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Nº62011198 Física Aplicada I Leonel Lopes Raul Vidal Nº6201196 Trabalho Laboratorial III – Relatório Força magnética
Nº62011198
Nº62011198

Física Aplicada I

Leonel Lopes

Raul Vidal Nº6201196

Trabalho Laboratorial III – Relatório

Força magnética produzida por cargas em movimento

Docente Rogério Dionísio

Novembro 2012

Índice Geral

Índice Geral

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....................................................................................................................... Índice de Figuras

............................................................................................................... Índice de Tabelas

..............................................................................................................

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I. Introdução

.................................................................................................................. II. Experiência 1: Força magnética num condutor com cargas elétricas em movimento

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  • 1. Aspetos Teóricos ................................................................................................................

2

  • 2. Procedimento Laboratorial

................................................................................................

3

  • 2.1. Material necessário

............................................................................................................

3

2.2.

2.3.

Instalação

............................................................................................................................

3

Procedimento

.....................................................................................................................

3

  • 3. Apresentação de Resultados e Conclusões

.........................................................................

5

III. Experiência 2: O Motor DC

.......................................................................................

7

  • 1. Aspetos Teóricos ................................................................................................................

7

  • 2. Procedimento Laboratorial

................................................................................................

9

  • 3.1. Material necessário

............................................................................................................

9

  • 3.2. Procedimento

.....................................................................................................................

9

  • 3. Resultados e Conclusões

..................................................................................................

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IV. Conclusão

..............................................................................................................

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V.

Referências Bibliográficas

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Índice de Figuras

Figura 1: Montagem experimental do condutor rígido no tripé

3

Figura 2: Montagem do suporte dos ímanes e ligações à fonte de tensão

4

Figura 3: Representação da regra da mão direita para a força magnética

6

Figura 4: Estrutura de um motor

7

Figura 5: Repulsão que faz girar o

7

Figura 6: Mudança da polaridade dos polos do

8

Figura 7: Esquema de ligações na placa de teste

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Índice de Tabelas

Tabela 1: Dados relacionais da tensão com a velocidade num motor

DC. .........

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Trabalho Laboratorial III

I.

Introdução

O objetivo principal deste trabalho laboratorial centra-se na compreensão das propriedades gerais dos campos magnéticos e de como as cargas se comportam quando submetidas a eles já que a força magnética ocorre devido ao movimento de cargas elétricas imersas em campos magnéticos uniformes. Atualmente esta aplicação da força magnética sobre um condutor percorrido por corrente elétrica e imerso num campo magnético ocorre em diversos aparelhos elétricos tão distintos como motores, amperímetros e voltímetros. A maioria dos motores elétricos que encontramos em diversos aparelhos elétricos funcionam tendo por base o efeito de rotação das forças que agem sobre as espiras que são imersas num campo magnético. Neste trabalho desenvolveram-se duas experiências. Na primeira pretende-se expor o comportamento da corrente elétrica na presença de um campo magnético através de um fio condutor percorrido por corrente elétrica e mergulhado numa região de campo magnético. Na segunda apresenta-se essa relação campo magnético/corrente elétrica numa aplicação real usada no dia a dia, o motor de corrente contínua ou DC (direct current). As experiências têm como objetivos específicos descrever o resultado quando uma corrente flui num condutor rodeado por um campo magnético; descrever o efeito associado à inversão da corrente no condutor; perceber o princípio de funcionamento de um motor DC de ímanes permanentes; distinguir os conceitos de força e torque e medir corretamente grandezas elétricas com o multímetro e o osciloscópio.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

II. Experiência 1: Força magnética num condutor com cargas elétricas em movimento

1. Aspetos Teóricos

Para perceber esta experiência devem-se distinguir dois aspetos importante entre as linhas de campo magnético e as do campo elétrico. Em primeiro lugar que as linhas do campo elétrico têm a direção da força elétrica sobre uma carga positiva enquanto que as do campo magnético são perpendiculares à força magnética sobre uma carga em movimento. Depois que as linhas do campo elétrico principiam nas cargas positivas e terminam nas cargas negativas, ou no infinito. As linhas de campo magnético são fechadas e é por isso que não pode haver pontos no espaço onde as linhas principiam ou terminam. Interessa ainda, para melhor compreender a experiência, ressalvar que os campos magnéticos vêm de cargas em movimento. Uma carga elétrica cria sempre, quer esteja em repouso ou em movimento, um campo elétrico. Entretanto o campo magnético só é gerado a partir de cargas elétricas em movimento que se encontram nos átomos que constituem os ímanes. Ora, quando uma carga puntiforme positiva penetra com velocidade numa região do espaço onde existe um campo magnético caracterizado pelo vetor indução magnética, fica sujeita à ação de uma força que atua lateralmente na carga, chamada força magnética ou força magnética de Lorentz. É neste princípio que se baseia esta experiência.

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Trabalho Laboratorial III

2. Procedimento Laboratorial

  • 2.1. Material necessário

2 ímanes e respetiva base (PASCO EM-8641);

1 condutor metálico rígido;

1 suporte metálico com tripé;

Cabos elétricos;

1 fonte de alimentação 12V 2A.

  • 2.2. Instalação

Montou-se a experiência de acordo com a representação da Figura 1.

Trabalho Laboratorial III 2. Procedimento Laboratorial 2.1. Material necessário • 2 ímanes e respetiva base (PASCO

Figura 1: Montagem experimental do condutor rígido no tripé

Colocou-se o suporte horizontal a uma altura adequada e apertou-se o parafuso de fixação. Encaixou-se o condutor rígido ao suporte horizontal de modo a que baloiçasse livremente sem cair.

  • 2.3. Procedimento

O conjunto de suporte dos ímanes, com uma chapa metálica fixada, foi posicionado junto ao condutor rígido de modo a que ele possa balançar livremente. Ligou-se o condutor rígido a uma fonte de tensão (12V – 2A) usando conectores elétricos ligados na parte superior do suporte horizontal como ilustrado na Figura 2.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

Força magnética produzida por cargas em movimento Figura 2: Montagem do suporte dos ímanes e ligações

Figura 2: Montagem do suporte dos ímanes e ligações à fonte de tensão

De seguida ligou-se a fonte de alimentação e verificou-se o efeito sobre o condutor rígido. Num último passo trocou-se a posição dos condutores para também se observar o efeito sobre o condutor rígido.

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Trabalho Laboratorial III

3. Apresentação de Resultados e Conclusões

Importa começar por referir que o suporte dos ímanes produz um campo magnético uniforme entre um íman e outro, ou seja na vertical (referencia à figura 2). Com a fonte de tensão desligada, o fio condutor rígido ficou parado. Assim que foi ligada a fonte de tensão o fio condutor metálico rígido, perpendicular às linhas do campo magnético, começou a ser percorrido por corrente e, por isso, começou a haver eletrões livres que se começaram a

movimentar na secção do fio condutor. Como todos os eletrões livres têm carga, quando o fio condutor foi exposto ao campo magnético uniforme, cada eletrão sofreu ação do campo magnético. Assim, quando o fio condutor, percorrido por corrente, entrou no campo magnético começou a baloiçar de dentro para fora. Percebe-se que a força magnética sobre o baloiço está direcionada no sentido de o puxar para fora da região entre os dois polos. Quando se trocaram as ligações nos fios condutores entre a fonte de tensão e o baloiço, a força magnética sobre o baloiço começou a direcioná-lo para dentro da região entre os polos do íman. A primeira conclusão, após a observação dos resultados anteriormente apresentados, é que um campo magnético não atua sobre cargas elétricas em repouso. Pode-se chegar a esta conclusão também de forma analítica a partir

da equação da intensidade da força magnética: =

. . . . Sendo F a

força de origem magnética; q a carga; V a velocidade; B a intensidade de um campo magnético gerado por um íman ou uma corrente elétrica e o ângulo

entre a direção do campo e o vetor velocidade. Observa-se, a partir dessa equação, que, quando a velocidade é nula, a intensidade da força magnética também é nula visto que F e velocidade são grandezas diretamente proporcionais. Se a força magnética for a única força atuante sobre a carga (força resultante) a carga não estará submetida a uma aceleração, ou seja, ela permanecerá em repouso. A segunda conclusão é que, quando a carga é lançada perpendicularmente ao campo magnético, a força e a velocidade possuem

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Força magnética produzida por cargas em movimento

direções perpendiculares entre si (o que pode ser notado pela regra da mão direita, como ilustrado na figura 3) sendo portanto a força magnética responsável por variar a direção da carga tornando-se uma força centrípeta.

Força magnética produzida por cargas em movimento direções perpendiculares entre si (o que pode ser notado

Figura 3: Representação da regra da mão direita para a força magnética

Conclui-se, por último, que a mudança de sentido dos eletrões no fio condutor influencia o sentido do vetor força, pois o fio condutor começou a baloiçar para dentro. Confirma-se isso, através da regra da mão direita apresentada na figura 3, mas com o vetor velocidade com o sentido oposto do representado nessa figura, logo o vetor força também fica com o sentido oposto ao apresentado na figura 3.

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Trabalho Laboratorial III

III.

Experiência 2: O Motor DC

1. Aspetos Teóricos

Antes de avançar com a segunda experiência interessa explicar como funcionam os motores DC (direct current). Os motores DC operam aproveitando as forças de atração e repulsão geradas por eletroímanes e ímanes permanentes. A ideia básica é montar uma bobina entre os polos de um íman permanente conforme mostra a figura 4.

Trabalho Laboratorial III III. Experiência 2: O Motor DC 1. Aspetos Teóricos Antes de avançar com

Figura 4: Estrutura de um motor DC.

Partindo da posição inicial, em que os polos da bobina móvel (rotor), alinhados com o íman permanente, ao serem percorridos por uma corrente, há uma manifestação de uma força de repulsão. Esta força de repulsão faz o conjunto móvel mudar de posição, conforme mostra a figura 5.

Trabalho Laboratorial III III. Experiência 2: O Motor DC 1. Aspetos Teóricos Antes de avançar com

Figura 5: Repulsão que faz girar o rotor.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

A tendência do rotor é dar meia volta para que o seu polo norte se aproxime do polo sul do íman permanente. Da mesma forma, o seu polo sul aproximar-se-á do polo norte pelo qual será atraído. No entanto, no eixo do rotor, por onde passa a corrente que circula pela bobina, existe um comutador. A finalidade do comutador é inverter o sentido da circulação da corrente na bobina, fazendo com que os polos mudem (como observado na experiência 1 que, quando alterado o sentido da corrente, o fio condutor rígido começou a baloiçar com sentido oposto.), como demonstra a figura 6.

Força magnética produzida por cargas em movimento A tendência do rotor é dar meia volta para

Figura 6: Mudança da polaridade dos polos do rotor.

O resultado será uma transformação da força de atração em repulsão o que fará com que o rotor continue a movimentar-se de forma circular e que nunca para pois vai continuar à procura da sua posição de equilíbrio. No entanto, sempre que estiver próximo de ocorrer essa posição de equilíbrio o comutador entra em ação e, com isso, nova comutação da corrente, os polos voltam a inverter e nova transformação de força de atração em repulsão. Este processo repetir-se-á infinitamente até que não haja corrente a circular pela bobina. (Já se verificou na experiência 1 que se não houver corrente elétrica a circular não há velocidade, logo haverá repouso.).

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Trabalho Laboratorial III

2. Procedimento Laboratorial

  • 2.1. Material necessário

Kit didático DIGIAC 3000 – Dispositivos eletromagnéticos – 1 e respetivos acessórios (ligadores e cabos);

Osciloscópio;

Multímetro.

  • 2.2. Procedimento

Foi ligado o circuito como esquematizado na figura 7. Foram fixados os condutores elétricos entre os encaixes 4.1 - 4.3 e 4.4 4.5.

Trabalho Laboratorial III 2. Procedimento Laboratorial 2.1. Material necessário • Kit didático DIGIAC 3000 – Dispositivos

Figura 7: Esquema de ligações na placa de teste

Depois ligou-se o ponto CH.1 ao osciloscópio ajustando a base de tempo para 2 ms/div e o ganho do canal CH.1 para 2V/div.

Ligou-se, de seguida, o multímetro digital na escala

de

2

V

DC

com

o

terminal positivo ligado ao encaixe 4.2 e o terminal negativo ao encaixe 4.6.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

Após as ligações feitas,

foi ligada

a

base do módulo que alimenta o

circuito por uma fonte de tensão de 5V. No entanto essa tensão pode ser controlada pelo potenciómetro do circuito #4. Com a tensão no máximo o motor acelerou. Como o eixo do motor tem acoplado dois pequenos ímanes colocados em lados opostos do eixo e um interruptor baseado num sensor de Hall colocado abaixo do motor, quando os ímanes passam junto do sensor a tensão de saída do sensor desce para zero. Este fenómeno pode ser visualizado no osciloscópio e, desta forma, consegue- se medir o tempo necessário para uma rotação que corresponde portanto ao intervalo de tempo coberto por dois impulsos no osciloscópio. É também possível, dessa forma, variando a tensão através do potenciómetro do circuito #4 relacioná-la com a velocidade do motor.

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Trabalho Laboratorial III

3. Resultados e Conclusões

Com o circuito no valor máximo de tensão o tempo entre dois impulsos (entre flancos ascendentes) que indicam uma rotação completa do eixo do motor corresponde a 14,8 ms. Logo, como a velocidade do motor em rotações/s é o inverso desse valor fica !",!! !! = 57,67 rotações/s. No entanto, como é mais comum calcular a velocidade de rotação de um motor em rotações por minuto (rpm) esse valor será 60 vezes superior, logo 56,67x60 = 4054 rpm. De seguida, variando a tensão (desde 1000mV até 100mV) através do potenciómetro #4, foi-se medindo o tempo de uma rotação completa com a finalidade de relacionar a tensão com as rotações por minuto. Os valores medido apresentam-se na tabela 1, abaixo. (A tabela não apresenta valores para a tensão de 100mV, porque, a essa tensão, o motor parou).

!

Tabela 1: Dados relacionais da tensão com a velocidade num motor DC.

   

Velocidade de

 

Tensão (mV)

Tempo entre 2 impulsos (s)

Rotação

(rotações/s)

Velocidade de

Rotação (rpm)

1000

0,0148

67,57

4054

900

0,0154

64,94

3896

800

0,0175

57,14

3429

700

0,022

45,45

2727

600

0,0285

35,09

2105

500

0,0325

30,77

1846

400

0,05

20,00

1200

300

0,09

11,11

667

200

0,16

6,25

375

100

     

A partir da tabela 1 construi-se o gráfico representado na figura 8, página seguinte, que relaciona a velocidade do motor em função da tensão de alimentação. A escala vertical refere-se às rotações por minuto (rpm) e a escala horizontal a mV.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

1000 200 600 300 500 700 800 900 400 1000 0 1500 2000 2500 3000 3500
1000
200
600
300
500
700
800
900
400
1000
0
1500
2000
2500
3000
3500
4000
4500
500

Figura 8: Grelha de velocidade do motor em função da tensão de alimentação.

Tendo como ponto de partida as observações efetuadas e registadas no quadro 1 e visualizadas na figura 8 conclui-se que a principal aplicação do motor DC está ligada ao controle de velocidade com necessidade crítica de torque, isto é, motores de corrente contínua são excelentes escolhas quando necessitamos manter um torque considerável, mesmo variando a velocidade. Aliás, o torque ou binário é importante num motor DC. Verificou-se que com a tensão em 100mV o motor parou e para arrancar outra vez foi preciso aumentar a tensão. É aqui que entra o conceito de torque ou binário de um motor. O binário é, por isso, importante no arranque do motor pois deve ser fornecido ao motor um binário necessário para vencer a inércia da carga. Ou seja, quanto maior for a resistência da carga maior deverá ser o binário do motor. Para regular o binário de arranque do motor, como ele é diretamente proporcional à corrente e ao fluxo e como a corrente deve ser limitada no arranque, resta, assim, regular o valor do fluxo de modo a regular o valor binário para o seu ponto ideal de funcionamento que é quando o binário do motor iguala o binário resistente (binário da carga). Percebeu-se, com esta experiência que é fácil fazer variar a velocidade de um motor DC. Basta para isso conseguir variar a tensão que circula na bobina e, por consequência, a rotação do motor, seguindo uma relação direta entre a tensão e a rotação do motor. Não foi feito nesta experiência, no entanto se a relacionarmos com a anterior consegue-se perceber que também é fácil inverter o sentido de rotação do eixo de um motor de corrente contínua, bastando para isso trocar a polaridade da fonte CC que alimenta o enrolamento de campo.

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Trabalho Laboratorial III

IV.

Conclusão

Considerando as duas experiências percebe-se que elas estão relacionadas. A primeira experiência mostra os princípios básicos do eletromagnetismo que são a base do funcionamento de um motor DC. Portanto, e respondendo às questões apresentadas no final da ficha laboratorial que resumem o trabalho laboratorial, da primeira experiência percebe-se que a única grandeza que não afeta a força exercida sobre um condutor de corrente elétrica (cargas negativas) num campo magnético é o comprimento (l) do condutor que fica na zona do campo magnético. Quer o campo magnético (B), quer a área (A) do campo magnético quer a corrente (I) do condutor afetam a força exercida sobre um condutor de corrente elétrica (cargas negativas) num campo magnético. O campo magnético (B) e a sua área (A) influenciam o fluxo magnético, já que ele pode ser variado aumentando ou diminuindo B ou aumentando ou diminuindo A. Portanto, estas duas grandezas afetam a força exercida sobre um condutor de corrente elétrica (cargas negativas) num campo magnético. Também a corrente (I) no condutor pode aumentar ou diminuir a magnitude do campo magnético, até porque se não houver corrente (I) no condutor não há movimento. Ainda, se variar o sentido da corrente (I) no condutor a relação da força exercida do campo magnético sobre o condutor também muda. Por último, observou-se que se uma corrente flui num condutor retangular que gira no seio de um campo magnético, o condutor retangular irá rodar com velocidade variável.

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Força magnética produzida por cargas em movimento

V. Referências Bibliográficas

Matias, J. V. (1994). Máquinas Elétricas de Corrente Contínua. Lisboa: Plâtano Editora, S.A. Paul A. Tipler, G. M. (2011). Física Para Cientistas e Engenheiros, Volume 2. Rio de Janeiro: genio.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletromagnetismo

http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_magnético

http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_elétrico

http://pt.wikipedia.org/wiki/Máquina_de_corrente_cont%C3%ADnua

http://www.ocw.unicamp.br/fileadmin/user_upload/cursos/et016/Capitulos/Aula016-Capitulo-

14.pdf

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