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Manual Técnico de Distribuição ESP

Manual Técnico de Distribuição

ESP

ESPECIFICAÇÃO

 

ESP - 502

ISOLADOR TIPO PILAR - 15 KV

 

ESP - 502

edição

vigência

aprovação

 

Revisão 02

 

Maio/99

 

DDPP

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1. OBJETIVO

Esta Especificação padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e especificas dos isoladores tipo pilar a serem utilizados nas montagens de Redes Aéreas de Distribuição - 15 KV.

2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMETARES

Conforme a norma de materiais de Distribuição PAD - TDE - 304.

3. DEFINIÇÕES

Conforme a norma de Materiais de Distribuição PAD - TDE - 304.

4. CONDIÇÕES GERAIS

4.1 Identificação

- nome ou marca do fabricante;

- ano de fabricação.

4.2 Condições de Utilização

Os isoladores tipo pilar, objeto desta padronização, são próprios para utilização em cruzetas de madeira, concreto, aço e em poste, conforme previsto nas Normas de Montagem de Rede de Distribuição.

4.3 Acabamento

3.1 4

Do Corpo Isolante

Cobertura com camada de esmalte liso vitrificado, nas cores marrom escuro, notação MUNSELL 5 YR 3/3 ou cinza claro, notação MUNSELL 5.0 BG 7.0/0.4 ou N 6.5, impermeável, livre de rachas, bolhas ou inclusões de materiais estranhos ou outros defeitos.

4.3.2 Da Base

Deve ter

outras imperfeições.

superfície contínua e uniforme, evitando-se saliências pontiagudas e arestas cortante ou

5. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS.

5.1 Material

5.1.1 Do Corpo Isolante

Porcelana.

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ISOLADOR TIPO PILAR - 15 KV

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5.1.2 Da Base

aço carbono laminado.

5.2 Proteção Superficial

5.2.1 Da Base

A base de aço deve ser totalmente revestida com zinco pelo processo de imersão a quente,

conforme NBR 6323. A espessura mínima do revestimento deve atender a Tabela 1 da NBR

8158/83.

5.3 Característica Técnicas

5.3.1 Característica geométricas e dimensionais; conforme figura 1 e tabela 1.

5.3.2 Característica Mecânicas

5.3.2.1.Procedimento Geral

Antes e após a realização de cada um dos Ensaios de Resistência Mecânica o isolador tipo pilar deve ser submetido aos Ensaios de Tensão Aplicada de Alta Freqüência e de Tensão Aplicada de Freqüência Industrial previsto na NBR 5032 não devendo ocorrer perfuração do corpo isolante.

5.3.2.2 Ensaio de Resistência Mecânica à Flexão

O isolador tipo pilar, deve suportar aos valores especificados na Tabela sem sofrer deformação

permanente ou ruptura.

5.3.2.3 Ensaio de Resistência Mecânica ao Torque de Aperto

Fixar o isolador num apoio, aplicando torque de 7,6 daNxm no parafuso cabeça quadrada. Não deve ser observado deformação permanente ou ruptura do parafuso, da parte roscada da base, arruela quadrada e do apoio do pino.

5.3.3 Característica Elétricas

O isolador tipo pilar da Figura, deve atender aos valores mínimos de tensão referidos na Tabela,

quando ensaiado conforme a norma de Materiais de Distribuição

5.3.4 Característica Físico-Química

Três isoladores tipo pilar devem permanecer por 15 dias (360 horas) em câmara de intemperismo, respectivamente névoa salina, úmida satura e dióxido de enxofre (SO2) Atmosfera 2.0 S, obedecendo aos requisitos das NBR's 8094, 8095 e 8096 respectivamente. Após o período de permanência os isoladores devem ser aprovados no ensaio mecânico de flexão do item 5.3.2.2. Posteriormente os pinos devem ser extraídos do corpo isolante e submetidos a inspeção visual e através de microscópio. Em ambos os casos não deve ser observada corrosão na parte do pino em contato com o material do apoio.

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5.4 Embalagem e Acondicionamento

Caixa de madeira com calço.

6. INSPEÇÃO

Os ensaios e métodos de ensaio, amostragem e critérios de aceitação ou rejeição devem estar de acordo com a norma de Materiais de Distribuição.

Figura 1 - Isolador Tipo Pilar

Materiais de Distribuição. Figura 1 - Isolador Tipo Pilar T A B E L A -

T A B E L A - 1

   

CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS

 

CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS

 
 

TENSÃO MÍNIMA

RÁDIOINTERFERÊNCIA

CARGA MECÂNICA A FLEXÃO "F" daN

TENSÃO

SUPORTÁVEL (KV)

DISTÂNCIA

CÓDIGO

MÁXIMA DO

ISOLADOR

EM FREQ.

INDUSTRIAL

SOB CHUVA

DE

IMPULSO

ATISMOS-

TENSÃO

NOMINAL

APLICADA

TENSÃO

MÁXIMA

RADIOINTER-

MÍNIMA

DE

MÁXIMA

TEMPO-

MÁXIMA

PERMA-

DE ESCOA-

MENTO

(MM)

(KV)

DURANTE

FÉRICO A

NO ENSAIO

FERÊNCIA (V)

RUPTURA

RÁRIA

NENTE

1 MINUTO

SECO

(KV)

7202070

15

34

110

10

100

800

640

320

300