificações e listas de material somente admitem o

similar se devidamente comprovado seu desempenho através de testes e ensaios previstos por normas

e desde que previamente aceito pela FISCALIZAÇÃO.

1.5 Todos os materiais a serem empregados na obra deverão ser novos, comprovadamente de primeira

qualidade, e estarem de acordo com as especificações, devendo ser submetidos à aprovação da

FISCALIZAÇÃO.

1.6 Se julgar necessário, a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar ao CONSTRUTOR a apresentação de

informação, por escrito, dos locais de origem dos materiais ou de certificados de ensaios relativos aos

mesmos, comprovando a qualidade dos materiais empregados na instalação dos equipamentos. Os

ensaios e as verificações serão providenciados pelo CONSTRUTOR sem ônus para a FISCALIZAÇÃO

e executados por laboratórios aprovados pela mesma.

1.7 O CONSTRUTOR deverá submeter à aprovação da FISCALIZAÇÃO amostras dos materiais a

serem empregados, e cada lote ou partida de material será confrontado com respectiva amostra, previamente aprovada pela FISCALIZAÇÃO.

1.8 Depois de autenticadas pela FISCALIZAÇÃO e pelo CONSTRUTOR, as amostras serão

cuidadosamente conservadas na obra, até o final dos trabalhos, de forma a facultar, a qualquer tempo,

a verificação de sua perfeita correspondência com os materiais fornecidos ou já empregados.

1.9 Caberá ao CONSTRUTOR executar, na presença da FISCALIZAÇÃO, os testes de recebimento

dos equipamentos especificados. Tais testes serão executados de acordo com as normas retrocitadas.

1.10 Os materiais que não atenderem às especificações não poderão ser estocados na obra.

1.11 Os materiais inflamáveis só poderão ser depositados em áreas autorizadas pela FISCALIZAÇÃO,

devendo o CONSTRUTOR providenciar para estas áreas os dispositivos de proteção contra incêndios determinados pelos órgãos competentes.

1.12 As cores de quaisquer materiais e pinturas a serem executadas na obra serão definidas ou

confirmadas pela FISCALIZAÇÃO no momento oportuno, ouvido o autor do projeto.

1.13 Nenhum pagamento adicional será efetuado em remuneração aos serviços aqui descritos; os custos respectivos deverão estar incluídos nos preços constantes da proposta do CONSTRUTOR.

CADERNO DE ENCARGOS Preliminares

S-01.01

1.14 Após a celebração do contrato, não será levada em conta qualquer reclamação ou solicitação, seja

a que título for, de alteração dos preços constantes da proposta do CONSTRUTOR.

1.15 O CONSTRUTOR deverá levar em conta todas as precauções e zelar permanentemente para que

as suas operações não provoquem danos físicos ou materiais a terceiros, nem interfiram negativamente no funcionamento da obra.

1.16 Os detritos resultantes das operações de transporte ao longo de qualquer parte da obra deverão

ser removidos imediatamente pelo CONSTRUTOR, às suas expensas.

1.17 O CONSTRUTOR será responsável pela proteção de todos os componentes da obra e instalações

de energia elétrica, água, telefone, esgoto e drenagem pluvial e outros serviços, ao longo e adjacentes à obra, devendo corrigir imediatamente, às suas expensas, quaisquer avarias que provocar nas mesmas.

1.18 As normas de segurança constantes destas especificações não desobrigam o CONSTRUTOR do

cumprimento de outras disposições legais, federais, municipais e estaduais pertinentes, sendo de sua inteira responsabilidade os processos, ações ou reclamações movidos por pessoas físicas ou jurídicas em decorrência de negligência nas precauções exigidas no trabalho ou da utilização de materiais inaceitáveis na execução dos serviços.

1.19 O CONSTRUTOR cuidará para que as obras a serem executadas acarretem a menor perturbação

possível aos serviços, e a todo e qualquer bem, público ou privado, adjacente à obra.

1.20 Todas as questões, reclamações, demandas judiciais, ações por perdas ou danos e indenizações

oriundas de danos causados pelo CONSTRUTOR serão de sua inteira responsabilidade.

1.21 O CONSTRUTOR cuidará para que o transporte de cargas especiais seja feito sem causar danos

ou interrupções nas áreas de acesso às obras. Serão escolhidos trajetos e veículos adequados e controladas as cargas, a fim de compatibilizar as solicitações com os meios de acesso disponíveis.

1.22 Se o CONSTRUTOR necessitar deslocar para a obra qualquer equipamento, completo ou em partes, que possa acarretar danos nas áreas de acesso, deverá comunicar o fato à FISCALIZAÇÃO, informando-a também das providências que pretende adotar para a proteção dos acessos existentes, ficando o CONSTRUTOR responsável pela efetivação de todas as providências necessárias.

1.23 Cumpre ao CONSTRUTOR providenciar o pessoal habilitado necessário para a execução da obra

até o cumprimento integral do contrato.

1.24 Os representantes da FISCALIZAÇÃO na obra darão suas instruções diretamente ao Engenheiro

residente do CONSTRUTOR ou seu preposto.

1.25 Os representantes da FISCALIZAÇÃO e toda pessoa autorizada pela mesma terão livre acesso às

obras e a todos os locais onde estejam sendo realizados trabalhos, estocados e/ou fabricados materiais

e equipamentos relativos à obra ainda que nas dependências do CONSTRUTOR.

1.26 A equipe técnica do CONSTRUTOR responsável pelos serviços deverá contar com profissionais

especializados e devidamente habilitados para desenvolverem as diversas atividades necessárias à

execução da obra.

CADERNO DE ENCARGOS Preliminares

S-01.01

1.27 A qualquer tempo a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar a substituição de qualquer membro da equipe

técnica do CONSTRUTOR, desde que entenda que seja benéfico ao desenvolvimento dos trabalhos.

1.28 O CONSTRUTOR interromperá total ou parcialmente a execução dos trabalhos sempre que:

assim estiver previsto e determinado no contrato; for necessário para execução correta e fiel dos trabalhos, nos termos de contrato e de acordo com o projeto; houver influências atmosféricas sobre a qualidade ou a segurança dos trabalhos na forma prevista no Contrato; houver alguma falta cometida pelo CONSTRUTOR, desde que esta, a juízo da FISCALIZAÇÃO, possa comprometer a qualidade dos trabalhos subseqüentes; e a FISCALIZAÇÃO assim o determinar ou autorizar por escrito, no Diário de Obra.

1.29 O CONSTRUTOR deverá providenciar Diário de Obra, dotado de páginas numeradas e em três

vias, onde serão registradas todas as atividades, ocorrências e demais fatos relevantes relativos à obra.

1.30 O CONSTRUTOR cuidará para que todas as partes das obras e a própria obra permaneçam

sempre limpas e arrumadas, com os materiais estocados e empilhados em local apropriado, por tipo e

qualidade. Providenciará, ainda, a retirada imediata de detritos dos acessos e das áreas e vias adjacentes e internas que tenham resultado de operações relativas às obras.

1.31 A remoção de todo entulho para fora da obra e para local permitido pelo GDF será feita pelo

CONSTRUTOR a seu ônus.

1.32 As instalações deverão apresentar sempre bom aspecto, não sendo admitidas construções

desalinhadas, desleixo nas instalações, obras que não inspirem segurança e que sejam desagradáveis

à vista e ao uso.

1.33 Os níveis de segurança e higiene a serem providenciados pelo CONSTRUTOR aos usuários das

instalações na obra serão, no mínimo, os determinados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

1.34 O licitante, antes de apresentar sua proposta deverá analisar os projetos, consultar as especificações e vistoriar o local das obras, executando todos os levantamentos necessários ao desenvolvimento de seus trabalhos, de modo a não incorrer em omissões, que jamais poderão ser alegadas em favor de eventuais pretensões de acréscimo de preços.

1.35 Se, para facilitar seus trabalhos, o CONSTRUTOR necessitar elaborar desenhos de execução,

deverá fazê-los às suas expensas exclusivas e submetê-los à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

1.36 Os desenhos de execução, se necessários, deverão ser entregues por partes, de acordo com as

prioridades, em função dos cronogramas da obra, em três vias, sendo uma delas devolvida ao CONSTRUTOR após análise. Os serviços contidos nestes desenhos não poderão ser iniciados sem aprovação formal da FISCALIZAÇÃO.

1.37 Possíveis indefinições, omissões, falhas ou incorreções dos projetos ora fornecidos não poderão,

jamais, constituir pretexto para o CONSTRUTOR pretender cobrar "serviços extras" e ou alterar a composição de preços unitários. Considerar-se-á, inapelavelmente, o CONSTRUTOR como altamente especializado nas obras e serviços em questão e que, por conseguinte, deverá ter computado, no valor global da sua proposta, também, as complementações e acessórios por acaso omitidos nos projetos, mas implícitos e necessários ao perfeito e completo funcionamento de todas as instalações, máquinas, equipamentos e aparelhos.

1.38 Para as obras e serviços objetos destas especificações e projetos, caberá ao CONSTRUTOR

fornecer e conservar equipamento mecânico e o ferramental necessários, usar mão de obra idônea,

agrupando permanentemente em serviço uma equipe homogênea e suficiente de operários, mestres e

CADERNO DE ENCARGOS Preliminares

S-01.01

encarregados, que assegurem progresso satisfatório às obras e bem assim obter materiais necessários em quantidade suficiente para a conclusão das obras no prazo fixado.

1.39

A

FISCALIZAÇÃO

não

aceitará,

sob

nenhum

pretexto,

a

transferência

de

qualquer

responsabilidade empreiteiros, etc.

do

CONSTRUTOR

para

outras

entidades,

sejam

fabricantes,

técnicos,

sub-

1.40 A FISCALIZAÇÃO admitirá sub-empreiteiros a serem previamente aprovados pela mesma, a seu

exclusivo critério, sem que tal aprovação implique em qualquer aceitação de transferência de responsabilidade.

1.41 Não será permitido que o pessoal do CONSTRUTOR fique vagando pela área da obra que não

seja área imediata do trabalho do mesmo, ou ainda em qualquer local do prédio fora do horário de trabalho.

1.42 No caso em que o CONSTRUTOR venha, como resultado das suas operações, prejudicar áreas

não incluídas no setor de seu trabalho, ele as deverá recuperar deixando-as em conformidade como o seu estado original.

1.43 Quando houver necessidade de movimentar ou modificar outros equipamentos e elementos

existentes na obra, a fim de facilitar a execução de seus serviços, o CONSTRUTOR deverá solicitar previamente à FISCALIZAÇÃO autorização para tais deslocamentos e modificações.

1.44 Todo

CONSTRUTOR.

o

transporte

vertical

e

horizontal

de

materiais

e

equipamentos

ficará

a

cargo

do

1.45 Correrá por conta exclusiva do CONSTRUTOR a responsabilidade por quaisquer acidentes na

execução das obras e serviços CONSTRUTORs, pelo uso indevido de patentes registradas, e pela destruição ou danificação da obra em construção até sua definitiva aceitação.

2. PROJETOS

2.1 Descrição do projeto : Reforma para ocupação dos 18º e 19º. Andares do Edifício Number One,

localizado no Setor Comercial Norte, Quadra 1 Bloco A, Brasília (DF), consistindo em obras civis para implantação de layout dos escritórios da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL, com ênfase para a infraestrutura de instalações elétricas e de cabeamento estruturado, pavimentação, pintura e revisão do forro de gesso para instalação de novas luminárias, entre outros aspectos descritos nas especificações aqui contidas e no projeto de Arquitetura fornecido. A área de intervenção aproximada é equivalente 1.100m2, tendo como finalidade, apenas, caracterizar a magnitude da construção, sem que possa servir de base para cobrança, da parte do CONSTRUTOR, de serviços extraordinários.

2.2 Ao término da obra, o CONSTRUTOR deverá entregar "as-built" de todos os projetos modificados

em sua execução, condição a ser cumprida até o recebimento definitivo da obra.

2.3 Todo e qualquer serviço acessório, eventualmente necessário à perfeita conclusão do objeto

CONSTRUTOR e ou recomendado pela boa técnica construtiva será de responsabilidade do CONSTRUTOR.

2.4 O CONSTRUTOR deverá submeter, se necessário, todos os projetos fornecidos e exigidos, à

aprovação da Administração Regional e Concessionárias de Serviços Públicos, bem como providenciar as devidas Anotações de Responsabilidade Técnica de execução da obra.

CADERNO DE ENCARGOS Preliminares

S-01.01

2.5 Todas as taxas, emolumentos e despesas decorrentes do projeto para execução da obra são de

competência do CONSTRUTOR.

3. AMOSTRAS E CATÁLOGOS DE MATERIAIS

3.1 O CONSTRUTOR deverá submeter à apreciação da FISCALIZAÇÃO, previamente ao início dos

serviços, amostras e catálogos de materiais especificados para a obra em questão, sob pena de impugnação de serviços executados sem a anuência da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL.

3.2 Ficará o CONSTRUTOR obrigado a refazer os trabalhos impugnados, ficando de sua exclusiva

responsabilidade as despesas decorrentes destas providências.

4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

4.1 Os serviços que acarretem em barulho (uso de ponteiros de aço, marteletes, furadeiras, fixação à

pólvora, etc.) serão executados em horários previamente programados junto à Administração do Edifício e a FISCALIZAÇÃO.

5. VISTORIA

5.1 Fica recomendado ao CONSTRUTOR realizar prévia vistoria ao local da obra para confrontar medidas e especificações. Desta verificação preliminar, o CONSTRUTOR apontará qualquer divergência existente, dando conhecimento à FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL. As dúvidas de interpretação de projetos e especificações serão esclarecidas, até 48 h antes da abertura, pela FISCALIZAÇÃO designada pela FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL.

5.2 Fica entendido que dúvidas posteriores, levantadas pelo CONSTRUTOR durante execução dos

serviços, não servirão de base para cobrança de serviços extras. Ao CONSTRUTOR compete realizar, previamente, minucioso estudo da obra projetada e verificação "in loco" de possíveis interferências, providenciando tudo necessário com vistas a sua execução completa e perfeito funcionamento.

6. RELAÇÃO DE SERVIÇOS

6.1 O CONSTRUTOR deverá providenciar todos os serviços previstos no projeto de Arquitetura e nas

especificações aqui contidas.

CADERNO DE ENCARGOS Normas de Segurança

S-01.02

1. NORMAS

1.1 Conforme P-01.SEG.01 e mais o seguinte, caracterizado na P-02.FER.01.

1.2 Com relação à segurança do trabalho, serão obedecidas todas as recomendações contidas na Norma Regulamentadora NR-18, aprovada pela Portaria 3214, de 08.06.78, do Ministério do Trabalho, publicada no D.O.U. de 06.07.78 (Suplemento).

1.3 Haverá particular atenção para o cumprimento das exigências de proteger as partes móveis dos

equipamentos e de evitar que as ferramentas manuais sejam abandonadas sobre passagens, escadas, andaimes e superfícies de trabalho, bem como para o respeito ao dispositivo que proíbe a ligação de mais de uma ferramenta elétrica na mesma tomada de corrente.

2. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

3.1. Serão de uso obrigatório os equipamentos relacionados no quadro adiante, obedecido o disposto nas Normas Regulamentadoras NR-6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI e NR-1 - Disposições Gerais.

PROTEÇÃO

EQUIPAMENTO

   

TIPO DE RISCO

 

CABEÇA

Capacete de segurança

 

Queda ou projeção de objetos, impactos contra estrutura e outros.

Capacete especial

 

Equipamentos ou circuitos elétricos.

 

Protetor facial

 

Projeção de fragmentos, respingos de líquidos e radiações nocivas.

Óculos de segurança contra impactos

Ferimentos nos olhos

 

Óculos de segurança contra radiações

Irritação

nos

olhos

e

lesões

decorrentes

da

ação

de

radiações

 

Óculos de segurança contra respingos

Irritação nos olhos e lesões decorrentes da ação de líquidos agressivos

MÃOS E BRAÇOS

Luvas e mangas de proteção (couro, lona plastificada, borracha ou neoprene)

Contato com substâncias corrosivas ou tóxicas, materiais abrasivos ou cortantes, equipamentos energizados, materiais aquecidos ou radiações perigosas

PÉS E PERNAS

Botas de borracha (PVC)

 

Locais

molhados,

lamacentos

ou

em

presença

de

 

substâncias tóxicas

 

Calçados de couro

 

Lesão do pé

 

INTEGRAL

Cinto de segurança

 

Queda com diferença de nível

 

AUDITIVA

Protetores auriculares

 

Nível de ruído superior ao estabelecido na NR-5 - Atividades e Operações Insalubres

RESPIRATÓRIA

Respirador contra poeira

 

Trabalhos com produção de poeira

 

Máscara para jato de areia

 

Trabalhos de limpeza por abrasão através de jatos de areia.

Respirador

e

máscara

de

Poluentes

atmosféricos

em

concentrações

prejudiciais

à

filtro químico

saúde

TRONCO

Avental de raspa

 

Trabalhos de soldagem e corte a quente, e de dobragem e armação de ferros

CADERNO DE ENCARGOS Relação de Projetos

S-01.03

1. ARQUITETURA

1.1 Desenhos:

01/07 - PLANTA DE LAYOUT - 18º. PAVIMENTO 02/07 - PLANTA DE LAYOUT - 19º. PAVIMENTO 03/07 - PLANTA DE CIVIL - 18º. PAVIMENTO 04/07 - PLANTA DE CIVIL - 19º. PAVIMENTO 05/07 - PLANTA DE FORRO/ILUMINAÇÃO - 18º. PAVIMENTO 06/07 - PLANTA DE FORRO/ILUMINAÇÃO - 19º. PAVIMENTO 07/07 - DETALHES

1.2 Autoria do Projeto:

Arq. Carlos Eduardo Barros de Menezes - CREA 87392/D - SP DUO ARQUITETURA & DESIGN S.C.LTDA.

1.3 Desenvolvimento:

Arq. Tiago Rezende de Almeida Santos DUO ARQUITETURA & DESIGN S.C.LTDA.

CADERNO DE ENCARGOS Implantação e Administração

S-02.01

1. INSTALAÇÃO PROVISÓRIA

1.1 Conforme P-02.INS.01.

2. TAPUMES

2.1 Conforme P-02.TAP.01 e P-02.BAR.01.

2.2 Os tapumes serão erguidos, quando necessário, em locais determinados pela FISCALIZAÇÃO.

2.3 Não será permitido alojamento no interior das dependências do edifício.

3. DEMOLIÇÕES

3.1 Conforme P-02.DEM.01.

3.2 As demolições necessárias à execução dos trabalhos previstos nos projetos deverão ser providenciadas pelo CONSTRUTOR, a quem compete verificar condições existentes, estudar possíveis interferências e aplicar soluções em comum acordo com a FISCALIZAÇÃO.

3.3 Os materiais resultantes das demolições e considerados dispensáveis pelo PROPRIETÁRIO, serão

removidos pelo CONSTRUTOR. Os demais, a critério da FISCALIZAÇÃO, serão transportados pelo CONSTRUTOR e armazenados em local determinado pela FISCALIZAÇÃO.

3.4 A remoção e transporte do entulho e detritos ocasionados pelas demolições serão executados pelo

CONSTRUTOR, com acondicionamento diário em “container” e disposição final em local que atenda as exigências da administração do prédio. Os detritos resultantes das operações de transporte ao longo de qualquer parte da obra deverão ser removidos imediatamente pelo CONSTRUTOR, às suas expensas.

4. FERRAMENTAS, EQUIPAMENTOS E MEDIDAS DE SEGURANÇA

4.1 Observar o disposto em P-02.FER.01.Serão de uso obrigatório os equipamentos de proteção individual e uniforme com crachá do CONSTRUTOR pelos empregados da obra. Eficiente e ininterrupta vigilância será exercida pelo CONSTRUTOR para prevenir riscos de incêndio e acidentes no canteiro de obras. Poderá a FISCALIZAÇÃO, sempre que julgar necessário, ordenar providências para modificar hábitos de trabalhadores e depósitos de materiais que ofereçam riscos de segurança às instalações do prédio, bem como solicitar alteração do quadro técnico da obra (engenheiro, mestre, encarregado e empregados).

5. IDENTIFICAÇÃO DOS EMPREGADOS

5.1 Os empregados do CONSTRUTOR deverão portar crachá de identificação, por ela subscrito, do

qual constará, explicitamente, a razão social, o nome do servidor, seu número de registro na firma e seu horário de trabalho.

6. HORÁRIO DE TRABALHO

CADERNO DE ENCARGOS Implantação e Administração

S-02.01

6.1 A execução dos serviços deverá observar os períodos permitidos pela administração do condomínio

do Edifício Number One, com a qual o CONSTRUTOR deverá manter entendimentos prévios,

verificando os horários e as condições disponíveis para trabalho.

7. RECOMPOSIÇÕES

7.1 Os materiais ou equipamentos que forem danificados em decorrência da reforma deverão ser

recompostos com novas peças, idênticas às existentes, mas sem causar impacto por eventual

diferença de idade.

8. ADMINISTRAÇÃO DA OBRA

8.1 Conforme P-02.EFE.01.

8.2 A Administração da obra é de responsabilidade exclusiva do Responsável Técnico de execução,

com ART anotado no CREA.

8.3 Será obrigatória a presença de Engenheiro Civil e do Mestre-de-obras encarregado, do CONSTRUTOR, durante condução dos serviços, até o seu término.

8.4 A guarda e vigilância de materiais e equipamentos da obra são de responsabilidade do

CONSTRUTOR

8.5 O quadro efetivo da obra será dimensionado pelo CONSTRUTOR, selecionando operários com

comprovada capacidade técnica e responsabilidade pela condução dos serviços, utilizando-se de mão de obra idônea, agrupando permanentemente em serviço uma equipe homogênea e suficiente de operários, mestres e encarregados que assegurem progresso satisfatório à obra.

9. SEGURANÇA NO TRABALHO

9.1 Observar severamente as normas de segurança no trabalho expedidas pelo Ministério do Trabalho,

atentando-se sempre para as medidas de proteção aos operários e a terceiros, de acordo com a NR-

18.

CADERNO DE ENCARGOS Estrutura

S-05.01

1. NORMAS

Conforme P-04.SUP.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

Demolição de pedaço de laje e adequação do vão para passagem de plataforma de transporte vertical conforme referência no projeto de arquitetura. Eventuais projetos de adequação e adaptação a cargo do construtor

CADERNO DE ENCARGOS Alvenaria Tijolos

S-06.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-06.TIJ.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Tijolos de barro maciços

DIMENSÕES: 10x20x5cm.

ARGAMASSA DE REVESTIMENTO: Massa única, aplicada de acordo com as recomendações do fabricante.

APLICAÇÃO:

Para

recomposição

ou

complementação

de

trechos

de

alvenaria

existentes.

CADERNO DE ENCARGOS Pavimentação Piso vinílico em manta

S-10.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-10.AAA.01, P-10.VIN.01 e P-10.ROD.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Piso vinílico em manta

DEFINIÇÃO: Revestimento flexível calandrado em mantas, antibacteriológico

LINHA: Ambiance

COR: 0695 Shark

ESPESSURA: 2mm

PESO: 3.420 g/m2

INSTALAÇÃO: De acordo com as recomendações do fabricante, sobretudo no tocante ao preparo do contrapiso.

FABRICANTE: GERFLOR

APLICAÇÃO: Nas áreas indicadas no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Revestimento Chapisco e Reboco

S-11.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-11.ARG.01 e P-11.ARG.02

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Chapisco comum

TRAÇO: 1:3 (cimento e areia lavada peneirada)

APLICAÇÃO: Em trechos de alvenaria passíveis de recomposição.

2.2 TIPO: Reboco

TRAÇO: 1:2:5 (cimento, cal e areia)

APLICAÇÃO: Em trechos de alvenaria passíveis de recomposição.

CADERNO DE ENCARGOS Divisórias, Forros e Pisos Falsos Divisórias de gesso

S-12.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-12.DIV.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1. TIPO: Divisória de gesso acartonado com isolamento acústico

DESCRIÇÃO: Paredes de divisão interna Pregymetal, fabricação Lafarge Gypsum.

PAINÉIS: Placas de gesso acartonado Pregypan tipo BA13, com 12,5mm, fabricação Lafarge Gypsum.

ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO: Guias e montantes em aço galvanizado, fixados entre si por parafusos de aço Pregy (acessórios Pregymetal), fabricação Lafarge Gypsum

ISOLAMENTO ACÚSTICO: Lã de vidro padrão Isover, fabricação Santa Marina.

ACABAMENTO: Massa e fita, de acordo com recomendações do fabricante, de forma que as juntas não sejam perceptíveis.

FABRICANTE: Lafarge Gypsum.

APLICAÇÃO: Nos locais indicados no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Divisórias, Forros e Pisos Falsos Piso Elevado

S-12.02

1. NORMAS

1.1 Conforme P-12.PIS.01.

2.1 Atendimento pleno NBR 10636, emitida pela ABNT, com comprovação de resistência contra incêndio de 120 minutos e de estanqueidade, através de ensaios normalizados e certificação correspondente às normas internacionais ASTM E-119, UL-263 e DIN 4102.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Piso elevado metálico

DESCRIÇÃO: Piso elevado modular em aço galvanizado com preenchimento em concreto celular, sobre suportes telescópicos em aço galvanizado.

DIMENSÕES DAS PLACAS: 61 x 61 x 3cm.

PESO: 41 kg/m2

MATERIAL: Aço galvanizado com pintura eletrostática epóxi pó com preenchimento em concreto celular.

REVESTIMENTO DAS PLACAS: Laminado melamínico de alta pressão, acabamento texturizado, espessura 2mm, com características de fogoretardância e capacidade dissipativa de cargas eletrostáticas, padrão Computer Floor.

CAPACIDADE DE CARGA ESTÁTICA CONCENTRADA: 454kg.

CAPACIDADE DE CARGA ESTÁTICA MÁXIMA: 1.452kg.

ESTRUTURA DE APOIO: Pedestais de sustentação, formado por bases e cruzetas, em chapa de

altura do piso e do nivelamento da superfície

aço galvanizado, sem longarinas, com regulagem de das placas.

ALTURA DO PISO ACABADO: 15cm.

FABRICANTE: TATE DO BRASIL

APLICAÇÃO: Nas salas TC dos 18º. e 19º. Pavimentos, conforme indicado no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Divisórias, Forros e Pisos Falsos Forro de Gesso

S-12.03

1. NORMAS

1.1 Conforme P-12.FOR.06

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Forro de gesso acartonado

DESCRIÇÃO: Forro de gesso acartonado Pregymetal, fabricação Lafarge Gypsum.

PAINÉIS: Placas de gesso acartonado Pregypan tipo BA13, com 12,5mm, fabricação Lafarge Gypsum.

ESTRUTURA DE SUSTENTAÇÃO: Perfis, pendurais, talas, montantes, trilhos e garras em chapa de aço galvanizado (acessórios Pregymetal), fixados por meio de parafusos de aço Pregy, fabricação Lafarge Gypsum.

ACABAMENTO: Massa e fita, de acordo com recomendações do fabricante, de forma que as juntas não sejam perceptíveis.

FABRICANTE: Lafarge Gypsum.

APLICAÇÃO: Nos locais indicados no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Carpintaria e Marcenaria Portas de madeira

S-13.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-13.ESQ.01 até P-13.ESQ.04

2 - CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Porta simples de madeira com bandeira

REFERÊNCIA (do projeto): PM1 - 0,80m x 2,10 m + bandeira.

NÚCLEO: Lâminas compensadas de cedro, capeadas com duas folhas, uma de cada face em cedro.

ENQUADRAMENTO / MARCO: Montante vertical e travessa horizontal de cedro.

ENCABEÇAMENTO: Mesmo laminado do revestimento.

REVESTIMENTO/ACABAMENTO: Laminado fenólico melamínico 1,0 mm, Cor: PP-25 Office Gray, Pertech ou similar, com faixas a cada 30 cm (junta seca).

ADESIVO DE FIXAÇÃO: de acordo com a recomendação do fabricante.

ALIZAR: De cedro, com pintura em esmalte sintético acetinado, cor platina, Tintas Coral.

APLICAÇÃO: Conforme indicado no projeto de Arquitetura.

2.2 TIPO: Porta dupla de madeira com bandeira

REFERÊNCIA (do projeto): PM2 - 1,20 m x 2,10 m + Bandeira.

NÚCLEO: Lâminas compensadas de cedro, capeadas com duas folhas, uma de cada face, de cedro.

ENQUADRAMENTO / MARCO: Montante vertical e travessa horizontal de cedro.

ENCABEÇAMENTO: Mesmo laminado do revestimento.

REVESTIMENTO/ACABAMENTO: Laminado fenólico melamínico 1,0 mm, Cor: PP-25 Office Gray, Pertech ou similar, com faixas a cada 30 cm (junta seca).

ADESIVO DE FIXAÇÃO: de acordo com a recomendação do fabricante

ALIZAR: De cedro, com pintura em esmalte sintético acetinado, cor platina, Tintas Coral. MARCO

APLICAÇÃO: Portas do auditório, conforme projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Carpintaria e Marcenaria Armário sob bancada

S-13.02

1. NORMAS

1.1 Conforme P-13.ARM.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Armário sob bancada

REFERÊNCIA (do projeto): AR1.

ESTRUTURA: Painéis de MDF linha Melamina, padrão Cores, revestido com resina melamínica nas duas faces, cor Branco, espessura de 18mm.

PORTAS: FRENTE, FUNDO E LATERAIS: Painéis de MDF linha Melamina, padrão Cores, revestido com resina melamínica nas duas faces, cor Branco, espessura de 18mm.

GAVETAS (interno/externo): Painéis de MDF linha Melamina, padrão Cores, revestido com resina melamínica nas duas faces, cor Branco, espessura de 18mm.

PRATELEIRAS:

Painéis de MDF linha Melamina, padrão Cores, revestido com resina melamínica

nas duas faces, cor Branco, espessura de 18mm.

ENCABEÇAMENTO / TOPO: Fita de PVC branco, espessura de 1mm.

APLICAÇÃO: Armário sob bancada do refeitório, conforme indicado no

projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Ferragens Para Portas de Madeira

S-15.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-15.AAA.01 e E-FER.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Ferragem tipo cilindro

MAÇANETA / FECHADURA: Linha Duna Latão

FECHADURA: Linha 1000

ROSETA: R066

DOBRADIÇAS (três): Referência 0201001,

ACABAMENTO: Cromo Acetinado CA

FABRICANTE: IMAB.

APLICAÇÃO: Portas com indicação PM1 e PM2, conforme projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Ferragens Para Portas de Vidro

S-15.02

1. NORMAS

1.1 Conforme P-15.AAA.01

2 - CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Ferragem para vidro temperado

FECHADURA E CONTRA-FECHADURA: tipo cilindro, cromada, com lingueta linha 3210 e 3211, Blindex ou similar.

MOLA: Núcleo hidráulico com chapa de piso, ref. Dorma - MP 4000 ou similar. Mola de piso universal com força de fechamento regulável progressivamente, aprovada segundo norma EN 1154. Portas vai-e-vem com fechamento hidráulico a partir de 175º, com curso plenamente controlado, velocidade regulável em duas áreas independentes e amortecimento de abertura. Eixos intercambiáveis e válvula de segurança.

PIVÔ SUPERIOR: Cromado, linha 3000, Blindex ou similar.

PUXADOR: Puxador tipo alça modelo 376, cromado, Dorma ou similar.

DOBRADIÇAS: Dobradiças pivotantes cromadas, linha 3000, Blindex ou similar.

CONEXÕES: Linha 3000 da Blindex ou similar

APLICAÇÃO: Porta de vidro temperado com a indicação PV1, conforme projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Ferragens Para Armários sob bancada

S-15.03

1. NORMAS

1.1 Conforme P-15.AAA.01 e E-FER.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Armários sob/sobre bancada

PIVÔS: Pivôs de latão fundido, nº 1008 (2 unidades)

MOLAS: Molas de bilha, 14 mm (2 unidades p/folha)

VENTILADORES: nº 215, 1 unidade por folha.

BOTÃO: Botão nº 220-A

ACABAMENTO: CR.

FABRICANTE: La Fonte ou similar

APLICAÇÃO: Armário AR1 do refeitório, conforme detalhamento de projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Vidraçaria Vidro Temperado

S-16.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-16.AAA.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Porta pivotante dupla de vidro temperado liso transparente

REFERÊNCIA (no projeto): PV1

DIMENSÕES: 1,60 m (2x0,80m) x 2,10 m

MATERIAL: Vidro temperado liso

COR: Incolor transparente

ESPESSURA: 10mm

FABRICANTE: Santa Marina, Blindex ou similar.

EXECUÇÃO: Assentamento com ferragens cromadas, conforme recomendações do fabricante.

APLICAÇÃO: Porta de vidro temperado com a indicação PV1, conforme detalhamento constante do projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Pintura Tinta Acrílica

S-17.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-17-AAA.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Pintura acrílica com emassamento

COR: Branco Neve.

ACABAMENTO: Acetinado.

FABRICANTE: Tintas Coral.

NÚMERO DE DEMÃOS: Tantas quantas forem necessárias, sendo no mínimo duas.

TRATAMENTO PRÉVIO: Massa acrílica para uniformizar, nivelar e corrigir pequenas imperfeições e selador acrílico para uniformizar a absorção nas superfícies novas, de acordo com as recomendações do fabricante da tinta (Tintas Coral)

APLICAÇÃO: Nas paredes e divisórias indicadas no projeto de Arquitetura.

2.2 TIPO: Pintura acrílica com emassamento

COR: Cinza Tela

ACABAMENTO: Acetinado

FABRICANTE: Tintas Coral.

NÚMERO DE DEMÃOS: Tantas quantas forem necessárias, sendo no mínimo duas.

TRATAMENTO PRÉVIO: Massa acrílica para uniformizar, nivelar e corrigir pequenas imperfeições e selador acrílico para uniformizar a absorção nas superfícies novas, de acordo com as recomendações do fabricante da tinta (Tintas Coral)

APLICAÇÃO: Nas paredes, conforme indicado no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Pintura Esmalte Sintético

S-17.02

1. NORMAS

1.1 Conforme P-17-AAA.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Pintura Esmalte Sintético

PADRÃO: Coralit

COR: Cinza Platina, ref. 016

ACABAMENTO: Acetinado.

FABRICANTE: Tintas Coral.

NÚMERO DE DEMÃOS: Tantas quantas forem necessárias, sendo no mínimo duas

TRATAMENTO PRÉVIO: Lixamento, fundo primer epóxi e fundo primer universal, após a secagem do fundo epóxi e correção das imperfeições da peças com massa rápida, fabricação Tintas Coral.

APLICAÇÃO: Marcos e alizares das portas novas de madeira e marcos, alizares e folhas das portas existentes de madeira, conforme projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Pintura Tinta PVA

S-17.03

1. NORMAS

1.1 Conforme P-17-AAA.01

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Pintura PVA com emassamento

PADRÃO: Coralatex

COR: Branco Neve

ACABAMENTO: Fosco

FABRICANTE: Tintas Coral.

NÚMERO DE DEMÃOS: Tantas quantas forem necessárias, sendo no mínimo duas

TRATAMENTO PRÉVIO: Massa latex PVA para uniformizar, nivelar e corrigir pequenas imperfeições e selador acrílico para uniformizar a absorção nas superfícies novas, de acordo com as recomendações do fabricante da tinta (Tintas Coral)

APLICAÇÃO: No forro de gesso, conforme indicado no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Instalações Elétricas e de Telecomunicações

S-19.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-19.AAA.01, P-19.ATE.01, P-19.CDR.01, P-19.CDT.01, P-19.EQP.01, P-19. QPD.01, P-

19.SIS.01, P-19.SDP.01 e P-19.PTU.01 do Caderno Geral de Encargos. Toda instalação para transmissão de sinais de voz e dados obedecerá as normas EIA/TIA 568, 569 e 570, boletins TBS 36 e 40, bem como as da ABNT, Telebrás, da Brasil Telecom e CEB.

1.2 As presentes especificações visam estabelecer as condições mínimas para fornecimento e

instalação de CABEAMENTO ESTRUTURADO, REDE ELÉTRICA NORMAL, CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO e ALARME a serem implantadas nos 18º. E 19º. Andares do Edifício Number One, em Brasília, para uso e ocupação da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 Todas as instalações serão novas, exceto aquelas com indicação de existente, deverão ser

executadas pelo CONSTRUTOR.

2.2 O CONSTRUTOR deverá incumbir-se previamente da elaboração de projeto específico de

instalações elétricas e de telecomunciações, a ser apresentado à FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL.

2.3 Energia Comum

2.3.1 O CONSTRUTOR deverá instalar tomadas de uso comum localizadas conforme projeto, as quais

serão destinadas aos demais aparelhos que não sejam estações de trabalho.

2.3.2 Os circuitos dessa rede partirão dos quadros QC-ILUM/TOM e alimentarão os circuitos de

tomadas e iluminação, conforme projeto;

2.3.3 Os cabos dessa rede serão lançados em eletrodutos que correrão separados daqueles da rede

de energia para Equipamentos e a do cabeamento estruturado;

2.4.Sistema de Aterramento

2.4.1 Será aproveitado o sistema de aterramento existente no edifício.

2.4.2 Para aterramento dos reatores (Iluminação) será utilizado fio de seção #2,5mm² na cor verde. O

referido fio de seção #2,5mm² chegará somente até o barramento de terra do Quadro de Circuitos QC- ILUM/TOM.

2.5 Iluminação

2.5.1 O CONSTRUTOR fornecerá e instalará toda a rede de iluminação, conforme projeto e as

presentes especificações. Os eletrodutos, fiação e interruptores que atendem ao projeto de iluminação serão novos.

2.5.2 As luminárias indicadas em planta baixa no projeto serão novas, exceto com indicação de

existentes, e estão especificadas na legenda do projeto elétrico.

2.5.3 Todas as carcaças e reatores das luminárias serão aterradas, sendo instalados um circuito de

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S-19.01

terra específico para iluminação conforme projeto;

2.5.4 As luminárias fluorescentes referenciadas no projeto possuirão soquete em corpo em

policarbonato, contatos, em bronze fosforoso com configuração própria para ligação com as áreas laterais dos pinos da lâmpadas a fim de maximizar a área de contato, com sistema de ventilação entre a capa da base da lâmpada e o soquete, reduzindo o aquecimento; e, refletor liso em alumínio anodizado brilhante de alta pureza multifacetado proporcionando o máximo de aproveitamento do fluxo luminoso produzido pela lâmpada.

2.5.5 Serão usados para lâmpadas fluorescentes os reatores eletrônicos tais como o Quicktronic de

fabricação Osram, ou Enertron EBT de fabricação Philips, ou Helfont.

2.5.6 Estes reatores devem ter consumo de energia praticamente igual a zero; fator de potência igual

ou superior a 98%, dispensando assim o uso de capacitores de compensação; Menor aquecimento de ambiente, menores perdas, por isso, aquecem menos o ambiente e, em consequência, reduzem o consumo de ar condicionado; Ausência de ruído: os reatores eletrônicos operam entre 30 e 70 kHz, acima da faixa de audição humana; Ausência do efeito estroboscópico e a cintilação: também devido à operação em alta frequência, eliminam-se o efeito estroboscópico e a cintilação, proporcionando maior conforto visual; Filtros harmônicos incorporados: isto permite que os reatores eletrônicos sejam instalados sem causar qualquer interferência em equipamentos eletrônicos presentes nos diversos locais da edificação; Circuitos de proteção integrados, desligamento automático de lâmpadas defeituosas ou que se encontram em fim de vida, e religamento automático quando substituídas. Proteção contra surtos de tensão e sobretensão; e, elevada durabilidade (superior a 50.000 horas, em condições adequadas de tensão e temperatura).

2.5.7 As lâmpadas tubulares fluorescentes FH-T5/21-840 de diâmetro 16mm, a serem instaladas, serão

de alta eficiência, de potência 14 Watts, trifósforo, temperatura de cor 4000ºK (cor 21), fluxo luminoso nominal 1350 lm, índice de reprodução de cores 85%, de fabricação Osram ou Philips, e mais. Os bulbos deverão ser isentos de impurezas, manchas ou defeitos que prejudiquem o seu rendimento, ao longo de sua vida útil.

2.5.8 As lâmpadas deverão apresentar, no mínimo, as seguintes marcações legíveis no bulbo ou na

base: potência nominal (W); designação da cor; e, nome do fabricante ou marca registrada.

2.5.9 As luminárias deverão ser providas de sistema que permita fácil substituição das lâmpadas sem o

uso de ferramentas e o reator deverá estar em local de fácil acesso.

2.5.10 A conexão da fiação de alimentação das luminárias deverá ser feita por meio de sistema "plug-

in", de modo a facilitar a substituição de reatores/luminárias, dando celeridade aos serviços de manutenção.

2.5.11 O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos da instalação elétrica,

tais como abertura e recomposição de rasgos e arremates decorrentes da execução dos serviços.

2.6 Cabos de energia elétrica

2.6.1 Deverão ser utilizados condutores formados de fios de cobre têmpera mole, isolamento

termoplástico 70°C, singelo, classe 750V, tipo Pira stic anti-chama, fabricação Pirelli ou Siemens, nos

circuitos de distribuição de iluminação e tomadas no interior da dependência.

2.6.2 Deverão ser utilizados condutores formados de fios de cobre, têmpera mole, isolamento em PVC

70°C, singelo, classe 0,6/1,0KV, tipo Sintenax, ant i-chama, fabricação Pirelli, ou Siemens, nos

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S-19.01

alimentadores dos quadros.

2.6.3 Todos os cabos e fios representados no projeto serão novos.

2.7 Interruptores

2.7.1 Deverão ser fornecidos completos, tipo embutir, em placa de baquelite, base monopolar, 10A-

250V, uma tecla, tipo silentoque, fabricação Pial.

2.8. Tomadas

2.8.1 Deverão ser fornecidas completas, tipo embutir, com placa de baquelite, base de baquelite,

modelo universal 15A-250V com terra, embutida em caixa na parede, fabricação Pial. Outras referências ver legenda do projeto elétrico.

2.8.2 Tomadas de piso: - Estas tomadas deverão ser para instalação embutida em caixas no piso ou

conforme detalhes e especificação no projeto elétrico.

2.8.3 Tomadas da rede limpa (oriundas dos quadros QFRL's) deverão ser 2P+T padrão NEMA com o

miolo na cor preta.

2.8.4 Tomadas da rede comum (oriundas dos quadros QC-ILUM/TOM-TE e QC-ILUM/TOM-2P)

deverão ser 2P+T padrão universal com o miolo na cor vermelha.

2.9.

Supressores e Filtros de Linha

2.9.1

Deverão ser utilizados supressores e filtros de acordo com o padrão adotado pelo BANCO DO

BRASIL.

2.9.2 As sobretensões residuais durante o funcionamento deste protetor serão inferiores a 1,5KV @ 12

KA e quando for submetido a sobretensões muito elevadas e freqüentes, acima de sua capacidade de absorção de energia, o circuito de proteção será desconectado pela reação do fusível proporcionando também a sinalização local através de "led`s".

2.10 Filtros de Linha Monofásicos

23.10.1 Deverão ser instalados para ligação de servidores, terminais, microcomputadores, modems, impressoras, "No-breaks", consoles, rack de segurança e PABX`s, ou seja, em todos os elementos ligados, de forma ativa, aos circuitos elétricos.

.

2.11

Quadro de Distribuição Parcial (QDP-BB)

2.11.1 Serão constituídos de estrutura de cantoneira de chapa de aço, com barramento trifásico de

cobre com correntes nominais indicadas em projeto, tensão de operação de 380/220V trifásica com neutro, 60 Hz. A porta frontal destes painéis deverá ser em material transparente e com moldura em chapa de aço, fabricação Siemens, Taunus, ou similar de outro fabricante.

2.11.2 A estrutura destes painéis deverão ser do tipo auto-sustentável, tipo sobrepor, projetada e

construída de acordo com as normas da ABNT e NEMA, onde aplicáveis, e fornecidos completamente

montados, interligados, testados e prontos para serem energizados e em condições de imediato

CADERNO DE ENCARGOS Instalações Elétricas e de Telecomunicações

S-19.01

funcionamento.

2.11.3 Os instrumentos de medição e comutação, onde forem aplicados, deverão ser instalados na

parte superior dos quadros, ficando aparentes, na parte frontal, apenas os visores e as manoplas dos

comutadores.

2.11.4 Os barramentos deverão ser de cobre eletrolítico, dimensionados para as correntes nominais

dos sistemas e adequados à tensão de serviço, devendo ser projetados para resistir, sem se danificar, aos esforços provocados pela corrente de curto-circuito do sistema. Barras para 3 fases, neutro e terra.

2.11.5 Os disjuntores serão ligados ao barramento por meio de barras de cobre eletrolítico.

2.11.6 As ligações internas para força, controle e medição, pertinentes à fabricação do painel, deverão

ser feitas na fábrica. A fiação externa deverá ser executada pelo montador, devendo ser ligada diretamente aos conectores dos seccionadores, que entrarão pela parte superior ou inferior do painel.

2.11.7 Deverão ser utilizados bornes terminais montados na parte interna superior ou inferior do painel,

devidamente identificados, destinados à interligação dos fios e cabos.

2.11.8 O QDP-BB deverá ser dotado de barra de terra (independente da barra de neutro), a qual

interligará as partes metálicas não destinadas à condução de corrente. Em duas extremidades deverá haver conectores para cabo de ligação à rede de terra no local de instalação.

2.11.9 Para identificação do QDP-BB deverá ser utilizada placa de acrílico branco, com gravação em

baixo relevo e letras pretas, com dimensões de 150x60mm, identificação de acordo com o projeto.

2.12 Quadro de Força - Rede Local (QFRL), Quadro de Cargas/Circuitos de Iluminação/Tomadas

(QC-ILUM/TOM).

2.12.1 Deverá ser do tipo para sobrepor, construídos em chapa 14 USG, pintados com material anti-

corrosivo, com fechadura, porta e trinco.

2.12.2 Os quadros deverão ser de fabricação SIEMENS ou TAUNUS, equipados com barramentos

trifásico, neutro e terra, tensão nominal de 380/220V, disjuntor geral, disjuntores parciais, resistência mecânica aos esforços de curto-circuito de acordo com indicação em projeto (disjuntor geral), tensão nominal de 380V, conector para aterramento de cabo com seção mínima de 6mm².

2.13 Disjuntores

2.13.1 Baixa Tensão - Deverão ser do tipo quicklag termo-magnético de execução fixa para instalação

em painel, para proteção dos quadros, dos alimentadores dos quadros, dos circuitos de iluminação e tomadas. Deverão ser monopolares, bipolares ou tripolares, dependendo do circuito. Tensão de serviço de 380/220V e correntes nominais de acordo com indicação em projeto elétrico, conforme detalhamento individual de cada quadro no Projeto de Instalação Elétrica, de fabricação SIEMENS, ABB, GE, ou equivalente Merlin Gerin.

3. CABEAMENTO ESTRUTURADO

3.1 Cabeamento horizontal.

3.1.1 Deverão ser utilizados cabos novos de 4 pares trançados não blindados tipo UTP CATEGORIA

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S-19.01

"5E", capazes de transmitir sinais de dados a uma taxa de 350 Mbps;

3.1.2 Os cabos terão seus fios na bitola 24 AWG;

3.1.3 As cores dos pares serão as padronizadas pelas norma supracitadas, a saber: AZUL/BRANCO

DO AZUL; LARANJA/BRANCO DO LARANJA; VERDE/BRANCO DO VERDE; e, MARROM/BRANCO

DO MARROM.

3.1.4 Os fios brancos dos pares deverão ter marcações na cor correspondente a seu par, por exemplo:

o fio branco do par azul/branco-do-azul terá marcações na cor azul.

3.2 Tomadas

3.2.1 As tomadas de acesso serão novas, do tipo modular jack padrão RJ-45, com os contatos

banhados a ouro na espessura mínima de 30 micropolegadas.

3.2.2 Serão dotadas de tampas de proteção que se mantêm fechadas quando não estiverem em

utilização.

3.2.3 Deverão possibilitar identificação por cores.

3.2.4 Terão compartimentos que possibilitem colocação de etiqueta para identificação alfanumérica.

3.3 Rabichos para as Estações

3.3.1 O CONSTRUTOR fornecerá cordões no comprimento de 3 metros em cabo UTP CATEGORIA

"5E" tipo superflexível, com um plug RJ-45 em cada extremidade para cada estação de trabalho de dados.

3.4 Painéis de Distribuição

3.4.1 O CONSTRUTOR fornecerá todos os patch panel de 24 portas completo, todos guias horizontais

e todos os guias verticais.

3.4.2 Todo cabeamento horizontal concentrar-se-á em painéis de distribuição (patch panel) instalados

na sala TC.

3.4.3 Os painéis serão do tipo Patch Panel de 24 portas padrão RJ-45, com montagem em Rack 19"

conforme detalhado no projeto de telefonia e dados.

3.4.4 Os painéis serão agrupados por utilização conforme vista frontal do Rack 1. Cada tipo de

utilização será identificada, com ícone colorido: os módulos para usuários (tomadas RJ-45 intermediárias) terão cor azul; os módulos para dados, que serão conectados aos elementos ativos da rede, serão de cor amarela; os módulos destinados a rede telefônica terão cor verde etc.

3.4.5 Para interligação entre módulos deverão ser fornecidos cordões de manobra (patch cords) de

quatro pares. Os cordões serão CATEGORIA "5E" conforme vista frontal do Rack 1;

3.4.7 Cada cordão de manobra deverá apresentar identificação alfanumérica única através de anilhas

tipo hellerman em ambas extremidades, cuja codificação consta do projeto Telefonia e Dados;

CADERNO DE ENCARGOS Instalações Elétricas e de Telecomunicações

S-19.01

3.4.8 Os painéis deverão ter uma boa apresentação, de forma que seja possível uma fácil visualização

da identificação alfanumérica dos módulos. Para tanto, deverão ser fornecidos e instalados organizadores de cabos intercalados com os Patch Panel´s, ou seja um Patch Panel, um organizador, outro Patch Panel outro organizador e assim por diante. A finalidade será a de prover roteamento aos cordões de manobra, conforme mostrado no detalhe da vista dos rack do projeto Telefonia e Dados;

3.4.9 O comprimento dos cordões de manobra deverá ser suficiente para percorrer o trajeto desde o

módulo de origem até o do usuário, passando pelos anéis guias horizontais e verticais e canaleta guia

vertical, conforme detalhado vista do Rack;

3.4.10 Cada módulo dos painéis de distribuição deverá ser provido de um porta-etiqueta para identificação alfanumérica para cada porta RJ-45. Os caracteres de identificação nas etiquetas serão impressos por processo a laser ou jato de tinta com letras pretas;

3.5 Instalações Telefônicas

3.5.1 Todas as instalações serão novas, e deverão ser executadas pelo CONSTRUTOR.

3.6 Testes

3.6.1 Certificação do Cabeamento: Serão executados testes em todo cabeamento metálico (horizontal),

conforme descrição abaixo, para verificação quanto à performance, com vistas à certificação de conformidade às características exigidas nas normas especifícicas já citadas.

3.6.2 Equipamento de Teste: O CONSTRUTOR realizará a certificação do cabeamento horizontal com

analisador de cabos tipo Scanner de fabricação MICROTEST, INC, modelo PENTA SCANNER +, ou similar. O PENTA SCANNER é composto por duas unidades: o injetor e o analisador. As medições de NEXT (Near End Crosstalk) e ACR (Attenuation-to-Crosstlak Ratio) devem ser efetuadas tanto do lado do injetor como do analisador. Portanto, seria necessário trocar as posições do injetor com relação ao analisador, realizando-se duas medições. Contudo, o modelo sugerido possui um dispositivo interno que permite ao analisador funcionar como injetor. Por seu lado, o injetor armazena os resultados e os envia ao analisador. Como o injetor é de duas vias, tanto este quanto o analisador pode ser conectado

em qualquer dos lados do enlace. O enlace será composto pelo conjunto analisador (ou injetor), cabo de manobra (cabo de ligação elemento ativo-patch panel), módulo de conexão amarelo do painel de distribuição (patch panel), cordão de manobra (patch cord), módulo de conexão azul, cabo UTP Categoria "5E", tomada/conector RJ-45, o cordão de ligação da estação de trabalho e finalmente o injetor (ou analisador). Após a conclusão dos testes (até um máximo de 500 medições), os dados armazenados na memória do analisador são transferidos para um micro computador, ficando os resultados disponíveis em meio magnético, podendo também ser impresso em forma de relatório.

3.6.3 Grandezas: Serão realizadas medições das seguintes grandezas na certificação do cabeamento

horizontal: comprimento do enlace em metros (em todos os pares); resistência de loop dos 4 pares em

ohms; mapa de fios - continuidade e polaridade; impedância dos 4 pares, em ohms; capacitância, em

pF (pico faraday); NEXT (Near End Crosstalk) - atenuação de paradiafonia, em dB (dicibéis); atenuação, em dB; e. ACR (Attenuation-to-Crostalk-Ratio). 3.6.3 Teste Físico: Previamente à certificação mencionada acima, será realizado teste físico para verificação das seguintes condições: inversão de pares; curto-circuito; e, continuidade.

]

3.7

Projetos ''As Built''

3.7.1 O CONSTRUTOR deverá, no final da obra, antes do recebimento provisório, entregar todos os

projetos atualizados e cadastrados de acordo com a execução da obra (''As Built'') à FUNDAÇÃO

CADERNO DE ENCARGOS Instalações Elétricas e de Telecomunicações

S-19.01

BANCO DO BRASIL, em formato AUTOCAD Versão 2004, extensão *.dwg.

4. INFRAESTRUTURA PARA ELÉTRICA, TELEFONIA / DADOS, CFTV / ALARME

4.1 Caixas

4.1.1 Caixas comuns, estampadas em chapa de ferro, esmaltada a quente interna e externamente, com

orelhas para fixação e olhais para colocação de eletrodutos, quadrada 4" x 4", retangular 4" x 2" e octogonal 4" x 4" fundo móvel, de fabricação PASCHOAL THOMEU ou similar.

4.1.2 Caixas especiais, em chapa de ferro, com toda superfície metálica previamente decapada e

pintada com tinta anti-ferrugem, com tampa frontal aparafusada, dimensões de acordo com projeto, de fabricação PASCHOAL THOMEU ou similar.

4.2 Eletrodutos e Acessórios

4.2.1 Todos os eletrodutos lançados em projeto serão novos, exceto aqueles com indicação de

existentes.

4.2.2 Os eletrodutos para toda a instalação, serão metálicos, rígidos, de aço carbono, galvanizado a

quente, da classe pesada, internamente lisos e sem rebarbas, de fabricação Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A., ou similar de outro fabricante.

4.2.3 Luvas: a emenda entre os eletrodutos será feita por meio de luvas de ferro galvanizado, de

mesmo fabricante dos eletrodutos.

4.2.4 Curvas: As curvas para eletrodutos serão pré-fabricadas de ferro galvanizado, de mesmo fabricante dos eletrodutos.

4.2.5 Arruelas e Buchas: as ligações dos eletrodutos com os quadros e caixas serão feitas através de

buchas e arruelas, sendo todas as juntas vedadas com adesivo "não secativo".

4.2.6 As arruelas e buchas serão exclusivamente metálicas, de ferro galvanizado ou em liga especial de

Al, Cu, Zn e Mg de fabricação Blinda Eletromecânica Ltda, ou metalúrgica Wetzel S.A. Estas conexões, quando expostas ao tempo, serão de material cadmiado.

4.2.7 Nenhuma

FISCALIZAÇÃO.

modificação

da

rede

de

eletrodutos

poderá

ser

efetivada

sem

anuência

da

4.2.8 No momento oportuno, por toda a rede de eletrodutos no piso, deverá ser passada bucha de

estopa até que saia limpa e seca.

4.3 Dutos de piso

4.3.1 Os cabos elétricos da rede e o cabeamento estruturado serão lançados em dutos de piso

separados, confeccionados em chapa de aço, nas dimensões e formas indicadas em projeto, de fabricação MOPA.

4.4 Obras civis

CADERNO DE ENCARGOS Instalações Elétricas e de Telecomunicações

S-19.01

4.4.1 Demolições: Serão executados todos os rasgos em piso, alvenaria e laje, necessários à passagem de ambas as redes (elétricas, lógicas e CFTV).

4.4.2 Recomposições: Após a conclusão das redes e antes do recebimento da obra será executada a

recomposição dos rasgos mencionados no item anterior, além de eventual recomposição de pintura.

4.5 Documentação técnica e garantia

4.5.1 Documentação Técnica: Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento dos seguintes documentos

em vegetal e em meio magnético: Planilhas e resultados dos testes, em formulário de papel e em disquete (arquivos *.TXT); Manual de Operação da Rede; e plantas e desenhos relativos ao "As Built " da instalação definitiva, constando todas as instalações existentes no prédio da agência.

4.5.2 O sistema de cabeamento a ser instalado será garantido pelo prazo de 5 anos a contar da data

do recebimento definitivo. A garantia abrangerá os reparos e substituições necessários provenientes de

falhas de material, montagem ou componentes defeituosos.

CADERNO DE ENCARGOS Instalação de Água Potável

S-20.01

1. NORMAS

1.1 As instalações hidráulicas obedecerão às Normas de Procedimento do BANCO DO BRASIL e

dentro das normas da ABNT, bem como, as especificações que se seguem.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1

Todas as canalizações serão assentadas antes do revestimento das alvenarias de tijolo.

2.2.

As canalizações de distribuição de água nunca serão inteiramente horizontais, devendo apresentar

declividade mínima no sentido do escoamento.

2.3. Com exclusão dos elementos niquelados, cromados, ou de latão polido, que devam apresentar

esse acabamento, todas as demais partes aparentes da instalação, tais como canalizações, tampas,

etc, deverão ser pintadas, depois de prévia limpeza das superfícies.

2.4 A tubulação de água potável será feita com tubos PVC rígido soldável TIGRE, pressão de serviço

7,5 Kg/cm² de acordo com a ABNT - EB 892 (NBR 5648).

2.5.

As conexões para tubulação de água potável serão do mesmo material dos tubos.

2.6.

Os suportes e abraçadeiras serão em ferro galvanizado.

2.7

Os registros serão de fabricação DECA.

2,8. As juntas rosqueadas, nos tubos e conexões de PVC serão invariavelmente vedadas com fita tipo "TEFLON".

2.9. Durante a reforma até a montagem dos aparelhos, todas as extremidades livres das canalizações,

serão invariavelmente vedadas, não sendo admitido o uso de buchas de madeira ou papel para tal fim.

2.10. Todas as tubulações de distribuição de água serão testadas, num período de 72 horas seguidas

antes do fechamento dos rasgos das alvenarias ou de seu envolvimento por capas de argamassa, submetidas a pressão hidrostática igual ao dobro da pressão de trabalho normal prevista, sem que acusem qualquer vazamento.

2.11. Fica a cargo do CONSTRUTOR a localização exata dos ramais já existentes no prédio, assim

como a melhor forma de efetuar a interligação das instalações projetadas àquelas já existentes.

2.12 O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos das instalações hidráulicas, tais como: abertura e recomposição de rasgos para tubos, registros e conexões, bem como todos os arremates (envolvendo forro, lajes, pintura, e outros) decorrentes da execução das instalações hidráulicas.

2.13 O CONSTRUTOR deverá, no final da obra, entregar todos os projetos atualizados e cadastrados,

inclusive a instalação existente, à FISCALIZAÇÃO da obra.

CADERNO DE ENCARGOS Instalação de Esgoto

S-22.01

1. NORMAS

1.1. As instalações de esgoto deverão observar as Normas de Procedimento do BANCO DO BRASIL e às especificamente vinculadas à ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 A tubulação primária, secundária, ventilação, tubos e conexões, ralos secos e sifonados, caixas

sifonadas de gordura e sabão, com tampa deverão de PVC, de fabricação da Companhia Hansen

Industrial TIGRE.

2.2 Durante a reforma, até a montagem dos aparelhos sanitários, todas as extremidades das

canalizações serão vedadas com plugs convenientemente apertados, não sendo tolerado o emprego de

buchas de papel ou madeira para tal fim.

2.3 As canalizações de esgotos serão submetidas à prova de impermeabilidade, antes da colocação

final dos aparelhos.

2.4 O esgotamento dos aparelhos, até os sifões sanitários da rede de esgotos primários, serão

executados conforme projeto a ser fornecido pelo CONSTRUTOR. Os ralos secos e sifonados serão de PVC, Ref. TIGRE ou BRASILIT.

2.5 Fica a cargo do CONSTRUTOR a localização exata dos ramais já existentes no prédio, assim como

a melhor forma de efetuar a interligação das instalações projetadas àquelas já existentes.

2.6 Os aparelhos serão cuidadosamente montados de forma a proporcionarem perfeito funcionamento,

permitir fácil limpeza e remoção, bem como, evitar a possibilidade de contaminação de água potável.

2.7 Deverão ser tomadas as precauções necessárias para se evitar infiltrações em paredes e tetos,

bem como, ralos, condutores ou redes coletoras.

2.8 Os tubos de ponta e bolsa serão assentados com bolsas voltadas para montante, isto é, em sentido

oposto ao do escoamento.

2.9 Antes da entrega da obra, serão convenientemente testadas, pela FISCALIZAÇÃO, todas as

instalações.

2.10 O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos das instalações hidráulicas, tais como: Abertura e recomposição de rasgos para tubos, registros e conexões, bem como todos os arremates (envolvendo forro, lajes, pintura, e outros) decorrentes da execução das instalações hidráulicas.

2.11 O CONSTRUTOR deverá, no final da obra, entregar todos os projetos atualizados e cadastrados,

inclusive a instalação existente, à FICALIZAÇÃO da obra.

CADERNO DE ENCARGOS Instalação de Transporte Vertical

S-25.01

1.0

NORMAS

Conforme P-25.ITV.01

2.0

TIPO: Plataforma de Transporte Vertical

2.1

MODELO: PL 237 R

2.2.

FABRICANTE: Montele Elevadores

2.3

CAPACIDADE: 275 kg

2.4

VELOCIDADE: 6m / minuto

2.5

NÚMERO DE PARADAS: 02 (duas)

2.6

PORTÕES: Portões com 2m de altura em percurso enclausurado

2.7

COMANDO: Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na

cabina.

2.8

MOTOR ELÉTRICO: 2 CV, 1720 rpm, 60 hz, trifásico (220/380V).

2.9

ACIONAMENTO: botões de pressão constante nos pavimentos e joystick (alavanca) na cabina.

2.10

CONSTRUÇÃO: Modulada em chapas e perfis de aço com ligações parafusadas com parafusos

de alta resistência.

2.11 ACABAMENTOS: Pintura eletrostática cinza.

2.12 SEGURANÇA: Dispositivo de segurança anti-esmagamento, acionamento por fuso de aço com

rosca trapezoidal com bucha seguidora de segurança, AutoSafe (nobreak), proteção contra sobrecarga do motor.

2.13

NORMAS APLICADAS: Equipamento projetado e fabricado de acordo com a norma

ISO

9386-1.

2.14 APLICAÇÃO: Uma plataforma de ligação entre o 18° e o 19° pavimento localizada ao lado da

escada interna existente, junta à sala TC, protegida por divisórias de gesso acartonado, conforme indicado no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Instalações de Ar Condicionado

S-26.01

1.

NORMAS

1.1

Para o projeto, fabricação, montagem e ensaios dos equipamentos e seus acessórios principais,

bem como em toda a terminologia adotada, serão seguidas as prescrições das publicações da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. Estas normas serão complementadas por normas emitidas por uma ou mais das seguintes entidades: ABNT.- Associação Brasileira de Normas Técnicas; ASHRAE - American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers; SMACNA -Sheet Metal and Air Conditioning Contractor Association, Inc.; e, AMCA. - Air Moving & Conditioning Association.

2.

CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1

A presente especificação tem como finalidade caracterizar o nível de intervenção no sistema de ar

condicionado existente por parte do CONSTRUTOR.

2.2 Fica o CONSTRUTOR incumbido de efetuar verificação geral das atuais instalações de ar condicionado, de modo a definir os serviços necessários para o eventual ajuste à finalidade de ocupação por parte da FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL, em função da carga térmica produzida pelo lay-out dos pavimentos e, especial, pelas nova compartimentação destinada à salas de aula e auditório.

2.3 Pretende-se que a rede de dutos existente continue a ser utilizada em quase toda sua totalidade,

com o necessário reposicionamento de grelhas de insuflamento.

2.4 Com relação às casas de máquinas existentes, deverá ser prevista a instalação de novas grelhas

de retorno, de acordo a indicação contida no projeto de Arquitetura, de modo conveniente e acústicamente satisfatório.

CADERNO DE ENCARGOS Equipamentos Sanitários e de Cozinha

S-28.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-28.SAN.01 e P-28.COZ.01.

2. CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1 TIPO: Bancada de granito

REFERÊNCIA (do projeto): BG1

MATERIAL: Granito Preto Absoluto, Espessura 2mm

ACABAMENTO: Polido.

BORDAS: Retas.

DIMENSÕES: Conforme detalhamento constante do projeto de Arquitetura.

APLICAÇÃO: Bancada de granito com a indicação BG1, conforme projeto de Arquitetura.

2.2 TIPO: Cuba em aço inoxidável

REFERÊNCIA (do projeto): CB1

MODELO: CS1, em chapa de aço inoxidável.

ACABAMENTO: Polido.

FABRICANTE: MEKAL.

ACESSÓRIOS: Válvulas de escoamento cromadas e sifões reguláveis 1680, MEKAL.

APLICAÇÃO: Cuba com a indicação CB1, conforme projeto de Arquitetura.

2.3 TIPO: Torneira de mesa bica móvel, com arejador articulável

REFERÊNCIA (do projeto): TO1

MODELO: Ref. 1167 C64

ACABAMENTO: Cromado.

FABRICANTE: DECA

APLICAÇÃO: Torneira com a indicação TO1, conforme projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Diversos

S-29.01

1.

NORMAS

2.

CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO

2.1

TIPO: Película jateada

DESCRIÇÃO: Película adesiva jateada

COR: Adesivo jateado ref. Scotchcal série BR 7300-314 (Dusted Crystal)

FABRICANTE: 3M do Brasil ou similar.

APLICAÇÃO: Portas de vidro com a indicação PV1, conforme projeto de Arquitetura.

2.2 TIPO: Plataforma de Transporte Vertical

MODELO: PL 215 P

CAPACIDADE: 250 kg

VELOCIDADE: 6m / minuto

NÚMERO DE PARADAS: 02 (duas)

GUARDA CORPO LATERAL: Com braço tipo basculante e acesso por lados opostos.

COMANDO: Manual de atuação constante com parada automática nos pavimentos. Chave na cabina.

MOTOR ELÉTRICO: 2 CV, 1720 rpm, 60 hz, trifásico (220/380V).

ACIONAMENTO: Fuso de aço com rosca trapezoidal 150 e bucha autolubrificante.

CONSTRUÇÃO: Modulada em chapas e perfis de aço com ligações parafusadas com parafusos de alta resistência

ACABAMENTOS: Pintura a pó na cor cinza, com acabamento final texturizado. Cabina com piso anti-derrapante.

SEGURANÇA: Chaves de fim de curso, microrutores de interferência no percurso, acoplamento por embreagem cônica automática.

NORMAS APLICADAS: Equipamento projetado e fabricado de acordo com a norma ISO 9386-1.

APLICAÇÃO: Conforme indicado no projeto de Arquitetura.

CADERNO DE ENCARGOS Verificação Final e Limpeza Condições e Normas

S-30.01

1. NORMAS

1.1 Conforme P-30.AAA.01.

2. LIMPEZA GERAL

2.1. Remover todo o entulho do local da obra;

2.2. Remover manchas e salpicos de tintas dos revestimentos; e,

2.3. Efetuar limpeza dos vidros com esponja macia e produto industrializado.

3. VERIFICAÇÃO FINAL

3.1 Serão feitos testes de verificação das perfeitas condições de funcionamento e segurança de todas

as instalações, sistema de ar condicionado, equipamentos diversos, ferragens, cabendo ao CONSTRUTOR solucionar qualquer defeito apontado por ocasião do recebimento provisório.