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Princípios Teológicos para a Ação Missionária Reformada Timóteo Carriker Uma boa parte do texto !ma adaptação da reflexão bíblica "!e se encontra no capít!lo no#e do li#ro Missão $ntegral% Uma teologia bíblica& 'd( )'PA*& +,,-& do mesmo a!tor( $ntrod!ção Recentemente as denominaç.es presbiterianas no /rasil t0m passado por !ma conscienti1ação missionária( $sto se torna e#idente não só pela proliferação de confer0ncias missionárias patrocinadas por igre2as locais& mas tamb m pelos encontros& cons!ltas e confer0ncias nacionais promo#idos pelos di#ersos órgãos da $P/& desde a s!a Comissão 'xec!ti#a do )!premo Concílio 3em março deste ano4 at as di#ersas 2!ntas( Tamb m se e#idencia pelas cons!ltas& ao longo dos 5ltimos anos& da $gre2a Presbiteriana $ndependente& a implantação recente d!m c!rso de preparo e ed!cação contín!a para missionários da mesma denominação& e a ina!g!ração neste ano do programa de pós6grad!ação em missiologia do )eminário Presbiteriano do )!l( 7 est!do seg!inte #isa esboçar alg!ns princípios teológicos "!e possam orientar este interesse missionário crescente( Tanto os detal8es "!anto a própria lin8a mestre desta reflexão precisam ser debatidos e modificados amplamente nas igre2as( )er#em de trampolim para tal tarefa( As s!gest.es são deri#adas de tr0s fontes% !ma reflexão bíblica& a tradição reformada& e as disc!ss.es de missiólogos contempor9neos( $dealmente os princípios propostos de#em ser os mais patentes possí#eis para ser#irem de orientação em todos os ní#eis da igre2a( A"!i organi1amos os princípios em tr0s afirmaç.es( +( Primeira Afirmação A missão tem a s!a origem no próprio relacionamento da Trindade 3princípio +4 e encontra o se! instr!mento na inc!mb0ncia missionária atrib!ida : igre2a 3princípio -4( ;isto s!rge o princípio de integralidade da missão 3princípio <4( =oi#o 3Cristo4 e noi#a 3igre2a4 poss!em estrat gias& metodologias& al#os e ob2eti#os em com!m(

+(+ A origem da missão% 7 ;e!s tri!no Atra# s de toda a re#elação bíblica se torna patente "!e o principal agente no drama ;e!s( >=o princípio crio! ;e!s(((? @ ;e!s "!em cria& "!em 2!lga& "!em age& "!em escol8e& e "!em se re#ela( 'le ati#o não só na criação& mas tamb m nos 2!lgamentos& na libertação do se! po#o do 'gito& nas exortaç.es dos se!s profetas e na promessa de resta!ração #indo!ra( 'le o 5nico e #erdadeiro ;e!s e dese2a "!e s!a glória se2a con8ecida nos c !s 3)almo +,4 e nas extremidades da terra 3$saías ++(,4( Portanto& >missão? !ma categoria "!e pertence a ;e!s( A missão& antes de ter !ma conotação 8!mana "!e fala da tarefa da igre2a& antes de ser da igre2a& de ;e!s( 'sta

$sto rele#a mais ainda o papel da oração e a post!ra de 8!mildade "!e a igre2a necessita( 'm termos práticos& de#e se indagar se a igre2a está de#idamente informada atra# s das p!blicaç.es +(+(+ 7 embasamento teológico para a tarefa missionária da igre2a especialmente importante por ca!sa da depend0ncia "!e a igre2a tem dele e para medir os nossos esforços com o padrão di#ino( +(+(.e!s não inibe a ati#idade do se! po#o& mas dinami1a6a( )e foi .e!s& então d'le "!e a igre2a de#e depender na s!a participação na tarefa( $sto implica n!ma prof!nda atit!de de 8!mildade e de oração para a capacitação missionária& !ma depend0ncia confiante em .es para as "!ais ele de#eria ter dado testem!n8o e de#eria ter sido !ma b0nção( 'sta perspecti#a nos g!arda contra todo sentimento de fa#oritismo excl!si#ista( =ão nos org!l8emos na nossa eleição com atit!de de s!perioridade espirit!al para com os "!e não cr0em& separando6nos socialmente deles( A eleição não para separação social 3separação moral& simI4& mas participação e ser#iço( A igre2a não encontra s!a identidade #erdadeira em contraposição social ao m!ndo& mas 2!stamente n!ma relação com ele& !ma relação não de identificação com se!s #alores& mas !ma relação e#angelística de ser#iço e testem!n8o o!sados( 'ntão& esta perspecti#a tamb m nos g!arda contra todo escapismo deste m!ndo para !m plano espirit!al al m( Tamb m nos g!arda contra toda passi#idade e comodismo( A missão de .e!s soberano escol8e! o se! po#o para .es( H!ando não c!mpria este propósito& $srael era 2!lgado atra# s das mesmas naç.e!s o agente e a origem da missão& ele não trabal8a so1in8o( )e! instr!mento !m po#o específico( A missão tamb m a tarefa da igre2a "!e& por s!a #e1& deri#ada então da missão de .e!s "!em escol8e!& fica patente "!e escol8e! !m po#o para& atra# s dele& reali1ar s!a missão( A igre2a passi#a "!anto ao se! en#ol#imento missionário não poderá in#ocar a soberania excl!si#a de .e!s& te#e !m propósito incl!si#o de ser#iço missionário para as naç.es& materiais didáticos& congressos e confer0ncias para sempre orar pelo desempen8o missionário( +(.e!s( .(E6FC 'f sios <(+GC + Pedro -(.- perspecti#a nos g!arda contra toda atit!de de a!to6s!fici0ncia e independ0ncia na tarefa missionária( )e a missão de .e!s escol8e !m po#o específico como instr!mento da s!a missão( 'lege! !m po#o& $srael& no Ael8o Testamento e com este fe1 !ma aliança pec!liar a fim de "!e este fosse a s!a testem!n8a no meio das naç.e!s como 2!stificati#a pela s!a passi#idade& pois o .e!s "!em está comandando a expansão do se! reino& nos se!s termos& e isto nos dá plena con#icção de "!e ele reali1ará os se!s propósitos( $mplicaç.es 3B0nesis +-(<C Dxodo +.e!s& temos a seg!rança de "!e .7 instr!mento da missão% a $gre2a )e .e!s& em #e1 da independ0ncia característica da "!eda& do dil5#io& da torre de /abel e do próprio cati#eiro( Por o!tro lado& se a missão de .6+G4( A eleição de $srael& antes de denotar "!al"!er fa#oritismo excl!si#ista de .

es +(-(+ /aseado neste princípio con# m refletir sobre o tipo de estr!t!ra3s4 missionária3s4 mais apropriada 3s4 para a igre2a( A tarefa missionária pertence : igre2a toda e em todas as s!as dimens.< testem!n8ar( Usando !m exemplo do =o#o Testamento& era necessário "!e Pedro pregasse para Corn lio& m!ito embora o an2o "!e o precede! bem p!desse ter an!nciado o e#angel8o para este cent!rião 3Atos +G4( Para atingir al#os !ni#ersais& a resta!ração de toda a criação& .es e ní#eis( Uma coordenação estr!t!ral& fiscal e administrati#a seria !ma maneira de refletir isto( 'ntretanto& não significa necessariamente "!e as estr!t!ras de en#io não6denominacionais o! mesmo pro2etos de presbiterianos locais independentes 3dos concílios da igre2a local& dos presbit rios& dos sínodos& o! do )!premo Concílio4 este2am fora da #ontade de .e!s e da igre2a( .es disto para o seg!ndo( Tal disc!rso il!stra a din9mica e integralidade da missão como sendo a missão de .e!s e o!tra : missão do po#o de .es d!ma estr!t!ra missionária !nificada4 e express.es e al#os da igre2a( Poder6se6ia aplicar este mesmo princípio :s estr!t!ras ed!cacionais da denominação "!e& dentro dos par9metros acad0micos e eclesiásticos estabelecidos por ela& seriam regidos mais pelas s!as 2!ntas locais e poderiam ter os se!s enfo"!es mais específicos de preparo( +(-(.isc!rsando a respeito de missão& referimo6nos& ora : missão de .es de sínodos& presbit rios e igre2as locais4( =ão seria& de maneira alg!ma !ma tarefa fácil& mas tamb m não impossí#el( Por exemplo& tal#e1 a igre2a 3$P/4 possa criar !ma di#isão "!e% +4 ofereça orientação para sínodos& presbit rios e igre2as locais sobre a organi1ação e administração das s!as estr!t!ras locaisC -4 ofereça treinamento o! recomende treinamento por organi1aç.es competentesC e <4 d0 o se! recon8ecimento eclesiástico periódico para as estr!t!ras "!e se en"!adram dentro dos padr.es( Acreditamos "!e o próprio testem!n8o missionário diante do m!ndo depende disto 3João +K(-G6-+4( @ tamb m !ma tarefa difícil e delicada "!e não poderá ser apressada( 'ntretanto& sem !m ec!menismo bíblico e sadio& o testem!n8o missionário cai por ág!a abaixo( +(< A integralidade da missão% .e!s em sit!aç.e!s e a $gre2a Como os dois conceitos do )er#o de Iahweh e do Lil8o do Momem no Antigo Testamento oscilam entre !ma refer0ncia indi#id!al e !ma coleti#a& nossa refer0ncia : missão #aria entre !ma refer0ncia : missão de .es da s!a inc!mb0ncia missionária( )e2a como for& creio "!e a denominação de#e ass!mir s!a tarefa missionária estr!t!ralmente& proc!rando manter em sadia tensão os se!s órgãos em ní#el do )!premo Concílio 3as di#ersas di#is.es em "!e !ma estr!t!ra denominacional não atenda :s m5ltiplas dimens.e!s& ora : missão da igre2a& considerando o conte5do do primeiro& e por conse"N0ncia& logo refletindo sobre as implicaç.es estr!t!rais mais locali1adas e sob medidas 3pro2etos e organi1aç.e!s( Trata6se em parte da definição de >igre2a? e trata6se 8istoricamente do mist rio da #ontade de .)e a tarefa missionária tem como o se! instr!mento a igre2a& importante "!e isto se reflita na igre2a cristã toda( Celebramos o dese2o at!al de m!itas pessoas nas igre2as "!e "!erem ampliar as s!as parcerias com o!tras denominaç.e!s escol8e! meios partic!lares& !m po#o( $mplicaç.e!s( .

e!s com o conceito "!e :s #e1es se tem de missão da igre2a( At 8o2e& !m certo tri!nfalismo :s #e1es se e#idencia nas nossas promoç.e!s 2amais poderá ser sinOnimo da missão da igre2a( Por o!tro lado& nem tampo!co poderá a missão da igre2a ser considerada absol!tamente di#orciada da missão de .e!s e nos dá a confiança& mesmo em meio de dific!ldades e des9nimo& de "!e .e!s "!e age no nosso meio& "!e se re#ela por si mesmo a nós e "!e tem !ma finalidade para s!a .R .e!s& mas 2amais d!plicá6la o! s!bstit!í6la( $srael 8erda este papel de embaixador de .e!s promete s!a presença no desempen8o da missão do po#o de testem!n8a diante das naç.e!s no meio das naç.es com a política expansionista e con"!istadora do $mp rio Carolíngio do s c!lo A$$$ na '!ropa e da $b ria do s c!lo PA$ na Am rica *atina& o! com o colonialismo do s c!lo P$P na Qfrica =egra& proíbe "!al"!er identificação estreita da missão de .e!s partil8a s!a tarefa com se! po#o e nela o con#ida a participar( 'ste recebe a promessa de "!e 'le estará sempre presente na reali1ação da missão( .es( $sto de#e temperar todo o nosso plane2amento e organi1ação( -( )eg!nda Afirmação A exist0ncia de toda a /íblia a primeira e#id0ncia de "!e .e!s e se conforma : mesma& !m ideal "!e embora n!nca se reali1e perfeitamente& mesmo assim se manifesta em parte( A #ice6reg0ncia do 8omem sobre a criação te#e como !m propósito refletir a soberania de .e!s( 7 po#o de .es e nos slogans missionários "!e 2amais poderá ser compará#el com a adoção 8!milde do papel de missionário6ser#o do po#o de .e!s a !ma aproximação e : participação com a missão de .es +(<(+ Tal perspecti#a da din9mica da missão nos g!arda& por !m lado& contra !ma identificação completa dos programas missionários das denominaç.e!s( A íntima associação de miss.e!s tem !ma missão& !m propósito sal#ífico para este m!ndo 3princípio R4( 'le não !m .e!s( A din9mica entre os dois encontra s!a expressão ideal : medida "!e a igre2a discerne a missão de .es e ag0ncias missionárias com o propósito e missão global e integral de .es& o! mel8or& de sacerdote e testem!n8a( Portanto& .e!s na s!a missão de resta!ração& .e!s reflete& apenas parcial e imperfeitamente& a missão de .e!s con#idado a participar com .Por o!tro lado& esta din9mica da missão estim!la e capacita o po#o de .e!s( 'n"!anto o po#o de .e!s( Mistoricamente& nem sempre a missão da igre2a refleti! o caráter 2!sto& sal#ador e libertador de .e!s #ai le#ar a#ante s!a missão( 'le criador do m!ndo e a!tor da 8istória& e s!a missão de resta!rar a"!ele e completar esta #ai se reali1ar& não apesar& mas atra# s do se! po#o( +(<(< A cr!1 o s!premo padrão #i#encial e paradigmático do procedimento missionário( $mplica em 8!mildade e não org!l8o 3Lilipenses -%E6++4& sofrimento e não glória 3Colossenses +%-R4& sacrifício e o desafio radical para as nossas congregaç.e!s no meio das naç.e!s e o se! po#o não são competidores na missão& e& sim& cooperadores& sendo a igre2a ser#a da missão de .e!s abstrato mas o .es( +(<(.ecerto& a missão de .es( $mplicaç.

es espirit!ais e materiais da f ( A #erdadeira espirit!alidade terá expressão mais ag!da nas relaç.es de 2!stiça para com o próximo e para com toda a criação( $mplicaç.e!s #i#e( 'sta perspecti#a do propósito resta!rador da missão nos g!arda contra a falsa dicotomia da tarefa missionária e da f ( Resta!ração este propósito& portanto a obra redentora de Jes!s Cristo e a e#angeli1ação permanecem centrais : missão de .e!s e com o se! relacionamento de misericórdia sobre a criação& d!as características da imagem de .E criação( )e a origem da missão está em .e!s crio!& ele pretende resta!rar( Cont!do& a resta!ração sal#ação não só no sentido de po!par& mas tamb m no sentido de 2!lgar( Ma#erá !m no#o c ! e !ma no#a terra& mas isto atra# s do sofrimento& trib!lação e 2!lgamento( A mensagem de resta!ração no Ael8o Testamento& consistentemente& incl!i estas d!as dimens.es de sal#ação e de 2!lgamento( Aemo6nas no relato do dil5#io 32!lgamento4 e da arca 3sal#ação4& da torre de /abel 32!lgamento4 e do c8amamento de Abraão 3sal#ação4& no Dxodo& na aliança com $srael e na con"!ista de Canaã( Aemo6nas nas críticas dos profetas 32!lgamento4 e nas s!as promessas de sal#ação #indo!ra( ' #emos6nas na resposta 8!mana : pro#isão do perdão dos pecados pela morte e ress!rreição de Jes!s( 7! misericórdia o! 2!lgamento& era a sorte dada a $srael e :s naç.e!s 6 >no princípio crio! .e!s( Cont!do& esta redenção de#e ser entendida como res!ltando tanto em adoração própria e sincera a .e!s(((? 6 se! fim está no alcance !ni#ersal da s!a misericórdia e graça 3princípio E4 S >a graça do )en8or Jes!s se2a com todos? 3Apocalipse --(-+4( ' este propósito resta!rador da missão tem !ma dimensão !ni#ersal( )e .es concretas em "!e o po#o de .e!s "!anto em relaç.es& de acordo com o se! relacionamento de depend0ncia de .e!s 3"!e demonstra a s!a depend0ncia4 "!anto a 2!stiça expressa nos relacionamentos sociais e ecológicos dentro e fora de $srael 3"!e demonstra a s!a f!nção de mordomo4& eram o crit rio !sado para determinar a ação di#ina& o! 2!lgamento o! sal#ação& ambos como al#o da resta!ração da criação e da 8!manidade( 'ste crit rio d!plo& adoração e 2!stiça& integra as dimens.e!s o principal agente o! s!2eito da missão& e a resta!ração o se! conte5do& então se! alcance abrange a criação toda( 'ste o l!gar onde a missão se desdobra& o m!ndo& e o se! processo se reali1a na 8istória deste m!ndo 3princípio F4( -(+ 7 propósito da missão% a )al#ação Para !sar !m termo mais abrangente& podemos descre#er o propósito da missão como sendo o de resta!ração( @ a missão da sal#ação( A"!ilo "!e .es -(+(+ 'm termos de adoração& isto implica na dinami1ação nas igre2as cristãs& do c!lto e especialmente da lit!rgia( $mplica na #alori1ação e implementação de m5sicas e lit!rgias context!ali1adas& com conte5do bíblico e expressão afeti#a& enfim& !m c!lto "!e le#e o po#o : prof!nda e sincera adoração e não ao mero estím!lo intelect!al( .es pessoais e sociais da missão de resta!ração& f!ndindo as distinç.e!s no 8omem( Por isso& tanto a adoração apropriada e gen!ína para com .

es recebam o e#angel8o do reino 3Mate!s -R(+R4 para o lo!#or do Cordeiro de .7s meios concretos desta missão e#angelística incl!em primordialmente a proclamação #erbal do e#angel8o& e tamb m a implantação de igre2as locais( -(-(< Mas o alcance da missão não pára com toda a raça 8!mana( Tamb m implica na igre2a ass!mir a tarefa de mordomo sobre a criação toda( Problemas ecológicos como a seca no nordeste& enc8entes no s!l& desflorestamento da Ama1Onia& pol!ição do meio6ambiente& o !so apropriado e a redistrib!ição de terras tamb m de#em ser tratados pelo po#o de .es não encontrassem expressão( )er po#o de .e!s( .e!s& pro#endo instr!ç.e!s se prop.es de acordo com os padr.es de 2!stiça dentro e fora do po#o de .7 propósito da missão como sendo a resta!ração& al m de implicar em adoração própria& tamb m implica em relaç.e!s& e isto incl!i f!ndamentalmente a "!alidade de 2!stiça( Por isso& a diaconia na igre2a primiti#a ass!mi! !ma import9ncia essencial para o se! testem!n8o no m!ndo( A igre2a necessita de !ma perspecti#a bíblica da s!a tarefa para form!lar se! entendimento sobre estas "!est.es& mas da criação toda 3$saías R<(+T6-+C FE(+K6-E4( $mplicaç.es de 2!stiça se no se! próprio meio estes padr.es de 2!stiça dentro da igre2a "!e a c8ame a an!nciar o domínio de .ecerto& po!co o po#o de .7 alcance da missão% Uni#ersal .F -(+(.e!s 3Apocalipse E(.e!s implica em refletir algo do caráter de .es e ensinos bíblicos( Tal form!lação só poderá desafiar a igre2a a participar no propósito da missão como sendo a remissão dos seres 8!manos e da criação todaC e esta participação se manifestará atra# s de !ma adoração sincera e excl!si#a ao )en8or e atra# s de padr.e!s teria de testem!n8o "!anto :s "!est.e a resta!rar a"!ilo "!e crio!( )!a missão !ma missão para a criação( =ão por acaso "!e a re#elação escrita "!e descre#e a missão de .es de 2!stiça no m!ndo( -(.e!s ao m!ndo& o "!e implica& sim!ltaneamente& em padr.6+RC K(.e!s começa com a criação dos c !s e da terra e termina com a resta!ração dos mesmos n!m no#o c ! e no#a terra( 7 8omem não só g!ardião do se! próximo& mas mordomo da própria criação( Atra# s do 2!lgamento do dil5#io& não só parte da raça 8!mana sal#a& mas tamb m parte representati#a da criação toda( As leis da aliança detal8am as dimens.e!s( .e!s& mas tamb m da própria nat!re1aC e a era #indo!ra de sal#ação só pode incl!ir a expectati#a de resta!ração não só de $srael e das naç.es para o bem6estar de toda a criação e toda a #ida& em todas as s!as m5ltiplas dimens.es religiosas& sociais e ecológicas da f e da obedi0ncia do po#o de .es -(-(+ 'sta perspecti#a nos g!arda contra toda sorte de miopia missionária( =ão nos satisfa1emos at "!e todos os po#os& líng!as& tribos e naç.6+-4& implica então n!ma moti#ação e estrat gia e#angelística "!e proc!re ir não só para os mais distantes l!gares& mas aonde "!er "!e Cristo não ten8a sido an!nciado 3Romanos +E(-G4& "!er se2am gr!pos 8!manos negligenciados o! >escondidos? por perto& "!er se2am po#os não6alcançados mais distantes( -(-(.es( 7s salmos e 8inos no Ael8o Testamento incl!em os lo!#ores não só do po#o de .

es -(<(+ Creio "!e a perspecti#a bíblica il!mine m!ito a tarefa o! a missão da igre2a no /rasil e em toda a Am rica *atina( )abendo "!e .e!sU? Alg!ns podem entender isto como sendo !ma sec!lari1ação da f ( =ão nossa intenção( 'm #e1 de red!1ir a missão de .esde o início do testem!n8o bíblico obser#amos "!e .K La1em parte da s!a missão( H!e isto se2a de#er do go#erno não 8á d5#ida& cont!do a igre2a antes& tendo !ma resta!ração s!bstancial da imagem de .es de belas pala#ras perf!madas& mas !m estilo de #ida cotidiano para com o se! próximo "!e reflete o caráter 2!sto de .$mplica n!ma desmistificação da f ( A #erdadeira espirit!alidade não a"!ele 2e2!m >sagrado? com oraç.es a c8egada do reino de .es atra# s das pragas no 'gito& a con"!ista de Canaã e a "!eda de !m imp rio por o!tro( J!lga se! po#o atra# s dos profetas e atra# s do exílio( Mas tamb m abençoa atra# s da libertação do 'gito& do exílio& e de modo s!premo e definiti#o atra# s da morte e ress!rreição de Jes!s( )ão todos estes e#entos 8istóricos& acontecimentos neste m!ndo( At mesmo a literat!ra apocalíptica& "!e enfati1a !m contraste com este m!ndo& ensina "!e a inter#enção f!t!ra e catastrófica de .e!s poderá estar manifestando se! reino na nossa 8istória( $mplica na proclamação do e#angel8o para arrependimento e con#ersão( ' implica em participar na l!ta pela 2!stiça( Com os p s no c8ão& as mãos em oração e os ol8os abertos : realidade m!ltidimensional e latinoamericana& a igre2a dá testem!n8o pela proclamação das boas no#as e pela promoção de 2!stiça de maneira concreta e #isí#el( -(<(.e!s e #i#er !m modelo deste reino atra# s de sincera adoração e de !m padrão de 2!stiça "!e tome expressão no m!ndo e na 8istória( -(<(< =ão obstante& este processo 2amais poderá ser identificado simplesmente com o processo 8istórico e 8!mano( A literat!ra apocalíptica e as inter#enç.e!s 3$saías ET(F6K4( Uma análise& at s!perficial& da sit!ação socio6econOmica na Am rica *atina deixa a igre2a sem desc!lpa "!anto : s!a missão neste m!ndo e nesta 8istória% an!nciar :s naç.e!s será !ma irr!pção para dentro desta 8istória e deste m!ndo( 'mbora enfati1e descontin!idade com a progressi#idade nat!ral da 8istória 8!mana& não transfere o cenário dos atos sal#íficos de .e!s nela& de#e opinar e se en#ol#er n!m testem!n8o para toda 8!manidade e toda a criação( -(< 7 local da missão% o M!ndo e a Mistória .e!s age dentro e atra# s de e#entos concretos na #ida dos seres 8!manos( 'le não se manifesta n!m plano contemplati#o e fora deste m!ndo& mas dentro e atra# s da 8istória( J!lga atra# s da exp!lsão do @den& atra# s do dil5#io e da dispersão de po#os( J!lga as naç.e!s na 8istória de $srael 3ex(% o 0xodo4 nos distanciam de !ma plena .e!s aos afa1eres deste m!ndo& "!eremos discernir onde e como .e!s at!a n!m pro2eto 8istórico& a igre2a tem !ma boa base para se perg!ntar% >7nde& nos e#entos 8istóricos da realidade latinoamericana& podemos discernir a mão de .es singelas e dramáticas de .e!s para !m plano extra68istórico o! !ltra6m!ndano( Apenas ressalta a opção sempre presente e f!t!ramente iminente da inter#enção di#ina na 8istória& como sendo abr!pta e extraordinária( $mplicaç.

4 da obra missionária( <(+ A ra1ão de miss.e!s para toda a 8!manidade( A primeira perg!nta do Catecismo de Westminster di1% >H!al o fim principal do ser 8!manoU? ' a resposta acertada % >7 fim principal do ser 8!mano glorificar a .e!s por"!e& atra# s dele& as promessas de .e!s& não a ati#idade missionária em si( 7 desafio missionário existe e persiste por"!e o c!lto pleno a .e!s 5ltimo& e não o ser 8!mano( H!ando esta era terminar e representantes de toda raça& tribo e nação se dobrarem diante do Cordeiro de . de Romanos +E fa1em !ma afirmação% Jes!s Cristo compro#a a fidelidade e #eracidade de .es% a Blória de .e!s 3Atos +(T& repare "!e o >mas? responde : tentação de identificar datas o! pra1os temporais4( 'ntre o!tras coisas& este princípio implica n!m preparo prolongado& diante tanto do taman8o "!anto da !rg0ncia do trabal8o -(<(E 7 ensino& a proclamação& a c!ra e a libertação todos fa1em parte da missão da igre2a( $sto de#e ser refletido nas ati#idades dos nossos obreiros missionários& sendo eles pregadores da Pala#ra 3e#angelistas e pastoresVapóstolos4& e tamb m professores& gente da área de sa5de& agronomia& etc( <( Terceira Afirmação 7 al#o e o fim 5ltimo da missão a glória de .e!s para o po#o 2!de! se c!mprem( Afinal& somente !m de!s falso e infiel não c!mpre as s!as promessas( 'm Romanos +E(+-& Pa!lo cita $saías ++(+G como apoio das 'scrit!ras para s!a afirmação "!e em Jes!s .e!s e go1á6lo para sempre(? Uma reflexão sobre Romanos +E(R6+< il!strará "!e a glória de .e!s de#e ter prioridade na igre2a& não a obra missionária& por"!e .e!s ainda não existe( 7 c!lto o al#o 5ltimo da igre2a( 7 c!lto a .e!s não poderá ser identificado com o processo 8istórico& embora possamos e de#amos detectar indícios deste reino na 8istória( Con"!anto a era escatológica se2a apenas di#inamente ina!g!rá#el& o po#o de .e!s no c!lto e a ra1ão 3princípio K4& o comb!stí#el 3princípio T4 e o al#o 3princípio .e!s se pro#a fiel :s s!as promessas( 7s beneficiários das promessas são primeiro os 2!de!s e tamb m as naç.e!s& a obra missionária não mais existirá na igre2a( Mas existirá o lo!#or e a adoração( Permanecerá na igre2a o c!lto( 7 c!lto o fim 5ltimo da igre2a e o dese2o máximo de .e!s tamb m participa na s!a promoção( '& con"!anto s!a reali1ação se2a apenas f!t!ra& 2á podemos discernir sinais dela na 8istória presente( -(<(R =ão podemos tolerar !ma #isão estreita e imediatista "!e sempre #0 apenas os desafios at!almente !rgentes( Tal #isão c!rta se alimenta d!ma escatologia s!perficial& se s!2eita : tirania do !rgente e e#idencia ceg!eira 8istórica( Pa!lo& "!e dese2a#a o retorno de Cristo& teria ra1ão de pensar assim& mas não o fe1( )empre press!pOs o longo pra1o para o se! desempen8o pastoral e missionário( =ecessitamos& portanto& d!ma #isão larga& prof!nda e extensa do presente por"!e os desafios são eternamente !rgentes& !ma #isão escatológica do agora baseada no passado distante e !m f!t!ro "!e prerrogati#a apenas de .es( 'ste& aliás& o tema principal de toda a carta aos Romanos& como #emos no +(+F% >=a #erdade& não me en#ergon8o do e#angel8o% ele .T confiança nos processos apenas 8!manos da 8istória( 7 reino de .e!s 7s #ersos T a .

F(+GC +GE(+C +GT(<C e $saías% +-(RC R.C .e!s& mas a ra1ão da obra missionária está firmemente enrai1ada na iniciati#a e na misericórdia de .e!s "!e está combatendo os ex rcitos da esc!ridão tão pe"!eno& a 5nica resposta 6 falta de coragem e ent!siasmo( 7 ent!siasmo pelo reino de .e!s em estender a sal#ação para as naç.es de cristãos& o #erdadeiro ex rcito de .e!s dá& e como Pa!lo 8a#ia falado nos capít!los .F(<4( 7s nossos c!ltos fer#em com a exaltação da glória de .es a s!a glória? 3)almo .e!s A paixão por .e!s e glorificá6lo acima de t!do( 7 al#o da obra missionária a .e!s >por ca!sa da s!a misericórdia?( $sto & em Jes!s Cristo& elas tamb m se beneficiam da sal#ação "!e . força de .e!s 7 c!lto o al#o da obra missionária simplesmente por"!e nosso propósito le#ar as naç.e!s& a l!1 da obra missionária bril8ará at os po#os mais distantes da terra? 3Jo8n Piper& p( +-4( H!ando a paixão por .e!s na pregação( =ão se pode recomendar com con#icção a"!ilo "!e não se estima com paixão( =ão poderá clamar& >Alegrem6se e ex!ltem as gentes? 3)almo FK(Ra4 a"!ele "!e não pode afirmar no se! coração& >e! me alegrarei no )'=M7R? 3)almo +GR(<RbC . a ++& as naç.e!s no c!lto precede a oferta de .7 comb!stí#el de miss.e!s no c!lto moti#a a obra missionária( Jo8n Piper& cita o seg!inte pron!nciamento de AndreX M!rraY feito 8á mais de cem anos% >'n"!anto b!scamos a .(-4( >H!ando a c8ama do c!lto "!eima com o calor da #erdadeira dignidade de . as naç.es glorificam a .es esta#am& de fato& aceitando em grandes n5meros& o e#angel8o( Portanto& a misericórdia de .es certamente será fraco tamb m( As igre2as "!e não exaltam a ma2estade e a bele1a de .(FC EE(E4 =!nca es"!ecerei do 2o#em rapa1 "!e nos #isito! em )anta Maria& Rio Brande do )!l( 'le fala#a do se! ent!siasmo de e#angeli1ar& no início da s!a f ( =a"!ele momento& entretanto& ele ac8a#a "!e 2á amad!recera e portanto não poss!ía mais tanto 1elo de e#angeli1arI 'le precisa#a mesmo reno#ar a alegria da s!a sal#ação para "!e fl!ísse& em conse"N0ncia disto& o c!lto a ..es% a Blória de .e!s& teremos toda ra1ão de an!nciar tão grande oferta( 'nrai1amos a ra1ão da obra missionária não no ser 8!mano& na s!a car0ncia de .C RE(+KC EK(.e!sU 7 1elo pela glória de .e!s está fraca& o 1elo por miss.(++C +T(R.e!s e a e#angeli1ação 3)almo E+(+G6+E4( 7 c!lto o #erdadeiro comb!stí#el para a obra missionária( <(< 7 al#o de miss.e!s está faltando( ' isto por"!e 8á tão po!co ent!siasmo pelo Rei(? =ing! m poderá se dispor : magnit!de da ca!sa missionária se não experimentar a magnific0ncia de Cristo 3Apocalipse +E(<6RC cf( )almos .e!s sobre por "!e& com tantos mil8.es a se rego1i2arem em .es a s!prema ra1ão da obra missionária( @ iniciati#a e obra d'le& portanto& nós& os embaixadores de .e!s para a sal#ação de todo a"!ele "!e cr0& em primeiro l!gar do 2!de!& mas tamb m do grego(? 'm Romanos +E(.e!s& o! no se! amor para com a"!eles "!e não tem .e!s dificilmente poderão acender !m dese2o efer#escente para >an!nciar entre as naç.e!s& isto & na s!a soberania( <(.es% a Blória de .

e!s( $mplicaç.e!s do "!e no coro "!e canta !níssono 3)almo .es <(<(+( A lit!rgia& a ed!cação cristã& e o e#angelismo todos fa1em parte da missão e testem!n8o da igre2a( Como expressar isso estr!t!ralmente na igre2aU <(<(-( A estrat gia missionária se res!me na frase% os não6alcançados( 7 lema de Pa!lo era >não onde Cristo 2á fora an!nciado? 3Rm +E(-G6-+4 e não >at aos confins da terra? 3At +(T4( 'le literalmente Zpreenc8iaZ os #ãos onde o e#angel8o não fora an!nciado 3Rm +E(+.K(+C FK(<6RC cf( RK(+C FF(+C K-( ++& +KC TF(.C E-(+EC EF(KC FF(+T6+.e certo modo a denominação se preoc!pará com o estabelecimento de igre2as onde igre2as desta denominação ainda não foram estabelecidas( Tal meta tem !ma certa lógica organi1acional& mas esta meta de#e ser sec!ndária 3não descartada4 da meta maior de >não onde Cristo 2á fora an!nciado(? .F(<6R4C -4 a fama& a grande1a& e o #alor d!m ob2eto de bele1a a!menta na proporção da di#ersidade da"!eles "!e recon8ecem tal bele1aC <4 a força& a sabedoria e o amor d!m líder se magnifica na proporção da di#ersidade de po#os "!e ele inspira para seg!i6loC e R4 ao focali1ar todos os gr!pos 8!manos do m!ndo& .( Má !m aspecto desta #erdade "!e precisamos explorar mais( @ o seg!inte% 7 c!lto a .e!s& entretanto& le#a a o!tra concl!são& "!e acredito ser a bíblica% a 0nfase na prioridade de etnias& e especificamente etnias não alcançadas por"!e% +4 8á mais bele1a e poder de adoração na !nidade de c!lto deri#ada da di#ersidade de po#os "!e canta todas as partes d!m 8ino a .6-+( Para m!itos cristãos& tal#e1 at a maioria& esta estrat gia não parece m!ito lógica( Antes alcançar todos os indi#íd!os ao nosso alcance e semel8antes c!lt!ralmente a nós& "!e proc!rar alcançar representantes de etnias "!e podem ser geográfica o! c!lt!ralmente distantes( Parece !ma "!estão de mordomia de esforços( 'ste raciocínio parece& sem d5#ida& bastante lógico e le#a m!itas igre2as a desconfiar da estrat gia missionária de alcançar representantes de di#ersas etnias( Me! ponto o seg!inte% se fosse pelo amor 8!mano pelo ser 8!mano& nossa 0nfase de#eria estar na sal#ação de indi#íd!os "!e estão próximos& e isto& de fato& a prática com!m( 7 amor a .C +G-(+EC ++K(+C e $saías -E(F6.e!s 3)almo .e!s está s!b#ertendo o org!l8o etnoc0ntrico "!e se baseia em alg!ns atrib!tos distinti#os "!e cada po#o gosta de destacar( Ao in# s disto& o org!l8o etnoc0ntrico nat!ral de cada po#o dá l!gar : graça imerecida de .+G alegria dos po#os na grande1a de .es? o! >todas as etnias?( A pala#ra na forma sing!lar& ethnos& de fato& sempre se refere : coleti#idade d!m po#o o! d!ma nação( =!nca se refere a indi#íd!os gentílicos( 7 mesmo geralmente #erdade em relação a pala#ra na forma pl!ral& ethn( A frase& panta ta ethn& "!ase sempre denota esta refer0ncia coleti#a na /íblia& tamb m( H!e a estrat gia bíblica se2a de alcançar especialmente as etnias não alcançadas claro em Romanos +E(+.e!s como al#o da obra missionária a2!da a entender a própria definição da obra missionária( Pois a obra missionária enfati1a a prioridade de alcançar po#os& o! etnias não alcançadas( $sto se e#idencia na repetida descrição bíblica da tarefa missionária em termos de etnias 3Mate!s -R(+RC -T(+T6-GC Romanos +E(+. cf( Cl +(-E4( 'sse slogan de#e ser o nosso% não onde Cristo 2á fora an!nciado( .6-+4( =a /íblia& a frase& panta ta ethn& significa >todas as naç.

e!s e go1á6lo para sempre( ' na obra missionária& proc!ramos le#ar as naç.e!s( Portanto& "!ando afirmamos "!e a obra missionária a prioridade pen5ltima na igre2a não estamos dimin!indo a s!a import9ncia( 'stamos meramente fa1endo o "!e de#emos& maximi1ando a tarefa de glorificar a .e!s e go1á6lo para sempre( ' assim& enxergamos a #erdadeira import9ncia da obra missionária& certamente acima de o!tras ati#idades na igre2a& isto & estender e di#ersificar& e assim intensificar o c!lto "!e glorifica e se deleita em .es da terra 3Apocalipse E(.es : mesma alegria e exaltação "!e carateri1a o nosso c!lto a .++ Concl!são A obra missionária começa e termina com o c!lto prestado : glória de .e!s entre todas as naç.6+GC K(.6+G4( .e!s( Começa& por"!e somente o c!lto gen!íno e prof!ndo pode moti#ar ade"!adamente a igre2a para ass!mir s!a #ocação missionária( ' termina& por"!e o al#o 5ltimo e o fim principal de toda 8!manidade glorificar a .