IONAL NORDESTE "rea da Atividade edi#nica
Elaboração: Marta Antunes Oliveira Moura
2006
Como tratar os Espíritos que sofrem – O Espírito necessitado é alguém que possui chagas morais e.indo o verbo que é sempre uma descarga eletromagnética.es. cap( CCDDD.teriori. produ. porquanto. pois as palavras $oram pronunciadas com tamanha in$le. pela boca. nos tonali. muitas ve. basta o conhecimento intelectual dos postulados do Espiritismo: para evangeli.ação. perdendo o ense?o de proporcionar6lhe algumas re$le. intermin9veis. é o incessante gerador de $orça. ao chamar /ib!rio Espírito desencarnado em so$rimento de irmão.a a e. <uestão E+ . é possível indu. cap( )*(+ precisa do socorro de alguém que saiba usar da gentile. isto constitui uma tare$a que vos é dada e que deveis desempenhar caridosa e religiosamente( -or meio de s9bios conselhos. em todos os nossos campos de atividade. O esclarecimento doutrinário – O que sai do coração e da mente.pressar( > preciso que eles $alem de seus problemas: o processo é de di9logo e não mon!logo( -or outro lado.o doutrinador deve evitar esclarecimentos longos. cap( 00+ 3. habilitado a servir .i6los ao arrependimento e apressar6lhes o progresso(& 'Allan Bardec: O Livro dos Médiuns. depois do impulso mental. e é o que não se deve descurar de $a. sem privar6se da $ortuna espiritual de si mesmo(& 'Emmanuel: O Consolador. regulada pela vo. a$abilidade e doçura como $ormas de mani$estação da bondade e da compreensão( 2. <uestão 0=1+ $. cap( *1( 2o livro Nos Domínios da Mediunidade. ora um. percebeu6se que '(((+ não eram as palavras a $orça que o convencia. bastarão a leitura e o conhecimento: na segunda é preciso vibrar e sentir com o 5risto( -or estes motivos. nos quais o desencarnado não tenha tempo de se e. que a palavra.O Espírito Emmanuel assim se e. atolada num p#ntano de crimes e de$ecç%es tenebrosas& 'Emmanuel: Pão Nosso. ele não pode dei. a vo.pressa: 89 grande diversidade entre ambas as tare$as( -ara doutrinar. envolvendo a criatura para o bem ou para o mal. é $orça viva e palpitante. mas é o que não se $a. vive na base da criação( 'André /ui.ando6osA 4im.: Nos Domínios da Mediunidade. A palavra do dialogador . Dtem 0EF. "ialogar sim% monologar n&o . comove6o pro$undamente. "iferen#a entre doutrinar e dialogar . cap( 1+ !.ar é necess9ria a lu.A DINÂMICA DA COMUNICAÇÃO DOS ESPÍRITOS NA REUNIÃO MEDIÚNICA Destaques 1.er. 3aul 4ilva.a. como não ignoramos. con$orme a nature.ador ser9 sempre o reservat!rio da verdade. sob a in$lu"ncia do Espírito de 5lementino.ão de generosidade $raternal que o h!spede não pode sopitar o pranto que lhe subia do #mago ( 7urante todo o atendimento.%es( O di9logo deve $luir naturalmente.deve ser carregada de vibraç%es de equilibrantes e $raternas( A mente.es não é senão o canal dos ensinamentos.s necessidades de outrem. (inalidade do diálogo – 2ão se pode combater a in$lu"ncia dos maus espíritos.( -or isso mesmo. mas sim o sentimento irradiante com que eram estruturadas& ( 'André /ui. através dos $ios positivos e negativos do sentimento e do pensamento. ora outro ( '7i9logo com os Espíritos: @EM+ '. morali.: Entre a Terra e o Céu. numa interposição $raternal de idéias: não deve também ter o $ormato discursivo no qual o Espírito e o dialogador $alem separadamente.a da emissão( 'Emmanuel: Vinha de Luz. o doutrinador muitas ve.ar que o comunicante $ale o tempo todo. do amor no íntimo( 2a primeira. mas o sincero evangeli. quando chega o momento em que contempla o martírio da pr!pria consci"ncia. reclamando apuro de vida interior. de ve.
e. para ser conseguida a remoção da Entidade do seu lugar e tra. cu?o campo mental deve o$erecer possibilidades de $9cil comunicação com os Dnstrutores 7esencarnados '(((+&( 'Manuel -( Miranda: !rilh"es Partidos. apoiadas nos imprescindíveis livros da 5odi$icação Bardequiana: b+ $amiliaridade com o Evangelho de Gesus: c+ autoridade moral: d+ $é: e+ amor( '7i9logo com os espíritos: @EM+ 1.a. intuição e . não conseguiremos paci$icar esses irmãos. moral e espiritual entre aquele que a dirige no plano $ísico e os respons9veis espirituais pela tare$a. da a$inidade e da sintonia entre toda a equipe mediJnica( 2o momento em que se d9 a mani$estação do Espírito necessitado.encarnado encarregado de dialogar não podem $altar: paci"ncia e toler#ncia( 4e não $i. p( N*+ . pois não conseguem sair so. p( )K e )1. a ética. é a sintonia mental.ador se?a cada ve. /euni-es de deso+sess&o . no livro Di#lo$o %om as &ombras( 4egundo ele. o trabalho mediJnico é o resultado de uma ação coletiva. associamo6lo a um corpo $ormado por v9rios membros. que é a parte $inal de dias e até meses. até o momento. o doutrinador necessita de: a+ $ormação doutrin9ria muito s!lida. *irtudes mínimas necessárias ao +om dialogador ..traídas. ter9 condiç%es de dirigir a conversação para o rumo mais acertado que atin?a o cerne da problem9tica que o Espírito apresenta(& '4ueli 4chubert: Obsessão Desobsessão. procurando manter a disciplina. com a certe.). das colocaç%es de 8ermínio Miranda.O doutrinadorLdialogador não pode dispensar o es$orço por adquirir as qualidades ou aptid%es b9sicas ao bom desempenho do trabalho( Mais aptid%es podem ser e. p%e a perder grandes es$orços empenhados. p( )F0+ -ara que este p!lo centrali. o dialogador ser9 o p!lo centrali. é preciso o es$orço di9rio na superação das suas di$iculdades íntimas. resumidamente. onde estaria o ouvidoA 4e todo $osse ouvido onde estaria o ol$atoA& ( > not9vel a preocupação de -aulo em mostrar que num corpo nenhum membro deve se sentir superior ou in$erior a outro. do preposto para di9logos. -rolusão+ 11. sem uma clara percepção de prop!sitos. recebendo o in$lu. Condi#-es necessárias ao dialogador . todos os componentes do grupo mani$estam o dese?o de a?ud96 lo( 2esse instante.ermos uso dessas virtudes. é preciso paci"ncia e muito amor. temos os seguintes esclarecimentos do ap!stolo: E se a orelha disser: -or que não sou olho não sou do corpo: não ser9 por isso do corpoA 4e todo o corpo $osse olho.inhos das di$iculdades( Mesmo que o di9logo se?a repetitivo. carentes pelas $altas cometidas e que merecem nosso respeito( O tratamento e a recepção dada a eles deve ser o mesmo que gostaríamos de receber se estivéssemos na mesma posição( .ida ao interc#mbio libertador( 'Manuel -( Miranda: Trilhas da Liberta'ão.o amoroso do Mentor da reunião. como todos n!s. que mais e$iciente ser9 quanto melhor $or o empenho de cada um no cumprimento da sua $unção com consci"ncia de con?unto( O doutrinadorLdialogador. desempenha papel importante. o equilíbrio e a humildade( Manoel -hilomeno de Miranda considera que o dialogador deve ter a lucide. estabelecendo6se uma corrente magnética que envolve o comunicante e que a?uda. o dialogador se sentir9 seguro. no qual cada um desempenha sua $unção particular e indispens9vel( 2a epístola de -aulo aos 5oríntios.pulsar o demHnio( E Gesus lhes disse: -or causa da vossa pouca $é& 'Mateus: )1:0I+ 5alma e recolhimento são duas outras condiç%es que não devem $altar ao dialogador( Os Espíritos são as almas dos homens. concomitantemente. cap( K.'(((+ em reuni%es desta nature.ito do seu trabalho depender9 do entrosamento. mais d!cil . inspiração do Mentor da reunião.ador desse con?unto de emoç%es positivas. porque '(((+ se todos $ossem um s! membro. reunião e por ele pr!prio que. ao que esclarece( '4ueli 4chubert: Obsessão Desobsessão.. porém sem privilégios dentro do grupo( O ". onde estaria o corpoA 'D 5orintios: )0:)*+ 7essa maneira.a da presença dos amigos espirituais( Esta a$irmativa encontra respaldo na passagem evangélica na qual Gesus respondeu aos discípulos que lhe perguntaram por que eles não puderam.retomando as idéias emitidas sobre o grupo mediJnico no item 0. p( )F0+ 4uas palavras representarão os pensamentos de alívio e socorro emitidos pelos presentes . pois s! com esses recursos a semente $ruti$icar9( $é e a con$iança são quesitos $undamentais para o bom termo da tare$a( 5om eles. O papel do dialogador . porquanto a identi$icação dos comunicantes e o di9logo com eles muito dependem dessa a$inidade( <ualquer tentativa precipitada. cap( K. podendo até mesmo perder a oportunidade do esclarecimento( Eles precisam de nosso apoio. versículos )K e )1 do capítulo )0.