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FÍSICA EXPERIMENTAL II Movimento de Rotação 11 de fevereiro de 2014
FÍSICA EXPERIMENTAL II Movimento de Rotação 11 de fevereiro de 2014

FÍSICA EXPERIMENTAL II

Movimento de Rotação

11 de fevereiro de 2014
11 de fevereiro de 2014

Fundamentos Teoricos

Fundamentos Teoricos Para o primeiro relatório de física experimental 2, discutimos o assunto movimento de rotação

Para o primeiro relatório de física experimental 2, discutimos o assunto movimento de rotação de tão significativa importância em muitas atividades divertidas e sérias, como o jogar golfe e a fadiga das peças metálicas de maquinas. Por estarem presentes em muitas áreas, as engenharias de produção e mecânica, aplicam os conhecimentos adquiridos nesse assunto diariamente como identificar as grandezas características da rotação de um pneu de um carro qualquer, estudar o efeito do torque constante sobre um conjunto acoplado livre para girar como no braço do pedal de uma bicicleta, determinar a aceleração angular resultante em uma máquina mecânica e avaliar o momento de inércia de um conjunto acoplado em um salto de um trampolim realizado por uma mergulhadora.

O movimento de rotação é definido quando um corpo rígido de forma arbitraria gira em torno

de um eixo de rotação, dessa forma, todos os pontos desse corpo se movem ao longo de circunferências que está sobre o eixo de rotação, descrevendo o mesmo ângulo em um mesmo intervalo de tempo. Algumas indústrias e fábricas usufruem de grandes peças de maquinas que são submetidas a rotações prolongadas em alta velocidade, então antes de serem efetivadas para a linha de produção, passam por um sistema de ensaio de rotação. Nesse sistema desenvolvido por engenheiros mecânicos, a peça é posta para girar rapidamente no interior de uma montagem cilíndrica de tijolos de chumbo com um revestimento de contenção, tudo isso dentro de uma câmara de aço fechada por uma tampa lacrada. Um corpo rígido é um corpo que gira com todas as partes ligadas entre si e sem mudar de forma.

O movimento circular uniforme (MCU) é o movimento no qual o corpo descreve trajetória

circular, podendo ser uma circunferência ou um arco de circunferência. A velocidade escalar permanece constante durante todo o trajeto e a velocidade vetorial apresenta módulo constante, no entanto sua direção é variável. A aceleração tangencial é nula (at = 0), porém, com a aceleração centrípeta não ocorre o mesmo, ou seja, a aceleração não é nula (ac 0).A direção da aceleração centrípeta, em cada ponto da trajetória, é perpendicular à velocidade vetorial e aponta para o centro da trajetória. O módulo da aceleração centrípeta é escrito da seguinte forma: ac = v2/r, onde r é o raio da circunferência descrita pelo móvel.

Um corpo que descreve um movimento circular uniforme passa de tempo em tempo no mesmo ponto da trajetória, sempre com a mesma velocidade. Assim, podemos dizer que esse movimento é repetitivo, e pode ser chamado de movimento periódico. Nos movimentos periódicos existem dois conceitos muito importantes que são: frequência e período.

Frequência: é o número de voltas que o corpo efetua em um determinado tempo (f = 1/ T).

Período: é o tempo gasto para se completar um ciclo (T = 1/ f).

Ao observar a denição de período e de frequência podemos dizer que o período é o inverso da frequência.

Equaçõesdo Movimento Circular

As equaçõesque determinam o movimento circular são as seguintes:

Posição angular: S = φ .R, onde R é o raio da circunferência. Velocidade angular média: ωm = Δφ/Δt Aceleração centrí peta:ac = v2/R, onde R é o raio da circunferência.

ForçaCentrí peta

Para que um móvel possa descrever o movimento circular uniforme é necessário que esteja atuando uma forçasobre ele, de modo que façacom que ele mude de posição, pois se tal fato não ocorrer o móvelpassaria a descrever um movimento retilí neouniforme. Essa forçatem o nome de forçacentrí peta,e matematicamente é descrita da seguinte forma:

Fc = m. ac

Onde ac é a aceleração centrí peta,ac = v2/R. Substituindo na equação acima temos:

Fc = m. v2/R

A força centrí peta é sempre direcionada para o centro da circunferência. No cotidiano existem alguns exemplos de força centrí petacomo a secadora de roupas e os satélites que cam em órbitacircular em torno do centro da Terra

Procedimento Experimental

0,78 0,0005 0,1162 0,0005 0,335 0,0005 0,053 0,0005
0,78
0,0005
0,1162
0,0005
0,335
0,0005
0,053
0,0005
1,38 0,01 1,19 0,01 3,50 0,01 2,12 0,01 1,47 0,01 1,00 0,01 3,44 0,01 2,31
1,38
0,01
1,19
0,01
3,50
0,01
2,12
0,01
1,47
0,01
1,00
0,01
3,44
0,01
2,31
0,01
1,50
0,01
0,96
0,01
3,41
0,01
2,35
0,01
1,45
0,01
1,05
0,01
3,45
0,01
2,26
0,01
0,62
0,00462
0,86
0,00863
0,26
0,000901
0,40
0,00198
1,24
0,00462
1,72
0,00863
0,52
0,000901
0,80
0,00198
0,85
0,00908
1,64
0,0238
0,15
0,000698
0,35
0,00244
10,72
0,0856
14,87
0,137
9,81
0,109
15,09
0,179
7,31
0,109
14,11
0,265
2,83
0,0398
6,60
0,108

Conclusão

De acordo com o Estudo realizado observa-se que o Movimento de Rotação acontece em 3 momentos distintos.No primeiro momento, no inicio do experimento o disco está ganhando velocidade angular suficiente para tornar este movimento acelerado. Quando a rotação é constante, nota-se que não existe aceleração angular, uma vez que o movimento está em fase constante de rotação. E no terceiro momento, observa-se que o Movimento está em desaceleração, até o momento de sua parada total.

Referencias http://www.brasilescola.com/fisica/movimento-circular.htm Fundamentos de Física 1 - Mecânica - 9ª Ed. 2012 Autor: Halliday, David; Halliday, David; Halliday, David; Resnick, Robert; Resnick, Robert; Resnick, Robert; Walker, Jearl; Walker, Jearl; Walker, Jearl Editora: Ltc

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