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n
Faça a Autoavaliação para a Leitura. Se acha que é capaz de fazer o que é
referido em cada linha, assinale X na coluna SIM. Se pensa que ainda não é
capaz, assinale X na coluna NÃO. As respostas SIM / NÃO dão-lhe indicação
sobre as suas capacidades em Leitura. Esta tarefa de autoavaliação é, por
isso, o ponto de partida para o trabalho de desenvolvimento das suas com-
petências em português.
n
Depois da autoavaliação, leia:
• Informações sobre as tarefas para a Leitura;
• Sugestões gerais para a preparação e resolução das tarefas de Leitura;
• Estrutura da componente Leitura e tarefas de cada exame;
• Sugestões específcas para a resolução das tarefas e correspondência entre
as tarefas e os exames.
n
De seguida, faça as tarefas correspondentes às do seu exame ou faça-as to-
das para tornar mais rentável o seu trabalho.
Autoavaliação para a LEITURA
NÃO SIM
Sou capaz de ler com um elevado grau de independência, adaptando o estilo e a velocidade
de leitura a diferentes textos e fins e utilizando de forma seletiva fontes de referência adequadas.
Sou capaz de ler artigos e reportagens sobre assuntos contemporâneos, nos quais os autores
adotam determinadas atitudes ou pontos de vista.
Sou capaz de compreender textos literários contemporâneos em prosa.
Sou capaz de ler cartas relacionadas com as minhas áreas de interesse (trabalho, estudos ou pes-
soais) e de captar com facilidade e rapidez os pontos essenciais dos seus conteúdos.
Sou capaz de compreender artigos especializados fora das minhas áreas de interesse (de estudos
ou profissional), podendo ter de fazer uso do dicionário.
Sou capaz de captar rapidamente o conteúdo e o significado de novos assuntos ou questões,
notícias, artigos e relatórios sobre assuntos do meu interesse (ou relacionados com a minha pro-
fissão ou área de estudos) e de decidir sobre a necessidade de uma leitura mais pormenorizada.
Sou capaz de compreender textos sobre temas de natureza cultural, tais como filmes, peças de
teatro, livros, concertos, etc., e de resumir os aspetos essenciais do seu conteúdo.
Consigo percorrer rapidamente um texto longo e complexo, localizando pormenores relevantes.
Possuo um amplo vocabulário de leitura, mas sinto dificuldade com expressões idiomáticas.
Sou capaz de entender instruções longas e complexas no âmbito da minha área, incluindo por-
menores sobre condições e avisos, desde que possa voltar a ler as partes mais difíceis.
LEITURA
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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Informações sobre as tarefas para a LEITURA
A secção Leitura tem 36 tarefas agrupadas em quatro séries.
Cada série tem seis textos e nove tarefas. A cada texto corresponde uma ou
mais tarefas.
São usados textos de carácter geral, adaptados de artigos da imprensa (jornais
e revistas), blogues, roteiros turísticos, cartas (do domínio público e privado) e
textos literários ou com características literárias.
As tarefas propostas treinam a realização de diversos tipos de leitura: leitura
para compreensão geral de um texto e leitura detalhada para localização e sele-
ção de informação específca. Em algumas tarefas, a resposta às questões pode
implicar a explicitação do sentido do texto, a síntese ou o resumo de informação,
ou ainda a realização de inferências. As tarefas treinam também a leitura para
reconhecimento da estrutura temática e informacional e da organização textual.
Há vários tipos de tarefas e itens para desenvolver diferentes estratégias de
leitura com o objetivo de tornar a preparação para um exame do nível B2 o
mais efcaz possível. Os itens usados são: escolha múltipla, verdadeiro/falso,
correspondência múltipla, correspondência, completamento de espaços ao ní-
vel do parágrafo e da frase e resposta aberta.
Sugestões gerais para a preparação e resolução das tarefas de LEITURA
✔ Para se preparar para esta componente, é conveniente que leia textos de
diversas fontes, de diversos tipos e sobre várias temáticas, de um modo
sistemático, em situações de estudo ou até de lazer. Pode aceder facil-
mente a textos da imprensa portuguesa através da internet.
✔ No exame, leia os textos mais do que uma vez. Primeiro, deve fazer uma
leitura rápida, que lhe permita fcar com uma ideia geral sobre o texto. Em
seguida leia as questões. Faça uma segunda leitura, agora mais atenta,
para encontrar a informação necessária para as respostas às questões.
✔ Se não compreender o signifcado de alguma palavra, treine primeiro
a capacidade de dedução do signifcado das palavras desconhecidas a
partir do contexto em que se encontram e depois consulte um dicionário.
Lembre-se de que no exame não pode consultar dicionários.
✔ Leia com atenção as instruções da cada tarefa e responda unicamente ao
que é solicitado.
✔ Leia com atenção as informações que são dadas no início de cada texto.
Estas informações têm como objetivo ajudá-lo a conhecer o assunto ou o
tipo de texto que vai ler.
✔ Deve ter em atenção o tempo de que necessita para a realização de cada
tarefa. Por isso, faça uma boa gestão do tempo.
Pode responder primeiro às tarefas em que é mais rápido e deixar para o
fm aquelas em que demora mais tempo.
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LEITURA
Estrutura da componente Leitura e tarefas de cada exame
EXAMES
ASSET
(PORTUGUESE)
BAC
(PORTUGAIS)
Celpe-Bras
CNA
(PORTUGUÉS)
DIPLE
e
DIPLE E
GCE-AL
(PORTUGUESE)
GCE-AS
(PORTUGUESE)
IB-PtB-HL
IGCE
(PORTUGUESE)
PCL
ESTRUTURA DA COMPONENTE LEITURA TAREFAS
Dura 50 minutos e tem 5 partes; instruções em inglês. Textos de extensão
variável: mensagens, artigos adaptados de várias fontes.
Parte 1: corr. de 5 afirmações em inglês a 6 textos curtos, todos sobre o mesmo
tema; Parte 2: 8 frases sobre um texto para indicar se são V, F ou NC; Parte 3:
corr. de parágrafos de um texto a frases-resumo em inglês; Parte 4: comp. tex-
to lacunar com 6 frases; Parte 5: 5 questões de EM, em inglês, sobre um texto.
L: 1, 2, 3, 4, 5
L: 1
PIE: 7
Ver p. 79
L: 1, 2, 3, 4, 5
L: 1, 2, 3, 4
L: 5, 6, 7, 8, 9
L: 3, 5
ULgv: 2
L: 5, 7, 9
ULgv: 3
L: 5, 8
ULgv: 4
L: 5, 7
Seis questões de resposta aberta e uma de tradução. São também usados itens
de EM, V/F e explicação e localização de informação no texto.
Parte Escrita com a duração de 2 horas e 30 minutos. Os candidatos devem
ler dois textos a partir dos quais produzem dois textos escritos, que deverão
conter a informação lida.
O número de tarefas varia entre 2 e 5; a duração da componente também é
variável. Estes exames usam diversos tipos de itens, como EM, V/F, corr., comp.
de espaços e questões de resposta curta. O formato da componente poderá
variar entre as Escuelas.
Dura 45 minutos e é composta por duas partes: na Parte 1 avalia-se a com-
preensão geral de pequenos textos da imprensa e na Parte 2 a compreensão
detalhada de dois textos. Os itens usados são EM, corr., V/F.
A Secção B, Reading and Writing (Leitura e Escrita) é constituída por seis tarefas
de leitura (duas de comp. de espaços – a nível da palavra e do parágrafo/
/texto –, uma de antonímia/sinonímia, duas de resposta aberta e uma de pa-
ráfrase). Há ainda mais uma tarefa de compreensão da leitura que requer a
transferência de sentido de parte de um texto em português para o inglês. É
recomendada 1 hora e 15 minutos para toda a Secção B, do total de 2 horas
e 45 minutos que inclui também a Secção A, dedicada à compreensão do oral
e produção escrita e a Secção C, que inclui a produção de um texto longo.
A Secção B, Reading and Writing (Leitura e Escrita) é constituída por três tarefas
de leitura (duas de resposta fechada – EM, corr. – e uma de resposta aberta) e
uma de compreensão da leitura e produção escrita. É recomendada 1 hora e
30 minutos para toda a Secção B, do total de 2 horas e 30 minutos que inclui
também a Secção A, dedicada à compreensão do oral e produção escrita.
Resposta a questões em formatos muito variados sobre quatro textos. Tipos de
itens: resposta aberta, EM, V/F, corr. e corr. múltipla.
Tem duas partes: Secção 1: antónimos (5 questões); transformação de frases
(5 questões); resposta aberta (5 questões); Secção 2: questões para resposta
aberta (5 questões); resposta a 2 questões: comparação de 2 textos (resposta
com um máximo de 140 palavras) e emissão de opinião.
Tem duas partes com a duração de 1h15m. Inclui produção escrita.
Parte A (em inglês): 2 textos: questões de resposta aberta (identificação de in-
formação, explicação, justificação, emissão de opinião) e comp. de informação
num quadro.
Parte B (em português e inglês): 1 texto: questão de resposta aberta que im-
plica a produção de um texto com 150-200 palavras, usando alguma da infor-
mação do texto estímulo.
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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Sugestões específicas para a resolução das tarefas e correspondência entre
as tarefas e os exames
TAREFAS
TAREFA 1
TAREFA 2
TAREFA 3
TAREFA 4
SUGESTÕES ESPECÍFICAS PARA A RESOLUÇÃO DAS TAREFAS EXAMES
✔ Faça uma leitura inicial do texto e depois leia as questões. Em seguida, pode sublinhar
as partes do texto que contêm a informação que permite responder a cada uma das
questões. A resposta certa a cada questão deve ser selecionada a partir das opções
A, B, C ou D.
✔ As questões foram elaboradas seguindo a mesma ordem da organização da infor-
mação no texto. Algumas questões podem incidir sobre informação específica: sobre
uma palavra, expressão, frase ou parte do texto; outras poderão incidir sobre infor-
mação geral.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Para realizar esta tarefa, deve praticar a leitura de textos procurando informação espe-
cífica com alguma rapidez. É vantajoso que comece por ler as questões – razão pela
qual são apresentadas antes do texto – e depois deve percorrer as várias secções do
texto, decidindo qual delas reproduz melhor a informação que está parafraseada ou
resumida nos tópicos ou nas questões. Ignore as secções do texto que não contêm
informação relacionada com a questão a que quer responder. Quando encontrar
uma secção que possa ser resposta à questão, ou que possa ser associada com o
tópico em questão, leia-a com atenção e confirme se é, de facto, a que corresponde
à questão ou ao tópico.
✔ Tenha em atenção que cada uma das secções em que o texto se encontra dividido
pode ser relacionada com uma ou com mais do que uma questão ou tópico.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Esta tarefa tem algumas semelhanças com a anterior, contudo, os textos de base são
a entrevista ou o inquérito.
✔ Tal como aconselhámos na tarefa 2, também deve começar por ler as perguntas da
entrevista ou os resumos das opiniões dadas pelas pessoas que responderam a um
inquérito. Depois, caso se trate de uma entrevista, deve relacionar cada pergunta com
a resposta correspondente. Se se tratar de um inquérito, deve relacionar cada resumo
com o texto correspondente.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Vai ler um texto longo, ao qual foram retirados cinco parágrafos. Deve reconstruir o
texto segmentado colocando cada parágrafo no espaço original. Tenha em atenção
que existe sempre um parágrafo a mais.
✔ Faça uma leitura inicial de todos os parágrafos, procurando obter informação geral
sobre o texto e sobre a sua estrutura organizacional. Sublinhe as palavras, expressões
ou frases que permitem articular os parágrafos.
✔ Reconstrua o texto, dando atenção a aspetos de organização textual, tais como a
estrutura temática e informacional e a coesão temporal, lexical e interfrásica.
✔ Depois de reconstruir as partes do texto, leia-o para confirmar o que fez ou para
introduzir alterações.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
(continua)
BAC
DIPLE
DIPLE E
CNA
Asset
DIPLE
DIPLE E
CNA
Asset
GCE-AS
DIPLE
DIPLE E
CNA
Asset
DIPLE
DIPLE E
CNA
Asset
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LEITURA
(continuação)
TAREFAS
TAREFA 6
TAREFA 7
TAREFA 8
TAREFA 9
TAREFA 5
SUGESTÕES ESPECÍFICAS PARA A RESOLUÇÃO DAS TAREFAS EXAMES
✔ Faça uma leitura inicial do texto e depois leia as questões. Localize, no texto, as partes
que contêm a informação que permite a resposta a cada questão (por vezes, a ques-
tão indica as linhas correspondentes à parte do texto a que se refere).
✔ As questões foram elaboradas seguindo a mesma ordem da organização da infor-
mação no texto. As questões podem incidir sobre uma informação específica e mais
objetiva ou podem solicitar respostas que impliquem inferências a partir do texto.
✔ Tente ser objetivo na resposta, respondendo apenas àquilo que é questionado. Note
que uma resposta mais extensa poderá incluir informação que repetirá na resposta a
outra questão.
✔ Um teste ou exame que inclua perguntas de resposta aberta pode avaliar também a
correção da expressão escrita nas respostas, por isso, dê atenção a este aspeto. Deve
responder de forma clara para não confundir o avaliador.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Localize cada uma das expressões no texto e releia as partes do texto em que as
expressões se inserem. Depois, explique por palavras suas o significado de cada ex-
pressão.
✔ Se tiver de completar frases de acordo com o sentido do texto, releia o parágrafo que
contém a informação necessária para a realização da tarefa e reformule, por palavras
suas, essa informação, completando a frase.
✔ Algumas das questões desta tarefa podem incidir sobre informação que já foi trabalha-
da na tarefa 6 e, por isso, pode sentir que está a repetir parte de uma resposta a outra
questão. Não se preocupe com isto, pois as tarefas 6, 7, 8 e 9 incidem sobre o mesmo
texto e, tratando-se de material de preparação para um exame, o objetivo é ajudá-lo
a apropriar-se o mais possível da informação dada pelo texto.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Se necessário, leia mais uma vez o texto.
✔ Leia o texto com os espaços em branco.
✔ Selecione, na caixa, a palavra que melhor se adequa a cada espaço. Tenha em aten-
ção as palavras que ocorrem antes e depois do espaço, porque elas condicionam a
escolha da palavra que falta no espaço.
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
✔ Esta tarefa testa o vocabulário, nomeadamente antónimos.
✔ Leia o texto com atenção e concentre-se na pesquisa de palavras que significam o
oposto das palavras dadas.
✔ Faça uma leitura inicial do texto e depois leia as questões. Em seguida, pode sublinhar
as partes do texto que contêm a informação que permite responder a cada uma das
questões.
✔ As questões foram elaboradas seguindo a mesma ordem da organização da infor-
mação no texto. Algumas questões podem incidir sobre informação específica: sobre
uma palavra, expressão, frase ou parte do texto; outras poderão incidir sobre informa-
ção geral. As questões que não contenham informação do texto devem ser assinala-
das com NC (não consta no texto).
✔ Use o espaço dado para responder às questões.
GCE-AL
IB-PTB-HL
GCE-AL
IB-PTB-HL
PCL
IGCE
GCE-AL
CNA
GCE-AL
GCE-AL
GCE-AS
IB-PTB-HL
IGCE
PCL
Asset
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SÉRIE 1
TAREFA 1
Vai ler um texto sobre um biólogo português.
Depois de ler o texto, resolva as questões 1-5.
Escolha uma das opções A, B, C ou D para cada questão.
Foi na pequena vila de St Andrews, na
Escócia, que encontrámos Miguel Barbosa.
Esta deslumbrante localidade, com apenas
16 mil habitantes, plantada à beira-mar, é co-
nhecida pela afamada universidade, pelo tor-
neio de golfe e, mais recentemente, por ter
sido o local onde o príncipe William, neto da
rainha de Inglaterra, conheceu a sua mulher.
A cidade exibe orgulhosamente a sua ligação
ao casamento real, mas Miguel Barbosa não
é muito dado a assuntos da realeza.
Este biólogo de Lisboa, com uma car-
reira internacional, levou-nos a conhecer
a vila, apontando pacientemente os locais
mais apetecíveis (que são muitos, desde as
ruínas da catedral à extensa praia que ro-
deia a cidade, passando pelos edifcios vito-
rianos da universidade). O cientsta, de 36
anos, já leva quatro de vida escocesa, mas
com algumas interrupções.
O seu percurso profssional envolve mui-
tas viagens de avião: após ter terminado o
curso na Faculdade de Ciências de Lisboa,
em 2000, e de uma experiência profssional
na reserva marítma da Arrábida, rumou à
Austrália, onde viveu de 2001 a 2005 e onde
fez o mestrado na James Cook University,
«a melhor universidade do mundo para o
estudo de corais». A experiência que par-
tlhou com a sua mulher, Maria Dornelas,
portuguesa especialista em biodiversidade,
foi fantástca. Em 2005, mudou-se para a
Escócia, para fazer o doutoramento, e aí f-
cou até 2007, altura em que voltou a partr
para a Austrália. «Em 2009, voltei para St
Andrews, para acabar o doutoramento, e cá
estou.» E, por agora, é onde fcará.
Neste momento, Miguel Barbosa é in-
vestgador-visitante de pós-doutoramento
na Universidade de St Andrews, posição
que acumula com outro pós-doutoramento
no Centro de Estudos do Ambiente e do Mar
da Universidade de Aveiro, cujo trabalho
desenvolve a partr da Escócia.
Há outro motvo para não planear um
regresso à pátria para os próximos tempos:
Miguel e Maria têm agora dois flhos já ha-
bituados à escola e aos amigos escoceses.
A aventura de criar flhos além-mar nem
sempre foi fácil. O flho mais velho do ca-
sal, Martm, agora com quatro anos, nasceu
na Escócia, viajou também para a Austrália
e passou ainda nove meses em Portugal,
onde a família viveu temporariamente antes
da últma mudança para a Escócia. Ao che-
gar a Portugal e começar a frequentar o jar-
dim infantl, Martm, que estava habituado
a ouvir português em casa mas respondia
em inglês, enfrentou algumas difculdades
por não conseguir comunicar com as outras
crianças. «Os meninos não brincavam com
ele e ele não percebia porquê. Se ele os per-
cebia, porque é que eles não o percebiam a
ele? Como os pais o entendiam, ele supunha
que todas as pessoas falavam inglês», conta
o pai. Mas bastaram apenas alguns meses
para que o Martm adotasse o português.
«Depois disso, a língua fcou mesmo lá, e
ele agora fala sempre português em casa.»
Esta história de diversidade linguístca
faz Miguel sorrir, mas o cientsta sabe que é
importante que os seus flhos tenham o por-
tuguês bem presente, não só por uma ques-
tão de identdade, mas também porque a
família em Portugal não fala inglês.
Inês Santnhos Gonçalves,
in Super Interessante, julho de 2011
(adaptado)
L
E
I
T
U
R
A
1
LEITURA – S1
29 © Lidel Edições Técnicas
L
E
I
T
U
R
A
1
1. Miguel Barbosa
A. vive há quatro anos em St Andrews.
B. interessa-se por assuntos relacionados com a monarquia britânica.
C. aparenta conhecer bem o local onde vive.
D. iniciou os estudos académicos em St Andrews.
2. Miguel
A. conheceu a mulher na Escócia.
B. conheceu a mulher na Austrália.
C. trabalhou com a mulher na reserva marinha da Arrábida.
D. esteve com a mulher na Austrália.
3. O percurso profssional de Miguel
A. já acumula muitas deslocações de avião.
B. começou na reserva de corais, na Austrália.
C. teve início na Austrália e contnuou na Escócia.
D. passou primeiro pela Escócia e depois pela Austrália.
4. O flho mais velho de Miguel e Maria
A. já viveu em três países.
B. gosta mais da Escócia do que de Portugal.
C. não gostou da escola em Portugal.
D. só fala inglês.
5. Depois da experiência linguístca por que Martm passou na escola portuguesa,
A. os pais de Martm começaram a falar em português com ele.
B. Martm começou a falar português.
C. Martm começou a aprender português.
D. Martm deixou de usar o inglês e agora só fala português.
1 2 3 4 5
Respostas
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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TAREFA 2
Vai ler um texto sobre a leitura nos transportes públicos.
Responda às perguntas 1-10 fazendo a correspondência entre estas e os parágrafos A-E.
Todas as perguntas começam com Que parágrafo...?
O mesmo parágrafo pode conter a resposta a mais do que uma pergunta.
Que parágrafo...
1 refere as etapas por que muitos passageiros passam para apanhar um transporte público?
2 faz referência ao que as pessoas faziam antes e ao que fazem depois do aparecimento dos
jornais gratuitos?
3 relata que a leitura dos jornais gratuitos pelos utentes dos transportes é uma prátca genera-
lizada?
4 refere que existe uma nova tarefa na rotna diária das pessoas?
5 apresenta uma caricatura do comportamento de algumas pessoas?
6 faz referência a movimentos corporais associados à leitura?
7 deixa perceber que, afnal, a simplicidade é preferível à complexidade?
8 comprova a mudança dos hábitos de leitura?
9 menciona que o que vemos é, às vezes, enganador?
10 destaca as vantagens da extensão dos textos dos jornais gratuitos?
LEITURA – S1
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Era uma senhora distnta: bem vestda, maquilhagem modesta, perfume agradável. Contudo,
nada disto impediu que se aproximasse de um caixote de lixo do cais da estação, espiasse lá
para dentro e, sem cerimónia, metesse a mão no conteúdo, retrando de lá um jornal.
Em circunstâncias normais, tal ato signifcaria a perda imediata da acima referida distnção,
mas, aparentemente, só eu fquei surpreendido com a cena.
O homem que vinha a andar atrás dela até exibiu um sorriso: – Afnal conseguiu? Hoje está
difcil arranjar um! – disse ele.
– É verdade, hoje foi difcil – concordou a senhora.
O objeto do diálogo era um exemplar do Destak, um desses jornais gratuitos que agora são
distribuídos nos transportes.
Nunca se leu tanto nos transportes como agora. Antes dos jornais gratuitos, metade dos pas-
sageiros dormia, um quarto olhava para o nada, um quinto conversava ao telemóvel e cinco
por cento lia alguma coisa. Agora, em fleiras sucessivas de assentos, veem-se jornais abertos
de par em par diante dos olhos dos utentes.
Lê-se em todo o lado: à espera do comboio ou do metro, dentro das carruagens, nos barcos,
nos elétricos, até nas escadas rolantes. Apenas nos autocarros é que a prátca deste hábito
se torna mais complicada, dado o movimento dos autocarros.
O sucesso dos jornais gratuitos é de tal ordem que, nas estações mais movimentadas do
metropolitano, os utentes passaram a enfrentar mais uma fla. Além da fla na bilheteira, da
fla nas máquinas automátcas, da fla para atvar os passes e da fla para passar a cancela,
existe agora a fla para apanhar o Metro, outro jornal gratuito, porque para apanhar o me-
tropolitano não há fla nenhuma.
A revolução literária nos transportes gerou também outros hábitos como, por exemplo, o de
estcar o pescoço. Há aqueles que estcam o pescoço para cima, logo que entram no com-
boio, para ver se há algum jornal naquela prateleira superior para malas, casacos e chapéus
de chuva. Outros estcam o pescoço para a frente, para ler o exemplar de outro passageiro.
Também há quem estque o pescoço para baixo, ligeiramente inclinado para o lado, de modo
a identfcar se o utente anterior não deixou um jornal entre o assento e a janela. Este con-
junto de exercícios atlétcos ainda é capaz de inspirar um novo ramo da medicina: a fsiote-
rapia cultural.
Depois de anos a escrever textos extensíssimos nas páginas da comunicação social, estou
rendido à concisão das notcias desses jornais gratuitos. O seu tamanho reduzido é a melhor
receita para aquilo que o escritor brasileiro Monteiro Lobato queria inventar para os seus
romances: «uma novidade de grande alcance: a de suprimir todos os pedaços que o leitor
salta». Nos jornais gratuitos, os textos são tão curtos que, ao pular um pedaço, o leitor é capaz
de chegar ao meio da notcia seguinte. Mas há nisso uma grande vantagem: ninguém fca a
meio da leitura quando vai desembarcar.
Ricardo Garcia, in Público, 6 de novembro de 2005 (adaptado)
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Respostas
A
B
C
D
E
Parágrafos
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TAREFA 3
Leia as respostas de várias pessoas à pergunta «O desemprego vai aumentar?» e os resu-
mos dessas respostas.
Faça a correspondência entre as respostas 1-5 e os resumos A-F. Há um resumo a mais.
O desemprego vai aumentar?
Respostas
1 António Sousa
Parece inevitável que o desemprego aumente, até porque a conjuntura económica europeia
e do resto do mundo, as exportações nacionais, o clima de incerteza, tudo isto não prova o
contrário. Por outro lado, muitos analistas preveem que o próximo ano vai ser um ano difcil,
sobretudo para as famílias.
2 Paulo Santos
Julgo que sim, inevitavelmente. O governo tem de intervir rapidamente ou será confrontado
com um crescimento do desemprego. Acho que o governo também tem a obrigação de dar
uma atenção especial a quem atravessa neste momento difculdades e carências enormes. A
atenção não pode ser dada apenas no auxílio à banca.
3 Miguel Soares
Na minha opinião sim e não se trata de ser pessimista. É apenas a realidade. O desempre-
go contnua a ser o maior problema social no país. A economia portuguesa é pequena e,
portanto, mais dependente do que a de países como a Alemanha. É natural que situações
de recessão cheguem um pouco mais tarde a Portugal, mas todos os dados indicam que a
situação irá piorar.
4 Carlos Dias
Admito que sim, que vai aumentar. É uma questão relacionada com o abrandamento da
economia mundial. Lamento muito a situação em que os jovens se encontram hoje em dia,
pois farão parte do grupo mais afetado. A Organização Internacional do Trabalho já destacou
que o desemprego entre os jovens pode até fomentar atos de vandalismo e de agressão a
pessoas e bens.
5 Luís Borges
Infelizmente, a minha resposta é sim, mas considero que os momentos de crise são momen-
tos de oportunidades. Não podemos fcar quietos, de braços cruzados, à espera que alguém
resolva os nossos problemas. Temos de ser criatvos para lidar com esta situação.
Diário de Notcias (adaptado)
LEITURA – S1
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Resumos
A Os mais carenciados devem merecer uma atenção especial.
B Corre-se o risco de se ter de encarar um aumento da criminalidade.
C Os dados de que dispomos não nos deixam inferir senão essa realidade.
D A solução para o desemprego parece ser a criatvidade.
E A recessão tarda mas parece ser certo que chegará.
F A taxa de desemprego ainda vai aumentar, mas em breve a tendência será inversa.
1 2 3 4 5
Respostas
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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TAREFA 4
Vai ler um texto sobre os museus da cidade de Caldas da Rainha, uma cidade termal no
litoral oeste, a norte de Lisboa.
Os parágrafos A-F foram retrados do texto original.
Reconstrua o texto colocando os parágrafos A-F nos espaços 1-5.
Há um parágrafo a mais.
Deve-se à rainha D. Leonor a fundação do Hospital Termal, embora a construção atual seja, no es-
sencial, do tempo do rei D. João V. 1.
Por isso, pode dizer-se que foi devido aos problemas de saúde do monarca que a vila ganhou gran-
deza, como testemunham diversas obras desse período. 2.
Este edifcio começou por ser residência dos tesoureiros do Hospital. 3.
No seu interior distribuem-se, por várias salas, memórias da cidade e das termas. Podem ver-se
pinturas, peças de cerâmica, joalharia, mobiliário e instrumentos médicos e cientfcos do pas-
sado. 4.
O que tem maior protagonismo é o Museu José Malhoa, pintor cuja capacidade para modelar a
luz é notável. O espaço onde se encontra o Museu Malhoa foi a primeira obra de arquitetura re-
alizada em Portugal especifcamente construída para ser um museu e para acolher uma coleção
de pintura. 5.
Mais recente do que os anteriores, o Museu da Cerâmica vem dar relevo a uma indústria impor-
tante da cidade das Caldas. Neste espaço, pode ver-se cerâmica de diferentes origens e de diversos
autores, desde o século XVI até à produção contemporânea, com destaque para as peças de Rafael
Bordalo Pinheiro.
LEITURA – S1
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Parágrafos
A Mais tarde, serviu de alojamento à família real, quando vinha para as termas.
B Nas suas salas, é possível fazer-se uma viagem pela pintura portuguesa dos séculos XIX e XX,
com destaque para a pintura do Mestre Malhoa.
C Este rei foi aconselhado pelos médicos a procurar alívio para os males de que sofria nas ter-
mas das Caldas.
D Com efeito, esta atvidade tem dado importância e projeção à cidade.
E É sobre este facto relacionado com a saúde de D. João V e sobre outros eventos referentes
à vida do Hospital e das Caldas que se pode obter mais informação no Museu de História do
Hospital Termal e das Caldas da Rainha.
F Não é este, porém, apesar de todas estas peças, o museu que mais se destaca na cidade.
José Luís Jorge, in Tempo Livre, setembro de 2010
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Respostas
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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TAREFA 5
Leia a carta e resolva a tarefa proposta.
Exmos. Senhores,
Há alguns meses que tenho difculdades no acesso à vossa página bem como aos
serviços que disponibilizam na internet.
Enviei-vos já diversas mensagens a informar que alguns serviços não estavam
disponíveis e a pedir ajuda para resolver os meus problemas. Porém, até hoje,
não recebi qualquer resposta e constato que os problemas técnicos não foram so-
lucionados e que os serviços continuam indisponíveis. Por tudo isto, como cliente,
sinto-me muito insatisfeito e sinto também que foi quebrada a relação de confan-
ça necessária entre os clientes e as empresas.
Na sequência do anteriormente exposto e cumprindo os prazos legais para a resci-
são do contrato, estabelecidos no ponto 3 da cláusula 12.
a
do contrato que celebrei
convosco em 21-06-2006, com o número 004393297, venho informar que não desejo
continuar a ser vosso cliente e que a partir do dia 1 do próximo mês não estão auto-
rizados a proceder a qualquer débito na minha conta bancária.
Lamento que os vossos serviços, com tanta qualidade durante anos, tenham che-
gado a este estado e espero, sinceramente, que situações como a minha sejam
entendidas como uma oportunidade para melhorarem a prestação de serviços,
evitando a desilusão e afastamento de mais clientes.
Melhores cumprimentos.
José Matos
Assinale com um V (verdadeiro), um F (falso) ou NC (não consta no texto) as afrmações
1-7 sobre o texto que leu. Transcreva a parte do texto (palavra ou frase) que justfca as
afrmações assinaladas com V ou F.
V F NC
1. O senhor está desagradado com os serviços da empresa.
Justfcação: « »
2. O senhor já tnha enviado várias reclamações.
Justfcação: « »
3. A empresa decidiu reduzir os serviços disponíveis através da internet.
Justfcação: « »
4. Algumas das queixas do senhor foram atendidas.
Justfcação: « »
LEITURA – S1
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TAREFAS 6, 7, 8 E 9
Leia o texto e resolva as tarefas 6, 7, 8 e 9.
Vocabulário:

• VIP (do inglês) – pessoa muito importante;
• Overbooking (do inglês) – reserva de lugares para além do número de lugares possíveis.
Vou algumas vezes a Lisboa, em viagens de negócios. Se não todos os meses, pelo
menos de seis em seis semanas apanho um avião para Lisboa. Compreendo a língua o
sufciente para não precisar de intérprete, porque uma boa parte da minha infância e
adolescência foi passada no Brasil, onde os meus pais viveram alguns anos, também
por razões profssionais.
Conheço a cidade razoavelmente: os lugares onde nos deslocamos com frequência co-
meçam a certa altura a tornar-se familiares, pelo menos à superfcie, mesmo quando,
a um nível mais profundo, quase tudo neles nos faz sentr estrangeiros.
É natural por isso que muitas coisas insólitas já não me surpreendam, em Lisboa, como
se de algum modo me encontrassem preparado. A minha contrariedade (ou o que
dela evidenciei) não foi por isso excessiva quando percebi que o meu hotel (de cinco
estrelas) tnha feito overbooking e o quarto que me era destnado, e já tnha sido pago
pela agência, estava ocupado por outra pessoa, que chegara antes de mim.
O gerente foi aliás exaustvo no pedido de desculpas pelo facto, que considerava in-
teiramente alheio à sua responsabilidade, e exímio no modo como solucionou o pro-
blema, pondo-me à disposição, sem qualquer acréscimo de preço, uma suite a que,
segundo creio, chamou «presidencial», e que ocupava o últmo piso do hotel.
Sorri para mim próprio ao verifcar onde me tnha levado esta falha da organização,
que o gerente parecia considerar obra do destno ou do acaso: eu era agora o único
habitante de um espaço sumptuoso onde caberia à vontade uma comitva, e onde
certamente se tnham acomodado presidentes de vários países e outras personagens
consideradas VIP graças às suas contas bancárias.
Teolinda Gersão, «A mulher que prendeu a chuva», in A mulher que prendeu a chuva, Sextante Editora
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V F NC
5. O senhor tnha confança na empresa.
Justfcação: « »
6. O senhor deseja que a empresa volte a ter qualidade.
Justfcação: « »
7. O cancelamento de um contrato é sempre referente ao dia 1 do mês seguinte.
Justfcação: « »
Exames de Português B2 – preparação e modelos
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TAREFA 6
Responda às perguntas sobre o texto.
1. Com que regularidade é que a personagem do texto se desloca a Lisboa?


2. Como é que a personagem do texto caracteriza o seu domínio da língua portuguesa?


3. Explique o que a personagem do texto quer dizer com «a um nível mais profundo, quase tudo
neles nos faz sentr estrangeiros» nos lugares onde nos deslocamos com frequência (linha 8).


4. Por que situação insólita passou a personagem do texto na sua últma viagem a Lisboa?


5. Como se comportou o gerente do hotel?


6. Como reagiu a personagem do texto à falha da organização do hotel?


TAREFA 7
Explique por palavras suas o signifcado das expressões seguintes:
1. «alheio à sua responsabilidade» (linha 15)

2. «sem qualquer acréscimo de preço» (linha 16)

3. «consideradas VIP graças às suas contas bancárias» (linha 22)

LEITURA – S1
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TAREFA 8
Complete os espaços em branco do texto abaixo com as palavras da caixa, mantendo o
sentdo do texto de Teolinda Gersão.
Use cada palavra só uma vez. A cada espaço corresponde apenas uma palavra. Há palavras
a mais.
A personagem do texto (1) com regularidade a Lisboa e (2)
razoavelmente a língua portuguesa, pois (3) no Brasil quando era mais novo,
durante o período em que os pais trabalharam neste país.
Numa das viagens a Lisboa (4) -lhe o seguinte: quando chegou ao hotel,
este estava cheio e ele não pôde (5) no quarto que tnha reservado. O ge-
rente do hotel desculpou-se e (6) o cliente na suite presidencial, sem lhe
(7) mais dinheiro. Sem estar à espera disso, o cliente (8) -se,
com agrado, nos melhores aposentos do hotel, onde já deveriam ter estado presidentes de outros
países ou pessoas com bastante dinheiro.
TAREFA 9
Encontre no texto (linhas 9-13) as palavras com signifcado contrário ao das seguintes e
escreva-as no espaço dado.
1. improvável 4. satsfação
2. normal 5. vago
3. desprevenido
percebeu aconteceu ganhar instalou
andou assentou viu cresceu
domina desloca viveu falar
ficar cobrar viaja calhou

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