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MATEMATICA NÚMEROS INTEIROS

Vamos iniciar recordando um pouco de numeração?

Desde os tempos mais remotos, o homem sentiu a necessidade de verificar quantos elementos figuravam em um conjunto. Para isso, utilizavam pedrinhas que substituíam os elementos que desejavam representar. O conhecimento dos números é muito importante, pois o número énecessário ao homem em todos os instantes da vida.

Vocêé capaz de responder a qualquer uma dessas perguntas sem o auxílio dos números? Qual é a sua altura?

Quantos livros há em uma pilha? Quantos quilogramas você pesa? Quantos dias há no mês de julho?

Esses exemplos são para mostrar que o conhecimento dos números é indispensável. Nos dias de hoje, em lugar das pedrinhas, utilizam-se, em todo o mundo, os símbolos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

O conjunto dos números naturais é representado pela letra IN e escreve-se:

IN = {0, 1,2, 3,4, 5,6, 7, 8, 9, }

OPERAÇÕES COM NÚMEROS NATURAIS

ADIÇÃO

Todos os problemas, que envolvem a ideia de reunir são resolvidos pela adição. É essa operação que permite determinar o número de elementos da união de dois ou mais conjuntos:

o número de elementos da união de dois ou mais conjuntos: SUBTRAÇÃO Todos operaçãodenominada SUBTRAÇÃO.

SUBTRAÇÃO

Todos

operaçãodenominadaSUBTRAÇÃO.

problemas,

os

que

envolvem

a

ideia

de

TIRAR

são

resolvidos

através

da

É essa operação que permite determinar a diferença entre dois números naturais:

através da É essa operação que permite determinar a diferença entre dois números naturais: MULTIPLICAÇÃO 1

MULTIPLICAÇÃO

Todos os problemas, que envolvem adição de parcelas iguais, podem ser resolvidos por meio de outra operação, denominada MULTIPLICAÇÃO.

Exemplo: 2 + 2 + 2 = 32 (três parcelas iguais a 2)

. Exemplo: 2 + 2 + 2 = 32 (três parcelas iguais a 2) Atenção: Qualquer

Atenção:

Qualquer número natural multiplicado por zero é zero.

Exemplo: 4x0 = 0

Um número natural multiplicado por ele mesmo possui uma forma diferente de ser representado; essa operação é conhecida como potenciação.

essa operação é conhecida como potenciação. base = n° que é multiplicado. expoente = n° de

base = n° que é multiplicado. expoente = n° de vezes que a base é multiplicada por ela mesma.

Exemplos:

2 3 = 2x2x2 = 8

(-2) 3 = (-2) x (-2) x (-2) = (-8)

(-5) 2 = (-5) x (-5) = 25

Com os exemplos acima, observa-se que todo número inteiro elevado a um expoente par é um número positivo, e todo número inteiro elevado a um expoente ímpar é um número que conserva o seu sinal.

Observação: Quando o expoente é n=2, a potência a 2 pode ser lida como "a elevado ao quadrado", e quando o expoente é n=3, a potência a 3 pode ser lida como "a elevado ao cubo".

DIVISÃO

Todoso problemasque envolvem a ideia de repartir são resolvidos pela operação denominada divisão. É essa operação que permite determinar o quociente entre dois números. A divisão é a operação inversa da multiplicação.

Exemplo:

é a operação inversa da multiplicação. Exemplo: Atenção: Quando o dividendo é múltiplo do divisor,

Atenção:

Quando o dividendo é múltiplo do divisor, dizemos que a divisão é exata.

Exemplo: 16÷8 = 2

Quando o dividendo não é múltiplo do divisor, dizemos que a divisão é aproximada ou inexata.

Exemplo:

16÷5 = 3 (resto = 1)

Numa divisão, em números naturais, o divisor tem de ser sempre diferente de zero, isto é, não existe divisão por zero no conjunto de números naturais (IN).

OPERAÇÕES COMBINADAS

Você recordou adição, subtração, multiplicação e divisão separadamente. Mas na vida prática, muitas vezes, você realiza seguidamente várias operações para chegar a um único resultado. Observe no exemplo abaixo:

chegar a um único resultado. Observe no exemplo abaixo: Para sabermos quantos volumes restaram, teremos que

Para sabermos quantos volumes restaram, teremos que realizar diferentes operações.

O resultado destas operações pode ser obtido da seguinte forma:

=3+2x4-5=

=3+8-5=

=11-5=

=6

São também exemplos de operações combinadas:

=11-5= =6 São também exemplos de operações combinadas: Para você resolver essas operações, deverá seguir uma

Para você resolver essas operações, deverá seguir uma determinada ordem, que é:

1°: Potenciações 2°: Multiplicações e divisões (na ordem em que aparecem) 3°: Adições e subtrações (na ordem em que aparecem) Exemplo:

Outro exemplo: Exercícios: 1) Complete as sucessões numéricas seguintes: Exemplo: 5, 10, 15, 20, 25,

Outro exemplo:

Outro exemplo: Exercícios: 1) Complete as sucessões numéricas seguintes: Exemplo: 5, 10, 15, 20, 25, 30,

Exercícios:

1) Complete as sucessões numéricas seguintes:

Exemplo: 5, 10, 15, 20, 25, 30, 35,

 

,

,

,

b)

11, 22, 33,

, ,

,

c)15,30,45,

,

,

,

d)

20, 40, 60,

, ,

,

e)

33, 66, 99,

, ,

,

2)

Efetue as subtrações:

 

a)

893 - 84 =

b)

658 - 99 =

c)

4.825-2,184 =

 

d)

100.124-66.154 =

e)1.301.741 -962.057 =

3) Em uma subtração, o subtraendo é 165 e o resto é 428.

Qual é o minuendo?

4) Qual é o número que somado a 647 é igual a 1.206?

NÚMEROS PRIMOS

É todo o número que possui somente dois divisores diferentes: a unidade (1) e ele próprio.

Exemplos:

O

número 11 é primo, porque tem apenas dois divisores: a unidade (1) e ele próprio(11).

O

número 13 também é primo, porque possui somente dois divisores: a unidade (1) e ele próprio (13).

No entanto, o número 9 não é primo, porque tem mais de dois divisores: a unidade(1), o número 3 e ele próprio (9).

Os quatro primeiros números primos são: 2, 3, 5 e 7.

Existem também os números primos entre si. Dois números são primos entre si quando só admitem como divisor comum a unidade (1).

Exemplo:

só admitem como divisor comum a unidade (1). Exemplo: O único divisor comum a 8 e

O único divisor comum a 8 e 15 é a unidade (1), por isso, dizemos que são primos entre si.

Exercícios

1) Risque os números primos:

77 - 101 - 71 - 81 - 99 - 97 - 28 - 59 - 123

2) Risque os números primos entre si:

a ) 2 e 3

b) 4 e 12

c) 2 e 15

FATORAÇÃO Fatorar um número é decompô-lo. A fatoração é completa, quando reduzimos umnúmero emfatores primos, através de divisões sucessivas por divisores primos.

Exemplos:

quando reduzimos um número emfatores primos, através de divisões sucessivas por divisores primos. Exemplos: 5
Para fatorar, usamos os seguintes passos: 1. Fatoramos um número, dividindo-o pelo seu menor divisor

Para fatorar, usamos os seguintes passos:

1. Fatoramos um número, dividindo-o pelo seu menor divisor primo;

2. Dividimos o quociente obtido pelo menor divisor primo;

3. E assim sucessivamente até encontrarmos o quociente 1.

Exercícios:

1) Decomponha os números num produto de fatores primos:

1) Decomponha os números num produto de fatores primos: M.D.C, (MÁXIMO DIVISOR COMUM) DIVISORES DE UM

M.D.C, (MÁXIMO DIVISOR COMUM)

DIVISORES DE UM NÚMERO

Um número é DIVISOR de outro, quando está contido neste outro certo número exato de vezes. Um número é divisível por outro, quando sua divisão por este outro é EXATA.

Exemplos:

12

é divisível porque 12÷3=4, e o resto é 0 (zero), ou seja, é uma divisão exata.

45

é divisível por 9, porque 55÷9=5, e o resto é 0 (zero).

46

não é divisível por 7, porque 56÷7=6, e o resto é 4, ou seja, não é uma divisão exata.

CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE

CRITÉRIOS DE DIVISIBILIDADE O conjunto de divisores de um número é FINITO. Há, portanto, um número

O conjunto de divisores de um número é FINITO. Há, portanto, um número limitado de divisores de

um número dado. Há divisores comuns a dois ou mais números.

Exemplo:

D

(8) = 1,2, 4, 8.

D

(12) = 1,2, 3, 4, 6, 12.

Observe que 4 é o maior divisor comum a 8 e 12, por isso ele é chamado de máximo divisor comum (m.d.c.).

por isso ele é chamado de máximo divisor comum (m.d.c.). Para determinar o m.d.c. entre 2

Para determinar o m.d.c. entre 2 ou mais números procedemos da seguinte forma:

1° Fatorar esses números; 2° Multiplicar os fatores primos comuns afetados dos menores expoentes.

Exemplo:

Calcular o máximo divisor comum entre 140 e 120.

Calcular o máximo divisor comum entre 24, 60 e 90. Observações: • O m.d.c. entre
Calcular o máximo divisor comum entre 24, 60 e 90. Observações: • O m.d.c. entre

Calcular o máximo divisor comum entre 24, 60 e 90.

Calcular o máximo divisor comum entre 24, 60 e 90. Observações: • O m.d.c. entre dois

Observações:

• O m.d.c. entre dois primos entre si é a unidade.

• O m.d.c. de dois números, em que o maior é divisível pelo menor, é o menordeles.

Exercícios:

1) Calcule o m.d.c. dos números, usando fatoração:

a) (12,18)

b) (48,64)

c) (36,90)

d) (12,20,24)

e) (6,12,15)

M.M.C (MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM)

MÚLTIPLO de um número é o produto deste número por um inteiro qualquer.

Exemplo:

M.M.C (MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM) MÚLTIPLO de um número é o produto deste número por um inteiro

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Todo número é múltiplo de si mesmo. O conjunto de múltiplos de um número é INFINITO. Se observarmos os múltiplos de 2, 3, 4, 5, 10, etc., veremos que há múltiplos comuns. Assim, podemos dizer: MÚLTIPLO COMUM de 2 ou mais números é um outro número que dá divisão exata pelos números dados.

Exemplo: considerando os múltiplos de 6 e 10:

dados. Exemplo: considerando os múltiplos de 6 e 10: Exemplo: 24 é múltiplo de 1, 2,

Exemplo:

24 é múltiplo de 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24; então se pode dizer que 24 é divisível por 1,2, 3, 4, 6, 8, 12, 24, ou ainda dizer que 1,2,3, 4, 6, 8, 12, 24 são DIVISORES de24.

Para determinar o m.m.c. entre 2 ou mais números procedemos da seguinte forma:

1: Fatorar esses números; 2° Multiplicar os fatores primos comuns e não comuns afetados pelos maiores expoentes.

Exemplo:

Calcular o mínimo múltiplo comum entre 15 e 20.

Exemplo: Calcular o mínimo múltiplo comum entre 15 e 20. Calcular o mínimo múltiplo comum entre
Exemplo: Calcular o mínimo múltiplo comum entre 15 e 20. Calcular o mínimo múltiplo comum entre

Calcular o mínimo múltiplo comum entre 24, 30 e 32.

Exemplo: Calcular o mínimo múltiplo comum entre 15 e 20. Calcular o mínimo múltiplo comum entre

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Observações: O menor múltiplo comum de dois números primos entre si é o produto deles.

Observações:

O menor múltiplo comum de dois números primos entre si é o produto deles. Exemplo: m.m.c. (3, 11 ) = 3 x 11 = 33

O m.m.c. de dois números ou mais números, do qual é múltiplo dos demais, ésempre o maior deles. Exemplo: m.m.c. (14, 7) = 14

Exercícios:

1) Calcule o m.m.c. de:

a) (4, 15)

b) (48,60)

c) (3,6,30)

d) (15,24,60)

e) (36,48,60)

2. FRAÇÕES

TIPOS DE FRAÇÕES

a) Frações Próprias - São frações cujo numerador é MENOR que o denominador.

Exemplos de frações próprias:

é MENOR que o denominador. Exemplos de frações próprias: b) Frações Impróprias - São frações cujo

b) Frações Impróprias - São frações cujo denominador é MAIOR que o denominador.

c) Número Misto - É o número formado por uma parte inteira e uma fração

c) Número Misto - É o número formado por uma parte inteira e uma fração própria.

formado por uma parte inteira e uma fração própria. d) Frações Aparentes - São frações cujo

d) Frações Aparentes - São frações cujo numerador é múltiplo do denominador.

- São frações cujo numerador é múltiplo do denominador. e) Frações Equivalentes - São frações que

e) Frações Equivalentes - São frações que representam o mesmo valor, porém seustermos são números

diferentes.

e) Frações Equivalentes - São frações que representam o mesmo valor, porém seustermos são números diferentes.
e) Frações Equivalentes - São frações que representam o mesmo valor, porém seustermos são números diferentes.

OPERAÇÕES COM FRAÇÕES

TRANSFORMAÇÃO DE FRAÇÃO IMPRÓPRIA EM NÚMEROS MISTO (EXTRAÇÃO DEINTEIROS)

Exemplo:

Exemplo:  
 

Transformar

em número misto.

Consiste em verificar quantas vezes

em número misto. Consiste em verificar quantas vezes cabe em . Assim: 1 quarto 1 vez

cabe em

número misto. Consiste em verificar quantas vezes cabe em . Assim: 1 quarto 1 vez 1unidade

.Assim:

misto. Consiste em verificar quantas vezes cabe em . Assim: 1 quarto 1 vez 1unidade A

1 quarto 1 vez

em verificar quantas vezes cabe em . Assim: 1 quarto 1 vez 1unidade A fração imprópria

1unidade

quantas vezes cabe em . Assim: 1 quarto 1 vez 1unidade A fração imprópria e o

A fração imprópria e o número misto são formas de representar a mesma grandeza.

Eis o procedimento usado para transformar uma fração imprópria em número misto:

para transformar uma fração imprópria em número misto: TRANSFORMAÇÃO DE NÚMEROS MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA

TRANSFORMAÇÃO DE NÚMEROS MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA

Exemplo:

DE NÚMEROS MISTO EM FRAÇÃO IMPRÓPRIA Exemplo: Transformarem fração imprópria. Solução: Consiste em

Transformarem fração imprópria.

Solução:Consiste em transformar 1 em quartos e juntar com o outro quarto.

Solução: Consiste em transformar 1 em quartos e juntar com o outro quarto. = 4 quartos

= 4 quartos e 1 quarto = 5 quartos =

Solução: Consiste em transformar 1 em quartos e juntar com o outro quarto. = 4 quartos

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Procede-se assim:

Multiplica-se a parte inteira pelo denominador e adiciona-se o numerador ao produtoobtido, mantendo-se o denominador:

o numerador ao produtoobtido, mantendo-se o denominador: outro exemplo: ADIÇÃO Examine as duas situações: 1°) Um

outro exemplo:

ao produtoobtido, mantendo-se o denominador: outro exemplo: ADIÇÃO Examine as duas situações: 1°) Um ciclista

ADIÇÃO

Examine as duas situações:

1°) Um ciclista percorreu

Examine as duas situações: 1°) Um ciclista percorreu da distância entre as cidades A e B,

da distância entre as cidades A e B, atingindo um ponto

C. Posteriormente, continuou a viagem e percorreu mais

ponto C. Posteriormente, continuou a viagem e percorreu mais do percurso, chegando ao ponto D. Vejamos

do percurso, chegando ao ponto D.

Vejamos que fração da distância entre A e B, o ciclista percorreu.

fração da distância entre A e B, o ciclista percorreu. Analisando a figura, pode-se verificar que

Analisando a figura, pode-se verificar que a distância entre A e B foi dividida em 8partes iguais e que o ciclista percorreu 5 dessas partes.

Observação: a adição só se resolve com elementos de nomes iguais. No caso, foram

3 oitavos + 2 oitavos = 5 oitavos ou

.
.

2°) Numa lanchonete, dois fregueses (A e B) comeram pizza. Um comeu

e o outro comeu

dois fregueses (A e B) comeram pizza. Um comeu e o outro comeu da mesma. Quanto

da mesma. Quanto comeram os dois fregueses?

dois fregueses (A e B) comeram pizza. Um comeu e o outro comeu da mesma. Quanto

da pizza

dois fregueses (A e B) comeram pizza. Um comeu e o outro comeu da mesma. Quanto

Importante:

1/2 foi transformado em 4/8 porque adição se resolve, somente, com elementos denomes iguais; no caso, ambas as parcelas estão em oitavos. Verifica-se que as duaspessoas comeram juntas 7/8 da pizza.

a)

Fração com denominadores iguais

 
Para se obter,na primeira situação, adicionaram-se a, isto e;

Para se obter,na primeira situação, adicionaram-se

Para se obter,na primeira situação, adicionaram-se a, isto e;

a, isto e;

Para se obter,na primeira situação, adicionaram-se a, isto e;
 

A

SOMA de duas ou mais frações de mesmo denominador é uma fração que tem• por numerador: a

soma dos numeradores das frações dadas;

 

• por denominador: o denominador comum.

b)

Fração com denominadores diferentes

 
b) Fração com denominadores diferentes  

Para se obter 7/8, no 2° caso, adicionaram-se 4/8 (fração equivalente a 1/2) a 3/8,

isto

4/8 (fração equivalente a 1/2) a 3/8, isto OBSERVAÇÃO: Para somar frações de denominadores

OBSERVAÇÃO:

Para somar frações de denominadores diferentes, é necessário transformá-los num denominador comum. Para isso, necessitamos achar o m.m.c. dos mesmos.

Exemplo:

Adicione

necessitamos achar o m.m.c. dos mesmos. Exemplo: Adicione 1° passo: calcule o m.m.c. de 4, 3

1° passo: calcule o m.m.c. de 4, 3 e 7

(como eles são primos entre si, o resultado do m.m.c. é a multiplicação dos mesmos,ou seja; m.m.c. (4,

3,

7) = 4 x 3 x 7 = 84;

passo: o resultado do m.m.c. passa a ser o denominador comum;

passo: pegue o denominador comum, divida pelo denominador original e multiplique pelo

numerador.

comum; 3° passo: pegue o denominador comum, divida pelo denominador original e multiplique pelo numerador. 14

14

4° passo: repita o denominador comum e some os numeradores.

4° passo: repita o denominador comum e some os numeradores. c) número inteiro com fração Para

c) número inteiro com fração Para somar um número inteiro com uma fração, multiplicamos o número inteiro pelo denominador da fração dada e somamos este produto com o numerador, conservando o mesmo denominador: Exemplo:

com o numerador, conservando o mesmo denominador: Exemplo: Exercícios: 1) Determine Y na peça representada: 2)

Exercícios:

1) Determine Y na peça representada:

Exemplo: Exercícios: 1) Determine Y na peça representada: 2) Calcule X na peça: 3) Quanto mede

2) Calcule X na peça:

Exemplo: Exercícios: 1) Determine Y na peça representada: 2) Calcule X na peça: 3) Quanto mede

3) Quanto mede Y na arruela?

Exemplo: Exercícios: 1) Determine Y na peça representada: 2) Calcule X na peça: 3) Quanto mede

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Subtração Examine as duas situações:

1°) Um ciclista percorreu 5/8 da distância entre as cidades A e B, atingindo um ponto.

Que fração da distância falta para que o ciclista chegue à cidade B?

da distância falta para que o ciclista chegue à cidade B? Observando a figura, constata-se que

Observando a figura, constata-se que a distância entre A e B foi dividida em 8 partes equivalentes (oitavos) e que faltam, ainda, 3/8 para chegar à cidade B.

Observação: a adição só se resolve com elementos de nomes iguais. No caso, foram8 oitavos - 5 oitavos = 3 oitavos ou= 8/8-5/8=3/8.

2°) Numa lanchonete, dois fregueses (A e B) comeram pizza. Um comeu 1/8 da pizza e o outro comeu 3/8 da mesma. Que fração da pizza A comeu a mais que B?

3/8 da mesma. Que fração da pizza A comeu a mais que B? a) Fração com

a) Fração com denominadores iguais

Para se obter 3/8, na primeira situação, de 8/8 subtraiu-se 5/8, isto é;

na primeira situação, de 8/8 subtraiu-se 5/8, isto é; A SUBTRAÇÃO de duas ou mais frações

A SUBTRAÇÃO de duas ou mais frações de mesmo denominador é uma fração quetem

• por numerador: a diferença dos numeradores das frações dadas. • por denominador: o denominador comum.

b) Fração com denominadores diferentes

Para se obter 1/8, no 2° caso, de 4/8 (fração equivalente a 1/2) subtraíram-se 3/8, istoé;

1/2 equivale a 4/8

Observação:

subtraíram-se 3/8, istoé; 1/2 equivale a 4/8 Observação: 1/2-3/8=4/8-3/8=1/8 Para subtrair frações de denominadores

1/2-3/8=4/8-3/8=1/8

Para subtrair frações de denominadores diferentes é necessário transformá-los num denominador comum, para isso necessitamos achar o m.m.c.

Exemplo:

Resolva: 7/8+1/3

1° passo: calcule o m.m.c. de 8 e 3 (como eles são primos entre si, o resultado do m.m.c. é a multiplicação, ou seja,m.m.c. (8 e 3) = 3x 8 =

24;

2° passo: o resultado do m.m.c. passa a ser o denominador comum;

3° passo: pegue o denominador comum, divida pelo denominador original e multiplique pelo numerador.

4° passo: repita o denominador comum e some os numeradores.

Exemplos de subtrações:

o denominador comum e some os numeradores. Exemplos de subtrações: Exercícios: 1) Determine Y na peça

Exercícios:

1) Determine Y na peça representada:

o denominador comum e some os numeradores. Exemplos de subtrações: Exercícios: 1) Determine Y na peça
o denominador comum e some os numeradores. Exemplos de subtrações: Exercícios: 1) Determine Y na peça

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2) Calcule X da peça:

3) Quanto mede X na arruela?

Multiplicação

X da peça: 3) Quanto mede X na arruela? Multiplicação Às vezes, existe mais de um
X da peça: 3) Quanto mede X na arruela? Multiplicação Às vezes, existe mais de um

Às vezes, existe mais de um procedimento para você resolver determinado problema. O importante é usar aquele que permita chegar, com segurança e mais rapidamente ao resultado. Para calcular, por exemplo, a cota x abaixo:

ao resultado. Para calcular, por exemplo, a cota x abaixo: A cota x é a soma

A cota x é a soma de

por exemplo, a cota x abaixo: A cota x é a soma de Este resultado pode

Este resultado pode ser obtido, mais rapidamente, multiplicando-se

pode ser obtido, mais rapidamente, multiplicando-se por 9, pois Temos 9 vezes Na prática, os passos

por 9, pois

Temos

9 vezes

mais rapidamente, multiplicando-se por 9, pois Temos 9 vezes Na prática, os passos seguidos para multiplicar

Na prática, os passos seguidos para multiplicar frações são:

1. Transformar os números inteiros e os números mistos em fração imprópria ou parente;

2. Simplificar o numerador e o denominador;

ATENÇÃO: somente na multiplicação fatores comuns podem ser simplificados,mesmo em frações diferentes;

3. Multiplicar os numeradores e os denominadores; 4. Extrair os inteiros.

Exemplos:

e os denominadores; 4. Extrair os inteiros. Exemplos: Calcular de de 40 centímetros. Exercícios: Calcule o

Calcular

de
de

de 40 centímetros.

os inteiros. Exemplos: Calcular de de 40 centímetros. Exercícios: Calcule o produto de: b) de 10

Exercícios:

Calcule o produto de:

de de 40 centímetros. Exercícios: Calcule o produto de: b) de 10 centímetros = . c)
de de 40 centímetros. Exercícios: Calcule o produto de: b) de 10 centímetros = . c)

b) de 10 centímetros =

.
.

c) O diâmetro interno de uma arruela é de

sabendo que a largura da arruela é de

Qual a medida x, do diâmetro externo

O diâmetro interno de uma arruela é de sabendo que a largura da arruela é de

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Divisão

Na prática, para você dividir um número por outro, representados por frações,multiplica o primeiro pelo inverso do segundo. Para isso exige-se:

1 . Transformar os números inteiros e os números mistos em frações impróprias/ou aparentes;

2. Mudar o sinal de divisão para o de multiplicação e inverter a fração divisora;

3. Simplificar;

4. Multiplicar os numeradores entre si e os denominadores entre si;

5. Extrair os inteiros.

Exemplo:

os denominadores entre si; 5. Extrair os inteiros. Exemplo: Importante: Quando houver símbolo de polegada ou

Importante:

Quando houver símbolo de polegada ou de outra unidade em ambos os termos da fração, esse deve ser cancelado.

Exemplo:

outra unidade em ambos os termos da fração, esse deve ser cancelado. Exemplo: Exercícios: 1) Calcule:

Exercícios:

1)

Calcule:

outra unidade em ambos os termos da fração, esse deve ser cancelado. Exemplo: Exercícios: 1) Calcule:

2)Determine A:

outra unidade em ambos os termos da fração, esse deve ser cancelado. Exemplo: Exercícios: 1) Calcule:

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3. Números Decimais Os números decimais são frações de denominador 10 ou de potência de 10.

Exemplos:

e sete décimosfrações de denominador 10 ou de potência de 10. Exemplos: e vinte e nove milésimos As

10 ou de potência de 10. Exemplos: e sete décimos e vinte e nove milésimos As

e vinte e nove milésimos

As frações decimais podem ser representadas por uma forma conhecida como"número decimal". Exemplos:

um décimouma forma conhecida como"número decimal". Exemplos: um centésimo um milésimo A representação decimal obedece

um centésimocomo"número decimal". Exemplos: um décimo um milésimo A representação decimal obedece à seguinte

decimal". Exemplos: um décimo um centésimo um milésimo A representação decimal obedece à seguinte

um milésimo

A representação decimal obedece à seguinte regra: "Um algarismo escrito à direita de outro representa unidades dez vezes menores que as desse outro".

unidades dez vezes menores que as desse outro". Em um número decimal: - os algarismos à

Em um número decimal:

- os algarismos à esquerda da vírgula constituem a parte inteira.

- os algarismos que ficam à direita da vírgula constituem a parte decimal.

Exemplos:

Em um número decimal as ordens são contadas da esquerda para direita, a partir da

Em um número decimal as ordens são contadas da esquerda para direita, a partir da vírgula.

Exemplos:

23,6 Quando só há um algarismo na parte decimal o nome da ordem é décimos. Neste caso, lê-se: vinte e três inteiros (ou unidades) e seis décimos.

0,47 Quando há dois algarismos na parte decimal o nome da ordem é centésimos. Neste caso, lê-se: quarenta e sete centésimos.

9,121 Quando há três algarismos na parte decimal o nome da ordem é milésimos. Neste caso, lê-se: nove inteiros e cento e vinte um milésimos

OBSERVAÇÃO:

O valor do número decimal não se altera quando se colocam ou se tiram zeros à sua direita

.
.

Transformação de Fração Decimal em Número Decimal

Para escrever qualquer número fracionário decimal na forma de "Número Decimal",escreve-se o numerador da fração com tantas casas decimais quantos forem oszeros do denominador.

Exemplos:

decimais quantos forem oszeros do denominador. Exemplos: Operações com Números Decimais Adição e Subtração

Operações com Números Decimais

Adição e Subtração Para calcular a soma ou a diferença de números decimais, escrevem-se as unidadesdo mesmo nome em colunas - com isso, as vírgulas ficam umas sob as outras.

Exemplos:

Exercícios: 1) Calcule: a) 4,5 + 0,5 = b) 0,702 + 2,5 = c) 2,078-1,5
Exercícios: 1) Calcule: a) 4,5 + 0,5 = b) 0,702 + 2,5 = c) 2,078-1,5

Exercícios:

1)

Calcule:

a)

4,5 + 0,5 =

b)

0,702 + 2,5 =

c)

2,078-1,5 =

d)

3-2,999 =

2)

Determine x:

c) 2,078-1,5 = d) 3-2,999 = 2) Determine x: 3.) Calcule o valor de y: Multiplicação

3.) Calcule o valor de y:

Multiplicação e Divisão

x: 3.) Calcule o valor de y: Multiplicação e Divisão Multiplicação e divisão por potência de

Multiplicação e divisão por potência de 10

Para multiplicar por potência de base 10, basta deslocar a vírgula para a direita,tantas ordens quantas forem as unidades do expoente de 10 e, para dividir, bastadeslocar a vírgula para a esquerda.

Lembrando que, deslocar a vírgula para a direita,equivale a elevar as ordens, e para a esquerda, equivale a rebaixá-las.

Exemplos de multiplicação:

equivale a rebaixá-las. Exemplos de multiplicação: Exemplos de divisão: Exercícios: 1) Calcule:

Exemplos de divisão:

Exemplos de multiplicação: Exemplos de divisão: Exercícios: 1) Calcule: Multiplicação por números

Exercícios:

1)

Calcule:

Exemplos de divisão: Exercícios: 1) Calcule: Multiplicação por números diferentes de potência de 10

Multiplicação por números diferentes de potência de 10

Para multiplicar números decimais, multiplicamos os números como se fosseminteiros, separando-se, no produto, o número de ordens decimais igual à soma dasordens dos fatores.

Exemplo:

Para multiplicar três ou mais fatores, multiplicam-se os dois primeiros. O resultado obtido multiplica-se pelo

Para multiplicar três ou mais fatores, multiplicam-se os dois primeiros. O resultado obtido multiplica-se pelo terceiro e assim por diante, até o último valor.

pelo terceiro e assim por diante, até o último valor. Exercícios: 1) Calcule: a) 0,54x1,2 =

Exercícios:

1) Calcule:

a) 0,54x1,2 =

b) 0,71 x 2 =

c) 1,97 x 0,74 =

d) 3,9 x 0,27x2

e) 3,874x1,1 =

Divisão por números diferentes de potência de 10

Para efetuar a divisão entre números decimais, obedecemos às seguintes etapas:

1) Igualamos o número de casas decimais do dividendo e do divisor, acrescentando zero;

2) Eliminamos as vírgulas;

3) Efetuamos a divisão entre os números naturais obtidos.

Atenção:

Se a divisão não for exata, para continuá-la, coloca-se um zero à direita do novo dividendo e acrescenta-se uma vírgula no quociente.

IMPORTANTE: Exemplo: O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo

IMPORTANTE:

Exemplo:

O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original.

Exemplo 1:

O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo 2:   Exercícios:
O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo 2:   Exercícios:
O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo 2:   Exercícios:

Exemplo 2:

O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo 2:   Exercícios:
 

Exercícios:

1)

Calcule:

O resto é da mesma ordem decimal do dividendo original. Exemplo 1: Exemplo 2:   Exercícios:

4. Geometria

A geometria é um ramo da matemática que estuda as formas planas ou espaciaiscom as suas propriedades. As principais figuras geométricas são o triângulo, oquadrado, o retângulo e o círculo.

Geometria Elementar É a parte da geometria que estuda as figuras planas, que podem ser traçadas comrégua e compasso, e os sólidos, cujas secções são estas figuras.

Linhas

Linha Poligonal

cujas secções são estas figuras. Linhas Linha Poligonal É a linha formada por segmentos de retas

É a linha formada por segmentos de retas sucessivos, em diversas direções. Aslinhas poligonais podem ser abertas ou fechadas.

Aslinhas poligonais podem ser abertas ou fechadas. Ângulos Ângulo reto: A unidade legal é o ângulo

Ângulos

Ângulo reto: A unidade legal é o ângulo formado por duas retas que se cortamperpendicularmente, formando ângulos adjacentes iguais, como mostra a figura aseguir. Esse valor, chamado ângulo reto (90°), é subdividido de acordo com ossistemas existentes.

(90°), é subdividido de acordo com ossistemas existentes. Ângulo agudo: é aquele cuja abertura é menor

Ângulo agudo: é aquele cuja abertura é menor do que a do ângulo reto.

de acordo com ossistemas existentes. Ângulo agudo: é aquele cuja abertura é menor do que a

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Ângulo obtuso: é aquele cuja abertura é maior do que a do ângulo reto.

é aquele cuja abertura é maior do que a do ângulo reto. Ângulo raso: é aquele

Ângulo raso: é aquele cuja abertura mede 180°C

reto. Ângulo raso: é aquele cuja abertura mede 180°C Ângulos Complementares e Suplementares Ângulos

Ângulos Complementares e Suplementares

Ângulos complementares: são aqueles cuja soma é igual a um ângulo reto.

são aqueles cuja soma é igual a um ângulo reto. Ângulos suplementares: são aqueles cuja soma

Ângulos suplementares: são aqueles cuja soma é igual a um ângulo raso.

são aqueles cuja soma é igual a um ângulo raso. Observação: Para somarmos ou subtrairmos graus,

Observação: Para somarmos ou subtrairmos graus, devemos colocar as unidades iguais sob as outras.

Exemplo: 90°-25° 12' =

A primeira operação por fazer é converter 90° em graus e minutos.

Sabendo que 1° = 60', teremos

90° = 89° 60'

89° 60'-25° 12'= 64° 48'

90° = 89° 60' 89° 60'-25° 12'= 64° 48' Devemos operar da mesma forma, quando temos

Devemos operar da mesma forma, quando temos as unidades graus, minutos e segundos.

Exemplo: 90°-10° 15'20"=

Convertendo 90° em graus, minutos e segundos, teremos

90° = 89° 59' 60"

89° 59' 60" - 10° 15' 20" = 79° 44' 40"

e segundos, teremos 90° = 89° 59' 60" 89° 59' 60" - 10° 15' 20" =

Exemplo: Qual o valor do ângulo C da peça abaixo?

Exemplo: Qual o valor do ângulo C da peça abaixo? Polígono É a figura formada por

Polígono É a figura formada por uma linha poligonal fechada.

Elementos do Polígono

Lados - São os segmentos

fechada. Elementos do Polígono Lados - São os segmentos Ângulos Internos - São os ângulos formados

Ângulos Internos - São os ângulos formados por dois lados consecutivos.

- São os ângulos formados por dois lados consecutivos. Ângulos Externos - São os ângulos formados

Ângulos Externos - São os ângulos formados por um dos lados e o prolongamento de um dos lados adjacentes.

Vértices - São os pontos comuns a dois lados consecutivos A, B, C, D e E.

Diagonais - São segmentos de reta que ligam dois vértices não consecutivos: AD,AC, BD, BE, CE. Nomenclatura

Conforme o número de lados, os polígonos recebem os seguintes nomes:

número de lados, os polígonos recebem os seguintes nomes: Observação: Quando não souber o nome diga:

Observação: Quando não souber o nome diga: polígono de tantos lados. EX: uma figura de 13 lados, diga: polígono de 13 lados.

Triângulos

Triângulos Eqüilátero - Possui três lados iguais. Isósceles - dois lados iguais. Escaleno - três lados

Eqüilátero - Possui três lados iguais. Isósceles - dois lados iguais. Escaleno - três lados diferentes. Retângulo - um ângulo reto (de 90°)

Soma dos Ângulos Internos dos Triângulos Sabendo que a soma dos ângulos internos de qualquer triângulo é igual a 180°, podemos resolver alguns problemas de medição angular, conforme mostra o exemplo.

problemas de medição angular, conforme mostra o exemplo. Quadriláteros Circunferência e Círculo Circunferência É

Quadriláteros

medição angular, conforme mostra o exemplo. Quadriláteros Circunferência e Círculo Circunferência É a curva

Circunferência e Círculo

mostra o exemplo. Quadriláteros Circunferência e Círculo Circunferência É a curva fechada cujos pontos estão

Circunferência

É a curva fechada cujos pontos estão situados a uma mesma distância de um pontofixo (o). O ponto

fixo "o" é denominado centro da circunferência.

Círculo

É a reunião da circunferência e de sua região interna.

Elementos da circunferência

Elementos da circunferência Perímetro É a soma das medidas dos lados de um polígono ou o

Perímetro É a soma das medidas dos lados de um polígono ou o comprimento de uma circunferência (símbolo P).

Perímetro de um polígono

uma circunferência (símbolo P). Perímetro de um polígono Perímetro da circunferência Assim como se pode determinar

Perímetro da circunferência Assim como se pode determinar o perímetro dos polígonos, pode-se também determinar o perímetro da circunferência, ou seja, o seu comprimento.

A razão entre o perímetro (P) e o diâmetro (D) de qualquer circunferência é sempre

A razão entre o perímetro (P) e o diâmetro (D) de qualquer circunferência é sempre um valor constate denominado pela letra grega TI (lê-se: pi), ou seja:

denominado pela letra grega TI (lê-se: pi), ou seja: Portanto, o perímetro vale: 1) Calcule o

Portanto, o perímetro vale:

grega TI (lê-se: pi), ou seja: Portanto, o perímetro vale: 1) Calcule o perímetro destas figuras:

1) Calcule o perímetro destas figuras:

o perímetro vale: 1) Calcule o perímetro destas figuras: Exercícios: Área Área ou superfície é o
o perímetro vale: 1) Calcule o perímetro destas figuras: Exercícios: Área Área ou superfície é o

Exercícios:

vale: 1) Calcule o perímetro destas figuras: Exercícios: Área Área ou superfície é o produto de
vale: 1) Calcule o perímetro destas figuras: Exercícios: Área Área ou superfície é o produto de

Área Área ou superfície é o produto de duas dimensões: comprimento e largura.

Quadrado A área de um quadrado é o produto de um lado (I) pelo outro. Como os lados possuem a mesma dimensão, a área é a medida de seu lado elevado ao quadrado:

a área é a medida de seu lado elevado ao quadrado: Retângulo A área de um

Retângulo A área de um retângulo é igual ao produto da base (b) pela altura (h):

retângulo é igual ao produto da base (b) pela altura (h): Triângulo A área de um

Triângulo A área de um triângulo é a metade da área de um retângulo que tem a mesma altura e base.

da área de um retângulo que tem a mesma altura e base. Círculo Para calcularmos a
da área de um retângulo que tem a mesma altura e base. Círculo Para calcularmos a

Círculo Para calcularmos a área de um círculo precisamos saber a medida do raio da circunferência que o define.

Círculo Para calcularmos a área de um círculo precisamos saber a medida do raio da circunferência

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Exercícios:

1) Calcule a área das figuras abaixo:

Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO
Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO
Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO
Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO
Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO
Exercícios: 1) Calcule a área das figuras abaixo: ELETRICIDADE BÁSICA A NATUREZA DA ELETRICIDADE ESTRUTURA DO

ELETRICIDADE BÁSICA

A NATUREZA DA ELETRICIDADE

ESTRUTURA DO ÁTOMO

No mundo físico, todas as substâncias são formadas por partículas fortemente ligadasentre si. Para visualizar estas partículas, imaginemos um fio de cobre sendo dividido,utilizando-se um alicate. Ao fazermos o primeiro corte, o fio se dividirá em dois, e cadaparte continuará sendo de cobre. Continuamos a dividir, até chegar ao menor pedaço decobre possível.

a dividir, até chegar ao menor pedaço decobre possível. A esse pequeno pedaço possível, que representa

A esse pequeno pedaço possível, que representa a menor parte que ainda conserva asmesmas características físicas e químicas do cobre, chamamos de molécula. Continuandoa dividir, teríamos partículas exageradamente pequenas chamadas de átomos.

O átomo é a menor partícula de um elemento que conserva todas as propriedades desseelemento.

O átomo é a menor partícula de um elemento que conserva todas as propriedades desseelemento. As moléculas são formadas de átomos. Elementos são substâncias que nãopodem ser decompostas em outras substâncias.

Hoje, conhecemos mais de 100 elementos. O átomo é composto de partículas, mas sónos interessa as menores, chamadas: Prótons, elétrons e nêutrons. A estrutura do átomoé muito parecida com a do sistema solar, sendo que, os prótons e os nêutrons compõemo núcleo enquanto os elétrons giram em torno deste em orbitais formando a eletrosfera.

giram em torno deste em orbitais formando a eletrosfera. Onde o núcleo é semelhante ao sol

Onde o núcleo é semelhante ao sol e os elétrons, aos planetas.

o núcleo é semelhante ao sol e os elétrons, aos planetas. ELÉTRONS LIVRES Aplicando a um

ELÉTRONS LIVRES

Aplicando a um átomo a quantidade apropriada de energia sob a forma de calor, luz,pressão, etc., ele poderá liberar ou capturar partículas elétricas. Os elementos diferenciam seuns dos outros pela quantidade de elétrons em órbita e pelo número de prótons enêutrons no núcleo. Os átomos normais têm o mesmo número de elétrons e de prótons.

e pelo número de prótons enêutrons no núcleo. Os átomos normais têm o mesmo número de

Os elétrons não se movem todos na mesma direção em torno do núcleo, mas em diferentesórbitas. Existe grande número de órbitas, relativamente próximas, que são chamadas decamadas.

relativamente próximas, que são chamadas decamadas. Quando a órbita mais externa não está completamente

Quando a órbita mais externa não está completamente preenchida, o elemento (átomo)tem a capacidade de libertar elétrons livres que forem submetidos à tensão.

Neste caso, o átomo não exerce grande força de atração sobre os elétrons da últimacamada,permitindo que o elétron que esteja sobrando, se desprenda e passe para outroátomo que esteja com falta de elétrons.

e passe para outroátomo que esteja com falta de elétrons. Alguns átomos têm todas as camadas

Alguns átomos têm todas as camadas completamente cheias. Esses elementos sãochamados de inertes, porque são incapazes de ceder um elétron ou de recebê-lo deoutros átomos. O átomo de Neônio é um exemplo.

O seu número atômico é 10, e possui 10 elétrons e 10 prótons; a última camada contém8 elétrons, portanto está completa.

última camada contém8 elétrons, portanto está completa. Por outro lado, o átomo de Flúor tem apenas

Por outro lado, o átomo de Flúor tem apenas 7 elétrons na última camada, por isso oFlúor é um elemento ativo; e não inerte.

O ÍON

Aplicando uma energia suficiente ao átomo, poderemos retirar dele ou acrescentar um oudois elétrons. Se isso acontecer, o átomo ficará com um excesso de carga elétrica (númerodesigual de prótons e elétrons). Este equilíbrio fará com que o átomo fique com umacarga positiva ou negativa quando um átomo está carregado (positiva ou negativamente)ele e chamado de íon.

(positiva ou negativamente) ele e chamado de íon. Um átomo carregado positivamente é chamado de íon

Um átomo carregado positivamente é chamado de íon positivo (exemplo do sódio), e umátomo carregado negativamente é chamado de íon negativo (exemplo do cloro).

Cada átomo está certamente tentando "roubar" elétron do outro átomo, de modo acompletar aúltima camada de elétrons. Isto resulta na produção de dois íons um positivoe outro negativo. Os dois átomos ficam unidos devido à atração de cargas de sinaisopostos.

CONDUTORES E ISOLANTES

Condutores são materiais capazes de cederem elétrons livres que servem como caminhopara a corrente eiétrica. Os meios materiais que oferecem grande liberdade de movimentoa eletricidade são chamados de bons condutores ou condutores.

eletricidade são chamados de bons condutores ou condutores. Os condutores não retêm as cargas que possuem.

Os condutores não retêm as cargas que possuem. As cargas elétricas podem movimentar senaforma de elétrons (condutores eletrônicos) ou na forma de íons (condutoresiônicos).

Exemplo de condutores eletrônicos: metais em geral (prata, ouro, cobre, alumínio, etc).De condutores iônicos: ácidos, bases e sais em estado de fusão ou em solução aquosa.Em certas condições, os gases são bons condutores iônicos.

Isolantes são materiais em que a corrente elétrica encontra dificuldade para atravessar esão chamados de isolantes ou dielétricos.

para atravessar esão chamados de isolantes ou dielétricos. Os isolantes retêm as cargas que possuem, apresentando

Os isolantes retêm as cargas que possuem, apresentando uma quantidade de elétronslivres bem pequena. O fato de seus átomos terem a última camada quase completadificulta a transferência de cargas elétricas de um local para outro.

Exemplo de isolantes: papel, ar seco, vidro, cerâmica, borracha, plástico, etc

papel, ar seco, vidro, cerâmica, borracha, plástico, etc Observação: Não existe isolante perfeito, ele pode ser

Observação:

Não existe isolante perfeito, ele pode ser transformado em condutor se for submetido aum forte campo elétrico.

CARGA ELÉTRICA

O estudo das cargas elétricas se baseia em um principio fundamental da Eletricidade:O elétron é

considerado uma partícula negativa e o próton é considerado uma partículapositiva. Nessas duas partículas se baseiam as outras expressões de carga elétrica.

O íon e outro exemplo de carga elétrica positiva ou negativa, sendo que a polaridade doíon depende do número de elétrons e de prótons.

Quando um par de corpos contém a mesma carga, isto é, ambas positivas ou ambasnegativas, e com a mesma intensidade, diz-se que os corpos têm cargas iguais. Quandoum par de corpos contém cargas diferentes, isto é, um corpo é positivo enquanto o outroé negativo, diz-se que eles apresentam cargas opostas.

A lei das cargas elétricas pode ser enunciada da seguinte forma:

das cargas elétricas pode ser enunciada da seguinte forma: A propriedade existente nas cargas que produz

A propriedade existente nas cargas que produz esse fenômeno é chamada ForçaEletrostática. A unidade de carga elétrica e o Coulomb.

1 Coulomb = 6,28 x 10 18 elétrons.

DIFERENÇA DE POTENCIAL (U)

A diferença de potencial (ddp) será sempre a comparação entre duas cargas elétricas.Se dois materiais

tiverem o mesmo potencial elétrico, não haverá diferença de potencialentre eles.

A força eletrostática dá à carga a capacidade de realizar um trabalho,

deslocando umaoutra carga. Essa capacidade é chamada de potencial elétrico. Quando, em quantidadeou em sinal, uma carga é diferente da outra,

ocorre a chamada diferença de potencialelétrico ou, simplesmente, ddp. A soma das diferenças de potencial de um campoeletrostático é chamada de

potencialelétrico ou, simplesmente, ddp. A soma das diferenças de potencial de um campoeletrostático é chamada de

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força eletromotriz (f.e.m.). Entre os terminais de uma bateriacarregada, portanto, existe uma ddp e a capacidade de deslocar cargas que esta ddppossui é chamada de força eletromotriz.

A unidade fundamental de diferença de potencial é o Volt (V), que indica a capacidadede realizar trabalho ao se forçar os elétrons a se deslocarem. A diferença de potencial écomumente chamada de Tensão (alguns usam, inadequadamente, a expressão voltagem).

Em geral, os termos f.e.m., ddp e tensão são tratados como sendo sinónimos. Istonão causa erros em cálculos, pois são expressos com a mesma unidade (o Volt), sãoequivalentes e a diferença conceituai entre eles é extremamente sutil.

Enquanto grandeza, a tensão elétrica é representada por U, porém, pode ser tambémrepresentada pela letra V. Para evitar possíveis equívocos envolvendo a grandeza(tensão) e a unidade (volt), neste material adotaremos apenas a letra U para representara tensão.

CORRENTE ELÉTRICA (L)

É o movimento de cargas elétricas de um ponto a outro. Acorrente

elétrica mais comum éo movimento de elétrons através de um condutor. Havendo diferença de potencial elétricoentre dois pontos, por exemplo, os terminais de uma bateria carregada, basta que hajauma caminho entre eles, formado por condutores, para que as cargas se desloquem de umpólo para o outro.

para que as cargas se desloquem de umpólo para o outro. Num condutor como, por exemplo,

Num condutor como, por exemplo, num fio de cobre, os elétrons livres podem serdeslocados com facilidade ao ser aplicada uma diferença de potencial entre suasextremidades. Define-se corrente elétrica como sendo o movimento ordenado das cargasem um condutor.

O sentido do fluxo de elétrons é de um ponto de potencial negativo para um ponto depotencial positivo.

A seta tracejada indica o sentido da corrente em função do fluxo deelétrons. O sentido do movimento

das cargas positivas, oposto ao fluxo de elétrons, éconsiderado como o fluxo convencional da corrente e é indicado pela seta contínua.

Os circuitos elétricos são analisados tendo como referência a corrente no sentidoconvencional, que é o sentido das cargas positivas em movimento.A unidade de correnteelétrica é o Ampere que expressa a quantidade de Coulomb que passam no tempo de umsegundo num determinado ponto de um condutor.

no tempo de umsegundo num determinado ponto de um condutor. CORRENTES E TENSÕES CONTÍNUA E ALTERNADA

CORRENTES E TENSÕES CONTÍNUA E ALTERNADA

CORRENTE CONTÍNUA Corrente contínua (DC ou CC) é a corrente que passa através de um condutor ou de umcircuito, somente num sentido. A razão dessa corrente unidirecional se deve ao fato de asfontes de tensão, como

as pilhas e as baterias, manterem a mesma polaridade da tensãode saída.

A tensão fornecida por essas fontes é chamada de tensão de corrente contínua ousimplesmente de

tensão DC ou tensão CC.

Uma fonte de tensão contínua pode variar o valor da sua tensão de saída, mas se a polaridade for mantida, a corrente fluirá somente num sentido.

for mantida, a corrente fluirá somente num sentido. Caso os terminais da fonte de tensão sejam

Caso os terminais da fonte de tensão sejam invertidos, os gráficos que descrevem a tensão e a corrente sofrerão alterações.

que descrevem a tensão e a corrente sofrerão alterações. CORRENTE ALTERNADA Uma fonte de tensão alternada

CORRENTE ALTERNADA Uma fonte de tensão alternada (tensão CA ou AC) inverte periodicamente a sua polaridade. Conseqüentemente, o sentido da corrente alternada resultante também é invertido periodicamente.

alternada resultante também é invertido periodicamente. Em termos do fluxo convencional, a corrente flui do terminal

Em termos do fluxo convencional, a corrente flui do terminal positivo da fonte de tensão,percorre o circuito e volta para o terminal negativo. Porém, quando o gerador alterna asua polaridade, a corrente tem de inverter o seu sentido. Um exemplo comum é a linhade tensão usada nas residências. Nesses sistemas, os sentidos da tensão e da correntesofrem muitas inversões por segundo. Cada inversão completa, saindo e voltando para o ponto em que a curva se repetirá, échamada de ciclo.

por segundo. Cada inversão completa, saindo e voltando para o ponto em que a curva se

A quantidade de vezes que este ciclo se repete no tempo de um segundo é chamadade freqüênciacuja unidade de medida é o Hertz (Hz). O sistema brasileiro de correntealternada possui a frequência fixa de 60 Hz, ou seja, sessenta ciclos por segundo.

ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS

O conjunto de equipamentos e condutores onde é possível se estabelecer uma correnteelétrica é

chamado circuito elétrico.

Basicamente, o circuito elétrico é constituído de condutores, instrumentos de controle e,pelo menos, uma carga. É também necessária a ligação de uma fonte de força eletromotrizao circuito para que haja circulação de corrente.

circuito para que haja circulação de corrente. Fechar um circuito é efetuar a ligação que permite

Fechar um circuito é efetuar a ligação que permite a passagem da corrente; abrir um circuito é interromper essa corrente.

da corrente; abrir um circuito é interromper essa corrente. No circuito aberto não há circulação de

No circuito aberto não há circulação de corrente elétrica.

Geralmente, utiliza-se o símbolo do terra para indicar que alguns fios estão ligados a umponto comum

no circuito.

que alguns fios estão ligados a umponto comum no circuito. Como o símbolo "terra" indica que

Como o símbolo "terra" indica que os dois pontos estão ligados a um ponto comum,então, os dois circuitos (A e B) ilustrados são eletricamente • iguais.

RESISTÊNCIA ELÉTRICA (R)

Define-se como resistência elétrica a dificuldade que um corpo impõe à passagem dacorrente. Resistor é todo elemento de circuito cuja função exclusiva é efetuar a conversãoda energia elétrica em energia térmica. O fenómeno da transformação da energia elétricaem energia térmica é chamado efeito térmico ou efeito joule.

energia térmica é chamado efeito térmico ou efeito joule. A resistência é medida em Ohms (Q)

A resistência é medida em Ohms (Q) e é representada nas equações pela letra R. Define seo Ohm - unidade de medida de resistência elétrica - como a quantidade de resistênciaque limita a corrente num condutor a um ampere, quando a tensão aplicada for de um volt.

Os resistores são elementos comuns na maioria dos dispositivos elétricos e eletrônicos. Algumas aplicações freqüentes dos resistores são: estabelecer o valor adequado datensão do circuito, limitar a corrente ou constituir-se numa carga.

LEI DE OHM O físico alemão Georg Simon Ohm, (1789-1854), responsável pelos primeiros estudossobre ,a resistência elétrica dos materiais, percebeu que, de acordo com a variação datensão elétrica aplicada a um circuito fechado e com uma resistência elétrica determinada,a corrente também varia de tal modo que, do quociente entre a tensão e a corrente,obtém-se um valor constante. Portanto, a resistência de um circuito é igual ao quocienteentre tensão aplicada e a corrente que passa por ele:

tensão aplicada e a corrente que passa por ele: Manipulando a relação acima, surgem as seguintes

Manipulando a relação acima, surgem as seguintes formas:

Manipulando a relação acima, surgem as seguintes formas: Onde: Esta relação entre tensão, corrente e resistência

Onde:

a relação acima, surgem as seguintes formas: Onde: Esta relação entre tensão, corrente e resistência é

Esta relação entre tensão, corrente e resistência é uma poderosa ferramenta para a análise de circuitos elétricos resistivos. A expressão matemática da lei de Ohm pode ser memorizada com eficiência utilizando-se o "círculo da lei de Ohm".

matemática da lei de Ohm pode ser memorizada com eficiência utilizando-se o "círculo da lei de

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Quando forem conhecidos dois dos valores envolvidos na relação, cubra o símbolo dagrandeza a ser calculada com o dedo.

cubra o símbolo dagrandeza a ser calculada com o dedo. As grandezas que ficarem à mostra

As grandezas que ficarem à mostra indicarão como a grandeza desconhecida.

Exemplo:

No circuito representado a seguir, o resistor limita a corrente do circuito em 5 A quandoligado a uma fonte de tensão de 10 V. Determine sua resistência.

a uma fonte de tensão de 10 V. Determine sua resistência. Solução: Como U e I

Solução:

Como U e I são dados, para encontrar R ,deve se cobri-lo no circulo da lei de Ohm.

para encontrar R ,deve se cobri-lo no circulo da lei de Ohm. O valor da resistência

O valor da resistência do circuito é de 2Q.

POTÊNCIA ELÉTRICA (P)

A potência é uma grandeza utilizada com frequência na especificação dos equipamentoselétricos e

determina, por exemplo, o quanto uma lâmpada é capaz de emitir luz, o quantoo motor elétrico é capaz

de produzir trabalho ou a carga mecânica que pode suportar emseu eixo. A potência normalmente é responsável pelas dimensões dos equipamentos oumáquinas.

A unidade de medida da potência é o Watt cujo símbolo é a letra W .

Quando uma corrente é forçada pela tensão produzida por um gerador a passar porum equipamento, a energia elétrica é transformada em outras formas de energia(mecânica, química, térmica, etc.). Diz-se,

então, que a energia elétrica foi "consumida"pelo equipamento ou circuito. A potência elétrica em qualquer trecho ou componente docircuito é igual ao produto da corrente que passa por esse trecho pela tensão entre asextremidades do trecho que está sendo analisado. Portanto:

do trecho que está sendo analisado. Portanto: Podemos também manipular esta equação para obtermos:

Podemos também manipular esta equação para obtermos:

Podemos também manipular esta equação para obtermos: Onde: P - Potência em watts (W) I =

Onde:

P - Potência em watts (W)

I = Corrente em amperes (A)

U = Tensão em volts (V)

Se forem conhecidos os valores de corrente e resistência, mas não o de tensão, porexemplo, podemos determinar a potência em duas etapas: Primeiro calcula-se a tensãoatravés da lei de Ohm e depois, conhecendo o valor de tensão, aplica-se a fórmula dapotência.

Exemplo:

Um chuveiro elétrico possui uma resistência de 11 Q. Sabendo que este equipamentodeve ser alimentado por uma tensão de 220 F , determine sua potência.

Solução:

Pode-se calcular a potência através da seguinte relação:

P = I - U (1)

O enunciado do exercício não fornece o valor da corrente, entretanto, é possível determinálocom base na lei de Ohm.

entretanto, é possível determinálocom base na lei de Ohm. Sabe-se agora que a corrente nominal do

Sabe-se agora que a corrente nominal do chuveiro é de 20 amperes. Então, para encontrara potência, basta prosseguir com o cálculo (1):

encontrar a potência, basta prosseguir com o cálculo (1): Portanto, a potência do chuveiro elétrico é

Portanto, a potência do chuveiro elétrico é de 4400 watts.

Desta forma, sendo quaisquer dois valores conhecidos, sempre é possível determinar oterceiro valor.

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES

Em algumas aplicações, existe a necessidade de se obter um valor de resistência diferentedo valor fornecido por um único resistor. Nesses casos pode ser feita uma associação deresistores.

Existem três maneiras de se associ ar resistores: em série, em paralelo ou mista.

Em qualquer tipo de associação resistência que deve possuir um chamado de resistor equivalente.

de resistores, denomina-se resistência e quivalente ovalor de

daassociação. Este é

único resistor que faça o mesmo trabalho

Associação de resistores em série Os resistores estão associados em série quando são ligados um após o outro, formandoum caminho único por onde a corrente pode pas sar. Podemos concluir que, numaassociação em série, a corrente é a mesma em todos os resistores.

em série, a corrente é a mesma em todos os resistores. Aresistência equivalente de uma a

Aresistência equivalente de uma a ssociação é indicada pelo valor desse resistor , calculada pela seguinte relação:

valor desse resistor , calculada pela seguinte relação: Onde: Em uma associação de r esistores em

Onde:

desse resistor , calculada pela seguinte relação: Onde: Em uma associação de r esistores em série,

Em uma associação de r esistores em série, a resistência equivalent e é igual à soma das resistências associadas. A queda d e tensão total entre as extremidades da associ ação éigual à soma das quedas de tensão de cada resistor a ssociado.

Exemplo:

Num circuito em série, obtém-se terminais de R. Determine a tensão

em série, obtém-se terminais de R. Determine a tensão 6V nos terminais de R} , 30

6V nos terminais de R} , 30 F nos termin ais de R2 e 54V nos total entre os terminais do circuito.

a tensão 6V nos terminais de R} , 30 F nos termin ais de R2 e

Solução:

a tensão 6V nos terminais de R} , 30 F nos termin ais de R2 e

Portanto, a tensão total entre os terminais da associação é de 90 V.

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES EM PARALELO

Os resistores estão associados em paralelo quando são ligados um ao outro pelos dois terminais, de modo a ficarem submetidos a uma mesma tensão. Assim, cada resistor será percorrido por uma corrente diferente.

cada resistor será percorrido por uma corrente diferente. Pela lei de Ohm, a corrente de cada

Pela lei de Ohm, a corrente de cada ramo é igual à tensão aplicada dividida pelaresistência entre os dois pontos. Com a mesma tensão aplicada, um ramo que possuamenor resistência permite a passagem de uma corrente maior, enquanto num ramo demaior resistência, a corrente será menor.

A corrente total desta associação é equivalente à soma das correntes individuais nos resistores.

Exemplo:

Duas lâmpadas, que são percorridas, cada uma, por uma corrente de 2 A mais umaterceira lâmpada que é percorrida por 1 A estão ligadas em paralelo a uma fonte detensão de 110 V. Qual a corrente total deste circuito?

detensão de 110 V. Qual a corrente total deste circuito? Solução: A corrente total é igual

Solução:

A corrente total é igual à soma das correntes nos ramos:

A corrente total é igual à soma das correntes nos ramos: Portanto, a corrente total é

Portanto, a corrente total é de 5 amperes.

O método para o cálculo da resistência equivalente de um circuito em paralelo leva emconsideração o

fato de que os produtos das resistências elétricas em cada ramo, pelasrespectivas intensidades de

corrente, resultam num valor constante, pois a tensão é amesma em todos os resistores.

Manipulando esta relação, obtém-se: Sendo a corrente total equivalente à soma das correntes nos ramos,

Manipulando esta relação, obtém-se:

Manipulando esta relação, obtém-se: Sendo a corrente total equivalente à soma das correntes nos ramos, pode-se

Sendo a corrente total equivalente à soma das correntes nos ramos, pode-se afirmar que:

à soma das correntes nos ramos, pode-se afirmar que: Acorrente total pode ser calculada com base

Acorrente total pode ser calculada com base na tensão e na resistência equivalente pela lei de Ohm.

na tensão e na resistência equivalente pela lei de Ohm. Substituindo este resultado na equação anterior,

Substituindo este resultado na equação anterior, obtém-se:

este resultado na equação anterior, obtém-se: Regras práticas para um circuito em paralelo Quando são

Regras práticas para um circuito em paralelo Quando são apenas dois resistores em paralelo pode-se calcular a resistência equivalente da seguinte forma:

calcular a resistência equivalente da seguinte forma: Quando são n resistores de igual valor ligados em

Quando são n resistores de igual valor ligados em paralelo temos:

n resistores de igual valor ligados em paralelo temos: Onde R é a resistência, igual em

Onde R é a resistência, igual em todos os resistores da associação.

Associação mista Associação mista e composta de resistores dispostos em série e em paralelo.

e composta de resistores dispostos em série e em paralelo. A) R1 em série com a
A) R1 em série com a combinação paralela de R2 com R3 (a) Circuito básico
A)
R1 em série com a combinação paralela de R2 com R3
(a)
Circuito básico
(b)
Inicialmente resolvemos a combinação paralela
(c)
A seguir efetuamos a combinação série.

B) R3 em paralelo com a combinação série de Rn com R2.

B) R3 em paralelo com a combinação série de Rn com R2. (a) Circuito básico (b)

(a)

Circuito básico

(b)

Inicialmente resolvemos a combinação série

(c)

A seguir efetuamos a combinação paralela.

Exemplo:

Determine a resistência da associação da figura abaixo:

A seguir efetuamos a combinação paralela. Exemplo: Determine a resistência da associação da figura abaixo: 48

Solução:

1)

Inicialmente reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 20 [ Q ] e 30 [ Q ].

em paralelo dos resistores de 20 [ Q ] e 30 [ Q ]. 2) 3)

2)

3)

Em seguida reduzimos a associação em série dos resistores de 12 [Q] e 28 [Q].

a associação em série dos resistores de 12 [Q] e 28 [Q]. Neste estado reduzimos a
a associação em série dos resistores de 12 [Q] e 28 [Q]. Neste estado reduzimos a

Neste estado reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 60 [Q] e 40 [Q].

estado reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 60 [Q] e 40 [Q]. 4) Segue-se

4)

Segue-se imediatamente o esquema:

estado reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 60 [Q] e 40 [Q]. 4) Segue-se
estado reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 60 [Q] e 40 [Q]. 4) Segue-se
estado reduzimos a associação em paralelo dos resistores de 60 [Q] e 40 [Q]. 4) Segue-se

Finalmente:

Finalmente: A resistência total equivalente será Rt. = 12 [Q]. Logo: Capacitância O capacitor ou condensador
Finalmente: A resistência total equivalente será Rt. = 12 [Q]. Logo: Capacitância O capacitor ou condensador

A resistência total equivalente será Rt. = 12 [Q]. Logo:

A resistência total equivalente será Rt. = 12 [Q]. Logo: Capacitância O capacitor ou condensador é

Capacitância O capacitor ou condensador é um dispositivo elétrico constituído de duas placas ou lâminasde material condutor, chamadas armaduras, separadas por um material isolante chamadodielétrico e cuja função é armazenar cargas. Para reduzir o volume do componente, jáque as armaduras devem possuir grandes dimensões, usa-se "enrolar" uma armadurasobre a outra, tendo entre elas o dielétrico.

grandes dimensões, usa-se "enrolar" uma armadurasobre a outra, tendo entre elas o dielétrico. Símbolos 50
grandes dimensões, usa-se "enrolar" uma armadurasobre a outra, tendo entre elas o dielétrico. Símbolos 50
grandes dimensões, usa-se "enrolar" uma armadurasobre a outra, tendo entre elas o dielétrico. Símbolos 50

Símbolos

grandes dimensões, usa-se "enrolar" uma armadurasobre a outra, tendo entre elas o dielétrico. Símbolos 50

50

As duas placas do capacitor são eletricamente neutras, uma vez que, em cada uma delas, os números de prótons e elétrons são iguais. O capacitor neste estado encontra-se descarregado.

iguais. O capacitor neste estado encontra-se descarregado. Quando os terminais do capacitor são ligados a uma

Quando os terminais do capacitor são ligados a uma fonte de tensão contínua, por exemplo,ocorre um movimento de cargas. O elétrons presentes na placa A são atraídos para o pólo positivo da fonte de tensão enquanto a placa B recebe mais elétrons provenientes do pólo negativo da fonte, atraídos pelo campo eletrostático que surge na placa A.

atraídos pelo campo eletrostático que surge na placa A. Este movimento de cargas continua até que

Este movimento de cargas continua até que a tensão entre os terminais do capacitor seja a mesma que entre os pólos da fonte de tensão. Se neste instante, desligarmos o capacitor do circuito, a carga continuará acumulada. Neste estado, o capacitor se encontra carregado, funcionando como uma fonte de tensão. Para que ocorra a descarga,basta que exista um circuito ou um condutor interligando eletricamente os terminais do capacitor.

interligando eletricamente os terminais do capacitor. Pode-se definir a capacitância como a quantidade de carga
interligando eletricamente os terminais do capacitor. Pode-se definir a capacitância como a quantidade de carga

Pode-se definir a capacitância como a quantidade de carga que pode ser armazenada por unidade de tensão aplicada a um dispositivo. A unidade de medida de capacitância é o Farad, representada pela letra F.

Associação de capacitores em série É possível calcular o valor de um capacitor equivalente que torne os trechos de circuito eletricamente iguais.

Numa associação em série, o cálculo da capacitância equivalente é feito conforme a seguinte relação:
Numa associação em série, o cálculo da capacitância equivalente é feito conforme a seguinte relação:

Numa associação em série, o cálculo da capacitância equivalente é feito conforme a seguinte relação:

Onde:

equivalente é feito conforme a seguinte relação: Onde: Uma associação de capacitores em série apresenta as
equivalente é feito conforme a seguinte relação: Onde: Uma associação de capacitores em série apresenta as

Uma associação de capacitores em série apresenta as seguintes características:

- todos os capacitores apresentam a mesma carga.

- A tensão total é igual à soma das tensões parciais.

Associação de capacitores em paralelo Também na associação em paralelo é possível calcular o valor para o capacitor equivalente.

Numa associação em série, o cálculo da capacitância equivalente é feito conforme aseguinte relação: ;

Numa associação em série, o cálculo da capacitância equivalente é feito conforme aseguinte relação: ;

Onde:

equivalente é feito conforme aseguinte relação: ; Onde: Cp= Capacitância da associação em paralelo. Ct= Valor

Cp= Capacitância da associação em paralelo.

Ct= Valor da capacitância do capacitor C1.

C2 = Valor da capacitância do capacitor C2.

C2 - Valor da capacitância do capacitor C3.

Uma associação de capacitores em paralelo apresenta as seguintes características:

- Todos os capacitores apresentam a mesma tensão.

-Acarga total é igual à soma das cargas individuais.

-Acarga total é igual à soma das cargas individuais. Circuitos de corrente alternada No caso de

Circuitos de corrente alternada No caso de "resistências", quanto maior a tensão da rede, maior será a corrente e mais depressa a resistência irá se aquecer. Isto quer dizer que a potência elétrica será maior.

Quando se tem um circuito resistivo, a potência elétrica absorvida da rede é calculada multiplicando-se a tensão da rede pela corrente.

Se a resistência (carga), for monofásica, temos:

Se a resistência (carga), for monofásica, temos: No sistema trifásico a potência em cada fase será

No sistema trifásico a potência em cada fase será Pf = If • Uf. Como num sistema monofásico independente. A potência total será a soma das potências das três fases, ou seja:

total será a soma das potências das três fases, ou seja: Quando um sistema trifásico é

Quando um sistema trifásico é ligado em estrela ou em triângulo, tem-se as seguintes relações:

em estrela ou em triângulo, tem-se as seguintes relações: Assim, para ambas as ligações a potência

Assim, para ambas as ligações a potência total será:

Assim, para ambas as ligações a potência total será: Esta relação é válida somente para circuitos

Esta relação é válida somente para circuitos com cargas resistivas. Quando o circuito a ser analisado possuir cargas reativas (que apresentem indutânciasou capacitâncias), deve ser levado em consideração o fator de potência.

Fator de potência Ofator de potência, indicado por coscp , onde 9 é o ângulo de defasagem da tensão emrelação à corrente, é a relação entre a potência real (ativa) P e a potência aparente S.

entre a potência real (ativa) P e a potência aparente S. Onde: S = potência aparente;

Onde:

S

= potência aparente;

P

= potência ativa;

Q

= potência reativa.

Potência aparente (S) é o resultado da multiplicação da tensão pela corrente (S = I • U, parasistemas monofásicos e S = ^~-I • U, para sistemas trifásicos). Corresponde a potência realou "potência ativa" que existiria se não houvesse defasagem da corrente, ou seja, se acarga fosse formada apenas por resistência. Portanto:

existiria se não houvesse defasagem da corrente, ou seja, se acarga fosse formada apenas por resistência.

Para as cargas resistivas, coscp = 1 e a potência ativa se confunde com a potência aparente. A unidade de medidas para potência aparente é o volt-ampère (VA) ou seu múltiplo, o quilovolt-ampère (kVA).

Potência ativa (P) é a parcela da potência aparente que realiza trabalho.

(P) é a parcela da potência aparente que realiza trabalho. Para expressar a potência ativa, deve

Para expressar a potência ativa, deve ser utilizado como unidade o Watt (W). Potência reativa (Q) é a parcela da potência aparente que não realiza trabalho. Apenas é transferida e armazenadas nos elementos passivos como capacitores e indutores (bobinas).

elementos passivos como capacitores e indutores (bobinas). A unidade utilizada para expressar a potência reativa é

A unidade utilizada para expressar a potência reativa é o volt-ampère reativo (VAR).

Energia elétrica

Energia elétrica é uma forma de energia baseada na geração de diferenças de potencial elétrico entre dois pontos, que permitem estabelecer uma corrente elétrica entre ambos. Mediante a transformação adequada é possível obter energias finais de uso direto,em forma de luz, movimento ou calor, segundo

os elementos de transformação que se empreguem.

A energia elétrica apenas existe de maneira aproveitável na Natureza, sendo o exemplo mais habitual

de sua presença natural as tempestades elétricas. Ao mesmo tempo,tampouco é de utilidade direta para

o ser humano, salvo em aplicações muito particulares,como o uso de correntes em fisioterapia.

Entretanto, é uma das principais energias devida fundamentalmente à facilidade para transportá-la, convertê-la em outras formas de energia e produzi-la também a partir de outras fontes de energia.

A unidade de medida usual para energia elétrica é o quilowatt-hora (kWh) correspondente à energia

fornecida por uma potência de um quilowatt funcionando durante uma hora – é a unidade que aparece, para efeito de cobrança, nas contas de energia.

Exercícios

funcionando durante uma hora – é a unidade que aparece, para efeito de cobrança, nas contas
2) No circuito representado a seguir, o resistor limita a corrente em 2 A quando

2) No circuito representado a seguir, o resistor limita a corrente em 2 A quando ligado a uma bateria de 110 V. Determine a sua resistência.

ligado a uma bateria de 110 V. Determine a sua resistência. 3) Uma bateria de 95

3) Uma bateria de 95 F está ligada em série com três resistores: 20Q, 50Q e 120Q,Calcule a tensão nos terminais de cada resistor.

4) Aplique a lei de Ohm para preencher os valores das quantidades indicadas:

de Ohm para preencher os valores das quantidades indicadas: 5) Um carro tem uma lâmpada de

5) Um carro tem uma lâmpada de painel de 1,5 Q e 3 V e uma lâmpada de ré de 1,5 Qe 3 V ligadas em série com uma bateria que libera 2 A (fig. 4-21). Calcule a tensão da bateria e a resistência total do circuito.

em série com uma bateria que libera 2 A (fig. 4-21). Calcule a tensão da bateria

56

6) Se três resistores forem ligados em série através de uma bateria de 12 V e a queda de tensão através de um resistor for de 3 V e a queda de tensão através do segundo resistor for de 7 V, qual a queda de tensão através do terceiro resistor?

7) Uma lâmpada que utiliza 10 V, um resistor de 10 Q que consome 4 A, e um motor de 24 V estão associados em série. Calcule a tensão total e a resistência total.

8) Um divisor de tensão é formado por uma associação de resistores de 3.000 Q, 5.000 Q e de 10.000 Q em série. A corrente na associação da série é de 15 mA. Calcule (a) a queda de tensão através de cada resistência; (b) a tensão total e (c) a resistência total.

9) Um circuito CC transistorizado pode ser representado como na figura abaixo. Calcule a resistência total e a tensão entre os pontos A e B.

a resistência total e a tensão entre os pontos A e B. 10) Um "Spofde teatro

10) Um "Spofde teatro de 12 O está ligado em série com um resistor regulador de 32 Q. Se a queda de tensão através da lâmpada for de 31, 2 V, calcule os valores que estãofaltando,indicados na figura.

calcule os valores que estãofaltando,indicados na figura. 11) Calcule os valores da tensão nos pontos A,

11) Calcule os valores da tensão nos pontos A, B, C e D que aparecem no circuito emrelação ao terra.

A, B, C e D que aparecem no circuito emrelação ao terra. 12) Calcule na tensão

12) Calcule na tensão nos pontos A e B em relação ao terra.

B, C e D que aparecem no circuito emrelação ao terra. 12) Calcule na tensão nos

57

13) Quando a tensão através de R é de 10 V, qual a tensão da fonte no circuito abaixo?

de R é de 10 V, qual a tensão da fonte no circuito abaixo? 14) Calcule

14) Calcule as resistências equivalentes nos circuitos apresentados nas figuras.

equivalentes nos circuitos apresentados nas figuras. 15) Calcule o ramo que está faltando ou a corrente

15) Calcule o ramo que está faltando ou a corrente total conforme indicado.

que está faltando ou a corrente total conforme indicado. 16) Calcule a resistência total no circuito,

16) Calcule a resistência total no circuito, a corrente em cada ramo e a corrente total. Se o resistor de 25 Q for retirado desse circuito, qual a corrente total e a resistência total?

circuito, qual a corrente total e a resistência total? 17) Um amperímetro (um instrumento que mede

17) Um amperímetro (um instrumento que mede a corrente) conduz uma corrente de 0.05A e está em paralelo com um resistor em derivação que conduz 1,9 A. Se a tensão atravésda associação é de 4,2 V, calcule (a) a corrente total, (b) a resistência da derivação, (c) aresistência do amperímetro, e (d) a resistência total.

aresistência do amperímetro, e (d) a resistência total. 18) Um circuito é formado por cinco resistências

18) Um circuito é formado por cinco resistências idênticas ligadas em paralelo através de uma fonte de tensão. Se a corrente total do circuito for de 1 A, qual a corrente que passa em cada resistência?

19) Calcule V se I3 = 0,2 A. A seguir, calcule IT

19) Calcule V se I3 = 0,2 A. A seguir, calcule IT 20) Qual o valor

20) Qual o valor de um resistor que deve ser ligado em paralelo através de uma resistência de 100 KQ para reduzir RT a (a) 50 KQ, (b) 25 KQ, (c) 10 KQ?

21) Que resistência deve ser ligada em paralelo com um resistor de 20 Q e um motor de60 Q também em paralelo, a fim de fornecer uma resistência de 10 Q?

22) Determine os valores que estão faltando na figura abaixo.

Determine os valores que estão faltando na figura abaixo. 23) Você dispõe de duas lâmpadas, uma

23) Você dispõe de duas lâmpadas, uma de 25 W - 125 V e outra de 200 W-125 V. Você liga essas lâmpadas, conectadas em série, a uma tomada de 125 V, e observa que:

a) a lâmpada de 25 W queima.

b) a lâmpada de 200 W queima.

c) a lâmpada de 25 W tem brilho quase normal e a lâmpada de 200 W não chega a acender.

d) a lâmpada de 25 W não chega a acender e a lâmpada de 200 W tem brilho quase normal.

e) as duas lâmpadas acendem com brilho normal.

24) Uma lâmpada de filamento incandescente foi projetada para ser ligada a uma fonte de ddp 120 V, dissipando, então, 100 W. Para que essa lâmpada tenha o mesmo desempenho quando ligada a uma fonte de 240 V é necessário usá-la com uma resistência em série.

A potência que será dissipada nessa resistência adicional será:

a) 50 W

b) 100 W

c) 120 W

d)200 W

e) diferente dessas

25) A especificação de fábrica garante que uma lâmpada, ao ser submetida a uma tensão de 120 V, tem

a potência de 100 W. O circuito ao lado pode ser utilizado para controlara potência da lâmpada,

variando-se a resistência R. Para que a lâmpada funcione com uma potência de 25 W, a resistência R deve ser igual a:

a) 25 Q

b) 36 Q

c) 72 Q d)144 Q

e)288 Q

26) Em uma associação de resistores diferentes em paralelo:

a) a ddp é igual em todos eles, e a maior resistência dissipa a maior potência.

b) a corrente e a ddp são as mesmas em todos os resistores.

c) As correntes e as potências dissipadas são inversamente proporcionais aos valores das existência.

d) A resistência equivalente é a soma das resistências da associação.

e) Nenhuma das anteriores.

27) Na associação de resistores da figura ao lado, os valores de l e de R, são,respectivamente:

ao lado, os valores de l e de R, são,respectivamente: 28) Determine a intensidade da corrente

28) Determine a intensidade da corrente que atravessa o resistor R2 da figura, quando atensão entre os pontos A e B for igual a V e as resistências RvR2 e R3 forem iguais a R.

igual a V e as resistências Rv R2 e R3 forem iguais a R. 29) Numa

29) Numa casa estão instaladas as duas lâmpadas A e B representadas na figura abaixo.

as duas lâmpadas A e B representadas na figura abaixo. Podemos afirmar corretamente que: a) A

Podemos afirmar corretamente que:

a) A resistência elétrica da lâmpada A é maior do que a da lâmpada B.

b) A corrente elétrica que passa através da lâmpada A é maior do que a corrente a través da lâmpada B.

c) Depois de um determinado tempo acesas, podemos dizer que a lâmpada A terá dissipado mais

energia do que a lâmpada B.

d) Se os filamentos das duas lâmpadas são de mesmo material e mesma espessura,podemos dizer que o

filamento da lâmpada B é mais comprido do que o filamento da lâmpada A.

e) Como a voltagem a que estão submetidas as duas lâmpadas é a mesma, podemos dizer que ambas

vão consumir a mesma energia em KWh.

dizer que ambas vão consumir a mesma energia em KWh. e, ligado corretamente, está protegido, na

e, ligado corretamente,

está protegido, na rede que o alimenta, por um fusível com tolerância de até SOA. Se ligarmos, em

paralelo ao chuveiro, sob a mesma ddp de220 V, uma torneira elétrica com a inscrição Podemos afirmar que.

30) Um chuveiro elétrico apresenta a inscrição

V, uma torneira elétrica com a inscrição Podemos afirmar que. 30) Um chuveiro elétrico apresenta a

a) o fusível queimará somente se o chuveiro estiver ligado no"Verão".

b) o fusível queimará somente se o chuveiro estiver ligado no "Inverno".

c) o fusível queimará de qualquer forma, ou seja, tanto se o chuveiro estiver ligado no"Verão"como no

"Inverno".

d) o fusível não queimará de maneira alguma.

e) o fusível queimará mesmo sem ser ligado a torneira.

31) O gráfico representa a corrente elétrica i em função da diferença de potencial U aplicada aos extremos de dois resistores R1 e R2. Quando R1 e R2 forem ligados em paralelo a uma diferença de potencial de 40 V, qual a potência dissipada nessa associação?

a) 2,7 W

b) 4,0 W

c) 12 W

d) 53 W

e) 24.000 W

associação? a) 2,7 W b) 4,0 W c) 12 W d) 53 W e) 24.000 W

32) Dois resistores iguais estão ligados em série a uma tomada de 110 V e dissipam aotodo 550 W. observe a figura abaixo:

de 110 V e dissipam aotodo 550 W. observe a figura abaixo: A potência total dissipada

A potência total dissipada por esses mesmos resistores, se são ligados em paralelo aumatomada de 220 V, é igual a:

a)550 W

b) 4.400 W

c) 1.100 W

d) 2.200 W

e) 8.800 W

33) A figura abaixo representa, em (I), uma associação de três resistores iguais, R,ligados a uma tensão U, percorrida por uma corrente is. Em (II) estão representados osmesmos resistores numa associação em paralelo, ligada a mesma tensão U, percorridapela corrente i .pode-se afirmar que:

tensão U, percorridapela corrente i .pode-se afirmar que: 34) Alguns automóveis modernos são equipados com um
tensão U, percorridapela corrente i .pode-se afirmar que: 34) Alguns automóveis modernos são equipados com um

34) Alguns automóveis modernos são equipados com um vidro térmico traseiro para eliminar o embaçamento em dias úmidos. Para isso, tiras resistivas instaladas na face interna do vidro são conectadas ao sistema elétrico do veículo, de modo que se possa transformar energia elétrica em energia térmica. Num dos veículos fabricados no país,por exemplo, essas tiras (resistores) são arranjadas de forma semelhante à representada na figura abaixo.

no país,por exemplo, essas tiras (resistores) são arranjadas de forma semelhante à representada na figura abaixo.

61

Se as resistências das tiras 1,2 ,6 forem, respectivamente, R,, R2, R6, a associação que corresponde ao arranjo das tiras da figura é:

que corresponde ao arranjo das tiras da figura é: 35) No trecho de circuito ao lado,

35) No trecho de circuito ao lado, a resistência de 3 Q dissipa 27 W. A ddp entre os pontosA e B vale:

de 3 Q dissipa 27 W. A ddp entre os pontosA e B vale: 36) Quando

36) Quando se submete o sistema representado ao lado a uma diferença de potencialelétrico de 14 V entre os pontos A e B, o resistor que dissipa maior potência é o de:

A e B, o resistor que dissipa maior potência é o de: 37) No circuito elétrico

37) No circuito elétrico representado no esquema, a corrente no resistor de 6 Q é de 4 Aeno de 12 Q é de 2 A. Nessas condições, a resistência do resistor R e a tensão U aplicadaentre os pontos C e D valem, respectivamente:

U aplicadaentre os pontos C e D valem, respectivamente: 38) No circuito ao lado as lâmpadas

38) No circuito ao lado as lâmpadas são idênticas. Podemos, então, afirmar que:

a) as lâmpadas brilharão igualmente.

b) Desligando-se L2 ou l_3, o brilho de L1 aumenta.

c) L1 brilha mais que L2 e L3.

d) L1 ficará apagada enquanto L2 e L3 brilharão intensamente.

e)L2 e L3 têm brilhos idênticos e mais intensos queLr

SISTEMAS DE DISTRIBIÇÃO DE ENERGIA

SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA

Sistema elétrico de potência são sistemas de energia elétrica que englobam a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, ou seja, conjunto de equipamentos, materiais e instalações utilizadas para a prestação de serviço público de energia elétrica, desde a geração até o ponto de entrega ao consumidor.

desde a geração até o ponto de entrega ao consumidor. SISTEMA ELÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

SISTEMA ELÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA

A rede de distribuição de energia elétrica é um segmento do sistema elétrico, composto pelas redes elétricas primárias (redes de distribuição de média tensão), e redes secundárias (redes de distribuição de baixa tensão), cuja construção, manutenção e operação é responsabilidade das companhias distribuidoras de eletricidade. As redes de distribuição primárias, são circuitos elétricos trifásicos a três fios (três fases ), ligados nas subestações de distribuição, normalmente são construídas nas classes de tensão 15 KV, 23 KV, ou 34,5 KV. Nestas classes de tensão, as tensões nominais de operação poderão ser 11 KV, 12,6 KV, 13,2 KV, 13,8 KV , 21 KV, 23 KV, 33 KV, 34,5 KV . Os níveis de tensão 13.8 KV e 34.5 KV são padronizados pela legislação vigente, os demais níveis existem e continuam operando normalmente. Nas redes de distribuição primárias, estão instalados os transformadores de distribuição, fixados em postes, cuja função é rebaixar o nível de tensão primário para o nível de tensão secundário (por exemplo,para rebaixar de 13,8 KV para 220 volts). As redes de distribuição secundárias são circuitos elétricos trifásicos a quatro fios (três fases e neutro) normalmente operam nas tensões (fase-fase/fase-neutro) 230/115 volts, 220/127 volts, 380/220 volts. Nestas redes estão ligados os consumidores, que são residências, lojas, pequenos estabelecimentos, etc, e também as luminárias da iluminação pública. Estas redes atendem os grandes centros de consumo (população, grandes indústria, etc.) Os estabelecimentos grandes como prédios, lojas e mercados consomem maiseletricidade, e necessitam de transformadores individuais de 75KVA, 112,5 KVA, 150 KVA. Em alguns casos, a tensão de fornecimento é 380/220 volts ou 440/254 volts. Todo o sistema de distribuição é protegido por um sistema composto por disjuntores automáticos nas subestações onde estão ligados as redes primárias, e com chave fusível nos transformadores de distribuição, que em caso de curto-circuito desligam a rede elétrica. COMPONENTES DE DISTRIBUIÇÃO

ACESSÓRIOS, FERRAGENS E EQUIPAMENTOS:

POSTES Pilar destinado a sustentar os condutores elétricos, telegráficos ou telefônicos. Nas redes de distribuiçãode energia elétrica, as características do poste, altura e esforço, estão contidas em pequenas placas ou em baixo relevo no corpo do próprio poste.

placas ou em baixo relevo no corpo do próprio poste. CARACTERÍSTICAS DOS POSTES A tabela a

CARACTERÍSTICAS DOS POSTES A tabela a seguir apresenta os tipos de postes mais utilizados nos sistemas de distribuição de energia no Brasil e suas características quanto ao carregamento/esforço e sua altura:

Alturas

Carregamentos/Esforços

5

m

150

daN

6

m

200

daN

7

m

300

daN

8

m

400

daN

9

m

600

daN

10

m

700

daN

11

m

800

daN

12

m

1000

daN

13

m

1200

daN

14

m

1500

daN

15

m

1800

daN

16

m

2000

daN

17

m

2500

daN

18

m

3000

daN

20

m

4800

daN

21

m

4900

daN

22

m

5100

daN

23

m

LEVE (MADEIRA)

24

m

MÉDIO (MADEIRA)

25

m

PESADO (MADEIRA)

26

m

(TRILHO)

30

m

(TRILHO)

35

m

(TRILHO)

CONDUTORES Nas redes de distribuição de energia elétrica podemos encontrar os tipos de condutores contidos na

tabela abaixo, sendo que os de alumínio podem ser encontrados sem alma de aço – CA ou com alma de

aço – CAA.

ALUMINIO

SEÇÃO (mm²)

Código

ALUMINIO 4 AWG

21.15

4A

ALUMINIO 2 AWG

33.62

2A

ALUMINIO 1/0 AWG

53.49

1/0A

ALUMINIO 2/0 AWG

67.43

2/0A

ALUMINIO 4/0 AWG

107.20

4/0A

ALUMINIO 266 MCM

135.18

266A

ALUMINIO 336 MCM

170.50

336A

ALUMINIO 4 AWG

21.15

4S

ALUMINIO 2 AWG

33.62

2S

ALUMINIO 1/0 AWG

53.49

1/0S

ALUMINIO 2/0 AWG

67.43

2/0S

ALUMINIO 4/0 AWG

107.20

4/0S

ALUMINIO 266 MCM

135.18

266S

ALUMINIO 336 MCM

170.50

336S

COBRE 8 AWG

8.30

8C

COBRE 6 AWG

10.10

6C

COBRE 4 AWG

21.15

4C

COBRE 2 AWG

33.62

2C

MULTIPLEX

SEÇÃO (mm²)

 

MULTIPLEX 25 mm²

25

25M

MULTIPLEX 35 mm²

35

35M

MULTIPLEX 50 mm²

50

50M

MULTIPLEX 70 mm²

70

70M

MULTIPLEX 95 mm²

95

95M

MULTIPLEX 120 mm²

120

120M

MULTIPLEX 150 mm²

150

150M

MULTIPLEX 185 mm²

185

185M

PROTEGIDO

SEÇÃO (mm²)

 

PROTEGIDA 35 mm²

35

35P

PROTEGIDA 50 mm²

50

50P

PROTEGIDA 70 mm²

70

70P

PROTEGIDA 95 mm²

95

90P

PROTEGIDA 120 mm²

120

120P

PROTEGIDA 150 mm²

150

150P

PROTEGIDA 185 mm²

185

185P

PROTEGIDA 240 mm²

240

240P

TRECHO PRIMÁRIO

TIPO E BITOLA Os condutores a serem encontrados na rede primária convencional são de alumínio CA ou CAA, nas seguintes bitolas na ordem crescente: 2AWG, 1/0 AWG, 2/0 AWG, 4/0 AWG, 266 MCM e 336,4

MCM e na rede multiplex as bitolas 50 mm² , 95 mm², 120 mm² e 185 mm². Os condutores a serem

encontrados na rede primária compacta são de alumínio CA coberto com polietileno reticulado (XLPE),nas seguintes bitolas: 35 mm², 50 mm², 95 mm², 150 mm² e 185 mm². Serão encontrados

ainda, mesmo que em menor freqüência, redes subterrâneas com as bitolas: 35 mm², 50 mm², 70 mm²,

95 mm², 150 mm² e 185 mm².

NÍVEIS DE TENSÃO PRIMÁRIA As tensões padronizadas são de 13,8 kV e 34,5 kV, podendo ser fixada a tensão de fornecimento primário no ponto de entrega de energia a determinado consumidor entre +5% e -5%, com relação à tensão nominal do sistema.

QUANTIDADE DE FASES

A rede primária é trifásica a 3 ou 4 fios e monofásica a 1 ou 2 fios. Nos sistemas a 2 e 4 fios, o neutro

multiaterrado.

IDENTIFICAÇÃO DAS FASES

O reconhecimento do faseamento, nas saídas dos alimentadores existentes, deve ser feito observando

as placas indicativas instalados nos pórticos da subestação, ou considerando o observador de costas para o pórtico de saída, será da direita para a esquerda, sendo:

Placa Azul

Fase A

Placa Branca

Fase B

Placa Vermelha

Face C

TRECHO SECUNDÁRIO

A rede secundária será alimentada por transformadores monofásicos e trifásicos.

TIPO E BITOLA Os condutores a serem encontrados na rede secundária convencional de distribuição são cabos de alumínio CA, nas bitolas 4 AWG, 2 AWG, 1/0 AWG, 2/0 AWG e 4/0 AWG. Os condutores a serem encontrados na rede secundária com cabo multiplex são de alumínio isolado, nas bitolas 35 mm², 70 mm² e 120 mm².

NÍVEIS DE TENSÃO SECUNDÁRIA

A tensão nominal da rede secundária alimentada por transformadores trifásicos será de 220/127 V e de

230/115 V para transformadores monofásicos.

A rede secundária pode ser encontrada a quatro fios com neutro multiaterrado e comum ao primário e a

três fios com neutro multiaterrado e comum ao primário.

IDENTIFICAÇÃO DAS FASES Identificação das fases dos condutores multiplexados da rede secundária deverá ser feita pela cor da isolação do condutor, conforme a seguir:

Fase A

vermelha

Fase B

verde

Fase C preta

→ vermelha Fase B → verde Fase C → preta CRUZETAS: É uma peça de seção

CRUZETAS:

É uma peça de seção transversal retangular obtida em madeira, concreto ou poliester reforçado com

fibras de vidro, incorporada de uma pluralidade de furos verticais e horizontais passantes, através dos quais são transpassados os pinos rosca dos de um conjunto de componentes poliméricos para isolação

da linha de distribuição de energia elétrica.

rosca dos de um conjunto de componentes poliméricos para isolação da linha de distribuição de energia

Tamanho das cruzetas:

2,0 m e 1 ,3m

Conc reto

2,4 m

Mad eira

2,0 m e 1 ,3m

Poliéster reforçado

com fibras de vidro

ISOLADORES Os isoladores para fins elétricos tê m a finalidade de isolar eletricamente um co rpo condutor de outro corpo qualquer. Existem isoladore s de diversos tipos e com as mais variadas ap licações. Entretanto, todos têm uma responsabilidade es pecial: a confiabilidade dos sistemas elétrico s e estão totalmente associados aos níveis de segurança dos sistemas.

ISOLADOR CASTANHA:

Isolador fabricado de porcelana, ut ilizado em padrão de entrada de fornecimento de energia em de ent rada de Baixa tensão, como elemento de isolamento.

de ent rada de Baixa tensão, como elemento de isolamento. ISOLADOR DE Isolador fabricado de porcelana,
de ent rada de Baixa tensão, como elemento de isolamento. ISOLADOR DE Isolador fabricado de porcelana,

ISOLADOR DE

Isolador fabricado de porcelana, utilizado como elemento de is olamento para a

distribuição da alt a tensão, na rede primaria em estruturas.

PINO PARA ALTA TENSÃO:

na rede primaria em estruturas. PINO PARA ALTA TENSÃO: ISOLADOR DE Fabricado de porcelana, utilizado

ISOLADOR DE Fabricado de porcelana, utilizado

distribuição da alta tensão, na rede primaria em estruturas.

VELA OU PILAR:

como elemento de isolamento para a

VELA OU PILAR: como elemento de isolamento para a ISOLADOR ROL DANA: Fabricado de porcel ana,

ISOLADOR ROL DANA:

Fabricado de porcel ana, utilizado como elemento de isolamento para a distribuição da baixa tensão, na red e secundaria em estruturas.

ISOLADOR DE SUSPENSÃO C OM SAPATILHA:

Fabricado de porcelana, utilizado

linhas terminais AT ou interligaçã o de duas linhas.

para fixar as outras ferragens e a cruzeta em

ISOLADOR DE SUSPENSÃO P OLIMÉRICO:

e a cruzeta em ISOLADOR DE SUSPENSÃO P OLIMÉRICO: UTILIZAÇÃO DOS ISOLADO RES Isoladores poliméricos são
e a cruzeta em ISOLADOR DE SUSPENSÃO P OLIMÉRICO: UTILIZAÇÃO DOS ISOLADO RES Isoladores poliméricos são

UTILIZAÇÃO DOS ISOLADO RES Isoladores poliméricos são comum ente utilizados nas redes compactas de distri buição primária enquanto que os isoladores de porc elana são utilizados na rede convencional.

FERRAGENS:

porc elana são utilizados na rede convencional. FERRAGENS: MÃO FR ANCESA PLANA: Equilibra os extremos da

MÃO FR ANCESA PLANA:

Equilibra

os extremos da cruzeta nas estruturas do tipo N e M, dando

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estabilidade e sustentação.

MÃO FRANCESA PERFILAD A:

Equilibra o extremo da cruzeta na estrutura do tipo beco, dando estabilidade e sustentação.

estrutura do tipo beco, dando estabilidade e sustentação. SUPORTE PAR A TRANSFORMADOR EM POSTE CIRCULAR: Estrutura
estrutura do tipo beco, dando estabilidade e sustentação. SUPORTE PAR A TRANSFORMADOR EM POSTE CIRCULAR: Estrutura

SUPORTE PAR A TRANSFORMADOR EM POSTE

CIRCULAR:

Estrutura de aço fo rjado que sustenta e fixa o transformador em poste de concreto

circular.

DE

CONCRETO

SUPORTE PARA TRANSFOR MADOR EM POSTE DE CONCRETO DUPLO T:

Estrutura de aço forjado que suste nta e fixa o transformador em poste de concre to duplo T.

nta e fixa o transformador em poste de concre to duplo T. SAPATILHA P ARA CABOS
nta e fixa o transformador em poste de concre to duplo T. SAPATILHA P ARA CABOS

SAPATILHA P ARA CABOS DE AÇO:

Peça metálica q ue envolve o cabo de aço protegendo do desg aste quando este tracionado.

cabo de aço protegendo do desg aste quando este tracionado. SAPATILHA PARA ALÇA PR É-FORMADA: Peça

SAPATILHA PARA ALÇA PR É-FORMADA:

Peça que recebe a alça pré-formad a, para tracionar o cabo de AT.

recebe a alça pré-formad a, para tracionar o cabo de AT. PORCA DE 16 M M

PORCA DE 16 M M QUADRADOS DE BITOLA:

Peça de metal que prende os parafusos de maquina e francês ao s componentes da estrutura, cintas, s elas, cruzetas e etc.

s componentes da estrutura, cintas, s elas, cruzetas e etc. ARRUELAS Peça metálica construída em for

ARRUELAS Peça metálica construída em for ma de anel que protege a cruzeta de madeira do desgaste das porcas qu e prendem os parafusos.

de madeira do desgaste das porcas qu e prendem os parafusos. ALÇA PRÉ-FOR MADA: Alça de

ALÇA PRÉ-FOR MADA:

Alça de aço que en volve e traciona o condutor de alta tensão, se ndo presa na sapatilha que se encontra con ectada no isolador de suspensão ou disco.

ALÇA PRENDE NDO CABO DE AT NA SAPATILHA:

LAÇO PRÉ-FORMADO:

Dispositivo que tem a função de pr ender o condutor de alta tensão ao isolador de pino ou pilar.

o condutor de alta tensão ao isolador de pino ou pilar. LAÇO PRÉ-FORMADO NA ES TRUTURA:

LAÇO PRÉ-FORMADO NA ES TRUTURA:

isolador de pino ou pilar. LAÇO PRÉ-FORMADO NA ES TRUTURA: PINO DE CRU ZETA: Pino metálico
isolador de pino ou pilar. LAÇO PRÉ-FORMADO NA ES TRUTURA: PINO DE CRU ZETA: Pino metálico

PINO DE CRU ZETA:

Pino metálico qu e serve para acoplar e prender o isolador de p ino na cruzeta:

PINO DE TOPO:

Dispositivo que serve para auxiliar na fixação das chaves facas unipolar e tripolar.

auxiliar na fixação das chaves facas unipolar e tripolar. OLHAL PARA PA RAFUSO: Peça metálica utiliza
auxiliar na fixação das chaves facas unipolar e tripolar. OLHAL PARA PA RAFUSO: Peça metálica utiliza

OLHAL PARA PA RAFUSO:

Peça metálica utiliza da em linhas terminais ou em interligações d e duas linhas AT, recebendo o gancho com o conjunto de componentes de AT.

GANCHO:

Peça que se encaixa no olhal com o conjunto de componentes: - isolador de sus pensão, sapatilha, alça pré-formada e cabo de AT.

de sus pensão, sapatilha, alça pré-formada e cabo de AT. AFASTADORDE REDE SECU NDARIA: Peça que

AFASTADORDE REDE SECU NDARIA:

Peça que tem a função de afastar a rede secundaria (B.T.) do transformador de distribuição.

a rede secundaria (B.T.) do transformador de distribuição. CONECTOR PERFU RANTE (VAMPIRO): Tipo de conector utiliza

CONECTOR PERFU RANTE (VAMPIRO):

Tipo de conector utiliza do para conectar cabos de B.T. em cabos mul tiplex da rede secundaria.

cabos de B.T. em cabos mul tiplex da rede secundaria. CONECTOR TERMINAL: Conector que tem a

CONECTOR TERMINAL:

Conector que tem a função de con ectar o cabo de AT em chaves facas unipolar e tripolar e etc.

CONECTOR TERMINAL CON ECTADO EM CHAVES FACAS:

e etc. CONECTOR TERMINAL CON ECTADO EM CHAVES FACAS: CONECTOR PA RALELO: Conector que inter liga

CONECTOR PA RALELO:

Conector que inter liga dois cabos elétricos de BT ou de AT.

TERMINAL CON ECTADO EM CHAVES FACAS: CONECTOR PA RALELO: Conector que inter liga dois cabos elétricos

CONECTOR AMPACT (CUNH A):

Utilizado para ligar um par de fios , o conector inclui uma cunha inserida numa peça em c pa ra engatar e ligar os fios ligados aos respectivos canais e m c. O conector inclui ainda uma lingúeta deformáv el para receber uma mandíbula de uma cunha do tipo alicate na peça em c. A lingúeta se deforma quando é ati ngida por uma força de

inserção predeterminada.

INTERLIGAÇÃO DOIS CABO S ELÉTRICOS:

predeterminada. INTERLIGAÇÃO DOIS CABO S ELÉTRICOS: GRAM PO TERMINAL: Disposit ivo que prende o cabo de
predeterminada. INTERLIGAÇÃO DOIS CABO S ELÉTRICOS: GRAM PO TERMINAL: Disposit ivo que prende o cabo de
predeterminada. INTERLIGAÇÃO DOIS CABO S ELÉTRICOS: GRAM PO TERMINAL: Disposit ivo que prende o cabo de
predeterminada. INTERLIGAÇÃO DOIS CABO S ELÉTRICOS: GRAM PO TERMINAL: Disposit ivo que prende o cabo de

GRAM PO TERMINAL:

Disposit ivo que prende o cabo de AT no isolador de s uspensão, substituindo a alça pr é-formada e a sapatilha.

uspensão, substituindo a alça pr é-formada e a sapatilha. GRAMPO TERMINAL, FUNCI ONALIDADE: CINTA: Peça utilizada

GRAMPO TERMINAL, FUNCI ONALIDADE:

é-formada e a sapatilha. GRAMPO TERMINAL, FUNCI ONALIDADE: CINTA: Peça utilizada para fixar as outras ferragens

CINTA:

Peça utilizada para fixar as outras ferragens e a cruzeta em post es circular de concreto, dando sustentação para a rede primaria.

de concreto, dando sustentação para a rede primaria. SELA: Peça utilizada para fixar a cruzeta s
de concreto, dando sustentação para a rede primaria. SELA: Peça utilizada para fixar a cruzeta s

SELA:

Peça utilizada para fixar a cruzeta s obre a cinta.

SELA: Peça utilizada para fixar a cruzeta s obre a cinta. PARAF USO FRANCÊS: Pino ros

PARAF USO FRANCÊS:

Pino ros cado que prende selas e cintas e outras ferrag ens a cruzeta e ao poste.

PARAFUSO DE MAQUINA:

Parafuso que prende mão francesa , cruzetas paralelas e ferragens a cruzetaao poste.

francesa , cruzetas paralelas e ferragens a cruzetaao poste. ARMAÇÃO SEC UNDARIA DE 1 E 2
francesa , cruzetas paralelas e ferragens a cruzetaao poste. ARMAÇÃO SEC UNDARIA DE 1 E 2

ARMAÇÃO SEC UNDARIA DE 1 E 2 ESTRIBOS:

Peça metálica que tem a função de prender receber o isolador d e roldana na rede secundaria.

HASTE PARA ARMAÇÃO SE CUNDARIA DE 2 ESTRIBO:

Prende o isolador de roldana a arm ação secundaria de 2 estribos.

o isolador de roldana a arm ação secundaria de 2 estribos. CONJUNTOS ARMAÇÃO SECUNDARIA E HASTES
o isolador de roldana a arm ação secundaria de 2 estribos. CONJUNTOS ARMAÇÃO SECUNDARIA E HASTES

CONJUNTOS ARMAÇÃO SECUNDARIA E HASTES Estrutura que di stribui a rede secundaria.

1 E 2 ESTRIBO:

Estrutura que di stribui a rede secundaria. 1 E 2 ESTRIBO: ARMAÇÃO SECUNDARIA NA DE ROLDANA:

ARMAÇÃO SECUNDARIA NA DE ROLDANA:

Distribui a rede Secundaria.

REDE B.T. COM ISOLADOR

Distribui a rede Secundaria . REDE B.T. COM ISOLADOR SUPORTE PAR A PÁRA-RAIOS E CHAVE FUSÍVEL:

SUPORTE PAR A PÁRA-RAIOS E CHAVE FUSÍVEL:

Serve para fixar o

pára-raios e a chave fusível na cruzeta.

para fixar o pára-raios e a chave fusível na cruzeta. HASTE COBREADA ATERRA MENTO: O conjunto

HASTE COBREADA ATERRA MENTO:

O conjunto de diversas hastes cobr eadas fazem parte da malha de aterramento, que tem como função liberar a desc arga de energia de um raio para o interior da terra.

EQUIPAMENTOS TRANSFORMADORES São componentes de circuitos elétr icos e eletrônicos que tem como função aum entar ou diminuir os níveis de tensão e corrente dos circ uitos.

PRINCIPIO DE FUNCIONAM ENTO

tem como função aum entar ou diminuir os níveis de tensão e corrente dos circ uitos.

PRINCIPAIS COMPONENTES DE UM TRANSFORMADOR

PRINCIPAIS COMPONENTES DE UM TRANSFORMADOR RELAÇÃOMATEMÁTICA DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE

RELAÇÃOMATEMÁTICA DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES

DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:
DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:
DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:
DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:
DAS GRANDEZAS ELÉTRICAS EMTRANSFORMADORES TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:

TIPOS DE TRANSFORMADORES QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO:

Elevador

Abaixador

QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO: Elevador Abaixador CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSFORMADORES QUANTO A FUNÇÃO
QUANTO AO NÍVEL DE TENSÃO: Elevador Abaixador CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSFORMADORES QUANTO A FUNÇÃO

CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSFORMADORES QUANTO A FUNÇÃO

Transformador de transmissão Transformador de distribuição Transformador de acoplamento magnético Transformador de radio freqüência Transformador de fonte de alimentação Autotransformador Transformador de compensação Transformador defasador

TRANSFORMADOR DE TRANSMISSÃO

Transformador elevador TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO Figura 1 - Transformado r Trifásico Figura 2 –

Transformador elevador

TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO

Transformador elevador TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO Figura 1 - Transformado r Trifásico Figura 2 – Transfor

Figura 1 - Transformado r Trifásico

DE DIST RIBUIÇÃO Figura 1 - Transformado r Trifásico Figura 2 – Transfor mador Monofásico IDENTIFICAÇÃO

Figura 2 – Transfor mador Monofásico

IDENTIFICAÇÃO DAS CONE XÕES DE BT e MT EXTERNAMENTE

IDENTIFICAÇÃO DAS CONE XÕES DE BT e MT EXTERNAMENTE LIGAÇÃO DOS ENROLAMEN TOS DE TRANSFORMADOR DE

LIGAÇÃO DOS ENROLAMEN TOS DE TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DAS CONE XÕES DE BT e MT EXTERNAMENTE LIGAÇÃO DOS ENROLAMEN TOS DE TRANSFORMADOR DE
LIGAÇÕESINTERNAS E EXT ERNA DE TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO BANCO DE CAPACITOR Equipamento destinado a

LIGAÇÕESINTERNAS E EXT ERNA DE TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO

E EXT ERNA DE TRANSFORMADOR DE DIST RIBUIÇÃO BANCO DE CAPACITOR Equipamento destinado a armazen ar

BANCO DE CAPACITOR Equipamento destinado a armazen ar energia elétrica. Geralmente utilizado para correção de fator de potência, regulador de tensão, dim inui perdas, eleva o nível de tensão entre out ros.

dim inui perdas, eleva o nível de tensão entre out ros. Figura 3 - Fixo 300
dim inui perdas, eleva o nível de tensão entre out ros. Figura 3 - Fixo 300
dim inui perdas, eleva o nível de tensão entre out ros. Figura 3 - Fixo 300

Figura 3 - Fixo 300 kVAr

Fig ura 4 - Fixo 600 kVArFigura 5 - Automáti co 600 kVAr

RELIGADOR Religador é um dispositivo que atu a em sistemas elétricos com a função de pro tegê-lo contra problemas transitórios, mas garant indo uma menor interrupção em seu funcion amento.

Figura 6 - Religador automático Figura 7 - Religador REGULADOR O regulador de tensão de

Figura 6 - Religador automático

Figura 6 - Religador automático Figura 7 - Religador REGULADOR O regulador de tensão de média

Figura 7 - Religador

REGULADOR

O regulador de tensão de média tensão é um equipamento instalado em redes de distribuição e

subestações que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída de um circuito elétrico, mantendo-a constante independente da tensão de entrada.

mantendo-a constante independente da tensão de entrada. Figura 8 - Regulador CHAVE FUSÍVEL UNIPOLAR: Dispositivo de

Figura 8 - Regulador

CHAVE FUSÍVEL UNIPOLAR:

Dispositivo de manobra que tem como função proteger o sistema contra sobre cargas e curto circuitos assim como executar manobras para manutensão.

circuitos assim como executar manobras para manutensão. 1- Conector Paralelo - Em Bronze estanhado para cabos
circuitos assim como executar manobras para manutensão. 1- Conector Paralelo - Em Bronze estanhado para cabos

1- Conector Paralelo - Em Bronze estanhado para cabos de 10 a 120 mm². Para facilidade de conexão

permite acomodar até dois condutores de diferentes bitolas. Disponíveis também em outros modelos.

2- Contato Superior - Em cobre eletrolítico prata-prata, mantido sob alta pressão por uma mola de aço

inoxidável.

3- Gancho de Abertura Sob Carga - Utilizado para suporte da ferramenta para abertura sob carga e guia

do Porta Fusível durante seu fechamento.

4- Tubo Fusível - Fibra vulcanizada recoberta de fibra de vidro e pintado com epoxi de alta resistência

aos raios UV.

5- Contatos Inferiores - duplo em cobre eletrolítico prata-prata, mantidos sob alta pressão por molas de

material não ferroso.

6-

Pinos de Trava - Fabricados em aço inoxidável.

7-

Lingueta - Em aço inoxídável que associada a uma mola não permite, principalmente na operação de

fechamento, que o elo fusível seja submetido a esforços de tração superiores a 3 Kgf, este mecanismo também proporciona uma expulsão rápida do elo fusível de dentro do porta fusível nas faltas de baixa corrente eliminando possíveis arcos internos.

8- Munhão- Fundido em bronze de alta resistência banhado em prata, auxilia no alinhamento do porta

fusível durante seu fechamento.

9- Isolador - Porcelana vitrificada de alta resistência conforme normas ABNT, ANSI e IEC.

CHAVE FUSÍVEL RELIGADORA:

Dispositivo de manobra que tem como função a proteção de equipamentos e ramais das redes de distribuição de energia, principalmente para os troncos ou ramais que alimentam núcleos rurais, industriais, hospitais e todas aquelas cargas que não admitem interrupções prolongadas motivadas por falhas transitórias. Outro benefício de grande importância é a redução de deslocamento de equipe de manutenção, custos operacionais e interrupções prolongadas do fornecimento de energia. O porta fusível foi desenvolvido para interromper correntes de alta intensidade.

desenvolvido para interromper correntes de alta intensidade. CARTUCHO: Parte da chave fusível que abriga o elo:

CARTUCHO:

Parte da chave fusível que abriga o elo:

CARTUCHO: Parte da chave fusível que abriga o elo: CHAVE FACA UNIPOLAR: Dispositivo cuja função é
CARTUCHO: Parte da chave fusível que abriga o elo: CHAVE FACA UNIPOLAR: Dispositivo cuja função é

CHAVE FACA UNIPOLAR:

Dispositivo cuja função é interligar rede de alta tensão e executar manobras para manutenção. A manobra e realizada individualmente.

para manutenção. A manobra e realizada individualmente. CHAVE FACA TRIPOLAR: Chave cuja função é interligar rede
para manutenção. A manobra e realizada individualmente. CHAVE FACA TRIPOLAR: Chave cuja função é interligar rede
para manutenção. A manobra e realizada individualmente. CHAVE FACA TRIPOLAR: Chave cuja função é interligar rede

CHAVE FACA TRIPOLAR:

Chave cuja função é interligar rede de média tensão e executar manobras para manutenção. A manobra e realizada nas três chaves de uma só vez.

rede de média tensão e executar manobras para manutenção. A manobra e realizada nas três chaves
rede de média tensão e executar manobras para manutenção. A manobra e realizada nas três chaves
rede de média tensão e executar manobras para manutenção. A manobra e realizada nas três chaves

PÁRA-RAIOS

Dispositivo destinado a:

a) Proteger o sistema elétrico contra sobretensões transitórias elevadas providas de descargas

atmosféricas e;

b) Limitarem a duração e a intensidade da corrente subseqüente.

a duração e a intensidade da corrente subseqüente. TIPOS DE MATERIAL DOS PÁRA-RAIOS Nas redes de
a duração e a intensidade da corrente subseqüente. TIPOS DE MATERIAL DOS PÁRA-RAIOS Nas redes de

TIPOS DE MATERIAL DOS PÁRA-RAIOS

Nas redes de distribuição urbana e rural são encontrados pára-raios fabricados nos seguintes materiais:

- Porcelana

- Vidro

- Poliméricos

ATERRAMENTO Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra. Podemos identificar sua presença também nos postes da rede de distribuição. Geralmente o encontramos descendo lateralmente aos postes ou até no centro.

descendo lateralmente aos postes ou até no centro. ESTRUTURAS PRIMÁRIA As estruturas apresentadas a seguir
descendo lateralmente aos postes ou até no centro. ESTRUTURAS PRIMÁRIA As estruturas apresentadas a seguir

ESTRUTURAS PRIMÁRIA As estruturas apresentadas a seguir são comumente utilizadas em sistemas de distribuição de energia.

Rede convencional é o tipo de rede inicialmente utilizada na rede para a distribuição de energia elétrica, empregando cruzetas de concreto, de madeira e isoladores tipo pilar. É subdividida em Rede de Distribuição Urbana (RDU) e Rede de Distribuição Rural (RDR).

Rede compacta é um tipo de rede sustentado através de um cabo mensageiro fixado aos postes por meio de braços metálicos e espaçadores losangulares ou separadores de cabos poliméricos instalados em intervalos ao longo do vão.

Rede PSH é um tipo de estrutura onde a rede de distribuição aérea primária e secundária são horizontais com o objetivo de melhoria da qualidade e reduzir os elevados níveis de perdas de energia. Rede Multiplex é um tipo de rede de baixa tensão, utilizando condutores encordoados multiplexados. Utilizam apenas um isolador de sustentação.

Figura 9 – Convencional Figura 11 – PSH Figura 10 - Compacta Figura 12 -

Figura 9 – Convencional

Figura 9 – Convencional Figura 11 – PSH Figura 10 - Compacta Figura 12 - RSS

Figura 11 – PSH

Figura 9 – Convencional Figura 11 – PSH Figura 10 - Compacta Figura 12 - RSS

Figura 10 - Compacta

9 – Convencional Figura 11 – PSH Figura 10 - Compacta Figura 12 - RSS Os

Figura 12 - RSS

Os espaçadores possuem duas funções principais: Compactar a rede e separar os condutores.

principais: Compactar a rede e separar os condutores. Figura 13 - Separador de CaboFigura 14 -
principais: Compactar a rede e separar os condutores. Figura 13 - Separador de CaboFigura 14 -

Figura 13 - Separador de CaboFigura 14 - Espaçador Losangular

NÍVEIS DAS ESTRUTURAS PRIMÁRIAS As estruturas primárias poderão ser encontradas em cinco níveis de posicionamento em relação ao topo do poste, sempre de cima para baixo. Nos casos de rede compacta, deve-se posicionar de costas para geração e de frente para a rede iniciar a contagem do lado direito como nível um e lado do esquerdo nível dois até que todos os níveis sejam identificados.

F igura 15 - Níveis Rede Primária QUANTIDADE DAS ESTRUTU RAS PRIMÁRIAS O conjunto de

F igura 15 - Níveis Rede Primária

QUANTIDADE DAS ESTRUTU RAS PRIMÁRIAS O conjunto de dois ou mais tipos d e estruturas no mesmo nível deve ser express a como: NX–Y onde X representa o tipo da primeira estru tura e Y representa segunda estrutura. Ex. N2 -3 (Estrutura N2 e N3 no mesmo nível).

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – RDU Serão descritas a seguir, as estrutu ras que são mais freqüentemente encontradas nas RDU – Rede de Distribuição Urbana.

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – PSH ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – PSH/SER

encontradas nas RDU – Rede de Distribuição Urbana. ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – PSH ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – PSH/SER
F igura 16 - Estruturas PSH/RSE ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE PSH/RSS F igura 17 -

F igura 16 - Estruturas PSH/RSE

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE PSH/RSS

F igura 16 - Estruturas PSH/RSE ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE PSH/RSS F igura 17 - Estruturas

F igura 17 - Estruturas PSH/RSS

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE COMPACTA

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE COMPACTA Figura 18 - Compacta ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – CONVENCIONAIS 81

Figura 18 - Compacta

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – CONVENCIONAIS

ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – REDE COMPACTA Figura 18 - Compacta ESTRUTURAS PRIMÁRIAS – CONVENCIONAIS 81
igur a 19 – Convencionais ESTRUTURAS 82
igur a 19 – Convencionais ESTRUTURAS 82

igur a 19 – Convencionais

ESTRUTURAS

PRIMÁRIAS RURAIS PADRO NIZADAS Serão descritas a seguir, as estrutu ras mais freqüentes nas RDR – Rede de Distr ibuição Rural. Nas Redes de Distribuição Rural p oderão ser encontradas ainda algumas estrut uras usadas nas RDU – Redes de Distribuição Urbana que serão cadastradas com a mesma nomenclatu ra em tensões de 13,8 kV até 34,5 kV diferenciando o tip o de isolador – Pilar ou Pino e suspensão – n os mesmos tipos de estruturas de RDU.

e suspensão – n os mesmos tipos de estruturas de RDU. Figura 20 - Isolador tipo

Figura 20 - Isolador tipo Pi no

suspensão – n os mesmos tipos de estruturas de RDU. Figura 20 - Isolador tipo Pi

Figura 21 - Isolador tipo Pilar

1.1.1

Estruturas Primárias Rurais

1.1.1 Estruturas Primárias Rurais 84
Figura 22 – Rurais ESTRUTURAS SECUNDÁRIA S As estruturas secundárias também fazem parte do sistema

Figura 22 – Rurais

ESTRUTURAS SECUNDÁRIA S As estruturas secundárias também fazem parte do sistema de distribuição.

MULTIPLEXADA:

É um tipo de rede de baixa tensão, utilizando condutores encordoados multiple xados. Geralmente

encontrado nos troncos dos alimen tadores. O neutro funciona como mensageiro aterrado.

e é contínuo e

Nas estruturas primárias convenci onais é utilizada a rede multiplexada. Esta red e pode ser encontrada como RSS (Rede Secundária Susp ensa) ou RSE (Rede Secundária Elevada).

REDE CONVENCIONAL:

É um tipo de rede de baixa tensão, utilizando condutores de alumínio nu.

NÍVEIS DAS ESTRUTURAS S ECUNDÁRIAS As estruturas secundárias são enco ntradas geralmente em apenas um nível de e strutura.

IDENTIFICADAS REDE SECUNDÁRIA CONVENCIONAL

IDENTIFICADAS REDE SECUNDÁRIA CONVENCIONAL Figura 23 - Secundária Convencional DESCRIÇÃO DAS SIGLAS UTILIZADAS NA REDE

Figura 23 - Secundária Convencional

DESCRIÇÃO DAS SIGLAS UTILIZADAS NA REDE SECUNDÁRIA:

S-1:

S Rede secundária

1Trecho Tangente a estrutura

S-2:

S Rede secundária

2Trecho em ângulo na estrutura

S-3:

S Rede secundária

3Fim de trecho

S-4:

S Rede Secundária

4Encabeçamento

Nota 1: Quando existir encabeçamento na estrutura, deverá ser cadastrado o tipo de encabeçamento:

jumper, seccionamento, fim de trecho.

ESTRUTURAS IDENTIFICADAS REDE SECUNDÁRIA MULTIPLEXADA ESTRUTURAS REDE SECUNDÁRIA MULTIPLEXADA CONVENCIONAL

Nas estruturas da rede secundária quando no topo do poste serão utilizadas as mesmas nomenclaturas descritas a cima com a inclusão do “T” para indicar esta situação (rede de segurança).

Exemplo:

SI-3

Fim de trecho

TSI-3

Fim de trecho no topo do poste (rede de segurança)

ESTRUTURA SI-TDE TRANSIÇÃO – REDE NUA PARA REDE ISOLADA

ESTRUTURA SI-TDE TRANSIÇÃO – REDE NUA PARA REDE ISOLADA Nota: Envolver os condutores fase e neutro,

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas, feitas com fio isolado de cobre de 6 mm²; Isolar os conectores cunha dos condutores fase com 5 camadas de auto-fusão, sol e uma camada de fita isolante.

ESTRUTURA 1S1 PASSANTE

sol e uma camada de fita isolante. ESTRUTURA 1S1 PASSANTE Nota: Quando a rede forem ângulo,

Nota: Quando a rede forem ângulo, o condutor neutro deve ser instalado pelo lado de dentro da roldana. Quando o ângulo forno sentido contrário ao indicado no desenho, o neutro deve ser instalado pelo lado de fora da roldana, de modo que esta receba o esforço da rede.Para ângulos acima de 40 graus, em lugar do fio de amarração, devem ser usadas duas alças pré formadas de distribuição na mesma roldana.

ESTRUTURA 1S1 PASSANTE COM CPREDE

na mesma roldana. ESTRUTURA 1S1 PASSANTE COM CPREDE Quando a rede for em ângulo, o condutor

Quando a rede for em ângulo, o condutor neutro deve ser instalado pelo lado de dentro da roldana. Quando o ângulo for no sentido contrário ao indicado no desenho, o neutro deve ser instalado pelo lado de fora da roldana, de modo que esta receba o esforço da rede.Para ângulos acima de 40 graus, em lugar do fio de amarração, devem ser usadas duas alças pré formadas de distribuição na mesma roldana.

ESTRUTURA 1S1S – PASSANTE COM SECCIONAMENTO

ESTRUTURA 1S1S – PASSANTE COM SECCIONAMENTO Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1S – PASSANTE COM SECCIONAMENTO COM CPREDE

ESTRUTURA 1S1S – PASSANTE COM SECCIONAMENTO COM CPREDE Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1 – FIM DE LINHA

isolado de cobre de 6mm². ESTRUTURA 1S1 – FIM DE LINHA Nota: Envolver os condutores fase

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1 – FIM DE LINHA COM CPREDE

ESTRUTURA 1S1 – FIM DE LINHA COM CPREDE Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1D – PASSANTE COM DERIVAÇÃO

cobre de 6mm². ESTRUTURA 1S1D – PASSANTE COM DERIVAÇÃO Nota: Envolver os condutores fase e neutro,

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1D – PASSANTE COM DERIVAÇÃO E CPREDE

6mm². ESTRUTURA 1S1D – PASSANTE COM DERIVAÇÃO E CPREDE Nota: Envolver os condutores fase e neutro,

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S2 – ANCORAGEM SIMPLES

ESTRUTURA 1S2 – ANCORAGEM SIMPLES Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S2 – ANCORAGEM SIMPLES COM CPREDE

de 6mm². ESTRUTURA 1S2 – ANCORAGEM SIMPLES COM CPREDE Nota: Envolver os condutores fase e neutro,

Nota: Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6mm².

ESTRUTURA 1S1 – PASSANTE COM TRANSFORMADOR

cobre de 6mm². ESTRUTURA 1S1 – PASSANTE COM TRANSFORMADOR Nota: Deixar um colo nos cabos de

Nota: Deixar um colo nos cabos de saída do secundário do transformador para instalação de aparelho

de medição. Os cabos de saída do secundário do transformador para conexão co m a rede secundária isolada, devem ser de cobre isolad o para 0,6/1 KV com as seguintes bitolas:

de cobre isolad o para 0,6/1 KV com as seguintes bitolas: DESCRIÇÃO DAS SIGLAS UT ILIZADAS

DESCRIÇÃO DAS SIGLAS UT ILIZADAS NA REDE SECUNDÁRIA:

SI-1:

SRede secundária ICabo multiplexado 1Trecho Tangente a estrutura

SI-2:

SRede secundária ICabo multiplexado 2Trecho em ângulo naestrutura

SI-3:

SRede secundária ICabo multiplexado 3Fim de trecho

SI-4:

SRede Secundária ICabo multiplexado 4Encabeçamento

SI-T:

SRede Secundária ICabo multiplexado TMudança rede convenc ional para Multiplexada

SI-1T

SRede Secundária ICabo multiplexado 1TTransformador

Nota 1: Quando existir encabeçam ento na estrutura, deverá ser cadastrado o tip o de encabeçamento:

jumper, seccionamento, fim de tre cho. Nota 2: A estrutura indicada como SI-T também conhecida como SI-M.

ESTRUTURAS REDE SECUND ÁRIA PSH São estruturas com cabos multiple xados utilizadas nas estruturas da rede secun dária PSH serão as configurações a seguir:

com cabos multiple xados utilizadas nas estruturas da rede secun dária PSH serão as configurações a

PSH

PROJETOS DE DISTRIBUIÇÃ O DIAGRANAS E SIMBOLOGIA

PROJETOS DE DISTRIBUIÇÃ O DIAGRANAS E SIMBOLOGIA 92
PROJETOS DE DISTRIBUIÇÃ O DIAGRANAS E SIMBOLOGIA 92
SIMBOLOGIA – EQUIPAMENTOS 93
SIMBOLOGIA – EQUIPAMENTOS 93

SIMBOLOGIA – EQUIPAMENTOS

SIMBOLOGIA – EQUIPAMENTOS 93
94
94
94
Transformador de Distribuição Reduz o nível de tensão AT para B T e de onde

Transformador de Distribuição Reduz o nível de tensão AT para B T e de onde se retira o cabo neutro, para dist ribuição na rede secundaria.

o cabo neutro, para dist ribuição na rede secundaria. Banco de capacitor fixo de 300kV Ar
o cabo neutro, para dist ribuição na rede secundaria. Banco de capacitor fixo de 300kV Ar

Banco de capacitor fixo de 300kV Ar Consome o excesso de reativo lan çado da rede de distribuição, causado por ma quinas indutivas, O Banco de capacitor eleva a tensão nas redes de distribuição e nos barramentos l ocais. Valor fixo.

Banco de capacitor fixo de 600KV Ar Mesma funçãodo anterior, apenas consome mais reativo. Banco

Banco de capacitor fixo de 600KV Ar Mesma funçãodo anterior, apenas consome mais reativo.

Ar Mesma funçãodo anterior, apenas consome mais reativo. Banco de capacitor automático de 600KVAr Mesma função

Banco de capacitor automático de 600KVAr Mesma função do anterior, apenas consome mais reativo, ajuste de consumo de reativo automático.

mais reativo, ajuste de consumo de reativo automático. Regulador de tensão Têm a função de estabilizar

Regulador de tensão Têm a função de estabilizar a tens ão em casovariações, sendo em aumentos ou diminuição. Mantendo dentro de valores padrões.

Religador Executa de forma automática o relativamente grande, a fim de se r ealizar manutenção.

Religador Executa de forma automática o

relativamente grande, a fim de se r ealizar manutenção. Sempre blindado e com seu interior.

acionamento de uma rede de distribuiçãol ocal, com uma carga

óleo ou gás isolante em

ocal, com uma carga óleo ou gás isolante em Mufla Utilizada em terminais de ligação de

Mufla Utilizada em terminais de ligação de AT, devido o superaquecimento nestas co nexões, presente em vários equipamentos de AT inclui ndo, transformadores.

em vários equipamentos de AT inclui ndo, transformadores. Cruzam ento de rede AT fly-Tap Interligação d

Cruzam ento de rede AT fly-Tap Interligação d e duas redes AT que se cruzam.

Cruzamento de rede AT Jumper Isso ocorre quando duas redes AT se cruzam e não

Cruzamento de rede AT Jumper Isso ocorre quando duas redes AT se cruzam e não possuem contato.

quando duas redes AT se cruzam e não possuem contato. T.P. Transformador de Potencial Utilizado para

T.P. Transformador de Potencial Utilizado para reduzir a tensão AT para os níveis de medição em Voltímetros e Watimetros.

para os níveis de medição em Voltímetros e Watimetros. T.C. Transformador de Corrente Utilizado para reduzir

T.C. Transformador de Corrente Utilizado para reduzir a corrente e m ATpara os níveis de medição em amperím etros e Watimetros.

MEDIÇÃO DE ENERGIA É empregada para que a concessio nária possa mensurar a quantidade de energia pelo usuário.

elétrica consumida

CONJUNTOS DE MEDIÇÃO CP TRAFO – Caixa Padrão de Tra nsformador CMI COMPACTA – Caixa de Me dição Indireta Compacta CS – Caixa Secundária Systrafo MT – Conjunto para Med ição de Clientes do Grupo A na MT.