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Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Gestão Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e
Instituto Politécnico de Tomar
Escola Superior de Gestão
Área Interdepartamental de Tecnologias de Informação e Comunicação
Instituto Politécnico de Tomar – Escola10-01-2008Superior de Gestão de Tomar - [ w w w . i p t . p t ]
Definição Vários computadores ligados entre si, por meios electrónicos, permitindo aos utilizadores a troca de
Definição
Vários computadores ligados entre si, por meios electrónicos, permitindo aos
utilizadores a troca de dados e a partilha de equipamentos e recursos (aplicações,
ferramentas de comunicação, bases de dados, impressoras )
Ao nível dos meios físicos (hardware) uma rede é constituída por:
• Computadores
• Periféricos (Impressoras, etc…)
• Meios físicos de transmissão
• Dispositivos de ligação dos computadores à rede (placas de rede ethernet,
etc…)
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Definição Outros componentes: • Bridges/Pontes: Nas redes de comunicação este dispositivo interliga 2 redes
Definição
Outros componentes:
• Bridges/Pontes: Nas redes de comunicação este dispositivo interliga 2
redes locais que usam a mesma tecnologia de rede. Conecta por exemplo
a rede da contabilidade com a rede do departamento de Marketing;
• Router: Faz o papel de guarda de trânsito, garantindo que os pacotes de
mensagens são dirigidos aos respectivos endereços. Determina qual a
próxima rede, para a qual o conjunto de dados tem de ser transmitido, com
o objectivo de chegar a um determinado destino.
• Repetidores: Equipamentos usados para ampliar o sinal enviado,
atribuindo-lhe uma nova força para que este chegue ao destino
• HUB: dispositivo que interliga vários computadores entre si.
Normalmente toda a informação converge a este dispositivo e é
posteriormente reencaminhada para uma ou mais direcções;
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Vantagens • Partilha de recursos físicos da rede ou seja, hardware: Torna-se obviamente mais barato
Vantagens
• Partilha de recursos físicos da rede ou seja, hardware: Torna-se obviamente mais
barato partilhar impressoras, scanners, etc… do que comprar uma para cada
computador;
• Partilha de software: através de uma rede é possível vários utilizadores acederem a
um mesmo programa localizado num dos computadores da rede. Basta imaginar um
supermercado cujas caixas registadoras estão ligadas em rede e com acesso a uma
única base de dados, com o seu sotck permanentemente actualizado;
• Economia de Recursos: um equipamento sem disco rígido de pouco serve, pelo
menos aparentemente, pois se integrado numa rede, pode ser utilizado para aceder ao
disco rígido do servidor
• Partilha de dados/informação;
• Comunicação;
• Gestão de Cópias de Segurança;
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Meios físicos de comunicação Um meio físico de transmissão numa rede de computadores, é o
Meios físicos de comunicação
Um meio físico de transmissão numa rede de computadores, é o canal de
comunicação pelo qual os computadores enviam e recebem os sinais que codificam a
informação. O mais usual é a utilização de um entre vários tipos de cabos existentes
para o efeito.
No
entanto,
também
existem
redes
e
sistemas
de
comunicação
entre
computadores que funcionam sem cabos, através da propagação de ondas no espaço –
comunicação wireless ou sem fio.
Na altura de escolher um cabo para uma rede deve ter-se em atenção o seguinte:
Velocidade de transmissão pretendida
Distância máxima entre as máquinas que pretendemos conectar
Nível de ruído e interferências habituais na zona de instalação da rede.
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Meios físicos de comunicação Assim, os meios físicos são normalmente divididos em dois grupos principais:
Meios físicos de comunicação
Assim, os meios físicos são normalmente divididos em dois grupos principais:
Coaxiais
Eléctricos
De pares entrançados
Cabos
Ópticos
Fibras ópticas
Meios físicos
de
transmissão
Ondas de Infravermelhos
Ondas
Bluetooth
no
Ondas de Rádio
Wi-Fi
espaço
Wimax
Ondas de Satélite
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Meios físicos de comunicação - Cabos Coaxial Utilizado nas redes locais é bastante durável mas
Meios físicos de comunicação - Cabos
Coaxial
Utilizado nas redes locais é bastante durável mas não muito flexível, podendo
transmitir até 10Mb/seg. Consiste num núcleo de cobre envolvido por um material
isolante, por sua vez envolvido num revestimento de plástico. O núcleo é usado para
transportar dados enquanto que o condutor externo serve como escudo e protege o
primeiro de interferências externas.
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Meios físicos de comunicação - Cabos De pares entrançados É um cabo com boas características
Meios físicos de comunicação - Cabos
De pares entrançados
É um cabo com boas características de transmissão (até 1Gb/seg), de baixo
custo, utilizado em redes locais e alargadas. Consistem em um ou vários pares de fios
de cobre. Os 2 fios de cada par são entrançados em torno um do outro, com o objectivo
de criar à sua volta um campo electromagnético que reduz a possibilidade de
interferências de sinais externos. Um dos condutores transmite o sinal e o outro recebe.
Estes cabos podem ainda pertencer a 2 outros grupos:
• STP (Shielded Twisted Pair)
• UTP (Unshielded Twisted Pair)
O
primeiro
é
usado
em
ambientes
industriais
onde
existem
grandes
quantidades de fontes de interferências, reduzida por efeitos de blindagem. Por sua vez,
o segundo é utilizado em ambientes onde as fontes de interferência não são tão comuns.
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Meios físicos de comunicação - Cabos Fibras ópticas Este tipo de cabo, similar ao cabo
Meios físicos de comunicação - Cabos
Fibras ópticas
Este tipo de cabo, similar ao cabo coaxial é composto por um ou vários
filamentos, muito finos, de vidro, rodeado por materiais isolantes e amortecedores de
choque, com capacidade de transmissão a grande distância e a grande velocidade (1
Gbps).
Não é afectado por interferências.
O sinal transmitido a grandes distâncias é atenuado o que implica uma perda
de amplitude ou intensidade do sinal, limitando a longitude do cabo.
Os segmentos podem ser de até 2, 200 metros.
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Meios físicos de comunicação - Cabos Tipos de Cabo Custo do Cabo Velocidade Distâncias Coaxial
Meios físicos de comunicação - Cabos
Tipos de Cabo
Custo do Cabo
Velocidade
Distâncias
Coaxial
Médio
Até 10Mb/seg
Até 500 Mts
STP (Blindado)
Médio
Até 1Gb/seg
Até 100 Mts
UTP (Não Blindado)
O mais barato
Até 1Gb/seg
Até 100 Mts
Fibra Óptica
Elevado
Até 1Gb/seg
Até 2,2 Kms
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Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço Refere-se a sistemas de informação integrados num
Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço
Refere-se a sistemas de informação integrados num ambiente de trabalho via
ligações sem fio, utilizando tecnologias como radio frequência (RF), infravermelho,
microondas, laser, etc…
Onda é a manifestação de um fenómeno físico no qual uma fonte perturbadora
fornece energia a um sistema e essa energia desloca-se através de pontos desse
sistema. Observemos a propagação de um impulso numa corda para melhor
entendermos esse conceito:
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Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço Ondas de Infravermelhos As redes baseadas em
Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço
Ondas de Infravermelhos
As redes baseadas em infravermelhos ou lasers utilizam a mesma tecnologia
usada em produtos como controles remotos de aparelhos de TV. Assim, estes raios
infravermelhos podem ser usados para transmitir sinais digitais entre computadores
exigindo que os mesmos se encontrem relativamente próximos uns dos outros, bem
como a inexistência de obstruções físicas no espaço onde os sinais circulam.
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Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço Ondas de Rádio Trata-se do mesmo tipo
Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço
Ondas de Rádio
Trata-se do mesmo tipo de ondas utilizadas nas transmissões de rádio. A
constituição de redes baseadas em ondas de rádio implica a instalação de antenas ou
dispositivos de emissão e recepção, que devem estar em linha de vista para transmitir e
receber os sinais. O seu principal uso é interligar redes locais em diferentes prédios
(conseguem ultrapassar pequenos obstáculos como por exemplo paredes finas), mas a
partir de certa distância torna-se necessária a instalação de retro transmissores.
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Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço Ondas de Satélite Os satélites utilizados para
Meios físicos de comunicação – Ondas no Espaço
Ondas de Satélite
Os
satélites
utilizados
para
transmissão
de
dados
sob
a
forma
digital
encontram-se situados em órbitas geostacionárias, em torno do equador, a cerca de 30-
40Km da superfícies terrestre. A comunicação com esses satélites implica antenas
parabólicas, ou seja, dispositivos de transmissão capazes de efectuar uplinks (emissões
da terra para o satélite) e downlinks (recepções do satélite para a terra).
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Dimensão da rede Uma rede de computadores pode ser de pequena dimensão (um exemplo simples
Dimensão da rede
Uma rede de computadores pode ser de pequena dimensão (um exemplo simples é
a partilha de uma impressora por dois computadores pessoais) ou de grande dimensão
(dezenas ou centenas de computadores de vários tipos).
Pode ser tão simples como dois computadores pessoais ligados por um cabo, ou
complexa bastante que recorra a satélites, circuitos telefónicos especiais, fibras ópticas, etc
Tipos de redes segundo a abrangência geográfica:
• LAN (Local Area Network)
As redes locais são geralmente utilizadas para ligar computadores que distam entre si
apenas algumas centenas de metros (entre vários departamentos dentro de um mesmo
edifício, ou até entre edifícios adjacentes utilizando, por vezes, os cabos da rede
telefónica).
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Dimensão da rede • WLAN As Wireless LAN (LANs sem fios) consolidaram-se como uma boa
Dimensão da rede
• WLAN
As Wireless LAN (LANs sem fios) consolidaram-se como uma boa opção de rede local,
onde exista necessidade de mobilidade dos pontos de rede e/ou existam dificuldades
de implementação de cablagem. Tais máquinas podem ser usadas em qualquer lugar
dentro de um prédio que possua uma wireless lan implementada;
• MAN (Metropolitan Area Network)
Abrange
a
extensão
de
vários
prédios
situados
dentro
de
uma
mesma
região
metropolitana;
• WAN (Wide Area Network)
Redes que permitem abranger extensões muito grandes como um país ou continente.
São normalmente formadas por várias LANs (pequenas sub-redes);
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Topologia da rede (redes cableadas) Forma pela qual os vários componentes que compõem uma rede
Topologia da rede (redes cableadas)
Forma pela qual os vários componentes que compõem uma rede se interligam.
A topologia abrange 3 campos: físico, eléctrico e lógico. Os 2 primeiros podem entender-
se como a configuração da cablagem, mas quando se fala da configuração lógica, está-
se a pensar na forma como a informação é tratada dentro da rede, como circula de um
sítio para o outro, como as máquinas estão ligadas em termos de desenho, ou seja, em
termos de estrutura:
• Rede Linear/Barramento: onde as estações são ligadas a um barramento central
único;
• Anel: as estações são conectadas sequencialmente umas às outras, formando um
caminho fechado em forma de anel;
• Estrela: as estações estão conectadas a um nó central único.
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Topologia da rede (redes cableadas) Rede Linear (BUS/Barramento) Rede em que há exactamente dois nós
Topologia da rede (redes cableadas)
Rede Linear (BUS/Barramento)
Rede em que há exactamente dois nós terminais, um número qualquer de nós
intermédios e um só caminho entre cada dois nós (todos os nós da rede se encontram ligados
uns aos outros numa linha). O desenho de rede linear é aparentemente simples reduzindo-se a
um único cabo que se estende de um computador até ao seguinte. Os extremos do cabo
terminam com uma resistência chamada terminador que para além de indicar que não existem
mais estações de trabalho nos extremos, permite encerrar o bus.
A Rede Linear utiliza a técnica de broadcasting, isto é, quando um nó envia uma
transmissão, a mesma é enviada para todos os nós da rede em simultâneo, tendo cada nó que
verificar se a informação lhe é destinada. Caso a informação tenha sido recebida sem
anomalias é enviado um aviso de recepção ao nó emissor.
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Topologia da rede (redes cableadas) Anel (Ring) Numa rede em anel os computadores estão ligados
Topologia da rede (redes cableadas)
Anel (Ring)
Numa rede em anel os computadores estão ligados entre si através de um cabo em
forma de circunferência (anel) e todas as estações de trabalho se conectam a esse anel.
A informação passa de nó em nó através da circunferência. O percurso é único e
singular. Cada nó verifica se a informação em causa lhe é destinada e processa-a. Caso
contrário remete-a para o nó seguinte que efectua o mesmo procedimento até que seja
encontrado o nó destino da transmissão. (Meio de acesso tipo ‘passagem de testemunho’).
A estrutura em anel é, de certa forma, semelhante à estrutura linear, com a diferença
de não existir final de linha. Trata-se de um loop infinito.
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Topologia da rede (redes cableadas) Estrela (Star) O desenho em estrela é uma das primeiras
Topologia da rede (redes cableadas)
Estrela (Star)
O desenho em estrela é uma das primeiras configurações de rede e é cada vez
mais utilizado.
As principais características de uma rede em estrela são:
Todas as estações de trabalho estão conectadas a um nó central (concentrador/hub) que
funciona como sinaleiro em todas as transmissões efectuadas pelos restantes nós, formando
uma estrela física
Cada vez que se pretende estabelecer comunicação entre dois computadores, toda a
informação transferida de um para o outro passa primeiro pelo nó central, ou seja, cada nó
está directamente conectado ao nó central
HUB
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Topologia da rede (redes cableadas) Tipo de Topologias Pontos Positivos Pontos Negativos Topologia Estrela É
Topologia da rede (redes cableadas)
Tipo de Topologias
Pontos Positivos
Pontos Negativos
Topologia Estrela
É mais tolerante a falhas, a falha
de um PC não afecta os restantes
.
.
Custo de instalação maior
porque recebe mais cabos.
.
Fácil de acrescentar novos PC´s
HUB
Se o ponto de centralização
falha, a rede falha
.
.
Gestão centralizada
Topologia Anel
.
Razoavelmente fácil de instalar.
.
Se uma estação pára todas
.
Requer menos cabos
param.
.
Desempenho uniforme
Os problemas são difíceis
de isolar.
.
Topologia Barrramento
.
Simples e fácil de instalar
A rede fica mais lenta em
períodos de uso intenso.
.
.
Requer menos cabos
Os problemas são difíceis
de isolar.
.
.
Fácil de ampliar
hub hub
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Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi) • Cada vez mais banais; • Ausência de fios; •
Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi)
• Cada vez mais banais;
• Ausência de fios;
• Podem ser usadas em combinação com LANs cableadas, onde os pontos que necessitam
de mobilidade são ligados à rede pelo meio "wireless" e as estações fixas são ligadas à
rede via cabo.
• O formato mais generalizado para as redes sem fios actuais é o 802.11g. Especifica um
interface de comunicação sem fios entre um cliente e uma estação base ou entre dois
clientes;
• Opera na frequência 2,4 GHz e suporta transmissões até 54Mbps;
• Outros padrões: 802.11b (11Mbps); 802.11n (540Mbps, em 2008).
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Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi) Dois tipos de Rede: • Ad-hoc • Infra-estruturada; Uma rede
Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi)
Dois tipos de Rede:
• Ad-hoc
• Infra-estruturada;
Uma rede Ad-Hoc é composta por estações dentro de um mesmo espaço que
se comunicam entre si sem a ajuda de uma infra-estrutura. Qualquer estação pode
estabelecer uma comunicação directa com outra estação.
Já numa rede infra-estruturada, é utilizado um ponto de acesso que é
responsável por quase toda a funcionalidade da rede. De modo a aumentar a cobertura e
uma rede Infrastructure vários pontos de acesso podem ser interligados através de um
backbone.
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Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi) Equipamento Instituto Politécnico de Tomar – Escola Superior de Gestão
Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi)
Equipamento
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Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi) O acesso à Web sem fios, a partir de pontos
Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi)
O acesso à Web sem fios, a partir de pontos de acesso wireless, em locais
públicos, como aeroportos e centros de conferência, é já uma realidade em muitos
pontos de Portugal.
A massificação destes pontos de acesso, faz com que zonas como o parque
Expo ou o Centro Comercial do Colombo, sejam percorridos por inúmeros jovens que
jogam em rede, ou por executivos que nas suas horas de almoço aproveitam para concluir
negócios.
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Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi) Sistemas cableados versus sistemas sem fios (tecnologia wi-fi): Vantagens wireless
Redes sem fios (Tecnologia Wi-Fi)
Sistemas cableados versus sistemas sem fios (tecnologia wi-fi):
Vantagens wireless
Menor custo de instalação e exploração,
Maior rapidez de instalação e distribuição,
Mobilidade total,
Convergência tecnológica num futuro próximo
Desvantagens wireless
Menor imunidade a interferências e escutas,
Aumento da energia electro-magnética com consequências para a saúde ainda
desconhecidas,
Menores larguras de banda actualmente disponíveis.
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Arquitectura TCP/IP Os computadores necessitam de um conjunto de regras para comunicarem eficientemente. Exemplo de
Arquitectura TCP/IP
Os computadores necessitam de um conjunto de regras para comunicarem
eficientemente. Exemplo de um protocolo humano e de um protocolo de redes de
computadores:
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Arquitectura TCP/IP A camada n numa máquina "conversa" com a camada n de outra máquina.
Arquitectura TCP/IP
A camada n numa máquina "conversa" com a camada n de outra máquina. As
regras utilizadas nesta conversação são colectivamente chamadas de protocolo
de comunicação da camada n.
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Arquitectura TCP/IP A arquitectura TCP / IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) que possui
Arquitectura TCP/IP
A arquitectura TCP / IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) que possui
apenas 4 camadas, surge da necessidade de interligar diferentes tipos de hardware e
software. Desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o TCP/IP
designa dois protocolos que funcionando juntos permitem a transmissão de dados
(sequências de bytes) através da Internet.
Esquema de endereçamento universal;
Fornece um conjunto de protocolos de aplicação orientados para as necessidades
concretas e importantes dos utilizadores;
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Arquitectura TCP/IP Telnet, FTP, SMTP, HTTP, DNS, etc… TCP IP Ethernet, FastEthernet, GigaEthernet RDIS,Redes sem
Arquitectura TCP/IP
Telnet, FTP, SMTP, HTTP,
DNS, etc…
TCP
IP
Ethernet, FastEthernet,
GigaEthernet
RDIS,Redes sem Fios, etc
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Arquitectura TCP/IP O protocolo transfere a informação em pedaços (pacotes). A parte IP da norma
Arquitectura TCP/IP
O protocolo transfere a informação em pedaços (pacotes).
A parte IP da norma designa qual o computador a que o pacote se destina.
Os dados são enviados para outro computador que esteja uma etapa mais perto do
computador de destino e assim sucessivamente.
Cada vez que um pacote passa por um desses computadores ou router (computador
que encaminha dados na rede), o TCP verifica se a informação contida no pacote se
encontra intacta.
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Arquitectura TCP/IP Protocolos de Interface com o meio físico Na Arquitectura TCP/IP, os protocolos de
Arquitectura TCP/IP
Protocolos de Interface com o meio físico
Na Arquitectura TCP/IP, os protocolos de interface com o meio físico são muitos e de
naturezas muito diversas, dependendo das características do meio físico de
comunicação, do tipo e da topologia da rede;
Estes protocolos são responsáveis pela transmissão da informação no meio físico;
Devem isolar a tecnologia (utilizada no meio físico) dos níveis superiores da arquitectura;
A Ethernet é uma tecnologia de redes locais que permite a transmissão de informação,
entre computadores, a 10Mbit/s (Ethernet), a 100Mbit/s (EthernetRápida), a 1Gbit/s
(Gigabit Ethernet), ou a 10Gbit/s (Gigabit Ethernet).
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Arquitectura TCP/IP Comparação dos vários tipos de Ethernet: Instituto Politécnico de Tomar – Escola Superior
Arquitectura TCP/IP
Comparação dos vários tipos de Ethernet:
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Arquitectura TCP/IP IP É o principal protocolo da camada de rede da arquitectura TCP/IP; Os
Arquitectura TCP/IP
IP
É o principal protocolo da camada de rede da arquitectura TCP/IP;
Os pacotes (designados por datagramas) gerados pelo IP contém os endereços IP do
remetente e do destinatário;
Os datagramas são lançados para a rede e seguem percursos variáveis determinados
pelo estado da rede. São extintos se ao fim de um determinado tempo não atingirem o
destino;
O IP não garante aos protocolos da camada superior a entrega dos datagramas no
respectivo destino nem que o fazem pela mesma ordem com que foram enviados
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Arquitectura TCP/IP IP, Routers IP São sistemas que encaminham os datagramas IP, interligando assim duas
Arquitectura TCP/IP
IP, Routers IP
São sistemas que encaminham os datagramas IP, interligando assim duas ou mais
redes;
Os routers fazem o encaminhamento dos datagramas caso-a-caso, por isso é possível
que 2 datagramas com a mesma origem e o mesmo destino sigam percursos
diferentes;
Os routers possuem protocolos específicos para a determinação das localizações dos
sistemas e para o conhecimento do estado dos percursos através das redes;
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Arquitectura TCP/IP IPV4 Todos os endereços IP são de 32 bits e são usados nos
Arquitectura TCP/IP
IPV4
Todos os endereços IP são de 32 bits e são usados nos campos Endereço de Origem
e Endereço de Destino dos datagramas IP;
Classes de endereços IP:
Classe A;
Classe B;
Classe C;
Classe D;
Classe E.
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Arquitectura TCP/IP Numa rede classe C, é possível definir 256 endereços, uma vez que a
Arquitectura TCP/IP
Numa rede classe C, é possível definir 256 endereços, uma vez que a parte do
endereço reservada para a identificação de hosts tem 8 bits.
De modo a facilitar a escrita dos endereços IP, estes podem ser representados na
forma decimal, que consiste em quatro números decimais de 0 a 255, separados por
pontos, correspondendo cada número à representação decimal do byte
correspondente do endereço IP.
Exemplo: O seguinte endereço IP:
11000111 10000000 00010000 00100011
Pode ser representado na forma decimal:
199.128.16.35
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Arquitectura TCP/IP IPV6 Saturação do espaço de endereçamento devido ao rápido crescimento da Internet; Novas
Arquitectura TCP/IP
IPV6
Saturação do espaço de endereçamento devido ao rápido crescimento da Internet;
Novas tecnologias;
296 vezes o espaço de endereçamento do IPV4;
O IPV6 suporta endereços de rede de 128 bits;
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Arquitectura TCP/IP TCP É o principal protocolo da camada de transporte da arquitectura TCP/IP; Garante
Arquitectura TCP/IP
TCP
É o principal protocolo da camada de transporte da arquitectura TCP/IP;
Garante o ordenamento e a recuperação dos datagramas;
Suporta uma variedade muito grande de protocolos da camada de aplicação;
Fornece aos processos de aplicação um mecanismo de comunicação fiável resistente
às perdas de informação e ao desordenamento que pode ocorrer nas camadas
inferiores;
O TCP garante a entrega atempada da informação no destinatário. Se tal não for
possível é informada a camada de aplicação (time-out);
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Arquitectura TCP/IP DNS Na Internet, cada computador tem um endereço único que se designa por
Arquitectura TCP/IP
DNS
Na Internet, cada computador tem um endereço único que se designa por endereço IP
(explo: 192.168.31.164).
Ao contrário dos computadores, as pessoas lidam mais facilmente com palavras do
que com números.
A representação do nome completo de cada computador designa-se genericamente
por nome de domínio (www.ipt.pt), um sistema de identificação de endereços de
computadores na Internet, baseado em palavras.
Necessário determinar o endereço IP do computador de destino, antes de se
estabelecer uma comunicação com ele. Para tal existem os servidores de nomes de
domínio (DNS) que efectuam a conversão deste nome num número IP para que se
estabeleça a conexão. Tradução: Número x Nome
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Arquitectura TCP/IP Um sistema de nomes de domínio (DNS) consta de uma base de dados
Arquitectura TCP/IP
Um sistema de nomes de domínio (DNS) consta de uma base de dados de nomes
distribuída.
Na seguinte figura mostram-se vários domínios superiores, entre os quais se encontra
Meudominio, e um host chamado host, dentro do domínio meudominio.com. Se
alguém quisesse contactar com esse host utilizaria o nome de domínio completo
host.meudominio.com.
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Arquitectura TCP/IP A figura mostra como os servidores raiz da Internet atribuem autoridade à Microsoft
Arquitectura TCP/IP
A figura mostra como os servidores raiz da Internet atribuem autoridade à Microsoft
com relação à sua própria parte na árvore de espaço para nome de domínio DNS na
Internet
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Arquitectura TCP/IP Instituto Politécnico de Tomar – Escola Superior de Gestão de Tomar - [
Arquitectura TCP/IP
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Arquitectura TCP/IP Essencialmente os DNS são programas que gerem bases de dados de endereços IP,
Arquitectura TCP/IP
Essencialmente os DNS são programas que gerem bases de dados de endereços IP,
similares às listas telefónicas. Sem o conhecimento do número de telefone não é
possível estabelecer comunicação, com endereços IP acontece a mesma coisa.
O registo de novos domínios
Registar domínio quando se pretende ligar um computador à Internet;
O nome deve ser registado numa instituição responsável pela criação e gestão de
novos nomes de domínio.
Em Portugal esse serviço é gerido pela FCCN (Fundação para a Computação
Científica Nacional).
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Arquitectura TCP/IP DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) Atribuição de endereços IP: • Manual • Simples;
Arquitectura TCP/IP
DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol)
Atribuição de endereços IP:
• Manual
• Simples;
• Não há necessidade de servidores de atribuição de endereços;
• Obriga à configuração manual de clientes e servidores;
• Não exequível em redes de grandes dimensões;
• Automática
• DHCP;
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Arquitectura TCP/IP O DHCP tem a capacidade de distribuir endereços de forma dinâmica para as
Arquitectura TCP/IP
O DHCP tem a capacidade de distribuir endereços de forma dinâmica para as
estações, usando três métodos de fornecimento distintos:
Empréstimo de endereço aleatório por tempo limitado: Neste tipo de fornecimento
de endereço IP, o servidor fornece ao cliente um endereço IP obtido de um conjunto
pré-definido de endereços (p.ex. 192.168.0.10 a 192.168.0.90) por um tempo pré
determinado;
Empréstimo de endereço aleatório por tempo infinito: Neste tipo, o servidor
associa um endereço obtido do conjunto de endereços a um cliente na
primeira vez que este cliente contactar o servidor. Nas demais vezes, será
fornecido o mesmo endereço a este cliente (associado através do endereço
MAC), mesmo que as duas máquinas sejam desligadas e ligadas;
Empréstimo de endereço fixo: há a associação explícita entre o endereço IP e o
endereço MAC da máquina origem, estipulado numa tabela de configuração.
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Arquitectura TCP/IP NAT (Network Address Translation) Cada computador que acede à Internet deve ter o
Arquitectura TCP/IP
NAT (Network Address Translation)
Cada computador que acede à Internet deve ter o protocolo TCP/IP e um endereço IP
válido;
Tal situação cria problemas a nível da capacidade de endereçamento;
O NAT (até que o IPV6 esteja em uso na maioria dos sistemas) surgiu como
alternativa para o problema da falta de endereços IPV4 na Internet;
Com o uso do NAT, os computadores da rede interna utilizam os chamados
endereços privados, endereços que só são visíveis dentro de uma organização;
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Arquitectura TCP/IP As faixas de endereços privados são os seguintes: 10.0.0.0 10.255.255.255 172.16.0.0
Arquitectura TCP/IP
As faixas de endereços privados são os seguintes:
10.0.0.0 10.255.255.255
172.16.0.0 172.31.255.255
192.168.0.0 192.168.255.255
Os endereços privados não são válidos na Internet, uma vez que são descartados
pelos routers;
Pelo facto, é possível que várias entidades possam utilizar a mesma faixa de
endereços privados;
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Arquitectura TCP/IP No entanto, com o uso do NAT, é possível fornecer acesso à Internet
Arquitectura TCP/IP
No entanto, com o uso do NAT, é possível fornecer acesso à Internet para um
grande número de computadores da rede interna, usando um número
reduzido de endereços IP;
Assim, é perfeitamente possível ter 100 computadores com acesso à Internet
(configurados com endereços privados), utilizando um único endereço IP
válido: o endereço IP do servidor configurado como NAT;
A cada instante de tempo, o número de máquinas que fala com o mundo
exterior é menor que o total instalado numa organização;
Neste contexto, os IPs globais podem ser dinamicamente distribuídos por um
servidor NAT de acordo com a necessidade e os IPs disponíveis.
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Arquitectura TCP/IP Quando um cliente interno tenta comunicar com a Internet, manda o pacote de
Arquitectura TCP/IP
Quando um cliente interno tenta comunicar com a Internet, manda o pacote de
dados para o servidor NAT que substitui/traduz o endereço interno do cliente
como endereço de origem, por um endereço válido na Internet:
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Redes Móveis • A 1ª G caracterizava-se por ser suportada por tecnologia analógica e suportar
Redes Móveis
• A 1ª G caracterizava-se por ser suportada por tecnologia analógica e suportar apenas voz.
• A 2ª G usa tecnologia digital e permite suportar dados, embora tenha sido originalmente
projectada para voz. É usualmente identificada como o serviço GSM (Global System for
Mobile).
• A 2.5ª G apresenta melhorias significativas na capacidade de transmissão de dados e surge
associada ao GPRS (General Packet Radio Service). Velocidade de 54Kbps.
• A 3ª G utiliza tecnologia digital para suporte de voz, dados e multimédia através de UMTS
(Universal Mobile Telecommunication Service). Velocidade de 384kps.
• A 3.5ª G ou HSDPA (High Speed Downlink Packet Access) é uma tecnologia que permite a
transmissão de dados a alta velocidade proporcionando o acesso à Internet, ao correio
electrónico, etc… A sua principal vantagem é o aumento de velocidade (3,6Mbps).
• A 4ª G, com velocidades de 40Mbps, aumentará ainda mais o potencial dos telemóveis
como plataforma de entretenimento.
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Partilhar Pastas Verificar se o serviço de partilha já está instalado Instituto Politécnico de Tomar
Partilhar Pastas
Verificar se o serviço de partilha já está instalado
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Partilhar Pastas Qualquer dispositivo que é reconhecido como um disco pelo sistema operativo pode ser
Partilhar Pastas
Qualquer dispositivo que é reconhecido como um disco pelo sistema operativo
pode ser partilhado:
Para partilhar uma pasta ou disco clique com o botão direito do rato e seleccione
a opção Compartilhamento e Segurança do menu que aparecerá. No nosso
exemplo iremos partilhar a partição D: inteira, mas podíamos partilhar apenas
uma pasta do disco rígido.
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Partilhar Pastas No menu que aparecerá, clique em “Se você sabe que há risco, mas
Partilhar Pastas
No menu que aparecerá, clique em “Se você sabe que há risco, mas deseja
compartilhar a raiz da unidade mesmo assim, clique aqui”.
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Partilhar Pastas Na próxima janela, marque a opção “Compartilhar esta pasta na rede” e dê
Partilhar Pastas
Na próxima janela, marque a opção “Compartilhar esta pasta na rede” e dê
um nome para a partilha em “Compartilhamento” (usamos “Dados”, nome
pela qual será conhecida na rede).
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Aceder a Pastas Partilhadas Para aceder a pastas partilhadas disponíveis na sua rede, clique em
Aceder a Pastas Partilhadas
Para aceder a pastas partilhadas disponíveis na sua rede, clique em Meus
locais de rede, ícone que está localizado na Área de Trabalho do Windows.
Dê um duplo clique na pasta partilhada que deseja aceder e isto é tudo o que
você precisa fazer para aceder a uma pasta partilhada.
Se uma pasta que você sabe que está partilhada não estiver a ser mostrada nos
Meus Locais de Rede – um problema muito comum -, pressione a tecla F5. Isto é
um atalho para a função “Actualizar”.
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Aceder a Pastas Partilhadas Se a pasta partilhada que você quer aceder ainda não aparece,
Aceder a Pastas Partilhadas
Se a pasta partilhada que você quer aceder ainda não aparece, clique em “Adicionar
um local de rede” (primeira opção na coluna da esquerda), e, no ecrã que aparecerá,
clique no botão Avançar, Escolher outro local de rede, e clique em Avançar.
No ecrã seguinte, você pode explorar a sua rede clicando no botão Procurar. Isto
permitirá localizar o computador e a pasta partilhada a que quer aceder.
Algumas vezes, no entanto, o Windows não listará o computador ou a pasta partilhada.
Se isto acontecer pode adicionar manualmente a pasta partilhada que deseja aceder
digitando sua localização em “Endereço de rede ou na Internet”, no formato
\nome_comp\nome_partilha
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Aceder a Pastas Partilhadas É possível atribuir uma letra de unidade para a pasta partilhada,
Aceder a Pastas Partilhadas
É possível atribuir uma letra de unidade para a pasta partilhada, possibilitando
uma maneira mais fácil de aceder à pasta. Em vez de abrir as pastas
compartilhadas através dos Meus Locais de Rede, a pasta partilhada estará
acessível como F:, por exemplo.
Para fazer isto, abra o Meu Computador, Ferramentas, Mapear unidade de rede.
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Aceder a Pastas Partilhadas Na janela que será mostrada, você pode escolher uma letra de
Aceder a Pastas Partilhadas
Na janela que será mostrada, você pode escolher uma letra de unidade e
associá-la a uma pasta partilhada. No nosso caso, atribuímos à pasta Dados a
letra Z:. Com isso, esta pasta será acedida como sendo a unidade Z: do nosso
computador. Você pode também marcar a opção “Reconectar-se durante o
logon” se desejar que este mapeamento seja restabelecido quando você
reiniciar o computador.
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Aceder a Pastas Partilhadas Se no futuro desejar quebrar o mapeamento, clique com o botão
Aceder a Pastas Partilhadas
Se no futuro desejar quebrar o mapeamento, clique com o botão direito do rato
sobre ela no Meu Computador e escolha Desconectar do menu que aparecerá.
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Compartilhar Impressoras Clique no menu Iniciar, Configurações, Impressoras e aparelhos de fax, clique com o
Compartilhar Impressoras
Clique no menu Iniciar, Configurações, Impressoras e aparelhos de fax, clique com o
botão direito na sua impressora e escolha Compartilhamento no menu que aparecerá.
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Compartilhar Impressoras Na janela que aparecerá, marque a opção “Compartilhar esta impressora” e digite um
Compartilhar Impressoras
Na janela que aparecerá, marque a opção “Compartilhar esta impressora” e digite
um nome para a impressora compartilhada na caixa Nome do Compartilhamento.
Este é o nome pelo qual a sua impressora será conhecida pelos outros
computadores na sua rede.
Clique no botão OK e sua impressora estará acessível por todos os outros
computadores localizados na sua rede.
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Aceder a Impressoras Compartilhadas Veremos agora como os outros computadores podem aceder à sua impressora.
Aceder a Impressoras Compartilhadas
Veremos agora como os outros computadores podem aceder à sua impressora.
Para imprimir numa impressora localizada noutro computador da sua rede,
primeiro terá que instalar a impressora no seu computador. Para isso, clique
no menu Iniciar, Configurações, Impressoras e aparelhos de fax e, de seguida,
em Adicionar impressora. Clique em Avançar e seleccione “Uma impressora
de rede ou conectada a outro computador”.
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Aceder a Impressoras Compartilhadas Clique em Avançar terá três opções. Seleccione a primeira opção, “Procurar
Aceder a Impressoras Compartilhadas
Clique em Avançar terá três opções. Seleccione a primeira opção, “Procurar
impressora”, para localizar a impressora compartilhada. Clique então em
Avançar.
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Aceder a Impressoras Compartilhadas De seguida deve procurar na rede a impressora que deseja instalar
Aceder a Impressoras Compartilhadas
De seguida deve procurar na rede a impressora que deseja instalar no
computador. Clique em Avançar e responda Sim para a pergunta que será
feita pelo assistente.
Na próxima janela de diálogo define se deseja configurar a impressora de rede
como impressora padrão no seu computador.
Após esses passos a impressora de rede será instalada no seu computador. A
utilização dessa impressora é muito fácil, já que ela é instalada como se fosse
uma impressora fisicamente conectada ao seu computador.
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Redes Cliente/Servidor Numa rede cliente-Servidor existe um ou mais computadores que desempenham funções especiais
Redes Cliente/Servidor
Numa rede cliente-Servidor existe um ou mais computadores que desempenham
funções especiais (Serviço de ficheiros, base de dados e comunicação), que
consistem em prestar serviços aos outros computadores da rede; um computador que
desempenha essas funções chama-se Servidor (Server) e os outros computadores ou
postos de trabalho que utilizam esses serviços são chamados Clientes (hosts).
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Bibliografia Recursos Bibliográficos Sousa.Sérgio (1997). “Tecnologias de Informação. O que são? Para que
Bibliografia
Recursos Bibliográficos
Sousa.Sérgio (1997). “Tecnologias de Informação. O que são? Para que servem?”. FCA.
Exame Informática (Março de 2004, n.º 105, Ano 8).
Connect (Dezembro de 2003, n.º 59)
BIT (Março de 2004, n.º 66, Ano 6)
MARITNS.Eulália (1998). “Redes Locais – Perspectiva de Hardware”. Instituto de Informática.
On-line – Redes sem fios
http://wireless.com.pt
http://hotspotportugal.com
http://www.ptwireless.pt
http://netcabo.sapo.pt/wireless
http://www.telepac.pt/suporte/wifi
http://www.vodafone.pt/main/Servicos+Roaming/Servicos/WapDados/WirelessLan.htm
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