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Giovana Escobal Pós-doutoranda FAPESP, Pesquisadora Associada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de
Giovana Escobal
Pós-doutoranda FAPESP, Pesquisadora Associada ao
Departamento de Psicologia da Universidade Federal de
São Carlos e vice-coordenadora do LAHMIEI (Laboratório
de Aprendizagem Humana, Multimídia Interativa e Ensino
Informatizado)
www.lahmiei.ufscar.br
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e Ensino Informatizado) www.lahmiei.ufscar.br 1  Importância da motivação.  Pilares mais

Importância da motivação. Pilares mais importantes da metodologia comportamental. Diferentes abordagens. Motivação Antecedente ação. Motivação V ambientais - Analistas Comportamentais.

(Henning, 2011)

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Após a avaliação das habilidades a serem ensinadas e a montagem do currículo - contexto de aprendizagem prazeroso.

Criança autista transtorno. Primeira tarefa

identificar reforçadores. O que é reforçador? Definição.

- dificuldades específicas do

no processo de ensino:

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 Reforço Natural 4
 Reforço Natural
4

É possível também planejar para que reforços acompanhem um comportamento, a fim de fortalecer esse comportamento (Exemplo: treinador).

(Martin, 2001).

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 Reforço Arbitrário 6
 Reforço Arbitrário
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Questão importante: no processo de ensino de pessoas com autismo, devido aos déficits na

área social, podem não se interessar naturalmente pelas brincadeiras, atividades e elogios comuns ao universo infantil.

Identificar a cada início de sessão quais serão as consequências reforçadores efetivas para manter a situação de ensino mais motivadora

possível.

No inicio do tratamento, novas respostas serão ensinadas e existe uma grande possibilidade da criança apresentar dificuldade neste processo.

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Por exemplo: ensinar a criança a gostar de brincar de roda música que ela goste brinquedos ao final. Emparelhamento do reforço (música e brinquedos), com o contexto de brincar de roda, deve tornar esta atividade cada vez mais prazerosa para ela. Dica: separar um brinquedo/comida muito reforçador para ser utilizada apenas em momentos específicos, que a criança apresenta mais dificuldade de realização.

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Consequências que podem motivar indivíduos:

Elogio.

O elogio deve ser apresentado ao aluno individualmente, de forma justa, simples, parcimoniosa, criativa, coerente com o desempenho, buscando salientar suas peculiaridades e promovendo informações que favorecerão a percepção de competência.

Além disso, deve-se enfatizar o esforço empreendido, o capricho e a persistência nos trabalhos ou o êxito obtido em tarefas difíceis.

Descrever o que o indivíduo fez de correto para não reforçar inadvertidamente comportamentos que não quer reforçar. Por exemplo: Parabéns por ter colocado seu casaco no armário!!!!

(Guimarães, 2001, p.53).

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Todos os tipos de ajuda necessária.

Associar o aprendizado a atividades/objetos/comestíveis que ela gosta.

Preferência é individual.

Quanto mais poderoso o reforçador, mais chance da criança responder à solicitação.

Parear atividades com itens reforçadores = reforçador condicionado.

Consequência pode ter efeito temporário.

Reforçador muda dependendo da OE/OM.

Avaliar a necessidade de mudança de reforçador sempre que necessário.

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Por exemplo: uma criança com muita

dificuldade para pentear o cabelo.

Atividade pode se tornar menos aversiva, associando-a com este brinquedo.

Nosso papel é tornar o ambiente de interação o mais agradável possível, usando a motivação como alicerce do ensino.

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Consequências reforçadora: itens variados.

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 Elemento essencial de terapias
 Elemento
essencial
de
terapias

comportamentais, ensino e intervenções efetivas. Quanto > o conhecimento sobre as preferências de uma pessoa, > as condições de motivá-la com sucesso para realizar uma tarefa ou atividade.

(Escobal et al., 2010)

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2) Escolha, importante dimensão de qualidade de vida, poderia ser melhor aproveitada em procedimentos de ensino.

3) Melhorar a qualidade de vida

de ensino.  3) Melhorar a qualidade de vida oportunidades de escolha acesso a itens reforçadores.

oportunidades de escolha

3) Melhorar a qualidade de vida oportunidades de escolha acesso a itens reforçadores. 15  Entrevista

acesso a itens reforçadores.

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oportunidades de escolha acesso a itens reforçadores. 15  Entrevista (e. g., RAISD) com participante/aluno,

Entrevista (e. g., RAISD) com participante/aluno, professor, pais ou cuidador (alguém que conheça bem a pessoa).

Observações informais (itens ou atividades de cada ambiente observado devem ser registrados).

Vantagens

Facilidade para serem realizados.

Realizados em qualquer ambiente.

Pouco tempo.

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Tais itens ou tarefas podem funcionar como reforçadores e motivadores para o ensino de:

atividades e situações de vida diária;

novas habilidades;

apropriados

comportamentos

pessoa.

para

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Tecnologia

para

reforçadores

Alcançou

um

a identificação estado em que
a
identificação
estado
em
que

identificação ocorre:

Rapidamente;

Facilmente;

Acuradamente.

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Desvantagens

a

de

a

Os dados não são coletados de maneira sistemática (no caso da observação).

Pesquisas indicam: resultados das entrevistas # resultados métodos diretos.

Os dados podem ser úteis, mas devem ser vistos com cautela e outros métodos devem ser utilizados simultaneamente.

Porém, sempre deve-se adequar o método ao objetivo do trabalho.

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 Usar informações obtidas de métodos indiretos de avaliação de preferência (quais itens deveriam ser

Usar informações obtidas de métodos indiretos de avaliação de preferência (quais itens deveriam ser incluídos nas avaliações de preferência). Incluir estímulos de diferentes categorias sensoriais (coisas que a pessoa pode comer, brincar, cheirar, escutar, tocar, etc). Identificar itens disponíveis nos ambientes frequentados pela pessoa ou fazê-la ter contato com todos os itens antes da avaliação.

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ter contato com todos os itens antes da avaliação. 19 Vantagens  Não requer que a

Vantagens Não requer que a pessoa escolha entre 2 ou mais itens.

Benéfico para pessoas que não possuem repertório de escolha.

Não remove o item após um curto período de tempo, o que pode evitar comportamentos - problema, principalmente para crianças que não toleram remoção de itens preferidos.

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crianças que não toleram remoção de itens preferidos. 21 Vantagens  Fornece uma hierarquia da preferência

Vantagens Fornece uma hierarquia da preferência porque os itens são escolhidos em relação a outros itens.

A pessoa faz uma escolha entre 2 itens, ao de um conjunto de itens. Desvantagens É longo para ser administrado. O tempo requerido depende do número de utilizados.

invés

itens

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Realizados em qualquer ambiente, em uma mesa, no ambiente natural.

Durante os primeiros 10 ou 15 s permitir que a pessoa tenha contato com os itens ou modele o uso dos itens (e. g., montar blocos).

Tentativas de escolha de mais de um item devem ser bloqueadas (quando houver escolha de itens).

Se a pessoa não escolher, remodelar a apresentação; se ainda assim não escolher, registrar que não houve escolha do item.

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Desvantagens

Um é melhor que nada e a criança pode apresentar tempo de engamento com todos os itens (é a única alternativa).

Itens não são pareados com outros e hierarquia de preferência não pode ser conhecida um

item não é preferido em relação ao outro. O

tempo de engajamento apenas é maior.

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Problemas comportamentais podem ocorrer mais frequentemente em função da remoção de itens preferidos após curto espaço de tempo.

Longo tempo requerido para realizar este tipo de procedimento.

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Vantagens  Fornece hierarquia de preferência pela escolha de itens em relação a outros itens.

Vantagens Fornece hierarquia de preferência pela escolha de itens em relação a outros itens.

Leva menos

tempo que o método anterior.

Desvantagens A pessoa precisa escolher de um conjunto de itens para os resultados serem úteis (olhar cada item antes da escolha).

Remoção de itens pode causar comportamentos - problema.

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Vídeo Avaliação de Preferência. 3min e 45s 10min e 58s

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de Preferência.  3min e 45s  10min e 58s 27  Brincar pode ser difícil.
de Preferência.  3min e 45s  10min e 58s 27  Brincar pode ser difícil.

Brincar pode ser difícil.

Nunca assuma que o brincar simplesmente irá "acontecer".

Brincar é uma habilidade no repertório, assim

como quailquer outra (linguagem,

comportamento de escolha). Ensinar a interagir com os brinquedos e brincar de forma adequada (funcionalmente).

Ensinar o comportamento de brincar como positivo e o mais divertido possível!

Fornecer elogios e carinho quando você encontrar

o seu aluno/filho brincando apropriadamente!

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encontrar o seu aluno/filho brincando apropriadamente! 29 Vantagens  Não há remoção de itens. 

Vantagens Não há remoção de itens. Flexível, pode ser realizado em situações naturais de brincadeira, por exemplo. Permite ser realizados com mais de uma

pessoa ao mesmo tempo. Desvantagens A pessoa pode ficar com apenas um item durante todo o período da avaliação e apenas um item de preferência seria determinado, não se identifica uma hierarquia. A pessoa precisa saber escolher, olhar para todos os itens antes de escolher e isso pode

ser impeditivo para indicar a preferência.

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Brincar

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ser impeditivo para indicar a preferência. 2 6 Brincar 28  Alternar os brinquedos regularmente. 

Alternar os brinquedos regularmente. Incentivar a criança a interagir com uma variedade de brinquedos - previne perseveração / obsessões sobre determinados brinquedos. Isso também preserva a novidade e evita que o seu filho experiencie a saciação. Brinquedos especiais para ocasiões especiais.

a novidade e evita que o seu filho experiencie a saciação.  Brinquedos especiais para ocasiões
a novidade e evita que o seu filho experiencie a saciação.  Brinquedos especiais para ocasiões

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 Inicialmente brincar pode não ser um reforçador para a criança.  Parear brinquedos com

Inicialmente brincar pode não ser um reforçador para a criança. Parear brinquedos com reforçadores já estabelecidos. Brincar torna-se um reforçador condicionado.

 Brincar torna-se um reforçador condicionado. 31 33  Quatro variações de estratégias

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Quatro variações de estratégias naturalísticas incluem:

Modelação Expansões Tempo de atraso naturalístico Ensino incidental

Estratégia naturalística # 1: Modelação Definição: O conceito de modelação como uma estratégia de ensino é derivada de pesquisas que sugerem que crianças tendem a imitar o comportamento de crianças e adultos que são significativos para elas, especialmente quando tal comportamento é reforçado.

Estratégia naturalística # 2: Expansões Definição: Um adulto responde às iniciações verbais de uma criança com um modelo verbal que é mais gramaticalmente completo que o que a criança estava usando, com base no nível atual da criança de competência comunicativa.

Exemplo: Para uma criança que está

trabalhando com o uso de palavras de ação,

enquanto olha para um livro de imagens favorito, quando a criança aponta e diz: " Porco", o adulto responde, "Porco comendo"

" Porco", o adulto responde, "Porco comendo" 35  Estratégias naturalísticas Estratégias de ensino

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Porco", o adulto responde, "Porco comendo" 35  Estratégias naturalísticas Estratégias de ensino

Estratégias naturalísticas Estratégias de ensino naturalísticas envolvem episódios planejados breves de interação adulto-

criança que aproveitam reforços que ocorrem

naturalmente no decorrer das atividades em curso e rotinas (Halle, Alpert, & Anderson, 1984). Originalmente concebidas para promover a generalização das habilidades de comunicação dos ambientes clínicos para os ambientes naturais.

No entanto, essas estratégias também se revelaram eficazes em domínios de

desenvolvimento para o ensino de novas

habilidades, bem como para melhorar as já existentes.

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habilidades, bem como para melhorar as já existentes. 32  Para que essa aprendizagem ocorra, as

Para que essa aprendizagem ocorra, as crianças

32  Para que essa aprendizagem ocorra, as crianças devem estar cientes do comportamento de seus

devem estar cientes do comportamento de seus pares

(Bailey & Wolery, 1992).

Muitas crianças com autismo demonstram interesse em seus colegas e em imitação imediata ou com atraso, do comportamento individual ou de grupo.

O comportamento alvo deve ser um que a criança possua habilidades para imitar.

A modelação tem sido usada com sucesso com as

crianças com deficiência para melhorar a

comunicação, habilidades motora, social e de brincar. Exemplo: Na hora do lanche, uma criança que não usa consistentemente uma colher está sentada em frente ao irmão que usa a colher corretamente. Um adulto serve pequenas porções de pudim para cada criança.

A modelação do comer correto pela criança é

reforçada verbalmente com ofertas de mais pudim.

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é reforçada verbalmente com ofertas de mais pudim. 34  Estratégia naturalística # 3: Tempo de

Estratégia naturalística # 3: Tempo de atraso naturalístico Definição: Durante uma rotina familiar, um adulto pula uma etapa ou pausa entre as etapas e olha com expectativa para a criança por um determinado período de tempo (também chamado de "tempo de espera"). Se a criança inicia uma resposta, a rotina continua.

Se não, os adultos modelam o comportamento esperado antes da rotina continuar.

Uma variação deste procedimento, chamado de "violação de expectativa" (Bailey & Wolery, 1992), envolve o adulto executar uma etapa na rotina familiar que está fora de sequência, incorreta ou incompleta. Essa estratégia tem sido usada para aumentar a interação social, iniciações de comunicação e independência.

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Exemplo # 1 Tempo de atraso naturalístico: Enquanto cantava “Atirei o pau ", o adulto faz uma pausa de três segundos após a frase, para permitir que a criança responda de maneira apropriada na sequência “no gato".

 

Exemplo # 2: Violação de Expectativa Ao ajudar uma mãe a colocar a mesa para uma família de três membros, são dados três pratos para a criança, mas apenas dois conjuntos de talheres.

Exemplo: Um adulto se junta a uma

criança envolvida com um celeiro, animais

de fazenda, e equipamentos agrícolas.

O

objetivo é que a criança demonstre

comportamentos de brincar cada vez mais complexos.

O

adulto imita o comportamento da

criança de alinhar os equipamentos agrícolas.

Quando todos os equipamentos forem alinhadas, a criança responde com uma iniciação, entregando ao adulto um animal de fazenda.

O

adulto coloca o animal em uma carroça

e

olha com expectativa para a criança,

que dá ao adulto um outro animal. O adulto diz: "Coloque o cavalo na carroça“.

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39
O adulto diz: "Coloque o cavalo na carroça“. 39 " Manualmente para um 41 Sente um
" Manualmente para um 41
" Manualmente
para um
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Sente um perto do outro Interações físicas pequenas e breves

Respostas-alvo de acordo com o nível de

habilidade Trocas de grupos pelas atividades High five, tapinha nas costas saudações rápidas Oi, tchau, Ensine negociação

Você ensina o aluno a "Dar a

leva o aluno a dar o item para um colega.

Você ensina o aluno "Pergunte

" Modela verbalmente.

Estratégia naturalística # 4: Ensino Incidental Definição: Ensino Incidental é uma estratégia de ensino em que o adulto utiliza iniciações das crianças durante as atividades em curso como uma oportunidade para responder tanto com um modelo, como com um pedido de um comportamento mais elaborado. Ensino incidental foi desenvolvido como uma forma de promover a generalização das habilidades de comunicação da terapia para a sala de aula (Hart & Risley, 1968), mas desde então tem provado ser eficaz no ensino de uma ampla gama de habilidades para crianças com uma variedade de deficiências (Kaiser, Yoder, & Keetz,

1992).

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Se a criança cumpre a tarefa, o adulto elogia a criança, e a brincadeira continua.

Se a criança não responder, o adulto modela o comportamento desejado e, em seguida, aguarda o a próxima iniciação da criança ocorrer.

Desta maneira, o adulto guia a criança através da combinação de dois ou mais objetos no esquema de brincadeira.

de dois ou mais objetos no esquema de brincadeira. 40  Limite materiais para promover a
de dois ou mais objetos no esquema de brincadeira. 40  Limite materiais para promover a

40

de dois ou mais objetos no esquema de brincadeira. 40  Limite materiais para promover a

Limite materiais para promover a partilha

Crianças convidam uns aos outros para atividades

Utilize reforçadores itens / atividades (observar o que as crianças gostam)

Rotações de brinquedo para aumentar a novidade e reduzir comportamentos de perseveração (comportamentos repetitivos inadequados)

para aumentar a novidade e reduzir comportamentos de perseveração (comportamentos repetitivos inadequados) 42 7

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 1-1.5 anos:  1.5-2 anos  Rabiscos com lápis de cera.  Conversar com
 1-1.5 anos:
 1.5-2 anos
 Rabiscos com lápis
de cera.
 Conversar com si
mesmo enquanto
 Imitar com objetos
Puxar brinquedos,
abraçar boneca /
pelúcia
brinca
 Lavar, alimentar a
boneca, além de si
próprio
 Lavar, alimentar a boneca, além de si próprio 43 45 giovanaescobal@hotmail.com www.lahmiei.ufscar.br 47
 Lavar, alimentar a boneca, além de si próprio 43 45 giovanaescobal@hotmail.com www.lahmiei.ufscar.br 47

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www.lahmiei.ufscar.br

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 2-2.5 anos  2.5-3 anos  Organizar móveis das bonecas,  Construir torre de
 2-2.5 anos
 2.5-3 anos
 Organizar móveis das
bonecas,
 Construir torre de 9
blocos
 Construir torre de 6
blocos,
 ‘Pilhar anéis em
ordem de tamanho,
 Empurrar trem,
 Preparar comida para
boneca,
 Desenhar círculos,
linhas,
 Dar nomes a
desenhos,
 Alimentar a boneca,
limpar a boca.
 Começar a fornecer
descrições.
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limpar a boca.  Começar a fornecer descrições. 44  Catania, A. C. (1999). Aprendizagem: comportamento,

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