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FEV 1998

NBR 7337

 

Veículos rodoviários automotores - Cintos de segurança - Requisitos

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas

     

Sede:

     

Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 240-8249/532-2143 Endereço Telegráfico:

     

NORMATÉCNICA

Copyright © 1998, ABNT–Associação Brasileira

Origem: Projeto NBR 7337:1997 CB-05 - Comitê Brasileiro de Automóveis, Caminhões, Tratores, Veículos Similares e Autopeças CE-05:011.08 - Comissão de Estudo de Cintos de Segurança NBR 7337 - Road vehicle - Seat belt - Requirements Descriptors: Seat belt. Road vehicle. Safety Esta Norma foi baseada na ECE R16 Esta Norma cancela e substitui a NBR 7461:1982 e substitui a NBR 7337:1982 Válida a partir de 30.03.1998 Incorpora Errata nº 1 de NOV 1998

de Normas Técnicas Printed in Brazil/

Palavras-chave: Cinto de segurança. Veículo rodoviário. Segurança

10 páginas

Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Sumário

   

Prefácio

 

res, motonetas, motocicletas e rebocados, com objetivo de reduzir os riscos de lesões corporais em caso de um

1

2

3

4

5

Objetivo

 

acidente.

Referências normativas

     

Definições

1.2

São especificados os requisitos de fabricação para

Requisitos gerais

 

os materiais utilizados e acabamento dos mesmos. Os

Requisitos específicos ANEXO A Ordem de ensaio

 

ensaios especificados são destinados a estabelecer so- mente se os cintos de segurança e seus componentes são adequados.

Prefácio

1.3

Esta Norma não cobre os requisitos aplicáveis às

A

o

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é

partes do veículo às quais os cintos de segurança são ancorados.

Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasilei-

   

ras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês

1.4

Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito

Os cintos de segurança abrangidos por esta Norma

Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Se- torial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo

são recomendados para ocupantes do veículo com mas- sa igual ou superior a 23 kg.

(CE), formadas por representantes dos setores envolvi- dos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e

2 Referências normativas

 

neutros (universidades, laboratórios e outros).

dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os associados da ABNT e demais interessados.

As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está

Esta Norma foi baseada na ECE R16 - Seat Belt.

sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência

Esta Norma contém o anexo A, de caráter normativo.

de se usarem as edições mais recentes das normas cita- das a seguir. A ABNT possui a informação das normas

1 Objetivo

 

em vigor em um dado momento.

   

Resolução do Contran 463/73

 

1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para cintos de segurança utilizados como equipamento individual, em veículos rodoviários automotores, exceto ciclomoto-

NBR 5533:1988 - Veículos rodoviários automoto- res - Carroçaria e quadro do chassi - Terminologia

 

2

NBR 7337:1998

NBR 6058:1987 - Emprego de dispositivo bidimen- sional para posicionamento de ocupantes em veí- culos rodoviários - Padronização

NBR 6091:1989 - Ancoragem de cintos de segurança em veículos rodoviários - Especificação

NBR 7338:1998 - Veículos rodoviários automoto- res - Cintos de segurança - Ensaios

NBR 7540:1982 - Controle da direção absorvedor de energia - Determinação das características - Mé- todo de ensaio

NBR 8094:1983 - Material metálico revestido e não revestido - Corrosão por exposição à névoa salina - Método de ensaio

NBR 13776:1997 - Veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados - Classificação

3.1.4 cinto suspensório: Cinto composto de um cinto sub-

abdominal e cadarços que passam pelos ombros. Neste tipo de cinto utilizam-se quatro ou mais ancoragens [ver figura 1 (d)].

3.1.5 cinto com retrator: Conjunto constituído basica-

mente de cadarço, fecho ou fechos de segurança, retrator

e elementos de ligação, destinado a impedir ou diminuir

danos corporais ao usuário em certos tipos de acidentes, quando fixados ou ligados às ancoragens do veículo (ver figura 3).

3.1.6 componentes típicos do cinto de segurança: Con-

forme a figura 2.

3.2 cadarço: Tira flexível, em geral feita de material tecido;

o termo pode ser usado para designar igualmente qual-

quer outro material usado como tira.

ISO 105 A03:1978 - Textiles - Test for colour fastness - gray scale for assening staining

3.3 dispositivo de regulagem: Dispositivo que permite a

regulagem do conjunto às dimensões biométricas do usuário, podendo fazer parte do fecho.

ISO 105 E04:1978 - Textiles - Test for fastness - colour fastness to perspiration

3.4 conjunto de fecho: Conjunto composto de fecho e

lingüeta incapaz de abrir por si só, que permite o desen- gate rápido e simples, com uma mão só, podendo incorpo- rar o dispositivo de regulagem (ver figura 4).

3 Definições

Para os efeitos desta Norma, são adotadas as definições da NBR 6058, NBR 5533 e NBR 6091, e as seguintes.

3.4.1 3.4.2 3.5 3.6
3.4.1
3.4.2
3.5
3.6

fecho com tecla não protuberante: Fecho que

3.1 cinto de segurança: Conjunto constituído basica- mente de cadarços, fechos, dispositivos de regulagem e elementos de ligação destinados a reduzir o risco de da- nos corporais ao usuário em certos tipos de acidentes e em desacelerações bruscas do veículo, pela limitação de liberdade de movimento do corpo do usuário, quando ancorado devidamente no interior de um veículo automo- tor, e utilizado adequadamente.

3.1.1

não é aberto quando ensaiado conforme 3.3.1 da NBR 7338:1998.

fecho com tecla protuberante: Fecho que é aberto

quando ensaiado conforme 3.3.1 da NBR 7338:1998.

elementos de ligação: Componentes destinados a

ligar o conjunto às ancoragens do veículo.

cinto subabdominal: Cinto cujo cadarço passa pela

haste: Componente alternativo ao cadarço que pos-

frente do corpo do usuário na região pélvica [ver fi-

gura 1(a)].

sibilita a conexão do fecho com os elementos de ligação,

podendo ainda incorporá-los. Não estão incluídos nesta definição conjuntos formados por cadarços e elementos que se destinam exclusivamente a proporcionar rigidez ao cadarço, não atuando como elemento de resistência.

3.1.2 cinto diagonal: Cinto cujo cadarço passa pela frente

do corpo do usuário diagonalmente ao tórax de um lado

do pélvis ao ombro oposto [ver figura 1(b)].

3.1.3 cinto de três pontos: Cinto composto de um cinto

subabdominal e um cinto diagonal, ancorado em três pontos [ver figuras 1(c) e 2].

3.7 haste flexível: Haste cuja deflexão no ponto de apli-

cação da força de 10 N é maior ou igual a 10 mm, quan- do ensaiada conforme 3.7 da NBR 7338:1998.

10 N é maior ou igual a 10 mm, quan- do ensaiada conforme 3.7 da NBR

Figura 1 - Tipos de cintos de segurança

NBR 7337:1998

3

 
A - Elemento de ligação à ancoragem lateral superior do veículo B - Elemento de

A - Elemento de ligação à ancoragem lateral superior do veículo

B - Elemento de ligação à ancoragem no assoalho do veículo

C - Conjunto de fecho

D - Dispositivo de regulagem

E - Passador

F - Haste (componente alternativo)

G - Elementos adicionais

F - Haste (componente alternativo) G - Elementos adicionais H - Regulador de altura Figura 2

H - Regulador de altura

Figura 2 - Componentes típicos do cinto de segurança de três pontos

Componentes típicos do cinto de segurança de três pontos Figura 3 - Cinto de segurança com

Figura 3 - Cinto de segurança com retrator típico

do cinto de segurança de três pontos Figura 3 - Cinto de segurança com retrator típico

Figura 4 - Conjunto de fecho

 

4

NBR 7337:1998

3.8 retrator: Dispositivo de enrolamento destinado a alojar parcial ou totalmente o cadarço do cinto.

veículo, podendo também ser provido de elemento que impeça o giro do cadarço.

NOTA - Retrator sem travamento (tipo 1) não é considerado nesta Norma.

3.8.1 retrator com travamento manual (tipo 2): Retrator no

qual o usuário, para regular o comprimento do cadarço do cinto, deve destravá-lo por meio de um dispositivo manual. O retrator fica permanentemente travado, cessa- da a ação sobre o dispositivo manual.

3.8.2 retrator com travamento automático (tipo 3): Retrator

que permite desenrolar o cadarço no comprimento dese- jado, ajustando-se automaticamente ao usuário após o engate do fecho. O desenrolamento de um comprimento suplementar de cadarço não é possível sem que haja uma ação intencional do usuário.

3.10 dispositivo de conforto: Componente incorporado

ao retrator, destinado a reduzir na condição de uso a for-

ça aplicada ao cadarço pelo retrator.

3.11 regulador de altura: Dispositivo que permite adequar

a posição do cadarço ao usuário e às condições do veí- culo (ver figura 5).

3.12 dispositivo pré-tensionador: Dispositivo adicional

ou integrado que ajusta o cadarço do cinto de segurança com o objetivo de reduzir a folga durante o impacto.

3.13 sistema de retenção: Sistema combinando um ban-

co fixado à estrutura do veículo por meios apropriados e

um cinto de segurança com pelo menos uma ancoragem fixada na estrutura do banco.

3.8.3 retrator com travamento de emergência (tipo 4): Re-

trator que, dentro das condições normais de utilização, não limita os movimentos do usuário. O retrator incorpora um dispositivo de regulagem de comprimento que ajusta automaticamente o cadarço às dimensões do usuário e um mecanismo de travamento automático, em caso de emergência. Estes retratores dividem-se em:

3.14 modelo: Modelo de cinto no qual são mantidas inalte-

radas as características essenciais do conjunto. Cadarços

de cores diferentes podem pertencer ao mesmo modelo, desde que cada cor seja aprovada separadamente.

4 Requisitos gerais

4.1 O cinto deve ser projetado e fabricado de modo que,

quando corretamente instalado e devidamente usado por um ocupante, fique assegurado seu funcionamento satis- fatório e seja reduzido o risco de lesões corporais em ca- so de um acidente.

a) de sensibilidade única: atuante pela desacele-

ração do veículo, ou por desenrolamento do cadar- ço, ou por qualquer outro meio automático;

4.2 4.3 4.4
4.2
4.3
4.4

b)

ção de pelo menos dois fatores descritos acima.

de sensibilidade múltipla: atuante pela combina-

Todos os componentes do cinto devem estar livres

de rebarbas e cantos vivos que possam ferir o usuário ou comprometer a resistência do mesmo.

3.8.4

retrator com travamento de emergência com menor

sensibilidade (tipo 4N): Retrator conforme definido em 3.8.3, porém com propriedades especiais para uso em veículos das categorias M1 com MTM 2 000 kg, M2, M3, N1, N2 e N3 (conforme definido na NBR 13776).

É essencial, quando o cinto for instalado, que a sua

ancoragem obedeça à NBR 6091.

O manual do proprietário do veículo deve conter ins-

3.9 elemento alterador de direção: Componente desti- nado a ser fixado ao veículo em uma posição tal que, além de permitir a passagem livre do cadarço, altera a direção do mesmo conforme as exigências de projeto do

truções, ilustradas quando necessário, esclarecendo o posicionamento correto do cinto e seu procedimento de uso, explicando o método de operar o fecho e o regulador de altura, bem como efetuar a limpeza do cinto.

o método de operar o fecho e o regulador de altura, bem como efetuar a limpeza

Figura 5 - Regulador de altura

NBR 7337:1998

5

 

4.5 Cada cinto deve ser marcado ou etiquetado pelo fabri-

cante de maneira legível e permanente. Nesta marcação devem constar: mês e ano de fabricação, modelo, nome ou marca registrada do fabricante, e qualquer outra indi- cação exigida pela legislação vigente.

4.6 As amostras de cadarço devem ser usadas para en-

saios de ruptura. Uma dessas amostras deve ser guarda-

da enquanto a aprovação permanecer válida.

Quando estiver sem carga ou carregado pela força indicada em 3.3.5.4 da NBR 7338:1998, o usuário deve ser capaz de destravá-lo com um simples movimento com uma mão em uma direção. Em adição, cintos pre- vistos para serem utilizados em lugares dianteiros ex- ternos devem permitir que os fechos sejam travados pelo usuário com um movimento simples de uma mão em uma direção. O fecho deve destravar pelo acionamento de uma tecla ou dispositivo similar.

NOTA - O anexo A apresenta a ordem a ser seguida dos en- saios e as amostras utilizadas.

A área do fecho sobre a qual se aplica a carga de abertura

deve ter as seguintes medidas, com o fecho destravado:

5 Requisitos específicos

5.1 Partes rígidas

5.1.1 Características gerais

5.1.1.1 As partes rígidas do cinto de segurança, tais como

fechos, dispositivos de regulagem, elementos de ligação, entre outras, assim como elementos do veículo em con- tato com o cinto não podem apresentar cantos vivos que possam ocasionar desgaste ou ruptura dos cadarços por atrito.

- para tecla não protuberante: área mínima de 450 mm 2 e largura mínima de 15 mm;

- para tecla protuberante: área mínima de 250 mm 2 e largura mínima de 10 mm.

A área do fecho sobre a qual se aplica a carga de abertura

deve ter cor contrastante com o restante do fecho.

5.1.2.3 O conjunto de fecho deve funcionar normalmente

quando ensaiado de acordo com 3.3.6 e 3.3.7 da NBR 7338:1998.

5.1.1.2 Todas as partes do cinto de segurança sujeitas à

corrosão devem ser devidamente protegidas contra ela. Após a realização do ensaio de corrosão prescrito em 3.1 da NBR 7338:1998, o cinto não poderá apresentar

5.1.2.4 O conjunto de fecho deve ser submetido a 10 000

5.1.2.5 5.1.2.6 5.1.2.7
5.1.2.5
5.1.2.6
5.1.2.7

ciclos de engate e desengate, a uma freqüência de (30 ± 1) ciclos/min.

qualquer sinal de deterioração do perfeito funcionamento

nenhuma corrosão significativa deve ser visível quando avaliado visualmente por um observador qualificado.

e

A carga de abertura do fecho não deve exceder

133 N, quando ensaiado conforme 3.3.5 da NBR 7338:1998.

5.1.1.3 Partes rígidas destinadas a absorver energia ou

suportar ou transmitir forças não podem ser quebradiças (frágeis). As partes rígidas e as plásticas de um cinto de- vem ser colocadas e instaladas de forma que, em uso normal de um veículo rodoviário automotor, não possam ficar presas sob um assento regulável ou pelas portas deste veículo. Caso uma destas partes não atenda aos requisitos acima mencionados, esta deve ser submeti- da ao ensaio de impacto a frio conforme 3.2 da NBR 7338:1998. Caso haja trincas visíveis em alguma cobertura ou capas plásticas destas partes rígidas após

o ensaio, toda a parte plástica deverá ser removida e o

cinto restante analisado quanto ao atendimento aos re-

quisitos de 5.1.2 e 5.3.

5.1.2

Conjunto de fecho

5.1.2.1

O fecho deve ser projetado de modo a não permitir

A carga de abertura do fecho não deve exce-

der 60 N, quando ensaiado conforme 5.4.3 da

NBR 7338:1998.

O conjunto de fecho deve ser ensaiado quanto à

sua resistência a 14 700 N, de acordo com 3.3.5 da NBR 7338:1998. Não pode ocorrer quebra nem des- prendimento pela solicitação causada pela carga pre- vista.

5.1.2.8 Os conjuntos de fechos que possuam partes em

comum com dois cintos, com a possibilidade de engatar- se a lingüeta em qualquer um dos fechos, devem ser submetidos ao ensaio, utilizando alternativamente qual- quer um dos fechos.

5.1.3 Dispositivo de regulagem

qualquer manuseio errado. Isto significa, entre outros, que o fecho nunca deve permanecer na condição semi- travada. Onde o fecho possa tocar o usuário, a sua área de contato não deve ter largura inferior a 46 mm.

5.1.2.2 O fecho deve permanecer fechado em qualquer

posição do veículo, mesmo que não esteja sob carga, e deve ser de fácil alcance e manuseio. Este não deve per- mitir sua abertura de maneira inadvertida, acidental ou sob uma carga menor ou igual a 10 N sobre a tecla, con- forme 3.3.3 da NBR 7338:1998.

A força exigida para o engate da lingüeta no fecho não

deve ser superior a 40 N, quando submetido ao ensaio

conforme 3.3.2 da NBR 7338:1998.

5.1.3.1 Após ser colocado, o cinto deve ajustar-se automa-

ticamente ao usuário, ou ser projetado de forma a permitir fácil acesso ao dispositivo de regulagem manual. Deve ser de uso simples pelo usuário sentado, permitindo o ajuste do cinto com uma das mãos às suas dimensões ao posicionamento do banco.

5.1.3.2 Na determinação do microdeslizamento, duas amostras de cada dispositivo de regulagem devem ser ensaiadas de acordo com 3.8.5 da NBR 7338:1998. O escorregamento do cadarço não deve ser maior que 25 mm por amostra e a somatória dos escorregamentos de todos os dispositivos de regulagem de um cinto não deve ultrapassar 40 mm.

 

6

NBR 7337:1998

5.1.3.3 Todos os elementos de regulagem devem ser en-

saiados quanto à sua resistência a 14 700 N conforme prescreve 3.6 da NBR 7338:1998 e não devem romper-

se ou soltar-se sob o efeito da tensão causada pela carga

prescrita.

5.1.3.4 Quando ensaiado de acordo com 3.8.3 da

NBR 7338:1998, a força necessária para acionar

o dispositivo de regulagem manual não deve superar 50 N.

5.1.6.2 Retrator com travamento automático

5.1.6.2.1 O cadarço de um cinto equipado com retrator

com trava automática não deve deslocar-se mais do que

30 mm entre posições de travamento do retrator.

5.1.6.2.2 A força de enrolamento de um retrator que é par-

te de um cinto diagonal não deve ser menor que 2 N nem

maior que 7 N, quando medida na parte livre entre

o manequim e o retrator, de acordo com 3.9.3 da NBR 7338:1998.

5.1.3.5 Quando ensaiado de acordo com 3.8.7 da

NBR 7338:1998, o ângulo para o travamento do cadarço não deve ser menor que 30°, quando aplicada uma força

de 90 N no cadarço.

5.1.4 Elemento de ligação e dispositivo regulador de altura

O elemento de ligação deve ser ensaiado quanto à sua

resistência a 14 700 N conforme 3.6 da NBR 7338:1998.

O dispositivo regulador de altura deve ser ensaiado

quanto à sua resistência a 14 700 N conforme 3.6 da NBR 7338:1998 ou no veículo conforme a NBR 6091. Não deve romper-se ou soltar-se sob o efeito da tensão causada pela carga prescrita.

5.1.5 Força de deslizamento do passador

Nos cintos com passador para prender a extremidade livre do cadarço, o passador deve deslizar quando sob

5.1.6 Retrator

da

NBR 7338:1998.

da NBR 7338:1998.

Quando o cadarço passar por um alterador de direção, a força de enrolamento deve ser medida na parte livre en- tre o manequim e o alterador de direção. Quando o cinto

es-

tiver equipado com um dispositivo manual ou automático que impeça o enrolamento total do cadarço, tal dispositivo

não deve estar acionado quando for medida a força de enrolamento do cadarço.

A força de enrolamento de um retrator que é parte de um

cinto subabdominal não deve ser menor que 7 N, quando medida na parte livre entre o manequim e o retrator, de acordo com 3.9.3 da NBR 7338:1998.

5.1.6.2.3 O cadarço deve ser desenrolado e enrolado

5 000 vezes conforme 3.9.6 da NBR 7338:1998. Em segui-

da, o retrator com o cadarço deve ser submetido ao en- saio de corrosão e de poeira conforme 3.1 e 3.9.9 da NBR 7338:1998, respectivamente. Após estes ensaios,

o 5.1.6.2.2. 5.1.6.3 5.1.6.3.1
o
5.1.6.2.2.
5.1.6.3
5.1.6.3.1

retrator deve suportar mais 5 000 acionamentos de de- senrolamento e enrolamento, continuar funcionando corretamente e atender ao prescrito em 5.1.6.2.1 e

força entre 4 N e 20 N, quando ensaiado conforme 3.8.6

da NBR 7338:1998.

Retrator com travamento de emergência

Quando sensível à aceleração do veículo, estan-

O

uma carga de 9 800 N, quando ensaiado conforme 3.9.1.3

retrator como dispositivo de regulagem deve suportar

do com 300 mm de cadarço enrolado, deve travar antes que o cadarço desenrole 50 mm, com um gradiente de aceleração não inferior a 250 m/s³ nem superior a

1 500 m/s³, quando a aceleração atingir 4,5 m/s² para os

retratores do tipo 4 e 8,5 m/s² para os retratores do tipo

4N. Isto significa que o retrator deve permanecer travado com aceleração igual ou superior aos limites citados.

O

carga de 14 700 N, quando ensaiado conforme 3.9.2.3

retrator como elemento de ligação deve suportar uma

NOTA - O retrator que possuir uma placa-trava (mordente) na saída do cadarço deve estar com este sistema pré-travado.

5.1.6.1 Retrator com travamento manual

5.1.6.1.1 O cadarço de um cinto equipado com retrator de

trava manual não deve desenrolar mais que 25 mm entre duas posições de bloqueio sucessivas.

5.1.6.1.2 O cadarço do cinto deve desenrolar até 6 mm do

comprimento máximo mediante aplicação de uma força

de 14 N a 22 N aplicada na direção de extração.

Os ensaios devem ser realizados conforme 3.9.4 da NBR 7338:1998.

5.1.6.3.2 Quando sensível à aceleração do veículo, deve

travar quando for inclinado em qualquer direção até um ângulo de 27° para os retratores do tipo 4 e até 45° para os retratores do tipo 4N, com velocidade angular não superior a 2°/s (0,034 rad/s).

Não deverá travar quando for inclinado em qualquer dire- ção até 12°.

Os ensaios devem ser realizados conforme 3.9.5 da NBR 7338:1998.

5.1.6.1.3 O cadarço deve ser desenrolado e enrolado 5 000 vezes conforme 3.9.6 da NBR 7338:1998. Em se- guida, o retrator com o cadarço deve ser submetido ao ensaio de corrosão e de poeira conforme 3.1 e 3.9.9 da NBR 7338:1998. Após estes ensaios, o retrator deve suportar mais 5 000 acionamentos de desenrolamento e enrolamento, continuar funcionando corretamente e atender ao prescrito em 5.1.6.1.1 e 5.1.6.1.2.

5.1.6.3.3 Quando de sensibilidade múltipla, sendo uma

delas a aceleração do cadarço, medida na direção de extração do mesmo, estando com 300 mm de cadarço enrolado, deve travar antes que o cadarço desenrole

50 mm, com um gradiente de aceleração não inferior a

250 m/s³ nem superior a 1 500 m/s³, quando submetido a uma aceleração entre 10 m/s² e 20 m/s². Isto significa

que o retrator não deve travar com aceleração inferior a

NBR 7337:1998

7

 

Os ensaios devem ser realizados conforme 3.9.4 da NBR 7338:1998.

5.1.6.3.4 A força de enrolamento de um retrator que é par-

te de um cinto diagonal não deve ser menor que 2 N nem

maior que 7 N, quando medida na parte livre entre o mane-

quim e o retrator, de acordo com 3.9.3 da NBR 7338:1998.

Quando o cadarço passar por um alterador de direção, a

força de enrolamento deve ser medida na parte livre en- tre o manequim e o alterador de direção. Quando o cinto

es-

tiver equipado com um dispositivo manual ou automático que impeça o enrolamento total do cadarço, tal dispositivo não deve estar acionado quando for medida a força de enrolamento do cadarço.

A força de enrolamento de um retrator que é parte de um

cinto subabdominal não deve ser menor que 7 N, quando medida na parte livre entre o manequim e o retrator, de acordo com 3.9.3 da NBR 7338:1998.

5.1.7.3 No caso de dispositivo pré-tensionador pirotécni-

co, deve ser considerado o seguinte:

a) após ser submetido aos condicionamentos de acordo com 3.4.2 da NBR 7338:1998, a operação do dispositivo pré-tensionador não pode ser ativada pela temperatura e deve operar normalmente;

b) precauções devem ser tomadas para prevenir que os gases quentes expelidos causem a ignição de materiais inflamáveis adjacentes.

5.1.8 Flexibilidade da haste

5.1.8.1 Deve ser verificado se a haste é flexível e em que

direções esta flexibilidade se apresenta. A haste é flexível

quando aplicada uma força de 10 N, conforme 3.7.1 da NBR 7338:1998, se o deslocamento no ponto de aplica- ção da força for maior ou igual a 10 mm.

5.1.8.2 Os ensaios de 3.7.2 e 3.7.3 da NBR 7338:1998

devem ser realizados se a haste for flexível.

5.1.6.4 Desempenho do retrator

O retrator deve ser submetido à seguinte seqüência de

ensaios:

5.1.8.3 Caso a haste seja suportada de alguma forma pe-

la estrutura do veículo ou seus acessórios, deve ser en-

saiada nestas condições.

5.1.8.4 A deflexão da haste sob uma força de 1 N, aplicada

a)

50 h, conforme a NBR 8094;

exposição à névoa salina neutra a 5% durante

5.1.8.5 5.1.9 5.1.9.1
5.1.8.5
5.1.9
5.1.9.1

conforme 3.7.2 da NBR 7338:1998, deve ser menor ou igual a 75 mm.

b) 25 acionamentos manuais;

c) 2 500 ciclos do ensaio de resistência à fadiga con- forme 3.9.6 da NBR 7338:1998;

d)

e 3.9.8 da NBR 7338:1998;

A deflexão da haste após ser condicionada con-

forme 3.7.3 da NBR 7338:1998 por 5 000 ciclos, a uma freqüência de (10 ± 2) ciclos/min, deve atender ao especi- ficado em 5.1.8.4.

Parafuso de fixação

condicionamento a temperaturas conforme 3.9.7

O parafuso para fixação de somente um elemento

de ligação deve resistir a 14 700 N, quando ensaiado conforme 3.5 da NBR 7338:1998.

e)

conforme 3.9.6 da NBR 7338:1998;

2 500 ciclos do ensaio de resistência à fadiga

f) condicionamento à poeira conforme 3.9.9 da NBR 7338:1998;

5.1.9.2 O parafuso para fixação de dois elementos de

ligação deve resistir a 29 400 N, quando ensaiado confor- me 3.5 da NBR 7338:1998.

g) 25 acionamentos manuais;

h) 45 000 ciclos do ensaio de resistência à fadiga

conforme 3.9.6 da NBR 7338:1998.

Após esta seqüência de ensaios, os retratores devem atender às especificações de 5.1.6.3.1 a 5.1.6.3.4, sendo admitida uma variação de até 25% nas forças especifi- cadas em 5.1.6.3.4.

5.1.7 Dispositivo pré-tensionador

5.1.7.1 Após ser submetido ao ensaio de corrosão de acor-

do com 3.1 da NBR 7338:1998, o dispositivo pré-tensiona-

dor (incluindo o sensor de impacto conectado com o dis- positivo através dos plugues originais mas sem qualquer

corrente passando através deles) deve operar normal- mente.

5.1.7.2 Deve ser verificado se operações inadvertidas do

dispositivo não envolvem qualquer risco de ferimento para

5.2 Cadarço

5.2.1 Características gerais

5.2.1.1 O cadarço deve ter características tais que a pres-

são exercida sobre o corpo do usuário seja a mais unifor-

me possível sobre toda a largura do cadarço e que este não torça mesmo sob tensão. Deve ter capacidade de absorção e dissipação de energia. As bordas do cadarço não devem desfiar durante o uso.

5.2.1.2 A largura do cadarço sob carga de 9 800 N não

deve ser menor que 46 mm. Esta dimensão deve ser me- dida durante o ensaio de resistência à tração prescrito em 5.2.2, sem parar a máquina conforme 4.1.5 da NBR 7338:1998.

5.2.2 Resistência à tração a temperatura e umidade ambiente

A carga de ruptura do cadarço deve ser maior ou igual

a 22 700 N, quando ensaiado conforme 4.1.4 da

NBR 7338:1998.

o usuário.

 

8

NBR 7337:1998

5.2.3 Alongamento

O alongamento do cadarço deve ser inferior a 26%, quan-

do ensaiado conforme 4.1.5 da NBR 7338:1998.

5.2.4 Resistência à tração após condicionamento especial

O cadarço deve reter pelo menos 75% da resistência de-

terminada em 5.2.2, após condicionamento prévio a cada

um dos processos abaixo:

5.3.1.4 No caso de cintos compostos de reguladores de altura como definido em 3.11, o ensaio deve ser realizado com os mesmos na posição mais desfavorável escolhida pelo responsável pelo ensaio. No entanto, se o dispositivo regulador de altura for integrante da ancoragem do cinto de acordo com o previsto na NBR 6091, o responsável pelo ensaio pode aplicar o previsto nas seções 5 ou 6 da NBR 7338:1998.

5.3.1.5 No caso de cinto de segurança com pré-tensio-

a)

condicionamento a alta temperatura, conforme

nador, um dos ensaios dinâmicos deve ser realizado com

4.2

da NBR 7338:1998;

pré-tensionador em operação e o outro com o pré-ten- sionador desativado.

o

b) condicionamento a baixa temperatura, conforme

4.3

da NBR 7338:1998;

c)

condicionamento à água, conforme 4.4 da

NBR 7338:1998;

d) condicionamento à luz, conforme 4.5 da NBR 7338:1998;

e) condicionamento à abrasão, conforme 4.6 da

NBR 7338:1998.

5.3.1.5.1 No primeiro caso, durante o ensaio, os desloca-

mentos mínimos especificados em 5.3.1.6.2 podem ser

reduzidos a metade.

5.3.1.5.2 Após o ensaio, a força medida como indicado

em 3.4.1 da NBR 7338:1998 não deve exceder 1 000 N.

5.3.1.6 Durante este ensaio as seguintes especificações

de 5.3.1.6.1 e 5.3.1.6.2 devem ser atendidas.

5.2.5 Solidez da cor à luz

5.3.1.6.1 Nenhum componente do cinto de segurança ou

sistema de retenção que afete a retenção do ocupante pode romper e nenhum fecho ou sistema de travamento ou regulagem pode abrir ou destravar.

O cadarço deve apresentar solidez igual ou maior ao ín-

dice 4 da escala cinza de alteração de cor, quando en-

saiado conforme 4.7 da NBR 7338:1998.

5.3.1.6.2 5.3.2
5.3.1.6.2
5.3.2

O deslocamento para frente do manequim deve

5.2.6 Resistência a microorganismos

estar compreendido entre 80 mm e 200 mm no nível pél- vico, no caso de cintos subabdominais. No caso de outros tipos de cintos, o deslocamento para frente deve estar compreendido entre 80 mm e 200 mm no nível pélvico, e entre 100 mm e 300 mm no nível torácico. Estes desloca- mentos são relativos aos pontos de medição mostrados em 5.4.2 da NBR 7338:1998.

O

ruptura prevista em 5.2.2, quando ensaiado conforme

4.8 da NBR 7338:1998.

cadarço deve reter pelo menos 75% de sua carga de

5.2.7 Solidez da cor ao atrito e ao suor

O

ISO 105 E04 (suor ácido e suor alcalino) e possuir índice 4 da escala cinza para avaliação de transferência de cor conforme ISO 105 A03.

cadarço deve atender as prescrições da recomendação

Ensaio dinâmico do sistema de retenção

5.3.2.1 O movimento do ponto de referência do tórax pode exceder aquele especificado em 5.3.1.6.2, se puder ser demonstrado por cálculo ou em um ensaio completo que nenhuma parte do torso ou da cabeça do manequim usa- do no ensaio dinâmico teria tido contato com qualquer parte do veículo que não seja o tórax contra o sistema de direção, se este caso atender às especificações da Reso- lução do Contran 463/73 e da NBR 7540, e a velocidade de contato não ultrapassar 24 km/h. Para isto o banco deve estar posicionado conforme especificado em 6.5 da NBR 7338:1998.

5.3.2.2 Nos veículos onde os sistemas de retenção são

usados, os sistemas de deslocamento e travamento que permitem aos ocupantes de todos os bancos deixar o veículo, devem permanecer operáveis pela mão após o ensaio dinâmico.

5.3.3 Ensaio alternativo de resistência à tração para cintos

subabdominais e diagonais

O conjunto deve ser ensaiado quanto à sua resistência a

29 400 N, de acordo com 7.3 da NBR 7338:1998. Não pode ocorrer quebra nem desprendimento pela solicita-

ção causada pela carga prevista.

5.3 Conjunto completo

5.3.1 Ensaio dinâmico do cinto

5.3.1.1 O cinto deve ser submetido ao ensaio dinâmico

conforme seções 5 ou 6 da NBR 7338:1998.

5.3.1.2 O ensaio dinâmico deve ser realizado em dois cin-

tos que não foram previamente submetidos a solicitações de tração. O fecho do cinto deve atender às prescrições de 5.1.1.2, 5.1.1.3, 5.1.2.3 e 5.1.2.4. No caso de cinto de segurança com retrator, este deve ser submetido ao en- saio de condicionamento a poeira conforme 5.1.6.4-f) em adição. No caso de cinto de segurança ou sistema de retenção equipado com dispositivo pré-tensionador pirotécnico, este dispositivo deve ser submetido aos condicionamentos especificados em 3.4.2 da NBR 7338:1998.

5.3.1.3 Cintos de segurança com retratores devem ser

submetidos também a 5.1.6.2 ou 5.1.6.3; no entanto, se um retrator já tiver sido submetido ao ensaio de corrosão de acordo com o previsto em 5.1.1.2, este ensaio não necessitará ser repetido.

/ANEXO A

 
NBR 7337:1998 9 Anexo A (normativo) Ordem de ensaio Tabela A.1 - Ordem de ensaio
NBR 7337:1998
9
Anexo A (normativo)
Ordem de ensaio
Tabela A.1 - Ordem de ensaio
Amostras
Cinto ou
Ensaios
Item
sistema de
Cadarço nº
retenção
1
2
3
4
5
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Inspeção do cinto ou sistema de retenção
4.1/4.2/4.5/5.1.2/
5.1.3.1/5.2.1.1
x
Inspeção do fecho
5.1.2.1/5.1.2.2
x
x
x
x
x
Ensaios de resistência à tração do fecho
5.1.2.7/5.1.2.8
x
Ensaio de resistência à tração de dispositivo de
regulagem de altura (e onde for necessário em retratores)
5.1.4/5.1.3.3
x
Ensaio de resistência à tração de elementos de ligação
(e onde for necessário em retratores)
5.1.4/5.1.6
x
Ensaio a baixa temperatura do fecho
5.1.2.3
x
x
Ensaio de impacto de partes rígidas a baixa temperatura
5.1.1.3
x
x
Dispositivo de regulagem
5.1.3.2/5.1.3.4
x
Condicionamento/ensaio de cintos ou sistema de retenção antes do ensaio dinâmico
Durabilidade do fecho
5.1.2.4
x
x
x
x
Resistência à corrosão das partes rígidas
5.1.1.2
x
x
x
x
Condicionamento de retratores
Limiar de travamento
5.1.6.1.2/5.1.6.2.1/
x
x
5.1.6.3.1/5.1.6.3.2/
5.1.6.3.3
Força de enrolamento
5.1.6.2.2/5.1.6.3.4
x
x
Durabilidade
5.1.6.1.3/5.1.6.2.3/
x
x
5.1.6.4-b), c), e), g)
e h)
Corrosão
5.1.1.2
x
x
Poeira
5.1.6.4-f)
x
x
Ensaio da largura do cadarço
5.2.1.2

10

NBR 7337:1998

 

Tabela A.1 - (conclusão)

Amostras Cinto ou Ensaios Item sistema de Cadarço nº retenção 1 2 3 4 5
Amostras
Cinto ou
Ensaios
Item
sistema de
Cadarço nº
retenção
1
2
3
4
5
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Resistência à tração do cadarço após:
temperatura e umidade ambiente
5.2.2
x
x
condicionamento a alta temperatura
5.2.4-a)
x
x
condicionamento a baixa temperatura
5.2.4-b)
x
x
condicionamento à água
5.2.4-c)
x
x
condicionamento à luz
5.2.4-d)
x
x
condicionamento à abrasão
5.2.4-e)
xxx
Ensaio de microdeslizamento
5.1.3.2
x
x
Ensaio dinâmico de cinto
5.3.1 ou 5.3.2
x
x
Ensaio de engate da lingüeta no fecho
5.1.2.2
x
x
Ensaio de abertura do fecho sem carga
5.1.2.2
x
x
Ensaio de abertura de fecho
5.1.2.6
x
x
Ensaio de abertura sob carga do fecho
5.1.2.5
x
x
Ensaio alternativo
5.3.3
x
x
Retenção de amostra de cadarço
4.6
x
de abertura sob carga do fecho 5.1.2.5 x x Ensaio alternativo 5.3.3 x x Retenção de