SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS

GUIA DO DIRETOR ESCOLAR

Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica Superintendência da Educação Infantil e Fundamental Diretoria de Ensino Fundamental

Governador Aécio Neves da Cunha Vice – Governador Antônio Augusto Junho Anastasia Secretária de Estado de Educação Vanessa Guimarães Pinto Chefe de Gabinete Felipe Estábile Moraes Secretário Adjunto de Educação João Antônio Filocre Saraiva Subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica Raquel Elizabete de Souza Santos Subsecretária de Informações e Tecnologias Educacionais Sônia Andère Cruz Subsecretária de Gestão de Recursos Humanos Maria Eliane Novaes Subsecretário de Administração do Sistema de Educação Gilberto José Rezende dos Santos Superintendente de Educação Infantil e Fundamental Maria das Graças Pedrosa Bittencourt Diretora de Ensino Fundamental Maria Helena Brasileiro

GUIA DO DIRETOR ESCOLAR SEE – MG
Instrumento didático destinado a orientação e suporte do trabalho do Diretor Escolar.

Fazer isto significa caminhar em direção ao cumprimento das metas pactuadas pela Escola com sua comunidade escolar e em direção. formando seus professores e funcionários. visando ao seu foco maior: a aprendizagem dos alunos. A Escola precisa ser. não está fechado nem concluído. estimulando a participação dos pais e comunidade. Bom trabalho! Secretaria de Estado de Educação . Guimarães Rosa nos ensina que “é devagar que o escuro fica claro”. Pais e Alunos – atua como articuladora e transformadora da realidade. melhorar o desempenho escolar dos alunos. sim. tornase essencial para o direcionamento da educação. Numa sociedade envolvida pelos processos de democratização. trabalhando as relações interpessoais. o Diretor Escolar. Este Guia do Diretor Escolar. conciliando as demandas burocráticas e pedagógicas. ao cumprimento das metas prioritárias da Secretaria de Estado de Educação: reduzir as diferenças educacionais regionais. elevar os índices de proficiência média e garantir que toda criança esteja lendo e escrevendo até os oito anos de idade. Este Guia não traz consigo “receita pronta”. focada na aprendizagem deste aluno. também. o Guia não é o fim. Diretor. voltada para inclusão educacional e social do aluno e. mais que um administrador. Professores. deve exercer sua missão de verdadeiro líder da Escola. Especialistas. democrática. sobretudo. que ora colocamos em suas mãos. tudo para garantir que todos os alunos progridam. mas. persistência e confiança. hoje. face a estes desafios. Neste sentido. gerindo os recursos públicos.CARTA AO DIRETOR Prezado Diretor Escolar. o papel do Gestor Escolar. Que você. descentralização e transformação do ambiente educacional. para que possa unir a todos da comunidade escolar no compromisso de construção da Escola que faz a diferença. orientação e consulta para ajudá-lo a fazer esta caminhada com sucesso. realize este seu trabalho desafiador com paciência. pretende ser um instrumento de auxílio. o lugar onde toda a comunidade escolar – Diretor. o início de um processo direcionado à organização e ao funcionamento de uma Escola mais ativa. sem esquecer o toque de audácia. Servidores da Secretaria e dos Serviços Gerais. mas aberto à complementação a partir de sua criatividade e experiência. Para tanto.

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......Gestão Administrativa: direcionamento compartilhado .............BIBLIOGRAFIA ............................................... 79 6 ....... 90 7 ............................................................................ 76 4................O PROGESTÃO em Minas Gerais .........................COMPETÊNCIAS DO DIRETOR ESCOLAR .... 76 4..............................................APRESENTAÇÃO ...............................................2 ..................................................................................................................78 5 ......97 8 ....................72 4 ........................................................SUGESTÕES DE INSTRUMENTOS DE APOIO PEDAGÓGICO ..DICAS PARA UMA GESTÃO DE SUCESSO ...............................CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................... 118 ....................................99 9.............................................................................................................. 15 3................................DIALOGANDO COM O DIRETOR ESCOLAR ........1 – Gestão Pedagógica: eixo do trabalho da Escola ..................................................1 ............................................Gestão Financeira: suporte e execução transparente ....AGENDA DO DIRETOR ESCOLAR .............. 15 3............................... 12 3 .........................2 ......................... 100 10..................Termo de Compromisso do Diretor Escolar e Vice-Diretor ....SUMÁRIO 1 .....................................PROVIMENTO DO CARGO DE DIRETOR ESCOLAR ........................................46 3.PAINEL PEDAGÓGICO ..............3 .......11 2 .

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querem e podem fazer a diferença. sim. da aprendizagem dos alunos. do espaço físico. possam criar novas práticas e espaços de interação que busquem identificar e solucionar as demandas e necessidades do cotidiano escolar. que precisa. Professores das Escolas. foram ouvidos inúmeros educadores. O eixo norteador deste instrumento é a Gestão Pedagógica. com propostas de ações abertas ao diálogo e ao comprometimento coletivo de todos os que. além de pesquisas e estudos teóricos relacionados à Gestão Escolar. dar conta. das relações interpessoais e da interação com a comunidade escolar. administrativas e financeiras. 11 . para que. da gestão dos recursos financeiros. na Escola. No entanto. a importância e o significado da atuação do Diretor como líder e articulador de demandas e soluções para a aprendizagem dos alunos.APRESENTAÇÃO Este Guia do Diretor Escolar tem por finalidade subsidiar os gestores no desenvolvimento do trabalho nos diferentes contextos escolares. todas estas “gestões” devem girar em torno do eixo pedagógico. Assim. Esperamos que cada tema abordado seja analisado e discutido por aqueles que estão à frente da direção das Escolas. mas. Para a construção deste Guia. outros na Equipe Central da SEE. das questões legais. o Guia do Diretor Escolar não pretende ser uma lista de ações a ser seguida de forma automática. abrangendo os processos de planejamento. novos conhecimentos e. a partir dele. desafio maior a ser enfrentado pelo Diretor. implementação e avaliação das ações pedagógicas. outros na Equipe Pedagógica das Superintendências Regionais de Ensino. possam construir novas concepções. função social prioritária da Escola. muitos vivenciando a experiência na Direção de Escolas.1 . razão de ser de toda a Escola. também. sobretudo. no seu dia a dia. Toda a estrutura deste Guia está voltada para reflexão sobre o sentido. ser um instrumento de reflexão sobre a prática da gestão.

2 .diretor. .busquem caminhos. administração. a autonomia. democrática e que todos juntos . portanto. alunos. são aquelas em que o Diretor é líder e bom administrador. pois a marca da administração e da liderança fica evidente em todos os seus espaços. A descentralização do poder deve ser entendida como método de trabalho coletivo que delega. 1999. as expectativas da Comunidade Escolar e articula a adesão de todos os segmentos na gestão dos Projetos e Planos da Escola. Portanto. credo ou opção de vida. (Holanda Ferreira. é necessário que a gestão escolar seja compartilhada. gerência. Seus princípios são os princípios da educação que a gestão assegura serem cumpridos – uma educação comprometida com a “sabedoria” de viver junto respeitando as diferenças. soluções para os entraves e consigam realizar o sonho coletivo: “todos os alunos aprendendo”. dos recursos humanos e financeiros. Gestão é administração. Neste sentido. é direção. Relaciona-se com a atividade de impulsionar uma organização a atingir seus objetivos. vamos rever algumas características que compõem o perfil do Diretor Escolar: . professores. p. A gestão da Educação é responsável por garantir a qualidade de uma mediação no seio da prática social global (Saviani.DIALOGANDO COM O DIRETOR ESCOLAR Gestão (do latim gestio – Õnis) significa ato de gerir. quer sejam a respeito dos aspectos pedagógicos. já podemos observar as características do Diretor. desempenhar seu papel. comunidade. divide atribuições e responsabilidades. é organização. cumprir sua função. a formação humana de cidadãos. a responsabilidade são práticas indispensáveis ao gestor democrático. que se constitui no único mecanismo de hominização do ser humano. 1980:120). Escolas que apresentam um ambiente tranqüilo e. objetivos. propiciam boas condições de ensino e aprendizagem. coletiva. que é a educação. 985). independentemente de raça. pais. quer sejam relativos à gestão administrativa.A participação. Ser articulador – Líder cooperativo. 12 . os desejos. funcionários . participativa. comprometida com a construção de um mundo mais humano e justo para todos que nele habitam. o diálogo. é tomada de decisão. estratégias e procedimentos da Escola. alguém que consegue aglutinar as aspirações. Ter predisposição para o trabalho coletivo . cor. Ao entrarmos em uma Escola. Diretor. Uma gestão democrática requer a participação da comunidade escolar nos processos que se evoluem em permanente formulação e em implementação coletiva de metas.

pedagógicos. . Plano de Intervenção Pedagógica. Acompanhamento e avaliação sistemática com finalidade pedagógica: diagnóstico. Exercer uma liderança entendida como “habilidade de influenciar as pessoas para trabalharem visando atingir objetivos comuns. acompanhamento dos trabalhos. Conhecer os assuntos técnicos. fazer compartilhar as experiências docentes bem sucedidas de formação continuada entre o grupo de professores para o aprimoramento das práticas pedagógicas. é zelar pelo melhor ensino e pela educação de qualidade. enfim. Em que contexto social a Escola está inserida? Quais e quem são os usuários da Escola? O que esses usuários esperam da Escola e o que eles buscam? Os alunos estão aprendendo? Quais são os anseios e as reais necessidades dos alunos. . proatividade. reorientação de rumos e ações. Ter iniciativa. inspirando confiança por meio da força do caráter” (J. pais e professores? Os resultados das avaliações internas e externas mostram índices de aprendizagem satisfatórios? . É atingimento das metas pactuadas. analisar os resultados. tomada de decisão. ter presença. Defender a Educação – Zelar pelo bom nome da Escola é desenvolver ações positivas que de fato divulguem o bom nome da Instituição. Ter liderança democrática e capacidade de mediação – Cultura do “querer fazer”. O diretor escolar terá que ter e demonstrar competência técnica e qualificação para exercer as atribuições da função que exerce. alguns princípios e valores que lhe possibilitem: 13 . financeiros e legislativos. criatividade. . O Diretor deve. ter paixão pelo que faz. no reconhecimento e valorização das pessoas e da contribuição de cada uma na construção de uma Escola de qualidade. Ser transparente e coerente nas ações – Ser ético. portanto.” . firmeza de propósito para realização de ações – Suavidade nos modos e firmeza na ação – como posturas básicas. correto no que se propõe a realizar e no que realiza. fundamentado no respeito mútuo. É fazer com que todos os alunos aprendam.C. HUNTER). na sua vida pessoal e profissional. . Ter espírito ético e solidário – Cultivar um clima de trabalho positivo. iniciativa. administrativos. Ser íntegro. acompanhar o processo de ensino. . no lugar do “deve fazer”.. Ser capaz de auto-avaliar-se e promover a avaliação do grupo – Todos avaliam e todos são avaliados. Escola que queremos. . Conhecer a realidade da Escola – Escola que temos. Assim o Diretor da Escola deve vivenciar. sabendo que “Liderar é comunicar às pessoas seu valor e seu potencial de forma tão clara que elas acabem por vê-los em si mesmas. fazer com eficiência e eficácia. entusiasmo.

Todos os membros da equipe escolar devem estar envolvidos nessas ações. . . do Currículo. antes de tudo. gestão esta mediada pelos princípios fundamentais da descentralização. É assim. pelas ações de natureza pedagógica. incorporar. compreender os condicionamentos políticos e sociais para promover maior integração com a comunidade. promover ações de formação continuada de sua equipe. financeiros e pedagógicos. ou seja. . valorizando a gestão participativa fortalecendo o vínculo com a comunidade local e estabelecendo parcerias que promovam enriquecimento do trabalho da Escola e da comunidade em que ela se insere. compartilhar e pactuar as metas estabelecidas pela SEE/MG com toda a comunidade escolar. responsabilizar-se pela administração de pessoal. mas a responsabilidade direta sobre elas é da competência de quem dirige a Escola. valores. divulgar para a comunidade escolar os resultados das avaliações internas e externas e planejar com sua equipe alternativas de ações de intervenção pedagógica para melhorar o desempenho dos alunos e. por assumir aquelas não – delegáveis. compartilhando planos. por integrar idéias e ações de forma a se solidificar um grande compromisso com as famílias e comunidade envolvidas”. decisões e ações. avaliando e replanejando processos. compartilhando informações. 14 . . . propor e planejar ações. a questão dos próprios elementos que constituem a natureza da atividade escolar. . . Isso porque o “gestor líder volta suas ações para os bons resultados da educação e esse objetivo é buscado pela divisão de tarefas. ético e solidário. garantindo assistência pedagógica aos professores e o aprimoramento profissional de todos. responsabilizar-se. atitudes e sentido de justiça essenciais ao convívio social. pesquisando e refletindo sobre o cotidiano escolar. envolvendo a todos no desafio e compromisso em atingi-las. do Plano de Intervenção Pedagógica. estimular a participação dos colegiados e das instituições escolares. Essas ações dizem respeito à gestão do Projeto Pedagógico da Escola. de recursos materiais. e do patrimônio escolar.. . do desenvolvimento profissional e da avaliação. conseqüentemente. Realizar uma gestão democrática é acreditar que todos possam encontrar caminhos para atender melhor aos anseios da comunidade escolar. que o Diretor Escolar possibilitará a sua Escola e a todos que aí somam esforços. em sua prática. participação e transparência. atingir as metas pactuadas. colocando-as como eixo de seu trabalho. observando. a qualidade do ensino na Escola.

nesse aspecto. significa fazer escolhas. Plano de Intervenção Pedagógica representam o ciclo da Escola. de Plano de Intervenção Pedagógica. no desenvolvimento e implementação do Projeto Pedagógico. para que. e todos têm de se conscientizar de que essas práticas possibilitarão a aprendizagem a todos e em todos 15 . Quanto ao direcionamento administrativo. Garantir o sucesso dos alunos e propiciar ações que impeçam o fracasso são propósitos que devem se constituir permanentes. de padrões básicos de ensino e de aprendizagem. Projeto Pedagógico da Escola. os recursos de que a Escola dispõe.3 Gestão Financeira 3. sejam dispostos a serviço das prioridades de seu Projeto Pedagógico. É.3 . Avaliação Interna e Externa da Aprendizagem. do zelo pela vida funcional de seus servidores ao emprego transparente dos mecanismos de democratização da Escola. Administrar a instituição escolar. É empregar. a Gestão Financeira tem por objetivo cuidar para que os investimentos sejam empregados na conservação do prédio e do patrimônio escolar. na aquisição do material necessário ao funcionamento da Escola. Tudo que aí se faz só tem real significado se o professor ensina e o aluno aprende. Neste contexto.COMPETÊNCIAS DO DIRETOR ESCOLAR Dar foco à Gestão Pedagógica é a exigência primordial da Escola que queremos hoje: tempo de avaliação externa. assentadas em ações – meio (pessoal. todo esse fazer deve ter por objetivo possibilitar à Escola maximizar ainda mais seus pontos fortes e minimizar os pontos fracos. na aquisição de material didático-pedagógico.1 Gestão Pedagógica: Eixo do Trabalho da Escola As diversas facetas da gestão têm um foco privilegiado que determina sua finalidade principal: o Processo Pedagógico. buscam viabilizar o objetivo da Escola – o conhecimento. Assim. do cumprimento das leis e planos da Escola à consecução do processo pedagógico e suas implicações. buscando o sucesso no desempenho de todos. de definição e de pactuação de metas. patrimônio. por assim pensar a Escola. com a participação da comunidade escolar. Assim. sobretudo.2 Gestão Administrativa 3. mas escolhas coletivas. na avaliação da aprendizagem. finanças). de constatação do desempenho do aluno e da Escola. da vida escolar dos alunos e seu desempenho na aprendizagem aos processos burocráticos dos registros. A liderança do Diretor tem de privilegiar o bom andamento do processo pedagógico. direcionando-as para o foco central do fazer da Escola: o ensinar e o aprender. material. cabe ao Diretor Escolar articular todas as formas da gestão. que esse Guia passa a discutir os seguintes aspectos da gestão escolar: 3. e. na capacitação e aperfeiçoamento dos profissionais da educação. a aprendizagem dos alunos.1 Gestão Pedagógica 3. com eqüidade.

. A coleção é composta de seis cadernos que devem não só ser lidos. as orientações pedagógicas e curriculares se encontram nos cadernos que compõem os Conteúdos Básicos Comuns . Na Gestão Pedagógica. a ênfase na alfabetização. principalmente. quadro de atividades pedagógicas. de competências e de habilidades. planejamento. o perfil dos professores. Caderno 3 – Preparando a Escola e a sala de aula: a organização da Escola para o trabalho de alfabetização. . 3. foram elaborados pela SEE os “Guias do Professor Alfabetizador”. de 16/04/2008. o que não exime a leitura e o estudo de todos eles. deixa claro este foco. Para os Anos Finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. A Resolução 1086/2008. qual sua distribuição ao longo do Ciclo. nas Escolas em que se ministram os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. por que e para que ciclos de alfabetização.CBC. separados por bimestre para o 1º. a efetivação da aprendizagem dos alunos. Apresentamos. com sugestões de atividades para o professor. o planejamento da rotina e das atividades. 2º.1 Orientações para Organização do Ciclo da Alfabetização – Cadernos SEE/ MG Elaborados pelo CEALE/ UFMG. a SEE/MG enfatiza a Alfabetização e o Letramento. contendo orientações didático-pedagógicos a partir das capacidades a serem desenvolvidas pelos alunos. a seguir. pelos especialistas e professores. É tratar de um conjunto de ações que cooperam para a formação humana. Caderno 1 – Ciclo da alfabetização: a reorganização do Ensino Fundamental no Estado. Para isso. sendo responsabilidade coletiva. a seleção de métodos e livros didáticos. 16 . encontramos orientações pedagógicas para o Ciclo da Alfabetização.1. são definidas e pactuadas as metas de desempenho de cada Escola de Minas Gerais. Caderno 2 – Alfabetizando: o que ensinar no Ciclo de Alfabetização. quais habilidades ou capacidades devem ser desenvolvidas. deve-se considerar o desenvolvimento curricular e todas as suas implicações no fazer da Escola. Nos cadernos da coleção “Orientações para a Organização do Ciclo de Alfabetização”. e. da SEE/MG elaborados pelo Centro de Aperfeiçoamento de Leitura e Escrita da UFMG (CEALE). critérios e instrumentos para seleção de alfabetizadores. Ainda para o Ciclo de Alfabetização.os tempos da Escola. para o desenvolvimento de capacidades. em seguida. Destacamos nesse caderno: . com matrícula a partir dos seis anos e organizado nos Anos Iniciais (1º ao 5º ano) em Ciclos (Ciclo da Alfabetização 1º ao 3º ano e Ciclo Complementar 4º ao 5º ano). um comentário sobre os CBC e sobre sua estrutura. ao normatizar sobre a organização e funcionamento do Ensino Fundamental nas Escolas Estaduais mineiras. uma síntese do conteúdo de cada caderno com orientações para os Anos Iniciais. na íntegra. mas estudados pelo diretor. e 3º ano deste Ciclo. Falar dele é falar de Ensino-Aprendizagem. Ao implementar o Ensino Fundamental de nove anos.

CBC A partir de 2005. na alfabetização. . . Instrumentos relevantes. . . e uma parte correspondente aos conteúdos complementares. . Organização de reagrupamentos de alunos. . . . .2 Os Conteúdos Básicos Comuns . Os Conteúdos Básicos Comuns . . o ambiente alfabetizador. a escolha e utilização de livros didáticos de alfabetização. Revisão do núcleo conceitual da avaliação. Temas. avaliação da Escola. a critério de cada Escola. instrumentos para responder a esses aspectos: . Observação e Registros. . .. . Subtemas. Teoria Construtivista.CBC estão assim organizados: . tendo como ponto de partida diagnóstico das capacidades lingüísticas dos alunos. . estabelecimento das rotinas semanais e diárias. Ênfase no trabalho desenvolvido nas Escolas. lugar de discussão metodológica nas decisões pertinentes à alfabetização-Métodos. Caderno 6 – Reafirmar a importância do planejamento na organização do trabalho em sala de aula: . Portifólio – Trajetória. Define propostas de intervenção pedagógica. Articula as ações de planejamento às ações avaliativas. Provas operatórias. Ênfase em procedimentos de diagnóstico e avaliação. 17 . integração das famílias com o trabalho desenvolvido pelas Escolas. . Sugestão para uso do instrumento. Matriz de referência para avaliação diagnóstica. . . Auto-avaliação.1. . Caderno 5 Apresentação: . as propostas curriculares para os alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e para os alunos do Ensino Médio têm sido constituídas por uma parte relativa a um currículo obrigatório para todas as Escolas Estaduais. Eixos temáticos. . Instrumento de avaliação diagnóstica. Ênfase na aprendizagem dos alunos. Caderno 4 – Acompanhando e avaliando: diagnóstico e avaliação dos alunos. Tópicos básicos do conteúdo / habilidades básicas. 3. . respostas para os problemas de ensino e de aprendizagem detectados.

para a Avaliação de Desempenho Individual do Professor e para a proposição de Metas. mais ação. A seguir. dos Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. os recursos didáticos e um banco de itens de avaliação dos tópicos do CBC. O professor poderá acessar o site e consultar os itens associados aos tópicos do CBC. . obrigatoriamente. . com vistas a melhorar o processo de ensino-aprendizagem.CBC de uma disciplina contém. Resolução SEE/MG nº 1025/2007.mg. mais aprendizagem dos alunos. para orientar o professor na elaboração de suas atividades e de seus instrumentos de avaliação.mg. do Guia do Alfabetizador. 40 tópicos e será base para a Avaliação Institucional das Escolas da rede pública.Institui e regulamenta a organização curricular a ser implementada nos cursos de Ensino Médio das unidades de ensino da rede estadual. . verifique se as atividades trabalhadas pelos professores estão de acordo com as capacidades a 18 . . acompanhe as atividades dos alunos nas visitas às salas de aula. em média. deixe o material de apoio pedagógico à vista dos professores.educacao. seção legislação.br Na área de apoio à atividade docente desse site.gov.br. Resolução CEE nº 444/2001 – Instrução para organização da Educação de Jovens e Adultos. ensinados pelas Unidades de Ensino Estaduais que oferecem os Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Disponível no site www. melhor ensino. Mais trabalho. . Para isso sugerimos: . Resolução SEE/MG n° 753/2006 – Institui e regulamenta a organização curricular a ser implementada nos cursos de Ensino Médio de unidades de ensino integrantes do Projeto Escolas-Referência. . Resolução CNE/CEB nº 04/1999 – Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Médio. socializando o conhecimento dos CBC. para definir o nível de dificuldades da avaliação que deseja aplicar aos alunos. relação de legislação a ser consultada sobre a Educação Básica: . os roteiros de atividades. . Resolução SEE/MG n° 521/2004 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento do Ensino das Escolas Estaduais de Minas Gerais e dá outras providências. . Resolução SEE/MG 1086/2008 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento do Ensino Fundamental das Escolas Estaduais de Minas Gerais. Diretor! Promova encontros para estudos e discussões.gov. Cópias desses documentos podem ser extraídas no site do Centro de Referência Virtual do Professor – http://crv.educacao. Resolução SEE/MG nº 666/2005 – Estabelece os Conteúdos Básicos Comuns – CBC a serem. encontram-se também as Orientações Pedagógicas – OP. para que os professores e especialistas possam planejar suas atividades pedagógicas e executálas de acordo com as exigências curriculares estabelecidas pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.

19 . .Estabelecer a relação entre a Resolução. Nesse sentido. . como por exemplo: a) Dadas as capacidades a serem desenvolvidas pelos alunos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. utilizando-se de cartazes. Identifique aspectos relacionados à escolha e à organização dos conteúdos. os Guias do Professor Alfabetizador. (Guia de Estudos para Certificação Ocupacional do Dirigente Escolar – SEE/MG – 2006). juntamente com os especialistas. O currículo preside as atividades educativas escolares. falar de currículo é falar de uma perspectiva de mundo.. por exemplo. dos CBC e Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. b) Analise com o grupo de professores e especialistas um Plano de Ensino de uma disciplina do currículo. o que ensinar?. 3. define suas intenções e proporciona subsídios para a execução das ações.Levantar os pontos principais dessa Resolução no que se refere às capacidades que devem ser consolidadas pelo aluno. Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. à coerência. como ensinar?. primeiro. o trabalho com elas e ou a sua consolidação. . . promova oficinas para conhecimento. às capacidades e às atividades. Socialize com os professores.3 O Projeto Pedagógico da Escola . quando ensinar. os CBC e os Planos de Ensino dos professores e os demais projetos desenvolvidos. é preciso.) define-se currículo como um conjunto de ações que cooperam para a formação humana. . por que ensinar?. para isso. de sociedade e de ser humano. Finalize cada oficina com uma apresentação em plenário dos trabalhos realizados pelos grupos. teatro. questões como o que ensinar. estudo e aplicação dos Guias do Professor Alfabetizador. analise com os especialistas os instrumentos de avaliação utilizados pelos professores.1..PPE A elaboração do Projeto Pedagógico da Escola – PPE – exige uma reflexão sobre o ensino: .serem desenvolvidas pelos alunos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE/UFMG. outros. verificando se os mesmos estão de acordo com os CBC e Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. que ações de intervenção pedagógica poderão ser adotadas? . Porém. (. analise os planejamentos dos professores. desenhos. quem auxiliará nessas ações? E. entender o que é Currículo para a Escola. em determinado ano do Ciclo de Alfabetização. o conteúdo da Resolução SEE/MG nº 1086/2008 para que possam planejar atividades como: . nº 2). como ensinar e como avaliar devem estar presentes. como avaliar? .vol. solicitar aos professores que elaborem atividades que possibilitem a sua introdução. observando sempre o tipo de prova (provas operatórias).

sempre um processo inconcluso. e. pelo aluno.) o Projeto Pedagógico da Escola é.. possibilitando. às Propostas contidas nos Conteúdos Básicos Comuns para os Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. 32º e 35º da LDB. contribuir. “(. assim. 3º. 25º. 20 . isto é. Reporte-se. O Projeto Pedagógico da Escola somente ganha sentido quando contribui para efetivar a construção. econômico e filosófico e atender às demandas do contexto social em que a Escola está inserida. escrita e cálculo. 27º. com o seu cotidiano e o seu tempo-espaço. contexto histórico em que ela se insere” (GADOTTI). Não se esqueça. a criação de um clima adequado para a participação de todos. integrando espaços de aprendizagem. os Guias do Professor Alfabetizador para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. partindo da “cara” que tem. O Projeto Pedagógico da Escola deve ser elaborado de forma coletiva. O PPE é o projeto da Gestão Pedagógica articulado com os projetos da sala de aula de cada professor. os professores os especialistas em educação básica. à Coleção para Organização do Ciclo de Alfabetização da SEE/MG elaborada pelo CEALE. 26º. entender Currículo Escolar pressupõe compreender todo o conjunto de atividades desenvolvidas na Escola. de tomar decisões. demais segmentos da Escola. representantes das lideranças da comunidade local. para análise e discussão. Diretor. da ousadia de cada escola em assumir-se como tal. se possível.Assim. e ainda os espaços da mídia e as parcerias. sobretudo.. como os Laboratórios e as Bibliotecas. de: . representação dos alunos e dos pais. de solucionar problemas. de que o embasamento legal e teórico deve assegurar a sua elaboração. Deve estar ligado ao contexto sociopolítico. capacidades básicas de leitura. aos Artigos 2º. de aprender a aprender e a raciocinar. tomar decisões é atribuição do Diretor. de usar a imaginação. 29º. 12º. além do embasamento legal e pedagógico. uma etapa em direção a uma finalidade que permanece como horizonte da Escola. Preparar o grupo com competência para discutir. .” “O projeto da Escola depende. definir. Os alunos precisam dos Conteúdos Básicos para entenderem o mundo onde vivem e cada Escola deve privilegiar os interesses e as vocações de seus alunos ao lhes oferecer os Conteúdos Complementares. É esse entendimento de Currículo que deve direcionar a elaboração do Projeto Pedagógico da Escola. capacidades cognitivas de pensar criticamente. à Resolução da SEE nº 1086/2008. Esta é a importância de sua liderança. 22º. cujo objetivo é cumprir sua função social de construir e produzir conhecimentos. envolvendo a direção. da ousadia de seus agentes.

capacidade de utilizar a tecnologia e compreender como sistemas sociais. trata-se de uma discussão não somente sobre a história da Escola. Como são os demais servidores da Escola. sua formação acadêmica. • 21 . a estrutura familiar. o valor dado à cultura e à educação por parte da família. seus vínculos com a Escola. Unidade Central e Superintendências Regionais de Ensino da Secretaria de Estado de Educação. . tem por objetivo o melhor atendimento ao aluno no processo de sua aprendizagem. como são seus alunos: seu nível cultural e sócio-econômico. atos legais que lhe dão amparo.. organizacionais e tecnológicos funcionam e operam efetivamente. . o que lhe oferece e o que dela recebe. mas. é preciso lembrar que o PPE: . capacidade de saber adquirir. integridade e honestidade. . como a Escola se relaciona com essa comunidade. qualidades pessoais de responsabilidade. Para tanto. Ao mesmo tempo em que se identifica a Escola pelo nome. como é a comunidade em que ela está inserida.A construção do Projeto Pedagógico da Escola Identificação e Contextualização da Escola em uma Perspectiva Histórica. auto-gerenciamento. sua criação. Como a Escola se relaciona com os diversos níveis institucionais do Sistema Educacional. Quem e como são os professores. sua formação acadêmica. saber ensinar e ajudar os outros a aprender. Na verdade. seu comprometimento profissional. seus pontos e suas debilidades em cada um desses aspectos. suscetível às mudanças necessárias à sua concretização e ele visa à melhoria do processo pedagógico da Escola. capacidades interpessoais de saber trabalhar em equipe. seu caminhar. necessitando. o relacionamento e entrosamento com os outros profissionais. . comunicar e avaliar a informação. portanto. . Por conseguinte. sobre “que Escola é esta”. principalmente sobre sua evolução. deve-se também historiar. sociabilidade. . deve-se partir da avaliação objetiva das necessidades e das expectativas de todos os segmentos escolares. organizar. administrativa e financeira. Optamos por sugerir alguns pontos básicos e fundamentais que podem ser complementados pelos livros que tratam deste tema. sua construção é um processo sempre inconcluso. aceitar a diversidade cultural e a variedade de qualquer origem. endereço. Inúmeros livros orientam sobre como elaborar o Projeto Pedagógico da Escola. Como está a Escola em sua parte física. em sua elaboração. principalmente. interpretar. a partir de uma reflexão conjunta. É importante explicitar a visão que a comunidade tem da Escola. é importante descrever. de avaliação periódica para redimensionamento das propostas nele contidas. auto-estima. como se dão as parcerias. em uma perspectiva histórica. seus interesses e visão de mundo. entre outros pontos.

é imprescindível definir que tipo de educação a Escola deve implementar. aonde quer chegar. lançando-se mão de duas ou três estratégias – entrevistas. as grandes opções do grupo) e Operativo (as ações). a fazer escolhas. a fé. LDB. Aspectos como seus principais problemas e suas maiores necessidades. Essa explicitação deve ser repleta de significados para a Escola. Diagnóstico Partir da realidade é condição para a eficácia do Projeto Pedagógico da Escola. sempre mediante uma discussão coletiva de todos os segmentos. A melhor forma para se mostrar essa realidade é através de um diagnóstico bem feito. Há que se efetuar uma discussão para explicitar. Doutrinal (as crenças. como pensa que deveriam ser as pessoas que compõem essa sociedade. a comunidade – chamada a participar. uma vez sensibilizada para a construção do seu projeto de escola. alicerce para essa utopia coletiva: a Escola que interessa a essa comunidade específica. Contextualizada a Escola por meio de seu histórico. questionários. Assim sendo. para concretizar tais desejos ou utopias. Aqui. enfim. o que é preciso fazer para tornar estes desejos realidade. O que importa é que o diagnóstico se concentre • • 22 . como deve ser a formação do aluno para viver nessa sociedade desejada. Só faz sentido se vier da reflexão coletiva. expressando desejos autênticos da comunidade. Essas informações explicitadas. progressista e transformador. Os princípios e valores que sustentam essa educação que a comunidade deseja e que justificam as ações e os caminhos descritos no Projeto devem ser aqui declarados. como a comunidade gostaria que fosse a sociedade/mundo em que ela vive. calcadas nos Marcos Situacional (a realidade). sobre o caminho que deseja prosseguir. ou seja. principalmente. pesquisas – para que os elementos dificultadores e os facilitadores venham à tona. Fundamentos e Justificativas do PPE Este campo do Projeto Pedagógico da Escola deve refletir a Escola que se tem e a Escola que se quer. sem se esquecer também do Estatuto da Criança e do Adolescente. orgânico. como deseja chegar. a partir de sua definição do que é realmente uma educação de qualidade e. e nunca uma cópia de tudo que é definido na LDB ou nos melhores livros de Educação. quais são os princípios e as finalidades específicos que a Escola possui ou deseja alcançar. seus maiores potenciais de sucesso e de possibilidades de construção (Marco Referencial) devem ser base. representarão os fundamentos e as justificativas para o Projeto Pedagógico da Escola. a definir caminhos e confiante naqueles que lhes são parceiros – manifestará sobre sua realidade.revelando as mudanças pelas quais vem passando. bemestruturado e. em consonância com os princípios e fins da Educação que se encontram definidos nas Constituições Federal e Estadual e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. é o momento de explicitar. de que forças próprias pode lançar mão para conquista desse ideal de Escola. seus progressos ou dificuldades. como a comunidade quer que a Escola seja. Essa explicitação é fundamental para que produza um Projeto Pedagógico da Escola lógico.

Celso dos Santos Vasconcelos sugere os seguintes questionamentos para elaboração do diagnóstico: . dificuldades de aprendizagem. 23 . As metas traduzem os objetivos e devem responder às questões: “Como a Escola vai realizar os seus objetivos e como vai chegar lá”. Fazer diagnóstico não é só criticar. rendimento escolar. Assim.Que fatos e situações mostram que estamos Bem/ Mal? Ou . freqüência.aspectos políticoeconômico-sociais. Os objetivos explicitam as mudanças que a Escola se propõe a realizar. potencialidades dos professores.às informações internas – alunos matriculados. até atingir completamente o que se propôs no projeto. Assim.Quais os pontos de Apoio/ Empecilhos? Ou . ou rumo a seguir. Devem responder às perguntas: “o que a comunidade escolar se propõe a alcançar e quais são os seus compromissos”.Quais os elementos Facilitadores/ Dificultadores? Ou . familiares. a meta será reduzir essa distorção em x % a cada ano. devem priorizar tudo que leve à melhoria do desempenho do aluno. comportamentais . conhecer nossas forças e fraquezas e quais fatores são facilitadores e dificultadores de nossas ações. Por serem quantificáveis.Quais os pontos de Força/ Resistência? Ou . as metas permitem uma avaliação mais precisa ao final de cada período estabelecido no plano. o sucesso do aluno. uma síntese dos principais pontos em que a Escola vai bem. mais atingíveis. indicam o caminho. ver os defeitos. devem focalizar as prioridades da Escola e estas. sobretudo. considerando a realidade escolar levantada pelo diagnóstico realizado. por sua vez. mais específicos.nas principais questões da escola: o acesso.Quais os pontos Positivos/ Negativos? Esse diagnóstico deve agregar as informações de fora da Escola. como conclusão. Metas e objetivos devem refletir os resultados finais que a Escola espera alcançar dentro de um período de tempo estabelecido em seu projeto. isto é. se um dos objetivos for eliminar a distorção idade/ ano de escolaridade até o ano x. o progresso. São as metas a forma de tornar os objetivos mais claros. o atingimento das metas de melhoria de desempenho pactuadas pela Escola – sem esquecer os meios necessários para alcançá-las como aqueles relativos aos professores e aos aspectos administrativos e financeiros da Escola. ao se definirem os objetivos e as metas. índices de evasão. Um diagnóstico bem feito é meio caminho andado para uma boa proposta de ação. Por exemplo. mas. • Formulação dos Objetivos e Metas A finalidade essencial do Projeto Pedagógico da Escola é estabelecer objetivos e metas a serem alcançados dentro de um determinado período de tempo. índices de proficiência. pontos em que deixa a desejar e pontos de interesse dos principais “interessados” na Escola – alunos e suas famílias. levam-se em conta a amplitude e a exeqüibilidade dos mesmos.possibilitando.

novas tecnologias aplicadas à educação. organização do tempo e do espaço escolar. quer dizer. deve-se considerar um currículo comprometido com a transformação social. Atividades Permanentes (ou rotinas) . um modo de ser ou de agir.São propostas de ação que se repetem e ocorrem com determinada freqüência na Escola. utilização dos recursos e materiais didáticos. político e cultural.no Marco Operativo e Doutrinal. . Como subsídios para a discussão e a reflexão destes temas. disciplina e a formação ética dos alunos. com atividades interativas. A norma só tem sentido se for para satisfazer alguma necessidade apontada no diagnóstico. contexto social. é fundamental que se tenha em mãos o Marco Referencial para se evitar propostas em desacordo com a real necessidade da Escola. Distinguem-se das atividades permanentes pelo caráter de obrigatoriedade ou restritivo. Por isto. Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. coerente com a concepção dos CBC. É uma forma de satisfazer alguma necessidade do diagnóstico. Determinações (Normas) . de: currículo. que são formas genéricas de ação. apresentamos as seguintes perguntas: • 24 . que tipo de ação se propõe e com que finalidade. inovadoras.Programação das Ações do Projeto Pedagógico É o momento de iniciar a elaboração das propostas de ação com o grupo. O Plano de Ação do PPE deve conter: . tendo em vista o Marco Operativo. Linha de Ação – Indica sempre um comportamento. Assim. . metodologia. Ações Concretas – A Ação Concreta deve explicitar o que e o para que. a organização do processo didático-pedagógico no PPE deve tratar. . A Atividade Permanente também deve atender a alguma necessidade da Escola. classificação e reclassificação do aluno. formas de enturmação dos alunos. A prática pedagógica possibilita o desenvolvimento das capacidades. Guias do Professor Alfabetizador. • Prática Pedagógica Na construção do PPE e a partir do diagnóstico. A necessidade da ação concreta – o que – vai ser buscada no diagnóstico e a finalidade – para que . criativas. acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do aluno. entre outras questões. competências e habilidades dos educandos.São ações marcadas por um caráter de obrigatoriedade que atingem a todos ou a alguns segmentos. ambiente educativo. uma atitude. Pode vir acompanhada de um conjunto de estratégias. contextualizadas e que promovam o crescimento do aluno. Elas devem ter como meta a satisfação das necessidades apontadas no diagnóstico.

e por ciclos ou anos? .Adota as mesmas estratégias didáticas para todos os componentes curriculares? . Como a Escola vê cada componente curricular? . . Como cada componente curricular se articula com os demais? . Em que medida cada um deles colabora para que o aluno compreenda melhor a sua realidade? . Qual a importância de cada componente curricular para a vida do aluno e para o exercício de sua cidadania? (analisar cada componente curricular separadamente). . a memorização compreensiva? . a síntese. O que se deve priorizar em cada componente curricular? . transição entre elas? .Que lugar ocupa o trabalho de grupo ou em equipe? . Quais os critérios de seleção do currículo e de seus componentes? . .A Escola compreende o aluno em relação aos elementos centrais de sua idade de formação: infância. a aprendizagem significativa? . De que forma aborda cada um? (não se trata de relacionar conteúdos programáticos) . Qual a concepção que a Escola tem de currículo? . a análise. . Como é elaborado seu currículo e como são definidos os conteúdos? . Que habilidades. a comunicação. adolescência.Qual o tipo de organização do tempo escolar mais coerente com o processo educativo da Escola? . a expressão. a experimentação. Organização do tempo e do espaço escolar .. competências. .Qual o papel das aulas expositivas nos respectivos componentes curriculares? . a Escola pretende que os alunos construam a partir do estudo de cada componente curricular? .Como são desenvolvidos os conteúdos curriculares? Através de eixos temáticos? . procedimentos e atitudes.Que tipo de metodologia a Escola privilegia? .Qual o papel das tecnologias da informação e comunicação nas situações de aprendizagem? .A Escola valoriza as atividades extra-classe da mesma forma que as atividades ocorridas nos limites físicos da sala de aula? 25 . Metodologia . a comparação. Como percebe questões como a contextualização dos conteúdos. Currículo . A Escola tem definido os “padrões de desempenho” dos alunos por componente curricular/ disciplina. a interdisciplinaridade. “A referência para a escolha das situações educativas na sua Escola são os alunos ou o Programa de Ensino?”.A aprendizagem é construída a partir de procedimentos operatórios como a observação.

bio-psicológicos e pedagógicos que embasam a avaliação da aprendizagem do aluno? . Acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do aluno .Avalia-se apenas o intelecto ou o desenvolvimento integral do aluno? 26 .Quais são os critérios de avaliação do rendimento do aluno? .Avalia-se apenas a aprendizagem conceitual ou. ética. emocional. entre outros”. jardim zoológico.Os vínculos que os alunos estabelecem com colegas e professores devem ser observados ao se realizar a enturmação? . os procedimentos e atitudes? . biblioteca pública.Qual a melhor forma de enturmar os alunos? .Quais os critérios que a Escola utiliza para a enturmação dos alunos? . cultural. assim como sobre os processos de construção do conhecimento”. cultural. .A Escola analisa suas taxas de evasão? . museu têm espaço como atividade de cultura enriquecendo a aprendizagem do aluno? . que não acontece de forma linear e seqüencial e envolve aspectos de natureza biológica. estética. . .A Escola desenvolve atividades para explorar de forma efetiva outros espaços físicos além da sala-de-aula? .Visitas ao teatro.O reagrupamento de alunos é uma estratégia utilizada pela Escola para atender as dificuldades de aprendizagem dos alunos? .Ao organizar seu tempo e espaço escolar. “Por que a diferença tem que ser vista como algo que nos afasta ou nos separa? Por que não pode ser encarada como uma oportunidade de tornar nossa existência mais fértil e enriquecida? . em qual medida. psicológica. entre outras) do processo de formação humana? .. a Escola considera as várias dimensões (afetiva.A Escola adota critérios pedagógicos para organizar as turmas? . Formas de enturmação dos alunos .Como conviver com as diferenças? .O fracasso escolar é resultado de ações. “A organização do tempo escolar em ciclos apóia-se nas descobertas científicas sobre a formação e o desenvolvimento humano.Como conviver com a heterogeneidade? . omissões ou de características do aluno ou de sua família? . . “Estudos científicos revelam que a aprendizagem é uma atividade bastante complexa.Quais são os princípios filosóficos.

Quais as formas e estratégias de avaliação que a Escola adota? . . a internet.O que fazer com os alunos que demonstram muita facilidade e apresentam disposição em aprender mais e mais? .Valoriza a biblioteca escolar como um espaço de conhecimento.Incentiva seus alunos a utilizá-la? .A Escola utiliza efetivamente os laboratórios de ciência.Capacita-os para utilizar as novas tecnologias da informação e comunicação no seu cotidiano? . respeitada a correlação idade/ano escolar.Prepara-os para compreender as mensagens que estão subjacentes ao discurso da mídia? . de forma a promover o avanço no seu percurso escolar.Como a Escola procede diante do ano que não consegue um desenvolvimento esperado? . inclusive pelos alunos do noturno? . Novas tecnologias aplicadas à educação .Como a Escola registra o desenvolvimento e a construção de competências e habilidades do aluno? . a multimídia como recursos didáticos? 27 .Procura instigar e valoriza a curiosidade intelectual de seus alunos? . .A Escola adota condutas que rompem com os processos burocráticos? . cultura e gosto pela leitura? .A Escola prepara os alunos para ter uma visão crítica dos meios de comunicação? .Existem critérios claros para a Escola utilizar esses instrumentos legais? .Que recursos são usados para o posicionamento do aluno na turma? . as quadras esportivas e as salas-ambiente são igualmente utilizados por todos os alunos. Ambiente educativo. considerando suas habilidades e competências. a biblioteca. .. utilização dos recursos e materiais didáticos . .Como se dá a progressão de aluno ao longo do seu processo educativo? .Quais os procedimentos que a Escola adota para fazer a classificação/reclassificação de alunos oriundos de outras Escolas? .Os laboratórios. Reclassificar é rever e alterar a classificação de um aluno em determinado ano ou etapa escolar. “Classificar significa matricular o aluno na série adequada ao seu nível de competência. de informática e as salas-ambiente? .Emprega a informática. Classificação e reclassificação do aluno .Faz com que os alunos se sintam à vontade nesses espaços? . .

a avaliação de desempenho e a formação continuada destes profissionais. a liberdade de expressão e a generosidade? . incentiva a responsabilidade pessoal. teatros. de como a Escola vê o papel do professor.” . dentre outras questões.Como coordenador.” . “A discussão sobre o código de convivência a cada início de ano letivo é uma grande oportunidade para sua melhor compreensão. “Trabalhar a idéia do Grêmio em sala de aula significa ensinar cidadania não é só teoria como também na prática. o perfil dos profissionais que a Escola deseja.A disciplina. excursões e os famosos jornaizinhos escolares.A Escola pratica a justiça.” A Escola e seus Profissionais Neste aspecto. Disciplina e formação ética dos alunos . socialização e internalização.A Escola prevê a participação dos alunos em Conselhos de Classe? .Acha importante discutir com os próprios alunos as normas de conduta que eles devem observar na Escola? . o PPE deve tratar. como campeonatos esportivos.Como transmissor do conhecimento aos alunos? . . o respeito. com a colaboração dos professores. .Os melhores professores são para as melhores turmas? .Conhece e vivencia os princípios contidos no Estatuto da Criança e do Adolescente? .Há interação. cursos.Como a Escola vê o professor? . problematizador e sistematizador das relações educativas? . o código de convivência. articulação e trabalho em equipe entre seus professores? • 28 . Visão do papel do professor .Os planos de ensino são simples exigência burocrática? .. “A elaboração por parte dos alunos. de um código de conduta ou de convivência pode ser um ótimo instrumento educativo para que os alunos adquiram autonomia e consciência moral. a tolerância. a conduta ética são vivenciados por todos que convivem na Escola? .Incentiva os alunos a participar do Colegiado Escolar e do Grêmio Estudantil? . “Através do Grêmio os alunos organizam vários eventos. organizador. É o espaço para reivindicações e idéias que possibilitem melhorar o espaço em que os alunos convivem: a Escola.” ARAÚJO . articulador. Algumas sugestões para a reflexão: .

Assim como para o Diretor.Há na Escola debates e troca de experiências entre seus profissionais? . seu exemplo de vida? .A Escola destina.A Escola pensa em estratégias para viabilizar a formação continuada de seus profissionais? . tomando-se como base a filosofia de trabalho da Escola? . tendo como parâmetro o Projeto Pedagógico da Escola? .A Escola incentiva seus profissionais a participar de seminários.A formação continuada é valorizada? .É um instrumento de crescimento do profissional. Avaliação de desempenho dos profissionais . cursos. o diálogo e a cooperação entre os pares? 29 . . fornecendo-lhe suporte para corrigir eventuais dificuldades e debilidades? . .Existem critérios claramente definidos para a participação em cursos de atualização e/ou aperfeiçoamento? .Há claramente definido um perfil a partir do qual espera-se que os candidatos ao processo de indicação de Diretor se encaixem? .A Escola utiliza a avaliação de desempenho para subsidiar a elaboração de programas ou ações voltadas para a formação continuada? . .A avaliação de desempenho e o perfil do profissional desejado pela Escola são levados em consideração para o encaminhamento do profissional para cursos de formação continuada? .Valoriza o diálogo em todos os níveis e em todas as situações de conflito? . grupos de estudos? . as relações de competição ou as relações solidárias.Como deve ser o perfil do diretor necessário à Escola? . Formação continuada . de acordo com as normas estabelecidas. o tempo semanal (Módulo 2) para formação continuada e o trabalho coletivo? .O que prevalece na Escola.. limites e normas considerados básicos para regular as relações pessoais e profissionais são definidos de forma democrática e coletiva? . Perfil dos profissionais . . Código de convivência .A Escola procura explicitar seus conflitos.Há preocupação com a formação cultural do professor? .Os profissionais procuram a coerência entre aquilo que apregoam para seus alunos e sua prática.A avaliação de desempenho dos servidores tem servido para estimular o aprimoramento da competência do profissional? . trabalhando e discutindo divergências? .A avaliação é realizada junto com o profissional avaliado. há uma clara explicitação do perfil dos demais profissionais. deveres.Os direitos.

A comunidade tem acesso aos espaços da Escola? .A Escola e sua Relação com a Família e a Comunidade Trata-se.Os pais são parceiros da Escola na empreitada de educar o aluno? . Formas de utilização das dependências da escola pela comunidade e serviços que lhe são oferecidos . criticar e sugerir medidas sobre o trabalho escolar? Incentiva a criação de canais de comunicação com a comunidade local como a criação de rádio escolar e jornais do bairro? .O Conselho de Classe é um momento não apenas para análise dos avanços dos alunos.Disponibiliza seus espaços nos fins-de-semana e períodos de férias.A Escola fica aberta para a comunidade nos fins-de-semana? .Percebe os valores dessa comunidade? .Sugestões de questões para direcionar esta reflexão: .A Escola incentiva a participação dos diversos segmentos da sociedade na discussão de projetos sociais voltados aos interesses da Escola pública? . cursos ou atividades à comunidade? . para a realização de atividades por parte da comunidade local? • 30 .Pode utilizar a quadra ou áreas de lazer.Quais os mecanismos e estratégias que a Escola desenvolve para se integrar na comunidade. aqui. Formas de relacionamento com os pais e comunidade . expresso pelo Colegiado Escolar.A Escola dialoga séria e criativamente com os pais? . há a preocupação de se garantir o espaço democrático de participação de todos? Na Escola.Preocupa-se em criar em seus alunos a consciência do protagonismo social? . biblioteca ou outros serviços e dependências da Escola? .A Escola valoriza o trabalho compartilhado. o comportamento e as deficiências dos alunos? . os serviços que lhe são oferecidos bem como a relação da Escola com o Conselho Tutelar. . de refletir e decidir sobre as formas de relacionamento da escola com os pais e comunidade: a representatividade da comunidade. a utilização das dependências da Escola pela comunidade. todos podem se expressar sem medo e constrangimento do aluno “ficar marcado?” Os pais e demais membros da comunidade se sentem à vontade para opinar.A Escola oferece algum tipo de serviço. Formas de representatividade da comunidade .Nas Assembléias da Comunidade. Assembléias da Comunidade e Conselhos de Classe. vivenciando seu papel de agente transformador da sociedade? .Busca parcerias na comunidade visando suprir suas limitações? . .A Escola conhece e se preocupa com os problemas da comunidade? . entre outros? Os Conselhos de Classe são realizados em uma perspectiva de aprimorar a prática educativa ou ainda são priorizadas as discussões sobre a disciplina.Há envolvimento da Escola com a comunidade? . . mas do desempenho dos professores e da equipe escolar? .

Como a Escola analisa os resultados das avaliações internas e externas da aprendizagem? .Professores.Existem critérios claramente definidos para se auto-avaliar? . • Avaliação Interna. . funcionários. intermediário e baixo? .Os resultados da auto-avaliação são confrontados com os resultados de outras avaliações institucionais. socializando e propiciando transparência de suas ações? “Nenhuma instituição é melhor do que seus profissionais”.Toda a Comunidade Escolar conhece as metas de desempenho da Escola e dos Alunos propostas pela SEE e pactuadas pela Escola? .A Escola planeja e executa ações de intervenção objetivando melhorar o desempenho dos alunos nos níveis recomendável. A Escola e sua relação com o Conselho Tutelar .A tarefa de melhorar o desempenho escolar dos alunos. que deve ser coletiva.Como a comunidade escolar pode auxiliar o aluno com dificuldade de aprendizagem? . pais e comunidade externa participam da auto-avaliação? .A Escola baseia-se no seu Projeto Pedagógico (PPE) e no desempenho escolar dos alunos e 31 .A Escola possui a prática de se auto-avaliar de forma sistemática? .A Escola planeja intervenções adequadas e consistentes para melhorar a aprendizagem dos alunos? .“A incorporação de objetivos sociais e ambientais a seu projeto pedagógico é indispensável a uma Escola que se deseja parte integrante da comunidade e amada por essa comunidade” .Quais os itens avaliados? .Como a Escola trabalha e faz suas intervenções pedagógicas ao aluno com TDAH.Trabalha de forma cooperativa com ele? . Externa e Auto.Busca auxílio no Conselho Tutelar em caso de necessidade? Mantém formas de comunicação e informação abertas.A Escola conhece e mantém estreito relacionamento com o Conselho Tutelar de sua região? . alunos.Quais os parâmetros para a Escola se auto-avaliar? .Avaliação da Escola Campo importantíssimo para reflexão de todos na construção do PPE. Sugerimos as seguintes perguntas: . hiperatividade e outros? . envolve a todos da Comunidade Escolar? . tipo SIMAVE e SAEB? .

As ações ajudaram na caminhada? Até que ponto foram vivenciadas? . auto-avaliação por área ou setor de atuação. . parte-se então para a reorganização. . Sugerimos que a Escola faça: . Avaliação e Reelaboração do PPE A avaliação do conjunto do Projeto deve ser constante para que as correções de rumo sejam feitas no momento certo. novas metodologias buscadas.Como realizar a auto-avaliação? Com que freqüência realizá-la? . pode-se também fazer uma rápida análise do Marco Referencial do PPE (Ele ajudou a iluminar a prática? Há necessidade de se rever algum ponto?) embora o previsto. em princípio. algumas questões para nortear a avaliação da implementação do PPE: . se necessário. objetivos e metas analisados para tomada de decisões ao longo e ao final do ano letivo. o que não foi programado. especialmente ao final do ano. análise e interpretação dos resultados da aprendizagem dos alunos e das ações desenvolvidas. tirar lições. o que está em andamento.As Atividades Permanentes foram realizadas? Estavam de acordo com as necessidades do grupo? .De que forma são divulgados? . comemorar os avanços alcançados e planejar de novo”. Rever o que deu certo. mas foi realizado). • • 32 . auto-avaliação por segmentos.Os resultados das avaliações externas (SIMAVE e SAEB) e da avaliação interna (autoavaliação) são plenamente divulgados para a Comunidade? . . Feita a avaliação da execução do PPE e tendo como referência as necessidades já revistas e reelaboradas. e a programação do próximo ano. avaliar os resultados e o processo vivenciado pela Escola. Este cronograma oferece as referências para dar início ao desenvolvimento do PPE em planos específicos dos profissionais da Escola. ao final de cada ano. . o que pode ser melhorado e o erro que não deve ser repetido é fundamental para o crescimento de todos. realizar ações planejadas. A seguir. avaliação escrita geral – todos os envolvidos na vida da Escola. “É um processo cíclico que não tem fim: planejar.Como garantir um processo de auto-avaliação coletivo e participativo? Previsão de um Cronograma Geral de Atividades do PPE Trata-se de planejar a distribuição geral das atividades permanentes da Escola (currículo.As normas foram cumpridas? Ajudaram a construir uma prática transformadora? .Foram executadas todas as ações concretas propostas pelo plano? (o que foi e o que não foi realizado. sistema de avaliação) e dos projetos que serão desenvolvidos.Em que medida as necessidades foram supridas? Quais permanecem? Que novas necessidades estão colocadas? Se o grupo sentir necessidade. é que se faça esta revisão depois de três ou quatro anos.atingimento das metas pactuadas para se auto-avaliar? . calendário.

8h às 9h 9h às 9h15 9h15 11h30 às CAFÉ MUSICAL Oficinas – dinâmicas de trabalho em grupo – divisão dos participantes em Estudo sobre o PPE. Mensagem. CAFÉ Plenário Avaliação escrita do encontro. sugestão de pauta de um encontro com a comunidade escolar para os trabalhos de início do processo de elaboração do Projeto Pedagógico da Escola. Teatro de Fantoches. Mensagem / Música. de como e quando fazer. Especialista em Educação Básica: _____________________________________________ Diretor(a) ______________________________________________________________ 33 . Apresentamos. Essa fase representa o registro do que se quer fazer. INTERVALO Apresentação dos grupos. será necessário construir comissões representativas de todos os segmentos do coletivo da Escola. ESCOLA ________________________________________________________________ LOCAL: ___________________DATA: _______________ DURAÇÃO: ____________ I) OBJETIVO GERAL Oportunizar à Comunidade Escolar subsídios para a elaboração do Projeto Pedagógico da Escola. Concluída a elaboração do documento. Pauta do Encontro.. é essencial submetê-lo à coletiva da Escola. 11h30 12h30 12h30 16h30 14h30 16h45 14h45 18h30 às às às às INTERVALO Como fazer o PPE – Construção hipotética da Proposta Pedagógica. II) PROGRAMAÇÃO HORÁRIO ATIVIDADES 1. Abertura Acolhida dos participantes. etapas de construção. turmas A e B.Orientações complementares para a elaboração e redação do Projeto Pedagógico da Escola Para a redação do PPE. Introdução – Princípios. Encerramento / Avaliação. INTERVALO METODOLOGIA/RECURSOS Boas-vindas. ALMOÇO Grupos A e B. Introdução do assunto – Reflexão. a seguir. Apresentação da programação. para que todos aprovem a redação final. Textos / Roteiros – papel kraft e pincéis.

PARA SABER MAIS . GONÇALVES, Dalva Cifuentes. Projeto pedagógico. IN: REVISTA AMAE EDUCANDO. nº 310, 2002; . OLIVEIRA, Maria Marly de, Projetos, relatórios e textos na educação básica: como fazer. Petrópolis – RJ, Vozes, 2008. . REPENSANDO A GESTÃO ESCOLAR PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE QUALIDADE. SEE/ MG – 2004. . VASCONCELOS, Celso dos Santos. Planejamento – Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto Educativo. São Paulo: Libertad, 1995.

3.1.4 Aspectos Operacionais do Projeto Pedagógico da Escola
Elaborado o Projeto Pedagógico da Escola, alguns aspectos operacionais merecem destaque para que se garantam a sua real efetividade e a coerência de ações em sua implementação no cotidiano da Escola. - Plano de Ensino O Plano de Ensino consiste na organização do processo de trabalho a ser desenvolvido no ano letivo em curso, em cada turma e em cada disciplina específica. Deve considerar os pressupostos do PPE e os Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE e os Guias do Professor Alfabetizador, quando se tratar das turmas dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, e os CBC, quando se tratar dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Sua elaboração é da competência do professor responsável pela disciplina ou pela turma, e deve ocorrer assim que o docente conhecer quais são as suas turmas. No processo de elaboração do Plano de Ensino, é imprescindível que cada professor considere as características de cada turma, os conteúdos específicos, o nível de rendimento esperado dos alunos, as diretrizes e orientações curriculares emitidas pela Secretaria de Estado de Educação e, claro, o Projeto Pedagógico da Escola. Para o conhecimento das características dos alunos, o professor pode consultar os relatórios de sua vida escolar, preenchidos pelos professores do ano anterior, e complementar esses dados com uma avaliação diagnóstica que ele desenvolverá logo no início do ano letivo. Cada disciplina possui sua especificidade. Cada conteúdo, em função da sua natureza, exige tempo, estratégias e formas de abordagens diferentes. O respeito a essas características implica que seja dado a cada conteúdo o tratamento adequado às suas peculiaridades, como a duração e o ritmo dos fenômenos a serem estudados. O Plano de Ensino deverá romper com a tradicional linearidade, reforçando-se a transdisciplinaridade e poderá ser elaborado coletivamente pelos Professores de cada ano de escolaridade ou de cada disciplina, com o apoio e orientação dos Especialistas. - Plano de Aula Planejamento que compõe a rotina diária do trabalho pedagógico. Deve ser elaborado

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sob a coordenação e orientação dos Especialistas em Educação Básica com os professores reunidos por turmas (professores de 1º, 2º, 3º, 4º, 5º anos e por disciplinas e ou conteúdos afins nos Anos Finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio). Consiste no detalhamento do Plano de Ensino, tendo em vista sua operacionalização sistemática, e deve contemplar: . as necessidades e os avanços já alcançados pelos alunos, e a intervenção pedagógica no tempo certo; . a coerência que deve existir entre as capacidades a serem desenvolvidas, bem como os descritores e as atividades e conteúdos que devem ser trabalhados em consonância com os Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE, os Guias do Professor Alfabetizador e os Conteúdos Básicos Comuns - CBC, dentre outros. - Plano de Intervenção Pedagógica O foco do acompanhamento e da avaliação das ações desenvolvidas na Escola está centrado nos indicadores referentes aos resultados escolares, ao desempenho dos alunos, ao seu sucesso na vida escolar: melhor ensino, mais aprendizagem e melhor desempenho escolar. Esse é o olhar central de todos os envolvidos no processo. O Diretor terá de se preocupar em manter, à vista de todos, as metas pactuadas pela Escola e os resultados dos alunos nas avaliações internas, nas avaliações do PROALFA e do PROEB, através de cartazes, faixas, murais, e divulgá-los para toda a comunidade escolar. Deverá também manter, à mão, a lista com os nomes dos alunos que não estão com o desempenho recomendável. Quais são e onde estão esses alunos. Quais as ações de intervenção que estão sendo desenvolvidas para atendê-los, e quem são os responsáveis. A Escola precisa criar situações diferenciadas para atender a esses alunos. É preciso verificar, no Ensino Médio e nos Anos Finais do Ensino Fundamental, a existência de alunos que ainda não avançaram na consolidação das capacidades de leitura e de escrita. Constatada a situação, fazer a intervenção pedagógica e resolver o problema de alfabetização destes alunos. Essas decisões devem ser discutidas e partilhadas com os professores, colegiado, especialistas e com a família dos alunos. Devemos promover encontros freqüentes com os pais, pois todos podem e dão conta de participar das decisões. Eles valorizam a Escola e querem o sucesso dos filhos. Nenhum aluno pode passar pela Escola ou sair dela sem que tenha consolidado as capacidades de leitura e escrita, fundamentais ao seu sucesso. É papel do Diretor garantir o acompanhamento contínuo das atividades docentes, apoiando e incentivando a utilização dos Guias do Professor Alfabetizador, do Guia do Especialista, dos Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE, dos CBC, do Banco de Itens, dos Boletins Pedagógicos, dos materiais do PNLD, da biblioteca da sala e da Escola, dos materiais disponíveis no ambiente virtual do CRV, dentre outros instrumentos didáticopedagógicos disponibilizados pela SEE/MG.

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É preciso também promover, juntamente com o Especialista, as mudanças necessárias nas práticas pedagógicas, diversificando o repertório de procedimentos didáticos, tais como excursão, debate, seminários, palestras, olimpíadas, feiras e amostras culturais, entrevistas, oficinas pedagógicas, pesquisa, entre tantos outros. Com o empenho de toda a Escola, o Diretor e sua equipe estarão contribuindo e garantindo que os objetivos educacionais sejam atingidos: “Alunos estudando, aprendendo e a Escola fazendo a diferença”. Elaborar um bom Plano de Intervenção Pedagógica a partir dos resultados das avaliações externas e internas e coerente com Projeto Pedagógico da Escola é fundamental para garantir melhor aprendizagem dos alunos e o cumprimento das metas da Escola. A seguir, apresentamos algumas “dicas” para elaboração deste Plano, sugerindo a leitura atenta dos Guias de Organização e Reorganização do PIP elaborados pela SEE e distribuídos às Escolas em 2007/2008: . . Elaboração do Plano de Intervenção Pedagógica Um bom plano tem que ser exeqüível. Não adianta tentar reinventar a roda. O plano deve ter objetivos claros, com metas bem definidas e ações adequadas que respondam aos problemas identificados na análise dos boletins. Apresentamos um roteiro de plano para auxiliar no trabalho de elaboração: 1. Identificar o problema: Situação Atual Para elaborar este item do plano, com a ajuda dos resultados das avaliações, deverão ser identificados os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem, as características dessas dificuldades, e as causas dos problemas apresentados pelos alunos (são de ordem cognitiva, familiar? É uma questão de saúde ou outra deficiência?) Muitas Escolas não conseguirão avançar na identificação das causas, por não conseguirem se aproximar das famílias e vice-versa, mas estes dados são importantes para sabermos onde e como agir. 2. Estabelecer metas: situação desejada As metas devem priorizar o aprendizado do aluno com foco na ação do professor. E serem expressas com objetividade e clareza, com prazo de execução, para que qualquer pessoa, seja da escola ou da comunidade, possa acompanhar essas ações. Para isso sugerimos a criação de murais com as metas e a divulgação dos resultados parciais à medida que forem sendo alcançados. 3. Definir as ações: caminho Neste item, o trabalho coletivo dos professores e especialistas é fundamental, pois

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e possibilita ao aluno com menor aprendizagem. quem – é que o Plano de Intervenção Pedagógica deve ser replanejado. É uma ação que deve ser realizada com a participação efetiva da direção. portanto. 4. dos especialistas e dos professores da Escola. . numa linguagem de igual para igual. alunos em níveis diferentes de aprendizagem possibilita ao educando mais desenvolvido se fortalecer. aprender o não aprendido. .Enturmação temporária por turmas contemplando os níveis de dificuldades.Atendimento a pequenos grupos de alunos de forma sistematizada. como. Por isso é essencial definir quem será responsável pelo quê. . Reunir os alunos de melhor desempenho numa mesma turma é uma política perversa. Importante! Recorrendo-se ao Boletim do PROALFA e do PROEB.Laboratório de aprendizagem. mas será na sala de aula que o processo terá maior expressão. . . Esta tarefa não é só do professor. A cada ano.toda a escola deverá ser mobilizada no sentido de buscar alternativas de intervenções para mudar o quadro atual e atingir as metas.Enturmação temporária por conteúdos. desenvolvendo ações que podem constar no Plano de Intervenção Pedagógica da Escola. tanto quanto criar turmas apenas de alunos com baixo desempenho. em uma mesma turma. Definir responsabilidades: pessoas Dividir responsabilidades é permitir que cada um faça a sua parte.Enturmação dos Alunos Uma das medidas de grande importância no aprendizado dos alunos é a enturmação. e. do que foi realmente implementado. . A enturmação deve ser uma ferramenta usada sempre a favor do aluno. tais como: . faça a intervenção pedagógica acontecer. Colocar. A participação de todos na responsabilidade do alcance das metas estabelecidas deve ser evidenciada e exigida. a partir das premissas – o quê. Fazer a análise do que foi proposto.Atendimento aos alunos em turmas do Projeto de Tempo Integral e Acelerar para Vencer. o Plano de Intervenção Pedagógica deve ser revisto e atualizado mediante a situação de aprendizagem e as necessidades reais. enquanto ajuda seu colega. todos podem dar sua contribuição. onde. não se devem agrupar alunos com as mesmas características atitudinais e 37 . Desde o porteiro da escola até o Diretor. do que deu certo. do que deve ser descartado e. Assim. precisamos respeitar o dinamismo de seu aprendizado.Utilização da Biblioteca como espaço dinâmico de leitura.

Entre as várias modalidades que compõem o conjunto de práticas avaliativas no campo da “avaliação”. Duas vertentes da “avaliação escolar” destacam-se nesse debate e acham-se presentes nos dispositivos normativos da LDBEN: a “avaliação classificatória” (art. procedimentos. Ao dispor sobre a verificação do rendimento escolar. de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos. uma vez que a proposta do ciclo contempla esse aspecto. 36. Também identificada como “avaliação da aprendizagem” ou “avaliação pedagógica”. consideramos que predomina o sentido da abordagem formativa. realizada no âmbito dos sistemas de ensino. § 1º. A primeira é uma perspectiva de “avaliação” vinculada à noção de medida e à idéia de que é possível aferir. No contexto contemporâneo da educação brasileira. 41) e a “avaliação formativa” (art. Na LDBEN. antes. as aprendizagens escolares. imprimindo caráter complexo e contraditório ao termo.394/1996) é demasiadamente ampla para se prestar a uma definição simples. É para esta última modalidade de avaliação que converge a atenção de grande parte dos educadores e pesquisadores em educação. eram desprezados na avaliação do desempenho do aluno. art. a saber: a “avaliação classificatória” e a “avaliação formativa”. . destacam-se a “avaliação sistêmica”.de aprendizagem em uma mesma turma. matemática e objetivamente. a “avaliação” realiza-se em diferentes instâncias do sistema educacional e apresenta dimensões variadas que lhe conferem múltiplos significados. 31 e 36). a LDBEN orienta quanto à adoção da “avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno. mediante comparação. com base nos quais. art. em seus dispositivos referentes à “avaliação escolar”. com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e os resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais” (Lei nº 9. destinada às instituições e aos profissionais da educação. o termo dá destaque a outros aspectos relacionados à organização do trabalho escolar. § 5º. o desempenho de um aluno 38 . instrumentos que os professores desenvolvem para avaliar o processo ensino-aprendizagem. o debate em torno da “avaliação escolar” ganhou ênfase no contexto de mudanças em que se encontra a educação no mundo contemporâneo. a “avaliação do desempenho profissional e institucional”. sim. com base em duas perspectivas teóricas divergentes. 24. quando necessário. mas. considerar os pares de idade. Por configurar-se como uma das práticas centrais do trabalho pedagógico. “a”). V. 32. Essas sugestões de formas de agrupamento podem assegurar o desenvolvimento cognitivo e a inclusão social dos alunos. A noção de medida em “avaliação” supõe a existência de padrões de rendimento.A Avaliação A noção do termo “avaliação” presente no texto da LDBEN (Lei nº 9. art. por caracterizar-se como uma das ações centrais do processo ensino-aprendizagem. A “avaliação escolar” constitui o conjunto de iniciativas. que interferem no processo educativo como um todo e que. fazer a reenturmação temporária.394/1996. e a “avaliação escolar ou pedagógica” que pode ser analisada de acordo com o debate contemporâneo sobre esse tema. ações.

mas com a sua seleção. 9º. e Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (ANRESC). a “avaliação formativa” fundamentase em teorias que postulam o caráter diferenciado e singular dos processos de formação humana. Marisa R.será avaliado e hierarquizado (SOARES.gov. art. Nesses dispositivos. envolvendo o desenvolvimento. A “avaliação do desempenho profissional e institucional” também tem sido amplamente realizada no âmbito dos sistemas de ensino. 1993. nas teorias construtivistas/sociointeracionistas da aprendizagem. sob a responsabilidade do Ministério da Educação (MEC). como o de Minas Gerais. nos Termos da Legislação Educacional Brasileira. Pode ser realizada por meio de variadas atividades. e teve nova estrutura definida em 2005. a ênfase é na “avaliação institucional” (Lei nº 10. provas. entre outros. a socialização. Um exemplo é o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB). No âmbito dos governos estaduais. segundo os estudiosos do tema (LUCKESI. testes. ESTEBAN. 1996. a incumbência de assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar na Educação Básica e na Superior (Lei nº 9. Adriana M. e sua função é estabelecer uma classificação do aluno para fins de aprovação ou reprovação.br/basica/saeb).C.br). Atualmente.educacao.961. Assim. art. que é aplicada em amostra aleatória de estudantes. II) e atribui à União. estudos dirigidos. 2007. Cláudia. UFMG. com foco em cada unidade escolar (ver a respeito:www. O texto da LDBEN estabelece também a exigência de avaliação do ensino privado pelo poder público (Lei nº 9. Esse tipo de avaliação é desenvolvido por diferentes sistemas de ensino no país e tem por finalidade subsidiar políticas e programas na área educacional. que estabelece as ações para a avaliação de cursos e instituições. a abordagem avaliativa mais utilizada nas escolas brasileiras e. é constituído por dois processos de avaliação distintos: Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB). a “avaliação sistêmica” é realizada por meio de procedimentos próprios de aferição de proficiência do aluno: o Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Pública (SIMAVE) (www. ainda hoje. mas entender o significado do seu desempenho para fazer ajustes no processo ensino-aprendizagem.394/1996. DUARTE. de 2004). fundamentada que está no princípio de meritocracia. a Lei de Diretrizes e Bases refere-se à “avaliação sistêmica”.. porque não está comprometida com a aprendizagem dos alunos. que se realiza desde 1990. mais extensa e detalhada. a preocupação não é registrar os fracassos ou os sucessos do aluno mediante notas ou conceitos. fere o princípio constitucional do direito à educação. No caso dos sistemas estaduais e municipais. Entende que a aprendizagem é uma atividade que se insere no processo global de formação humana.394/1996.T.mg. questionários. 7º. É. Em contraposição à “avaliação classificatória”. trabalhos. 2000). a construção da identidade e da subjetividade. Belo Horizonte. No Ensino Superior. Nessa abordagem. tais como exercícios. Avaliação. em colaboração com os demais sistemas de ensino.gov.. Ed. “a avaliação 39 . VI). HOFFMANN. a “avaliação formativa” constitui-se numa prática que permite ao professor acompanhar os processos de aprendizagem do aluno com a finalidade de compreender como esse aluno está elaborando seu conhecimento.inep. CD-Room). In: DUARTE. em todos os níveis.

importa destacar o caráter polissêmico que o termo avaliação adquire tanto no texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. DUARTE. Adriana M.ANEB (amostral) e Avaliação Nacional da Educação Básica .PROALFA – Programa de Avaliação da Alfabetização . . que é o somatório de cada um dos instrumentos usados. o teste ou prova. SAEB – Sistema Nacional da Avaliação da Educação Básica . Avaliação externa São as informações sobre o Sistema como um todo. o resultado do SIMAVE/PROALFA/PROEB apresenta proficiência de desempenho. fornecer subsídios para reformas e políticas educacionais e promover a melhoria do ensino e as políticas de eqüidade. ao mesmo. hoje. buscando informações sobre cada aluno e sobre a turma de um modo geral. pelo professor. Enquanto a Escola lida com índices representados por notas. . . Na Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais (SEE/MG). de 13 de agosto de 2004. deve-se atribuir aos alunos uma nota ou conceito.PROEB – Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica . Avaliação interna É a avaliação realizada na sala de aula. Para finalizar.ANRESC (censitária) Avaliação Nacional do Rendimento Escolar = Prova Brasil: resultados na internet . (ORG) – Termos da Legislação Educacional Brasileira.645. UFMG. Temos. “a avaliação de desempenho” está vinculada ao plano de carreira do magistério e foi regulamentada pela Resolução SEPLAG/SEE nº 5. tempo reveladores de novas práticas e concepções em construção. ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio . entre outros. quanto no contexto das reformas e políticas educacionais em curso nas últimas décadas. Marisa R.C. T. fornecer subsídios à gestão da política de recursos humanos. 2007) • Avaliação da Aprendizagem . Tem por objetivos aferir o desempenho e identificar necessidades de capacitação do servidor. Ao final das etapas do ano letivo. tendo à disposição vários instrumentos de avaliação como a observação.PAAE – Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar 40 . SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Escola Pública . A avaliação externa utiliza instrumentos elaborados de fora da escola e tem como objetivo identificar as desigualdades educacionais. múltiplos sentidos que traduzem movimentos contraditórios e.de desempenho” conjuga critérios de desempenho individual do servidor com indicadores de desempenho da instituição. segundo as capacidades dos alunos avaliadas. Belo Horizonte: Ed. os seguintes sistemas de avaliação externa: . (Fonte: DUARTE. promover sua adequação funcional. a participação dos alunos nas atividades individuais e coletivas o que permite a intervenção pedagógica imediata e a aprendizagem no tempo real..

Os Conteúdos Básicos Comuns – CBC. O conteúdo dos Guias do Professor Alfabetizador. O Diretor da Escola deve assegurar o cumprimento. É de fundamental importância que a comunidade escolar conheça os resultados das Avaliações Internas e Externas. local onde as atividades escolares acontecem. Auto-avaliação da Escola A avaliação do sistema de ensino só fica completa quando tem como auxílio a autoavaliação da Escola. “A auto-avaliação é um processo que exige uma tomada de consciência. murais. estudos orientados presenciais e estudos independentes realizados no período de férias. . A Matriz Curricular contempla: . gráficos elaborados pelos próprios alunos. A proposta dos Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE/UFMG. que orienta o processo de avaliação: . 2001. tais como os estudos orientados ao longo do processo.Conselho de Classe Espaço que objetiva discutir. faz-se necessária a ampla divulgação desses. com freqüência mínima de 75% do total de horas oferecidas no ano letivo. outros. . Para tanto. os alunos e os gestores do sistema. .1).Matriz Curricular É ampla e espelha as diretrizes de ensino cujo desenvolvimento deve ser obrigatório para todos os alunos. e-mail. À medida que as Escolas iniciarem suas auto-avaliações haverá maior facilidade em obter subsídios a partir das avaliações externas. . Novas Oportunidades de Aprendizagem. exigência do aluno. p. por intermédio dos mais variados meios de comunicação como: cartazes. . A auto-avaliação interna contempla e incorpora os resultados da avaliação da aprendizagem dos alunos e o desempenho dos profissionais da Educação. Matriz de Referência de Avaliação Amostra significativa da Matriz Curricular formada por um conjunto de descritores que expressa as habilidades e competências que serão avaliadas. da Resolução SEE/MG nº 521/2004. A Diretriz do Ensino Escolar. É na Escola que se dará o diálogo entre a equipe pedagógica. . garantia da Progressão Continuada e o tempo destinado ao Ciclo da Alfabetização. pelos educadores. de tal forma que o processo avaliativo cumpra a sua função: mudar o que precisa ser mudado e melhorar o que precisa ser melhorado” (LOCATELLI. refletir. analisar e avaliar o processo de ensino e de • • • 41 . conforme o Guia de Estudos para Certificação Ocupacional do Dirigente Escolar.

. . diretor. a preparação e a participação dos professores das turmas. Essas reuniões devem estar previstas no calendário escolar para facilitar sua organização. são definidas ações de intervenção pedagógica para os alunos que estão apresentando resultado escolar insatisfatório? E para acelerar a aprendizagem daqueles que já se encontram em nível recomendável? d) Faz-se o levantamento de alunos infreqüentes e com rendimento insatisfatório que necessitam de atendimento especial da Escola? e) Dá-se atenção à verificação quanto à avaliação do trabalho do professor na visão do aluno? . Sugestões de atividades que a Escola pode desenvolver visando à melhoria das reuniões de Conselho de Classe: . atividades.Livro Didático A Coordenação Geral de Estudos de Avaliação de Materiais atua na execução e no 42 . A participação direta dos professores. As reuniões estruturam-se a partir dos objetivos definidos em função das necessidades pedagógicas prioritárias das turmas. questionamentos plausíveis: a) Os professores buscam alternativas de atividades e metodologias em função da melhoria do perfil da turma e de alguns alunos? b) As decisões tomadas. . b) características dos alunos ou das turmas.aprendizagem dos alunos. necessidades e dificuldades dos professores e alunos). avaliar os objetivos das pautas do ano anterior. necessidades pedagógicas. conteúdos. fazer confronto entre o que se propôs nessas reuniões e o Projeto Pedagógico da Escola. Lembramos que cada reunião deve contar com a participação de todos os professores que trabalham com a turma em foco. coerência entre prática pedagógica e a proposta da Escola (ações. levantar indicadores de sucesso: a) necessidades pedagógicas dos professores. desenvolvidas com sucesso? c) Nas reuniões de Conselho de Classe. seleção dos objetivos. c) situação dos alunos. capacidades. fornecendo dados para o direcionamento do trabalho dos professores. perfis. pontuadas nas reuniões do Conselho de Classe são executadas. do orientador educacional e da presença do diretor informando-se e/ou liderando os rumos desejados. metas. dos especialistas. bem como a efetivação dos registros. é uma característica apontada como fundamental para os Conselhos. do supervisor pedagógico. do especialista em educação básica e do diretor. A reunião do Conselho de Classe é o momento não apenas para análise dos avanços dos alunos. mas do desempenho dos professores e da equipe escolar favorecendo sua formação continuada.

acompanhamento de dois grandes programas: o Programa Nacional do Livro Didático – PNLD/ Programa Nacional do Livro para o Ensino Médio - PNLEM e o Programa Nacional Biblioteca da Escola – PNBE. Esses programas são desenvolvidos em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. Compete à Secretaria de Educação Básica coordenar o processo de avaliação de livros didáticos, de literatura, de referência e de apoio à pesquisa a serem distribuídos às Escolas públicas. O Livro Didático deve ser utilizado como uma ferramenta importante de trabalho em sala de aula, apesar de muitos deles apresentarem conteúdos e atividades que nem sempre atendem às propostas curriculares. Por isso, o professor, usando de sua criatividade, deverá, por meio do diálogo e pesquisas, aprofundar-se nos conteúdos das disciplinas. Assim o Livro Didático deve se constituir numa das ferramentas de trabalho do professor, e nunca a única. Compete ao Diretor coordenar, juntamente com os Especialistas e Professores, a escolha criteriosa, fazendo, com antecedência, um estudo minucioso para uma escolha acertada dos livros que os alunos receberão do PNLD/PNLEM. É importante lembrar que esses livros devem ficar nas mãos dos alunos, eles devem levá-los para casa, manuseá-los, pois, em muitos casos, eles constituem o único material de leitura que o educando possui. Ao saírem da Escola ou mudarem-se de ano escolar, os alunos devem devolver os livros para serem reutilizados por outros alunos nos anos subseqüentes.

3.1.5 A Gestão Pedagógica e os Projetos da Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica – SEE
Para apoiar as Escolas no desenvolvimento da Gestão Pedagógica a SEE, através da Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica, coordena, dentre outros, os seguintes projetos: . Programa de Intervenção Pedagógica – Alfabetização no Tempo Certo. . Aceleração da Aprendizagem no Norte de Minas, Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce e Região Metropolitana de Belo Horizonte – Projeto Acelerar para Vencer-PAV. . Projeto Desempenho e Qualificação de Professores- Pró-fundamental- Projeto Mão na Massa – Ciências e Matemática – Anos Iniciais. . Projeto Escola de Tempo Integral. . Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa. . Programa de Educação Profissional –PEP – Ampliação de Oferta de Educação Profissional. . Melhoria da Qualidade e Eficiência do Ensino Médio – Universalização e melhoria do Ensino Médio - Promédio. . Desenvolvimento Profissional dos Professores – PDP- Grupo de Desenvolvimento Profissional . Formação Inicial para o Trabalho- FIT

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. Escolas – Referência . Programa de Educação Afetivo Sexual – PEAS . Projeto Incluir . Projeto Manuelzão vai à Escola. Importante! Consultem o site da SEE/MG (www.educacao.mg.gov.br) e o link do Centro Virtual de Referência do Professor ( CRV), bem como manuais e legislação pertinentes, quando quiserem informações a respeito dos Projetos da Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação Básica e demais Subsecretarias da Secretaria de Estado de Educação- SEE/ MG. Importante lembrar o Projeto Progestão, coordenado pela Subsecretaria de Desenvolvimento de Recursos Humanos, que desenvolve ações de formação continuada na área específica de gestão escolar, abordado no item 4 deste guia.

3.1.6 Gestão de Parcerias
Fortalecer as relações com a comunidade significa, primeiramente, não desconsiderar o ambiente em que a Escola se insere, seus problemas, suas peculiaridades, seus anseios e suas necessidades. E, num momento que se segue, poder lançar mão de toda a cultura, de todo os hábitos e as riquezas humanas e físicas que possam enriquecer o currículo escolar. O Diretor precisa promover a participação da comunidade na Escola e da Escola na comunidade, pois as pesquisas mostram que a escola que tem os pais e a comunidade ao seu lado consegue melhor desempenho de seus alunos no processo de aprendizagem. Assim, é urgente que a escola transforme os pais em seus primeiros aliados, em seu parceiros de toda hora na tarefa de garantir melhor ensino e mais aprendizagem aos alunos. Aqui, reafirmamos que os principais fatores da mudança, na Escola e fora dela, são as pessoas. Mudanças levam tempo e não podem ser impostas, porque ninguém muda a forma de pensar por decreto e, sem mudar o pensamento, a ação permanece inalterada. Inicie em sua Escola esse processo, Diretor, porque mudar comportamento faz parte do trabalho do líder. Comece contagiando e envolvendo a todos na construção dessa Escola onde todos aprendem e são felizes. Busque parceiros, faça propostas que vão ao encontro dos interesses e necessidades de sua escola e de sua comunidade. Incentive, entusiasme, chame à participação. Nesse processo, você, com certeza, poderá contar com: - Comunidade Escolar; - Voluntariado; -Polícia Militar de Minas Gerais; - Igrejas; - Empresas Locais;

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- Organizações Não-Governamentais (ONG); - Conselho Tutelar – Juizado de Menores; - Universidades; - Associação de Bairros; - Serviços Públicos Municipais – Saúde, Ação Social, entre outros. Parceria é a reunião de pessoas que visam ao interesse comum. Partindo dessa premissa, busque parceria nas pessoas e nas entidades. Essa busca se faz através de contatos pessoais, convites para participarem das atividades da Escola e de outros meios que, certamente, o Diretor saberá encontrar e socializar para encontrar parceiros para a Escola. Importante ressaltar o trabalho desenvolvido, em várias Escolas de Minas Gerais, pela Polícia Militar, com o PROERD- Programa Educacional de Resistência às Drogas - que consiste em uma ação conjunta entre o Policial Militar devidamente capacitado, chamado de Policial PROERD, e professores, especialistas, estudantes, pais e comunidade, para se reduzir o uso indevido de drogas e a violência entre estudantes, bem como ajudar os estudantes a reconhecerem as pressões e a influência diária para usarem drogas e praticarem a violência, e a resistirem a elas. Todas as demais parcerias, cada uma com sua especificidade, muito podem contribuir por meio de troca de experiências, de contribuições materiais e financeiras, do trabalho voluntário, para a melhoria da qualidade da Escola. Quanto à Comunidade Escolar, já sabemos da sua força, do quanto é útil e imprescindível a sua ação no interior da Escola. Conhecer as dificuldades que os pais têm em participar da vida da Escola e buscar estratégias que estimulem e viabilizem essa parceria, que certamente renderá bons frutos, são ações importantes que competem ao Diretor. Assim, sugerimos algumas estratégias para trazer a Comunidade para a Escola, tais como: . Discutir com sua equipe formas de atuação da Comunidade na vida da Escola; . Consultar à Comunidade quanto ao melhor dia e melhor hora para se realizarem as reuniões; . Promover reuniões agradáveis, com uma pauta interessante. Mostrar o papel da Comunidade na construção da qualidade da Escola; . Mostrar a ela as dificuldades da Escola e levantar propostas de soluções, envolvendo-a; . Promover assembléias, nas quais os pais sejam chamados a discutir, opinar, sobre os assuntos da Escola e da turma, não sendo meros ouvintes; . Promover eventos esportivos, sociais, envolvendo todos os alunos, pois, assim, você atingirá os pais; . Solicitar sugestões de atividades que possa realizar para trazer a Comunidade para a Escola; . Solicitar aos pais que assinem nos “deveres de casa e nas avaliações”; . Enviar correspondências aos pais e solicitar que acusem o recebimento; . Outra forma que surte efeito é a mobilização dos alunos, a partir de atividades propostas pela

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10 Eventos Cívico-sociais. como líder. lembretes aos pais.2. Só ganham sentido se se tornarem ferramentas eficazes e efetivas para concretizar o objetivo maior da Escola: ser espaço de aprendizagem. devendo ser elaborado em consonância com a legislação vigente.6 Calendário Escolar 3.Gestão Administrativa: Direcionamento Compartilhado Os aspectos da Gestão Administrativa a seguir devem merecer do Diretor e de sua equipe atenção cuidadosa. Escola boa é aquela em que a Comunidade participa.1 O Regimento Escolar O Regimento Escolar expressa a autonomia da Escola e tem força de lei interna.2. a participação também é apontada como instrumento de formação de familiares do aluno. uma vez que não existem como fim em si mesmos.2. a participação das famílias na Escola não resulta apenas em possibilidades de consolidar a democracia na Escola. gincanas. aproveitando esse momento para a construção dessa relação.2. p. Promover.5 Matrícula dos Alunos 3. É documento de existência obrigatória.2.11 Gestão de Pessoas 3. apresentação de peças de teatro.2. Essa tarefa de trazer e tornar a Comunidade Escolar uma parceira é de todos.4 Fluxo Escolar 3.2 Censo Escolar 3.1 Regimento Escolar 3. 3.8 Arquivamento 3. na Escola. recreativas. Sua construção. “Todos pela Educação de Qualidade” 3.2. A esse respeito. .própria Escola.3 Cadastro Escolar 3. 42) “A participação e a democratização num sistema público de ensino é a forma mais prática de formação para a cidadania”. como convites. Para alguns pesquisadores. Diretor. Para eles. envolvendo toda a comunidade 46 . poderá ser a pessoa que abrirá as portas da Escola a todos os interessados em tomar parte nessa construção. diz-nos Gadotti (1994.2.12 Gestào das Instituições Escolares 3. Você.7 Escrituração – Registros 3. 3.2.9 Comunicação Escolar 3. pois.2.2. Além da formação da cidadania. manhãs esportivas. tem um papel muito importante.2.2. pois. Legitima e legaliza os atos escolares. a participação é um espaço que possibilita aos sujeitos a construção da sua autonomia e o exercício da liberdade.2.

anos. III) Organização . periodicidade. . instrumentos diversos. . . calendário escolar. enturmação dos alunos. pois é um documento normatizador das relações.Estrutura Organizacional: Direção. outros. renovação. séries.Administrativa. periodicidade. apuração. IV) Organização Disciplinar . definição de forma de avaliação e recursos pedagógicos. cancelamento. políticos e educacionais: princípios em que se fundamentam e definição das finalidades da Escola. . II) Caracterização da Escola . . .Progressão Continuada: finalidade. formas. estratégias. periodicidade.Avaliação: objetivos. Caixa Escolar. currículo. estratégias. reclassificação. promoção . periodicidade.Critérios para a Matrícula e a Transferência: solicitação. 47 . matrícula por disciplina – critérios para a aceitação. a formação de classes e turmas. aceleração de Estudos e Avanço Escolar: conceituação. registro e situação especial para isenção da freqüência. Atos legais.Cursos oferecidos e clientela a ser atendida. critérios para avaliação. Colegiado Escolar. . visa ao fortalecimento da identidade da Escola. critérios e procedimentos.Classificação. . Vice-direção. recursos metodológicos. a concessão e a expedição de transferência (só poderá acontecer se constar do Regimento Escolar). outros. Associação de Pais e outros órgãos. Grêmio Estudantil. Conselho de Classe. Histórico da Escola. registro e análise de resultados. . outros. critérios. V) Política Educacional da Escola . modelos. objetivos. objetivos. critérios. direitos e deveres de todos os que vivem e convivem no ambiente escolar. .Fundamentos éticos. análise de resultados e ações de intervenção.Freqüência Escolar: controle.o regime adotado. Financeira e Técnica . Secretaria da Escola.Diretrizes Gerais para a Elaboração de um Regimento Escolar I) Denominação da Instituição Legal – Entidade mantenedora .Formas de organização: se em ciclos.Objetivos gerais e específicos e funções sociais da Escola . objetivos. outros.Aproveitamento de Estudos: equivalência.Diretrizes norteadoras da verificação do rendimento escolar: objetivos. Endereço.escolar.Promoção Parcial: finalidade. . modalidades da avaliação.Estágio Curricular: objetivos. registros. periodicidade.Direitos e deveres dos componentes da comunidade escolar. normas para a sua realização.Compõem essa identificação os seguintes itens: Nome. formas de registro.

alegando estar agindo fora da lei. Em seguida. 4º Caso: Em um determinado dia.VI) Normas destinadas ao atendimento dos princípios da Gestão Democrática na Escola . VIII) Disposições Transitórias Para a elaboração do Regimento Escolar é preciso considerar . Resolução da SEE/MG nº 1 086/2008. Lei nº 8 69/1952 . Tarefa: Discuta o fato.Estatuto da Criança e do Adolescente. normas de organização. conforme sugestão abaixo. A professora se nega a repetir a atividade para Amanda. Ele está cursando o 8º ano do Ensino Fundamental. foi barrado na portaria.Divida a turma em grupos e entregue a cada grupo um caso.LDBEN. A Especialista recusou-se. pois a Escola fornecia sem custos apenas a 1ª via. documentação. a professora eventual também estava ausente.Estudo de Casos: Dinâmica . Por razões desconhecidas ela deixou de fazer uma atividade avaliativa. Tarefa: Discuta a norma adotada pela Escola e decida-se pelo CERTO OU ERRADO. Lei Federal nº8 069/ 1990 . sem o uniforme. está cursando o 6º ano do Ensino Fundamental. Tarefa: Discuta o caso. O argumento apresentado pela professora procede? Justifique sua resposta.Proposta de Estudo do Regimento Escolar 1ª Proposta . justificando sua resposta.Escrituração Escolar. VII) Outros aspectos que a Escola julgar necessários: . arquivos ativo e inativo. caso o fizesse. Foi informado de que teria de pagar pelo documento. ao chegar à Escola. O Diretor solicitou à Especialista responsável pelo turno que assumisse a classe. Ao procurar resposta pela atitude dos servidores da Escola. sugerindo 48 . (10 minutos para cada grupo): 1º Caso: Pedro é aluno da Escola X. o seguinte embasamento legal: Lei nº 9 394 de 20 de dezembro de 1996 . Lei nº 7 109/1977 Estatuto do Magistério. a mãe de Pedro conversa com o Diretor e ouve do mesmo que a atitude de barrar o aluno está respaldada no Regimento Escolar. 2º Caso: A aluna Amanda. uma professora do 2º ano de Ensino Fundamental se ausentou da Escola.Princípios norteadores e objetivos. de 15 anos. os grupos farão a apresentação das suas conclusões à luz do Regimento Escolar. organização de arquivo. Certo dia. . de 12 anos. outros. 3º Caso: Marcos. Nesse mesmo dia. solicitou à Secretaria da Escola que se emitisse a 2ª via de seu boletim escolar. cursando o 1º ano do Ensino Médio. dentre outros. A Escola está agindo corretamente? Justifique sua resposta. Solicite que analisem o caso fazendo julgamentos.Estatuto do Funcionalismo Público.

consecutivos. Comentarista: Esta é uma cena que se passa em uma Reunião Administrativa da Escola. deve ser tratado com carinho. mesmo que. a professora sugeriu que a mesma voltasse a freqüentar o 3º ano. perguntando o que é um Regimento Escolar e vocês deverão responder através de um desenho. Tarefa: Discuta a solicitação do Diretor e a postura adotada pela Especialista. 5º Caso: Um aluno X do 5º ano foi colocado para fora da sala de aula pelo professor com a seguinte argumentação: “Ele não fez o dever de casa”. A professora de Português só percebeu que ela não estava alfabetizada no mês de junho. Decida-se pelo CERTO ou ERRADO e justifique. ok? Diretor: Vamos ver o que cada um desenhou? Helena: Eu desenhei uma nuvem negra. 2ª Proposta: Cenas que precisam ser mudadas Dinâmica: Teatro De forma teatralizada. Diretor: Gostaria de começar a reunião. um grupo de professores reprovou um aluno que durante o ano não conseguiu rendimento escolar recomendável em duas disciplinas por dificuldades com as mesmas. 1ª Cena – Reunião Administrativa da Escola Objetivo: Discutir a construção do Regimento Escolar com servidores da Escola. Decida-se pelo CERTO ou ERRADO e justifique. A Escola informou à família da aluna que ela estava automaticamente reprovada. Tarefa: Que argumentos legais podem ser usados pela professora para fazer tal sugestão e quais argumentos podem ser alegados pela família para adotar ou não essa medida? Discuta o caso e apresente justificativa. obtivesse rendimento escolar de 80% em todos os conteúdos avaliados. pois acho que o Regimento Escolar é para punir e torturar as pessoas da Escola. posicione-se e justifique. Tarefa: Discuta a atitude do professor. Tarefa: A decisão do Conselho de Classe é válida? Comente. Marize: Acho que o Regimento Escolar é uma flor. 8º Caso: Durante a reunião de Conselho de Classe. e decidiram por uma reunião com os responsáveis pela aluna. submetida à avaliação. devido ao número de faltas. posicione-se e justifique. Comunicou o fato ao Especialista. a Escola poderá apresentar estas cenas para oportunizar a discussão a respeito do Regimento Escolar. mesmo sem 49 . Tarefa: A atitude tomada pela Escola tem respaldo legal? Comente. 6º Caso: Vera é aluna do 4º ano do Ensino Fundamental. Por motivos desconhecidos da Escola. 7º Caso: Flávia é aluna do 6º ano do Ensino Fundamental.ao Diretor que dispensasse a turma. ausentou-se por 45 dias letivos. Ao reunir-se com os responsáveis pela aluna.

conhecê-lo. Secretária: Não tem jeito. com a permissão da Secretaria. Karla: Para mim. e eu tenho que cumpri-lo. em situações práticas. eu não tenho esse tal de histórico... Secretária: Então me dê o seu Histórico Escolar que eu vou olhar em que série você vai matricular-se.2. Sinta-se à vontade para criar outras mais adequadas à sua realidade e discuti-las com os profissionais da Educação.. Eu vejo falando que a Escola é para todos. Está escrito no Regimento da Escola. eu resolvi estudar de novo e vim fazer matrícula. o Regimento Escolar é o mesmo que um conjunto de regras impostas as quais devem ser cumpridas sem discussão. das 7h às 9h. na gaveta “B”. Vai à Escola e é impedido de matricularse no Ensino Fundamental por falta de Histórico Escolar. Dona. à luz do Regimento Escolar. Aluno: Dona. numa pasta preta. Aluno: Já vem o bendito do histórico!!! Sempre me barrando de estudar. mas eu acho que é no 3º ano. essas são algumas situações habituais na vida da Escola. Que posso fazer? Comentarista: E o aluno X foi embora. meu filho. Secretária: Pois bem. dentro do arquivo número 16. ele é a lei maior. dona.. dá um jeito. sob seu comando. não se discutindo a construção do Regimento Escolar conforme proposto. Atenção! Diretor. ah.. então você vai ficar sem estudar. E vocês ficarão bem informados sobre o Regimento Escolar. 3.. o fazendeiro atual fechou a Escola. 2ª Cena – Aluno é impedido de matricular-se. Cada professor foi embora com as mesmas dúvidas de antes. pois eu estudei há sete anos. Comentarista: O Aluno X está com 16 anos de idade. faz muito tempo que eu parei de estudar. e a senhora quer saber? Acho até que aquela Escola era clandestina.2 Censo Escolar O objetivo da realização do Censo Escolar é padronizar o levantamento dos dados educacionais e ressaltar a importância dessas informações para o conhecimento da realidade 50 . Agora vocês devem procurar na secretaria. O Regimento Escolar não permite matrícula sem a documentação completa. triste e desencantado com o seu sonho de voltar a estudar. Diretor: Foi muito bom vocês terem manifestado o que pensam sobre o Regimento Escolar. Secretária: Em que série meu filho? Aluno: Ah! Eu nem sei. Comentarista: E assim a reunião teve fim. oportunizando o conhecimento do mesmo. é claro. numa roça. Aluno: Dona.

3 Cadastro Escolar É o conjunto de atividades que permite a compatibilização de candidatos a vagas na rede pública de ensino. Democratizar o acesso à rede pública de ensino. 3. É ação conjunta entre SEE e MEC. Estadual e Municipal.educacional do Estado e do País. É responsabilidade do Diretor da Escola a veracidade dos dados e das informações registradas. O atraso escolar está associado ao menor desempenho do aluno. Possibilitar o zoneamento. É dever do diretor da Escola tomar consciência dos dados relativos a aprovação. Objetivos: . o fluxo escolar. São dados que constituem a movimentação dos alunos. coletam-se os dados do início do ano em curso e é realizada normalmente em maio/junho. ele deve acompanhar e zelar pelo correto preenchimento dos formulários e pelo cumprimento dos prazos. 3.2. A análise dos dados obtidos permite identificar as necessidades das ofertas educacionais nas diversas etapas da Educação Básica. Proceder à chamada da população para garantir que os candidatos à matrícula no Ensino Fundamental ingressem na rede pública. oferece dados para o repasse de recursos do Programa de Manutenção e Custeio. repetência e evasão de seus alunos e compartilhar com a comunidade escolar. É realizado anualmente. O sistema de turmas e matrícula (QTM) implantado nas Escolas. na segunda. . Possibilitar ao poder público condições de planejar a rede escolar. entre outras finalidades. em Minas Gerais. reprovação e abandono de curso com seus respectivos percentuais dos alunos aprovados. em busca de 51 . isto é. . À Secretaria de Estado de Educação compete coordenar e promover a realização do Censo Escolar que. Deve manter os dados cadastrais sempre atualizados junto aos órgãos competentes. O Programa Nacional do Livro Didático – PNLD e o Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.4 Fluxo Escolar Taxas de aprovação.2. . acontece em duas etapas: a primeira realizada em fevereiro. reprovados e dos que abandonaram sem pedir transferência para outra Escola. em regime de cooperação com as Prefeituras. e o Programa de Mobiliário e Equipamentos define o número de livros e de materiais didáticos e dimensiona o quadro de pessoal das Escolas. Os resultados do Censo Escolar subsidiam o planejamento das políticas educacionais nas esferas governamentais Federal. Processa-se a coleta de dados do final do ano anterior. São utilizados como parâmetros para execução de vários programas como Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB.

horários e o local de atendimento e deverá ser um espaço amplo que proporcione conforto às pessoas que buscam a matrícula. No momento da matrícula. enfatizando aspectos importantes como: data da realização da matrícula. primeiramente ao Conselho Tutelar da Jurisdição. com o objetivo de prever vagas e turmas.alternativas e estratégias que fomentem a melhoria do processo de ensino-aprendizagem e que garantam a entrada.7 Escrituração . Determina as datas previstas para o início e o término dos períodos letivos e as demais atividades. falta de assinatura e outros). evidencia o aluno da Escola. compete à Escola comunicar. conforme legislação específica dos órgãos competentes. Nunca poderá ser obstáculo à entrada ou mesmo à permanência desse aluno na Escola.5 Matrícula dos Alunos Primeiro inscreve-se o aluno no Cadastro Escolar. Atenção! Em caso de infreqüência do aluno. a família deve ser informada das normas da Escola. Define parâmetros gerais relativos à organização do ano escolar. É elaborado de forma coletiva. a permanência e o sucesso escolar dos educandos. 3. nos estabelecimentos de ensino. Só depois é efetivada a matrícula. 3. não sendo admitidos erros e incorreções (rasuras. Permanecendo essa situação. comunicar à Promotoria da Vara da Infância e da Juventude ou à Promotoria de Justiça para que ações cabíveis sejam tomadas. Persistindo a infreqüência. 3. sistematicamente. Compete ao Diretor organizar com seus pares a melhor forma de processar esse atendimento. Podemos mencionar os seguintes instrumentos: 52 . Durante o ano letivo. é realizada a renovação de matrícula. É importante ressaltar que as matrículas também podem acontecer quando houver oferta e demanda de vagas. isso próximo a dezembro. utilizando-se de instrumentos específicos para cada situação do contexto escolar. O uniforme escolar. o Diretor deverá pesquisar junto à sua família os porquês de sua falta. do Calendário e do Uniforme Escolar. com a participação da comunidade escolar e apreciação do Colegiado.6 Calendário Escolar Instrumento de relevância na organização dos trabalhos escolares. todas as informações e os acontecimentos ocorridos na Escola. ocorrido em período determinado pela SEE/MG.2. Usar o bom senso e criar alternativas para que todos possam freqüentá-la sem constrangimento é o melhor caminho.2.Registros É o ato de registrar. tendo como base as orientações da SEE/MG. além de dar um aspecto organizado.2.

. dos fatos ou das decisões. O livro de Ata deve conter: Termo de Abertura e Termo de Encerramento. O essencial não é a Ata. tenham sido divulgados. com páginas numeradas e rubricadas por quem se responsabiliza por ele. rubricá-las..Os numerais deverão ser escritos por extenso. desfecho. indicar a quantidade delas. São elementos obrigatórios de uma ata o cabeçalho.Diário de Classe do Professor Instrumento utilizado pelo professor para registrar a vida escolar do aluno. Só podem assinar as Atas os membros presentes àquela reunião.Atas O Diretor divide e compartilha responsabilidades e decisões. e não os presentes às sessões seguintes. todas as decisões tomadas nas reuniões ou assembléias. as decisões tomadas. É necessário que a Escola registre em Ata. Atenção! Mais importante que fazer a Ata de uma reunião é anotar.As correções em atas são feitas usando-se o termo “digo” para retificar. A Ata é um documento em que se exigem determinados cuidados. Na redação de uma Ata. Ela é o registro claro. desenvolvimento. por pessoa autorizada. não podendo mudar nem acrescentar nada aos registros feitos pelo professor. para impossibilitar acréscimo. 53 . o que foi combinado e decidido na reunião e/ou assembléia. fiel. Do Diário de Classe são extraídas todas as informações necessárias para emissão de documentos como histórico escolar. através de convocação. com antecedência de pelo menos 24 horas. aprovação da Ata anterior. e os nomes dos responsáveis por cumpri-las. e não há parágrafos. Compete à Secretaria escrever no Diário de Classe a relação dos alunos. diretor ou secretário. relação dos participantes. Essa mesma pessoa fará o Termo de Encerramento. normalmente um livro próprio. O Termo de Abertura indica a finalidade do livro. -Acréscimos podem ser feitos com a expressão “em tempo”. após o término da Ata.O registro é feito seguidamente. ficha individual do aluno. as ações combinadas. . a ressalva é feita escrevendo-se “em tempo”. mas. dia e hora. resultado de uma reunião de pessoas cujos objetivos. abertura com indicação de local. entre outros. de forma simples e objetiva. Não se deve deixar espaço em branco. deve-se observar o seguinte: . A Ata permite consultar registros e esclarece dúvidas surgidas. que deverá numerar as folhas. sim. datar e assiná-las. porque as pessoas que assinam a Ata declaram ser verdadeiro tudo o que nela está escrito. -Quando o erro só for percebido após o término da Ata. Feito na primeira página. . Possui um espaço apropriado. o cálculo de aulas previstas.

Recortes de publicações do Diário Oficial de Minas Gerais . Certificados de Conclusão de etapas ou de níveis escolares.Movimentação regional e estadual . . a freqüência e as faltas dos alunos. Atenção! .Ficha de matrícula.Documentação Relevante da Escola Uma escola bem organizada administrativamente deve ter em seus arquivos: . . deve estar em consonância com o Projeto Pedagógico da Escola e com o Plano de Ensino do Professor.Declarações do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e outros (DIRPJ. incluindo os Recursos Diretamente Arrecadados – RDA 54 . .Processo Funcional do Servidor – Vida Funcional É utilizado para a guarda de toda a documentação referente à vida profissional do servidor. endereço. sem autorização da Secretaria da Escola.Regimento Escolar .O conteúdo das aulas.Cópia de documentos preenchidos para Avaliação de Desempenho Individual – ADI .Pasta de Prestação de Contas da Caixa Escolar. .Títulos e Certificados .Cópia de documentos pessoais . fazer ressalvas com a data e a assinatura do professor.Compete ao Professor registrar o número de aulas previstas e dadas no bimestre. registrado no Diário de Classe. os dias trabalhados. Histórico Escolar. DCTF e RAIS) .Outros pertinentes ao interesse de cada servidor. etc.Ficha de dados pessoais. .Calendário Escolar .Estatuto da Caixa Escolar . a síntese do conteúdo trabalhado após o término do bimestre.Em caso de rasuras no Diário de Classe.Pasta Individual do Aluno É utilizada para a guarda de toda a documentação referente à vida escolar do aluno. . contatos. devendo conter: . Transferências. Boletim Escolar. outros.Documentos relativos a benefícios e vantagens adquiridos . Não é da competência do professor acrescentar nome dos alunos no Diário de Classe. devendo conter os seguintes dispositivos: . Declarações.Não permitir que se faça registros a lápis. Certidão de Nascimento ou outro documento pessoal.

Se a cópia não for autenticada.Os documentos expedidos devem ser assinados pelo Diretor ou seu substituto legal. de fácil acesso. contudo. . para que o servidor compare os dois documentos e autentique a cópia. compreendido por qualquer pessoa em qualquer época. recebidas. Livro de Ponto.Transcrição exata. .Os espaços destinados à observação deverão conter todos os dados peculiares à vida escolar.Livro de expedição e entrega de documentos. . da Caixa Escolar e de eventuais ocorrências. Somente pessoas credenciadas poderão assumir esta função. . assim. deverá ser exibido o original.Cópia do Patrimônio da Escola .Livros de Atas das reuniões pedagógicas. ou a 2ª via de todo documento expedido.8 Arquivamento É a guarda de toda a memória da Escola.O arquivo deve ser separado por assunto.Cópia do Censo Escolar e Quadro de Turmas e Matrícula – QTM . entre outras.Ao serem apresentados documentos oficiais de identificação. administrativas.Espaços não preenchidos deverão ser inutilizados com um traço. diplomas. . no ato.Outros. transferências. do Conselho de Classe. Pode ser digital. . . 55 . . . . estes deverão ser devolvidos aos seus proprietários por não ser lícita a retenção de qualquer documento de identificação pessoal. outros.A apresentação da cópia autenticada dispensa a apresentação do documento original. etc. .Deverá ser arquivada uma cópia. garantindo. 3. segurança e manutenção do arquivo.Cópia do Boletim do PROALFA e PROEB. certificados. das Assembléias. dos dados constantes dos documentos originais.Quadro de Freqüência dos Servidores . etiquetado.Cópia do Termo de Pactuação de Metas da Escola.Cópia do Projeto Pedagógico da Escola – PPE.Cópia do Plano de Intervenção Pedagógica – PIP.Cópia dos Resultados do Desempenho Escolar nas Avaliações Institucionais. . . Aspectos a serem observados na Escrituração e no Arquivamento .Livros com registro de freqüência dos servidores. . é necessário também que toda esta documentação esteja muito bem organizada em pastas.Pastas de correspondências expedidas. . Seus nomes deverão figurar por extenso. . e pelo Secretário ou responsável pela escrituração escolar.Livro de visitas do Inspetor Escolar. livros e fichas. . devolvendo o original ao interessado. do Colegiado.Processos Funcionais dos Servidores . .. sem rasuras e incorreções.2. abaixo das assinaturas e dos números dos respectivos registros ou MASP.Plantas do prédio da Escola.

das igrejas. por exemplo. 56 .Separar o Arquivo Morto ou Permanente do Arquivo Vivo. 3. adoção de agendas. a partir da realidade escolar. . Diminua a distância física. É necessário que a Escola selecione cuidadosamente todo o material a ser arquivado. . Para facilitar a comunicação verbal. entre outros. Olhe de frente para quem fala. tendo como critério desta organização a ordem alfabética. decorrentes do Processo EnsinoAprendizagem. Pode-se. . Seja claro e objetivo. para uma melhor organização. . arquivo de funcionários e arquivos diversos. Na busca de alternativas para melhorar o fluxo de comunicação. separá-lo em três partes: arquivo de aluno.9 Comunicação Escolar A direção da Escola precisa estabelecer contatos regulares e continuados com toda a comunidade escolar. Recebe também o nome de Arquivo Vivo ou Dinâmico. Identifique as pessoas pelo nome. .. veiculação de informações atualizadas em quadrosmurais e instalação de caixas para sugestões em pontos estratégicos. Faz-se necessária a revisão e a atualização deste arquivo anualmente. Tenha segurança no que vai falar. Esse caminho favorece a satisfação de todos os envolvidos promovendo um clima harmonioso e transparente. podem ser utilizadas. Use a linguagem adequada. características intrínsecas à gestão democrática. com mobiliário apropriado para sua conservação. Arquivo inativo consiste na organização de informações e os registros referentes ao funcionamento da Escola nos anos anteriores ao ano letivo em vigor. .Ao Secretário cabe o registro dos resultados obtidos. a fidedignidade das informações.2. viabilizando a oportunidade de socialização das informações pertinentes e peculiares à Escola. Recebe também os nomes de Estático ou Morto. . . . . Os arquivos devem ser instalados em local arejado. Seja solícito e acolhedor. transmissão de informações por meio de aparelhagem de som da Escola.Arquivo Ativo e Inativo Arquivo ativo consiste na organização de informações e registros referentes ao funcionamento da Escola no decorrer do ano letivo. demonstrando suas habilidades. mantendo assim. Dê atenção a quem fala. Fale de maneira dinâmica. . tenha atenção aos seguintes aspectos: . Fale devagar e pausadamente para que o ouvinte o compreenda.

o desenvolvimento humano nos aspectos afetivo. Use tom de voz adequado.. . Zelar pelo bem-estar de todos os servidores. promovem a socialização.Avaliação de Desempenho e o Plano de Gerenciamento do Desempenho Individual – PGDI. administrando conflitos.Relações Interpessoais . são indispensáveis para uma verdadeira gestão democrática e participativa.2.Formação Continuada dos Profissionais da Escola . sempre pautando-se nos princípios da ética e da democracia. Evite erros vocais ou gaguejos. Vale lembrar que é importante o envolvimento dos alunos nas atividades cívico-sociais. a integração com a comunidade.11 Gestão de Pessoas Cabe ao Diretor. Essas atividades. fazer acontecer as outras “gestões” da Escola na área administrativa. . . são ações imprescindíveis na gestão de pessoas. em tempo hábil. 3. a organização e a liderança do Diretor.Movimentação de Pessoal e o Processo Funcional . Saiba ouvir. O incentivo. concedendo-lhes benefícios e vantagens que lhes são de direito. proporcionar-lhes ambiente propício para o exercício de suas funções. 3. Os itens que se seguem merecem cuidado especial da Gestão Escolar por se tratarem de ações que envolvem os direitos e deveres das pessoas que na Escola atuam: . buscando soluções para entraves.10 Eventos Cívico-Sociais Estes eventos devem fazer parte do currículo da Escola. promovendose a participação e a inclusão de todos. esportivas. 57 . As Pessoas e a Instituição Escolar As instituições podem ser definidas como conjunto de pessoas que se organizam coletivamente em torno de um propósito comum. privilegiando-se a prática do protagonismo infantil e juvenil. financeira. Respire calmamente para não demonstrar nervosismo.2. se bem planejadas pela Escola. tendo como eixo de seu trabalho a gestão pedagógica.As Pessoas e a Instituição Escolar .Concessão de Benefícios . e nos valores que regem as relações humanas. nesses momentos tão especiais de intercâmbio com as famílias dos alunos. na gestão de pessoas e de resultados. motor e cognitivo. possibilitar-lhes formação continuada e avaliação de desempenho individual justa.

. Lotação. Na Escola.É o processo pedagógico que identifica a Escola e todos que aí trabalham. Diretor. Processo de Acúmulo de Cargos ou Funções. Planejar. O bom desempenho de cada um garante o sucesso da engrenagem escolar. Dispensa. mas jamais entregar-lhe o processo funcional para que ele tente 58 . É de extrema responsabilidade da Escola zelar. atualizar e guardar com muita segurança este “bem” do servidor. Posse. .Porém. a formação profissional. também. é importante levar em consideração outros elementos como as competências pessoais. . Apesar da importância das relações interpessoais no desenvolvimento das instituições. . . Compõem a movimentação de pessoal: Adjunção. cuidar. o processo é também assim. valendo-se das normas e leis vigentes. sob o teto da instituição escolar. . . Leitura do Órgão Oficial de Minas Gerais para destaque e arquivamento das partes de interesse da Escola e dos Servidores. É dever da Escola. irmanam-se no objetivo comum: propiciar a aprendizagem a todos os alunos. conforme determinação da SRE/SEE. da partilha das experiências e do conhecimento se constrói. Movimentação de Pessoal e o Processo Funcional O processo de movimentação de pessoal consiste em realizar ações necessárias com o objetivo de oferecer ao servidor seus direitos. Controlar a movimentação dos servidores da Escola em nível estadual e regional – Transferências. Processo de Abandono de Cargo. Designação. em busca da harmonia do ambiente escolar e do alcance das metas estabelecidas. mas que. valorize aqueles que aí atuam. São pessoas diferentes. processar e acompanhar as designações de servidores para cargos vagos e em substituições. o desenvolvimento organizacional requer mais do que uma boa convivência social.Processo Funcional O Processo Funcional do servidor é tão importante quanto os seus benefícios e a sua vida funcional. registrar. fazendo os registros e arquivamento dos mesmos. Certidão de Contagem de Tempo de Serviço do Servidor. socialize essas atribuições para que toda a comunidade escolar as conheça. atender às solicitações do servidor. Essas atribuições estão descritas no Regimento da Escola. Mudança de Lotação e Remoção. A gestão de pessoas pressupõe a definição de papéis e das atribuições de cada servidor. Cabe ao Diretor fazer convergir essas forças de trabalho em favor do sucesso de todos os alunos. É nessa interação que a teia da convivência. os planos de trabalho de cada um. Realizar as matrículas e as renovações de matrículas dos alunos. Assim. fazendo as alterações quando necessárias. Mudança de lotação. Neste campo compete à Escola prestar os seguintes serviços : .

Cópia de documentos pessoais – CI e CPF. requerer qualquer benefício. .Documento relativo à naturalização de estrangeiro. . devem ser legíveis. para organizar o Processo.Declaração de acúmulo de Cargos e Proventos assinado pelo servidor. Daí a necessidade de solicitar do servidor documentos. e quando o servidor vier a falecer. contagens de tempo. licença para tratar de interesses particulares (LIP). . demissão.Certidão de nascimento ou casamento (com homologação do divórcio quando for o caso). . . exoneração. Fora isso. São eles: . disposição. solicitar cópias xerografadas do Processo Funcional. Quando qualquer setor da SRE solicitar o Processo Funcional de algum servidor. . . . terminada a designação nessa Escola. quando o servidor estiver nas seguintes situações: em processo de afastamento preliminar por aposentadoria voluntária. principalmente quando for para resolver ações jurídicas. . página. Os documentos necessários para compor um Processo Funcional. com carimbo da escola. Nunca deixar para última hora.Expediente de acúmulo de cargos (licitude publicada) quando o servidor tiver mais de um Cargo em outro órgão. invalidez ou compulsória. adjunção. .Cópia do Certificado de Reservista ou de Dispensa de Incorporação se homem com até 45 anos. É direito do servidor manusear. o Processo Funcional deve ser protocolado na SRE.Todas as contagens de tempo originais. do responsável com 59 . e designados em outra. desde que acompanhado por um funcionário de confiança da diretoria na Escola.Cópia xerografada autenticada do diploma de curso de pós-graduação (quando for o caso) . O Processo Funcional deve ser organizado.Resultado de Inspeção Médica. cargo em comissão em outros órgãos. a Escola deve mantê-lo sob sua guarda até ser requisitado. laudo médico. sem rasuras e de fontes fidedignas.Recortes das publicações dos Minas Gerais em caso de benefícios identificando: data. Quanto aos servidores designados. remoção. coluna. protocolize-o imediatamente. organizado e atualizado para ser encaminhado ao destino.resolver o problema sem ajuda de um servidor responsável pelo serviço.RIM. do diretor. exceto se cidadão português. independentemente das situações já citadas. O servidor pode se desligar definitivamente da Escola. de modo que ele fique pronto para qualquer eventualidade. atualizado sempre que for possível. mudança de lotação e cargo em comissão em outros órgãos. na SRE. Em caso de remoção. Essas situações não podem apanhar a Escola desprevenida em sua escrituração.Ficha funcional. mudança de lotação.Termo de posse e exercício. protocolar o Processo Funcional para a Escola de destino.Resultado de exames pré admissionais. .

exercício. 9º . posse. quando se tratar de assunto fora de sua esfera de competência e 60 . Esses documentos devem ser solicitados ao servidor gradativamente.Acúmulo de cargos e proventos. Cabe à Escola comparar os dados neles contidos.Contagens de Tempo (separe somente as que serão utilizadas). 10º . requerimentos pedindo benefícios (exceto os de Férias-Prêmio e o Acesso) QI (quando o servidor for efetivo).Gratificação de Incentivo à Docência.Abono Família (só o IA).Certidão de Nascimento ou Casamento e Demonstrativo de Pagamento. 11º . a qual compete fazer publicar o correspondente ato ou encaminhar o processo ao outro órgão. solicitar a alteração dos mesmos.Expurgo é tudo o que exceder aos itens acima citados. Ficha Financeira e microfilmagem do cargo aposentado. 7º . Essa providenciará o expediente necessário à formalização da concessão pela Superintendência Regional de Ensino.Quadro Informativo (quando for designado).suas respectivas assinaturas e do inspetor (somente nos períodos de designação ou quando for efetivo.Qüinqüênio (IA.Ficha financeira.Nomeação.Como organizar um Processo Funcional 1º . 5º .Biênio (IA. a contagem divergir). e assim por diante. Minuta. 4º . como contagens de tempo repetidas (escrever nelas a lápis – REPETIDA) demonstrativo de pagamentos antigos. Concessão de Benefícios O Servidor deve requerer o que lhe é de direito na Escola em que trabalha. 8º .Adicionais por Tempo de Serviço . 12º . 2º . 13º . . 15º . Memória de Cálculo). mudança de lotação (podem ficar no mesmo bloco).Quadro de extensão de carga horária em “horas aulas”. remoção. . Se estiverem incorretos. deixar os documentos no Processo. 6º . assinado pelo Diretor (impresso próprio). 3º . Memória de Cálculo). Minuta.Publicações. Um Processo Funcional organizado facilita o manuseio e torna mais rápido e seguro o trabalho.Férias-prêmio (deixe tudo sobre este benefício no bloco).Microfilmagem do cargo aposentado. .Ficha Funcional.Dados Cadastrais do servidor. 14º .Promoção por Acesso e Progressão Horizontal já adquiridos.Gratificação por Curso de Pós-graduação. .

. Afastamento Voluntário Incentivado – AVI .providenciará a emissão de Informativos de Alteração (I. . Adicional por Tempo de Serviço. Alteração de Titulação. . Compete ao Diretor otimizar e dinamizar com o Secretário e com os Assistentes da Educação Básica o trabalho da Escola. . Afastamento por motivo de Casamento. 61 . . Direitos e Vantagens do Servidor . 176. Abono Família. . 152. . Licença para Acompanhar Cônjuge Servidor Público – Lei nº 869/1952 – Art. com relação à concessão de Direitos e Vantagens a que o servidor tem direito. . Promoção por Escolaridade – Progressão. .Art. Gratificação por Curso de Pós-graduação.A). . Salário Família. Licença Gestação. . Gratificação de Incentivo à Docência – Biênio e Pó de Giz. .adoção de crianças de quatro a oito anos. os documentos deverão ser observados com atenção uma vez que exige prazo para requerimento destes direitos. Licença para tratar de Interesses Particulares – LIP – Lei nº 869/1952 . Adicional de 10% . . .adoção de crianças com mais de um ano e menos de quatro anos. . . . Afastamento por motivo de Luto. Afastamento da Docência – Lei nº 7109/1977. . Em se tratando de direitos previdenciários de servidor não efetivo. . 179. Férias Prêmio. Licença Maternidade . Licença para Acompanhar Pessoa Doente da Família – Lei nº 869/1952 – Art. Gratificação de Educação Especial. 186 .adoção de criança menor que um ano. Redução da Carga Horária de servidor responsável por Excepcional. Alteração de Nome. . Licença Paternidade. . Aposentadoria.Art.

Plano de Intervenção Pedagógica (PIP) . A Psicogênese da Leitura e da Escrita . Socialização da legislação pertinente à Educação. Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. congresso de educação e outros promovidos fora. A formação inicial profissional é uma exigência legal. dos CBC. ao Diretor gerenciar e objetivar o aprimoramento desses profissionais. e na própria Escola. está associada à formação dos professores.Sugestões de Temas. mais aprendizagem dos alunos. Ética / Relações Interpessoais.2 e 3 (As escolas possuem essa coleção) . . Diretor! É importante que.Formação Continuada dos Profissionais da Escola A qualidade de uma Escola. Compete. Avaliação de Desempenho Individual – ADI. Plano de Gestão do Desempenho Individual (PGDI) . incentivando-os a participar de cursos. especialistas e com os demais servidores o levantamento da demanda de temas. logo no início do Ano Escolar. para que se tenha educação de qualidade. estabelecendo com o “grupo” uma programação para a Formação Continuada. . . em grande parte. se faça com os professores. . assuntos. Pode partir de iniciativas individuais ou da instituição mantenedora. um pré-requisito para o ingresso na carreira. Metodologia do Ensino da Matemática – SEE/MG. A Formação Continuada é uma necessidade e um direito garantido pela LDBEN. Regimento Escolar. dos especialistas. Avaliação da Aprendizagem . Procedimentos e Recursos para a Formação Continuada • Público-alvo: Direção / Especialista / Professor Temas . . portanto. 1. vol. Ortografia (como e quando trabalhar a ortografia) . Guias do Professor Alfabetizador . 62 . Projeto Pedagógico da Escola (PPE) . Melhor ensino. palestras. da direção e dos demais servidores. Outros temas demandados pelo grupo. Diretrizes Curriculares de Matemática (de Iracema Campos Cusati e Wanda Maria de Castro) . Análise de produção de escrita dos alunos . .

seminários e palestras. Recursos que não podem faltar aos encontros: pincéis atômicos. . na folha de papel kraft. .• Metodologias / Procedimentos Didáticos: Técnicas de painel. produção de fotografias.Comece sempre os encontros com uma reflexão (Mensagem).Desenvolva dinâmicas de grupo que incentivem a participação de todos.Como fomentar o hábito pela leitura.Merenda Escolar e a Aprendizagem dos Alunos.As relações interpessoais com os usuários do espaço da Biblioteca. mesa redonda. • Público-alvo: Professor de uso de Biblioteca Temas . . outros. o que 63 . . • Metodologias . • Público-alvo: Cantineiras Temas . distribuição. papel kraft. blocos de anotação. como servir. Apresentação virtual.Cantina: aspectos de higiene.Esses encontros devem ser planejados com a participação efetiva dos Especialistas em Educação Básica. armazenamento dos alimentos. vídeos. aulas de demonstração. . painéis e cartazes. . • Recursos Didáticos Recurso audiovisual: Slides em programas computacionais. DVD. . Importante: . giz. utensílios necessários e sua conservação e vestuário. aula expositiva com interação do grupo.Merenda Escolar: seu preparo.Relacionamento Interpessoal.Direitos e Deveres dos Servidores .Os Professores de Uso de Biblioteca deverão participar do programa de formação continuada sugerida para os demais Professores.Como organizar uma Biblioteca. oficinas pedagógicas. . fita crepe.Como elaborar Projetos de leitura. .Usar as metodologias e os recursos didáticos sugeridos na formação continuada dos Professores. . CD. dinâmicas de Grupo (promover as relações interpessoais).Dinâmicas de Grupo – Peça que se escreva ou se desenhe. textos. transparências.Outros Atenção! .

Direitos e deveres dos Servidores.Direitos e Deveres dos Auxiliares.Outros sugeridos pelo grupo. . Escreva ou desenhe algo que possa amenizar essas dificuldades. melhor será o seu patamar de desenvolvimento da qualidade da educação oferecida aos alunos.Finalizando.Mesa Redonda ─ dialogue / troque idéias . • Público-alvo: Assistente Técnico da Educação Básica e Secretário Temas . Temas .considera ser dificuldade no trabalho. . na atualização dos servidores. . dê 15 minutos para cada uma apresentar o seu cartaz ao grupo.Comece sempre as reuniões com uma pequena. é pensar em algo aberto.Arquivamento – Como construir e alimentar o arquivo da Escola. mas boa mensagem.Realizar as dinâmicas de relações interpessoais também com esse grupo. Atenção! Podem ser utilizadas as mesmas dinâmicas de trabalho usadas nos grupos anteriores e tantas outras a critério da direção.Estudo da Legislação referente aos serviços prestados e à vida profissional. . .Considerar as metodologias usadas no grupo das Cantineiras. Relações Interpessoais “Falar de relações é falar de incompletudes. . . 64 .Não se esqueça de incluir bons vídeos para que sejam exibidos e discutidos. . diz Guarechi (1998). por ocasião dos encontros.Relações interpessoais. .Relações Interpessoais. Observações . .A eficiência no Trabalho.Escrituração / Preenchimento de documentos.Atendimento ao público. Quanto mais a Escola investir na formação continuada. em algo que pode ser ampliado e transformado”. • Público-alvo: Auxiliar de Serviços da Educação Básica. . Pensar as relações na Escola é pensar nas interações que se desenvolvem no ambiente escolar. .

práticas de convivências que possam produzir mudanças substanciais em nossos relacionamentos. Nosso código de referência para abordagem do mundo são as pessoas. relações interpessoais. Sugerimos que sejam desenvolvidas na Escola as seguintes práticas: . A Psicologia pode contribuir para a compreensão das relações interpessoais e para a mudança da vivência cotidiana dos professores. o cuidado da direção da Escola em buscar e desenvolver exercícios. não só com seus valores. até que ponto. Enfocando algumas dessas contribuições. deixarmos de dar a atenção devida às nossas relações.As propriedades e qualidades de uma relação social. de se relacionar com as pessoas de forma a descobrir a melhor maneira para utilizar as potencialidades de cada um. O importante é que se trabalhe para construir na escola um clima de abertura e transparência que permita uma relação prazerosa e respeitosa entre todos os profissionais e destes com os alunos e comunidade. com relações interpessoais.Competência interpessoal é a habilidade de lidar. neutras ou antagônicas para nossas relações interpessoais. mas também com suas características individuais. pois. através de palestras.Os Valores: o primeiro componente que define a qualidade de nossas relações com as pessoas é o nosso conjunto de valores. É comum. os mesmos têm afetado sua vida e suas relações.Palestras sobre afetividade.As características das relações interpessoais e suas conseqüências para o processo de ensino e aprendizagem. no dia-a-dia. . idéias e melhores práticas. de promover a evolução individual e do grupo. .Fortalecimento da visão compartilhada envolvendo todos os segmentos nas ações da Escola .Diálogo permanente favorecendo a troca de experiências. quase sem notar.A questão da indisciplina dos alunos. Faça uma reflexão a respeito de seus valores e veja. As diferenças podem ser complementares. .O que fazer com a indisciplina na Escola? Esses temas poderão ser desenvolvidos pelo Especialista de sua Escola e outros profissionais da comunidade escolar. Diretor. uma convivência harmoniosa só conseguiremos através de práticas e atitudes de respeito. compreensão. sugerimos alguns temas para estudo: . faça uso dessa habilidade.Dinâmicas de grupo.Diferenças Individuais: cada pessoa entra na relação. Esta é uma tarefa indelegável do Diretor da Escola. . Daí. presentes em livros e filmes.Componentes e condições para uma relação humana construtiva .Leituras e exibição de filmes e vídeos para reflexão. dos alunos e de todos os segmentos da Escola. . especialmente por parte dos professores. 65 . responsabilidade e solidariedade com e entre todos os que militam na Escola. . . entre outros. minicursos e outras estratégias. eficazmente. .

do espírito de trabalho em equipe são necessárias: Interação _ Motivação _ Participação _ Cooperação. Porque eles se tornarão seu caráter.Habilidades: com relação aos valores e às diferenças individuais assistimos a uma discussão permanente sobre o que é hereditário e sobre o que é aprendido. Porque ele será seu destino”. Porque elas se tornarão seus atos. Porque eles se tornarão seus hábitos. No que chamamos habilidade. Uma escola que tem seus profissionais compromissados com objetivos comuns e formando um verdadeiro “time”.. Vigie seu caráter. – julho/2000. Vigie seus atos. Fonte: REVISTA VOCÊ S. No campo das relações interpessoais é sempre bom lembrar as palavras do texto abaixo: Agora é sua vez “Vigie seus pensamentos. novos comportamentos. integradas num espírito de equipe. (Fonte: Apostila da Consultoria Técnica Educacional – C. A consciência de que o trabalho do outro é tão importante quanto o nosso.Não é diferente na escola.Trabalho em Equipe No relacionamento entre pessoas de um mesmo ambiente de trabalho. é fundamental para o cumprimento de metas ambiciosas como as metas educacionais. Vigie suas palavras. Avaliação de Desempenho e o Plano de Gerenciamento do Desempenho Individual . Na vida real.A. na escola. e entramos no campo da aprendizagem. o que mais encontramos são deficiências de aprendizagem. afetando o relacionamento humano. são as engrenagens que movimentam a instituição. Vigie seus hábitos.T. uma a uma. todo bom resultado não se fazem automaticamente. consegue alcançar melhores resultados do que outra em que cada um está por si só. todo bom funcionamento. Para o desenvolvimento. Porque eles se tornarão palavras. institui a Avaliação de Desempenho 66 .PGDI A Lei complementar no 71 de 30 de julho de 2003. E é através da aprendizagem que podemos criar novas respostas.As pessoas. essa discussão desaparece.E) . ocupando diferentes cargos.

• • • Objetivos da Avaliação de Desempenho Individual (ADI) Valorizar e reconhecer o desempenho eficiente dos servidores. contribuindo para a implementação do princípio da eficiência na Administração Pública. a avaliar o desempenho do servidor. durante todo o período avaliatório e não as características pessoais do servidor.Plano de Gestão do Desenvolvimento Individual – PGDI O Plano de Gestão do Desempenho Individual – PGDI. 5690 de 2004 e 5759 de 2005. Aprimorar o desempenho do servidor e dos Órgãos e Entidades do Poder Executivo Estadual. efetivados ou não. A contagem dos dias de efetivo exercício será encerrada no último dia do mês de novembro de cada período. • Ser instrumento de alinhamento das metas individuais com as institucionais definidas na forma da lei.Quem avalia e qual é o papel da Comissão de Avaliação • A chefia imediata é responsável por acompanhar o desempenho do servidor. o servidor deverá possuir. justamente. no caso de Escola) é responsável por atuar em momentos específicos ao final do período avaliatório. . • A Comissão de Avaliação. É um formulário que visa em consonância com o Plano de Ação do setor ou Projeto Pedagógico da Escola.Quando Avaliar Período avaliatório  é o tempo compreendido entre o termo inicial. mesmo que estejam ocupando cargo de provimento em comissão. 5681. por quatro membros. Identificar ações para o desenvolvimento profissional do servidor. dois membros eleitos ou indicados pelo servidor avaliado e um membro indicado pela chefia imediata ou Colegiado Escolar.Individual . a Avaliação e a conclusão do registro do desempenho de cada servidor nos respectivos Termos Finais de Avaliação pela Comissão de Avaliação. e o período avaliatório ocorrerá entre 01 de janeiro e 31 de dezembro. cento e cinqüenta dias de efetivo exercício no período avaliatório. paritariamente. . que deve ser constituída. é um dos principais documentos que compõem o processo avaliatório. função gratificada ou com gratificação de função. (obrigatoriamente a chefia imediata do servidor avaliado. no mínimo. Para fins de ADI. .ADI para todos os servidores estáveis ocupantes de cargo efetivo e os detentores de função pública da Administração Pública Direta. no período em que será avaliado. por meio de observação do trabalho por ele realizado durante todo o período avaliatório.A periodicidade da Avaliação de Desempenho da SEE/ MG é anual. a definir objetivos e ações a serem cumpridas pelo servidor. É necessário destacar que o Processo de Avaliação de Desempenho Individual visa. Autarquia e Fundacional do Poder Executivo Estadual. e a ser um indicador 67 . anexo constante das Resoluções Conjuntas SEPLAG/SEE-MG n° 5645.

ocupante ou não de cargo comissionado.Objetivos da Avaliação Especial de Desempenho . um plano de Gestão que deverá ser preenchido pela chefia imediata. Aferir a aptidão do servidor para o efetivo desempenho de suas funções. e tem por finalidade a apuração da aptidão do servidor para o desempenho do cargo. função gratificada ou com gratificação de função. IV. VII. em virtude de aprovação em concurso público. Aprimorar o desempenho do servidor e dos Órgãos e Entidades do Poder Executivo Estadual. .AED O Decreto nº 43.Avaliação Especial de Desempenho . Fornecer subsídios à gestão da política de recursos humanos. juntamente com o servidor. constatado nas avaliações internas e externas e no atingimento das metas pactuadas pela Escola. Para cada ingresso em órgão ou Entidade do Poder Executivo Estadual. e Promover a adequação funcional do servidor. Aquisição da estabilidade: fica condicionada à Avaliação Especial de Desempenho – AED do servidor a ser realizada em três etapas e ao cumprimento dos três anos de efetivo exercício. É. na Administração Pública Direta.AED I. será exigido o cumprimento de período de estágio probatório e a submissão à AED. Possibilitar o estreitamento das relações interpessoais e a cooperação dos servidores entre si e suas chefias. Contribuir para a implementação do princípio da eficiência na Administração Pública do Poder Executivo Estadual. V. do servidor público civil em período de estágio probatório. no primeiro mês de cada período avaliatório. . III. Estágio Probatório: é o período dos três primeiros anos de efetivo exercício do servidor que ingressou no serviço público em cargo de provimento efetivo. portanto.764/2004 regulamentou a Avaliação Especial de Desempenho – AED. II. Vale lembrar que a avaliação de desempenho do servidor na Escola deve estar atrelada ao desempenho dos alunos.concreto para subsidiar o processo de avaliação. após aprovação em concurso público para provimento de cargo efetivo. 68 . Identificar necessidades de capacitação do servidor. VI. para fins de aquisição de estabilidade. Autárquica e Fundacional do Poder Executivo Estadual.

“O trabalho do Diretor em promover e valorizar a contribuição dos diversos membros da comunidade escolar na gestão da Escola está no cerne da Gestão Democrática.2. administrativa e financeira. É regida por um estatuto próprio.Caixa Escolar . de monitoramento e avaliação nos assuntos referentes à gestão pedagógica. também.Grêmio Estudantil Caixa Escolar Como já dissemos. Lembramos. da Comunidade. de acordo com as prioridades aprovadas pelo Colegiado Escolar.Associação de Pais . o Colegiado Escolar é responsável pelos 69 . que a melhor estratégia para administrar e dinamizar as instituições. sem dúvida. A Caixa Escolar viabiliza a aplicação dos recursos. a Caixa Escolar é uma entidade de sociedade civil. fomenta a responsabilidade coletiva para o sucesso da Escola. a prática do diálogo e da transparência. aspectos fundamentais para ajudá-lo a garantir excelência no processo pedagógico da Escola. junto com o Diretor. é. de Entidades Públicas e Privadas e de campanhas realizadas pela própria Escola. Colegiado Escolar O Colegiado Escolar é órgão representativo da comunidade escolar e tem. O papel do Diretor é de identificar oportunidades e mobilizar pessoas para a participação dentro dos limites e das estruturas estabelecidas em lei”. Isto significa que. contribuindo para a melhoria da Escola. sempre.Colegiado Escolar . consultiva. neste guia.Diretor! Consulte. Apresentamos a seguir alguns mecanismos de democratização da Escola: . e tem o nome da unidade a que pertence. Todas as orientações referentes à Prestação de Contas encontram-se no item de Recursos Financeiros deste Guia. função deliberativa. estimula a democracia.12 Gestão das Instituições Escolares Instituições Escolares são aquelas que possibilitam o fortalecimento e a autonomia da Gestão Democrática. anteriormente. respeitadas as normas legais vigentes. Tem como função administrar os recursos recebidos da SEE/MG. a legislação e os guias específicos elaborados pela SEE/MG para a Avaliação de Desempenho Individual e Avaliação Especial de Desempenho. Ao mesmo tempo em que combate o autoritarismo. instituída nos estabelecimentos públicos de ensino. aumenta o senso de propriedade e reduz o potencial de conflitos. 3. ou pela denominação escolhida na Assembléia Geral de Constituição. jurídica e de direito privado. a cultura da participação. libera a criatividade. fazendo com que funcionem com sucesso.

06 (seis) membros titulares e 06 (seis) suplentes. .propor a aplicação e acompanhar a execução dos recursos orçamentários e financeiros da Escola. constituída pelos segmentos: 1.aprovar o calendário e o plano curricular da Escola. . é automaticamente desligado e substituído pelo suplente.destinos da Escola e pelo processo educativo que ela desenvolve. comunidade e instituições públicas ou não governamentaisONG. é necessário que os representantes do Colegiado Escolar conheçam e exerçam efetivamente as suas atribuições.1 aluno regularmente matriculado e freqüente no ensino médio. transformadora e democrática.acompanhar o processo de aprendizagem do aluno e os resultados da avaliação externa da Escola. Os membros do Colegiado Escolar. . no mínimo. por isso é necessário que sejam continuamente capacitados. 1.propor parcerias entre Escola. 1. pais. constituída pelos segmentos: 1. Para que a gestão da Escola seja competente. professor fora da regência e demais servidores. servidor para o provimento do cargo de Diretor e para a função de vice-diretor.1. professor regente de turma e aulas.indicar representante para compor a Comissão de Avaliação de Desempenho dos Servidores.indicar. com 251 a 1400 alunos.buscar estratégias para ampliar a participação da comunidade na gestão da Escola.2. . obrigatoriamente. Regulamentado pela Resolução SEE/MG no 1059/2008. Categoria profissional em exercício na Escola. 70 . 10(dez) membros titulares e 10 (dez) suplentes e acima de 1401 alunos. A Escola com até 250 alunos deve compor o Colegiado Escolar com. observadas as normas vigentes. nos casos de vacância e afastamentos temporários. Cada categoria deverá ser representada no Colegiado Escolar por 50% (cinqüenta por cento) de seus membros. Compete ao Colegiado Escolar: . Categoria Comunidade atendida pela Escola. O membro titular que falar a três reuniões consecutivas ou alternadas. 2. o Colegiado Escolar é presidido pelo Diretor da Escola e composto por representantes: 1. são escolhidos pelos seus pares mediante processo de eleição e o mandato tem duração de dois anos. .2 pai ou responsável por aluno regularmente matriculado e freqüente no Ensino Fundamental. . especialista em educação básica. nos termos da legislação vigente.aprovar e acompanhar a execução do Projeto Pedagógico e do Regimento Escolar. titulares e suplentes. no mínimo. . 14 (quatorze) membros titulares e 14 (quatorze) suplentes.promover a auto-avaliação das ações desenvolvidas pela Escola. . sem justificativa formal.

no âmbito da competência exclusiva da Escola. Grêmio Estudantil Para garantir a prática democrática. A Escola precisa abrir esses espaços. .Traga para a Escola palestras de representantes de Associação de Pais de outras Escolas que já são sucesso. Diretor! .Promova reuniões. São os pais participando. A convocação para as reuniões ordinárias e extraordinárias deve ser feita pelo Presidente a cada um dos membros titulares e suplentes. pois as deliberações do Colegiado devem estar em consonância com os anseios daqueles que os elegeram e com o Projeto Pedagógico da Escola. em cooperação com outras instituições. Ela representa a comunidade escolar. é necessário que o Diretor proporcione um ambiente propício para que o trabalho coletivo aconteça. ordinariamente a cada mês e extraordinariamente sempre que necessário. sendo permitido o livre acesso dos interessados. encaminhando ações que integrem os anseios das famílias e as metas do PPE. buscando alternativas. incentivando os alunos a se organizarem 71 . após assinada.aprovar a proposta de aplicação dos recursos financeiros geridos pela Caixa Escolar e referendar a prestação de contas feita pelo Conselho Fiscal. . Cabe ao Colegiado elaborar o cronograma de reuniões. As reuniões devem ser lavradas em ata que. como exercício pleno da cidadania. deve ser colocada em local visível. querendo o sucesso dos alunos e celebrando os melhores resultados. Associação de Pais É uma entidade representativa dos pais. Para que a Associação funcione com eficiência. As reuniões do Colegiado Escolar acontecem na sede da Escola. por escrito contendo a pauta.decidir matéria de interesse do aluno ou de seu familiar. com antecedência mínima de 48 horas para as reuniões ordinárias e de 12 horas para as extraordinárias. e divulgá-lo à comunidade. o funcionamento e as competências de cada um dos membros da Associação de Pais. valorizando a Escola. abra espaço à reflexão e ao debate. Estes procedimentos são necessários. os alunos devem ser envolvidos nos processos de tomada de decisão e de implementação das ações na Escola. que deve constar do Calendário Escolar. apresente estudo sobre a organização. Tem por objetivo buscar melhoria da qualidade da Escola: é espaço de gestão compartilhada..

Na Escola. de entidades públicas e privadas e aqueles advindos da promoção de campanhas realizadas pela própria Escola. as parcerias deverão convergir. a elevação dos índices de proficiência média e a diminuição das diferenças educacionais. possibilita a formação de sujeitos do conhecimento. recursos humanos. organizando e dando suporte aos estudantes com sugestões de atividades para a organização e o funcionamento do Grêmio Estudantil. O grêmio Estudantil deve ser inserido como um segmento importante da Gestão Democrática e como parte do Projeto Pedagógico da Escola. ativos e envolvidos nos mais diversos aspectos da vida escolar. As ações desenvolvidas neste campo devem atender aos interesses da comunidade de forma impessoal e devem ser divulgadas o mais amplamente possível.1 Caixa Escolar É uma sociedade civil com personalidade jurídica e de direito privado instituída nas Escolas Estaduais.3. o gerenciamento dos recursos financeiros. focalizar a aprendizagem do aluno.3 Gestão Financeira: Suporte e Execução Transparente Nunca é demais repetir que a Escola terá que oferecer um serviço educacional de qualidade. 3. uma educação com padrões de desempenho de excelência. A Gestão dos Recursos Financeiros da Escola deve orientar-se pelos princípios da administração pública: obediência ao que a lei prescreve. prioritariamente. Diretor! Nessa tarefa. institucionais. Sugerimos alguns pontos para reflexão sobre o funcionamento da Caixa Escolar: 72 . porque são elas que dão suporte para que a Gestão Pedagógica aconteça com a qualidade desejada. da comunidade. a participação do Especialista é de fundamental importância. É função da Caixa Escolar administrar os recursos recebidos da SEE/MG. pois. cabe à Instituição Caixa Escolar.coletivamente. É também sua função viabilizar a aplicação dos recursos de acordo com o Plano de Aplicação aprovado pelo Colegiado Escolar. se não garantir que toda criança esteja lendo e escrevendo até os oito anos de idade. O Grêmio Estudantil possui características diferentes dos demais espaços de participação. 3. aplicação de regras de correta administração regida pela ética. em perfeita conjugação com a lei. para resguardar o interesse público. Devemos lembrar que todos os esforços. o melhor desempenho escolar dos alunos. Projeto nenhum terá sentido e não fará jus. financeiros. O papel do Diretor é gerenciar com competência. É regida por um estatuto próprio designada pelo nome da Escola a que pertence ou pela denominação da escolha na Assembléia Geral de Constituição. o fazer pedagógico sem se esquecer da Gestão Administrativa e Financeira . isto é.

QESE.Comunidade e direção sabem que Caixa Escolar é uma instituição pública de direito privado e o que isso significa? . outras liberações congêneres. . natureza da despesa (consumo ou capital). obra de construção. a SEE/MG repassa recursos financeiros destinados a: manutenção da unidade de ensino. . .A comunidade escolar conhece as normas de funcionamento da Caixa Escolar? .Os membros do Conselho Fiscal são bem preparados para assumir suas atribuições? . aplicação do recurso.Execução dos Recursos O repasse financeiro é vinculado ao que foi acordado no Termo de Compromisso. Federal: FNDE – Fundo Nacional da Educação Recursos Diretamente Arrecadados. . prazo de vigência.A Escola prevê a utilização dos recursos financeiros de acordo com o plano de ação? .Movimentação dos Recursos Ao receber os recursos. prestação de contas.Existe uma política da Escola para captação de recursos oriundos de arrecadação própria? .O Estatuto da Caixa Escolar corresponde à filosofia e à política da Escola? . Despesas de Capital . 73 . valor (verificar se será creditado em prestações)..Como é prevista a elaboração do plano de aplicação de recursos pela Escola? . As prioridades da aplicação dos recursos são definidas no Plano de Aplicação aprovado pelo Colegiado Escolar.São os investimentos feitos em equipamentos e materiais permanentes.De que forma a Escola dá conhecimento à Comunidade de sua prestação de contas? . cantina. Tesouro.Objeto do Repasse Além de projetos pedagógicos específicos. assinado pelo Diretor.Procedimentos Abertura de conta bancária. aquisição de gêneros alimentícios. reforma. Objeto (a que ele se destina). observar atentamente o Termo de Compromisso verificando: .Natureza da Despesa Despesas Correntes – Aquisições de materiais de consumo e o pagamento de prestação de serviços de quaisquer naturezas. assinatura do termo de compromisso. merenda escolar. prestação de serviços. cozinha e dependências administrativas. material permanente e obras de reparo e reformas. outras. com o uso. Materiais permanentes são aqueles que. Sua aplicação pode ter destinos como manutenção e custeio.Principais Fontes de Recursos Estadual: Quota Estadual de Salário Educação. Material de consumo é aquele que perde a identidade física em razão de suas características de deterioração e fragilidade. não perdem sua identidade física. ampliação e/ou adequação. aquisição de mobiliário e equipamento para sala de aula. .

A prestação de contas dos Recursos Diretamente Arrecadados deverá ser elaborada em uma única via. bazares. o que ele representa na vida da comunidade em que se insere e dos que a cercam. a ser mantida em arquivo próprio na Escola. sempre que necessário. tais como: venda de ingressos para festas e exibições.. contribuições espontâneas de membros da comunidade e da iniciativa privada. ao cumprimento das metas. Há também nas Superintendências Regionais de Ensino uma divisão financeira que apóia e orienta os diretores. A Caixa Escolar deverá manter o registro da movimentação financeira desses recursos e um Livro-Caixa. compõem a Escola e a sua identidade. Patrimônio público. todos os documentos relativos a receitas e despesas contraídas com esse recurso. requer engenho e arte. devendo a Caixa Escolar disponibilizar a Prestação de Contas quando solicitada pela SRE ou demais órgãos de Controle Interno e Externo para análise e parecer. submetendo ao Colegiado e Conselho Fiscal.Vale lembrar mais uma vez que os recursos financeiros são fundamentais para que a Escola faça a diferença.3. os materiais escolares. cumpre a sua função específica . é também comprovado apenas com a Nota Fiscal. Diretor! . Aspectos importantes dessa Gestão merecem destaque : . para aprovação. . o mais importante é o bom uso desses no cotidiano da Escola. que. quando ocorre a assinatura do Termo de Compromisso para a descentralização de recursos. lotados em determinada unidade administrativa. no seio da comunidade. em sua história.A SEE disponibiliza um Manual de Prestação de Contas que deverá ser consultado. O patrimônio tem também uma dimensão imaterial. Não basta apenas possuir bens e recursos. limpeza e organização desses bens são essenciais para que todos se sintam mais estimulados à realização das atividades e. neste caso. após a aprovação do Colegiado e Conselho Fiscal. a Escola. Todo o crédito deverá ter sua origem identificada bem como o débito.. em sua memória. garantindo em perfeito estado o patrimônio e as instalações escolares.2 Gestão do Patrimônio e das Instalações Escolares O patrimônio da Escola não é constituído apenas pelos recursos materiais. as instalações físicas. 3. para averiguar a documentação específica de cada verba em particular. portanto. os equipamentos. Gerir o patrimônio escolar significa não apenas conservar o que se vê como. Gerenciar todo esse fazer da Escola.Recursos Diretamente Arrecadados São os recursos provenientes da arrecadação de receitas previstas em seus estatutos. também. Patrimônio material e patrimônio imaterial são complementares. a infraestrutura.Carga Patrimonial São os bens permanentes. que pode ser percebida no símbolo da Escola. Entretanto essa função social não se esgota em si mesma.ensinar e possibilitar aprender. dentre outros. e a Escola se abre para usos sociais diversificados que devem ser realizados de forma integrada à função primeira e não em seu prejuízo. Instalações em bom estado de conservação. que é 74 .

O mobiliário e os equipamentos são concebidos e adaptados às crianças e jovens? .Inventário – Conjunto específico de ações de controle para a verificação dos materiais pertencentes ao ativo permanente. .A Movimentação dos Bens É o deslocamento de um bem já incorporado à Escola para outra Escola. No caso de cessão de dependências para entidades sem fins lucrativos. Transferência de responsabilidade – Quando ocorre substituição do responsável pela guarda e conservação do bem. a Escola possa refletir quanto a utilização e conservação de sua rede física. De extinção ou transformação – É realizado quando ocorre a extinção ou a transformação da Escola. Eventual – Pode ser realizado em qualquer tempo por iniciativa da autoridade competente. A comunidade escolar conserva e valoriza o espaço escolar? . para fins de interesse público. Anual – Destina-se a comprovar a quantidade e o valor dos materiais do acervo existente. em situação de eventos programados previamente. . Interna – Troca de responsabilidade do mesmo órgão feita através da Guia de Movimentação de Bens Patrimoniais. Há cinco tipos de inventário: . de inovação e de experimentação? . Atenção! O Diretor não tem competência legal para ceder ou permitir o uso de bens móveis por terceiros. Inicial – É realizado quando é criada uma Escola. . de trabalho em equipe. Há nele espaço de convívio. Externa – É o repasse gratuito de posse e a troca de responsabilidade de caráter definitivo entre órgãos do poder executivo. mobiliário e equipamentos: . ele tem 30 dias para realizar esse tipo de inventário. Cessão de uso – É de caráter temporário. com elas. de cultura. Possui espaços que favoreçam a flexibilização de atividades docentes e discentes? . Seguem algumas questões para que. O prédio da Escola é bem cuidado? . com autorização do Diretor e respaldado pelo Colegiado. Interveniente: SEE/MG. . Quando o Diretor assume o cargo. Os alunos demonstram prazer em estar na Escola? Sentem-se tão bem na Escola quanto em sua casa? . gratuitamente ou onerosa. para a sua identificação e registro. entre órgãos municipais. seja quanto às dependências físicas seja em relação aos turnos? . O SEPLAG dá a permissão e a SEE/MG formaliza o ato. Desperta carinho. . Há quatro tipos de movimentação: . Permissora é a SEPLAG. respeito e cuidados por parte de toda a Comunidade? . estaduais e federais ou autarquias e fundações do poder executivo. Há espaços ociosos na Escola. Permissão de uso – É a transferência de posse para terceiros. 75 . deve ser aplicada a Lei Estadual nº 11942/1995. . . .responsável por sua guarda e conservação. Possui locais que permitem a aprendizagem cooperativa e autônoma? . pela própria Escola. A Escola é tranqüila e adequada para o desenvolvimento das atividades intelectuais? .

estimulando o envolvimento dos alunos. que mobilizou toda a comunidade escolar a participar. . _______________________________________. além de atender aos critérios dispostos na Resolução. tornando-a aberta aos interesses da comunidade.Adotar medidas para elevar os níveis de proficiência dos alunos nas avaliações externas. professores e demais membros da equipe escolar. 76 . ocorreu em 29/04/2007 e os novos diretores foram nomeados pelo Governador do Estado em 03/07/2007 e os vice-diretores designados pela Secretaria de Educação em 05/07/2007. de forma a propiciar às unidades de ensino serviços educacionais de qualidade. exercendo as atribuições que lhe são próprias.Coordenar o Projeto Pedagógico.Apoiar o desenvolvimento e divulgar a avaliação pedagógica. II – Zelar. efetivo ou detentor de função pública. por meio das ações abaixo detalhadas. Município______________________. que. . as movimentações geradas pelos afastamentos temporários ou pela vacância do cargo ou da função são regulamentadas pelas disposições finais da Resolução SEE no 852/2006. SRE _________________________ ciente do disposto no artigo 28 do Decreto no 44559. A partir desta fase. de 29/06/2007. .4 – PROVIMENTO DO CARGO DE DIRETOR ESCOLAR E O PROGESTÃO EM MINAS GERAIS O provimento do cargo em comissão de Diretor de Escola e o exercício da função de Vice-Diretor são orientados pela Resolução SEE/MG no 852/2006. O último processo de indicação ao cargo de Diretor e à função de Vice-Diretor. Masp _________nomeado(a) designado(a) para exercer o cargo de Diretor da Escola Estadual _____________________ _____________. Tanto o cargo de Diretor quanto a função de Vice-Diretor são exercidos por Professor ou Especialista em Educação Básica. deve apresentar perfil para o gerenciamento competente e ser capaz de ampliar a participação da comunidade escolar na gestão democrática.1 Termo de Compromisso do Diretor Escolar e Vice-diretor No ato de posse ou de exercício o Diretor e o Vice-Diretor assumem perante a Secretaria de Estado de Educação o compromisso de gerenciar a Escola. aos quais cabe propor à SEE/MG nomes de servidores da Escola para serem designados ao exercício da gestão. com a participação efetiva dos Colegiados Escolares. conforme plano de metas a ser pactuado no prazo de dois meses com a Secretaria de Estado de Educação – SEE/MG. 4. pais.Representar oficialmente a Escola. comprometo-me a assumir as seguintes responsabilidades: I . para que a escola estadual sob minha responsabilidade ofereça serviços educacionais de qualidade. mediante assinatura do Termo de Compromisso conforme documento a seguir: TERMO DE COMPROMISSO – DIRETOR Eu.

Estimular o desenvolvimento profissional dos professores e demais servidores em sua formação e qualificação.. VII – Fornecer. III – Zelar para que a Escola Estadual onde exerço as funções de Vice-diretor ele. VIII – Observar e cumprir a legislação vigente. Masp. . _______________.) ___________________ (Cargo) Testemunhas: ____________________________________________ ____________________________________________ TERMO DE COMPROMISSO – VICE-DIRETOR Eu.) ______________ (Cargo) ____________________________________________ ____________________________________________ 77 . observando os prazos estabelecidos.Garantir a legalidade e regularidade da Escola e a autenticidade da vida escolar dos alunos. nos seus afastamentos. .Organizar o quadro de pessoal. ________________________________________________. IV – Indicar necessidades de reforma e ampliação do prédio e do acervo patrimonial. com fidedignidade. os dados solicitados pela SEE/MG. acompanhar a freqüência dos servidores e conduzir a avaliação de desempenho da equipe da Escola. ___________________________________________ ______________________ Local e data SRE ____________________________________ (Assinatura por extenso) Testemunhas: ________________ (Masp. os padrões de aprendizagem escolar de seus alunos e contribua para a formação da cidadania. III – Zelar pela manutenção dos bens patrimoniais. II . ______________________________________ ______________________ Local e data SRE _______________________________ (assinatura por extenso) ___________________ (Masp. do prédio e mobiliário escolar.Sanar as dificuldades apontadas nas avaliações externas. designado (a) para exercer a função de Vice-diretor da Escola Estadual ___________ _____________________. VI – Assegurar a regularidade do funcionamento da Caixa Escolar. . gradativamente. Município ________________________________.Cumprir os compromissos assumidos pelo Diretor. SRE _____________________ comprometendo-me a: I – Assumir as atribuições delegadas pelo Diretor da Escola. V – Prestar contas das ações realizadas durante o período em que exercer a direção da Escola e a presidência do Colegiado Escolar.

a SEE desenvolveu recursos instrucionais complementares ao currículo proposto pelo CONSED. também. o seu Plano de Metas. esta Secretaria reconhece no PROGESTÃO uma contribuição inovadora no campo da formação continuada que se identifica com os objetivos educacionais e as diretrizes das políticas públicas no Estado. Este Plano de Metas. 78 . assumindo todos. considerando o comprometimento com a efetiva aprendizagem dos alunos e a elevação da qualidade do ensino público no Estado.2 O Progestão em Minas Gerais A iniciativa de adesão da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais ao Projeto de Capacitação a Distância para Gestores Escolares – PROGESTÃO deve-se ao desafio de capacitar um dos maiores contingentes de educadores do País. na ampliação dos níveis de eficiência e eficácia dos gestores escolares. o Diretor assina. uma das contribuições mais significativas refere-se a sua extensão aos profissionais do magistério em exercício nas Escolas Estaduais que postulam atuar como gestores escolares. o compromisso de cumprimento de metas. as novas tecnologias e os novos sistemas de informação. deve ser complementado com outras metas da Escola a partir de seu Projeto Pedagógico e envolvendo. o que se propõe nesta SEE é intensificar a necessária mobilização administrativa no sentido de re-significar as competências necessárias ao desempenho profissional. a ampliação e melhoria do Ensino Fundamental e a universalização e melhoria do Ensino Médio. Na sua concepção. os demais aspectos da gestão escolar. voltadas para a melhoria do desempenho dos alunos. denominados Intermódulos. da Escola e do Sistema Educacional.Além do Termo de Compromisso. pactuado com a equipe da Escola. a Comunidade e a Secretaria de Estado de Educação. com vistas à melhoria da qualidade do ensino público. 4. também. a SEE/MG busca. Coerentemente com os desafios de valorização da gestão democrática. Aliado ao impacto do PROGESTÃO no desenvolvimento da gestão educacional. Com o foco na gestão do desenvolvimento de dirigentes escolares. Ao analisar a dinâmica dos processos de gestão escolar e as competências necessárias ao aprimoramento da educação em Minas Gerais. que tratam dos conhecimentos. o PROGESTÃO destinava-se apenas aos dirigentes escolares. Em Minas Gerais. proposto pela SEE. orientações e normas específicos do seu Sistema de Ensino.

Garantir e dar suporte necessário para o desenvolvimento das ações do Plano de Intervenção Pedagógica.AGENDA DO DIRETOR ESCOLAR Na complexidade de uma administração escolar. Realizar reunião mensal interna com Especialistas e Direção para organizar e reorganizar a estrutura pedagógica e as ações de intervenção pedagógica. Guias do Professor Alfabetizador. mês a mês. antecipadamente. faz-se necessário um planejamento cada vez mais cuidadoso com a adequada distribuição de setores e tarefas. se necessário. • Garantir que “Toda criança esteja alfabetizada até os oito anos de idade”. sabemos que as ações que são comuns a todas elas são essas que estão distribuídas. conversa com os alunos e professores. • Garantir que Alunos com necessidades educativas especiais tenham o PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) e acompanhar seus avanços. alterar. • • • • • • 79 . Acelerar para Vencer. • Verificar. Realizar atendimento ao público. tudo animar continuamente. CBC. modificar. ajudar. delegando competências. depois.5 . Estimular. Tentar racionalizar o trabalho. de tudo ele deverá ter ciência e intervir. Alguma coisa há que só ele mesmo poderá fazer. desejamos que estas sugestões sejam de grande valia. nas atividades permanentes e especificamente. Solicitar periodicamente dos Especialistas e dos Professores a revisão das estratégias de ensino e da implementação das atividades do Projeto de Intervenção Pedagógica. distribuir o trabalho. são ações muito importantes para quem deseja ser um bom gestor. É aqui que a Agenda Administrativa – aquela em que estão presentes os principais tópicos ou as principais tarefas que. dentre outros. E. Diretor. E. Assegurar-se de que professores estejam usando os diversos suportes: Caderno de Alfabetização – CEALE-SEE-MG. sensibilizando. todas as tarefas mensais e. dividindo os serviços. ao mesmo tempo. na agenda a seguir. a aprendizagem dos alunos através de visitas às salas de aula. Programa de Educação Afetivo-Sexual (PEAS). Livro Cantalelê. ao longo do ano. implementar e operacionalizar todo o Projeto Pedagógico da Escola. juntamente com a Equipe Pedagógica. . avaliação dos resultados e das intervenções pedagógicas. observação das atividades propostas. na verdade.Atividades Permanentes • Acompanhar. na organização e no desempenho de sua gestão. entretanto. colocar em pauta. acompanhar e viabilizar o desenvolvimento de projetos: Escola de Tempo Integral. há que se fazer – torna-se imprescindível. sempre que possível. Diretrizes Curriculares de Matemática. implementando e operacionalizando o Plano de Intervenção Pedagógica. Sabemos que cada Escola tem suas características próprias. estimulando.

prestação de contas de materiais permanentes. observando as orientações da SEE e SRE. participar das ações de formação continuada promovidas pela SEE e SRE. Realizar os editais e divulgá-los. Organizar e gerir a rotina da Escola. e garantir que as intervenções pedagógicas se efetivem. acompanhar e viabilizar o cumprimento do Módulo 2 e a participação de todos os professores. Incentivar. Participar das reuniões do Conselho de Classe para análise. sua conservação e garantir a ampliação de seu acervo. para que todos possam. Visitar diariamente os SITES da SEE. Acompanhar e informar ao Conselho Tutelar e/ou às autoridades competentes do Município as situações de evasão ou repetidas faltas não justificadas do aluno. quando convidada. clubes de leitura. andar pelos espaços internos da Escola sempre. sob a coordenação do Especialista. Estimular a criação de grêmios escolares. e se a solicitação de informações e/ou documentos está sendo atendida no prazo previsto. Realizar matrículas de alunos novatos. dos CBC. no decorrer do ano letivo. 80 . Promover encontros e reuniões (Módulo 2) para estudos que possibilitem análise constante do Projeto Pedagógico da Escola. Expedir documentação de transferência e outros. Participar de reuniões convocadas pela SRE e SEE. Incentivar a utilização de jornais da Escola. quando houver vagas.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Programa de Educação Profissional (PEP). Coordenar as ações relativas às Avaliações Externas. Visitar as dependências da Escola. dos Cadernos da SEE/MG. associação de pais. Assegurar o uso da Biblioteca. a cada bimestre. Assegurar o atendimento às solicitações de documentos. a DVteca. Participar de reuniões promovidas pela comunidade. de consumo e de merenda escolar. o e-mail da Escola e o portal da Educação. Manter atualizadas as Videoteca. a Gibiteca. discussões e tomada de decisões a respeito do resultado dos alunos. folhetos. panfletos para informações intra e extra-escolares. Visitar as salas de aula. Manter-se atento a prazos de compras. Vistar todas as folhas do Livro de Ponto. Verificar o que está sendo arquivado. dos Guias do Professor Alfabetizador adaptando-os à realidade da Escola e do educando e aos recursos disponíveis. murais. Ler e responder e-mails e demais correspondências. semanalmente. Zelar pela assiduidade dos alunos à Escola.

Contagem de Tempo. Responsabilizar-se pela escrituração do Quadro de Pessoal. Divulgar e discutir sempre com toda a Comunidade Escolar as metas pactuadas pela Escola e os resultados dos alunos e da Escola nas avaliações internas e externas. Transferências. Requerimento de Inspeção Médica (RIM). Analisar e prestar conta da situação financeira da Escola com e para a Comunidade Escolar (pais de alunos. Realizar matrículas de alunos novatos. professores e demais servidores Janeiro Concluir a elaboração do Calendário Escolar. Providenciar a manutenção e/ou as correções necessárias. Pasta do Aluno. Avaliar a freqüência dos alunos. Verificar e avaliar o Fluxo Escolar. Elaborar. Realizar reuniões periódicas com pais e comunidade escolar para apresentação de resultados dos alunos. Programar atividades para o período de férias. Planejar com o especialista os encontros Pedagógicos e Administrativos que acontecerão 81 . alunos e colegiado).• • • • • • • • • • • • • • Divulgar amplamente para toda a Comunidade Escolar as atividades e eventos realizados pela Escola Reunir-se mensalmente com o Colegiado Escolar. tendo em vista a satisfação de todos. Processo Funcional do Servidor. o horário de aulas. Propiciar a adoção de formas de trabalho. Declarações. Divulgar o início do Ano Letivo para comunidade. de propostas de ação e de intervenção pedagógica e colher sugestões. Listagem de Freqüência. com a equipe. Assegurar o cumprimento das rotinas de limpeza. (referentes ao item anterior) Participar das atividades Cívico-Sociais do mês celebradas pela Escola. Garantir a participação da Comunidade Escolar nas ações e eventos da Escola. pela leitura e recorte das publicações de interesse do servidor e da Escola no Diário Oficial. Matrículas. servidores. segurança. merenda e materiais de consumo. desenvolvendo a cooperação e o crescimento pessoal em todos os segmentos da Escola. Estimular o uso das Salas de Informática e Laboratórios de Ciências zelando por sua conservação e ampliação do acervo. definir como os recursos recebidos serão aplicados e como será o funcionamento do cotidiano da Escola. Analisar com o Colegiado Escolar a situação financeira da Escola. Garantir funcionamento da secretaria da Escola para atendimento ao público.

prestação de contas de materiais permanentes. • Distribuição de turmas e aulas de acordo a legislação vigente. de consumo e de merenda escolar. Realizar encontros pedagógicos e administrativos com a pauta a ser desenvolvida nos dias escolares: • Boas-Vindas. através das orientações da SEE. Acompanhar o processo de recuperação previsto na Lei SEE nº 521/ 2004. se necessário. Recepcionar os alunos com festividade e fazer a apresentação dos professores. Desenvolver com a vice-direção a proposta de trabalho tanto no aspecto pedagógico quanto no administrativo. • Dinâmicas (relações interpessoais). Fevereiro Recepcionar professores.nos primeiros dias escolares de fevereiro. Manter-se atento a prazos de compra. especialistas. Preparar e organizar o quadro de servidores. • Apresentação de calendário escolar. Iniciar com a equipe pedagógica.RAIS. • Estudo e análise do Regimento Escolar para sua revisão e atualização. organização de gêneros alimentícios. Assegurar o atendimento às solicitações de documentos fornecidos pela Escola. Organizar a Escola para o início das atividades escolares (limpeza. pintura e outros). coleta de dados para a construção do Plano de Desenvolvimento Individual dos alunos com necessidades 82 . vistoria da rede física e realização de pequenos reparos. Entregar a Relação Anual de Informações Sociais . SEE e MEC no quadro de avisos da Escola. Divulgar amplamente para toda a Comunidade Escolar as atividades e os eventos planejados para o ano em curso. de aulas e de recreio. Buscar parcerias entre Escola. elaboração de cardápios. Preparar a Escola para recepcionar os professores. especialistas e demais funcionários. pais. pais e /ou responsáveis por alunos. objetivando discussão e ajustes na primeira reunião de fevereiro. • Análise e avaliação do Projeto Pedagógico da Escola e Plano de Intervenção Pedagógica com vistas ao replanejamento de ações. Divulgar as informações recebidas da SRE. alunos e demais servidores. • Definição de horários de início e término de turnos. comunidade e instituições públicas ou nãogovernamentais – ONG através de reuniões com o Colegiado Escolar. (Designação) Fazer uma distribuição prévia de turmas e aulas. se necessário. • Definição da enturmação dos alunos e do quadro de pessoal da Escola nos termos da legislação vigente.

Replanejar ações do PPE e PIP objetivando a atualização e implementação. com o objetivo de melhorar o desempenho e o seu crescimento profissional. Realizar o QTM (Quadro de Turmas e Matrícula) e protocolizá-los na SRE. Responsabilizar-se pela inserção de dados no ambiente virtual. Organizar cronograma de atendimento aos pais. professor do uso da biblioteca e dos demais funcionários. Realizar o Censo Escolar. Realizar reuniões de pais de alunos de todas as turmas da Escola. o Regimento Escolar. Afixar seu horário de trabalho para que todos possam ter acesso a ele. Abril Verificar. professores e demais funcionários. em parceria com a Equipe Pedagógica. dos Planos de Ensino dos Professores. junto aos servidores. Escriturar atas dos resultados finais e históricos escolares. na falta inesperada do professor. referentes à AED (Avaliação Especial de Desempenho . conforme legislação vigente. as Emendas e o Plano Curricular. SISAD. ou reformular o Projeto Pedagógico da Escola.educativas especiais. Março Elaborar e. a aprendizagem dos alunos através de 83 . dos Planos de todos os servidores (PGDI – Plano de Gestão de Desempenho Individual). Analisar os Planejamentos dos especialistas em Educação Básica.Estágio probatório) e ADI (Avaliação de Desempenho Individual). Organizar com o especialista o plano de trabalho do professor eventual. Garantir que o professor eventual construa seu plano de ação. Planejar com os especialistas a organização do Módulo 2. Construir o “Banco de dados” para ser oferecido ao aluno. Reunir-se com o colegiado escolar mensalmente e de acordo com as necessidades da Escola. Levantar demandas de cursos de formação. Elaborar Ata de Resultados e preencher Histórico Escolar dos alunos que realizaram os Estudos Orientados. Garantir a realização das Avaliações Diagnósticas para subsidiar planejamentos e ações do Plano de Intervenção Pedagógica. tendo em vista o apoio às demandas de aprendizagem. Acompanhar a realização da Progressão Parcial prevista na Resolução da SEE nº 521/2004.

Reunir-se com o Colegiado Escolar para analisar a situação financeira da Escola. a execução dos Planos de Ensino. observando as orientações da SEE/SRE para aplicação das avaliações externas do PROALFA e Provinha Brasil. Entregar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais . juntamente com o Especialista.DCTF. concursos de redação. Acompanhar e assegurar o desenvolvimento dos Projetos Institucionais da Secretaria de Estado da Educação: Programa de Intervenção Pedagógica. Guias do Professor Alfabetizador. definir como os recursos recebidos serão aplicados e como será o funcionamento do cotidiano da Escola. observação das atividades propostas. Lúcia Casasanta. Definir as atividades extracurriculares e desenvolvê-las com o apoio e a participação da Comunidade Escolar. Diretrizes Curriculares de Matemática/SEE. e a sua consonância com propostas de Alfabetização e Letramento contidas nos cadernos da SEE/MG elaboradas pelo CEALE. verificando os registros nos Diários de Classe. Analisar. etc. CBC. Divulgar os resultados do primeiro bimestre para os pais e/ou responsáveis através de boletins escolares. avaliação dos resultados e intervenções pedagógicas. gráficos. etc. Acompanhar as ações e metas previstas no PGDI dos servidores. juntamente com a Equipe Pedagógica. conversa com alunos e professores. planilhas e e-mail em reuniões de pais e professores. Maio Rever as estratégias de ensino de cada professor e a implementação das atividades do Plano de Intervenção Pedagógica (PIP). Projeto Acelerar para Vencer e Escola de Tempo Integral.visitas às salas de aula. os instrumentos e as ferramentas utilizadas na avaliação da aprendizagem dos alunos e assegurar-lhes a eficácia dos mesmos (provas operatórias). entre outros. Garantir. Participar das reuniões do Conselho de Classe informando-se e ajudando a definir os rumos desejados para o processo ensino-aprendizagem. Informar à comunidade escolar sobre inscrições de vestibulares e de concursos públicos. Estimular alunos e professores a participarem da Avaliação do 1° ano do Ensino Médio – PAAE (Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar) Estimular os alunos a participarem da Olimpíada da Matemática. 84 . Incentivar a pesquisa e o estudo sobre a temática: “História e cultura afro-brasileira” de acordo com a Lei nº 11645/2008. Estimular professores a participarem de concursos: Fundação Victor Civita. Olimpíada da Língua Portuguesa. Coordenar as ações de Avaliações Externas.

Participar do Conselho de Classe – 2° Bimestre. a Ética. Coordenar as ações de avaliações externas (Prova Brasil). boletins escolares. Entregar a Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica . Acompanhar. Analisar os Diários de Classe com a secretaria da Escola. a Saúde. procedimentais e atitudinais. Preparar e fazer realizar as atividades dos dias: “Toda a Escola Pode Fazer a Diferença” e “Toda a Comunidade Participando.ENEM assegurando-se de que os alunos do Ensino Médio a realizem. Definir providências para encerramento do semestre. juntamente com os especialistas. em função dos resultados e redefinindo objetivos ou planos individuais de trabalho. tendo em vista o desenvolvimento de conteúdos conceituais. Elaborar um projeto envolvendo toda a comunidade escolar. Analisar os resultados dos alunos no bimestre e fazer a divulgação dos mesmos por meio de gráficos. Programar e realizar com a equipe da Escola e o Colegiado a Festa Junina. Junho Garantir a realização da 2ª Avaliação Diagnóstica institucional que deverá acontecer em todas as turmas. objetivando a reestruturação do Plano de Intervenção Pedagógica nos Dias da Escola e da Comunidade. Organizar juntamente com a equipe pedagógica da Escola excursões e passeios para alunos dos diversos níveis. avaliar e intervir no Plano de Ação dos Especialistas em Educação Básica. Participar das reuniões de pais para entrega dos boletins escolares. Replanejar o Projeto Pedagógico.Acompanhar e disponibilizar a inscrição do Exame Nacional de Ensino Médio. a Cidadania e demais Temas Transversais. Avaliar o resultado das atividades rotineiras de todos os setores da Escola. Avaliar a implementação e a operacionalização do Plano de Intervenção Pedagógica. Divulgar e realizar o Cadastro Escolar (data móvel). em reunião com pais e professores. subsidiando o replanejamento das atividades escolares e a implementação das ações de intervenção pedagógica. Divulgar e analisar os resultados das avaliações do POALFA.DIRPJ. palestras. Incentivar a realização de atividades de pesquisa.” 85 . coordenadores dos projetos e subprojetos verificando o atendimento às METAS. objetivando sua auto-avaliação. Julho Realizar reunião de encerramento do 2° bimestre. feiras culturais sobre o Meio Ambiente. visando à aprendizagem dos alunos.

Avaliar o rendimento do aluno e acionar medidas de Intervenção Pedagógica. Acompanhar as atividades de Progressão Parcial dos alunos dos Anos Finais do Ensino Fundamental e Médio previstas na Resolução da SEE nº 521/2004. Diretrizes da Matemática. com a equipe pedagógica da Escola. (Ver Projeto Incluir no site da Secretaria de Estado da Educação). Setembro Refletir com a equipe sobre as questões pedagógicas. cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. Acompanhar o fechamento do Educa Censo e verificar o levantamento dos alunos que não venceram os Estudos Orientados para oportunizar os Estudos Independentes. alunos e demais funcionários no retorno do recesso escolar. Analisar. conhecer as metas propostas e planejar intervenções pedagógicas adequadas para melhorar a aprendizagem dos alunos. Estimular a troca de experiências. 86 . com a equipe pedagógica. os resultados dos alunos nas avaliações internas e divulgá-los à comunidade escolar. Acompanhar a escolha dos livros didáticos nos períodos determinados. Realizar o segundo momento do Plano de Gestão de Desempenho Individual. Levantar demandas de cursos junto aos servidores com o objetivo de melhorar o desempenho e seu crescimento profissional (para o segundo semestre). Responsabilizar-se pela escrituração do Patrimônio da Escola. materiais concretos.Agosto Preparar as boas-vindas para professores. vestibular por etapas. objetivando sua auto-avaliação. de que os Planos de Ensino foram elaborados e de que estão sendo aplicados em consonâncias com as diretrizes do CBC. Estimular professores a usarem os recursos disponíveis na Escola: Laboratório de Informática. Estudar os Boletins Pedagógicos. por intermédio dos Especialistas em Educação Básica. Levantar demanda de matrícula de EJA e promover a implantação da mesma na Escola. Responsabilizar-se. etc. trabalhos em equipe e interdisciplinares. bibliografias diversas.PGDI. Laboratório de Ciências. sobre inscrições de vestibulares. Avaliar o resultado das atividades rotineiras de todos os setores da Escola. concursos públicos em Escolas Técnicas Federais. Preparar com a equipe a comemoração do dia do estudante (11/08). através de afixação de cartazes em lugar visível a todos. Analisar com toda a equipe os resultados das avaliações externas realizadas no primeiro semestre. analisando os resultados das avaliações internas e buscando alternativas para a melhoria da aprendizagem dos alunos. Informar à comunidade escolar. pela construção do Formulário VI para a solicitação de atendimento especializado para alunos com necessidades educativas especiais. Assegurar-se.

Organizar uma homenagem aos alunos e professores. Manter atualizados dados referentes ao número de alunos através dos site: http://www. Outubro Organizar e preparar atividades relativas à semana da criança e ao dia do professor. utilizando oficinas. FNDE. Assegurar-se de que “Toda criança esteja alfabetizada até os oito anos de idade”. sensibilizando.DCTF. Analisar e preencher o Plano de Atendimento para o ano seguinte. infantis. Organizar e realizar juntamente com a secretaria da Escola a renovação da matrícula dos alunos. Avaliar o Plano de Intervenção Pedagógica para formulação de possíveis estratégias para o atendimento aos alunos que ainda não atingiram as capacidades previstas para o ano. estimulando. Acompanhar e presidir as reuniões e entrevistas com os servidores no PGDI. Entregar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais . implementando e operacionalizando o Plano de Intervenção Pedagógica. campeonatos internos e externos. Participar das reuniões de Pais para a divulgação dos resultados de aprendizagem dos alunos e o acompanhamento das atividades de Intervenção Pedagógica-Entrega de Boletins. infanto-juvenis. Observar as orientações da SEE/SRE para aplicação das Avaliações Externas do SIMAVE/ PROEB e Provinha Brasil. jornalísticas.fnde. Cadastrar professores interessados em fazer algum curso na área de Educação Inclusiva através do site da SEE. gov. gincanas para a confraternização e solidificação dos laços afetivos. Reunir-se com o Conselho de Classe para analisar os resultados dos alunos no processo ensino-aprendizagem do 3° bimestre e garantir a operacionalização das ações de intervenção pedagógica. Programa do Livro Didático. Reformular a Proposta Pedagógica e o Regimento Escolar.br/siscort/. Promover eventos extra-escolares que envolvam a comunidade (feira de ciências. jornais. saraus. Coordenar as ações de avaliações externas e internas. gincanas. olimpíadas). Rever com os professores o número de aulas para complementação da carga horária dos alunos nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Através do Projeto Incluir – Gerenciamento de Cursos. 87 . Novembro Responsabilizar-se por renovar assinaturas de revistas pedagógicas.Acompanhar as ações e metas previstas no PGDI dos servidores.

. é necessário inventariar e avaliar os resultados alcançados: A Escola conseguiu que os seus alunos aprendessem mais que nos anos anteriores? Que eles se sentissem mais satisfeitos com a Escola e mais motivados a estudar? Conseguiu diminuir os índices de evasão. (Revista Gestão em Rede. Divulgá-lo para a comunidade escolar. com base nas orientações da SEE/MG. incluindo fotos do trabalho realizado compartilhando os resultados alcançados pela Escola. tendo em vista o encerramento dos anos letivo e escolar.Incentivar e realizar a Semana da Preservação do Patrimônio Público. Dezembro O final do Ano Escolar representa não apenas a ocasião da completude de duzentos dias letivos e oitocentas horas plenas de aula para todos os alunos da Escola. Reunir-se com o Conselho de Classe para a análise e o fechamento dos resultados do processo ensino-aprendizagem dos alunos.avaliação geral dos resultados dos alunos e das atividades realizadas durante o ano.Realização almoço ou lanche de confraternização para todos os servidores da Escola. . nº 74. Estabelecer com a Comunidade Escolar os critérios complementares para a escolha de turmas. . Organizar com os Especialistas e os Professores as atividades para os alunos em Progressão Parcial (Res. 2006). . turnos e aulas e divulgá-los após aprovação do Colegiado Escolar.Avaliação do Plano de Intervenção Pedagógica. Planejar as pautas das reuniões de encerramento do ano escolar. reprovação e distorção de idade-ano de escolaridade? Boa Escola é a que realiza esses feitos ano a ano.SEE nº 521/ 2004).Elaboração da primeira versão do calendário escolar.Auto-avaliação dos servidores e Avaliação da Instituição Escolar. também.Segunda reunião: dinâmica de grupo (Confraternização) .Primeira reunião: . . .Apresentações de vídeos com recortes de atividades realizadas durante o ano. . .Promoção troca de cartões e de lembranças. deve representar. referentes ao 4º Bimestre e em o todo ano letivo. e melhora seus resultados. 88 . entretanto.Mensagens. Rever com os Especialistas o cronograma das atividades programadas para o mês de dezembro. nov. Para perceber essas boas sensações. um tempo de celebrações do dever cumprido e com ótimos resultados educacionais. .Preparação de murais de agradecimentos. .Análise do Fluxo Escolar. continuamente.

Realizar matrícula dos alunos advindos do Cadastro Escolar. os Diários de Classe. financeiros e principalmente pedagógicos. Verificar e providenciar a organização dos registros e dos resultados dos alunos nas Atividades de Progressão Parcial. previstas na Resolução da SEE nº 521/04. Analisar. Participar da reunião de pais para avaliação da Escola e entrega dos resultados dos alunos – Boletim Escolar. Definir. Expedir declaração de conclusão do Ensino Fundamental e Médio e divulgar lista de Escolas para o encaminhamento. com os Especialistas e a Secretaria. nos aspectos administrativos. Reunir-se com os professores e o Colegiado para análise da avaliação da Escola feita pelos pais. com os servidores. Acompanhar as ações e metas previstas no PGDI dos servidores. prosseguindo com seu fechamento e arquivamento. 89 . as atividades que serão realizadas no mês de janeiro. se for o caso. Realizar reuniões de encerramento do Ano Letivo e Escolar.

Por outro lado. quer seja no comportamento do indivíduo. embora dominem as habilidades básicas do ler e do escrever. É uma aprendizagem que provoca uma modificação. relacionados com a visão de homem.PAINEL PEDAGÓGICO Considerando o caráter pedagógico desse Guia. invariavelmente.5. desencadeando modificações de comportamento e contribuindo para utilização do que é aprendido em diferentes situações. 6. 1988. 6. 6.2. A conquista dos princípios alfabético e ortográfico que possibilita ao aluno ler e escrever com autonomia. qualquer definição está.Analfabetos Funcionais Expressão para designar as pessoas que. permitindo a formulação de problemas que incentivem o aprender mais.3. o estabelecimento de diferentes tipos de relações entre fatos. que oferece oportunidade de interação dos alunos com diferentes tipos e usos de textos em práticas sociais ou de letramento. na orientação futura que escolhe ou nas suas atitudes e personalidade”. desenvolvem competências e mudam o comportamento. acontecimentos.Ambiente Alfabetizador É um contexto de cultura escrita. Contudo. in Tornar-se Pessoa. apresentamos algumas definições e alguns conceitos de palavras. termos e expressões que poderão constituir-se temas de estudo e de reflexão para todos os que atuam na EDUCAÇÃO BÁSICA. Martins Fontes) 90 . a complexidade desse processo dificilmente pode ser explicada apenas com o recorte do todo.Aprendizagem Forma como os seres adquirem novos conhecimentos. impregnada de pressupostos político-ideológicos. da sociedade e do saber. Ed.Aprendizagem Significativa É aquela que resulta na compreensão de significados.4. para satisfazer às exigências do aprendizado. não são capazes de utilizar a escrita na leitura e na produção de textos na vida cotidiana ou na Escola.6. 6. noções e conceitos.Alfabetização É o processo específico e indispensável de apropriação do sistema de escrita. “Por aprendizagem significativa entendo uma aprendizagem que é mais do que uma acumulação de fatos. propiciado pela organização da sala de aula e da Escola no decorrer do processo de alfabetização. (ROGERS. 6. objetos. relacionando-se às experiências anteriores e vivências pessoais dos alunos.1.

Competência Segundo Perrenoud (2000). A participação significa. dos alunos e pais na gestão da Escola.8. subtema. eixo temático.000 itens de todos os conteúdos dos componentes curriculares dos Anos Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.10. disciplina. em patamares progressivos de abstração. inclui conhecimentos teóricos 91 . sua realização concreta nas instituições dá-se pela participação na livre escolha de objetivos e processos de trabalhos e na construção conjunta do ambiente de trabalho. A competência. a intervenção dos usuários profissionais da educação. tema. Foram elaborados por professores e por especialistas em conteúdos de acordo com as especificações do CBC: nível de ensino.Banco de Itens O banco de itens informatizado e organizado pela SEE oferece suporte didático aos professores no processo de avaliação da aprendizagem escolar. Esses itens orientam o professor em relação aos parâmetros mínimos de aprendizagem que devem ser alcançados. não consiste na aplicação pura e simples de conhecimentos. É o processo cognitivo de colocar (classificar) novos eventos nos esquemas existentes 6. que possibilitam ampliação na compreensão da leitura. (Cadernos da SEE/MG elaborados pelo CEALE. competência pode ser considerada como a “capacidade de agir eficazmente em um determinado tipo de situação apoiando-se em conhecimentos. Como a autonomia opõe-se às formas autoritárias de tomada de decisão. para a condução da própria vida.Autonomia Significa a capacidade das pessoas e dos grupos para a livre determinação de si próprios. modelos de ação ou procedimentos. caderno 2). 6. itens que serão utilizados na geração de provas das avaliações. Os itens que constituem o acervo do banco abrangem os conteúdos do CBC e estão disponibilizados em aproximadamente 20.Assimilação É a incorporação de elementos do meio externo (objeto. portanto. afirma esse autor. Disponibiliza on line. isto é. conhecimento) a um esquema ou estrutura do sujeito. mas sem limitar-se a eles”. tópicos e habilidades.9.Capacidade Termo considerado amplo o suficiente para abranger todos os níveis de progressão.7. 6.6. na produção textual e na seleção de instrumentos diversificados para tais aprendizagens. 6. desde os primeiros atos motores indispensáveis à aquisição da escrita até as elaborações conceituais.6.

em determinado assunto. está carregado.Desempenho Escolar Ato ou efeito para a satisfação de uma promessa ou de um objetivo.11. descobrindo os mecanismos que operam em seu desenvolvimento dentro dos campos escolares” (SANCRISTAN. é algo que se constrói. o que pode ser feito tanto a partir de um nível de análise político-social.17). Se o currículo. p. características ou elementos diferentes entre si.Conteúdo Escolar O conteúdo escolar não é o saber científico original. seus conteúdos e sua forma última não podem ser indiferentes aos contextos nos quais se configura”. quanto a partir do ponto de vista de sua instrumentação “mais técnica”. “O currículo é o conjunto de todas as experiências escolares de conhecimento proporcionadas aos / às estudantes. social e escolar.Currículo “O currículo. portanto se constrói na instituição escolar. de valores e pressupostos que é preciso decifrar. (LOPES. diferenciados. p. O conteúdo escolar é um objeto didático. diferentes ângulos de visão ou de abordagem.13. por exemplo. portanto. 19) 6. multiplicidade. política. 6. conforme a posição ocupada por letras e sílabas nas palavras. formas de atuar e atitudes. As rimas. A noção de diversidade está ligada aos conceitos de pluralidade. 1998.Diversidade O termo diz respeito à variedade e à convivência de idéias.14. nos acordos e conflitos diários no interior dessas instituições. 6. produto de um conjunto de transformações do conhecimento científico. por meio do que se acostuma chamar de transposição didática.Consciência Fonológica Pressupõe a compreensão de que a escrita se organiza como seqüência de sons. situação ou ambiente. podem ser percebidas nesse nível de consciência e facilitam estratégias de inferências e generalizações para novas construções de palavras. é uma opção historicamente configurada que se sedimentou dentro de determinada trama cultural. por meio da execução de uma tarefa ou função.15. 6. 2000. 6. em seus conteúdos e nas formas pelas quais se nos apresenta e se apresenta aos professores e aos alunos. 92 .ou metodológicos. Para defini-las. heterogeneidade e variedade. é preciso relacioná-las a um conjunto de problemas ou tarefas.12. evidentemente.

e de que suas diferenças devem ser respeitadas e trabalhadas. eqüidade supera o conceito formal de igualdade: “todos os indivíduos são portadores dos mesmos direitos fundamentais”. na prática “uma estratégia inversa ao “igual para todos”: propõe-se uma educação diferenciada para se obter resultados semelhantes”. na educação escolar. tendo em vista sua qualificação e a melhoria de sua prática no contexto escolar. 6. Segundo ALESSANDRI (2002). que não apresentam as mesmas particularidades. para que possamos nelas interferir de modo crítico e competente. que eles podem aprender novas noções e habilidades.21.20. a Escola comum torna-se um lugar fecundo para a construção de novos referenciais para esses sujeitos. 93 .17. ação de sensibilizar a Comunidade Escolar para garantir a execução das atividades planejadas. 6.18. 6. considerando as diversidades e particularidades do indivíduo.16. são quantitativos que indicam o percentual dos alunos aprovados. 6.6. em especial. Eqüidade supera esse conceito por vincular-se com mais vigor ao conceito de justiça.19.Implementação Criação de condições para que o planejamento se realize. Parte do princípio de que todos podem aprender. 6. Por isso.Fluxo Escolar É a movimentação de alunos no contexto escolar. reprovados e dos que abandonaram a unidade escolar antes do final do ano letivo sem solicitar transferência para outra Escola.Inclusão Social na Escola A educação inclusiva se apóia em uma visão ampliada do processo de ensino e de aprendizagem.Eqüidade Nas ciências sociais em geral e. pois é na convivência com seus pares. Significa proporcionar mais a quem mais necessita. trata-se da chamada “discriminação positiva”.Escola Entendemos por Escola o lugar aonde vamos (os alunos) buscar pessoas (educadores) que nos ajudem a organizar nossos pensamentos sobre a realidade. “Não basta planejar. Escola é o lugar de organização da reflexão sobre as determinações naturais e sociais. para a construção de um mundo melhor para todos. a fim de mudá-las.Formação Continuada Formas deliberadas e organizadas de aperfeiçoamento profissional do docente. é preciso implementar as ações”.

registram-se os sonhos.Letramento Letramento..Matriz de Referência Conjunto de habilidades previstas como objeto de avaliação.Interdisciplinaridade É a integração de dois ou mais componentes curriculares na construção do conhecimento. 2005). e expressa sua identidade e a direção que deseja tomar.. promovermos situações de aprendizagem e trabalharmos com diferença. de livros científicos.). e não fragmentado. etc. embalagens comerciais. os parâmetros fundamentais são as suas potencialidades. as esperanças. Uma Matriz de Referência é formada por um conjunto de descritores que... e se prolonga por toda a vida. como 94 .” (ELIZA. a sua possibilidade de descobrir e produzir outras formas de conhecer. como a produção de novos conhecimentos ou mesmo novas sub-áreas.Marco Referencial É a explicitação da visão de mundo. A interdisciplinaridade surge como uma das respostas à necessidade de uma reconciliação epistemológica. articulação que existe entre as disciplinas para que o conhecimento do aluno seja global.26. dos valores e dos compromissos que a Escola está assumindo. processo necessário devido à fragmentação dos conhecimentos ocorrido com a revolução industrial e a necessidade de mão de obra especializada.Matriz Curricular A matriz curricular é ampla e espelha as Diretrizes de Ensino cujo desenvolvimento deve ser obrigatório para todos os alunos. como analisa uma professora do ensino fundamental: “. precisamos ter sensibilidade para incluir cada sujeito em sua particularidade. por exemplo). 6. Inclusão 6. as utopias e as expectativas da comunidade escolar e os seus desejos relativos à construção de uma sociedade melhor. mas não impedem o desenvolvimento.23. como o processo de inserção e participação na cultura escrita. revistas.25. com a crescente possibilidade de participação nas práticas sociais que envolvem a língua escrita (leitura e redação de contratos.24.. rótulos.22. 6. Nele. A interdisciplinaridade é.. tratase de um processo que tem início quando a criança começa a conviver com as diferentes manifestações da escrita na sociedade (placas. 6. A interdisciplinaridade buscou conciliar os conceitos pertencentes às diversas áreas do conhecimento a fim de promover avanços. por tanto. as dificuldades imprimem um ritmo.Nessa perspectiva. 6. de obras literárias.

hábil. dar uma estrutura. o que deve ser feito no tempo certo e ao longo de todo ano letivo. 6. tendo em vista o sucesso da aprendizagem do aluno e da Escola. financeiros intelectuais) e coordenar e avaliar o trabalho das pessoas. explicitam pontos básicos do que se avalia: conteúdo programático e o nível de operação mental desenvolvido no processo de aprendizagem. a organização escolar refere-se aos princípios e procedimentos relacionados à ação de planejar o trabalho da Escola. como fazer. Esse termo se refere a habilidades. Esse Plano deve levar em conta os resultados das Avaliações Internas e Externas e estabelecer ações específicas de intervenção pedagógica para os alunos. competências e conhecimentos que os alunos demonstram ter desenvolvido em um dado momento de sua escolarização.31.30. as metas. Proficiente: que tem perfeito conhecimento.Organização Escolar Significa dispor de forma ordenada. habilidade. 6.32. capaz. Assim. 6.28. 95 . planejar uma ação e prover condições necessárias para realizá-las. competente. aptidão. quando fazer. racionalizar o uso de recursos (materiais. companhia.Plano Nada mais é do que um documento. sociedade. parceria supõe uma via de mão dupla em que Comunidade e Escola se interagem numa troca contínua. o registro do que se quer fazer.Plano de Intervenção Pedagógica É o Plano de Intervenção de cada Escola. de fundamentação teórica. os recursos humanos e financeiros disponíveis. 6. de modo especial para aqueles com desempenho insatisfatório na aprendizagem. capacidade. Ele deve retratar as decisões tomadas no processo de planejar. inclui os objetivos. descrevem habilidades.próprio nome indica. Assim. as ações a serem implementadas. etc. No contexto escolar.27.Parceria Reunião de pessoas para um fim de interesse comum. 6.Proficiência De acordo com o Dicionário Aurélio proficiência é qualidade do proficiente: competência.29. de articulação teoria-prática”.Oficina “Espaço otimizado de convivência institucionalizada no qual se promove a troca de experiência sistematizada. 6. tendo em vista a consecução dos objetivos.

análise. capacidades ou estratégias em geral (levantamento de hipóteses. 96 . 6.Projeto Pressupõe uma ação intencionada com sentido definido. explicado sobre o que se quer construir. 6. capaz de transmitir à equipe a imagem do futuro que pretende criar.Visão Compartilhada Significa engajar verdadeiramente os indivíduos nas ações por um objetivo comum. portanto. idéias arraigadas e generalizações que influenciam atitudes e formas de encarar a vida para enxergar as pessoas e o mundo.Quebra de Paradigmas Implica romper condicionamentos. entre outras).35. diretor. generalização. aplicação a novas situações. Os focos desse tipo de avaliação se voltam.Provas Operatórias Instrumentos assim designados devido à sua ênfase em operações mentais envolvidas nos conhecimentos que estão sendo processados pelos alunos. ao longo de seu desenvolvimento e de suas aprendizagens. para representações.Transdisciplinaridade Trabalho pedagógico com situações complexas. métodos.34.38. 6. as partes só podem ser entendidas a partir da dinâmica do todo (processo sistêmico). professor).36.37. ou seja. 6. antevir um futuro diferente do presente. produção de inferências. conceitos. fruto de iniciativa do líder (gestor.33. projetar significa “lançar-se para frente”. 6. Segundo Gadotti. no qual utilizamos noções.6. competências e conteúdos próprios de uma disciplina dentro da estrutura de uma outra disciplina e de um novo contexto.Visão Sistêmica Novo paradigma da ciência contemporânea em que a compreensão do processo de conhecimento deve ser trabalhada e entendida de forma dinâmica na qual tudo está interligado.

Analisar e divulgar os resultados das Avaliações do SIMAVE / SAEB para os alunos e comunidade escolar.Realizar o trabalho em equipe. 24 horas antes de sua realização. com as atribuições de cada servidor. dispensar a todos o mesmo tratamento. na Equipe da Regional (Inspetor e Analista Educacional).Divulgar as pautas de reunião do Colegiado para a comunidade escolar.Desenvolver a cultura da Auto-Avaliação da Escola. .Tomar decisões coletivamente.Socializar com os servidores toda a legislação pertinente à educação.Estar atento à aprendizagem dos alunos – Escola Boa é aquela em que todos os alunos aprendem. planejamento.Formar sua equipe de trabalho. . . . .Ser pontual na chegada.Ter os pais e a comunidade como parceiros.Manter à vista de todos um quadro. porém cordial com toda a comunidade escolar.Ser firme. Compartilhar suas vitórias e sucessos com todos.Conquistar a autonomia da Escola com trabalho compartilhado. . . servidores). alunos e pais: . -Fazer pautas para as reuniões. . mural. corrigir distorções idade/ano de 97 . pais. .Fomentar nos servidores o desejo de formação continuada.Ser transparente nas ações. casamentos. . acompanhamento.Estar atento às situações sociais relacionadas aos funcionários (aniversários.Fazer acontecer a Intervenção Pedagógica no tempo certo utilizando-se: do Projeto Escola de Tempo Integral. nascimentos.Buscar estratégias e ações para. . . no cumprimento das ações e dos prazos estabelecidos. . avaliação e com resultados positivos e atingimento das metas pactuadas.DICAS PARA UMA GESTÃO DE SUCESSO As sugestões a seguir foram coletadas entre diretores. . .Registrar as ocorrências (fatos eventuais) para segurança do gestor e do servidor. . . . . .Buscar parcerias na SEE/SRE. professores.Ser justo.Envolver todos os alunos na realização das atividades cívico-sociais . falecimentos). na saída.Fazer planejamento integrado das ações da Escola. competência.Reconhecer e valorizar a contribuição de cada servidor. . . da reenturmação temporária dos aluno. .Buscar as qualidades das pessoas (alunos.Investir nas relações interpessoais. da escolha do melhor professor para os alunos da alfabetização. pedagogicamente.7 .Divulgar amplamente as decisões tomadas nas reuniões do Colegiado . entre outras. do reforço extraturno. . funcionários.

Visão e metas compartilhadas .Promover encontros freqüentes com os pais dos alunos.Buscar recursos financeiros e humanos para a execução de todos os projetos. no qual as pessoas estejam e sejam felizes. 5. ensino com um sólido Projeto Pedagógico da Escola). mobiliário e material de uso permanente. controle do trabalho). o Resultado da Pesquisa sobre a Estrutura de uma Escola Eficaz. Constitui-se também dica para o Diretor. orientação para obtenção de resultados cognitivos). profissionalmente competente. clareza de objetivos. e não apenas escutem.Reforço Positivo (disciplina clara e acordada. das Metas da Escola e das estratégias para o seu atingimento.Direção . 8.Ensino Estruturado (organização eficiente. Ouvi-los. possibilitando que eles participem. decisões colegiadas.Ambiente de aprendizagem (clima de ordem. 11. 3. para o governo britânico.Organização voltada para a aprendizagem (desenvolvimento da profissionalização e do clima organizacional). . .Estar atento quanto à manutenção e conservação das instalações físicas. . .Parceria família / Escola (envolvimento dos pais no aprendizado dos seus filhos). responsabilidade. 10. realizada por Colton (2004) e Sammons et al (1995). .Altas expectativas (altas expectativas sobre todos. 9. Feedback). firme.(socialmente legítima. . 2. todos são responsáveis). Fundação Santillana – Ed Moderna.Direitos e responsabilidades dos alunos (auto-estima. abordado no livro Melhoria do Desempenho Cognitivo dos Alunos no Ensino Fundamental de José Francisco Soares.(unidade de propósitos.Dispensar um atendimento de excelência ao público.escolaridade.Monitoramento (monitoramento do desempenho dos alunos. 6. prazeroso. objetiva e participativa). São eles: 1. expectativas comunicadas.Ter visão dos objetivos. São fatores sobre os quais o Diretor deve refletir e verificar neles a aplicabilidade no fazer da Escola.Proporcionar um ambiente alegre.Concentração no ensino/aprendizagem (bom uso do tempo. 7. Essa pesquisa possibilitou aos autores uma visão de onze fatores os quais devem ser encontrados na boa Escola. 98 . . proposição de desafios intelectuais). 4. ambiente de trabalho agradável).Investir no professor e cobrar resultados. avaliação da Escola).

voltado para o processo do ensinar e do aprender. que o Guia cumpra este papel. Esperamos. buscar parcerias. resolver conflitos internos e. Este Guia do Diretor Escolar foi construído para ajudar o Gestor a realizar esta tarefa tão significativa e desafiadora: colocar a gestão pedagógica como eixo de seu trabalho. atender a alunos e pais. criando e mantendo um ambiente escolar reflexivo. função principal da Escola. 99 . sinceramente. resolver questões legais e administrativas.8 . participativo e ativo. fazendo com que toda a equipe da Escola atue em função do desempenho escolar dos alunos. sem negligenciar os aspectos administrativos e financeiros. gerenciar os recursos financeiros. acima de tudo. crítico. fazer com que tudo isto esteja a serviço da aprendizagem dos alunos.CONSIDERAÇÕES FINAIS Somos conhecedores da importância e complexidade da função desempenhada pelos Diretores de Escolas que precisam equilibrar-se diante das inúmeras atividades que desempenham no dia-a-dia de trabalho: cuidar da gestão de pessoal. zelar pelo patrimônio público sob sua responsabilidade.

5 SITES E LEITURA PARA O DIRETOR E EQUIPE PEDAGÓGICA 9.3 ENCERRAMENTO DO ANO ESCOLAR 9.2 ENCERRAMENTO DO 1º SEMESTRE 9.7.3 ROTEIRO DE VISITA ÀS SALAS DE AULA 9.1 INÍCIO DO ANO ESCOLAR 9.2 LEGISLAÇÃO 9.8 AGENDA PARABÉNS PRA VOCÊ 100 .SUGESTÕES DE INSTRUMENTOS DE APOIO PEDAGÓGICO 9.1 CALENDÁRIO ESCOLAR 9.7.6 PLANO ANUAL DE TRABALHO DO DIRETOR 9.9.7 DINÂMICA DE GRUPO 9.4 SIGLAS 9.7.

101 .

Resolução da CEDC nº. disposto sobre a duração de 9 (nove ) anos para o Ensino Fundamental. (toda criança na Escola.10. do Ministério Público de Minas Gerais e Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais. Decreto nº 43 673/2003 – Cria o conselho de Ética Pública e institui o Código de Conduta Ética do Servidor Público. Dá nova redação ao Inciso I do art. na Escola: • • • • • • • Constituição Federativa do Brasil. Lei Federal nº 11. .880/2004. 32 e 87.109/1977.9.861/1998.394/1996 . 30. Lei Estadual no 15.Proíbe a cobrança de taxa ou mensalidade em escola pública e da outras providências. da Lei Federal nº. Educação direito de todos).109/1977. 69 da Lei Estadual nº 7. Lei Federal nº 8.10. 32. Lei Federal nº 9.2 Legislação Sugestão para estudo.069/1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente. do direito da criança e do adolescente ao ensino fundamental assegurado pela Constituição Federal e pelas Leis.494/2007 – Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Brasília: 1988. e 87. 9. com o objetivo de tornar obrigatório o início do Ensino Fundamental de 6 (seis) anos.293/2004. que contém o Estatuto do Pessoal do Magistério Público de Minas Gerais. nº.195/2001.Lei Diretrizes e Bases da Educação Nacional.424/1996.394/1996 que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei Estadual nº 869/1952.Institui as carreiras dos Profissionais de Educação Básica do Estado. Lei Federal nº 11.942/1995 – uso de espaço físico sem fins lucrativos para atividades educacionais. de que trata o artigo 60 do ato das Disposições Constitucionais Transitórias: altera a Lei Federal nº. com matricula obrigatória a partir dos 6 ( seis ) anos de idade. 17/2007 – do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas Gerais. 9. Lei Federal nº 11. Normatiza a atuação do Ministério Público na fiscalização da efetiva observância pelo Estado.274/2006 – Altera a redação dos artigos 29. Lei Estadual no 12. Estatuto dos Funcionários Público Civis do Estado de Minas Gerais.114/2005 – Altera os artigos 6º. • • • • • • • • • • 102 . Resolução PGJ nº 05/1998. 11. 9. Município e Famílias. 10. revoga dispositivos das Leis Federais nº. da Lei Federal nº.394/1996.171/1996 – proíbe a venda de cigarros e bebidas alcoólicas nas Escolas públicas da rede Estadual de Ensino e nas conveniadas. Constituição Estadual de Minas Gerais: 1989. 30. Lei Estadual nº 12. Lei Estadual no 12. Lei Estadual nº 7.781/1998 . Estatuto de Pessoal do Magistério Público do Estado de Minas Gerais. Título VIII: Capítulo III. Lei Estadual no.845/2004 e nº.

Parecer CBE nº 24/2004 – Estudos visando ao estabelecimento de normas nacionais. Resolução da SEE/MG nº1026/2007. Resolução da SEE/MG nº 1. Resolução da SEE/MG nº521/2004 (retificada em 04/02/04). Parecer CEE nº 1158/1998 – responde consulta da SEE/MG e da Federação dos Estabelecimentos de Ensino de Minas Gerais.025/2007 – Institui e regulamenta a organização curricular a ser implementada nos cursos de ensino médio das unidades da rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. Resolução da SEE/MG nº 469/2003 – Dispõe sobre a organização e o funcionamento dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Resolução da SEE/MG nº 1. Parecer CEE nº 247/2008 – Examina Planejamento do Atendimento Escolar/2008. nos termos da Lei nº 9 394/1996. Dispõe sobre a organização e o funcionamento de ensino nas Escolas Estaduais de Minas Gerais e dá outras providências. Estabelece normas para a organização do Quadro de Pessoal das Escolas Estaduais e designação para o exercício de função pública da rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. Resolução da SEE/MG nº 1059/2008. da Lei Federal nº 9394/1996. da Rede Estadual de Ensino. com nove anos de duração. Resolução da SEE/MG nº 852/2006 – Estabelece critérios e condições para a indicação de candidatos ao cargo de Diretor e a função de Vice-Diretor de Escola Estadual de Minas Gerais. Resolução SEE nº 666/2005. com orientações ao Sistema Estadual de Ensino.• • • • • • • • • • Resolução SEE/MG nº 430/2003 – Define normas para a organização do ensino fundamental com nove anos de duração nas Escolas da rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. Estabelece os Conteúdos Básicos Comuns – CBC a serem obrigatoriamente ensinados pelas Unidades de Ensino Estaduais que oferecem as séries finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. Parecer CEE nº 1132/1997 – Dispõe sobre a Educação Básica. que tratam do Ensino Fundamental de nove anos e da matrícula obrigatória de crianças de seis anos no Ensino fundamental. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Ensino Fundamental nas Escolas Estaduais de Minas Gerais. com objetivo de tornar obrigatório o início do Ensino Fundamental aos seis anos de idade. Instrução SB/SEM nº 01/2008 – Orienta sobre a aplicabilidade da Resolução SEE nº 1025/2007. Resolução SEE/MG nº 1033/2008 – dispõe sobre a implantação do Projeto de Aceleração da aprendizagem “Acelerar para Vencer” para alunos do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. Parecer CEE nº 1041/2005 – Manifesta-se sobre o disposto na Lei Federal nº 11 114/2005 que altera os artigos 6º. Dispõe sobre a estrutura e o funcionamento do Colegiado Escolar na rede Estadual de Ensino de Minas Gerais.086/2008. 32 e 87. Parecer CNE/CEB nº 39/2006 – Consulta sobre situações relativas à matrícula de crianças de seis anos no Ensino Fundamental. • • • • • • • • 103 . para operacionalização do disposto no Parecer CEE nº 1132/1997. nas Escolas Estaduais de Minas gerais e dá outras providências. 30. Parecer CNE/CEB nº 05/2007 – Consulta com base nas Leis nº 11 114/ 2005 e 11 274/2006. para ampliação do Ensino Fundamental para nove anos de duração.

Legislação específica do Conselho Tutelar. Legislação específica de avaliação de desempenho dos Servidores Públicos Estaduais. 104 .• • • • • Ofício Circular da SEE nº 198/2004 – Orienta sobre os artigos 34 a 39 da Resolução SEE nº 521/2004. Revista – Ensino Fundamental de nove anos – Em busca do Sucesso Escolar. Legislação específica de quadro de pessoal e manual de prestação de contas.

consolidar e as atividades. Utilização do Guia do Professor Alfabetizador ou do CBC. o planejamento do dia. inclusive propondo aulas de demonstração. Uso do material didático para tornar a aprendizagem mais significativa e a aula mais interessante. trabalho em grupos. visitas à biblioteca. Os registros – Diário de Classe. a hora da leitura. excursões.9. no momento de sua visita à sala de aula. Envolvimento dos alunos nas atividades pedagógicas. sugerindo outras práticas de ensino. trabalhar.3 Roteiro de Visita às Salas de Aula Aspectos que devem ser observados: As relações interpessoais – professor/aluno. se necessário. Esta ficha é apenas um roteiro para que o Diretor possa se lembrar dos aspectos que merecem atenção. Padrão de linguagem – clara. O ambiente pedagógico das salas e a exploração deste ambiente pelo professor. discutindo os pontos positivos e os que devem ser melhorados. deve escolher o momento apropriado para orientação ao professor. 105 . Aspectos de higiene (salas – alunos). O Plano de Aula. Organização do trabalho na sala de aula. Coerência entre capacidade que se deseja introduzir. atividade de leitura. escrita. recreio e outros. Nível de satisfação dos alunos. As práticas de ensino: . o Diretor. O domínio do conteúdo pelo professor. Postura do Professor. bom tom.rodinha. com o Especialista. O Manejo de Classe. É importante lembrar que após a visita. A avaliação da aprendizagem. suave.

9.4 Siglas ADI – Avaliação de Desempenho Individual ANEB – Avaliação Nacional da Educação Básica ANRESC – Avaliação Nacional do Rendimento Escolar CBC – Currículos Básicos Comuns CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Educação CRV – Centro de Referência Virtual do Professor ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio FNDE – Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FUNDEF – Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério IDH – Índice de Desenvolvimento Humano INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira LDBEN – Lei Diretrizes e Bases da Educação Nacional OCEM – Orientações Curriculares para o Ensino Médio ONG – Organização Não Governamental PAAE – Programa de Avaliação da Aprendizagem Escolar PDP – Programa de Desenvolvimento Profissional PDDE – Programa Dinheiro Direto na Escola PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos PNLD – Programa Nacional do Livro Didático PNBE – Programa Nacional de Biblioteca da Escola PNE – Plano Nacional de Educação PROALFA – Programa de Avaliação de Alfabetização PROEB – Programa de Avaliação da Rede Pública de Educação Básica PROGESTÃO – Programa de Capacitação à Distância para Gestores Escolares QESE – Quota Estadual de Salário Educação SAEB – Sistema Nacional da Avaliação da Educação Básica SEPLAG – Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão SIED – Sistema Integrado de Informações Educacionais SIMAVE – Sistema Mineiro de Avaliação da Escola Pública 106 .

São Paulo. 1986. Nadja Ribeiro / HIDALGO. Ana.4-7. In: Educação em revista. Emília / RONTECERVO. São Paulo: Cortez. Ática. Editora A Autêntica.Cortez ANTUNES. 2001. FREIRE. Caria. Brasília: Consed/Ceiuse. GANDIM.). Ed.1. Ed. 1985.. CORTELLA. Planejamento como Prática Educativa. 8. Trabalhando com Narrativa. Isabel Garcia. Ed. Brasília: Senado. Construtivismo: Grandes e Pequenas dúvidas. Chapeuzinho Vermelho Aprende a Escrever: Estudos psicolingüísticos em três línguas. A Escola e o Conhecimento: Fundamentos epistemológicos e políticos..ed. CEALE. Aluno autor: Reflexões sobre avaliação de texto escolar. Mário Sérgio. Ed. Maria da Graça. Psicogênese da língua escrita. EVANGELISTA. ALENCAR. Clotilde/ MOREIRA. A escolarização da leitura literária: o jogo do livro infantil e juvenil. n. 2. Constituição (1988). V.ed. 2. São Paulo: Martins Fontes. BRASIL. CLAVER.P. 1979. Diagnóstico e Problematização e aspectos conceituais sobre a formação do magistério: subsídio para o delineamento de políticas na área. Técnicas de Estudo (Como Estudar Sozinho). Constituição da República Federativa do Brasil. Ana. M. Org. Brasília. FERREIRO. p. César / TEBEROSKY. Aprendendo Valores Éticos. Pedagógica e Universitária GATTI. Ed. Ed. FERREIRO. E. Ed. COLL. COSTA VAL. Cortez Editora. Formato. Márcia Botelho. Coleção: Aprendendo Matemática. • • • • • • • 107 . Danilo. Maria Nilza. Ed. Ed. FERNANDES. Ed. Pioneira. maio/1998. Ministério da Educação e do Desporto. junho de 1986. Geografia. Português.ed. FAGUNDES. Néa Monteiro & SANTOS. p.9-102. Ed. ARAÚJO. Bernadete A. Trabalhando Habilidades: Construindo idéias. Belo Horizonte: Ceale. p. A Violência Desce para a Escola. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa.9. 3ed.3.3-128. CEALE. Formato CEALE. FARACO. 2001. BREJON. Em busca da maturidade: o fracasso escolar e suas bases psicológicas. Emília. Editora A Autêntica. Edições Loyola. Eunice Soriano de. CORRÊA. Literatura Infantil na Escola: Leitores e Textos em construção. na escola: formando educadores para formar leitores. GANDIM.). Paulo. 1988. FERREIRO. 12. História – Conteúdos Essenciais para o Ensino Fundamental 1ª a 4ª série. 1999. (Org. São Paulo: Cortez. BRASIL. 1996. Porto Alegre: Artes Médicas. Formato. A Prática do Planejamento Participativo. ÁTICA. Vera Teixeira de (Coord.7-141. Professor Leitor. Era uma vez. 1985. FERREIRO.5 Sites e Leitura para o Diretor e Equipe Pedagógica • • • • • • • • • • • • • • • • • • • AGUIAR. Scipione. Ronald. Paz e Terra S/A. p. Escrever com prazer: Oficina de produção de textos. v. Alfabetização em Processo.91-92. Reflexões sobre Alfabetização. Dimensão. Aracy Alvez Martins et al. Estrutura e Funcionamento do Ensino de 1º e 2º Graus. Danilo. Andreza Paladino. 272 p. Emília. Redação e Textualidade: Texto e Linguagem. Emília & TEBEROSKY. Autêntica. Belo Horizonte: Formato Editorial. Carlos. p. Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. Ciências. ed. Subsídios para Credenciamento e Funcionamento de Instituições de Educação Infantil.2. Ática. Belo Horizonte.U. Celso. Vozes.

Ed. 124. 13-192. A Organização do Currículo Por Projetos de Trabalho. DF. J. 1997. Editora Lê. Das intenções à ação.ARTMED. Ivete e CURY. p. PROCAD. Mary A. Avaliação: Da Excelência à Regulação das Aprendizagens – Entre duas Lógicas. Marilu. ARTMED PERRENOUD. MATTOS. PERRENOUD. Construir as Competências desde a Escola. HILARI. p. Nova Escola. Rio de Janeiro: Dois Pontos Editora. p. Revista Tecnologia Educacional. ed. n. KRAMER. jan/fev. São Paulo: Ática. Mesquita de Moraes. Philippe. Sebastião/ CARVALHO. Ed. MINAS GERAIS. Ática. 120 p. n. Maria Zilda. n. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Jussura. Ed. Intertextualidades: teoria e prática. evasão. Ed ARTMED. Mônica Gather. MORAES. Módulo 2. 1989. O Pensar na Educação.ARTMED PERRENOUD.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • GOMES. Alfredina. 1999. 37. Brasília. Paulo. Belo Horizonte. SENA. Avaliação:Mito & Desafio.6-124. PAULINO. Ed. Alfabetização: Dilemas da Prática. Perguntas e respostas sobre o transtorno do déficit de atenção com Hiperatividade em Crianças. MANIFESTO DOS PIONEIROS DA EDUCAÇÃO NOVA. KRAMER. ARTMED PERRENOUD. Philippe. MARTINS. A Lingüística e o Ensino da Língua Portuguesa. Avaliar para Promover – As setas do Caminho. Pedagogia Diferenciada. p. ano XXX. Mediação.ARTMED PERRENOUD. MOREIRA. p. Ed. Não existe hora certa pra ler. Graça. In: Revista Pedagógica. No Mundo da Escrita: uma perspectiva psicolingüística. 31-36. 1995. Meio Ambiente em Defesa da Vida. 10 Novas competências para Ensinar. LIPMAN. 189-207.165. Adolescentes e Adultos. Ailton. Mesquita de Rocha & ROCHA. HOFFMANN. Petrópolis: Editora Fundação. Ed. 4. Maria de Fátima Cardos. Philippe. Alfabetização. A formação em serviço do professor a partir da pesquisa e da prática pedagógica. Rio de Janeiro. repetência.Uma Perspectiva Construtivista. Revista AMAE Educando. Abril 1997. Ed. Paulo Roberto. Sônia. Zélia D. Philippe. 197. HOFFMANN. nov 2000. Rodolfo. n. Ed. Ortografia: Ensinar e aprender. 1986. As Competências para Ensinar no 108 . Rio de Janeiro: Record. São Paulo: Martins Fontes. 1994. Philippe/ THURLER. No Mundo da Lua. Gestão Contemporânea: a ciência e a arte de ser dirigente. MOTTA. 15-17. p. Fernando. 1932.105/106. Dificuldades de Aprendizagem na Alfabetização: Linguagem & Educação. Vozes. M. MORAIS. Artur Gomes de. Sônia. KATO. n. 33. Mattew. p. A escola Pública de qualidade: pressupostos e fundamentos. HERNÁNDEZ. Mediação. 226. André. NERY. Belo Horizonte: Editora Lê. Fernando/ VENTURA Montsserrat. WALTY. 200. Belo Horizonte: Autêntica. MEDIANO. 67. Melhoria da qualidade do ensino: o desafio da formação de professores. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. p 42 a 59. Conversando sobre Educação em Valores Humanos. Lemos Editorial. Maria das Graças de Castro. HERNÁNDEZ. Jussura. 1992. O que a escola tem feito para formar o aluno cidadão. Transgressão e Mudança na Educação: Os projetos de trabalho. p. São Paulo: Ed Abril. 1986. MARTINELLI. Secretaria de Estado da Educação.

). Maria Ignez. Mylene Lyra / MACHADO. Celso dos S. A literatura infantil na escola.• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Século XXI – A Formação dos professores e o desafio da Avaliação. Um Caminho para Combater o Fracasso Escolar. 2003. Porto Alegre. Autêntica. p. A Prática Educativa. SILVA. 4. 5-272. Laurence J. 11. Regina. VASCONCELLOS. 2004. Magda. Praças e Zoológicos – Vivências Integradas com o Meio ambiente. Artes Médicas. Práticas de Educação Ambiental para Escolas. 27-51. ARTMED. Janssen Felipe da/ HOFFMANN. Ana. 2. 2003. Ed. Maria Aparecida Paiva et al. SOARES. Kátia Stuccd / DINIZ. Autêntica.). ROCHA. p.ARTMED PILET. Vozes. Isabel. Nova Alexandria. Antoni. Os Ciclos de Aprendizagem. Reflexões sobre o ensino da leitura e da escrita. ed. SANTOS. Edmar Henrique. Ed. VASCONCELLOS.mg. p. Marcelo de Queiroz / ROCHA. 1985. SANTOS. Maria Teresa. ARTMED. 8. Antoni. 2005. Textos Matemáticos: Produção. PINHEIRO. RABELO. p. Maria Aparecida Paiva et al. Maria. CARDOSO. Contagem: IEMAR. Por uma Nova Escola: o transitório e o permanente na educação. João Pessoa: Idéia. VASCONCELLOS. São Paulo: Global. Letramento e escolarização. p. Ed. Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do Currículo. Porto Alegre: Art Méd. Editora Sá. Ann Margaret. Belo Horizonte: Ceale. Silvia Maria de Campos. ZILBERMAN. 1989. Hélder. Célia Maria Moreira de & COELHO. ed. n. Leituras literárias: discursos transitivos. ZORZE. Celso dos S.ARTMED PERRENOUD. Tânia / BORGES. Antoni. Ed. Philippe. São Paulo: Ática. Interpretação e Resolução de Problemas. ZABALA. Ed. 89-109. Celso dos S. SITES INTERESSANTES ⇒ www. RADESPIEL. Cadernos Pedagógicos do Libertad. Neidson. Mário Borges da / PEDROSO. Edyleine B. p. Beatriz. Parques.ed. Jaime Luiz. Luis Augusti P.P. Poesia na sala de aula. 194. ZABALA. 12-13. TELLES.gov. Do Brasil. entre 109 . Transtorne de Déficit de Atenção Hiperatividade – O que é? Como ajudar?.3. ed. Planejamento: Plano de ensino – Aprendizagem e Projeto Pedagógico. 10. Jussara / ESTEBAN. maio/1996.ed. Mediação. N. Ed. São Paulo: Cortez.educacao. 1998. Democratizando a leitura: pesquisas e práticas. Letramento no Brasil. por uma práxis transformadora. Heloisa. Artmed. Ed. Jogos Matemáticos. Estrutura e funcionamento de 1º grau. 2-313. 1998. RODRIGUES. São Paulo: Global. SOLÉ. (Org. A prática educativa. Ler./ SHARP. Como Ensinar. Alfabetização em segredos. Uma Nova Educação: A comunidade de Investigação na sala de aula. Estratégias de Leitura. ROHDE. p 97-98.1. SPLITTER. ARTMED. In: Educação. Jane Cristina.Libertadora do Processo de Avaliação Escolar – Cadernos Pedagógicos do Libertad. Aprender a Escrever : a apropriação do sistema ortográfico. ZABALA. Como trabalhar conteúdos procedimentais em sala de aula. 3. Editora ARTMED. Cadernos Pedagógicos do Libertad.br – link Centro de Referência Virtual do Professor (CRV). São Paulo: Vozes. Belo Horizonte: Ceale. (Org.6. Avaliação Concepção Dialética. Belo Horizonte. Ed. Ed. 1998. 2002. Conseqüências e Alternativas. SMOLE. p. Avaliação da aprendizagem: Práticas de Mudança. In: RIBEIRO. escrever e resolver problemas: Habilidades básicas para aprender matemática. TEBEROSKY. 6. e BENCZIK. O Fracasso Escolar: Causas. 1985. Vera Masagão (Org. SOUZA.).

com.br ⇒ www.abril.com.cidadedocerebro.rpm.br – Revista do Professor de Matemática ⇒ www.br – Mensagens 110 .editoraconstruir.br – Sociedade Brasileira de Matemática ⇒ www.sbem.com . ⇒ www.Revista Nova Escola ⇒ www.com.br – link AssineAbril.sbm.org.outros.com.abceducativo.br – Construir Notícias ⇒ www.com.org.br – Sociedade Brasileira de Educação Matemática ⇒ www.

Objetivo Geral ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ .Identificação da Escola Nome da Escola: Tipologia: Endereço: (rua.Objetivos Específicos ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ .Metas ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ .Prioridades ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 111 . cidade. nº. CEP:) Telefone: Localização: ( ) Urbana ( ) Rural Níveis e modalidades de ensino ministrado: SRE: .9.6 Plano Anual do Diretor Escolar Ano: Diretor da Escola Estadual: Diretor: .Justificativa do Trabalho (Baseada no diagnóstico da situação atual da Escola e no Projeto Pedagógico da Escola) .

-Cronograma de Atividades OBSERVAÇÃO N° Detalhamento das atividades MESES J F M A M J J A S O N D .Monitoramento e Avaliação __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________ Data: Assinatura do Diretor: 112 .

no verso. que se levantem e ofereçam um abraço fraterno. Peça que observem os diferentes e os semelhantes registros do exercício. Proponha. isto é inapelável. Todavia. e leia-a com eles. Solicite que cada um leia para o grupo a folha que recebeu. de modo que não podemos agendá-la para amanhã ou para daqui a pouco. irão descrever nos lugares indicados o que lhe é sugerido. 113 . □ Disposição no espaço: sentados em círculo □ Recurso: Música suave. Precisamos de novas atitudes e de polimento de nossa auto-imagem. Quais são suas aspirações? Quais são seus medos? Distribua uma folha de papel para cada participante. Os obstáculos são removidos à medida que nos acreditamos capazes de superá-los. A ação é mais importante que o pensamento. É esse o pressuposto do pragmatismo e a proposta desta Oficina está alicerçada aí. Leonardo Boff. por um período de 30 segundos. no seu topo. prosseguirão com o exercício naquela folha. acrescentando às aspirações e aos medos de seu colega.9. A mudança “A mudança começa por mim mesmo que como motor e reflexo. apresentada mais à frente. e. o pré-requisito é realizarmos ações que valorizem nossa auto-estima. “Minhas aspirações”. Peça que escrevam na frente do papel. se possível. O exercício continua nessa sistemática até que o papel retorne ao participante do qual se originou. muitos laços sejam firmemente apertados. Todos nós temos o direito de ser bem-sucedidos. Presenteie-os com a mensagem de Leonardo Boff. neste grupo. Somos aquilo que. Todo o poder da mudança está aqui e agora. então. in Ética e política. Questione-os se há algum comentário acerca dela. levem-nos a crer no poder da mudança e deixem-nos permanente a ânsia de superação. acreditamos ser. A pureza desse futuro reluz na pureza dos meios imediatos escolhidos para realizálo aqui e agora”. possibilitar a integração grupal.1 Início do ano escolar Aspirações e Medos □ Objetivos: vivenciar a confiança mútua. Esgotado esse tempo.7 Dinâmica de Grupo 9. Informe que a identificação é voluntária. Recolha as folhas. Coloque uma música suave e. seus próprios medos e aspirações. não deixe o ambiente extremamente iluminado. Relembre-os de que este é o primeiro encontro e que há um desejo de que. Durante outros 30 segundo. embaralhe-as e redistribua-as aleatoriamente. Luz. “Meus medos”. crio o futuro no presente e o coletivo no pessoal em processo dialético.7. humildemente. Após seu comando de início. solicite que cada um passe sua folha ao companheiro à sua esquerda. só o suficiente para que seja possível escrever.

da faxineira. Não são raras às vezes em que nós mesmos nos assustamos com nossa permanente capacidade de julgamento. □ Disposição no espaço: cinco equipes □ Recursos: Textos em anexo. Depois disso. torna-se interessante fazê-la. Não raro. Que efeito esta nossa faceta produz sobre o grupo no qual convivemos? Sobre qual base lógica nos situamos para proceder estes juízos e a estas aferições? É a lógica que nos torna capazes de organizar nossas idéias a ponto de enxergarmos com maior clareza determinadas situações. requisite atenção de todos para que você leia o depoimento do próprio Miguel sobre o que ocorreu naquele dia. encerre a atividade. Acompanharão o comportamento de Miguel por meio de relatos de sua mãe. Na verdade. façam o seu relato descrevendo como perceberam Miguel. Divida o grupo em cinco equipes e distribua entre elas os cinco textos apresentados logo adiante. Nesse período cada equipe terá a tarefa de julgar ou avaliar o comportamento de um certo Miguel.2 Encerramento 1º semestre O Caso Miguel □ Objetivo: Demonstrar o modo de julgar e avaliar. questionarmos onde há perguntas já formuladas e ver prismas que os outros não vêem. O sociólogo David William Carraher defende que para pensarmos criticamente é necessário sermos perspicazes. do motorista de táxi e do garçom da boate que ele freqüenta. Encerrado esse prazo.9. do zelador do edifício. tendo por base os argumentos no parágrafo inicial desse Encontro. vivemos julgando pessoas e coisas. Esgotando-se 25 minutos. enxergarmos além das superfícies. também. observado em diferentes momentos de um dia e descrito nos textos. 114 . Estabeleça um prazo de dez minutos. Proponha discussão acerca das observações feitas anteriormente pelas equipes.7. proponha que as equipes. Vivemos mensurando e avaliando tudo o que encontramos pela frente. como um radar atento. uma a uma. equivocamos-nos escandalosamente. Havendo predisposição para uma rápida discussão após os relatos.

Ele continua sendo uma criança que precisa de atendimento. Aposto que anda armado. seco. ele me chamou e queria saber quem era ela. ele chegou falando sozinho. Após esse relato. como a equipe percebe Miguel? RELATO No 4 Esse Miguel. Eu disfarcei. como a equipe percebe Miguel? RELATO No 2 Do garçom da boate Ontem à noite ele chegou aqui acompanhado de uma morena. como você percebe Miguel? 115 . Disse. Eu dei bom dia e ele me olhou com um olhar estranho e disse que tudo no mundo era relativo. Dava risadas e mais risadas. bem bonita. não queria saber de conversa. Estava de cara amarrada. nem as pessoas. sobre o trânsito e ele sempre me mandava calar a boca. que as palavras não eram iguais para todos. mas não deu a mínima bola para ela. apanhei um sujeito e não fui com a cara dele. dizendo que precisava se concentrar. É parecido com um parente meu que enlouqueceu. bem nas barbas do acompanhante dela. por sinal. Só apanhou o maço de cigarros e a caixa de fósforos. ele não teve dúvidas: levantou-se e foi à mesa falar com ela. Quando entrou uma loura. mas só pude ouvir que ele marcava um encontro. Esse cara é um lunático! Após esse relato. não quis tomar café e nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. de vestido colante. Após esse relato.. às vezes finge que não vê ninguém. que quando pintava um quadro. aquilo é que era a realidade. como a equipe percebe Miguel? RELATO No 3 Do motorista de táxi Hoje de manhã. Deu um puxão na minha gola e apontou para uma senhora que passava. desses que a polícia anda procurando ou desses que assaltam motorista de táxi. Sujeito peitudo! Após esse relato. Fiquei louco para me livrar dele. Desconfio que ele é daqueles que o pessoal chama de subversivos. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência a meus pedidos para se alimentar e abrigar-se direito. também. Tentei falar sobre futebol. Não quis colocar o cachecol que eu lhe dei. política. às 9 da manhã. Como eu não conhecia.. pois não reconhece o que é bom para si mesmo. não! Às vezes cumprimenta. As conversas dele a gente não entende. Hoje de manhã.O Caso Miguel RELATO No 1 De sua mãe Miguel levantou-se correndo. ele não é certo da bola.

Em seguida. a gente não entende. Disponha o grupo em círculo e coloque uma música bem ritmada. com diferentes tipos de papéis e de amarras. fita adesiva e barbante. Tive um pressentimento ruim. não são atitudes freqüentes nos nossos gestos cotidianos. Abri a porta de supetão e ele estava com uma cara furiosa.3 Encerramento do ano escolar O EMBRULHO □ Objetivos: socializar e. irá dividir os bombons com todo o grupo. ele tem o direito de ir abrindo o pacote. Quando ele chegou. Pouco depois chegou a moça loura. □ Recursos: Música suave.RELATO No 5 Da faxineira Ele anda sempre com um ar misterioso. desta vez. prossegue. enfocando todo o processo vivido durante o Ano Escolar. Entregue o embrulho para um dos participantes e avise-o de que. finalizar o Ano Escolar. Compartilhe este argumento com o grupo. é permutar as melhores impressões e. Presenteie-os com a mensagem “O elo”. me olhou meio enviesado. quando a música parar. Mas. em benefício da instituição. O resto não tem importância. caixa com bombons embrulhada várias vezes. Algumas ações simples e outras aparentemente banais trazem em seu âmago um profundo e invisível significado. por meio do lúdico. Leia-a com eles e verbalize. como demonstração de solidariedade. Eu saí gritando: Assassino! Assassino! Após esse relato. como a equipe percebe Miguel? ____________________________________________ Depoimento do próprio Miguel Eu me dedico à pintura de corpo e alma. Faça um grande embrulho. Aquele que desembrulhar totalmente o pacote e abrir a caixinha será o grande vencedor e. olhando para ela cheio de ódio. Use cola. que prosseguirá com a proposta. enquanto a música estiver tocando. mas não encontro uma modelo adequada. Os quadros que ele pinta.7. na manhã de ontem. cuidando para rasgar o papel ao mínimo. Daí a pouco ouvi ela gritar e acudi correndo. Ela estava jogada no divã e no chão tinha uma faca. lamentavelmente. como se fosse acontecer alguma coisa ruim. Há meses que eu quero pintar uma Madona do século XX. 116 . ele deverá passar o embrulho ao colega à sua esquerda. O exercício. 9. libere-os para o lanche de confraternização. por conseguinte. O doar-se e o compartilhar. assim. Você já deve ter providenciado uma caixa com bombons embrulhada diversas vezes. □ Disposição no espaço: Sentados em círculo. Compartilhar é socializar-se. apertar os laços que trazem unidade ao grupo. Ela me perguntou onde ele estava e eu disse.

Mudar é reavaliar nossos planos. sono. desejos. O fascismo cultural e bélico que criamos e sustentamos. Tesão ecológico. solta no espaço. aqui e agora. vizinhos. É criar vida.. radical. Alex Xavier (condensado por Simão de Miranda) 9. Fora do eixo estão nossas tradições autoritárias.O ELO Estamos perdendo a capacidade de dialogar ─ surdos nos tornamos ─ Dialoga quem fala e ouve. lobo do lobo do lobo do homem. criar e lutar com prazer. quem se mostra e vê o outro. Nossa relação com os outros. amores. Dialogar não é um duelo. de ousar viver. Amigos.. está rodando fora do eixo. Crescemos? Medo de ser o que queremos. Tem gente com quem é bom estar junto da disputa entre iguais que não concordam.. somático. filhos. Nossa bola de terra. nossa moral burguesa.. pais. comida. nossa relação com a gente mesmo ─ nosso corpo. nossos princípios capitalistas. Vivemos muita coisa. risco de possibilidade.8 Agenda Parabéns pra Você Janeiro Dia Nome Fevereiro Dia Nome Março Dia Nome Abril Dia Nome Maio Dia Nome Junho Dia Nome Julho Dia Nome Agosto Dia Nome Setembro Dia Nome Outubro Dia Nome Novembro Dia Nome Dezembro Dia Nome 117 . parindo uma terceira coisa filha do encontro de duas diferenças. de viver. Condicionados a competir selvagemente. Queremos mudar o cotidiano. Crises são possibilidades de crescimento. Pode ser um encontro.

EMST.EDUCANDO – ASSOCIAÇÃO MINEIRA DE AÇÃO EDUCACIONAL. Brasil – Lei n° 9394/96 de 20 de dezembro de 1996 . Guia de Estudo 1 – Relacionamento Interpessoal na Escola – PROCAD – SEE/MG-2001. O papel do diretor na administração pública. José Márcio de. Mirza Seala. Guia de Estudo 3 – Projeto Político-Pedagógico da Escola – PROCAD – SEE/MG – 2001. 2007. Moacir. Dirigente Escola – Estado de Minas Gerais – De acordo com a bibliografia sugerida pelo Guia de Estudos . TOSCHI. EDNIR. Paulo. Salvador – Secretaria de Estado da Educação / 2000. AMAE . Manual do Diretor de Escola Estadual de Educação Básica. João Ferreira de. GADOTTI. Simon Ette. ALONSO. 118 .BILIOGRAFIA AGUIAR. Cláudia. OLIVEIRA. Ministério da Educação. VELZEM. 2004. CECON.SEE. 1997. Aurélio Buarque de Holanda.2001. FNDE. Marília. Goiânia: UCG. Madza. FERREIRA. FREIRE. Consed – Conselho Nacional de Secretários de Educação.Universidade Federal de Juiz de Fora – Faculdade de Educação – CAED Brasil. Guia de Estudo 4 – Organização dos tempos e dos espaços na Escola – PROCAD. Dicionário. ed. Boudewijn Van – Mestres da mudança: Liderar com a cabeça e o coração . Porto Alegre: Artmed.Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Editora Lâncer LTDA. São Paulo: Paz e Terra.10 . 2008.Nova Escola – A revista de quem educa. 1984. Perspectivas atuais da educação. Maio/2006.um guia para gestores escolares / organização CECIP. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 2 ed. Editora Artemd. KOVEN. Cadernos de Orientações PDPI/ Plano de Desenvolvimento Pedagógico e Institucional – SEE/MG. Plano de desempenho e projetos político-pedagógico em debate. Guia de Estudo – Democracia na Escola – PROCAD – SEE/MG .SEE/MG2001. 2000. Gerenciando a Escola Eficaz: Conceitos e instrumentos. Alex Van. Myrtes. Boletim Pedagógico de avaliação da Educação SIMAVE/PROEB/2007. FONSECA.

Editora Artmed – 2000. – São Paulo: Cortez. Projetos. ed. Projeto Incluir – Caderno de Textos para formação de professores da Rede Pública de Ensino de Minas Gerais. HERNANDEZ.SEE/MG – 2001. Petrópolis. Subsecretaria de Desenvolvimento da Educação. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho Editora Artmed. RJ: Vozes. 8. Guia de Estudo 6 – Avaliação de desempenho e progressão continuada – PROCAD –SEE/MG – 2001. 2008. Mirza Seabra Toschi – 5. PROGESTÃO – Projeto de Capacitação a Distância para Gestores Escolares. SEB . et al. Phillipe. Fundação Santillana – Ed. Ilza Martins. Diretrizes da Educação Inclusiva em Minas Gerais – Secretaria de Estado da Educação. Maximiliano.E. Dez novas competências para ensinar.ed.Brasília – MEC – 2007. Guia de Estudos para a Certificação Ocupacional do Dirigente Escolar – SEE/MG – 2007. SACRAMENTO. Rio de Janeiro: Vozes. Eliana Benigna Castro. 1998. OLIVEIRA. C. João Ferreira de Oliveira. LIBÂNEO. Secretário escolar e os novos paradigmas da educação brasileira. 2008. estrutura e organização / José Carlos Libâneo. relatórios e textos na educação básica: como fazer. Moderna. Por que planejar? Como planejar? Currículo – área – aula. Módulos/ Intermódulos – CONSED . José Carlos . Manual. MENEGALLA. Matemática. LÜOK.2004 PRO-LETRAMENTO – Programa de Formação Continuada de Professores do Ensino Fundamental – Alfabetização & Linguagem. 119 . A Escola Participativa: o trabalho do gestor escolar – 6 ed. – Belo Horizonte – julho de 2004. Fernando. Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Humanos para Educação.Guia de Estudo 5 – Diretrizes Curriculares da Escola Sagarana – PROCAD . O Papel do Diretor de Escola enquanto Gestor Público – SEE/MG Superintendência Regional de Ensino Metropolitana B. PERRENOUD. SEE/ MG julho 2006.T.Educação Escolar: políticas. Heloisa. Maria Marly de. SANT’ANNA.Capacitação de Comissões de Avaliação – Avaliação de Desempenho Individual. Orientações para a Organização do Ciclo Inicial de Alfabetização – Cadernos da SEE/MG –004 – Elaborados pelo CEALE. IV Seminário de Outono Melhoria do desempenho cognitivo dos alunos no ensino fundamental – José Francisco Soares.

Secretaria de Estado da Educação – Repensando a Gestão Escolar para a Construção de uma Escola Pública de Qualidade. Coleção Cadernos Pedagógicos do Libertad – Câmara Brasileira do Livro – SP. 120 . 1995. Planejamento – Plano de Ensino-Aprendizagem e Projeto Educativo. Celso dos S. Secretaria de Estado da Educação – Guia de Reorganização e Implementação do Plano de Intervenção Pedagógica. Avaliação – SISAP.Secretaria de Estado da Educação – Guia para Organização do Plano de Intervenção Pedagógica. VASCONCELLOS. Secretaria de Estado da Educação – Sistema de Ação Pedagógica – Dicionário do Professor.

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