Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos

.

Requisitos higiênicos para instalações e equipamentos da indústria de alimentos Parte II. 3: Estabelecimento: projeto e instalações Objetivos Dependendo da natureza das operações e dos riscos associados, o local, os equipamentos e as instalações devem ser localizados, projetados e construídos para garantir que: A contaminação seja minimizada; O projeto e a distribuição permitam limpeza, desinfecção e manutenção apropriadas, e evitem contaminação pelo ar; As superfícies e os materiais, principalmente aqueles em contato direto com o alimento, não sejam tóxicos e, quando necessário, duráveis e fáceis de manter e limpar; Instalações próprias para controle de temperatura, umidade e outros controles estejam disponíveis, onde for apropriado; e Haja uma proteção eficaz para impedir o acesso de pragas e o aparecimento de ninhos. Projeto e construção adequados em relação à boa higiene, localização apropriada e provisão de instalações adequadas são necessários para permitir controle efetivo dos perigos. Localização do estabelecimento e dos equipamentos Ao se decidir onde instalar um estabelecimento processador de alimentos, é necessário considerar as fontes de contaminação potenciais, assim como a eficiência de quaisquer medidas razoáveis a serem tomadas para proteger os alimentos. Após consideração dessas medidas de proteção, não se deve instalá-los em local que ainda possam ameaçar a segurança ou inocuidade do alimento. Os estabelecimentos devem estar localizados longe de áreas poluídas e de atividades
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

industriais que representem uma ameaça de contaminação dos alimentos; áreas sujeitas a inundações, a não ser que sejam oferecidas medidas de segurança suficientes; áreas propensas à infestação por pragas; e áreas onde resíduos sólidos ou líquidos não possam ser removidos de forma eficaz. A área ao redor de uma planta de alimentos deve ser mantida em condições que protejam contra a contaminação de alimentos. A manutenção inclui, mas não se restringe a: (1) equipamentos armazenados de modo apropriado, coleta de lixo e de resíduos, corte de grama e controle de pragas ao redor da planta, e estruturas que possam ser atrativas, lugar de alojamento ou criadouro de pragas; (2) manutenção de estradas, jardins e áreas de estacionamento para que não sejam fonte de contaminação em áreas onde os alimentos estejam expostos; (3) drenagem adequada de áreas que possam contribuir para a contaminação dos alimentos por infiltração, pés sujos, ou por criadouro de pragas; (4) sistemas de tratamento de águas residuais e eliminação adequada de modo que não sejam uma fonte de contaminação nas áreas onde os alimentos são expostos. Os equipamentos devem estar localizados de tal maneira que permitam manutenção adequada e limpeza; funcionem de acordo com uso proposto; e facilitem as boas práticas de higiene, incluindo o monitoramento. Local e instalações Projeto e distribuição Onde apropriado, o projeto interior e a distribuição dos estabelecimentos processadores de alimento devem permitir a aplicação das Boas Práticas de Fabricação, incluindo a proteção contra a contaminação cruzada durante as operações de elaboração do alimento. Para oferecer proteção contra contaminação cruzada, deve-se levar em conta que:
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Página 1 de 115

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

As atividades devem ser devidamente separadas por meios físicos ou outros meios eficazes. Os edifícios e as instalações devem ser projetados de tal forma que facilitem as operações de uma maneira higiênica, através de um fluxo ordenado do processo, desde a chegada da matéria prima até a expedição do produto final. Os edifícios e as estruturas da planta devem ser adequados em tamanho, construção e distribuição para facilitar a manutenção e as operações sanitárias na fabricação de alimentos. As plantas e as instalações devem: Proporcionar espaço suficiente para a colocação de cada equipamento e para o armazenamento de materiais; Permitir medidas adequadas para reduzir o potencial de contaminação de alimentos, de superfícies de contato ou de materiais de embalagem com microrganismos, produtos químicos, sujidades ou outros materiais estranhos. Ser construídos de maneira que os pisos, as paredes e os tetos possam ser devidamente limpos e mantidos em bom estado; que vazamentos ou condensação nas instalações, encanamentos e tubulações não contaminem alimentos, superfícies de contato ou materiais de embalagem; Proporcionar iluminação adequada nas áreas de manipulação de alimentos, nos vestiários e armários, nos banheiros e em todas as áreas onde o alimento é examinado, processado ou armazenado e onde os equipamentos e utensílios são limpos; Proporcionar ventilação adequada ou equipamentos de controle para minimizar os odores e vapores (incluindo fumaça nociva) em áreas onde possam contaminar os alimentos. Estruturas interiores e conexões As estruturas dentro dos estabelecimentos processadores de alimento devem ser totalmente construídas com materiais duráveis, e de fácil manutenção, limpeza
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

e, se necessário, desinfecção. As seguintes condições específicas devem ser satisfeitas para proteger a segurança e inocuidade do alimento: As superfícies das paredes, divisões e pisos devem ser construídas com materiais impermeáveis e sem efeito tóxico para o uso proposto. As paredes e divisões devem ter superfície lisa e altura apropriada para as operações. Os pisos devem ser construídos de modo a permitir drenagem e limpeza adequadas. O teto e as instalações aéreas devem ser construídos e revestidos de modo a minimizar o acúmulo de sujidade e de condensação, e a eliminação de partículas. As janelas devem ser fáceis de limpar e construídas de forma a minimizar o acúmulo de sujeira e a condensação; e devem ser fechadas com telas removíveis e de fácil limpeza, para evitar a entrada de insetos. Quando necessário, devem ser fixas ou vedadas. As portas devem ter superfícies lisas, não absorventes e fáceis de limpar e de sanitizar, se necessário. As superfícies de trabalho que entram em contato direto com os alimentos devem estar em boas condições, ser duráveis e fáceis de limpar, manter e desinfetar. Devem ser feitas com materiais lisos, não absorventes e inertes a alimentos, detergentes e desinfetantes em condições normais de operação. A área externa deve ser projetada, construída e mantida para prevenir o ingresso de contaminantes e pragas. Não deve haver nenhum orifício sem proteção, as aberturas para entrada de ar devem estar em locais adequados, e os tetos, as paredes e os pisos devem ter manutenção para prevenir vazamentos. Os sistemas de drenagem e de esgoto sanitário devem estar equipados com sistemas de fechamento e válvulas apropriadas.
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Página 2 de 115

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Os estabelecimentos devem ser projetados e construídos de tal forma que não ocorra nenhuma conexão cruzada entre o sistema do esgoto e qualquer outro sistema efluente de resíduos. Os efluentes ou as linhas de esgotamento sanitário não devem passar diretamente por cima ou através das áreas da produção, a não ser que sejam controlados para evitar a contaminação. Revestimentos, pinturas, substâncias químicas, lubrificantes e outros materiais usados para superfícies ou equipamentos e que possam entrar em contato com o alimento não devem contribuir para a uma inaceitável contaminação deste. Equipamentos Equipamentos e recipientes (diferentes dos recipientes ou envases descartáveis) que entram em contato com o alimento, devem ser desenhados e construídos de modo a garantir limpeza, desinfecção e manutenção adequadas, e evitar a contaminação deste. Os equipamentos e recipientes devem ser feitos com materiais que não tenham efeito tóxico no uso proposto. Os equipamentos devem ser duráveis e móveis, ou desmontáveis, para permitir manutenção, limpeza, desinfeção, monitoramento e inspeção de pragas. Os fabricantes devem ter um programa de manutenção preventiva eficaz, por escrito, para garantir que os equipamentos que possam afetar os alimentos sejam mantidos em condições de trabalho. Esse programa deve incluir: Uma lista dos equipamentos que necessitam de manutenção periódica. Os procedimentos e a freqüência de manutenção (por exemplo, inspeção dos equipamentos, ajustes e substituições de peças), baseados no manual dos fabricantes dos equipamentos ou em documentos equivalentes, ou ainda em condições operacionais que possam afetar a condição destes. Os equipamentos devem ser mantidos para assegurar a ausência de qualquer
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

perigo físico ou químico potencial, como reparos impróprios, pintura descascada ou oxidação, lubrificação excessiva. Equipamentos de controle e monitoramento de alimentos Os equipamentos usados para cozinhar, aquecer, esfriar, armazenar ou congelar os alimentos devem ser desenhados para atingir a temperatura exigida o mais rápido possível, em benefício da segurança do alimento. Além disso, os equipamentos devem ser projetados para permitir supervisão e controle de temperatura. Se necessário, devem existir meios eficazes para controlar e monitorar umidade, fluxo de ar e outras características que tenham um efeito importante na inocuidade do alimento. Essas exigências procuram assegurar que: Os microrganismos prejudiciais ou indesejáveis ou suas toxinas sejam eliminados ou reduzidos a níveis seguros, ou que sua sobrevivência e crescimento sejam controlados de maneira eficaz; Os limites críticos estabelecidos nos planos APPCC possam ser monitorados; A temperatura e outras condições necessárias para garantir a segurança e inocuidade do alimento possam ser alcançadas rapidamente e mantidas. Recipientes para resíduos e substâncias não comestíveis Os recipientes para resíduos, derivados e substâncias não comestíveis ou perigosas, devem ser identificados, devidamente construídos e, quando apropriado, feitos de material impermeável. Os recipientes usados para armazenar substâncias perigosas, devem ser identificados e, se necessário, ser completamente fechados para evitar a contaminação do alimento.

Página 3 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

as instalações devem propiciar: Os meios adequados para lavar e secar as mãos de maneira higiênica. refrigerar e congelar os alimentos. exige que o abastecimento de água seja suficiente para as operações propostas e oriundo de uma fonte segura. incluindo pias de lavagem e abastecimento de água quente e fria (ou em temperatura conveniente). a uma temperatura adequada e sob a pressão necessária. que não deve estar conectado aos sistemas de água potável. sem comunicação direta nem perto de áreas onde o alimento é processado. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 utensílios e equipamentos. esfriar. Controle de temperatura Dependendo da natureza das operações do alimento a ser elaborado. Onde for apropriado. refrigeração e outros fins. assegurando que o funcionário passe por elas depois de usar o vaso sanitário. A água que entra em contato com o alimento ou superfície de contato com este deve ser segura e com qualidade sanitária adequada. e devem ter. Tais instalações devem estar bem localizadas. A água corrente deve ser fornecida. e Vestiários adequados para os funcionários. Deságüe e disposição dos resíduos Deve-se contar com deságües adequados. Limpeza As instalações devem ser projetadas e adequadas para limpeza de alimentos. assim como de sistemas e instalações de disposição de resíduos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura. Qualidade do ar e ventilação Deve-se proporcionar mecanismos adequados de ventilação natural ou mecânica. Instalações Abastecimento de água O Código de Boas Práticas de Fabricação (BPFs) (Título 21 CFR Parte 110) do FDA (Food and Drug Administration. limpeza de equipamento. que não entra em contato com o alimento) deve ter um sistema de encanamento separado e identificado. separar os alimentos refrigerados ou congelados. produção de vapor. e para o controle de temperatura. sabonete. nem permitir o refluxo para dentro desses últimos. especialmente para: Minimizar a contaminação dos alimentos pelo ar. desinfetante (quando necessário) e papel-toalha branco ou sistema de ar quente.gov. por exemplo. e. a todas as áreas envolvidas com a elaboração de alimentos. além das instalações sanitárias para os funcionários. de modo a garantir a inocuidade do alimento. Pias com projeto higiênico e localização apropriados. Controlar a temperatura de ambientes. através de aerossóis e gotas de condensação. supervisionar a temperatura do alimento. que devem ser projetados e construídos de forma a evitar o risco de contaminação do alimento ou do abastecimento de água potável. devem haver instalações apropriadas para armazenamento e distribuição de água. A água não potável (para uso. Instalações para higiene pessoal e banheiros Deve haver instalações para higiene pessoal para assegurar o devido cumprimento destas normas e evitar a contaminação dos alimentos. deve-se dispor de instalações adequadas para esquentar. cozinhar. para garantir a inocuidade do alimento. dos ambientes. abastecimento de água potável quente e fria. A água potável deve atender aos parâmetros de qualidade estabelecidos nas diretrizes mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) relativas à água potável.br Página 4 de 115 . quando necessário. em controle de incêndios. utensílios e materiais de embalagem. EEUU). Sempre que for necessário. Ministério da Agricultura. onde apropriado.

95900-000. Controlar odores que possam afetar a inocuidade do alimento. e a intensidade deve ser adequada à natureza das operações. 2.br Página 5 de 115 . para todas as indústrias que dependem de edificação para o seu funcionamento. Evitar o acesso de pragas e o aparecimento de ninhos. Lajeado . e Proporcionar. materiais de limpeza. Um frigorífico ou uma agroindústria fiscalizados através de CISPOA ou SIF. possam ser submetidos à manutenção e limpeza adequadas. onde necessário. ingredientes e produtos químicos não alimentícios (por exemplo.br. através de controle da temperatura e da umidade). 671/204 (Centro). a iluminação não deve alterar as cores. de 08/04/98 e entregá-lo E/M na UTRA/LAJ/SFA-RS: Rua Bento Gonçalves. 59 RIISPOA) Ministério da Agricultura. de modo eficaz. Quando apropriado. oferecer instalações adequadas para armazenamento de alimentos. as instalações devem ser projetadas e construídas para o armazenamento dos alimentos com o fim de: Permitir manutenção e limpeza adequadas. quando necessário. lubrificantes. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. se faz necessário: a) Pedido de aprovação do terreno.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. um ambiente que minimize a deterioração dos alimentos (por exemplo. para garantir a segurança e inocuidade do alimento. Permitir que o alimento seja protegido. as bombilhas e lâmpadas suspensas no teto devem estar protegidas para evitar a contaminação em caso de quebras. deve-se proporcionar instalações de armazenamento Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 separadas e seguras para os materiais de limpeza e as substâncias perigosas.Aprovação do terreno Para início de qualquer atividade.1 Registro de estabelecimentos O 1º passo é preencher o anexo 1 do Ofício Circular DOI nº004/98.6. 2.gov. combustíveis). Os sistemas de ventilação devem ser projetados e construídos de tal forma que o ar não circule de áreas contaminadas para limpas e.guahyba@agricultura. quando necessário.RS. E-mail: utralajeadors@agricultura. quando necessário.2. e Controlar a umidade. Iluminação Deve haver iluminação adequada natural ou artificial para operar de uma maneira higiênica. Onde apropriado. Para o Registro de Estabelecimentos. Telefone: (51)3748-3118. . (Art. Armazenamento Os estabelecimentos devem. O tipo de instalação exigida para armazenamento depende da natureza do alimento. possuem alvarás de saúde? Resposta = Os alvarás de saúde são emitidos somente para as cozinhas dos refeitórios onde os funcionários realizam suas refeições. Quando necessário. por exemplo. Se necessário. Os passos seguintes também estão descritos na sequência do corpo do documento supracitado. O nome do documento que um estabelecimento que lida com produtos de origem animal possui é Título de Registro nºXXXX. contra contaminação durante o armazenamento.gov. junto ao Ministério da Agricultura se faz necessário cumprir uma série de normas para elaboração de um processo no qual constará todas as etapas de aprovação do Estabelecimento. Fax: (51)3714-5464.

bem como circulação interna de veículos.detalhes de equipamentos .localização em ponto que se oponha aos ventos dominantes que sopram para a cidade. depois de ouvidas as autoridades de saúde pública. de fácil escoamento das águas pluviais. f) Licença de instalação passada pelo INAMB (Instituto de Preservação Ambiental . de acordo com as seguintes orientações: . o Projeto será instruído com os seguintes documentos: a) Requerimento do industrial pretendente.facilidade de fornecimento de energia elétrica e meios de comunicação. o industrial pretendente dará prosseguimento ao pedido com a elaboração de um projeto detalhado. Este pedido é feito mediante requerimento dirigido ao Sr. e) Parecer(es) da(s) Secretaria(s) de Saúde e/ou Prefeitura (Art. com pátio e vias de acesso.escala 1/100 ou 1/500 Nas plantas devem ser observadas as seguintes cores: Estabelecimentos novos .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.hidro-sanitária .escala 1/100 . Outros aspectos de fundamental importância na elaboração do projeto devem ser observados quanto à posição da indústria.preferencialmente próximo à corrente de água à montante da cidade. As áreas. etc. 47 RIISPOA). h) Plantas . que tenham condições fáceis de entrada e saída.baixa . Secretário de Inspeção de Produto Animal (SIPA) em Brasília DF. a saber: .guahyba@agricultura.Instalações e Equipamentos O complexo industrial deve ser compatível com a capacidade de produção. salvo quando se tratar de estabelecimentos já construídos. no qual solicita aprovação prévia do PROJETO (Anexo 3). . . anexando croquis da(s) área(s) a ser(em) vistoriada(s).escala 1/500 .facilidade na obtenção da matériaprima. Prefeitura Municipal e Órgão Controlador do Meio Ambiente (Art.facilidade no tratamento e escoamento das águas residuais. . .CREA da região. b) Memorial descritivo da construção (Anexo 4). g) A RT do engenheiro responsável pelo projeto .Art. 47 e 48 do RIISPOA). bem como informar a quem se dirigir para fazer contatos na localidade (endereço.escala . não passíveis de inundações.) (Anexo 1) b) Após inspecionada e aprovada a área para a finalidade proposta através do Laudo de Inspeção de Terreno (Anexo 2). Chefe do SIPA.gov.Projeto Ao final. caso dela esteja próximo. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Localização Pela sua própria natureza. evitando a formação de poeira e facilitando o escoamento das águas.escala 1/10 ou 1/100 .1/50 . d) Termo de compromisso (Anexo 5). c) Memorial Econômico-Sanitário. É recomendado um afastamento de 10 (dez) metros dos limites das vias públicas ou outras divisas. devem ser pavimentadas e urbanizadas.situação .cortes . variando de acordo com a classificação do estabelecimento.facilidade no abastecimento de água potável. As demais áreas deverão receber jardinagem completa.cor preta Estabelecimentos a reconstruir.facilidade na delimitação da área. telefone. prevendo-se futuras expansões. . . reformar ou ampliar: Ministério da Agricultura.br Página 6 de 115 . sem acidentes. .afastadas de fontes poluidoras de qualquer natureza. 47 RIISPOA). Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 .fachada . suburbano ou rural. . dirigido ao Sr. os estabelecimentos podem ser autorizados dentro do perímetro urbano. . . A área do terreno deve ser compatível com o estabelecimento.escala 1/50 .facilidade de acesso.terreno seco.

.para partes a serem conservadas. para APROVAÇÃO PRÉVIA.cor vermelha . Ministério da Agricultura. o Serviço de Inspeção Federal fará várias visitas para vistoriar os trabalhos de construção. Caso o técnico verifique que todas as obras de instalações e equipamentos propostos no projeto inicial foram executados e instalados.DIPOA .Posição da construção em relação às vias públicas e alinhamento dos terrenos. Faculta-se a autorização de formulários e demais documentos do SIF. a juízo do Serviço de Inspeção Federal (SIF). 57 RIISPOA). Outras exigências poderão ser feitas. bem como aprovação prévia de rotulagens dos produtos a serem elaborados.guahyba@agricultura.cor amarela . . e com o Resultado de Análise de água.para partes a serem construídas.em Brasília. . o qual também deve ser incluído no processo de pedido de Registro.cor cinza . . Seus documentos serão anexados ao pedido inicial para aprovação do terreno. ficando protelado o REGISTRO DEFINITIVO. poderá ser fornecido ao industrial a RESERVA DO SIF. passada pelo órgão estadual do meio ambiente. . sempre de nível (Art. e as obras estejam em andamento para uma conclusão breve. à obtenção do REGISTRO DEFINITIVO. para partes de concreto. serão solicitadas ao industrial mais três (03) vias do projeto original.Perfil longitudinal e perfil transversal do terreno em posição média. Porém. As plantas ou projetos devem conter ademais: .Orientação.gov. detalhando as instalações e certificando a conformidade. a firma fará uma solicitação ao Serviço de Inspeção Federal da Delegacia Federal do Ministério da Agricultura. podem ser aceitos.cor “terra de siene” .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.pontuado de nanquim. . após a Reserva do SIF pelo DIPOA. nos termos do Art. O processo deverá ser instruído com o Laudo de Inspeção Final. sem a devida consulta ao órgão fiscalizador.para elementos construídos em ferro. Ao proceder a vistoria do estabelecimento. com vistas.para partes em madeira. casas atacadistas. estábulos e granjas avícolas).Instalação do SIF Após concluídas as obras e instalações. . .cor preta . da Delegacia Federal de Agricultura e do Abastecimento no Estado em que estiver sendo pretendida a instalação da indústria. retornando para fins de conhecimento ao Sr.cor azul . o técnico solicitará análise completa da água de abastecimento. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Nenhuma alteração poderá ser procedida no projeto aprovado previamente. analisados e remetidos para o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal . construídos sobre as divisas dos terrenos. se aprovado. . 55 RIISPOA). face a localização e classificação do complexo industrial. e que falhas porventura existentes não prejudicarão a manipulação do produto. 62 do RIISPOA. a licença de operação. Durante o desenrolar das obras. Os pequenos projetos (ex. Industrial e para início das obras. como simples “croquis” ou desenhos (Art. O projeto completo será entregue no Serviço de Inspeção de Produto Animal.br Página 7 de 115 . Após o término das obras deve ser solicitado ao SIPA do Estado uma visita para então ser realizado o Laudo Técnico Sanitário do Estabelecimento. pedindo a vistoria do estabelecimento para fins de obtenção do “SIF”. Solicitará ainda. se o técnico verificar que o projeto se acha incompleto.Localização das partes dos prédios vizinhos. para estudo.para partes a serem demolidas. condição “sine qua non” para uma indústria que venha operar com manipulação de produtos comestíveis.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Para este tipo de supervisão deve ser utilizado um modelo de Relatório de Supervisão.escala 1:50 . engenheiro.Estábulo Produtor de Leite tipo B Documentação necessária para relacionamento: 1. o qual se difere conforme o tipo de estabelecimento. Plantas do estabelecimento (3 vias / cada): . Levantamento fotográfico das dependências do Estábulo leiteiro (1 via). oficializado ao interessado.cortes e fachadas .escala 1:100 .baixa do estabelecimento .guahyba@agricultura.br . Requerimento do interessado(a). 2.Casa atacadista Documentação necessária para relacionamento: 1. Termo de compromisso do médico veterinário credenciado. ou engenheiro agrônomo habilitado (3 vias). . designando o responsável pelo SIF e autorizando o início das atividades.escala 1:500 5. estábulo produtor de leite e granja avícola. Ficha individual dos animais para controle de Inspeção Federal com fotografias (6x6cm) em dois perfis. 2.6. para efeito de Reserva do SIF ou Registro. solicitando vistoria do terreno (quando não existirem instalações construídas) ou Laudo Técnico das instalações existentes. Requerimento assinado pelo proprietário. Termo de compromisso do proprietário. para encaminhamento ao DIPOA. . 8. 3. 2. Plantas: . Levantamento sanitário do gado leiteiro efetuado por médico veterinário. assinado pelo proprietário. 6.gov. dirigido ao Sr. bem como. com vistas ao relacionamento do estabelecimento. Alvará da prefeitura municipal. com provas de tuberculose e brucelose. 4. ou identificação através de sinais ou marcação (1 via). Memorial descritivo econômicosanitário.2 Relacionamento de estabelecimento O Título de Relacionamento é dado a estabelecimentos que trabalham com produtos de origem animal classificados como: casa atacadista. devem ser supervisionados periodicamente de acordo com sua classificação e necessidade determinadas pelo SIPA do Estado. Contrato social registrado em cartório e na Junta Comercial. declarando conhecer e acatar compulsoriamente a legislação para produção de leite B (3 vias). 3. pelo qual assume a responsabilidade do controle sanitário do rebanho. 4. 7. 9.2. assinado pelo proprietário e pelo médico veterinário responsável (3 vias). 6. solicitando relacionamento do Estábulo leiteiro (3 vias).Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Memorial econômico-sanitário.escala 1:100 . após a Inspeção Federal ser dotada dos documentos oficiais necessários. 10. A instalação do Serviço de Inspeção Federal se fará por ato formal. Página 8 de 115 Ministério da Agricultura.Supervisão de estabelecimentos Registrados (SIF) e Relacionados (ER) Todos os estabelecimentos que possuírem Registro ou Relacionamento no Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura. Laudo de inspeção realizado por médico veterinário do Serviço de Inspeção Federal.baixa .situação . Memorial descritivo da construção. Memorial descritivo da construção (Anexo 4). pela orientação de manutenção das condições higiênicosanitárias das instalações e equipamentos (3 vias).fachada e cortes do estabelecimento escala 1:50 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 5. . Chefe do SIPA.

gov. quer quando destinados ao consumo. . a indústria fará um novo requerimento no qual solicitará o REGISTRO da rotulagem. serão automaticamente cancelados.97) Todos os produtos entregues ao comércio devem estar identificados por meio de rótulos aprovados ou registrados no DIPOA/SIPA. descreve a sistemática de aprovação vigente e a Circular SIPA n°06/86 descreve as instruções para Aprovação e RegisMinistério da Agricultura. DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos. Requerimento de relacionamento.Memorial Descritivo da fabricação ou manipulação do produto (em duas vias). atestar a veracidade do memorial descritivo e atender ao contido no artigo 838 do RIISPOA. quer quando se destinam a outros estabelecimentos que os vão beneficiar. Capítulo II.837 do RIISPOA. anexando quatro (04) vias do rótulo definitivo de fabricação. 5. de 04. nos Artigos 834 a 844. imediatamente.situação e localização .br Página 9 de 115 .Decreto nº2244. atendendo as recomendações. O inspetor do SIF local ao receber o pedido de registro. A Portaria SIPA n°014 de 11/12/85. iniciar a sua utilização.585.baixa .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.795 . Memorial descritivo da construção e plantas nas escalas e vias regulamentares: . . supervisores e autoridades estaduais competentes. a aprovação dos memoriais descritivos de fabricação dos produtos e seus respectivos rótulos. Concomitantemente. sendo de responsabilidade da I. indicando as cores a serem usadas. proceder análise Geral. Resultado de Análise de Água de abastecimento (Físico-Química e Microbiológica). Memorial descritivo EconômicoSanitário. . 2. 6. podendo. a Interessada terá prazo de 180 dias à contar da data da aprovação prévia para o registro definitivo dos rótulos. em duas vias. O Art.7. caso contrário. Resolução nº22/00. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 de que trata o Título XII. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. a indústria deverá solicitar o pedido de aprovação prévia e/ou registro para os produtos que pretenda fabricar. Caberá à empresa o fiel cumprimento do que foi aprovado e registrado. Termo de compromisso que cumpre o RIISPOA (anexo 5). Não serão registrados os rótulos que necessitem alterações ou correções definidas pelo DIPOA/SIPA. 11. deverá anexar os documentos ao processo original (aquele que deu origem ao pedido). a fiscalização do cumprimento das exigências determinadas. A aprovação prévia de rótulos é facultativa. recomenda o encaminhamento da documentação para verificação prévia.F.escala 1:100 . a firma receberá uma via do seu croquis e as recomendações para proceder a sua impressão. 3. no entanto. de 20/07/65.guahyba@agricultura. Paralelamente ao processo de obtenção da Reserva de SIF ou Registro. 4. DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos Importados. Neste caso. Análise físico-química e microbiológica da água de abastecimento. Após a aprovação prévia do rótulo. Entendendo-se como tal.Croquis do rótulo. Seção IV do RIISPOA. local. 7.Rotulagem (Definição – Art. Classificação do ovo de acordo com o Decreto n° 56.Granja Avícola Documentos necessários para relacionamento: 1.06. Para aprovação prévia tais documentos são: .5 Registro de Produto Resolução nº23/00. Atestado Sanitário do plantel por médico veterinário credenciado no SSA das DFAs. em tamanho natural.escala 1:500 2.

. Foram introduzidas algumas alterações nos procedimentos pelo Ofício Circular CIPOA/DNDA/SNAD N°002/91 de 05. alteração e cancelamento de produtos (rótulos e memoriais descritivos) bem como as respectivas nomenclaturas atualizadas.Produtos Dispensados de Registro (Prodir) (banco temporariamente fora do ar) .7. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 A Circular CIPOA/DIPOA n°071/92.79. . Com referência ao Plano de Marcação. tro de Rótulos e Produtos de Origem Animal e estabelece modelo de formulário a ser utilizado para tal procedimento. bem como os que não constam da lista de nomenclaturas anexa. Consulta com dados atualizados até 25/3/2002 . Na Resolução CIPOA N°001/91.Farmacopéia Brasileira. ficando a cargo do SIF exercer o seu controle e fiscalização.91 (Descentralização da aprovação e registro de produtos sem formulação para os Serviços Técnicos Estaduais .09. Complementada pela RDC nº234 de 19/8/2002. formulações e/ou emprego de aditivos. .80. os números do registro e do processo e o prazo de validade.07. através das Instruções Normativas foram disciplinados os procedimentos de aprovação. você pode obter informações sobre alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.br . dispõe sobre a utilização do carimbo de inspeção em planos de marcação. face a emissão da Circular n°058/DICAR. .07. A Portaria n°371.SIPAs). de 04.6 Consulta a Bancos de Dados Neste banco de dados.07. dispõe sobre a obrigatoriedade da inscrição “Ministério da Agricultura”. nos rótulos aprovados e/ou registados.guahyba@agricultura.Consulta à Situação de Documentos 2. Todos os modelos de carimbo oficial de inspeção para rótulos estão previstos no artigo 833 do RIISPOA. permanecem sob competência das Seções Técnicas do DIPOA. assim como a Autorização daqueles destinados ao comércio internacional. O modelo de carimbagem a fogo em miúdos está instruído na Circular 155/BR de 04. Além disso. Alterada pela Resolução RE nº140 de 19/8/2002. de 28.07. de 17.RDC nº386 de 5 de agosto de 1999: Aditivos utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação. Os planos de marcação e testeiras de produtos de origem animal não estão sujeitos a aprovação e/ou registro junto ao DIPOA/SIPA. A Circular N°002/92 da DNT/DIPOA.Produtos com Registro das Empresas de Alimentos .74. como o nome da empresa fabricante. você encontra relação de produtos dispensados de registro antes e depois da implantação do sistema Prodir. do Ministério da Agricultura. registro. alteração e cancelamento de produtos não previstos no item II da Resolução CIPOA N°001/91. e do Ofício Circular N°013/SIPA. 4. que aprovou o Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos Embalados. considerando a Resolução Mercosul N°36/93. exceto os destinados ao comércio internacional. Cumpre ressaltar que estes documentos conceituaram de forma definitiva plano de marcação e rótulo. esta designação ficou reservada a identificação de embalagens secundárias e/ou coletivas.91.Alimentos Dispensados de Registro até a Implantação do Prodir . que encaminhou a Resolução CIPOA n°001/91 de 05.gov. aprovou o Regulamento Técnico para Rotulagem de Alimentos.07.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares. Página 10 de 115 Ministério da Agricultura. A aprovação.Aditivos . registro. Consulta com dados atualizados após 25/3/2002 . .7 Aditivos Alimentares .97.

Recolhimento de Taxas: para crédito de FEASP. . . e) Contrato de Responsabilidade Técnica do Médico Veterinário. CEP e telefone. pocilgas e anexos. fabricação de produtos. etc. autorizando a construção e funcionamento do estabelecimento no terreno indicado (Alvará de Localização).Posição da construção em relação às vias públicas e alinhamento dos terrenos. especialmente com referência ao sistema de abastecimento de água.5º andar ao 8º andar. b) Anotação de Responsabilidade Técnica – ART.. bem como a respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica.).050 . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Data e assinatura do Engenheiro ou Arquiteto responsável e seu n° do CREA.. dos equipamentos (pasteurizadores e resfriadores). Eduardo Nemoto Vergara. d) Juntar as seguintes plantas.) . rede de esgoto. inclusive currais.Plantas do terreno. Postos de Refrigeração de Leite e Microusinas de Benef. além da documentação acima: l) Autorização de Uso do Produto (AUP) emitido pela Divisão de Normas Técnicas do Ministério da Agricultura. c) Documento expedido pela Prefeitura Municipal. conforme o caso toda área (situação e localização). tel.guahyba@agricultura. . detalhado. pias. de Leite. Inscrição Estadual.br - Página 11 de 115 . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 3.37/m2 * Os documentos devem ser enviados em 2 (duas) vias. câmaras frias. Pecuária e Abastecimento (MAPA). etc. largura das portas. pés-direitos das dependências.1. indicando nº CGC.87 p/produto 3.Menino Deus. incluindo fluxograma de industrialização dos produtos que pretende fabricar ou o n° de animais e a espécie que pretende abater em função da capacidade das instalações e equipamentos (ver modelo). conta Ministério da Agricultura.469 (Ministério da Saúde): . cloretos.Físico-químico (pH. conforme a Portaria 1.Planta Baixa de cada pavimento. Para encaminhar o Registro a) Cópia do Contrato Social da Empresa (CNPJ e Inscrição Estadual). Exclusivamente para Usinas de Beneficiamento de Leite.gov.Plantas de fachada e cortes longitudinais e transversais. Informações detalhadas sobre a obra. razão social da empresa.Planta baixa com lay-out dos equipamentos (trilhagem. com menção do número de inscrição no CREA. altura dos trilhos. f) Pagamento de Taxa de Aprovação de Projeto no valor de R$ 0. 2. c) Memorial Econômico Sanitário descrição das atividades realizadas nos estabelecimentos (abate. 4. mesas. d) Análise de água. fonte de captação. endereço completo. tratamento e distribuição. Dr.2 Registro de estabelecimentos na SAA NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO E/OU APROVAÇÃO DE PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS NA CISPOA/DPA. registrada no CRMV.. Fábricas de Laticínios. contagem padrão em placa) e) Licença de Operação da FEPAM Rua Carlos Chagas. Ag.56 g) Registro de Rótulos/Embalagens/Etiquetas: R$123. . matéria orgânica e turbidez) . devidamente registrada no CREA.Bacteriológico (coliformes totais e fecais. pedindo a aprovação do projeto ou o registro do estabelecimento. dureza total. volume. CONFORME A LEGISLAÇÃO VIGENTE 1. b) Memorial Descritivo da Construção assinada por Engenheiro ou Arquiteto. plataformas.As referidas plantas devem conter: .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. e Ind. sólidos totais.: 51 3225-1588 f) Pagamento de Taxa de Registro de Estabelecimento no valor de R$186. Para aprovar o projeto: a) Mandar um requerimento ao Coordenador da CISPOA. . nº 55 .

16) Telas a prova de insetos nas janelas. Para tanto. rios. 24) Local e data. fábrica de produtos orgânicos e outros estabelecimentos industriais que por sua natureza possa produzir mau cheiro. se existir) 3) Endereço e Telefone para contato do estabelecimento 4) Categoria do estabelecimento (Matadouro-Frigorífico.guahyba@agricultura. de curtumes. 9) Mercado de consumo. Entreposto.procedência e volume de vazão. leite.CEP 90119-900 . 14) Ventilação e iluminação (natural ou artificial) nas diversas dependências. área de capacidade das câmaras. d) . c) . 2) Denominação do estabelecimento (Nome Fantasia.rs.0-6. CISPOA. 10) Número aproximado de empregados.br ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE MEMORIAL ECONÔMICOSANITÁRIO 1) Nome da firma. etc. de processamento ou de industrialização de cada produto. dirigida ao Setor Técnico correspondente. 5. distrital ou municipal. . aparelhos e equipamentos. mediante a expedição de licença ou alvará. 11) Meios de transporte a serem utilizados. Borges de Medeiros.Porto Alegre/RS Tel. n° 1501/19° andar . 22) Sala para inspeção. corrente 02. descrevendo finalidade do pagamento. 12) Água de abastecimento. dos diferentes produtos. 8) Matéria-prima (animais.gov. Registro de estabelecimentos e produtos Qual é a providência inicial para abertura de estabelecimentos na área de alimentos? Todo estabelecimento na área de alimentos deve ser previamente licenciado pela autoridade sanitária competente estadual.de abate. 23) Indicação de existência nas proximidades. sistema de refrigeração e capacidade dos compressores. a) . esgotos. 20) Instalações frigoríficas.Coordenadoria de Inspeção Sanitária de Produtos de Origem Animal Av.030382. 7) Produtos que pretende fabricar e comercializar. cortinas de ar nas portas e descrição de outras aberturas. carnes. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.): procedência. 21) Vestiário. b) . 18) Teto das salas de elaboração dos produtos comestíveis. 13) Destino dado às águas servidas. 25) Assinatura do responsável pelo estabelecimento. etc. etc.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.) 5) Capacidade máxima do estabelecimento: a) . 6) Descrever o processo de abate de cada espécie. etc.c) de industrialização. 15) Separações das dependências de elaboração ou manipulação dos produtos comestíveis e não comestíveis. b) .sistema de tratamenElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 to.). e) distribuição.processo de captação. o interessado deve dirigir-se ao órgão Ministério da Agricultura. tipos (in natura. meios empregados para a depuração das águas servidas antes de lançadas nos esgotos. Laticínio. molas de vai-e-vem nas portas das dependências de elaboração e dos depósitos de produtos comestíveis e não comestíveis. congelado. 17) Natureza dos revestimentos dos pisos e paredes. do proprietário ou do arrendatário.gov. riachos. 19) Natureza e ou revestimento das mesas e equipamentos. Qualquer consulta em relação ao projeto./Fax: (51) 3288 7826/3288-7820 E-mail: cispoa@saa.depósitos e sua capacidade.br Página 12 de 115 . máquinas. Responsável Técnico do Estabelecimento.de beneficiamento. deve ser realizada pelo Médico Veterinário. sanitários e refeitório para funcionários. resfriado.

372 Porto Alegre/ RS Telefone: (51) 3289-2400 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Resolução nº23. Rio Grande do Sul www. São endereços físicos e/ou eletrônicos das unidades federais. o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).437.º 6. Diretor-Presidente. 95 do Regimento Interno aprovado pela Resolução n. 2º O descumprimento desta Resolução constitui infração sanitária.gov. em reunião realizada em 1º de março de 2000.rs. 4º Fica revogada a Portaria SVS/MS n.029.SNVS.rs. Fazem parte desse Sistema o Ministério da Saúde. de 18 de fevereiro de 1999. de 26 de abril de 1999. o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).guahyba@agricultura. 11. de 20 de agosto de 1977 e demais disposições aplicáveis.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 1º Aprovar o Regulamento Técnico sobre o Manual de Procedimentos Básicos para Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos Pertinentes à Área de Alimentos constante do Anexo desta Resolução. Objetivo Estabelecer procedimentos básicos para o registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos pertinentes à área de alimentos.Santana Porto Alegre/RS CEP: 90650-090 Telefone e Fax: (51) 3901-1161 PABX: (51) 3901-1100 E-mail: cevs@saude.rs.1. a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ).br Suzana Costalunga Lima Chefe da Divisão de Vigilância Sanitária . estaduais e municipais de vigilância sanitária que compõem o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária . Gonzalo Vecina Neto Anexo Regulamento técnico sobre o manual de procedimentos básicos para registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos pertinentes à àrea de alimentos 1.Suzana Costalunga lima Centro de Vigilância Sanitária Rua Domingos Crescêncio. 132 . 3º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Art.°1.gov. nº. de vigilância sanitária de sua localidade para obter informações sobre os documentos necessários e a legislação sanitária que regulamenta os produtos e a atividade pretendida.br Página 13 de 115 . do Regulamento da ANVS aprovado pelo Decreto 3. 1.saude. determino a sua publicação: Art. c/c o §1° do Art.br Porto Alegre / RS Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Av.gov.gov. inciso IV. do Distrito Federal e Municipais (VISAS). Padre Cacique. os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENS). em relação às ações de vigilância sanitária. Distrital e Municipais de Saúde. a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).º 120. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.2. adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu. no uso da atribuição que lhe confere o art. e os Conselhos Estaduais. os Centros de Vigilância Sanitária Estaduais. sujeitando os infratores às penalidades da Lei n. de 16 de abril de 1999.br ou suzanalima@saude. Os endereços desses órgãos podem ser consultados no site da Anvisa. Art. de 15 de março de 2000 Dispõe sobre O Manual de Procedimentos Básicos para Registro e Dispensa da Obrigatoriedade de Registro de Produtos Pertinentes à Área de Alimentos A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Âmbito de aplicação Ministério da Agricultura. Art. o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS). Alcance 1.

contendo permissão para o funcionamento dos estabelecimentos que exercem atividades pertinentes à área de alimentos. Ingrediente: é qualquer substância. química ou biológica. 2. 2. Esta definição não inclui os contaminantes ou substâncias nutritivas que sejam incorporadas ao alimento para manter ou melhorar suas propriedades nutricionais.13. durante a fabricação. 2. alimentos. armazenagem. avaliação e análise laboratorial quando for o caso.gov. 2. sem propósito de nutrir.1. Inspeção Sanitária na Indústria: é o procedimento da fiscalização efetuado Ministério da Agricultura. para cujo consumo imediato se exija apenas a remoção da parte não comestível e os tratamentos indicados para a sua perfeita higienização e conservação. aditivos. químicas. cumpridos os procedimentos descritos nesta Resolução. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 ou não.3. transporte ou manipulação de um alimento.5. 2. Dispensa da obrigatoriedade de registro: é o ato. adicionado. ainda que de forma modificada. de produtos com objetivo de verificar sua conformidade com o padrão sanitário requerido e ou com o Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou Regulamento Técnico do produto (RT). 2. pelo qual se desobriga o registro de produtos na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Embalagem Reciclada: embalagem produzida por processo tecnológico específico de obtenção de resinas a partir de materiais recicláveis. formalizado por meio de publicação no Diário Oficial da União. 2. nacionais e importados. Definições Para efeito desta Resolução. 2.14. podendo admitir-se no produto final a presença de traços da substância ou seus derivados. Deverá ser eliminada do alimento ou inativada.7. Embalagem final: produto resultante do último estágio do processo de fabricação que implica em modificação de sua composição. Produto Alimentício: todo alimento derivado de matéria-prima alimentar ou de alimento “in natura”. fundamentado na legislação vigente. com objetivo de modificar as características físicas. Alimento “in natura”: todo alimento de origem vegetal ou animal.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Monitoramento de qualidade do produto: coleta. reconhece a adequação de um produto à legislação vigente.8.2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. embalagem. Matéria-prima alimentar: toda substância em estado bruto.11. coadjuvantes de tecnologia e embalagens. Ao agregar-se poderá resultar em que o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento. 2.6.9. incluídos os aditivos alimentares. biológicas ou sensoriais. tratamento. 2. acondicionamento. Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento: é o ato privativo do órgão de saúde competente dos Estados. Registro: é o ato legal que. 2.br Página 14 de 115 . processamento. empregada na fabricação ou preparação de um alimento e que permanece no produto final. Distrito Federal e dos Municípios. preparação. 2. excluindo os equipamentos e os utensílios utilizados na elaboração e/ou conservação de um produto.12.guahyba@agricultura. para obter uma finalidade tecnológica durante o tratamento ou elaboração. que não se consome por si só como ingrediente alimentar e que se emprega intencionalmente na elaboração de matérias-primas. de outras substâncias permitidas. obtido por processo tecnológico adequado. Aditivo Alimentar: é qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos. ou seus ingredientes. cumpridos os procedimentos descritos nesta Resolução.10. considera-se: 2. O presente Manual se aplica a todos os setores envolvidos com o trâmite de processos de registro ou dispensa da obrigatoriedade de registro de alimentos. que para ser utilizada como alimento precise sofrer tratamento e ou transformação de natureza física. Coadjuvante de Tecnologia de Fabricação: é toda substância. 2.

1. 5. Estão também dispensados da obrigatoriedade de registro e. em estabelecimentos devidamente licenciados. da data da última inspeção e do histórico da empresa. efetuado por meio do monitoramento de qualidade ou em conseqüência de ocorrência de agravos à saúde atribuídos ao consumo de alimentos. podendo já dar início a comercialização.15.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. pela autoridade sanitária na unidade fabril.6.4.1. Os produtos de um anexo podem passar a integrar o outro anexo. arcando com os custos da divulgação para notificação à população. Ministério da Agricultura.4. Essa mudança pode ocorrer em função do histórico de qualidade do produto.4. Todo alimento deve ser produzido de acordo com o Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou Regulamento Técnico (RT) e demais diretrizes estabelecidas. 4. dispensados da necessidade de informar o início da fabricação à autoridade sanitária do Estado.1.1.guahyba@agricultura.1.1. dirigido às empresas. desde que incluídos na legislação brasileira de alimentos.6.3.1.1. da natureza do produto. de pastifício. a mesma será notificada para adotar os seguintes procedimentos.1. 5.5. de confeitaria. 5. isoladamente ou em conjunto. 2. 4. 5.1.1.1.2. para verificar o cumprimento da legislação vigente. as matérias-primas alimentares e os alimentos “in natura”. Exigência: é um recurso a ser utilizado pelo Sistema de Vigilância Sanitária.1. para proceder a inspeção sanitária na unidade fabril.6.6. do Distrito Federal ou do Município. para solicitar complementação de dados para uma melhor avaliação do processo em estudo e adequação à legislação vigente. das penalidades previstas na legislação vigente. Os produtos alimentícios elaborados conforme Padrão de Identidade e Qualidade. 4. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Procedimentos 5. a contar da data da comunicação da empresa. Os produtos de panificação. Princípios Gerais 4. usados como ingredientes alimentares.1. os utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação e aqueles dispensados pelo órgão competente do Ministério da Saúde. conforme Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 modelo Anexo X. A autoridade sanitária terá um prazo de 60 (sessenta) dias. constatada por meio do monitoramento de qualidade do produto. A não conformidade com os critérios estabelecidos no item 4. quando a autoridade sanitária julgar necessário com base na legislação pertinente.1.2.br Página 15 de 115 .3. Os produtos do Anexo I estão dispensados de registro. No caso da empresa não ser aprovada na inspeção referida no item 5. Todos os estabelecimentos que exercerem atividades pertinentes à área de alimentos devem ser inspecionados e licenciados pela autoridade sanitária. implicará na aplicação. do Distrito Federal ou do Município..4. destinados ao emprego na preparação de alimentos industrializados. 4. A realização da inspeção neste prazo dependerá. Os produtos do Anexo I estão dispensados da obrigatoriedade de registro no órgão competente do Ministério da Saúde.gov.4. 5.5.6. do risco associado ao produto. Produtos dispensados da obrigatoriedade de registro 5. 5.3. sem prejuízo da aplicação de outras penalidades previstas na legislação: suspender a produção.2. os aditivos alimentares (intencionais) inscritos na Farmacopéia Brasileira. As empresas devem informar o início da fabricação do(s) produto(s) à autoridade sanitária do Estado. 4. recolher o(s) produto(s) no mercado. aprovados pela autoridade competente. os seguintes produtos: 5.3.1. de pastelaria. adicionalmente. nos termos do item 5. às empresas. 5. enquanto que os produtos do Anexo II devem ser registrados no órgão competente do Ministério da Saúde. 5.

1.1.7.7.7.1.1. 5.2. A empresa pode anexar ao processo os relatórios de inspeção de cada uma das unidades fabris. deve ser feito pela empresa fabricante.7. Para as embalagens recicladas. Os dizeres de rotulagem devem identificar a distribuidora e o fabricante.1. 5. ou do Município.2.2. 5. 5.2. Registro de produção terceirizada (registro novo) Ministério da Agricultura. de rotisseria e de sorveteria. de cada uma das unidades fabris e anexar aos demais documentos exigidos no Anexo III. 5. O registro único pode ser requerido ainda nas seguintes situações: 5. 5. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.2. quando exclusivamente destinados à venda direta ao CONSUMIDOR. desde que não altere a natureza do produto. A solicitação de registro deve ser efetuada pela empresa interessada. que passa a ser responsável por todas as eventuais modificações pertinentes ao produto. dos Formulários de Petição FP1 e FP2. localizadas em um ou mais Estado/País. 5. Os referidos formulários devem ser protocolizados na Vigilância Sanitária do Estado.7.1. Produtos com a mesma base de formulação. o registro é distinto para cada produto.6.7. Registro Único Pode ser solicitado quando um mesmo produto é fabricado por unidades fabris distintas de uma mesma empresa.2.3.2.2. 5. O pedido de registro de um produto que utiliza a marca ou o nome de uma empresa distribuidora.2 Produtos com a mesma base de formulação e marcas diferentes. dos documentos específicos mencionados no Anexo III. efetuada em balcão do próprio PRODUTOR.1. do Distrito Federal.3. constantes dos Anexos V e VI.2.1.2. VIII e IX. devendo apresentar.2.1. A empresa deve apresentar junto ao órgão de vigilância sanitária o Alvará Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Sanitário ou a Licença de Funcionamento.guahyba@agricultura. 5.2.1. pela empresa. O valor para registro de produto ou procedimentos administrativos são regidos por Resolução específica de Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária. A documentação exigida está relacionada no Anexo III. de doceria.2. 5.2. Demais procedimentos para registro de produtos: 5. Registro de produto no caso de empresa distribuidora A empresa distribuidora pode utilizar sua marca registrada nos produtos fabricados por outra(s) empresa(s) por meio de contrato. obrigatoriamente. Deve estar claramente identificado no rótulo o nome do fabricante e o endereço da unidade produtora. A solicitação de registro requer a entrega.7.1.4. indicando no campo correspondente do formulário de petição a marca da empresa distribuidora. Todos os produtos constantes do Anexo II devem ser registrados no órgão competente do Ministério da Saúde. do Distrito Federal ou do Município onde uma das unidades fabris da empresa esteja localizada.1. Produtos com a mesma base de formulação diferenciando-se entre eles: fruta e/ou sabor e/ou aroma e/ou cobertura e/ou formato e/ou concentração de ingredientes. Extensão Para Registro Único Pode ser solicitada a extensão para registro único nos casos previstos no item 5. Havendo variação de corantes que possuam IDA numérica.2.7.br Página 16 de 115 . junto ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado.5. mesmo quando acondicionados em recipientes ou embalagens com a finalidade de facilitar sua comercialização.7.2. O registro único deve ser solicitado por apenas uma das unidades fabris da empresa. registra-se somente a embalagem final.2. 5.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. cujas instruções de preenchimento encontram-se nos Anexos VII. 5. cópia do Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento.2. Registro de produtos 5.2. diferenciando-se apenas o CORANTE se o mesmo possuir IDA (Ingestão Diária Aceitável) não especificada ou não limitada.1.gov.

na seguinte ordem de prioridade: Codex Alimentarius.4. Para efeito de registro.1. estabelecer e implementar as Boas Práticas de Fabricação de acordo com o que determina a legislação e apresentar o Manual de Boas Práticas de Fabricação às autoridades sanitárias. são: a) o órgão de Vigilância Sanitária do Estado.1. os locais onde estão sendo comercializados seus produtos.1. Os requisitos necessários para terceirização. bem como.FDA-USA ou atender às exigências das diretrizes de avaliação de risco e segurança estabelecidas em regulamento técnico específico.5.1. no momento da inspeção e ou quando solicitado.FDA-USA. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. relação dos alimentos em que será utilizada e justificativa tecnológica.2. adotar na cadeia produtiva.4.1. anexando referência internacional. metodologia analítica para a identificação e verificação do grau de pureza do material da embalagem.2. estar licenciada pela autoridade sanitária do Estado. e solicitar ao órgão Ministério da Agricultura. Registro de Produtos que não constam do Anexo II 5.5. 6.7. do Distrito Federal ou do Município. metodologia que assegure o controle de pontos críticos que possam acarretar riscos à saúde do consumidor.guahyba@agricultura.1.1. A solicitação de registro deve ser feita por uma das empresas que apresente as condições para produção de alimentos. registrados e dispensados de registro. as importadoras e empresas distribuidoras de produtos alimentícios devem implementar e dispor de Manual de Boas Práticas de Fabricação / Armazenagem e nas demais etapas do processo produtivo sob sua responsabilidade. 6. além dos documentos constantes no Anexo III. Registro de Produtos Importados Pertinentes à Área de Alimentos Para efeito de registro e dispensa da obrigatoriedade de registro de produtos importados devem ser obedecidos os mesmos trâmites e procedimentos para os alimentos produzidos nacionalmente. contendo as seguintes informações: referência internacional. comunicar oficialmente à autoridade sanitária. RESPONSABILIDADES 6. no prazo de 30 (trinta) dias.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.2.4.br Página 17 de 115 . 5. que expedirá Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento. 6. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 metodologia sobre determinação de migração (total e específica) para o alimento.7. na ordem de prioridade: Codex Alimentarius. Comunidade Européia (CE) e Code of Federal Regulations (CFR) . Da empresa: 6.7. estudos sobre a toxicidade do material da embalagem. Comunidade Européia (CE) e Code of Federal Regulations (CFR) . b) os dizeres de rotulagem devem identificar o fabricante e o detentor da marca.2. 5.1.4. a partir do início da comercialização.3. c) as empresas devem apresentar cópia do Alvará Sanitário ou Licença de Funcionamento. 5. Utilizado quando a empresa alimentícia possui unidade fabril autorizada para produção de alimentos e quer terceirizar produtos que ela produza ou não. Embalagem Reciclada A empresa deve apresentar uma proposta de regulamento técnico. do Distrito Federal ou do Município deve ter ciência desse acordo mediante apresentação do contrato de terceirização ou documento equivalente. Produto sem Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) ou sem Regulamento Técnico (RT): A empresa interessada deve apresentar uma proposta de PIQ ou RT.7.2. os produtos importados na embalagem original e prontos para oferta ao consumidor passam a ser registrados de acordo com a legislação específica. previstos neste Regulamento. 6.gov. 6.2. legislação sobre o assunto em outros países ou atender às exigências das diretrizes de avaliação de risco e segurança estabelecidas em regulamento técnico específico.

emitir parecer conclusivo no campo específico do Formulário de Petição (FP2) e quando: aprovado. produtos registrados e dispensados de registro. a data de início de fabricação dos produtos dispensados de registro.2.3. 7. modificações. bem como das empresas inspecionadas. nesse caso. e arquivamento do processo. não cabe exigência para complementação dos documentos obrigatórios discriminados no Anexo III. datar e assinar. de Vigilância Sanitária do Estado. em todo território nacional. indicando o parecer conclusivo.2. por irregularidade ou por erro de publicação.2. o prazo estabelecido para o cumprimento da exigência é de 30 (trinta) dias a partir da ciência do interessado.4.gov.2.1.2.6. 6. implicará no indeferimento da petição. 6.U. 7. 7. com as devidas justificativas. Validade do registro O registro dos produtos é válido por 05 (cinco) anos. 7.7. deferir ou indeferir. manter os Estados atualizados com Cadastro de empresas. No último caso.2. 6. as Resoluções.2. tais como certidões.guahyba@agricultura. sem ônus.1. datar e assinar. indeferido e publicado no D. antes da data do seu vencimento. Os documentos exigidos para os demais procedimentos administrativos. constam do Anexo III. Disposições gerais 7. indicando toda a legislação pertinente.3. 6.U.1. as que foram inspecionadas.U. analisar o processo de pedido de registro do produto. as empresas produtoras e importadoras de produtos pertinentes à área de alimentos devem manter atualizadas as fórmulas dos produtos dispensados de registro. 6. as Portarias e outros instrumentos legais pertinentes ao produto. Formulação de exigência: 7. inclusive os de rotulagem. mediante a apresentação dos documentos constantes no Anexo III. informar à autoridade sanitária. o não cumprimento da exigência no prazo estabelecido. tais como. 7. com identificação do técnico que procedeu a análise.1. informar à ANVS. sempre que solicitado. as solicitações de registro previamente analisadas. 7. Compete à Agência Nacional de Vigilância Sanitária: Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 6. 6.2. publicação no D.3.3.4. pode-se iniciar a comercialização dos produtos.2.br Página 18 de 115 .2. indicando as categorias..3. cancelar o registro do produto a pedido. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. identificando o técnico responsável. do Distrito Federal ou do Município que proceda a coleta de amostra dos mesmos.1. 6.O. declarações e outros. Ministério da Agricultura. é suficiente para comprovar a concessão do registro pelo órgão competente do Ministério da Saúde. do Distrito Federal ou do Município: 6. estando disponíveis à autoridade sanitária. dispensando a emissão posterior de quaisquer documentos que impliquem na repetição do ato. A publicação do registro dos produtos do Anexo II. visando a Análise de Controle. por meio de relatórios gerenciais mensais a relação das empresas que solicitaram inspeção.3. mencionar o(s) motivo(s) no(s) qual(ais) se baseou (inclusive citando as legislações). indeferido. 6. A partir. Compete ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado. no D.O.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. a formulação de exigência deve ser efetuada de forma clara e precisa. marcas e tipos de embalagens. sendo o processo. num prazo máximo de até 10 (dez) dias. citar o(s) regulamento(s) no(s) qual(ais) se baseou a análise. cancelamento e renovação que a empresa detentora do produto deseja efetuar. 7. A revalidação do registro deve ser solicitada no prazo de até 60 (sessenta) dias. de então. bem como.O. 6.3. produtos. cabe republicação. inspecionar as unidades fabris para verificar o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação.4.3.1.2.2. observando os Regulamentos Técnicos.2.

até o término do estoque de embalagem ou até a data de vencimento do registro. Tabelas 01 . As empresas. Os pedidos de registro e demais procedimentos administrativos para os produtos que passam a ser dispensados de registro.1.procedimentos administrativos 02 .2. 7. 7. Anexos I . as unidades regionais e municipais poderão protocolizar os documentos referentes ao registro de alimentos e emitir o Alvará Sanitário. 8.2.br . do Distrito Federal ou do Município. fax ou outros). Quando as modificações ocorrerem em função de atualização de legislação específica.formulário de petição 1 (FP1) VI .1. no protocolo da ANVS ou na GerênciaGeral de Alimentos. As informações sobre andamento de processo devem ser obtidas no órgão onde foi protocolizado o processo.abreviaturas padronizadas Página 19 de 115 Ministério da Agricultura. mudança de razão social.instruções de preenchimento do FP2 X . por meio de documentação oficial (carta. Relação dos anexos e tabelas 9.formulário de petição 2 (FP2) VII .instruções de preenchimento do FP1 IX .produtos com obrigatoriedade de registro III . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. A empresa deve comunicar ao órgão de Vigilância Sanitária do Estado. desde que efetuadas dentro do prazo de adequação estabelecido pelo novo Regulamento Técnico. nem necessidade de protocolizar essa modificação no órgão de Vigilância Sanitária do Estado.gov. 7.guahyba@agricultura. não haverá ônus para a empresa.formulário de comunicação do início de fabricação de produtos dispensados de registro XI .ficha de cadastramento de empresas (FCE) V . 9.5.unidades de medida 03 . Nas situações em que o Estado já tenha implantado a descentralização de suas ações. que detêm o número de registro de produtos que de acordo com esta Resolução passam a ser dispensados. que estejam em andamento na data de entrada em vigência deste ReguElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 lamento. A responsabilidade dessa adequação é exclusiva da empresa.1.instruções de preenchimento do formulário de comunicação do início de fabricação de produtos dispensados de registro (frente/verso/anexo) 9. podem. O órgão de Vigilância Sanitária do Estado. 7. incorporação de empresas e encerramento da atividade da empresa. do Distrito Federal ou do Município deve encaminhar a documentação à Agência para proceder as alterações. serão automaticamente cancelados pela autoridade sanitária competente.6. 8. Disposições transitórias 8.produtos dispensados da obrigatoriedade de registro II .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.relação dos documentos exigidos de acordo com o procedimento administrativo IV .7. do Distrito Federal ou do Município. optativamente. ofício. usá-lo na rotulagem de seu respectivo produto.4. as situações de mudança de endereço da unidade fabril.instruções gerais de preenchimento do FP1 e FP2 VIII . ou consulta na Internet no endereço eletrônico da Agência.

mas preci. Organizações e atribuições. Esmentos varejistas do País e alguns dos Territórios. o mais importante consenso internacional (acordo) a respeito de segurança alimentar é o Codex Alimentarius. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Codex Alimentarius da FAO – sa ser aceita pelos países e não im. pelo menos da forma imperativa e coativa como conhecemos as Leis. normatização. Foi enfatizada principalmente a legislação da ANVISA. No âmbito internacional. Ex. Quando pertinente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. Isto porque cada país possui a sua. não existe uma legislação internacional que discipline a questão alimentar para o mundo todo. do Distrito Federal e Federal. Sem dúvida.codexalimentarius. nas mais diversas instâncias. órgão pertencente à WHO – deral. devido à ampla gama de normas existentes. www. o que ocorrem são acordos entre países.jsp www.: Agência tadual e Mualimentos minimamente processaNacional de Vigilância Sanitária nicipal dos.br/qualidade/comites/codex.Food and Agriculture OrganizaInternacional posta como é o caso dos níveis Fe. Estadual e Municipal não foi incluída.Serviço de Inspeção Feinternacional deral) Órgãos de saúde pública dos Casas atacadistas e nos estabeleciEstados. CISPOA e SIM.gov. órgãos normatizadores. bem como da mesma não foi feita a referenciação. 1 Legislação Internacional Na verdade.asp Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 20 de 115 Ministério da Agricultura.net/web/index_es. estudo da legislação. Nível Características Órgão competente Se aplica ao mundo todo.tion.: Como legislação possui características de mutação e/ou inovação.inmetro.br . sempre é bom consultar a legislação em vigência no momento em que há necessidade de se saber sobre alguma questão legal.guahyba@agricultura. World Health Organization Ministério da Agricultura. PecuSe aplica a estabelecimentos que ária e Abastecimento – MAPA realizam comércio interestadual ou Federal (SIF . Estadual e Municipal. Obs. far-se-á a observação acerca da legislação do MAPA. (ANVISA) Secretaria da Agricultura e Abastecimento – SAA (CISPOA Se aplica a estabelecimentos que – Coordenadoria de Inspeção Estadual realizam comércio intermunicipal Sanitária dos Produtos de Origem Animal) Se aplica a estabelecimentos que Secretaria da Agricultura Municomercializem seus produtos dentro cipal (SIM – Serviço de InspeMunicipal do município no qual estão inseridos ção Municipal) A legislação completa das esferas Federal.

Câmara dos Deputados e Assembléias Estaduais. A Carta Magna de 1988 apresentava as seguintes principais características (CF/88): . Superior Tribunal de Justiça. Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. Tribunais e Juízes Militares. Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais.br . Uma lei inicia-se com a apresentação de um projeto à Câmara dos Deputados ou ao Senado Federal. 2 Legislação Federal Em novembro de 1986. o Executivo e o Judiciário (CF/88). independentes e harmônicos entre si. . Ex.órgão máximo de decisão de cada Casa -.assistencialismo social.br Título IV – da organização dos Poderes Capítulo I – do Poder Legislativo Seção I – do Congresso Nacional Seção II – das atribuições do Congresso Nacional Seção III .Poder Legislativo: Câmara dos Deputados Federais e Senado Federal (Congresso Nacional). . . Tribunais e Juízes do Trabalho. os Tribunais e Juízes Eleitorais. destinado ao debate político.Poder Executivo: Presidência e Vice-presidência da República e Ministérios de Estado.amplo intervencionismo estatal.sistema presidencialista. o qual seria. 2. Assembléia Constituinte. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. à discussão e à aprovação das leis.guahyba@agricultura. Podem apresentar projetos.Poder Judiciário: Supremo Tribunal Federal. ampliando os direitos dos trabalhadores.2. que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. aprovada em 1988.gov.consolidação dos princípios democráticos e defesa dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.1 Câmara dos Deputados Federais . com o Presidente eleito por quatro anos. o Supremo Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 21 de 115 Ministério da Agricultura. cabendo às suas comissões apreciá-lo antes de sua apresentação ao Plenário .camara. outras propostas legislativas de competência da União e outras de sua exclusiva competência. por voto popular direto e eleição em dois turnos. o Legislativo.www. 2. Sua função é votar o Orçamento. 2º São Poderes da União. .da Câmara dos Deputados O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional. . membros ou comissões da Câmara dos Deputados. com o PMDB elegendo a maioria dos Governadores e tornando-se majoritário no Congresso Nacional. o Presidente da República. Senado Federal. também.: MAPA. encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . .2 Congresso Nacional Composto pela Câmara dos Deputados Federais e o Senado Federal.ampliação da autonomia administrativa e financeira dos Estados da Federação. Art.gov. realizaram-se eleições simultâneas para Governador.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Tribunal Federal, os Tribunais Superiores, o Procurador-Geral da República, cidadãos e grupos organizados, observadas as normas constitucionais. Após a aprovação pelas duas Casas, o projeto é enviado à sanção do Presidente da República. Transformado em lei, é publicado no Diário Oficial da União e entra em vigor na data especificada. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo, eleitos em cada Estado e no Distrito Federal. Hoje são 513 deputados. Pela Constituição, é competência privativa da Câmara autorizar a instauração de processo contra o Presidente e o VicePresidente da República e os Ministros de Estados. Ao Senado compete processá-los e julgá-los. O processo legislativo e o funcionamento da Câmara dos Deputados são estabelecidos pelo Regimento Interno. 2.2.2 Senado Federal - www.senado.gov.br Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes Capítulo I – do poder legislativo Seção IV – do Senado Federal Todos, Senadores da República, forjaram a solidez necessária e imprescindível à redemocratização e à restauração do Governo civil no Brasil, refletida sabiamente nas palavras do Senador José Sarney, Presidente do Congresso Nacional, em discurso proferido na abertura da 50ª Legislatura do Congresso Nacional, em 12 de fevereiro de 1995: “O Congresso nunca faltou ao Brasil. Aqui nasceu o País. Aqui construímos nossas instituições. Nenhum Poder sofreu mais, no curso da nossa História... Nunca ninguém pensou em fechar o Executivo, mas fomos fechados e dissolvidos em 1823, 1889, 1891, 1930, 1937, 1968 e 1977... A vulnerabilidade do Parlamento decorre do fato de ser, esta, a Casa política por excelência, e o conflito é a marca inarredável da política e da liberdade de crítica... Transparência, moralidade, eficiência, trabalho... Sem Parlamento não há democracia, sem democracia não há liberdade, e sem liberdade o homem é apenas um sobrevivente... O Congresso é a Casa do debate, da controvérsia, das idéias, das posições. Desse debate floresce a democracia e surgem as soluções... Este Congresso será desafiado a promover uma mudança que recoloque o Brasil em sintonia com profundas transformações registradas no mundo, nos últimos anos.” 2.3 Presidência da República - www.presidencia.gov.br Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes Capítulo II – do poder executivo Seção I – do Presidente e do Vice-Presidente da República Seção II – das atribuições do Presidente da República Seção III – da responsabilidade do Presidente da República Seção IV – dos Ministros de Estado. 2.4 Hierarquia de Leis Surge a hierarquia quando em relação a uma mesma matéria, há várias normas. Constituição de 1988 Título IV – da organização dos Poderes
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 22 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Capítulo I – do poder legislativo Seção VIII – do processo legislativo Subseção III – das Leis. Constituição Federal → Lei → Lei Complementar → Decreto → Decreto Lei → Medidas Provisórias → Portarias → Instruções → Instruções Normativas → Instruções Especiais → Normas de Execução 2.5 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Título III - da organização do Estado Capítulo II - da União Art. 23. É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VIII - fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar; Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta, especialmente: I - os instrumentos creditícios e fiscais; II - os preços compatíveis com os custos de produção e a garantia de comercialização; III - o incentivo à pesquisa e à tecnologia; IV - a assistência técnica e extensão rural; V - o seguro agrícola; VI - o cooperativismo; VII - a eletrificação rural e irrigação; VIII - a habitação para o trabalhador rural. §1º - Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agro-industriais, agropecuárias, pesqueiras e florestais. Capítulo VII - da Administração Pública Seção III - dos impostos da União Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: I - importação de produtos estrangeiros; II - exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados; III - renda e proventos de qualquer natureza; IV - produtos industrializados; V - operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários; VI - propriedade territorial rural; § 3º - O imposto previsto no inciso IV: III - não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior (CF/88, grifo nosso). De acordo com Mukai (2002), o art. 23 veio, pela primeira vez na história do constitucionalismo brasileiro, contemplar, a título geral, o que denominou de competência comum (da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios).
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 23 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Verifica-se que, com este tipo de competência, desejou o constituinte que fosse ele instrumental de ordem constitucional destinado a dar efetividade ao federalismo cooperativo, posto que o parágrafo único do art. 23 reza que “lei complementar fixará normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional”. Pode-se aqui também verificar que foi intenção do constituinte dispor atribuições de ordem administrativa, pois não se utilizou da expressão “legislativa”. Entretanto, cabe aqui observação: pelo princípio da legalidade, antes de se atuar, há que se legislar. A exigência de lei complementar não impede que este tipo de competência seja plenamente exercida, não obstante ela inexistir até o momento (pasmem!). Não cabe aqui falar em exercício do poder de polícia, em autuações, em aplicações de multas e penalidades. Neste tipo de competência, de acordo com o vetor disposto no parágrafo único do art. 23, só cabe a atuação compartida, ou seja, em termos de cooperação. Portanto, aqui se trata de resolver questões de administração, no sentido de solucionar, com recursos financeiros e pessoal. Não pode haver atuação a título de exercício do poder de polícia, posto que este tipo de competência só cabe no âmbito privativo de cada ente federativo. 2.6 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

Toda a legislação de que trata este subcapítulo pode ser facilmente obtida no sítio na Internet do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA): www.agricultura.gov.br, clicando em Legislação e após em SISLEGIS - Sistema de Legislação Agrícola Federal ou então acessando diretamente o endereço http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis. Missão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: Formular e implementar as políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando os aspectos de mercado, tecnológicos, organizacionais e ambientais, para o atendimento dos consumidores do País e do exterior, promovendo a segurança alimentar, a geração de renda e emprego, a redução das desigualdades e a inclusão social. Ministério da Agricultura, uma parceria histórica com o agronegócio Estimular o aumento da produção agropecuária e o desenvolvimento do agronegócio, com o objetivo de atender o consumo interno e formar excedentes para exportação. Essa é a missão institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que tem como conseqüência a geração de emprego e renda, a promoção da segurança alimentar, a inclusão social e a redução das desigualdades sociais. Para cumprir sua missão, o MAPA formula e executa políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando aspectos mercadológicos, tecnológicos, científicos, organizacionais e ambientais, para atendimento dos consumidores brasileiros e do mercado internacional. A atuação do ministério baseia-se na busca de sanidade animal e
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 24 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

da modernização da política agrícola.1 História do MAPA O Ministério da Agricultura. do incentivo às exportações. passando a integrar a estrutura formal do Gabinete do 2º Império. avicultura. informação agrícola. assistência técnica e extensão rural. quando da promulgação do Decreto Imperial nº1067 de 28 de julho de 1860. Uma das inovações da atual gestão do Mapa foi a criação de câmaras setoriais das diversas cadeias produtivas do agronegócio (carne.8. no cenário nacional. Pelo Decreto nº19. vegetal.142 de 2 de novembro de 1892.501. açúcar e álcool. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. de 12. defesa sanitária (animal e vegetal). a Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg) e a Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa/MG) – também executam as políticas públicas voltados ao agronegócio. fruticultura. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).guahyba@agricultura.gov. Sua criação se fez por meio da reorganização da estrutura vigente. com fulcro no disposto no Decreto nº1. lhe foram Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 25 de 115 Ministério da Agricultura. comercialização e abastecimento agropecuário. de direito. A estrutura organizacional da Secretaria dos Negócios da Agricultura perdurou por 32 anos. quando na década de 1980. no início do Regime Republicano. armazenagem e indicadores de preços mínimos). ainda. agrometeorologia. sendo lhe atribuído. Em síntese. as competências e a estrutura organizacional do Ministério da Agricultura permaneceram inalteradas por 50 anos. eletrificação rural. produção e fomento agropecuário. bem como seu quadro de pessoal foi arregimentado das diversas Secretarias de Estado.1909 foi recriada a Pasta da Agricultura incorporando. nem tampouco no crescimento das despesas com seu pagamento.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. as competências e atividades ligadas a Indústria e ao Comércio.6. da Repartição Geral das Terras Públicas e da Diretoria Geral dos Correios. cooperativismo e associativismo rural. a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). sob a designação de Ministério da Agricultura. comercialização. 2. da organização da cadeia produtiva do agronegócio. não implicando no aumento do quantitativo geral do pessoal. originalmente denominado Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura. Viação e Obras Públicas. de 3 de dezembro de 1930. Viação e Obras Públicas vigorou por 17 anos.448. leite. passou o Ministério da Agricultura a compor a estrutura governamental da República. Pelo disposto em referido diploma legal os assuntos da Agricultura ficaram obscuramente afetos à 2ª Secção da 3ª Diretoria daquele Ministério. classificação e inspeção de produtos de origem animal e vegetal. Indústria e Comércio. a Companhia de Entrepostos e Armazéns de São Paulo (Ceagesp). o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Elas reúnem representantes do governo e do setor privado para debater e propor políticas públicas para o agronegócio brasileiro. As Delegacias Federais de Agricultura e as empresas vinculadas ao ministério – Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A infra-estrutura básica do MAPA é formada pelas áreas de política agrícola (produção. entre outras). do uso sustentável dos recursos naturais e do bem-estar social. a proeminência político-econômico devidas. foi extinta e suas atribuições absorvidas pelo Ministério da Indústria. mercado. Comércio e Obras Públicas. quando da edição do Decreto nº7. foi criado no século XIX por decisão da Assembléia Legislativa. abastecimento.br . pesquisa tecnológica. A subordinação ao Ministério da Indústria. incorporando atribuições e competências afetas à outras pastas. fiscalização dos insumos agropecuários. quando então.

acrescidas daquelas relacionadas às ações de coordenação política e à execução da reforma agrária e dos assuntos de irrigação. depois convertida na Lei nº10. Pecuária e Abastecimento. fica mantida a denominação e a estrutura organizacional do Ministério da Agricultura. convertida na Lei nº8. de 28 de maio deste mesmo ano. preparados.guahyba@agricultura. a denominação e a estrutura organizacional da Pasta da Agricultura foram sendo adequadas. 2º . os assuntos relativos aos recursos pesqueiros. até então afetas ao Ministério da Indústria e Comércio. em clara demonstração da importância deste segmento inclusive pelo destaque do agronegócio de carnes no mercado brasileiro. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 26 de 115 Ministério da Agricultura. bem como no mercado global.6. seus produtos e subprodutos e matérias primas. Art. e) Medida Provisória 2216-37 de 31 de agosto de 2001 incorpora em seu nome a designação pecuária. açúcar e álcool e ao planejamento e exercício da ação governamental nas atividades do setor agro-industrial canavieiro. em razão das competências que lhe foram sendo ou não conferidas. c) o leite e seus derivados d) o ovo e seus derivados. tendo em vista a Balança Comercial do País. Quando da edição da Medida Provisória nº103 de 1º de janeiro de 2003. depositados e em trânsito.br .028 de 12 de abril de 1990 que dispôs sobre a “reorganização e funcionamento dos órgãos da Presidência da República e dos Ministérios”.2 Lei Federal n°1283/1950: Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) O Presidente da República: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. em que passa a ser denominado de Ministério da Agricultura. Abastecimento e Reforma Agrária.683. de todos os produtos de origem animal. que incorporou os assuntos de abastecimento. de política agrícola e de desenvolvimento rural. b) o pescado e seus derivados. por haver sido redistribuídos os assuntos relacionados à condução e execução da política de reforma agrária. a exceção do abastecimento.gov.649 de 27 de maio de 1998. passando a ser denominado Ministério da Agricultura. À época incorpora. sendo-lhe no entanto retirados os assuntos relacionados aos assuntos pesqueiros. Após 1990. d) Medida Provisória 1911-8 de 29 de julho de 1999: incorpora na área de competência do Ministério os assuntos relativos à política do café. 2.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 1º . transformados manipulados. Esta Medida Provisória é convertida na Lei nº9.São sujeitos à fiscalização prevista nesta lei: a) os animais destinados à matança. comestíveis e não comestíveis. mantidos os assuntos atribuídos na lei acima referenciada. excluídas da competência os assuntos relativos à reforma agrária e aos recursos florestais e pesqueiro. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. c) Medida Provisória 1450 de 10 de maio de 1996: assume a denominação de Ministério da Agricultura e do Abastecimento. sejam ou não adicionados de produtos vegetais. novamente. recebidos acondicionados. Pecuária e Abastecimento. foi criada uma nova Pasta da Agricultura a qual foram outorgadas as tradicionais atribuições. Posteriormente em 15 de março de 1990 com a promulgação da Medida Provisória 150. b) Lei nº8490 de 14 de novembro de 1992. sob o ponto de vista industrial e sanitário. a saber: a) Lei nº8344 de 21 de dezembro de 1991.É estabelecida a obrigatoriedade de prévia fiscalização.

9º .O Poder Executivo da União baixará. b) nos entrepostos de recebimento e distribuição do pescado e nas fábricas que o industrializem. f) a inspeção e reinspeção de todos os produtos. i) as penalidades a serem aplicadas por infrações cometidas. conservam ou acondicionam produtos de origem animal.Incumbe privativamente ao órgão competente do Ministério da Agricultura. recebem. nos portos marítimos e fluviais e nos postos de fronteiras. e) o mel e cera de abelha e seus derivados. de modo geral. Art. 7º . 4º . armazenam. como também para as respectivas transferências de propriedade. f) nas propriedades rurais. de que trata esta Lei. refrigeração e desnatagem do leite ou de recebimento. Art. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. h) o registro de rótulos e marcas. 5º . c) nas usinas de beneficiamento do leite¸ nas fábricas de laticínios.Se qualquer dos Estados e Territórios. 3º .gov. mediante acordo com os Governos interessados. 8º . manipulam.br . § 1º . e) a inspeção “ante” e “post mortem” dos animais destinados à matança. de 23 de novembro de 1989) Art. 6º .(modificado pela Lei Federal nº7. Art. sob qualquer forma para o consumo. que será exercida por um único órgão. Art.889. não dispuser do aparelhamento ou organização para a eficiente realização da fiscalização dos estabelecimentos nos termos da alínea b do artigo anterior.889.É expressamente proibida em todo o território nacional. 4º citado. g) a fixação dos tipos e padrões e aprovação de fórmulas de produtos de origem animal. Parágrafo único . d) as obrigações dos proprietários. na forma que for determinada para a fiscalização dos estabelecimentos incluídos na alínea a do mesmo artigo. c) a higiene dos estabelecimentos. contados a partir da data da publicação desta lei. para os fins desta lei. de 23 de novembro de 1989) Art.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 27 de 115 Ministério da Agricultura. Art. nos postos de recebimento. a inspeção sanitária dos produtos e subprodutos e matérias primas de origem animal. a duplicidade de fiscalização industrial e sanitária em qualquer estabelecimento industrial ou entreposto de produtos de origem animal. dentro do prazo máximo de cento e oitenta dias (180).A regulamentação de que trata este dispositivo abrangerá: a) a classificação dos estabelecimentos.guahyba@agricultura. isenta o estabelecimento industrial ou entreposto de fiscalização estadual ou municipal. b) as condições e exigências para registro e relacionamento.(modificado pela Lei Federal nº7. responsáveis ou seus prepostos. subprodutos e matérias primas de origem animal durante as diferentes fases da industrialização e transporte. g) nas casas atacadistas e nos estabelecimentos varejistas. far-se-á: a) nos estabelecimentos industriais especializados e nas propriedades rurais e com instalações adequadas para a matança de animais e o seu preparo ou industrialização. d) nos entrepostos de ovos e nas fábricas de produtos derivados. os serviços respectivos poderão ser realizados pelo Ministério da Agricultura.A concessão de fiscalização do Ministério da Agricultura. sempre que se destinarem ao comércio internacional ou interestadual. refrigeração e manipulação dos seus derivados e nos respectivos entrepostos.A fiscalização. o regulamento ou regulamentos e atos complementares sobre a inspeção industrial e sanitária dos estabelecimentos referidos na alínea a do Art. e) nos entrepostos que.

j) a inspeção e reinspeção de produtos e subprodutos.br . destinados ao comércio interestadual que puderem ser fiscalizados nos centros de produção ou nos pontos de embarque. poderão legislar supletivamente sobre a mesma matéria. de que cogitam os arts. Art.Capítulo II . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. ou às dependências que lhe estiverem subordinadas. antes de serem dados ao consumo público.Estabelecimentos de pescados e derivados . 10 . de que tratam as alíneas c e d do Art. Os Estados. expedir o regulamento ou regulamentos e demais atos complementares para a inspeção e reinspeção sanitária dos estabelecimentos mencionados na alínea b do Art.Ao Poder Executivo da União cabe também expedir o regulamento e demais atos complementares para fiscalização sanitária dos estabelecimentos. Art.Enquanto não for baixada a regulamentação estabelecida neste artigo.Capítulo I . 9º. nos portos marítimos e fluviais e postos de fronteiras. 13 . a que o mesmo se refere. Art. serão inspecionados em entrepostos ou outros estabelecimentos localizados nos centros consumidores. na forma que for estabelecida na regulamentação prevista no Art. Parágrafo único . não poderão colidir com a regulamentação de que cogita o artigo anterior. que se tornarem necessários para maior eficiência dos trabalhos de fiscalização sanitária. Pedro Calmon. indicados nas alíneas a e b do Art. dos Territórios e do Distrito Federal. 9º mencionado.Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação. revogadas as disposições em contrário. 11 . 15 .Classificação dos Estabelecimentos .Casas Atacadistas Título III .Aos Poderes Executivos dos Estados. de Novaes Filho. 129º da Independência e 62º da República. os Territórios e o Distrito Federal.A falta dos regulamentos previstos neste artigo.4º desta lei. 14 . continua em vigor a existente à data desta lei. Título I . Art.Funcionamento dos Estabelecimentos Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 28 de 115 Ministério da Agricultura. poderão ser alteradas no todo ou em parte sempre que a aconselharem a prática e o desenvolvimento da indústria e do comércio de produtos de origem animal. m) quaisquer outros detalhes.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. os quais entretanto. § 2º . EURICO G.Capítulo III . previstos na alínea c do Art. incumbe.Capítulo V . 4º citado. k) as análises de laboratórios. 10º e 12º desta lei. a fiscalização sanitária dos estabelecimentos. 4º desta lei.Estabelecimentos de leite e derivados . 12 .As regulamentações. Art. 18 de dezembro de 1950.Estabelecimentos de carnes e derivados . 2º desta lei.gov. os resultados das análises fiscais que realizarem. DUTRA A. se das mesmas resultar apreensão ou condenação dos produtos e subprodutos. no que lhe for aplicável. Art.guahyba@agricultura.Capítulo VI . l) o trânsito de produtos e subprodutos e matérias-primas de origem animal.As autoridades de saúde pública em sua função de policiamento da alimentação.Disposições Preliminares Título II . Rio de Janeiro.Capítulo IV . pela regulamentação referida no artigo 9º da presente lei. comunicarão aos órgãos competentes. reger-se-á.Estabelecimentos de ovos derivados .Os produtos.Estabelecimentos de mel e cera de abelha .

condimentos e outros Título XII .Seção III .Seção IV .Outros Produtos Lácteos .Transferência de Registro e Relacionamento Título V .Matança normal .Gorduras de bovinos B .Cera de abelhas Título XI .Capítulo IV .Seção I . Agentes de Cura e outros Capítulo I .Capítulo I .Seção II .Capítulo VI .Capítulo II .Conservas de ovos TítuloX Título X .Generalidades .Capítulo VII -Pescado e derivados .Seção IV .Coagulantes.Mel . Conservadores.Derivados do pescado .Seção I .Capítulo V .Registro e Relacionamento .Seção II .gov.Subprodutos não comestíveis .Matança .Seção V .Seção III .Registro e Relacionamento de Estabelecimentos .Capítulo II .Margarina .Capítulo IV .Inspeção Industrial e Sanitária do Mel e Cera de Abelha .Seção II .br .Capítulo I .Inspeção Industrial e Sanitária de Carnes e Derivados .Creme .Capítulo II .Conservadores.Equídeos .Matança de emergência .Capítulo II .Embalagem e Rotulagem Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 29 de 115 Ministério da Agricultura.Seção II .Gorduras de suínos C .Capítulo VI .Produtos gordurosos comestíveis A .Capítulo I .Inspeção Industrial e Sanitária do Leite e Derivados .Leite em natureza .Pescado .Suínos .Seção VI .Triparia .Conservas .Capítulo V .Graxaria .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Capítulo II .Obrigações das Firmas Título VII . Título IV .Higiene dos Estabelecimentos Título VI .Ovos em natureza .Inspeção Industrial e Sanitária dos Ovos e Derivados .Capítulo III -Manteiga .Bovídeos .Capítulo II .Inspeção "post-mortem" .Seção III .Disposições diversas .guahyba@agricultura.Capítulo VII .Capítulo I .Queijos .Inspeção de leite e seus derivados TítuloIX Título IX . corantes.Aves e pequenos Animais .Compostos .Inspeção "ante-mortem" .Produtos gordurosos não comestíveis .Seção I .Coagulantes .Capítulo I .Leites desidratados .Capítulo III .Produtos não comestíveis do pescado TítuloVIII Título VIII .Ovinos e caprinos .Capítulo V . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Seção I .Generalidades .

apreensão ou condenação das matérias-primas. Art. § 3º Se a interdição não for levantada nos termos do parágrafo anterior. 23. 2º Sem prejuízo da responsabilidade penal cabível. a União poderá contratar especialistas. quando a infração consistir na adulteração ou falsificação habitual do produto ou se verificar.suspensão de atividade que cause risco ou ameaça de natureza higiênico-sanitária ou no caso de embaraço à ação fiscalizadora.Seção III . § 2º A interdição de que trata o inciso V poderá ser levantada. produtos.Embalagem .advertência. III . subprodutos. mediante inspeção técnica realizada pela autoridade competente. do estabelecimento.Rotulagem em geral . a inexistência de condições higiênico-sanitárias adequadas.Trânsito de Produtos de Origem Animal Título XV .gov. da Constituição.Carimbo de inspeção e seu uso . 3º Nos casos de emergência em que ocorra risco à saúde ou ao abastecimento público. nos casos de artifício. de 23 de novembro de 1989 Dispõe sobre inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. após o atendimento das exigências que motivaram a sanção. 62 da Constituição Federal. . quando não apresentarem condições higiênicosanitárias adequadas ao fim a que se destinam.Exame de Laboratório Título XVI . ardil. II . de até 25. e derivados de origem animal. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. de 1989. NELSON CARNEIRO.Seção IV . nos termos do art. para os efeitos do disposto no parágrafo único do art. 37 inciso IX da Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 30 de 115 Ministério da Agricultura. quando o infrator for primário e não tiver agido com dolo ou máfé. do Distrito Federal e dos Municípios.Reinspeção Industrial e Sanitária dos Produtos Título XIV .Rotulagem . embaraço ou resistência a ação fiscal. isolada ou cumulativamente. que o Congresso Nacional aprovou. promulgo a seguinte Lei: Art. Presidente do Senado Federal.multa.Disposições Gerais e Transitórias (Publicado no DOU de 19-12-50) Lei Federal nº7. decorridos doze meses.Capítulo I . de que trata a Lei nº 1.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.283. V . além das circunstâncias atenuantes ou agravantes. é da competência da União. de 1950). 7º da Lei nº 1. ou forem adulteradas. a situação econômico-financeira do infrator e os meios ao seu alcance para cumprir a Lei.Seção II . dos Estados.br . e eu. simulação.Capítulo II . levando-se em conta.Infrações e Penalidades Título XVII .Registro de rótulo Título XIII . § 1º As multas previstas neste artigo serão agravadas até o grau máximo. 1º A prévia inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. e dá outras providências.889. será cancelado o registro (art. de 18 de dezembro de 1950.Seção I .BTN. nos casos não compreendidos no inciso anterior. Faço saber que o Presidente da República adotou a Medida Provisória nº94. nos termos do art.interdição. Art.guahyba@agricultura.000 Bônus do Tesouro Nacional . desacato. as seguintes sanções: I . a infração à legislação referente aos produtos de origem animal acarretará.283.Rotulagem em particular . inciso II. IV . total ou parcial.

circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 31 de 115 Ministério da Agricultura. que dispõe sobre a produção.066. 6º. a classificação..678. nos estabelecimentos de que trata a alínea anterior que trata a alínea anterior que façam comércio intermunicipal. NELSON CARNEIRO (grifo nosso) 2. a produção e a fiscalização de bebidas Atualmente. Senado Federal. que fixará a remuneração dos contratados em níveis compatíveis com o mercado de trabalho e dentro dos recursos orçamentários disponíveis. nos estabelecimentos de que trata a alínea a desde artigo que façam apenas comércio municipal. de 12 de abril de 1934). circulação e comercialização do vinho e derivados da uva e do vinho. .275.114. . por tempo não superior a seis meses. no tocante à alimentos de origem vegetal. circulação e comercialização do vinho e derivados do vinho e da uva. é importante frisar que existe todo um trabalho em torno da Defesa Sanitária Vegetal exercido por esta Instituição (Decreto n°24. de 8 de novembro de 1988: dispõe sobre a produção. Art.Lei nº10.3 Decreto n°2314/1997: dispõe sobre a padronização. do art. de 3 de dezembro de 1971. do Distrito Federal e dos Territórios. da República. de 08 de março de 1990: regulamenta a Lei n°7. d.760. para atender os serviços de inspeção prévia e de fiscalização.Decreto nº4. de 12 de novembro de 2004: altera dispositivos da Lei n°7. d) os órgãos de saúde pública dos Estados. e. b. . o MAPA somente fiscaliza bebidas alcoólicas e não-alcoólicas. o registro.970. nos estabelecimentos mencionados nas alíneas a. que dispõe sobre a padronização.guahyba@agricultura. de 4 de setembro de 1997. b) as Secretarias de Agricultura dos Estados. e dá outras providências. No entanto. 3º. a produção e a fiscalização de bebidas. c) as Secretarias ou Departamentos de Agricultura dos Municípios. Revogam-se as Leis nº 5..Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.851. na forma do art. que façam comércio interestadual ou internacional. de 2 de outubro de 2003: altera dispositivos do Regulamento aprovado pelo Decreto n°2. e demais disposições em contrário. 4º Os arts. do Distrito Federal e dos Territórios. Art. 4º São competentes para realizar a fiscalização de que trata esta Lei: a) o Ministério da Agricultura. e f.314. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. e dá outras providências. de 1º de dezembro de 1975. Parágrafo único... 23 de novembro de 1989.Lei nº7. sem que esteja previamente registrado no órgão competente para a fiscalização da sua atividade. da Independência e 101º. a inspeção. o registro. 4º e 7º da Lei nº 1283. nº6.” Art. c.gov. nos estabelecimentos de que trata a alínea g do mesmo art. de 1950. Parágrafo único. 168º. a vigorar com a seguinte redação: “Art.. a inspeção.Decreto n° 99. 4º. . Constituição.678.678. que dispõe sobre a produção. passam. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. de 8 de novembro de 1988.br . 3º. 7º Nenhum estabelecimento industrial ou entreposto de produtos de origem animal poderá funcionar no País. de 8 de novembro de 1988.” “Art.6. A contratação será autorizada pelo Presidente da República. a classificação.

houve uma diluição do papel da administração pública como fornecedor exclusivo ou principal de serviços públicos e. inclusive dos ambientes.Transparência . As justificativas do Governo Federal para criar as agências reguladoras são decorrentes de exigências sociais e políticas.gov. atuando preferencialmente no gerenciamento de recursos e na função de controle. MISSÃO “Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso”. dos processos. É uma autarquia sob regime especial. sendo que este relacionamento é regulado por Contrato de Gestão. a Agência está vinculada ao Ministério da Saúde.Conhecimento como fonte da ação .7 Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Toda a legislação de que trata este subcapítulo pode ser facilmente obtida no sítio na Internet da ANVISA: www.B . Na estrutura da Administração Pública Federal. ocupando um espaço diferenciado e legitimado pela população. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi criada pela Lei nº9. um processo. aeroportos e fronteiras e a interlocução junto ao Ministério das Relações Exteriores e instituições estrangeiras para tratar de assuntos internacionais na área de vigilância sanitária.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. a Agência exerce o controle de portos. A finalidade institucional da Agência é promover a proteção da saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. ou seja. uma agência reguladora caracterizada pela independência administrativa.: (61) 448-1000 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 32 de 115 Ministério da Agricultura.Cooperação . dos insumos e das tecnologias a eles relacionados. Além disso.Edifício Ômega Cidade: Brasília -DF CEP: 70.anvisa. simultaneamente. ainda em curso.guahyba@agricultura. clicando em Legislação. A gestão da Anvisa é responsabilidade de uma Diretoria Colegiada.770-502 Tel.782.gov. de regular atividades produtivas de interesse público mediante o estímulo à competição e à inovação. como reguladora e promotora do bem-estar social”.br . de 26 de janeiro de 1999. VALORES . estabilidade de seus dirigentes durante o período de mandato e autonomia financeira. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Localização da Agência: Unidade 1 Endereço: SEPN 515. 2.Responsabilização VISÃO “Ser agente da transformação do sistema descentralizado de vigilância sanitária em uma rede.br. Em função desta situação. Bl. composta por cinco membros.

A Anvisa. inspeção sanitária em estabelecimentos alimentares e análise fiscal de alimentos expostos ao consumo. 2.gov. Unidade 2 Endereço: SEPN 511 Bloco A . Bittar II Cidade: Brasília . os Centros de Vigilância Sanitária Estaduais. os órgãos competentes adotam as medidas legais pertinentes para prevenir possíveis danos à saúde da população. bem como as medidas de intervenção adotadas em decorrência das irregularidades encontradas nos produtos alimentícios e estabelecimentos industriais.DF CEP: 70.1 Ações fiscais realizadas pelos órgãos de vigilância sanitária Os órgãos de vigilância sanitária (Visa) dos estados e do Distrito Federal. A legislação sanitária federal regulamenta essas medidas em caráter geral.7. o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). divulga as ações efetuadas. no exercício de suas atribuições legais. portanto. realizam ações fiscais como. impedindo a circulação do produto e ou interrompendo seu processo de fabricação. com o objetivo de averiguar se as condições sanitárias das unidades fabris e dos alimentos estão em conformidade com os regulamentos legais e. de 21 de outubro de 2002: essa Resolução foi desenvolvida com o propósito de atualizar a legislação geral. é ato normativo complementar à Portaria SVS/MS nº326/97. a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Portanto. em relação às ações de vigilância sanitária.7. o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS). reconhecendo a importância dessas ações e com o intuito de ampliar os canais de divulgação das mesmas e proporcionar um intercâmbio entre os órgãos congêneres. aplicável a todo o tipo de indústria de alimentos e específico. do Distrito Federal e Municipais (VISAS).br . e os Conselhos Estaduais.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.7.2. além de promover a harmonização das ações de inspeção sanitária por meio de instrumento genérico de verificação das BPF. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 33 de 115 Ministério da Agricultura. Distrital e Municipais de Saúde. voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos. não acarretam riscos à saúde da população que deles se utilizam.Ed. introduzindo o controle contínuo das BPFs e os Procedimentos Operacionais Padronizados. 2.1 Legislação geral . os Laboratórios Centraisde Saúde Pública (LACENS).750-541 Tel.RDC nº275.SNVS a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.: (61) 448-6000 Disque Saúde: 0800 61 1997 Disque Medicamentos: 0800 644 0644 Fazem parte do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária .2 Legislação de Boas Práticas de Fabricação As Boas Práticas de Fabricação (BPFs) abrangem um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos produtos alimentícios com os regulamentos técnicos.guahyba@agricultura. Quando identificam irregularidades sanitárias.

sobre as diretrizes gerais para o estabelecimento de Boas Práticas de Produção e Prestação de Serviços na área de alimentos.2. ovos e derivados para fabricação de gelados comestíveis. .RDC nº18. de 26 de novembro de 1993: precursora na regulamentação desse tema. de 23 de dezembro de 2002: regulamento que complementa a legislação geral incorporando as medidas específicas que devem ser adotadas a fim de garantir a qualidade sanitária e a conformidade das frutas e hortaliças em conserva com os regulamentos técnicos específicos. essa Resolução congrega em um único ato requisitos higiênico-sanitários gerais e específicos a serem observados no beneficiamento desse alimento.7. entre outras matérias.gov.guahyba@agricultura. houve a necessidade de complementar a legislação aplicada ao setor produtivo de palmito em conserva. . e harmonizada no Mercosul. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 34 de 115 Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. a obrigatoriedade da pasteurização das misturas à base de leite. ainda.Portaria SVS/MS nº326. de 14 de abril de 2003: considerando as alterações promovidas pela RDC nº275/02. incluindo requisitos para produção. . que determina a implementação de Procedimentos Operacionais Padronizados nas etapas de acidificação e do tratamento térmico. essa Portaria dispõe. congregando critérios relativos às Boas Práticas de Fabricação e requisitos sanitários específicos para o controle do processamento desse alimento. de 30 de julho de 1997: baseada no Código Internacional Recomendado de Práticas: Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos CAC/VOL. especificando as etapas críticas do processo que devem ser documentadas e submetidas a um controle sistemático. . 2. 2 (1985). Ed. . . essa Portaria estabelece os requisitos gerais sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos produtores / industrializadores de alimentos. de 25 de setembro de 2003: legislação que estabelece os procedimentos de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos industrializadores de gelados comestíveis a fim de garantir as condições higiênico-sanitárias do produto final. .428.Portaria MS nº1. A legislação apresenta no anexo um instrumento específico para avaliação das indústrias salineiras. A.br . com ênfase nas medidas de controle destinadas a prevenir ou reduzir o risco de contaminação por aflatoxinas. A alteração foi consubstanciada por meio da publicação dessa Resolução. transporte e exposição à venda.RDC nº28.RDC nº267. de 19 de novembro de 1999: legislação inovadora na área de alimentos por apresentar em seu anexo um instrumento destinado à avaliação dos estabelecimentos industrializadores de palmito em conserva. de 4 de julho de 2003: regulamento que aprova as Boas Práticas de Fabricação e os requisitos sanitários específicos para o processamento de amendoim. Essa Resolução contempla ainda uma lista de verificação das Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos produtores / industrializadores dessa categoria de produtos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. A exemplo do formato adotado para as legislações específicas. consta do Anexo um instrumento de avaliação das BPF aplicável a esse tipo de estabelecimento. Essa resolução institui o instrumento específico aplicável aos estabelecimentos industrializadores de amendoins processados e derivados.RDC nº81.RDC nº352.RDC nº172. de 28 de março de 2000: considerando a importância do sal como alimento selecionado para suplementação de Iodo na dieta da população brasileira. Essa Resolução institui.2 Legislação Específica . incluindo o controle da etapa de iodação. do Codex Alimentarius. dentre outros.

3 Legislação de Boas Práticas para Serviços de Alimentação O Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.Informe Técnico nº12. conforme consta no item 4. .Informe Técnico nº11. publicada no DOU de 08/11/02.Informe técnico nº3.br . 2. Guar e Konjac. .Resolução 303. . da mencionada Resolução. . comprimidos e em outras formas de apresentação não convencionais na área de alimentos.Informe técnico nº4. aprovado pela RDC nº216. de 5 de outubro de 2004: Óleos e Gorduras Utilizados em Frituras. de 18 de janeiro de 2002: notificação sobre a segurança de uso das Gomas Acácia. de 9 de maio de 2003: permissão da utilização da espécie vegetal Camelia sinensis . em rótulos de alimentos.3 Informes Técnicos: . de 15 de setembro de 2004.2.Informe técnico nº1. abrange os procedimentos que devem ser adotados nos serviços de alimentação a fim de garantir as condições higiênicosanitárias do alimento preparado.gov.7. de 15 de janeiro de 2002: nova denominação para microrganismo constante da Resolução CNNPA nº24/76. de 30 de dezembro de 2003: nova tabela de material de embalagem em contato com os alimentos.Informe técnico nº6.guahyba@agricultura. distrital e municipais visando abranger requisitos inerentes às realidades locais e promover a melhoria das condições higiênicosanitárias dos serviços de alimentação. bastões.2.Informe Técnico nº10. . de sobremesas e de balas e similares à base de gelificantes. comprimidos. cápsulas.7. . cápsulas.1. incluindo mini-copos gelificados que contenham a goma conhecida como Goma Konjak (Goma Konjac.Informe Técnico nº9. Konnyaku ou Glucomanano de Konjak). .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . de 21 de maio de 2004: orientação para utilização. de 7 de outubro de 2004: relatório final dos cursos de “Interpretação e Aplicação da RDC nº175/03 – Regulamento Técnico de Matérias Macroscópicas e Microscópicas Prejudiciais à Saúde Humana em Alimentos Embalados”. tabletes e outras formas sólidas. de alegações de propriedades funcionais de nutrientes com funções plenamente reconhecidas pela comunidade científica. ocorrido em agosto de 2004 em Porto Alegre e Fortaleza. como ingrediente opcional sem a necessidade de apresentar documentação para avaliação de segurança de uso do produto. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 35 de 115 Ministério da Agricultura. .Informe técnico nº8. de 24 de agosto de 2004: procedimentos para enquadramento de guaranás nas formas de apresentação de sementes.1.Informe técnico nº7.Chá Verde/Chá Preto no Composto de Erva-Mate . de 15 de janeiro de 2002: definição de categoria de alimentos de acordo com o Regulamento Técnico de Substâncias Bioativas e Probióticos Isolados com Alegação de Propriedade Funcionais e ou de Saúde. Essa legislação federal pode ser complementada pelos órgãos de vigilância sanitária estaduais. de 12 de agosto de 2002: proíbe a comercialização e a exposição ao consumo.1. . 2. de 31 de janeiro de 2003: procedimentos sobre Cogumelos: 1) dessecados inteiros ou fragmentados e em conserva.Informe técnico nº2. 2) em pós. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Farinha de Konjak.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

2.7.4 Inspeção de Alimentos Procedimentos Técnicos para Inspeção Sanitária das Indústrias de Palmitos Instaladas no Exterior I – Documentação Exigida 1.1 A empresa importadora é a responsável pela solicitação da inspeção sanitária das indústrias no exterior e, portanto, deve providenciar os seguintes documentos: - formulário preenchido (anexo I); - pagamento da Guia de Recolhimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – GRVS, disponível na página - documento assinado pelo responsável da indústria a ser inspecionada, confirmando a autorização para que seja efetuada a inspeção sanitária por equipe brasileira. Anexo I Ficha para solicitação de inspeção sanitária em indústrias de palmito em conserva instaladas no exterior Anexo II Instruções de Preenchimento da Guia de Recolhimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – GRVS 1. 2 A documentação deve ser enviada pelo correio, com aviso de recebimento, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Diretoria de Alimentos e Toxicologia, Gerência-Geral de Alimentos, SEPN 515, Bloco B, Lote 2, Edifício Ômega, 3º andar, Brasília- DF, CEP: 70.770-502. 1.3 Esclarecimentos adicionais podem ser obtidos pelo telefone (61)448-1019, 448-1083, 448-1084 e 448-1085, com a Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos. II - Elaboração do Cronograma da Inspeção Sanitária 2.1 Após a apresentação, conferência e aprovação da documentação será definido, pela Gerência-Geral de Alimentos, proposta de cronograma de inspeção sanitária para as indústrias, a qual será encaminhada à Gerência-Geral de Relações Internacionais. 2.2 A Gerência-Geral de Relações Internacionais enviará cronograma de inspeção à autoridade sanitária do país de origem para conhecimento e solicitará a participação conjunta daquela autoridade sanitária nas atividades da inspeção sanitária nas empresas daquele país. 2.3 Após o retorno das providências adotadas pela Gerência-Geral de Relações Internacionais, a Gerência-Geral de Alimentos confirmará as datas das inspeções sanitárias junto às indústrias produtoras de palmito, as quais serão realizadas nas datas acordadas com a autoridade sanitária do país onde estão situadas as indústrias. 2.4 Definido o cronograma de inspeção será encaminhado cópia para a empresa importadora. A data da inspeção sanitária não excederá o prazo de 60 (sessenta) dias após a aprovação da documentação do requerimento da referida inspeção. III – Execução das Atividades de Inspeção Sanitária 3.1 A equipe responsável pela atividade de inspeção sanitária será composta por (02) dois técnicos da Gerência de Inspeção e Controle de Riscos de Alimentos. 3.2 A inspeção sanitária será baseada nas normas legais internas, tais como RDC nº17, de 19/11/99 e RDC nº18, de 19/11/99, Resolução nº326, de 30/7/97, Portaria MS nº1428, de 26/11/93, entre outras. 3.3 Após realizada a inspeção sanitária na indústria será elaborado o relatório técnico, informando sobre as condições higiênico-sanitárias encontradas no local de produção e parecer conclusivo recomendando ou não a emissão do Certificado de Boas
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 36 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Caso contrário, a indústria não receberá o citado Certificado. 3.4 Será encaminhado pela Gerência-Geral de Alimentos resultado final da inspeção às empresas interessadas e à Gerência-Geral de Relações Internacionais, sendo que esta última se encarregará de remeter tais informações à autoridade sanitária do país de origem. IV – Emissão do Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil 4.1 O referido Certificado será publicado no Diário Oficial da União sob a forma de Resolução, conforme modelo a seguir: O Diretor responsável pela Diretoria de Alimentos e Toxicologia no uso da atribuição que lhe confere o inciso II alínea “a” do Art. 95 do Regimento Interno aprovado pela Resolução nº1, de 26 de abril de 1999 e tendo em vista o disposto no artigo 7º, inciso VIII da Lei nº9.782, de 26 de janeiro de 1999, e, o parágrafo único do artigo 12, da RDC nº18, de 19 de novembro de 1999, resolve: Art. 1º Conceder Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle para fins de Autorização para Exportação do PALMITO em CONSERVA para o Brasil à empresa....................................sediada em..........................no ( país). Fluxo para inspeção de indústrias de palmito localizadas no exterior 1. Importadora (com anuência da produtora) entra em contato com a GGA/DAT/ANVS através de formulário próprio e recolhimento da taxa. 2. Gerência-Geral de Alimentos elabora o calendário de inspeções e encaminha o mesmo à GGRI que enviará à autoridade sanitária do país de origem para conhecimento e possível participação conjunta. 3. GGA confirma a inspeção junto à empresa produtora e realiza a mesma no período acordado com a Autoridade Sanitária do país de origem. 4. Após realizada a inspeção, GGA comunica o resultado da mesma à GGRI e às empresas interessadas e GGRI encaminha o resultado final à Autoridade Sanitária do país de origem. 5. a) Caso o resultado seja satisfatório a empresa receberá um Certificado. b) Caso o resultado seja insatisfatório, o processo estará terminado sem que a empresa receba o Certificado. 2.7.5 Registro de Produto - Resolução nº23/00, DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos; - Resolução nº22/00, DOU 16/3/2000: Manual de Procedimentos para Registro e Dispensa de Registro de Produtos Importados. 4.6 Consulta a Bancos de Dados Neste banco de dados, você encontra relação de produtos dispensados de registro antes e depois da implantação do sistema Prodir. Além disso, você pode obter informações sobre alimentos, como o nome da empresa fabricante, os números do registro e do processo e o prazo de validade. - Alimentos Dispensados de Registro até a Implantação do Prodir
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 37 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.

- Produtos Dispensados de Registro (Prodir) (banco temporariamente fora do ar) - Produtos com Registro das Empresas de Alimentos . Consulta com dados atualizados até 25/3/2002 . Consulta com dados atualizados após 25/3/2002 - Consulta à Situação de Documentos 2.7.7 Aditivos Alimentares - Aditivos - Farmacopéia Brasileira; - RDC nº386 de 5 de agosto de 1999: Aditivos utilizados de acordo com as Boas Práticas de Fabricação; . Complementada pela RDC nº234 de 19/8/2002; . Alterada pela Resolução RE nº140 de 19/8/2002; - Sistema Internacional de Numeração de Aditivos Alimentares; 2.7.8 Rótulos de Alimentos - Guia de Bolso do Consumidor Saudável; - Manual de Orientação às Indústrias; - Manual de Orientação ao Consumidor; - Modelos de Rótulos: Os modelos de rótulos estão dispostos por grupo de alimentos, seguindo o estabelecido na RDC nº360 de 23 de dezembro de 2003; - Programa para Cálculo de Informações Nutricionais; Rótulo padrão A Anvisa está disponibilizando o programa para cálculo das informações nutricionais que devem estar presentes nos rótulos dos alimentos embalados desde 21 de setembro de 2001 segundo as exigência da Resolução que regulamenta Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas Embalados. (RDC nº40, de 21 de março de 2001). Esta resolução estabelece que as informações nutricionais estejam declaradas em porções usuais de consumo. Visando determinar essas porções, foi criada a Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional (RDC nº39, de 21 de março de 2001). O principal objetivo deste programa é dar suporte às indústrias de alimentos para que declarem as Informações Nutricionais dos seus produtos nos rótulos e assim, ofereçam ao consumidor a possibilidade de escolha dos alimentos a partir destas informações. Para o uso deste programa algumas informações são necessárias: Ao final do uso do programa o fabricante terá as informações nutricionais exigidas pela resolução que obriga a declaração da Informação Nutricional calculadas nos formatos vertical, horizontal e linear. Caso tenha interesse também poderá obter a composição nutricional de outros nutrientes não exigidos pela mesma. O programa ainda disponibiliza a Informação Nutricional em formato de Declaração Simplificada, quando a fórmula do produto em questão se adequar ao regulamento específico. O programa é auto-instrutivo, ele possui ainda um manual de utilização o qual você pode ter acesso antes da utilização do programa. Antes de começar a utilizá-lo você deve ter a fórmula completa de seu produto com todos os itens e quantidades. O fabricante deve escolher uma das categorias de produtos contempladas na Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional.
Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011

Página 38 de 115

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.gov.br

Temporariamente algumas informações são representadas por “nd” . As Resoluções Mercosul aprovadas pelo GMC devem ser incorporadas aos ordenamentos jurídicos nacionais. A Informação Nutricional presente no rótulo de alimentos e bebidas é de responsabilidade do fabricante. de forma a dar transparência aos assuntos negociados e possibilitar o recebimento de críticas e sugestões da sociedade.não disponível. tecnicamente fundamentadas. além das Resoluções aprovadas pelo Grupo Mercado Comum (GMC). Isto é.guahyba@agricultura. Em 2001 foi autorizado o processo de revisão no Mercosul. Para os dados “nd” (não disponível) a Anvisa está fazendo gestões no sentido de disponibilizar tais informações no banco de dados da USP para cálculo automático da informação nutricional. serviços.br . É importante salientar que o banco de dados utilizado para o programa de cálculo de rótulo não apresenta todas as informações nutricionais de todos os alimentos. poderá ser utilizada. Paraguai e Uruguai.Rotulagem Nutricional . O banco de dados para cálculo é baseado na Tabela de Alimentos elaborada pela Profª. para aperfeiçoamento do texto a ser harmonizado. um fabricante de biscoitos não pode usar a informação nutricional pronta de outro produto similar. Não é permitido o uso das Informações Nutricionais de um produto com marca registrada ®. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Somente é permitido o uso das Informações Nutricionais de alimentos com marca registrada ® caso este alimento seja um dos ingredientes do produto. instituído pelo Tratado de Assunção em março de 1991. e tem como principal objetivo a formação de um bloco econômico onde não existam barreiras comerciais e os produtos. Os documentos de base que regem o Mercosul são o Tratado de Assunção. No caso de um ingrediente com “nd” (não disponível) o fabricante deverá buscar as informações em outras tabelas ou banco de dados. quando um biscoito com marca registrada for ingrediente para a fabricação de um sorvete. Argentina. Estes alimentos são identificados com o símbolo ® ao lado da sua descrição. foi solicitada revisão do tema.Novas Resoluções Aprovadas. Sônia Tucunduva Philippi da Universidade de São Paulo. se disponível na tabela da Anvisa. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 39 de 115 Ministério da Agricultura. é composto por Brasil. ele deve calcular a sua fórmula a partir da inclusão de seus ingredientes para o seu cálculo. visando a proteção e a saúde dos consumidores e a facilitação do comércio entre os países. O tema Rotulagem Nutricional no Mercosul foi discutido e harmonizado em 1994 e.gov. . A Tabela de Alimentos está disponível para consulta no site da Anvisa. Quando um dos ingredientes da fórmula do produto a ser calculado não estiver presente na Tabela de Alimentos o fabricante deverá inserir os dados da composição dos alimentos constituintes desses ingredientes que serão utilizados para o cálculo. As novas informações nutricionais poderão ser acrescentadas ao programa para elaboração do modelo de rótulo nutricional. Esta tabela é uma compilação de várias outras e também contém informações nutricionais provenientes dos rótulos de alimentos disponíveis no mercado. através dos organismos competentes de cada país.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. capitais e pessoas possam transitar livremente. Os projetos de resolução harmonizados pelos Subgrupos técnicos são submetidos à consulta pública previamente à sua aprovação pelo GMC. por interesse do Brasil. o Protocolo de Ouro Preto que regulamenta o Tratado de Assunção e os Protocolos de Brasília e de Olivos para solução de controvérsias. para que tenham eficácia jurídica. Por exemplo. O Mercado Comum do Sul (Mercosul). a informação nutricional do biscoito. de forma a atender as diretrizes da Política Nacional de Alimentação e Nutrição.

contribuem para a facilitação do comércio entre os quatro países e são instrumentos importantes na implementação de políticas públicas destinadas a orientar o consumo de alimentos mais saudáveis para a população da região. dentre outros. podem optar pela adoção da rotulagem nutricional . utilizando utensílios domésticos como colher.Regulamento Técnico de Porções de Alimentos Embalados Para Fins de Rotulagem Nutricional e RDC nº360 Regulamento Técnico Sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados. V – Valor de Referência Diária (%VD) em 2000kcal Essa alteração foi decisiva para o consenso dos quatro países quanto a adoção de uma rotulagem nutricional única no Mercosul. além da quantidade da porção do alimento em grama ou mililitro. a definição dos nutrientes a serem declarados no rótulo. a harmonização total da regulamentação de alimentos embalados e dispostos para o consumo da população nos quatro países. gorduras saturadas.br .Resoluções ANVISA RDC nº359 e 360. e a declaração por porção do alimento. gorduras totais. O valor de 2000Kcal não se trata de uma referência para guias alimentares. Como outra alternativa. que nesse caso cada país deve ter a sua aplicada à realidade da população. proteínas. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. o prazo e os requisitos para a sua implementação. o valor energético e os seguintes nutrientes: carboidratos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 40 de 115 Ministério da Agricultura.gov. xícara. As Resoluções ora aprovadas fortalecem o Mercosul como Bloco econômico. A expressão que consta ao final de cada tabela da rotulagem nutricional deixa claro para o consumidor essa idéia. entre as quais destacamos: I – Prazo para adequação as novas legislações Foi estabelecido o prazo até 31/7/2006 para que o setor regulado possa adequar seus produtos às novas regulamentações aprovadas pela Anvisa. A Anvisa publicou em 26/12/03 a RDC nº359 . gorduras trans. o correspondente em medida caseira. III – Produtos cujo Padrão de Identidade e Qualidade ou Regulamento Técnico específico exigem a obrigatoriedade da rotulagem nutricional Até 31/07/06 esses produtos. obrigatoriamente. As novas resoluções apresentam alterações em relação ao que vinha sendo praticado no Brasil. IV – Obrigatoriedade da declaração da porção do alimento em medida caseira A informação nutricional terá. Os pontos básicos da negociação dessa revisão foram: a obrigatoriedade da rotulagem nutricional. II – Nutrientes a serem declarados Devem ser declarados. incorporando as normas aprovadas no Mercosul ao ordenamento jurídico nacional. Em fins de 2003. há a possibilidade de se adotar o modelo de rotulagem nutricional opcional adotado no Mercosul.guahyba@agricultura. foram imprescindíveis para a aprovação das Resoluções Mercosul que viabilizaram a adoção de uma rotulagem nutricional única no Bloco. ora aprovadas ou a do país de origem. complementado assim. Essas adequações. foram aprovadas as Resoluções GMC que estabelecem a obrigatoriedade da informação nutricional. mas sim um valor para efeito exclusivo de rotulagem de alimentos embalados. frente à legislação que estava sendo implantada no Brasil. nacionais ou importados. obrigatoriamente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. fibra alimentar e o sódio.

E tem como intuito gerar dados inéditos. como estudos sobre o padrão de consumo de alimentos. verduras e legumes. colesterol. colesterol e fibras de cada produto. são fornecidos elementos básicos para ações de orientação nutricional que envolvam o desenvolvimento local e a variedade na alimentação. O objetivo é construir uma base de dados com a composição de alimentos brasileiros. Foram analisados produtos industrializados. Com o conhecimento da composição dos alimentos. a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO). O governo federal lançou no dia 24/09/2004. proteínas. compostos não nutritivos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. frutas. mais recentemente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. baseados em um plano nacional de amostragem representativa e através de análises químicas realizadas por laboratórios com capacidade instrumental e técnica certificada em análise de nutrientes.br . até análises de abrangência macro. proteínas. magnésio. cálcio. A TACO. que nesta primeira versão apresenta a análise de 198 alimentos. cinzas. O projeto para elaboração da Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) (PDF). As informações podem ser acessadas diretamente na página da Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição (CGPAN) do Ministério da Saúde e do Programa Fome Zero. calorias.gov.fcf. analisados com metodologias validadas e em laboratórios brasileiros credenciados pelo projeto. . carboidrato. O conhecimento detalhado da composição dos alimentos consumidos no Brasil é um anseio de várias décadas. minerais. apresenta os seus primeiros resultados. legumes. verduras e tubérculos. carnes. No próximo ano serão analisados 400 alimentos e novos dados serão incorporados. fibra alimentar.guahyba@agricultura. A seleção dos alimentos baseou-se no padrão de consumo nacional tendo como objetivo a implantação da diretriz da promoção da alimentação saudável. permitindo decidir sobre sua adequação ou inadequação. pescados.br/tabela de Composição de Alimentos (FCF/USP) - . que são: a RDC Anvisa nº359/03 e RDC Anvisa nº360/03.Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Nepa/Unicamp). A tabela avalia. também garante ao consumidor uma informação correta através de rótulos alimentares.Recomendações diárias para crianças. a partir de 2006. lipídios. A composição dos alimentos é uma informação básica para o estabelecimento de diversas ações em saúde: desde a prescrição dietética individual. que se dá à avaliação da dieta. amplia as ações de Educação Alimentar e Nutricional do Fome Zero. Além disso.usp. O projeto. a base de dados conta com a composição nutricional de 198 alimentos. . por exemplo. A tabela de composição de alimentos nacionais é ferramenta importante na implantação da rotulagem nutricional em atendimento as recentes legislações que determinam a obrigatoriedade da tabela de informação nutricional nos rótulos dos alimentos. entre carnes.Tabela Brasileira www. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 41 de 115 Ministério da Agricultura. que é uma parceria dos Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Universidade de Campinas (NEPA/Unicamp) com o objetivo de detalhar a composição dos alimentos consumidos no Brasil para garantir a segurança alimentar de toda a população. Nesta primeira fase. os índices de vitaminas. A composição levou em conta os seguintes nutrientes: calorias. desenvolvido pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa/Unicamp) com apoio do Ministério da Saúde e parceria do Ministério de Desenvolvimento Social. É com base no teor de nutrientes e. frutas. providência necessária e muitas vezes principal elemento terapêutico para o acompanhamento de diversas patologias.

fundamenta-se no controle e fiscalização de amostras de diversos produtos alimentícios expostos ao consumo e na avaliação do padrão sanitário por meio de análise dos parâmetros físico-químicos. piridoxina. Uma nova pesquisa já está sendo preparada e em breve a análise de mais 200 produtos será incluída na tabela. macarrão. e pode servir de referência em campanhas nutricionais até na hora de preparar a merenda escolar. retinol. Qualquer pessoa interessada em se alimentar bem pode utilizar a tabela.br. niacina e vitamina C. leia as Perguntas Freqüentes sobre o assunto.br ou consulte a bibliografia a seguir: www. de 13 de dezembro de 2002.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. como pães. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 42 de 115 Ministério da Agricultura. tanto as farinhas de trigo e de milho vendidas diretamente ao consumidor. sódio. aditivos. que já está disponível no site do Fome Zero. riboflavina. as farinhas e produtos. por exemplo.2 mg de ferro e 150 mcg de ácido fólico. Para se informar sobre o regulamento de fortificação de farinhas. microscopia. ferro. Os avanços nas metodologias analíticas.fomezero. desde o ano de 2000. quanto aquelas utilizadas como matéria-prima pelas indústrias.guahyba@agricultura.br e www. contaminantes. aflatoxina. e atualizada à luz dos conhecimentos mais recentes. potássio.10 Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos O Programa Nacional de Monitoramento da Qualidade Sanitária de Alimentos (PNMQSA). a partir de junho de 2004.gov.Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (projeto TACO). quais são os alimentos mais nutritivos e quais são os mais ricos em vitaminas.7. na fabricação de outros produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. as mudanças de hábito da população e os constantes lançamentos de novos produtos no mercado fazem com que a construção de um banco de dados seja um processo dinâmico e contínuo.desenvolvimentosocial. A tabela está disponível no site: www. terão de ser enriquecidas com ferro e ácido fólico.9 Fortificação de Farinhas Os altos índices de anemia e de doenças causadas pela deficiência de ácido fólico na população brasileira levaram o Ministério da Saúde e a Anvisa tornar obrigatória a fortificação das farinhas de trigo e milho.fomezero. manganês.xml 2. Para obter mais informações.fomezero. a qual deve ser ampliada. Com a publicação da RDC nº344. cobre. misturas para bolos e salgadinhos devevrão apresentar maior quantidade de ferro e ácido fólico em sua formulação final.br . mas elas não incluem os produtos regionais que normalmente são aqueles que a população têm mais acesso. zinco. fósforo. Cada 100g de farinha de trigo e de milho deverá conter 4. Com isso. o melhoramento genético tradicional ou moderno de vegetais e animais.gov. biscoitos. acesse os sites www.br/ContentPage. que traz informações sobre prazos. Hoje já existem algumas tabelas. tanto em número de alimentos quanto em número de nutrientes.aspx?filename=Bibliografia. desenvolvido pela área de alimentos da Anvisa. dentre outros e da análise de rótulo no que concerne aos dizeres de rotulagem obrigatórios. 2.gov. Nela é possível saber. A tabela vai ser útil principalmente para a comunidade científica e profissionais de saúde.7. Esta primeira versão é apenas o início. tiamina. nos links Fome Zero Programas . esgotamento de embalagem e rotulagem dos produtos. microbiológicos.gov.gov. uma informação que pode ajudar as pessoas na hora de decidir o que comer.

.7.Identificar os setores da área de alimentos que necessitam de uma intervenção institucional de abrangência nacional e de caráter preventivo no processo produtivo. 2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Monitorar a qualidade sanitária e os dizeres de rotulagem dos alimentos.a ação deve ser no processo produtivo e não no produto final. estados.o setor produtivo é o responsável pela garantia sanitária dos alimentos que fabricam. como marco legal. a responsabilidade pela execução é compartilhada pela União.Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde (INCQS). de acordo com os princípios e diretrizes estabelecidos pela Lei nº8.gov. Na terceira etapa do Programa. verificouse que foram analisadas 24 categorias de alimentos. 2. perfazendo um total de 12. As categorias de alimentos foram selecionadas com base no risco epidemiológico e no elevado consumo pela população. .080.2 Responsáveis pelo Programa Como as ações de vigilância sanitária estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS). .1 Objetivos A Política de Alimentos da Anvisa sustenta-se nos seguintes pilares: .10. .10.o produto final deve ser o “termômetro” para a adoção de medidas de intervenção. cujos resultados laboratoriais insatisfatórios quanto ao padrão sanitário e à rotulagem variam. Para tanto. Considerado um dos instrumentos efetivos para verificação da conformidade dos produtos com as legislações sanitárias.512 amostras de produtos.Diretoria de Alimentos da Anvisa. Após a consolidação dos dados da primeira. segunda e terceira etapas. Distrito Federal e municípios.Estabelecer intercâmbio interinstitucional contínuo sobre as informações dos alimentos analisados e as providências adotadas. . Gelo. que ocorreu entre maio de 2003 e janeiro de 2004. o Programa de Monitoramento instituído tem os seguintes objetivos: . Sobremesa para Dietas com Restrição de Açúcares.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. fornece resultados analíticos que permitem traçar o perfil dos distintos alimentos e identificar os setores produtivos que necessitam de intervenção institucional.Órgãos de Vigilância Sanitária das Unidades Federadas. . .Adotar as medidas legais no caso de detecção de irregularidades em determinado alimento e/ou estabelecimento responsável pela sua produção. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 43 de 115 Ministério da Agricultura. .br . Hambúrguer Congelado e Charque Embalado.guahyba@agricultura. de abrangência nacional e de caráter preventivo a fim de garantir a melhoria da qualidade sanitária dos alimentos comercializados no país. foram monitoradas as seguintes categorias de alimentos: Fórmula Infantil à Base de Leite. conforme o grupo de alimento avaliado.Identificar as categorias de alimentos dispensados de registro que devem integrar-se ao de grupo de alimentos com obrigatoriedade de registro.7.Gerência-Geral de Alimentos (GGALI/ Anvisa). destacamos a Resolução Anvisa que disciplina os procedimentos de registro e dispensa de registro.Estabelecer um histórico de qualidade dos alimentos. . Como medida para a implantação dessa política. Queijo Minas Frescal. Alimento Infantil à Base de Cereais. de 19 de setembro de 1990. . . conforme relação disposta a seguir.

. .5 Medidas de Intervenção Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 44 de 115 Ministério da Agricultura.gov.Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN). .Alimento Infantil à Base de Cereais. 2.Elevado consumo por parte da população. Resultados da 3ª Etapa por Categorias de Alimentos – maio de 2003 a janeiro de 2004: .Competência do Ministério da Saúde e Ministério da Agricultura. . . . .7.Gelados Comestíveis.Doces.Alimentos Congelados.Queijo Minas Frescal. .guahyba@agricultura. . .Fubá.7.Disponibilidade no mercado local.Histórico de freqüentes irregularidades. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 2.3 Critérios para Seleção das Categorias .Água Mineral. .Viabilidade para análise laboratorial.Fórmula Infantil à Base de Leite. .4 Resultados Resultados da 1ª Etapa – outubro de 2000 a abril de 2001: . . . . Pecuária e Abastecimento.Charque Embalado. . . . .Café. . .br .Viabilidade para colheita da amostra. .Leite em Pó. .10. .10.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . . Resultados da 2ª Etapa – maio de 2002 a dezembro de 2002: .Farinha de Mandioca.Não ter sido categoria dos PNMQSA anteriores. 2. .Hambúrguer Congelado.Água Adicionada de Sais.Gelo.Sobremesa para Dietas com Restrição de Açúcares.7.Produtos Derivados do Coco. .Sal.Maior risco epidemiológico.10.Leite UHT.Especiarias e Temperos.Massas.Polpa de Frutas.Biscoito Recheado.Palmito em Conserva. .

Elaboração do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Industrializadores de Gelados Comestíveis. . . com a finalidade de realização de serviço em conjunto. .br 3 Legislação Estadual 3.Resolução Estadual n°001/2000 (17/08/2000): Normas técnicas de instalações e equipamentos de estabelecimentos que industrializam carne. a qual consiste de três componentes: Avaliação de Risco. .1 Produtos de Origem Animal 3. e visam garantir a segurança dos alimentos e a proteção à saúde da população.Lei Estadual n°10. e do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Produtores / Industrializadores de Frutas e ou Hortaliças em Conserva.Resoluções de interdição e apreensão de produtos com laudos condenatórios. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.1977 – 1982: convênio entre MAARA e a SSMA. proposta para elaboração do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação para Água Mineral e também do Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação de Especiarias. Pecuária e Abastecimento dos laudos condenatórios das categorias de alimentos cujo registro e inspeção do estabelecimento está a cargo do órgão. ainda. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 45 de 115 Ministério da Agricultura. ovos e mel. leite. . O Programa de Monitoramento constitui uma forma de utilização desta ferramenta científica (Análise de Risco). Com vistas ao controle dos riscos identificados foram adotadas medidas de intervenção (Gerenciamento de Risco) e disponibilizadas informações a respeito da qualidade higiênico-sanitária dos alimentos (Comunicação de Risco).gov.688/99 (30/08/1999): Regulamento de Inspeção Higiênico-Sanitária de Produtos de Origem Animal.gov. de 25/09/03. . delegando a atividade à SSMA. RDC nº267.guahyba@agricultura.Notificação às empresas para adequação dos alimentos às legislações sanitárias. . Ações Fiscais Fale com a ANVISA: alimentos@anvisa. pois por meio dela tornou-se possível obter informações acerca dos perigos envolvidos nos alimentos monitorados (Avaliação de Risco).Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . Caracterização de Risco e Comunicação de Risco. e dá outras providências (inclusive determina os três níveis de inspeção). . .889/1989 (23/11/1989): dispõe sobre inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal.Inspeções sanitárias nos estabelecimentos fabricantes dos alimentos que apresentaram laudos condenatórios. .Decreto Estadual n°39. .31/03/1991: término oficial deste convênio. Existe.Lei Federal n°1283/1950 (18/12/1950): Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA): dispõe sobre a inspeção industrial e sanitária dos produtos de origem animal. em andamento.1 Histórico da Inspeção Estadual no Rio Grande do Sul: .Portaria n°281/92 (07/04/1992): criação da CISPOA. RDC nº352.Encaminhamento à área competente do Ministério da Agricultura. .Lei Federal nº7. de 23/12/2002.br . As ações de vigilância sanitária estão sendo realizadas tomando-se como referência a Análise de Risco.07/1990: convênio entre a SAA e a SSMA.691 (09/01/1996): dispõe sobre a inspeção sanitária no RS.1.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. distribuam. manipulem. 6º .2 Produtos de Origem Vegetal Exercida pela Secretaria de Saúde. transporte. armazenamento. manipulação. XXVI . beneficiamento. acondicionamento. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 46 de 115 Ministério da Agricultura. beneficiem. levando em conta critérios higiênicosanitários.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. . 3. acondicionem. acondicionem. de 24 de outubro de 1974: regulamento que dispõe sobre a promoção. distribuição e consumo de alimentos em geral. fracionem. beneficiem.guahyba@agricultura. também em estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação ou distribuição de alimentos. proteção e recuperação da Saúde Pública Título I: das disposições preliminares Art. armazenem. comércio e uso dos aditivos alimentares. preparem.das condições de higiene da produção.Decreto nº23.gov. XXVIII . preparem.Para o desempenho de suas atribuições a Secretaria da Saúde exercerá o controle. distribuam à venda. XXVII . determinando a adoção das medidas que se fizerem necessárias: XXV . vendam ou consumam alimentos.br .das condições de higiene e saúde das pessoas que trabalhem em estabelecimentos em que se produzam.430. manipulem. armazenem.das qualidades dos alimentos e das condições sanitárias dos estabelecimentos em que se produzam.das qualidades e das condições de higiene da produção. exponham à venda ou consumam alimentos. fracionamento.

2.Lei n°5.1.103. a fiscalização é exercida pela equipe de vigilância sanitária da Secretaria de Saúde municipal. Em geral a atividade fiscalizatória é a cargo da Secretaria da Agricultura.guahyba@agricultura.1 Produtos de Origem Animal 4.br . regulamento que dispõe sobre a promoção.178. de 25 de novembro de 1993: dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal . de 24 de outubro de 1974. etc. da mesma forma que padarias. instituída pela Lei n°5. de 22 de maio de 2002: atribui a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal.1.1 Prefeitura Municipal de Lajeado – RS Utiliza para produtos de origem vegetal e estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação ou distribuição de alimentos. de 26 de novembro de 1993: regulamenta a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal . 4 Legislação Municipal Cada município pode criar sua própria legislação para fiscalização de produtos de origem animal.1 Prefeitura Municipal de Venâncio Aires – RS .430. de 18 de maio de 1994: dispõe sobre a inspeção sanitária e industrial dos produtos de origem animal. Quanto a estabelecimentos que oferecem serviços de alimentação. podendo-se ser de igual ou maior rigor e nunca de menor rigor.2 Prefeitura Municipal de Lajeado – RS .Lei n°1748. proteção e recuperação da Saúde Pública. e dá outras providências 4. o Decreto Estadual nº23.2 Produtos de Origem Vegetal 4. a mesma não pode entrar em choque com as legislações Estadual e Municipal. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 47 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.791. supermercados. mas algumas vezes é delegada pelo Prefeito à Secretaria da Saúde. à Secretaria da Saúde e Meio Ambiente 4.Lei n°6.gov. No entanto. 4.Decreto n°4.103/93.

município) vem mui respeitosamente requerer a V. Sª. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. se digne vistoriar o terreno e autorizar a preparação dos documentos necessários para a construção do referido estabelecimento industrial.Requerimento solicitando vistoria do terreno Ilmo Sr. Nestes termos Pede Deferimento Local e data --------------------------------------Assinatura do requerente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 48 de 115 Ministério da Agricultura.gov.guahyba@agricultura.br . ANEXO 1 . (especificação da indústria) (cidade. desejando construir um(a)-----------------------------------------------------------.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. abaixo assinado.--------------------------------------------------. Chefe do SIPA/ ----(Estado) ---------------------------------------------------------------------.

gov. Perfil do terreno. Distância entre o futuro estabelecimento e rios perenes para escoamento das águas residuais 11. Localização urbana. Nome da firma proprietária do terreno 2. Área total disponível 4. Município. Área a ser utilizada na construção 5. Outros detalhes de importância que forem observados 16.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Conclusões Data___ ___ ___ ___ ------------------------------------------------------Méd. ANEXO 2 . Existência de prédios limítrofes. Estado 3. indicando natureza e distância do local 10. Região. Localização do terreno: Distrito. distância e meios de acesso da matéria prima 14. Existência nas proximidades. rede da cidade). especificando abundância provável e detalhes sobre possibilidade de poluição 12. Veterinário Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 49 de 115 Ministério da Agricultura.Laudo de Inspeção Prévia de Terreno 1. suburbana ou rural e distância dos pontos de embarque 9. assinalado os acidentes e sua natureza 6. Existência de fonte produtora de água para abastecimento (nascente. poços. Meios de transporte que dão acesso ao local 13. Estabelecimentos de produtos de origem animal existentes no Município. especificando sua natureza 8. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. rio. de estabelecimentos que produzam mau cheiro.guahyba@agricultura. Detalhes sobre facilidades de escoamento das águas pluviais 7. indicando natureza e órgão de inspeção sanitária que os fiscaliza 15.br .

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. ANEXO 3 .BSB ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____.br . anexa plantas e demais documentos necessários. Diretor do DIPOA .gov.Requerimento solicitando aprovação prévia do projeto de construção Ilmo Sr. vem mui respeitosamente requerer de V. visando o registro do mesmo nesse Órgão. que se localizará à ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____(endereço). aprovação das plantas e memoriais descritivos de construção e econômico-sanitário em anexo. Sª. representando o estabelecimento denominado___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Nestes termos Pede deferimento Local e data ___ ___ ___ ___ ___ ___ ______ Assinatura do requerente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 50 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. Para tanto.

Pintura geral 23. Área a ser construída 7. ______ /____ / 20__ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ Assinatura do Engenheiro responsável CREA no ___ ___ ___ Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 51 de 115 Ministério da Agricultura. Madeiramento e coberturas 14. Área útil 8. ANEXO 4 . Duração provável da obra 10. Esquadrias 19.br .gov. Impermeabilização (discriminar o material a ser empregado no piso e nas paredes das diferentes dependências) 20. Área do terreno 6. Pavimentação 18. Recuo do alinhamento da rua 9.especialmente das câmaras frias) 16. Portas (dimensões e material . Fundações 12. Revestimento geral 17. Argamassa 11. Responsável pelo projeto 5. Custo provável da obra. ___ ___ ___ ___ __. Sistema de esgoto (detalhes sobre o modo e processo de depuração antes de ser lançado na corrente d’água) 22. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Forros 15. Natureza do estabelecimento 4. Nome da firma interessada no projeto 2.Memorial descritivo da construção 1.guahyba@agricultura. Pé direito 13. Localização do futuro estabelecimento 3. Instalações de água 21.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Termo de Compromisso Que faz a firma ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ____ com sede em ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ __ perante o Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIPA/DIPOA). de acordo com o Decreto n° 30. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ __. concorda em acatar as exigências contidas no Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal "RIISPOA" . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ _____ Diretor Presidente Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 52 de 115 Ministério da Agricultura.116. de 08 de dezembro de 1973.br .guahyba@agricultura. por seu Diretor Presidente.255. de março de 1952 e alterado pelo Decreto n° 1. sem prejuízos de outros que venham a ser determinados. combinado com o Decreto n° 73. Ficando ainda ciente.gov. firma com sede em ___ ___ ___ ___ ___ ___. de 25 de junho de 1962. que quaisquer obras só poderão concretizar-se após a aprovação prévia do projeto pelo órgão competente do Ministério da Agricultura.691.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. ANEXO 5 .

Fulano de Tal. localizada na rua Tal. CNPJ nº Tal. Tal.gov.guahyba@agricultura. Sr. Certos de sua atenção. Inscrição Estadual nº Tal. . possuindo o telefone Tal . solicitar o Registro ou a aprovação do projeto. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 53 de 115 Ministério da Agricultura. os documentos necessários . Cep.RS A Empresa Tal. Dr. Responsável pela Empresa Tal. ANEXO 6 MODELO DE REQUERIMENTO PARA SOLICITAÇÃO DE REGISTRO Ilmo.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. junto a essa Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento. anexando para tanto. Em Tal data.Eduardo Nemoto Vergara MD. município Tal. da sua (dizer qual o tipo de empresa a ser registrada). vem por meio deste.br . despedimo-nos cordialmente. Coordenador da CISPOA/DPA PORTO ALEGRE .

Proprietário Tal.RS A Empresa Tal. agradecemos desde já a atenção. Cordialmente Em Tal data. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 54 de 115 Ministério da Agricultura. Tal Telefone Tal. Sr.gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. CNPJ Nº Tal. Eduardo Nemoto Vergara. localizada na rua Tal.guahyba@agricultura. solicitar vistoria no seu estabelecimento que possui a atividade Tal (dizer qual a atividade que deve ser vistoriada).br . Fulano de Tal. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Coordenador da CISPOA/DPA PORTO ALEGRE . vem através de seu proprietário(a). Inscrição Estadual nº Tal. Responsável pela empresa Tal. ANEXO 7 MODELO PARA PEDIDO DE VISTORIA Ilmo. Dr. MD. Município Tal. Sem mais para o momento. Cep.

......... Não é permitida a comercialização......................... Qual a função dos governos.......br ............................................Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos............. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra................................................................................... 113 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 55 de 115 Ministério da Agricultura.........gov................................................................................................ Orientações para Alimentação Adequada (Higiênica e Nutritiva) Introdução Este guia foi elaborado pelo Pólo da UERGS em Encantado – RS...................................................................................................... 81 Referências: ........ Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano........ 56 Capítulo II... com o objetivo de orientar os consumidores no sentido de alimentarem-se adequadamente (de forma higiênica e nutritiva)............................................ Como nutrir-se adequadamente ... 61 Capítulo IV................................... Sumário Capítulo I......... Como manipular os alimentos de forma higiênica ........ Como comprar alimentos ............... Quem é responsável pela qualidade dos alimentos? ........................................................... Dez regras de ouro na preparação e consumo de alimentos propostas pela Organização Mundial de Saúde ............................................................................................ das indústrias e dos consumidores na promoção da alimentação adequada? ....................... 62 Capítulo V.............................. 59 Capítulo III................................................ desde que citada a fonte...........guahyba@agricultura..... 63 Capítulo VI............................

. . os armários também estão quase vazios. pois medidas de higiene previnem a contaminação por germes que podem afetar a qualidade dos alimentos e provocar danos à saúde.gov.Rita: Não.Rita: Vamos começar pelos não perecíveis. Orientação nº2: Como escolher o supermercado? Escolha o supermercado pela higiene dos atendentes. organização e limpeza do ambiente e não apenas por vender alimentos mais baratos ou por ser mais próximo de casa. pode-se evitar desperdícios e gastos desnecessários! . . 2003) vão esclarecer quais são os cuidados a serem observados para prevenir doenças de origem alimentar.municipal .João: É mesmo.anvisa. As carnes.João: Em qual supermercado nós vamos? Nesse aqui perto de casa? . assim como todos os alimentos perecíveis devem ser os últimos a serem colocados no carrinho.http://www. esses produtos não devem ser comprados em quantidade excessiva.estadual . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 56 de 115 Ministério da Agricultura. João e Rita estão no supermercado fazendo as compras do mês.anvisa. conservação e outros temas. visto que alguns produtos possuem prazo de validade curto. denuncie ao serviço de vigilância sanitária de sua localidade: .br .João: Rita. vão orientar o consumidor sobre higiene. João e Rita (BRASIL.gov. Os alimentos que estragam com facilidade devem ser comprados em um pequeno intervalo de tempo. pois pode ocorrer o desenvolvimento de germes se não forem guardados na temperatura recomendada pelo fabricante. por meio de histórias.htm . eu sou a Rita! E este é o meu marido João.htm No Mercado .Rita: Olá pessoal.João: Oi pessoal! Rita e eu estamos sempre preocupados com o nosso bem-estar. Como comprar alimentos A aquisição para o consumo de alimentos inadequados pode provocar danos à saúde das pessoas. mesmo se estiverem em promoção.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Rita: É João.br/institucional/snvs/centro_mun. esqueci. Lista de Compras .Rita: De maneira alguma. Dessa forma. Orientação nº3: O que são alimentos perecíveis? Os alimentos perecíveis são aqueles que devem ser mantidos em condições especiais de temperatura para a sua conservação. que tal começarmos pela seção de carnes? . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.http://www. Vamos fazer uma lista de compras! Orientação nº1: Por que é importante fazer uma lista de compras? A lista de compras deve conter a relação dos alimentos e suas quantidades. Os personagens estão ambientados em situações do cotidiano e.br/institucional/snvs/centro_est.gov. Deste modo. . Vamos mostrar para vocês alguns cuidados importantes de higiene que podem ajudá-los a prevenir as doenças transmitidas por alimentos.João: Nossa!!! A geladeira está vazia! Temos de fazer compras. Capítulo I. Caso o supermercado não apresente boas condições de higiene. . Portanto.guahyba@agricultura. perto da casa da minha mãe. Vamos naquele que é limpo organizado.

trincadas.João: Tudo bem. deve ser observado se há qualquer alteração na embalagem e no próprio alimento. Atenção! Somente o prazo de validade não garante que o alimento esteja apto para o consumo.Rita: Ah João. observe: cor. enferrujadas. amassadas.br . . Portanto.João: Não. congelamento ou aquecimento. Orientação nº7: Informações sobre as embalagens de alimentos As embalagens servem para proteger os alimentos e quando alteradas podem permitir a contaminação.gov. conteúdo líquido. que permitem visualizar seu conteúdo. agora podemos passar pela seção de congelados e refrigerados? .Rita: Estamos no fim. O sal foi o alimento escolhido para fornecer iodo à população por ser um alimento consumido diariamente por todos. sendo assim. mas troque esta última. aroma. O ferro é essencial para o crescimento. deve ainda apresentar instruções de preparo e cuidados de conservação. . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. bócio (papo) e aborto. . desde que seja iodado. . Evite apalpar. Ah. identificação da origem. nome e endereço do fabricante. É preciso observar com cuidado as embalagens dos alimentos. Você tem preferência por alguma marca? . pegue o arroz. mas verifique a temperatura da gôndola. Nas embalagens transparentes. ela está amassada. grau de maturação (característico de cada espécie). dentre outros. . lote e data de validade. abertas e com outros sinais de alteração. . onde estão os produtos. . desenvolvimento e manutenção da saúde. Vou pegar um pacote de cada. espinha bífida e anencefalia. pois esta prática causa danos aos vegetais. Verifiquei além do prazo de validade outras informações importantes que estão no rótulo. facilitando o apodrecimento.Rita: E agora vou escolher o sal. embalagem ou data de validade. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 57 de 115 Ministério da Agricultura. Qualquer uma. cuidado para não amassá-los na hora de escolher. . Orientação nº8: Por que o sal deve ser iodado? Todo o sal para consumo humano. frescor e integridade.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. quebrar talos.guahyba@agricultura. apertar. aqui estão duas latas de milho. Esta medida foi adotada com o objetivo de combater a deficiência desses nutrientes na alimentação da população brasileira.Rita: Olha. . Aproveite e escolha também os legumes. Orientação nº10: O que deve ser observado na escolha dos vegetais Ao escolher os vegetais.Rita: João. Podem ser armazenados à temperatura ambiente.João: Aqui estão dois pacotes. Orientação nº4: O que são alimentos NÃO perecíveis? Os alimentos não perecíveis são aqueles que possuem tempo de durabilidade longo e não precisam ser mantidos sob refrigeração. Também ajuda a diminuir o risco de nascimento de bebês com fenda palatina (lábio leporino). O iodo é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. O ácido fólico ou Vitamina B9 é um nutriente essencial para a formação das células vermelhas do sangue e a sua falta pode causar anemia megaloblástica em gestantes. A deficiência de iodo na alimentação causa danos à saúde como retardamento mental em recém-nascidos. no aspecto e se há presença de matérias estranhas.João: Lógico que sim. isto é muito bom para a saúde. Sua carência provoca uma doença conhecida como anemia ferropriva. não compre alimentos com embalagens sujas. comercializado no Brasil.Rita: Por favor. né Rita. Quando necessário.Rita: Você olhou a data de validade? Orientação nº5: Por que é importante verificar a data de validade? Não consuma alimentos com prazo de validade vencido. observe se os alimentos apresentam alteração na cor. Rita. Para identificação do lote pode-se utilizar: data de fabricação. furadas.João: É claro. Orientação nº6: Informações importantes no rótulo Verifique se o rótulo apresenta: nome do produto. . Após o vencimento do prazo. que tal levarmos algumas frutas? . podem ocorrer alterações indesejáveis que prejudicam a qualidade do alimento. vamos comprar farinhas de trigo e de milho enriquecidas com ferro e ácido fólico (vitamina B9)? Orientação nº9: A importância das farinhas fortificadas As farinhas de trigo e de milho devem ser enriquecidas com ferro e ácido fólico. deve ser iodado. estufadas. lista de ingredientes.João: Boa idéia. .João: Tudo bem.

Rita: Está certo. Os olhos devem ser brilhantes e salientes. ser brilhantes e sem viscosidade. Atenção! A temperatura do equipamento não deve estar acima daquela recomendada pelo fabricante do produto. refrigerado ou congelado. Vamos ver se a temperatura que consta na embalagem está de acordo com aquela medida pelo termômetro da gôndola. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 58 de 115 Ministério da Agricultura.gov. As escamas devem ser unidas entre si. Para conferir a temperatura. já estava ficando cansado. .João: Leve aquele que aparenta estar mais fresco. . . Não devem ser mantidos à temperatura ambiente (fora da geladeira ou freezer).br . .Rita: Sem dúvida. As brânquias (guelras) devem possuir cor rosa ao vermelho intenso.Rita: Falta escolhermos os peixes. Atenção! A temperatura é um fator importante para manter a qualidade dos peixes.Rita: Pronto! Terminamos.Rita: Pronto. podemos levar este produto.João: Agora não. por tempo prolongado. Os produtos congelados devem estar firmes e sem sinais de descongelamento. .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. são tantas variedades.guahyba@agricultura. Orientação nº11: Alimentos congelados e refrigerados Estes alimentos devem estar armazenados na temperatura recomendada pelo fabricante. está de acordo. os equipamentos de frio devem possuir termômetros em locais de fácil visualização. . brilhantes e fortemente aderidas à pele. bem aderida. . Sempre fico em dúvida sobre qual levar.Rita: Já que estamos perto da casa da mamãe vamos visitá-la?! . No Carro . pois sofrem alterações indesejáveis que muitas vezes não são perceptíveis. pois compramos alimentos que precisam ir rapidamente para a geladeira e freezer. estes devem ser mantidos no gelo. Orientação nº12: O que observar ao comprar peixe? Os peixes devem possuir pele firme. vamos para casa. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.João: Estamos quase terminando! Agora não podemos demorar. úmida e sem a presença de manchas. por isso. podendo causar mal à saúde.João: Rita. para que os alimentos perecíveis não permaneçam muito tempo no carrinho de compras. .

00 per capita. morrem por desnutrição ou por doenças associadas aos alimentos (Consumidores y Desarrollo – Boletim da Consumers International – mayo-junio 1997). Fundação Getúlio Vargas. 30% do queijo fatiado e manipulado em supermercados contaminados com Staphylococcus aureus e coliformes fecais em desacordo e 30% do filé de frango com Salmonella. estabelecendo políticas que considerem a vulnerabilidade da população ou de diferentes grupos dentro da população. principalmente crianças. estando associada ao câncer primário de fígado.br . Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos. têm renda mensal inferior a R$80. o consumidor deve estar atento e informado sobre os seus direitos e adotar uma postura ativa. o que não lhes garante o consumo das necessidades calóricas mínimas fixadas pela Organização Mundial da Saúde [Mapa do fim da fome. conforme análise da Fundação Ezequiel Dias.manter a confiança nos alimentos comercializados internacionalmente. * Ou Código dos Alimentos. em 2000.gov.garantir aos consumidores o acesso a informações claras e de fácil entendimento. seis estavam contaminadas por aflatoxina. Ceará. estima-se que todo dia no mundo 40 mil pessoas.guahyba@agricultura. . e . Casos de contaminação de alimentos no Brasil Dezenas de amostras de leite pasteurizado com resíduos de agrotóxicos (piretróides) acima do limite. tanto em seres humanos quanto em animais.9% do pão de queijo comercializado em Minas Gerais contaminados com Staphylococcus aureus acima do limite. que os tornem capazes de proteger os alimentos da contaminação.codexalimentarius. é uma organização internacional que tem por objetivo proteger a saúde dos consumidores e assegurar a aplicação de práticas eqüitativas no comércio de alimentos. Das 15 marcas de amendoim testadas pelo Inmetro. Inúmeras pesquisas realizadas por órgãos públicos. Essa micotoxina foi encontrada em níveis elevados. 2000). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). ou 29% da população do país. Para se defender dos riscos relacionados aos alimentos.fornecer alimentos seguros e adequados para consumo. As indústrias devem aplicar as práticas de higiene a fim de: .gov. em 2000 (XVII Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. em 1998 [Revista Época.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. As doenças provocadas pela ingestão de alimentos representam um grande perigo para a população e ocorrem em grande número. de acordo com análise feita pela Universidade Estadual Paulista.net. por meio da rotulagem ou outros recursos apropriados. ou seja. multiplicação e sobrevivência de patógenos mediante correto armazenamento. causa sérios danos à saúde.br) e pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia. universidades. 16/11/1998]. Normalização e Qualidade Industrial .br) mostram os altos níveis de contaminação química e microbiana dos produtos alimentícios em geral.www. Capítulo II. variando de duas a 20 vezes acima do limite máximo permitido pelo Ministério da Saúde.realizar programas de educação em saúde.manter a confiança nos alimentos comercializados internacionalmente.org. Comida em pratos limpos.proteger os consumidores adequadamente contra doenças ou danos causados por alimentos. julho de 2001(baseado em dados do IBGE de 1999)]. das indústrias e dos consumidores na promoção da alimentação adequada? Os governos devem incentivar a implementação dos princípios gerais do Codex Alimentarius* a fim de: . um tipo de micotoxina que. 38–43. em análises feitas pela Universidade Federal de São Paulo. livro de resenhas. Rio de Janeiro. em 2000. mais de 50 milhões de pessoas. Qual a função dos governos. Fortaleza. pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor . Mais informações em www.inmetro. Os consumidores devem reconhecer seu papel seguindo as instruções relevantes e adotando medidas apropriadas de higiene dos alimentos (ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE.www. mesmo em países desenvolvidos. Você Sabia? No Brasil.8% das carnes preparadas em restaurantes industriais contaminadas com Staphylococcus aureus em desacordo – Nutec. . 2006). .garantir que o alimento seja adequado para o consumo humano. 44. manipulação e preparo. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 59 de 115 Ministério da Agricultura.idec. págs. exigir que sejam respeitados. 11. que possibilitem a transmissão eficaz dos princípios de higiene dos alimentos às indústrias e aos consumidores. . cobrando isso das empresas e do governo.

julho de 2001(baseado em dados do IBGE de 1999)].ctnbio. o que vem sendo uma grande preocupação para médicos e consumidores no mundo inteiro. O consumidor deve colaborar com a vigilância sanitária.gov. a grande quantidade de alimentos de alto risco sem inspeção sanitária. é possível manipular as características genéticas de um organismo. Você sabia? Todo caso de doença transmitida por alimentos deve ser imediatamente notificado nos postos de saúde. que podem causar intoxicações crônicas e doenças graves a longo prazo. que é o órgão de saúde que controla os alimentos. restaurantes e residências. e a falta ou inadequação de programas específicos de monitoramento de resíduos de drogas veterinárias e agrotóxicos são os principais problemas na área de segurança alimentar. Veja mais informações nos sites: www. pode provocar riscos à saúde e ao meio ambiente. como nos Estados Unidos. introduzindo material hereditário de outras espécies. sobretudo crianças. como os antibióticos usados nas rações de suínos e aves e no tratamento de doenças de todos os tipos de animais que dão origem a alimentos para o ser humano. pedir na Justiça a reparação dos prejuízos. Fundação Getúlio Vargas. pois ao mesmo tempo em que é exigida pelos consumidores. servidos em festas. 300 mil foram hospitalizados e mais de 5 mil morreram por ingerir alimentos contaminados. Na Europa. A obrigatoriedade de informação nos rótulos desses produtos também é outro ponto controvertido. nem sempre se faz uma relação com a ingestão de um determinado alimento. pois elas podem ser analisadas em laboratório para identificar a causa da doença. leite e derivados e os pescados. apreendam os produtos. No Brasil não existem estatísticas exatas. conforme dados da U. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Consumer Product Safety Commission. se for o caso. caso não seja adequadamente avaliada. No Brasil. em laboratório. como os agrotóxicos. idosos e pessoas debilitadas por alguma enfermidade. os alimentos que mais causam doenças agudas são aqueles que se estragam mais rapidamente. a legislação obriga a informação no rótulo para produtos que contenham em sua composição 4% ou mais de alimentos geneticamente modificados.br e www. o leite e seus derivados. como as carnes. existem interesses econômicos de grandes empresas transnacionais produtoras de sementes geneticamente modificadas. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 60 de 115 Ministério da Agricultura. Não se deve jogar fora as sobras da refeição ou do alimento suspeito.S. Entretanto. além de suscitar questões econômicas. como os sintomas ou as doenças demoram a aparecer.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. mas é muito comum a ocorrência de surtos de diarréia e intoxicações motivados pelo consumo de alimentos contaminados por micróbios ou substâncias tóxicas. escolas. sociais e éticas. De um modo geral. O uso indiscriminado dessas substâncias tem levado ao aparecimento de bactérias super-resistentes a antibióticos.idec. Aproximadamente 20% dos produtos alimentícios testados pelo Idec nos últimos nove anos estavam em desacordo com a legislação sanitária e 40% deixavam de trazer informações importantes para os consumidores [Mapa do fim da fome. Mesmo em países desenvolvidos. Na maioria das vezes. onde. 76 milhões de consumidores adoeceram. não se consegue observar a olho nu se um alimento está contaminado ou até mesmo estragado. esse limite é de 1%. no ano de 2000.gov. Cientistas independentes e organizações da sociedade civil estão exigindo maior rigor para a avaliação de riscos.br . elas são um sério problema e fonte de grande preocupação para autoridades. porém. se necessário. a presença de genes originários de outros seres vivos (vegetais ou animais) nos alimentos. Perigos invisíveis A contaminação por produtos químicos pode trazer danos graves à saúde. Outro exemplo são as drogas veterinárias. Essa já é uma tendência especialmente na Europa. em muitos países ainda não é obrigatória. agrotóxicos ou outras finalidades. além das preparações como maioneses e bolos. como carnes.br (BRASIL. As informações incorretas ou enganosas nos rótulos. e. para adquirir resistência a pragas. para que as autoridades investiguem as causas e. que exercem uma forte influência sobre os governos e sobre a mídia para a liberação desses produtos. Alimentos transgênicos Alimentos transgênicos são aqueles que foram geneticamente alterados. fornecendo todas as informações que tiver sobre o caso. As doenças veiculadas pelos alimentos As doenças transmitidas por alimentos são muito mais graves e freqüentes do que se imagina e podem até matar. Um exemplo são as substâncias usadas na lavoura. Por meio de técnicas de engenharia genética.org. O consumidor deve exigir um relatório final da investigação das autoridades. os perecíveis.guahyba@agricultura. Além disso. 2002).

equipamentos ou utensílios de preparação dos alimentos devem estar rigorosamente limpos. Cozinhar bem os alimentos Carnes. no caso dos alimentos de origem animal. 2002). Utilizar água tratada Para beber ou cozinhar. carnes e pescados.br . mas sob refrigeração igual ou inferior a 10ºC ou sob calor acima de 60ºC. ir ao banheiro. superfícies. Os panos de prato devem ser limpos. como ovos. ferva-a por 15 minutos ou trate-a com água sanitária (uma gota para cada litro de água). Dez regras de ouro na preparação e consumo de alimentos propostas pela Organização Mundial de Saúde 1. por exemplo. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 61 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. a procedência. os ratos e os animais domésticos transportam micróbios que podem causar doenças. leite. peixes. como frutas e verduras. para permitir a fervura. 2. aguardando 15 minutos para utilizá-la (BRASIL. utilize água tratada. 8. para aquecer por igual. que mata os micróbios. mas que podem ser perigosas se chegarem a um alimento que não será mais cozido. 10. Consumir imediatamente os alimentos cozidos Deve-se comer logo o alimento preparado e não deixá-los esfriar à temperatura ambiente para evitar que os micróbios se multipliquem. trocar fraldas ou fazer alguma limpeza na casa. substituindo-as pelas de plástico resistente. Ex. misture. que tenham o carimbo da inspeção sanitária. Lavar as mãos antes de cozinhar Deve-se lavar as mãos antes de preparar os alimentos e toda vez que realizar alguma operação que interrompa a manipulação dos mesmos. 5. Se possível. sejam melhores no estado natural. Aquecer bem os alimentos já cozidos Aqueça muito bem os alimentos já cozidos ou congelados ou refrigerados. 9. 4. Em caso de dúvida. Manter a cozinha limpa e organizada Todas as áreas. e exija.: Este emblema identifica os produtos de origem animal que foram fiscalizados pelo Serviço de Inspeção Federal.gov. Evitar o contato entre alimentos crus e cozidos Alimentos crus podem conter contaminações facilmente eliminadas no cozimento. lavados e fervidos diariamente. 7. ovos e derivados devem ser cozidos em temperatura superior a 70ºC. Proteger os alimentos de insetos e animais Os insetos (como moscas e baratas). Conservar adequadamente os alimentos guardados Alguns tipos de alimento que sobram de uma refeição podem ser guardados. Leite de mamadeiras não deve ser guardado para consumo posterior. outros só devem ser consumidos se tiverem sido processados e inspecionados. preparar somente o que vai ser consumido numa refeição. Evite tábuas de corte de madeira.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 3. Capítulo III. Mexa. juntando água se possível. Verifique as condições de higiene do local onde eles são ofertados. 6. Evitar alimentos clandestinos Embora muitos alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

078. sem estar necessariamente deteriorado. não permitida pela legislação.guahyba@agricultura. deteriorado. Alimento alterado: que apresenta alguma alteração numa característica de identidade e qualidade. Capítulo IV. com o objetivo deliberado de enganar o consumidor (BRASIL.gov. respeitadas as variações decorrentes da sua natureza. os fornecedores de produtos — fabricante. Alimento fraudado: que apresenta uma modificação nos seus componentes. mostrar-lhe a nota fiscal e o produto. procurar a gerência. cor ou sabor. por ação microbiana. Quem é responsável pela qualidade dos alimentos? De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal nº8. A reclamação formalizada paralisa a contagem do prazo limite para reclamar. Não sendo sanado o erro no prazo de 30 dias. estando impróprio ao consumo. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 62 de 115 Ministério da Agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Da mesma forma respondem por disparidades entre o produto e as indicações constantes no recipiente. Na reparação de danos.br . vendedor ou importador — respondem solidariamente pela qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo ou lhes tire valor. rotulagem ou mensagem publicitária. O consumidor tem 30 dias para reclamar de problemas aparentes em serviços ou produtos não-duráveis e 90 dias para os duráveis. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 2002). e exigir a sua troca ou a devolução do que foi pago. o consumidor poderá exigir a substituição do produto. a restituição da quantia paga ou o abatimento proporcional do preço. especialmente na cor. Alimento deteriorado: que apresenta modificação visível na sua integridade. como o gosto. Ao comprar um alimento alterado. de 11/09/1990). adulterado ou fraudado. embalagem. o consumidor deve voltar ao estabelecimento onde fez a sua compra. no odor e na textura. o fornecedor só não terá responsabilidade se provar que não deu causa ao problema identificado.

2004). Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 63 de 115 Ministério da Agricultura. febre.br . podendo também apresentar dores abdominais. serão abordadas as Boas Práticas para Serviços de Alimentação (BRASIL. quando verificarmos procedimentos que violem tais normas. podendo então contaminar os alimentos e causar doenças. etc. conservar os alimentos em temperaturas adequadas e o cozimento correto evitam ou controlam a contaminação dos alimentos. Sendo assim. Contaminação por parasitas Os parasitas como: ameba. na água e no intestino dos homens e dos animais. as substâncias tóxicas e os micróbios prejudiciais à saúde entram em contato com o alimento durante a manipulação e preparo. Apesar de nem todas as orientações se aplicarem às cozinhas de nossas residências (cozinhas domésticas). podendo inclusive levar à morte. alteração da visão. Essas medidas simples fazem parte das Boas Práticas. dor de cabeça. Capítulo V. dedicamos as próximas páginas a eles. no mínimo elas servirão para que sejamos cidadãos observadores do cumprimento ou não destas boas práticas nos restaurantes. giárdia e vermes podem estar presentes no solo. os parasitas. olhos inchados.gov. as conseqüências podem ser mais graves. O que são Boas Práticas? São práticas de higiene que devem ser obedecidas pelos manipuladores desde a escolha e compra dos produtos a serem utilizados no preparo do alimento até a venda para o consumidor. Para adultos sadios. parasitas ou substâncias tóxicas estão presentes no alimento.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. O objetivo das Boas Práticas é evitar a ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados. A maioria das DTA está associada à contaminação de alimentos por micróbios prejudiciais à saúde. Esse processo é conhecido como contaminação.guahyba@agricultura. É sempre bom lembrar que medidas simples. Como os micróbios prejudiciais à saúde representam um problema tão importante para os serviços de alimentação. O que são Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA)? São doenças provocadas pelo consumo de alimentos que ocorrem quando micróbios prejudiciais à saúde. poderemos denunciar o fato às autoridades locais (vigilância sanitária). Os sintomas mais comuns de DTA são vômitos e diarréias. dentre outros. O que é contaminação? Normalmente. Contaminação por micróbios Se não forem tomados alguns cuidados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. os micróbios que contaminam o alimento podem se multiplicar rapidamente e causar doenças. Como manipular os alimentos de forma higiênica Neste capítulo. os idosos e as pessoas doentes. como lavar as mãos. padarias. a maioria das DTA dura poucos dias e não deixa seqüelas. as grávidas. para as crianças.

Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 64 de 115 Ministério da Agricultura. Há mais micróbios em uma mão suja do que pessoas em todo o planeta. chamados de deteriorantes.. Alguns micróbios patogênicos multiplicam-se nos alimentos sem modificá-los. Eles também são conhecidos como microrganismos. queijo. Micróbios Os micróbios são amplamente distribuídos. Os micróbios são úteis na preparação de iogurte. silenciosamente.guahyba@agricultura. A maioria das DTA é provocada pelo grupo de micróbios conhecido como bactérias. a maioria dos micróbios é inofensiva. ou seja. É um grande engano acreditar que os micróbios sempre alteram o sabor e cheiro dos alimentos. Os micróbios podem ser divididos nos seguintes grupos: vírus. quando presentes nos alimentos. nas pessoas. podem estragar o alimento. Quando os micróbios se multiplicam nos alimentos? Os micróbios multiplicam-se nos alimentos quando encontram condições ideais de nutrientes. Por mais estranho que pareça. podendo ser encontrados no solo. O que são os micróbios? Os micróbios são organismos vivos tão pequenos que só podem ser vistos por meio de um equipamento com potentes lentes de aumento chamado microscópio. umidade e temperatura. nos alimentos e até flutuando no ar. que fica com cheiro e sabor desagradáveis. bactérias e fungos. sendo que alguns são até úteis. sendo chamados de prejudiciais à saúde ou patogênicos. Alguns micróbios. podem causar doenças. vinho..gov. Outros micróbios. cerveja. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. nos animais. Saiba mais. pão. dentre outros.br . na água.

não possuem umidade suficiente para a multiplicação dos micróbios. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 65 de 115 Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. Micróbios Quando encontram condições ideais.000 em apenas 6 horas. São exemplos de alimentos não-perecíveis: arroz cru..Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. é preciso que os micróbios multipliquem-se nos alimentos até atingir números elevados. biscoito e farinha.. leite pasteurizado. Esses alimentos devem ser conservados em temperaturas especiais. Para causar doença. Quando as condições do alimento são ideais para os micróbios. presunto e queijo. Saiba mais. uma única bactéria pode se multiplicar em 130. iogurte. sendo chamados de perecíveis. sendo conservados a temperatura ambiente. os micróbios se multiplicam rapidamente.gov. Tão importante quanto ter esses equipamentos é saber se estão na temperatura certa! Geladeira – abaixo de 5ºC Balcão de self-service – acima de 60ºC São exemplos de alimentos perecíveis: carne. também chamados de não-perecíveis. Agora fica mais fácil entender a importância da geladeira ou do balcão de self-service. Os micróbios prejudiciais à saúde podem se multiplicar em temperaturas entre 5ºC a 60ºC (chamada zona de perigo).br . Eles preferem temperaturas de verão ou do nosso corpo (em torno de 37ºC). A maioria dos alimentos contém umidade suficiente para a multiplicação dos micróbios. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Os alimentos secos.

Como deve ser o local de trabalho? O que fazer? O local de trabalho deve ser limpo e organizado. Para isso. goteiras. mofos e descascamentos. uma colher de chá de terra pode conter até 1 milhão de bactérias. Para se ter uma idéia.br Página 66 de 115 .gov. Portanto. mantenha o piso. Faça a limpeza sempre que necessário e ao Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Por que fazer? A sujeira acumulada é ideal para a multiplicação de micróbios. Ministério da Agricultura.guahyba@agricultura. a parede e o teto conservados e sem rachaduras.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. manipular alimentos em um ambiente sujo é uma forma comum de contaminar os alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. infiltrações.

sendo que 35 morreram. ainda. A área de alimentos é atrativa para esses animais. 3352 pessoas se intoxicaram pelo uso de raticidas. como bancadas e mesas.guahyba@agricultura. pedaços de metais e pedras. As superfícies que entram em contato com os alimentos. possibilitando que os micróbios patogênicos se multipliquem rapidamente. Os insetos e outros animais apresentam micróbios espalhados em todo o corpo. Mais dados podem ser pesquisados em www. Para impedir a entrada e o abrigo de insetos e outros animais. ratos e outras pragas. Os desinfetantes.br . Os produtos de limpeza regularizados devem conter no rótulo o número de registro no Ministério da Saúde ou a frase: “Produto notificado na Anvisa/MS”. 820 pessoas ficaram doentes por consumir alimentos contaminados com substâncias tóxicas. O local de trabalho deve ser mantido bem iluminado e ventilado. Outra ameaça ao consumidor é a contaminação dos alimentos por matérias físicas prejudiciais à saúde. As caixas de gordura e de esgoto devem estar localizadas fora das áreas de preparo e de armazenamento de alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 67 de 115 Ministério da Agricultura.br/sinitox. Esses defeitos favorecem o acúmulo de líquidos e sujeiras e restos de alimentos. A caixa de gordura é a moradia de muitos insetos. A limpeza do ambiente é importante para prevenir e controlar baratas. devem ser mantidas em bom estado de conservação. como fragmentos de vidro. Nunca guarde os produtos de limpeza junto com os alimentos. Deve haver sempre rede de esgoto ou fossa séptica. que em 2004. O SINITOX mostra. Não se esqueça que essa regra também se aplica às tábuas de corte utilizadas no preparo dos alimentos. Segundo o Sistema Nacional de Informações TóxicoFarmacológicas – SINITOX – em 2004. Não utilize produtos de limpeza clandestinos. Os micróbios patogênicos se multiplicam rapidamente em locais quentes e abafados. as janelas devem possuir telas e devem ser retirados os objetos sem utilidade das áreas de trabalho. ou às superfícies que entram em contato com alimentos. que podem transmitir micróbios aos alimentos desprotegidos. sem rachaduras.gov. final das atividades de trabalho.fiocruz. As lâmpadas devem estar protegidas contra quebras. trincas e outros defeitos. Os venenos devem ser aplicados somente quando necessário e sempre por empresa especializada. os detergentes e outros produtos de limpeza contêm substâncias tóxicas que podem contaminar os alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. com papel higiênico.br . o número de bactérias entre nossos dedos duplica.guahyba@agricultura. O que fazer? Os banheiros e vestiários não devem se comunicar diretamente com as áreas de preparo e de armazenamento dos alimentos. papel toalha e lixeiras com tampa e pedal. os banheiros apresentam um grande número de micróbios patogênicos. sabonete. O banheiro deve estar sempre limpo e organizado. Por que fazer? Pesquisas indicam que a metade das pessoas se esquece de lavar as mãos quando sai do banheiro.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. O que fazer? Lave bem as mãos depois de usar o banheiro. Por que fazer? Como as fezes são altamente contaminadas. anti-séptico.gov. Quando vamos ao banheiro e não lavamos as mãos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 68 de 115 Ministério da Agricultura.

fezes de animais. Por isso. devem ser de uso exclusivo. etc. . como poços artesianos.Espalhe a solução nas paredes e fundo da caixa d’água com uma broxa ou pano. . . Por que fazer? Os micróbios patogênicos e os parasitas podem ser transmitidos por meio da água.br . diluindo 1 litro de água sanitária em 5 litros de água.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Prepare a solução desinfetante.Esgote toda a água acumulada. Os utensílios.Enxágüe a caixa d’água com água corrente. duas vezes por ano. . conhecer a qualidade da água que está sendo utilizada. Esse volume é apropriado para uma caixa d’água de 1000 litros. . é importante utilizar água tratada ou. retire toda a água da caixa d’água. . Por isso. rodo e pano.gov.Retire a sujeira. poeira. infiltrações e descascamentos.Feche a saída de água da caixa d’água.guahyba@agricultura. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 69 de 115 Ministério da Agricultura. A caixa d’água deve ser lavada e desinfetada (higienizada) no mínimo a cada 6 meses. . siga os passos descritos no Procedimento Operacional Padronizado (POP). Use somente água potável para o preparo dos alimentos e do gelo. Quais cuidados devem ser tomados com a água? O que fazer? Os estabelecimentos devem ser abastecidos com água corrente tratada (proveniente do abastecimento público) ou de sistema alternativo. . insetos. no mínimo. A caixa d’água deve estar conservada. Para lavar e desinfetar a caixa d’água. No caso de sistema alternativo.Abra a saída de água e retire todo o sabão com água corrente.Feche a saída de água. deve ser mantida tampada e higienizada. retirando todo o resíduo de desinfetante. escova. quando não for possível.Feche o registro.Lave as paredes e o fundo da caixa d’água com água e sabão. Aguarde por 30 minutos. sem rachaduras. vazamentos. como vassoura. A água tratada pode ser contaminada com terra. POP de higienização da caixa d’água . a água deve ser analisada de seis em seis meses. tampada.Encha a caixa d’água. . .

guahyba@agricultura. é um meio ideal para a multiplicação de micróbios patogênicos.br . Por que fazer? O lixo. Retire sempre o lixo para fora da área de preparo de alimentos em sacos bem fechados.gov. O que fazer com o lixo? O que fazer? A cozinha deve ter lixeiras de fácil limpeza. cozinha. corta. rala. Após o manuseio do lixo. deve-se lavar as mãos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. prepara os alimentos. ou seja. além de atrair insetos e outros animais para a área de preparo dos alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 70 de 115 Ministério da Agricultura. com tampa e pedal. Quem é o manipulador de alimentos? É a pessoa que lava. descasca.

Faça sempre os exames periódicos de saúde. na boca. relógio e maquiagem. espirrar. O uniforme deve ser usado somente na área de preparo dos alimentos.gov. Os cabelos devem ser mantidos presos para evitar que caiam sobre os alimentos. tossir.guahyba@agricultura. A maior quantidade está no nariz. feridas e arranhões também têm um alto número de micróbios patogênicos. por aproximadamente 15 segundos. Você lava as mãos corretamente? Para lavagem correta das mãos siga os seguintes passos: 1. Enxágüe bem com água corrente retirando todo o sabonete. cantar. não manipule os alimentos. Lave bem as mãos antes de preparar os alimentos e depois de usar o banheiro. assoviar ou até falar demais pode contaminar os alimentos. a pia para lavar as mãos não deve ser a mesma para a lavagem dos vasilhames. vômito. A pessoa doente (com diarréia. colares. contaminando-os. assoviar. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 71 de 115 Ministério da Agricultura. Na área de preparo. Utilize a água corrente para molhar as mãos. comer. Tome banho diariamente. Troque seu uniforme diariamente. fumar. Retire brincos. nos cabelos. Você sabia que 1mm de cabelo pode conter até 50.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Atenção: uma boa lavagem deve durar mais que 20 segundos. falar demais ou mexer em dinheiro durante o preparo de alimentos. no nariz e nos ouvidos.br . espirrar. Esfregue as mãos com um pouco de produto anti-séptico. no suor e no sapato. Os adornos pessoais acumulam sujeira e micróbios. Preste atenção para não fumar. Esfregue a palma e o dorso das mãos com sabonete. Não use barba. cantar.000 micróbios? O uniforme pode servir de transporte de micróbios patogênicos para o interior da área de preparo dos alimentos. além de poderem cair nos alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 3. tossir. O que fazer? Esteja sempre limpo. inclusive as unhas e os espaços entre os dedos. Seque-as com papel toalha ou outro sistema de secagem eficiente. aliança. nas mãos (inclusive unhas). Mantenha as unhas curtas e sem esmalte. anéis. 2. 5. Lavar as mãos é uma das melhores formas de evitar a contaminação dos alimentos por micróbios patogênicos. Se estiver doente ou com cortes e feridas. dor de garganta ou conjuntivite) apresenta um alto número de micróbios patogênicos em seu corpo que pode facilmente contaminar os alimentos. de atender ao telefone e de abrir a porta. nas fezes. Os machucados como cortes. Use cabelos presos e cobertos com redes ou toucas. pulseiras. 4. pois ele deve estar sempre limpo e conservado. Como a grande quantidade de micróbios patogênicos é encontrada na boca. gripe. A maioria das pessoas não gasta nem 10 segundos para lavar as mãos. Por que fazer? Há micróbios espalhados por todo o nosso corpo.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. fique atento a alguns cuidados: . .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br . Atenção! Ao lavar as mãos.esfregar todas as regiões das mãos (veja a ilustração abaixo com as áreas normalmente esquecidas).guahyba@agricultura.secar bem as mãos após a lavagem usando papel-toalha ou outro sistema de secagem eficiente.gov. Finalmente suas mãos estão limpas e prontas para manipular os alimentos! Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 72 de 115 Ministério da Agricultura.

em temperatura e tempo adequados. Para evitar a contaminação dos alimentos.gov. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. parasitas ou substâncias tóxicas aos alimentos preparados. organizados.br . Por que fazer? Os fornecedores dos ingredientes também devem atender às Boas Práticas. Armazene imediatamente os produtos congelados e refrigerados e depois os produtos não-perecíveis. caso contrário. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 73 de 115 Ministério da Agricultura. ventilados e protegidos de insetos e outros animais. o armazenamento dos ingredientes deve ser realizado no local certo. Os locais de armazenamento devem ser limpos.guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. esses ingredientes podem transmitir micróbios patogênicos. organizados e confiáveis. Quais cuidados devem ser tomados com os ingredientes usados no preparo dos alimentos? O que fazer? Compre os ingredientes em estabelecimentos limpos.

nome do produto. pois temperaturas superiores a 70°C destroem os micróbios. trincadas. parasitas ou substâncias tóxicas. frangos. Deve-se cozinhar bem as carnes.guahyba@agricultura. . Atenção! Verifique cuidadosamente a condição dos alimentos que entram na sua cozinha! Produtos com prazo de validade vencido não devem ser utilizados no preparo de alimentos. enferrujadas. com furos ou vazamentos. Por que fazer? A embalagem é uma importante proteção dos alimentos. rasgadas. As embalagens podem contaminar os alimentos se não forem limpas antes de abertas. O alimento deve ser bem cozido. Limpe as embalagens antes de abri-las. em altas temperaturas de forma que todas as partes do Elaborado: 23/08/2011 Página 74 de 115 Revisado: 22/09/2011 Por que fazer? As carnes cruas e os vegetais não lavados apresentam micróbios patogênicos que podem ser transferidos aos alimentos prontos por meio das mãos dos manipuladores. Como preparar os alimentos com higiene? O que fazer? Lave as mãos antes de preparar os alimentos e depois de manipular alimentos crus (carnes. O que fazer? Não use e não compre produtos com embalagens amassadas. produtos com embalagens defeituosas podem apresentar micróbios patogênicos. Ministério da Agricultura. estufadas.gov.data da retirada da embalagem original. portanto.br .prazo de validade após a abertura. Os ingredientes que não forem utilizados totalmente devem ser armazenados em recipientes limpos e identificados com: . peixes e vegetais não lavados). Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. abertas ou com outro tipo de defeito.

Esses sinais indicam que o óleo deve ser trocado imediatamente. Para carnes bovinas e de frango tome cuidado para que as partes internas não fiquem cruas (vermelhas). . lave os utensílios usados no preparo de alimentos crus antes de utilizá-los em alimentos cozidos. sem lavar. bacias. CUIDADO! As carnes cruas e os vegetais não lavados também podem transmitir micróbios patogênicos aos alimentos prontos por meio dos utensílios (talheres. O que fazer? Durante a utilização dos óleos e gorduras pode haver alterações no cheiro. produzem muita fumaça e espuma. tabuleiros). alimento atinjam no mínimo a temperatura de 70ºC. cor. Isso é chamado de contaminação cruzada. Os alimentos congelados e refrigerados não devem permanecer fora do freezer ou geladeira por tempo prolongado. esses devem ser identificados com: .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. verifique a mudança na cor e textura na parte interna do alimento.prazo de validade. Utilize o forno de microondas se for prepará-lo imediatamente ou deixe o alimento na geladeira até descongelar. Evite o contato de alimentos crus com alimentos cozidos. Não descongele os alimentos à temperatura ambiente. pratos. As carnes devem ser descongeladas dentro de recipientes. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Os micróbios patogênicos multiplicam-se rapidamente em temperatura ambiente.br . Um exemplo desse tipo de contaminação é cortar frango cru e usar a mesma faca. Página 75 de 115 Ministério da Agricultura. geralmente. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. No caso de alimentos preparados serem armazenados na geladeira ou no freezer. para fatiar uma carne assada. Por que fazer? Quando os óleos e as gorduras são utilizados por um longo período. Essas substâncias dão um sabor e cheiro ruins ao alimento e. são formadas substâncias tóxicas que podem causar mal à saúde.nome do produto. formação de espuma e fumaça. . Os sucos dessas carnes devem ser claros e não rosados. Para ter certeza do completo cozimento.data de preparo.gov. a carne produz sucos que podem contaminar outros alimentos com micróbios patogênicos. sabor. Além disso. Durante o descongelamento.guahyba@agricultura.

por isso. tendo em vista que esses podem ser consumidos crus. principalmente. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. A correta higienização elimina os micróbios patogênicos e os parasitas. Atenção! Alimentos como frutas. Lave em água corrente vegetais folhosos (alface. deve estar limpo. Fazer o corte dos alimentos para a montagem dos pratos com as mãos e utensílios bem lavados. CGPAN/SAS/Ministério da Saúde. ratos ou outros animais no veículo de transporte do alimento. . os alimentos prontos devem ser mantidos bem protegidos. Os micróbios patogênicos multiplicam-se rapidamente em temperatura ambiente.o nome do alimento. e frutas e legumes um a um. e frutas e legumes um a um. agrião. Manter sob refrigeração até a hora de servir.br . Colocar de molho por 10 minutos em água clorada. como produtos de limpeza e venenos. substâncias tóxicas. retirando as folhas. frutas e legumes: 1. O veículo utilizado no transporte deve ter cobertura para proteção dos vasilhames e. 2. Guia Alimentar para a População Brasileira: Promovendo a alimentação saudável.a data de preparo. Atenção! Verifique se não há baratas. Como transportar o alimento preparado? O que fazer? Armazene o alimento a ser transportado em vasilhames bem fechados. . utilizando produto adequado para este fim (ler o rótulo da embalagem). rúcula. Os vasilhames devem estar identificados com: . o alimento deve ser mantido em caixas térmicas apropriadas.gov. na diluição de 200ppm (1 colher de sopa para 1 litro). 5. 6.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 4.guahyba@agricultura.o prazo de validade. etc. partes e unidades deterioradas. Por que fazer? Os micróbios estão espalhados por todo o ambiente e. legumes e hortaliças devem ser higienizados.) folha a folha. 3. Selecionar. Para higienização de hortaliças. Enxaguar em água corrente vegetais folhosos folha a folha. Se o transporte for demorado. Não transporte junto com os alimentos. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 76 de 115 Ministério da Agricultura. Adaptado: BRASIL. 2005. escarola.

Procure diminuir ao máximo o tempo entre o preparo e a distribuição dos alimentos. freezers. Os funcionários que manipulam o alimento (mesmo com guardanapos. A comida está pronta! Como devemos servi-la? O que fazer? Deixe a área das mesas e cadeiras bem limpa e organizada. Os funcionários responsáveis por servir o alimento devem estar sempre com as mãos lavadas. A temperatura das estufas. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Conservação dos alimentos preparados Frio Quente 5ºC ou inferior 60ºC ou superior 5 dias 6 horas O que fazer? Os balcões e bufês devem ser protegidos para que os clientes não contaminem os alimentos enquanto se servem. Os equipamentos (estufas. Você sabia que uma nota de dinheiro circula nas mãos das pessoas por aproximadamente 2 anos antes de ser destruída? Por que fazer? Os micróbios apenas reduzem a velocidade de multiplicação quando os alimentos são armazenados a frio (5ºC) ou aquecidos (60ºC).br . enquanto se servem. balcões.) devem estar conservados. etc. Portanto.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. geladeiras. buffets. bufês e geladeiras devem estar reguladas de forma que os alimentos quentes permaneçam acima de 60ºC e os alimentos frios permaneçam abaixo de 5ºC. Pesquisas realizadas no Brasil mostram que na cédula de dinheiro são encontrados vários micróbios patogênicos e até ovos de vermes.guahyba@agricultura. pegadores e talheres) não podem pegar em dinheiro. por meio da saliva os clientes podem contaminar os alimentos prontos. Por que fazer? Como a boca e a garganta contêm grande quantidade de micróbios. os alimentos não devem ser mantidos por muito tempo fora dessas temperaturas.gov. limpos e funcionando bem. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 77 de 115 Ministério da Agricultura.

da água utilizada. equipamentos e móveis.br . 3. os procedimentos de higiene e controle de saúde dos funcionários. que deve ser seguida rigorosamente. pode-se ter informações gerais sobre como é feita a limpeza. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 78 de 115 Ministério da Agricultura.gov. Controle de vetores e pragas.guahyba@agricultura. O Procedimento Operacional Padronizado (POP) é um documento que descreve passo-a-passo como executar as tarefas no estabelecimento. para que tudo vá bem. O que são o Manual de Boas Práticas e POP? O Manual de Boas Práticas é um documento que descreve o trabalho executado no estabelecimento e a forma correta de fazê-lo. Nele. É como uma receita de bolo. Como os POP são documentos aprovados pelo estabelecimento. Limpeza das instalações. o controle de pragas. é dever de cada manipulador segui-los. por meio do responsável. O POP destaca as etapas da tarefa. o que fazer com o lixo e como garantir a produção de alimentos seguros e saudáveis. o treinamento de funcionários. 2. Higiene e saúde dos manipuladores. os responsáveis por fazê-la. Atenção! Confira quais são os POP necessários: 1. 4.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. os materiais necessários e a freqüência em que deve ser feita. O Manual de Boas Práticas e os POP devem estar disponíveis para consulta de todos os funcionários. Limpeza do reservatório de água.

Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Qual o papel da supervisão? A supervisão dos manipuladores pode ser executada pelo proprietário. pelo responsável técnico ou por um funcionário. manipulação higiênica dos alimentos e Boas Práticas.gov. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 79 de 115 Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.br . Atenção! A atividade de supervisão é de muita responsabilidade.contaminantes alimentares.guahyba@agricultura. por meio de curso com o seguinte conteúdo programático: . O importante é que seja capacitado. doenças transmitidas por alimentos. pois o supervisor deve garantir o compromisso dos manipuladores em trabalhar conforme todas as regras de higiene necessárias à produção de um alimento seguro e saudável.

guahyba@agricultura.br . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 80 de 115 Ministério da Agricultura.gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

%VD. Capítulo VI. prazo de validade: o DIA e o MÊS para produtos com duração mínima menor de 3 meses e o MÊS e o ANO para produtos com duração superior a 3 meses. foram regulamentadas algumas informações que os rótulos de alimentos não podem declarar. Cálcio. Gorduras Saturadas.ANVISA em março de 2001. 4.Prazo de validade do produto. foi regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária . e assim por diante. . 2001). incompreensível ou que possam levar a um erro do consumidor. as informações acima devem estar em Português. A rotulagem nutricional. mostrar quanto aquela porção de alimento contribui para o total de nutrientes que devemos ingerir por dia. Mas. além de informações gerais. os fabricantes de alimentos começaram a disponibilizar os produtos com as seguintes informações: Valor Calórico. e. 3. Como já foi mostrado anteriormente. instruções para o uso. 2. como obesidade. .Lista de ingredientes que compõe o produto. conforme o Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável (BRASIL.Nome do produto. Gorduras Totais. insuficiente. obesidade e doenças crônico degenerativas associadas aos hábitos alimentares da população. nome do produto. .destacar a presença ou ausência de componentes que são próprios dos alimentos.br . Os rótulos têm que apresentar informações nutricionais na quantidade que podemos consumir. Ferro e Sódio. Com o mesmo objetivo de auxiliar o consumidor na escolha de seus alimentos. 7. existem algumas informações que as indústrias de alimentos já devem declarar nos seus rótulos. identificação do lote.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.palavras. com a publicação das Resoluções RDC nº39 – Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas Embalados para Fins de Rotulagem Nutricional e RDC nº40 – Regulamento Técnico para Rotulagem Nutricional Obrigatória de Alimentos e Bebidas Embalados. Obs: no caso de produtos importados. foi publicada a resolução que estabeleceu que todos os alimentos e bebidas embalados deveriam apresentar Informação Nutricional. Como nutrir-se adequadamente Neste capítulo. além disso. Pecuária e Abastecimento (MAPA) Página 81 de 115 Revisado: 22/09/2011 adriano. Hoje. evitando que ele possa se enganar na hora da compra. conteúdo líquido (quantidade ou volume que o produto apresenta). Isto é. Colesterol. sinais ou desenhos que possam tornar a informação do rótulo falsa. lista de ingredientes em ordem decrescente de quantidade. o rótulo nutricional dos produtos comercializados no País já deve apresentar informações como: . A escolha de alimentos saudáveis reduz o risco de certas doenças. Carboidratos.Quantidade em gramas ou mililitros que o produto apresenta. .gov. o Percentual de Valor Diário . o ingrediente que estiver em maior quantidade deve vir primeiro. não são somente essas Informações Nutricionais que os rótulos de alimentos devem apresentar.atribuir ao produto qualidades que não possam ser demonstradas. São elas: .guahyba@agricultura. Confira o rótulo antes de comprar os alimentos Facilitar a escolha de alimentos saudáveis a partir das informações contidas nos rótulos de alimentos foi uma das estratégias desenhadas pela Política Nacional de Alimentação para a redução dos índices de sobrepeso. 6. Elaborado: 23/08/2011 Ministério da Agricultura. 5. São elas: 1. .Identificação da origem do produto. Em 21 de março de 2001. quando necessário. ou seja. . diabetes. Fibra Alimentar. identificação da origem (identificação do país ou local de produção daquele produto). abordaremos a forma correta de nutrir-se. Isso significa que desde 21 de setembro de 2001. câncer e hipertensão. como uma das ações definidas para implantação dessa Política. Proteínas.

br Alimentos Página 82 de 115 . .ressaltar em certos produtos a presença de alguma substância que é adicionada como ingrediente em todos os alimentos de fabricação semelhante.gov.indicar que o alimento possui propriedades terapêuticas ou medicinais. e . levando em consideração o hábito do brasiElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Ministério da Agricultura. pois todos estes alimentos são ricos em cálcio.aconselhar o uso do produto para melhorar a saúde.realçar qualidades que possam induzir a engano do consumidor com relação às propriedades terapêuticas verdadeiras ou supostas. maior de 05 anos e em bom estado nutricional consome. . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. E o que é Porção? A porção é a quantidade que normalmente uma pessoa sadia. para evitar doenças ou como ação curativa. queijo ou iogurte são alimentos ricos em cálcio. É importante sabermos que as quantidades das porções foram definidas por especialistas. proteínas e gorduras e também por micronutrientes: vitaminas e minerais.declarar que óleo vegetal não apresenta colesterol. pois todos os óleos vegetais apresentam vitamina E.guahyba@agricultura. . Os alimentos são compostos por macronutrientes: carboidratos.declarar que óleo vegetal apresenta vitamina E. para compor uma alimentação saudável. . .500 calorias A Informação Nutricional desses elementos deverá apresentar a quantidade de nutrientes por porção de cada alimento e ainda por Percentual de Valor Diário (% VD). por vez. que algum nutriente possa ter quando consumido em quantidades diferentes daquelas presentes nos produtos. . pois todos os óleos vegetais não apresentam colesterol em sua composição.declarar que leite. Este é um dos modelos de como as Informações Nutricionais devem estar veiculadas para você. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de g/mL (medida caseira) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico kcal % Carboidratos g % Proteínas g % Gorduras Totais g % Gorduras Saturadas g % Colesterol mg % Fibra Alimentar g % Cálcio mg % Ferro mg % Sódio mg % * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.

estamos ingerindo 245mg de cálcio.Temos uma necessidade diferente para cada nutriente. Como usar os % de Valores Diários (%VD)? . durante o resto do dia precisaremos consumir o que falta para completar 800mg. Com base nessa informação. E os Valores Diários (VD)? Valores Diários são as quantidades dos nutrientes que a população brasileira deve consumir para ter uma alimentação saudável. e 245mg de cálcio representam 31% dos valores diários. 555mg de cálcio que representam 69% dos VD (Valores Diários).500 calorias. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 83 de 115 Ministério da Agricultura.br .gov. vamos ver as informações nutricionais do rótulo: se tomarmos a porção de 1 copo de leite integral (200ml) estamos ingerindo 295mg de cálcio. quanto mais de cálcio precisamos ingerir até o final do dia? Confira as Informações Nutricionais do leite integral: INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 200ml / (1 copo) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 130kcal 5% Carboidratos 10g 3% Proteínas 7g 14% Gorduras Totais 8g 10% Gorduras Saturadas 5g 20% Colesterol 30mg 10% Fibra Alimentar 0g 0% Cálcio 245mg 31% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 100mg 4% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Fonte: USDA Como foi dito anteriormente.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.Considerando o exemplo do cálcio. Portanto. . Confira o Valor Diário (VD) de cada nutriente: Carboidratos 375 gramas Proteínas 50 gramas Gorduras Totais 80 gramas Gorduras Saturadas 25 gramas Colesterol 300 miligramas Fibra alimentar 30 gramas Cálcio 800 miligramas Ferro 14 miligramas Sódio 2400 miligramas O que é o percentual dos Valores Diários (%VD)? É o quanto (em percentual) a porção do alimento contribui para atingir todos os valores diários. Dessa forma. leiro e alimentação saudável. com o consumo de um copo de leite.guahyba@agricultura. Aqui estão exemplos de porções: Porções 1 pãozinho (50g) 1 copo de suco (200ml) 2 fatias de queijo prato (30g) Você pode encontrar toda a tabela de porções em anexo no final dessa cartilha. Isso quer dizer que a definição da porção de um alimento não depende de quanto você come daquele alimento e sim do que é recomendado. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. a quantidade que devemos ingerir de cada um também é diferente. que tem o valor diário de 800mg. Para cada nutriente temos um valor diário diferente.

se você é menino adolescente ou homem adulto que pratica atividade física. = 245 mg de cálcio = 31% VD Saiba como escolher os alimentos mais saudáveis a partir das informações nutricionais contidas nos rótulos dos alimentos Suponha que você está fazendo compras e se depara com uma lata de sardinha.a prática de atividade física significa pelo menos 30 minutos todos os dias. Fonte: USDA Passo 1 – O que é Caloria? Caloria é a energia que o nosso corpo utiliza que vem dos alimentos. precisa em média de 1600kcal por dia.. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. . Fonte: USDA A quantidade de calorias que cada pessoa precisa depende de alguns fatores como: ..Agora. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. passear no parque.gov.br .guahyba@agricultura. Primeiro. brincar. mas não consegue entender os termos descritos.500 calorias. As calorias são calculadas a partir da quantidade de gorduras. dançar.Peso . precisa de 2800kcal por dia.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.500 calorias.6mg 11% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.Quantidade de atividade física . . menina adolescente ou homem adulto que não pratica atividade física. Na informação nutricional do rótulo da sardinha.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra Alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1. Você pode fazer esta atividade de uma só vez ou distribuí-la pelo dia.Se você é uma mulher adulta que não pratica atividade física ou é uma pessoa da terceira idade. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 84 de 115 Ministério da Agricultura. siga este roteiro para entender os termos usados nas informações nutricionais passo a passo: Sardinha INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2.E por fim. se você é criança. Caminhar. A Informação Nutricional desse alimento consta no seu rótulo. nadar.Idade . . proteínas e carboidratos presentes nos alimentos. você consegue ler o que está escrito. você não precisa necessariamente estar em uma academia. Lembre-se que: .Funcionamento do corpo Você sabe quantas calorias você precisa por dia? . subir escadas são formas de atividade física.E para se fazer atividade física. precisa em média de 2200kcal por dia.

Gorduras ou lipídios podem ser de origem vegetal ou animal. Essa média foi utilizada como referência para os valores diários. Podemos encontrá-las nas carnes. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. queijo.gov. leites e derivados e feijões. leite.. mel. carnes. arroz. pães. farinhas. Estão presentes nas massas. tubérculos e doces em geral. açúcar de mesa. frutas. Média de consumo A partir dessas informações sabemos agora que cada pessoa precisa de uma quantidade específica de calorias por dia. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. ovos. Cada grama de gordura fornece 9kcal. Mas.500 calorias.. As gorduras estão presentes nos óleos vegetais. Gordura Saturada e Colesterol. ovos e pães entre outros alimentos. desenvolvimento e manutenção da nossa saúde. Fonte: USDA Passo 4 – O que são gorduras? A informação nutricional no rótulo destaca a quantidade de Gorduras Totais.500 calorias. manteiga.. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 85 de 115 Ministério da Agricultura..guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Cada grama de carboidrato fornece 4 kcal Carboidratos Massas Pão Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . tecidos. células etc. Elas também podem fornecer energia: 1 grama de proteína = 4 kcal. Fonte: USDA Passo 3 – O que são proteínas? São componentes do alimento necessários para construção dos nossos órgãos. Proteínas Ovo Leite Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . existe uma média para a população brasileira que é de 2500kcal.br . Passo 2 – O que são carboidratos? São componentes do alimento que fornecem parte da energia necessária para o crescimento.

Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . queijos. diabetes e hemorróidas. biscoitos em geral. Nós mesmos o produzimos a partir de outras fontes de gordura. Gorduras Queijo Carne Óleo e manteiga Fique de olho no consumo de gordura! Verifique a informação nutricional! Conheça os 3 tipos de gordura presentes nos rótulos: 1. manteiga. sorvetes. requeijão. Fibras Hortaliças Laranja Pão integral Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 86 de 115 Ministério da Agricultura. 2. sorvete e produtos de confeitaria.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Fonte: USDA Passo 5 – O que são fibras? São um tipo de carboidrato presentes em muitos tipos de alimentos de origem vegetal. gema dos ovos e gorduras de alimentos derivados do leite. que é o colesterol que nós chamamos de ruim. A ingestão de fibras diminui o risco de doenças do coração. Gorduras Saturadas: carnes. Você sabia que.. ácidos graxos trans e colesterol aumentam o LDL – colesterol do sangue. Observação importante! Quando alguém apresenta altas taxas de colesterol no sangue. É também importante sabermos que nem todo o colesterol que temos em nosso sangue vem dos alimentos.500 calorias.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. câncer de intestino.. 3. toucinho (bacon).. iogurte. pães integrais e outros.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. O grande consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas. pele de frango. O LDL é chamado de ruim porque ele é o responsável por transportar o colesterol do fígado para o sangue. isso pode ser por dois motivos: essa pessoa pode ter algum problema para transformar o colesterol que vem da sua alimentação ou então mesmo estando com seu organismo funcionando bem está consumindo muitos alimentos ricos em colesterol. Obs: Gorduras Trans: são um tipo de gordura saturada – Margarinas.guahyba@agricultura. leite. A presença delas na nossa alimentação é essencial. como frutas e hortaliças. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. Colesterol: Fígado e outras vísceras. Gorduras Totais: é o somatório de todas as gorduras.gov..

peixe e nozes.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.500 calorias. feijões e vegetais de folhas verde-escuros são exemplos de alimentos ricos em ferro.500 calorias.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Fibras Iogurte Brócolis Nozes Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. o que são? As vitaminas e minerais são conhecidos como micronutrientes. Fonte: USDA Passo 7 – O que é ferro? Ferro é outro micronutriente. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.gov. queijos. Fonte: USDA Micronutrientes.. brócolis. O nosso organismo precisa desses nutrientes para desempenhar várias funções diferentes.guahyba@agricultura. Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . ele é muito importante na formação das células vermelhas do sangue prevenindo um tipo de anemia..Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.br . pois estão presentes nos alimentos em quantidades bem pequenas. As carnes. Ferro Carnes Feijão Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 87 de 115 Ministério da Agricultura.. Exemplos de alimentos ricos nesse nutriente são: leite. Confira a presença desses nutrientes nas informações nutricionais dos rótulos de alimentos! Passo 6 – O que é cálcio? Cálcio é um micronutriente importante para a manutenção e crescimento dos ossos e dentes. iogurtes. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2..

deve ser consumido na quantidade certa.500 calorias. O consumo excessivo de sal ou qualquer outro alimento rico em sódio pode levar uma que pessoa a desenvolver pressão alta.. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Um alimento que apresenta muito sódio é o sal.gov. adequado ou não. Sódio Sal Tempero pronto Salgadinho Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . Fonte: USDA Passo 8 – O que é sódio? O sódio é outro micronutriente importante para manutenção da nossa saúde..5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1. como todos os outros nutrientes. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2. dependendo da situação de cada pessoa e também dependendo do quanto ela já consumiu de um determinado alimento naquele dia.5g 3% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 35mg 12% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 201mg 25% Ferro 1.500 calorias.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Não existe alimento bom ou ruim. Uma pessoa saudável pode comer com moderação todos os tipos de alimentos. mas. vamos conferir a adequação do alimento a partir das Informações Nutricionais contidas no rótulo.br .guahyba@agricultura. Na informação nutricional do rótulo da SARDINHA . Fonte: USDA Agora que já conhecemos o que são calorias e os nutrientes.6mg 11% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Mas. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 50g Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 60kcal 2% Carboidratos 0g 0% Proteínas 13g 26% Gorduras Totais 2... Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 88 de 115 Ministério da Agricultura. A moderação está em consumir todos os alimentos na quantidade certa.6mg 11% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.

Óleos e Gorduras (1 a 2 porções por dia) . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Açúcares e Doces (1 a 2 porções por dia) Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 89 de 115 Ministério da Agricultura. Ela nos mostra a quantidade e os tipos de alimentos que devemos comer todos os dias! Antes de seguirmos um roteiro para a escolha correta dos alimentos. A pirâmide divide os alimentos em 4 níveis: Nível 1 – topo da pirâmide Nível 2 – parte intermediária alta Nível 3 – parte intermediária baixa Nível 4 – base da pirâmide Vamos conhecê-los um a um: .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. carnes etc.gov. arroz.br .guahyba@agricultura. Isso porque são ingredientes dos outros alimentos da pirâmide. inclusive o azeite. feijão. bolos.Topo da pirâmide No topo da pirâmide temos 2 grupos: grupos dos óleos e gorduras (todos os óleos vegetais. Comer com moderação todos os tipos de alimentos = Alimentação saudável A Pirâmide dos Alimentos é o guia para uma alimentação saudável. Quanto consumir para uma alimentação saudável? . manteiga e margarinas) e também os açúcares e doces. O óleo e o açúcar estão presentes na maioria dos alimentos: pães. vamos saber o que é uma Alimentação Saudável entendendo a Pirâmide dos Alimentos. Esses alimentos estão no topo porque devem ser consumidos com moderação.

Pães. mesmo assim.br .5 a 9 porções por dia Alimentação saudável e os rótulos dos alimentos A informação nutricional contida no rótulo é a forma mais fácil de você comparar um alimento com outro e.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Massas. Farinhas. das Carnes e Ovos (carne de boi.Leite e produtos lácteos (3 porções por dia) . assim. comparar iogurtes de diferentes marcas e escolher aquele que tem menos gordura total.Parte intermediária mais baixa da pirâmide Nesta área vemos o grupo das frutas e o grupo das verduras. das Leguminosas (feijão. lentilha). Isso significa que quando ingerir algo com grande quantidade de gordura e sódio. com moderação. frango. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Tubérculos e Raízes. Estes alimentos ficam na base da pirâmide justamente porque são a base da nossa alimentação. Quanto consumir para uma alimentação saudável? .Parte intermediária mais alta da pirâmide Neste nível temos mais 3 grupos de alimentos. Você pode.Frutas (3 a 5 porções por dia) . peixe.Carnes e ovos (1 a 2 porções por dia) . por exemplo. iogurtes. você pode consumir todos os tipos de alimentos. ervilha. E seguindo os parâmetros da Pirâmide dos Alimentos e as Informações dos Rótulos. Grupo dos Leites e Derivados (leite. queijos). apresente a mesma ou maior quantidade de cálcio. Quanto consumir para uma alimentação saudável? .Leguminosas (1 porção por dia) .Hortaliças (4 a 5 porções por dia) . porco e todos os tipos de ovos) e por último.Base da pirâmide Na base da pirâmide.gov. fazer escolhas corretas. gordura saturada e colesterol e que. Quanto consumir para uma alimentação saudável? . por exemplo. . temos os Cereais.guahyba@agricultura. depois deve selecionar outro tipo de alimento que seja pobre nestes nutrientes para que sua alimentação seja balanceada! Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 90 de 115 Ministério da Agricultura.

A Pirâmide dos Alimentos indica de 4 a 5 porções diárias. Todas as médias de consumo desta tabela estão contidas na faixa de consumo proposta pela Pirâmide dos Alimentos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Veja a média de calorias para cada grupo a seguir: * OBS: a proposta da quantidade de porções de alimentos por dia. pizza. 3 porções diárias.guahyba@agricultura. foi baseada na Pirâmide dos Alimentos. cálcio. gorduras. bife à parmegiana. carboidratos. você deve comparar com essa média. estrogonofe. fibras alimentares. Parte I – Calorias do alimento Agora que você já conhece a Pirâmide dos Alimentos você vai aprender como classificar os alimentos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Para saber se um alimento apresenta muita ou pouca caloria. com exceção do grupo 2 – Hortaliças. colesterol. a média. Como então podemos classificá-los? Pratos prontos PIZZA grupos 1. Cada grupo de alimento apresenta uma média de calorias por porção. para uma dieta de 2500 kcal. ferro e sódio. a Pirâmide dos Alimentos propõe uma faixa de consumo. e. Siga este roteiro para avaliar se o alimento que você está comprando apresenta muitas ou poucas calorias. Nesta cartilha orientamos que o consumo pode obedecer a indicação da Pirâmide dos Alimentos.gov. enquanto que esta tabela propõe uma média. lasanha. Os grupos de alimentos são classificados de acordo com a quantidade de calorias por porção que eles apresentam. entre outros. 2 e 4 ARROZ COLORIDO grupos 1 e 2 Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 91 de 115 Ministério da Agricultura.br . Como classificar os pratos prontos? Veja que nesta tabela apresentada acima não temos grupos de pratos prontos como feijoada. Como vimos anteriormente. arroz colorido.

.arroz — grupo 1 . devemos conferir se em uma porção a quantidade de calorias do alimento excede a média proposta para cada grupo. o sorvete pertence ao grupo 8 (açúcares. . Devemos ter bom senso ao escolhermos um alimento rico em calorias.A quantidade de caloria proposta para este grupo é de 120 kcal. Calorias da porção de sorvete na informação nutricional 130 kcal Proposta de caloria para o grupo 8 120 kcal Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 92 de 115 Ministério da Agricultura. mesmo porque a quantidade de calorias proposta é uma média.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Será muito difícil encontrar um alimento que se encaixe justamente na média de calorias propostas para cada grupo de alimento.vegetais — grupo 2 .gov. agora você precisa saber quantas porções de cada grupo de alimento você precisa consumir por dia para ter uma alimentação saudável.Classificação dos Alimentos: na tabela de classificação.guahyba@agricultura. Para classificar esses alimentos devemos saber quais são os seus ingredientes. no arroz colorido temos: .500 calorias. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Por exemplo. escolhendo um menos calórico a seguir. INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 45g (3 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 130kcal 5% Carboidratos 16g 4% Proteínas 2g 4% Gorduras Totais 7g 9% Gorduras Saturadas 4g 16% Colesterol 30mg 10% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 84mg 10% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 60mg 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Agora compare as calorias do alimento que você quer consumir/comprar com as calorias adequadas para uma porção daquele grupo A quantidade de calorias do sorvete em questão ultrapassa um pouco a quantidade de calorias proposta.massa — grupo 1 . balas.queijo — grupo 4 . temos um exemplo prático com um sorvete cremoso.óleo — grupo 7 Em uma pizza de queijo e tomate temos: . Fonte: USDA Considere que você vai comprar um sorvete e procura as informações nutricionais do seu rótulo. O que fazer então? Evitar o alimento quando ele exceder a quantidade de calorias propostas para o seu grupo? Não. chocolates.tomate — grupo 2 É dessa forma que devemos fazer com todos os pratos. Depois de comparar com a média você já sabe identificar se um alimento apresenta pouca ou muita caloria. O que fazer? Primeiro. Mas para fazer isso precisa primeiro classificá-lo dentre os 8 grupos de alimentos. você vai conferir a quantidade de calorias do alimento. Aqui. Depois de classificar os alimentos em grupos. salgadinhos).br .

de acordo com os parâmetros da Pirâmide. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 93 de 115 Ministério da Agricultura. Parte II – Quantidade de gordura e tipo da gordura Confira se o alimento a ser consumido tem grande quantidade de gordura total. que em excesso. Isto é. Quanto maior o número apresentado nos valores diários de gordura total. Como saber se o alimento apresenta grande quantidade desses nutrientes? Para isso. os alimentos do grupo 8 não devem ser consumidos mais que 2 porções ao dia. que. maior a quantidade desses nutrientes no alimento. de colesterol e de gordura saturada.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.500 calorias É importante lembrarmos. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de g/ml (medida caseira) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico kcal % Carboidratos g % Proteínas g % Gorduras Totais g % Gorduras Saturadas g % Colesterol mg % Fibra alimentar g % Cálcio mg % Ferro mg % Sódio mg % * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. basta dar uma olhada na coluna dos Percentuais de Valores Diários (%VD). O que fazer? Como já foi dito anteriormente. se depois de classificar um alimento verificamos que ele apresenta muita gordura (gordura total. Mesmo porque não vamos consumir muito sorvete. Ao invés disso temos que usar nosso bom senso e ao longo do dia escolher alimentos menos calóricos para consumir. não precisamos deixar de consumir os alimentos por apresentarem quantidade de calorias um pouco além das propostas. já que. não devemos proibi-lo. gordura saturada e colesterol).gov. ao final do dia não devemos ultrapassar os 100% de valores diários para esses nutrientes. gordura saturada e colesterol. O mesmo ocorre com as gorduras. Da mesma forma que fizemos em relação às calorias.br . ao reconhecermos um alimento rico em algum tipo nutriente.guahyba@agricultura. possa trazer algum risco para a nossa saúde devemos consumi-lo com moderação.

Vamos analisá-la! Ovo de Galinha INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção por unidade (1 ovo) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 80kcal 3% Carboidratos 1g 0% Proteínas 6g 12% Gorduras Totais 5g 6% Gorduras Saturadas 2g 8% Colesterol 210mg 70% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 25mg 3% Ferro 0. . .br . porque ela é o nosso guia na escolha correta dos alimentos. Parte III – Quantidade de fibras do alimento Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 94 de 115 Ministério da Agricultura. desde que com moderação e prestando atenção nos outros alimentos consumidos ao longo do dia.dietas pobres em gordura saturada e colesterol reduzem o risco de doenças do coração. as quais representam 6% do que precisamos consumir de gorduras totais durante o dia. E o que devemos fazer? Da mesma forma. Confira! Muitas pesquisas mostram que: . . É importante também que lembremos sempre da Pirâmide dos Alimentos.210mg de colesterol. Após analisarmos as informações nutricionais do ovo de galinha concluímos que o ovo é um alimento rico em colesterol. as quais representam 8% do que precisamos consumir de gorduras saturadas durante o dia.2g de gorduras saturadas.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. podemos consumir ovos e outros alimentos ricos em colesterol. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. o que representam 70% do colesterol que precisamos consumir ao longo do dia. Em seguida temos a informação nutricional do ovo de galinha.o desenvolvimento de câncer depende de muitos fatores.guahyba@agricultura. Uma dieta pobre em gordura total pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer.500 calorias Fonte: USDA As informações nutricionais do ovo de galinha indicam que uma porção de ovo (1 unidade) apresenta em relação às gorduras: .5g de gorduras totais.6mg 4% Sódio 60mg 2% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.gov.

O percentual de valor diário indica que uma porção da aveia em flocos tipo 1 (40g de aveia) fornece 13% do que precisamos consumir de fibras por dia e a do tipo 2 fornece 17%. Na prateleira existem disponíveis duas marcas: a aveia em flocos tipo 1 e a tipo 2. Se você quer escolher a marca de aveia que apresenta maior quantidade de fibras.7 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 160kcal 6% Carboidratos 25g 7% Proteínas 4g 8% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 4g 13% Cálcio 12mg 1% Ferro 1mg 7% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2.guahyba@agricultura. concluímos que a quantidade em gramas da aveia em flocos tipo 2 é maior que a tipo 1 e. Uma maneira prática de escolher alimentos com grandes quantidades de fibras é preferir aqueles que apresentam maiores números nos valores diários. Aveia em flocos Tipo 1 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 40g (2. banco de dados da USP Tipo 2 INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 40g (2. consequentemente. o percentual de valor diário também. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.7 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 160kcal 6% Carboidratos 28g 7% Proteínas 3g 6% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 5g 17% Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 95 de 115 Ministério da Agricultura.br . O que fazer? Comparando as duas marcas de aveia em flocos. para o maior consumo de fibra. se o nosso objetivo é escolher alimentos mais ricos em fibras devemos preferir a aveia em flocos tipo 2. Para alcançar essa quantidade.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. maior o teor de fibra do alimento. Devemos consumir 30 gramas de fibras por dia.gov. Dicas para escolher alimentos ricos em fibras a partir das informações nutricionais: . Quanto maiores os percentuais VD. a informação nutricional presente nos rótulos pode ser de grande ajuda. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Considere agora que você está em um supermercado e está escolhendo um produto – aveia em flocos. escolha aqueles com maior % de VD. Então. Isto é.500 calorias Fonte: Virtual Nutri.Olhe na coluna do percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais.

guahyba@agricultura.Olhe na coluna do percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais. Quanto maiores os percentuais de VD. para o maior consumo de ferro.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Para alcançar essa quantidade. Cálcio 12mg 1% Ferro 1mg 7% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Considere agora que você está em um supermercado e quer comprar feijão. Essas indicam que uma porção de feijão (2 colheres de sopa) apresenta 2mg de ferro .br . Isto é.que representa 14% do que precisamos consumir de ferro durante o dia. maior o teor de ferro do alimento. a informação nutricional presente nos rótulos pode ser de grande ajuda. . Para escolher o alimento com a maior quantidade de ferro. escolha aqueles com maior % de VD.500 calorias Fonte: Virtual Nutri. escolha aquele com maior percentual de Valor Diário.dietas ricas em fibras podem reduzir alguns tipos de câncer. Dicas para escolher alimentos ricos em ferro a partir das Informações Nutricionais: . que é uma doença associada a muitos fatores. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Uma maneira prática de se escolher alimentos com grandes quantidades de ferro nos alimentos é preferir aqueles que apresentam os maiores números nos valores diários.gov.dietas ricas em fibras. principalmente as fibras alimentares. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 96 de 115 Ministério da Agricultura. banco de dados da USP Confira! Muitas pesquisas mostram que: . podem reduzir o risco de doenças do coração e problemas relacionados. banco de dados da USP Considere que você está analisando as informações nutricionais do rótulo mostrado acima.500 calorias Fonte: Virtual Nutri. Como escolher a marca de feijão com a maior quantidade de ferro? Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Feijão (cru) INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção de 30g (2 colheres de sopa) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 100kcal 4% Carboidratos 16g 4% Proteínas 7g 14% Gorduras Totais 4g 5% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 8g 27% Cálcio 31mg 4% Ferro 2mg 14% Sódio 0mg 0% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Parte IV – Quantidade de ferro nos alimentos Para que você mantenha sua saúde é necessário ingerir 14mg de ferro por dia.

500 calorias Fonte: USDA Analisando a informação: As informações nutricionais do queijo mussarela indicam que uma porção de queijo (1 e ½ fatia média) apresenta: .gov. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Analisando as informações nutricionais do rótulo do queijo mussarela em relação à quantidade de cálcio: Queijo mussarela INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção 30g (1 e ½ fatia média) Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 80kcal 3% Carboidratos 1g 0% Proteínas 6g 12% Gorduras Totais 6g 7% Gorduras Saturadas 4g 16% Colesterol 25mg 8% Fibra alimentar 0g 0% Cálcio 155mg 19% Ferro quantidade não significativa 0% Sódio 115mg 5% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. o qual representa 19% do que precisamos consumir de cálcio durante o dia. e . Parte V – Quantidade de cálcio nos alimentos Para que você mantenha sua saúde é necessário ingerir pelo menos 800mg de cálcio por dia. Dicas para escolher alimentos pobres em sódio a partir das Informações Nutricionais: . e portanto devem ser consumidos com moderação. quanto menor o %VD.olhe na coluna do % de Valores Diários. .Olhe a coluna de percentual de Valores Diários (% VD) presente nas informações nutricionais. Confira! Muitas pesquisas mostram que: .br . Um grama de sal apresenta 390mg de sódio. a melhor maneira de diminuir a ingestão de sódio é diminuir o sal adicionado na preparação dos alimentos.o sal é o alimento que mais contém sódio. isto significa que um grama de sal contém 16% da quantidade de sódio que nós precisamos. escolha os alimentos com menores números de %VD.atividade física e alimentação saudável com quantidade adequada de cálcio ajudam adolescentes e mulheres jovens a manter a saúde dos ossos e evitar a osteoporose no futuro. menor o sódio dos alimentos.aumente o consumo de frutas e vegetais.guahyba@agricultura. Alimentos com mais de 480mg de sódio por porção são alimentos ricos em sódio. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Esse nutriente deve ter seu consumo moderado.155mg de cálcio. É importante lembrarmos que o sal é a maior fonte de sódio. Dicas para escolher alimentos ricos em cálcio a partir das informações nutricionais: . . Dicas importantes: .leia atentamente as informações nutricionais dos alimentos. Parte VI – Quantidade de sódio nos alimentos A maioria das pessoas consome mais sódio do que precisa. maior o teor de cálcio do alimento. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 97 de 115 Ministério da Agricultura. Quanto maior o % VD. Esses alimentos contêm pouco sódio em sua composição.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.procure consumir menos de 2400mg de sódio por dia para não ultrapassar os 100% de VD de sódio.

500 calorias Fonte: USDA Analisando a informação nutricional do pão de forma em relação à quantidade de sódio.135mg de sódio. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Conferir ↑ % VD (% valores diários) = ↑ quantidade de nutrientes Confira todas as informações nutricionais obrigatórias nos rótulos de alimentos Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 98 de 115 Ministério da Agricultura. inadequada ingestão de potássio e inatividade física.guahyba@agricultura. que é uma condição associada ao sobrepeso.br . Confira! Muitas pesquisas mostram que: .8mg 6% Sódio 135mg 6% * Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2. Pão de forma branco INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção 1 fatia Quantidade por porção % VD (*) Valor Calórico 70kcal 3% Carboidratos 12g 3% Proteínas 2g 4% Gorduras Totais 3g 4% Gorduras Saturadas 0g 0% Colesterol 0mg 0% Fibra alimentar 1g 3% Cálcio 27mg 3% Ferro 0.gov. excessivo consumo de álcool. As informações nutricionais do pão de forma indicam que uma porção de pão de forma (1 fatia) apresenta: .Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. que representa 6% do que precisamos consumir de sódio durante o dia.A ingestão moderada de sódio pode reduzir o risco de pressão alta.

no valor calórico ou quantidade de nutrientes dos alimentos comparados. A declaração de nutrientes pode ser: . por meio de exemplos.guahyba@agricultura. A Informação Nutricional Complementar Comparativa deve obedecer a: 3. 2. estão apresentadas. vitaminas e ou minerais. 3. Termos e condições que podem ser utilizados para a declaração da informação nutricional complementar atributo denominações que podem ser utilizadas quando o atributo for respeitado Abaixo. nos alimentos em geral.gov.3. 3.Descritiva: aquela que descreve a quantidade de nutrientes e/ou valor energético contido no alimento. 3.2. Quais são? 1.Comparativa: aquela que compara as quantidades de nutrientes e/ou valor energético no alimento. A comparação deve atender a uma diferença mínima de 25% para mais ou para menos. . as regras e termos que podem ser utilizados na Declaração da Informação Nutricional Complementar. relativas ao seu valor energético e /ou seu conteúdo de proteínas. Alguns alimentos podem utilizar a informação nutricional complementar O que é isso? É qualquer representação no rótulo do alimento que afirme. carboidratos. Os alimentos comparados devem ser de marcas diferentes do mesmo alimento.br . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 99 de 115 Ministério da Agricultura. A identidade do alimento ao qual o alimento está sendo comparado deve ser definida. fibras alimentares. A Informação Nutricional Complementar é permitida. Essas regras estão apresentadas no final deste documento para você conhecê-las com mais detalhes. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.1. Não é permitido o uso da Informação Nutricional Complementar que possa levar o consumidor a um engano. sugira ou implique que um alimento possui uma ou mais propriedades nutricionais particulares.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. gorduras. opcionalmente. Existem alguns critérios para as indústrias utilizarem essas declarações.

Caso a indústria declare no rótulo de um iogurte: Iogurte reduzido em calorias (atributo = baixo) Este iogurte reduzido em calorias deve: . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. se 100ml de iogurte convencional apresenta 100kcal. o suco light deve apresentar no máximo 30kcal por 100mL ou.guahyba@agricultura.apresentar no máximo 40kcal / 100g de margarina. livre.apresentar as mesmas condições exigidas para os atributos reduzido ou baixo valor energético.5kcal por 100mL. Valor calórico 1. Caso a indústria declare no rótulo de uma margarina: Margarina light (atributo = baixo) Esta margarina deve: . por exemplo.gov. Isto é. Atributo Denominações que podem ser utilizadas quando o atributo for respeitado Estes termos abaixo podem ser utilizados quando se faz declarações nutricionais relacionadas aos nutrientes e valor calórico: Baixo light.apresentar diferença de calorias maior que 20kcal em 100mL de alimento. alto teor. e . Isto é.2. em 100mL de suco light deve apresentar o máximo de 37.br . lite.. como o suco convencional apresenta 50kcal por 100mL. o reduzido em calorias deve apresentar no máximo 75kcal por 100ml.. Açúcares 2.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico.1.apresentar no máximo 5g de açúcares em 100mL de suco. baixo. segundo as regras. o iogurte reduzido em calorias deve apresentar quantidade de calorias menores que 80kcal por 100ml.apresentar diferença maior que 20kcal em 100ml de alimento líquido.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico. se 100mL de suco convencional apresenta 50kcal. 1. não contém ou isento Sem adição sem adição Estes termos podem ser utilizados quando houver declarações que comparam um alimento com outro: Reduzido light. low. Então. alto conteúdo Fonte source ou fonte Não contém free. muito baixo Alto teor high. por exemplo.1. como o iogurte convencional apresenta 100kcal. lite. Condições para os atributos reduzido ou baixo valor energético: . a frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente. o suco light deve apresentar no máximo 30kcal por 100mL. e . rico. zero. Caso a indústria declare no rótulo de um suco de frutas: Suco light (atributo = baixo) Este suco light deve: . segundo as regras. leve ou reduzido Aumentado increased ou aumentado Agora vamos conferir as regras para a utilização de tais denominações.. pobre Muito baixo very low. Vamos seguir os exemplos: 1. leve. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 100 de 115 Ministério da Agricultura. 2. o iogurte em questão deve apresentar no máximo 75kcal por 100mL. Então. e . ou a frase “Este não é um alimento com valor energético reduzido” ou frase equivalente.

o reduzido em gorduras deve apresentar no máximo 225kcal em 100g.5kcal por 100g. segundo as regras. Gorduras totais 3. por exemplo.5g de Gordura Saturada.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. o biscoito sem adição de açúcares deve apresentar no máximo 322. e .deve apresentar as mesmas condições exigidas para os atributos reduzido ou baixo valor energético. o reduzido em calorias deve apresentar no máximo 322. Gorduras saturadas Caso a indústria declare no rótulo de um queijo: Queijo reduzido em gordura saturada (atributo = reduzido) Este queijo deve: .5g de Gordura Saturada em 100g. Então. se em 100g de requeijão convencional apresenta 300kcal.apresentar diferença maior que 1.apresentar diferença maior que 3g de gorduras por em 100g de alimento. segundo as regras.13g de Gordura Saturada O queijo reduzido em gorduras saturadas deve apresentar no máximo: . se em 100 gramas de biscoito tradicional há 430kcal. 3. e . e .br . Isto é.5g de Gordura Saturada.16. Então.apresentar redução de 25% em Gorduras Totais. 2. e . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 101 de 115 Ministério da Agricultura.11.5g de Gordura Saturada. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.apresentar no máximo 3g de gordura por 100g de queijo. Então.guahyba@agricultura. se em 100g de biscoito convencional apresenta 430kcal.2. e . por exemplo.2. ou a frase “Este não é um alimento com valor energético reduzido” ou frase equivalente.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico.1.22g de Gordura Saturada . 4. se o requeijão convencional apresenta 35g de gordura total.apresentar redução mínima de 25% do valor calórico. o requeijão reduzido em gorduras deverá apresentar quantidade de gorduras menores que 32g de gordura total em 100g. Caso a indústria declare no rótulo de um requeijão: Requeijão reduzido em gorduras (atributo = reduzido) Este requeijão deve: . o queijo reduzido deve apresentar no máximo 11. se 100g de queijo convencional apresenta: . em 100 gramas de biscoito reduzido em açúcares deve apresentar no máximo 390kcal por 100g.não deve ter açúcares adicionados durante a produção ou embalagem do produto. o queijo reduzido em gorduras deve apresentar no máximo 225kcal e 35g de gordura total em 100g de alimento. Condições para os atributos reduzido ou baixo valor energético: . e não conter ingredientes nos quais açúcares tenham sido adicionados. Caso a indústria declare no rótulo de um biscoito: Produto sem adição de açúcares (atributo = sem adição de açúcares) Este biscoito: . 3. Caso a indústria declare no rótulo de um requeijão: Requeijão light (atributo = baixo) Este queijo deve: .5 kcal por 100 g.apresentar diferença maior que 40kcal em 100g de alimento sólido.gov. Isto é. Isto é.

Mas é importante lembrar. mesmo assim. .75g de gordura saturada por 100mL. . Isso significa que nem sempre os alimentos semelhantes apresentarão os mesmos valores de nutrientes. Todas as Informações Nutricionais presentes nos rótulos de alimentos devem ser arredondadas. Vitaminas e minerais Caso a indústria declare no rótulo de uma massa alimentícia: Alimento com alto teor de vitaminas e minerais Esta massa alimentícia deve: .apresentar a energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo 10% do valor calórico. 2. a empresa pode informar o percentual de variação. Carboidratos. Fibras alimentares Caso a indústria declare no rótulo de uma barra de cereal: Alimento fonte de fibras Esta barra de cereal deve: . os rótulos de determinados alimentos não têm a obrigatoriedade de conter todos os 10 itens citados.apresentar no máximo 0.apresentar no mínimo 30% da IDR de referência por 100g de produto. 5.apresentar no máximo 10mg de colesterol por 100mL.apresentar um mínimo de 3g de fibras em 100g de produto. deve apresentar a informação nutricional de Valor Calórico.0g de Gordura Saturada.gov.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. 6. 7. e . Proteínas. Caso a variação seja maior que 20%. Isto é. Perguntas e respostas: 1. e . Isso ocorre quando o alimento em questão apresenta quantidades insignificantes de pelo menos 5 dos 10 itens obrigatórios.0g de Gordura Total. sabendo que 100mL de leite baixo em colesterol apresenta: . Essa variabilidade ocorre em função da espécie e tipo de manejo agrícola. Por que as Informações Nutricionais estão arredondadas? R: Para facilitar a leitura dos rótulos e permitir que o consumidor faça comparações entre grupos de alimentos em que os nutrientes não variam significativamente. . Este leite baixo em colesterol obedece todas as regras estabelecidas. Gorduras Totais e Sódio. Quer saber mais sobre os rótulos de alimentos? Alguns alimentos podem ter suas declarações de nutrientes simplificadas.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.guahyba@agricultura. Qual é a variação de valor dos nutrientes permitida nos rótulos de alimentos? R: A variação permitida é de 20%. Colesterol Caso a indústria declare no rótulo de um leite: Leite baixo em colesterol (atributo = baixo) Este leite deve: . Isto é.36kcal em 100mL. que mesmo que o rótulo apresente declaração simplificada. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 102 de 115 Ministério da Agricultura.2mg de Colesterol.

IndividuBiscoitos para embalagens para consumo individual 1 pacote al Bolos. outros grãos. cobertos. todos os tipos 50g 1 fatia Broa de milho 40g 1 fatia ou unidade Brownies 40g variável Canjica (grão cru) 45g 1/3 de xícara Canjiquinha 45g 1/4 de xícara Cereais integrais (cru) 45g 1/4 de xícara Cereal matinal embalado para consumo individual Variável 1 pacote Cereal matinal leve 15g 1/2 xícara Cereal matinal pesando entre 20g e 43 g por xícara 30g 3/4 de xícara Creme de milho 50g 1/2 xícara 1 e 1/2 colher de Curau de milho 50g sopa 1 e 1/2 colher de Farinha de milho 50g sopa Farinha de milho (beiju) 50g 5 colheres de sopa Farinha de milho flocada 50g 1/2 xícara Farinha de mandioca 50g 3 colheres de sopa Farinha de aveia 50g 3 colheres de sopa 3 e 1/2 colheres de Farinha de rosca 50g sopa Farinha de trigo convencional e integral 50g 1/2 xícara Farinha Láctea 35g 5 colheres de sopa Farinha de cereais pré-cozido 40g 6 colheres de sopa 3 e 1/2 colheres de Farofa pronta 50g sopa Flocos de cereais 40g 8 colheres de sopa Fubá mimoso ou farinha de milho 50g 1/2 xícara Fubá pré-cozido 50g 1/2 xícara Gérmen de trigo 15g 1e 1/2 colher de sopa Mandioca congelada pronta para fritar 100g variável Mandioca fresca ou congelada 100g variável Mandioca. 30g variável waffle e outros) Biscoitos doces e salgados secos 40g variável pac. fécula de batata e arroz. Tabelas Tabela de porções Grupo 1 – Produtos de panificação. Raízes e tubérculos (1 porção = 150kcal) Porção em Porção em med.br . cereais e derivados.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. tapioca e outros 20g 1 colher de sopa amidos Arroz branco/ integral/ parboilizado cru 50g 1/4 de xícara Arroz branco/integral/ parboilizado cozido 125g 5 colheres de sopa 2 e 1/2 colheres de Aveia em flocos com outros ingredientes ou pura 40g sopa Barra de cereais unidade unidade 4 e 1/2 colheres de Batata cozida embalada a vácuo 180g sopa Batata fresca ou congelada a palito 100g 4 colheres de sopa Biscoitos doces e salgados (amanteigados. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. polvilho.gov. inhame cozidos 140g variável pac. IndividuMassa alimentícia instantânea para consumo individual Variável al informar só em graMassa alimentícia seca 100g mas Massa fresca para lasanha 100g informar só em graElaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 103 de 115 Ministério da Agricultura. recheados.guahyba@agricultura. cará. Alimento g/ml caseira Amido de milho.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. sucos. néctar e refresco de frutas Suco.guahyba@agricultura. néctar e refresco de frutas pronto para embalagem para consumo individual Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Porção em g/ml 50g 30g 30 g 50g Porção para fazer 200mL 200mL 200 mL Porção em med. néctares e refrescos de frutas (1 porção = 70 kcal) Alimento Frutas congeladas ou enlatadas Frutas secas Polpa de frutas Purês. chutneys e acompanhamentos à base de frutas Suco de frutas concentrado congelado Suco.br . frescos. caseira variável variável 1 e 1/2 colher de sopa 3 colheres de sopa variável 1 colher de sopa 2 e 1/2 colheres de sopa 1/2 copo 2 colheres de sopa variável 1 colher de sopa Grupo 3 – Frutas. Massa fresca para pastel Massa fresca para pizza Massa fresca recheada Massa fresca sem recheio Massa pré-cozida para lasanha Massa seca para lasanha Massa seca para o preparo de sopa Nhoque Pães embalados não fatiados Pães de forma Panetone Pão bisnaguinha Pão de cachorro quente e hambúrguer Pão croissant Pão de batata Pão de queijo Pão francês Pipoca Polenta pronta Sagu (cru) Torradas Trigo para kibe 50g 60g 150g 125g 25g 50g 50g 150g 50g Fatia 80g Unidade Unidade Unidade 50g 40g 50g 25g 150g 50g 30g 50g mas informar só em gramas Variável informar só em gramas informar só em gramas informar só em gramas variável informar só em gramas informar só em gramas variável variável variável variável variável variável variável variável variável 3 xícaras variável 2 colheres de sopa variável 2 colheres de sopa Grupo 2 – Verduras. legumes e conservas vegetais (1 porção = 15kcal) Porção em Alimento g/ml Azeitona com caroço 10g Azeitona recheada ou sem caroço 8g Concentrado de vegetais 25g Molho de vegetais 60g Palmito 100g Picles 15g Polpa de vegetais Suco de vegetais Todos os vegetais sem molho.gov. congelados e embalados a vácuo Vegetais em conserva Vegetais frescos usados como tempero 50g 100mL 70g 15g 10g Porção em med. caseira variável variável variável variável variável 1 copo 1 copo Página 104 de 115 Ministério da Agricultura.

guahyba@agricultura. processado. ricota Queijo em embalagem para consumo individual unidade unidade Queijo ralado* 15g 1 colher de sopa Requeijão cremoso 30g 1 colher de sopa Sobremesas lácteas 65g variável Outros queijos 30g variável * O queijo ralado é utilizado. petit-suisse. nas preparações mais comuns. por pessoa.gov. par30g variável mesão. sardinha e outros peixes em conserva 50g Embutidos cozidos 50g Carne bovina crua 100g Carnes cozidas 80g Caviar 15g Charque 30g Chester 80g Empanados de frango. como complemento ou ingrediente de outras preparações. mussarela.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. prato. usualmente. Grupo 4 – Leite e derivados (1 porção = 120 kcal) Alimento Bebida Láctea Bebida Láctea em embalagem para consumo individual Chantilly Creme de leite e similares Coalhada / iogurtes Leite aromatizado em embalagem para consumo individual Leite condensado e Leite evaporado Leite em pó Porção em g/ml 200mL unidade 30g 25g 200mL unidade 30mL quant. defumada 60g Carnes e cortes de suínos 100g Marinados de peixe ou frutos do mar 90g Mortadela 50g Ovo unidade Patês 30g Pato congelado 45g Lula e camarão congelados 150g Polvo 200g Presunto 50g Salaminho 50g Salgadinho de frango ou carne congelado unidade Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Porção em med. caseira variável variável variável variável variável variável variável 1 colher de sopa variável variável variável variável variável unidade variável unidade unidade unidade variável variável variável unidade 1 e ½ colher de sopa variável variável variável variável variável unidade Página 105 de 115 Ministério da Agricultura. provolone. peixes e ovos (1 porção = 130kcal) Alimento Porção em g/ml Almôndegas 90g Anchovas em conserva 15g Apresuntado 30g Atum. caseira 1 copo unidade 1 e 1/2 colher de sopa 1/2 colher de sopa 1 pote unidade 2 colheres de sopa variável Leite fluido 1 copo Leite fermentado unidade Queijo cottage e Queijo cremoso 1 colher de sopa Queijo frescal. sua porção não corresponde a 120kcal do grupo ao qual pertence e sim à porção usual utilizada. fresca. Grupo 5 – Carnes. carne suína. requeijão de corte. Assim. peixe congelado 80g Cortes de peixe congelado 110g Frango cru 100g Hambúrguer unidade Carnes salgadas 100g Kani-kama unidade Kibe congelado unidade Lingüiça cozida. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. para fazer 200mL 200mL unidade 30g Porção em med.br .

margarina e similares em embalagem individual Molhos para salada Molhos para salada em embalagem individual 90g unidade variável unidade Porção em med. gelados comestíveis e snacks (1 porção = 80kcal) Porção em Alimento Porção em g/ml med. chocolates.br . caseira 2 colheres de sopa variável variável 1 colher de sopa 2 colheres de sopa ½ colher de sopa unidade 2 e ½ colher de sopa unidade variável unidade Grupo 8 – Açúcares. margarina e similares Manteiga.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. doces.gov. Salmão defumado Salsicha Grupo 6 – Leguminosas (1 porção = 55 kcal) Alimento Porção em g/ml Composto de soja 200mL Ervilha congelada 75g Ervilha crua seca 15g Extrato de soja 30g Feijão cozido sem líquido 75g Feijão cozido com líquido 100g Feijão cru 30g Grão de bico cru 25g Lentilha crua 20g Proteína de soja texturizada 50g Soja em grão 20g Tofú 30g Grupo 7 – Óleos e gorduras (1 porção = 120kcal) Alimento Azeites e óleos vegetais Bacon em fatias Bacon em pedaços Banha e gorduras animais Cobertura à base de gordura vegetal Maionese e molhos a base de maionese Maionese e molhos a base de maionese em embalagem individual Manteiga.guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. caseira 2 colheres de Achocolatado em pó 25g sopa quantidade para fazer 2 colheres de Achocolatado líquido concentrado 200mL sopa Açúcar branco e mascavo 5g 1 colher de chá 1 colher de Açúcar fondant e de confeiteiro 15g sopa 1g ou 1 gota ou 1 enveunidade ou Adoçantes de mesa lope ou 1 colher variável Balas unidade unidade Micro confeitos a base de açúcar 2g variável Bombons unidade unidade Cereja maraschino 5g variável Goma de mascar unidade unidade 1 colher de Mini goma de mascar não embalada individualmente 10g sopa Chocolates e bombons até 60g unidade unidade Chocolates e similares de 60g ou mais 30g 1 pedaço 1 colher de Chocolate em pó 15g sopa 1 colher de Cacau em pó 5g sopa Creme à base de chocolate em unidades para consumo indiviunidade unidade Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 106 de 115 Ministério da Agricultura. balas. caseira 1 copo 2 e ½ colheres de sopa ½ colher de sopa 2 colheres de sopa 3 colheres de sopa 1 concha 2 colheres de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 2 e ½ colheres de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa Porção em g/ml 15mL 1 fatia 15g 15g 30g 15g unidade 14g unidade 15g unidade Porção em med.

em pasta Cobertura para bolos.br . caseira Unidade ½ colher de sopa Unidade 2 colheres de sopa Página 107 de 115 Ministério da Agricultura. de leite e fondant em embalagens para consumo individual Doces de pastas Sobremesa Láctea em pasta para preparo de docinhos para festa Frutas em calda Geléia Xarope Leite de coco Mel Melado Nozes e sementes inteiros.guahyba@agricultura. picados. sopas e pratos prontos Alimento Caldo de carne. galinha Ketchup Ketchup em sache Molho branco pronto Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 30g 15g unidade de venda 30g 10g 20g unidade 20g 20g Unidade 25g 20mL 20mL 20mL 20mL 10g 10g 10g suficiente para fazer 100g suficiente para fazer 200mL 60g 20g Unidade 25g 10g Unidade 45g Unidade Quantidade suficiente para fazer 200mL 1 e 1/2 colher de sopa 1 colher de sopa unidade variável 1 colher de sopa 1 fatia fina unidade 1/2 colher de sopa variável Variável 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa 1 colher de sopa ½ colher de sopa 1/2 colher de sopa 1 unidade Variável Variável Variável Variável Unidade Variável ½ colher de sopa Unidade 3 colheres de sopa Unidade Variável Porção em g/ml Unidade 10g Unidade 60g Porção em med. sorvetes e sobremesas e recheios para tortas Pé de moleque e paçoca Pó para sobremesas Pó para milk shake e para outras bebidas lácteas Tortas doces congeladas e resfriadas Todos os snacks (salgadinhos) Todos os snacks (salgadinhos) em embalagens individuais de até 30g Saladas de frutas ou frutas em pedaços Sementes oleaginosas confeitadas ou não Sobremesa Láctea pronta Sorvete de massa Sorvete de palito Refresco concentrado em pó Grupo 9 – Outros molhos.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.gov. legumes. dual até 60g Creme a base de chocolate em embalagens de 60g ou mais Gotas e granulados de chocolate Confeitos de chocolate e drageados em geral em unidade para consumo individual em embalagens de até 60g Confeitos de chocolate e drageados em geral em embalagens de 60g ou mais Coco ralado seco Doces em cortes Doces de frutas. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.

Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. cubos e tabletes Refrigerantes em lata Refrigerante em litros Sal e substitutos Sal grosso e substitutos Porção em g/ml quant. especiarias. suficiente para preparar 150mL Unidade volume da infusão pronta para o consumo a partir da orientação de preparo 200mL Unidade quant.guahyba@agricultura. suficiente para fazer 200mL Conforme a recomendação de uso do fabricante até 500kcal por porção 200mL 6mL 1 colher de sopa 1 e ½ colher de sopa 2 colheres de sopa 1 e ½ colher de sopa 2 colheres de sopa Variável ½ colher de sopa Unidade Variável Variável Variável 1 prato fundo 1 colher de sopa Grupo 10 – Café.br . suficiente para fazer 200mL quant. Molho de pimenta Molho de soja Molho de estrogonofe pronto Molho inglês Molho madeira Mistura em pó para preparo de molhos Mostarda Mostarda em embalagem individual Pó para sopa creme Pó para sopa Pratos prontos Sopa pronta Vinagre 6mL 10mL 60g 10mL 60g quant. suficiente para preparar 50mL quant. refrigerantes e diversos Alimento Café torrado em grão ou moído Café solúvel Capuccino em pó Capuccino em embalagem para o consumo individual Mistura em pó para café com leite Mistura em pó para café com leite para o consumo individual Chás diversos Chás prontos Chás prontos em caixinhas / copos / latas individuais Chá em pó Chá em pó instantâneo em embalagens individuais Composto líquido pronto para o consumo Especiarias Glutamato monossódico Preparados sólidos em pó para bebidas Temperos em saches. suficiente para preparar 50mL da infusão pronta para o consumo quant. suficiente para preparar 50mL Unidade quant. suficiente para fazer o molho 10g Unidade quant. suficiente instantâneo para preparar 200mL Unidade 200mL Variável 1g quant. caseira Variável Variável Variável Unidade Variável Unidade 1 xícara de chá 1 copo Unidade Variável Unidade Unidade Variável 1 pitada Variável Unidade Unidade 1 copo 1 pitada 1 pitada Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 108 de 115 Ministério da Agricultura. suficiente para preparar 200mL Unidade Unidade 200mL 1g 1g Porção em med.

leve. leve Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 109 de 115 Ministério da Agricultura.5g de gorduras em 100g de alimento sólido Máximo de 0. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. baixo.5g de gorduras em 100mL de alimento líquido reduzido. leve Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 40kcal em 100g de alimento sólido Máximo de 20kcal em 100ml de alimento líquido Máximo de 4kcal em 100g de alimento sólido Máximo de 4kcal em 100ml de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% do valor calórico E diferença maior que 40kcal em 100 gramas de alimento sólido e 20kcal em 100 ml de alimento líquido Em relação aos AÇÚCARES Atributo baixo. leve. lite.5 g de gorduras em 100 mL de alimento líquido Máximo de 0. livre. zero.5 g de açúcares em 100 g de alimento sólido Máximo de 0. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Máximo de 0.5g de açúcares em 100ml de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. livre. pobre não contém.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% do valor calórico E diferença maior que 5g de açúcar em 100g de alimento sólido e 5g de açúcar em 100mL de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. e não contém ingredientes nos quais açúcares tenham sido adicionados e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. light. free. light. pobre Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 5g de açúcares em 100g de alimento sólido Máximo de 5g de açúcares em 100 ml de alimento líquido e mesmas condições exigidas para os atributos Reduzido ou Baixo Valor Calórico. isento Atributo Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 3g de gorduras em 100g de alimento sólido Máximo de 1. free. light. leve.gov. free. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Açúcares não foram adicionados durante a produção ou embalagem do produto. light. sem. zero.guahyba@agricultura. low.5g de gorduras em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% em gorduras E diferença maior que: 3g de gorduras em 100g de alimento sólido 1. ou frase “Este não é um alimento com valor calórico reduzido” ou frase equivalente Não contém. lite. low. sem. pobre Não contém. lite. zero. light. leve Em relação às GORDURAS TOTAIS Atributo baixo. lite. lite. isento Atributo reduzido. isento Sem adição de açúcares Atributo reduzido. lite. Tabelas – Informação Nutricional Complementar Em relação ao VALOR CALÓRICO Atributo baixo. baixo. sem. low. livre.br . baixo. light.

Máximo de 10mg de colesterol em 100 mL de alimento líquido e Máximo de 1. Máximo de 0. leve 1. isento Máximo de 0.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido xo. baiMáximo de 0. pobre e energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Não contém.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido.guahyba@agricultura. leve. free. lite.5 g de gordura saturada em 100 g de alimento sólido.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido 0. zero. baixo. light. pobre Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Máximo de 20mg de colesterol em 100 g de alimento sólido. lite. Em relação às GORDURAS SATURADAS Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para Atributo esta declaração Máximo de 1. Máximo de 0.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Não contém. leve. livre.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. isento Atributo reduzido.75g de gorduras em 100mL de alimento líquido Em relação ao COLESTEROL Atributo baixo.1g de gordura saturada em 100g de alimento sólido zero. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. low. livre.5 g em 100 mL de alimento líquido Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 110 de 115 Ministério da Agricultura.75g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico total Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Redução mínima de 25% em colesterol E diferença maior que: 20mg de colesterol em 100g de alimento sólido 10mg de colesterol em 100mL de alimento líquido e Máximo de 1. Máximo de 0. free. sem.1g de gordura saturada em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para Atributo esta declaração Redução mínima de 25% em gorduras totais E diferença maior que: reduzido.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido baixo. lite. low.75 g de gordura saturada em 100 mL de alimento líquido e Energia fornecida por gorduras saturadas deve ser no máximo de 10% do valor calórico Total Máximo de 5mg de colesterol em 100g de alimento sólido Máximo de 5mg de colesterol em 100mL de alimento líquido e Máximo de 1.5g de fibras em 100mL de alimento líquido Mínimo de 6 g de fibras em 100g de alimento sólido Máximo de 3 g de fibras em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Aumento mínimo de 25% do teor de fibras alimentares E diferença maior que: 3 g em 100 g de alimento sólido 1. leve Em relação às FIBRAS ALIMENTARES Atributo Fonte Alto teor Atributo Aumentado Valor Absoluto Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Mínimo de 3g de fibras em 100g de alimento sólido Máximo de 1. light.5g de gordura saturada em 100g de alimento sólido.br . sem.gov. Máximo de 0. light. light. lite.

gov.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos.5% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Mínimo de 30% da IDR de referência em 100g de alimento sólido Alto teor Mínimo de 15% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Valor Comparativo Atributo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Aumento mínimo de 25% de vitaminas e minerais E diferença maior que: Aumentado 15% da IDR de referência em 100g de alimento sólido 7.br . Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura. Em relação às VITAMINAS E MINERAIS Valor Absoluto Atributo Condições que o alimento pronto para o consumo deve apresentar para esta declaração Mínimo de 15% da IDR de referência em 100g de alimento sólido Fonte Mínimo de 7.5% da IDR de referência em 100mL de alimento líquido Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 111 de 115 Ministério da Agricultura.

5mcg Molibdênio 250mcg 12.05mcg Vitamina C 60mg 3mg Vitamina E (tocoferóis) 10mg a .alfa – tocoferol = 1. 1mcg de colicalciferol = 40UI (3) 1mg de niacina equivalente = 1mg de niacina ou 60mg de triptofano da dieta (4) 1alfa tocoferol equivalente = 1mg d.3mg Vitamina B6 (Piridoxina) 2mg 0.5mcg Cromo 200mcg 10mcg Manganês 5mg 0.1mg Vitamina B12 (cianocobalamina) 1mcg 0.3mcg de retinol equivalente ou 1.25mcg (2) Vitamina B1 (tiamina) 1.15mg Iodo 150mcg 7.75mg Cobre 3mg 0.br .15mg 0. que é a quantidade que precisamos consumir por dia desses nutrientes.0075mg Ácido Fólico 200mcg 10mcg Vitamina K 80mcg 4mcg Cálcio 800mg 40mg Fósforo 800mg 40mg Magnésio 300mg 15mg Ferro 14mg 0.25mg (1) 1 UI = 0.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Na tabela abaixo temos a IDR (Ingestão Diária Recomendada) das vitaminas e minerais.TE (4) 0.49UI = 1.9mg (3) Ácido Pantotênico 6mg 0.5mg a .49mg d-L-alfa acetato de Tocoferila.5mcg Selênio 70mcg 3.4mg 0.7mg Flúor 4mg 0. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 112 de 115 Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.guahyba@agricultura.2mg Zinco 15mg 0.6mg 0. Nome do nutriente Quantidade da IDR Quantidade mínima a ser declarada em um rótulo Vitamina A 800mcg RE (1) 40mcg RE (1) Vitamina D 5mcg (2) 0.8mcg de beta-caroteno (2) sob a forma de colicalciferol.08mg Niacina 18mg (3) 0.gov.07mg Vitamina B2 (riboflavina) 1.TE (4) Biotina 0.

GerênciaGeral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Instituto Nacional de Metrologia. ed. Orientações aos Consumidores. 2003.gov. Agência Nacional de Vigilância Sanitária / Universidade de Brasília. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Universidade de Brasília. Rotulagem Nutricional Obrigatória – Manual de Orientação aos Consumidores Educação para o Consumo Saudável. Gerência-Geral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. 45p. Higiene dos Alimentos – Textos Básicos (ISBN 85-87943-47-2) / Organização Pan-Americana da Saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde.3. Agência Nacional de Vigilância Sanitária <http://www.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. 2002. Brasil. Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). 66p. Referências: Brasil. Brasília: Coleção Educação para o consumo responsável. Acesso em: 24 de junho de 2009. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Saúde e Segurança do Consumidor. Brasil.anvisa. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Universidade de Brasília.gov. Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação (Resolução RDC nº 216/2004). 2006. Gerência-Geral de Alimentos Brasília: Ministério da Saúde. Organização Pan-Americana da Saúde. 2004.guahyba@agricultura. 44p. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 113 de 115 Ministério da Agricultura.br . Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2001. Food and Agriculture Organization of the United Nations.br/alimentos/consumidor>. 64p. Brasil.

guahyba@agricultura. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.gov. Guia de Bolso do Consumidor Saudável A Anvisa. valor calórico e outras informações que ajudam o cidadão a se alimentar bem. grupos de alimentos. para qualquer lugar.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. na carteira ou na bolsa. A grande vantagem do Guia de Bolso do Consumidor Saudável é que realmente essas informações podem ser levadas no bolso. Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 114 de 115 Ministério da Agricultura.br . disponibiliza um guia de bolso com informações sobre pirâmide alimentar. com a missão de promover e proteger a saúde da população. de forma equilibrada.

guahyba@agricultura.Legislação para atendimento aos requisitos industriais e sanitários de instalações e equipamentos da indústria de alimentos e para registro de estabelecimentos e produtos. Pecuária e Abastecimento (MAPA) adriano.br . Elaborado: 23/08/2011 Revisado: 22/09/2011 Página 115 de 115 Ministério da Agricultura.gov.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful