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MANUAL DE INSTRUÇÕES Indice Geral

MANUAL DE INSTRUÇÕES Indice Geral GRUAS Modelo nº 2 Parte 0. ∗ INFORMAÇÕES PRELIMINARES. Parte 1.
MANUAL DE INSTRUÇÕES Indice Geral GRUAS Modelo nº 2 Parte 0. ∗ INFORMAÇÕES PRELIMINARES. Parte 1.
GRUAS Modelo nº 2
GRUAS
Modelo nº 2

Parte 0.

 

INFORMAÇÕES PRELIMINARES.

Parte 1.

 

DESCRIÇÕES GERAIS.

Parte 2.

 

INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO.

Parte 3.

 

INSTRUÇÕES GERAIS PARA A UTILIZAÇÃO.

Parte 4.

 

MANUTENÇÃO MECÁNICA.

Parte 5.

 

INCIDENTES E REPARAÇÕES.

Parte 6.

 

INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA.

1
1
MANUAL DE INSTRUÇÕES GRUAS INFORMAÇÕES PRELIMINARES 0.- Informação preliminar ..........................................................................................................................................0-2 0.1.- Instruções práticas de prevenção ................................................................................................................

MANUAL DE INSTRUÇÕES

GRUAS
GRUAS

INFORMAÇÕES PRELIMINARES 0.- Informação preliminar..........................................................................................................................................0-2

  • 0.1.- Instruções práticas de prevenção

................................................................................................................

0-2

0.2.- Conselhos a ter em conta para o correcto uso do diferencial

......................................................................

0-2

  • 0.3.- Resultado das medições do ruído

................................................................................................................

0-3

0.4.- Método de medição do ruído

....................................................................................................................... 0.5.- Condições de funcionamento do diferencial durante a medição

.................................................................

0-3

0-3

DESCRIÇÕES GERAIS 1.- Principios de construção e funcionamento do diferencial

.................................................................................

1-2

1.1.-

Diferencial

....................................................................................................................................................

1-2

1.2.- Elementos constitutivos do diferencial

........................................................................................................

1-2

  • 1.2.1.- Motor freio

..............................................................................................................................................

1-2

1.2.2.- Motor de elevação

...............................................................................................................................

  • 1.2.3.- Caixa redutora

.....................................................................................................................................

1-2

1-3

1.2.4.-

Tambor

................................................................................................................................................

1-3

1.2.5.- Grampos de fixação do cabo

...............................................................................................................

1-3

1.2.6.-

Cabo

....................................................................................................................................................

1-4

1.2.7.- Guia de cabo

.......................................................................................................................................

1-4

1.2.8.-

Aparelho

..............................................................................................................................................

  • 1.2.9.- Fim de curso

........................................................................................................................................

1-4

1-5

1.2.10.-

Limitadores

.......................................................................................................................................

1-5

1.2.10.1.- Limitador de carga com cella

...................................................................................................

1-5

1.2.10.2.- Limitador de carga eletrico

...................................................................................................... 1.2.10.3.- Limitador de carga electronico para sumatório de cargas

.................................................

1-5

1-5

1.3.- Carros

.................................................................................................................................................. 1.3.1.- Carro monoviga normal

............................................................................................................... 1.3.2.- Carro monoviga de altura reduzida

...............................................................................................

1-6

1-6

1-6

1.3.3.- Carro biviga normal

..................................................................................................................... 1.3.4.- Carro biviga com cabeceiras

.........................................................................................................

1-6

1-7

1.4.- Mecanismos de translação do carro

.......................................................................................................

1.4.1.- Motores

........................................................................................................................................

1-7

1-7

1.5.- Construção geral estrutura (carro biviga com cabeceiras

....................................................................

1.5.1.- Plataformas e corrimãos 1.5.2.- Rodas

..............................................................................................................

.......................................................................................................................................... 1.5.3.- Eixos das rodas

...........................................................................................................................

1-8

1-8

1-8

1-9

1.5.4.- Rolamentos

.................................................................................................................................

1-9

1.5.5.- Batentes

....................................................................................................................................... 1.5.6.- Cabina de comando (opcional)

....................................................................................................

1-9

1-9

1.5.7.- Carrís

......................................................................................................................................... 1.5.8.- Lubrificação

.............................................................................................................................. 1.5.9.- Alimentação do carro

................................................................................................................

1-10

1-10

1-10

1.6.- Elementos especiais de segurança

.....................................................................................................

1.6.1.- Anemómetro

.............................................................................................................................

1-10

1-10

1.6.2.- Amarração

.................................................................................................................................

1-10

INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO 2.- Instalação dos carros, no caminho de rolamento

...............................................................................................

2-2

2.1.- Carro monoviga normal

........................................................................................................................ 2.2.- Carro monoviga de altura reduzida

........................................................................................................

2.3.- Carro biviga normal

.............................................................................................................................. 2.4.- Carro biviga com cabeceiras

.................................................................................................................

2.5.- Motorredutores

..................................................................................................................................... 2.5.1.- Entrada em funcionamento

...........................................................................................................

2-2

2-2

2-3

2-3

2-4

2-4

2.6.- Caminho de rolamento

......................................................................................................................... 2.6.1.- Tolerâncias dos caminhos de rolamento

.....................................................................................

2-6

2-6

2
2
MANUAL DE INSTRUÇÕES GRUAS 2.7.- Tomada eléctrica e ligação á terra 2-7 2.7.1.- Painel de alimentação

MANUAL DE INSTRUÇÕES

GRUAS
GRUAS

2.7.- Tomada eléctrica e ligação á terra

2-7

2.7.1.- Painel de alimentação do guindaste

2-7

2.7.2.-

Tomada

eléctrica

2-7

2.7.3.- Ligação á terra

2-7

2-8

2-8

2.8.2.- Elevação do guindaste

 

2-8

2.9.- Ensaios de recepção

2-9

2.9.1.- Condições do ensaio

2-9

2.9.2.- Ensaios.........................................................................................................................................2-9

2.9.2.1.- Ensaio estático

2-9

2.9.2.2.-

Ensaio

dinâmico

2-9

2.9.2.3.-

Ensaio de movimentos intensivos

2-9

2-10

2.10.1.- Parafusos e porcas

2-10

2.10.2.-

Cabo

2-10

2.10.3.-

Aparelho

2-10

2.10.4.- Poleas de reenvio

2-10

2.10.5.-

Botoneira

2-11

2.10.6.- Sentido de rotação dos motores

2-11

2.10.7.- Fins de curso de elevação

2-11

2.10.8.- Fim de curso da translação do carro (instalações em plumas e pontes)......................................2-11 2.10.9.- Freios ........................................................................................................................................2-11

2.10.10.- Nível de óleo

 

2-11

2.10.11.- Grau de isolamento dos motores

2-11

2.10.12.-

Batentes

2-11

2.10.13.- Funcionamento

.......................................................................................................................

2-11

2.10.14.-

Limitador de carga

2-11

 

.....................................................................................................

2-11

INSTRUÇÕES GERAIS PARA A UTILIZAÇÃO

3.-

Funcionamento

e regulagens

3-2

3.1.- Principio de funcionamento do diferencial

3-2

3.2.- Ligação e protecção dos motores ...............................................................................................................

3-2

3.3.- Limitador de carga

3-3

3-3

.................................................................................................... 3.3.2.1- Limitador electronico ALE-100

..........................................................................................

3-3

3.3.2.2– Limitador electronico ALE-100/T

......................................................................................

3-3

3.4.- Instruções de uso e condução

3-3

3.4.1.- Durante o serviço

........................................................................................................................

......................................................................................................................

3-4

3.4.2.- Ao final do serviço

3.4.3.- Posicionamento e operações de comandos

3-4

3-4

3-4

MANUTENÇÃO MECÁNICA 4 - Manutenção mecánica

4-2

4.1.- Prevenções gerais durante as reparações

.............................................................................................

4-2

4.2.- Manutenção dos caminhos de rolamento

.............................................................................................

4-2

4.3.- Cabos

4-3

................................................................................................................................................... 4.3.1.- Lubrificação dos cabos em serviço

4-3

4.3.3.- Estado do cabo antes da sua instalação

4-3

4.3.4.-

Colocação

4-4

4.3.5.-

Manutenção

4-4

4.3.6.- Inspecções e frequência

4-4

4.3.6.1.- Inspecções diárias

4-4

................................................................

4-4

3
3
MANUAL DE INSTRUÇÕES GRUAS 4.3.6.3.- Inspecções especiais, conforme o ponto 4.3.6.4 4-5 4.3.6.4.- Pontos que deverão

MANUAL DE INSTRUÇÕES

GRUAS
GRUAS

4.3.6.3.- Inspecções especiais, conforme o ponto 4.3.6.4

4-5

4.3.6.4.-

Pontos que

deverão ser inspeccionados

4-5

4.3.6.6.-

Critérios de substituição

4-6

 

4-6

4.3.6.9.- Ninhos de rupturas em arames.................................................................................................4-8

4.3.6.10.- Escalonamento no tempo do número de rupturas em arames

4-8

4.3.6.11.-

Ruptura dum cordão

4-8

 

4-8

4.3.6.13.-

Desgaste externo

.....................................................................................................................

4-8

4.3.6.14.-

Diminuição da elasticidade

4-9

4.3.6.15.- Corrosão externa e interna

4-9

4.3.6.16.-

Deformação

4-9

 

4-10

4.3.6.20.- Extrusão de arames consulte anexo e, exemplos 11 e 12 ...................................................4-10

4.3.6.21.- Aumento localizado do diâmetro do cabo consulte anexo e, exemplos 13 e 14

4-11

............... 4.3.6.22.- Diminuição localizada do diâmetro do cabo consulte anexo e, exemplo 17.....................4-11

4.3.6.23.- Esmagamentos consulte anexo e, exemplos 18 e 19...........................................................4-11

4.3.6.24.- Cabeças consulte anexo e, exemplos 15 e 16

4-11

...................................................................... 4.3.6.25.- Cotovelos consulte anexo e, exemplo 20.............................................................................4-11

4.3.6.26.- Ceteriorações produzidas pelo calor ou por fenómenos eléctricos

.................................

4-11

Anexo A (normativo)

.................................................................................................................................

4-12

Anexo B

(normativo).................................................................................................................................

4-13

Anexo C

(normativo).................................................................................................................................

4-14

Anexo E (normativo)

................................................................................................................................. 4.3.7.- Passos a seguir para desmontagem e montagem do cabo

..........................................................

4-14

4-23

4.3.7.1.- Desmontagem do cabo

.....................................................................................................

4-23

4.3.7.2.- Montagem do cabo

...........................................................................................................

4-23

4.4.- Grampos de amarre do cabo

..............................................................................................................

4-25

4.5.- Terminal de cunha

.............................................................................................................................

4-25

4.6.-

Ganchos.............................................................................................................................................

4-25

4.7.- Poleas e tambores

..............................................................................................................................

4-25

4.8.- Substituição do rolamento do

tambor................................................................................................

4-26

4.9.- Procedimento para desmontar o aparelho

..........................................................................................

4-26

4.10.- Fim de curso

....................................................................................................................................

4-26

4.11.- Lubricação da guia do cabo

.....................................................................................................................

4-27

4.12.- Plano de manutenção 4.12.1.- Verificação diária

.......................................................................................................................

.................................................................................................................... 4.12.2.- Verificação periódica .............................................................................................................. 4.13.- Lubrificação

..................................................................................................................................... 4.13.1. Tabela de lubrificação

..............................................................................................................

4-28

4-28

4-28

4-29

4-29

4.13.2.- Tabela de equivalências de

lubrificantes.................................................................................

4-29

4.14.- Elevação

..........................................................................................................................................

4-30

  • 4.14.1.- Resistência ao isolamento

...............................................................................................................

4-31

4.14.2.- Ruïdos e vibrações

..........................................................................................................................

4-31

4.14.3.-

Motores...................................................................................................................................

4-31

4.14.3.1.- Inspecção e recomendações 4.14.3.2.- Intensidade com carga ............................................................................................................ 4.14.3.3.- Inspecção do freio

............................................................................................

.................................................................................................................. 4.14.3.4.- Reglaje do freio electromagnético do diferencial

4-31

4-31

4-32

4-32

.................................................................. 4.14.3.5.- Ruídos e vibrações................................................................................................................4-32

4.14.3.6.- Limpeza

.................................................................................................................................

4-32

4.14.3.7.- Comprovação do estado do freio

.........................................................................................

4-33

4.14.3.8.- Desmontagem do freio

..........................................................................................................

4-33

  • 4.14.3.9.- Desmontagem e montagem do motor

.................................................................................

4-33

4.14.3.10.- Montagem do freio

..............................................................................................................

4-35

4
4
MANUAL DE INSTRUÇÕES GRUAS 4.14.4.- 4-35 4.14.4.1.- Lubrificação 4-35 4-36 4.14.4.3.- Normas de inspecção ...................................................................................................... 4-37

MANUAL DE INSTRUÇÕES

GRUAS
GRUAS

4.14.4.-

4-35

4.14.4.1.- Lubrificação

4-35

4-36

4.14.4.3.- Normas de inspecção

......................................................................................................

4-37

4.14.4.4.- Substituição de engrenagens e rolamentos

.....................................................................

4-37

4.14.4.5.- Rolamentos

4-38

..................................................................................................................... 4.14.4.6.- Reténs de óleo

4-38

4.15.- Translação

4-39

4.15.1.- Periodicidade das inspecções

.........................................................................................................

4-40

4.15.2.- Mudança de lubrificante

4-40

4-41

4-42

4.15.5.- Manutenção do motor

...................................................................................................................

4-42

4.15.6.- Desmontagem das partes do

4-43

4.15.7.- Montagem do motor

......................................................................................................................

4-43

4.15.8.- Rodas

4-44

4-44

4.15.8.2.- Procedimento para a substituição de rodas e rolamentos das mesmas

4-45

4.15.9.- Estructura

................................................................................................................................

4-45

INCIDENTES E REPARAÇÕES

5.- Incidentes e

5-2

5.1.- Localização de avarias.................................................................................................................................5-2 5.2.- Reparações...................................................................................................................................................5-2

INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

6.-

Segurança

 

6-2

 

6.1.- Instrução ou conhecimentos do pessoal que opera na máquina

6-2

 

6-2

 

6.3.- Medidas de segurança na instalação da máquina

6-2

6.3.1.- Plano de manutenção

..........................................................................................................................

6-2

6.3.2.-

Acesso para manutenção

6-2

6.4.- Acções que nunca se devem realizar

6-2

6.5.- Prevenção de acidentes

........................................................................................................................

6-3

6.6.- Acções a ter em conta

6-4

6.7.-

Painel de comando

6-6

5
5
MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS INFORMAÇÕES PRELIMINARES 0 - 1

MANUAL DE DESCRIÇÃO

GRUAS
GRUAS

INFORMAÇÕES PRELIMINARES

0 - 1
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MANUAL DE DESCRIÇÃO 0.- INFORMAÇÃO PRELIMINAR GRUAS O objectivo desta publicação é fornecer ao cliente o

MANUAL DE DESCRIÇÃO

0.- INFORMAÇÃO PRELIMINAR

GRUAS
GRUAS

O objectivo desta publicação é fornecer ao cliente o máximo de informação acerca da instalação, manutenção e utilização correcta dos equipamentos de GH.

É nossa opinião que, antes de começar a instalação do equipamento, é muito importante que leia minuciosamente este manual, com o objectivo de assegurar o uso eficaz e seguro do referido equipamento.

Cada equipamento GH, uma vez finalizado, é inspeccionado e testado com carga nas nossas fábricas. Os resultados destas provas estão reconhecidos nos certificados de inspecção em fábrica.

Ë muito importante que as pessoas que utilizam ou efectuam a manutenção do equipamento, estejam familiarizadas com as instruções e conselhos indicados neste manual.

0.1.- INSTRUÇÕES PRÁTICAS DE PREVENÇÃO

O facto de estar familiarizado com o equipamento e com as instruções práticas de prevenção, minimiza a possibilidade que o operador do equipamento sofra lesões bem como a possibilidade de ocorrência de avarias, quer no equipamento quer no local onde este se encontra a funcionar.

Os diferenciais e os carros estão concebidos para elevar e transportar cargas e não pessoas. Em nenhuma circunstância, os diferenciais e os carros devem ser utilizados para elevar ou transportar pessoas.

Não será autorizada a utilização do equipamento a quaisquer pessoas que não estejam familiarizadas ou não tenham sido instruídas a este respeito.

O uso negligente do equipamento pode dar origem a uma série de riscos que não podem ser prevenidos. Somente a utilização cuidadosa e inteligente do equipamento, e ainda o uso do senso comum, poderão evitar os perigos mencionados.

No âmbito das instruções de prevenção, julgamos indispensável a inclusão de um programa periódico de inspecções, bem como uma manutenção preventiva.

0.2.-CONSELHOS A TER EM CONTA PARA O CORRECTO USO DO EQUIPAMENTO.

Para além das instruções indicadas no ponto anterior e dos conselhos que seguidamente pormenorizamos, pensamos que o mais importante de todos é o do uso do “senso comum”.

Dedicar alguns minutos á leitura destes conselhos poderá ajudar o operador do equipamento a tomar as suas precauções, para a sua própria segurança e para a segurança dos outros. Controlos freqüentes e inspecções periódicas, assim como uma observação minuciosa, tanto das Instruções Práticas de Prevenção como dos conselhos para a utilização correcta do equipamento, podem evitar acidentes e economizar tempo e dinheiro.

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MANUAL DE DESCRIÇÃO 0.3.- RESULTADO DAS MEDIÇÕES DO RUÍDO GRUAS ß Os valores do nível de

MANUAL DE DESCRIÇÃO

0.3.- RESULTADO DAS MEDIÇÕES DO RUÍDO

GRUAS
GRUAS
  • ß Os valores do nível de pressão acústica continuo equivalente ponderado (A) e o valor máximo da pressão acústica instantânea ponderada (C) vem detalhadas no quadro seguinte, (Somente no caso de ultrapasar os dB (A)):

 

NÍVEL DE PRESSÃO ACÚSTICA

Modelo

ELEVAÇÃO

A

C

GHB

   

GHD

   

GHE

   

GHF

   
 
 

NÍVEL DE PRESSÃO ACUSTICA

Modelo

TRANSLAÇÃO

A

C

VB

   

VC

   

VD

   

VE

   

0.4.- MÉTODO DE MEDIÇÃO DO RUÍDO

As medições do nível de pressão acústica foram efetuados aos 3 Mts do motor ..

0.5.- CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DO EQUIPAMENTO DURANTE A MEDIÇÃO

Os valores indicados na tabela são relativos com o valor promédio do nível de intensidade acústica para um ciclo de trabalho realizado ao (50% com carga nominal, 50% sem carga).

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MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS DESCRIÇÕES GERAIS 1 - 1

MANUAL DE DESCRIÇÃO

GRUAS
GRUAS

DESCRIÇÕES GERAIS

1 - 1
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MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS 1.- PRINCIPIOS DE CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DO DIFERENCIAL 1.1.- DIFERENCIAL Seguidamente, apresentamos

MANUAL DE DESCRIÇÃO

GRUAS
GRUAS

1.- PRINCIPIOS DE CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DO DIFERENCIAL

1.1.- DIFERENCIAL

Seguidamente, apresentamos um desenho do diferencial que indica as peças principais que o constituem ..

Para a desmontagem completa das peças que o constituem, junta-se em separado um manual de desmontagem ..

1.- Freio

4.- Tambor

2.- Motor

5.- Guia

3.- Caixa redutora

6.-Chassi

MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS 1.- PRINCIPIOS DE CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DO DIFERENCIAL 1.1.- DIFERENCIAL Seguidamente, apresentamos

figura 1.1

1.2.- ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DO DIFERENCIAL

1.2.1.- MOTOR FREIO

Será fornecida informação pormenorizada sobre o motor de freio no manual de uso e manutenção dos motores.

Os diferenciais estão equipados com motores de jaula.

1.2.2.- MOTOR DE ELEVAÇÃO

Motor de curto-circuito com freio incorporado, situado no exterior do diferencial.

Freio electromagnético de disco, com ferodos de faces planas isentos de amianto, com accionamento frontal, permitindo um contacto uniforme da totalidade da superfície do ferodo na frenagem. Longa duração dos ferodos e fácil regulação do freio.

Ventilador de ar natural IC 01 ou forçada IC 06 s/ EN 60034-6, para refrigeração do motor e do freio, permitindo um fator de marcha importante e um elevado numero de arranques por hora.

Proteção IP-55 segundo DIN-40050.

Classe de isolamento F, protegidos contra a humidade, em versão standard, e tropicalizados opcionalmente quando assim se pretender. Do mesmo modo, e opcionalmente para situações extremas de utilização, podem colocar-se sondas térmicas ou termistores, para que se possa dispor dum controle fiável da temperatura do motor a fim de protege-lo.

O motor em versão standard pode ter opcionalmente uma ou duas velocidades. A segunda velocidade com relação de 1/6, é conseguida por comutação de polos 2:12. São possíveis outras relações ½, ¼, mediante pedido especial do cliente. Assim se se desejar, pode equipar-se os diferenciais, a pedido, com motores com regulação de velocidade por meio de conversor de freqüência, ou com motores de anéis de atrito.

Conforme o modelo do diferencial standard, os motores utilizados são:

a) Para uma velocidade 3.000 r.p.m.

b) Para duas velocidades 3.000/500 r.p.m.

GHB

3,2 ó 4 ó 5 KW

GHB

3,2/0,53, ó 4/0,66 ó 5/0,83 KW

GHD

  • 5 GHD

ó 6,5 ó 7,5 KW

 

5/0,83 ó 6,5/1,1 ó 7,5/1,25 KW

GHE

ó 10 ó 12 ó 15 KW

  • 8 GHE

 

8/1,3 ó 10/1,66 ó 12/2 ó 15/2,5 KW

GHF

13 ó 16 ó 19 ó 25 ó 30 KW

GHF

13/2,15 ó 16/2,65 ó 19/3,15 ó 25/4,16 ó 30/5 KW

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MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.3.- CAIXA REDUTORA GRUAS A caixa redutora é de ferro fundido GG-20, sendo

MANUAL DE DESCRIÇÃO

  • 1.2.3.- CAIXA REDUTORA

GRUAS
GRUAS

A caixa redutora é de ferro fundido GG-20, sendo mecanizada em máquinas de centragem mecânica, e nela estão alojadas as engrenagens. Estes são de material cimentado. O dentado dos mesmos é helicoidal. A caixa é bipartida e é constituída por três trens de engrenagens, os quais são lubrificados por banho de óleo através de massa fluida, no interior do carter fechado que configura a caixa e no caso dos rolamentos por salpicadura.

Todos os eixos vão montados sobre rolamentos.

Todas as engrenagens vão montadas em caixas redutoras herméticas, com tampas de inspeção, furos de drenagem bem posicionados, respiros, varetas indicadoras do nível de óleo e saídas herméticas de eixo.

As caixas tem sido testadas a fim de verificar a estanqueidade com respeito ao óleo antes de serem pintadas.

A pintura interior é um esmalte resistente ao óleo, da cor granate.

NOTA: Para desmontagens,, ver listagem de peças.

ELEMENTOS QUE ACTUAM NO ENROLAMENTO DO CABO

1.2.4.- TAMBOR

O tambor é construído em tubo de aço laminado.

Está ranhurado segundo norma DIN-15061. As ranhuras sobre o tambor efectuam-se atendendo á disposição específica das saídas do cabo, consoante seja de 1 ou 2 saídas. O comprimento do tambor varia de acordo com a altura de elevação.

Os extremos dos tambores vão montados sobre rolamentos.

O acabamento superficial das ranhuras é muito fino, sem defeitos ou imperfeições que possam vir a danificar o cabo.

NOTA: Para desmontagens, ver listagem de peças.

O ataque do redutor ao tambor é centralizado e é de tipo ataque directo por meio de eixo estriado. Os diâmetros do tambor segundo os diferentes modelos de diferenciais são os seguintes:

TIPO DE DIFERENCIAL

GHB

GHD

GHE

GHF

DIÂMETRO DO TAMBOR ( mm.)

151,5

242

322

404

1.2.5.- GRAMPOS DE FIXAÇÃO DO CABO.

Os grampos são fabricados especialmente para este fim pela GH. O número de grampos e os pares de aperto dos parafusos de fixação dos mesmos, dependendo do modelo de diferencial serão os seguintes:

TIPO DE DIFERENCIAL

NÚMERO DO GRAMPO

PAR DE APERTO (Nm)

 

A

B

A

B

GHB

3

6

10

10

GHD

3

6

25

10

GHE

3

6

48

25

GHF

3

6

84

48

A: Uma saída de cabo do tambor

B: Duas saídas de cabo do tambor.

1 - 3
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MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.6.- CABO GRUAS O cabo está dimensionado tendo em conta a Norma FEM

MANUAL DE DESCRIÇÃO

1.2.6.- CABO

GRUAS
GRUAS

O cabo está dimensionado tendo em conta a Norma FEM 9661. Dependendo da altura de elevação, o cabo colocado será do tipo normal antigiratório. Caso do diferencial leve um cabo antigiratório o engate terminal do cabo será giratório. Juntar-se-á á documentação de cada diferencial certificado com as especificações técnicas do cabo.

Os diâmetros dos cabos, consoante o tipo de diferencial serão os seguintes:

TIPO DE DIFERENCIAL

DIÂMETRO DO CABO ( mm.)

 

A

B

GHB

8,5

8,5

GHD

 
  • 12 8,5

GHE

 
  • 16 12

GHF

 
  • 20 16

A: Uma saída de cabo do tambor

B: Duas saídas de cabo do tambor.

1.2.7.- GUIA DE CABO

A guia cabo é construída com material de fundição esferoidal GGG-70. A sua parte interior está ranhurada de modo a permitir um assentamento perfeito do cabo.

A guia é formada por duas meias luas unidas por parafusos, com molas, os cabos permitem exercer pressão ao mesmo tempo que asseguram uma certa elasticidade.

Nos modelos de diferenciais GHB, GHD, incorpora-se na guia pela parte de dentro uma mola que segura o cabo com o objectivo de evitar que este saia da ranhura do tambor.

Para que não role, a guia do cabo é conduzida ao longo do tambor através de dois perfís laminados.

1.2.8.- GANCHO DE CARGA

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.6.- CABO GRUAS O cabo está dimensionado tendo em conta a Norma FEM

figura 1.2

As poleas são dimensionadas segundo a Norma FEM-9661. A mecanização da garganta efectua-se em conformidade com a norma DIN-15061.

As cruzetas e as fêmeas do gancho são mecanizadas em conformidade com a norma 15412 e 15413, respectivamente.

Os ganchos são seleccionados segundo a Norma DIN-15400 e mecanizados segundo o dimensionamento indicado pelas normas DIN-15401 e DIN-15402, conforme sejam os ganchos simples ou duplos. Os ganchos são de aço temperado 34CrMo4. Vão montados sobre rolamentos axiais os quais vão apoiados em vigas de aço. Dependendo do diferente número de ramais de cabo e do número de saídas do tambor 2/1, 4/1, 4/2.

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.6.- CABO GRUAS O cabo está dimensionado tendo em conta a Norma FEM
MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.6.- CABO GRUAS O cabo está dimensionado tendo em conta a Norma FEM

figura 1.3

1 - 4
1 - 4
MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.9.- FIM DE CURSO GRUAS O interruptor do fim de curso é do

MANUAL DE DESCRIÇÃO

1.2.9.- FIM DE CURSO

GRUAS
GRUAS

O interruptor do fim de curso é do tipo sem-fim coroa. Permite a limitação do trajecto do gancho na posição mais elevada e na sua posição mais baixa.

Este fim de curso de grande precisão está acoplado ao eixo do tambor, sendo de fácil regulação. (Ver regulação no ponto 4.10 do manual de manutenção).

1.2.10.- LIMITADORES

1.2.10.1.- LIMITADOR DE CARGA COM CELLA

Um sistema mecânico transmite uma força sobre uma célula que através de um sensor emite um sinal.

Este sinal é levado a um limitador electrónico que corta a elevação em caso de sobrecarga.

NOTA:

Para

discriminação

das

peças,

consultar

a

listagem.

1.2.10.2.-LIMITADOR DE CARGA ELETRICO

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.2.9.- FIM DE CURSO GRUAS O interruptor do fim de curso é do

Figura 1.4

Nos Polispastos de 1 Ranal instala-se um detetor de intensidade do motor (ELFI), o qual desativa o seu funcionamento no caso de ocorrer um consumo excessivo por sobrecarga.

1.2.10.3.- LIMITADOR DE CARGA ELECTRONICO PARA SUMATÓRIO DE CARGAS

No caso de levar vários ganchos com adicionador de carga, instala-se um limitador electrônico ligado a várias células de carga.

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MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.3.- CARROS GRUAS 1.3.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL De estrutura compacta mecanosoldada, formada por

MANUAL DE DESCRIÇÃO

1.3.- CARROS

GRUAS
GRUAS

1.3.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL

De estrutura compacta mecanosoldada, formada por chapas e perfis laminados, convenientemente mecanizados para que sobre ela assentem os diferentes mecanismos que configuram a elevação e a translação do carro.

As dimensões do carro são determinadas pelo modelo do diferencial, pela altura de elevação e pela largura da viga na qual está suspenso.

1.- Parafusos de fixação do diferencial ao carro 3.- Rodas do carro 2.- Separadores para ajuste do carro á viga 6.- Mecanismos de translação

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.3.- CARROS GRUAS 1.3.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL De estrutura compacta mecanosoldada, formada por

figura 1.5

1.3.2.- CARRO MONOVIGA DE ALTURA REDUZIDA

A sua diferença com o carro monoviga normal reside no facto de que, relativamente ao eixo do perfil de rotação, o mecanismo que acciona a elevação permanece dum lado e o contrapeso e o accionamento da translação do outro.

1.- Parafusos de fixação do diferencial ao carro. 2.- Separadores para ajuste do carro á viga 3.- Rodas do carro 6.- Mecanismos de translação 7.- Contrapeso

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.3.- CARROS GRUAS 1.3.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL De estrutura compacta mecanosoldada, formada por

figura 1.6

1.3.3.- CARRO BIVIGA NORMAL

A estrutura mecanosoldada é constituída por chapas, perfis laminados e tubos, formando uma unidade compacta, convenientemente mecanizada sobre a qual se assentam os mecanismos de elevação e translação do carro.

O chassi do carro é do tipo articulado, sendo o seu objectivo o apoio das quatro rodas.

O accionamento do carro realiza-se por meio

de um

motorredutor flutuante, com ataque directo ao eixo das rodas motrizes.

1.- Pino de articulação 2.- Rodas do carro 3.- Eixo de transmissão 4.- Mecanismos de translação.

MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.3.- CARROS GRUAS 1.3.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL De estrutura compacta mecanosoldada, formada por

figura 1.7

1 - 6
1 - 6
MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS 1.3.4.- CARRO BIVIGA COM CABECEIRAS Este tipo de carro é construído um

MANUAL DE DESCRIÇÃO

GRUAS
GRUAS
  • 1.3.4.- CARRO BIVIGA COM CABECEIRAS

Este tipo de carro é construído um vão superior a 1800 mm, seja devido á da altura de elevação ou devido ao vão da ponte rolante, ou por exigências do cliente 1.- Cabeceira. 2.- Viga intermédia. 3.- Motoredutor.

Este

tipo

de

carro

é

constituído

por

duas

cabeceiras,

com

o

accionamento da translação, unidos através de vigas intermédias de

perfil laminado, mecanizadas para alojar o mecanismo de elevação.

O accionamento do carro pode efectuar-se por meio de dois motorredutores independentes, ou através dum motorredutor com eixo de transmissão ás duas rodas.

O equipamento que precise de acesso para inspeção, ajuste ou reparações, está instalado numa posição tal que o operador possa trabalhar com facilidade, segurança e protegido das partes móveis. Com esta norma estão previstas plataformas, corrimãos e escadas diretamente vinculadas aos equipamentos.

MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS 1.3.4.- CARRO BIVIGA COM CABECEIRAS Este tipo de carro é construído um

figura 1.8

1.4.-MECANISMOS DE TRANSLAÇÃO DO CARRO

Os mecanismos de translação estão especialmente concebidos e fabricados pela GH, para o accionamento de mecanismos destinados á manutenção de materiais.

Estes accionamentos podem efectuar-se com uma ou duas velocidades de translação, sendo os standard 20 m/min, para os de uma velocidade e 20/5 m/min para os de duas velocidades (50Hz). Opcionalmente podem construir-se outras velocidades de translação.

Os motores incorporados são de rotor cilíndrico, classe de isolamento F e protecção standard IP-55, S/DIN-40050.

Todos os accionamentos de translação são efectuados por meio de motores, equipados com freio electromagnético de disco.

Para mais informação, consulte o manual de instruções de uso e manutenção para mecanismos de translação.

1.- Freio 2.- Motor 3.- Redutor 4.- Eixo de saída

MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS 1.3.4.- CARRO BIVIGA COM CABECEIRAS Este tipo de carro é construído um

figura 1.9

1.4.1.- MOTORES

Os motores de translação são do tipo gaiola de esquilo com freio de disco incorporado, e refrigerados por meio de um ventilador de ar natural IC 01 ou forçada IC 06 s/ EN 60034-6, que por sua vez se faz de volante de inércia.

O isolamento utilizado é da classe F.

Protecção classe IP-55.

A carcassa, dependendo do tipo de motores, será de alumínio ou de ferro fundido.

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MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.5.- CONSTRUÇÃO GERAL ESTRUTURA A ponte está construida com chapa de aço estrutural.

MANUAL DE DESCRIÇÃO

1.5.- CONSTRUÇÃO GERAL ESTRUTURA

A ponte está construida com chapa de aço estrutural.

GRUAS
GRUAS

As vigas principais e de cabeceiras são do tipo perfil ou gaveta, soldadas, desenhadas e calculadas para resistir os máximos esforços a flexão, cisalhamento e torsão.

Serão colocados diafragmas em toda a viga a fim de assegurar a rigidez do alma, igualmente também as platabandas de apoio intermédio que transferam a carga das rodas do carro, directamente dos carrís para as almas.

As vigas cabeceiras (caso da gaveta) levam diafragmas e reforços que garantem uma adequada estabilidade lateral.

Opcionalmente. O carro e a Ponte levarão “limpador de carrís” e pára-quedas para evitar uma queda superior a 25 mm no caso de rotura dum eixo.

Aliás leva incorporado um dispositivo de segurança para evitar o descarrilamento.

O projeto das vigas cabeceiras está feito de forma que permite uma fácil montagem e desmontagem das rodas.

Opcionalmente. Todas as partes desmontáveis, como escovas da Ponte, do carro sirenas, alcapão para inspecção, luzes, etc., levam cabos de terra.

Vão munidos com acessos adequados, com corrimãos e rodapés que garantem a segurança do operário.

Todas as partes estruturais e semi-acabadas, exceto as juntas, que serão aparafusadas em obra, são limpadas e pintadas.

1.5.1.- PLATAFORMAS E CORRIMÃOS

Levam plataformas posicionadas ao longo das vigas da Ponte a fim de permitir o acesso para todos os equipamentos que requeram de inspecção, manutenção e/ou reparação.

As plataformas tem uma largura mínima de 500 mm libres para a passagem.

São construídas com chapas de aço antideslizante.

Levam rodapés de 100 mm de altura.

Os corrimãos são construidos com tubos e barras de 1100 mm de altura, com um elemento intermédio a 550 mm.

As plataformas e corrimãos não interferem com a desmontagem de qualquer elemento da Ponte.

1.5.2.- RODAS

As rodas são de pestana dupla, totalmente mecanizadas de material de fundição esferoidal GGG-70.

As rodas directoras vão sobre eixos estriados e montadas da mesma forma que as conduzidas sobre rolamentos de esferas ou rolos cilíndricos.

O seu diâmetro é tal que a carga máxima não ultrapasse o permitido pela norma F.E.M. – 1001.

Os assentos dos suportes de rodas são do tipo mecanizado para assegurar um apoio perfeito das mesmas.

Este sistema permite um alinhamento correcto das rodas, o que é uma condição indispensável para um correcto funcionamento da Ponte.

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MANUAL DE DESCRIÇÃO 1.5.3.- EIXOS DAS RODAS GRUAS Os eixos das rodas são de aço 34CrMo4

MANUAL DE DESCRIÇÃO

1.5.3.- EIXOS DAS RODAS

GRUAS
GRUAS

Os eixos das rodas são de aço 34CrMo4 com tratamento térmico para obter durezas de 250 ÷ 270 HB.

Têm uma grande resistência e rigidez, além dum acabamento final adequado., sendo que este acabamento muito fino é necessário para evitar desgaste por atrito.

A mecanização de rebaixes é feita de forma progressiva para reduzir de forma efectiva concentrações de tensões por câmbios de forma e entalhes, assim como de fadiga devido ao fato de que é aí onde ocorrem os câmbios de esforços.

São montados sobre rolamentos em caixas de cárter fechadas, fixadas adequadamente à estrutura.

1.5.4.- ROLAMENTOS

São utilizados rolamentos de esferas ou rolos cilíndricos.

1.5.5.- BATENTES

São de borracha e aço e estão fornecidos dois para cada sentido de movimento.

São de fácil restauração para poder realizar uma troca de rodas.

O carro tem um sistema de pára-choques que coincide com os batentes posicionados sobre as vigas principais da Ponte.

1.5.6.- CABINA DE COMANDO (OPCIONAL)

Está situada no aparelho de elevação ou nas proximidades, e está especialmente desenhada, construida e equipada para o manejo da Ponte.

Os comandos da Ponte estão dentro da cabina num atril de comandos, por meio do qual, a ordem de controle desejada é transmitida para o dispositivo de accionado.

A cabina do operador está desenhada para resistir o peso do operador e as tensões ocasionadas pelo movimento, está construida em aço estrutural e com material resistente ao fogo, com um vão livre de 2 m e no interior com espaço suficiente para que o operador possa trabalhar e se deslocar com umas boas condições ergonômicas.

Está amarrada com firmeza numa das vigas principais da Ponte por meio de parafusos e amortecedores a fim de evitar oscilações e vibrações.

As placas de fechamento do lateral têm uma espessura de 3 mm.

As janelas levam vidros duplos de segurança laminados tipo sécurit, posicionados de tal forma que, no caso de rotura venham a cair dentro da cabina, assim como estão desenhadas a fim de facilitar a sua limpeza.

O solo da cabina se estende a fim de formar uma plataforma de acesso. O interior do solo está construido com chapa de aço de 3 mm de espessura e com recobrimento de lâminas de madeira.

O telhado da cabina tem canos de desaguamento para drenar a água do telhado e assim evitar que escorra pelas janelas ou pela porta.

A distribuição da cabina está pensada para obter a maior visibilidade para o operador.

A iluminação da cabina é feita por meio duma lâmpada fluorescente de 20 W. O atril de comandos vai munido com uma tomada para manutenção.

Os comandos vão sobre um console giratório e está equipado com um assento confortável que ajusta-se ao peso e altura do operador.

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MANUAL DE DESCRIÇÃO GRUAS A cabina leva também um extractor de fumaça assim como com aquecimento

MANUAL DE DESCRIÇÃO

GRUAS
GRUAS

A cabina leva também um extractor de fumaça assim como com aquecimento para o operador.

Equipamentos opcionais: Ar condicionado e extintor.

1.5.7.- CARRÍS

Os carrís do carro vão montados sobre as vigas da Ponte.

Opcionalmente. Os carrís para a Ponte são fornecidos, assim como também os elementos para amarramento e ancoragem.

Em cada extremo dos caminhos de rolamento são colocados pára-choques projetados para absorver os eventuais impactos da Ponte.

1.5.8.- LUBRIFICAÇÃO

Os rolamentos de esferas são estanques e vão lubrificados para toda a vida, nos rolos serão colocados engraxadores dispostos de forma a ter um acesso confortável. Sempre que for possível, os engraxadores serão agrupados sobre placas em locais acessíveis para o operário (mecânico).

1.5.9.- ALIMENTAÇÃO DO CARRO

A alimentação eléctrica e comando do carro é realizada por um sistema de cabos flexíveis festão, com protecção de neopreno, suportados convenientemente por carrinhos que deslizam sobre um perfil ao longo da ponte.

1.6.- ELEMENTOS ESPECIAIS DE SEGURANÇA

1.6.1.- ANEMÓMETRO (Em pontes rolantes de exterior). Estando limitada a velocidade de vento para trabalho c/equipamentos de elevação a 72 Km/h, segundo norma vigente (FEM – 1001 T-2.2.4.1.2 ou equivalente UNE ou ISO). O equipamento (ponte rolante, pórtico, etc) leva incorporado um equipamento (anemómetro), o qual serve para a medição da velocidade do vento.

1.6.2.- AMARRAÇÃO Ao chegar á velocidade do vento em serviço, ao limite estabelecido, o anemómetro avisa-nos com um alarme luminoso e acústico para que o operário inutilize imediatamente a ponte rolante, levando-a, ao ponte de amarração mais próximo. Esta amarração pode ser em manual ou automático, ao introduzir a cavilha no orifício de segurança accionam um fim de curso que bloqueia e desliga a ponte rolante. O desbloqueio realiza-se de forma inversa.

Garras de segurança automáticas (opcional). Ao actuar o sinal luminoso e acústico por ordem do anemómetro, levar a ponte rolante ao ponto de amarração mais próximo, sendo visualizado por um piloto o ponto exacto de amarração. O operário activa por meio de um botão um accionador hidráulico com uma cavilha na extremidade para amarração e bloqueio da ponte rolante por intermédio de um fim de curso. O desbloqueio efectua-se com o mesmo botão.

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MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO 2 - 1

MANUAL DE INSTALAÇÃO

GRUAS
GRUAS

INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO

2 - 1
2 - 1
MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.- INSTALAÇÃO DOS CARROS, NO CAMINHO DE ROLAMENTO 2.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL

MANUAL DE INSTALAÇÃO

GRUAS
GRUAS

2.- INSTALAÇÃO DOS CARROS, NO CAMINHO DE ROLAMENTO

2.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL

1.- Parafusos de fixação do diferencial ao carro. 2.- Separadores para ajuste do carro à viga. 3.- Rodas do carro. 6.- Mecanismo de translação.

INSTALAÇÃO NA VIGA

Dê folga ás porcas (2) em ambas as placas.

Depois de dar folga ás porcas e separar as placas á medida que o carril exige, encaixe o carro apoiando-o sobre a ala inferior do carril.

Aperte as porcas (2) para ajustá-lo ao caminho de rolamento.

Caso conheça a largura da ala do caminho de rolamento, os separadores (2) serão munidos com batentes á medida deixando uma folga de 4 milímetros.

MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.- INSTALAÇÃO DOS CARROS, NO CAMINHO DE ROLAMENTO 2.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL

figura 2.1

Caso desconheça a largura exacta da ala do caminho de rolamento, enviar-se-ão os separadores (2) com umas anilhas separadoras com o objectivo de adequar o carro á largura do carril. Neste caso também deverá deixar uma folga de 4 milímetros.

Deve ligar o cabo de alimentação á caixa de ligações do diferencial e por outro lado á rede de alimentação.

Deverá regular os fins de curso nos pontos desejados.

Deverá efectuar os ensaios de funcionamento. Para tal, siga as instruções indicadas no ponto 2.10.

2.2.- CARRO MONOVIGA DE ALTURA REDUZIDA

1.- Parafusos de fixação do diferencial ao carro. 2.- Separadores para ajuste do carro á viga. 3.- Rodas do carro. 6.- Mecanismos de translação. 7.- Contrapeso.

INSTALAÇÃO NA VIGA

A instalação do carro na viga, efectua-se de modo idêntico á do carro monoviga, e para sua verificação deve consultar o ponto 2.1.

MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.- INSTALAÇÃO DOS CARROS, NO CAMINHO DE ROLAMENTO 2.1.- CARRO MONOVIGA NORMAL

Figura 2.2

2 - 2
2 - 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.3.- CARRO BIVIGA NORMAL 1.- Pino de articulação. 3.- Eixo de transmissão.

MANUAL DE INSTALAÇÃO

GRUAS
GRUAS

2.3.- CARRO BIVIGA NORMAL

1.- Pino de articulação. 3.- Eixo de transmissão. 2.- Rodas do carro. 4.- Mecanismos de translação.

INSTALAÇÃO NAS VIGAS

O seu ajuste ás vigas virá já pré-fixado na construção do carro segundo a medida que tenha sido fornecida.

A folga entre

a

garganta

das

rodas

e

o

caminho de

rolamento será de 7 milímetros nos carros standard.

 

O diferencial irá fixado ao chassi do carro por meio parafusos.

de

Deverá ligar o cabo de alimentação á caixa de ligações do diferencial e por outro lado á rede de alimentação.

Deverá regular os fins de curso nos pontos desejados.

 
MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.3.- CARRO BIVIGA NORMAL 1.- Pino de articulação. 3.- Eixo de transmissão.

Figura 2.3

Deverá efectuar os ensaios de funcionamento. Para tal, siga as instruções indicadas no ponto 2.10.

2.4.- CARRO BIVIGA COM CABECEIRAS

1.- Cabeceira 2.- Viga intermédia 3.- Motorredutor

 

INSTALAÇÃO NAS VIGAS

 

O seu ajuste ás vigas virá já pré-fixado na construção do carro, segundo a medida que tenha sido fornecida; este será determinado pela altura de elevação e pelo vão da ponte rolante.

A folga entre

a

garganta

das

rodas

e

o

caminho de

rolamento será de 7 milímetros nos carros standard.

O diferencial do tipo apoiado em patas irá fixado ao chassi do carro por meio de 4 parafusos.

Deverá ligar o cabo de alimentação á caixa de conexões do diferencial e por outro lado á rede de alimentação.

Deverá regular os fins de curso nos pontos desejados.

Deverá efectuar os ensaios de funcionamento. Para tal, siga as instruções indicadas no ponto 2.10.

MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.3.- CARRO BIVIGA NORMAL 1.- Pino de articulação. 3.- Eixo de transmissão.

Figura 2.4

2 - 3
2 - 3
MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.5.- MOTORREDUTORES GRUAS Os motorredutores de translação GH estão desenhados especialmente para responder

MANUAL DE INSTALAÇÃO

2.5.- MOTORREDUTORES

GRUAS
GRUAS

Os motorredutores de translação GH estão desenhados especialmente para responder ás necessidades das translações, tando da ponte como do carro. Esta maquinaria é susceptível de ser usada quer no interior quer no exterior.

Recepção e armazenamento.- Uma vez recepcionados, inspeccionar e verificar que não ocorreu nenhum dano durante o transporte.

Posteriormente, comprovar que a placa de características técnicas é aquela que nós solicitamos.

Caso o motorredutor seja armazenado antes de ser instalado, deverá ficar num local protegido e isento de humidade.

Localização.- Não é conveniente que a temperatura ambiente exceda de 40ºC, salvo que seja assim indicado no pedido, nesse caso os motores irão preparados para tal fim.

MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.5.- MOTORREDUTORES GRUAS Os motorredutores de translação GH estão desenhados especialmente para responder

Figura 2.5

Não deve existir obstáculo para a circulação do ar de refrigeração do motor, gerada pela ventoinha.

Verificação prévia ao funcionamento.- Medir o grau de isolamento das resistências, com um meganómetro a 1.000V.

Começar a ler quando o teste de voltagem esteja a andar, pelo menos durante um minuto. Quando a bobina esteja fria (+10ºC - +40ºC), a resistência deverá ser de mais de 5 megaohms; em quente, > 40ºC, pelo menos 1 megaohms. Se a resistência é menor, a bobina terá que ser secada. O melhor para secá-la é meter o motor num forno quente e bem arejado (temperatura aoredor de 80ºC).

Montagem.- Não existem restrições para a posição de montagem dos motorredutores, mas a mais aconselhada é aquela na qual o eixo do motor fica acima do eixo do redutor.

A montagem não precisa de ferramentas especiais. Nos carros ou cabeceiras, realiza-se como segue:

- Limpar a superfície de montagem da estrutura. -Verificar que o eixo brochado do redutor esteja bem lubrificado com graxa.

2.5.1.-ENTRADA EM FUNCIONAMENTO

Antes da entrada em funcionamento, verifique o seguinte:

Sentido da rotação.- Verifique se o sentido da rotação dos motores corresponde ao que marca o sinal. Os motores de translação instalados simetricamente e operando em caminhos opostos, rodam em sentidos opostos. O sentido pode ser alterado, modificando dois dos três cabos ligados ao terminal do motor.

Operacionalidade do freio.- Quando o motor entra a funcionar o electroímã atrae ao disco que leva incorporado o ferodo, o qual não deverá entrar em atrito com a ventoinha, devendo manter entres eles uma distância uniforme. Quando a Ponte esteja em movimento haverá que observar permanentemente que o freio está a funcionar devidamente. Verifique também se o entreferro do freio se ajusta aos valores dados (ver secção motor).

Quando seja colocada uma Ponte pela primeira vez, haverá que lubrificar os eixos.

Ruído.- Se se aperceber de um ruído intenso proveniente do motor, quer dizer que a ligação foi incorrectamente efectuada. Deve, portanto, parar imediatamente o motor. Por outro lado, se notar um som estranho no rolamento, significa que este está danificado e, por conseguinte, deve ser imediatamente substituído.

2 - 4
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MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS Vibrações .- Se alguma vibração fora do comum for detectada, deverá identificar

MANUAL DE INSTALAÇÃO

GRUAS
GRUAS

Vibrações.- Se alguma vibração fora do comum for detectada, deverá identificar a causa. Verifique a montagem entre o motor e o redutor e ainda o alinhamento do eixo do motor.

Temperatura de utilização.- Depois das três primeiras horas aproximadamente de utilização do motor, toque com a mão a estrutura do estator. Se estiver muito quente (+50ºC), meça a temperatura com um termómetro. A temperatura permitida para a bobine poderá ser consultada na tabela 1.

Definição

Tipo Isolamento

 

B

F

Temperatura máx. permitida na “zona mais quente” C.

130

150

Temperatura máx. permitida no bobinado, definida pela medição da resistência do bobinado.

120

140

Sobreaquecimento permitido no bobinado, quando a temperatura ambiente máxima, num período de tempo curto, é de +40ºC

80

100

Tabela 1

2 - 5
2 - 5
MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.6.- CAMINHO DE ROLAMENTO GRUAS O caminho de rolamento bem instalado dentro das

MANUAL DE INSTALAÇÃO

2.6.- CAMINHO DE ROLAMENTO

GRUAS
GRUAS

O caminho de rolamento bem instalado dentro das tolerâncias indicadas garante uma correcta translação da Ponte aumentando considerávelmente a duração dos mecanismos de translação e suas peças de desgaste. Antes de pôr a funcionar uma nova instalação verifique as tolerâncias na montagem dos caminhos de rolamento, aquelas deverão estar dentro dos valores indicados na tabela.

Todos os carrís tem que ser soldados ou por meio de juntas com um ângulo de 45º mecanizando as peças posteriormente de forma adequada.

O não cumprimento das instruções com respeito á montagem do caminho de rolamento da Ponte, pode ter as seguintes conseqüências: desgaste rápido das pestanas das rodas, esquentamento excessivo e deterioro dos rolamentos, deformações da estrutura metâlica, rotura dos cordões de soldadura e descarrilamentos.

As superfícies de rolamento dos carrís tem que estar limpas de óleo, graxa, pintura e outras impurezas.

Nos extremos do caminho de rolamento tem que ser colocados batentes de adequada resistência.

2.6.1.- TOLERÂNCIAS DOS CAMINHOS DE ROLAMENTO DAS PONTES ROLANTES

As tolerâncias indicadas neste capítulo são aplicáveis para um caminho de rolamento do aparelho de elevação novo. Se no curso da utilização, estas tolerâncias são superadas num 20% haverá que endireitar a via. Se o comportamento durante a translação fica notávelmente afetado, pode resultar necessário endireitar a via, ainda sem ter ultrapassado o 20% tolerado.

 

Tolerâncias de caminhos de rolamento (para Ponte rolante) segundo F.E.M.1001-87 (Caderno 8) ou a UNE 58128-87

Vão =S(paralelismo)

Vão =S(paralelismo) S < 15 m.: ∆ s = ±3 mm S > 15 m.: ∆

S < 15 m.: s = ±3 mm S > 15 m.: s = ± [ 3 + 0,25 (S-15)] mm

Alinhamento dum

Alinhamento dum A = ± 10 mm Num comprimento máximo de carril de 2,0 m., não

A = ± 10 mm Num comprimento máximo de carril de 2,0 m., não

carril no plano

deverá ultrapassar a tolerância seguinte:

a = ± 1,0 mm Nos guindastes de guia por um só carril: a = ± 0,5

   

mm

Diferença de altura dum carril (desnível longitudinal)

Diferença de altura dum carril (desnível longitudinal) B = ± 10 mm Num comprimento máximo de

B = ± 10 mm Num comprimento máximo de carril de 2,0 m., não deverá ultrapassar a tolerância seguinte:

 

b = ± 2 mm

Diferença de altura

Diferença de altura C = ± 0.2 % de S

C

= ± 0.2 %

de S

entre os

dois carrís

máx. =

± 10 mm

(desnível

 

transversal)

 

Desnível da cabeça do carril

Desnível da cabeça do carril Longitudinalmente : E < 0,3 % Transversalmente : E < 0,3

Longitudinalmente : E < 0,3 % Transversalmente : E < 0,3 %

Diferença

dos

Diferença dos
 

batentes

entre

eles

D

= ± 0,7 ‰ de S

sobre

o

plano

máx. = 20 mm

horizontal

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MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.7.- LIGAÇÃO ELÉCTRICA E LIGAÇÃO Á TERRA 2.7.1.- PAINEL DE ALIMENTAÇÃO DA PONTE

MANUAL DE INSTALAÇÃO

2.7.- LIGAÇÃO ELÉCTRICA E LIGAÇÃO Á TERRA

2.7.1.- PAINEL DE ALIMENTAÇÃO DA PONTE

GRUAS
GRUAS

Para a alimentação eléctrica da Ponte é aconselhável dispor dum painel de distribuição eléctrica que incorpore os seguintes elementos:

Interruptor Encadenável, adequado para a potência instalada na Ponte, que pare a alimentação eléctrica da mesma caso de necessidade.

Fusíveis, para a proteção de sobreintensidades que possam ocorrer. Sua escolha realizar-se-á de acordo com a potência instalada na Ponte.

2.7.2.- LIGAÇÃO ELÉCTRICA

A seção do cabo da ligação eléctrica depende da:

Tensão da alimentação.

Potência instalada na ponte.

Distância desde o ponto da tomada á tomada da linha.

Também tem que garantir uma proteção térmica e mecânica, ao tempo que contra agentes externos que possam danificar o cabo de alimentação.

A tomada eléctrica deverá de garantir em bornes dos motores da Ponte, um valor de voltagem dentro da margem dum ± 5% do valor nominal de tensão da Ponte estando em funcionamento.

2.7.3.- LIGAÇÃO Á TERRA

Todas as massas metálicas (motores, finais de curso, armário eléctrico, etc.) devem estar unidas electricamente entre elas e com o sistema de ligação á terra por meio dum condutor de seção apropriada, que poderá ser un ou ter isolamento amarelo-verde.

Como sistema de ligação á terra aceitam-se picas e electrodos de placa.

Caso de dúvida é recomendado seguir as instruções do Regulamento de Baixa Tensão ou bem o assessoramento dum técnico electricista acerca dos passos a seguir para uma correcta ligação á terra.

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MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.8.- MONTAGEM DA PONTE GRUAS No plano da Ponte vem indicados os pesos

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2.8.- MONTAGEM DA PONTE

GRUAS
GRUAS

No plano da Ponte vem indicados os pesos do carro e da Ponte. Ambos estão munidos com grampos para sua elevação. A Ponte, dependendo do seu tamanho, é entregue totalmente montada ou bem por elementos avulsos. É aconselhável montar a ponte no solo ao pé da obra, antes de proceder à elevação às suas vias. Para isso é preciso seguir a ordem que segue:

2.8.1.- MONTAGEM DA PONTE NO SOLO

Colocar as vigas principais sobre uns tocos de madera colocados no solo. Nas Pontes bivigas, é preciso colocar as vigas separadas entre elas pela largura da via do carro. Levando cuidado com a nivelação das vigas sobre as traves facilita-se a seguinte operação de montagem.

Alinhar as superfícies de contacto das vigas com as cabeceiras.

Apresentar as cabeceiras sobre os extremos das vigas, aparafusando levemente. Procurar a posição correcta das cabeceiras introduzindo as guias das mesmas. Logo terminar de aparafusar as duas partes até (Par de aperto s/tabela do ponto 2.10.1.).

Se for preciso, colocar e fixar as chumaceiras suporte de instalação e depois amarrar o perfil de rolamento para os carrinhos, tomada de corrente eléctrica do carro e botoneira deslocável.

No caso de levar o armário solto, colocá-lo no seu lugar.

Caso preciso, introduzir nos perfís para tomada de corrente eléctrica do carro, os carrinhos com as mangueiras relativas à dita tomada. O extremo fixo deverá ser levado através da acanaladura até o armário de manobra. Igualmente, os cabos para acometida aos motores de translação ponte, deverão ser levados por acima do perfil de rolamento da botoneira e amarrados ao mesmo por meio de grampos até chegar ao armário de manobra. As ligações para Pontes standard são realizadas por meio de conectores, sendo que em Pontes especiais as conexões destes cabos no armário serão feitas seguindo o conjunto de bornes entregue com os esquemas.

A colocação do carro na sua posição assim como a fixação do braço arrastador da tomada de corrente eléctrica, vai depender da forma e possibilidades de elevação da Ponte.

2.8.2.- ELEVAÇÃO DA PONTE

A elevação da ponte aos caminhos de rolamento vai depender das condições da nave principalmente, assim como da capacidade dos guindastes móveis precisos para a elevação.

Caso de existir a linha de alimentação eléctrica, antes da elevação da Ponte será preciso desligar o interruptor da linha.

A montagem mais simples consiste em ensamblar totalmente a Ponte no solo, elevá-la no sentido transversal à nave e girar quando esteja acima apoiando depois as rodas sobre os caminhos de rolamento. Esta elevação só será possível quando não haja obstáculo nenhum a impedir o giro da Ponte.

Uma outra possível forma de montagem consiste em elevar a Ponte já ensamblada, sem o carro, de forma inclinada, fazendo passar uma das cabeceiras por acima do caminho de rolamento até que o extremo oposto possa girar e ultrapassar a viga do carril oposto, apoiando logo as rodas da Ponte sobre os caminhos de rolamento. Depois subir o carro por um lateral da Ponte, para o qual será preciso dispor de espaço bastante na zona alta da nave.

Caso contrário, quando não exista espaço suficiente nas cérceas para o giro da Ponte na parte superior da mesma, será preciso proceder à montagem explicada com anterioridade, por partes:

  • a) Elevar as cabeceiras à viga de rolamento fixando elas na sua posição de forma provisória.

  • b) Depois subir as vigas amarradas da forma já explicada. (No ponto 1.3 de montagem da Ponte).

  • c) Logo subir o carro.

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MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.9.- ENSAIOS DE RECEPÇÃO GRUAS • Tem como objectivo definir os ensaios a

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2.9.- ENSAIOS DE RECEPÇÃO

GRUAS
GRUAS

Tem como objectivo definir os ensaios a realizar e as especificações que devem ser cumpridas, na recepção das Pontes rolantes.

2.9.1.- CONDIÇÕES DO ENSAIO

Tensão eléctrica de alimentação

A tolerância máxima admitida da tensão de alimentação eléctrica nominal do aparelho é de ± 5%

Caminho de rolamento

Os caminhos de rolamento devem de ajustar-se ás tolerâncias especificadas na norma UNE 58-128, do ponto 2.6.1.

2.9.2.- ENSAIOS

Tem que ser cumpridas as normas UNE 58-106; 58-118 é F.E.M. 1001 (Parte 8), com as seguintes especificações.

2.9.2.1.- ENSAIO ESTÁTICO

A carga de ensaio será de 1,25 P sendo P a carga nominal. Nas Pontes no exterior, este ensaio deverá ser realizado com um vento não superior a 8,3 m/s (30 km/h). Consiste em elevar a carga nominal 100 ÷ 200 mm por acima do solo e acrescentar em forma progressiva sem choque o restante mantendo a carga suspensa durante um tempo mínimo de 10 min.

Uma vez retirada a carga de ensaio comprovar-se-á que não existam deformações ou avarias na estrutura ou nos mecanismos, sendo admitida uma frecha residual de 1/ 2000 da luz.

2.9.2.2.- ENSAIO DINÂMICO

Este ensaio será realizado com uma carga de 1,10 P. Realizando todos os movimentos de forma sucessiva e devagar, sem verificar velocidades nem esquentamento de motores.

Observação 1ª Os valores destas cargas de ensaio constituem as condições mínimas. Se as leis ou regulamentos dum Estado exigem valores superiores, estes deverão de ser respeitados pelos aparelhos com destino a estes países. Observação 2ª Geralmente é costume ao mesmo tempo que estes ensaios, uma medida da deformação originada na estrutura dos aparelhos. Não existe obrigação nenhuma pelas presentes regras referente ao valor das deformações que não é possível ultrapassar. Se o cliente quer impor uma frecha limite deverá de indicar este dado na petição de oferta.

2.9.2.3.- ENSAIO DE MOVIMENTOS INTENSIVOS

Este ensaio será realizado com a carga nominal, utilizando de forma intensiva todos os movimentos da Ponte, elevando e descendo a carga e transladando o carro e a ponte em ambos sentidos, durante 1 h pelo menos. Verificar o funcionamento correto dos limitadores, freios, batentes e demais. Medir as velocidades de utilização dos diversos mecanismos uma vez superado o período de aceleração, sendo admitida uma tolerância de ± 10 % com respeito da nominal.

Comprovar o esquentamento dos motores e freios num meio ambiente de temperatura inferior aos 40º C. A elevação da temperatura por acima da do ambiente, não poderá superar os 75º C para os aparelhos com isolamento classe E. Comprovar os consumos dos motores, sendo admitida uma tolerância de ± 10 % sobre os valores indicados nas placas de características.

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MANUAL DE INSTALAÇÃO GRUAS 2.10.- PONTOS DE INSPEÇÃO PRÉVIOS Á ENTRADA EM SERVIÇO 2.10.1.- PARAFUSOS E

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GRUAS
GRUAS

2.10.- PONTOS DE INSPEÇÃO PRÉVIOS Á ENTRADA EM SERVIÇO

2.10.1.- PARAFUSOS E PORCAS

Tabela de Par de aperto de parafusos e porcas.

TORQUE DE APERTO RECOMENDADO no Nm acima UNE 17-108-81 de ISO 898/1

Coeficiente de fricção µ =0.12 Parafusos Lubrificados

 

Designação

Classe 8.8

Classe 10.9

Classe 12.9

E=640 N/mm²

E=940 N/mm²

E=1100 N/mm²

Linha M

 

Torque de Aperto Nm

6

9

---

---

8

24

---

---

 
  • 10 46

---

---

 
  • 12 78

---

---

 
  • 16 190

 
  • 270 325

 
  • 20 380

 
  • 540 635

 
  • 24 655

 
  • 920 1100

 
  • 27 950

1330

1600

 
  • 30 1300

1820

2190

 
  • 33 1750

---

---

OBSERVAÇÕES:

1- MUITO IMPORTANTE. VERIFICAR QUE A CHAVE DINAMOMÉTRICA UTILIZADA CORRESPONDE NA SUA UNIDADE DE PAR DE APERTO COM O INDICADO NA TABELA (Nm). CASO CONTRÁRIO DEVERÁ SER CALCULADA SUA EQUIVALÊNCIA ADEQUADAMENTE. 2- AO REALIZAR O APERTO DOS PARAFUSOS PROCEDER-SE-Á DA SEGUINTE FORMA:

 
  • - O APERTO DEVERÁ SER REALIZADO EM CRUZAMENTO

 
  • - DEVERÃO SER MARCADOS PARA FACILITAR A IDENTIFICAÇÃO DAQUELES QUE TENHAM SIDO APERTADOS.

  • - HAVERÁ QUE REALIZAR COMO MÍNIMO UMA SEGUNDA VOLTA PARA A VERIFICAÇÃO DO APERTO. 3- PARA AMBIENTES MARINHOS, HÚMIDOS E OUTROS QUE PRODUCEM UMA FORTE OXIDAÇÃO, ACONSELHA-SE POR NAS ROSCAS UM PRODUTO PROTECTOR TAL COMO LOCTITE 222 (FIXADOR DE PARAFUSOS). 4- AO FIXAR UM PAR DE APERTO CONSIDERA-SE QUE A BASE DAS PEÇAS PARA MONTAR ESTÃO EM CONDIÇÕES DE ADMITIR ESSE ESFORÇO. 5- OS VALORES INDICADOS SÃO COM ROSCAS LIMPAS E SECAS. 6- UMA VEZ SOLTAS AS PORCAS AUTOBLOCANTES, PARA VOLTAR A MONTAR DE NOVO, SUBSTITUI-LAS POR UMAS NOVAS EQUIVALENTES.

2.10.2.- CABO

Verifique se o cabo se encontra em bom estado, atendendo principalmente ao bom estado do seu entrançado. Do mesmo modo, deverá verificar os grampos de fixação dos cabos.

Nota: Para a substituição do cabo, consulte o ponto 4.3.7 do manual de manutenção.

2.10.3.- APARELHO

Certifique-se de que o aparelho não está danificado.

Verifique que tanto o gancho como as poleas giram com facilidade.

2.10.4.- POLEAS DE REENVIO

Certifique-se que as poleas de reenvio giram facilmente e que não estão danificadas.

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MANUAL DE INSTALAÇÃO 2.10.5.- BOTONEIRA GRUAS Certifique-se de que a botoneira não está danificada mecanicamente. Inspeccione

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2.10.5.- BOTONEIRA

GRUAS
GRUAS

Certifique-se de que a botoneira não está danificada mecanicamente. Inspeccione também a fixação do cabo eléctrico e o cabo de aço do suporte da botoneira. Verifique o bom funcionamento da paragem de emergência.

Finalmente, inspeccione o sentido de rotação dos motores.

2.10.6.- SENTIDO DE ROTAÇÃO DOS MOTORES

É importante, que ao ligar o diferencial á corrente pela primeira vez, o sentido de rotação do motor seja o correcto, relativamente ao pulsador da botoneira. Caso não seja, deve inverter as fases de alimentação.

2.10.7.- FINS DE CURSO DE ELEVAÇÃO

Certifique-se de que o selector de fim de curso detém o curso do gancho na sua posição extrema alta e baixa. Caso a marcha não seja interrompida no ponto ótimo desejado, deverá regular o fim de curso seguindo as instruções do manual de uso e manutenção.

2.10.8.- FIM DE CURSO DA TRANSLAÇÃO DO CARRO

Certifique-se manualmente que o fim de curso funciona correctamente. Posteriormente o batente do fim de curso será posicionado de forma a delimitar o percurso que se pretende efectuar.

2.10.9.- FREIOS

Certifique-se do bom funcionamento dos freios, sem carga e com carga.

2.10.10.- NÍVEL DE ÓLEO

Verifique o nível de óleo.

2.10.11.- GRAU DE ISOLAMENTO DOS MOTORES

O método mais simples de verificar o isolamento do motor, é medir a sua resistência. Uma resistência elevada demonstrará que o motor está seco e limpo, se a resistência for muito baixa é sinal de que o enrolamento está húmido.

Neste último caso, proceda á secagem do motor. Nos motores de baixa voltagem o grau de resistência deverá ser por norma, no mínimo, de 5 megaohmns, a frio, e de 1 megaohm, a quente.

2.10.12.- BATENTES

Verifique os batentes do carro e rolamento.

2.10.13.- FUNCIONAMENTO

Certifique-se de que nos diferentes movimentos dos mecanismos do diferencial, não existem ruídos nem vibrações estranhas.

2.10.14.- LIMITADOR DE CARGA

Deve verificar se o limitador de carga está afinado para cerca de 10% de sobrecarga superior á carga nominal. Caso não esteja, deve proceder á sua regulação, seguindo as instruções que se indicam no ponto 3.3.- do manual de uso.

2.10.15.- ANEMOMETRO e AMARRAÇÃO

(Em pontes rolantes de exterior) inspeccionar que não estejam danificados mecanicamente e electricamente. Comprovar periodicamente o bom funcionamento dos vários elementos que o compõem: Anemómetro, alarme visual e acústico, piloto de amarração, accionador hidráulico, fim de curso e desbloqueio da ponte rolante.

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MANUAL DE FUNCIONAMENTO GRUAS INSTRUÇÕES GERAIS PARA A UTILIZAÇÃO 3 - 1

MANUAL DE FUNCIONAMENTO

GRUAS
GRUAS

INSTRUÇÕES GERAIS PARA A UTILIZAÇÃO

3 - 1
3 - 1
MANUAL DE FUNCIONAMENTO 3.- FUNCIONAMENTO E REGULAGENS A utilização correcta e prevista da máquina implica: GRUAS

MANUAL DE FUNCIONAMENTO

3.- FUNCIONAMENTO E REGULAGENS

A utilização correcta e prevista da máquina implica:

GRUAS
GRUAS

Ser operada e mantida por pessoal capacitado e instruido, para o que, previamente a fazer-se cargo da máquina, deverá de:

Possuir os conhecimentos mínimos a fim de desenvolver satisfatoriamente o seu trabalho.

Estar adequadamente formado e instruido na utilização e o funcionamento:

Da máquina

Das partes mais importantes da mesma

Das medidas de segurança de que vai mundia a máquina.

Das ações que deve realizar e daquelas que estejam expressamente proibidas, assim como das roupas de proteção pessoal que deve de utilizar.

Não ultrapassarsobrepasar a capacidade da máquina, nem os parâmetros nos quais opera.

Revisar e manter a máquina conforme com o que vem indicado no manual ..

Trabalhar com os sistemas de segurança de que vai munida a máquina, revisá-los e manté-los em ótimas condições.

Observar as medidas de segurança indicadas nos cartazes aderidos á máquina.

3.1.- PRINCIPIO DE FUNCIONAMIENTO DEL POLIPASTO

Al

meter

corriente al motor del polipasto,

a

través de

los

contactores de mando, queda activado el freno electromagnético, quedando liberado el disco de freno (1) y permitiendo el giro al rotor del motor (2). Dicho eje motor actúa sobre el reductor (3) transmitiéndose el movimiento a través de este al tambor, en el cual va enrollado el cable (4).

Cuando el polipasto entra en funcionamiento, la guía del cable se mueve en dirección axial a lo largo del tambor (5) siguiendo los movimientos del cable y asegurando que éste no salga de las ranuras del tambor.

MANUAL DE FUNCIONAMENTO 3.- FUNCIONAMENTO E REGULAGENS A utilização correcta e prevista da máquina implica: GRUAS

figura 3.1

Todos estos elementos forman una unidad compacta con un bastidor construido basándose en chapas y perfiles laminados. Este bastidor será chorreado hasta el grado SA 2 ½. La pintura de acabado será de color azul RAL 5017, con un espesor mínimo de 100 micras.

3.2-LIGAÇÃO E PROTECÇÃO DOS MOTORES

Para os motores tanto de uma velocidade quanto de duas velocidades o bobinado está conectado s/ esquema elétrico adjunto.

A tensão eléctrica de serviço será a nominal do aparelho, admitindo-se uma tolerância de + 5%. O freio actuará com uma tensão de 10% inclusivamente, abaixo da tensão nominal. Assim é importante dimensionar convenientemente os cabos para reduzir ao mínimo a queda de tensão.

Antes de ligar o motor do diferencial e o da translação do carro é necessário verificar se a voltagem marcada na placa de características do motor ou do autotransformador coincide com a voltagem da rede de alimentação. A rede de alimentação deverá estar protegida com fusíveis. Os fusíveis apenas protegem em caso de curto-circuito.

Não é aconselhável que a protecção dos motores se efectue através de relés térmicos, já que estes estão concebidos para realizar cerca de 40 manobras por hora. Se se pretende que o diferencial, ao ter que efectuar um número maior de manobras por hora, não desligue o relé, será necessário regular aquele para uma maior intensidade, caso contrário não se protegeria o motor.

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MANUAL DE FUNCIONAMENTO GRUAS A melhor forma de garantir a protecção dos motores será através de

MANUAL DE FUNCIONAMENTO

GRUAS
GRUAS

A melhor forma de garantir a protecção dos motores será através de termistores, colocados no bobinado do estator durante a sua bobinagem, é assim evitar-se-á que o motor se queime por sobre-aquecimento. Este tipo de protecção instala-se opcionalmente, a pedido do cliente.

3.3.- LIMITADOR DE CARGA

3.3.1.- LIMITADOR DE CARGA COM CÉLULA

Funcionamento:

A sobrecarga do cabo (1) é transmitida ao limitador de sobrecarga, através do terminal de cabo (25), do suporte final do cabo (21) e do pino de fixação do suporte (22A). O pino de fixação do suporte (22A) está apoiado pelo sua extremidade (A) no suporte (5) e na outra extremidade (B) está apoiado no orificio inferior da célula (45). a qual actua por tração.

No suporte (5) está fixado o suporte limitador (46) e a este o pino (43) do qual está suspensa a célula (45) que vai montada sobre o eixo (22A).

Quando actua a sobrecarga sobre o eixo (22A) este desce pelo lado (B) desligando o sistema de elevação através da célula e por meio de um equipamento electrônico.

O eixo (22A) tem a forma dum barril e, graças a esta forma geométrica, o esforço, carga ou sobrecarga transmitida será, o recebido através do centro do suporte final do cabo (21).

Para o ajuste e o funcionamento da célula electrônica (Ver o manual de instruções do fabricante que se anexa).

3.3.2.1- LIMITADOR ELECTRONICO ALE-100

MANUAL DE FUNCIONAMENTO GRUAS A melhor forma de garantir a protecção dos motores será através de

figura 3.2

O limitador Modelo ALE.100,está concebido para controlar a sobre carga e cabo laço de equipamentos de elevação tais como gruas,pontes rolntes,montacargas,elevadores etc…

3.3.2.2– LIMITADOR ELECTRONICO ALE-100/T

O limitador electronco ALE-100/T com função de temporizador (para manobras de elevação e descida) e caixa “negra” esta concebido para controlar a sobrecarga e cabo laço,assim como o aquecimento elevado do motor e registar o espectro de cargas de aparelhos de elevação (Diferenciais) segundo a NORMA UNE 58919.

Pode ser ligado a qualquer captador de peso instalado no ramal fixo, polea de reenvio,carro,cabo,etc…

Para alêm do controle do Periodo de Funcionamento Seguro(PFS), estabelecido na NORMA,dispõe de vários registos p+ara controle de:

Nº de manobras de elevação.

Nº de manobras de elevação e impulsos.

Tempo de manobra de elevação

Nº de sobrecargas

Activaçao de alarme para próxima revisão por horas e / ou data.

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MANUAL DE FUNCIONAMENTO GRUAS A melhor forma de garantir a protecção dos motores será através de
MANUAL DE FUNCIONAMENTO 3.4.- INSTRUÇÕES DE USO Y CONDUÇÃO GRUAS As seguintes instruções não têm o

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3.4.- INSTRUÇÕES DE USO Y CONDUÇÃO

GRUAS
GRUAS

As seguintes instruções não têm o objectivo de substituir às que os operadores recebem das suas próprias empresas, só são facilitadas como orientação.

Não obstante, recomendamos sua inclusão no manual de operadores de Pontes editado para o utente.

3.4.1.- DURANTE O SERVIÇO

Antes de qualquer movimento a Ponte deverá de emitir, caso necesario, sinais acústicos de alarma.

No caso de ter que deslocar a carga por cima das pessoas, o operador deverá parar imediatamente a Ponte e só poderá retornar a operar quando a pista estiver desimpedida.

Para realizar os movimentos de translação da Ponte, do carro e de elevação, realizar as verificações indicadas em pontos anteriores.

Sempre que exista uma carga suspensa, o operador deverá manter os comandos de controle ao alcanço da mão.

No caso de perturbações durante o movimento duma carga, o operador deverá accionar imediatamente o pulsador de

emergência. O operador deverá evitar que durante o serviço sigam accionados os finais de curso de translação e elevação.

Toda vez que actua o fim de curso, é impedido o movimento que vem sendo realizado. A fim de retornar a Ponte às condições de operação, é necessário comandar o movimento no sentido oposto ao que vem sendo realizado até liberar o fim de curso.

As manobras deverão ser suaves e progressivas, sendo proibida qualquer manobra brusca de marcha, paragem e elevação de cargas.

Caso de falta de tensão de serviço o operador deverá de deixar todos os comandos na posição neutra. Para conhecer quando é restabelecida a tensão de serviço, é suficiente com deixar ligado o sistema de iluminação.

(Em pontes rolantes de exterior) Em caso de colocar em marcha os alarmes visual e acústico pela acção do anemómetro por efeito do vento, passar imediatamente ao ponto de bloqueio mais perto e proceder a esse bloqueio desligando a ponte rolante.

Qualquer conserto efectuado deverá de ser anotado no livro.

3.4.2.- AO FINAL DO SERVIÇO

O operador deverá enrolar quase por inteiro os cabos nos seus respectivos tambores, sem que os ganchos atingam posições que venham a accionar os fins de curso.

Todos os comandos devem de ser fixados na posição neutra.

A Ponte deverá ser parada no seu extremo de máquinas respectivo.

Desligar o interruptor principal da Ponte.

A cabina do operario (Opcional), deverá ser fechada , guardando as chaves no local estabelecido.

(Em Ponte ao exterior). Depois de desligar o mesmo, amarrar mediante trincagem com encravamento.

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MANUAL DE FUNCIONAMENTO 3.4.3.- POSICIONAMENTO E OPERAÇÕES DE COMANDOS GRUAS • Esquema de posicionamento e operações

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3.4.3.- POSICIONAMENTO E OPERAÇÕES DE COMANDOS

GRUAS
GRUAS

Esquema de posicionamento e operações de todos os comandos na cabina do operador, ver plano (parte eléctrica).

3.5.- VERIFICAÇÕES GERAIS ANTES DA ENTRADA EM SERVIÇO DIÁRIA.

Antes de iniciar os trabalhos é preciso verificar a observação das condições seguintes:

A Ponte e o caminho de rolamento deverão ficar livres de pessoas alheias ao serviço.

Não deverá de existir nenhum elemento solto sobre a Ponte (ferramentas, tambores de combustible, etc.).

Todos os dispositivos de comando e manobra deverão ficar na posição neutra.

Verificar o funcionamento dos dispositivos de sinalização e alarma.

Os freios e os fins de curso deverão funcionar de forma correcta.

O enrolamento do cabo deverá ser correcto.

Para verificar o cumprimento deste ponto, deverá ser realizada uma manobra de carga, verificando a presença de algum ruído não comum dos mecanismos.

No início de cada turno deverá ser anotada qualquer anomalia observada, assim como levada ao conhecimento dum superior.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO GRUAS MANUTENÇÃO MECÁNICA 4 - 1

MANUAL DE MANUTENÇÃO

GRUAS
GRUAS

MANUTENÇÃO MECÁNICA

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.- MANUTENÇÃO MECÁNICA GRUAS O objectivo deste manual é recomendar os procedimentos primoridais

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4.- MANUTENÇÃO MECÁNICA

GRUAS
GRUAS

O objectivo deste manual é recomendar os procedimentos primoridais para a manutenção das Pontes.

Para que a Ponte possa se manter fiável, é de grande importância seguir um plano regular de manutenção preventiva.

Deverão ser testados todos os mecanismos sem carga a fim de verificar o nível excessivo de ruído, vibrações, uniformidades de acelerações e funcionamentos, segurança nas juntas e parafusos de amarração, ancoragem, etc.

Neste manual vem indicadas as inspecções de cada parte. As peças cujas instruções de manutenção indicam que devem ser inspecionadas tanto diaria como semanalmente, breve exame todos os dias e inspecção a fundo cada semana. Isto também é assim para outros casos similares onde indicam-se duas periodicidades de inspecção.

As inspecções diárias têm como objectivo principal detectar os defeitos evidentes nas peças mais importantes, assim como a limpeza e engraxamento quando seja necessário.

4.1.- PREVENÇÕES GERAIS DURANTE AS REPARAÇÕES

No caso de reparações eventuais, ter em conta as seguintes precauções:

Assegurar-se de desligar totalmente a Ponte e ainda se fosse preciso os dois cabos principais de alimentação de corrente.

Isolar o espaço compreendido pela zona de trabalho rotulando para isso com claridade a frase ZONA DE PERIGO PONTE EM REPARAÇÃO.

Os trabalhos deverão ser realizados sempre depois de ter informado à pessoa responsável.

Caso de transitar na mesma pista dois ou mais Pontes, deverão ser adotadas precauções com respeito à Ponte em reparação para que não seja atingida pelos demais.

Quando for possível, posicionar a Ponte no extremo da pista para facilitar o acesso dos operários de manutenção.

A reparação será feita sempre que seja possível, fora do horário de trabalho.

Ao termo da reparação e depois de ser verificada pela pessoa responsável da fábrica, realizar-se-á a entrega da Ponte reparada, informando acerca das tarefas realizadas.

As manobras de testes correspondentes só poderão ser realizadas pelos operadores da Ponte.

4.2.- MANUTENÇÃO DOS CAMINHOS DE ROLAMENTO

A inspecção e manutenção do caminhos de rolamento é muito importante para a conservação em perfeitas condições das rodas de translação, dos mecanismos e estructura.

Para além das inspecções que recomendamos como regulares, é preciso verificar os carrís imediatamente depois de qualquer indício de trepidação, ou quando exista um desgaste excessivo dos aros ou pestanas das rodas.

Quando os caminhos sejam montados em terrenos transitórios, as inspecções deverão ser feitas com uma maior freqüência.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.- CABOS 4.3.1.- LUBRIFICAÇÃO DOS CABOS EM SERVIÇO GRUAS Resulta conhecido por todos

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4.3.- CABOS

4.3.1.- LUBRIFICAÇÃO DOS CABOS EM SERVIÇO

GRUAS
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Resulta conhecido por todos que um cabo lubrificado, geralmente, possue um desempenho e uma vida útil superior à dum cabo sem lubrificar.

É conveniente repor a graxa a cada 3 meses conforme com as condições climáticas do lugar. O lubrificante mais indicado é graxa Cálcica Grafitada da VERKOL, ou similar que cumpra as seguintes funções:

  • A. Diminuir a fricção entre os arames e cordões facilitando um deslizamento relativo.

  • B. Evitar a corrosão do cabo.

  • C. Preservar a alma téxtil.

Os cabos são entregues sempre lubrificados, mais com o tempo de uso, a graxa vai desaparecendo. Então existe a necessidade de lubrificar.

Para esta operação é necessário limpar primeiramente com uma escova de aço os restos da graxa anterior e o pó aderido. Recomenda-se a lubrificação utilizando um pano impregnado de óleo, de preferência quente. O lubrificante a ser aplicado deverá de reunir as seguintes condições:

  • A. Ser o suficientemente fluente para penetrar no interior do cabo.

  • B. Ser aderente para que não escorra.

  • C. Estar livre de resíduos ácidos.

No caso de productos de elevada viscosidade pode ser aplicado em quente, fazendo uma consulta prévia ao fabricante

do lubrificante.

É recomendável manter em cada instalação as anotações indicando:

  • A. Data da instalação.

  • B. Características do cabo.

  • C. Intervalo para lubrificação e lubrificante indicado.

  • D. Anotações complementares.

4.3.2.- MANUTENÇÃO, INSPECÇÃO E CRITÉRIO DE SUBSTITUIÇÃO DOS CABOS

Nesta secção, reportamo-nos à Norma UNE58-111-91 equivalente à ISO 4309-1990, que anexamos seguidamente:

4.3.3.- ESTADO DO CABO ANTES DA SUA INSTALAÇÃO

O utilizador deverá assegurar a sua instalação. Para substituir um cabo, deve utilizar outro do mesmo tipo do que vai ser substituído. Se utilizar outro tipo de cabo, deve certificar-se de que este possui, pelo menos, propriedades equivalentes às do cabo substituído.

Quando o comprimento necessário dum cabo é obtido a partir de outro mais comprido, é necessário efectuar uma ligadura em ambos os lados do corte ou usar de outro procedimento conveniente para evitar que o cabo se desentrance a partir da ponta.

Antes da colocação do novo cabo, é necessário verificar se as gargantas dos tambores e das poleas correspondem ao diâmetro do cabo. Consulte capítulo 1.2.6 do manual de Descrições Gerais.

É preciso armazenar os cabos num local frio e seco sob temperatura constante. É importante não deixar no solo. Nunca colocar os cabos em lugares expostos a gases ácidos, vapores e outros agentes corrosivos.

Para retirar o cabo do carretel, é conveniente colocar uma barra através deste e levantá-lo em cavaletes para poder girar livremente.

Quando o cabo estiver em rolos, haverá que rolar sobre o solo para poder enrolar ou desenrolar de forma natural.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.4.- COLOCAÇÃO GRUAS Quando se remove um cabo duma bobine ou dum cilindro,

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4.3.4.- COLOCAÇÃO

GRUAS
GRUAS

Quando se remove um cabo duma bobine ou dum cilindro, é necessário tomar todas as precauções para não distorcer ou aumentar a sua torsão, pois podem formar-se anéis, nós ou cotovelos no cabo.

Se o cabo, quando não é submetido a tensão, roçar contra alguma peça do aparelho, os pontos de fricção deverão ser devidamente protegidos.

Antes da entrada em serviço dum cabo que acaba de ser instalado, o utilizador deverá certificar-se de que todos os elementos associados ao cabo estão montados e funcionam correctamente.

Dever-se-á efectuar várias manobras com uma carga da ordem dos 10% da carga nominal para estabilizar o cabo.

4.3.5.- MANUTENÇÃO

A manutenção do cabo deverá efectuar-se em função do aparelho, do seu uso, enrolamento e tipo de cabo. Salvo indicação em contrário do fabricante do aparelho ou do cabo, este deverá ser limpo, se possível, e impregnado de massa ou óleo, particularmente nas zonas de flexão à passagem sobre as poleas.

O lubrificante de manutenção deverá ser compatível com as massas de origem empregues no fabrico do cabo.

Um menor tempo de vida do cabo pode ser resultado de falta de manutenção, particularmente quando o aparelho de elevação trabalha num meio corrosivo e, em alguns casos, quando, por razões ligadas à sua utilização, não se pode aplicar nenhum lubrificante.

4.3.6.- INSPECÇÕES E FREQUÊNCIA

O desgaste dos cabos esta em função do tipo de trabalho que realizam, isto provoca uma diminuição do coeficiente de segurança no trabalho.

A fim de evitar roturas é nessário inspeccionar periodicamente os cabos. Essa inspecção serve para conhecer os factores que mais influem no seu desgaste e assim poder corrigir e diminuir uma ação destas.

4.3.6.1.- INSPECÇÕES DIÁRIAS

Na medida do possível, todas as partes visíveis dos cabos deverão ser examinadas diariamente, a fim de identificar sinais de deterioração e deformações. Deverá dar-se especial atenção aos pontos de amarração dos cabos ao aparelho. Todas as alterações sensíveis acerca do estado do cabo deverão ser assinaladas e seguidas duma inspecção por pessoa competente.

4.3.6.2.- EXAMES PERIÓDICOS, conforme o apartado 4.3.6.4 ..

Para determinar a freqüência destes exames periódicos, é necessário ter em conta:

As condições legais requeridas pelo aparelho de elevação.

O tipo de aparelho e as respectivas condições de utilização.

O grupo de classificação do aparelho.

Os resultados das inspecções anteriores ..

O tempo durante o qual o cabo foi utilizado.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.6.3.- INSPECÇÕES ESPECIAIS, conforme o ponto 4.3.6.4 .. GRUAS Em todos os casos

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4.3.6.3.- INSPECÇÕES ESPECIAIS, conforme o ponto 4.3.6.4 ..

GRUAS
GRUAS

Em todos os casos em que um incidente possa ter provocado desgastes nos cabos e/ou nos pontos de amarração, ou em qualquer circunstância, como quando um cabo foi posto em funcionamento depois da sua desmontagem, o cabo deverá ser novamente inspeccionado.

Em todos os casos em que um aparelho de elevação tenha sido colocado fora de serviço durante um determinado período, os cabos deverão ser inspeccionados antes de começar um novo trabalho.

4.3.6.4.- PONTOS QUE DEVERÃO SER INSPECCIONADOS

Quando for necessário inspeccionar o cabo a todo o comprimento, é necessário examinar em particular:

Os pontos de amarração às extremidades dos cabos activos e dos cabos dormentes.

As partes do cabo que passam pelas poleas da talha e de retorno, e para os aparelhos que efectuam um trabalho repetitivo, os pontos de passagem nas poleas no lugar correspondente às tomadas de carga, consulte anexo A.

As partes do cabo que passam pelas poleas de compensação.

As partes do cabo que possam estar sujeitas a abrasão por factores externos.

O exame interno de corrosão e fadiga.

Os resultados da inspecção devem ser registrados na ficha de inspecção do cabo, consulte anexo B para um exemplo tipo.

4.3.6.5.- TERMINAIS COM EXCLUSÃO DAS ESLINGAS

O cabo deverá ser examinado na zona onde as fixações das extremidades se encontram, zona crítica no que diz respeito a ruptura de arames e a corrosão.

As uniões das extremidades amovíveis, aperta-cabos, grampos em cabos para tambor, etc, devem ser objecto de um exame para verificação da ruptura dos arames, dos deslizes das uniões e do afrouxamento dos parafusos de fixação.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.6.6.- CRITÉRIOS DE SUBSTITUIÇÃO GRUAS A segurança de operação dos cabos em serviço

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4.3.6.6.- CRITÉRIOS DE SUBSTITUIÇÃO

GRUAS
GRUAS

A segurança de operação dos cabos em serviço pode basear-se nos seguintes critérios. Consulte os pontos 4.3.6.7 a

4.3.6.26.

natureza e número de rupturas em arames.

rupturas em arames na zona do terminal.

ninhos de rupturas de fios;

escalonamento no tempo do número de rupturas em arames;

ruptura de um cordão;

diminuição do diâmetro do cabo devido a ruptura da alma;

diminuição da elasticidade;

desgaste externo e interno;

corrosão externa e interna;

deformação;

deterioração produzida pelo calor ou por um fenómeno eléctrico;

taxa de aumento do alargamento permanente.

Todos estes critérios devem ser examinados separadamente. No entanto, a justaposição de certas alterações, em determinadas zonas, pode dar lugar a um efeito acumulativo que deverá ser tido em conta pela pessoa competente, ao decidir entre a substituição ou a colocação em funcionamento do cabo.

Em qualquer caso, é necessário investigar se os defeitos não são causados por uma falha do aparelho e, se assim for, deve proceder-se-à sua reparação antes da instalação do novo cabo.

4.3.6.7.- NATUREZA E Nº DAS RUPTURAS DOS ARAMES

A concepção geral dum aparelho de elevação é de tal ordem que não permite um tempo de vida indefinido dos cabos.

Nos cabos com 6 ou 8 cordões, os arames partidos estão, na maioria dos casos, na capa exterior. O mesmo não se passa com os cabos com várias capas de cordões, nos quais as rupturas se produzem no interior e são, por conseguinte, “não visíveis”.

As tabelas 1 e 2 contemplam estes critérios e são válidas para qualquer concepção de cabo, considerando conjuntamente os critérios indicados nos pontos 4.3.6.8 a 4.3.6.26.

Quanto ao estabelecimento dos critérios de substituição de cabos anti-giratórios, deverá ter-se em conta a composição, o comprimento em serviço e a forma como o cabo foi utilizado. O número de arames partidos visíveis que exigem remoção imediata é dado a título indicativo na tabela 2.

Requer uma atenção particular qualquer superfície seca ou que apresente uma lubrificação alterada.

4.3.6.8.- RUPTURAS DE ARAMES NA ZONA DO TERMINAL

Um número de rupturas, ainda que pequeno, na zona do terminal ou na sua vizinhança, indica que as tensões exercidas são muito elevadas e podem ser devidas a uma montagem incorrecta do terminal. É necessário descobrir a causa exacta da deterioração e, se possível, refazer o terminal, de forma muito cuidadosa; ao cortar o cabo deverá ficar um comprimento suficiente para uma utilização posterior.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO Tabela 1 GRUAS Número de arames partidos nos cabos de cordões redondos que

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Tabela 1

GRUAS
GRUAS

Número de arames partidos nos cabos de cordões redondos que trabalham sobre poleas de aço.

Número de

Composições de

Número de arames partidos visíveis, correspondentes à fadiga do cabo de

arames portadores

correntes dadas a

elevação que requer remoção imediata

dos cordões

título de exemplo 2)

exteriores 1)

Grupos de classificação dos

Grupos de classificação dos

mecanismos M1,M2,M3 e M4

mecanismos M5,M6,M7 e M8

Normal

De enchimento

Normal

 

De enchimento

Num comprimento 3) de

 

Num comprimento 3) de

 

6d

30d

6d

30d

6d

30d

6d

 

30d

51<n<75

8x26+8x17+4x7

3

6

2

3

6

12

3

 

6

1) Os arames de enchimento não devem considerar-se como arames portadores, pelo que serão excluídos do exame. Nos cabos com várias capas de cordões, não se considera mais do que a capa exterior visível. Nos cabos com alma de aço, esta é considerada como um cordão interior. 2)As médias calculadas de rupturas visíveis deverão arredondar-se para um número inteiro. Nos cabos com arames de diâmetro superior ao normal nos cordões exteriores, existe uma mudança de posição nesta tabela onde estão indicados com um asterisco (*). 3) d = diâmetro do cabo.

   

Tabela 2

   
 

Número, dado a título indicativo, dos arames partidos visíveis nos cabos anti-giratórios que trabalham sobre poleas de aço

 

Grupos de classificação dos mecanismos M1,M2,M3 e M4

   

Grupos de classificação dos mecanismos M5,M6,M7 e M8

 
 

Num comprimento 1) de

   

Num comprimento 1) de

 
 

6d

 

30d

 

6d

 

30d

 

2

 

4

 

4

 

8

1) d = diâmetro do cabo.

NOTA: Quando um cabo trabalha unicamente ou em parte sobre sintéticos ou metálicos com garantias sintéticas, a ruptura dos arames pode produzir-se em grande número no interior do cabo, sem que haja ruptura visível nem desgaste substancial no seu exterior.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.6.9.- NINHOS DE RUPTURAS EM ARAMES GRUAS Quando as rupturas dos arames se

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4.3.6.9.- NINHOS DE RUPTURAS EM ARAMES

GRUAS
GRUAS

Quando as rupturas dos arames se encontram muito próximas, constituem aquilo a que se chama ninhos de rupturas, sendo necessário remover o cabo. Se o ninho estiver limitado a um comprimento de cabo inferior a 6d ou estiver concentrado num dos cordões, pode implicar a necessidade de remoção do cabo, mesmo que o número de arames partidos seja inferior ao indicado na tabela 2.

4.3.6.10.- ESCALONAMENTO NO TEMPO DO NÚMERO DE RUPTURAS EM ARAMES

Quando a causa principal da deterioração for a fadiga, as rupturas dos arames não começam senão ao fim dum certo tempo de funcionamento, mas o número de rupturas sucede-se cada vez com maior rapidez. Neste caso, é necessário exercer uma estrita vigilância e pode ser aconselhável acompanhar o aumento do número de rupturas ao longo do tempo. Poder-se-á deduzir a “lei de aumento” das rupturas dos arames e, em certa medida, a data estimada para a remoção do cabo.

4.3.6.11.- RUPTURA DUM CORDÃO

Se se verificar a ruptura dum cordão, é necessário remover o cabo.

4.3.6.12.- REDUÇÃO DO DIÂMETRO DO CABO DEVIDO À DETERIORAÇÃO DA ALMA

A redução do diâmetro do cabo resultante da deterioração da alma pode dever-se:

  • a. Ao desgaste interno e aos cortes

  • b. Ao desgaste interno devido à fricção entre os cordões individuais e os arames no cabo, em particular quando submetidos a flexão

  • c. À deterioração da alma têxtil

  • d. À ruptura da alma de aço

  • e. À ruptura das capas internas nas composições multi-cordões.

Se, em razão de uma destas causas, o diâmetro do cabo, média de duas medidas ortogonais, tiver diminuído em 3% para os cabos anti-giratórios, e em 10% para os restantes cabos, relativamente ao diâmetro nominal, o cabo deverá ser removido, ainda que não exista ruptura visível dos arames.

NOTA: Os cabos novos podem ter um diâmetro real superior ao diâmetro nominal, sendo então admissível um desgaste superior nas mesmas condições.

Uma pequena deterioração pode não se tornar aparente num exame normal, particularmente se as tensões estiverem bem repartidas entre os cordões. No entanto, pode verificar-se uma perda importante da resistência do cabo, que deverá ser determinada por procedimentos de exame externo. Se se confirmar tal deterioração, o cabo deverá ser removido.

4.3.6.13.- DESGASTE EXTERNO

O desgaste dos arames de enchimento dos cordões exteriores do cabo deriva do atrito sob pressão do cabo nas gargantas das poleas e dos tambores. O fenómeno é particularmente evidente nos cabos em movimento, nos pontos de contacto com as poleas nas fases de aceleração e desaceleração, e apresenta-se sob a forma duma diferença de espessura nos arames exteriores.

O desgaste é reforçado pela falta de lubrificação ou por uma lubrificação insuficiente, bem como pela presença de poeira.

O desgaste diminui a resistência dos cabos por redução da secção transversal do aço.

Quando o diâmetro exterior do cabo, em resultado do desgaste, tiver diminuído 7% ou mais relativamente ao valor nominal, deverá ser removido, ainda que não exista ruptura visível dos arames.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO 4.3.6.14.- DIMINUIÇÃO DA ELASTICIDADE GRUAS Em determinadas circunstâncias, associadas ao local de trabalho,

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4.3.6.14.- DIMINUIÇÃO DA ELASTICIDADE

GRUAS
GRUAS

Em determinadas circunstâncias, associadas ao local de trabalho, um cabo pode sofrer uma diminuição considerável de elasticidade, que será perigosa para uma utilização futura.

A diminuição da elasticidade é difícil de notar; se o inspector estiver em dúvida, deverá chamar um especialista. Este defeito apresenta geralmente os sintomas seguintes:

  • a. Redução do diâmetro do cabo

  • b. Alargamento do cabo

  • c. Falta de espaço entre os arames individuais e entre os cordões, produzida pela compressão dos diferentes elementos uns contra os outros

  • c. Aparecimento de um pó pardacento entre os cordões

  • d. Quando a ruptura dos arames não é visível, o cabo pode ser sensivelmente mais difícil de manejar e terá certamente uma redução do diâmetro superior à produzida pelo desgaste dos arames individuais. Este estado num cabo pode provocar uma ruptura brusca sob carga dinâmica e é suficiente para justificar a sua remoção imediata.

4.3.6.15.- CORROSÃO EXTERNA E INTERNA

A corrosão apresenta-se essencialmente em ambientes marítimos e ambientes industriais poluídos, e pode não apenas diminuir a resistência à ruptura estática por redução da secção metálica do cabo, mas também acelerar a fadiga, ao provocar irregularidades de superfície que dão origem ao aparecimento de fendas sob tensão. Uma corrosão elevada pode produzir uma diminuição da elasticidade do cabo.

  • A. CORROSÃO EXTERNA

A corrosão dos arames exteriores pode ser verificada visualmente.

  • B. CORROSÃO INTERNA

A corrosão interna é mais difícil de detectar do que a corrosão externa, a qual acompanha frequentemente, mas podem observar-se os seguintes efeitos:

  • 1. Variação do diâmetro do cabo: na posição do enrolamento do cabo nas poleas, trata-se geralmente duma redução de diâmetro; contudo, nos cabos imóveis, não é raro que se produza um aumento de diâmetro, devido ao depósito de ferrugem sob as capas dos arames exteriores.

  • 2. Falta de espaço entre os cordões nos encaixes exteriores do cabo, frequentemente acompanhada de ruptura dos arames.

Se houver suspeita de corrosão interna, o cabo poderá ser submetido a um exame interno, que deverá ser efectuado por pessoa competente.

A confirmação da existência de corrosão interna justifica a remoção imediata do cabo.

4.3.6.16.- DEFORMAÇÃO

Chama-se deformação do cabo às alterações aparentes da estrutura. As diferentes deformações traduzem-se, em regra, num afrouxamento da estrutura do cabo, pelo menos na proximidade das partes deformadas, e portanto, numa distribuição desigual das tensões.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO GRUAS Distinguem-se, consoante o seu aspecto, as seguintes deformações principais. Consulte os pontos

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GRUAS
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Distinguem-se, consoante o seu aspecto, as seguintes deformações principais. Consulte os pontos 4.3.6.17 a 4.3.6.25.:

  • a. Deformação em saca-rolhas

  • b. Deformações em cesta

  • c. Extrusão de cordões

  • d. Extrusão de arames

  • e. Aumento localizado do diâmetro do cabo

  • f. Diminuição localizada do diâmetro do cabo

  • g. Esmagamento

  • h. Cabeças

  • i. Cotovelos

4.3.6.17.- DEFORMAÇÃO EM SACA-ROLHAS Consulte anexo E, exemplo 8

O eixo do cabo toma a forma duma hélice. Ainda que este facto não se traduza, logo que surge, num enfraquecimento do cabo, esta deformação pode originar movimentos irregulares no accionamento por cabo. Consequentemente, num trabalho prolongado, pode produzir o desgaste e a ruptura de arames.

No caso duma deformação em saca-rolhas (ver figura 1), deve remover-se o cabo, se

d1 >4d /3
d1 >4d /3

Em que d é o diâmetro nominal do cabo e d 1 o diâmetro correspondente à envolvente do cabo deformado sem tensão, não devendo o comprimento do cabo em questão exceder 25 d.

MANUAL DE MANUTENÇÃO GRUAS Distinguem-se, consoante o seu aspecto, as seguintes deformações principais. Consulte os pontos

Figura 4.1

4.3.6.18.- DEFORMAÇÃO EM CESTA Consulte anexo E, exemplo 9

Esta deformação produz-se nos cabos com alma de aço, quando a capa exterior dos arames está deslocada ou quando os cordões exteriores são mais largos do que os cordões interiores. Esta condição pode originar uma carga brusca num cabo frouxo.

Quando se verifica uma deformação em cesta, o cabo deve ser imediatamente removido.

4.3.6.19.- EXTRUSÃO DE CORDÕES Consulte anexo E, exemplo 10

Esta característica está frequentemente associada à deformação em cesta, quando o desequilíbrio do cabo produz a extrusão da alma.

A extrusão de um cordão justifica a remoção imediata do cabo.

4.3.6.20.- EXTRUSÃO DE ARAMES Consulte anexo E, exemplos 11 e 12

Neste caso, alguns arames ou grupos de fios desprendem-se do lado do cabo oposto à garganta da polia, por formação de anéis, geralmente em resultado de colisão.

Se a deformação for grave, justifica-se a remoção do cabo.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO GRUAS 4.3.6.21.- AUMENTO LOCALIZADO DO DIÂMETRO DO CABO Consulte anexo E, exemplos 13

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GRUAS
GRUAS

4.3.6.21.- AUMENTO LOCALIZADO DO DIÂMETRO DO CABO Consulte anexo E, exemplos 13 e 14

Pode verificar-se um aumento localizado do diâmetro do cabo, afectando um comprimento relativamente importante deste. Esta situação conduz geralmente a uma distorção da alma; em determinados ambientes, pode ocorrer formação de bolor na alma do cabo, produzindo um desequilíbrio nos cordões exteriores que se orientam de forma inconveniente.

Um aumento significativo justifica a remoção.

4.3.6.22.- DIMINUIÇÃO LOCALIZADA DO DIÂMETRO DO CABO Consulte anexo E, exemplo 17

A redução localizada do diâmetro do cabo está geralmente associada à ruptura da alma. Os pontos próximos das extremidades devem ser cuidadosamente examinados.

Uma diminuição significativa pode justificar a remoção do cabo.

4.3.6.23.- ESMAGAMENTOS Consulte anexo E, exemplos 18 e 19

Os esmagamentos resultam dum dano mecânico e, sendo graves, justificam a remoção do cabo.

4.3.6.24.- CABEÇAS Consulte anexo E, exemplos 15 e 16

As cabeças são deformações do cabo que surgem quando se puxa por um cabo em linha recta, formando uma espiral, sem que este tenha a liberdade suficiente para compensar a deformação com uma volta em torno do respectivo eixo.

Um cabo que apresente uma ou várias cabeças deve ser imediatamente retirado.

4.3.6.25.- COTOVELOS Consulte anexo E, exemplo 20

Os cotovelos são deformações angulares do cabo, produzidas por causas externas violentas.

Os cabos que apresentam cotovelos devem ser imediatamente removidos.

4.3.6.26.- DETERIORAÇÕES PRODUZIDAS PELO CALOR OU POR FENÓMENOS ELÉCTRICOS

Os cabos que tenham estado sujeitos a um efeito térmico excepcional, reconhecido externamente devido à apresentação de colorações de recozimento, devem ser removidos.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO ANEXO A (Normativo) GRUAS APRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DOS POSSÍVEIS DEFEITOS A CONSIDERAR DURANTE O

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ANEXO A (Normativo)

GRUAS
GRUAS

APRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DOS POSSÍVEIS DEFEITOS A CONSIDERAR DURANTE O EXAME, CONSOANTE AS DIFERENTES ZONAS DO CABO NO APARELHO

1) Inspeccione a amarração do cabo ao tambor.

2) Procure um enrolamento defeituoso que provoque a deformação (zonas esmagadas) e de desgaste que pode ser importante nos pontos de desvio.

3) Examine a ruptura dos arames.

4) Examine a corrosão.

5) Procure as deformações causadas por uma carga intermitente.

6)

Examine a parte que se enrola na polea para verificar rupturas de arames e desgastes.

7) Examine os pontos de fixação:

Verifique as rupturas de arames e a corrosão

Verifique também a parte do cabo em contacto ou próxima das poleas de compensação

8) Procure as deformações.

MANUAL DE MANUTENÇÃO ANEXO A (Normativo) GRUAS APRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DOS POSSÍVEIS DEFEITOS A CONSIDERAR DURANTE O

Figura 4.2

9)

Verifique o diâmetro do cabo.

10)

Examine cuidadosamente a parte que se enrola através do aparelho, principalmente no sítio correspondente à aplicação da carga.

11)

Procure as rupturas de arames e o desgaste superficial.

12)

Verifique a corrosão.

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MANUAL DE MANUTENÇÃO GRUAS ANEXO B (Normativo) EXEMPLO TIPO DE FICHA DE INSPECÇÃO Máquina: ................................... Aplicação:

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GRUAS
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ANEXO B (Normativo) EXEMPLO TIPO DE FICHA DE INSPECÇÃO

Máquina: ................................... Aplicação: ..................................

Ficha de inspecção do cabo

 

Construção:

...................................

Data de entrada em serviço: ........

 

Sentido das capas: RH/LH 1) ..............

Data da retirada: ......................

Tipo de capa: normal/de enchimento 1) Diâmetro nominal: ....................................... Classe de resistência: .................................... Qualidade: não galvanizado/galvanizado 1) .......... Tipo de alma: aço/têxtil/sintética 1) ................... Pré-formação: ............................................ Comprimento do cabo: .................................

 

Tipo de extremidade:

___________________________________________ Carga mínima de ruptura .................. Carga de trabalho: ......................... ___________________________________________ Diâmetro medido: .......................... sob uma carga de ...........................

 

Ruptura

Abrasão de

Corrosão

Diminuição do

Local(ais)

Cálculo total

Deterioração e

visível de

arames

diâmetro do cabo

medido(s)

deformações

arames

exteriores

Número em

Grau de

Grau de

%

Grau de

Natureza

6d

alteração 2)

alteração

alteração 2)