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O caminho para a Mecânica Quântica: na contramão do senso comum Rio de Janeiro, Março
O caminho para a Mecânica Quântica: na contramão do senso comum Rio de Janeiro, Março
O caminho para a Mecânica Quântica: na contramão do senso comum Rio de Janeiro, Março

O caminho para a Mecânica Quântica:

na contramão do senso comum

Rio de Janeiro, Março de 2009

M. C. Nemes

O caminho para a Mecânica Quântica: na contramão do senso comum Rio de Janeiro, Março de
Teoria Quântica dos campos Mecânica Relativística Eletromagnetismo v 0 c Mecânica Mecânica Clássica
Teoria Quântica
dos campos
Mecânica Relativística
Eletromagnetismo
v
0
c
Mecânica
Mecânica Clássica
Quântica
h
0?
velocidades

Dimensões

Relativística Eletromagnetismo v 0 c Mecânica Mecânica Clássica Quântica h 0? velocidades Dimensões
A Era Pré-Quântica Mecânica Newtoniana Óptica geométrica Mecânica Ondulatória Termodinâmica Eletromagnetismo Por

A Era Pré-Quântica

Mecânica NewtonianaA Era Pré-Quântica Óptica geométrica Mecânica Ondulatória Termodinâmica Eletromagnetismo Por que a Física era tida

Óptica geométricaA Era Pré-Quântica Mecânica Newtoniana Mecânica Ondulatória Termodinâmica Eletromagnetismo Por que a Física era

Mecânica OndulatóriaA Era Pré-Quântica Mecânica Newtoniana Óptica geométrica Termodinâmica Eletromagnetismo Por que a Física era tida

TermodinâmicaNewtoniana Óptica geométrica Mecânica Ondulatória Eletromagnetismo Por que a Física era tida como consolidada

EletromagnetismoÓptica geométrica Mecânica Ondulatória Termodinâmica Por que a Física era tida como consolidada no fim do

Por que a Física era tida como consolidada no fim do século XIX ?

Mecânica Ondulatória Termodinâmica Eletromagnetismo Por que a Física era tida como consolidada no fim do século
Mecânica Newtoniana Fenômenos (Tycho Brache) Leis Empíricas (J. Keppler) Teoria (Isaac Newton) 2 d r

Mecânica Newtoniana

Fenômenos (Tycho Brache) Leis Empíricas (J. Keppler) Teoria (Isaac Newton) 2 d r GM M
Fenômenos
(Tycho Brache)
Leis Empíricas
(J. Keppler)
Teoria
(Isaac Newton)
2
d
r
GM M
1
1
2
M
=
r ˆ
2
12
1 d
t
2 |
r
|
12
(J. Keppler) Teoria (Isaac Newton) 2 d r GM M 1 1 2 M = 

1643-1727

(J. Keppler) Teoria (Isaac Newton) 2 d r GM M 1 1 2 M = 
Conseqüências Cálculo diferencial e integral Previsão da existência de Netuno Órbitas planetárias com enorme

Conseqüências

Cálculo diferencial e integralConseqüências Previsão da existência de Netuno Órbitas planetárias com enorme precisão Corpos rígidos,

Previsão da existência de NetunoConseqüências Cálculo diferencial e integral Órbitas planetárias com enorme precisão Corpos rígidos, giroscópios,

Órbitas planetárias com enorme precisãodiferencial e integral Previsão da existência de Netuno Corpos rígidos, giroscópios, hidrodinâmica (submarinos e

Corpos rígidos, giroscópios, hidrodinâmica (submarinos e balões)Cálculo diferencial e integral Previsão da existência de Netuno Órbitas planetárias com enorme precisão

de Netuno Órbitas planetárias com enorme precisão Corpos rígidos, giroscópios, hidrodinâmica (submarinos e balões)
Óptica geométrica e Mecânica Ondulatória Relação entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia)

Óptica geométrica e Mecânica Ondulatória

Relação entre luz

geométrica e Mecânica Ondulatória Relação entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens

Imagens formadas

Mecânica Ondulatória Relação entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens animadas ( C i

Fixação de imagens (Fotografia)

entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens animadas ( C i n e m

Imagens animadas (Cinema)

entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens animadas ( C i n e m
entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens animadas ( C i n e m

Irmãos Lumière

entre luz Imagens formadas Fixação de imagens (Fotografia) Imagens animadas ( C i n e m
Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)

Estudo de ondas

Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)
Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)

Matemática

Som

Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)

Thomas A. Edison (1847-1931)

Fonográfo (reproduz e grava o som)

Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)
Estudo de ondas Matemática Som Thomas A. Edison (1847-1931) Fonográfo (reproduz e grava o som)
Termodinâmica Estudo de Máquinas Térmicas T 2 W T 1

Termodinâmica

Estudo de Máquinas Térmicas

T 2 W T 1
T 2
W
T 1
Termodinâmica Estudo de Máquinas Térmicas T 2 W T 1
Máquina a vapor Carro a vapor

Máquina a vapor

Máquina a vapor Carro a vapor
Máquina a vapor Carro a vapor

Carro a vapor

Máquina a vapor Carro a vapor
Eletromagnetismo Unificação da Eletricidade, Magnetismo e Óptica Equações de Maxwell   ◊E = 0

Eletromagnetismo

Unificação da Eletricidade, Magnetismo e Óptica

Equações

de

Maxwell

 

◊E = 0   ∂ B E = ∂ t
◊E =
0
B
E
=
t
 

B = 0

 

B

=

0

j

+

0

E

0

t

 ∂ B E = ∂ t   ◊ B = 0     
Do lampião… a luz elétrica

Do lampião… a luz elétrica

Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
Do lampião… a luz elétrica
O que se sabia sobre a matéria? Há 2400 anos: Anaxágoras  spermata Demócrito 

O que se sabia sobre a matéria?

Há 2400 anos: Anaxágoras  spermata Demócrito  átomos Anaxágoras spermata Demócrito átomos

Século XIX: Tabela periódica classifica os elementos Tabela periódica classifica os elementos

Antes da aceitação do conceito atômico, a razão entre massas dos elementos era conhecida

classifica os elementos Antes da aceitação do conceito atômico, a razão entre massas dos elementos era
Dalton  as massas de vários elementos químicos determinado um estavam sempre para formar composto
Dalton  as massas de vários elementos químicos determinado um estavam sempre para formar composto

Dalton

as

massas de vários

elementos químicos

determinado

um

estavam

sempre

para

formar

composto

na

mesma

proporção

Peso atômico

Elemento

Hidrogênio

1 (por def.)

Nitrogênio

4,2

Carbono

4,3

Oxigênio

5,5

Enxofre

14,4

atômico Elemento Hidrogênio 1 (por def.) Nitrogênio 4,2 Carbono 4,3 Oxigênio 5,5 Enxofre 14,4
Interpretação de Dalton: A água consistia de partículas (moléculas) e cada uma conteria: “1 átomo
Interpretação de Dalton: A água consistia de partículas (moléculas) e cada uma conteria: “1 átomo

Interpretação de Dalton:

A água consistia de partículas (moléculas) e cada uma conteria:

“1 átomo de hidrogênio e 1 de oxigênio”

Dalton: A água consistia de partículas (moléculas) e cada uma conteria: “1 átomo de hidrogênio e
Próximo passo para a teoria atômica J. L.Gay-Lussac (1778-1850) Percebe que também os gases se
Próximo passo para a teoria atômica J. L.Gay-Lussac (1778-1850) Percebe que também os gases se

Próximo passo para a teoria atômica

Próximo passo para a teoria atômica J. L.Gay-Lussac (1778-1850) Percebe que também os gases se combinavam

J. L.Gay-Lussac (1778-1850) Percebe que também os gases se combinavam em proporções fixas (P, T constantes)

2 vol H + 1 vol O  2 vol Vapor

2

vol H + 1 vol O 2 vol Vapor

d’água

1 vol N + 3 vol H  2 vol Amônia

1

vol N + 3 vol H 2 vol Amônia

fixas (P, T constantes) 2 vol H + 1 vol O  2 vol Vapor d’água
Explicação: “Volumes iguais de qualquer gás numa dada temperatura e pressão, sempre contém o mesmo
Explicação: “Volumes iguais de qualquer gás numa dada temperatura e pressão, sempre contém o mesmo

Explicação:

“Volumes iguais de qualquer gás numa dada temperatura e pressão, sempre contém o mesmo número de partículas do gás.”

2

N

H

2

2

+

+

3

O

2

H

2

2

2

H O

2

NH

3

temperatura e pressão, sempre contém o mesmo número de partículas do gás.” 2 N H 2
A Radioatividade 1895: W. C. Röntgen, Würzburg raios catódicos colidem com a parede de vidro

A Radioatividade

A Radioatividade 1895: W. C. Röntgen, Würzburg raios catódicos colidem com a parede de vidro do

1895: W. C. Röntgen, Würzburg raios catódicos colidem com a parede de vidro do tubo e surgem “raios” misteriosos altamente penetrantes Raios X

Impressão detectável em placas fotográficas“raios” misteriosos altamente penetrantes  Raios X Fluorescência (fótons v i s í v e l

Fluorescência (fótons  Raios X Impressão detectável em placas fotográficas v i s í v e l )

visível )

<<

em placas fotográficas Fluorescência (fótons v i s í v e l ) << Seria a

Seria a única forma de radiação ??

1896: Becquerel (1852-1908), Ecole Polytechnique Hipótese: emissão de raios X de cristais é provocada pelo
1896: Becquerel (1852-1908), Ecole Polytechnique Hipótese: emissão de raios X de cristais é provocada pelo

1896: Becquerel (1852-1908), Ecole Polytechnique Hipótese: emissão de raios X de cristais é provocada pelo Sol. Descoberta: placa guardada junto com o cristal em lugar escuro foi sensibilizada !

Radiação propriedade intrínseca

da

matéria ??

guardada junto com o cristal em lugar escuro foi sensibilizada ! Radiação  propriedade intrínseca da
1898: Marie (1867-1934) e Pierre Curie (1859-1906) Descoberta das radiações e  Confirmação de Rutherford
1898: Marie (1867-1934) e Pierre Curie (1859-1906) Descoberta das radiações e  Confirmação de Rutherford

1898: Marie (1867-1934) e Pierre Curie (1859-1906)

Descoberta das

radiações

e

Confirmação de Rutherford (Canadá)

Descrição teórica:

d

N = d t

N

de Rutherford (Canadá) Descrição teórica: d N = d t N : vida média (característica do

: vida média (característica do material)

de Rutherford (Canadá) Descrição teórica: d N = d t N : vida média (característica do
Interpretação probabilística Vida média do núcleo mãe (anos) Série 1 o decaimento Produto final

Interpretação probabilística

Vida média do núcleo mãe (anos)

Série

1 o decaimento

Produto final

Tório

1,40 x 10 10

232 Th 228 Ra +

208

Pb

232

Neptúni

2,14 x 10 6

237 Np 233 Pa +

209

Bi

o 237

 

Urânio

238 U 234 Th +

238

4,17 x 10 9

206 Pb

Urânio

235 U 231 Th +

235

7,04 x 10 8

207 Pb

x 10 9 206 P b Urânio 2 3 5 U  2 3 1 T
Decaimento unidades Decaimento decresce massa por 4 muda o tipo de núcleo 83 66,3% P

Decaimento unidades

Decaimento

decresce massa por 4

muda o tipo de núcleo

83

66,3%
66,3%

Po 212
84

Bi 212 33,7%
Bi 212
33,7%

Ti 208
81

massa por 4 muda o tipo de núcleo 83 66,3% P o 212 84 Bi 212

massa por 4 muda o tipo de núcleo 83 66,3% P o 212 84 Bi 212

82

82

Pb 208

Pb 208

massa por 4 muda o tipo de núcleo 83 66,3% P o 212 84 Bi 212
O que é a eletricidade? propriedade intrínseca das substâncias fluido produzido e transferido ao se

O que é a eletricidade?

propriedade intrínseca das substânciasO que é a eletricidade? fluido produzido e transferido ao se atritar objetos “virtude elétrica” S.

fluido produzido e transferido ao se atritar objetosO que é a eletricidade? propriedade intrínseca das substâncias “virtude elétrica” S. Gray (1667 – 1703)

“virtude elétrica” S. Gray (1667 –

1703)

das substâncias fluido produzido e transferido ao se atritar objetos “virtude elétrica” S. Gray (1667 –
1733: C.F.de F. Dufay (1698-1738) Pedaços de metal em contato com vidro eletrizado: repelem entre
1733: C.F.de F. Dufay (1698-1738) Pedaços de metal em contato com vidro eletrizado: repelem entre

1733: C.F.de F. Dufay

(1698-1738)

Pedaços de metal em contato com vidro eletrizado:

repelem entre siPedaços de metal em contato com vidro eletrizado: atraem metal em contato com resina eletrizada 

atraem metal em contato com resina eletrizadade metal em contato com vidro eletrizado: repelem entre si  Existem dois tipos de eletricidade:

Existem dois tipos de eletricidade:

1. Vítrea

2. Resinosa

entre si atraem metal em contato com resina eletrizada  Existem dois tipos de eletricidade: 1.
Eletricidade é um fluido: Consistente com os experimentos do século XVIII Desafiado por Benjamin Frankling:

Eletricidade é um fluido:Consistente com os experimentos do século XVIII Desafiado por Benjamin Frankling:  existe um único

Eletricidade é um fluido: Consistente com os experimentos do século XVIII Desafiado por Benjamin Frankling: 

Consistente com os experimentos do século XVIII

Desafiado por Benjamin Frankling:um fluido: Consistente com os experimentos do século XVIII  existe um único tipo de fluido!

do século XVIII Desafiado por Benjamin Frankling:  existe um único tipo de fluido! “a matéria

existe um único tipo de fluido! “a matéria absorve eletricidade como uma esponja.” excesso eletricidade positiva

falta

eletricidade negativa

Conservação da carga

como uma esponja.” excesso  eletricidade positiva falta  eletricidade negativa  Conservação da carga
Como é esse “fluido”? J. H. Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P =

Como é esse “fluido”?

J. H. Geissler (1819-1879)Como é esse “fluido”? Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4 Pa) J.J.

Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4 Pa) -4 Pa)

J.J. Thomson (1856-1940)esse “fluido”? J. H. Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4

1896: descobre o elétron!é esse “fluido”? J. H. Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P = 10 -

Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4 Pa) J.J. Thomson (1856-1940)
Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4 Pa) J.J. Thomson (1856-1940)
Geissler (1819-1879) Inventou a bomba de vácuo (P = 10 - 4 Pa) J.J. Thomson (1856-1940)
Conseqüências da descoberta do elétron Matéria é neutra  deve haver cargas + Como estão

Conseqüências

da

descoberta do
descoberta do

elétron

Matéria é neutra  deve haver cargas + deve haver cargas +

Como estão distribuídas?do elétron Matéria é neutra  deve haver cargas +  Modelo de Thomson Problemas com

neutra  deve haver cargas + Como estão distribuídas?  Modelo de Thomson Problemas com o

Modelo de Thomson

Problemas com o modelo:cargas + Como estão distribuídas?  Modelo de Thomson Teorema de Earnshaw: impossível o equilíbrio

Teorema de Earnshaw: impossível o equilíbrio eletrostático As partículas estão em movimento Emissão de radiação Como é a matéria? século XX, Mec. Quântica

As partículas estão em movimento Emissão de radiação Como é a matéria?  século XX, Mec.
As partículas estão em movimento Emissão de radiação Como é a matéria?  século XX, Mec.
As partículas estão em movimento Emissão de radiação Como é a matéria?  século XX, Mec.
As partículas estão em movimento Emissão de radiação Como é a matéria?  século XX, Mec.
Resultados sólidos da Física Clássica Estados dos corpos são descritos por trajetórias (Newton) { x

Resultados sólidos da Física Clássica

Resultados sólidos da Física Clássica Estados dos corpos são descritos por trajetórias (Newton) { x (

Estados dos corpos são descritos por trajetórias (Newton)

{x(t), p(t)}

Partículas aceleradas emitem radiação e perdem energia (Maxwell) A emissão de radiação é contínua

t )} • Partículas aceleradas emitem radiação e perdem energia (Maxwell) • A emissão de radiação
energia carregada pela radiação A é proporcional a sua intensidade A luz é uma onda

energia carregada pela radiaçãoA

A

é

proporcional a sua intensidade

A luz é uma ondapela radiação A é proporcional a sua intensidade A Física Quântica vem na contramão dessas idéias

A Física Quântica vem na contramão dessas idéias !!!

A é proporcional a sua intensidade A luz é uma onda A Física Quântica vem na
Radiação de negro corpo Corpo negro: Absorve e emite radiação na mesma taxa.

Radiação de negro

Radiação de negro corpo Corpo negro: Absorve e emite radiação na mesma taxa.

corpo

Corpo

negro:

Absorve e emite radiação na mesma taxa.

Radiação de negro corpo Corpo negro: Absorve e emite radiação na mesma taxa.
Radiação de negro corpo Corpo negro: Absorve e emite radiação na mesma taxa.
R µ T 4 max T = 2,198 ◊ m K

R µ T

4

max

T =

2,198

m K

R µ T 4 max T = 2,198 ◊ m K
Descrição clássica Partículas carregadas emitem radiação de forma contínua Energia da radiação só depende da

Descrição clássica

Partículas carregadas emitem radiação de forma contínuaDescrição clássica Energia da radiação só depende da intensidade

Energia da radiação só depende da intensidadeDescrição clássica Partículas carregadas emitem radiação de forma contínua

clássica Partículas carregadas emitem radiação de forma contínua Energia da radiação só depende da intensidade
Catástrofe do ultravioleta
Catástrofe do ultravioleta
Catástrofe do ultravioleta
1900: Max Planck (1858-1947) = nh 2 heresias: é discreta d e p e n

1900: Max Planck (1858-1947)= nh 2 heresias: é discreta d e p e n d e freqüencia d

= nh

2 heresias:

1900: Max Planck (1858-1947) = nh 2 heresias: é discreta d e p e n d
1900: Max Planck (1858-1947) = nh 2 heresias: é discreta d e p e n d

é discreta depende freqüencia da

d R 2 d R 2 hc R = d = d 5 hc /
d R
2
d R
2
hc
R
=
d
=
d
5
hc
/
kT
d
(e
1)
T =
2,198
max

=

T

4

m K

Ajusta perfeitamente !!
Ajusta perfeitamente !!
Ajusta perfeitamente !!
Efeito Fotoelétrico luz Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico V -

Efeito Fotoelétrico

luz

Efeito Fotoelétrico luz Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico V - +

Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico

V - + e – corrente
V
-
+
e –
corrente

V

Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico V - + e – corrente

Materiais diferentes

Materiais diferentes
Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico V - + e – corrente

Einstein usa idéia da quantização para explicar o efeito fotoelétrico V - + e – corrente
15 K = 1,81 + 4,12 10 max Freqüência, (10 13 Hz) Energia cinética máxima
15
K
=
1,81
+
4,12
10
max
Freqüência,
(10 13 Hz)
Energia cinética máxima
(eV)

1

2

mv

2

max

= eV

0

= h

Energia cinética máxima (eV) 1 2 mv 2 max = eV 0 = h “Quanta” de
“Quanta” de energia de luz
“Quanta” de energia de luz
“Quanta” de energia de luz

“Quanta” de energia de luz

h

e

(eV) 1 2 mv 2 max = eV 0 = h “Quanta” de energia de luz

comprovação da validade da

hipótese de Planck

(eV) 1 2 mv 2 max = eV 0 = h “Quanta” de energia de luz
Em 1913, Einstein foi proposto como membro titular à Academia Prussiana de Física. Ele tinha,

Em 1913, Einstein foi proposto como membro titular à Academia Prussiana de Física. Ele tinha, então, 34 anos. A proposta terminava da seguinte forma:

“Pode-se afirmar que não há praticamente nenhum dos grandes problemas físicos ao qual Einstein não tenha dado alguma notável contribuição. Que ele, às vezes, tenha errado o alvo em suas especulações, como por exemplo, em sua hipótese dos quanta de luz, não pode realmente ser tomado como uma acusação muito séria contra ele, pois não é possível introduzir idéias verdadeiramente novas, mesmo nas circunstâncias mais exatas, sem correr alguns riscos de vez em quando.”

Em 1921, após a comprovação de sua teoria sobre o efeito fotoelétrico, através dos experimentos de Millikan, Einstein recebeu o prêmio Nobel de física pela sua explicação do Efeito fotoelétrico.

dos experimentos de Millikan, Einstein recebeu o prêmio Nobel de física pela sua explicação do Efeito
Efeito Compton (10 -12 m) = 2,4 1 - cos 10 12 (1 cos )

Efeito Compton

Efeito Compton (10 -12 m) = 2,4 1 - cos 10 12 (1 cos )
(10 -12 m)
(10 -12 m)

=

2,4

1 - cos

10

12

(1

cos

)

Efeito Compton (10 -12 m) = 2,4 1 - cos 10 12 (1 cos )
= hc m c e 2 ( 1 cos ) 2,4 x 10 - 1

=

hc

m c

e

2

(1

cos

)

= hc m c e 2 ( 1 cos ) 2,4 x 10 - 1 2

2,4 x 10 -12 m Luz é composta de partículas ??

= hc m c e 2 ( 1 cos ) 2,4 x 10 - 1 2
Rutherford e o 1 o acelerador Alvo de ouro Partículas detetor  Partículas em ângulos
Rutherford e o 1 o acelerador Alvo de ouro Partículas detetor  Partículas em ângulos

Rutherford e o 1 o acelerador

Alvo de ouro
Alvo de ouro

Partículas

detetor

Partículas

em ângulos traseiros

Modelo de Thomson:

10 -4 rd

acelerador Alvo de ouro Partículas detetor  Partículas em ângulos traseiros  Modelo de Thomson: 10
Novo modelo para matéria Ze- Problemas: • Não é estacionário • Partículas aceleradas irradiam

Novo modelo para matéria

Ze-
Ze-

Problemas:

• Não é estacionário

• Partículas aceleradas irradiam

Novo modelo para matéria Ze- Problemas: • Não é estacionário • Partículas aceleradas irradiam
1912: Niels Bohr e Rutherford se encontram Bohr se convence de que a Física Clássica

1912: Niels Bohr e Rutherford se encontram

Bohr se convence de que a Física Clássica não se aplica ao mundo microscópio.

a Física Clássica não se aplica ao mundo microscópio. Postula: “As órbitas dos elétrons em torno

Postula:

“As órbitas dos elétrons em torno do núcleo são estacionárias.”

não se aplica ao mundo microscópio. Postula: “As órbitas dos elétrons em torno do núcleo são
n=1 n=2
n=1
n=2
n=1 n=2 nh L = 2 Órbitas com raios quantizados r n Energia quantizada 13,6 E
nh L =
nh
L =

2

n=1 n=2 nh L = 2 Órbitas com raios quantizados r n Energia quantizada 13,6 E

Órbitas com raios quantizados r n

n=1 n=2 nh L = 2 Órbitas com raios quantizados r n Energia quantizada 13,6 E

Energia quantizada

13,6 E n = eV Átomo de Hidrogênio 2 n
13,6
E n =
eV
Átomo de Hidrogênio
2
n
Espectros atômicos Hidrogênio Mercúrio

Espectros atômicos

Espectros atômicos Hidrogênio Mercúrio

Hidrogênio

Espectros atômicos Hidrogênio Mercúrio

Mercúrio

Espectros atômicos Hidrogênio Mercúrio
Hipótese ainda não questionada: As trajetórias Newtonianas! Modelo de Bohr tem sucesso na explicação das

Hipótese ainda não questionada:

As trajetórias Newtonianas!

Modelo de Bohr tem sucesso na explicação das energias quantizadas. E as intensidades ?? No contexto do modelo de Bohr, a intensidade deve ser calculada usando a aceleração do elétron na órbita…

?? No contexto do modelo de Bohr, a intensidade deve ser calculada usando a aceleração do
… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar
… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar
… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar
… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar

… mas qual órbita ??

n=1 n=2
n=1
n=2

emissão de radiação envolve duas órbitas.

… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar ?

Qual usar ?

… mas qual órbita ?? n=1 n=2 emissão de radiação envolve duas órbitas. Qual usar ?
Heisenberg  só consegue explicar as intensidades fazendo as hipóteses: trajetória x t ( )

Heisenberg só consegue explicar as intensidades fazendo as hipóteses:

trajetória

x t

( )

p t

( )

matriz

X

)

X

mn

P

mn

(

(

P

)

intensidades fazendo as hipóteses: trajetória x t ( )  p t ( ) matriz X

XP PX = i

intensidades fazendo as hipóteses: trajetória x t ( )  p t ( ) matriz X
Ondas de De Broglie Einstein, Planck Luz Louis de Broglie Dualidade onda/partícula E = h

Ondas de De Broglie

Einstein,

Planck

Luz

Louis de Broglie Dualidade onda/partícula

E = h

p =

h

Louis de Broglie Dualidade onda/partícula E = h p = h mas E = pc então

mas

E = pc
E = pc

então

=

h

m v

h

~ 10

34

J s,

m

e

~ 10

31

kg

racterística fundamental de todas as partícu

E = h p = h mas E = pc então = h m v h
Hipótese ondulatória de De Broglie explica “trajetórias” estacionárias postuladas por Bohr. Tese de doutorado
Hipótese ondulatória de De
Broglie explica “trajetórias”
estacionárias postuladas por
Bohr.
Tese de doutorado
nh
m
v r =
(Bohr)
2
h
m v =
(DeBroglie
n
= 2
r
Comprovação experimental das ondas de De Broglie e x p =1,65 Å d B =1,66

Comprovação experimental das ondas de De Broglie

Comprovação experimental das ondas de De Broglie e x p =1,65 Å d B =1,66 Å
Comprovação experimental das ondas de De Broglie e x p =1,65 Å d B =1,66 Å

exp =1,65

Å

Comprovação experimental das ondas de De Broglie e x p =1,65 Å d B =1,66 Å

dB =1,66

Å

Comprovação experimental das ondas de De Broglie e x p =1,65 Å d B =1,66 Å
Difração de elétrons Como os raios X

Difração

de

elétrons

Difração de elétrons Como os raios X

Como os raios X

Difração de elétrons Como os raios X
Conseqüências da dualidade Onde está a partícula?? Localização da partícula é uma característica do seu
Conseqüências da dualidade Onde está a partícula?? Localização da partícula é uma característica do seu

Conseqüências da dualidade

Onde está a partícula??

Localização da partícula é uma característica do seu estado.

{x(t), p(t)}

é uma característica do seu estado. { x ( t ), p ( t )} Ondas

Ondas

(x,t) p 0 bem definido onda deslocalizada

é uma característica do seu estado. { x ( t ), p ( t )} Ondas
Para localizar, constroem-se pacotes de onda . Precisamos de vários ( p )  Perdemos

Para localizar, constroem-se pacotes de onda.

Para localizar, constroem-se pacotes de onda . Precisamos de vários ( p )  Perdemos informação

Precisamos de vários

( p)

Perdemos informação sobre o momento

Para localizar, constroem-se pacotes de onda . Precisamos de vários ( p )  Perdemos informação
Na Mecânica Quântica pode-se mostrar que: x p ≥  2 ( = h 2

Na Mecânica Quântica pode-se mostrar que:

x

p

2

( = h 2 )
(
= h
2
)

Matematicamente implementável se x e p são matrizes

Quântica pode-se mostrar que: x p ≥  2 ( = h 2 ) Matematicamente implementável
Equação de Schrödinger Debye: Que onda é essa?? Schrödinger: p = i  ∂ (

Equação de Schrödinger

Debye: Que onda é essa??

Schrödinger:

p =

i

(

x t

,

)

 

t

h + E = h 2 p = + V ( r ) 2 m
h
+
E = h
2
p
=
+ V
(
r
)
2 m
operadores

(

x t

,

)

 ∂ ( x t , )   ∂ t h + E = h 2
Interpretação de ( x,t ) x ( t ), p ( t ) Trajetória clássica

Interpretação de (x,t)

x(t), p(t)

Interpretação de ( x,t ) x ( t ), p ( t ) Trajetória clássica (

Trajetória clássica

(x,t)

Onda

Qual o significado dessa onda?

|

(x,t) |

2 d x

Probabilidade de encontrar a partícula entre x e dx

Qual o significado dessa onda? | ( x , t ) | 2 d x Probabilidade

(M. Born)

Feynman Lectures on Physics, v. 3

Feynman Lectures on Physics, v. 3

Feynman Lectures on Physics, v. 3
Como se mede ? Onde cada elétron vai parar na experiência das fendas?? Não há

Como se mede ?

Onde cada elétron vai parar na experiência das fendas?? Não há resposta para isso.

x(t)

das fendas?? Não há resposta para isso. x ( t ) Há somente a probabilidade de

Há somente a probabilidade de encontrá-lo em determinada posição.

fendas?? Não há resposta para isso. x ( t ) Há somente a probabilidade de encontrá-lo
Experiência com fulereno C 6 0 (2001)
Experiência com fulereno C 6 0 (2001)

Experiência com fulereno C 60 (2001)

Experiência com fulereno C 6 0 (2001)
Características ondulatórias Linearidade e superposição ( x t , ) = ( x t ,

Características ondulatórias

Linearidade e superposição

( x t , ) = ( x t , ) + ( x t
(
x t
,
)
=
(
x t
,
)
+
(
x t
,
)
1
2
Probabilidad
e:
2
2
2
(
x t
,
)
=
(
x t
,
)
+
(
x t
,
)
1
2
))
+ 2 Re(
(
x t
,
)
(
x t
,
1
2
Termo de interferência
Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par
Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par

Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica

Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par e

1926: E. Dirac prevê a antimatéria

Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par e
Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par e

Formaçã o de um par

e - e +

Previsões (espetaculares)da Mecânica Quântica 1926: E. Dirac prevê a antimatéria Formaçã o de um par e
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t )

Uma partícula

Mas…

(x,t)

(x,t) =

1 (x,t) +

ClassicamenteQuanticamente 2 (x,t)
ClassicamenteQuanticamente 2 (x,t)

Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Uma partícula  Mas… ( x,t ) ( x,t ) = 1 ( x,t ) +
Superposição quântica de um átomo de 9 Be (1995) 1 2 1 2 1 2

Superposição quântica de um átomo de 9 Be (1995)

1 2 1 2 1 2 1 2
1
2
1
2
1
2
1
2
Superposição quântica de um átomo de 9 Be (1995) 1 2 1 2 1 2 1
| + 1
|
+
1

2

|

2

O Gato de Schrödinger

O Gato de Schrödinger

O Gato de Schrödinger
O Gato de Schrödinger
Condensados de Bose- Einstein
Condensados de Bose-
Einstein
Condensados de Bose- Einstein
Condensados de Bose- Einstein
Processo: aprisionamento dos átomos em armadilhas magneto- ópticas resfriamento todos os átomos vão ocupar um

Processo:

aprisionamento dos átomos em armadilhas magneto- ópticas
aprisionamento dos átomos
em armadilhas magneto-
ópticas

resfriamento

dos átomos em armadilhas magneto- ópticas resfriamento todos os átomos vão ocupar um único estado ,

todos os átomos vão ocupar um único estado, visível essencialmente a olho nu !

magneto- ópticas resfriamento todos os átomos vão ocupar um único estado , visível essencialmente a olho
Problemas da M.Q. em aberto A M.Q. é universal ? Se é, por que não
Problemas da M.Q. em aberto A M.Q. é universal ? Se é, por que não

Problemas

Problemas da M.Q. em aberto A M.Q. é universal ? Se é, por que não vemos
Problemas da M.Q. em aberto A M.Q. é universal ? Se é, por que não vemos

da M.Q. em

aberto

A M.Q. é universal ? Se é, por que não vemos fenômenos assim no nosso dia a dia?

Nosso mundo clássico é local. Construída Ambiente para destrói sistemas M.Q. fechados efeitos Quânticos 1970
Nosso mundo clássico é local.
Construída Ambiente para destrói sistemas
M.Q.
fechados efeitos
Quânticos
1970
(decoerência)
E destrói mesmo ?? Destruir significaria: = 0! Mas… Uma visão possível: π 0 A

E destrói mesmo ??

Destruir significaria:

= 0!

Mas…

Uma visão possível:

π 0

A Mec. Clássica é um fenômeno de

miopia.

A Mec. Quântica envolve um processo

de remoção dessa miopia.

π 0 A Mec. Clássica é um fenômeno de miopia . A Mec. Quântica envolve um
resolução dos “óculos”

resolução dos “óculos”

resolução dos “óculos”
Transição Clássica- Quântica

Transição

Transição Clássica- Quântica

Clássica-

Quântica

Transição Clássica- Quântica
Transição Clássica- Quântica
1896 Rutherford Descoberta do núcleo atômico 1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935

1896

1896 Rutherford Descoberta do núcleo atômico 1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert

Rutherford

Descoberta do núcleo atômico

1896 Rutherford Descoberta do núcleo atômico 1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert

1913

1924

Chadwick

Rutherford Descoberta do núcleo atômico 1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert a

Descobert a do nêutron

núcleo atômico 1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson

1932 1935

1913 1924 Chadwick Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos

Descobert a do elétron

Descobert a do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o

Thomson

a do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do

Previsão

dos

BEC’s

do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do Gato
do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do Gato
do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do Gato

Paradox o do Gato

do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do Gato
do nêutron 1932 1935 Descobert a do elétron Thomson Previsão dos BEC’s Paradox o do Gato

Bose e Einstein

Schrödinger

Zeilinger Lederman Descobert a do quark bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas
Zeilinger Lederman Descobert a do quark bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas
Zeilinger Lederman Descobert a do quark bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas
Zeilinger Lederman Descobert a do quark bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas

Zeilinger

Lederman

Descobert a do quark bottom

Zeilinger Lederman Descobert a do quark bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas de

1977

Monroe

Experiment o com o

gato

Ondas de matéria

bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks
bottom 1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks

1961

1977 Monroe Experiment o com o gato Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks 1995

Previsã o dos quarks

1995

com o gato Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks 1995 1996 2001 Fabricação dos

1996

gato Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks 1995 1996 2001 Fabricação dos BECs Experimento

2001

Ondas de matéria 1961 Previsã o dos quarks 1995 1996 2001 Fabricação dos BECs Experimento de

Fabricação dos BECs

Previsã o dos quarks 1995 1996 2001 Fabricação dos BECs Experimento de decoerência Haroche Gell-Mann Ketterle,

Experimento

de

decoerência

1995 1996 2001 Fabricação dos BECs Experimento de decoerência Haroche Gell-Mann Ketterle, Wieman e Cornell Nobel

Haroche

Gell-Mann

Ketterle, Wieman e Cornell

1995 1996 2001 Fabricação dos BECs Experimento de decoerência Haroche Gell-Mann Ketterle, Wieman e Cornell Nobel

Nobel 2001