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R EVISADA

EdiÁ„o

CONVERSANDO E DESCOBRINDO:

a crianÁa e a sexualidade

PREFEITURA DA

ESTÂNCIA TURÍSTICA DE

e a sexualidade PREFEITURA DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE VOCÊ PARTICIPA E A CIDADE MELHORA Prefeitura da

VOCÊ PARTICIPA E A CIDADE MELHORA

Prefeitura da Estância Turística de Embu Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer

Estância Turística de Embu Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer

IndiceIndiceIndiceIndiceIndice

1. A crianÁa, o seu corpo e as diferenÁas :

a)

Os meninos

p·g. 2

b) As meninas 2. Como tudo comeÁa

p·g. 4

p·g. 3

3. De onde eu vim

p·g. 5

4. A fecundaÁ„o

p·g. 6

5. A gravidez

6. A crianÁa descobrindo o seu corpo

7. A puberdade :

p·g. 7

p·g. 10

a) A puberdade dos meninos

p·g. 12

b) A puberdade das meninas

p·g. 13

8. A descoberta da sexualidade

9. Descobrindo o amor

p·g. 14 p·g. 14 e 15

10. As diferentes orientaÁıes sexuais

p·g. 15

11. Coment·rios finais p·g. 16
11. Coment·rios finais
p·g. 16

ApresentaÁ„oApresentaÁ„oApresentaÁ„oApresentaÁ„oApresentaÁ„o

Discutir sexualidade sempre foi considerado pelos pais um ìbicho de sete cabeÁasî, principalmente quando os pequenos fazem ìaquelasî perguntas desconcertantes a respeito de suas origens, de suas ìpererecasî e seus ìpintinhosî, sobre questıes que vÍem na televis„o sobre sexo, prostituiÁ„o, homossexualidade, AIDS, e tudo que, de certa forma, j· faz parte do cotidiano de suas vidas e da sociedade nos tempos atuais.

Hoje a sociedade absorve rapidamente os pequeninos, por forÁa do trabalho e ocupaÁ„o dos pais, pela preocupaÁ„o do dia-a-dia e pela dist‚ncia que naturalmente se estabelece com os filhos como conseq¸Íncia da vida moderna.

BerÁ·rios, creches, escolas

Televis„o, computador, internet

A cada dia os dias parecem menores, o tempo È ocupado e voltado para a luta pela

a socializaÁ„o comeÁa cedo.

o mundo ‡ disposiÁ„o.

sobrevivÍncia e, conseq¸entemente, o que sobra para a famÌlia È muito pouco.

Brincar com os filhos

Conversar com eles

E assim a relaÁ„o moderna entre pais e filhos vai se consolidando.

… claro que isso pode ser diferente. A relaÁ„o familiar, mesmo com a ìcorreriaî dos dias

sÛ no fim de semana.

sÛ com a televis„o ligada.

de hoje, pode ser saud·vel, feliz e completa. No entanto, para isso È necess·rio perceber melhor o nosso prÛprio tempo e realidade, resgatar as relaÁıes entre pais e filhos, a referÍncia familiar.

As questıes sobre sexo, sexualidade e reproduÁ„o humana sempre provocam constrangimentos para os pais, seja por desinformaÁ„o, por preconceitos, por medos, por princÌpios filosÛficos ou religiosos ou, atÈ mesmo, por simples falta de tempo para conversar. As perguntas das crianÁas s„o negligenciadas e as respostas s„o evasivas do tipo: ìAgora n„o, ainda n„o È horaî ou ìVocÍ È muito pequeno para entenderî.

O melhor momento para conversar com as crianÁas sobre sexo È o momento em que

elas comeÁam a mostrar curiosidade. Responder claramente ao que a crianÁa pergunta, sem fugir do assunto, È o primeiro passo para uma relaÁ„o saud·vel, em que o di·logo prevalece. Assim, seu filho ou filha saber· que pode contar com vocÍ quando tiver d˙vidas ou problemas.

O assunto mexe com valores histÛricos, culturais e principalmente pessoais, e muitas

vezes È abordado de forma distorcida ou confusa, causando muitas d˙vidas e construindo barreiras que podem durar a vida inteira.

Os pais s„o os principais respons·veis pela educaÁ„o sexual de seus filhos, e para isso o conhecimento e a clareza na informaÁ„o s„o vitais.

Este material foi desenvolvido visando facilitar a abordagem do assunto, de forma simples, objetiva e adequada. Um material cuja leitura em conjunto È importante e tambÈm esclarecedora.

Boa leitura.

1.1.1.1.1. AAAAA crianÁa,crianÁa,crianÁa,crianÁa,crianÁa, seuseuseuseuseu corpocorpocorpocorpocorpo eeeee asasasasas
1.1.1.1.1. AAAAA crianÁa,crianÁa,crianÁa,crianÁa,crianÁa, seuseuseuseuseu corpocorpocorpocorpocorpo eeeee asasasasas diferenÁas.diferenÁas.diferenÁas.diferenÁas.diferenÁas.
Todos os mamÌferos tÍm um aparelho genital ou sexual, como por exemplo, os passarinhos,
gatos, cachorros, e inclusive os seres humanos. Este aparelho È formado por Ûrg„os que possibilitam a
capacidade de ter filhos e o prazer sexual, estes Ûrg„os s„o diferentes nos meninos e meninas, tanto na
parte interna como externa.
OsOsOsOsOs Meninos:Meninos:Meninos:Meninos:Meninos:
Os meninos, assim como todos os machos, tÍm um ìpintinhoî (pÍnispÍnispÍnispÍnispÍnis); embaixo dele existe uma
bolsa (sacosacosacosacosaco escrotalescrotalescrotalescrotalescrotal) com duas bolinhas (testÌculostestÌculostestÌculostestÌculostestÌculos). … dentro dos testÌculos que ser„o fabricadas
as ìsementinhasî, chamadas de espermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛides, que comeÁam a aparecer aos 12 ou 13 anos.
Dentro do pÍnis existe um canal chamado uretrauretrauretrauretrauretra, e È por este canal que sai a urinaurinaurinaurinaurina (xixi)
que se acumula na bexigabexigabexigabexigabexiga. … tambÈm por ela que, em momentos muito especiais, saem os espermatozÛides.
A uretra termina na glandeglandeglandeglandeglande (cabecinha). Em volta da glande existe uma pele que se chama
prep˙cioprep˙cioprep˙cioprep˙cioprep˙cio.
”r”r”r”r”rg„osg„osg„osg„osg„os GenitaisGenitaisGenitaisGenitaisGenitais MasculinosMasculinosMasculinosMasculinosMasculinos
PÍnisPÍnisPÍnisPÍnisPÍnis
SacoSacoSacoSacoSaco escrotalescrotalescrotalescrotalescrotal
Prep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cio
(onde(onde(onde(onde(onde ficamficamficamficamficam
ososososos testÌculos)testÌculos)testÌculos)testÌculos)testÌculos)
OrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcio
GlandeGlandeGlandeGlandeGlande
dadadadada
UretraUretraUretraUretraUretra
Quando o menino toma banho, È importante lavar
bem o pÍnis, puxando um pouco a pele para aparecer a glande. ¿s vezes, n„o È possÌvel puxar a pele,
daÌ È importante o papai e a mam„e levarem o filho ao mÈdico pediatra (que cuida de crianÁas) para que
ele possa avaliar e orientar os procedimentos.
O tamanho e o formato do pÍnis
podem variar de menino para menino. ¿s vezes,
o pÍnis pode aumentar de tamanho e ficar duro,
isso se chama ereÁ„oereÁ„oereÁ„oereÁ„oereÁ„o. A ereÁ„o pode acontecer
no banho, durante o sono ou ao acordar. …
uma sensaÁ„o muito gostosa. … muito comum os
meninos, mesmo pequeninos, terem curiosidade,
tocarem e brincarem com seus Ûrg„os genitais.
IssoIssoIssoIssoIsso ÈÈÈÈÈ normalnormalnormalnormalnormal, pois se trata de uma descoberta
do prÛprio corpo.
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AsAsAsAsAs Meninas:Meninas:Meninas:Meninas:Meninas: Assim como as fÍmeas, as meninas tambÈm tÍm seus Ûrg„os
AsAsAsAsAs Meninas:Meninas:Meninas:Meninas:Meninas:
Assim como as fÍmeas, as meninas tambÈm tÍm seus Ûrg„os genitais e eles s„o bem diferentes
dos meninos. Alguns dos Ûrg„os genitais das meninas est„o dentro de seus corpos e n„o podem ser
vistos.
O conjunto dos Ûrg„os sexuais externos que podem ser vistos È chamado de vulvavulvavulvavulvavulva, que È a
parte visÌvel do Ûrg„o sexual das meninas. Podemos observar que nela ficam dois orifÌcios (buraquinhos).
Um dos orifÌcios È o canal da urina (uretrauretrauretrauretrauretra), por onde sai o xixi que vem da bexigabexigabexigabexigabexiga; o outro orifÌcio
È uma abertura para a parte interna dos Ûrg„os sexuais das meninas, que È a vaginavaginavaginavaginavagina, que se destina
‡s relaÁıes sexuais e por onde saem os bebÍs. Acima dos dois orifÌcios existe um ìbot„ozinhoî chamado
clitÛrisclitÛrisclitÛrisclitÛrisclitÛris, que È um ponto muito sensÌvel do corpo das meninas.
A vagina È um canal que leva ao ˙tero˙tero˙tero˙tero˙tero, que fica dentro da barriga e È uma espÈcie de bolsa
onde os bebÍs se desenvolvem durante a gravidez. Do ˙tero saem dois tubos (asasasasas trompastrompastrompastrompastrompas) que terminam
nos dois ov·riosov·riosov·riosov·riosov·rios (um de cada lado), que est„o repletos de ìsementinhasî chamadas de ÛvulosÛvulosÛvulosÛvulosÛvulos. Entre
os 10 e os 14 anos de idade (‡s vezes um pouco mais cedo, ‡s vezes um pouco mais tarde), os Ûvulos
comeÁam a amadurecer, e esta menina poder· ser m„e.
”r”r”r”r”rg„osg„osg„osg„osg„os GenitaisGenitaisGenitaisGenitaisGenitais FFFFFemininosemininosemininosemininosemininos
ClitÛrisClitÛrisClitÛrisClitÛrisClitÛris
GrandesGrandesGrandesGrandesGrandes
l·biosl·biosl·biosl·biosl·bios
OrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcio
PPPPPequenosequenosequenosequenosequenos
dadadadada
l·biosl·biosl·biosl·biosl·bios
UretraUretraUretraUretraUretra
HÌmenHÌmenHÌmenHÌmenHÌmen
OrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcioOrifÌcio
VaginalVaginalVaginalVaginalVaginal
Assim como os meninos, as meninas
tambÈm costumam ter curiosidades, podem se tocar
ou brincar com seus Ûrg„os genitais, o que tambÈm
È natural em seu conhecimento do corpo. Quando a
menina toma banho, n„o deve esquecer de lavar e
secar seus Ûrg„os genitais, assim como lava o
resto do corpo.
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2.2.2.2.2. ComoComoComoComoComo tudotudotudotudotudo comeÁacomeÁacomeÁacomeÁacomeÁa Chega um momento em que o amor
2.2.2.2.2. ComoComoComoComoComo tudotudotudotudotudo comeÁacomeÁacomeÁacomeÁacomeÁa
Chega um momento em que o amor entre o papai e a mam„e fica muito grande e intenso.
Eles procuram um lugar aconchegante e gostoso para namorar bem juntinhos. Eles se beijam,
trocam carinhos e ficam totalmente entregues um para o outro. Ent„o, o papai coloca seu pÍnis na
vagina da mam„e e
È assim, comcomcomcomcom muitomuitomuitomuitomuito amoramoramoramoramor eeeee carinhocarinhocarinhocarinhocarinho, que as ìsementinhasî do papai saem
de dentro dele para encontrar a ìsementinhaî da mam„e.

… assim que comeÁacomeÁacomeÁacomeÁacomeÁa aaaaa vidavidavidavidavida de todas as crianÁas do mundo.

3.3.3.3.3. DeDeDeDeDe ondeondeondeondeonde eueueueueu vimvimvimvimvim As ìsementinhasî dos homens e das mulheres s„o
3.3.3.3.3. DeDeDeDeDe ondeondeondeondeonde eueueueueu vimvimvimvimvim
As ìsementinhasî dos homens e das mulheres s„o diferentes, com formas e nomes
diferentes. As dos homens chamam-se espermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛides, e as das mulheres chamam-se ÛvulosÛvulosÛvulosÛvulosÛvulos.
Os espermatozÛides s„o bem pequenos. TÍm uma cabeÁa e uma longa cauda, que serve
para nadar. Existem milhıes deles, que est„o sempre nadando dentro de um lÌquido chamado
espermaespermaespermaespermaesperma. Os Ûvulos s„o redondinhos e ficam dentro do ov·rioov·rioov·rioov·rioov·rio da mulher. Uma vez por mÍs,
durante o ano todo, um dos ov·rios vai liberar um Ûvulo.
Para se fazer um bebÍ, È necess·rianecess·rianecess·rianecess·rianecess·ria aaaaa reuni„oreuni„oreuni„oreuni„oreuni„o entreentreentreentreentre umumumumum ÛvuloÛvuloÛvuloÛvuloÛvulo eeeee umumumumum
espermatozÛideespermatozÛideespermatozÛideespermatozÛideespermatozÛide: duas metades que se juntam para formar uma nova vida.
Dentro do espermatozÛide e dentro do Ûvulo est· guardado um n˙mero muito grande de
informaÁıes do bebÍ: a cor dos olhos, do cabelo, da pele, a forma do nariz, um pouco do papai
e um pouco da mam„e. Estas informaÁıes chamamos de genesgenesgenesgenesgenes.
Esta magia se chama hereditariedadehereditariedadehereditariedadehereditariedadehereditariedade.
Todo ser humano È formado por cÈlulas, as cÈlulas s„o como tijolos que servem para
construir os seres vivos. Esses tijolos s„o t„o pequenos que sÛ podem ser vistos com a ajuda de um
microscÛpio. S„o necess·rios bilhıes de tijolos para se fazer um homem ou uma mulher.
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4.4.4.4.4. AAAAA FFFFFecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„o Dentro do esperma nadam milhıes de
4.4.4.4.4. AAAAA FFFFFecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„oecundaÁ„o
Dentro do esperma nadam milhıes de espermatozÛides. Com sua saÌda, chamada de
ejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„o, comeÁa a grande corrida para a vida. Com suas longas caudas, sempre em movimento,
os espermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛides devem nadar atravÈs da vaginavaginavaginavaginavagina, passando pelo ˙tero˙tero˙tero˙tero˙tero, em seguida pelas
trompastrompastrompastrompastrompas, atÈ atingirem a regi„o dos ov·riosov·riosov·riosov·riosov·rios, onde est· o ÛvuloÛvuloÛvuloÛvuloÛvulo que poder· ser fecundado.
Os espermatozÛides percorrem todo o trajeto em alta velocidade, alguns se cansam e
ficam pelo caminho, outros escolhem a trompa errada, e assim apenas alguns chegar„o perto do
Ûvulo. Eles v„o dissolver a casca do Ûvulo e abrir uma passagem. PorÈm, apenasapenasapenasapenasapenas umumumumum
espermatozÛideespermatozÛideespermatozÛideespermatozÛideespermatozÛide consegueconsegueconsegueconsegueconsegue entrarentrarentrarentrarentrar. Uma vez l· dentro, o espermatozÛide se junta ao n˙cleo do
Ûvulo, formando uma ˙nica˙nica˙nica˙nica˙nica cÈlulacÈlulacÈlulacÈlulacÈlula ou ovoovoovoovoovo, que ir· gerar um menino ou uma menina dentro da
barriga da mam„e. … assim que acontece com todas as crianÁas do mundo.
Quando uma m„e tem dois bebÍs ao mesmo tempo, isto pode ocorrer porque dois
espermatozÛides entraram no mesmo Ûvulo, ou porque a m„e liberou doisdoisdoisdoisdois ÛvulosÛvulosÛvulosÛvulosÛvulos simultaneamente,
sendo cada um fecundado por um espermatozÛide.
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5.5.5.5.5. AAAAA GravidezGravidezGravidezGravidezGravidez No inÌcio, logo apÛs a fecundaÁ„o, somos um min˙sculo
5.5.5.5.5. AAAAA GravidezGravidezGravidezGravidezGravidez
No inÌcio, logo apÛs a fecundaÁ„o, somos um min˙sculo gr„o chamado embri„oembri„oembri„oembri„oembri„o, um ovinho
humano menor que a cabeÁa de um alfinete. Esse embri„o chega ao ˙tero˙tero˙tero˙tero˙tero maternomaternomaternomaternomaterno, onde ele vai pouco
a pouco tomando a forma de um
bebÍbebÍbebÍbebÍbebÍ, atÈ o dia de vir ao mundo.
Desde o inÌcio da vida,
dentro da barriga da mam„e, o bebÍ
j· est· programado para ser menino
ou menina. Ele (ou ela) cresce bem
protegido, no interior de uma
bolsabolsabolsabolsabolsa, flutuando num lÌquido
de temperatura agrad·vel
(lÌquidolÌquidolÌquidolÌquidolÌquido amniÛticoamniÛticoamniÛticoamniÛticoamniÛtico).
Durante a gravidez, o bebÍ
se alimenta graÁas ao
cord„ocord„ocord„ocord„ocord„o umbilicalumbilicalumbilicalumbilicalumbilical eeeee ‡‡‡‡‡
placentaplacentaplacentaplacentaplacenta, que s„o
respons·veis por unir o
bebÍ ‡ m„e. …
atravÈs deles que o
bebÍ recebe tudo o
que precisa.
Durante nove
meses o bebÍ
cresce e cresce,
atÈ que no nono
mÍs ele estar·
pronto para sair.
Na hora de
nascer, a mam„e
sente algumas
contraÁıescontraÁıescontraÁıescontraÁıescontraÁıes que ir„o
ajudar o bebÍ a sair pela
vagina (partopartopartopartoparto normalnormalnormalnormalnormal).
Se houver algum problema e o
mÈdico indicar, o parto ser·
feito atravÈs de um corte no
abdome (partopartopartopartoparto ces·reaces·reaces·reaces·reaces·rea). De uma
maneira ou de outra, o parto È ooooo
momentomomentomomentomomentomomento maismaismaismaismais belobelobelobelobelo dadadadada vidavidavidavidavida.
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88
88

PPPPPARAARAARAARAARA COLORIRCOLORIRCOLORIRCOLORIRCOLORIR

MEUMEUMEUMEUMEU NOME:

nasci

eeeee foifoifoifoifoi assimassimassimassimassim quequequequeque eueueueueu nasci

nasci

nasci

nasci

NOME:

NOME:

NOME:

NOME:

assimassimassimassimassim quequequequeque eueueueueu nasci nasci nasci nasci NOME: NOME: NOME: NOME: Encarte 1
ONDEONDEONDEONDEONDE ESTESTESTESTEST OOOOO ASASASASAS PPPPPALAALAALAALAALAVRAS?VRAS?VRAS?VRAS?VRAS? 1-1-1-1-1-

ONDEONDEONDEONDEONDE ESTESTESTESTEST OOOOO ASASASASAS PPPPPALAALAALAALAALAVRAS?VRAS?VRAS?VRAS?VRAS?

1-1-1-1-1- ⁄tero⁄tero⁄tero⁄tero⁄tero 2-2-2-2-2- TTTTTestÌculoestÌculoestÌculoestÌculoestÌculo 3-3-3-3-3- AIDSAIDSAIDSAIDSAIDS 4-4-4-4-4- Prep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cio 5-5-5-5-5- GenesGenesGenesGenesGenes 6-6-6-6-6- PÍnisPÍnisPÍnisPÍnisPÍnis 7-7-7-7-7- VulvaVulvaVulvaVulvaVulva 8-8-8-8-8- DSTDSTDSTDSTDST 9-9-9-9-9- PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade 10-10-10-10-10- MeninaMeninaMeninaMeninaMenina 11-11-11-11-11- MeninoMeninoMeninoMeninoMenino 12-12-12-12-12- SexoSexoSexoSexoSexo

12-12-12-12-12- SexoSexoSexoSexoSexo OOOOO QUEQUEQUEQUEQUE AAAAA MENINAMENINAMENINAMENINAMENINA
12-12-12-12-12- SexoSexoSexoSexoSexo OOOOO QUEQUEQUEQUEQUE AAAAA MENINAMENINAMENINAMENINAMENINA

OOOOO QUEQUEQUEQUEQUE AAAAA MENINAMENINAMENINAMENINAMENINA TEMTEMTEMTEMTEM OOOOO QUEQUEQUEQUEQUE OOOOO MENINOMENINOMENINOMENINOMENINO TEMTEMTEMTEMTEM

OOOOO MENINOMENINOMENINOMENINOMENINO TEMTEMTEMTEMTEM LigueLigueLigueLigueLigue comcomcomcomcom umaumaumaumauma
OOOOO MENINOMENINOMENINOMENINOMENINO TEMTEMTEMTEMTEM LigueLigueLigueLigueLigue comcomcomcomcom umaumaumaumauma

LigueLigueLigueLigueLigue comcomcomcomcom umaumaumaumauma setasetasetasetaseta

comcomcomcomcom umaumaumaumauma setasetasetasetaseta TTTTTrompasrompasrompasrompasrompas

TTTTTrompasrompasrompasrompasrompas

ClitÛrisClitÛrisClitÛrisClitÛrisClitÛris

⁄tero⁄tero⁄tero⁄tero⁄tero

Prep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cioPrep˙cio

TTTTTestÌculoestÌculoestÌculoestÌculoestÌculo

Ov·rioOv·rioOv·rioOv·rioOv·rio

PÍnisPÍnisPÍnisPÍnisPÍnis

GlandeGlandeGlandeGlandeGlande

VulvaVulvaVulvaVulvaVulva

EspermatozÛideEspermatozÛideEspermatozÛideEspermatozÛideEspermatozÛide

EreÁ„oEreÁ„oEreÁ„oEreÁ„oEreÁ„o

VVVVVaginaaginaaginaaginaagina

EreÁ„oEreÁ„oEreÁ„oEreÁ„oEreÁ„o VVVVVaginaaginaaginaaginaagina Encarte 2

JOGOJOGOJOGOJOGOJOGO DASDASDASDASDAS 77777 DIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«AS

DIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«AS UNAUNAUNAUNAUNA OSOSOSOSOS PONTOSPONTOSPONTOSPONTOSPONTOS
DIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«ASDIFEREN«AS UNAUNAUNAUNAUNA OSOSOSOSOS PONTOSPONTOSPONTOSPONTOSPONTOS

UNAUNAUNAUNAUNA OSOSOSOSOS PONTOSPONTOSPONTOSPONTOSPONTOS DEDEDEDEDE 11111 aaaaa 111111111111111 eeeee descubradescubradescubradescubradescubra ososososos Ûrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„os genitaisgenitaisgenitaisgenitaisgenitais internosinternosinternosinternosinternos dadadadada mulhermulhermulhermulhermulher

˙tero˙tero˙tero˙tero˙tero trompatrompatrompatrompatrompa ov·rioov·rioov·rioov·rioov·rio
˙tero˙tero˙tero˙tero˙tero
trompatrompatrompatrompatrompa
ov·rioov·rioov·rioov·rioov·rio
vaginavaginavaginavaginavagina

Encarte 3

DESENHEDESENHEDESENHEDESENHEDESENHE AQUIAQUIAQUIAQUIAQUI AAAAA SUASUASUASUASUA FFFFFAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIA

SUASUASUASUASUA FFFFFAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIAAMÕLIA CRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHAS

CRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHAS

CRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHASCRUZADINHAS Respostas 1- DoenÁas Sexualmente TransmissÌveis, sigla. 2-

Respostas

1- DoenÁas Sexualmente TransmissÌveis, sigla. 2- As ìsementinhasî do homem. 3- … produzido pelo ov·rio uma vez por mÍs. 4- Nome da cabeÁa do pÍnis 5- O ovinho humano, menor que uma cabeÁa de um alfinete. 6- Onde s„o produzidos os Ûvulos. 7- Cord„o que une o bebÍ ‡ m„e. 8- Liga o ˙tero ‡ parte externa do corpo feminino. 9- ìBot„ozinhoî nas meninas, acima da vagina. 10- Nome do Ûrg„o sexual masculino. 11- GraÁas a ela e ao cord„o umbilical o bebÍ se alimenta no ventre da m„e. 12- Aonde s„o fabricados os espermatozÛides.

Encarte 4

GLANDE,GLANDE,GLANDE,GLANDE,GLANDE,4-4-4-4-4-3-”VULO,3-”VULO,3-”VULO,3-”VULO,3-”VULO,OZ”IDES,OZ”IDES,OZ”IDES,OZ”IDES,OZ”IDES,TTTTTESPERMAESPERMAESPERMAESPERMAESPERMA2-2-2-2-2-,,,,,DSTDSTDSTDSTDST1-1-1-1-1-

EMBRIEMBRIEMBRIEMBRIEMBRI5-5-5-5-5-

12-TESTÕCULOS12-TESTÕCULOS12-TESTÕCULOS12-TESTÕCULOS12-TESTÕCULOSNIS,NIS,NIS,NIS,NIS,PPPPP11-11-11-11-11-A,A,A,A,A,PLACENTPLACENTPLACENTPLACENTPLACENT10-10-10-10-10-CLIT”RIS,CLIT”RIS,CLIT”RIS,CLIT”RIS,CLIT”RIS,9-9-9-9-9-

VAGINA,VAGINA,VAGINA,VAGINA,VAGINA,8-8-8-8-8-UMBILICAL,UMBILICAL,UMBILICAL,UMBILICAL,UMBILICAL,OOOOO

7-CORD7-CORD7-CORD7-CORD7-CORDOV£RIO,OV£RIO,OV£RIO,OV£RIO,OV£RIO,6-6-6-6-6-O,O,O,O,O,

Desde bem pequenas as crianÁas comeÁam a descobrir e explorar seus Ûrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„os
Desde bem pequenas as crianÁas comeÁam a descobrir e explorar seus Ûrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„os
sexuaissexuaissexuaissexuaissexuais e percebem as diferenÁasdiferenÁasdiferenÁasdiferenÁasdiferenÁas entre meninos e meninas. Esta curiosidade pode
estimular as brincadeiras com outras crianÁas e È um processoprocessoprocessoprocessoprocesso naturalnaturalnaturalnaturalnatural, como aprender
a andar e falar - quando estas brincadeiras e curiosidades ocorrem entre crianÁas de
idades prÛximas.
9

6.6.6.6.6. AAAAA crianÁacrianÁacrianÁacrianÁacrianÁa descobrindodescobrindodescobrindodescobrindodescobrindo ooooo seuseuseuseuseu corpocorpocorpocorpocorpo

Desde pequenininhas È comum que as crianÁas brinquem

e tenham curiosidadescuriosidadescuriosidadescuriosidadescuriosidades sobresobresobresobresobre seusseusseusseusseus Ûrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„osÛrg„os genitaisgenitaisgenitaisgenitaisgenitais (o pÍnis dos meninos e a vagina ou o clitÛris das meninas).

Essa brincadeira È natural, sadia, e faz parte do conhecimento de seu corpo, mas, como tudo na vida, temtemtemtemtem lugarlugarlugarlugarlugar

eeeee horahorahorahorahora paraparaparaparapara acontecer.acontecer.acontecer.acontecer.acontecer.

AosAosAosAosAos pais:pais:pais:pais:pais:

Todos os bebÍs procuram o bem estar total, e quando suas necessidades est„o satisfeitas, se entregam ‡ alegria de viver. Pequenas coisas podem proporcionar grandes alegrias: o olhar do papai e da mam„e, o tocar e experimentar as coisas e as pessoas, o prazer de descobrir seu corpo e o corpo dos outros. A cada contato com carinho existe muito prazer e satisfaÁ„o.

As crianÁas sentem prazer em se tocar, em descobrirdescobrirdescobrirdescobrirdescobrir seuseuseuseuseu corpocorpocorpocorpocorpo, em tocar as zonaszonaszonaszonaszonas sensÌveissensÌveissensÌveissensÌveissensÌveis ao prazer. Brincar com o pÍnis ou com a vagina (ou com o clitÛris) n„o È nenhum comportamento anormal ou indecente, ao contr·rio, faz parte do processoprocessoprocessoprocessoprocesso dedededede descobertadescobertadescobertadescobertadescoberta dododododo prÛprioprÛprioprÛprioprÛprioprÛprio corpocorpocorpocorpocorpo e do prazer que ele pode proporcionar. Os adultos chamam este momento de masturbaÁ„omasturbaÁ„omasturbaÁ„omasturbaÁ„omasturbaÁ„o, mas para a maioria das crianÁas isto n„o tem um car·ter de erotizaÁ„o e sacanagem, apenas de auto-auto-auto-auto-auto- conhecimentoconhecimentoconhecimentoconhecimentoconhecimento. Alguns pais n„o entendem que esse È um processo natural e por isso, repreendem ou punem, fazendo com que a crianÁa se sinta culpada. Na verdade, basta explicar ‡ crianÁa que certoscertoscertoscertoscertos comportamentoscomportamentoscomportamentoscomportamentoscomportamentos n„on„on„on„on„o podempodempodempodempodem aconteceraconteceraconteceraconteceracontecer ememememem qualquerqualquerqualquerqualquerqualquer horahorahorahorahora ououououou lugarlugarlugarlugarlugar. A diferenÁa entre o p˙blico e o privado È um conceito importante que deve ser transmitido ‡s crianÁas.

Se esses comportamentoscomportamentoscomportamentoscomportamentoscomportamentos forem muito freq¸entesfreq¸entesfreq¸entesfreq¸entesfreq¸entes, isso pode ser um sinal de algum outro problema na vida da crianÁa. Neste caso, È importante observarobservarobservarobservarobservar a crianÁa e sua situaÁ„o familiar com um cuidado especial e, se necess·rio, consultarconsultarconsultarconsultarconsultar um pediatra ou psicÛlogo.

7.7.7.7.7. AAAAA PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade Desde o nascimento as pessoas evoluem. Durante a
7.7.7.7.7. AAAAA PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade
Desde o nascimento as pessoas evoluem. Durante a puberdadepuberdadepuberdadepuberdadepuberdade, essa evoluÁ„o È
muito mais ativa, È o momento em que deixamos de ser crianÁas. O corpo cresce muito r·pido e
muda bastante. ¿s vezes, por causa disso, os meninos e as meninas ficam ìatrapalhadosî
(derrubam coisas, tropeÁam
),
atÈ se acostumarem com o novo tamanho e forma do seu corpo.
A puberdade È uma fasefasefasefasefase dedededede grandesgrandesgrandesgrandesgrandes mudanÁasmudanÁasmudanÁasmudanÁasmudanÁas, e por isso nem sempre os meninos e meninas
entendem os pais e nem sempre os pais os entendem. Estes problemas em geral s„o passageiros e È
preciso ter paciÍnciapaciÍnciapaciÍnciapaciÍnciapaciÍncia eeeee tranq¸ilidadetranq¸ilidadetranq¸ilidadetranq¸ilidadetranq¸ilidade. … a Època dos meninos espiarem as meninas e as meninas
observarem os meninos. … o momento do sonho e do amor que est· por vir.
AAAAA PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade dosdosdosdosdos meninosmeninosmeninosmeninosmeninos
Na puberdade dos meninos È
comum aparecerem espinhas no
rosto, a voz muda, os quadris
ficam um pouco mais largos e
comeÁam a crescer pÍlos no
corpo, alÈm do crescimento dos
Ûrg„os sexuais. Os
espermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛides comeÁam a
ser fabricados nos testÌculostestÌculostestÌculostestÌculostestÌculos.
… comum comeÁarem a acontecer
ereÁıesereÁıesereÁıesereÁıesereÁıes com mais freq¸Íncia.
Elas acontecem quando os
meninos ficam com desejo
sexual, quando dormem ou na
hora de acordar e, ‡s vezes,
em momentos em que o desejodesejodesejodesejodesejo
sexualsexualsexualsexualsexual nem est· presente, como
em situaÁıes de medo ou
grandes surpresas. Como os
meninos nesta fase n„o sabem
controlar esta ereÁ„o, muitas
vezes sentem vergonha. Muitas
dessas ereÁıes poder„o liberar
uma secreÁ„osecreÁ„osecreÁ„osecreÁ„osecreÁ„o chamada de
ejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„oejaculaÁ„o, que produz
sensaÁ„o de prazer e libera o
lÌquido chamado espermaespermaespermaespermaesperma, que
contÈm os espermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛidesespermatozÛides.
12
AAAAA PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade dasdasdasdasdas meninasmeninasmeninasmeninasmeninas Na puberdade das
AAAAA PuberdadePuberdadePuberdadePuberdadePuberdade dasdasdasdasdas meninasmeninasmeninasmeninasmeninas
Na puberdade das meninas,
as mamas comeÁam a crescer e os
quadris ficam mais largos.
Aparecem espinhas no rosto e
pÍlos na regi„o dos Ûrg„os
genitais e nas axilas (debaixo do
braÁo). A cada mÍs, um dos
ov·riosov·riosov·riosov·riosov·rios liberaliberaliberaliberalibera umumumumum ÛvuloÛvuloÛvuloÛvuloÛvulo e o
˙tero se transforma num ninho para
acolher e alimentar o bebÍ.
Quando n„o h· bebÍ sendo
fabricado, o interior do ninho,
chamado de mucosamucosamucosamucosamucosa, se desprende
com um pouco de sangue, o que
chamamos de menstruaÁ„omenstruaÁ„omenstruaÁ„omenstruaÁ„omenstruaÁ„o ou
regra. A menstruaÁ„o comeÁa
geralmente entre os 1010101010 eeeee 1515151515 anosanosanosanosanos,
pode durar de trÍs a oito dias e a
primeira delas se chama menarcamenarcamenarcamenarcamenarca.
N„o se trata de ferimento, mas um
sangramentosangramentosangramentosangramentosangramento naturalnaturalnaturalnaturalnatural em todas as
mulheres. … um sinal para as meninas
que elas poder„o ser m„es. TambÈm
pode ser um momento de vergonha frente
aos meninos. Quando a menstruaÁ„o
se inicia, as meninas se sentem
diferentes, como se alguma coisa nova
acontecesse no interior do seu corpo.
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8.8.8.8.8. AAAAA DescobertaDescobertaDescobertaDescobertaDescoberta dadadadada sexualidade:sexualidade:sexualidade:sexualidade:sexualidade: OOOOO DesejoDesejoDesejoDesejoDesejo SexualSexualSexualSexualSexual

Todos os mamÌferos tÍm um instinto natural dentro deles, que chamamos de instintoinstintoinstintoinstintoinstinto sexualsexualsexualsexualsexual, que faz com que os machos e fÍmeas queiram se acasalaracasalaracasalaracasalaracasalar. O acasalamento se d· quando o macho coloca seu pÍnis na vagina da fÍmea.

se d· quando o macho coloca seu pÍnis na vagina da fÍmea. Nos seresseresseresseresseres

Nos seresseresseresseresseres humanoshumanoshumanoshumanoshumanos isso È diferente por causa da educaÁ„o, da cultura, dos pensamentos, dos sentimentos e de todas as coisas que nos fazem diferentes dos outros animais. Entre as pessoas, existe o desejo sexual que faz com que elas sintam atraÁ„o umas pelas outras.

9.9.9.9.9. DescobrindoDescobrindoDescobrindoDescobrindoDescobrindo ooooo amoramoramoramoramor

Muitas pessoas conhecem seus parceiros, namoram e se casam, formandoformandoformandoformandoformando famÌliasfamÌliasfamÌliasfamÌliasfamÌlias, mas nem sempre È assim. Muitas pessoas namoramnamoramnamoramnamoramnamoram v·rias vezes, com v·rias pessoas, atÈ conhecerem seus parceiros definitivos.

FazerFazerFazerFazerFazer amoramoramoramoramor (ter relaÁıes sexuais) È uma coisa muito boa e torna as pessoas mais felizes, porÈm n„o existem receitas, nem se aprende na escola; cada pessoa aprendeaprendeaprendeaprendeaprende porporporporpor sisisisisi mesmamesmamesmamesmamesma, conforme suas necessidades.

¿s vezes, as pessoas fazem amor para se divertir, para se sentir bem, para ficar juntas com as pessoas que amam, ou ainda quando desejam ter um bebÍ. Fazer amor È dividir o prazer sexual, trocar carÌcias, beijos, ter e dar prazer. Cada um tem seu momento para isso acontecer, e terterterterter consciÍnciaconsciÍnciaconsciÍnciaconsciÍnciaconsciÍncia dedededede qualqualqualqualqual ÈÈÈÈÈ ooooo seuseuseuseuseu momentomomentomomentomomentomomento dedededede iniciariniciariniciariniciariniciar suasuasuasuasua vidavidavidavidavida sexualsexualsexualsexualsexual comcomcomcomcom responsabilidaderesponsabilidaderesponsabilidaderesponsabilidaderesponsabilidade eeeee respeitorespeitorespeitorespeitorespeito ÈÈÈÈÈ muitomuitomuitomuitomuito importanteimportanteimportanteimportanteimportante. NinguÈm tem o direito de obrigar uma pessoa a ter relaÁıes sexuais quando n„o quiser ou n„o se sentir preparada.

O pÍnis deve estar em ereÁ„o (ìduroî) para penetrar na vagina. Em geral, a ternura e o carinho fazem com que tudo corra bem, mas n„o È f·cil fazer pela primeira vez uma coisa nova e desconhecida. OOOOO amoramoramoramoramor ÈÈÈÈÈ umaumaumaumauma coisacoisacoisacoisacoisa quequequequeque sesesesese descobredescobredescobredescobredescobre diadiadiadiadia apÛsapÛsapÛsapÛsapÛs diadiadiadiadia, ano apÛs ano, durante muito tempo.

Fazer amor È uma aventura que se compartilha com o outro. Mas toda aventura tem seus riscos. A aventura do amor È muito parecida com uma viagem de um explorador, ele n„o sabe exatamente aonde vai e o que espera por ele, por isso ele deve levar consigo o m·ximom·ximom·ximom·ximom·ximo dedededede proteÁ„oproteÁ„oproteÁ„oproteÁ„oproteÁ„o, pois pode se deparar com imprevistosimprevistosimprevistosimprevistosimprevistos. Fazer amor envolve alguns riscos, j· que algumasalgumasalgumasalgumasalgumas doenÁasdoenÁasdoenÁasdoenÁasdoenÁas podempodempodempodempodem serserserserser transmitidastransmitidastransmitidastransmitidastransmitidas pelaspelaspelaspelaspelas relaÁıesrelaÁıesrelaÁıesrelaÁıesrelaÁıes sexuaissexuaissexuaissexuaissexuais.

S„o as DSTsDSTsDSTsDSTsDSTs ou DoenÁas Sexualmente TransmissÌveis. A doenÁa mais grave que se transmite pelas relaÁıes sexuais È a que chamamos de AIDSAIDSAIDSAIDSAIDS. Hoje existem remÈdios para controlar a AIDS, mas ela È uma doenÁa potencialmente gravegravegravegravegrave e para a qual n„on„on„on„on„o sesesesese conhececonhececonhececonhececonhece aindaaindaaindaaindaainda umaumaumaumauma curacuracuracuracura. Por isso, as pessoas devem se proteger e proteger os outros. O mÈtodo mais eficiente È o uso do preservativo,preservativo,preservativo,preservativo,preservativo, ououououou camisinhacamisinhacamisinhacamisinhacamisinha, que È um capuz de l·tex muito fino, resistente e imperme·vel, que È colocado no pÍnis em ereÁ„o para isolar e proteger o membro masculino de um possÌvel contato com a regi„o vaginal, anal ou oral, impedindo assim que qualquer microorganismomicroorganismomicroorganismomicroorganismomicroorganismo (vÌrus ou bactÈria) se transmita de um para o outro. Dessa forma, sÛ s„o transmitidos ooooo amoramoramoramoramor e o prazer.prazer.prazer.prazer.prazer.

amoramoramoramoramor e o prazer.prazer.prazer.prazer.prazer. 10.10.10.10.10. AsAsAsAsAs

10.10.10.10.10. AsAsAsAsAs diferentesdiferentesdiferentesdiferentesdiferentes orientaÁıesorientaÁıesorientaÁıesorientaÁıesorientaÁıes sexuaissexuaissexuaissexuaissexuais

Adolescentes ou adultos podem sentir desejodesejodesejodesejodesejo ///// atraÁoatraÁoatraÁoatraÁoatraÁo por pessoas do sexo oposto, pessoas do mesmo sexo ou pelos dois sexos. Estes desejos s„o denominados de orientaÁ„oorientaÁ„oorientaÁ„oorientaÁ„oorientaÁ„o sexualsexualsexualsexualsexual. A orientaÁ„o sexual pode ser heterossexualheterossexualheterossexualheterossexualheterossexual (hetero = diferente), homossexualhomossexualhomossexualhomossexualhomossexual (homo = parecido) ou bissexualbissexualbissexualbissexualbissexual (bi = ambos). A orientaÁ„o sexual n„on„on„on„on„o ÈÈÈÈÈ umaumaumaumauma opÁ„oopÁ„oopÁ„oopÁ„oopÁ„o, e a homossexualidade (ou a bissexualidade) n„on„on„on„on„o ÈÈÈÈÈ umaumaumaumauma doenÁadoenÁadoenÁadoenÁadoenÁa. Os homossexuais e bissexuais s„o pessoaspessoaspessoaspessoaspessoas normaisnormaisnormaisnormaisnormais, embora sofram discriminaÁıes de algumas pessoas e setores da sociedade. … importante que as pessoas possam respeitarrespeitarrespeitarrespeitarrespeitar seus corpos, pensamentos e desejos, independente de sua orientaÁ„o sexual.

15

10.10.10.10.10. Coment·riosComent·riosComent·riosComent·riosComent·rios finaisfinaisfinaisfinaisfinais

ìììììNenhumaNenhumaNenhumaNenhumaNenhuma crianÁacrianÁacrianÁacrianÁacrianÁa ououououou adolescenteadolescenteadolescenteadolescenteadolescente ser·ser·ser·ser·ser· objetoobjetoobjetoobjetoobjeto dedededede qualquerqualquerqualquerqualquerqualquer formaformaformaformaforma dedededede negligÍncia,negligÍncia,negligÍncia,negligÍncia,negligÍncia, discriminaÁ„o,discriminaÁ„o,discriminaÁ„o,discriminaÁ„o,discriminaÁ„o, exploraÁ„o,exploraÁ„o,exploraÁ„o,exploraÁ„o,exploraÁ„o, violÍncia,violÍncia,violÍncia,violÍncia,violÍncia, crueldadecrueldadecrueldadecrueldadecrueldade eeeee opress„o,opress„o,opress„o,opress„o,opress„o, punidopunidopunidopunidopunido nanananana formaformaformaformaforma dadadadada leileileileilei qualquerqualquerqualquerqualquerqualquer atentado,atentado,atentado,atentado,atentado, porporporporpor aÁ„oaÁ„oaÁ„oaÁ„oaÁ„o ououououou omiss„o,omiss„o,omiss„o,omiss„o,omiss„o, aosaosaosaosaos seusseusseusseusseus direitosdireitosdireitosdireitosdireitos fundamentaisîfundamentaisîfundamentaisîfundamentaisîfundamentaisî (Estatuto(Estatuto(Estatuto(Estatuto(Estatuto dadadadada CrianÁaCrianÁaCrianÁaCrianÁaCrianÁa eeeee dododododo AdolescenteAdolescenteAdolescenteAdolescenteAdolescente ñññññ ArtigoArtigoArtigoArtigoArtigo 55555 ooooo .).).).).)

Chegamos ao fim de nossa revista. E, chegando ao final, esperamos ter contribuÌdo para oferecer as informaÁıes de que nossas crianÁas precisam, com o respeito que elas merecem. Esperamos tambÈm que o que foi dito aqui possa facilitar o di·logo entre pais e filhos, professores e alunos,

e que, desta forma, possamos construir uma sociedade que possa discutir

abertamente seus problemas e encontrar soluÁıes em conjunto.

Por esses motivos, por acreditarmos na crianÁa e no jovem como cidad„os que podem ajudar a construir um mundo melhor, È que encerramos esta publicaÁ„o falando sobre os direitos da crianÁa e do adolescente. O texto a seguir È parte de um documento escrito por crianÁas e adolescentes, participantes do FÛrumFÛrumFÛrumFÛrumFÛrum InfantilInfantilInfantilInfantilInfantil dadadadada Sess„oSess„oSess„oSess„oSess„o EspecialEspecialEspecialEspecialEspecial dasdasdasdasdas NaÁıesNaÁıesNaÁıesNaÁıesNaÁıes UnidasUnidasUnidasUnidasUnidas sobresobresobresobresobre aaaaa CrianÁa,CrianÁa,CrianÁa,CrianÁa,CrianÁa, que aconteceu em 2001.

entre as prÛprias crianÁas

ìììììNÛsNÛsNÛsNÛsNÛs n„on„on„on„on„o somossomossomossomossomos somentesomentesomentesomentesomente jovens,jovens,jovens,jovens,jovens, nÛsnÛsnÛsnÛsnÛs somossomossomossomossomos pessoaspessoaspessoaspessoaspessoas eeeee cidad„oscidad„oscidad„oscidad„oscidad„os destedestedestedestedeste mundo.mundo.mundo.mundo.mundo. NÛsNÛsNÛsNÛsNÛs somossomossomossomossomos crianÁascrianÁascrianÁascrianÁascrianÁas dododododo mundomundomundomundomundo e,e,e,e,e, apesarapesarapesarapesarapesar dedededede nossasnossasnossasnossasnossas experiÍnciasexperiÍnciasexperiÍnciasexperiÍnciasexperiÍncias diferentes,diferentes,diferentes,diferentes,diferentes, nÛsnÛsnÛsnÛsnÛs dividimosdividimosdividimosdividimosdividimos umaumaumaumauma realidaderealidaderealidaderealidaderealidade comum.comum.comum.comum.comum. NÛsNÛsNÛsNÛsNÛs estamosestamosestamosestamosestamos unidosunidosunidosunidosunidos pelopelopelopelopelo empenhoempenhoempenhoempenhoempenho ememememem fazerfazerfazerfazerfazer dododododo mundomundomundomundomundo umumumumum lugarlugarlugarlugarlugar melhormelhormelhormelhormelhor paraparaparaparapara todos.todos.todos.todos.todos. VocÍsVocÍsVocÍsVocÍsVocÍs nosnosnosnosnos chamamchamamchamamchamamchamam dedededede futuro,futuro,futuro,futuro,futuro, masmasmasmasmas nÛsnÛsnÛsnÛsnÛs somossomossomossomossomos tambÈmtambÈmtambÈmtambÈmtambÈm ooooo presente.îpresente.îpresente.îpresente.îpresente.î

A revista chegou ao fim, mas o trabalho de todos nÛs est· sÛ comeÁando.

BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA

- Suplicy, Marta - Papai, Mam„e e Eu: o desenvolvimento sexual da crianÁa de zero a dez anos / Marta Suplicy, Rio de Janeiro: Readerís Digest; S„o Paulo:FTD, 2002

- Folimage-Valence Production - Le Bonheur de la vie (transcriÁ„o parcial do vÌdeo) / Rio de Janeiro: Readerís Digest 1991/1992

- This, Bernard / Morand, Claude - De onde venho? o nascimento contado ‡s crianÁas de 3 a 5 anos. S„o Paulo, Editora Scipione - 1992

- Tordjman, Gilbert / Morand, Claude - Uma vivÍncia de amor - falando sobre sexo - 6 a 9 anos, S„o Paulo, Editora Scipione - 1992

- Tordjman, Gilbert / Morand, Claude - Primeiras emoÁıes amorosas - falando de sexo - 10 a 13 anos, S„o Paulo, Editora Scipione - 1992

- Miller, Jonathan / Pelhan, David - The facts of life (Os fatos da vida) S„o Paulo, Cia Melhoramentos - 1996

CONVERSANDO E DESCOBRINDO

ElaboraÁ„o: Programa de InformaÁ„o, EducaÁ„o e ComunicaÁ„o em Sa˙de / Programa DST/AIDS Programa Escola Promotora de Sa˙de / Programa de Sa˙de da CrianÁa da Secretaria Municipal de Sa˙de. Supervis„o: Equipe PedagÛgica da Secretaria Municipal de EducaÁ„o de Embu das Artes.

EdiÁ„o R 2™ EVISADA
EdiÁ„o
R 2™ EVISADA

PublicaÁ„o contemplada pelo FUMCAD - Fundo Municipal dos Direitos da CrianÁa e do Adolescente (Lei Municipal n 2031 de 02.01.2003), gerenciado pelo CMDCACMDCACMDCACMDCACMDCA - Conselho Municipal dos Direitos da CrianÁa e do Adolescente

IlustraÁıes: FernandoFernandoFernandoFernandoFernando A.A.A.A.A. CamilloCamilloCamilloCamilloCamillo FilhoFilhoFilhoFilhoFilho

- Projeto Gr·fico: Jo„oJo„oJo„oJo„oJo„o LisantiLisantiLisantiLisantiLisanti NetoNetoNetoNetoNeto

PPPPPARCERIAS:ARCERIAS:ARCERIAS:ARCERIAS:ARCERIAS: Casa de Cultura Santa Tereza ñ Biblioteca Zumaluma Escolas Estaduais e Escolas Municipais de Embu das Artes

APOIO:APOIO:APOIO:APOIO:APOIO: CEJAM ñ Centro de Estudos îJo„o Amorimî

PROGRAMAPROGRAMAPROGRAMAPROGRAMAPROGRAMA DEDEDEDEDE EDUCA«EDUCA«EDUCA«EDUCA«EDUCA« OOOOO CONTINUADACONTINUADACONTINUADACONTINUADACONTINUADA EMEMEMEMEM SEXUALIDADESEXUALIDADESEXUALIDADESEXUALIDADESEXUALIDADE EEEEE DST/AIDSDST/AIDSDST/AIDSDST/AIDSDST/AIDS Secretaria Municipal de Sa˙de, Secretaria Municipal de EducaÁ„o da Prefeitura da Est‚ncia TurÌstica de Embu Diretoria de Ensino ñ Regi„o Tabo„o da Serra Universidade Federal de S„o Paulo - Programa de IntegraÁ„o Docente-Assistencial de Embu

PREFEITURAPREFEITURAPREFEITURAPREFEITURAPREFEITURA DADADADADA EST¬NCIAEST¬NCIAEST¬NCIAEST¬NCIAEST¬NCIA TURÕSTICATURÕSTICATURÕSTICATURÕSTICATURÕSTICA DEDEDEDEDE EMBUEMBUEMBUEMBUEMBU DASDASDASDASDAS ARTESARTESARTESARTESARTES Prefeito GeraldoGeraldoGeraldoGeraldoGeraldo LeiteLeiteLeiteLeiteLeite dadadadada CruzCruzCruzCruzCruz

SECRETSECRETSECRETSECRETSECRETARIAARIAARIAARIAARIA MUNICIPMUNICIPMUNICIPMUNICIPMUNICIPALALALALAL DEDEDEDEDE SA⁄DESA⁄DESA⁄DESA⁄DESA⁄DE

DrDrDrDrDr JorJorJorJorJorgegegegege HaradaHaradaHaradaHaradaHarada ñ Secret·rio Municipal de Sa˙de Enf™.Enf™.Enf™.Enf™.Enf™. IsabelIsabelIsabelIsabelIsabel C.C.C.C.C. PagliariniPagliariniPagliariniPagliariniPagliarini FuentesFuentesFuentesFuentesFuentes ñ Secret·ria Adjunta Dra.Dra.Dra.Dra.Dra. LauraLauraLauraLauraLaura CovelloCovelloCovelloCovelloCovello ñ Diretora TÈcnica DioneDioneDioneDioneDione PortoPortoPortoPortoPorto ñ Diretora Administrativa

Jo„oJo„oJo„oJo„oJo„o LisantiLisantiLisantiLisantiLisanti NetoNetoNetoNetoNeto ñ Coordenador Programa InformaÁ„o, EducaÁ„o e ComunicaÁ„o DrDrDrDrDr WWWWWolfolfolfolfolffffff RothsteinRothsteinRothsteinRothsteinRothstein ñ Coordenador Programa DST/AIDS Dra.Dra.Dra.Dra.Dra. GlauraGlauraGlauraGlauraGlaura CÈsarCÈsarCÈsarCÈsarCÈsar PedrosoPedrosoPedrosoPedrosoPedroso ñ Coordenadora Programa Escola Promotora de Sa˙de Dra.Dra.Dra.Dra.Dra. RitaRitaRitaRitaRita dedededede C·ssiaC·ssiaC·ssiaC·ssiaC·ssia L.L.L.L.L. XavierXavierXavierXavierXavier KisukuriKisukuriKisukuriKisukuriKisukuri ñ Coordenadora Programa Sa˙de da CrianÁa Dra.Dra.Dra.Dra.Dra. Cl·udiaCl·udiaCl·udiaCl·udiaCl·udia MariaMariaMariaMariaMaria ChagasChagasChagasChagasChagas dedededede SouzaSouzaSouzaSouzaSouza ñ Coordenadora Programa Sa˙de do Adolescente

K·tiaK·tiaK·tiaK·tiaK·tia PaivaPaivaPaivaPaivaPaiva

ColaboraÁ„o:

JaneJaneJaneJaneJane SalazarSalazarSalazarSalazarSalazar / PriscilaPriscilaPriscilaPriscilaPriscila dadadadada SilvaSilvaSilvaSilvaSilva /JosÈJosÈJosÈJosÈJosÈ FranciscoFranciscoFranciscoFranciscoFrancisco dosdosdosdosdos SantosSantosSantosSantosSantos / Ot·vioOt·vioOt·vioOt·vioOt·vio FilhoFilhoFilhoFilhoFilho ñ TÈcnicos / Arte Educadores RobertaRobertaRobertaRobertaRoberta TTTTTorresorresorresorresorres / IvIvIvIvIvonionionionioni CirilloCirilloCirilloCirilloCirillo / OOOOOsvaldosvaldosvaldosvaldosvaldo FurlanFurlanFurlanFurlanFurlan ñ PsicÛlogos

Jo„oJo„oJo„oJo„oJo„o LeonelLeonelLeonelLeonelLeonel BeliniBeliniBeliniBeliniBelini

Prof.Prof.Prof.Prof.Prof. JosÈJosÈJosÈJosÈJosÈ RobertoRobertoRobertoRobertoRoberto BrÍtasBrÍtasBrÍtasBrÍtasBrÍtas ñ Professor da Unifesp

ñ Coordenadora Programa de Sa˙de Mental

ñ Suporte Unifesp / SMS-Embu

SECRETSECRETSECRETSECRETSECRETARIAARIAARIAARIAARIA MUNICIPMUNICIPMUNICIPMUNICIPMUNICIPALALALALAL DEDEDEDEDE EDUCA«EDUCA«EDUCA«EDUCA«EDUCA« O,O,O,O,O, CULCULCULCULCULTURA,TURA,TURA,TURA,TURA, ESPORTEESPORTEESPORTEESPORTEESPORTE EEEEE LAZERLAZERLAZERLAZERLAZER

Prof™.Prof™.Prof™.Prof™.Prof™. RosimaryRosimaryRosimaryRosimaryRosimary MendesMendesMendesMendesMendes MatosMatosMatosMatosMatos

Prof™Prof™Prof™Prof™Prof™ LÌdiaLÌdiaLÌdiaLÌdiaLÌdia MariaMariaMariaMariaMaria BalsiBalsiBalsiBalsiBalsi MachadoMachadoMachadoMachadoMachado ñ Coordenadora da Equipe PedagÛgica Prof™Prof™Prof™Prof™Prof™ AlcioneAlcioneAlcioneAlcioneAlcione Ap.MercanteAp.MercanteAp.MercanteAp.MercanteAp.Mercante ñ Supervisora de Ensino respons·vel pelo Projeto DST/AIDS nas escolas

ñ Secret·ria Municipal de EducaÁ„o

de Ensino respons·vel pelo Projeto DST/AIDS nas escolas ñ Secret·ria Municipal de EducaÁ„o 20062006200620062006

20062006200620062006

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