Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos

.

Requisitos higiênicos para instalações e equipamentos da indústria de alimentos Parte II. 3: Estabelecimento: projeto e instalações Objetivos Dependendo da natureza das operações e dos riscos associados, o local, os equipamentos e as instalações devem ser localizados, projetados e construídos para garantir que: A contaminação seja minimizada; O projeto e a distribuição permitam limpeza, desinfecção e manutenção apropriadas, e evitem contaminação pelo ar; As superfícies e os materiais, principalmente aqueles em contato direto com o alimento, não sejam tóxicos e, quando necessário, duráveis e fáceis de manter e limpar; Instalações próprias para controle de temperatura, umidade e outros controles estejam disponíveis, onde for apropriado; e Haja uma proteção eficaz para impedir o acesso de pragas e o aparecimento de ninhos. Projeto e construção adequados em relação à boa higiene, localização apropriada e provisão de instalações adequadas são necessários para permitir controle efetivo dos perigos. Localização do estabelecimento e dos equipamentos Ao se decidir onde instalar um estabelecimento processador de alimentos, é necessário considerar as fontes de contaminação potenciais, assim como a eficiência de quaisquer medidas razoáveis a serem tomadas para proteger os alimentos. Após consideração dessas medidas de proteção, não se deve instalá-los em local que ainda possam ameaçar a segurança ou inocuidade do alimento. Os estabelecimentos devem estar localizados longe de áreas poluídas e de atividades
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

industriais que representem uma ameaça de contaminação dos alimentos; áreas sujeitas a inundações, a não ser que sejam oferecidas medidas de segurança suficientes; áreas propensas à infestação por pragas; e áreas onde resíduos sólidos ou líquidos não possam ser removidos de forma eficaz. A área ao redor de uma planta de alimentos deve ser mantida em condições que protejam contra a contaminação de alimentos. A manutenção inclui, mas não se restringe a: (1) equipamentos armazenados de modo apropriado, coleta de lixo e de resíduos, corte de grama e controle de pragas ao redor da planta, e estruturas que possam ser atrativas, lugar de alojamento ou criadouro de pragas; (2) manutenção de estradas, jardins e áreas de estacionamento para que não sejam fonte de contaminação em áreas onde os alimentos estejam expostos; (3) drenagem adequada de áreas que possam contribuir para a contaminação dos alimentos por infiltração, pés sujos, ou por criadouro de pragas; (4) sistemas de tratamento de águas residuais e eliminação adequada de modo que não sejam uma fonte de contaminação nas áreas onde os alimentos são expostos. Os equipamentos devem estar localizados de tal maneira que permitam manutenção adequada e limpeza; funcionem de acordo com uso proposto; e facilitem as boas práticas de higiene, incluindo o monitoramento. Local e instalações Projeto e distribuição Onde apropriado, o projeto interior e a distribuição dos estabelecimentos processadores de alimento devem permitir a aplicação das Boas Práticas de Fabricação, incluindo a proteção contra a contaminação cruzada durante as operações de elaboração do alimento. Para oferecer proteção contra contaminação cruzada, deve-se levar em conta que:
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Página 1 de 115

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

As atividades devem ser devidamente separadas por meios físicos ou outros meios eficazes. Os edifícios e as instalações devem ser projetados de tal forma que facilitem as operações de uma maneira higiênica, através de um fluxo ordenado do processo, desde a chegada da matéria prima até a expedição do produto final. Os edifícios e as estruturas da planta devem ser adequados em tamanho, construção e distribuição para facilitar a manutenção e as operações sanitárias na fabricação de alimentos. As plantas e as instalações devem: Proporcionar espaço suficiente para a colocação de cada equipamento e para o armazenamento de materiais; Permitir medidas adequadas para reduzir o potencial de contaminação de alimentos, de superfícies de contato ou de materiais de embalagem com microrganismos, produtos químicos, sujidades ou outros materiais estranhos. Ser construídos de maneira que os pisos, as paredes e os tetos possam ser devidamente limpos e mantidos em bom estado; que vazamentos ou condensação nas instalações, encanamentos e tubulações não contaminem alimentos, superfícies de contato ou materiais de embalagem; Proporcionar iluminação adequada nas áreas de manipulação de alimentos, nos vestiários e armários, nos banheiros e em todas as áreas onde o alimento é examinado, processado ou armazenado e onde os equipamentos e utensílios são limpos; Proporcionar ventilação adequada ou equipamentos de controle para minimizar os odores e vapores (incluindo fumaça nociva) em áreas onde possam contaminar os alimentos. Estruturas interiores e conexões As estruturas dentro dos estabelecimentos processadores de alimento devem ser totalmente construídas com materiais duráveis, e de fácil manutenção, limpeza
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

e, se necessário, desinfecção. As seguintes condições específicas devem ser satisfeitas para proteger a segurança e inocuidade do alimento: As superfícies das paredes, divisões e pisos devem ser construídas com materiais impermeáveis e sem efeito tóxico para o uso proposto. As paredes e divisões devem ter superfície lisa e altura apropriada para as operações. Os pisos devem ser construídos de modo a permitir drenagem e limpeza adequadas. O teto e as instalações aéreas devem ser construídos e revestidos de modo a minimizar o acúmulo de sujidade e de condensação, e a eliminação de partículas. As janelas devem ser fáceis de limpar e construídas de forma a minimizar o acúmulo de sujeira e a condensação; e devem ser fechadas com telas removíveis e de fácil limpeza, para evitar a entrada de insetos. Quando necessário, devem ser fixas ou vedadas. As portas devem ter superfícies lisas, não absorventes e fáceis de limpar e de sanitizar, se necessário. As superfícies de trabalho que entram em contato direto com os alimentos devem estar em boas condições, ser duráveis e fáceis de limpar, manter e desinfetar. Devem ser feitas com materiais lisos, não absorventes e inertes a alimentos, detergentes e desinfetantes em condições normais de operação. A área externa deve ser projetada, construída e mantida para prevenir o ingresso de contaminantes e pragas. Não deve haver nenhum orifício sem proteção, as aberturas para entrada de ar devem estar em locais adequados, e os tetos, as paredes e os pisos devem ter manutenção para prevenir vazamentos. Os sistemas de drenagem e de esgoto sanitário devem estar equipados com sistemas de fechamento e válvulas apropriadas.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Página 2 de 115

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Os estabelecimentos devem ser projetados e construídos de tal forma que não ocorra nenhuma conexão cruzada entre o sistema do esgoto e qualquer outro sistema efluente de resíduos. Os efluentes ou as linhas de esgotamento sanitário não devem passar diretamente por cima ou através das áreas da produção, a não ser que sejam controlados para evitar a contaminação. Revestimentos, pinturas, substâncias químicas, lubrificantes e outros materiais usados para superfícies ou equipamentos e que possam entrar em contato com o alimento não devem contribuir para a uma inaceitável contaminação deste. Equipamentos Equipamentos e recipientes (diferentes dos recipientes ou envases descartáveis) que entram em contato com o alimento, devem ser desenhados e construídos de modo a garantir limpeza, desinfecção e manutenção adequadas, e evitar a contaminação deste. Os equipamentos e recipientes devem ser feitos com materiais que não tenham efeito tóxico no uso proposto. Os equipamentos devem ser duráveis e móveis, ou desmontáveis, para permitir manutenção, limpeza, desinfeção, monitoramento e inspeção de pragas. Os fabricantes devem ter um programa de manutenção preventiva eficaz, por escrito, para garantir que os equipamentos que possam afetar os alimentos sejam mantidos em condições de trabalho. Esse programa deve incluir: Uma lista dos equipamentos que necessitam de manutenção periódica. Os procedimentos e a freqüência de manutenção (por exemplo, inspeção dos equipamentos, ajustes e substituições de peças), baseados no manual dos fabricantes dos equipamentos ou em documentos equivalentes, ou ainda em condições operacionais que possam afetar a condição destes. Os equipamentos devem ser mantidos para assegurar a ausência de qualquer
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

perigo físico ou químico potencial, como reparos impróprios, pintura descascada ou oxidação, lubrificação excessiva. Equipamentos de controle e monitoramento de alimentos Os equipamentos usados para cozinhar, aquecer, esfriar, armazenar ou congelar os alimentos devem ser desenhados para atingir a temperatura exigida o mais rápido possível, em benefício da segurança do alimento. Além disso, os equipamentos devem ser projetados para permitir supervisão e controle de temperatura. Se necessário, devem existir meios eficazes para controlar e monitorar umidade, fluxo de ar e outras características que tenham um efeito importante na inocuidade do alimento. Essas exigências procuram assegurar que: Os microrganismos prejudiciais ou indesejáveis ou suas toxinas sejam eliminados ou reduzidos a níveis seguros, ou que sua sobrevivência e crescimento sejam controlados de maneira eficaz; Os limites críticos estabelecidos nos planos APPCC possam ser monitorados; A temperatura e outras condições necessárias para garantir a segurança e inocuidade do alimento possam ser alcançadas rapidamente e mantidas. Recipientes para resíduos e substâncias não comestíveis Os recipientes para resíduos, derivados e substâncias não comestíveis ou perigosas, devem ser identificados, devidamente construídos e, quando apropriado, feitos de material impermeável. Os recipientes usados para armazenar substâncias perigosas, devem ser identificados e, se necessário, ser completamente fechados para evitar a contaminação do alimento.

Página 3 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

dos ambientes. Onde for apropriado. por exemplo. e Vestiários adequados para os funcionários. A água potável deve atender aos parâmetros de qualidade estabelecidos nas diretrizes mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) relativas à água potável. assegurando que o funcionário passe por elas depois de usar o vaso sanitário. Qualidade do ar e ventilação Deve-se proporcionar mecanismos adequados de ventilação natural ou mecânica. de modo a garantir a inocuidade do alimento. em controle de incêndios. refrigerar e congelar os alimentos. abastecimento de água potável quente e fria. produção de vapor. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 utensílios e equipamentos. que não entra em contato com o alimento) deve ter um sistema de encanamento separado e identificado. Instalações para higiene pessoal e banheiros Deve haver instalações para higiene pessoal para assegurar o devido cumprimento destas normas e evitar a contaminação dos alimentos. A água corrente deve ser fornecida. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. que não deve estar conectado aos sistemas de água potável. limpeza de equipamento. Controlar a temperatura de ambientes. Ministério da Agricultura. que devem ser projetados e construídos de forma a evitar o risco de contaminação do alimento ou do abastecimento de água potável. A água não potável (para uso. separar os alimentos refrigerados ou congelados. EEUU). devem haver instalações apropriadas para armazenamento e distribuição de água. as instalações devem propiciar: Os meios adequados para lavar e secar as mãos de maneira higiênica. e para o controle de temperatura. exige que o abastecimento de água seja suficiente para as operações propostas e oriundo de uma fonte segura. Pias com projeto higiênico e localização apropriados. Deságüe e disposição dos resíduos Deve-se contar com deságües adequados. sem comunicação direta nem perto de áreas onde o alimento é processado. Sempre que for necessário. refrigeração e outros fins. a uma temperatura adequada e sob a pressão necessária. especialmente para: Minimizar a contaminação dos alimentos pelo ar. Controle de temperatura Dependendo da natureza das operações do alimento a ser elaborado. utensílios e materiais de embalagem. sabonete. A água que entra em contato com o alimento ou superfície de contato com este deve ser segura e com qualidade sanitária adequada. cozinhar. e. Instalações Abastecimento de água O Código de Boas Práticas de Fabricação (BPFs) (Título 21 CFR Parte 110) do FDA (Food and Drug Administration.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. supervisionar a temperatura do alimento. Tais instalações devem estar bem localizadas. incluindo pias de lavagem e abastecimento de água quente e fria (ou em temperatura conveniente).guahyba@agricultura. Limpeza As instalações devem ser projetadas e adequadas para limpeza de alimentos. desinfetante (quando necessário) e papel-toalha branco ou sistema de ar quente. nem permitir o refluxo para dentro desses últimos. assim como de sistemas e instalações de disposição de resíduos. e devem ter.gov.br Página 4 de 115 . através de aerossóis e gotas de condensação. quando necessário. deve-se dispor de instalações adequadas para esquentar. a todas as áreas envolvidas com a elaboração de alimentos. para garantir a inocuidade do alimento. além das instalações sanitárias para os funcionários. esfriar. onde apropriado.

(Art. Onde apropriado.Aprovação do terreno Para início de qualquer atividade. onde necessário. Permitir que o alimento seja protegido. E-mail: utralajeadors@agricultura. Os sistemas de ventilação devem ser projetados e construídos de tal forma que o ar não circule de áreas contaminadas para limpas e. materiais de limpeza.2. de modo eficaz. através de controle da temperatura e da umidade).gov. a iluminação não deve alterar as cores. O tipo de instalação exigida para armazenamento depende da natureza do alimento. e Controlar a umidade. oferecer instalações adequadas para armazenamento de alimentos. lubrificantes. quando necessário.RS. para todas as indústrias que dependem de edificação para o seu funcionamento. O nome do documento que um estabelecimento que lida com produtos de origem animal possui é Título de Registro nºXXXX. 671/204 (Centro). Os passos seguintes também estão descritos na sequência do corpo do documento supracitado. de 08/04/98 e entregá-lo E/M na UTRA/LAJ/SFA-RS: Rua Bento Gonçalves. Evitar o acesso de pragas e o aparecimento de ninhos.6. se faz necessário: a) Pedido de aprovação do terreno. para garantir a segurança e inocuidade do alimento. Se necessário. por exemplo. 95900-000. deve-se proporcionar instalações de armazenamento Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 separadas e seguras para os materiais de limpeza e as substâncias perigosas. e a intensidade deve ser adequada à natureza das operações.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 2. Fax: (51)3714-5464. Armazenamento Os estabelecimentos devem.br Página 5 de 115 . . um ambiente que minimize a deterioração dos alimentos (por exemplo. Telefone: (51)3748-3118.guahyba@agricultura. Iluminação Deve haver iluminação adequada natural ou artificial para operar de uma maneira higiênica. as bombilhas e lâmpadas suspensas no teto devem estar protegidas para evitar a contaminação em caso de quebras. combustíveis). Um frigorífico ou uma agroindústria fiscalizados através de CISPOA ou SIF. quando necessário. e Proporcionar.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br. quando necessário. ingredientes e produtos químicos não alimentícios (por exemplo. as instalações devem ser projetadas e construídas para o armazenamento dos alimentos com o fim de: Permitir manutenção e limpeza adequadas. 59 RIISPOA) Ministério da Agricultura. possuem alvarás de saúde? Resposta = Os alvarás de saúde são emitidos somente para as cozinhas dos refeitórios onde os funcionários realizam suas refeições. Quando necessário. contra contaminação durante o armazenamento. possam ser submetidos à manutenção e limpeza adequadas. junto ao Ministério da Agricultura se faz necessário cumprir uma série de normas para elaboração de um processo no qual constará todas as etapas de aprovação do Estabelecimento. Lajeado . Quando apropriado. Para o Registro de Estabelecimentos. Controlar odores que possam afetar a inocuidade do alimento. 2.1 Registro de estabelecimentos O 1º passo é preencher o anexo 1 do Ofício Circular DOI nº004/98.

. de acordo com as seguintes orientações: . bem como circulação interna de veículos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 . etc.escala 1/500 . que tenham condições fáceis de entrada e saída. É recomendado um afastamento de 10 (dez) metros dos limites das vias públicas ou outras divisas.facilidade de fornecimento de energia elétrica e meios de comunicação. . . 47 RIISPOA). caso dela esteja próximo. As demais áreas deverão receber jardinagem completa. variando de acordo com a classificação do estabelecimento. prevendo-se futuras expansões. A área do terreno deve ser compatível com o estabelecimento. h) Plantas . a saber: .cor preta Estabelecimentos a reconstruir.1/50 .facilidade no abastecimento de água potável. . d) Termo de compromisso (Anexo 5). g) A RT do engenheiro responsável pelo projeto .guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.afastadas de fontes poluidoras de qualquer natureza.) (Anexo 1) b) Após inspecionada e aprovada a área para a finalidade proposta através do Laudo de Inspeção de Terreno (Anexo 2).facilidade no tratamento e escoamento das águas residuais. devem ser pavimentadas e urbanizadas.escala 1/10 ou 1/100 . 47 RIISPOA). Secretário de Inspeção de Produto Animal (SIPA) em Brasília DF.detalhes de equipamentos .escala 1/100 ou 1/500 Nas plantas devem ser observadas as seguintes cores: Estabelecimentos novos . os estabelecimentos podem ser autorizados dentro do perímetro urbano. Prefeitura Municipal e Órgão Controlador do Meio Ambiente (Art. salvo quando se tratar de estabelecimentos já construídos. não passíveis de inundações. reformar ou ampliar: Ministério da Agricultura. b) Memorial descritivo da construção (Anexo 4). . Outros aspectos de fundamental importância na elaboração do projeto devem ser observados quanto à posição da indústria. telefone.br Página 6 de 115 .fachada .escala . dirigido ao Sr.CREA da região.hidro-sanitária . bem como informar a quem se dirigir para fazer contatos na localidade (endereço. . .preferencialmente próximo à corrente de água à montante da cidade.localização em ponto que se oponha aos ventos dominantes que sopram para a cidade. .gov.situação . o industrial pretendente dará prosseguimento ao pedido com a elaboração de um projeto detalhado. depois de ouvidas as autoridades de saúde pública.escala 1/100 . Este pedido é feito mediante requerimento dirigido ao Sr. com pátio e vias de acesso.escala 1/50 . f) Licença de instalação passada pelo INAMB (Instituto de Preservação Ambiental .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. evitando a formação de poeira e facilitando o escoamento das águas.Instalações e Equipamentos O complexo industrial deve ser compatível com a capacidade de produção.facilidade na obtenção da matériaprima. As áreas. 47 e 48 do RIISPOA). Chefe do SIPA.Projeto Ao final. e) Parecer(es) da(s) Secretaria(s) de Saúde e/ou Prefeitura (Art.facilidade na delimitação da área.cortes . de fácil escoamento das águas pluviais. no qual solicita aprovação prévia do PROJETO (Anexo 3).terreno seco.Art.Localização Pela sua própria natureza. sem acidentes.facilidade de acesso. anexando croquis da(s) área(s) a ser(em) vistoriada(s). c) Memorial Econômico-Sanitário. . . suburbano ou rural. o Projeto será instruído com os seguintes documentos: a) Requerimento do industrial pretendente.baixa .

DIPOA . e que falhas porventura existentes não prejudicarão a manipulação do produto. e com o Resultado de Análise de água.Perfil longitudinal e perfil transversal do terreno em posição média.para partes a serem construídas. a juízo do Serviço de Inspeção Federal (SIF).Posição da construção em relação às vias públicas e alinhamento dos terrenos. condição “sine qua non” para uma indústria que venha operar com manipulação de produtos comestíveis.Instalação do SIF Após concluídas as obras e instalações. à obtenção do REGISTRO DEFINITIVO. O processo deverá ser instruído com o Laudo de Inspeção Final.para partes em madeira. Após o término das obras deve ser solicitado ao SIPA do Estado uma visita para então ser realizado o Laudo Técnico Sanitário do Estabelecimento.cor cinza . bem como aprovação prévia de rotulagens dos produtos a serem elaborados. a firma fará uma solicitação ao Serviço de Inspeção Federal da Delegacia Federal do Ministério da Agricultura. construídos sobre as divisas dos terrenos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Nenhuma alteração poderá ser procedida no projeto aprovado previamente. Outras exigências poderão ser feitas. com vistas. casas atacadistas.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. estábulos e granjas avícolas). passada pelo órgão estadual do meio ambiente. nos termos do Art. Durante o desenrolar das obras. a licença de operação. . .Orientação. Caso o técnico verifique que todas as obras de instalações e equipamentos propostos no projeto inicial foram executados e instalados. retornando para fins de conhecimento ao Sr.para partes a serem demolidas. o técnico solicitará análise completa da água de abastecimento. . da Delegacia Federal de Agricultura e do Abastecimento no Estado em que estiver sendo pretendida a instalação da indústria. analisados e remetidos para o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal . para APROVAÇÃO PRÉVIA. Ministério da Agricultura. poderá ser fornecido ao industrial a RESERVA DO SIF. para partes de concreto. se o técnico verificar que o projeto se acha incompleto. como simples “croquis” ou desenhos (Art. Porém. . Os pequenos projetos (ex.para elementos construídos em ferro. . Industrial e para início das obras. .br Página 7 de 115 . Seus documentos serão anexados ao pedido inicial para aprovação do terreno. As plantas ou projetos devem conter ademais: . se aprovado.cor “terra de siene” . O projeto completo será entregue no Serviço de Inspeção de Produto Animal. Faculta-se a autorização de formulários e demais documentos do SIF. 55 RIISPOA). ficando protelado o REGISTRO DEFINITIVO. pedindo a vistoria do estabelecimento para fins de obtenção do “SIF”.Localização das partes dos prédios vizinhos. Ao proceder a vistoria do estabelecimento.cor preta .em Brasília. o qual também deve ser incluído no processo de pedido de Registro. . detalhando as instalações e certificando a conformidade.gov. e as obras estejam em andamento para uma conclusão breve.cor vermelha . podem ser aceitos. Solicitará ainda. .cor amarela .para partes a serem conservadas. . para estudo.cor azul . sempre de nível (Art. . serão solicitadas ao industrial mais três (03) vias do projeto original. 62 do RIISPOA. face a localização e classificação do complexo industrial. o Serviço de Inspeção Federal fará várias visitas para vistoriar os trabalhos de construção. após a Reserva do SIF pelo DIPOA. 57 RIISPOA). sem a devida consulta ao órgão fiscalizador.guahyba@agricultura.pontuado de nanquim. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

Chefe do SIPA. após a Inspeção Federal ser dotada dos documentos oficiais necessários. bem como.2.Supervisão de estabelecimentos Registrados (SIF) e Relacionados (ER) Todos os estabelecimentos que possuírem Registro ou Relacionamento no Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura. 4.situação . . Requerimento do interessado(a). estábulo produtor de leite e granja avícola. Requerimento assinado pelo proprietário. . solicitando vistoria do terreno (quando não existirem instalações construídas) ou Laudo Técnico das instalações existentes.escala 1:100 . Ficha individual dos animais para controle de Inspeção Federal com fotografias (6x6cm) em dois perfis.escala 1:50 .escala 1:100 . 3. A instalação do Serviço de Inspeção Federal se fará por ato formal. 7. Memorial descritivo da construção. com provas de tuberculose e brucelose. Levantamento sanitário do gado leiteiro efetuado por médico veterinário. com vistas ao relacionamento do estabelecimento.fachada e cortes do estabelecimento escala 1:50 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 5. 4. devem ser supervisionados periodicamente de acordo com sua classificação e necessidade determinadas pelo SIPA do Estado. ou identificação através de sinais ou marcação (1 via). 2. o qual se difere conforme o tipo de estabelecimento. 2.Estábulo Produtor de Leite tipo B Documentação necessária para relacionamento: 1.6.guahyba@agricultura. Laudo de inspeção realizado por médico veterinário do Serviço de Inspeção Federal.2 Relacionamento de estabelecimento O Título de Relacionamento é dado a estabelecimentos que trabalham com produtos de origem animal classificados como: casa atacadista.baixa .baixa do estabelecimento .gov.br . 10.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.escala 1:500 5. para efeito de Reserva do SIF ou Registro. pela orientação de manutenção das condições higiênicosanitárias das instalações e equipamentos (3 vias).Casa atacadista Documentação necessária para relacionamento: 1. 6. pelo qual assume a responsabilidade do controle sanitário do rebanho. Contrato social registrado em cartório e na Junta Comercial. dirigido ao Sr. Alvará da prefeitura municipal. solicitando relacionamento do Estábulo leiteiro (3 vias). 6. Memorial descritivo da construção (Anexo 4). Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Memorial econômico-sanitário. 3. Plantas do estabelecimento (3 vias / cada): . Memorial descritivo econômicosanitário.cortes e fachadas . assinado pelo proprietário. 9. 2. 8. Página 8 de 115 Ministério da Agricultura. engenheiro. Para este tipo de supervisão deve ser utilizado um modelo de Relatório de Supervisão. designando o responsável pelo SIF e autorizando o início das atividades. Termo de compromisso do médico veterinário credenciado. assinado pelo proprietário e pelo médico veterinário responsável (3 vias). Termo de compromisso do proprietário. Levantamento fotográfico das dependências do Estábulo leiteiro (1 via). para encaminhamento ao DIPOA. . Plantas: . declarando conhecer e acatar compulsoriamente a legislação para produção de leite B (3 vias). ou engenheiro agrônomo habilitado (3 vias). oficializado ao interessado.

a Interessada terá prazo de 180 dias à contar da data da aprovação prévia para o registro definitivo dos rótulos. sendo de responsabilidade da I. a fiscalização do cumprimento das exigências determinadas. quer quando destinados ao consumo. Requerimento de relacionamento.baixa . descreve a sistemática de aprovação vigente e a Circular SIPA n°06/86 descreve as instruções para Aprovação e RegisMinistério da Agricultura.Decreto nº2244. proceder análise Geral. Termo de compromisso que cumpre o RIISPOA (anexo 5). Análise físico-química e microbiológica da água de abastecimento. anexando quatro (04) vias do rótulo definitivo de fabricação.br Página 9 de 115 . atendendo as recomendações. Entendendo-se como tal. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 de que trata o Título XII. . de 20/07/65. Após a aprovação prévia do rótulo. 5.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. a firma receberá uma via do seu croquis e as recomendações para proceder a sua impressão. Concomitantemente.gov. Neste caso. Capítulo II. Memorial descritivo EconômicoSanitário. nos Artigos 834 a 844. Memorial descritivo da construção e plantas nas escalas e vias regulamentares: . serão automaticamente cancelados. supervisores e autoridades estaduais competentes. Resultado de Análise de Água de abastecimento (Físico-Química e Microbiológica).Memorial Descritivo da fabricação ou manipulação do produto (em duas vias). a indústria fará um novo requerimento no qual solicitará o REGISTRO da rotulagem. O inspetor do SIF local ao receber o pedido de registro. 6. caso contrário. em duas vias. podendo. indicando as cores a serem usadas. imediatamente. Seção IV do RIISPOA. iniciar a sua utilização. a indústria deverá solicitar o pedido de aprovação prévia e/ou registro para os produtos que pretenda fabricar. em tamanho natural. . 3. quer quando se destinam a outros estabelecimentos que os vão beneficiar.585.guahyba@agricultura.situação e localização .escala 1:500 2. A aprovação prévia de rótulos é facultativa. 2.5 Registro de Produto Resolução nº23/00.795 . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. atestar a veracidade do memorial descritivo e atender ao contido no artigo 838 do RIISPOA. deverá anexar os documentos ao processo original (aquele que deu origem ao pedido). Classificação do ovo de acordo com o Decreto n° 56. .Croquis do rótulo.Rotulagem (Definição – Art.97) Todos os produtos entregues ao comércio devem estar identificados por meio de rótulos aprovados ou registrados no DIPOA/SIPA. 7. local.06.837 do RIISPOA. Resolução nº22/00.F. A Portaria SIPA n°014 de 11/12/85. no entanto. O Art. 4. a aprovação dos memoriais descritivos de fabricação dos produtos e seus respectivos rótulos. recomenda o encaminhamento da documentação para verificação prévia. Atestado Sanitário do plantel por médico veterinário credenciado no SSA das DFAs. DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos Importados. Para aprovação prévia tais documentos são: . Paralelamente ao processo de obtenção da Reserva de SIF ou Registro.Granja Avícola Documentos necessários para relacionamento: 1. de 04. 11.escala 1:100 . DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos.7. Não serão registrados os rótulos que necessitem alterações ou correções definidas pelo DIPOA/SIPA. Caberá à empresa o fiel cumprimento do que foi aprovado e registrado.

exceto os destinados ao comércio internacional.Farmacopéia Brasileira. nos rótulos aprovados e/ou registados. Além disso. de 28.7 Aditivos Alimentares .09. formulações e/ou emprego de aditivos. você encontra relação de produtos dispensados de registro antes e depois da implantação do sistema Prodir.Produtos com Registro das Empresas de Alimentos .SIPAs). Foram introduzidas algumas alterações nos procedimentos pelo Ofício Circular CIPOA/DNDA/SNAD N°002/91 de 05.07. .7. do Ministério da Agricultura.07.gov. que aprovou o Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados. Todos os modelos de carimbo oficial de inspeção para rótulos estão previstos no artigo 833 do RIISPOA. dispõe sobre a utilização do carimbo de inspeção em planos de marcação. Consulta com dados atualizados até 25/3/2002 . Os planos de marcação e testeiras de produtos de origem animal não estão sujeitos a aprovação e/ou registro junto ao DIPOA/SIPA. Na Resolução CIPOA N°001/91. que encaminhou a Resolução CIPOA n°001/91 de 05. dispõe sobre a obrigatoriedade da inscrição “Ministério da Agricultura”.guahyba@agricultura. bem como os que não constam da lista de nomenclaturas anexa. alteração e cancelamento de produtos (rótulos e memoriais descritivos) bem como as respectivas nomenclaturas atualizadas.Consulta à Situação de Documentos 2. registro. . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 A Circular CIPOA/DIPOA n°071/92. permanecem sob competência das Seções Técnicas do DIPOA. . como o nome da empresa fabricante.07.Produtos Dispensados de Registro (Prodir) (banco temporariamente fora do ar) .80.br .97. os números do registro e do processo e o prazo de validade. alteração e cancelamento de produtos não previstos no item II da Resolução CIPOA N°001/91.Alimentos Dispensados de Registro até a Implantação do Prodir . aprovou o Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos.07. Cumpre ressaltar que estes documentos conceituaram de forma definitiva plano de marcação e rótulo.Aditivos . e do Ofício Circular N°013/SIPA. A Circular N°002/92 da DNT/DIPOA.07. Consulta com dados atualizados após 25/3/2002 .6 Consulta a Bancos de Dados Neste banco de dados. 4.91.RDC nº386 de 5 de agosto de 1999: Aditivos utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação. assim como a Autorização daqueles destinados ao comércio internacional. ficando a cargo do SIF exercer o seu controle e fiscalização. através das Instruções Normativas foram disciplinados os procedimentos de aprovação. registro. de 17. Alterada pela Resolução RE nº140 de 19/8/2002. O modelo de carimbagem a fogo em miúdos está instruído na Circular 155/BR de 04. . Página 10 de 115 Ministério da Agricultura. . tro de Rótulos e Produtos de Origem Animal e estabelece modelo de formulário a ser utilizado para tal procedimento. de 04. Com referência ao Plano de Marcação. A Portaria n°371. considerando a Resolução Mercosul N°36/93.Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.74.79. A aprovação. face a emissão da Circular n°058/DICAR. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Complementada pela RDC nº234 de 19/8/2002.91 (Descentralização da aprovação e registro de produtos sem formulação para os Serviços Técnicos Estaduais . esta designação ficou reservada a identificação de embalagens secundárias e/ou coletivas. você pode obter informações sobre alimentos.

devidamente registrada no CREA. . rede de esgoto.As referidas plantas devem conter: . largura das portas.Planta Baixa de cada pavimento. pedindo a aprovação do projeto ou o registro do estabelecimento. etc. Exclusivamente para Usinas de Beneficiamento de Leite.2 Registro de estabelecimentos na SAA NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO E/OU APROVAÇÃO DE PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS NA CISPOA/DPA.Plantas do terreno. Inscrição Estadual.5º andar ao 8º andar. além da documentação acima: l) Autorização de Uso do Produto (AUP) emitido pela Divisão de Normas Técnicas do Ministério da Agricultura. fabricação de produtos. incluindo fluxograma de industrialização dos produtos que pretende fabricar ou o n° de animais e a espécie que pretende abater em função da capacidade das instalações e equipamentos (ver modelo). pés-direitos das dependências. pias. tel. e) Contrato de Responsabilidade Técnica do Médico Veterinário.1. especialmente com referência ao sistema de abastecimento de água.Planta baixa com lay-out dos equipamentos (trilhagem. f) Pagamento de Taxa de Aprovação de Projeto no valor de R$ 0. . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Data e assinatura do Engenheiro ou Arquiteto responsável e seu n° do CREA. CONFORME A LEGISLAÇÃO VIGENTE 1. Recolhimento de Taxas: para crédito de FEASP.469 (Ministério da Saúde): . cloretos. e Ind. dureza total. mesas. Postos de Refrigeração de Leite e Microusinas de Benef. conforme a Portaria 1. endereço completo. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. pocilgas e anexos. dos equipamentos (pasteurizadores e resfriadores). d) Análise de água. . com menção do número de inscrição no CREA.. indicando nº CGC. razão social da empresa. Para aprovar o projeto: a) Mandar um requerimento ao Coordenador da CISPOA.87 p/produto 3. b) Memorial Descritivo da Construção assinada por Engenheiro ou Arquiteto. nº 55 . Para encaminhar o Registro a) Cópia do Contrato Social da Empresa (CNPJ e Inscrição Estadual). bem como a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica. tratamento e distribuição.Menino Deus.56 g) Registro de Rótulos/Embalagens/Etiquetas: R$123. Fábricas de Laticínios. matéria orgânica e turbidez) . b) Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.Plantas de fachada e cortes longitudinais e transversais. d) Juntar as seguintes plantas. Informações detalhadas sobre a obra.Posição da construção em relação às vias públicas e alinhamento dos terrenos..Físico-químico (pH. 3. detalhado.).: 51 3225-1588 f) Pagamento de Taxa de Registro de Estabelecimento no valor de R$186.050 .. de Leite. c) Documento expedido pela Prefeitura Municipal. 4. sólidos totais. Dr. autorizando a construção e funcionamento do estabelecimento no terreno indicado (Alvará de Localização).br - Página 11 de 115 . Eduardo Nemoto Vergara. 2.guahyba@agricultura. c) Memorial Econômico Sanitário descrição das atividades realizadas nos estabelecimentos (abate. fonte de captação. registrada no CRMV.) . conforme o caso toda área (situação e localização). Pecuária e Abastecimento (MAPA). plataformas.37/m2 * Os documentos devem ser enviados em 2 (duas) vias. altura dos trilhos. conta Ministério da Agricultura. inclusive currais. contagem padrão em placa) e) Licença de Operação da FEPAM Rua Carlos Chagas. volume.gov. Ag. etc. CEP e telefone. . câmaras frias. .Bacteriológico (coliformes totais e fecais.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

9) Mercado de consumo. sanitários e refeitório para funcionários.): procedência. riachos. Responsável Técnico do Estabelecimento. dirigida ao Setor Técnico correspondente. cortinas de ar nas portas e descrição de outras aberturas. 14) Ventilação e iluminação (natural ou artificial) nas diversas dependências. Entreposto. 13) Destino dado às águas servidas. 17) Natureza dos revestimentos dos pisos e paredes. distrital ou municipal. 10) Número aproximado de empregados.br ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE MEMORIAL ECONÔMICOSANITÁRIO 1) Nome da firma. 20) Instalações frigoríficas. 8) Matéria-prima (animais.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. aparelhos e equipamentos. 2) Denominação do estabelecimento (Nome Fantasia.rs. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 12) Água de abastecimento. etc. e) distribuição. fábrica de produtos orgânicos e outros estabelecimentos industriais que por sua natureza possa produzir mau cheiro. 23) Indicação de existência nas proximidades. leite.br Página 12 de 115 . esgotos.gov. de processamento ou de industrialização de cada produto.c) de industrialização./Fax: (51) 3288 7826/3288-7820 E-mail: cispoa@saa.) 5) Capacidade máxima do estabelecimento: a) .de abate. 5.030382. 22) Sala para inspeção. área de capacidade das câmaras. 15) Separações das dependências de elaboração ou manipulação dos produtos comestíveis e não comestíveis. Qualquer consulta em relação ao projeto.de beneficiamento. CISPOA.gov. resfriado. . etc. Laticínio. 19) Natureza e ou revestimento das mesas e equipamentos.). c) . se existir) 3) Endereço e Telefone para contato do estabelecimento 4) Categoria do estabelecimento (Matadouro-Frigorífico. 16) Telas a prova de insetos nas janelas.procedência e volume de vazão. meios empregados para a depuração das águas servidas antes de lançadas nos esgotos. do proprietário ou do arrendatário. a) . molas de vai-e-vem nas portas das dependências de elaboração e dos depósitos de produtos comestíveis e não comestíveis. b) . carnes. b) . 21) Vestiário.Porto Alegre/RS Tel. 6) Descrever o processo de abate de cada espécie. dos diferentes produtos. 25) Assinatura do responsável pelo estabelecimento. 7) Produtos que pretende fabricar e comercializar. descrevendo finalidade do pagamento. sistema de refrigeração e capacidade dos compressores. rios.CEP 90119-900 .guahyba@agricultura. 11) Meios de transporte a serem utilizados. etc. congelado. Borges de Medeiros. tipos (in natura. 24) Local e data. d) .processo de captação.Coordenadoria de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal Av. n° 1501/19° andar . Para tanto. etc. 18) Teto das salas de elaboração dos produtos comestíveis.sistema de tratamenElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 to. Registro de estabelecimentos e produtos Qual é a providência inicial para abertura de estabelecimentos na área de alimentos? Todo estabelecimento na área de alimentos deve ser previamente licenciado pela autoridade sanitária competente estadual. máquinas.depósitos e sua capacidade.0-6. corrente 02. mediante a expedição de licença ou alvará. o interessado deve dirigir-se ao órgão Ministério da Agricultura. deve ser realizada pelo Médico Veterinário. de curtumes.

no uso da atribuição que lhe confere o art.rs. de 20 de agosto de 1977 e demais disposições aplicáveis. de 26 de abril de 1999.br Suzana Costalunga Lima Chefe da Divisão de Vigilância Sanitária .rs. 3º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. determino a sua publicação: Art.saude. do Regulamento da ANVS aprovado pelo Decreto 3. e os Conselhos Estaduais. Âmbito de aplicação Ministério da Agricultura.gov.SNVS. os Centros de Vigilância Sanitária Estaduais. de vigilância sanitária de sua localidade para obter informações sobre os documentos necessários e a legislação sanitária que regulamenta os produtos e a atividade pretendida. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.2.1.°1. São endereços físicos e/ou eletrônicos das unidades federais. adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu. a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Art.Santana Porto Alegre/RS CEP: 90650-090 Telefone e Fax: (51) 3901-1161 PABX: (51) 3901-1100 E-mail: cevs@saude.º 120. c/c o §1° do Art.029. em reunião realizada em 1º de março de 2000. do Distrito Federal e Municipais (VISAS). Rio Grande do Sul www. 1. Fazem parte desse Sistema o Ministério da Saúde. 372 Porto Alegre/ RS Telefone: (51) 3289-2400 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Resolução nº23. o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS). de 16 de abril de 1999. em relação às ações de vigilância sanitária. 11.437. 1º Aprovar o Regulamento Técnico sobre o Manual de Procedimentos Básicos para Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos Pertinentes à Área de Alimentos constante do Anexo desta Resolução. 4º Fica revogada a Portaria SVS/MS n.gov. de 18 de fevereiro de 1999. Objetivo Estabelecer procedimentos básicos para o registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos pertinentes à área de alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br Página 13 de 115 .Suzana Costalunga lima Centro de Vigilância Sanitária Rua Domingos Crescêncio.rs. estaduais e municipais de vigilância sanitária que compõem o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária .º 6. Distrital e Municipais de Saúde. o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENS).br ou suzanalima@saude.br Porto Alegre / RS Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Av. o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).gov. a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). 132 .gov. Gonzalo Vecina Neto Anexo Regulamento técnico sobre o manual de procedimentos básicos para registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos pertinentes à àrea de alimentos 1. Os endereços desses órgãos podem ser consultados no site da Anvisa. Padre Cacique. de 15 de março de 2000 Dispõe sobre O Manual de Procedimentos Básicos para Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos Pertinentes à Área de Alimentos A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. nº. Art. Alcance 1.guahyba@agricultura. Diretor-Presidente. 2º O descumprimento desta Resolução constitui infração sanitária. Art. 95 do Regimento Interno aprovado pela Resolução n. inciso IV. sujeitando os infratores às penalidades da Lei n.

Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 ou não. aditivos. biológicas ou sensoriais. acondicionamento. 2. preparação. tratamento. Aditivo Alimentar: é qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos. ou seus ingredientes. 2.8.14. Alimento “in natura”: todo alimento de origem vegetal ou animal.2. 2. 2.12. Esta definição não inclui os contaminantes ou substâncias nutritivas que sejam incorporadas ao alimento para manter ou melhorar suas propriedades nutricionais. armazenagem. processamento. Distrito Federal e dos Municípios.guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 2. ainda que de forma modificada. fundamentado na legislação vigente. com objetivo de modificar as características físicas. embalagem. Matéria-prima alimentar: toda substância em estado bruto. sem propósito de nutrir. adicionado. coadjuvantes de tecnologia e embalagens.gov. química ou biológica. O presente Manual se aplica a todos os setores envolvidos com o trâmite de processos de registro ou dispensa da obrigatoriedade de registro de alimentos. Ingrediente: é qualquer substância.3. cumpridos os procedimentos descritos nesta Resolução.1. 2.10.9.11. Monitoramento de qualidade do produto: coleta.6. 2.5. que para ser utilizada como alimento precise sofrer tratamento e ou transformação de natureza física. 2. obtido por processo tecnológico adequado. durante a fabricação. Registro: é o ato legal que. de produtos com objetivo de verificar sua conformidade com o padrão sanitário requerido e ou com o Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou Regulamento Técnico do produto (RT).7. Inspeção Sanitária na Indústria: é o procedimento da fiscalização efetuado Ministério da Agricultura. formalizado por meio de publicação no Diário Oficial da União. transporte ou manipulação de um alimento. químicas. contendo permissão para o funcionamento dos estabelecimentos que exercem atividades pertinentes à área de alimentos. Definições Para efeito desta Resolução. reconhece a adequação de um produto à legislação vigente. 2. Embalagem final: produto resultante do último estágio do processo de fabricação que implica em modificação de sua composição. que não se consome por si só como ingrediente alimentar e que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas. Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento: é o ato privativo do órgão de saúde competente dos Estados. 2. Ao agregar-se poderá resultar em que o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento. podendo admitir-se no produto final a presença de traços da substância ou seus derivados. pelo qual se desobriga o registro de produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. excluindo os equipamentos e os utensílios utilizados na elaboração e/ou conservação de um produto.13. Deverá ser eliminada do alimento ou inativada. incluídos os aditivos alimentares. para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou elaboração. 2. cumpridos os procedimentos descritos nesta Resolução. considera-se: 2. Produto Alimentício: todo alimento derivado de matéria-prima alimentar ou de alimento “in natura”. nacionais e importados. 2. para cujo consumo imediato se exija apenas a remoção da parte não comestível e os tratamentos indicados para a sua perfeita higienização e conservação. 2. avaliação e análise laboratorial quando for o caso. Embalagem Reciclada: embalagem produzida por processo tecnológico específico de obtenção de resinas a partir de materiais recicláveis. Dispensa da obrigatoriedade de registro: é o ato. empregada na fabricação ou preparação de um alimento e que permanece no produto final.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br Página 14 de 115 . alimentos. de outras substâncias permitidas. Coadjuvante de Tecnologia de Fabricação: é toda substância.

às empresas. 4. As empresas devem informar o início da fabricação do(s) produto(s) à autoridade sanitária do Estado. 5. podendo já dar início a comercialização. sem prejuízo da aplicação de outras penalidades previstas na legislação: suspender a produção. 4.1. 5. do Distrito Federal ou do Município.. 5. 5. Todo alimento deve ser produzido de acordo com o Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou Regulamento Técnico (RT) e demais diretrizes estabelecidas. Todos os estabelecimentos que exercerem atividades pertinentes à área de alimentos devem ser inspecionados e licenciados pela autoridade sanitária.6.1.2.1. Essa mudança pode ocorrer em função do histórico de qualidade do produto.4.5. Estão também dispensados da obrigatoriedade de registro e. 5.5. 4. Procedimentos 5. 2. Os produtos de panificação. 5.4. os aditivos alimentares (intencionais) inscritos na Farmacopéia Brasileira.2. Os produtos de um anexo podem passar a integrar o outro anexo.6. os seguintes produtos: 5. Os produtos do Anexo I estão dispensados de registro.br Página 15 de 115 . recolher o(s) produto(s) no mercado. quando a autoridade sanitária julgar necessário com base na legislação pertinente. a contar da data da comunicação da empresa.3. aprovados pela autoridade competente. do Distrito Federal ou do Município.1. dispensados da necessidade de informar o início da fabricação à autoridade sanitária do Estado. para solicitar complementação de dados para uma melhor avaliação do processo em estudo e adequação à legislação vigente.1. A realização da inspeção neste prazo dependerá. para verificar o cumprimento da legislação vigente. constatada por meio do monitoramento de qualidade do produto.6. destinados ao emprego na preparação de alimentos industrializados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.1. No caso da empresa não ser aprovada na inspeção referida no item 5.4. de confeitaria.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.1. da data da última inspeção e do histórico da empresa.1.4. usados como ingredientes alimentares. 4.2. Ministério da Agricultura.6. adicionalmente.1.gov. das penalidades previstas na legislação vigente. A autoridade sanitária terá um prazo de 60 (sessenta) dias.3. Os produtos do Anexo I estão dispensados da obrigatoriedade de registro no órgão competente do Ministério da Saúde. efetuado por meio do monitoramento de qualidade ou em conseqüência de ocorrência de agravos à saúde atribuídos ao consumo de alimentos. dirigido às empresas. nos termos do item 5. 5.1. isoladamente ou em conjunto. 4. do risco associado ao produto.1. pela autoridade sanitária na unidade fabril. arcando com os custos da divulgação para notificação à população. em estabelecimentos devidamente licenciados.1.1.3. conforme Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 modelo Anexo X. Os produtos alimentícios elaborados conforme Padrão de Identidade e Qualidade. os utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação e aqueles dispensados pelo órgão competente do Ministério da Saúde. para proceder a inspeção sanitária na unidade fabril. Exigência: é um recurso a ser utilizado pelo Sistema de Vigilância Sanitária. a mesma será notificada para adotar os seguintes procedimentos.6. 5. desde que incluídos na legislação brasileira de alimentos. de pastelaria.4. A não conformidade com os critérios estabelecidos no item 4. de pastifício.1. Produtos dispensados da obrigatoriedade de registro 5. enquanto que os produtos do Anexo II devem ser registrados no órgão competente do Ministério da Saúde. implicará na aplicação.1.3.1. da natureza do produto. Princípios Gerais 4.15. as matérias-primas alimentares e os alimentos “in natura”.

Registro de produtos 5.6.1.br Página 16 de 115 . 5. mesmo quando acondicionados em recipientes ou embalagens com a finalidade de facilitar sua comercialização.5.1. Extensão Para Registro Único Pode ser solicitada a extensão para registro único nos casos previstos no item 5.1.1. dos Formulários de Petição FP1 e FP2. Demais procedimentos para registro de produtos: 5. O valor para registro de produto ou procedimentos administrativos são regidos por Resolução específica de Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária. 5. cópia do Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. A solicitação de registro deve ser efetuada pela empresa interessada. Havendo variação de corantes que possuam IDA numérica. do Distrito Federal ou do Município onde uma das unidades fabris da empresa esteja localizada. efetuada em balcão do próprio PRODUTOR.1. Produtos com a mesma base de formulação diferenciando-se entre eles: fruta e/ou sabor e/ou aroma e/ou cobertura e/ou formato e/ou concentração de ingredientes. de doceria. A documentação exigida está relacionada no Anexo III.1.1. cujas instruções de preenchimento encontram-se nos Anexos VII. 5. 5. Registro Único Pode ser solicitado quando um mesmo produto é fabricado por unidades fabris distintas de uma mesma empresa. A solicitação de registro requer a entrega.7. obrigatoriamente. Deve estar claramente identificado no rótulo o nome do fabricante e o endereço da unidade produtora.7.2. de cada uma das unidades fabris e anexar aos demais documentos exigidos no Anexo III.3.2.4. Registro de produção terceirizada (registro novo) Ministério da Agricultura.1. Todos os produtos constantes do Anexo II devem ser registrados no órgão competente do Ministério da Saúde.2. localizadas em um ou mais Estado/País.2. Para as embalagens recicladas.2. Os referidos formulários devem ser protocolizados na Vigilância Sanitária do Estado. Produtos com a mesma base de formulação.1.7.7.2. o registro é distinto para cada produto. Os dizeres de rotulagem devem identificar a distribuidora e o fabricante. registra-se somente a embalagem final. desde que não altere a natureza do produto. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.7. do Distrito Federal.1. constantes dos Anexos V e VI. A empresa deve apresentar junto ao órgão de vigilância sanitária o Alvará Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Sanitário ou a Licença de Funcionamento. que passa a ser responsável por todas as eventuais modificações pertinentes ao produto.2.2. O pedido de registro de um produto que utiliza a marca ou o nome de uma empresa distribuidora.7.gov.1. devendo apresentar. indicando no campo correspondente do formulário de petição a marca da empresa distribuidora.2. VIII e IX.2. deve ser feito pela empresa fabricante. quando exclusivamente destinados à venda direta ao CONSUMIDOR.2. dos documentos específicos mencionados no Anexo III.2.2. 5.1. 5.2 Produtos com a mesma base de formulação e marcas diferentes. pela empresa. O registro único pode ser requerido ainda nas seguintes situações: 5.2. diferenciando-se apenas o CORANTE se o mesmo possuir IDA (Ingestão Diária Aceitável) não especificada ou não limitada.7. 5. junto ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado.7. A empresa pode anexar ao processo os relatórios de inspeção de cada uma das unidades fabris. 5. 5.2. 5.1.7.2.2.2. Registro de produto no caso de empresa distribuidora A empresa distribuidora pode utilizar sua marca registrada nos produtos fabricados por outra(s) empresa(s) por meio de contrato.guahyba@agricultura. 5.2. de rotisseria e de sorveteria.3. ou do Município. O registro único deve ser solicitado por apenas uma das unidades fabris da empresa. 5.

além dos documentos constantes no Anexo III. legislação sobre o assunto em outros países ou atender às exigências das diretrizes de avaliação de risco e segurança estabelecidas em regulamento técnico específico.FDA-USA. bem como. Registro de Produtos Importados Pertinentes à Área de Alimentos Para efeito de registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos importados devem ser obedecidos os mesmos trâmites e procedimentos para os alimentos produzidos nacionalmente.1. estabelecer e implementar as Boas Práticas de Fabricação de acordo com o que determina a legislação e apresentar o Manual de Boas Práticas de Fabricação às autoridades sanitárias.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.7. Produto sem Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou sem Regulamento Técnico (RT): A empresa interessada deve apresentar uma proposta de PIQ ou RT. 6.1. adotar na cadeia produtiva.2. que expedirá Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento.1. estudos sobre a toxicidade do material da embalagem.1. contendo as seguintes informações: referência internacional. anexando referência internacional.1. do Distrito Federal ou do Município. e solicitar ao órgão Ministério da Agricultura. metodologia analítica para a identificação e verificação do grau de pureza do material da embalagem. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 metodologia sobre determinação de migração (total e específica) para o alimento. Embalagem Reciclada A empresa deve apresentar uma proposta de regulamento técnico. Comunidade Européia (CE) e Code of Federal Regulations (CFR) .7.1. os produtos importados na embalagem original e prontos para oferta ao consumidor passam a ser registrados de acordo com a legislação específica. os locais onde estão sendo comercializados seus produtos. 6.4.2. c) as empresas devem apresentar cópia do Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento.2. no prazo de 30 (trinta) dias. 5.br Página 17 de 115 .7. Para efeito de registro. Os requisitos necessários para terceirização.FDA-USA ou atender às exigências das diretrizes de avaliação de risco e segurança estabelecidas em regulamento técnico específico. na seguinte ordem de prioridade: Codex Alimentarius. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Utilizado quando a empresa alimentícia possui unidade fabril autorizada para produção de alimentos e quer terceirizar produtos que ela produza ou não. as importadoras e empresas distribuidoras de produtos alimentícios devem implementar e dispor de Manual de Boas Práticas de Fabricação / Armazenagem e nas demais etapas do processo produtivo sob sua responsabilidade. A solicitação de registro deve ser feita por uma das empresas que apresente as condições para produção de alimentos.gov. do Distrito Federal ou do Município deve ter ciência desse acordo mediante apresentação do contrato de terceirização ou documento equivalente.5. previstos neste Regulamento.7. Registro de Produtos que não constam do Anexo II 5.1. são: a) o órgão de Vigilância Sanitária do Estado. comunicar oficialmente à autoridade sanitária. estar licenciada pela autoridade sanitária do Estado.3.2. 5. na ordem de prioridade: Codex Alimentarius. 5. Comunidade Européia (CE) e Code of Federal Regulations (CFR) . 6. no momento da inspeção e ou quando solicitado. RESPONSABILIDADES 6. a partir do início da comercialização.5.1. 6. registrados e dispensados de registro.4. metodologia que assegure o controle de pontos críticos que possam acarretar riscos à saúde do consumidor.guahyba@agricultura.2.2. Da empresa: 6. 6. relação dos alimentos em que será utilizada e justificativa tecnológica. b) os dizeres de rotulagem devem identificar o fabricante e o detentor da marca.4.4.

tais como certidões. Ministério da Agricultura.1. Disposições gerais 7. o prazo estabelecido para o cumprimento da exigência é de 30 (trinta) dias a partir da ciência do interessado. 7. indicando o parecer conclusivo. 7. bem como.7.1. pode-se iniciar a comercialização dos produtos. 6.2. 6. emitir parecer conclusivo no campo específico do Formulário de Petição (FP2) e quando: aprovado.2. não cabe exigência para complementação dos documentos obrigatórios discriminados no Anexo III. indicando as categorias.2. bem como das empresas inspecionadas. constam do Anexo III. inclusive os de rotulagem.6.1.O. 6. antes da data do seu vencimento. nesse caso. Compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 6. a formulação de exigência deve ser efetuada de forma clara e precisa. analisar o processo de pedido de registro do produto. A publicação do registro dos produtos do Anexo II.2. sempre que solicitado.3.O. 7.3. Formulação de exigência: 7. cabe republicação.2. 6. observando os Regulamentos Técnicos. dispensando a emissão posterior de quaisquer documentos que impliquem na repetição do ato. informar à autoridade sanitária.2. por irregularidade ou por erro de publicação.2. de Vigilância Sanitária do Estado. as solicitações de registro previamente analisadas. visando a Análise de Controle. indeferido. sem ônus. 7. do Distrito Federal ou do Município: 6. em todo território nacional.2. de então.2. modificações.1. sendo o processo.3. as empresas produtoras e importadoras de produtos pertinentes à área de alimentos devem manter atualizadas as fórmulas dos produtos dispensados de registro.4. as que foram inspecionadas.3. declarações e outros. cancelamento e renovação que a empresa detentora do produto deseja efetuar.gov.4. num prazo máximo de até 10 (dez) dias. 7. a data de início de fabricação dos produtos dispensados de registro. 6. informar à ANVS. 6. indicando toda a legislação pertinente.U.U. tais como. é suficiente para comprovar a concessão do registro pelo órgão competente do Ministério da Saúde. por meio de relatórios gerenciais mensais a relação das empresas que solicitaram inspeção.3.1. mencionar o(s) motivo(s) no(s) qual(ais) se baseou (inclusive citando as legislações). mediante a apresentação dos documentos constantes no Anexo III. produtos registrados e dispensados de registro.. A revalidação do registro deve ser solicitada no prazo de até 60 (sessenta) dias. implicará no indeferimento da petição. citar o(s) regulamento(s) no(s) qual(ais) se baseou a análise. 7. o não cumprimento da exigência no prazo estabelecido. produtos.U.3.O.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. com identificação do técnico que procedeu a análise. 7. no D.1. A partir. indeferido e publicado no D.br Página 18 de 115 . inspecionar as unidades fabris para verificar o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação. as Resoluções.guahyba@agricultura.2. deferir ou indeferir. estando disponíveis à autoridade sanitária.4. 6.3. publicação no D. datar e assinar. Compete ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado.2. 6. com as devidas justificativas. identificando o técnico responsável. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. No último caso. do Distrito Federal ou do Município que proceda a coleta de amostra dos mesmos. manter os Estados atualizados com Cadastro de empresas. marcas e tipos de embalagens. 6. cancelar o registro do produto a pedido.2.2. Os documentos exigidos para os demais procedimentos administrativos. e arquivamento do processo. Validade do registro O registro dos produtos é válido por 05 (cinco) anos.3. datar e assinar. as Portarias e outros instrumentos legais pertinentes ao produto.

formulário de petição 1 (FP1) VI . serão automaticamente cancelados pela autoridade sanitária competente. as unidades regionais e municipais poderão protocolizar os documentos referentes ao registro de alimentos e emitir o Alvará Sanitário. 7. nem necessidade de protocolizar essa modificação no órgão de Vigilância Sanitária do Estado.1.6. podem. Os pedidos de registro e demais procedimentos administrativos para os produtos que passam a ser dispensados de registro. ou consulta na Internet no endereço eletrônico da Agência. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Quando as modificações ocorrerem em função de atualização de legislação específica.2. 7.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. do Distrito Federal ou do Município deve encaminhar a documentação à Agência para proceder as alterações.guahyba@agricultura. até o término do estoque de embalagem ou até a data de vencimento do registro.7.br . As empresas. Anexos I .instruções de preenchimento do formulário de comunicação do início de fabricação de produtos dispensados de registro (frente/verso/anexo) 9. ofício. A empresa deve comunicar ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado. por meio de documentação oficial (carta. desde que efetuadas dentro do prazo de adequação estabelecido pelo novo Regulamento Técnico.unidades de medida 03 .procedimentos administrativos 02 . A responsabilidade dessa adequação é exclusiva da empresa. Nas situações em que o Estado já tenha implantado a descentralização de suas ações. do Distrito Federal ou do Município.instruções de preenchimento do FP2 X .abreviaturas padronizadas Página 19 de 115 Ministério da Agricultura.1. no protocolo da ANVS ou na GerênciaGeral de Alimentos.formulário de comunicação do início de fabricação de produtos dispensados de registro XI . fax ou outros). que estejam em andamento na data de entrada em vigência deste ReguElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 lamento. incorporação de empresas e encerramento da atividade da empresa.instruções gerais de preenchimento do FP1 e FP2 VIII .ficha de cadastramento de empresas (FCE) V . Tabelas 01 . O órgão de Vigilância Sanitária do Estado.formulário de petição 2 (FP2) VII . 8.produtos com obrigatoriedade de registro III . 7.produtos dispensados da obrigatoriedade de registro II . Relação dos anexos e tabelas 9.1. que detêm o número de registro de produtos que de acordo com esta Resolução passam a ser dispensados. do Distrito Federal ou do Município.relação dos documentos exigidos de acordo com o procedimento administrativo IV . 9. Disposições transitórias 8.4.gov. 8. usá-lo na rotulagem de seu respectivo produto. não haverá ônus para a empresa. optativamente. As informações sobre andamento de processo devem ser obtidas no órgão onde foi protocolizado o processo. 7.2. mudança de razão social.5. as situações de mudança de endereço da unidade fabril.instruções de preenchimento do FP1 IX .

tion. Obs. www.asp Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 20 de 115 Ministério da Agricultura. devido à ampla gama de normas existentes. não existe uma legislação internacional que discipline a questão alimentar para o mundo todo. Estadual e Municipal. World Health Organization Ministério da Agricultura. órgão pertencente à WHO – deral. Isto porque cada país possui a sua. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. CISPOA e SIM.net/web/index_es. Quando pertinente. Estadual e Municipal não foi incluída. far-se-á a observação acerca da legislação do MAPA.Serviço de Inspeção Feinternacional deral) Órgãos de saúde pública dos Casas atacadistas e nos estabeleciEstados. No âmbito internacional. normatização. pelo menos da forma imperativa e coativa como conhecemos as Leis. PecuSe aplica a estabelecimentos que ária e Abastecimento – MAPA realizam comércio interestadual ou Federal (SIF .guahyba@agricultura. Foi enfatizada principalmente a legislação da ANVISA.gov. sempre é bom consultar a legislação em vigência no momento em que há necessidade de se saber sobre alguma questão legal. nas mais diversas instâncias. Nível Características Órgão competente Se aplica ao mundo todo. Esmentos varejistas do País e alguns dos Territórios. Sem dúvida.: Agência tadual e Mualimentos minimamente processaNacional de Vigilância Sanitária nicipal dos.br . mas preci. Ex.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Codex Alimentarius da FAO – sa ser aceita pelos países e não im.inmetro.gov. do Distrito Federal e Federal. Organizações e atribuições. estudo da legislação.jsp www. o mais importante consenso internacional (acordo) a respeito de segurança alimentar é o Codex Alimentarius.br/qualidade/comites/codex.Food and Agriculture OrganizaInternacional posta como é o caso dos níveis Fe. (ANVISA) Secretaria da Agricultura e Abastecimento – SAA (CISPOA Se aplica a estabelecimentos que – Coordenadoria de Inspeção Estadual realizam comércio intermunicipal Sanitária dos Produtos de Origem Animal) Se aplica a estabelecimentos que Secretaria da Agricultura Municomercializem seus produtos dentro cipal (SIM – Serviço de InspeMunicipal do município no qual estão inseridos ção Municipal) A legislação completa das esferas Federal. o que ocorrem são acordos entre países.codexalimentarius.: Como legislação possui características de mutação e/ou inovação. bem como da mesma não foi feita a referenciação. órgãos normatizadores. 1 Legislação Internacional Na verdade.

Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. cabendo às suas comissões apreciá-lo antes de sua apresentação ao Plenário .br Título IV – da organização dos Poderes Capítulo I – do Poder Legislativo Seção I – do Congresso Nacional Seção II – das atribuições do Congresso Nacional Seção III . realizaram-se eleições simultâneas para Governador.1 Câmara dos Deputados Federais .assistencialismo social.: MAPA. Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. . .da Câmara dos Deputados O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional. o Executivo e o Judiciário (CF/88).ampliação da autonomia administrativa e financeira dos Estados da Federação.sistema presidencialista. Superior Tribunal de Justiça. encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira. A Carta Magna de 1988 apresentava as seguintes principais características (CF/88): .guahyba@agricultura. . os Tribunais e Juízes Eleitorais. Tribunais e Juízes do Trabalho. Uma lei inicia-se com a apresentação de um projeto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal. 2. destinado ao debate político.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. também.camara. Assembléia Constituinte. 2º São Poderes da União. o Legislativo.órgão máximo de decisão de cada Casa -. Tribunais e Juízes Militares.gov.2 Congresso Nacional Composto pela Câmara dos Deputados Federais e o Senado Federal. . Câmara dos Deputados e Assembléias Estaduais. independentes e harmônicos entre si.amplo intervencionismo estatal. Senado Federal. com o PMDB elegendo a maioria dos Governadores e tornando-se majoritário no Congresso Nacional. com o Presidente eleito por quatro anos.2.consolidação dos princípios democráticos e defesa dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos. o Presidente da República. Art. o qual seria. 2 Legislação Federal Em novembro de 1986. . à discussão e à aprovação das leis.Poder Executivo: Presidência e Vice-presidência da República e Ministérios de Estado. Sua função é votar o Orçamento. . que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. aprovada em 1988.www. Ex. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. .Poder Judiciário: Supremo Tribunal Federal. Podem apresentar projetos.br . ampliando os direitos dos trabalhadores. o Supremo Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 21 de 115 Ministério da Agricultura. por voto popular direto e eleição em dois turnos. 2.gov. outras propostas legislativas de competência da União e outras de sua exclusiva competência. membros ou comissões da Câmara dos Deputados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Poder Legislativo: Câmara dos Deputados Federais e Senado Federal (Congresso Nacional).

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Tribunal Federal, os Tribunais Superiores, o Procurador-Geral da República, cidadãos e grupos organizados, observadas as normas constitucionais. Após a aprovação pelas duas Casas, o projeto é enviado à sanção do Presidente da República. Transformado em lei, é publicado no Diário Oficial da União e entra em vigor na data especificada. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo, eleitos em cada Estado e no Distrito Federal. Hoje são 513 deputados. Pela Constituição, é competência privativa da Câmara autorizar a instauração de processo contra o Presidente e o VicePresidente da República e os Ministros de Estados. Ao Senado compete processá-los e julgá-los. O processo legislativo e o funcionamento da Câmara dos Deputados são estabelecidos pelo Regimento Interno. 2.2.2 Senado Federal - www.senado.gov.br Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes Capítulo I – do poder legislativo Seção IV – do Senado Federal Todos, Senadores da República, forjaram a solidez necessária e imprescindível à redemocratização e à restauração do Governo civil no Brasil, refletida sabiamente nas palavras do Senador José Sarney, Presidente do Congresso Nacional, em discurso proferido na abertura da 50ª Legislatura do Congresso Nacional, em 12 de fevereiro de 1995: “O Congresso nunca faltou ao Brasil. Aqui nasceu o País. Aqui construímos nossas instituições. Nenhum Poder sofreu mais, no curso da nossa História... Nunca ninguém pensou em fechar o Executivo, mas fomos fechados e dissolvidos em 1823, 1889, 1891, 1930, 1937, 1968 e 1977... A vulnerabilidade do Parlamento decorre do fato de ser, esta, a Casa política por excelência, e o conflito é a marca inarredável da política e da liberdade de crítica... Transparência, moralidade, eficiência, trabalho... Sem Parlamento não há democracia, sem democracia não há liberdade, e sem liberdade o homem é apenas um sobrevivente... O Congresso é a Casa do debate, da controvérsia, das idéias, das posições. Desse debate floresce a democracia e surgem as soluções... Este Congresso será desafiado a promover uma mudança que recoloque o Brasil em sintonia com profundas transformações registradas no mundo, nos últimos anos.” 2.3 Presidência da República - www.presidencia.gov.br Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes Capítulo II – do poder executivo Seção I – do Presidente e do Vice-Presidente da República Seção II – das atribuições do Presidente da República Seção III – da responsabilidade do Presidente da República Seção IV – dos Ministros de Estado. 2.4 Hierarquia de Leis Surge a hierarquia quando em relação a uma mesma matéria, há várias normas. Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 22 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Capítulo I – do poder legislativo Seção VIII – do processo legislativo Subseção III – das Leis. Constituição Federal → Lei → Lei Complementar → Decreto → Decreto Lei → Medidas Provisórias → Portarias → Instruções → Instruções Normativas → Instruções Especiais → Normas de Execução 2.5 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Título III - da organização do Estado Capítulo II - da União Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VIII - fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar; Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta, especialmente: I - os instrumentos creditícios e fiscais; II - os preços compatíveis com os custos de produção e a garantia de comercialização; III - o incentivo à pesquisa e à tecnologia; IV - a assistência técnica e extensão rural; V - o seguro agrícola; VI - o cooperativismo; VII - a eletrificação rural e irrigação; VIII - a habitação para o trabalhador rural. §1º - Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agro-industriais, agropecuárias, pesqueiras e florestais. Capítulo VII - da Administração Pública Seção III - dos impostos da União Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: I - importação de produtos estrangeiros; II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados; III - renda e proventos de qualquer natureza; IV - produtos industrializados; V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; VI - propriedade territorial rural; § 3º - O imposto previsto no inciso IV: III - não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior (CF/88, grifo nosso). De acordo com Mukai (2002), o art. 23 veio, pela primeira vez na história do constitucionalismo brasileiro, contemplar, a título geral, o que denominou de competência comum (da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios).
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 23 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Verifica-se que, com este tipo de competência, desejou o constituinte que fosse ele instrumental de ordem constitucional destinado a dar efetividade ao federalismo cooperativo, posto que o parágrafo único do art. 23 reza que “lei complementar fixará normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional”. Pode-se aqui também verificar que foi intenção do constituinte dispor atribuições de ordem administrativa, pois não se utilizou da expressão “legislativa”. Entretanto, cabe aqui observação: pelo princípio da legalidade, antes de se atuar, há que se legislar. A exigência de lei complementar não impede que este tipo de competência seja plenamente exercida, não obstante ela inexistir até o momento (pasmem!). Não cabe aqui falar em exercício do poder de polícia, em autuações, em aplicações de multas e penalidades. Neste tipo de competência, de acordo com o vetor disposto no parágrafo único do art. 23, só cabe a atuação compartida, ou seja, em termos de cooperação. Portanto, aqui se trata de resolver questões de administração, no sentido de solucionar, com recursos financeiros e pessoal. Não pode haver atuação a título de exercício do poder de polícia, posto que este tipo de competência só cabe no âmbito privativo de cada ente federativo. 2.6 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

Toda a legislação de que trata este subcapítulo pode ser facilmente obtida no sítio na Internet do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA): www.agricultura.gov.br, clicando em Legislação e após em SISLEGIS - Sistema de Legislação Agrícola Federal ou então acessando diretamente o endereço http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis. Missão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Formular e implementar as políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando os aspectos de mercado, tecnológicos, organizacionais e ambientais, para o atendimento dos consumidores do País e do exterior, promovendo a segurança alimentar, a geração de renda e emprego, a redução das desigualdades e a inclusão social. Ministério da Agricultura, uma parceria histórica com o agronegócio Estimular o aumento da produção agropecuária e o desenvolvimento do agronegócio, com o objetivo de atender o consumo interno e formar excedentes para exportação. Essa é a missão institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que tem como conseqüência a geração de emprego e renda, a promoção da segurança alimentar, a inclusão social e a redução das desigualdades sociais. Para cumprir sua missão, o MAPA formula e executa políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando aspectos mercadológicos, tecnológicos, científicos, organizacionais e ambientais, para atendimento dos consumidores brasileiros e do mercado internacional. A atuação do ministério baseia-se na busca de sanidade animal e
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 24 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

de direito. com fulcro no disposto no Decreto nº1. Elas reúnem representantes do governo e do setor privado para debater e propor políticas públicas para o agronegócio brasileiro. informação agrícola. sendo lhe atribuído.142 de 2 de novembro de 1892. incorporando atribuições e competências afetas à outras pastas. Indústria e Comércio. fiscalização dos insumos agropecuários. no início do Regime Republicano. classificação e inspeção de produtos de origem animal e vegetal. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). da organização da cadeia produtiva do agronegócio. originalmente denominado Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura. açúcar e álcool. Viação e Obras Públicas. o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). a Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg) e a Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa/MG) – também executam as políticas públicas voltados ao agronegócio. passou o Ministério da Agricultura a compor a estrutura governamental da República. pesquisa tecnológica. produção e fomento agropecuário. da modernização da política agrícola. leite.8. A estrutura organizacional da Secretaria dos Negócios da Agricultura perdurou por 32 anos. eletrificação rural. quando da promulgação do Decreto Imperial nº1067 de 28 de julho de 1860. Comércio e Obras Públicas. avicultura. passando a integrar a estrutura formal do Gabinete do 2º Império. abastecimento. armazenagem e indicadores de preços mínimos).br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. de 12.501. nem tampouco no crescimento das despesas com seu pagamento. da Repartição Geral das Terras Públicas e da Diretoria Geral dos Correios. A infra-estrutura básica do MAPA é formada pelas áreas de política agrícola (produção. Viação e Obras Públicas vigorou por 17 anos. não implicando no aumento do quantitativo geral do pessoal. do uso sustentável dos recursos naturais e do bem-estar social. Pelo disposto em referido diploma legal os assuntos da Agricultura ficaram obscuramente afetos à 2ª Secção da 3ª Diretoria daquele Ministério. no cenário nacional. a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). a Companhia de Entrepostos e Armazéns de São Paulo (Ceagesp). ainda. vegetal. foi criado no século XIX por decisão da Assembléia Legislativa. sob a designação de Ministério da Agricultura. a proeminência político-econômico devidas. 2. agrometeorologia. as competências e atividades ligadas a Indústria e ao Comércio.1 História do MAPA O Ministério da Agricultura. mercado. entre outras). quando da edição do Decreto nº7. foi extinta e suas atribuições absorvidas pelo Ministério da Indústria. cooperativismo e associativismo rural. defesa sanitária (animal e vegetal).gov. assistência técnica e extensão rural.guahyba@agricultura. Em síntese. as competências e a estrutura organizacional do Ministério da Agricultura permaneceram inalteradas por 50 anos. do incentivo às exportações.6. comercialização. quando na década de 1980.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. de 3 de dezembro de 1930. Uma das inovações da atual gestão do Mapa foi a criação de câmaras setoriais das diversas cadeias produtivas do agronegócio (carne. quando então. comercialização e abastecimento agropecuário. bem como seu quadro de pessoal foi arregimentado das diversas Secretarias de Estado. lhe foram Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 25 de 115 Ministério da Agricultura.448. Sua criação se fez por meio da reorganização da estrutura vigente. As Delegacias Federais de Agricultura e as empresas vinculadas ao ministério – Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).1909 foi recriada a Pasta da Agricultura incorporando. Pelo Decreto nº19. fruticultura. A subordinação ao Ministério da Indústria.

br . acrescidas daquelas relacionadas às ações de coordenação política e à execução da reforma agrária e dos assuntos de irrigação. Após 1990. sob o ponto de vista industrial e sanitário.São sujeitos à fiscalização prevista nesta lei: a) os animais destinados à matança. excluídas da competência os assuntos relativos à reforma agrária e aos recursos florestais e pesqueiro. em que passa a ser denominado de Ministério da Agricultura.6. Pecuária e Abastecimento. mantidos os assuntos atribuídos na lei acima referenciada. sejam ou não adicionados de produtos vegetais. 2º . a saber: a) Lei nº8344 de 21 de dezembro de 1991. fica mantida a denominação e a estrutura organizacional do Ministério da Agricultura.028 de 12 de abril de 1990 que dispôs sobre a “reorganização e funcionamento dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios”. convertida na Lei nº8. À época incorpora. passando a ser denominado Ministério da Agricultura. 2. depois convertida na Lei nº10. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.649 de 27 de maio de 1998. bem como no mercado global. os assuntos relativos aos recursos pesqueiros. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 26 de 115 Ministério da Agricultura. de política agrícola e de desenvolvimento rural. depositados e em trânsito. a exceção do abastecimento. Esta Medida Provisória é convertida na Lei nº9. Pecuária e Abastecimento. 1º .É estabelecida a obrigatoriedade de prévia fiscalização. de todos os produtos de origem animal. b) o pescado e seus derivados. recebidos acondicionados. Posteriormente em 15 de março de 1990 com a promulgação da Medida Provisória 150.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Abastecimento e Reforma Agrária.guahyba@agricultura.2 Lei Federal n°1283/1950: Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. transformados manipulados. a denominação e a estrutura organizacional da Pasta da Agricultura foram sendo adequadas. c) Medida Provisória 1450 de 10 de maio de 1996: assume a denominação de Ministério da Agricultura e do Abastecimento. e) Medida Provisória 2216-37 de 31 de agosto de 2001 incorpora em seu nome a designação pecuária.gov. por haver sido redistribuídos os assuntos relacionados à condução e execução da política de reforma agrária. que incorporou os assuntos de abastecimento. d) Medida Provisória 1911-8 de 29 de julho de 1999: incorpora na área de competência do Ministério os assuntos relativos à política do café.683. até então afetas ao Ministério da Indústria e Comércio. Quando da edição da Medida Provisória nº103 de 1º de janeiro de 2003. foi criada uma nova Pasta da Agricultura a qual foram outorgadas as tradicionais atribuições. b) Lei nº8490 de 14 de novembro de 1992. tendo em vista a Balança Comercial do País. açúcar e álcool e ao planejamento e exercício da ação governamental nas atividades do setor agro-industrial canavieiro. de 28 de maio deste mesmo ano. preparados. em razão das competências que lhe foram sendo ou não conferidas. sendo-lhe no entanto retirados os assuntos relacionados aos assuntos pesqueiros. em clara demonstração da importância deste segmento inclusive pelo destaque do agronegócio de carnes no mercado brasileiro. novamente. c) o leite e seus derivados d) o ovo e seus derivados. comestíveis e não comestíveis. seus produtos e subprodutos e matérias primas. Art.

4º citado. Art. d) as obrigações dos proprietários. a duplicidade de fiscalização industrial e sanitária em qualquer estabelecimento industrial ou entreposto de produtos de origem animal. c) nas usinas de beneficiamento do leite¸ nas fábricas de laticínios. Art. g) a fixação dos tipos e padrões e aprovação de fórmulas de produtos de origem animal. dentro do prazo máximo de cento e oitenta dias (180).(modificado pela Lei Federal nº7.Incumbe privativamente ao órgão competente do Ministério da Agricultura. subprodutos e matérias primas de origem animal durante as diferentes fases da industrialização e transporte. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 27 de 115 Ministério da Agricultura. 8º . i) as penalidades a serem aplicadas por infrações cometidas. mediante acordo com os Governos interessados. Parágrafo único . de 23 de novembro de 1989) Art. b) nos entrepostos de recebimento e distribuição do pescado e nas fábricas que o industrializem. far-se-á: a) nos estabelecimentos industriais especializados e nas propriedades rurais e com instalações adequadas para a matança de animais e o seu preparo ou industrialização. Art. e) nos entrepostos que. de 23 de novembro de 1989) Art. os serviços respectivos poderão ser realizados pelo Ministério da Agricultura. de modo geral. refrigeração e desnatagem do leite ou de recebimento. e) a inspeção “ante” e “post mortem” dos animais destinados à matança. não dispuser do aparelhamento ou organização para a eficiente realização da fiscalização dos estabelecimentos nos termos da alínea b do artigo anterior. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.889. § 1º . f) a inspeção e reinspeção de todos os produtos. refrigeração e manipulação dos seus derivados e nos respectivos entrepostos. para os fins desta lei. 4º .A fiscalização.guahyba@agricultura. f) nas propriedades rurais. de que trata esta Lei. 3º . c) a higiene dos estabelecimentos. isenta o estabelecimento industrial ou entreposto de fiscalização estadual ou municipal. responsáveis ou seus prepostos. contados a partir da data da publicação desta lei.O Poder Executivo da União baixará. Art. sob qualquer forma para o consumo. recebem. 6º .Se qualquer dos Estados e Territórios. g) nas casas atacadistas e nos estabelecimentos varejistas.É expressamente proibida em todo o território nacional. o regulamento ou regulamentos e atos complementares sobre a inspeção industrial e sanitária dos estabelecimentos referidos na alínea a do Art. 9º .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. h) o registro de rótulos e marcas.br . armazenam.gov. sempre que se destinarem ao comércio internacional ou interestadual. 5º . a inspeção sanitária dos produtos e subprodutos e matérias primas de origem animal. 7º . d) nos entrepostos de ovos e nas fábricas de produtos derivados.(modificado pela Lei Federal nº7. que será exercida por um único órgão. nos postos de recebimento. na forma que for determinada para a fiscalização dos estabelecimentos incluídos na alínea a do mesmo artigo.889. como também para as respectivas transferências de propriedade. nos portos marítimos e fluviais e nos postos de fronteiras. Art. conservam ou acondicionam produtos de origem animal. manipulam.A regulamentação de que trata este dispositivo abrangerá: a) a classificação dos estabelecimentos. b) as condições e exigências para registro e relacionamento.A concessão de fiscalização do Ministério da Agricultura. e) o mel e cera de abelha e seus derivados.

Casas Atacadistas Título III . pela regulamentação referida no artigo 9º da presente lei. 14 . antes de serem dados ao consumo público. indicados nas alíneas a e b do Art. Parágrafo único . dos Territórios e do Distrito Federal. 129º da Independência e 62º da República. 9º mencionado. se das mesmas resultar apreensão ou condenação dos produtos e subprodutos.Capítulo VI . destinados ao comércio interestadual que puderem ser fiscalizados nos centros de produção ou nos pontos de embarque.Disposições Preliminares Título II . 9º. 15 .Os produtos.Estabelecimentos de carnes e derivados .Enquanto não for baixada a regulamentação estabelecida neste artigo. previstos na alínea c do Art. 13 . Art. incumbe. a que o mesmo se refere. Os Estados. 10º e 12º desta lei. 2º desta lei. 10 .Capítulo II . Rio de Janeiro. m) quaisquer outros detalhes. revogadas as disposições em contrário. poderão ser alteradas no todo ou em parte sempre que a aconselharem a prática e o desenvolvimento da indústria e do comércio de produtos de origem animal. k) as análises de laboratórios.Estabelecimentos de mel e cera de abelha .Estabelecimentos de leite e derivados . de Novaes Filho.Capítulo IV .Capítulo III . continua em vigor a existente à data desta lei. os Territórios e o Distrito Federal.Capítulo V .As autoridades de saúde pública em sua função de policiamento da alimentação.Capítulo I . 4º desta lei. l) o trânsito de produtos e subprodutos e matérias-primas de origem animal. Art. comunicarão aos órgãos competentes. 12 .br . na forma que for estabelecida na regulamentação prevista no Art. serão inspecionados em entrepostos ou outros estabelecimentos localizados nos centros consumidores. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Classificação dos Estabelecimentos . a fiscalização sanitária dos estabelecimentos. Título I . Art.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 4º citado. nos portos marítimos e fluviais e postos de fronteiras. 18 de dezembro de 1950. de que cogitam os arts.Funcionamento dos Estabelecimentos Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 28 de 115 Ministério da Agricultura. DUTRA A. de que tratam as alíneas c e d do Art.Ao Poder Executivo da União cabe também expedir o regulamento e demais atos complementares para fiscalização sanitária dos estabelecimentos. os quais entretanto. no que lhe for aplicável. Art. Art. EURICO G. reger-se-á.Estabelecimentos de ovos derivados . que se tornarem necessários para maior eficiência dos trabalhos de fiscalização sanitária.Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação.A falta dos regulamentos previstos neste artigo. não poderão colidir com a regulamentação de que cogita o artigo anterior.guahyba@agricultura.gov.Aos Poderes Executivos dos Estados. os resultados das análises fiscais que realizarem. 11 . j) a inspeção e reinspeção de produtos e subprodutos. § 2º .Estabelecimentos de pescados e derivados . Pedro Calmon. Art.4º desta lei.As regulamentações. ou às dependências que lhe estiverem subordinadas. poderão legislar supletivamente sobre a mesma matéria. expedir o regulamento ou regulamentos e demais atos complementares para a inspeção e reinspeção sanitária dos estabelecimentos mencionados na alínea b do Art.

Seção I .Coagulantes .Inspeção Industrial e Sanitária do Mel e Cera de Abelha .Triparia .Leite em natureza .Capítulo III .Capítulo IV .Ovos em natureza .Conservas .Seção IV .br .Creme .Transferência de Registro e Relacionamento Título V .Registro e Relacionamento .Margarina .Pescado .Seção II .Seção II .Graxaria .Seção III .Seção II .Compostos .Capítulo VII .Leites desidratados .Generalidades .Capítulo I .Inspeção "post-mortem" .Aves e pequenos Animais .Ovinos e caprinos .Equídeos .Bovídeos .Seção I .Gorduras de suínos C .Conservadores.Capítulo V .Generalidades .Inspeção Industrial e Sanitária dos Ovos e Derivados .Capítulo VI .Capítulo IV . Título IV .Capítulo II .Produtos não comestíveis do pescado TítuloVIII Título VIII .Seção I .Registro e Relacionamento de Estabelecimentos .Coagulantes.Capítulo II . corantes.Inspeção Industrial e Sanitária de Carnes e Derivados .Matança .Suínos .gov. Conservadores.Higiene dos Estabelecimentos Título VI .Matança de emergência .Mel .Capítulo II .Seção IV .Matança normal .Cera de abelhas Título XI .Capítulo I .Derivados do pescado .Produtos gordurosos comestíveis A . condimentos e outros Título XII .Seção III .Outros Produtos Lácteos .Seção I .Capítulo V .Produtos gordurosos não comestíveis .Obrigações das Firmas Título VII .Seção II .Seção V .Capítulo II .Inspeção "ante-mortem" .Capítulo II .Seção VI .Capítulo V .Embalagem e Rotulagem Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 29 de 115 Ministério da Agricultura.Capítulo I .Inspeção de leite e seus derivados TítuloIX Título IX .guahyba@agricultura.Gorduras de bovinos B .Queijos .Disposições diversas . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Capítulo VI .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Capítulo II .Conservas de ovos TítuloX Título X .Seção III . Agentes de Cura e outros Capítulo I .Capítulo VII -Pescado e derivados .Capítulo I .Capítulo III -Manteiga .Inspeção Industrial e Sanitária do Leite e Derivados .Subprodutos não comestíveis .Capítulo I .

nos termos do art.interdição. II .guahyba@agricultura. . decorridos doze meses.Seção I . 3º Nos casos de emergência em que ocorra risco à saúde ou ao abastecimento público. simulação.283. quando não apresentarem condições higiênicosanitárias adequadas ao fim a que se destinam. nos casos de artifício. da Constituição. além das circunstâncias atenuantes ou agravantes. levando-se em conta. do estabelecimento. 62 da Constituição Federal.Embalagem . de 18 de dezembro de 1950. 2º Sem prejuízo da responsabilidade penal cabível.gov. IV .Carimbo de inspeção e seu uso . a infração à legislação referente aos produtos de origem animal acarretará. Faço saber que o Presidente da República adotou a Medida Provisória nº94.multa.Rotulagem .Reinspeção Industrial e Sanitária dos Produtos Título XIV . nos casos não compreendidos no inciso anterior.889. inciso II. produtos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. promulgo a seguinte Lei: Art.Infrações e Penalidades Título XVII . 23. ou forem adulteradas.283. mediante inspeção técnica realizada pela autoridade competente. embaraço ou resistência a ação fiscal. de 23 de novembro de 1989 Dispõe sobre inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. nos termos do art.Exame de Laboratório Título XVI .Capítulo I . 37 inciso IX da Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 30 de 115 Ministério da Agricultura.000 Bônus do Tesouro Nacional . a União poderá contratar especialistas.Seção II . de até 25.advertência. V . de 1950). após o atendimento das exigências que motivaram a sanção. quando a infração consistir na adulteração ou falsificação habitual do produto ou se verificar. § 3º Se a interdição não for levantada nos termos do parágrafo anterior. quando o infrator for primário e não tiver agido com dolo ou máfé. 7º da Lei nº 1. ardil. total ou parcial.Rotulagem em particular . e derivados de origem animal.Rotulagem em geral .Seção III . desacato.Registro de rótulo Título XIII .Seção IV . a inexistência de condições higiênico-sanitárias adequadas. § 1º As multas previstas neste artigo serão agravadas até o grau máximo.suspensão de atividade que cause risco ou ameaça de natureza higiênico-sanitária ou no caso de embaraço à ação fiscalizadora.Capítulo II . § 2º A interdição de que trata o inciso V poderá ser levantada. 1º A prévia inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal.apreensão ou condenação das matérias-primas. a situação econômico-financeira do infrator e os meios ao seu alcance para cumprir a Lei. Art. e eu. NELSON CARNEIRO. para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. isolada ou cumulativamente. III . de que trata a Lei nº 1. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. é da competência da União. as seguintes sanções: I . do Distrito Federal e dos Municípios. Presidente do Senado Federal. será cancelado o registro (art.Trânsito de Produtos de Origem Animal Título XV .br .Disposições Gerais e Transitórias (Publicado no DOU de 19-12-50) Lei Federal nº7. Art. dos Estados. subprodutos.BTN. de 1989. que o Congresso Nacional aprovou. e dá outras providências.

d. e. de 8 de novembro de 1988. e demais disposições em contrário. passam. nos estabelecimentos de que trata a alínea g do mesmo art. de 12 de abril de 1934). o registro. 3º. de 2 de outubro de 2003: altera dispositivos do Regulamento aprovado pelo Decreto n°2. circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. o registro.760. que façam comércio interestadual ou internacional. para atender os serviços de inspeção prévia e de fiscalização. de 4 de setembro de 1997. do art. Revogam-se as Leis nº 5.. da Independência e 101º. . NELSON CARNEIRO (grifo nosso) 2. c.314. que dispõe sobre a produção..guahyba@agricultura.678. circulação e comercialização do vinho e derivados do vinho e da uva. que fixará a remuneração dos contratados em níveis compatíveis com o mercado de trabalho e dentro dos recursos orçamentários disponíveis. a classificação. de 3 de dezembro de 1971. Senado Federal. b) as Secretarias de Agricultura dos Estados. a inspeção. de 12 de novembro de 2004: altera dispositivos da Lei n°7. de 08 de março de 1990: regulamenta a Lei n°7. 168º. A contratação será autorizada pelo Presidente da República. do Distrito Federal e dos Territórios. é importante frisar que existe todo um trabalho em torno da Defesa Sanitária Vegetal exercido por esta Instituição (Decreto n°24. que dispõe sobre a produção. no tocante à alimentos de origem vegetal.851.Lei nº7. nos estabelecimentos de que trata a alínea a desde artigo que façam apenas comércio municipal. de 8 de novembro de 1988.114. Parágrafo único. e dá outras providências.6. 4º São competentes para realizar a fiscalização de que trata esta Lei: a) o Ministério da Agricultura.066.678.275. 4º.678.3 Decreto n°2314/1997: dispõe sobre a padronização.. c) as Secretarias ou Departamentos de Agricultura dos Municípios.970. de 8 de novembro de 1988: dispõe sobre a produção. b. d) os órgãos de saúde pública dos Estados. sem que esteja previamente registrado no órgão competente para a fiscalização da sua atividade. da República.. . nos estabelecimentos de que trata a alínea anterior que trata a alínea anterior que façam comércio intermunicipal. No entanto. do Distrito Federal e dos Territórios. Art. por tempo não superior a seis meses. 4º e 7º da Lei nº 1283. na forma do art. Parágrafo único. nº6. nos estabelecimentos mencionados nas alíneas a. e f. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. . Art.. a vigorar com a seguinte redação: “Art. 4º Os arts. de 1º de dezembro de 1975. a produção e a fiscalização de bebidas.” Art. .Lei nº10. 23 de novembro de 1989.br . circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho.” “Art.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. de 1950. Constituição. 3º.Decreto nº4.gov. a produção e a fiscalização de bebidas Atualmente. que dispõe sobre a padronização. 6º. 7º Nenhum estabelecimento industrial ou entreposto de produtos de origem animal poderá funcionar no País.Decreto n° 99. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 31 de 115 Ministério da Agricultura. e dá outras providências. o MAPA somente fiscaliza bebidas alcoólicas e não-alcoólicas. a inspeção. a classificação.

de regular atividades produtivas de interesse público mediante o estímulo à competição e à inovação. inclusive dos ambientes.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi criada pela Lei nº9.Cooperação .7 Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Toda a legislação de que trata este subcapítulo pode ser facilmente obtida no sítio na Internet da ANVISA: www. É uma autarquia sob regime especial.Transparência . um processo. A gestão da Anvisa é responsabilidade de uma Diretoria Colegiada. MISSÃO “Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso”. A finalidade institucional da Agência é promover a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. ou seja. aeroportos e fronteiras e a interlocução junto ao Ministério das Relações Exteriores e instituições estrangeiras para tratar de assuntos internacionais na área de vigilância sanitária.782. dos processos.B . dos insumos e das tecnologias a eles relacionados.br. estabilidade de seus dirigentes durante o período de mandato e autonomia financeira.anvisa. uma agência reguladora caracterizada pela independência administrativa. simultaneamente. As justificativas do Governo Federal para criar as agências reguladoras são decorrentes de exigências sociais e políticas. Além disso. ainda em curso. como reguladora e promotora do bem-estar social”. 2. de 26 de janeiro de 1999.Conhecimento como fonte da ação . composta por cinco membros. ocupando um espaço diferenciado e legitimado pela população. Na estrutura da Administração Pública Federal.gov. Localização da Agência: Unidade 1 Endereço: SEPN 515.: (61) 448-1000 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 32 de 115 Ministério da Agricultura. houve uma diluição do papel da administração pública como fornecedor exclusivo ou principal de serviços públicos e. Em função desta situação. atuando preferencialmente no gerenciamento de recursos e na função de controle.guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. a Agência exerce o controle de portos. a Agência está vinculada ao Ministério da Saúde.770-502 Tel. sendo que este relacionamento é regulado por Contrato de Gestão.br .Edifício Ômega Cidade: Brasília -DF CEP: 70.gov. VALORES . Bl. clicando em Legislação.Responsabilização VISÃO “Ser agente da transformação do sistema descentralizado de vigilância sanitária em uma rede.

Unidade 2 Endereço: SEPN 511 Bloco A .7. Portanto. A Anvisa.7. além de promover a harmonização das ações de inspeção sanitária por meio de instrumento genérico de verificação das BPF. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. divulga as ações efetuadas.750-541 Tel. inspeção sanitária em estabelecimentos alimentares e análise fiscal de alimentos expostos ao consumo. impedindo a circulação do produto e ou interrompendo seu processo de fabricação.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). de 21 de outubro de 2002: essa Resolução foi desenvolvida com o propósito de atualizar a legislação geral. os órgãos competentes adotam as medidas legais pertinentes para prevenir possíveis danos à saúde da população. a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Quando identificam irregularidades sanitárias.RDC nº275.2.: (61) 448-6000 Disque Saúde: 0800 61 1997 Disque Medicamentos: 0800 644 0644 Fazem parte do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária . é ato normativo complementar à Portaria SVS/MS nº326/97. do Distrito Federal e Municipais (VISAS). reconhecendo a importância dessas ações e com o intuito de ampliar os canais de divulgação das mesmas e proporcionar um intercâmbio entre os órgãos congêneres. introduzindo o controle contínuo das BPFs e os Procedimentos Operacionais Padronizados. realizam ações fiscais como.2 Legislação de Boas Práticas de Fabricação As Boas Práticas de Fabricação (BPFs) abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos produtos alimentícios com os regulamentos técnicos. não acarretam riscos à saúde da população que deles se utilizam.7. 2. Distrital e Municipais de Saúde. e os Conselhos Estaduais.guahyba@agricultura.DF CEP: 70.SNVS a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). os Centros de Vigilância Sanitária Estaduais.Ed.br . portanto. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 33 de 115 Ministério da Agricultura. bem como as medidas de intervenção adotadas em decorrência das irregularidades encontradas nos produtos alimentícios e estabelecimentos industriais. com o objetivo de averiguar se as condições sanitárias das unidades fabris e dos alimentos estão em conformidade com os regulamentos legais e. 2.gov. Bittar II Cidade: Brasília . o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). 2. os Laboratórios Centraisde Saúde Pública (LACENS). A legislação sanitária federal regulamenta essas medidas em caráter geral. aplicável a todo o tipo de indústria de alimentos e específico. no exercício de suas atribuições legais. em relação às ações de vigilância sanitária.1 Legislação geral . voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos.1 Ações fiscais realizadas pelos órgãos de vigilância sanitária Os órgãos de vigilância sanitária (Visa) dos estados e do Distrito Federal. o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS).

incluindo requisitos para produção. de 14 de abril de 2003: considerando as alterações promovidas pela RDC nº275/02. a obrigatoriedade da pasteurização das misturas à base de leite.RDC nº28. com ênfase nas medidas de controle destinadas a prevenir ou reduzir o risco de contaminação por aflatoxinas. A alteração foi consubstanciada por meio da publicação dessa Resolução. ovos e derivados para fabricação de gelados comestíveis. essa Portaria dispõe. . . entre outras matérias. Ed. essa Portaria estabelece os requisitos gerais sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos produtores / industrializadores de alimentos. Essa Resolução contempla ainda uma lista de verificação das Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos produtores / industrializadores dessa categoria de produtos. . e harmonizada no Mercosul. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 34 de 115 Ministério da Agricultura.428. do Codex Alimentarius. transporte e exposição à venda. essa Resolução congrega em um único ato requisitos higiênico-sanitários gerais e específicos a serem observados no beneficiamento desse alimento. congregando critérios relativos às Boas Práticas de Fabricação e requisitos sanitários específicos para o controle do processamento desse alimento. .7.RDC nº172. de 25 de setembro de 2003: legislação que estabelece os procedimentos de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos industrializadores de gelados comestíveis a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do produto final.2 Legislação Específica .gov. Essa resolução institui o instrumento específico aplicável aos estabelecimentos industrializadores de amendoins processados e derivados. de 23 de dezembro de 2002: regulamento que complementa a legislação geral incorporando as medidas específicas que devem ser adotadas a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade das frutas e hortaliças em conserva com os regulamentos técnicos específicos.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. houve a necessidade de complementar a legislação aplicada ao setor produtivo de palmito em conserva.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 2 (1985). de 26 de novembro de 1993: precursora na regulamentação desse tema. . ainda. incluindo o controle da etapa de iodação. Essa Resolução institui. sobre as diretrizes gerais para o estabelecimento de Boas Práticas de Produção e Prestação de Serviços na área de alimentos. . de 30 de julho de 1997: baseada no Código Internacional Recomendado de Práticas: Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos CAC/VOL. . A. de 19 de novembro de 1999: legislação inovadora na área de alimentos por apresentar em seu anexo um instrumento destinado à avaliação dos estabelecimentos industrializadores de palmito em conserva.RDC nº18.RDC nº352. A exemplo do formato adotado para as legislações específicas. que determina a implementação de Procedimentos Operacionais Padronizados nas etapas de acidificação e do tratamento térmico. especificando as etapas críticas do processo que devem ser documentadas e submetidas a um controle sistemático.Portaria MS nº1.2. 2. A legislação apresenta no anexo um instrumento específico para avaliação das indústrias salineiras.Portaria SVS/MS nº326. consta do Anexo um instrumento de avaliação das BPF aplicável a esse tipo de estabelecimento. dentre outros. de 4 de julho de 2003: regulamento que aprova as Boas Práticas de Fabricação e os requisitos sanitários específicos para o processamento de amendoim.guahyba@agricultura.RDC nº267.RDC nº81. de 28 de março de 2000: considerando a importância do sal como alimento selecionado para suplementação de Iodo na dieta da população brasileira.

Informe técnico nº7. Farinha de Konjak. . 2. como ingrediente opcional sem a necessidade de apresentar documentação para avaliação de segurança de uso do produto.Informe técnico nº6. cápsulas. . . distrital e municipais visando abranger requisitos inerentes às realidades locais e promover a melhoria das condições higiênicosanitárias dos serviços de alimentação. . incluindo mini-copos gelificados que contenham a goma conhecida como Goma Konjak (Goma Konjac. de sobremesas e de balas e similares à base de gelificantes.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. cápsulas. .Informe Técnico nº12.Informe Técnico nº11.1.7. da mencionada Resolução.br .3 Informes Técnicos: .Informe técnico nº4. .Informe técnico nº3.1. bastões. Essa legislação federal pode ser complementada pelos órgãos de vigilância sanitária estaduais.Resolução 303.gov.7.Informe técnico nº8. comprimidos. comprimidos e em outras formas de apresentação não convencionais na área de alimentos. 2. em rótulos de alimentos. de 15 de setembro de 2004. aprovado pela RDC nº216. publicada no DOU de 08/11/02. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 35 de 115 Ministério da Agricultura. de 7 de outubro de 2004: relatório final dos cursos de “Interpretação e Aplicação da RDC nº175/03 – Regulamento Técnico de Matérias Macroscópicas e Microscópicas Prejudiciais à Saúde Humana em Alimentos Embalados”. de 12 de agosto de 2002: proíbe a comercialização e a exposição ao consumo. 2) em pós. de 9 de maio de 2003: permissão da utilização da espécie vegetal Camelia sinensis . de 5 de outubro de 2004: Óleos e Gorduras Utilizados em Frituras. de 24 de agosto de 2004: procedimentos para enquadramento de guaranás nas formas de apresentação de sementes. . de 21 de maio de 2004: orientação para utilização. Guar e Konjac.Informe técnico nº1.2.Chá Verde/Chá Preto no Composto de Erva-Mate . .2. de alegações de propriedades funcionais de nutrientes com funções plenamente reconhecidas pela comunidade científica. . Konnyaku ou Glucomanano de Konjak).guahyba@agricultura. .Informe Técnico nº10. conforme consta no item 4. de 15 de janeiro de 2002: definição de categoria de alimentos de acordo com o Regulamento Técnico de Substâncias Bioativas e Probióticos Isolados com Alegação de Propriedade Funcionais e ou de Saúde. de 31 de janeiro de 2003: procedimentos sobre Cogumelos: 1) dessecados inteiros ou fragmentados e em conserva.3 Legislação de Boas Práticas para Serviços de Alimentação O Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. de 30 de dezembro de 2003: nova tabela de material de embalagem em contato com os alimentos.Informe Técnico nº9. de 15 de janeiro de 2002: nova denominação para microrganismo constante da Resolução CNNPA nº24/76. de 18 de janeiro de 2002: notificação sobre a segurança de uso das Gomas Acácia. ocorrido em agosto de 2004 em Porto Alegre e Fortaleza.1.Informe técnico nº2. tabletes e outras formas sólidas. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. abrange os procedimentos que devem ser adotados nos serviços de alimentação a fim de garantir as condições higiênicosanitárias do alimento preparado.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

2.7.4 Inspeção de Alimentos Procedimentos Técnicos para Inspeção Sanitária das Indústrias de Palmitos Instaladas no Exterior I – Documentação Exigida 1.1 A empresa importadora é a responsável pela solicitação da inspeção sanitária das indústrias no exterior e, portanto, deve providenciar os seguintes documentos: - formulário preenchido (anexo I); - pagamento da Guia de Recolhimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – GRVS, disponível na página - documento assinado pelo responsável da indústria a ser inspecionada, confirmando a autorização para que seja efetuada a inspeção sanitária por equipe brasileira. Anexo I Ficha para solicitação de inspeção sanitária em indústrias de palmito em conserva instaladas no exterior Anexo II Instruções de Preenchimento da Guia de Recolhimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – GRVS 1. 2 A documentação deve ser enviada pelo correio, com aviso de recebimento, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Diretoria de Alimentos e Toxicologia, Gerência-Geral de Alimentos, SEPN 515, Bloco B, Lote 2, Edifício Ômega, 3º andar, Brasília- DF, CEP: 70.770-502. 1.3 Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo telefone (61)448-1019, 448-1083, 448-1084 e 448-1085, com a Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos. II - Elaboração do Cronograma da Inspeção Sanitária 2.1 Após a apresentação, conferência e aprovação da documentação será definido, pela Gerência-Geral de Alimentos, proposta de cronograma de inspeção sanitária para as indústrias, a qual será encaminhada à Gerência-Geral de Relações Internacionais. 2.2 A Gerência-Geral de Relações Internacionais enviará cronograma de inspeção à autoridade sanitária do país de origem para conhecimento e solicitará a participação conjunta daquela autoridade sanitária nas atividades da inspeção sanitária nas empresas daquele país. 2.3 Após o retorno das providências adotadas pela Gerência-Geral de Relações Internacionais, a Gerência-Geral de Alimentos confirmará as datas das inspeções sanitárias junto às indústrias produtoras de palmito, as quais serão realizadas nas datas acordadas com a autoridade sanitária do país onde estão situadas as indústrias. 2.4 Definido o cronograma de inspeção será encaminhado cópia para a empresa importadora. A data da inspeção sanitária não excederá o prazo de 60 (sessenta) dias após a aprovação da documentação do requerimento da referida inspeção. III – Execução das Atividades de Inspeção Sanitária 3.1 A equipe responsável pela atividade de inspeção sanitária será composta por (02) dois técnicos da Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos. 3.2 A inspeção sanitária será baseada nas normas legais internas, tais como RDC nº17, de 19/11/99 e RDC nº18, de 19/11/99, Resolução nº326, de 30/7/97, Portaria MS nº1428, de 26/11/93, entre outras. 3.3 Após realizada a inspeção sanitária na indústria será elaborado o relatório técnico, informando sobre as condições higiênico-sanitárias encontradas no local de produção e parecer conclusivo recomendando ou não a emissão do Certificado de Boas
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 36 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Caso contrário, a indústria não receberá o citado Certificado. 3.4 Será encaminhado pela Gerência-Geral de Alimentos resultado final da inspeção às empresas interessadas e à Gerência-Geral de Relações Internacionais, sendo que esta última se encarregará de remeter tais informações à autoridade sanitária do país de origem. IV – Emissão do Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil 4.1 O referido Certificado será publicado no Diário Oficial da União sob a forma de Resolução, conforme modelo a seguir: O Diretor responsável pela Diretoria de Alimentos e Toxicologia no uso da atribuição que lhe confere o inciso II alínea “a” do Art. 95 do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº1, de 26 de abril de 1999 e tendo em vista o disposto no artigo 7º, inciso VIII da Lei nº9.782, de 26 de janeiro de 1999, e, o parágrafo único do artigo 12, da RDC nº18, de 19 de novembro de 1999, resolve: Art. 1º Conceder Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil à empresa....................................sediada em..........................no ( país). Fluxo para inspeção de indústrias de palmito localizadas no exterior 1. Importadora (com anuência da produtora) entra em contato com a GGA/DAT/ANVS através de formulário próprio e recolhimento da taxa. 2. Gerência-Geral de Alimentos elabora o calendário de inspeções e encaminha o mesmo à GGRI que enviará à autoridade sanitária do país de origem para conhecimento e possível participação conjunta. 3. GGA confirma a inspeção junto à empresa produtora e realiza a mesma no período acordado com a Autoridade Sanitária do país de origem. 4. Após realizada a inspeção, GGA comunica o resultado da mesma à GGRI e às empresas interessadas e GGRI encaminha o resultado final à Autoridade Sanitária do país de origem. 5. a) Caso o resultado seja satisfatório a empresa receberá um Certificado. b) Caso o resultado seja insatisfatório, o processo estará terminado sem que a empresa receba o Certificado. 2.7.5 Registro de Produto - Resolução nº23/00, DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos; - Resolução nº22/00, DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos Importados. 4.6 Consulta a Bancos de Dados Neste banco de dados, você encontra relação de produtos dispensados de registro antes e depois da implantação do sistema Prodir. Além disso, você pode obter informações sobre alimentos, como o nome da empresa fabricante, os números do registro e do processo e o prazo de validade. - Alimentos Dispensados de Registro até a Implantação do Prodir
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 37 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

- Produtos Dispensados de Registro (Prodir) (banco temporariamente fora do ar) - Produtos com Registro das Empresas de Alimentos . Consulta com dados atualizados até 25/3/2002 . Consulta com dados atualizados após 25/3/2002 - Consulta à Situação de Documentos 2.7.7 Aditivos Alimentares - Aditivos - Farmacopéia Brasileira; - RDC nº386 de 5 de agosto de 1999: Aditivos utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação; . Complementada pela RDC nº234 de 19/8/2002; . Alterada pela Resolução RE nº140 de 19/8/2002; - Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares; 2.7.8 Rótulos de Alimentos - Guia de Bolso do Consumidor Saudável; - Manual de Orientação às Indústrias; - Manual de Orientação ao Consumidor; - Modelos de Rótulos: Os modelos de rótulos estão dispostos por grupo de alimentos, seguindo o estabelecido na RDC nº360 de 23 de dezembro de 2003; - Programa para Cálculo de Informações Nutricionais; Rótulo padrão A Anvisa está disponibilizando o programa para cálculo das informações nutricionais que devem estar presentes nos rótulos dos alimentos embalados desde 21 de setembro de 2001 segundo as exigência da Resolução que regulamenta Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas Embalados. (RDC nº40, de 21 de março de 2001). Esta resolução estabelece que as informações nutricionais estejam declaradas em porções usuais de consumo. Visando determinar essas porções, foi criada a Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional (RDC nº39, de 21 de março de 2001). O principal objetivo deste programa é dar suporte às indústrias de alimentos para que declarem as Informações Nutricionais dos seus produtos nos rótulos e assim, ofereçam ao consumidor a possibilidade de escolha dos alimentos a partir destas informações. Para o uso deste programa algumas informações são necessárias: Ao final do uso do programa o fabricante terá as informações nutricionais exigidas pela resolução que obriga a declaração da Informação Nutricional calculadas nos formatos vertical, horizontal e linear. Caso tenha interesse também poderá obter a composição nutricional de outros nutrientes não exigidos pela mesma. O programa ainda disponibiliza a Informação Nutricional em formato de Declaração Simplificada, quando a fórmula do produto em questão se adequar ao regulamento específico. O programa é auto-instrutivo, ele possui ainda um manual de utilização o qual você pode ter acesso antes da utilização do programa. Antes de começar a utilizá-lo você deve ter a fórmula completa de seu produto com todos os itens e quantidades. O fabricante deve escolher uma das categorias de produtos contempladas na Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional.
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 38 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Para os dados “nd” (não disponível) a Anvisa está fazendo gestões no sentido de disponibilizar tais informações no banco de dados da USP para cálculo automático da informação nutricional. capitais e pessoas possam transitar livremente. O banco de dados para cálculo é baseado na Tabela de Alimentos elaborada pela Profª. foi solicitada revisão do tema. é composto por Brasil.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. poderá ser utilizada. .não disponível. A Informação Nutricional presente no rótulo de alimentos e bebidas é de responsabilidade do fabricante. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 39 de 115 Ministério da Agricultura. quando um biscoito com marca registrada for ingrediente para a fabricação de um sorvete. tecnicamente fundamentadas. Não é permitido o uso das Informações Nutricionais de um produto com marca registrada ®. Por exemplo.Novas Resoluções Aprovadas. Os projetos de resolução harmonizados pelos Subgrupos técnicos são submetidos à consulta pública previamente à sua aprovação pelo GMC. Os documentos de base que regem o Mercosul são o Tratado de Assunção. instituído pelo Tratado de Assunção em março de 1991. Estes alimentos são identificados com o símbolo ® ao lado da sua descrição. Argentina. o Protocolo de Ouro Preto que regulamenta o Tratado de Assunção e os Protocolos de Brasília e de Olivos para solução de controvérsias. Esta tabela é uma compilação de várias outras e também contém informações nutricionais provenientes dos rótulos de alimentos disponíveis no mercado.br . A Tabela de Alimentos está disponível para consulta no site da Anvisa.guahyba@agricultura. O Mercado Comum do Sul (Mercosul). de forma a atender as diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição. As Resoluções Mercosul aprovadas pelo GMC devem ser incorporadas aos ordenamentos jurídicos nacionais. para que tenham eficácia jurídica.gov. Paraguai e Uruguai. a informação nutricional do biscoito. Sônia Tucunduva Philippi da Universidade de São Paulo. se disponível na tabela da Anvisa. um fabricante de biscoitos não pode usar a informação nutricional pronta de outro produto similar. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. e tem como principal objetivo a formação de um bloco econômico onde não existam barreiras comerciais e os produtos. por interesse do Brasil. Somente é permitido o uso das Informações Nutricionais de alimentos com marca registrada ® caso este alimento seja um dos ingredientes do produto. além das Resoluções aprovadas pelo Grupo Mercado Comum (GMC). através dos organismos competentes de cada país. visando a proteção e a saúde dos consumidores e a facilitação do comércio entre os países. Temporariamente algumas informações são representadas por “nd” . As novas informações nutricionais poderão ser acrescentadas ao programa para elaboração do modelo de rótulo nutricional. Isto é. O tema Rotulagem Nutricional no Mercosul foi discutido e harmonizado em 1994 e. Quando um dos ingredientes da fórmula do produto a ser calculado não estiver presente na Tabela de Alimentos o fabricante deverá inserir os dados da composição dos alimentos constituintes desses ingredientes que serão utilizados para o cálculo. ele deve calcular a sua fórmula a partir da inclusão de seus ingredientes para o seu cálculo.Rotulagem Nutricional . para aperfeiçoamento do texto a ser harmonizado. serviços. É importante salientar que o banco de dados utilizado para o programa de cálculo de rótulo não apresenta todas as informações nutricionais de todos os alimentos. de forma a dar transparência aos assuntos negociados e possibilitar o recebimento de críticas e sugestões da sociedade. Em 2001 foi autorizado o processo de revisão no Mercosul. No caso de um ingrediente com “nd” (não disponível) o fabricante deverá buscar as informações em outras tabelas ou banco de dados.

Essas adequações. IV – Obrigatoriedade da declaração da porção do alimento em medida caseira A informação nutricional terá. foram aprovadas as Resoluções GMC que estabelecem a obrigatoriedade da informação nutricional. As novas resoluções apresentam alterações em relação ao que vinha sendo praticado no Brasil. além da quantidade da porção do alimento em grama ou mililitro. mas sim um valor para efeito exclusivo de rotulagem de alimentos embalados. entre as quais destacamos: I – Prazo para adequação as novas legislações Foi estabelecido o prazo até 31/7/2006 para que o setor regulado possa adequar seus produtos às novas regulamentações aprovadas pela Anvisa. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 40 de 115 Ministério da Agricultura. II – Nutrientes a serem declarados Devem ser declarados. foram imprescindíveis para a aprovação das Resoluções Mercosul que viabilizaram a adoção de uma rotulagem nutricional única no Bloco. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Em fins de 2003. V – Valor de Referência Diária (%VD) em 2000kcal Essa alteração foi decisiva para o consenso dos quatro países quanto a adoção de uma rotulagem nutricional única no Mercosul. gorduras saturadas. utilizando utensílios domésticos como colher. A expressão que consta ao final de cada tabela da rotulagem nutricional deixa claro para o consumidor essa idéia. A Anvisa publicou em 26/12/03 a RDC nº359 . o valor energético e os seguintes nutrientes: carboidratos.Regulamento Técnico de Porções de Alimentos Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional e RDC nº360 Regulamento Técnico Sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados.guahyba@agricultura. proteínas. obrigatoriamente. gorduras totais. há a possibilidade de se adotar o modelo de rotulagem nutricional opcional adotado no Mercosul. o correspondente em medida caseira. frente à legislação que estava sendo implantada no Brasil.gov. a definição dos nutrientes a serem declarados no rótulo. o prazo e os requisitos para a sua implementação. que nesse caso cada país deve ter a sua aplicada à realidade da população. fibra alimentar e o sódio. Como outra alternativa. a harmonização total da regulamentação de alimentos embalados e dispostos para o consumo da população nos quatro países. O valor de 2000Kcal não se trata de uma referência para guias alimentares. ora aprovadas ou a do país de origem.br .Resoluções ANVISA RDC nº359 e 360. As Resoluções ora aprovadas fortalecem o Mercosul como Bloco econômico. dentre outros. incorporando as normas aprovadas no Mercosul ao ordenamento jurídico nacional. Os pontos básicos da negociação dessa revisão foram: a obrigatoriedade da rotulagem nutricional. xícara. contribuem para a facilitação do comércio entre os quatro países e são instrumentos importantes na implementação de políticas públicas destinadas a orientar o consumo de alimentos mais saudáveis para a população da região. gorduras trans. complementado assim. III – Produtos cujo Padrão de Identidade e Qualidade ou Regulamento Técnico específico exigem a obrigatoriedade da rotulagem nutricional Até 31/07/06 esses produtos. nacionais ou importados. obrigatoriamente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. podem optar pela adoção da rotulagem nutricional . e a declaração por porção do alimento.

permitindo decidir sobre sua adequação ou inadequação. cálcio. também garante ao consumidor uma informação correta através de rótulos alimentares. por exemplo. A composição dos alimentos é uma informação básica para o estabelecimento de diversas ações em saúde: desde a prescrição dietética individual. A tabela de composição de alimentos nacionais é ferramenta importante na implantação da rotulagem nutricional em atendimento as recentes legislações que determinam a obrigatoriedade da tabela de informação nutricional nos rótulos dos alimentos. verduras e legumes. Foram analisados produtos industrializados. desenvolvido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa/Unicamp) com apoio do Ministério da Saúde e parceria do Ministério de Desenvolvimento Social. a partir de 2006. cinzas. baseados em um plano nacional de amostragem representativa e através de análises químicas realizadas por laboratórios com capacidade instrumental e técnica certificada em análise de nutrientes. amplia as ações de Educação Alimentar e Nutricional do Fome Zero. analisados com metodologias validadas e em laboratórios brasileiros credenciados pelo projeto.usp. A TACO. que é uma parceria dos Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Universidade de Campinas (NEPA/Unicamp) com o objetivo de detalhar a composição dos alimentos consumidos no Brasil para garantir a segurança alimentar de toda a população. carnes. proteínas. fibra alimentar. entre carnes. E tem como intuito gerar dados inéditos. colesterol. Nesta primeira fase. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. proteínas.Recomendações diárias para crianças. O projeto. apresenta os seus primeiros resultados. colesterol e fibras de cada produto. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 41 de 115 Ministério da Agricultura. mais recentemente. O conhecimento detalhado da composição dos alimentos consumidos no Brasil é um anseio de várias décadas. a base de dados conta com a composição nutricional de 198 alimentos. até análises de abrangência macro. O governo federal lançou no dia 24/09/2004. que se dá à avaliação da dieta. As informações podem ser acessadas diretamente na página da Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição (CGPAN) do Ministério da Saúde e do Programa Fome Zero. são fornecidos elementos básicos para ações de orientação nutricional que envolvam o desenvolvimento local e a variedade na alimentação. No próximo ano serão analisados 400 alimentos e novos dados serão incorporados. . legumes. os índices de vitaminas. compostos não nutritivos. a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO).Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Nepa/Unicamp). É com base no teor de nutrientes e. calorias. que nesta primeira versão apresenta a análise de 198 alimentos.fcf. como estudos sobre o padrão de consumo de alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. verduras e tubérculos. A seleção dos alimentos baseou-se no padrão de consumo nacional tendo como objetivo a implantação da diretriz da promoção da alimentação saudável. A tabela avalia.Tabela Brasileira www. Além disso. pescados. minerais. Com o conhecimento da composição dos alimentos. que são: a RDC Anvisa nº359/03 e RDC Anvisa nº360/03.guahyba@agricultura. frutas. lipídios.gov. frutas. O projeto para elaboração da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) (PDF). providência necessária e muitas vezes principal elemento terapêutico para o acompanhamento de diversas patologias.br . . O objetivo é construir uma base de dados com a composição de alimentos brasileiros.br/tabela de Composição de Alimentos (FCF/USP) - . A composição levou em conta os seguintes nutrientes: calorias. magnésio. carboidrato.

na fabricação de outros produtos. Uma nova pesquisa já está sendo preparada e em breve a análise de mais 200 produtos será incluída na tabela. Com isso. zinco. nos links Fome Zero Programas . macarrão.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Os avanços nas metodologias analíticas.fomezero. a partir de junho de 2004. por exemplo. contaminantes. fósforo. manganês. sódio.br . quanto aquelas utilizadas como matéria-prima pelas indústrias. acesse os sites www.7. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.7.gov.fomezero. microscopia. Hoje já existem algumas tabelas. as farinhas e produtos. A tabela está disponível no site: www.gov. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 42 de 115 Ministério da Agricultura. uma informação que pode ajudar as pessoas na hora de decidir o que comer.fomezero. Esta primeira versão é apenas o início.gov.br. fundamenta-se no controle e fiscalização de amostras de diversos produtos alimentícios expostos ao consumo e na avaliação do padrão sanitário por meio de análise dos parâmetros físico-químicos. aditivos.aspx?filename=Bibliografia. desenvolvido pela área de alimentos da Anvisa. que traz informações sobre prazos. dentre outros e da análise de rótulo no que concerne aos dizeres de rotulagem obrigatórios. a qual deve ser ampliada. tanto em número de alimentos quanto em número de nutrientes.gov. cobre. esgotamento de embalagem e rotulagem dos produtos. terão de ser enriquecidas com ferro e ácido fólico. aflatoxina.br/ContentPage.br e www.desenvolvimentosocial. potássio.Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (projeto TACO).gov. Nela é possível saber. A tabela vai ser útil principalmente para a comunidade científica e profissionais de saúde. as mudanças de hábito da população e os constantes lançamentos de novos produtos no mercado fazem com que a construção de um banco de dados seja um processo dinâmico e contínuo. ferro. tiamina. piridoxina. Qualquer pessoa interessada em se alimentar bem pode utilizar a tabela. quais são os alimentos mais nutritivos e quais são os mais ricos em vitaminas. como pães. e pode servir de referência em campanhas nutricionais até na hora de preparar a merenda escolar. retinol. de 13 de dezembro de 2002.guahyba@agricultura. niacina e vitamina C.10 Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos O Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos (PNMQSA). Para se informar sobre o regulamento de fortificação de farinhas. misturas para bolos e salgadinhos devevrão apresentar maior quantidade de ferro e ácido fólico em sua formulação final. 2. Para obter mais informações.9 Fortificação de Farinhas Os altos índices de anemia e de doenças causadas pela deficiência de ácido fólico na população brasileira levaram o Ministério da Saúde e a Anvisa tornar obrigatória a fortificação das farinhas de trigo e milho. mas elas não incluem os produtos regionais que normalmente são aqueles que a população têm mais acesso.2 mg de ferro e 150 mcg de ácido fólico.xml 2. biscoitos. tanto as farinhas de trigo e de milho vendidas diretamente ao consumidor. e atualizada à luz dos conhecimentos mais recentes.br ou consulte a bibliografia a seguir: www. microbiológicos. riboflavina. o melhoramento genético tradicional ou moderno de vegetais e animais. Cada 100g de farinha de trigo e de milho deverá conter 4. leia as Perguntas Freqüentes sobre o assunto. desde o ano de 2000. que já está disponível no site do Fome Zero. Com a publicação da RDC nº344.

2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde (INCQS). segunda e terceira etapas. que ocorreu entre maio de 2003 e janeiro de 2004. . As categorias de alimentos foram selecionadas com base no risco epidemiológico e no elevado consumo pela população. Após a consolidação dos dados da primeira. . Como medida para a implantação dessa política. . destacamos a Resolução Anvisa que disciplina os procedimentos de registro e dispensa de registro. Para tanto.2 Responsáveis pelo Programa Como as ações de vigilância sanitária estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS). como marco legal.10.guahyba@agricultura. Sobremesa para Dietas com Restrição de Açúcares. conforme relação disposta a seguir. Alimento Infantil à Base de Cereais.Identificar os setores da área de alimentos que necessitam de uma intervenção institucional de abrangência nacional e de caráter preventivo no processo produtivo.1 Objetivos A Política de Alimentos da Anvisa sustenta-se nos seguintes pilares: . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 43 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. conforme o grupo de alimento avaliado. 2. Hambúrguer Congelado e Charque Embalado.br .7. estados. o Programa de Monitoramento instituído tem os seguintes objetivos: .Adotar as medidas legais no caso de detecção de irregularidades em determinado alimento e/ou estabelecimento responsável pela sua produção. .gov.Estabelecer um histórico de qualidade dos alimentos. de abrangência nacional e de caráter preventivo a fim de garantir a melhoria da qualidade sanitária dos alimentos comercializados no país. Distrito Federal e municípios. . . de 19 de setembro de 1990.o produto final deve ser o “termômetro” para a adoção de medidas de intervenção. .080.Monitorar a qualidade sanitária e os dizeres de rotulagem dos alimentos. .7.Gerência-Geral de Alimentos (GGALI/ Anvisa). Considerado um dos instrumentos efetivos para verificação da conformidade dos produtos com as legislações sanitárias.10.Estabelecer intercâmbio interinstitucional contínuo sobre as informações dos alimentos analisados e as providências adotadas. a responsabilidade pela execução é compartilhada pela União. de acordo com os princípios e diretrizes estabelecidos pela Lei nº8.Diretoria de Alimentos da Anvisa.Órgãos de Vigilância Sanitária das Unidades Federadas. verificouse que foram analisadas 24 categorias de alimentos.512 amostras de produtos. . Gelo. fornece resultados analíticos que permitem traçar o perfil dos distintos alimentos e identificar os setores produtivos que necessitam de intervenção institucional. Na terceira etapa do Programa. perfazendo um total de 12. . foram monitoradas as seguintes categorias de alimentos: Fórmula Infantil à Base de Leite.Identificar as categorias de alimentos dispensados de registro que devem integrar-se ao de grupo de alimentos com obrigatoriedade de registro. . Queijo Minas Frescal.a ação deve ser no processo produtivo e não no produto final. cujos resultados laboratoriais insatisfatórios quanto ao padrão sanitário e à rotulagem variam.o setor produtivo é o responsável pela garantia sanitária dos alimentos que fabricam.

. 2.Hambúrguer Congelado.Fórmula Infantil à Base de Leite.7. . .Alimentos Congelados.Gelados Comestíveis.Café.Massas.Elevado consumo por parte da população.7.Fubá.br .Competência do Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento.Viabilidade para análise laboratorial. . . .Sal. .Água Mineral. .10. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Viabilidade para colheita da amostra. .10.Especiarias e Temperos.Histórico de freqüentes irregularidades.Sobremesa para Dietas com Restrição de Açúcares.Farinha de Mandioca.Leite UHT.gov.Produtos Derivados do Coco.Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN).10.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Resultados da 2ª Etapa – maio de 2002 a dezembro de 2002: .5 Medidas de Intervenção Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 44 de 115 Ministério da Agricultura.Polpa de Frutas. 2. . . .Gelo. .Maior risco epidemiológico. . . . . . . . .Água Adicionada de Sais. .Alimento Infantil à Base de Cereais. .Queijo Minas Frescal. . . . 2.4 Resultados Resultados da 1ª Etapa – outubro de 2000 a abril de 2001: .Charque Embalado.Disponibilidade no mercado local. .Biscoito Recheado.Palmito em Conserva.3 Critérios para Seleção das Categorias .guahyba@agricultura.Doces.Não ter sido categoria dos PNMQSA anteriores. Resultados da 3ª Etapa por Categorias de Alimentos – maio de 2003 a janeiro de 2004: . .7. .Leite em Pó.

Lei Federal nº7.889/1989 (23/11/1989): dispõe sobre inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. proposta para elaboração do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Água Mineral e também do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação de Especiarias.guahyba@agricultura.br . Ações Fiscais Fale com a ANVISA: alimentos@anvisa.Encaminhamento à área competente do Ministério da Agricultura.Inspeções sanitárias nos estabelecimentos fabricantes dos alimentos que apresentaram laudos condenatórios. . . e visam garantir a segurança dos alimentos e a proteção à saúde da população. leite. RDC nº267. . Pecuária e Abastecimento dos laudos condenatórios das categorias de alimentos cujo registro e inspeção do estabelecimento está a cargo do órgão. delegando a atividade à SSMA. ovos e mel. com a finalidade de realização de serviço em conjunto. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. . .Notificação às empresas para adequação dos alimentos às legislações sanitárias. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 45 de 115 Ministério da Agricultura.Portaria n°281/92 (07/04/1992): criação da CISPOA.Decreto Estadual n°39. em andamento.1. de 25/09/03. e do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores / Industrializadores de Frutas e ou Hortaliças em Conserva. ainda. . Existe.688/99 (30/08/1999): Regulamento de Inspeção Higiênico-Sanitária de Produtos de Origem Animal.gov. .1977 – 1982: convênio entre MAARA e a SSMA. .31/03/1991: término oficial deste convênio. .Lei Estadual n°10.gov. e dá outras providências (inclusive determina os três níveis de inspeção). pois por meio dela tornou-se possível obter informações acerca dos perigos envolvidos nos alimentos monitorados (Avaliação de Risco).07/1990: convênio entre a SAA e a SSMA. Com vistas ao controle dos riscos identificados foram adotadas medidas de intervenção (Gerenciamento de Risco) e disponibilizadas informações a respeito da qualidade higiênico-sanitária dos alimentos (Comunicação de Risco).1 Produtos de Origem Animal 3.br 3 Legislação Estadual 3.1 Histórico da Inspeção Estadual no Rio Grande do Sul: .691 (09/01/1996): dispõe sobre a inspeção sanitária no RS.Lei Federal n°1283/1950 (18/12/1950): Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA): dispõe sobre a inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal. O Programa de Monitoramento constitui uma forma de utilização desta ferramenta científica (Análise de Risco). .Elaboração do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Industrializadores de Gelados Comestíveis. a qual consiste de três componentes: Avaliação de Risco. . As ações de vigilância sanitária estão sendo realizadas tomando-se como referência a Análise de Risco.Resolução Estadual n°001/2000 (17/08/2000): Normas técnicas de instalações e equipamentos de estabelecimentos que industrializam carne. de 23/12/2002.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . .Resoluções de interdição e apreensão de produtos com laudos condenatórios. Caracterização de Risco e Comunicação de Risco. RDC nº352.

manipulação. XXVII . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 46 de 115 Ministério da Agricultura.br . XXVIII . também em estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação ou distribuição de alimentos. distribuam à venda.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. beneficiamento. .430. acondicionem. manipulem. armazenem. comércio e uso dos aditivos alimentares. fracionem. distribuição e consumo de alimentos em geral.das qualidades e das condições de higiene da produção. levando em conta critérios higiênicosanitários. armazenem.das qualidades dos alimentos e das condições sanitárias dos estabelecimentos em que se produzam. manipulem. proteção e recuperação da Saúde Pública Título I: das disposições preliminares Art.Para o desempenho de suas atribuições a Secretaria da Saúde exercerá o controle. XXVI .2 Produtos de Origem Vegetal Exercida pela Secretaria de Saúde. de 24 de outubro de 1974: regulamento que dispõe sobre a promoção. determinando a adoção das medidas que se fizerem necessárias: XXV . acondicionem.guahyba@agricultura. armazenamento. exponham à venda ou consumam alimentos.das condições de higiene e saúde das pessoas que trabalhem em estabelecimentos em que se produzam.gov. vendam ou consumam alimentos. beneficiem. distribuam. fracionamento. 3. beneficiem. transporte.das condições de higiene da produção. acondicionamento.Decreto nº23. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. preparem. preparem. 6º .

gov.2 Produtos de Origem Vegetal 4.1 Produtos de Origem Animal 4.br . a fiscalização é exercida pela equipe de vigilância sanitária da Secretaria de Saúde municipal. 4 Legislação Municipal Cada município pode criar sua própria legislação para fiscalização de produtos de origem animal.guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 4.103/93. e dá outras providências 4. Em geral a atividade fiscalizatória é a cargo da Secretaria da Agricultura. regulamento que dispõe sobre a promoção.430.Lei n°5. de 25 de novembro de 1993: dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal . Quanto a estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação. No entanto. etc. podendo-se ser de igual ou maior rigor e nunca de menor rigor. da mesma forma que padarias.178. à Secretaria da Saúde e Meio Ambiente 4. supermercados.1.Lei n°6.103. de 18 de maio de 1994: dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. de 22 de maio de 2002: atribui a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal.791.2 Prefeitura Municipal de Lajeado – RS .1. de 26 de novembro de 1993: regulamenta a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal .1 Prefeitura Municipal de Lajeado – RS Utiliza para produtos de origem vegetal e estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação ou distribuição de alimentos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 47 de 115 Ministério da Agricultura. mas algumas vezes é delegada pelo Prefeito à Secretaria da Saúde.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. a mesma não pode entrar em choque com as legislações Estadual e Municipal. proteção e recuperação da Saúde Pública.Decreto n°4. de 24 de outubro de 1974. instituída pela Lei n°5.2.1 Prefeitura Municipal de Venâncio Aires – RS . o Decreto Estadual nº23.Lei n°1748.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. abaixo assinado.br . desejando construir um(a)-----------------------------------------------------------.guahyba@agricultura.Requerimento solicitando vistoria do terreno Ilmo Sr.--------------------------------------------------. município) vem mui respeitosamente requerer a V. Chefe do SIPA/ ----(Estado) ---------------------------------------------------------------------. Nestes termos Pede Deferimento Local e data --------------------------------------Assinatura do requerente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 48 de 115 Ministério da Agricultura. ANEXO 1 . Sª.gov. (especificação da indústria) (cidade. se digne vistoriar o terreno e autorizar a preparação dos documentos necessários para a construção do referido estabelecimento industrial.

Localização do terreno: Distrito. Outros detalhes de importância que forem observados 16. Localização urbana. distância e meios de acesso da matéria prima 14. indicando natureza e distância do local 10. Conclusões Data___ ___ ___ ___ ------------------------------------------------------Méd. Área a ser utilizada na construção 5.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. ANEXO 2 . indicando natureza e órgão de inspeção sanitária que os fiscaliza 15. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. rede da cidade). Distância entre o futuro estabelecimento e rios perenes para escoamento das águas residuais 11. assinalado os acidentes e sua natureza 6. especificando abundância provável e detalhes sobre possibilidade de poluição 12. Perfil do terreno. Área total disponível 4.guahyba@agricultura. Estabelecimentos de produtos de origem animal existentes no Município.gov. Existência de prédios limítrofes.Laudo de Inspeção Prévia de Terreno 1. Existência de fonte produtora de água para abastecimento (nascente. de estabelecimentos que produzam mau cheiro. Veterinário Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 49 de 115 Ministério da Agricultura.br . poços. especificando sua natureza 8. suburbana ou rural e distância dos pontos de embarque 9. Estado 3. Município. Região. Existência nas proximidades. Meios de transporte que dão acesso ao local 13. Nome da firma proprietária do terreno 2. Detalhes sobre facilidades de escoamento das águas pluviais 7. rio.

vem mui respeitosamente requerer de V. ANEXO 3 . representando o estabelecimento denominado___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___. Para tanto. visando o registro do mesmo nesse Órgão. Nestes termos Pede deferimento Local e data ___ ___ ___ ___ ___ ___ ______ Assinatura do requerente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 50 de 115 Ministério da Agricultura. aprovação das plantas e memoriais descritivos de construção e econômico-sanitário em anexo. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. que se localizará à ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____(endereço).guahyba@agricultura. anexa plantas e demais documentos necessários. Diretor do DIPOA .br .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Requerimento solicitando aprovação prévia do projeto de construção Ilmo Sr.BSB ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____.gov. Sª.

Responsável pelo projeto 5.guahyba@agricultura. ANEXO 4 . Esquadrias 19. Forros 15. Argamassa 11.Memorial descritivo da construção 1. Localização do futuro estabelecimento 3. Duração provável da obra 10. ___ ___ ___ ___ __. Pé direito 13. Impermeabilização (discriminar o material a ser empregado no piso e nas paredes das diferentes dependências) 20. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Sistema de esgoto (detalhes sobre o modo e processo de depuração antes de ser lançado na corrente d’água) 22. Madeiramento e coberturas 14.especialmente das câmaras frias) 16. Recuo do alinhamento da rua 9. Portas (dimensões e material . Instalações de água 21. Custo provável da obra. Fundações 12.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Área útil 8. Revestimento geral 17.gov. Área a ser construída 7.br . Nome da firma interessada no projeto 2. ______ /____ / 20__ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ Assinatura do Engenheiro responsável CREA no ___ ___ ___ Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 51 de 115 Ministério da Agricultura. Pavimentação 18. Natureza do estabelecimento 4. Pintura geral 23. Área do terreno 6.

por seu Diretor Presidente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.255. que quaisquer obras só poderão concretizar-se após a aprovação prévia do projeto pelo órgão competente do Ministério da Agricultura. de acordo com o Decreto n° 30. Ficando ainda ciente. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ _____ Diretor Presidente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 52 de 115 Ministério da Agricultura.116.gov. de março de 1952 e alterado pelo Decreto n° 1. combinado com o Decreto n° 73. firma com sede em ___ ___ ___ ___ ___ ___.691. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ __. de 25 de junho de 1962.br . concorda em acatar as exigências contidas no Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal "RIISPOA" . ANEXO 5 . de 08 de dezembro de 1973. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura. sem prejuízos de outros que venham a ser determinados.Termo de Compromisso Que faz a firma ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ com sede em ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ __ perante o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIPA/DIPOA).

possuindo o telefone Tal . da sua (dizer qual o tipo de empresa a ser registrada). solicitar o Registro ou a aprovação do projeto. Dr. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Tal.br . Certos de sua atenção. ANEXO 6 MODELO DE REQUERIMENTO PARA SOLICITAÇÃO DE REGISTRO Ilmo. .gov. junto a essa Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento. Cep. Responsável pela Empresa Tal. Coordenador da CISPOA/DPA PORTO ALEGRE . município Tal.RS A Empresa Tal. Sr. Em Tal data. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 53 de 115 Ministério da Agricultura. Fulano de Tal.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Eduardo Nemoto Vergara MD.guahyba@agricultura. anexando para tanto. localizada na rua Tal. vem por meio deste. Inscrição Estadual nº Tal. os documentos necessários . despedimo-nos cordialmente. CNPJ nº Tal.

Inscrição Estadual nº Tal.br . solicitar vistoria no seu estabelecimento que possui a atividade Tal (dizer qual a atividade que deve ser vistoriada). localizada na rua Tal.RS A Empresa Tal. MD. Sr. Cep. Coordenador da CISPOA/DPA PORTO ALEGRE . agradecemos desde já a atenção. ANEXO 7 MODELO PARA PEDIDO DE VISTORIA Ilmo. CNPJ Nº Tal. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 54 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. Proprietário Tal. Cordialmente Em Tal data. Município Tal. Tal Telefone Tal.gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. vem através de seu proprietário(a). Fulano de Tal. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Sem mais para o momento. Eduardo Nemoto Vergara. Dr. Responsável pela empresa Tal.

................................ Como nutrir-se adequadamente ....... Qual a função dos governos......................................... 113 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 55 de 115 Ministério da Agricultura......................................... 63 Capítulo VI...................................................................... Sumário Capítulo I......................... Orientações para Alimentação Adequada (Higiênica e Nutritiva) Introdução Este guia foi elaborado pelo Pólo da UERGS em Encantado – RS............................. Não é permitida a comercialização.. 81 Referências: ...................................................... Como manipular os alimentos de forma higiênica ...................gov........................................ Dez regras de ouro na preparação e consumo de alimentos propostas pela Organização Mundial de Saúde ... das indústrias e dos consumidores na promoção da alimentação adequada? ................................................................. 59 Capítulo III........................................... desde que citada a fonte. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra..............Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos..................... Como comprar alimentos ..... com o objetivo de orientar os consumidores no sentido de alimentarem-se adequadamente (de forma higiênica e nutritiva).....br ....... Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 62 Capítulo V....................................................guahyba@agricultura........................................................... Quem é responsável pela qualidade dos alimentos? ........................ 61 Capítulo IV............................................................................................................................................... 56 Capítulo II..............

Caso o supermercado não apresente boas condições de higiene.gov.br/institucional/snvs/centro_est. que tal começarmos pela seção de carnes? . assim como todos os alimentos perecíveis devem ser os últimos a serem colocados no carrinho. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.João: Nossa!!! A geladeira está vazia! Temos de fazer compras. Vamos mostrar para vocês alguns cuidados importantes de higiene que podem ajudá-los a prevenir as doenças transmitidas por alimentos. 2003) vão esclarecer quais são os cuidados a serem observados para prevenir doenças de origem alimentar. esqueci.estadual . Como comprar alimentos A aquisição para o consumo de alimentos inadequados pode provocar danos à saúde das pessoas.Rita: Vamos começar pelos não perecíveis. Dessa forma. eu sou a Rita! E este é o meu marido João. pois pode ocorrer o desenvolvimento de germes se não forem guardados na temperatura recomendada pelo fabricante.João: Em qual supermercado nós vamos? Nesse aqui perto de casa? .Rita: Não. Orientação nº3: O que são alimentos perecíveis? Os alimentos perecíveis são aqueles que devem ser mantidos em condições especiais de temperatura para a sua conservação. Os personagens estão ambientados em situações do cotidiano e. Orientação nº2: Como escolher o supermercado? Escolha o supermercado pela higiene dos atendentes. Capítulo I.br/institucional/snvs/centro_mun.Rita: Olá pessoal.http://www.gov. mesmo se estiverem em promoção. os armários também estão quase vazios.http://www. João e Rita estão no supermercado fazendo as compras do mês. Deste modo.Rita: De maneira alguma. pois medidas de higiene previnem a contaminação por germes que podem afetar a qualidade dos alimentos e provocar danos à saúde. Portanto. esses produtos não devem ser comprados em quantidade excessiva.gov. denuncie ao serviço de vigilância sanitária de sua localidade: . organização e limpeza do ambiente e não apenas por vender alimentos mais baratos ou por ser mais próximo de casa. . pode-se evitar desperdícios e gastos desnecessários! . João e Rita (BRASIL.João: Rita.htm No Mercado . Vamos naquele que é limpo organizado.anvisa. vão orientar o consumidor sobre higiene.br . por meio de histórias. Vamos fazer uma lista de compras! Orientação nº1: Por que é importante fazer uma lista de compras? A lista de compras deve conter a relação dos alimentos e suas quantidades. Lista de Compras .anvisa. visto que alguns produtos possuem prazo de validade curto. .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura.municipal . Os alimentos que estragam com facilidade devem ser comprados em um pequeno intervalo de tempo. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 56 de 115 Ministério da Agricultura.João: Oi pessoal! Rita e eu estamos sempre preocupados com o nosso bem-estar. . .Rita: É João.htm . perto da casa da minha mãe. .João: É mesmo. As carnes. conservação e outros temas.

. Rita.Rita: João. O ácido fólico ou Vitamina B9 é um nutriente essencial para a formação das células vermelhas do sangue e a sua falta pode causar anemia megaloblástica em gestantes. Qualquer uma.João: É claro. Vou pegar um pacote de cada.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Verifiquei além do prazo de validade outras informações importantes que estão no rótulo. deve ser iodado. enferrujadas. deve ser observado se há qualquer alteração na embalagem e no próprio alimento. desde que seja iodado. Orientação nº4: O que são alimentos NÃO perecíveis? Os alimentos não perecíveis são aqueles que possuem tempo de durabilidade longo e não precisam ser mantidos sob refrigeração. O sal foi o alimento escolhido para fornecer iodo à população por ser um alimento consumido diariamente por todos. estufadas. Quando necessário. identificação da origem. . Portanto.Rita: Olha. trincadas. que permitem visualizar seu conteúdo. É preciso observar com cuidado as embalagens dos alimentos. podem ocorrer alterações indesejáveis que prejudicam a qualidade do alimento. mas troque esta última. . A deficiência de iodo na alimentação causa danos à saúde como retardamento mental em recém-nascidos. sendo assim. Você tem preferência por alguma marca? . embalagem ou data de validade. O ferro é essencial para o crescimento. Aproveite e escolha também os legumes. Também ajuda a diminuir o risco de nascimento de bebês com fenda palatina (lábio leporino). deve ainda apresentar instruções de preparo e cuidados de conservação. espinha bífida e anencefalia. aqui estão duas latas de milho. Ah.Rita: Você olhou a data de validade? Orientação nº5: Por que é importante verificar a data de validade? Não consuma alimentos com prazo de validade vencido. mas verifique a temperatura da gôndola. Orientação nº10: O que deve ser observado na escolha dos vegetais Ao escolher os vegetais. apertar. conteúdo líquido. Orientação nº6: Informações importantes no rótulo Verifique se o rótulo apresenta: nome do produto.João: Tudo bem. Evite apalpar. grau de maturação (característico de cada espécie). observe: cor. comercializado no Brasil. Orientação nº7: Informações sobre as embalagens de alimentos As embalagens servem para proteger os alimentos e quando alteradas podem permitir a contaminação. . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. .João: Não. facilitando o apodrecimento. O iodo é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. quebrar talos. Atenção! Somente o prazo de validade não garante que o alimento esteja apto para o consumo. agora podemos passar pela seção de congelados e refrigerados? . isto é muito bom para a saúde. Podem ser armazenados à temperatura ambiente.João: Aqui estão dois pacotes. bócio (papo) e aborto. pois esta prática causa danos aos vegetais. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 57 de 115 Ministério da Agricultura. . cuidado para não amassá-los na hora de escolher. que tal levarmos algumas frutas? . amassadas. lote e data de validade. Esta medida foi adotada com o objetivo de combater a deficiência desses nutrientes na alimentação da população brasileira. lista de ingredientes. Após o vencimento do prazo.Rita: Estamos no fim. .João: Tudo bem. Para identificação do lote pode-se utilizar: data de fabricação. .guahyba@agricultura. nome e endereço do fabricante. observe se os alimentos apresentam alteração na cor. furadas.gov. vamos comprar farinhas de trigo e de milho enriquecidas com ferro e ácido fólico (vitamina B9)? Orientação nº9: A importância das farinhas fortificadas As farinhas de trigo e de milho devem ser enriquecidas com ferro e ácido fólico. pegue o arroz. . Sua carência provoca uma doença conhecida como anemia ferropriva.Rita: E agora vou escolher o sal.João: Boa idéia. onde estão os produtos. Orientação nº8: Por que o sal deve ser iodado? Todo o sal para consumo humano. desenvolvimento e manutenção da saúde. frescor e integridade. no aspecto e se há presença de matérias estranhas. não compre alimentos com embalagens sujas. né Rita. . Nas embalagens transparentes. ela está amassada.br . aroma. abertas e com outros sinais de alteração.Rita: Ah João. dentre outros.Rita: Por favor. congelamento ou aquecimento. .João: Lógico que sim.

Os produtos congelados devem estar firmes e sem sinais de descongelamento. Não devem ser mantidos à temperatura ambiente (fora da geladeira ou freezer). Orientação nº11: Alimentos congelados e refrigerados Estes alimentos devem estar armazenados na temperatura recomendada pelo fabricante.João: Rita. estes devem ser mantidos no gelo.gov.Rita: Pronto.Rita: Está certo.Rita: Falta escolhermos os peixes. os equipamentos de frio devem possuir termômetros em locais de fácil visualização.João: Agora não. pois sofrem alterações indesejáveis que muitas vezes não são perceptíveis. Os olhos devem ser brilhantes e salientes. podendo causar mal à saúde. para que os alimentos perecíveis não permaneçam muito tempo no carrinho de compras. . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. pois compramos alimentos que precisam ir rapidamente para a geladeira e freezer. .guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. está de acordo. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 58 de 115 Ministério da Agricultura. As escamas devem ser unidas entre si. . podemos levar este produto. Para conferir a temperatura. já estava ficando cansado. .Rita: Sem dúvida. brilhantes e fortemente aderidas à pele. por tempo prolongado. úmida e sem a presença de manchas. vamos para casa. . por isso.João: Leve aquele que aparenta estar mais fresco. As brânquias (guelras) devem possuir cor rosa ao vermelho intenso. Vamos ver se a temperatura que consta na embalagem está de acordo com aquela medida pelo termômetro da gôndola. .br . .Rita: Já que estamos perto da casa da mamãe vamos visitá-la?! . ser brilhantes e sem viscosidade. Sempre fico em dúvida sobre qual levar.Rita: Pronto! Terminamos. Atenção! A temperatura é um fator importante para manter a qualidade dos peixes. .João: Estamos quase terminando! Agora não podemos demorar. são tantas variedades. Orientação nº12: O que observar ao comprar peixe? Os peixes devem possuir pele firme. refrigerado ou congelado. Atenção! A temperatura do equipamento não deve estar acima daquela recomendada pelo fabricante do produto. bem aderida. No Carro .

Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos. têm renda mensal inferior a R$80. o que não lhes garante o consumo das necessidades calóricas mínimas fixadas pela Organização Mundial da Saúde [Mapa do fim da fome.br . mais de 50 milhões de pessoas. estabelecendo políticas que considerem a vulnerabilidade da população ou de diferentes grupos dentro da população.inmetro. Das 15 marcas de amendoim testadas pelo Inmetro. Fundação Getúlio Vargas. mesmo em países desenvolvidos. tanto em seres humanos quanto em animais. Qual a função dos governos. . Rio de Janeiro. um tipo de micotoxina que.org. ou seja. Para se defender dos riscos relacionados aos alimentos. morrem por desnutrição ou por doenças associadas aos alimentos (Consumidores y Desarrollo – Boletim da Consumers International – mayo-junio 1997). 38–43. conforme análise da Fundação Ezequiel Dias. Fortaleza. 11. 44. pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor . em análises feitas pela Universidade Federal de São Paulo. de acordo com análise feita pela Universidade Estadual Paulista. estando associada ao câncer primário de fígado. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. variando de duas a 20 vezes acima do limite máximo permitido pelo Ministério da Saúde. .gov. manipulação e preparo. seis estavam contaminadas por aflatoxina. cobrando isso das empresas e do governo. que possibilitem a transmissão eficaz dos princípios de higiene dos alimentos às indústrias e aos consumidores.manter a confiança nos alimentos comercializados internacionalmente. é uma organização internacional que tem por objetivo proteger a saúde dos consumidores e assegurar a aplicação de práticas eqüitativas no comércio de alimentos. principalmente crianças.8% das carnes preparadas em restaurantes industriais contaminadas com Staphylococcus aureus em desacordo – Nutec.realizar programas de educação em saúde.9% do pão de queijo comercializado em Minas Gerais contaminados com Staphylococcus aureus acima do limite. Essa micotoxina foi encontrada em níveis elevados. . Mais informações em www. 2000). Comida em pratos limpos. em 2000. em 1998 [Revista Época.garantir que o alimento seja adequado para o consumo humano. 30% do queijo fatiado e manipulado em supermercados contaminados com Staphylococcus aureus e coliformes fecais em desacordo e 30% do filé de frango com Salmonella.br) mostram os altos níveis de contaminação química e microbiana dos produtos alimentícios em geral. Capítulo II.www. universidades. .guahyba@agricultura.gov. das indústrias e dos consumidores na promoção da alimentação adequada? Os governos devem incentivar a implementação dos princípios gerais do Codex Alimentarius* a fim de: .garantir aos consumidores o acesso a informações claras e de fácil entendimento.idec. Os consumidores devem reconhecer seu papel seguindo as instruções relevantes e adotando medidas apropriadas de higiene dos alimentos (ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE.codexalimentarius. Ceará. ou 29% da população do país.00 per capita. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Normalização e Qualidade Industrial .br) e pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia. estima-se que todo dia no mundo 40 mil pessoas. Casos de contaminação de alimentos no Brasil Dezenas de amostras de leite pasteurizado com resíduos de agrotóxicos (piretróides) acima do limite. 2006). As indústrias devem aplicar as práticas de higiene a fim de: . por meio da rotulagem ou outros recursos apropriados.fornecer alimentos seguros e adequados para consumo. Você Sabia? No Brasil. julho de 2001(baseado em dados do IBGE de 1999)]. causa sérios danos à saúde.proteger os consumidores adequadamente contra doenças ou danos causados por alimentos. o consumidor deve estar atento e informado sobre os seus direitos e adotar uma postura ativa. págs. em 2000 (XVII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos. em 2000.www. exigir que sejam respeitados. As doenças provocadas pela ingestão de alimentos representam um grande perigo para a população e ocorrem em grande número.manter a confiança nos alimentos comercializados internacionalmente. livro de resenhas. que os tornem capazes de proteger os alimentos da contaminação. Inúmeras pesquisas realizadas por órgãos públicos. multiplicação e sobrevivência de patógenos mediante correto armazenamento. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 59 de 115 Ministério da Agricultura. * Ou Código dos Alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. e .net. 16/11/1998].

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. sobretudo crianças. pode provocar riscos à saúde e ao meio ambiente. Alimentos transgênicos Alimentos transgênicos são aqueles que foram geneticamente alterados.guahyba@agricultura. agrotóxicos ou outras finalidades. julho de 2001(baseado em dados do IBGE de 1999)].gov. se necessário. servidos em festas. leite e derivados e os pescados. em muitos países ainda não é obrigatória. conforme dados da U. além de suscitar questões econômicas. O consumidor deve exigir um relatório final da investigação das autoridades. Outro exemplo são as drogas veterinárias. Veja mais informações nos sites: www. Mesmo em países desenvolvidos. esse limite é de 1%. a legislação obriga a informação no rótulo para produtos que contenham em sua composição 4% ou mais de alimentos geneticamente modificados. porém. pedir na Justiça a reparação dos prejuízos. escolas. para que as autoridades investiguem as causas e. a grande quantidade de alimentos de alto risco sem inspeção sanitária. a presença de genes originários de outros seres vivos (vegetais ou animais) nos alimentos. para adquirir resistência a pragas. Perigos invisíveis A contaminação por produtos químicos pode trazer danos graves à saúde.org.br (BRASIL.br e www. O consumidor deve colaborar com a vigilância sanitária.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Não se deve jogar fora as sobras da refeição ou do alimento suspeito. como os antibióticos usados nas rações de suínos e aves e no tratamento de doenças de todos os tipos de animais que dão origem a alimentos para o ser humano. que é o órgão de saúde que controla os alimentos. os alimentos que mais causam doenças agudas são aqueles que se estragam mais rapidamente. o leite e seus derivados. onde. Por meio de técnicas de engenharia genética. Cientistas independentes e organizações da sociedade civil estão exigindo maior rigor para a avaliação de riscos. como nos Estados Unidos. nem sempre se faz uma relação com a ingestão de um determinado alimento. 76 milhões de consumidores adoeceram.ctnbio. De um modo geral. Você sabia? Todo caso de doença transmitida por alimentos deve ser imediatamente notificado nos postos de saúde.S. Consumer Product Safety Commission.br . 2002). que exercem uma forte influência sobre os governos e sobre a mídia para a liberação desses produtos. no ano de 2000. caso não seja adequadamente avaliada. fornecendo todas as informações que tiver sobre o caso. como carnes. e a falta ou inadequação de programas específicos de monitoramento de resíduos de drogas veterinárias e agrotóxicos são os principais problemas na área de segurança alimentar. Essa já é uma tendência especialmente na Europa. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 60 de 115 Ministério da Agricultura. 300 mil foram hospitalizados e mais de 5 mil morreram por ingerir alimentos contaminados. existem interesses econômicos de grandes empresas transnacionais produtoras de sementes geneticamente modificadas. introduzindo material hereditário de outras espécies. Aproximadamente 20% dos produtos alimentícios testados pelo Idec nos últimos nove anos estavam em desacordo com a legislação sanitária e 40% deixavam de trazer informações importantes para os consumidores [Mapa do fim da fome. não se consegue observar a olho nu se um alimento está contaminado ou até mesmo estragado. como os sintomas ou as doenças demoram a aparecer. restaurantes e residências. pois elas podem ser analisadas em laboratório para identificar a causa da doença. e. idosos e pessoas debilitadas por alguma enfermidade.gov. A obrigatoriedade de informação nos rótulos desses produtos também é outro ponto controvertido. que podem causar intoxicações crônicas e doenças graves a longo prazo.idec. além das preparações como maioneses e bolos. Além disso. No Brasil não existem estatísticas exatas. pois ao mesmo tempo em que é exigida pelos consumidores. Na maioria das vezes. Um exemplo são as substâncias usadas na lavoura. os perecíveis. Fundação Getúlio Vargas. sociais e éticas. No Brasil. O uso indiscriminado dessas substâncias tem levado ao aparecimento de bactérias super-resistentes a antibióticos. em laboratório. elas são um sério problema e fonte de grande preocupação para autoridades. se for o caso. como os agrotóxicos. As informações incorretas ou enganosas nos rótulos. o que vem sendo uma grande preocupação para médicos e consumidores no mundo inteiro. Entretanto. é possível manipular as características genéticas de um organismo. como as carnes. Na Europa. apreendam os produtos. mas é muito comum a ocorrência de surtos de diarréia e intoxicações motivados pelo consumo de alimentos contaminados por micróbios ou substâncias tóxicas. As doenças veiculadas pelos alimentos As doenças transmitidas por alimentos são muito mais graves e freqüentes do que se imagina e podem até matar.

Evitar alimentos clandestinos Embora muitos alimentos. Mexa. 3. Leite de mamadeiras não deve ser guardado para consumo posterior. Cozinhar bem os alimentos Carnes. outros só devem ser consumidos se tiverem sido processados e inspecionados. peixes. 8. 5. juntando água se possível. a procedência. Aquecer bem os alimentos já cozidos Aqueça muito bem os alimentos já cozidos ou congelados ou refrigerados. para permitir a fervura. superfícies. 4. substituindo-as pelas de plástico resistente. carnes e pescados. Os panos de prato devem ser limpos. 10. e exija. para aquecer por igual. leite. lavados e fervidos diariamente. Verifique as condições de higiene do local onde eles são ofertados. que mata os micróbios. os ratos e os animais domésticos transportam micróbios que podem causar doenças. Evitar o contato entre alimentos crus e cozidos Alimentos crus podem conter contaminações facilmente eliminadas no cozimento. ovos e derivados devem ser cozidos em temperatura superior a 70ºC. ferva-a por 15 minutos ou trate-a com água sanitária (uma gota para cada litro de água).gov. Conservar adequadamente os alimentos guardados Alguns tipos de alimento que sobram de uma refeição podem ser guardados. como frutas e verduras. Em caso de dúvida. 9. aguardando 15 minutos para utilizá-la (BRASIL. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Utilizar água tratada Para beber ou cozinhar. Manter a cozinha limpa e organizada Todas as áreas. equipamentos ou utensílios de preparação dos alimentos devem estar rigorosamente limpos. preparar somente o que vai ser consumido numa refeição. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 61 de 115 Ministério da Agricultura. 2. 2002). Lavar as mãos antes de cozinhar Deve-se lavar as mãos antes de preparar os alimentos e toda vez que realizar alguma operação que interrompa a manipulação dos mesmos. Se possível.guahyba@agricultura. por exemplo. no caso dos alimentos de origem animal.: Este emblema identifica os produtos de origem animal que foram fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal. Dez regras de ouro na preparação e consumo de alimentos propostas pela Organização Mundial de Saúde 1. Evite tábuas de corte de madeira. trocar fraldas ou fazer alguma limpeza na casa. 7. Proteger os alimentos de insetos e animais Os insetos (como moscas e baratas). ir ao banheiro. como ovos. Capítulo III. mas sob refrigeração igual ou inferior a 10ºC ou sob calor acima de 60ºC. mas que podem ser perigosas se chegarem a um alimento que não será mais cozido. utilize água tratada. misture. que tenham o carimbo da inspeção sanitária.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. sejam melhores no estado natural. Consumir imediatamente os alimentos cozidos Deve-se comer logo o alimento preparado e não deixá-los esfriar à temperatura ambiente para evitar que os micróbios se multipliquem.br . Ex. 6.

Ao comprar um alimento alterado. os fornecedores de produtos — fabricante. Alimento fraudado: que apresenta uma modificação nos seus componentes. procurar a gerência.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. respeitadas as variações decorrentes da sua natureza. A reclamação formalizada paralisa a contagem do prazo limite para reclamar. 2002). Capítulo IV. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 62 de 115 Ministério da Agricultura. Não sendo sanado o erro no prazo de 30 dias. rotulagem ou mensagem publicitária. com o objetivo deliberado de enganar o consumidor (BRASIL. estando impróprio ao consumo. Quem é responsável pela qualidade dos alimentos? De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº8. O consumidor tem 30 dias para reclamar de problemas aparentes em serviços ou produtos não-duráveis e 90 dias para os duráveis. especialmente na cor. não permitida pela legislação. e exigir a sua troca ou a devolução do que foi pago. como o gosto. Alimento deteriorado: que apresenta modificação visível na sua integridade. Na reparação de danos.gov. embalagem. o consumidor deve voltar ao estabelecimento onde fez a sua compra. a restituição da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço. Da mesma forma respondem por disparidades entre o produto e as indicações constantes no recipiente. sem estar necessariamente deteriorado. o fornecedor só não terá responsabilidade se provar que não deu causa ao problema identificado. vendedor ou importador — respondem solidariamente pela qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo ou lhes tire valor.078. Alimento alterado: que apresenta alguma alteração numa característica de identidade e qualidade.br . o consumidor poderá exigir a substituição do produto. por ação microbiana. de 11/09/1990). adulterado ou fraudado. deteriorado. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. cor ou sabor.guahyba@agricultura. no odor e na textura. mostrar-lhe a nota fiscal e o produto.

Sendo assim. febre.gov. para as crianças. alteração da visão.guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. A maioria das DTA está associada à contaminação de alimentos por micróbios prejudiciais à saúde. parasitas ou substâncias tóxicas estão presentes no alimento. padarias. podendo inclusive levar à morte. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Como os micróbios prejudiciais à saúde representam um problema tão importante para os serviços de alimentação. O que são Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA)? São doenças provocadas pelo consumo de alimentos que ocorrem quando micróbios prejudiciais à saúde. serão abordadas as Boas Práticas para Serviços de Alimentação (BRASIL. na água e no intestino dos homens e dos animais. Como manipular os alimentos de forma higiênica Neste capítulo.br . no mínimo elas servirão para que sejamos cidadãos observadores do cumprimento ou não destas boas práticas nos restaurantes. Capítulo V. O que são Boas Práticas? São práticas de higiene que devem ser obedecidas pelos manipuladores desde a escolha e compra dos produtos a serem utilizados no preparo do alimento até a venda para o consumidor. Esse processo é conhecido como contaminação. Essas medidas simples fazem parte das Boas Práticas. conservar os alimentos em temperaturas adequadas e o cozimento correto evitam ou controlam a contaminação dos alimentos. olhos inchados. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 63 de 115 Ministério da Agricultura. dor de cabeça. É sempre bom lembrar que medidas simples. 2004). os idosos e as pessoas doentes. Contaminação por parasitas Os parasitas como: ameba. dentre outros. como lavar as mãos. podendo também apresentar dores abdominais. dedicamos as próximas páginas a eles. quando verificarmos procedimentos que violem tais normas. Os sintomas mais comuns de DTA são vômitos e diarréias. O objetivo das Boas Práticas é evitar a ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados. a maioria das DTA dura poucos dias e não deixa seqüelas. os parasitas. etc. podendo então contaminar os alimentos e causar doenças. as substâncias tóxicas e os micróbios prejudiciais à saúde entram em contato com o alimento durante a manipulação e preparo. Contaminação por micróbios Se não forem tomados alguns cuidados. as grávidas. giárdia e vermes podem estar presentes no solo. poderemos denunciar o fato às autoridades locais (vigilância sanitária). O que é contaminação? Normalmente. os micróbios que contaminam o alimento podem se multiplicar rapidamente e causar doenças. Para adultos sadios. as conseqüências podem ser mais graves. Apesar de nem todas as orientações se aplicarem às cozinhas de nossas residências (cozinhas domésticas).

Por mais estranho que pareça. na água. bactérias e fungos.gov. A maioria das DTA é provocada pelo grupo de micróbios conhecido como bactérias. É um grande engano acreditar que os micróbios sempre alteram o sabor e cheiro dos alimentos. Quando os micróbios se multiplicam nos alimentos? Os micróbios multiplicam-se nos alimentos quando encontram condições ideais de nutrientes. Alguns micróbios patogênicos multiplicam-se nos alimentos sem modificá-los. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 64 de 115 Ministério da Agricultura. sendo que alguns são até úteis. nos alimentos e até flutuando no ar. ou seja. nas pessoas. a maioria dos micróbios é inofensiva. chamados de deteriorantes. Saiba mais. Micróbios Os micróbios são amplamente distribuídos. quando presentes nos alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Os micróbios são úteis na preparação de iogurte. Outros micróbios. podem causar doenças. dentre outros. O que são os micróbios? Os micróbios são organismos vivos tão pequenos que só podem ser vistos por meio de um equipamento com potentes lentes de aumento chamado microscópio. Os micróbios podem ser divididos nos seguintes grupos: vírus. Há mais micróbios em uma mão suja do que pessoas em todo o planeta. cerveja.. podem estragar o alimento. Alguns micróbios.guahyba@agricultura. queijo. que fica com cheiro e sabor desagradáveis. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. sendo chamados de prejudiciais à saúde ou patogênicos. nos animais. vinho. pão.br . Eles também são conhecidos como microrganismos.. umidade e temperatura. podendo ser encontrados no solo. silenciosamente.

iogurte. Saiba mais.. A maioria dos alimentos contém umidade suficiente para a multiplicação dos micróbios. Para causar doença.guahyba@agricultura. uma única bactéria pode se multiplicar em 130. os micróbios se multiplicam rapidamente. sendo chamados de perecíveis. Os alimentos secos. Esses alimentos devem ser conservados em temperaturas especiais.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. leite pasteurizado. presunto e queijo. também chamados de não-perecíveis. Eles preferem temperaturas de verão ou do nosso corpo (em torno de 37ºC).. Tão importante quanto ter esses equipamentos é saber se estão na temperatura certa! Geladeira – abaixo de 5ºC Balcão de self-service – acima de 60ºC São exemplos de alimentos perecíveis: carne. Os micróbios prejudiciais à saúde podem se multiplicar em temperaturas entre 5ºC a 60ºC (chamada zona de perigo). São exemplos de alimentos não-perecíveis: arroz cru. Quando as condições do alimento são ideais para os micróbios. não possuem umidade suficiente para a multiplicação dos micróbios. Micróbios Quando encontram condições ideais. é preciso que os micróbios multipliquem-se nos alimentos até atingir números elevados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 65 de 115 Ministério da Agricultura.br .gov.000 em apenas 6 horas. sendo conservados a temperatura ambiente. Agora fica mais fácil entender a importância da geladeira ou do balcão de self-service. biscoito e farinha.

Para se ter uma idéia. a parede e o teto conservados e sem rachaduras. infiltrações. Para isso.guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. mantenha o piso. Como deve ser o local de trabalho? O que fazer? O local de trabalho deve ser limpo e organizado.br Página 66 de 115 . Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.gov. Faça a limpeza sempre que necessário e ao Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Por que fazer? A sujeira acumulada é ideal para a multiplicação de micróbios. mofos e descascamentos. manipular alimentos em um ambiente sujo é uma forma comum de contaminar os alimentos. goteiras. Portanto. uma colher de chá de terra pode conter até 1 milhão de bactérias.

Os produtos de limpeza regularizados devem conter no rótulo o número de registro no Ministério da Saúde ou a frase: “Produto notificado na Anvisa/MS”. Os desinfetantes. ainda. Não utilize produtos de limpeza clandestinos. trincas e outros defeitos. Não se esqueça que essa regra também se aplica às tábuas de corte utilizadas no preparo dos alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 820 pessoas ficaram doentes por consumir alimentos contaminados com substâncias tóxicas. A limpeza do ambiente é importante para prevenir e controlar baratas. Esses defeitos favorecem o acúmulo de líquidos e sujeiras e restos de alimentos. A área de alimentos é atrativa para esses animais. possibilitando que os micróbios patogênicos se multipliquem rapidamente. como fragmentos de vidro. os detergentes e outros produtos de limpeza contêm substâncias tóxicas que podem contaminar os alimentos.gov. As caixas de gordura e de esgoto devem estar localizadas fora das áreas de preparo e de armazenamento de alimentos. Os insetos e outros animais apresentam micróbios espalhados em todo o corpo. Os micróbios patogênicos se multiplicam rapidamente em locais quentes e abafados. como bancadas e mesas. que em 2004.guahyba@agricultura. ou às superfícies que entram em contato com alimentos.fiocruz.br/sinitox. O local de trabalho deve ser mantido bem iluminado e ventilado. final das atividades de trabalho. Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais. que podem transmitir micróbios aos alimentos desprotegidos. devem ser mantidas em bom estado de conservação. As superfícies que entram em contato com os alimentos. Deve haver sempre rede de esgoto ou fossa séptica. pedaços de metais e pedras. O SINITOX mostra. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Outra ameaça ao consumidor é a contaminação dos alimentos por matérias físicas prejudiciais à saúde. sendo que 35 morreram. Mais dados podem ser pesquisados em www. ratos e outras pragas. Segundo o Sistema Nacional de Informações TóxicoFarmacológicas – SINITOX – em 2004. A caixa de gordura é a moradia de muitos insetos. 3352 pessoas se intoxicaram pelo uso de raticidas. Os venenos devem ser aplicados somente quando necessário e sempre por empresa especializada.br . sem rachaduras. Nunca guarde os produtos de limpeza junto com os alimentos. As lâmpadas devem estar protegidas contra quebras. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 67 de 115 Ministério da Agricultura. as janelas devem possuir telas e devem ser retirados os objetos sem utilidade das áreas de trabalho.

Quando vamos ao banheiro e não lavamos as mãos. o número de bactérias entre nossos dedos duplica. papel toalha e lixeiras com tampa e pedal.guahyba@agricultura.br . os banheiros apresentam um grande número de micróbios patogênicos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 68 de 115 Ministério da Agricultura. Por que fazer? Como as fezes são altamente contaminadas. O que fazer? Os banheiros e vestiários não devem se comunicar diretamente com as áreas de preparo e de armazenamento dos alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. O banheiro deve estar sempre limpo e organizado. O que fazer? Lave bem as mãos depois de usar o banheiro. sabonete. com papel higiênico.gov. anti-séptico. Por que fazer? Pesquisas indicam que a metade das pessoas se esquece de lavar as mãos quando sai do banheiro. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

sem rachaduras. Quais cuidados devem ser tomados com a água? O que fazer? Os estabelecimentos devem ser abastecidos com água corrente tratada (proveniente do abastecimento público) ou de sistema alternativo. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Os utensílios. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 69 de 115 Ministério da Agricultura.Retire a sujeira.Feche a saída de água. Esse volume é apropriado para uma caixa d’água de 1000 litros. como poços artesianos. tampada. no mínimo. quando não for possível. duas vezes por ano. . POP de higienização da caixa d’água . No caso de sistema alternativo.Encha a caixa d’água. . infiltrações e descascamentos.Enxágüe a caixa d’água com água corrente. etc.Abra a saída de água e retire todo o sabão com água corrente. . poeira. Use somente água potável para o preparo dos alimentos e do gelo. devem ser de uso exclusivo. . como vassoura. escova. diluindo 1 litro de água sanitária em 5 litros de água. .Esgote toda a água acumulada. siga os passos descritos no Procedimento Operacional Padronizado (POP). Para lavar e desinfetar a caixa d’água. rodo e pano. Aguarde por 30 minutos. retirando todo o resíduo de desinfetante.Prepare a solução desinfetante. fezes de animais.guahyba@agricultura. . a água deve ser analisada de seis em seis meses. A caixa d’água deve estar conservada. Por isso. insetos. retire toda a água da caixa d’água. A caixa d’água deve ser lavada e desinfetada (higienizada) no mínimo a cada 6 meses. . Por que fazer? Os micróbios patogênicos e os parasitas podem ser transmitidos por meio da água.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. vazamentos.Espalhe a solução nas paredes e fundo da caixa d’água com uma broxa ou pano. . .gov. Por isso.Lave as paredes e o fundo da caixa d’água com água e sabão.br .Feche a saída de água da caixa d’água. conhecer a qualidade da água que está sendo utilizada.Feche o registro. A água tratada pode ser contaminada com terra. deve ser mantida tampada e higienizada. é importante utilizar água tratada ou. .

Quem é o manipulador de alimentos? É a pessoa que lava. com tampa e pedal.br .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. corta. O que fazer com o lixo? O que fazer? A cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza. ou seja. deve-se lavar as mãos. rala. Após o manuseio do lixo. além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos.guahyba@agricultura. Por que fazer? O lixo. é um meio ideal para a multiplicação de micróbios patogênicos. prepara os alimentos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 70 de 115 Ministério da Agricultura. Retire sempre o lixo para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. descasca. cozinha.

no nariz e nos ouvidos. Lavar as mãos é uma das melhores formas de evitar a contaminação dos alimentos por micróbios patogênicos. 3. feridas e arranhões também têm um alto número de micróbios patogênicos. pois ele deve estar sempre limpo e conservado. Mantenha as unhas curtas e sem esmalte. vômito. falar demais ou mexer em dinheiro durante o preparo de alimentos. nas fezes. colares. gripe. 4. de atender ao telefone e de abrir a porta. Os cabelos devem ser mantidos presos para evitar que caiam sobre os alimentos. Os machucados como cortes. Retire brincos. comer.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Enxágüe bem com água corrente retirando todo o sabonete. nas mãos (inclusive unhas). pulseiras. espirrar.br . 5. Lave bem as mãos antes de preparar os alimentos e depois de usar o banheiro. Se estiver doente ou com cortes e feridas. Preste atenção para não fumar. anéis. aliança. Não use barba.gov. a pia para lavar as mãos não deve ser a mesma para a lavagem dos vasilhames. tossir.guahyba@agricultura. não manipule os alimentos. no suor e no sapato.000 micróbios? O uniforme pode servir de transporte de micróbios patogênicos para o interior da área de preparo dos alimentos. na boca. Esfregue as mãos com um pouco de produto anti-séptico. tossir. Você sabia que 1mm de cabelo pode conter até 50. Os adornos pessoais acumulam sujeira e micróbios. Tome banho diariamente. além de poderem cair nos alimentos. Esfregue a palma e o dorso das mãos com sabonete. Atenção: uma boa lavagem deve durar mais que 20 segundos. Como a grande quantidade de micróbios patogênicos é encontrada na boca. inclusive as unhas e os espaços entre os dedos. cantar. A maior quantidade está no nariz. O que fazer? Esteja sempre limpo. dor de garganta ou conjuntivite) apresenta um alto número de micróbios patogênicos em seu corpo que pode facilmente contaminar os alimentos. assoviar. contaminando-os. relógio e maquiagem. A maioria das pessoas não gasta nem 10 segundos para lavar as mãos. nos cabelos. cantar. Seque-as com papel toalha ou outro sistema de secagem eficiente. O uniforme deve ser usado somente na área de preparo dos alimentos. espirrar. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 71 de 115 Ministério da Agricultura. Use cabelos presos e cobertos com redes ou toucas. assoviar ou até falar demais pode contaminar os alimentos. A pessoa doente (com diarréia. Na área de preparo. Você lava as mãos corretamente? Para lavagem correta das mãos siga os seguintes passos: 1. Faça sempre os exames periódicos de saúde. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Por que fazer? Há micróbios espalhados por todo o nosso corpo. Troque seu uniforme diariamente. Utilize a água corrente para molhar as mãos. 2. fumar. por aproximadamente 15 segundos.

secar bem as mãos após a lavagem usando papel-toalha ou outro sistema de secagem eficiente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov.guahyba@agricultura. fique atento a alguns cuidados: . . Atenção! Ao lavar as mãos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Finalmente suas mãos estão limpas e prontas para manipular os alimentos! Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 72 de 115 Ministério da Agricultura.br .esfregar todas as regiões das mãos (veja a ilustração abaixo com as áreas normalmente esquecidas).

caso contrário. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. organizados e confiáveis. Por que fazer? Os fornecedores dos ingredientes também devem atender às Boas Práticas. Armazene imediatamente os produtos congelados e refrigerados e depois os produtos não-perecíveis. parasitas ou substâncias tóxicas aos alimentos preparados. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 73 de 115 Ministério da Agricultura. o armazenamento dos ingredientes deve ser realizado no local certo.gov. em temperatura e tempo adequados. Os locais de armazenamento devem ser limpos. Para evitar a contaminação dos alimentos. ventilados e protegidos de insetos e outros animais. organizados.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura. Quais cuidados devem ser tomados com os ingredientes usados no preparo dos alimentos? O que fazer? Compre os ingredientes em estabelecimentos limpos. esses ingredientes podem transmitir micróbios patogênicos.br .

nome do produto. abertas ou com outro tipo de defeito. peixes e vegetais não lavados). As embalagens podem contaminar os alimentos se não forem limpas antes de abertas. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. pois temperaturas superiores a 70°C destroem os micróbios. Os ingredientes que não forem utilizados totalmente devem ser armazenados em recipientes limpos e identificados com: . portanto. com furos ou vazamentos. trincadas.data da retirada da embalagem original.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. produtos com embalagens defeituosas podem apresentar micróbios patogênicos.br . enferrujadas. Deve-se cozinhar bem as carnes. em altas temperaturas de forma que todas as partes do Elaborado: 23/08/2011 Página 74 de 115 Revisado: 22/09/2011 Por que fazer? As carnes cruas e os vegetais não lavados apresentam micróbios patogênicos que podem ser transferidos aos alimentos prontos por meio das mãos dos manipuladores. parasitas ou substâncias tóxicas. O alimento deve ser bem cozido. Por que fazer? A embalagem é uma importante proteção dos alimentos.gov. rasgadas.prazo de validade após a abertura. frangos. . . O que fazer? Não use e não compre produtos com embalagens amassadas. Ministério da Agricultura. Como preparar os alimentos com higiene? O que fazer? Lave as mãos antes de preparar os alimentos e depois de manipular alimentos crus (carnes. Limpe as embalagens antes de abri-las.guahyba@agricultura. Atenção! Verifique cuidadosamente a condição dos alimentos que entram na sua cozinha! Produtos com prazo de validade vencido não devem ser utilizados no preparo de alimentos. estufadas.

geralmente. Página 75 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.prazo de validade. O que fazer? Durante a utilização dos óleos e gorduras pode haver alterações no cheiro. Por que fazer? Quando os óleos e as gorduras são utilizados por um longo período. . Os sucos dessas carnes devem ser claros e não rosados. cor.nome do produto. Para carnes bovinas e de frango tome cuidado para que as partes internas não fiquem cruas (vermelhas). Além disso. para fatiar uma carne assada.gov. esses devem ser identificados com: . sem lavar. a carne produz sucos que podem contaminar outros alimentos com micróbios patogênicos. produzem muita fumaça e espuma. No caso de alimentos preparados serem armazenados na geladeira ou no freezer. Esses sinais indicam que o óleo deve ser trocado imediatamente. . Para ter certeza do completo cozimento. formação de espuma e fumaça. são formadas substâncias tóxicas que podem causar mal à saúde. As carnes devem ser descongeladas dentro de recipientes. Durante o descongelamento. tabuleiros). Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Isso é chamado de contaminação cruzada. Utilize o forno de microondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento na geladeira até descongelar. Um exemplo desse tipo de contaminação é cortar frango cru e usar a mesma faca. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Os micróbios patogênicos multiplicam-se rapidamente em temperatura ambiente. lave os utensílios usados no preparo de alimentos crus antes de utilizá-los em alimentos cozidos. CUIDADO! As carnes cruas e os vegetais não lavados também podem transmitir micróbios patogênicos aos alimentos prontos por meio dos utensílios (talheres. sabor. pratos.guahyba@agricultura. Os alimentos congelados e refrigerados não devem permanecer fora do freezer ou geladeira por tempo prolongado.data de preparo. bacias. verifique a mudança na cor e textura na parte interna do alimento. Não descongele os alimentos à temperatura ambiente. alimento atinjam no mínimo a temperatura de 70ºC. Evite o contato de alimentos crus com alimentos cozidos. Essas substâncias dão um sabor e cheiro ruins ao alimento e.br .

guahyba@agricultura. tendo em vista que esses podem ser consumidos crus. os alimentos prontos devem ser mantidos bem protegidos.) folha a folha. Para higienização de hortaliças. Manter sob refrigeração até a hora de servir. Os vasilhames devem estar identificados com: . retirando as folhas.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . e frutas e legumes um a um.br .gov. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 76 de 115 Ministério da Agricultura. 6. Por que fazer? Os micróbios estão espalhados por todo o ambiente e. Lave em água corrente vegetais folhosos (alface. Fazer o corte dos alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados. frutas e legumes: 1. na diluição de 200ppm (1 colher de sopa para 1 litro). Os micróbios patogênicos multiplicam-se rapidamente em temperatura ambiente. deve estar limpo. utilizando produto adequado para este fim (ler o rótulo da embalagem). como produtos de limpeza e venenos. o alimento deve ser mantido em caixas térmicas apropriadas. agrião. Atenção! Verifique se não há baratas. 3. Selecionar.a data de preparo. . por isso. A correta higienização elimina os micróbios patogênicos e os parasitas. ratos ou outros animais no veículo de transporte do alimento. 5. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. e frutas e legumes um a um. 2005. escarola. principalmente. legumes e hortaliças devem ser higienizados. Enxaguar em água corrente vegetais folhosos folha a folha. Guia Alimentar para a População Brasileira: Promovendo a alimentação saudável. Como transportar o alimento preparado? O que fazer? Armazene o alimento a ser transportado em vasilhames bem fechados. rúcula. O veículo utilizado no transporte deve ter cobertura para proteção dos vasilhames e. CGPAN/SAS/Ministério da Saúde. 4. 2. etc. Colocar de molho por 10 minutos em água clorada.o nome do alimento. Atenção! Alimentos como frutas. Não transporte junto com os alimentos. Adaptado: BRASIL.o prazo de validade. Se o transporte for demorado. partes e unidades deterioradas. substâncias tóxicas.

buffets. por meio da saliva os clientes podem contaminar os alimentos prontos.) devem estar conservados. Você sabia que uma nota de dinheiro circula nas mãos das pessoas por aproximadamente 2 anos antes de ser destruída? Por que fazer? Os micróbios apenas reduzem a velocidade de multiplicação quando os alimentos são armazenados a frio (5ºC) ou aquecidos (60ºC). freezers. limpos e funcionando bem. etc. bufês e geladeiras devem estar reguladas de forma que os alimentos quentes permaneçam acima de 60ºC e os alimentos frios permaneçam abaixo de 5ºC.guahyba@agricultura. Por que fazer? Como a boca e a garganta contêm grande quantidade de micróbios. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 77 de 115 Ministério da Agricultura. enquanto se servem. A temperatura das estufas. A comida está pronta! Como devemos servi-la? O que fazer? Deixe a área das mesas e cadeiras bem limpa e organizada.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Os equipamentos (estufas. Os funcionários responsáveis por servir o alimento devem estar sempre com as mãos lavadas.br . Procure diminuir ao máximo o tempo entre o preparo e a distribuição dos alimentos. pegadores e talheres) não podem pegar em dinheiro. Portanto. os alimentos não devem ser mantidos por muito tempo fora dessas temperaturas. Os funcionários que manipulam o alimento (mesmo com guardanapos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. balcões. Pesquisas realizadas no Brasil mostram que na cédula de dinheiro são encontrados vários micróbios patogênicos e até ovos de vermes. Conservação dos alimentos preparados Frio Quente 5ºC ou inferior 60ºC ou superior 5 dias 6 horas O que fazer? Os balcões e bufês devem ser protegidos para que os clientes não contaminem os alimentos enquanto se servem. geladeiras.

Como os POP são documentos aprovados pelo estabelecimento. O POP destaca as etapas da tarefa. pode-se ter informações gerais sobre como é feita a limpeza. o controle de pragas. Nele. os procedimentos de higiene e controle de saúde dos funcionários. o treinamento de funcionários. Limpeza do reservatório de água.br . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 78 de 115 Ministério da Agricultura. por meio do responsável. Higiene e saúde dos manipuladores. da água utilizada. Controle de vetores e pragas. É como uma receita de bolo. O Procedimento Operacional Padronizado (POP) é um documento que descreve passo-a-passo como executar as tarefas no estabelecimento. para que tudo vá bem. 2. Limpeza das instalações.guahyba@agricultura. os responsáveis por fazê-la. 3. os materiais necessários e a freqüência em que deve ser feita. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 4. o que fazer com o lixo e como garantir a produção de alimentos seguros e saudáveis. é dever de cada manipulador segui-los. equipamentos e móveis.gov. Atenção! Confira quais são os POP necessários: 1. O Manual de Boas Práticas e os POP devem estar disponíveis para consulta de todos os funcionários. que deve ser seguida rigorosamente. O que são o Manual de Boas Práticas e POP? O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve o trabalho executado no estabelecimento e a forma correta de fazê-lo.

Qual o papel da supervisão? A supervisão dos manipuladores pode ser executada pelo proprietário.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Atenção! A atividade de supervisão é de muita responsabilidade. por meio de curso com o seguinte conteúdo programático: . O importante é que seja capacitado.guahyba@agricultura. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 79 de 115 Ministério da Agricultura.br . doenças transmitidas por alimentos.contaminantes alimentares. pois o supervisor deve garantir o compromisso dos manipuladores em trabalhar conforme todas as regras de higiene necessárias à produção de um alimento seguro e saudável. manipulação higiênica dos alimentos e Boas Práticas. pelo responsável técnico ou por um funcionário.

Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 80 de 115 Ministério da Agricultura.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.br .guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

br . identificação da origem (identificação do país ou local de produção daquele produto). existem algumas informações que as indústrias de alimentos já devem declarar nos seus rótulos. Gorduras Totais. Ferro e Sódio. ou seja. o ingrediente que estiver em maior quantidade deve vir primeiro. Mas. instruções para o uso. abordaremos a forma correta de nutrir-se. Elaborado: 23/08/2011 Ministério da Agricultura.Nome do produto. câncer e hipertensão.guahyba@agricultura. . identificação do lote.palavras. São elas: 1. Pecuária e Abastecimento (MAPA) Página 81 de 115 Revisado: 22/09/2011 adriano. . quando necessário. sinais ou desenhos que possam tornar a informação do rótulo falsa. 4. além disso. Os rótulos têm que apresentar informações nutricionais na quantidade que podemos consumir. como uma das ações definidas para implantação dessa Política. Gorduras Saturadas. não são somente essas Informações Nutricionais que os rótulos de alimentos devem apresentar. Colesterol. as informações acima devem estar em Português. 3. insuficiente. A rotulagem nutricional. .destacar a presença ou ausência de componentes que são próprios dos alimentos. obesidade e doenças crônico degenerativas associadas aos hábitos alimentares da população. . foi regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária . Como já foi mostrado anteriormente. Com o mesmo objetivo de auxiliar o consumidor na escolha de seus alimentos.Prazo de validade do produto. os fabricantes de alimentos começaram a disponibilizar os produtos com as seguintes informações: Valor Calórico. Confira o rótulo antes de comprar os alimentos Facilitar a escolha de alimentos saudáveis a partir das informações contidas nos rótulos de alimentos foi uma das estratégias desenhadas pela Política Nacional de Alimentação para a redução dos índices de sobrepeso. com a publicação das Resoluções RDC nº39 – Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados para Fins de Rotulagem Nutricional e RDC nº40 – Regulamento Técnico para Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas Embalados. 7. 2. Capítulo VI.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. evitando que ele possa se enganar na hora da compra. 2001).gov. foram regulamentadas algumas informações que os rótulos de alimentos não podem declarar. Isto é. foi publicada a resolução que estabeleceu que todos os alimentos e bebidas embalados deveriam apresentar Informação Nutricional.Identificação da origem do produto. Carboidratos. além de informações gerais.Lista de ingredientes que compõe o produto. nome do produto.atribuir ao produto qualidades que não possam ser demonstradas. 5. o Percentual de Valor Diário . Fibra Alimentar.ANVISA em março de 2001. o rótulo nutricional dos produtos comercializados no País já deve apresentar informações como: . Cálcio. 6. Obs: no caso de produtos importados. e assim por diante. diabetes. mostrar quanto aquela porção de alimento contribui para o total de nutrientes que devemos ingerir por dia. Hoje. Em 21 de março de 2001. Proteínas. incompreensível ou que possam levar a um erro do consumidor. conforme o Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável (BRASIL. .%VD. lista de ingredientes em ordem decrescente de quantidade. prazo de validade: o DIA e o MÊS para produtos com duração mínima menor de 3 meses e o MÊS e o ANO para produtos com duração superior a 3 meses. Como nutrir-se adequadamente Neste capítulo. Isso significa que desde 21 de setembro de 2001. e.Quantidade em gramas ou mililitros que o produto apresenta. . A escolha de alimentos saudáveis reduz o risco de certas doenças. São elas: . conteúdo líquido (quantidade ou volume que o produto apresenta). como obesidade.

por vez.guahyba@agricultura.declarar que óleo vegetal não apresenta colesterol. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. .ressaltar em certos produtos a presença de alguma substância que é adicionada como ingrediente em todos os alimentos de fabricação semelhante. . que algum nutriente possa ter quando consumido em quantidades diferentes daquelas presentes nos produtos. É importante sabermos que as quantidades das porções foram definidas por especialistas. proteínas e gorduras e também por micronutrientes: vitaminas e minerais. .realçar qualidades que possam induzir a engano do consumidor com relação às propriedades terapêuticas verdadeiras ou supostas.declarar que leite.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. e . E o que é Porção? A porção é a quantidade que normalmente uma pessoa sadia. pois todos os óleos vegetais não apresentam colesterol em sua composição. . pois todos os óleos vegetais apresentam vitamina E. levando em consideração o hábito do brasiElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Ministério da Agricultura.indicar que o alimento possui propriedades terapêuticas ou medicinais. maior de 05 anos e em bom estado nutricional consome. Os alimentos são compostos por macronutrientes: carboidratos.br Alimentos Página 82 de 115 .500 calorias A Informação Nutricional desses elementos deverá apresentar a quantidade de nutrientes por porção de cada alimento e ainda por Percentual de Valor Diário (% VD).aconselhar o uso do produto para melhorar a saúde. .gov. . queijo ou iogurte são alimentos ricos em cálcio.declarar que óleo vegetal apresenta vitamina E. pois todos estes alimentos são ricos em cálcio. para compor uma alimentação saudável. para evitar doenças ou como ação curativa. Este é um dos modelos de como as Informações Nutricionais devem estar veiculadas para você. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de g/mL (medida caseira) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico kcal % Carboidratos g % Proteínas g % Gorduras Totais g % Gorduras Saturadas g % Colesterol mg % Fibra Alimentar g % Cálcio mg % Ferro mg % Sódio mg % * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. a quantidade que devemos ingerir de cada um também é diferente. Confira o Valor Diário (VD) de cada nutriente: Carboidratos 375 gramas Proteínas 50 gramas Gorduras Totais 80 gramas Gorduras Saturadas 25 gramas Colesterol 300 miligramas Fibra alimentar 30 gramas Cálcio 800 miligramas Ferro 14 miligramas Sódio 2400 miligramas O que é o percentual dos Valores Diários (%VD)? É o quanto (em percentual) a porção do alimento contribui para atingir todos os valores diários. Fonte: USDA Como foi dito anteriormente. quanto mais de cálcio precisamos ingerir até o final do dia? Confira as Informações Nutricionais do leite integral: INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 200ml / (1 copo) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 130kcal 5% Carboidratos 10g 3% Proteínas 7g 14% Gorduras Totais 8g 10% Gorduras Saturadas 5g 20% Colesterol 30mg 10% Fibra Alimentar 0g 0% Cálcio 245mg 31% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 100mg 4% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. e 245mg de cálcio representam 31% dos valores diários. . estamos ingerindo 245mg de cálcio. Isso quer dizer que a definição da porção de um alimento não depende de quanto você come daquele alimento e sim do que é recomendado. Dessa forma. leiro e alimentação saudável.500 calorias. Para cada nutriente temos um valor diário diferente.Considerando o exemplo do cálcio. 555mg de cálcio que representam 69% dos VD (Valores Diários). Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 83 de 115 Ministério da Agricultura. que tem o valor diário de 800mg. Como usar os % de Valores Diários (%VD)? . vamos ver as informações nutricionais do rótulo: se tomarmos a porção de 1 copo de leite integral (200ml) estamos ingerindo 295mg de cálcio.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. E os Valores Diários (VD)? Valores Diários são as quantidades dos nutrientes que a população brasileira deve consumir para ter uma alimentação saudável.Temos uma necessidade diferente para cada nutriente.br . durante o resto do dia precisaremos consumir o que falta para completar 800mg.guahyba@agricultura. Com base nessa informação. Portanto. Aqui estão exemplos de porções: Porções 1 pãozinho (50g) 1 copo de suco (200ml) 2 fatias de queijo prato (30g) Você pode encontrar toda a tabela de porções em anexo no final dessa cartilha. com o consumo de um copo de leite.

nadar. As calorias são calculadas a partir da quantidade de gorduras. . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 84 de 115 Ministério da Agricultura.Peso . Fonte: USDA Passo 1 – O que é Caloria? Caloria é a energia que o nosso corpo utiliza que vem dos alimentos. passear no parque. proteínas e carboidratos presentes nos alimentos.Agora.br . menina adolescente ou homem adulto que não pratica atividade física. se você é menino adolescente ou homem adulto que pratica atividade física. mas não consegue entender os termos descritos. precisa em média de 2200kcal por dia.a prática de atividade física significa pelo menos 30 minutos todos os dias. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Você pode fazer esta atividade de uma só vez ou distribuí-la pelo dia.gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.6mg 11% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. subir escadas são formas de atividade física.guahyba@agricultura.500 calorias. siga este roteiro para entender os termos usados nas informações nutricionais passo a passo: Sardinha INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. precisa de 2800kcal por dia.Se você é uma mulher adulta que não pratica atividade física ou é uma pessoa da terceira idade.E para se fazer atividade física. Caminhar. brincar.500 calorias.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra Alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Primeiro. .Quantidade de atividade física . Lembre-se que: . = 245 mg de cálcio = 31% VD Saiba como escolher os alimentos mais saudáveis a partir das informações nutricionais contidas nos rótulos dos alimentos Suponha que você está fazendo compras e se depara com uma lata de sardinha. Na informação nutricional do rótulo da sardinha. precisa em média de 1600kcal por dia. você consegue ler o que está escrito. se você é criança.Idade .E por fim.. Fonte: USDA A quantidade de calorias que cada pessoa precisa depende de alguns fatores como: . você não precisa necessariamente estar em uma academia. A Informação Nutricional desse alimento consta no seu rótulo. dançar..Funcionamento do corpo Você sabe quantas calorias você precisa por dia? . .

As gorduras estão presentes nos óleos vegetais. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Estão presentes nas massas. mel. tecidos. Essa média foi utilizada como referência para os valores diários. Cada grama de gordura fornece 9kcal. Podemos encontrá-las nas carnes. leite.500 calorias. Proteínas Ovo Leite Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . células etc..guahyba@agricultura. Elas também podem fornecer energia: 1 grama de proteína = 4 kcal. Média de consumo A partir dessas informações sabemos agora que cada pessoa precisa de uma quantidade específica de calorias por dia. tubérculos e doces em geral. queijo.. desenvolvimento e manutenção da nossa saúde. arroz. pães.. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 85 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. carnes..500 calorias. frutas. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.br . farinhas. existe uma média para a população brasileira que é de 2500kcal. Passo 2 – O que são carboidratos? São componentes do alimento que fornecem parte da energia necessária para o crescimento. ovos e pães entre outros alimentos. Mas. Gordura Saturada e Colesterol. ovos. Cada grama de carboidrato fornece 4 kcal Carboidratos Massas Pão Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . açúcar de mesa. Gorduras ou lipídios podem ser de origem vegetal ou animal. leites e derivados e feijões. manteiga.gov. Fonte: USDA Passo 3 – O que são proteínas? São componentes do alimento necessários para construção dos nossos órgãos. Fonte: USDA Passo 4 – O que são gorduras? A informação nutricional no rótulo destaca a quantidade de Gorduras Totais. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

ácidos graxos trans e colesterol aumentam o LDL – colesterol do sangue. Gorduras Saturadas: carnes. que é o colesterol que nós chamamos de ruim.. requeijão. É também importante sabermos que nem todo o colesterol que temos em nosso sangue vem dos alimentos. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. A presença delas na nossa alimentação é essencial. diabetes e hemorróidas. leite. Obs: Gorduras Trans: são um tipo de gordura saturada – Margarinas.. iogurte. como frutas e hortaliças.gov. Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . câncer de intestino. gema dos ovos e gorduras de alimentos derivados do leite. A ingestão de fibras diminui o risco de doenças do coração.500 calorias. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. sorvete e produtos de confeitaria. O grande consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas. isso pode ser por dois motivos: essa pessoa pode ter algum problema para transformar o colesterol que vem da sua alimentação ou então mesmo estando com seu organismo funcionando bem está consumindo muitos alimentos ricos em colesterol. Colesterol: Fígado e outras vísceras. biscoitos em geral.. pães integrais e outros. sorvetes. O LDL é chamado de ruim porque ele é o responsável por transportar o colesterol do fígado para o sangue. Fibras Hortaliças Laranja Pão integral Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 86 de 115 Ministério da Agricultura. Nós mesmos o produzimos a partir de outras fontes de gordura. toucinho (bacon). 3. Gorduras Totais: é o somatório de todas as gorduras. Gorduras Queijo Carne Óleo e manteiga Fique de olho no consumo de gordura! Verifique a informação nutricional! Conheça os 3 tipos de gordura presentes nos rótulos: 1. queijos. pele de frango.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. 2. Observação importante! Quando alguém apresenta altas taxas de colesterol no sangue.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br . manteiga. Você sabia que. Fonte: USDA Passo 5 – O que são fibras? São um tipo de carboidrato presentes em muitos tipos de alimentos de origem vegetal.guahyba@agricultura..

5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. brócolis. iogurtes. Fonte: USDA Micronutrientes. Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA .5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Confira a presença desses nutrientes nas informações nutricionais dos rótulos de alimentos! Passo 6 – O que é cálcio? Cálcio é um micronutriente importante para a manutenção e crescimento dos ossos e dentes.gov.500 calorias.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. pois estão presentes nos alimentos em quantidades bem pequenas. As carnes. queijos.. Fibras Iogurte Brócolis Nozes Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA .500 calorias. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. feijões e vegetais de folhas verde-escuros são exemplos de alimentos ricos em ferro. Ferro Carnes Feijão Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 87 de 115 Ministério da Agricultura. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2.. ele é muito importante na formação das células vermelhas do sangue prevenindo um tipo de anemia. Fonte: USDA Passo 7 – O que é ferro? Ferro é outro micronutriente. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. o que são? As vitaminas e minerais são conhecidos como micronutrientes. Exemplos de alimentos ricos nesse nutriente são: leite.br .. O nosso organismo precisa desses nutrientes para desempenhar várias funções diferentes..guahyba@agricultura. peixe e nozes.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Não existe alimento bom ou ruim. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 88 de 115 Ministério da Agricultura. dependendo da situação de cada pessoa e também dependendo do quanto ela já consumiu de um determinado alimento naquele dia.. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. A moderação está em consumir todos os alimentos na quantidade certa. Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA .5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1. Sódio Sal Tempero pronto Salgadinho Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . Fonte: USDA Agora que já conhecemos o que são calorias e os nutrientes.gov. Uma pessoa saudável pode comer com moderação todos os tipos de alimentos. deve ser consumido na quantidade certa.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1.500 calorias. O consumo excessivo de sal ou qualquer outro alimento rico em sódio pode levar uma que pessoa a desenvolver pressão alta.br ... Mas. adequado ou não. Um alimento que apresenta muito sódio é o sal.6mg 11% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.500 calorias. como todos os outros nutrientes.guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.6mg 11% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. vamos conferir a adequação do alimento a partir das Informações Nutricionais contidas no rótulo.. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. mas. Fonte: USDA Passo 8 – O que é sódio? O sódio é outro micronutriente importante para manutenção da nossa saúde.

bolos. A pirâmide divide os alimentos em 4 níveis: Nível 1 – topo da pirâmide Nível 2 – parte intermediária alta Nível 3 – parte intermediária baixa Nível 4 – base da pirâmide Vamos conhecê-los um a um: . arroz.gov.br . Isso porque são ingredientes dos outros alimentos da pirâmide. Esses alimentos estão no topo porque devem ser consumidos com moderação. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. manteiga e margarinas) e também os açúcares e doces.guahyba@agricultura.Açúcares e Doces (1 a 2 porções por dia) Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 89 de 115 Ministério da Agricultura. Quanto consumir para uma alimentação saudável? . inclusive o azeite. Comer com moderação todos os tipos de alimentos = Alimentação saudável A Pirâmide dos Alimentos é o guia para uma alimentação saudável. Ela nos mostra a quantidade e os tipos de alimentos que devemos comer todos os dias! Antes de seguirmos um roteiro para a escolha correta dos alimentos. O óleo e o açúcar estão presentes na maioria dos alimentos: pães. carnes etc. feijão. vamos saber o que é uma Alimentação Saudável entendendo a Pirâmide dos Alimentos.Topo da pirâmide No topo da pirâmide temos 2 grupos: grupos dos óleos e gorduras (todos os óleos vegetais.Óleos e Gorduras (1 a 2 porções por dia) .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

5 a 9 porções por dia Alimentação saudável e os rótulos dos alimentos A informação nutricional contida no rótulo é a forma mais fácil de você comparar um alimento com outro e. apresente a mesma ou maior quantidade de cálcio. comparar iogurtes de diferentes marcas e escolher aquele que tem menos gordura total. frango.Leguminosas (1 porção por dia) . das Leguminosas (feijão. das Carnes e Ovos (carne de boi. você pode consumir todos os tipos de alimentos. E seguindo os parâmetros da Pirâmide dos Alimentos e as Informações dos Rótulos. com moderação. Pães. ervilha.Parte intermediária mais alta da pirâmide Neste nível temos mais 3 grupos de alimentos. Quanto consumir para uma alimentação saudável? . Grupo dos Leites e Derivados (leite. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. porco e todos os tipos de ovos) e por último.Carnes e ovos (1 a 2 porções por dia) . fazer escolhas corretas. mesmo assim. depois deve selecionar outro tipo de alimento que seja pobre nestes nutrientes para que sua alimentação seja balanceada! Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 90 de 115 Ministério da Agricultura. Isso significa que quando ingerir algo com grande quantidade de gordura e sódio. temos os Cereais. Tubérculos e Raízes. peixe.gov. por exemplo.Base da pirâmide Na base da pirâmide. assim.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. gordura saturada e colesterol e que. Estes alimentos ficam na base da pirâmide justamente porque são a base da nossa alimentação.Parte intermediária mais baixa da pirâmide Nesta área vemos o grupo das frutas e o grupo das verduras. Quanto consumir para uma alimentação saudável? . por exemplo.Frutas (3 a 5 porções por dia) . . queijos). Massas. lentilha).guahyba@agricultura. Quanto consumir para uma alimentação saudável? .Leite e produtos lácteos (3 porções por dia) .br . Você pode. Farinhas.Hortaliças (4 a 5 porções por dia) . iogurtes.

Cada grupo de alimento apresenta uma média de calorias por porção. para uma dieta de 2500 kcal. Veja a média de calorias para cada grupo a seguir: * OBS: a proposta da quantidade de porções de alimentos por dia. 3 porções diárias. Todas as médias de consumo desta tabela estão contidas na faixa de consumo proposta pela Pirâmide dos Alimentos. a Pirâmide dos Alimentos propõe uma faixa de consumo.br . a média. com exceção do grupo 2 – Hortaliças. você deve comparar com essa média. entre outros. gorduras. Como classificar os pratos prontos? Veja que nesta tabela apresentada acima não temos grupos de pratos prontos como feijoada. Parte I – Calorias do alimento Agora que você já conhece a Pirâmide dos Alimentos você vai aprender como classificar os alimentos. cálcio.guahyba@agricultura. estrogonofe.gov. carboidratos. pizza. Como vimos anteriormente. Para saber se um alimento apresenta muita ou pouca caloria. colesterol. lasanha. bife à parmegiana. Siga este roteiro para avaliar se o alimento que você está comprando apresenta muitas ou poucas calorias. Como então podemos classificá-los? Pratos prontos PIZZA grupos 1. foi baseada na Pirâmide dos Alimentos. enquanto que esta tabela propõe uma média. ferro e sódio. Nesta cartilha orientamos que o consumo pode obedecer a indicação da Pirâmide dos Alimentos. Os grupos de alimentos são classificados de acordo com a quantidade de calorias por porção que eles apresentam. 2 e 4 ARROZ COLORIDO grupos 1 e 2 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 91 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. A Pirâmide dos Alimentos indica de 4 a 5 porções diárias. arroz colorido. e. fibras alimentares.

agora você precisa saber quantas porções de cada grupo de alimento você precisa consumir por dia para ter uma alimentação saudável.tomate — grupo 2 É dessa forma que devemos fazer com todos os pratos. escolhendo um menos calórico a seguir. chocolates.Classificação dos Alimentos: na tabela de classificação. O que fazer? Primeiro. O que fazer então? Evitar o alimento quando ele exceder a quantidade de calorias propostas para o seu grupo? Não. Depois de classificar os alimentos em grupos. Depois de comparar com a média você já sabe identificar se um alimento apresenta pouca ou muita caloria.gov.br . temos um exemplo prático com um sorvete cremoso. mesmo porque a quantidade de calorias proposta é uma média.queijo — grupo 4 .500 calorias.vegetais — grupo 2 .arroz — grupo 1 . Fonte: USDA Considere que você vai comprar um sorvete e procura as informações nutricionais do seu rótulo. Será muito difícil encontrar um alimento que se encaixe justamente na média de calorias propostas para cada grupo de alimento.guahyba@agricultura. você vai conferir a quantidade de calorias do alimento. salgadinhos). Por exemplo. Agora compare as calorias do alimento que você quer consumir/comprar com as calorias adequadas para uma porção daquele grupo A quantidade de calorias do sorvete em questão ultrapassa um pouco a quantidade de calorias proposta. no arroz colorido temos: . Para classificar esses alimentos devemos saber quais são os seus ingredientes. devemos conferir se em uma porção a quantidade de calorias do alimento excede a média proposta para cada grupo. .massa — grupo 1 .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 45g (3 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 130kcal 5% Carboidratos 16g 4% Proteínas 2g 4% Gorduras Totais 7g 9% Gorduras Saturadas 4g 16% Colesterol 30mg 10% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 84mg 10% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 60mg 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. o sorvete pertence ao grupo 8 (açúcares. Devemos ter bom senso ao escolhermos um alimento rico em calorias.óleo — grupo 7 Em uma pizza de queijo e tomate temos: . .A quantidade de caloria proposta para este grupo é de 120 kcal. Calorias da porção de sorvete na informação nutricional 130 kcal Proposta de caloria para o grupo 8 120 kcal Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 92 de 115 Ministério da Agricultura. balas. Mas para fazer isso precisa primeiro classificá-lo dentre os 8 grupos de alimentos. Aqui. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

os alimentos do grupo 8 não devem ser consumidos mais que 2 porções ao dia. não devemos proibi-lo. Como saber se o alimento apresenta grande quantidade desses nutrientes? Para isso. Quanto maior o número apresentado nos valores diários de gordura total. de colesterol e de gordura saturada. ao reconhecermos um alimento rico em algum tipo nutriente.guahyba@agricultura. O que fazer? Como já foi dito anteriormente. já que. maior a quantidade desses nutrientes no alimento. gordura saturada e colesterol). Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Parte II – Quantidade de gordura e tipo da gordura Confira se o alimento a ser consumido tem grande quantidade de gordura total. se depois de classificar um alimento verificamos que ele apresenta muita gordura (gordura total. gordura saturada e colesterol. possa trazer algum risco para a nossa saúde devemos consumi-lo com moderação. Mesmo porque não vamos consumir muito sorvete.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 93 de 115 Ministério da Agricultura.500 calorias É importante lembrarmos. ao final do dia não devemos ultrapassar os 100% de valores diários para esses nutrientes. Isto é.br . basta dar uma olhada na coluna dos Percentuais de Valores Diários (%VD). de acordo com os parâmetros da Pirâmide. que em excesso. que. não precisamos deixar de consumir os alimentos por apresentarem quantidade de calorias um pouco além das propostas. Da mesma forma que fizemos em relação às calorias.gov. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de g/ml (medida caseira) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico kcal % Carboidratos g % Proteínas g % Gorduras Totais g % Gorduras Saturadas g % Colesterol mg % Fibra alimentar g % Cálcio mg % Ferro mg % Sódio mg % * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Ao invés disso temos que usar nosso bom senso e ao longo do dia escolher alimentos menos calóricos para consumir. O mesmo ocorre com as gorduras.

2g de gorduras saturadas. porque ela é o nosso guia na escolha correta dos alimentos. É importante também que lembremos sempre da Pirâmide dos Alimentos. Após analisarmos as informações nutricionais do ovo de galinha concluímos que o ovo é um alimento rico em colesterol. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. E o que devemos fazer? Da mesma forma. Vamos analisá-la! Ovo de Galinha INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção por unidade (1 ovo) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 80kcal 3% Carboidratos 1g 0% Proteínas 6g 12% Gorduras Totais 5g 6% Gorduras Saturadas 2g 8% Colesterol 210mg 70% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 25mg 3% Ferro 0.br .6mg 4% Sódio 60mg 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.dietas pobres em gordura saturada e colesterol reduzem o risco de doenças do coração.gov. . as quais representam 8% do que precisamos consumir de gorduras saturadas durante o dia. Em seguida temos a informação nutricional do ovo de galinha. podemos consumir ovos e outros alimentos ricos em colesterol. Uma dieta pobre em gordura total pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer.5g de gorduras totais. desde que com moderação e prestando atenção nos outros alimentos consumidos ao longo do dia. as quais representam 6% do que precisamos consumir de gorduras totais durante o dia.o desenvolvimento de câncer depende de muitos fatores.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura. o que representam 70% do colesterol que precisamos consumir ao longo do dia.500 calorias Fonte: USDA As informações nutricionais do ovo de galinha indicam que uma porção de ovo (1 unidade) apresenta em relação às gorduras: . .210mg de colesterol. . Confira! Muitas pesquisas mostram que: . Parte III – Quantidade de fibras do alimento Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 94 de 115 Ministério da Agricultura.

Isto é.7 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 160kcal 6% Carboidratos 28g 7% Proteínas 3g 6% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 5g 17% Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 95 de 115 Ministério da Agricultura. O que fazer? Comparando as duas marcas de aveia em flocos. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Considere agora que você está em um supermercado e está escolhendo um produto – aveia em flocos.gov. se o nosso objetivo é escolher alimentos mais ricos em fibras devemos preferir a aveia em flocos tipo 2.br . Se você quer escolher a marca de aveia que apresenta maior quantidade de fibras. Quanto maiores os percentuais VD.7 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 160kcal 6% Carboidratos 25g 7% Proteínas 4g 8% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 4g 13% Cálcio 12mg 1% Ferro 1mg 7% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. concluímos que a quantidade em gramas da aveia em flocos tipo 2 é maior que a tipo 1 e. Aveia em flocos Tipo 1 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 40g (2. a informação nutricional presente nos rótulos pode ser de grande ajuda.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Então. Dicas para escolher alimentos ricos em fibras a partir das informações nutricionais: . banco de dados da USP Tipo 2 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 40g (2. Uma maneira prática de escolher alimentos com grandes quantidades de fibras é preferir aqueles que apresentam maiores números nos valores diários. o percentual de valor diário também. escolha aqueles com maior % de VD. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Devemos consumir 30 gramas de fibras por dia. Na prateleira existem disponíveis duas marcas: a aveia em flocos tipo 1 e a tipo 2.500 calorias Fonte: Virtual Nutri. maior o teor de fibra do alimento.Olhe na coluna do percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais. consequentemente. O percentual de valor diário indica que uma porção da aveia em flocos tipo 1 (40g de aveia) fornece 13% do que precisamos consumir de fibras por dia e a do tipo 2 fornece 17%. Para alcançar essa quantidade. para o maior consumo de fibra.guahyba@agricultura.

Uma maneira prática de se escolher alimentos com grandes quantidades de ferro nos alimentos é preferir aqueles que apresentam os maiores números nos valores diários.Olhe na coluna do percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais. principalmente as fibras alimentares.que representa 14% do que precisamos consumir de ferro durante o dia.500 calorias Fonte: Virtual Nutri. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 96 de 115 Ministério da Agricultura. maior o teor de ferro do alimento.br .dietas ricas em fibras podem reduzir alguns tipos de câncer. escolha aquele com maior percentual de Valor Diário. a informação nutricional presente nos rótulos pode ser de grande ajuda. Para alcançar essa quantidade. banco de dados da USP Considere que você está analisando as informações nutricionais do rótulo mostrado acima.500 calorias Fonte: Virtual Nutri. Isto é.dietas ricas em fibras. que é uma doença associada a muitos fatores. Considere agora que você está em um supermercado e quer comprar feijão. Quanto maiores os percentuais de VD. Como escolher a marca de feijão com a maior quantidade de ferro? Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Feijão (cru) INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 30g (2 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 100kcal 4% Carboidratos 16g 4% Proteínas 7g 14% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 8g 27% Cálcio 31mg 4% Ferro 2mg 14% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.guahyba@agricultura. Dicas para escolher alimentos ricos em ferro a partir das Informações Nutricionais: .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Essas indicam que uma porção de feijão (2 colheres de sopa) apresenta 2mg de ferro .gov. . podem reduzir o risco de doenças do coração e problemas relacionados. Para escolher o alimento com a maior quantidade de ferro. banco de dados da USP Confira! Muitas pesquisas mostram que: . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Parte IV – Quantidade de ferro nos alimentos Para que você mantenha sua saúde é necessário ingerir 14mg de ferro por dia. para o maior consumo de ferro. Cálcio 12mg 1% Ferro 1mg 7% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. escolha aqueles com maior % de VD.

500 calorias Fonte: USDA Analisando a informação: As informações nutricionais do queijo mussarela indicam que uma porção de queijo (1 e ½ fatia média) apresenta: . menor o sódio dos alimentos.procure consumir menos de 2400mg de sódio por dia para não ultrapassar os 100% de VD de sódio. escolha os alimentos com menores números de %VD.gov. . quanto menor o %VD. É importante lembrarmos que o sal é a maior fonte de sódio. .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.o sal é o alimento que mais contém sódio.aumente o consumo de frutas e vegetais. Dicas para escolher alimentos ricos em cálcio a partir das informações nutricionais: . Um grama de sal apresenta 390mg de sódio. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 97 de 115 Ministério da Agricultura. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Analisando as informações nutricionais do rótulo do queijo mussarela em relação à quantidade de cálcio: Queijo mussarela INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção 30g (1 e ½ fatia média) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 80kcal 3% Carboidratos 1g 0% Proteínas 6g 12% Gorduras Totais 6g 7% Gorduras Saturadas 4g 16% Colesterol 25mg 8% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 155mg 19% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 115mg 5% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.leia atentamente as informações nutricionais dos alimentos. a melhor maneira de diminuir a ingestão de sódio é diminuir o sal adicionado na preparação dos alimentos. Quanto maior o % VD.guahyba@agricultura.atividade física e alimentação saudável com quantidade adequada de cálcio ajudam adolescentes e mulheres jovens a manter a saúde dos ossos e evitar a osteoporose no futuro. Dicas para escolher alimentos pobres em sódio a partir das Informações Nutricionais: .155mg de cálcio. Confira! Muitas pesquisas mostram que: . Parte V – Quantidade de cálcio nos alimentos Para que você mantenha sua saúde é necessário ingerir pelo menos 800mg de cálcio por dia. e . isto significa que um grama de sal contém 16% da quantidade de sódio que nós precisamos. maior o teor de cálcio do alimento. e portanto devem ser consumidos com moderação. o qual representa 19% do que precisamos consumir de cálcio durante o dia.Olhe a coluna de percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais. Esse nutriente deve ter seu consumo moderado. Alimentos com mais de 480mg de sódio por porção são alimentos ricos em sódio.olhe na coluna do % de Valores Diários. Parte VI – Quantidade de sódio nos alimentos A maioria das pessoas consome mais sódio do que precisa. Dicas importantes: .br . Esses alimentos contêm pouco sódio em sua composição. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

As informações nutricionais do pão de forma indicam que uma porção de pão de forma (1 fatia) apresenta: .gov.135mg de sódio. inadequada ingestão de potássio e inatividade física.br .500 calorias Fonte: USDA Analisando a informação nutricional do pão de forma em relação à quantidade de sódio.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.8mg 6% Sódio 135mg 6% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.A ingestão moderada de sódio pode reduzir o risco de pressão alta. que é uma condição associada ao sobrepeso. Confira! Muitas pesquisas mostram que: . excessivo consumo de álcool. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Confira todas as informações nutricionais obrigatórias nos rótulos de alimentos Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 98 de 115 Ministério da Agricultura. Pão de forma branco INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção 1 fatia Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 70kcal 3% Carboidratos 12g 3% Proteínas 2g 4% Gorduras Totais 3g 4% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 1g 3% Cálcio 27mg 3% Ferro 0. que representa 6% do que precisamos consumir de sódio durante o dia.guahyba@agricultura.

A Informação Nutricional Complementar Comparativa deve obedecer a: 3. Não é permitido o uso da Informação Nutricional Complementar que possa levar o consumidor a um engano. A comparação deve atender a uma diferença mínima de 25% para mais ou para menos. nos alimentos em geral. por meio de exemplos. 2. relativas ao seu valor energético e /ou seu conteúdo de proteínas. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 99 de 115 Ministério da Agricultura. 3.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. A declaração de nutrientes pode ser: .Descritiva: aquela que descreve a quantidade de nutrientes e/ou valor energético contido no alimento. opcionalmente. estão apresentadas. 3. Essas regras estão apresentadas no final deste documento para você conhecê-las com mais detalhes. gorduras.guahyba@agricultura. 3. vitaminas e ou minerais. Quais são? 1. Alguns alimentos podem utilizar a informação nutricional complementar O que é isso? É qualquer representação no rótulo do alimento que afirme. no valor calórico ou quantidade de nutrientes dos alimentos comparados. fibras alimentares. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. A identidade do alimento ao qual o alimento está sendo comparado deve ser definida. Existem alguns critérios para as indústrias utilizarem essas declarações.2. A Informação Nutricional Complementar é permitida.gov. sugira ou implique que um alimento possui uma ou mais propriedades nutricionais particulares. Termos e condições que podem ser utilizados para a declaração da informação nutricional complementar atributo denominações que podem ser utilizadas quando o atributo for respeitado Abaixo.3. as regras e termos que podem ser utilizados na Declaração da Informação Nutricional Complementar.Comparativa: aquela que compara as quantidades de nutrientes e/ou valor energético no alimento.1. Os alimentos comparados devem ser de marcas diferentes do mesmo alimento. carboidratos.br . .

. leve. alto teor. ou a frase “Este não é um alimento com valor energético reduzido” ou frase equivalente. o reduzido em calorias deve apresentar no máximo 75kcal por 100ml. Condições para os atributos reduzido ou baixo valor energético: . 1. Caso a indústria declare no rótulo de um iogurte: Iogurte reduzido em calorias (atributo = baixo) Este iogurte reduzido em calorias deve: . alto conteúdo Fonte source ou fonte Não contém free.apresentar as mesmas condições exigidas para os atributos reduzido ou baixo valor energético. Açúcares 2. e . pobre Muito baixo very low.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Isto é.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico.br .apresentar diferença maior que 20kcal em 100ml de alimento líquido. Vamos seguir os exemplos: 1. não contém ou isento Sem adição sem adição Estes termos podem ser utilizados quando houver declarações que comparam um alimento com outro: Reduzido light. Isto é. Atributo Denominações que podem ser utilizadas quando o atributo for respeitado Estes termos abaixo podem ser utilizados quando se faz declarações nutricionais relacionadas aos nutrientes e valor calórico: Baixo light. o iogurte em questão deve apresentar no máximo 75kcal por 100mL..5kcal por 100mL. o suco light deve apresentar no máximo 30kcal por 100mL ou.gov.. lite. 2. a frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente. rico.1.2.guahyba@agricultura. e . o suco light deve apresentar no máximo 30kcal por 100mL. Então. baixo. em 100mL de suco light deve apresentar o máximo de 37. por exemplo.apresentar no máximo 40kcal / 100g de margarina. se 100ml de iogurte convencional apresenta 100kcal. como o iogurte convencional apresenta 100kcal. livre. low. segundo as regras. Caso a indústria declare no rótulo de uma margarina: Margarina light (atributo = baixo) Esta margarina deve: . Então. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.apresentar diferença de calorias maior que 20kcal em 100mL de alimento. se 100mL de suco convencional apresenta 50kcal. leve ou reduzido Aumentado increased ou aumentado Agora vamos conferir as regras para a utilização de tais denominações. segundo as regras.apresentar no máximo 5g de açúcares em 100mL de suco.1. Caso a indústria declare no rótulo de um suco de frutas: Suco light (atributo = baixo) Este suco light deve: . muito baixo Alto teor high. e . por exemplo. lite. Valor calórico 1. o iogurte reduzido em calorias deve apresentar quantidade de calorias menores que 80kcal por 100ml. zero.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 100 de 115 Ministério da Agricultura. como o suco convencional apresenta 50kcal por 100mL.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. por exemplo. Gorduras saturadas Caso a indústria declare no rótulo de um queijo: Queijo reduzido em gordura saturada (atributo = reduzido) Este queijo deve: . e não conter ingredientes nos quais açúcares tenham sido adicionados.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico. o biscoito sem adição de açúcares deve apresentar no máximo 322. por exemplo. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.apresentar diferença maior que 40kcal em 100g de alimento sólido.5g de Gordura Saturada.br . se em 100g de biscoito convencional apresenta 430kcal. Condições para os atributos reduzido ou baixo valor energético: .não deve ter açúcares adicionados durante a produção ou embalagem do produto. Então. Isto é.11. se em 100 gramas de biscoito tradicional há 430kcal.apresentar no máximo 3g de gordura por 100g de queijo. Então. o reduzido em calorias deve apresentar no máximo 322. e .5g de Gordura Saturada.22g de Gordura Saturada . 3. e .deve apresentar as mesmas condições exigidas para os atributos reduzido ou baixo valor energético. ou a frase “Este não é um alimento com valor energético reduzido” ou frase equivalente. 4. 2. segundo as regras.2. em 100 gramas de biscoito reduzido em açúcares deve apresentar no máximo 390kcal por 100g.5 kcal por 100 g. Isto é. e . Caso a indústria declare no rótulo de um biscoito: Produto sem adição de açúcares (atributo = sem adição de açúcares) Este biscoito: .apresentar redução de 25% em Gorduras Totais. Isto é.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico. se 100g de queijo convencional apresenta: . o queijo reduzido em gorduras deve apresentar no máximo 225kcal e 35g de gordura total em 100g de alimento.16.2. Caso a indústria declare no rótulo de um requeijão: Requeijão reduzido em gorduras (atributo = reduzido) Este requeijão deve: . 3. Gorduras totais 3.apresentar diferença maior que 3g de gorduras por em 100g de alimento.1. se em 100g de requeijão convencional apresenta 300kcal. segundo as regras. Então. e .13g de Gordura Saturada O queijo reduzido em gorduras saturadas deve apresentar no máximo: .apresentar diferença maior que 1.5kcal por 100g. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 101 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura.gov. o reduzido em gorduras deve apresentar no máximo 225kcal em 100g. o queijo reduzido deve apresentar no máximo 11. o requeijão reduzido em gorduras deverá apresentar quantidade de gorduras menores que 32g de gordura total em 100g. se o requeijão convencional apresenta 35g de gordura total. Caso a indústria declare no rótulo de um requeijão: Requeijão light (atributo = baixo) Este queijo deve: .5g de Gordura Saturada.5g de Gordura Saturada em 100g. e .

Perguntas e respostas: 1.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 7. e .apresentar no máximo 10mg de colesterol por 100mL. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 102 de 115 Ministério da Agricultura.gov. Colesterol Caso a indústria declare no rótulo de um leite: Leite baixo em colesterol (atributo = baixo) Este leite deve: .0g de Gordura Saturada. . Isso significa que nem sempre os alimentos semelhantes apresentarão os mesmos valores de nutrientes. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Este leite baixo em colesterol obedece todas as regras estabelecidas. sabendo que 100mL de leite baixo em colesterol apresenta: . Mas é importante lembrar. Essa variabilidade ocorre em função da espécie e tipo de manejo agrícola.br .apresentar no máximo 0. Vitaminas e minerais Caso a indústria declare no rótulo de uma massa alimentícia: Alimento com alto teor de vitaminas e minerais Esta massa alimentícia deve: . Caso a variação seja maior que 20%. Quer saber mais sobre os rótulos de alimentos? Alguns alimentos podem ter suas declarações de nutrientes simplificadas.36kcal em 100mL. 5. Isto é. os rótulos de determinados alimentos não têm a obrigatoriedade de conter todos os 10 itens citados. Proteínas. Todas as Informações Nutricionais presentes nos rótulos de alimentos devem ser arredondadas. Qual é a variação de valor dos nutrientes permitida nos rótulos de alimentos? R: A variação permitida é de 20%. 6.2mg de Colesterol. . Fibras alimentares Caso a indústria declare no rótulo de uma barra de cereal: Alimento fonte de fibras Esta barra de cereal deve: .guahyba@agricultura. e .75g de gordura saturada por 100mL. deve apresentar a informação nutricional de Valor Calórico.apresentar no mínimo 30% da IDR de referência por 100g de produto. Carboidratos. mesmo assim. . Isto é. Por que as Informações Nutricionais estão arredondadas? R: Para facilitar a leitura dos rótulos e permitir que o consumidor faça comparações entre grupos de alimentos em que os nutrientes não variam significativamente. Gorduras Totais e Sódio. a empresa pode informar o percentual de variação. 2. que mesmo que o rótulo apresente declaração simplificada.0g de Gordura Total.apresentar um mínimo de 3g de fibras em 100g de produto.apresentar a energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo 10% do valor calórico. Isso ocorre quando o alimento em questão apresenta quantidades insignificantes de pelo menos 5 dos 10 itens obrigatórios.

outros grãos.br . 30g variável waffle e outros) Biscoitos doces e salgados secos 40g variável pac. todos os tipos 50g 1 fatia Broa de milho 40g 1 fatia ou unidade Brownies 40g variável Canjica (grão cru) 45g 1/3 de xícara Canjiquinha 45g 1/4 de xícara Cereais integrais (cru) 45g 1/4 de xícara Cereal matinal embalado para consumo individual Variável 1 pacote Cereal matinal leve 15g 1/2 xícara Cereal matinal pesando entre 20g e 43 g por xícara 30g 3/4 de xícara Creme de milho 50g 1/2 xícara 1 e 1/2 colher de Curau de milho 50g sopa 1 e 1/2 colher de Farinha de milho 50g sopa Farinha de milho (beiju) 50g 5 colheres de sopa Farinha de milho flocada 50g 1/2 xícara Farinha de mandioca 50g 3 colheres de sopa Farinha de aveia 50g 3 colheres de sopa 3 e 1/2 colheres de Farinha de rosca 50g sopa Farinha de trigo convencional e integral 50g 1/2 xícara Farinha Láctea 35g 5 colheres de sopa Farinha de cereais pré-cozido 40g 6 colheres de sopa 3 e 1/2 colheres de Farofa pronta 50g sopa Flocos de cereais 40g 8 colheres de sopa Fubá mimoso ou farinha de milho 50g 1/2 xícara Fubá pré-cozido 50g 1/2 xícara Gérmen de trigo 15g 1e 1/2 colher de sopa Mandioca congelada pronta para fritar 100g variável Mandioca fresca ou congelada 100g variável Mandioca. Raízes e tubérculos (1 porção = 150kcal) Porção em Porção em med. IndividuMassa alimentícia instantânea para consumo individual Variável al informar só em graMassa alimentícia seca 100g mas Massa fresca para lasanha 100g informar só em graElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 103 de 115 Ministério da Agricultura. polvilho. cereais e derivados. Alimento g/ml caseira Amido de milho. inhame cozidos 140g variável pac. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura. fécula de batata e arroz. cará. tapioca e outros 20g 1 colher de sopa amidos Arroz branco/ integral/ parboilizado cru 50g 1/4 de xícara Arroz branco/integral/ parboilizado cozido 125g 5 colheres de sopa 2 e 1/2 colheres de Aveia em flocos com outros ingredientes ou pura 40g sopa Barra de cereais unidade unidade 4 e 1/2 colheres de Batata cozida embalada a vácuo 180g sopa Batata fresca ou congelada a palito 100g 4 colheres de sopa Biscoitos doces e salgados (amanteigados.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. Tabelas Tabela de porções Grupo 1 – Produtos de panificação. IndividuBiscoitos para embalagens para consumo individual 1 pacote al Bolos. cobertos. recheados.

néctares e refrescos de frutas (1 porção = 70 kcal) Alimento Frutas congeladas ou enlatadas Frutas secas Polpa de frutas Purês. caseira variável variável variável variável variável 1 copo 1 copo Página 104 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. sucos. frescos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Massa fresca para pastel Massa fresca para pizza Massa fresca recheada Massa fresca sem recheio Massa pré-cozida para lasanha Massa seca para lasanha Massa seca para o preparo de sopa Nhoque Pães embalados não fatiados Pães de forma Panetone Pão bisnaguinha Pão de cachorro quente e hambúrguer Pão croissant Pão de batata Pão de queijo Pão francês Pipoca Polenta pronta Sagu (cru) Torradas Trigo para kibe 50g 60g 150g 125g 25g 50g 50g 150g 50g Fatia 80g Unidade Unidade Unidade 50g 40g 50g 25g 150g 50g 30g 50g mas informar só em gramas Variável informar só em gramas informar só em gramas informar só em gramas variável informar só em gramas informar só em gramas variável variável variável variável variável variável variável variável variável 3 xícaras variável 2 colheres de sopa variável 2 colheres de sopa Grupo 2 – Verduras. congelados e embalados a vácuo Vegetais em conserva Vegetais frescos usados como tempero 50g 100mL 70g 15g 10g Porção em med. néctar e refresco de frutas pronto para embalagem para consumo individual Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Porção em g/ml 50g 30g 30 g 50g Porção para fazer 200mL 200mL 200 mL Porção em med. néctar e refresco de frutas Suco.gov. caseira variável variável 1 e 1/2 colher de sopa 3 colheres de sopa variável 1 colher de sopa 2 e 1/2 colheres de sopa 1/2 copo 2 colheres de sopa variável 1 colher de sopa Grupo 3 – Frutas. chutneys e acompanhamentos à base de frutas Suco de frutas concentrado congelado Suco. legumes e conservas vegetais (1 porção = 15kcal) Porção em Alimento g/ml Azeitona com caroço 10g Azeitona recheada ou sem caroço 8g Concentrado de vegetais 25g Molho de vegetais 60g Palmito 100g Picles 15g Polpa de vegetais Suco de vegetais Todos os vegetais sem molho.br .

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br . Grupo 4 – Leite e derivados (1 porção = 120 kcal) Alimento Bebida Láctea Bebida Láctea em embalagem para consumo individual Chantilly Creme de leite e similares Coalhada / iogurtes Leite aromatizado em embalagem para consumo individual Leite condensado e Leite evaporado Leite em pó Porção em g/ml 200mL unidade 30g 25g 200mL unidade 30mL quant. petit-suisse. como complemento ou ingrediente de outras preparações. prato. caseira variável variável variável variável variável variável variável 1 colher de sopa variável variável variável variável variável unidade variável unidade unidade unidade variável variável variável unidade 1 e ½ colher de sopa variável variável variável variável variável unidade Página 105 de 115 Ministério da Agricultura. para fazer 200mL 200mL unidade 30g Porção em med. caseira 1 copo unidade 1 e 1/2 colher de sopa 1/2 colher de sopa 1 pote unidade 2 colheres de sopa variável Leite fluido 1 copo Leite fermentado unidade Queijo cottage e Queijo cremoso 1 colher de sopa Queijo frescal. fresca. ricota Queijo em embalagem para consumo individual unidade unidade Queijo ralado* 15g 1 colher de sopa Requeijão cremoso 30g 1 colher de sopa Sobremesas lácteas 65g variável Outros queijos 30g variável * O queijo ralado é utilizado. sua porção não corresponde a 120kcal do grupo ao qual pertence e sim à porção usual utilizada. Grupo 5 – Carnes. provolone. requeijão de corte.guahyba@agricultura. peixes e ovos (1 porção = 130kcal) Alimento Porção em g/ml Almôndegas 90g Anchovas em conserva 15g Apresuntado 30g Atum. processado. mussarela. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. usualmente.gov. peixe congelado 80g Cortes de peixe congelado 110g Frango cru 100g Hambúrguer unidade Carnes salgadas 100g Kani-kama unidade Kibe congelado unidade Lingüiça cozida. carne suína. Assim. defumada 60g Carnes e cortes de suínos 100g Marinados de peixe ou frutos do mar 90g Mortadela 50g Ovo unidade Patês 30g Pato congelado 45g Lula e camarão congelados 150g Polvo 200g Presunto 50g Salaminho 50g Salgadinho de frango ou carne congelado unidade Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Porção em med. par30g variável mesão. nas preparações mais comuns. por pessoa. sardinha e outros peixes em conserva 50g Embutidos cozidos 50g Carne bovina crua 100g Carnes cozidas 80g Caviar 15g Charque 30g Chester 80g Empanados de frango.

gov. Salmão defumado Salsicha Grupo 6 – Leguminosas (1 porção = 55 kcal) Alimento Porção em g/ml Composto de soja 200mL Ervilha congelada 75g Ervilha crua seca 15g Extrato de soja 30g Feijão cozido sem líquido 75g Feijão cozido com líquido 100g Feijão cru 30g Grão de bico cru 25g Lentilha crua 20g Proteína de soja texturizada 50g Soja em grão 20g Tofú 30g Grupo 7 – Óleos e gorduras (1 porção = 120kcal) Alimento Azeites e óleos vegetais Bacon em fatias Bacon em pedaços Banha e gorduras animais Cobertura à base de gordura vegetal Maionese e molhos a base de maionese Maionese e molhos a base de maionese em embalagem individual Manteiga. caseira 2 colheres de sopa variável variável 1 colher de sopa 2 colheres de sopa ½ colher de sopa unidade 2 e ½ colher de sopa unidade variável unidade Grupo 8 – Açúcares. caseira 2 colheres de Achocolatado em pó 25g sopa quantidade para fazer 2 colheres de Achocolatado líquido concentrado 200mL sopa Açúcar branco e mascavo 5g 1 colher de chá 1 colher de Açúcar fondant e de confeiteiro 15g sopa 1g ou 1 gota ou 1 enveunidade ou Adoçantes de mesa lope ou 1 colher variável Balas unidade unidade Micro confeitos a base de açúcar 2g variável Bombons unidade unidade Cereja maraschino 5g variável Goma de mascar unidade unidade 1 colher de Mini goma de mascar não embalada individualmente 10g sopa Chocolates e bombons até 60g unidade unidade Chocolates e similares de 60g ou mais 30g 1 pedaço 1 colher de Chocolate em pó 15g sopa 1 colher de Cacau em pó 5g sopa Creme à base de chocolate em unidades para consumo indiviunidade unidade Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 106 de 115 Ministério da Agricultura. gelados comestíveis e snacks (1 porção = 80kcal) Porção em Alimento Porção em g/ml med.br . caseira 1 copo 2 e ½ colheres de sopa ½ colher de sopa 2 colheres de sopa 3 colheres de sopa 1 concha 2 colheres de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 2 e ½ colheres de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa Porção em g/ml 15mL 1 fatia 15g 15g 30g 15g unidade 14g unidade 15g unidade Porção em med.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. chocolates. balas. doces. margarina e similares Manteiga.guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. margarina e similares em embalagem individual Molhos para salada Molhos para salada em embalagem individual 90g unidade variável unidade Porção em med.

guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. legumes.br . galinha Ketchup Ketchup em sache Molho branco pronto Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 30g 15g unidade de venda 30g 10g 20g unidade 20g 20g Unidade 25g 20mL 20mL 20mL 20mL 10g 10g 10g suficiente para fazer 100g suficiente para fazer 200mL 60g 20g Unidade 25g 10g Unidade 45g Unidade Quantidade suficiente para fazer 200mL 1 e 1/2 colher de sopa 1 colher de sopa unidade variável 1 colher de sopa 1 fatia fina unidade 1/2 colher de sopa variável Variável 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa ½ colher de sopa 1/2 colher de sopa 1 unidade Variável Variável Variável Variável Unidade Variável ½ colher de sopa Unidade 3 colheres de sopa Unidade Variável Porção em g/ml Unidade 10g Unidade 60g Porção em med. sorvetes e sobremesas e recheios para tortas Pé de moleque e paçoca Pó para sobremesas Pó para milk shake e para outras bebidas lácteas Tortas doces congeladas e resfriadas Todos os snacks (salgadinhos) Todos os snacks (salgadinhos) em embalagens individuais de até 30g Saladas de frutas ou frutas em pedaços Sementes oleaginosas confeitadas ou não Sobremesa Láctea pronta Sorvete de massa Sorvete de palito Refresco concentrado em pó Grupo 9 – Outros molhos. caseira Unidade ½ colher de sopa Unidade 2 colheres de sopa Página 107 de 115 Ministério da Agricultura. sopas e pratos prontos Alimento Caldo de carne. picados.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. em pasta Cobertura para bolos. dual até 60g Creme a base de chocolate em embalagens de 60g ou mais Gotas e granulados de chocolate Confeitos de chocolate e drageados em geral em unidade para consumo individual em embalagens de até 60g Confeitos de chocolate e drageados em geral em embalagens de 60g ou mais Coco ralado seco Doces em cortes Doces de frutas. de leite e fondant em embalagens para consumo individual Doces de pastas Sobremesa Láctea em pasta para preparo de docinhos para festa Frutas em calda Geléia Xarope Leite de coco Mel Melado Nozes e sementes inteiros.

suficiente para preparar 50mL Unidade quant. suficiente para fazer 200mL Conforme a recomendação de uso do fabricante até 500kcal por porção 200mL 6mL 1 colher de sopa 1 e ½ colher de sopa 2 colheres de sopa 1 e ½ colher de sopa 2 colheres de sopa Variável ½ colher de sopa Unidade Variável Variável Variável 1 prato fundo 1 colher de sopa Grupo 10 – Café. caseira Variável Variável Variável Unidade Variável Unidade 1 xícara de chá 1 copo Unidade Variável Unidade Unidade Variável 1 pitada Variável Unidade Unidade 1 copo 1 pitada 1 pitada Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 108 de 115 Ministério da Agricultura. suficiente para fazer 200mL quant. suficiente para preparar 200mL Unidade Unidade 200mL 1g 1g Porção em med.guahyba@agricultura. suficiente instantâneo para preparar 200mL Unidade 200mL Variável 1g quant. suficiente para preparar 50mL da infusão pronta para o consumo quant. cubos e tabletes Refrigerantes em lata Refrigerante em litros Sal e substitutos Sal grosso e substitutos Porção em g/ml quant.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. refrigerantes e diversos Alimento Café torrado em grão ou moído Café solúvel Capuccino em pó Capuccino em embalagem para o consumo individual Mistura em pó para café com leite Mistura em pó para café com leite para o consumo individual Chás diversos Chás prontos Chás prontos em caixinhas / copos / latas individuais Chá em pó Chá em pó instantâneo em embalagens individuais Composto líquido pronto para o consumo Especiarias Glutamato monossódico Preparados sólidos em pó para bebidas Temperos em saches. suficiente para fazer o molho 10g Unidade quant. suficiente para preparar 50mL quant.gov.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. suficiente para preparar 150mL Unidade volume da infusão pronta para o consumo a partir da orientação de preparo 200mL Unidade quant. Molho de pimenta Molho de soja Molho de estrogonofe pronto Molho inglês Molho madeira Mistura em pó para preparo de molhos Mostarda Mostarda em embalagem individual Pó para sopa creme Pó para sopa Pratos prontos Sopa pronta Vinagre 6mL 10mL 60g 10mL 60g quant. especiarias.

sem. low.5g de gorduras em 100g de alimento sólido Máximo de 0. low. pobre Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 5g de açúcares em 100g de alimento sólido Máximo de 5g de açúcares em 100 ml de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. light. lite.5 g de açúcares em 100 g de alimento sólido Máximo de 0. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% do valor calórico E diferença maior que 5g de açúcar em 100g de alimento sólido e 5g de açúcar em 100mL de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico.5g de gorduras em 100mL de alimento líquido reduzido. pobre não contém.br . zero.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura. isento Atributo reduzido. Tabelas – Informação Nutricional Complementar Em relação ao VALOR CALÓRICO Atributo baixo. livre. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Açúcares não foram adicionados durante a produção ou embalagem do produto. lite. leve Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 109 de 115 Ministério da Agricultura. free. lite. free. baixo. light.gov. leve. zero. leve Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 40kcal em 100g de alimento sólido Máximo de 20kcal em 100ml de alimento líquido Máximo de 4kcal em 100g de alimento sólido Máximo de 4kcal em 100ml de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% do valor calórico E diferença maior que 40kcal em 100 gramas de alimento sólido e 20kcal em 100 ml de alimento líquido Em relação aos AÇÚCARES Atributo baixo. baixo. sem. leve Em relação às GORDURAS TOTAIS Atributo baixo. lite. e não contém ingredientes nos quais açúcares tenham sido adicionados e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico.5 g de gorduras em 100 mL de alimento líquido Máximo de 0. isento Sem adição de açúcares Atributo reduzido.5g de gorduras em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% em gorduras E diferença maior que: 3g de gorduras em 100g de alimento sólido 1. light. livre. free. low. livre. zero. lite. pobre Não contém. light.5g de açúcares em 100ml de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. baixo. leve. isento Atributo Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 3g de gorduras em 100g de alimento sólido Máximo de 1. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Máximo de 0. sem. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Não contém. light. lite. light. leve.

livre.5 g de gordura saturada em 100 g de alimento sólido. zero.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido.5 g em 100 mL de alimento líquido Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 110 de 115 Ministério da Agricultura.75 g de gordura saturada em 100 mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico Total Máximo de 5mg de colesterol em 100g de alimento sólido Máximo de 5mg de colesterol em 100mL de alimento líquido e Máximo de 1. leve 1. livre. Máximo de 0.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido baixo.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido 0.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Não contém. leve. pobre e energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Não contém. Máximo de 10mg de colesterol em 100 mL de alimento líquido e Máximo de 1. free.1g de gordura saturada em 100g de alimento sólido zero. light.1g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para Atributo esta declaração Redução mínima de 25% em gorduras totais E diferença maior que: reduzido. lite. Máximo de 0. baiMáximo de 0.5g de fibras em 100mL de alimento líquido Mínimo de 6 g de fibras em 100g de alimento sólido Máximo de 3 g de fibras em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Aumento mínimo de 25% do teor de fibras alimentares E diferença maior que: 3 g em 100 g de alimento sólido 1. leve Em relação às FIBRAS ALIMENTARES Atributo Fonte Alto teor Atributo Aumentado Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Mínimo de 3g de fibras em 100g de alimento sólido Máximo de 1.br . light. leve. sem.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. light. Máximo de 0.75g de gorduras em 100mL de alimento líquido Em relação ao COLESTEROL Atributo baixo.gov. sem. isento Atributo reduzido.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido. light. lite. free. low. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura. baixo. Em relação às GORDURAS SATURADAS Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para Atributo esta declaração Máximo de 1. isento Máximo de 0. pobre Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 20mg de colesterol em 100 g de alimento sólido. low. Máximo de 0. lite.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido xo.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% em colesterol E diferença maior que: 20mg de colesterol em 100g de alimento sólido 10mg de colesterol em 100mL de alimento líquido e Máximo de 1. lite.

gov.5% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Mínimo de 30% da IDR de referência em 100g de alimento sólido Alto teor Mínimo de 15% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Atributo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Aumento mínimo de 25% de vitaminas e minerais E diferença maior que: Aumentado 15% da IDR de referência em 100g de alimento sólido 7.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.5% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 111 de 115 Ministério da Agricultura.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura. Em relação às VITAMINAS E MINERAIS Valor Absoluto Atributo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Mínimo de 15% da IDR de referência em 100g de alimento sólido Fonte Mínimo de 7.

5mcg Molibdênio 250mcg 12. que é a quantidade que precisamos consumir por dia desses nutrientes.6mg 0. Na tabela abaixo temos a IDR (Ingestão Diária Recomendada) das vitaminas e minerais.5mcg Selênio 70mcg 3. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.3mg Vitamina B6 (Piridoxina) 2mg 0.0075mg Ácido Fólico 200mcg 10mcg Vitamina K 80mcg 4mcg Cálcio 800mg 40mg Fósforo 800mg 40mg Magnésio 300mg 15mg Ferro 14mg 0.guahyba@agricultura.15mg Iodo 150mcg 7.05mcg Vitamina C 60mg 3mg Vitamina E (tocoferóis) 10mg a .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.alfa – tocoferol = 1.15mg 0.08mg Niacina 18mg (3) 0.07mg Vitamina B2 (riboflavina) 1.1mg Vitamina B12 (cianocobalamina) 1mcg 0.3mcg de retinol equivalente ou 1.5mg a .25mcg (2) Vitamina B1 (tiamina) 1.4mg 0.49mg d-L-alfa acetato de Tocoferila.2mg Zinco 15mg 0.49UI = 1.75mg Cobre 3mg 0. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 112 de 115 Ministério da Agricultura. Nome do nutriente Quantidade da IDR Quantidade mínima a ser declarada em um rótulo Vitamina A 800mcg RE (1) 40mcg RE (1) Vitamina D 5mcg (2) 0.TE (4) Biotina 0.8mcg de beta-caroteno (2) sob a forma de colicalciferol.9mg (3) Ácido Pantotênico 6mg 0.5mcg Cromo 200mcg 10mcg Manganês 5mg 0.7mg Flúor 4mg 0.25mg (1) 1 UI = 0.br . 1mcg de colicalciferol = 40UI (3) 1mg de niacina equivalente = 1mg de niacina ou 60mg de triptofano da dieta (4) 1alfa tocoferol equivalente = 1mg d.gov.TE (4) 0.

Gerência-Geral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. 45p. ed. Gerência-Geral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. 2006. Saúde e Segurança do Consumidor. 2002.br . Agência Nacional de Vigilância Sanitária / Universidade de Brasília. Food and Agriculture Organization of the United Nations.gov. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Universidade de Brasília. 2001. Acesso em: 24 de junho de 2009. Organização Pan-Americana da Saúde. Brasil. 64p. Rotulagem Nutricional Obrigatória – Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável.guahyba@agricultura. Brasil. 2003. 66p.br/alimentos/consumidor>. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Agência Nacional de Vigilância Sanitária <http://www. Brasília: Coleção Educação para o consumo responsável. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 113 de 115 Ministério da Agricultura. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. GerênciaGeral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. 2004. Higiene dos Alimentos – Textos Básicos (ISBN 85-87943-47-2) / Organização Pan-Americana da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Universidade de Brasília. Instituto Nacional de Metrologia.3. Orientações aos Consumidores. Referências: Brasil. 44p.gov.anvisa. Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação (Resolução RDC nº 216/2004). Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

A grande vantagem do Guia de Bolso do Consumidor Saudável é que realmente essas informações podem ser levadas no bolso.guahyba@agricultura. valor calórico e outras informações que ajudam o cidadão a se alimentar bem. grupos de alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Guia de Bolso do Consumidor Saudável A Anvisa. disponibiliza um guia de bolso com informações sobre pirâmide alimentar. de forma equilibrada.br .gov. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 114 de 115 Ministério da Agricultura. com a missão de promover e proteger a saúde da população. na carteira ou na bolsa. para qualquer lugar.

guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 115 de 115 Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.br .