Você está na página 1de 4

FACULDADE INTA

CURSO DE PSICOPEDAGOGA

CURSISTA: MARIA RENILZA DE SOUZA SILVA COSTA

Prof.ª. CREUZA

DINÂMICA DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DE APRENDIZAGEM

ARARIPINA-PE,

2009

MARIA RENILZA DE SOUZA COSTA


SINOPSE

DINÂMICA DAS RELAÇÕES FAMILIARES E APRENDIZAGENS

ARARIPINA-PE
2009
Cada família possui sua maneira de viver, uma identidade própria, um jeito
de ser. Existem pais que tem uma escolaridade avançada, e pais que nunca
foram à escola. Em muitas famílias, aquela criança que está estudando em sua
sala de aula é a única pessoa, na casa, que já freqüentou escola. Portanto, ao
convidar um pai ou uma mãe para virem à escola, seja para conversar sobre o
filho ou participar de uma festinha temos de saber como motivá-la para isso.

É como ouvirmos na escola os professores dizerem que é necessária a


participação da família na educação das crianças. Ou que os pais precisam
participar mais da escola e que é necessário haver maior integração da família
com a comunidade e com a escola. Reclamações vêem de todos os lados: pais,
escola, familiares etc. a família e a escola devem compartilhar a responsabilidade
pela educação das crianças e dos jovens. Os pais acham que não cabe a eles
ajudar nas tarefas da escola, encapar os cadernos, arranjar material de pesquisa
e outras atividades que a escola pede para os alunos fazerem. Já os professores
se queixam de que os pais largam tudo por conta da escola.

Nesse “empurra-empurra” de responsabilidade quem sai perdendo é a


criança. Então, por que não fazer das atividades escolares em momento de
aproximação entre a escola e a família.

A disciplina rígida com os alunos, não permitindo que as crianças


participem das aulas e não dando a elas a oportunidade de emitir opiniões e dar
exemplos, exigindo que fique sempre sentados, não dar importância aos seus
sentimentos, só fazem que você determina. Assim só estamos contribuindo para
que a sociedade permaneça como está formando indivíduos acostumados a
obedecer e apenas cumprir o que lhes mandam fazer. Dessa forma você está
formando indivíduos e não cidadãos solidários, capazes de viver e de trabalhar
em equipe e de se organizar socialmente, de formular e de lutar pelos projetos de
seu grupo e de sua classe.

É importante que o professor garanta em sua relação com os alunos


condições igualitárias de participação, afetivas, democracia proporcionando
diferentes contribuições para o processo de aprendizagem. Na verdade, a
questão da indisciplina ou da disciplina tem sido muitas vezes utilizada para
justificar práticas autoritárias por um lado e, de outro, estimular uma espécie de
domínio por parte dos alunos, o que termina sendo todos prejudicados.
Toda escola existe alunos que são agressivos, violentos, ou que vivem
batendo em seus colegas na sala, no pátio ou mesmo fora da escola. Eles
também picham e depredam as escolas, maltratam outras pessoas e criam um
ambiente que geram mais violência. Os pais como os primeiros educadores das
crianças, têm um papel fundamental no possível envolvimento futuro dessa
criança se relacionando com seus filhos, acompanhando suas vidas, conhecendo
seus amigos, esse jovem geralmente não vai recorrer às drogas nem a violência
familiar e domestica. Geralmente a violência familiar e domestica constante, que
pode criar e agravar o comportamento violento fora de casa, nas ruas, tanto nas
grandes cidades como nas pequenas. A tristeza é imensa quando os pais se
defrontam com o filho que busca na droga a companhia, um afeto, a solução ou
alivio para seus sofrimentos, angustias ou depressões. E essa dor é
compartilhada com a escola e com a família. Como vemos são muitas as razões
que levam uma criança ou jovem ao uso das drogas: curiosidade, pressão grupal,
prazer em vivenciar algo proibido ou fato de se sentir revoltado contra os pais,
contra as injustiças pessoais e contra os acontecimentos difíceis da própria vida.
Sabemos que muitos jovens não só consomem drogas como também são
requisitados ou forçados a trabalhar para o trafico de drogas.

O sucesso da escola está vinculado diretamente à postura da prática


pedagógica do professor. O professor precisa ver os alunos como seres humanos
que precisam se desenvolver e se transformar de forma integral. Por isso, leva em
conta as dimensões intelectuais, afetiva, física e espiritual do educando. No
entanto a educação escolar contribui para a formação do aluno para a
democracia. E terá sucesso o aluno conseguiu crescer na solidariedade, no
respeito á dignidade dos outros, na capacidade profissional e de trabalhar,
propondo soluções tanto para os problemas técnicos que dizem respeito à
produção e a manutenção da vida quanto para os problemas sociais.