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Sub-programa 3 do

PRODER
O eixo 3 do PRODER apoia os investimentos na
sua componente de desenvolvimento rural.. No
barlavento algarvio o programa é gerido pela Asso-
ciação VICENTINA no âmbito da parceria alargada Zona de Intervenção do GAL ADERE
que constituiu o Grupo de Acção Local ADERE.

A Estratégia Local de Desenvolvimento é o docu-


mento de estratégia que caracteriza o território,
identifica as suas potencialidades e constrangi-
menos e define as objectives e actividades a de-
senvolver no seu âmbito no período de vigência do
Programa (2007/2013), e passa pela REESTRU-
TURAÇÃO DO TERRITÓRIO DE INTERVENÇÃO,
assente na re-funcionalização económica e social
e na indispensável qualificação dos recursos
humanos, no sentido da valorização das suas
características ambientais e do seu património cul-
tural.

Legislação Aplicável:

Acções 3.1.1., 3.1.2. e 3.1.3. — Portaria 520/2009


de 14 de Maio e Portaria 905/2009 de 14 de
Agosto.
CÂMARA MUNICIPAL DE VILA DO BISPO
Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento
Acções 3.2.1. e 3.2.2.— Portaria 521/2009 de 14 Rossio das Eiras, Lote 10, Loja 1
de Maio e Portaria 906/2009 de 14 de Agosto. 8650-405 Vila do Bispo
Telef./ FAX—282 639 152 Telemovel—917 515 704
E-mail: gad@cm-viladobispo.pt

VICENTINA—Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste


R.ª Direita 13, 8600-069 Bensafrim
Tel.: 282 680 120 / FAX: 282 680 129
E-mail: vicentina@vicentina.org
3.1.1.—Diversificação das Actividades nas 3.1.2.—Criação e Desenvolvimento de 3.1.3.—Desenvolvimento de Activida- 3.2.1.—Conservação e Valoriza- 3.2.2.—Serviços Básicos para a
Explorações Agrícolas Microempresas des Turísticas e de Lazer ção do Património Rural População Rural

Estimular o desenvolvimento de actividades não Incentivar a criação e desenvolvimento de Desenvolver o turismo e outras activida- Valorizar o património rural na óptica Aumentar a acessibilidade a serviços
agrícolas nas explorações agrícolas criando novas microempresas nas zonas rurais tendo em des de lazer como forma de potenciar a do interesse colectivo, enquanto básicos, que constituem um elemento
fontes de rendimento e de emprego, contribuindo vista a densificação do tecido económico e a valorização dos recursos endógenos dos factor de identidade e de atractivida- essencial na equiparação dos níveis
Objectivos

directamente para a manutenção ou melhoria do criação de emprego, contribuindo para a territórios rurais, nomadamente ao nível de do território, tornando-o acessível de vida e na integração social das
rendimento do agregado familiar, a fixação da popu- revitalização económica e social destas da valorização dos produtos locais e do à comunidade, no âmbito da Estraté- populações.
lação, a ocupação do território e o reforço da econo- zonas, segundo o estabelecido pela Estraté- património cultural e natural, contribuindo gia Local de Desenvolvimento defini-
mia rural. gia Local de Desenvolvimento. para o crescimento económico e criação da pelo GAL ADERE para o território
de emprego. de intervenção.
Beneficiários

Parcerias entre entidades privadas;


Titulares de uma exploração agrícola ou os membros Pessoas Singulares ou Colectivas de Pessoas singulares e colectivas de
Microempresas Parcerias públicas e privadas; IPSS;
do seu agregado familiar. direito privado. direito privado; Autarquias locais.
Organizações não governamentais.

Empreendimentos de turismo no espaço rural (TER), Investimentos da criação e ou desenvolvi- Criação ou desenvolvimento de produtos Preservação do património rural Serviços de apoio à infância; Acom-
no grupo de agro-turismo; Parques de campismo e mento de microempresas associadas a turísticos, nomeadamente ecoturismo, construído; Refuncionalização de panhamento domiciliário a idosos e
caravanismo; Turismo de natureza nos tipos e grupos actividades económicas, excepto: enoturismo, turismo associado a activida- edifícios de traça tradicional para pessoas com deficiência; Serviços
de empreendimentos turísticos referidos atrás; Servi- des de caça e pesca, turismo equestre, actividades associadas à preserva- itinerantes de apoio social; Serviços
a) Produção de produtos agrícolas constan-
ços de recreação e lazer; Actividades pedagógicas; religioso, de saúde, cultural; Alojamento ção e valorização da cultura local; de animação cultural e recreativa de
Tipologias de Investimento

tes do anexo I Tratado, excepto viveiros


Actividades turísticas associadas à caça e pesca turístico de pequena escala integrados Preservação e recuperação de práti- base local; Serviços de apoio a
florestais; b) Transformação e comercializa-
lúdica em águas interiores; Produção de bens resul- nas seguintes tipologias de empreendi- cas e tradições culturais. novos residentes; Outros serviços
ção de produtos agrícolas constantes no
tantes de actividades de transformação (quer sejam mentos turísticos: turismo de habitação, básicos.
anexo I do Tratado, acima dos 25.000 Euros
produtos constantes do anexo I do Tratado ou não); turismo no espaço rural no grupo de casas
de investimento elegível; c) Actividades
Pontos de venda directa dos bens produzidos na de campo, parques de campismo e cara-
exploração (quer sejam produtos constantes do anexo turísticas e de lazer; d) Actividades de pesca vanismo e de turismo de natureza; Infra-
I do Tratado ou não); Outras actividades e serviços a e seus produtos; e) Actividades económicas estruturas de pequena escala, tais como
terceiros desde que não elegíveis noutras acções do de natureza não agrícola nas explorações centros de observação da natureza/
PRODER. agrícolas. paisagem, rotas/percursos e animação
turística.
Nível de Apoio Máximo

Investimentos elegíveis <=300.000 euros


Investimentos ≥ 5.000
Investimentos ≥ 5.000 e ≤ ≤ 500.000 - 75% (com um
Sem criação de postos de trabalho — 40%
200.000 - 60% limite máximo de apoio de
Com criação de 1 posto de trabalho — 50%
200.000 euros)
Com criação de 2 ou mais postos de trabalho — 60%

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