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Semanário Regional de Informação Director: João Campos www.jornalnordeste.

com
nº 679. 27 de Outubro de 2009 . 0,75 euros

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da electricidade
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prioridades da empresa na região: Foz Tua,
Baixo Sabor, Bemposta e Picote

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Músico custrutor de stru-


Caretos de Vila Cogumelos jun-
mientos tradecionales Boa correm Mundo tam-se à castanha

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


VOX POP

Cultura: o verdadeiro investimento


BRUNO MATEUS FILENA sável pelo diálogo entre os povos. ticos! Há alguns interessantes, que
eu admiro, outros, nem por isso. Uns
10 @ Qual o pensador ou es- preocupam-se com a sua formação e
FACTOS critor português que satisfaz as outros não. Daí haver políticos que são
suas delícias? grandes humanistas e haver outros que
Nomeada – Helena Genésio R: Eduardo Lourenço. são apenas e só, grandes politiqueiros.
Lugar – Teatro Municipal
de Bragança 11 @ Camões vê os seus versos
Signo – Gémeos serem banalizados pelo actual es- - Para ver a entrevista na ín-
Maior defeito – Teimosia tado de coisas em Portugal. Acha tegra, consultar o site do Jornal
que os políticos faltaram às aulas Nordeste www.jornalnordeste.
Maior virtude – Determinação
quando a matéria versada incidia com ou então o blog www.capi-
Origem – Bragança
nele próprio? taldonordeste.blogspot.com do
Ofício – Directora do Teatro
Helena Genésio lida mal com a arrogância R: Isso não é apanágio dos polí- jornalista Bruno Mateus Filena
Municipal (desde a sua criação)
R: Nem pensar! Como também
1 @ Quando falam consigo, de- não somos um país de poetas, nem de
vem pedir-lhe que traga a Bragan- brandos costumes. Somos uma cidade
ça algo ou alguém. Qual o pedido com excelentes equipamentos cultu-
mais comum? rais, com uma oferta cultural de qua-
R: As pessoas manifestam sempre lidade equiparável a poucas. Falta é
algumas das suas vontades e, normal- curiosidade e motivação por parte das
mente, eu mantenho-me atenta, satis- pessoas, por um lado, e por outro, há
fazendo até alguns dos pedidos que me pouca gente. Nós lançamos os desafios,
fazem. No entanto, como serviço públi- cabe às pessoas comparecerem! Terem
co, temos de prestar um serviço de qua- essa coragem…
lidade, e há programas que não a têm.
Eu dou-lhe um exemplo, o “Levanta-te 5 @ Uma viagem de sonho
e Ri” foi-me solicitado imensas vezes, consigo teria como destino um
mas eu recusei sempre porque não o paraíso tropical ou uma cidade
considero um programa de qualidade. com um vastíssimo património
Isto é uma casa que tem de prestar um cultural, tipo Nova Iorque com o
bom serviço público. mítico museu Guggenheim?
Respondendo à sua pergunta, pe- R: Há uma música do Serge Re-
dem-me muitas vezes o La Féria. Na- ggiani, um grande cantor francês de
turalmente, já esteve em Bragança com quem eu gosto muito, que diz “Venise
a “Amália”. n´est pas en Italie, Venise c´est chez
Ele adora Bragança, gostou imenso n´ importe qui, c´est n´ importe où”.
de trabalhar neste teatro e, sempre que Essa é a história! O importante é irmos
tem uma estreia, escreve-me uma carta para um sítio onde nos sintamos bem,
convidando-me a assistir na qualidade seja na Amazónia ou na pequena aldeia
de Directora Artística do Teatro Mu- de Montesinho, onde eu vou diversas
nicipal. O La Féria não vem mais aqui vezes.
pela simples razão dos seus espectácu-
los não serem itinerantes. Fá-los para 6 @ Se fosse uma peça de tea-
Lisboa e Porto, e compreendem uma tro, que peça a interpretaria a si?
logística massiva que seria impossí- R: A “Mãe Coragem”, de Bertolt
vel transportar de cidade para cidade. Brecht.
“Amália” foi a excepção, apresentado
também no Olympia de Paris. 7 @ O que considera ser ina-
ceitável num artista?
2 @ A posição de Vereadora R: A arrogância.
da Cultura permitir-lhe-ia fazer
mais pelo espectáculo e pela arte 8 @ Como é que considera o
do que o seu actual cargo? panorama cultural em Portugal?
R: São coisas distintas! Gosto mui- R: Os artistas, as companhias e
to de ser directora de teatro e estou os produtores fazem milagres porque
aqui por paixão, apenas e só. A missão temos um orçamento miserável para
de vereadora é nobre e tem de ser de a cultura e um Ministério dotado com
alguém com particular sensibilidade metade daquilo que deveria ter.
para a cultura. Agora, aquilo que eu
acho importante, e é isso que se veri- 9 @ Numa conjuntura de cri-
fica, é uma sintonia, uma colaboração se económica, pandemia, tensões
e uma cooperação que tem de existir bélicas e mundiais, a cultura deve
entre a vereação e as pessoas responsá- continuar na mente das preocu-
veis pelos equipamentos culturais, nes- pações da classe política por ser
te caso concreto, o teatro. É fundamen- ela uma necessidade básica do
tal! O cargo de vereadora nem sequer é ser humano? Em que sentido?
apetecível para mim. R: Absolutamente! É preciso olhar
para a Cultura, não como uma simples
3 @ Essa sintonia, esse enten- despesa, mas como um verdadeiro in-
dimento, de facto, existe? vestimento. Não podemos sobreviver,
R: Sim, em absoluto! Seja com a temos de viver! E para viver, a cultura
vereadora, seja com o executivo. é importantíssima e torna-se uma peça
fundamental! Tem também que ver
4 @ Na sua opinião, somos com a qualidade de vida, com educação
uma cidade de artistas? e formação pois é ela a grande respon-

 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Electricidade mais Bragança
EDP investe
em Terroso
barata em Trás-os-Montes Terroso, na freguesia de Espinho-
sela (Bragança), recebeu, ontem, a
assinatura de dois protocolos entre a
SANDRA CANTEIRO EDP Distribuição e o Instituto de Con-
servação da Natureza e Biodiversidade
(ICNB) com vista à colaboração e regu-
EDP anuncia lação das operações associadas à cria-
redução de ção e manutenção da Rede Secundária
de Faixas de Gestão de Combustível. O
tarifas ener- controlo das faixas de protecção das li-
géticas e nhas áreas de alta e média tensão, que
possam vir a ter lugar em espaços inte-
apoio social grados no Sistema Nacional de Áreas
para Nordeste Protegidas, nomeadamente no Parque
Natural de Montesinho, é outra das
Transmontano medidas prevista pelos dois acordos.
Recorde-se que a Rede Secundária
Mais de 5.000 de Faixas de Gestão de Combustível
famílias do Nordes- visa o controlo da carga combustível
te Transmontano ao nível do solo, de modo a assegurar
vão passar a pagar a preservação das infra-estruturas e
menos pela elec- reduzir os riscos de ignição e propaga-
tricidade consumi- ção de fogos.
da, através de um Já a manutenção das faixas de pro-
reenquadramento tecção das linhas áreas de alta e média
tarifário. A novi- tensão tem como objectivo garantir
dade foi deixada que a distância entre as árvores e as
pelo presidente da Barragem do Baixo Sabor estará em funcionamento em 2013
linhas respeitam as regulamentações,
EDP, António Me- de forma a assegurar a segurança de
xia, durante a iniciativa “Encontros mil euros. Trata-se do programa apoiará a preparação de estudantes pessoas e bens.
EDP – Energia da Água” que reuniu, EDP Solidária Barragens que pre- do ensino secundário da região para O controlo destas medidas é da
ontem, em Torre de Moncorvo ad- tende apoiar acções de solidariedade o mercado de trabalho. responsabilidade dos proprietários
ministradores daquela empresa e re- social de instituições transmontanas O protocolo celebrado com a dos terrenos, sendo que, em caso de
presentantes dos concelhos abrangi- abrangidas pelas quatro albufeiras. Fundação Calouste Gulbenkian e incumprimento, a EDP Distribuição é
dos pelas barragens do Baixo Sabor, Assim sendo, até ao próximo dia 2 de a Escola de Música do Conservató- obrigada a actuar, de modo a prevenir
Foz-Tua, Bemposta e Picote. Novembro, entidades dos concelhos rio Nacional tem como objectivo de situações de risco.
Com vista à redução da factura de Alfândega da Fé, Alijó, Carrazeda alargar o modelo de Orquestras Ju-
energética das famílias transmonta- de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, venis às localidades abrangidas pe- S.C.
nas, a EDP prevê distribuir gratui- Miranda do Douro, Mirandela, Mo- las novas barragens.
tamente cerca de 120 mil lâmpadas gadouro, Murça, Torre de Moncorvo
economizadores por 30 mil residên- e Vila Flor podem candidatar projec-
cias. tos com vista à melhoria da qualida-
A par destas regalias, o respon- de de vida, nomeadamente de pes-
sável deu a conhecer os esforços de- soas mais carenciadas, bem como à
senvolvidos pela EDP na área social, integração de comunidades em risco
para a qual destinou cerca de 100 de exclusão social.
Licença Nº. 1330 AMI

EDP celebra protocolos no âm- Invista com confiança


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27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

13 partos nas estradas do distrito


francisco pinto gadouro e Vimioso, mesmo em cima
da ponte que separa os dois conce-
lhos. Foi aqui que os dois bombeiros
Bombeiros já assistiram e o pessoal médico da VMER ajuda-
ao nascimento de mais ram a bebé a vir ao mundo.
de 10 crianças a bordo “ Foi um momento único. Percor-
ri vários quilómetros até à materni-
das ambulâncias dade com a minha filha encostada ao
peito”, descreve Sofia Rodrigues, a
Em pouco mais de dois anos, nas- mãe de Beatriz.
ceram 13 bebés a bordo das ambulân- Normalmente, todos os corpos
cias dos sete corpos de bombeiros do de bombeiros têm tripulações prepa-
distrito de Bragança. A este número radas e material de emergência para
junta-se, ainda, um nascimento em prestar assistência a partos.
casa de uma parturiente, que contou Para o director clínico do Centro
com a intervenção dos bombeiros Hospitalar do Nordeste, Sampaio da
de Mirandela, onde, há cerca de três Veiga, a explicação para estes casos é
anos, foi encerrada a sala de partos. mais de carácter social que técnico.
Nos dados, avançados pelas 14 “ Os médicos informam as partu-
corporações da região, são os bom- rientes da data provável do parto. No
beiros de Carrazeda de Ansiães e Mi- entanto, é sabido que numa mulher
randela aqueles que assistiram um que tenha tido mais que um filho, o
maior número de partos, registando- desencadeamento do parto e o pró-
se três nascimentos por cada corpo- prio parto pode acontecer de uma
ração. forma mais rápida. Nestes casos, as
Os soldados da paz encaram este mulheres têm menos ansiedade e
tipo de assistência com naturalidade, podem atrasar a ida à maternidade,
afirmado que, em alguns casos, as tri- Mário Pinto e Ricardo Canhoto assistiram ao parto da pequena Beatriz chamando os bombeiros e aguardan-
pulações de ambulâncias de socorro do pela última hora ”, explicou o res-
estão preparadas para o efeito. Por dois homens dos quadros dos Bom- tenho formação nesta área”, conta ponsável.
seu lado, os bombeiros “parteiros” beiros Voluntários de Mogadouro, Mário Pinto. Segundo o clínico, “os partos que
contactados pelo Jornal NORDESTE são testemunho do nascimento da ocorrem em ambulâncias são felizes,
descrevem este tipo de missão como pequena Beatriz Rodrigues, actual- Director clínico do Centro Hos- mas tenta-se evitar que isso aconte-
“única e inesquecível”, sem nunca es- mente com cinco meses de vida. ça”.
pitalar do Nordeste aconselha
quecer o “empenho e a orientação” “É o segundo parto a que dou No entanto, Sampaio da Veiga
das equipas da Viatura Médica de assistência. No primeiro estava um as grávidas a deslocarem-se ao deixa um alerta a todas as grávidas. “
Emergência de Reanimação (VMER), pouco nervoso, visto que a prepara- hospital com mais antecedência É preferível ir mais cedo para a mater-
que, na maioria dos casos, presta as- ção era pouca. Foi mesmo a partu- nidade, do que esperar pelo últimos
sistência no decurso da viagem até a riente, que já tem mais filhos, que me O nascimento da criança aconte- dos tempos para dar à luz. O conse-
maternidade da Unidade Hospitalar orientou. No caso da Beatriz, a situa- ceu três horas após a progenitora ter lho é dirigido essencialmente para as
de Bragança, a única no distrito. ção foi mais fácil. Para além de haver entrado em trabalho de parto. Tudo mulheres que tenham tido mais que
Mário Pinto e Ricardo Canhoto, melhores condições e apoio médico aconteceu a meio caminho entre Mo- um filho”, esclarece o responsável.

O projecto, inserido no Programa

Direcção reeleita na ASCUDT de Alargamento da Rede de Equipa-


mentos Sociais (PARES), está orçado
num 1 milhão e 600 mil euros, sendo
BRUNO MATEUS FILENA cientes de Trás-os-Montes (ASCU- não. comparticipado pelo governo, autar-
DT), em eleições realizadas na passa- Em declarações ao Jornal Nor- quia e por fundos comunitários.
Sócios elegem órgãos so- da sexta-feira. deste, o dirigente afirmou: “espero “O bruto está a andar em boa ve-
A votação para os órgãos sociais, que as próximas eleições sejam já na locidade, assim venham as comparti-
ciais em lista única para o do triénio 2009-2012, foi levada a nova sede. É possível, sabendo de an- cipações que nos foram prometidas”,
triénio 2009-2012 cabo em lista única, sendo Antó- temão que uma associação como esta explicou o responsável.
nio Sampaio reeleito presidente da tem sempre o problema de depender Recorde-se que a nova sede,
Adelaide Vaz Padrão foi recon- Mesa da Assembleia Geral. Abertas de terceiros e da chegada atempada uma aspiração antiga da ASCUDT,
duzida na presidência da direcção da as urnas, contabilizaram-se 42 votos de verbas para as coisas poderem cor- já está a ser erguida na zona de Vale
Associação Sócio Cultural dos Defi- de sócios, sendo um nulo e um voto rer como desejaríamos”, sublinhou. d´Álvaro.

FICHA TÉCNICA
Fundador: Fernando Subtil - Director: João Campos (C.P. Nº 4110) - Secretária de Redacção e Administração: Cidália M. Costa
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REDACÇÃO: Bruno Mateus Filena, Orlando Bragança, Sandra Canteiro (C.P. Nº 8006), Teresa Batista (C.P. Nº 7576) e Toni Rodrigues
Correspondentes - Planalto Mirandês: Francisco Pinto - Mirandela: Fernando Cordeiro e José Ramos - Torre de Moncorvo: Vítor Aleixo
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 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

“Não houve ameaças”


eleitorado e na própria lista do PS,
obtendo o resultado eleitoral conhe-
cido”, denunciam.

“Rabal contribui para a polui-


J.C. ção do Rio Sabor, lançando nas
suas águas todos os esgotos,
Elementos da lista do PS sem qualquer tratamento pré-
refutam acusações do pre- vio”
sidente da Junta de Rabal Por outro lado, os socialistas “re-
futam por completo” o apelo do pre-
Os membros da lista do PS à Jun-
sidente da Junta de Freguesia em
ta de Freguesia de Rabal consideram
nome de um comportamento posi-
“descabidas” as afirmações do autar-
tivo na Assembleia de Freguesia. “A
ca local, Paulo Hermenegildo, acerca
lista do PS sempre se pautou por tal
das ameaças no próprio dia das elei-
comportamento nos últimos anos, e
ções de 11 de Outubro passado.
não recebe lições de democracia, de
Recorde-se que, na edição da se-
ética e moral”, garantem.
mana passada, o presidente da Junta
Quanto ao futuro, o PS aguarda
eleito criticou os elementos das listas
que “a Junta eleita execute as obras
adversárias, acusando-os de fazer
do Lar e conclua o saneamento, já
uma campanha de “bota abaixo” e de
que Rabal contribui para a polui-
ataques pessoais. Paulo Hermenegil- Eleições para a Junta de Rabal continuam a suscitar troca de mimos entre PS e PSD ção do Rio Sabor, lançando nas suas
do disse, mesmo, que na manhã do
águas todos os esgotos, sem qualquer
dia 11 recebeu ameaças capazes de Quanto às supostas ameaças, “no Feita a defesa, os socialistas pas-
tratamento prévio”.
pôr em causa a sua integridade físi- dia das eleições terá havido um pe- sam ao ataque, considerando as de-
ca. queno incidente sem qualquer con- núncias do autarca “lamentáveis para
Os elementos da lista do PS, con- sequência, que segundo apuramos o bom-nome da freguesia e intelectu-
tudo, garantem que nunca fizeram nada teve a ver com politica, mas sim almente desonestas”. CASOS DE POLÍCIA
qualquer ataque pessoal, “quer ao com assuntos particulares completa- Na óptica da candidatura rosa, se
candidato da lista do PSD, quer à sua mente laterais ao PS”, sustenta o PS houve “atitudes menos dignas”, es- Bragança
família, que muito respeitamos, des- num comunicado enviado ao Jornal tas devem ser atribuídas ao partido
conhecendo se outros o fizeram” NORDESTE. laranja. “O PSD utilizou pressões no Choque violento
entre duas

…Em flagrante
viaturas
Ao final da tarde de sexta-fei-
ra, pelas 18:30, deu-se um choque
bastante violento entre duas via-
É certo que a Av. João turas que circulavam na Avenida
Abade de Baçal, imediatamente a
da Cruz vai sofrer seguir ao cruzamento que dá aces-
so ao Bairro do Campo Redondo.
obras, mais dia, menos Uma senhora que conduzia um
dia. Mas, enquanto VW Golf branco, parou na via com
o propósito de virar à esquerda.
isso não acontece, não Assinalando a sua manobra, nada
a fazia pensar no perigo que se
valeria a pena rebaixar aproximava pela sua retaguarda.
Um indivíduo, que seguia num Re-
os passeios naquela nault Mégane, bateu violentamen-
que é uma das movi- te contra o veículo parado à sua
frente, projectando o carro para o
mentadas zonas de sentido contrário. Ambos ficaram
visivelmente abalados, mas foi o
Bragança? homem que, depois de bater com a
cabeça, foi levado ao hospital pela
Envie-nos as suas sugestões para geral@jornalnordeste.com Polícia de Segurança Pública.

BMF

Tlm:
966830231

Lavagens
MARQUES
Parque do Feira Nova
BRAGANÇA

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Estudantes do Politécnico satisfeitos


BRUNO MATEUS FILENA
VOZES
No âmbito de uma avalia- David Barbosa
ção nacional do Ensino Estudante de Engenharia
Superior, os alunos do IPB Informática
“Considero-me um alu-
foram considerados “os no satisfeito. As condições
mais satisfeitos” deste politécnico são boas,
tem tudo o que precisa, in-
clusive uma boa biblioteca.
Os alunos do Instituto Politéc- Os professores são espec-
nico de Bragança estão plenamente taculares, claro que há alguns de que
satisfeitos com a instituição que fre- gosto menos, mas ensinam bem.”
quentam, num grau muito acima dos
alunos de outros estabelecimentos do
País. Esta foi a conclusão apresenta- Cristina Patrício
da no passado dia 19 de Outubro, na Estudante de Educação
Resultados do estudo não deixam dúvidas
biblioteca da Escola Superior de Tec- Ambiental
nologia e Gestão (ESTIG), do Institu- “Satisfeitíssima! Adoro
to Politécnico de Bragança (IPB). a vida académica, a escola,
Nos resultados do estudo, con- os laboratórios, tudo! Acho
é que a Escola Superior de
duzido por Rui Brites, membro da
Educação devia sofrer al-

Mirandela dá as boas
Equipa de Investigação do CIPES e guns arranjos, sobretudo,
professor do Instituto Superior de no bar.”
Ciências do Trabalho e da Empresa

vindas aos caloiros (ISCTE), houve o intuito de avaliar, a


nível nacional, a Satisfação dos Estu-
dantes do Ensino Superior. Mais con-
Elizabeth Belchior
Estudante de Educação
O presidente da Associação de por um cartaz eclético, pensado numa cretamente, foram apresentadas as Ambiental
Estudantes da Escola Superior de Co- tentativa de satisfazer a generalidade conclusões sobre “O que é importan- “Também sou uma alu-
te para a satisfação dos estudantes do na satisfeita, mas os labo-
municação, Administração e Turismo dos gostos. Com um custo orçado
IPB”, por Maria de Lurdes Machado, ratórios da ESSE podiam
de Mirandela, Tiago Pinheiro, apela à em 15 mil euros, o cartaz deste ano estar melhor equipados
comparência da comunidade na Se- abrange nomes como os cabeças de do Centro de Investigação de Políti-
como as restantes escolas
mana da Recepção ao Caloiro daque- cartaz “Macacos do Chinês”, “W.L.G. cas do Ensino Superior (CIPES). do IPB, deviam ter mais re-
la cidade. A decorrer entre 28 e 31 DJs”, “FUNKyou2”, entre bandas Este estudo visou determinar a agentes.”
de Outubro, serão quatro dias onde oriundas da própria escola e as Tunas forma como os alunos se sentem,
a festa será em primazia e garantida que sempre marcam presença. se estão ou não satisfeitos e a forma
como olham para as nossas institui- muitas, mas pode depreender-se pe-
ções de ensino superior, públicas e las palavras de Maria de Lurdes Ma-
privadas, e se estas estão a satisfazer chado que, em termos gerais, os estu-
as suas expectativas. dantes estão satisfeitos com as suas
As conclusões deste estudo foram instituições.

Congresso promove
Bragança além-Norte
Ginástica nas escolas
IPB leva programa “Proac- Outubro, Fevereiro e Junho) das
crianças e jovens que frequentem as
tivos para todos” às esco- sessões com regularidade, nomeada-
las do Agrupamento Paulo mente no que diz respeito às dimen-
Quintela sões somáticas, perfil metabólico,
níveis de actividade física, aptidão
A Escola Superior de Educação física e coordenação motora.
(ESE) de Bragança e o Agrupamento As actividades desenvolvidas são,
de Escolas Paulo Quintela assinaram, essencialmente, de carácter lúdico/
na passada terça-feira, um protocolo desportivo e decorrem todos os dias
de cooperação, no âmbito do Progra- úteis da semana, ao fim da tarde, com
ma Proactivos, que visa promover a sessões de uma hora.
saúde dos jovens através da prática Tendo em conta que a distância
de exercício físico. impossibilita a participação de alguns
Trata-se de um programa des- dos potenciais interessados, as ses-
tinado à prática de actividade física sões passarão a realizar-se nas insta-
Técnicos municipais de todo o País reuniram na capital nordestina regular para crianças e jovens, dos 6 lações das Escolas do Ensino Básico,
aos 14 anos, com excesso de peso, que evitando deslocações e facilitando o
Promovido pela Câmara Munici- Nacional da Associação dos Técnicos funciona nas instalações da ESSE, acesso ao programa.
pal de Bragança, decorreu no Teatro Administrativos Municipais (ATAM), desde o ano lectivo 2007/08. As aulas são leccionadas por alu-
Municipal e Hotel S. Lázaro, de 21 que trouxe à cidade cerca de quatro Este projecto tem, ainda, como nos e professores dos cursos de des-
a 24 de Outubro, o XXIX Colóquio centenas de pessoas. objectivo a avaliação periódica (em porto da ESE.

 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Os encantos
o autarca.
A sensibilização das populações
para a protecção dos ecossistemas é,
ao mesmo tempo, é outra das preo-

das Arribas do Douro


cupações.
Para os participantes, esta região
transfronteiriça é única um termos
ibéricos ao nível da paisagem e do
património, trunfos que terão de ser
utilizados na promoção turística des-
FRANCISCO PINTO
ta região, já que do outro lado do rio
Douro se encontra outra área prote-
Cerca de 350 participantes gida de reconhecido valor ambiental:
de diversas nacionalidades o Parque Natural do Douro Interna-
cional.
descobriram os recantos “ Os encantos desta estação do
das encostas do rio Douro ano é desconhecida dos turistas, já
que a maior afluência de turistas à
Conhecer a beleza das paisagens esta região é a Primavera e o Verão.
do Parque Natural das Arribas do No entanto, esta altura do ano as-
Douro foi o mote para um passeio sume-se como espectacular, dado o
Eco – turístico, que decorreu, ante- colorido da paisagem”, afiança José
ontem, nas margens do rio Tormes, Luís Pascoal.
junto à localidade raina de Trabanca A arquitectura popular das arri-
(Espanha). bas do Douro é outro dos pormeno-
A iniciativa juntou cerca de 350 res a observar, já que tem elementos
participantes de várias nacionalida- ricos e variados.
des, na sua maioria espanhóis, mas Durante o passeio, cada grupo de
também marcaram presença alguns 50 caminhantes foi apoiado por um
portugueses, ingleses, japoneses, ou dois guias, que chamaram a aten-
brasileiros e alemães. Belezas do Douro uniram portugueses e espanhóis
ção dos participantes para pormeno-
Segundo o presidente do Ayunta- res importantes.
miento de Trabanca, José Luís Pasco- “No Outono, esta zona das Arri- ciativa diferente, guiada por espe- A região raiana quer tornar-se
al, estes passeios teve como objectivo bas do Douro assume uma encanto cialista em meio ambiente, para dar um conjunto, fruto da constituição
dar a conhecer a beleza natural desta natural, devido às cores da paisagem. a conhecer as diferentes espécies da do Agrupamento Europeu do Coope-
região transfronteiriça. Desta forma, organizámos uma ini- fauna e flora desta região”, enalteceu ração Territorial Douro/Duero.

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Morais Machado assume


cumprimento das quotas estabele-
cidas, mas sim pela sua experiência
profissional, o que tornará o executi-
vo mais sensível para lidar com várias

terceiro mandato
questões”, alegou Morais Machado.

Morais Machado integra no


executivo os socialistas Fernan-
FRANCISCO PINTO do Meira e Fernado Bártolo e
Armando Pacheco do CDS
Presidente eleito pelo PSD No que diz respeito à distribui-
garante que vai cumprir a ção de pelouros, a decisão já foi to-
mada. Os cargos de vice-presidente
legislatura até ao fim da autarquia, Obras Públicas, Desen-
volvimento Rural, bem como outras
Protecção à velhice, acção social, responsabilidades, serão atribuídos
agricultura e pecuária são os sectores a António Pimentel. O vereador João
onde o executivo social-democrata, Henriques terá à sua responsabili-
liderado por Morais Machado, quer dade outro dos sectores chave, que
centrar esforços durante o terceiro é a Educação, Acção Social e Gestão
mandato, iniciado ontem, à frente da Urbanística. Já Teresa Sanches será a
Câmara Municipal de Mogadouro. A responsável pela Cultura e Turismo.
criação de emprego, através das agro- O presidente eleito ficará com o Am-
indústrias, é outra das apostas. biente e Protecção Civil e toda a coor-
“Durante o próximo mandato a denação do novo elenco camarário.
prioridade serão as pessoas”, assegu- O executivo é, ainda, constituí-
Morais Machado toma hoje posse
ra o autarca. do por Fernando Meira e Fernando
No entanto, há projectos que longo do período de campanha, Mo- Porém, o elenco municipal sofre Bártolo do PS e Armando Pacheco do
transitam do anterior mandato que rais Machado assegura que o manda- algumas alterações em relação à le- CSD-PP.
necessitam de continuidade, como é to é para cumprir até ao fim e quer gislatura anterior, tendo sido eleito Morais Machado espera, agora,
caso da regeneração do núcleo his- liderar um executivo unido e coeso. um elemento feminino, que terá um que a oposição tenha uma atitude
tórico da vila, estando contemplada “É um mandato para cumprir até papel de relevo em toda a actividade construtiva, centrada no desenvolvi-
uma intervenção orçada em mais de ao fim e quem pensar o contrário está municipal. mento do concelho.
cinco milhões de euros. redondamente enganado. Não perce- “Todos nós temos responsabili-
Para fazer face ao comprimento bo o porquê de se pensar o contrário”, “A vereadora Teresa Sanches en- dades no futuro de Mogadouro”, con-
do programa eleitoral estabelecido ao alega o autarca. tra para o executivo não tanto pelo cluiu o edil.

Executivo e Assembleia
da, que no fim dos quatro anos de
mandato, a Escola Superior de Mi-
randela terá edifício próprio, quer
seja do Governo ou pago pela Câma-

empossados em Mirandela ra.


“O acesso oeste será, para nós,
outra das prioridades em termos de
obras”, enaltece o autarca, que ga-
FERNANDO CORDEIRO construção da Escola Superior de Co- rantiu, ainda, a criação de um Gabi-
municação Administração e Turismo nete de Formação e Emprego para a
e o Complexo Desportivo são priori- juventude, a cobertura de apoio aos
José Silvano promete a dades, bem como terminar todas as idosos e ao munícipe e a vontade que
construção das instalações obras que se encontram em execução Mirandela venha a ser a capital re-
gional quando a Regionalização for
da Escola Superior durante e as que já estão contratualizadas.
feita.
O edil deixou, ainda, bem vincado
os próximos quatro anos que vai defender os serviços públicos Já o líder do Grupo Parlamentar
existentes no concelho, evitando a do PS, Baltazar Aguiar, garantiu que
Os novos deputados municipais e sua deslocalização. os mirandelenses não vão ser defrau-
o novo elenco autárquico de Miran- “Vou dizer aquilo que eu quero dados. “Os mirandelenses podem
dela foram empossados, na passada terminar nos próximos quatro anos. contar connosco para pensar Miran-
sexta-feira, no Auditório do Centro Entre as lutas por Mirandela destaco dela e dota-la de uma estratégia que
Cultural da cidade. a Saúde e Polícia. Quanto aos serviços torne os mirandelenses mais livres e
Com a sala bem repleta, onde existentes serei intransigente na sua mais realizados e para que Mirandela
marcaram presença edis e vereadores defesa. O novo edifício municipal, a seja mais competitiva”, enalteceu o
dos distritos de Bragança e Vila Real, escola de artes também são para fa- responsável. O líder do Grupo Parla-
os empossados foram assinando o zer. Estará concluído o Centro Esco- mentar do CDS/PP, Luís Sousa, afir-
termo de posse, seguindo-se os dis- lar e com ele a reordenação da rede mou que o novo executivo tem todas
cursos da praxe dos representantes escolar”, garante o edil. as condições para realizar as promes-
de cada partido com expressão poli- sas eleitorais.
tica na Assembleia Municipal, tendo Fernando Pilão, o único elemento
pação feminina, tendo passado de 8
José Silvano quer que Mirande-
sido o presidente da Câmara Munici- da coligação PCP/PEV na Assembleia
pal de Mirandela, José Silvano, quem passa para 16 deputadas. la seja a capital regional quan- Municipal, foi deixando ideias para o
encerrou a cerimónia. José Silvano deixou bem vinca- do a Regionalização avançar melhor funcionamento daquele orga-
São cerca de 40 por cento os no- das as suas promessas para aquele nismo, entre elas a realização de as-
vos elementos e o dobro da partici- que será o seu último mandato. A O social-democrata afiança, ain- sembleias à noite.

 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Junta de Carção mais


do executivo que perdeu as eleições
ter tomado esta atitude em pleno pe-
ríodo de gestão corrente é mais do
que uma represália política. “É uma

afastada dos cidadãos


represália sobre a população, por-
que as pessoas têm dificuldade em se
deslocar lá. Agora, espero que impe-
re o bom senso e que a Junta regres-
se à Casa do Povo”, remata António
Santos.
teresa batista Contactado pelo Jornal NOR-
DESTE, o presidente derrotado,
Presidente eleito indigna- Marcolino Fernandes, justificou a
do com a transferência de saída com o facto da sede da Junta
estar alojada na sede de uma asso-
instalações, uma semana ciação com direcção independente.
depois das eleições “Onde tomei posse foi na sede da
Junta. Por isso, achei que deveria
O recém-eleito autarca de Carção deixar as coisas onde as encontrei”,
(Vimioso), António Santos, mostra- sublinha o social-democrata.
se indignado com o facto do anterior Já o presidente da direcção da
executivo ter mudado as instalações Casa do Povo de Carção, Serafim
da Junta, apenas uma semana de- João, explica que a Junta decidiu
pois de ter perdido as eleições, tor- sair depois de serem eleitos outros
nando os serviços “inacessíveis” à representantes dado que estava alo-
população. jada nas instalações ao abrigo de um
Até à data, a autarquia funciona- protocolo celebrado anteriormente.
va no edifício da Casa do Povo, situ- “Nós somos uma associação, pelo
ado numa zona central da aldeia. que estabelecemos um protocolo
No entanto, no passado dia 17 Sede da Junta de Carção regressa às origens com a autarquia em que nós disponi-
assistiu-se à mudança do mobiliá- bilizámos o espaço, mas, em contra-
rio e equipamentos informáticos, a alteração teria que ser proposta e população e realça que o primeiro partida, a Junta dava-nos um subsí-
uma situação que não foi bem aceite aprovada em Assembleia de Fregue- acto depois de tomar posse é contac- dio de 5 mil euros por ano”, salientou
pela população, nem pelo presidente sia”, denuncia António Santos. tar a direcção da Casa do Povo para o responsável.
eleito pelo PS, que acusa os sociais- O autarca afirma que as instala- que a sede da Junta regresse às insta- Serafim João afirma que cabe,
democratas de agirem à margem da ções no Loteamento de S. Roque não lações onde funcionou vários anos. agora, ao executivo que tomar posse
lei. “É uma situação ilegal, porque têm condições para prestar apoio à António Santos afirma que a Jun- decidir se quer voltar para as insta-
ta inaugurou o edifício em S. Roque lações da Casa do Povo e cumprir o
por volta de 1990, onde se manteve protocolo. “As retaliações são feitas
cerca de 5 anos, tendo sido transferi- por eles. Nunca foi nossa intenção
da, posteriormente, para o edifício da criar obstáculos às pessoas”, asseve-
Casa do Povo. “Voltou para S. Roque ra Serafim João.
durante as obras na Casa do Povo,
mas foi por pouco tempo. Depois fun-
cionou sempre na Casa do Povo, por-
que tem melhores condições e está
mais perto da população”, salienta o
presidente eleito.

Marcolino Fernandes afirma


que faz questão de deixar a sede
da Junta onde a encontrou quan-
do tomou posse

O socialista considera que o facto Junta abandona Casa do Povo

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27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Aires Ferreira Em defesa da lavoura


no último mandato
SANDRA CANTEIRO cia”.
O responsável adiantou, ainda,
que pretende alcançar a “simplifica-
Autarca sublinhou que ção administrativa e a descentraliza-
pretende aproveitar fundos ção do acesso aos actos municipais,
comunitários e reduzir a bem como transparência na gestão”.
Aires Ferreira confirmou, tam-
dívida do município bém, que a criação de uma infra-es-
trutura que possa acolher diversos
Aproveitar os fundos comunitá- eventos é outra das metas para os
rios e atenuar a dívida, através de uma quatro anos. “O Centro de Artes e
gestão orçamental rigorosa, foram, Eventos é o único equipamento de
apenas, alguns dos motivos que leva- topo que considero fazer verdadei-
ram Aires Ferreira a recandidatar-se José Santos deixou alguns recados à oposição
ramente falta a Torre de Moncorvo,
pela última vez à Câmara Municipal para actividades económicas, feiras,
de Torre de Moncorvo (CMTM). desportivas, culturais e lúdicas”, su-
FRANCISCO PINTO social. “Seremos sempre parceiros e
No poder há mais de duas déca- agentes activos no acompanhamen-
blinhou o edil.
to dos mais necessitados”, garantiu
das, o autarca socialista sublinhou, Além das acessibilidades em cur- José Santos tomou ontem José Santos durante o acto de toma-
ainda, durante a cerimónia de toma- so, e defendidas em outros mandatos
da de posse que decorreu ontem, que por Aires Ferreira, como o IP2 e o posse na Câmara Municipal da de posse.
A cultura será outros dos pontos
pretende reforçar a componente po- IC5, outra das apostas do executivo de Freixo fortes deste mandato “para reforçar
lítica da estrutura municipal de ges- moncorvense é a recuperação da es-
tão, bem como a cidadania. Enquan- a identidade e as características en-
trada até Barca d’ Alva. “Tentaremos O executivo camarário liderado
to que “a governação de proximidade dógenas do concelho”. Quanto ao nú-
com a Câmara Municipal de Freixo por José Santos tomou ontem posse
exige uma maior disponibilidade dos cleo histórico da vila, as palavras de
de Espada à Cinta a beneficiação des- no município de Freixo de Espada à
eleitos locais”, o reforço da cidadania ordem são preservar, reabilitar e mo-
ta acessibilidade, pretendendo cons- Cinta.
visa fomentar “a participação nas de- dernizar, para vincar o título de “A
tituir uma boa alternativa regional Neste mandato, a equipa socia-
cisões públicas e a formação de pes- vila mais manuelina de Portugal “.
para os fluxos com Espanha”, justifi- lista elege como sectores chave para
soas livres que optem em consciên- No campo desportivo, o actual
cou o autarca. o desenvolvimento do concelho a executivo quer continuar a apostar
agricultura, a educação, a cultura e o em eventos de cariz nacional, cata-
apoio social. pultando o concelho através do novo
Segundo o autarca, “são vectores complexo desportivo.
que vão ao encontro de um mode- Apesar da vitória expressiva, José
lo de desenvolvimento mais voltado Santos não esqueceu o período de
para os cidadãos” campanha eleitoral recordando os
No que concerne a agricultura, alegados excessos da oposição. “Eu
garante, “estaremos sempre na linha recordo, como perdão cristão, os ex-
da frente em defesa da lavoura e dos cessos da oposição multicolor, a co-
interessas dos agricultores”. Na edu- ligação de interesses que envolviam
cação, a prioridade passa por propor- partidos que se tocavam nos extre-
cionar mais formação e mais saber, mos”, lamentou o autarca.
permitindo que os jovens se fixem e Quanto ao futuro, “serão mais
não abandonem o concelho. quatro ano de continuidade e de mu-
Na parte social, destaque para a dança, mas também de consolida-
continuidade na ajuda e colaboração ção”, garante o edil, que venceu nas 6
Autarca socialista está no poder há mais de 20 anos com instituições de solidariedade freguesias do concelho.

Tribunal garante vitória do PS em Lamalonga


TERESA BATISTA cratas não ficaram satisfeitos com a sidente da Junta de Freguesia, depois ra, conquistada pelos socialistas, que
derrota, por três votos, nas eleições do empate no passado dia 11. conseguiram 97 votos, ao passo que a
do passado dia 11 e decidiram re- Conhecidos os resultados, o PSD coligação teve, apenas, 91 votos.
PSD segura Junta de Fran- correr à justiça. O tribunal legitima, segura a Junta em França, com uma Já em Mós, no concelho de Tor-
ça. Socialistas conquistam agora, o acto eleitoral, garantindo a diferença de dois votos. Os sociais- re de Moncorvo, o PS mantém-se no
o poder em Lavandeira e vitória dos socialistas, com 49,41 por democratas conseguiram 159 votos, poder. No passado dia 11, os socialis-
cento da votação, o que corresponde ao passo que o partido rosa somou, tas e a coligação PSD/CDS empata-
mantêm liderança em Mós a 167 votos. Já a coligação PSD/CDS apenas, 157 votos. Nesta freguesia ram com 110 votos, mas, na segunda
saiu derrotada, tendo conseguido, foram às urnas 316 dos 420 eleitores volta, os eleitores deram a vitória ao
O PS é o vencedor das eleições na apenas, 164 votos (48,52 por cento inscritos. partido rosa, por uma diferença de 18
freguesia de Lamalonga, no concelho da votação). No concelho de Carrazeda de votos.
de Macedo de Cavaleiros, depois do Nas freguesias de França (Bra- Ansiães, a população de Lavandeira Anteontem foram às urnas 138
Tribunal Constitucional ter chumba- gança), Lavandeira (Carrazeda de também repetiu as eleições para as dos 282 eleitores inscritos, que de-
do o recurso interposto pela coliga- Ansiães) e Mós (Torre de Moncorvo), autárquicas. Depois do empate entre ram 127 votos ao PS e 109 à coligação,
ção PSD/CDS. os eleitores foram, anteontem, nova- PS e coligação PSD/CDS, com 88 vo- tendo sido registado um voto branco
Recorde-se com os sociais-demo- mente às urnas, para escolher o pre- tos, a presidência da Junta foi, ago- e um nulo.

10 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Caretos pelo mundo fora


Vila Boa - Vinhais
A arte das
máscaras
SANDRA CANTEIRO
António José Vale dá vida à
Mascarados de Vila Boa madeira, à medida que lhe dá os
contornos das máscaras de Vila
levam folia e animação a Boa, no concelho de Vinhais.
países como Itália, França Canivetes, molduras, caixas de
decoração e porta-chaves trans-
ou Japão portam os traços dos Caretos em
No ranking elaborado pelo Jornal Portugal ou no estrangeiro. Há 17
de Não se sabe quem está por detrás anos, o artesão concebeu o objec-
da máscara medonha. Desconhece-se to que viria ser o primeiro e o mais
a identidade de quem enverga aquele importante trabalho da sua vida e
fato de cores garridas, feito a partir que não esquecerá.
de mantas tecidas em antigos teares. “Um primo pediu-me para
Ainda assim, e apesar de toda a folia lhe fazer uma máscara e, apesar
e travessuras, os Caretos de Vila Boa, de não ter saído perfeita, é a mais
no concelho de Vinhais, reúnem ad- especial, pois marcou o arranque
miradores por onde passam. desta actividade”, recordou Antó-
Países como Japão, Espanha ou nio José Vale. Desde então, nunca
Itália são, apenas, alguns dos que fi- mais parou e tem divulgado esta
caram rendidos à tradição galhofeira arte, e a própria terra, um pouco
dos mascarados. por todo o Mundo.
A primeira saída da terra natal Caretos de Vila Boa actuam um pouco por todo o país e estrangeiro “No próximo mês de Dezem-
deu-se, em 2004, rumo a Braga para bro vou marcar presença em Milão
o Euro2004 e, desde então, nunca ça), já no próximo ano. da aldeia e a alegrar habitantes e visi- (Itália) e no Carnaval estarei, tam-
mais assentaram. Seguiu-se o Japão, “No estrangeiro verificamos uma tantes”, recordou António José Vale. bém, em Nice (França), para onde
em 2005, e Espanha. Pelo meio, pas- envolvência muito grande, ainda que Uma adesão que, na óptica do ar- irei com os Caretos e aproveito
saram diversas vezes por Bragança, seja diferente da reacção na região, tista, “ajuda a revitalizar a terra e o para expor o meu trabalho”, revela
Vinhais e Lisboa. onde já nos conhecem. De todos os distrito, sendo que aproveitamos es- o artesão.
“Marcamos presença em eventos públicos, os dos países nórdicos e Es- tes eventos para promover a natureza Esta é a arte que ocupa grande
e certames de todo o País e da região, panhóis são os que alinham mais nas da região a partir de actividades que parte do tempo de António José
como a Mascararte, a Feira do Fu- brincadeiras”, sublinhou o Careto. possam atrair ainda mais pessoas”, Vale, apesar de ser, apenas, um
meiro, entre outros”, explicou Antó- Apesar do desaparecimento de sublinhou. passatempo. A procura, no entan-
nio José Vale, membro da Associação algumas festividades e tradições da to, levou-o a abrir a loja “A Costa
do Vale”, no centro histórico de
de Caretos de Vila Boa e mascarado. região, a festa dos Caretos de Vila Tradição dos Caretos tem vindo Bragança, onde faz questão de es-
A adesão do público em todo o Boa tem reunido cada vez mais par- a revitalizar-se nos últimos anos
Mundo é tal que, a cada pouco, sur- ticipantes. tar, mesmo ao fim de semana, para
gem convites para se apresentarem “Só no último Carnaval éramos dar resposta aos turistas com inte-
Uma tradição que se perde de tal resse neste tipo de artesanato.
em Carnavais como o de Nice (Fran- 60 mascarados a percorrer as ruas maneira no tempo que quase todas
as famílias de Vila Boa têm um traje.
Feitos a partir de mantas antigas, te-
Marafonos e Madamas ajudam à festa cidas em teares tradicionais, os fatos
vão passando, assim, de geração em
A ajudar à festa Carnavalesca em Vila Boa, os Caretos contam com a geração, uma vez que deixaram de se
companhia dos Marafonos e das Madamas. fabricar.
Enquanto que os Caretos são, exclusivamente, homens, qualquer pessoa “Como já não há quem faça man-
pode ser um Marafono. Trajados com cores escuras e com a cara coberta tas e a matéria-prima dos trajes está
com panos atiram cinza e farinha às pessoas que assistem às travessuras. a desaparecer, quando se vende al-
Já as Madamas vestem-se com roupas de gala, extremamente coloridas, e, gum fato é a preços elevados”, expli-
enquanto entoam cânticos, espalham papéis pelo ar. cou António José Vale.
António José Vale cria máscaras
desde os 18 anos

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 11


NORDESTE RURAL

Cogumelos à mesa em Mogadouro


FRANCISCO PINTO Segundo o presidente da CMM,
Morais Machado, um dos grandes
objectivos desta semana gastronómi-
Festival Gastronómico alia ca é contribuir para a dinamização da
esta especialidade aos pra- restauração local. “Pretendemos es-
tos tradicionais do Planalto timular a gastronomia tradicional e,
ao mesmo tempo, sensibilizar a res-
Mirandês tauração para fazer uso de ementas
que tenham por base os cogumelos,
Considerada a “capital do cogu- criando assim uma apetência para o
melo”, a vila de Mogadouro, acolhe, consumo dos produtos endógenos”,
de 31 de Outubro a 8 de Novembro, a salientou o autarca.
semana gastronómica trasmontana, O autarca destaca, ainda, a im-
inserida no Festival de Gastronómi- portância da associação micológica
co “Cogumelos Silvestres, Sabores de “A Pantorra”, que, este ano, assinala
Mogadouro ”. 11 de anos de existência dos Encon-
Se no ano passado foram outros tros Micológicos Transmontanos.
os sabores que atraíram os comensais Restaurantes promovem uso dos míscaros na gastronomia
As iniciativas programadas, tanto
a esta localidade, na edição deste ano pelo município, como da associação, “ Seria muito importante a cria- dial da gastronomia. Para além dos
os cogumelos serão reis e senhores à serão uma forma de promover o con- ção uma unidade transformação de passeios e da ceia micológica, haverá
mesa dos 11 restaurantes aderentes. celho do ponto de vista turístico. cogumelos em Mogadouro. Por isso, um programa lúdico, científico e cul-
Desta forma, os estabelecimentos “A lançamos o repto a quem quiser tural, que juntará nomes consagrados
Lareira”, “A Tasquinha”, “Campos”, apostar no sector. O município aju- do mundo da micologia e da música
“Cantinho”, “Dias”, “Estoril”, “Euro-
Mogadouro tem potencial para
daria no âmbito das suas obrigações, portuguesa. Assim, está já agendado
peu”, “Kalifa OK”, “Pensão Russo” a criação de uma unidade de visto que levaria à fixação de pessoas um concerto com fadista Kátia Guer-
e “2000” serão o ponto de encontro transformação de cogumelos e seria uma contribuição para o de- reiro, para o dia 31 de Outubro, e no
dos apreciadores da cozinha micoló- senvolvimento da economia local”, 7 de Novembro vai decorrer um es-
gica. A par da promoção turística e defende Morais Machado. pectáculo com Manuel Freire. Todas
Esta iniciativa é organizada pela gastronómica, há outro potencial que Em paralelo com a semana gas- estas actividades serão desenvolvidas
Câmara Municipal de Mogadouro terá de ser aproveitado, que passa tronómica, “A Pantorra” elaborou um numa das mais emblemáticas áreas
(CMM), em colaboração com a Asso- pela criação de unidades transforma- programa lúdico e científico que volta protegidas nacionais: o Parque Natu-
ciação Micológica “A Pantorra”. doras de destes fungos. a colocar Mogadouro no mapa mun- ral do Douro Internacional.

12 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

Caça & Pesca Nordestina


sabe-se que os dois primeiros dias
foram os mais fracos. No sábado, ve-
rificou-se o melhor dia do certame e
domingo, “esteve acima das nossas
expectativas”, nas palavras do vice-
presidente da Câmara Municipal de
Bragança, Rui Caseiro. “A avaliação
final é muito positiva, relativamente,
à adesão do público. Quanto à organi-
zação, não há reparos a fazer e os ex-
positores manifestaram a sua inten-
ção de continuar connosco se tiverem
essa oportunidade no próximo ano”,
refere o autarca. Segundo o respon-
sável, “houve um ligeiro decréscimo
em relação ao ano passado que não
Aves ao vivo já são cartaz do certame
se reflecte no nível de satisfação de
visitantes e expositores”. go Silva com “Nabor”, de raça Braco.
Um certame sectorial de negó- Para terminar, depois de jantar, a
Rui Caseiro abriu oficialmente a Norcaça & Norpesca 2009 cios, onde não marcou presença todo VIII Passagem de Modelos Norcaça.
o universo comercial de caça & pesca No domingo, pela manhã, a I Taça
BRUNO MATEUS FILENA tificial, providenciando um ambiente brigantino, e que contou no progra- de Santo Huberto, onde se sagraram
mais natural, enriquecido por fauna ma com momentos chave de envol- vencedores, em primeiro lugar, Paulo
e flora tipicamente transmontana.
“Ligeiro decréscimo em Em termos de afluência, a organiza-
vimento da comunidade, como, por Afonso e em segundo, Rui Aliste Vaz,
exemplo, com a visita das escolas do ambos de Bragança, em terceiro, de
relação ao ano passado não ção não quis avançar números mas ensino básico à Feira, onde puderam Mirandela, Francisco Borges. Ao final
se reflectiu na satis- participar como pescadores ao Achi- da tarde, entregaram-se as recorda-
fação de visitantes e
expositores”
O Centro Empresarial
de Bragança voltou a ser
palco da Norcaça & Norpes-
ca 2009, que decorreu de 22
a 25 de Outubro. O destaque
vai para as mudanças na en-
trada do certame, onde foi
inaugurada uma floresta ar- Crianças aprendem a pescar

Paulo Afonso (à esq) foi o grande vencedor

gã e à truta em lago artificial”. No ções aos expositores, procedendo-se,


terceiro dia, sábado bem cedinho, assim, ao encerramento da 8ª Feira
pelas 8 da manhã, a célebre monta- Internacional do Norte, que contou,
ria ao javali. Durante a tarde, a ex- de forma constante, com muita ani-
posição e avaliação de Cães de Caça mação, falcoaria, um stand da Polícia
que teve nos três primeiros lugares, de Segurança Pública, demonstra-
respectivamente, Paulo Afonso com ções de técnicas e segredos de pesca
“Dakar”, de raça Pointer, Alípio Bor- e munições quanto baste para outras
ges com “Zor”, de raça Setter, e Dio- tantas armas de fogo.
Caça e pesca na moda

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 13


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Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de Fernandes Pereira e do sul com Júlio Fernandes Junior, não descrito área de mil oitocentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar que atribuem o valor de quinze euros.
27 de Outubro de 2009 na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na do norte com Miguel Fernandes Pereira, do nascente com Manuel 20- Prédio rústico, sito em Quirogal, freguesia de Baçal, concelho
matriz respectiva, sob o artigo 362, sendo de 22,63 euros o seu Alves Vaz, do sul com Sebastião Amaro Pereira e do poente com de Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e du-
valor patrimonial, a que atribuem o valor de trinta euros. Manuel Alfredo Gomes, não descrito na Conservatória do Registo zentos metros quadrados, a confrontar do norte com Sebastião dos
5- Prédio rústico, sito em Coalheira, freguesia de Baçal, concelho Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo Reis, do nascente e do sul com Anselmo Gomes de Araújo e do po-
de Bragança, composto por cultura, com a área de quatrocentos 1223, sendo de 7,92 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem ente com José Luís Pereira herdeiros, não descrito na Conservatória
metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel António Flo- o valor de dez euros . do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva,
res, do nascente com Sebastião dos Reis, do sul e do poente com 13- Prédio rústico, sito em Quirogal, freguesia de Baçal, concelho sob o artigo 1272, sendo de 11,19 euros o seu valor patrimonial, a
Porfírio dos Anjos Pires, não descrito na Conservatória do Registo de Bragança, composto por vinha, com a área de mil e novecentos que atribuem o valor de quinze euros.
Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo metros quadrados, a confrontar do norte com José Luís Pereira, 21- Prédio urbano, sito em Caleja, freguesia de Baçal, concelho
420, sendo de 4,65 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o do nascente com César António Martins, do sul com José Miguel de Bragança, composto por casa de habitação de rés do chão e pri-
valor de cinco euros. Martins e do poente com Sebastião Amaro Pereira, não descrito na meiro andar, com a área de noventa e dois metros quadrados, a con-
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO 6- Prédio rústico, sito em Galgueira, freguesia de Baçal, conce- Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na ma- frontar do norte com Rua Pública, do nascente com José António
lho de Bragança, composto por cultura, com a área de mil metros triz respectiva, sob o artigo 1275, sendo de 27,53 euros o seu valor de Castro, do sul com Manuel António Ferreira e do poente com
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por quadrados, a confrontar do norte e do sul com Manuel Alves Vaz, patrimonial, a que atribuem o valor de trinta euros. Caminho Público, não descrito na Conservatória do Registo Predial
escritura lavrada no dia vinte e três de Outubro de dois mil e nove do nascente com Augusto dos Santos Vaz e do poente com José 14- Prédio rústico, sito em Quirogal, freguesia de Baçal, concelho de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 174,
no Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gon- Afonso Balisteiro, não descrito na Conservatória do Registo Pre- de Bragança, composto por vinha, com a área de mil e oitocentos sendo de 2315,35 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o
çalves Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo metros quadrados, a confrontar do norte com José Luís Pereira e valor de dois mil trezentos e vinte euros
Bragança, exarada de setenta e dois a folhas setenta e sete verso 604, sendo de 5,16 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem herdeiros, do nascente com Manuel António Pereira, do sul com 22- Prédio urbano, sito em Vale de Lamas, freguesia de Baçal, con-
do livro de notas para escrituras diversas número “Setenta e um o valor de dez euros. José Miguel Martins e do poente com César António Martins, não celho de Bragança, composto por casa de habitação de rés do chão e
–A”, ANSELMO JOSÉ GOMES DE ARAUJO e mulher CÂNDI- 7- Prédio rústico, sito em Lombo, freguesia de Baçal, concelho de descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins- primeiro andar, com a área de setenta e um virgula zero seis metros
DA MARIA FERNANDES, casados sob o regime da comunhão de Bragança, composto por cultura, com a área de mil e quinhentos crito na matriz respectiva, sob o artigo 1277, sendo de 26,02 euros o quadrados, a confrontar do norte com Pátio Comum, do nascente
geral de bens, ele natural da freguesia de Baçal, onde residem, no metros quadrados, a confrontar do norte com Luís António Mar- seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de trinta euros. com Judite Fernandes, do sul com Francisca Rosa Araújo e Mário
lugar de Vale de Lamas, ela natural da freguesia de Samil, concelho tins, do nascente com César António Martins, do sul com Sebastião 15- Prédio rústico, sito em Quirogal, freguesia de Baçal, concelho Inocêncio e do poente com Mário Inocêncio e Via Publica, não des-
de Bragança, NIFS 108 965 163 e 149 662 912, fizeram as decla- Amaro Pereira e do poente com Manuel Alves Vaz, não descrito de Bragança, composto por cultura e vinha, com a área de mil e crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito
rações constantes desta certidão, que com esta se compõe de oito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na setecentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Luís na matriz respectiva, sob o artigo 472, sendo de 4.240,00 euros o
laudas e vai conforme o original. matriz respectiva, sob o artigo 776, sendo de 7,67 euros o seu valor Pereira, do nascente com Américo de Outeiro, do poente com An- seu valor patrimonial, a que atribuem igual valor.
Bragança, Cartório Notarial, vinte e três de Outubro de dois mil patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. selmo José Gomes de Araujo e do sul com José Miguel Martins, 23- Prédio rústico, sito no Couto, freguesia de Baçal, concelho
e nove. 8- Prédio rústico, sito em Cabecinha, freguesia de Baçal, concelho não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas de Bragança, composto por cultura, com a área de quatro mil e
A Colaboradora Autorizada de Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e oito- inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 1278, sendo de 16,22 eu- duzentos metros quadrados, a confrontar do norte com Sebastião
Bernardete Isabel C. Simões Afonso centos metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente com ros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de vinte euros. Amaro Pereira, do nascente com Sebastião dos Reis, do sul com
Caminho Público, do sul com José Luís Pereira e Herdeiros e do 16- Prédio rústico, sito em Rigueiros, freguesia de Baçal, concelho caminho público e do poente com Luís António Martins, não des-
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, poente com Manuel João Balesteiro, não descrito na Conservatória de Bragança, composto por horta, com a área de seiscentos metros crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito
dos seguintes bens: do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, quadrados, a confrontar do norte e do nascente com Miguel Fernan- na matriz respectiva, sob o artigo 921, sendo de 21,24 euros o seu
1- Prédio rústico, sito em Fonteolas, freguesia de Baçal, concelho sob o artigo 912, sendo de 9,18 euros o seu valor patrimonial, a que des Pereira, do sul e do poente com Caminho Publico, não descrito valor patrimonial, a que atribuem
de Bragança, composto por cultura e sete oliveiras, com a área de atribuem o valor de dez euros. na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na o valor de vinte e cinco euros.
seis mil metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente com 9- Prédio rústico, sito em Couto, freguesia de Baçal, concelho de matriz respectiva, sob o artigo 1286, sendo de 1,01 euros o seu Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e
César Martins, do sul com Manuel Alfredo Gomes e do poente com Bragança, composto por lameiro, com a área de dois mil quatrocen- valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. setenta, por partilha verbal das heranças abertas por óbito de Abílio
Benedito Branco Gomes, não descrito na Conservatória do Registo tos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com José 17- Prédio rústico, sito em Vale de Aguas, freguesia de Baçal, Augusto Ferreira de Araújo e mulher Antónia Francisca Gomes,
Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo Luís Pereira e Herdeiros, do nascente com Francisco Parada, do sul concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de mil e que foram residentes na mencionada freguesia de Baçal, sem que
63, sendo de 35,70 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o com Francisca Rosa Araújo e do poente com Sebastião dos Reis, quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel no entanto ficasse a dispor de título formal que lhes permita, o
valor de quarenta euros. não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas António Ferreira, do nascente com Leonor do Anjos Marrão, do respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas, des-
2- Prédio rústico, sito em Touça, freguesia de Baçal, concelho de inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 964, sendo de 38,84 euros sul com Domingos António Pires e do poente com João Rodrigues, de logo, entraram na posse e fruição dos identificados prédios, em
Bragança, composto por cultura, com a área de sete mil metros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de quarenta euros. não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas nome próprio, posse que assim detêm há muito mais de vinte anos,
quadrados, a confrontar do norte com Diversos, do nascente com 10- Prédio rústico, sito em Valsamo, freguesia de Baçal, conce- inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 4639, sendo de 7,17 euros sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
Herdeiros de José Pereira, do sul com Terreno de Gimonde e do po- lho de Bragança, composto por pastagem, com a área quinhentos o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposi-
ente com António Flores, não descrito na Conservatória do Registo metros quadrados, a confrontar do norte com Carlos Manuel Ba- 18- Prédio rústico, sito em Caleja, freguesia de Baçal, concelho de ção, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome
Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo lesteiro, do nascente com Miguel Fernandes Pereira, do sul com Bragança, composto por sequeiro atravessado por uma passagem próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios,
91, sendo de 24,64 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o Casa do Próprio e do poente com Casa da Escola, não descrito na de peões, com a área de sessenta e oito metros quadrados, a con- nomeadamente, fazendo obras de melhoramento, habitando e guar-
valor de vinte e cinco euros. Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na ma- frontar do norte com Via Pública, do nascente com Josefa Maria dando os seus haveres e diversos bens móveis nos urbanos, ama-
3- Prédio rústico, sito na Poço do Seixo, freguesia do Baçal, con- triz respectiva, sob o artigo 1169, sendo de 0,25 euros o seu valor Castro Fernandes Rodrigues, do sul com O Próprio e do poente nhando, adubando, cultivando e colhendo os frutos dos rústicos,
celho de Bragança, composto por cultura, com a área de três mil e patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros. com Via Pública, não descrito na Conservatória do Registo Predial em todos agindo sempre por forma correspondente ao exercício do
trezentos metros quadrados, a confrontar do norte com Junta de fre- 11- Prédio rústico, sito no Cabeço, freguesia de Baçal, concelho de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 8523, direito de propriedade, quer usufruindo como tal os imóveis, quer
guesia, do nascente com Manuel António Ferreira, do sul com Her- de Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e oi- sendo de 10,00 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os respectivos
deiros de José Luís Pereira e do poente com Francisco dos Santos tocentos metros quadrados, a confrontar do norte e do poente com valor de dez euros. encargos e as referidas obras de melhoramento e conservação, quer
Vaz, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, Alberto Augusto Flores, do nascente com Eiras da Povoação, do 19- Prédio rústico, sito em Cabecinha, freguesia de Baçal, conce- ainda pagando as respectivas contribuições e impostos, mantendo-
mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 169, sendo de 7,80 sul com Júlio Santos Ferreira, não descrito na Conservatória do lho de Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e os sempre na sua inteira disponibilidade.
euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de dez euros. Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob cem metros quadrados, a confrontar do norte com Carlos Manuel Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, con-
4- Prédio rústico, sito em Lameiras, freguesia do Baçal, concelho o artigo 1193, sendo de 6,66 euros o seu valor patrimonial, a que Balesteiro, do nascente com Anselmo Gomes de Araújo, do sul e do duziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justi-
de Bragança, composto por cultura com dez oliveiras, com a área atribuem o valor de dez euros. poente com Isabel Maria Rodrigues, não descrito na Conservatória ficando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado
de quatro mil e cem metros quadrados, a confrontar do norte e do 12- Prédio rústico, sito em Rigueiros, freguesia de Baçal, conce- do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer
poente com Augusto Ferreira de Araujo, do nascente com Miguel lho de Bragança, composto por cultura e nove castanheiros, com a sob o artigo 322, sendo de 10,68 euros o seu valor patrimonial, a outro título formal extrajudicial.

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Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de 27 de Outubro de 2009

CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL


ORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO REAPRENDER A VIVER
Nos termos da alínea c) do n° 2 do artigo 29° dos estatutos da Associação Reaprender a Viver,
IPSS, pessoa colectiva n° 506 152 405, convoco os associados a reunirem-se em Assembleia
Geral, no próximo dia 11 de Novembro de 2009, pelas 20:30 horas, na sede da Associação Re-
aprender a Viver, sito na Rua Dra. Laura Torres, n° 19, Bairro da Estação, em Bragança, com a
seguinte ordem de trabalhos:
- Apreciação e votação do orçamento e programa de acção para o ano de 2010.
Se à hora marcada não estiverem presentes mais de metade dos associados com direito a voto, a
assembleia reunirá, com qualquer número de presentes, uma hora depois.
Bragança, 19 de Outubro de 2009
O Presidente da Mesa da Assembleia Geral
Vitor Dinis Fernandes Batista

14 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


LUGARES

Poiares: agricultura entranhada VOZES


Mª João Martins - 22 anos
na beleza da paisagem “Estou em Poiares há
dois anos. É uma aldeia
pacata, mas ainda tem
bastante gente. Eu sou
TERESA BATISTA proprietária de um café. A
calçada e o Penedo Durão
trazem muitos visitantes à aldeia.”
Calçada de Alpajares e
miradouro do Penedo Durão Artur Faustino - 67 anos
“Sou nascido e criado
são relíquias que atraem em Poiares. O que caracte-
visitantes de todo o País riza a nossa terra é a Calça-
da de Alpajares e o Penedo
As casas de xisto são a imagem Durão. Fui sempre agricul-
tor, mas da maneira que as
de marca de uma freguesia rica em
coisas estão andamos a trabalhar para
história e em património envolto em aquecer”.
paisagens de beleza rara. Estamos na
freguesia de Poiares, no concelho de
Freixo de Espada à Cinta, onde a per- Francisco Afonso - 85 anos
“Vim para Poiares com
feição da natureza salta à vista dos vi-
5 anos, porque o meu pai
sitantes. Nesta terra, essencialmente
era ferreiro e veio substi-
agrícola, o visitante encontra campos tuir um tio meu que fale-
repletos de oliveiras e vinhas entra- ceu. Depois aprendi a arte
nhadas nas encostas imponentes que Penedo Durão proporciona uma vista panorâmica sobre o Douro Internacional do meu pai, mas hoje só
ladeiam o rio Douro. ponho a forja a funcionar para mim e
A “Calçada de Alpajares”, também nais, que, em ziguezague, dão acesso local abençoado pela natureza, que se para os amigos”.
conhecida por “Calçada do Diabo”, ao muralhado do povoado de S. Pau- encontra devidamente aproveitado e
classificada como Imóvel de Interes- lo, edificado na Idade do Ferro, onde oferece às pessoas condições únicas Vítor Faustino - 35 anos
se Público, é uma verdadeira relíquia se encontram vestígios dos períodos para poderem desfrutar de um pano- “Os meus pais eram
que se estende ao longo do Douro e romano e medieval. rama fascinante sobre o Douro Inter- emigrantes, nasci em Fran-
atrai visitantes de diversos pontos do A par da história, a calçada tam- nacional. Do varandim a que se tem ça e depois regressei com
País. Por aqui pode-se fazer um pas- bém está associada a uma lenda que acesso pela escadaria em xisto avis- eles. Gosto de viver aqui,
seio pedestre de 8 quilómetros, por torna este local ainda mais mítico tam-se as águas do rio que se vai re- mas o futuro é complicado.
um caminho sinuoso, com passagem (ver caixa). cortando com a imponência rochosa Trabalho na agricultura. O
forte da produção é a azeitona, mas
obrigatória por alguns pombais e por Seguindo viagem pelas paisagens das serras que ladeiam o vale.
é difícil viver com os rendimentos da
sepulturas antropomórficas cavadas durienses encontramos mais vestí- Dentro da localidade de Poiares, agricultura”.
no xisto preto. gios arqueológicos. Entre as Serras os visitantes podem, ainda, apreciar
Classificada em 1997, a calçada do Marão e de Avões ergue-se o “Cas- os recantos da igreja matriz, datada
integrava a via romana de carácter telo de Alva”, com potencialidades de 1962, e as quatro capelas espalha- de rendimentos, tanto para as pes-
secundário que atravessava o Douro defensivas e um controle visual sobre das pela aldeia. soas com mais idade, como para os
(nas imediações de Barca d`Alva) e um vastíssimo horizonte. Este patri- Quem vive aqui orgulha-se do pa- jovens que decidiram ficar na sua
a ribeira de Mosteiro, até chegar ao mónio remonta à ocupação romana, trimónio, mas defende que o turismo terra natal. A azeitona é a principal
Planalto Mirandês. Actualmente, res- a julgar pelas ruínas do povoado for- devia ser mais aproveitado em ter- produção, à qual se juntam o vinho e
tam, apenas, alguns dos troços origi- tificado conhecido por S. Paulo. mos económicos. a laranja produzidos nos terrenos si-
A agricultura é a principal fonte tuados nas encostas do Douro.
Agricultura é a
principal fonte
de rendimento Lenda da “Calçada de Alpajares”
numa freguesia
Em tempos antigos, reza a lenda, um cavaleiro vindo dos lados de Barca d’Alva,
privilegiada em noite de tempestade, chegou à margem da Ribeira do Mosteiro. Dada a necessi-
pelos encantos dade de atravessar o bravo curso de água, pois tinha a sua amada à espera, suspirou
aflito: “Valha-me Deus ou o Diabo”. Foi Satanás que apareceu ao chamamento e
da paisagem disse: “Se me deres a tua alma, antes que o galo preto cante, te darei uma ponte e
uma estrada para que possas seguir a tua cavalgada sem perigo”. O cavaleiro aceitou
A beleza do e o infernal pedreiro e seus acólitos atarefaram-se na arrojada construção de uma
rio Douro propor- calçada entre os fraguedos. Eis que canta o galo três vezes quando faltava, apenas,
ciona mais uma colocar as duas últimas pedras da ponte. O cavaleiro liberto do seu compromisso
viagem até ao mi- prosseguiu a sua viagem e o Diabo, enraivecido, desapareceu com os seus acólitos
radouro Penedo através de uma bocarra que se abriu entre os penhascos.
Igreja Matriz é o ex-libris da localidade Durão. Este é um

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 15


NORDESTE RURAL

Agricultor colhe abóbora gigante


TERESA BATISTA delas pesa 1,320 quilos”, salienta o
produtor bragançano.
Alfredo Fernandes já é Numa quinta situada em S. Pedro
de Sarracenos, Alfredo Fernandes já
repetente na colheita de colheu diversos produtos com tama-
produtos com dimensões nho fora do vulgar. “Há 2 anos colhi
fora do vulgar abóboras com mais de 70 quilos”, en-
fatiza.
60 quilos é o peso da maior abó- Questionado sobre o segredo
bora colhida por Alfredo Fernandes. para colher legumes tão grandes, o
Este agricultor de Bragança considera agricultor afirma que só se preocupa
que um produto deste tamanho num em tratar bem o renovo. “Tiro-lhe as
ano de seca é um verdadeiro feito. ervas e rego. Este ano, tive que regar
“ É a maior desta colheita, mas já muito mais, porque mal se deitava a
não é a primeira vez que tenho abó- água a terra ficava logo seca”, acres-
boras com dimensões fora do nor- centa.
mal. Mas uma abóbora de 60 quilos A forma de tratamento é simples
num ano seco, como foi este, é para e boa para a saúde. “Só tenho produ-
mim uma admiração”, afirma Alfredo tos biológicos. Não deito adubo, só
Alfredo Fernandes pesa abóbora de 60 quilos
Fernandes. uso estrume dos animais”, desvenda.
A par da abóbora gigante, o agri- As cebolas também ganham gran- Alfredo Fernandes afirma que se para os porcos e para fazer sopa.
cultor também se orgulha em mostrar des dimensões, pelo que a fertilidade os produtos agrícolas tivessem esco- “Pus a abóbora e as batatas em
batatas com mais de um quilo. “Com do terreno poderá estar na origem do amento podia aumentar a colheita, exposição no mini-mercado e houve
11 batatas enchi um balde de 20 litros. tamanho dos legumes. “Desde que assim vai produzindo para consumo agricultores com 70 e 80 anos que
Tenho 66 anos, trabalhei sempre na comprei aqueles terrenos que tenho doméstico. nunca viram, principalmente, bata-
agricultura e não tenho memória de tido produtos muito grandes”, cons- Quanto ao destino da abóbora tas tão grandes”, remata Alfredo Fer-
arrancar batatas tão grandes. Uma tata o agricultor. gigante, o agricultor diz que vai ser nandes.

Estilos de Vinho II
Manuel Champanhes e Espumantes, é a presen- segunda fermentação é efectuada na dos, são todos os obtidos pela adição de
Sampaio da Veiga ça de gás no vinho, isto consegue-se du- própria garrafa em que é vendido. aguardente vínica, durante a fermenta-
Enólogo rante a fermentação, na transformação O método da Fermentação em Gar- ção alcoólica.
dos açúcares do mosto em álcool, em rafa ou “método de transferência” é si- Esta adição produz vinhos alcoó-
Em continuidade do tema sobre os que se liberta dióxido de carbono, que milar ao anterior mas a garrafa de ven- licos que são doces, por ainda ficarem
principais estilos de vinhos, abordamos devemos reter dentro no mosto/vinho. da ao público não é necessariamente a açúcares por transformar da fermenta-
hoje os dois restantes, os vinhos Espu- É também comum aos dois a pro- mesma onde se realizou a segunda fer- ção alcoólica incompleta. Estes vinhos
mante/Champanhe e os Fortificados. dução de um vinho “base”, o qual se mentação. terão uma longevidade fora da média,
Apesar de tanto os vinhos Espumante submete a uma nova fermentação, que No método Rural é a uma forma in- proveniente da protecção do álcool e dos
como os Champanhe partilharem carac- produz o gás carbónico que se vai apri- completa do método Champanhês, an- compostos extraídos na fermentação
terísticas comuns, “tais” como o méto- sionar. A garantia de bons resultados tes de finalizar a primeira fermentação que lhe dão o corpo. O Vinho do Porto,
do de vinificação, possuírem gás e até gustativos advém principalmente da alcoólica para obtenção do vinho base, é cuja reputação e prestígio são exclusivos
aromas e paladar semelhantes, o que os qualidade obtida do vinho “base”. engarrafado. É vendido na própria gar- de Portugal, tem vários tipos diferentes,
diferencia estritamente, é a região onde Sobre os métodos de produção deste rafa. designados por Tawny, Ruby, Colheita,
são produzidos. Qualquer país que use tipo de vinho, que são bastante simila- Finalmente o método Charmat ou L.B.V., Vintage e Quinta.
as mesmas variedades de uvas planta- res ao do vinho Branco, com a diferença em “cuba fechada”, dão-se as duas fer- A realização destes vinhos, obedece
das na região de Champanhe, produza que retemos o gás natural, refiro os qua- mentações em cubas de inox estanques. à mesma técnica dos vinhos Tintos, até
vinhos através dos mesmos métodos de tro métodos conhecidos de vinificação, Seguidamente são filtrados e engarrafa- ao momento da adição de aguardente ao
vinificação que usam em França, nunca o método Champanhês, a Fermentação dos a (-3 ºC) de forma a garantir a dis- mosto, que pára a fermentação. Criam-
poderá atribuir a designação de Cham- em Garrafa, o método Rural e o método solução no líquido do gás. se vários tipos de acordo com a orien-
panhe, mas sim Espumante. Isto re- Charmat. Relembro que não se deve confun- tação ou destino desejado, mas sempre
percute-se na exclusividade e prestígio No método Champanhês (idêntico dir um vinho Espumante com Cham- sob influência do ano de colheita das
da região de Champanhe, à imagem do ao da região de Champanhe), também panhe, mesmo que este seja produzido uvas, das características climatéricas
nosso Vinho do Porto. conhecido como “tradicional” ou “clás- pelo método Champanhês. desse ano, da mistura de lotes e do en-
A característica mais comum entre sico”, referimo-nos a um vinho onde a Em relação aos vinhos Fortifica- velhecimento (reservas).

16 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Castanha faz a Festa em Vinhais
Vinhais é um dos concelhos A vertente técnica será assegura- ceitas com cogumelos silvestres. mação musical, são motivos mais
com maior produção de castanha da através da realização das Jornadas que suficientes para que não falte a
do país, tendo visto a sua produ- do Castanheiro, da responsabilidade Oferta de castanhas, assadas esta chamada irresistível. Aproveite
ção aumentar anualmente, graças da ARBÓREA. no Maior Assador de Castanhas do para visitar Vinhais neste fim-de-
ao investimento que os produtores Mundo, vinho, jeropiga e muita ani- semana de Outono.
têm feito em plantações de novos Teremos este ano uma maior
soutos e em tecnologia de produção quantidade de castanha à venda que
de castanha. juntamente com outros produtos da
agricultura local, constituem o Mer-
A RuralCastanea – Festa da cado das Colheitas de Outono. Os
Castanha, vai decorrer de 30 de Ou- concursos de castanha e de doçaria
tubro a 1 de Novembro em Vinhais e de castanha premiarão os melhores
pretende valorizar a castanha, pro- produtores e as melhores sobreme-
movê-la na sua vertente gastronó- sas.
mica e potenciar a sua produção.
Durante estes dias decorrerá a
É um certame onde encontra- Semana Gastronómica da Casta-
mos várias empresas ligadas ao sec- nha onde encontraremos, nos vários
tor, produtos de castanha, venda de restaurantes aderentes, saborosas
colheitas de Outono, gastronomia receitas tradicionais com utilização
associada à castanha, artesanato, da castanha. Também os cogumelos
um Magusto permanente e muita estarão em destaque, num workshop
animação e espectáculos. seguido de degustação de várias re-

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 17


ESPECIAL RURAL CASTANEA 2009

“Castanheiro: Turismo
Ecomuseu em livro

Técnicas e Práticas”
O programa da Festa da Castanha
de Vinhais contempla o lançamento
de um livro sobre o Ecomuseu do
concelho, que fornece imagens e in-
formações a todos aqueles que que-
rem conhecer melhor as maravilhas
tributo de técnicos, de associações
deste município da Terra Fria Trans-
ligadas ao sector e de vários investi-
montana.
gadores da Universidade de Trás-os-
O livro dedicado ao Ecomuseu é
Montes e Alto Douro.
uma edição da autarquia com o apoio
“É um manual dirigido a produ-
da CoraNE, que complementa o ma-
tores que aborda o que é fundamen-
terial interactivo já disponível no
tal para o agricultor. É importante
Posto de Turismo de Vinhais.
pegar nos conhecimentos e fazer um
Por outro lado, a Câmara Muni-
compêndio”, realça o presidente da
cipal de Vinhais quer aproveitar esta
Câmara Municipal de Vinhais, Amé-
altura de tons verdes e castanhos,
rico Pereira.
para promover visitas às principais
E como a castanha é rainha, não
manchas de soutos do concelho.
faltará o respectivo concurso para
“Há locais onde existem imensos
premiar os produtores e distinguir as
hectares de soutos, que queremos
variedades do fruto, em especial a ju-
promover como destino turístico.
dia e longal.
Temos regiões, como Vilar de Pere-
Outro dos momentos altos em
grinos, com uma paisagem ímpar.
termos técnicos é a sessão de divul-
Em vez de ser o Douro em vinhas, é
gação do PRODER/LEADER, uma
Vinhais em soutos” acentua o presi-
Agricultores adquirem conhecimentos para produzir mais e melhor acção dirigida aos pequenos produ-
dente da CMV, Américo Pereira.
tores que queiram aproveitar a 2ª
Certame inclui uma Ambiental da Terra Fria Transmon- fase de candidaturas ao programa
tana), com o apoio da Câmara Muni- Leader para avançar com uma uni-
componente técnica cipal, que abordará temas premen- dade agro-industrial do tipo III. “À
de grande importância tes como a “Produção Biológica de semelhança do que acontece com as
Castanha” e “Castanha da Terra Fria cozinhas regionais de fumeiro, o pro-
para os produtores Transmontana DOP”. Além de uma grama Leader é uma oportunidade
demonstração de tratamento de do- para termos unidades noutras áreas,
A par dos momentos de festa e enças do castanheiro, será apresen- pelo que temos que apoiar os agricul-
convívio, a Rural Castanea também é tado o livro “Castanheiro: Técnicas tores no processo de licenciamento”,
palco das Jornadas Técnicas do Cas- e Práticas”, que funcionará como um salienta Carla Alves, responsável da
tanheiro, uma organização da AR- verdadeiro manual para os produto- TuriMontesinho, a empresa munici-
BOREA (Associação Agro-Florestal e res da região, pois conta com o con- pal que organiza a Rural Castanea. Município quer promover Vinhais em soutos

Cacovin recolhe cogumelos colha de cogumelos, contudo, arran-


ca já neste ano. “Todos aqueles que
se dedicam a apanhar cogumelos po-
dem solicitar-nos, que nós já vamos
Cooperativa aposta na tanha e prepara-se para completar, recolhê-los nesta época e trataremos
já no próximo ano, a linha de trata- de os encaminhar para unidades de
diversificação de produtos mento deste e de outros frutos secos. tratamento”, assegura o edil.
para laborar todo o ano Através de um projecto apoiado pelo Para incentivar os agricultores, a
PRODER no valor 1,5 milhões de eu- organização agendou um workshop
A Cacovin já está a receber cas- ros, o leque de investimentos também sobre cogumelos silvestres, onde os
participantes poderão alargar os seus
conhecimentos em diversas sessões
práticas. A formação está a cargo
Cogumelos são o próximo passo duma pequena empresa da zona de
contempla uma linha de embalamen- Puebla de Sanábria (Espanha) ligada
to de legumes. à transformação deste produto, que
Com esta aposta na diversifica- também assegurará a prova de de-
ção, a cooperativa estará apta a la- gustação de cogumelos silvestres que
borar durante todo o ano. “Há uma encerrará o workshop.
parte do ano em que as unidades es-
tão paradas e há potencialidade nos
soutos e na floresta para outras acti-
vidades, como os cogumelos”, explica
o presidente da Câmara Municipal de
Vinhais, Américo Pereira.
Para tal, encontra-se em marcha
uma candidatura para criar uma uni-
dade de recolha, tratamento e emba-
lamento de cogumelos, que deverá
Unidade já começou a recolher castanha começar a funcionar em 2011. A re- Cacovin ao serviço do Desenvolvimento Rural

18 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


ESPECIAL RURAL CASTANEA 2009

REFCAST reforça a fileira da castanha


Projecto promete duplicar financiar estas e outras que queiram
aparecer, no sentido de apostar nos
a área de souto em Trás-os- produtos finais da castanha, para as
Montes pôr no mercado em fresco ou trans-
formadas”, acrescenta o responsável
REFCAST é a sigla de um projec-
to que pretende aumentar a área de “Temos que agarrar a casta-
soutos nos próximos 5 anos, em toda nha como algo que pode, deci-
a zona transmontana de produção de sivamente, contribuir para a me-
castanha.
lhoria da vida dos agricultores
A candidatura, denominada Re-
forço Estrutural da Fileira da Cas- do concelho”
tanha, envolve uma verba de 80
milhões de euros, em grande parte A Rural Castanea 2009 acolherá
proveniente do ProDer, destinados a a apresentação destas medidas, que
dinamizar o sector, desde a prepara- se dirigem aos agricultores, associa-
ção dos terrenos para os soutos até à ções do sector e instituições ligadas à
colocação do produto na mesa. castanha. “Temos que agarrar a cas-
Tendo a Universidade de Trás- Americo Pereira, Carla alves e Roberto Afonso na apresentação da Festa da Castanha de Vinhais tanha como algo que pode, decisiva-
os-Montes e Alto Douro como chefe mente, contribuir para a melhoria da
de fila, o REFCAST envolve toda a re- plantação e esta produção”, avança o e na primeira calibragem, tarefa que vida dos agricultores do concelho. É
gião de castanha de Trás-os-Montes, presidente da Câmara Municipal de terá que ser feita nas próprias explo- a nossa esperança”, confessa Améri-
que em conjunto definiram uma es- Vinhais, Américo Pereira. rações. co Pereira. Foi neste sentido que, há
tratégia adaptada a cada sub-região Para tal, todas as regiões que pro- “Há trabalhos que os próprios 4 anos, a autarquia lançou a Festa da
produtora. duzem castanha serão dotadas de produtores podem fazer, mas que Castanha, um certame que, a par da
Na Terra Fria Transmontana, por equipas de técnicos que actuarão no não fazem porque não têm conhe- Feira do Fumeiro, já é um cartaz do
exemplo, a primeira fase será a arbo- campo, especialmente no combate às cimentos nem equipamentos para concelho. “Esta feira serve para expli-
rização, de modo a aumentar para o doenças do castanheiro. “Cada con- isso”, recorda Américo Pereira. car a vantagem de acrescentar valor
dobro a área dos castanheiros. “Nes- celho terá equipas de técnicos que se Por isso, outras das vertentes do à castanha, nomeadamente através
te momento, temos uma produção encarregam de garantir a sanidade REFCAST é o apoio às 3 unidades de da transformação. Por último, quere-
de 25.694 toneladas, a que corres- dos soutos”, explica o autarca. armazenamento e tratamento que mos valorizar a gastronomia da cas-
ponde uma área de soutos de 10.468 Depois há que investir no armaze- já existem na região, bem como as tanha e, também, lançar o turismo
hectares. A ideia é duplicar a área de namento para evitar o apodrecimento que surjam futuramente. “A ideia é dos soutos”, avança o autarca.

Sabores de Vinhais As colheitas de Outono


A par da venda de castanha, que rão expostas em bancas concebidas
este ano será reforçada, há muito par o efeito, emprestando ao certame
para ver e comprar no Mercado de uma cor bem a condizer com a pai-
Colheitas de Outono, formado por sagem do concelho de Vinhais. “Esta
um variado leque de produtos, mui- é uma altura fabulosa para visitar a
tos deles biológicos. nossa região, para passar o fim-de-
Ao todo, a Rural Castanea conta semana em Vinhais, visitar a feira e
com 70 stands, divididos pela casta- conhecer o Parque Biológico”, consi-
nha, doçaria, hortícolas, vinhos, fru- dera Carla Alves.
tas, queijos e mel, cogumelos, carnes Apesar de estar na 4ª edição, a
certificadas, fumeiro e instrumentos Rural Castanea ganha adeptos e os
de trabalho ligados à floresta. negócios aumentam pois “há produ-
Em parceria com as Juntas de tos de qualidade a preços muito aces-
Freguesia, as colheitas de Outono se- síveis”, salienta a responsável.

Verdadeiras obras de arte

A Festa da Castanha regressa a Cidões.


Vinhais de 30 de Outubro a 1 de No- Para aconchegar o estômago, são
vembro. São três dias repletos de ac- 10 os restaurantes que participam na
tividades, em que 2 toneladas de cas- Semana Gastronómica da Castanha,
tanha passarão pelo Maior Assador todos eles com menus à base de fu-
do Mundo para protagonizar vários meiro, pratos com castanha e carnes
magustos gratuitos, sempre acompa- de qualidade.
nhados de vinho novo e jeropiga. À sobremesa não pode faltar a
Música tradicional, Raid Fotográ- Doçaria de Castanha, que, aliás, é
fico, Luta de Touros, Prova de Perícia alvo de um concurso bem disputado
de Tractores e Passeio BTT – Tour da pelas gentes do concelho de Vinhais.
Castanha dão o mote num certame A título de novidade, saiba que bem
que este ano também inclui a famo- perto do assador gigante haverá tas-
sa Festa da Cabra e do Canhoto, em quinhas que servirão petiscos. Bancas alegres e coloridas pelas colheitas

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 19


20 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE
Tierra, Giente i Lhéngua

A la cumbersa cun…
Paulo Meirinhos, grande músico mirandés
i custrutor de strumientos tradecionales.
Anque seia subretodo coincido por balhos manuales, trabalhábamos muito
ser un de ls fundadores i membro de l gru- an madeira, i fui daprendendo alguas téc-
po musical Galandun Galandaina, Paulo nicas i coicendo alguas ferramientas que
Meirinhos ye tamien porsor de música i inda hoije uso, cumo la “serra de cabelo”
custrutor de strumientos tradecionales, que uso para fazer las rosáceas nas rabe-
an special l pandeiro i la rabeca. Neste cas. Cun las apredizaijes que fui tenedo,
sou trabalho, ten benido a recustruir ar- acho que fui algo mui natural tentar fazer
tes antigas, zambolbidas cula sou saber algun stremento musical: ampecei por
i arte, i l studo que faç de ls strumientos uas castanhuolas i mais tarde tube ganas
antigos, oubindo ls mais bielhos i seguin- de fazer un ou dous pandeiros cumo ls
do la licion de sou abó, l tiu Alfreto Ven- que miu abo fazie pa l Grupo de Dues Ei-
tura, de Dues Eigreijas, músico i artesano greijas i que you nun ancuntraba an sítio
eicecional, a quien Paulo Meirinho nun niun. Quando fiç l purmeiro, quedei cun l
perde ua ouportunidade de le prestar la bíçio tan antranhado que nistante tenie la
sue houmenaige, cumo puode ber-se ne casa chena de pandeiros. Mais tarde am-
l sou blogue, an http://pandeiromirandes. peçei a fazer las rabecas.
blogspot.com/, sítio que tamien puode
serbir para falar cul artista i mercar ls FM - Quales son ls strumiento que
sous strumientos. tu fazes?
Fumus a saber l que pensa Paulo PM - Tengo-me dedicado pricipal-
Meirinhos de ls strumientos tradeciona- mente als pandeiros (quadrados, triángu-
les, coincer melhor la sue arte i dá-la a los, losangos i heiságonos) i a las rabe-
coincer cumo parte amportante de l pa- cas.
trimónio cultural mirandés, i tamien falar
cun el quanto a la música mirandesa i l FM - Porquei esses i nó outros, ta-
modo cumo ls strumientos son ousados i mien tradecionales, cumo tal gaitas?
la mocidades ls ten benido a daprender a PM - Apesar de todo, estes cunsigo
tocar. Muito se ten falado de la gaita, de fazé-los an casa an pie de l lhume, i para
la fraita pastoril i de l tamboril, mas hai fazer gaitas son percisas outas ferramien-
outros strumientos tradecionales de que tas cumo l torno que no campo que tengo
nun se puode perder l uso i l saber, puis serie ampossíble trabalhar. De qualquie-
son eissenciales na cultura musical popu- ra maneira, fazer gaitas nun stá nos mius
lar, anque nun séian tan bistosos. mien l saber na custrucion de strumien- oujectibos atuales.
Un outro trabalho eissencial a que tos ten de passar para outras giraçones, FM (Fuolha Mirandesa) - Cumo
Peulo Mairinhos se ten dedicado ye al séian eilhes pandeiros, rabecas, gaitas fui que tubiste la eideia de te dedicares “Acho que nun ye falta de hou-
ansino de la gaita mirandesa subretodo ou outros strumientos. Stou cierto que a fabricar strumientos musicales?
a sou tiempo todo se fazerá. L que eiqui PM (Paulo Meirinhos) - A mi siem-
mildade se falar nun punto de
a moços, mas tamien ten ansinado muita
música pulas scuolas, nun trabalho que nun quiero squecer ye que you mesmo pre se me dou picar na madeira, fazer uas mudança nesta queston (de la
ye eissencial apoiar i zambolber. Cumo me lhembro de ls ciegos que aparecien anzonas, miu abó era carpinteiro i para música), que fui l aparecimento
el outros ten habido i de alguns yá eiqui a tocar rabeca pulas aldés, cumo l que le me antretener, zenhaba ua frol nua trabica de l grupo Galandun Galundai-
falemos, cumo de Mário Correia i de Cé- chamábamos Manquito de la Çureira, yá i daba-me un formon para la sculpir. Zde
na, nua altura an que quaje nun
lio Pires, mas un die destes chegaremos acubierto por un cerrado nubrineiro al pequeinho que, cumo muitos mirandeses,
tamien a la cumbersa cun outro grande menos na mie cabeça. Son essas lhem- ando cun ua nabalhica no bolso i muitas habie gueiteiros”
músico mirandés, Paulo Preto, tamien el bráncias i sfergantes mágicos de música bezes fazie uns barquitos de cortiça, mo-
mui dedicado al ansino de la gaita. que l trabalho de Paulo Meirinhos me faç linos de bulhacas para poner no ribeiro, i FM - Sei que l saber para custruir
Inda nun cheguemos ende, mas ta- lhembrar. Bien haias por todo esso. cousas assi. Mais tarde, nas aulas de tra- pandeiros l fuste a buscar al saber de l
>>

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 21


LA FUOLHA MIRANDESA

>> “Bibimos un bun momento pa la FM - Ye fácele bender esses stru-


pobo, mas fui mui amportante l saber música na Tierra de Miranda, cun mui- mientos?
de tou abó. Fala-mos de todo esso. tos custrutores a ampeçar a amostrar l PM - Inda nun bendi niun, mas ten-
PM - Cumo dixe antes, miu abó fazie sou trabalho de muita culidade i músicos go dues encomiendas, só que cumo tardo
ls pandeiros pa l Grupo de Dues Eigrei- cada beç an mais grande númaro” tanto a fazé-las por bias de l trabalho ma-
jas, i you queríe uns cumo esses que apa- nual cun las ferramientas que uso i de las
récen an retratos antigos de l Grupo i an FM - Adonde fuste a buscar la téc- técnicas de colas i lacas, que nun sei se
lhibros de strumentos tradicionales, mas nica para custruir rabecas? quando chegar al fin inda las ban a que-
nun ls ancuntraba a bender. Anton, mie PM - La berdade ye que sou outo- rer…
mai i mie tia tenien cada ua sou pandei- didata na custruçon de las rabecas i de
ro de miu abó i you andube a ber cumo ls pandeiros. Passei muitas horas a resol- FM - Quales cuidas que puoden
ber porblemas que me fúrun aparecendo, ser cunsidrados cumo strumientos tra- por bias de la modernidade i oulidade
se fazien. Ampecei a juntar materiales i
mas cun pacéncia, eimaginaçon i buona dicionales mirandeses? cun que soubírun apersentar la música
a pensar cumo ls fazer, até que arranjei la
buntade fui dando la buolta als porble- PM - La tradiçon muda cun l tiem- mirandesa.
piel curtida i pus-me a fazé-los.
Yá nun tube la suorte de haber sido mas. Ultimamente tengo buscado alguns po. Podemos dar special relebo a la gaita,
libros ou páiginas de la anternete adonde caixa, bombo, pandeiros, fraita i tam- FM - I anton para ansinar a tocar,
ansinado por miu abó que se morriu, Dius
se puoden tirar eideias. Fui tamien mui boril i muitas pequeinhas percusiones cuidas que las cousas stan bien anca-
l perdone, hai binte anhos, i nessa altura
amportante para mi uas dues horas que que acumpánhan l canto. Muitos mais minadas, subretodo antre la mocida-
inda you nun pensaba nestas cousas.
passei cun un amigo de Caldas da Rainha hai i habie, mas que deixórun de se to- de?
Alguas ferramientas que uso éran
que se chama Orlando Trindade i ye un car, cumo la dulçaina, de que aparécen PM - You dirie que si, mas tamien
del, cumo formones, prainas i outros.
de ls melhores custrutores de strementos registros an lhibros antigos de se haber sou suspeito para falar disso, ua beç que
stou amplicado nesse porcesso de ansino.
5. La rabeca achas que ye un stru-
Mas tanto you cumo l miu colega Paulo
miento tradecional mirandés? Puodes-
Preto, cumo la Associaçon Lérias an Pa-
mos fazer la çcriçon de las partes de
laçuolo, stamos a fazer un trabalho sério
que se cumpon?
nesta área.
PM - An berdade, you apmeçei a to-
car la rabeca porque era un stumento que
me gustaba i tenie yá la facelidade de la “La padronizaçon i recoicimen-
mano squierda afeita al braço de stremen- to de la gaita mirandesa fui
tos de cuorda, porque studei guitarra. importante pa la música miran-
Çque tengo tocado la rabeca nos la-
desa porque agora yá se béien
res de ls bielhos, adonde fago animaçon,
muitos me ténen falado de un tiu de Au- grupos de mais que ua gaita
gas Bibas que se chamaba Tiu Pino i to- mirandesa a tocar juntos”
caba ua rabeca que el mesmo fizo. Inda
hai muitos que se lhémbran del i de la FM - Ua redadeira question. Abançou-se
própia rabeca, que dizen que era apareci- pa la standardizaçon de la gaita: que ba-
da a un biolino. Cúntan que el tenie bun láncio fazes dessa spriença i qual ten sido
oubido pa la música porque tamien to- la adeson de ls tocadores i de l público?
caba l harmónico ou cuncertina, cantaba PM - La padronizaçon i recoicimen-
i era antrejeitado i mui purfeito no que to de la gaita mirandesa fui importante pa
fazíe. Dizen que para drobar bien la ma- la música mirandesa porque agora yá se
deira de la rabeca la coziu nua caldeira. béien grupos de mais que ua gaita miran-
Na custruçon de las rabecas tengo desa a tocar juntos. L que passaba antes
ousado só madeiras deiqui de la nuossa deste calatriç. Nesse cacho, el dou-me pagado a algun destes músicos nas fies- era que cada un que fazie gaitas, teníe un
tierra para fazer las bárias partes: madei- uns quantos cunseilhos suobre colas, la- tas. Cunsidero la rabeca mui tradecional, modelo que iba copiando de uas pa las
ras brandas i lebes pa l cuorpo, cumo l cas, madeiras i speto giral. Para colar las inda mais apuis de haber scuitado essas outras, ou nó…, i quando se trataba de
liseiro (amineiro), choupo, tília i morei- bárias partes, tengo ousado ua cola que cuontas de ls bielhos. ajuntar gueiteiros para tocar, nun sonaba
ra. La scala debe ser feita de ua madeira era ousada hai uns cientos de anhos, feita mui bien porque las scalas éran çfrentes
dura para que nun tenga zgaste adonde se de partes de animales. Un componente FM - Qual ye la situaçon an que de gaita para gaita. Agora, las gaitas son
ancuostan las cuordas, eiqui uso carrasco, de ls ourganismos que se chama “colagé- se ancontra l uso popular desses stru- feitas segundo un modelo de ua gaita que
oulibeira i carbalho. L tampo ye faito de nio”, que esiste ne ls cuorpos para man- mientos. stá no Museu de la Tierra de Miranda que
ua traba fina i cun buona densidade cumo tener todas las partes bien ligadas entre PM - Bibimos un bun momento pa ten un timbre bonito i ua scala única que
l pino i l cedro para que bibre bien i pro- si. Para fazer l acabamento, pongo-le ua la música na Tierra de Miranda cun mui- torna la gaita mirandesa çfrente de todas
jete l sonido. Apuis hai pequeinhas pie- laca, ousada yá antes de Cristo. Ye ua pe- tos custrutores a ampeçar a amostrar l las outras que hai pul mundo.
ças cumo las crabeilhas, feitas de buxo, lícula fina que se mistura cun álcol i se sou trabalho de muita culidade i músicos La própia besiblidade nacional i an-
la pestanha que puode ser feita de uosso passa cun monhecra (manhuçico de lha- cada beç an mais grande númaro. Acho ternacional que cunseguimos cun l Cun-
ou cuorno i l cabalhete que ye feito de na metida nun panho de lhino). Ua de las que nun ye falta de houmildade se falar gresso, lhebou a que muito mais giente
madeira, mas tengo andado a spurmentar cousas que esse miu amigo me dixo i ten- nun punto de mudança nesta queston, se antressasse por este stremento i ls pró-
uns de uosso tamien. go seguido ye: nun facelitar na qualidade que fui l aparecimento de l grupo Galan- pios custrutores tubíssen mais ancomien-
Tengo que agradecer muito a la mie de sonido i speto giral de l strumiento. dun Galundaina, nua altura an que quaje das i subíssen muito na culidade, l que ye
mulhier, Heilena, que me facelita muito Esse ye un punto fundamental ne ls stre- nun habie gueiteiros. Este grupo fui ua amportante para quien toca.
la bida para me dedicar a las míes artes. mentos que tengo custruído, fazendo dei- spécie de rastrilho para que la mocidade
L tiempo nun ye assi tanto. lhes pequeinhas obras de arte. le pegasse a la música cun fuorça, tamien Anterbista feita por Amadeu Ferreira

22 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


CULTURA

Esculpir a própria AGENDA CULTURAL


Com uma dúzia de esculturas, a
ênfase desviou-se para as duas “ex-
pressões menos divulgadas” de João BRAGANÇA
Cutileiro. O desenho de mulheres Cinema
Forum Theatrum

existência
nuas, com 14 obras gravadas em dio- As minhas adoráveis ex-namoradas
rito negro polido e mais 12 a fundo Até dia 28 de Outubro, Sala 1
branco, num total de 26. A fotografia, Distrito 9
Até dia 28 de Outubro, Sala 2
a segunda “expressão artística”, reali- Sem Provas
za-se com cerca de 40 retratos a preto Até dia 28 de Outubro, Sala 3
e branco de pessoas e situações. Teatro
Em testemunho directo, ao Jor- Teatro Municipal
A Casa de Bernarda Alba
nal Nordeste, o homem escultor, arte de Frederico García Lorca
plástica que mais o reivindica, afirma Dia 30 de Outubro, às 21h30
as suas obras como sendo geradoras
de ódios e paixões. Dos vários temas MACEDO DE CAVALEIROS
desenvolvidos, destaca o amor, o de- Música
Centro Cultural
sejo e a plenitude do ser, aclamando Canções da Telefonia
o dos corpos femininos como o mais Dia 31 de Outubro, às 21h45
figurativo. “As Meninas de Cutileiro”,
como o próprio lhe chama. MIRANDELA
Na sua douta experiência de 72 Cinema
Cinema
anos, as suas obras são criadas por Sacanas sem Lei
inspiração divina, paixões, receios e Dias 30 e 31 de Outubro, às 21h30
cenas intimistas. Com uma atitude in-
dependente e liberta de estereótipos, TORRE DE MONCORVO
Cinema
podemos considerar João Cutileiro Cine-Teatro
como sendo o inspirado e o inspira- Doomsday - Juízo Final
dor pela grande viragem da escultura Dia 29 de Outubro, às 21h30
Igor
portuguesa nos anos 80 e pela ruptu- Dia 31 de Outubro, às 21h30
ra com a estatuária oficial, fazendo-a Teatro
evoluir do classicismo estilizado para Celeiro
uma nova era completamente liberta AMATORRE
Autenticidade e economia na concepção do modelo são realidades conceituais do criador da iconografia vigente. Festival de Teatro Amador
de Torre de Moncorvo
Permanecendo na crença de que De 23 de Outubro a 1 de Novembro
BRUNO MATEUS FILENA nomes do nosso tempo, artista re- é, e passo a citá-lo, “um fazedor de Exposição
conhecido nacional e internacional- objectos decorativos destinados à Museu do Ferro
Vestígios... Património Arqueológico e
mente, marcou presença na concor- burguesia intelectual do ocidente”,
Escultura, desenho e foto- rida inauguração da sua exposição postula que toda a arte tem uma fun-
Arquitectónico da Região de Moncorvo
Até dia 31 de Outubro
grafia na inauguração da no Centro de Arte Contemporânea ção decorativa, logo, todos os escul-
Graça Morais, no dia 24 de Outubro. tores são manufactureiros de objec- VIMIOSO
exposição de João Cutileiro Escultura, desenho e fotografia são tos decorativos, esculpidos de “uma Exposições
em Bragança áreas onde o criador investe o fruto forma quase cósmica com a desco-
Casa da Cultura
Artesanato Local
de uma vida de trabalho vasto, inten- berta das máquinas abrasivas de alta Exposição permanente
João Cutileiro, um dos grandes so e multifacetado. velocidade”.
VILA REAL
Exposições
Museu do Som e da Imagem
Cinco décadas de televisores em Portugal
De 2 de Agosto a 31 de Outubro

Polifonia em “Bodas de Prata”


Teatro de Vila Real
Sala de Exposições
Douro Jazz 2008
Exposição de Fotografia
de José Luís Santos
Até dia 31 de Outubro
BMF Biblioteca Municipal
Sete séculos de livros
Até dia 31 de Outubro
Celebração dos 25 anos da Música
Associação Coral Brigan- Teatro de Vila Real - Grande Auditório
Orquestra do Norte
tino Nossa Senhora das Anatomia da Orquestra
Dia 27 de Outubro, às 10h30 e 15h00
Graças Teatro de Vila Real - Café-Concerto
Lobo Mau
Dia 29 de Outubro, às 23h00
No dia 24, ao final da tarde, o Te- Teatro de Vila Real - Pequeno Auditório
atro Municipal de Bragança acolheu Thee Orakle
Dia 31 de Outubro, às 22h00
o XII Encontro Internacional de Gru- Teatro
pos Corais. Teatro de Vila Real - Pequeno Auditório
A iniciativa contou com a parti- Teatro do Montemuro
cipação do Coral Brigantino Infantil, O Paraíso à espera
Dia 30 de Outubro, às 22h00
do Coral Brigantino Infanto-Juvenil,
do Coral Brigantino e, por último,
mas não menos importante, o Coro
Ángel Barja JJMM – ULE, oriundo por todo o país, Espanha e França.
de Léon (Espanha). Coral Brigantino festejou 25º aniversário com encontro no Tetaro Municipal de Bragança Através de um repertório eclético,
O Coral Brigantino Infantil, bem preenche caminhos que vão desde a
como o Infanto-juvenil, ambos sob a fónico 2009. neste fim-de-semana, um quarto de música Sacra, passando pela música
direcção de Natália Lourenço, estive- Fundada em 24 de Outubro de século. Tendo como premissa a exe- popular portuguesa e do mundo, mas
ram bem afinados e providenciaram 1984, por Octávio Sobrinho, padre e cução da música coral polifónica, este com especial destaque para as can-
um particular encanto animado ao seu primeiro director artístico, a As- grupo de cantores participou já em ções regionais, designadamente as de
público presente, neste Outono Poli- sociação Coral Brigantino cumpriu, centenas de concertos e encontros língua Mirandesa.

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 23


OPINIÃO

VENDAVAIS

As ofensas de Saramago
carrega forte e feio na igreja católica. É do é um manual de maus costumes. Eu fazer tais acusações e a rebaixar ao grau
Luís Ferreira incompreensível tal atitude. E não pode sou católico, tenho a Bíblia em casa, já a mais ínfimo a dignidade dos cristãos, do
pensar que por ter sido prémio Nobel lhe li e não encontrei nenhuma doutrina de seu livro sagrado e do seu Deus? Com que
Pessoalmente, posso afirmá-lo, nun- é permitido dizer tudo o que pensa, por- maus costumes. A interpretação de cada direito? Será que é um iluminado? Quem
ca gostei de Saramago. Não gosto. Não que não pode ou pelo menos não deve. livro é feita de modo diverso por cada um lhe deu tal iluminação? É um ser supe-
perfilho as suas ideias, não gosto do modo Além de ser criticado por todos ou quase que o lê, mas seja qual for a análise e a rior aos outros? Será que quer ser um
de escrever nem do que escreve. Cada um todos, tal facto torna quase irrelevante o conclusão a que se chegue, não se pode novo deus? De que religião? Francamen-
pode ter as ideias que quiser e tem o di- prémio que recebeu. impunemente chamar nomes perversos te! Estou deveras indignado com tudo
reito de as defender, pois estamos num Como se tudo isto não bastasse, teve ao seu autor ou aos que pensam de modo isto. Não sei como é possível acontecer
Estado de Direito, o que não pode é ofen- o desplante de, uma vez mais, atirar-se diferente. impunemente uma coisa destas. Já qual-
der ninguém com o direito que lhe dá a contra a religião católica ao afirmar que A Bíblia foi escrita há muitos anos, quer pessoa pode dizer tudo o que quer
Constituição de poder falar e ter ideias e a Bíblia é um manual de maus costumes, atravessou gerações, viveu crises mun- e pensa, acusar e denegrir qualquer um,
defendê-las. Isso é que não. um catálogo de crueldade e do pior da diais, crises dentro mesmo da própria sem que nada lhe aconteça? Em que país
Com o livro O Memorial do Conven- natureza humana e Deus um ser cruel, igreja, mas sobreviveu a tudo e a todos e estamos nós?
to, Saramago feriu susceptibilidades par- autoritário, mau, desumano etc., etc.. nunca foi negada por ninguém nem tão Sempre me ensinaram que a educa-
ticularmente graves para a Igreja Cató- Mas afinal o que é isto? Como se isto não pouco alguém acusou os cristãos de anal- ção, a honestidade, o respeito pelo pró-
lica e esta teve ocasião de lhe responder bastasse, ainda acrescentou que os cris- fabetismo ou fanatismo por seguirem a ximo e a responsabilidade, são atributos
na devida altura, criticando a sua forma tãos não se zangam comigo porque eles doutrina católica e acreditar em Deus, que toda a pessoa de bem deve ter. Pois
de abordagem de um tema que é particu- até nem lêem a Bíblia, os judeus é que ser superior, criador de todo o Universo. bem, pelos vistos nenhum destes atribu-
larmente grato aos cristãos. Mas não foi podem zangar-se. Alguns puseram em dúvida os dogmas tos tem o nosso prémio Nobel, já que a
o único livro onde Saramago fez críticas Não se zangam os cristãos? Porquê? da igreja católica e até criticaram alguns falta de educação é visível no modo como
à Igreja. O livro O Evangelho Segundo São burros? Então diz mal do livro sagra- abusos dos seus ministros. Ao longo dos critica a Bíblia e os cristãos, não tem res-
Jesus Cristo, foi outro atentado contra a do dos cristãos, o livro que é a base de séculos, muitas foram as acusações, não peito pelo próximo já que o seu próximo
Igreja Católica e contra os cristãos. toda a doutrina da igreja, o livro por onde propriamente à igreja, mas a algumas é um cristão e quanto a responsabilidade,
A interpretação de Saramago é abso- todos os cristãos se seguem e identificam actuações que teve o clero. A Bíblia nun- parece-me que uma pessoa responsável
lutamente inócua, desajustada e ridícula. e ainda pensa que os cristãos não se zan- ca foi posta em causa, nem sequer pelos nunca teria a ousadia de dizer o que disse
Só pode ter sentido na sua mente. O ser gam? Mas que mentalidade tão pérfida protestantes, nos tempos mais acesos da mesmo que não concordasse com o que
ateu ou ser simplesmente contra a Igreja é esta que se permite pensar e dizer tais Reforma. está escrito na Bíblia.
Católica não são bem a mesma coisa. Eu atrocidades e calúnias e chamar analfa- Na igreja católica não vai causar pro- Eu admito que ele não goste, que não
até aceito o facto de qualquer pessoa po- betos religiosos aos cristãos? Sincera- blemas porque os católicos não lêem a seja católico, que não perfilhe qualquer
der ser ateu, mas que fique com o seu ate- mente! Isto já é demais. Bíblia. Mas senhor Saramago, não é pre- religião, que não acredite em Deus, mas
ísmo e não se meta com mais ninguém. Eu até concordo com o facto de ele ciso ler a Bíblia para perceber as ofensas que não chame nomes aos que acreditam,
A verdade é que Saramago tem feito dizer que os cristãos não lêem a Bíblia. que está a fazer aos cristãos ao dizer que nem os subalternize a uma ignorância
da religião católica o seu cavalo de bata- Sim, a grande maioria não lê, o que não a Bíblia é um livro de maus costumes e que não têm ou a um fanatismo que não
lha e sempre que lhe dão oportunidade significa que pode dizer que o livro sagra- que Deus é cruel e mau. Como se atreve a professam. Basta Saramago!

SAÚDE

Como escolher
Os seus problemas de articulações um bom produto?
não o deixam ser fisicamente activo?
entre os exercer a sua acção.
ossos.
C o m Como funciona?
o pas- O sulfato de glucosamina previne o
sar do desgaste da cartilagem fornecendo a ma-
Dra. Inês Veiga tempo, téria prima necessária ao seu organismo,
Farmacêutica a carti- para produzir cartilagem articular saudá-
lagem Existem vários produtos no
vel, suave e elástica. Para além disso ali- mercado que contêm glucosamina
Uma das coisas mais impor- articu- via a dor e a inflamação da osteoartrose
tantes para manter as articulações lar, um e condroitina. Um dos mais eficazes
e de danos das articulações, trava a dete-
saudáveis são o desporto e a activi- tecido é o BioActivo Glucosamina Duplo,
rioração da cartilagem e estimula a rege-
dade física em geral. Ironicamen- elástico à venda em farmácias, cuja fórmula
neração de nova.
te, muitas pessoas com problemas que se contém as substâncias sob a forma
nas articulações – em alguns casos de sulfato para uma melhor eficácia
resultantes de desporto em exces-
encon-
tra nas
Sulfato de condroitina e cujos resultados estão cientifica-
so ou posições de trabalho impró-
prias etc. - são impedidas de prati-
extremidades ósseas e que permite que para mais benefícios mente documentados. Ao contrário
se articulem entre si, vai-se deteriorando, Existem outras substâncias que esti- de outros produtos, este suplemen-
car a sua actividade preferida. As provocando rigidez e dificuldade de mo- mulam a reconstrução da cartilagem, fa- to contém a dose mínima diária re-
boas notícias é que Investigadores vimento das articulações, principalmente lamos do sulfato de condroitina. O sulfato comendada (1000mg de sulfato de
descobriram que existe uma forma dos joelhos, coluna, anca, mãos e dedos. de glucosamina e o sulfato de condroitina glucosamina e 800mg de sulfato de
de prevenir o desgaste das articula- Sabia que o tratamento com sulfato de são duas substâncias naturais que se en-
ções.
condroitina que de acordo com os
glucosamina é actualmente o tratamento contram envolvidas investigadores é a dose necessária
mais eficaz contra a osteoartrose? A glu- no processo de sínte- para obter bons resultados). Outra
Sulfato de glucosamina tra- cosamina encontra-se disponível sob 3 se de cartilagem das das vantagens do BioActivo Gluco-
formas: cloridrato de glucosamina, sulfa- articulações. A sua
va o desgaste e alivia a dor to de glucosamina e N-acetilglucosamina. combinação contri-
samina Duplo é não apresentar os
efeitos secundários dos AINEs (anti-
A osteoartrose é uma doença que A única forma que demonstrou ter efeito bui para o alívio da
resulta do desgaste do revestimento que foi o sulfato de glucosamina. A explicação inflamatórios não esteróides), ha-
dor e melhoria do
protege as articulações e que, por isso, pro- é a seguinte: a glucosamina depende do funcionamento da bitualmente utilizados nos casos de
voca dores e desconforto devido à fricção enxofre, presente no grupo sulfato, para articulação. doenças nas articulações.

24 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Juniores C 7 BRAGANÇA
PAÇO (VALDEVEZ) 0
Campo da CEE

Betinho Antas mexe na história


Árbitro – Nuno Bento (Vila Real)
EQUIPAS
André Reis Marinho
(Pikatchú 33”) (Nando 36”)
Esteves Norberto
Uma pagina de oiro na bém com um lance de génio a Ivo Braga
história dos canarinhos, na 30 metros da baliza, em que Saraiva Diogo
categoria de formação. Os dominou com o peito, fez um Gonçalo Cláudio
juniores C venceram o Paço, Chapéu e a bola por milíme- (Nelson 65”) Daniel
Luís Trigo Esteves
por 7-0, mas não foi fácil. O tros não entrou. Chiquinho David I
técnico tirou pressão à equipa Esta jogada confirmava (Mantorras 20”) (David II 64”)
e levou o marcador à maior que se pode contar com estes Rui Alves Reis
Zé Portugal Paulinho
goleada do Bragança num jovens, pois até num campo
(Filipe 61”) (Penafiel 40”)
nacional. pesado deram mostras de es- Nuno
Foi uma opção táctica de tar prontos para a difícil ta- (Luís Silva 31”)
grande categoria, tendo em refa de jogar, no próximo sá- Luís Lisboa
conta a falta de experiência da bado, em Guimarães. Pikachu TREINADORES
Canarinhos crucificaram minhotos com uma pesada derrota
maioria dos miúdos que esta- entrou para a baliza e André Betinho Antas Zéze Cacho
vam no banco. Mas, foi daí foram de franca entrega, com mação de que estava livre da sabe bem que tem que conti-
Golos: Chiquinho 20”, Nuno 21”, Luís
que veio a goleada e, acima os minhotos a defenderem a pressão de um resultado gor- nuar a trabalhar. Silva 31”, 43”, Mantorras 37”, Luís Trigo
de tudo, suavizar fisicamente sua baliza e a tentar o contra- do. Luís Silva entrou, marcou Resta falar de uma defesa 63” Rui Alves 70+1
a equipa que encontrou. ataque, até que Chiquinho o 3-0 e dos seus pés saíram 3 de luxo, sem destaques, mas
O mesmo aconteceu com abriu o marcador e descan- cruzamentos de boa postura com muita concentração e fica
o Paço, num campo cheio de sou esta equipa. técnica, um deles com Luís um aviso aos vimaranenses, Os canarinhos só têm que
água, que criou dificuldades Um minuto depois, veio Trigo a marcar um “golão” que a próxima jornada será confirmar o bom futebol que
aos jovens. Os primeiros 19” o 2-0, por Nuno, e a confir- de cabeça. Já Mantorras es- um jogo para se saber quem vêm praticando e confirmar
treou-se como ponta de lança agarra o primeiro lugar e o que Betinho Antas mudou a
(com um golo) e acabou tam- Bragança nada tem a perder. história deste clube.

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 25


NORDESTE DESPORTIVO

Juniores A 2 BRAGANÇA
LIMIANOS 3 III Divisão Série A 1 MACEDO
MARIA DA FONTE 2
Campo da CEE Estádio M. de Macedo de Cavaleiros
Árbitro – Francisco Vivente (Vila Real) Árbitro: Carlos Dias (A. F. Porto)

Nelson evitou EQUIPAS


Nelson Nuno
Transmon- EQUIPAS
Hugo Magalhães Miguel
Francisco João Martins
tanos Bernardino Nuno Mendes (cap)

“descalabro”
Nélio Amorim (Tomané int) Pinto
Jaime Ricardo Didácio Gonçalo
V Hugo
Eddas
Miguel
(Zézinho 53”) perdulários Corunha
Eurico (cap)
Fredy
Rui Abreu
Capello Gustavo Branquinho (Bé 69’)
Castilho Gèa Filipe A entrar praticamente a Luís Gancho Rui Novais
(Paulo Lima 56”) Malheiro ganhar, minhotos centraram Luís Carlos Diogo
Ruben (Zé Fernando 67”) as jogadas no erro adversário. (Eduardo 64’) Pedrinho
(Padrão 70”) Pedro Nuno Meia (Rafael 60’)
Aproveitando bem 2 falhas
Valentim (Lemos 89”) (Jalo 69’) Rui Lima
Guerra Vasco
defensivas do Macedo, fize- Toninho, Mota
(Valdo 83”) André ram o 0-2 com que chegou ao Luizinho. (Yussan 60’)
intervalo.
TREINADORES Na segunda parte foi di- TREINADORES
Marcelo Alves Jaime Matos ferente, com os anfitriões Rui Vilarinho Artur Correia
e J Genésio a conseguirem impor o seu
Golos: Diogo 6’, Rui Abreu 35’, Jalo 74’.
Golos: Malheiro 24”, Eddas 50”, Zé bom futebol, passando a to- Disciplina: Branco 87’; Nuno Mendes 14’,
Fernando 84”, 90+3,Jaime 89” mar conta do jogo e a con- Rui Novais 24’, Miguel 90’+3’.
Disciplina: Amarelos – V Hugo 33”, seguir muitas aproximações
Jaime 66”, Géo Filipe 90+1. e situações de ruptura, mas
sem conseguirem os níveis Quanto aos árbitros, fize-
Jovens limianos mandaram no jogo de concretização necessários ram um trabalho não isento
para recuperar do prejuízo. de erros, principalmente nos
Não fosse o guarda-re- pôde da defesa local, até ao entrega local, seria demasia-
Já os forasteiros, com toda fora de jogo, e deixaram quei-
des da casa, Nelson, e o G D desespero desta. Esteve nos do “cruel” se os 3 pontos não
a tranquilidade, exibiam um mar demasiado tempo na as-
Bragança estaria a “chorar” três golos, falhou outros tan- fossem para o Minho.
futebol sem erros, com a de- sistência a lesões e nos ponta-
uma goleada. Só na primeira tos e deu a Nelson o título de Muitas soluções do trei-
fensiva muito segura e com- pés de baliza.
parte, o jovem que defende as guarda – redes da tarde no nador Jaime Matos e a entra-
pensativa, sem pro-
balizas da casa evitou 3 golos CEE. da de Paulo Lima nos canari-
blemas em recorrer ao
contados por Vasco, um que- O Bragança até começou nhos foi excelente, mas tarde
futebol menos bonito,
bra-cabeças tanto na direita bem, remetendo os minho- demais, pois o meio campo
mas eficaz no campeo-
como na esquerda, para a de- tos para o seu meio campo, decorria sem imaginação e os
nato dos pontos.
fesa local. mas Vasco e Malheiro foram defesas trocados, como por
Vitória da equipa
Bom de bola, excelente dois jogadores que partiram exemplo o central Francisco
mais objectiva, que jo-
nas desmarcações e vindo de o jogo, ao receber passes de em lateral direito, sem veloci-
gou com tranquilidade
uma sexta- feira de “caloiros” 30 metros, bem ao estilo bri- dade para acompanhar o se-
e capacidade de con-
na Universidade da Beira In- tânico. Nelson não deu para nhor do Limianos: Vasco.
cretização que lhe ga-
terior (Covilhã), mais o que tudo. A par deste atleta ficam
rantiram os 3 pontos. Macedo foi pouco objectivo
se poderia imaginar se este Foi um jogo correcto, Nelson e a grande exibição de
jovem avançado não tivesse com total domínio emocio- Francisco Vicente, que com
tido pela frente as praxes des- nal e táctico da turma do Alto uma mão se contam as vezes
te inicio de curso. Minho e a arrancar a vitória que apitou, por excelência.
Correu, jogou, não mar- muito justa a 20 segundos do Fez uma grande arbitragem e
cou, mas arrancou tudo o que final do jogo. Apesar da boa a o futebol agradece.

III Divisão Série A 2 MIRANDELA


FÃO 2
Estádio de S. Sebastião

Resultado enganador Árbitro: Ricardo Moreira (A. F. Porto)


EQUIPAS
Norinho Victor
Já antes do intervalo adi-
Rui Lopes (cap) Mosca
vinhava-se o golo alvi-negro e Muller Zito
o keeper forasteiro colaborou Adriano Jerónimo
com uma bobeira, tentando Álvaro Fiel
jogar como os seus colegas Rui Borges Tiago
de campo. Maktar roubou- (Jonas, 88´) Carlos Viana
lhe a bola e fez um golo que Mirandela aceitou resultado Nana K, Hélder
Vaguinho Quinino
já se justificava, com que se minuto imediato o Mirande-
(Ivo Calado, 80´) Luís Pedro
atingiu o descanso, ainda que la recupera a vantagem com Aires Carioca
com sabor a injustiça por sa- auto golo de Jerónimo e po- Maktar
ber a pouco para os locais. dia ter resolvido o jogo com (Breno, 76´)
O descanso fez bem ao outra pontaria. Nelo
futebol praticado até então. Quando já ambas as equi-
TREINADORES
É então que se dá a mudança pas esperavam o apito final,
Carlos Correia Jô Faria
no jogo e o Fão fica reduzido conformadas com o resul-
a 10 unidades. A expulsão tado, um erro defensivo da- Golos: 1-0 (Maktar, 16´), 1-1 (Carioca, 80´), 2-1
funcionou como um tónico queles que não se desculpam (Jerónimo, 81´pb), 2-2 (Ruca, 90´)
Disciplina: amarelo a Adriano (18´), Zito (19´),
nos minhotos, colocam toda neste nível competitivo, a Carlos Viana (22´, 67´), Rui Lopes (53´), Fiel (71´),
a carne no assador, arriscam surpresa acontece por Ruca a Carioca (75´), Nana K (77`); vermelho a Carlos
Viana, acumulação de amarelos (67´);
e conseguem o empate. No empatar.

26 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

III Divisão Série A 1 VALENCIANO


BRAGANÇA 2 AF Bragança 3 ARGOZELO
CARÇÃO 0
Estádio Raimundo Lourenço Campo do Argozelo

Bragança Derby diz tudo


Árbitro – J G (Braga) Árbitro – Ambrósio Vara (Bragança)
EQUIPAS EQUIPAS
V Nuno Ximena Pedro Vila Carlos

ao rubro Ricardinho
V Hugo
Hélder
Pedrinha
F Silva
Ice
Adolfo
João
Nuno
Pancha
Gancho
Vitinho
A vitória do GDB foi clara Nuno Gomes Rui Gil Paletas Pedro
e convincente, pois a equipa Ramos Luís Rodrigues Luizinho Palhau
de A Miranda mostrou, pela Tiago Pinhal Ricardo Carlitos
David Carlitos Samuel Chiça
primeira vez esta temporada,
Choco Fábio Pinto Serginho Couto
que sabe jogar no campo com Ruizinho Valadares Kita Hugo
boas decisões dos 3 secto- Everton Mirko Jorginho Micha
res e, acima de tudo, marcar Pendura Toni Zamalek Miranda
nos momentos nevrálgicos Linhares Badará
TREINADORES
da contenda. Valadares, aos Vaciro Marco Fontoura
F Teixeira António Forneiro
21”, deu cor ao melhor fute- TREINADORES
bol e colocou o grupo canari- Golos: Jorginho 26”, Kita 36”, Nuno 70”
Alberto Fernandes A Miranda
nho na frente. O 1-0 era justo
para o melhor colectivo, mas Golos: Valadares 21”, V Hugo (pb) 70”,
sempre com resposta minho- Vaciro 78” na segunda parte, um penalti
ta. Na verdade, concentração Argozelo é uma das equipas favoritas deste Distrital muito contestado pelos visi-
não faltou ao Bragança e aí bola chegasse aos avançados Com muitas mudanças, o conhecer bem os jogadores, tantes deu o 3-0 final. Nuno
esteve a grande vantagem, transmontanos, acabou por Carção apareceu em Argozelo não foi possível arranjar tác- converteu e acabou com a
saber gerir o jogo, com um marcar na sua baliza. Nesta para perturbar o caminho do tica que colocasse em perigo réstia de esperança visitante
meio campo cheio de experi- altura, o jogo era taco a taco Argozelo nesta competição. o marcador. em tentar virar ou equilibrar
ência e uma defesa sóbria, o e Sá, bem colocado no terre- É natural que a equipa de F Jorginho marcou aos 26” o marcador.
que não tinha acontecido em no, dava garantias de vitória. Teixeira pense em grande e acabou a resistência do Car- A actuação de Ambrósio
jogos anteriores fora de casa. O Valenciano, ainda reduziu para esta época e o Carção ção. Um bom guarda- redes Vara foi contestada pelo Car-
Na segunda parte, aos por Viciro, mas já sem tempo mantém as suas limitações de e um jogador a meio campo ção. O treinador F Teixeira
25” Fábio Pinto marcou um de chegar ao empate, com 12” jogar para evitar os últimos batalhador (Palhau) não foi sabe que tem o título à porta.
livre “cortado” para a peque- pela frente, mais a compensa- lugares. Apesar de António suficiente para evitar esta Resta saber se a estrutura da
na área do Valenciano e V ção. O juiz bem podia evitar a Forneiro, antigo presidente e derrota. Mais tarde, Kita mos- colectividade poderá dar res-
Hugo, ao tentar evitar que a má prestação. treinador da equipa da casa, trou as suas qualidades e, já posta a este sonho.

III Divisão Série A 2 VINHAIS


VIMIOSO 0
Campo da CEE

“Tiago resolveu”
Árbitro – Rui Domingues (Bragança)
Jogo calmo e desatenção da verdade, ver este jogador na
EQUIPAS
defesa do Vimioso e primeiro distrital até mete dó, tem fu-
toque para o que viria a ser tebol dos pés à cabeça, joga e Nuno Luís Mário
o primeiro tempo. Reacção faz jogar, mas numa coisa o Migalhas Sérgio Cavaleiro
Antero (Octávio 75”)
pronta de quem sofreu e Nene técnico tem razão, o Vinhais
Nuno II Pedra
teve o golo do empate, mas é uma equipa forte e com um Joli Nene
não passou de um susto para colectivo de bom nível. João Diogo Costa
uma segura defesa a jogar em Mais, na 2ª parte viu o Samuel Carlos Miguel
casa emprestada até ao Natal, Vimioso pegar no jogo com (Carlos 85”) Kina
até porque o novo estádio do a queda do meio campo, mas Infesta (Marian Marin 61”)
Vinhais já tem relva e não de- nunca deixou que Nuno pas- Pik Luís Raimundo
(Paulinho 68”) (Shéu 50”)
verá demorar muito tempo a sasse por momentos de apu-
Tiago Samuel
ser inaugurada. ro a não ser num canto que Pedro Vitinho
Mais tarde e com o con- dois jogadores de Vimioso (J Pires 82”) Ventura
trole do jogo, os rapazes de não apontaram para a baliza.
Carlos Garcia tudo fizeram Os dois treinadores mexeram TREINADORES
Vinhais joga no CEE enquanto avança o sintético na vila
para clarificar o resultado, bem, daí a vitória ser justa, Carlos Garcia “ Scolari”
Tiago marcou o jogo com nada para o merecer. conseguiram com um novo com Nene (Vimioso) a jogar
Golos: Tiago 2”, 37”
2 golos, foi e o primeiro a É aqui que entra o técni- erro da defesa adversária. muito recuado, mas com pés Disciplina: Amarelos – Samuel 7” (Vi-
abrir a partida quando nin- co do Vinhais, se não fosse a Tiago, quem havia de ser? de diamante. Mas já sem for- nhais), Pik 27”, Ventura 34”, Pedra 54”
guém esperava e, acima de astúcia do avançado da turma Lá estava e de baliza escan- ça para fazer a diferença na
tudo, ninguém tinha feito do fumeiro não haveria golo. carada e fez o segundo. Na área.

14 15 18 19 22 39 5

6 18 20 29 31 2 8

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 27


NORDESTE DESPORTIVO

AF Bragança

0 ARA
TALHAS 3
Sintético Municipal Alfandega
Árbitro – Fernando Lhano (Bragança)
EQUIPAS
Mário Vilares Balela
António Careca
Ricardo Nuno
Folha Michel
Samuel Peito
Luís Feija
Luís Alves Luís Paulo
Hélio André
Bruno Ricardinho
Carvalhinho Ricardo
Flávio Chapinha
Daniel Bruninho
David Nuno Alves
Marco

TREINADORES
Joaquim Barros Valdemar Afonso

Golos: Careca 30”, 50”, André (gp) 73”


Disciplina: Vermelhos directos – Folha
61”, Chapinha 63”

Resultado
pesado

Flávio confirma formação do ARA

O Talhas continua a ser


notícia em termos de pon-
tos na geral, mas o Alfande-
guense de Joaquim Barros
tem juventude da terra que
sabe jogar futebol, pelo que
o resultado é pesado. Careca
abriu o marcador, depois de
um canto, com Michel, de
cabeça, ao primeiro poste e
o defesa do Talhas encostou
com o pé ao segundo poste.
Na segunda parte, Ca-
reca, de cabeça, bisou e po-
deria ser inédito marcar 3
golos se quisesse transfor- bola ao poste e se queixou nutos mais tarde, falta de lamento de quem “garantiu que “o juiz é quem decide”,
mar a grande penalidade de Fernando Lhano, o juiz Chapinha e “rua”. Mas, para que o Talhas ganhou bem, referindo-se a uma falta na
que André não desperdiçou. da partida. Em causa o cri- a equipa da casa, Careca não mas com resultado pesa- linha de área, que poderia
Pelo caminho fica a reacção tério dos cartões, bocas de deveria continuar em cam- do”. isolar Carvalhinho e só viu
do ARA, que enviou uma Folha e vermelho. Dois mi- po, por faltas sucessivas. O Careca disse, apenas, amarelo.

28 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


Futsal I Divisão 10 BELENENSES
MOGADOURO 2
Pavilhão Acácio Rosa
Árbitros – F Serra e J Barracas (Portalegre)

“ Nada a fazer” EQUIPAS


Marcão
Marcelinho
Pina
Ricardinho
Pedro Cary Mancuso
Um resultado teorica- um golo, mas foi pouco para Jardel Boi
Sol Freitas
mente normal que, no fundo, tentar entrar no jogo, nesta
Marco Bruno
era esperado. Por se tratar modalidade tudo pode acon-
Ângelo Wallace
de um duelo com uma equi- tecer, mas a vitória da turma Paulo Henrique Neyzinho
pa muito forte e num reduto do Restelo não deixa dúvidas Vinicius Paulo Faria
onde os residentes têm um e não pode colocar o trabalho Nelson Pin
grande apoio da massa asso- do Mogadouro em causa. Dura Allyson
ciativa, acabou por se tornar Aliás, o pior terá sido so- Côco Káká
um pesadelo descontrolado frer 10 golos a uma semana TREINADORES
num resultado de massacre de receber o campeão Benfi- Alípio Matos Artur Pereira
absoluto. ca, mas o resultado que fica
Uma derrota de 10 – 2 ilustrado pelas palavras do Golos: Marcelinho 2”, 16”38”, Vinicius 7”,
Ângelo 9” 10”, Ricardinho 12”36” ambos
deixou um terrível sentimen- Presidente do Académico
de (gp), Pedro Cary 27”, 29”, Jardel 30”,
to de impotência e incapaci- Maurício Coupas Trigo, dei- Nelson 33”,
dade de controlo da situação. xou uma mensagem ao gru- Disciplina: Amarelos – Neyzinho 11”,
C F Belenenses entrou mui- po: “um resultado e um jogo Côco 12”
to forte no jogo e aos 10” já não para esquecer, mas para
vencia por 3-0, natural para rever e esmiuçar. Força Trei-
porto pretendido.
equipas de ataque conduzi- nadores, força Atletas, força
Levantemos o olhar, reco-
das por Alípio Matos. Rea- Direcção e força Academis-
bremos os sentidos e nossas
giu a equipa do planalto com tas! Uma tempestade não vai Académico tem um novo treinador de guarda-redes
forças e vamo-nos preparar
virar o nosso barco porque para as próximas tormentas
temos braços fortes para se- que se prevêem duras e va-
Futsal III Divisão 4 PIONEIROS
CONTACTO 5 gurar o nosso leme rumo ao mos vencer”, defende o diri

10 4
Pavilhão Municipal Bragança JUNQUEIRA

Contacto…sem alma Árbitros – Barros Pereira, José Pinto


e Domingos Oliveira (Vila Real)
Futsal III Divisão MACEDENSE
Pavilhão Municipal de Santa Cruz do
EQUIPAS
Serginho Luís Serra Só faltou a Bispo em Matosinhos
Árbitro: A. F. Porto: António Almeida e
André
Cortinhas
Júnior
Mário estrelinha na Manuel Vilela, e Carlos Alves
EQUIPAS

concretização
Matos Zé Ricardo
Tiago Jála Victor Sousa Paulo Santos
Paulo Zé Rui Ricardo Santos Leo (cap)
Cristiano Play
Flávio Pedro Excelente jogo de futsal
Bruno Silva Becas Tino (cap) Patrick
entre duas equipas diame- Ricardo ferreira Ruben
Rafael Cris
tralmente opostas em com- Carlos Mendes Snisgas
Emanuel
Paquito
pleição física, tacticamente Rogério Camané
Oliver Khan muito iguais, de altos níveis Huguinho Capulho
técnicos e muito bem orienta- João Castro Lino
TREINADORES Nelinho Diogo
das. Praticou-se um futsal de
Manuel Rodrigues Rui Barros Costa Ricardinho
alto recorte técnico que de-
Bruno Teixeira
Golos: Bruno Silva 12”, 29”, Pedro 16”, liciou o pavilhão muito bem
composto de público, mas TREINADORES
Pioneiros ainda procuram a plena forma 40”, Matos 18”, Paulo 24”, Lima Leite 28”,
Zé Ricardo 36”, Jála39”. com estrelinhas contrárias. Jorge Ferreira Costinha
Muita gente, um jogo re- constante da turma da casa. A maior compleição física Golos: 4-1 ao intervalo – 1-0 Tino, 2-0
nhido, mas mal executado Mesmo depois de estar a da casa que leva gente ao Pa- dos locais, veterania de atle- Ricardo Ferreira, 2-1 Diogo 13’, 3-1 Rogério
tecnicamente, para o futsal vencer por 3-1, a pouco mais vilhão pela causa, mas que tas com experiência nos es- 19’, 4-1 Ricardo Ferreira 23’, 5-1 Rogério,
foi bom e competitivo, para de 3” para o final, a equipa não tem futsal para ganhar, calões superiores, a expulsão 5-2 Play 27’, 6-2 Nelinho 29’, 7-2 Cristiano
os olhos dos mais exigentes, visitante não desistiu e ga- muita falta de concentração de Patrick (muito importante 31’, 7-3 Play 33’, 8-3 Ricardo Ferreira 35, 9-
nada demais. Bruno Silva es- nhou com mérito, colocando e resultado justo. Um castigo na manobra do cinco base ac- 3 Tino 36’, 9-4 Diogo 38’, 10-4 Cristiano 39
teve sempre irrequieto, cor- o guarda-redes avançado não merecido para quem não sou- Disciplina: cartão amarelo Camané 8’
tual) nos minutos iniciais, e a
e 29’, Victor Sousa 15’, Ricardo Santos
reu, jogou e marcou, e Paulo sofreu e fez 3 golos. Daqui fica be gerir nem golear na altura diferença de níveis de concre- 29’, Play 35’; cartão vermelho: Patrick 4’,
na ternura dos 40” foi o mais um ponto final a uma equipa da verdade. Camané 29’
>>

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 29


NORDESTE DESPORTIVO
>>
que tam- ve alturas que o público afec- das quatro linhas. E tem de ve na compleição física e na
bém foi to à equipa da casa se rendeu, se fazer justiça aos transmon- falta de experiência em situ-
ajudada na tributando as jogadas ao pri- tanos pelo trabalho de for- ações pontuais.
sua dila- meiro toque com ovações, mação, mesmo desfalcados Quanto aos árbitros, um
tação pela terminadas em remates que a jogar com juniores e juve- trabalho de excelência e não
excelente aqueciam a madeira do kee- nis, a qualidade e atitude no podem ser penalizados pelo
atitude dos per local ou defesas de gran- jogo não foram diferentes de porte atlético e por colabora-
maceden- de qualidade. E é sabido, ata- quando jogam na sua maior rem no espectáculo deixando
ses. Nunca car com “cinco zero” é muito força. A única diferença este- jogar.
viraram a arriscado, e quando a com-
cara à luta, pleição física pesava na recu-
nunca dei- peração de bola, o placar au-
Junqueira teve um arranque poderoso taram a mentava o score dos locais.
tização pesou muito no jogo, toalha ao Reconhece-se justiça ao Formação
ajudando a desequilibrar o chão lutando sempre com vencedor, mas a diferença foi
resultado. sentido de baliza por reverter
Diferença no resultado o marcador a seu favor. Hou-
demasiado grande e não es-
pelha o que se passou dentro Escola Crescer
Futsal Distrital 5 SPORT MONCORVO
ROIOS 4 não desarma
Pavilhão Municipal de Torre de

A magia do futsal
Moncorvo
Árbitros – Jorge Pinheiro e António
Santos (AF Bragança)
EQUIPAS
Rui Bartolo
Mário Carlos
Bruno Cordeiro Marcelo
Honorato Vitelino
Paulo Dias David
Mila Vítor Pereira
Tó Zé Carlos
Óscar
Reinaldo
Álvaro

TREINADORES
Jorge Paiva Emílio Almendra
Escola Crescer convidou vários clubes num sábado muito especial
Golos: aulo Dias 6´´ e 40´´; Reinaldo
16´´, 18´´ e 19´´; Mila 17´´; Carlos 22´´ e
Com os campeonatos à Mas a miudagem conta e faz
Honorato 38´´ e 39´´;
Disciplina: Amarelos – Marcelo 33´´; porta, mas sem confirmação dos golos a sua história. Pré-
Honorato 36´´ e Bruno Cordeiro 36´´; de datas, a Escola Crescer não escolas, Escolas e Infantis,
Leões agarraram vitória com unhas e dentes perdeu tempo e abriu a época dão garantia de um futuro
convidando todos os clubes a breve prazo, mas lá está o
Vítor Aleixo para batalhar pelo resultado. Em dois minutos, o Sporting do distrito. velho problema, quem pensa
Assim, a equipa do concelho de Moncorvo deu a volta ao Por um qualquer motivo, nas crianças sem infra-estru-
A magia do futsal esteve de Vila Flor deu a volta ao placard, com golos de Hono- algumas equipas não com- turas. Isso tudo foi esquecido
presente na segunda parte marcador com um “hat – tri- rato e Paulo Dias a poucos pareceram, mas Vinhais, Mi- com a vinda do antigo joga-
deste jogo. A incerteza no re- ck” de Reinaldo, que colocou segundos do final. Quando os randa, GDB, a Escola Crescer, dor do Benfica e F C Porto,
sultado, a disputa aguerrida a turma forasteira na diantei- jogadores de Roios já davam Moncorvo e a Escola Arnaldo Rui Águas.
dos lances e a emoção que du- ra do jogo. a vitória como certa, a deter- Pereira, estiveram presentes. Muitas conversas, com
raram até final, fizeram desta A segunda parte iniciou minação sportinguista veio ao Apesar do tempo nublado, sentido de dar o melhor pela
partida um bom espectáculo com mais um golo do Roios, de cima e, num abrir e fechar crianças a correr e a jogar juventude. Houve também a
de futsal, embora a primeira que complicava a vida dos de olhos, a vitória passou da com prazer, acompanhadas assinatura de um protocolo
parte tenha sido de menor sportinguistas, mesmo crian- utopia à realidade. pelos pais, fizerem de sábado que garante mais estabilida-
qualidade. do mais ocasiões de golo. A O Roios lutou, e talvez o um dia muito especial. de ao futuro das instituições.
Os leões de Moncorvo equipa de Jorge Paiva não empate fosse merecido, mas Com algumas peripécias Na verdade, lá vai havendo
entraram a ganhar com um conseguia finalizar, exemplo a boa pontaria final do Spor- dignas desta grande massa papel para escrever porque
golo nos primeiros seis minu- disso foram as duas bolas ting foi premiada. humana com sonhos da sua campos nem vê-los. Mesmo
tos, mas o Roios mostrou ter enviadas ao ferro no espaço A equipa de arbitragem idade, e apesar dos muitos assim, o Professor Quina
uma equipa coesa, sem medo de um minuto. Mas o jogo esteve em bom plano e não golos, estes não foram con- mostrou-se feliz pela jorna-
de disputar qualquer lance começou a animar e os minu- tem influência no resultado tabilizados, nem nunca serão da, que não deu descanso aos
e com um sentido apurado tos finais foram estonteantes. final do jogo. aquando destes encontros. mais velhos.

30 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


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Jornal Nordeste - Semanário Regional de Informação Nº 679 de 27 de 11- METADE do prédio rústico, sito em Cávida, freguesia de Coe- Jornal Nordeste - Semanário Regional de Informação Nº 679 de 27 Manuel Moreira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de
Outubro de 2009 lhoso, concelho de Bragança, composto por pastagem, com a área de de Outubro de 2009 Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 2460, sendo
seis mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar do norte com de 4,03 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o cinco euros.
Cândida do Nascimento Fernandes do nascente com Domingos Lino 8 Prédio rústico, sito em Vale, freguesia de Zoio, concelho de Bragan-
Rodrigues, do sul António do Nascimento Veiga do poente com João ça, composto por cultura, com a área de trezentos e vinte metros qua-
dos Santos Veiga, não descrito na Conservatória do Registo Predial de drados, a confrontar do norte com João Batistas Afonso, do nascente
Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1962, sendo com Isaura Afonso Evangelista, do sul do Isaura Afonso Evangelista e
de 4,15 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco do poente com Herdeiros Francisco Magalhães, não descrito na Con-
euros. servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz res-
12- Prédio rústico, sito em Touxigueiras, freguesia de Coelhoso, con- pectiva, sob o artigo 2500, sendo de 3,90 euros o seu valor patrimonial,
celho de Bragança, composto por Pastagem e sete castanheiros, com a a que atribuem o valor de cinco euros.
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO área de mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte Maria 9 Prédio rústico, sito em Vale, freguesia de Zoio, concelho de Bragan-
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escri- Martins do nascente com Mário Pereira da Rocha, do sul com Merce- EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO ça, composto por cultura, com a área de quatrocentos e trinta metros
tura lavrada no dia vinte e um de Outubro de dois mil e nove no Cartó- des Augusta da Veiga do poente com Hermínio Veiga, não descrito na CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por quadrados, a confrontar do norte com Idalina Rodrigues, do nascen-
rio Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz escritura lavrada no dia dezanove de Outubro de dois mil e nove no te com Herdºs Francisco Magalhães, do sul do caminho e do poente
sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de respectiva sob o artigo 3235, sendo de 8,05 euros o seu valor patrimo- Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves com João Batista Afonso, não descrito na Conservatória do Registo
cinquenta e três a folhas cinquenta e oito verso do livro de notas para nial a que atribuem o valor de dez euros. Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragan- Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo
escrituras diversas número “Setenta e um –A” ANTÓNIO AMADOR 13- Prédio rústico, sito em Toco, freguesia de Coelhoso, concelho de ça, exarada de trinta e nove a folhas quarenta e três do livro de notas 2525, sendo de 5,28 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o
MARTINS e mulher ELVIRA PIEDADE ROCHA, casados sob o regi- Bragança, composto por pastagem e três oliveiras, com a área de dois para escrituras diversas número “Setenta e um –A”, ANTÓNIO MA- valor de dez euros.
me da comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia de Coelhoso e mil metros quadrados, a confrontar do norte com António Augusto NUEL MAGALHÃES RODRIGUES e mulher FÁTIMA DE JESUS 10 Prédio rústico, sito em Cova de Devesa, freguesia de Zoio, concelho
ela da freguesia de Parada, ambas do concelho de Bragança, residentes Martins do nascente com Maria da Purificação Garcia, do sul com FEITOR, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, ambos de Bragança, composto por cultura, com a área de sete mil e trezentos
na referida freguesia de Coelhoso, NIFS 222 075 376 e 182 176 061, Maria do Carmo Gonçalves do poente com João Rodrigues Duro, não naturais da freguesia do Zoio, concelho de Bragança, residentes na metros quadrados, a confrontar do norte com Américo dos Santos, do
fizeram as declarações constantes desta certidão, que com esta se com- descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito Estrada de Vinhais, Km3, Grandais, em Bragança, NIFS 180 870 319 nascente com Abílio dos Anjos Martins, do sul do Guilherme dos An-
põe de oito laudas e vai conforme o original. na matriz respectiva sob o artigo 949, sendo de 1,13 euros o seu valor e 191 999 423, fizeram as declarações constantes desta certidão, que jos Ferreira e do poente com caminho, não descrito na Conservatória
Bragança, Cartório Notarial, vinte e um de Outubro de dois mil e patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. com esta se compõe de seis laudas e vai conforme o original. do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob
nove. 14- Prédio rústico, sito em Orreta de Vide, freguesia de Coelhoso, Bragança, Cartório Notarial, dezanove de Outubro de dois mil e nove. o artigo 2917, sendo de 6,41 euros o seu valor patrimonial, a que atri-
A Colaboradora Autorizada concelho de Bragança, composto por cultura, com a área de três mil A Colaboradora Autorizada buem o valor de oito euros.
Bernardete Isabel C. Simões Afonso cento e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com José Bernardete Isabel C. Simões Afonso 11 Prédio rústico, sito em Lançana, freguesia de Zoio, concelho de
Manuel Fernandes do nascente com João Manuel Afonso, do sul com Bragança, composto por cultura, pastagem e quatro castanheiros, com
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos Manuel Geraldes do poente com António Rodrigues Duro, não descri- Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos a área de novecentos metros quadrados, a confrontar do norte com
seguintes bens: to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na seguintes bens: Alfredo Augusto Afonso, do nascente com Albino dos Santos Vaz do
1- Prédio rústico, sito no Folgosa, freguesia de Parada, concelho de matriz respectiva sob o artigo 2041, sendo de 3,02 euros o seu valor 1- Prédio urbano, sito na Corredoura, freguesia de Zoio, concelho de sul do Junta de Freguesia e do poente com caminho, não descrito na
Bragança, composto por cultura e cinco castanheiros, com a área de patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Bragança, composto por casa de habitação de res do chão e primeiro Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz
dois mil e setecentos metros quadrados, a confrontar do norte com José 15- Prédio rústico, sito em Touxigueiras, freguesia de Coelhoso, con- andar, com a área de oitenta e oito metros quadrados, a confrontar do respectiva, sob o artigo 3172, sendo de 2,64 euros o seu valor patrimo-
Maria Gonçalves, do nascente com Junta de Freguesia, do sul com Eli- celho de Bragança, composto por pastagem e vinte castanheiros, com norte de Caminho Público do sul com Próprio, do nascente com Alí- nial, a que atribuem o valor de cinco euros.
sa da Conceição Gonçalves do poente com caminho, não descrito na a área de seis mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar do pio Aniceto Almendra e do poente com José da Assunção Pereira, não 12 Prédio rústico, sito em Vale dos Pereiros, freguesia de Zoio, con-
Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz norte com Virgílio Augusto Afonso do nascente com caminho, do sul descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito celho de Bragança, composto por cultura com duas macieiras, lameiro
respectiva sob o artigo 2142, sendo de 11,44 euros o seu valor patrimo- com junta de freguesia do poente com Henrique dos Santos, não des- na matriz respectiva, sob o artigo 78, sendo de 122,49 euros o seu valor e pastagem com quatro castanheiros, com a área de onze mil quatro-
nial a que atribuem o valor de quinze euros. crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na patrimonial, a que atribuem igual valor. centos e trinta metros quadrados, a confrontar do norte com caminho
2- Prédio rústico, sito na Folgosa, freguesia de Parada, concelho de matriz respectiva sob o artigo 3190, sendo de 13,45 euros o seu valor 2- Prédio urbano, sito no Ao souto, freguesia de Zoio, concelho de público, do nascente com Modesto Augusto Rodrigues, do sul do
Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil metros quadra- patrimonial a que atribuem o valor de quinze euros. Bragança, composto por casa de habitação de res do chão e primeiro Modesto Augusto Rodrigues e do poente com caminho público não
dos, a confrontar do norte com Estrada do nascente com Armindo Dias, 16- Prédio rústico, sito em Toco, freguesia de Coelhoso, concelho de andar, com a área de quarenta e nove metros quadrados, a confrontar descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins-
do sul Manuel Afonso da Rocha do poente com Silvino Eugénio Afon- Bragança, composto por pastagem, com a área de novecentos metros do norte de Horta de Vários do sul com Caminho, do nascente com crito na matriz respectiva, sob o artigo 6087, sendo de 151,21 euros
so, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas quadrados, a confrontar do norte com Adérito dos santos Maltez do Caminho e do poente com Próprio, não descrito na Conservatória do o seu valor patrimonial, a que atribuem o valor de cento e cinquenta
inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2149, sendo de 4,78 euros o nascente com Maria da Purificação Garcia, do sul com António Rocha Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o e cinco euros.
seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Parada do poente com João Rodrigues não descrito na Conservatória artigo 87, sendo de 88,79 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem 13 Prédio rústico, sito em Marchãs, freguesia de Zoio, concelho de
3- Prédio rústico, sito no Fataco ou Sª do Carmo, freguesia de Parada, do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o igual valor. Bragança, composto por cultura, com a área de mil cento e sessen-
concelho de Bragança, composto por Vinha, com a área de quatro mil artigo 948, sendo de 0,38 euros o seu valor patrimonial a que atribuem 3 Prédio urbano, sito no Zoio, freguesia de Zoio, concelho de Bra- ta metros quadrados, a confrontar do norte com caminho público, do
metros quadrados, a confrontar do norte com António Manuel da Ro- o valor de cinco euros. gança, composto por casa de habitação de res do chão e primeiro nascente com Norberto dos Santos Rodrigues, herdeiros, do sul do ca-
cha do nascente com António Manuel da Rocha, do sul com Manuel 17- Prédio rústico, sito em Sª do Carmo, freguesia de Parada, conce- andar, com a área de cento e cinquenta e cinco, virgula quarenta e minho público e do poente com João Batista Afonso, não descrito na
Diogo Gamboa da Costa do poente com Silvino Eugénio Afonso, não lho de Bragança, composto por cultura, com a área de três mil cento cinco metros quadrados e logradouro com a área de cento e noventa e Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz
descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com estrada do sete, virgula cinquenta e cinco metros quadrados, a confrontar do norte respectiva, sob o artigo 6086, sendo de 2,90 euros o seu valor patrimo-
na matriz respectiva sob o artigo 2150, sendo de 57,82 euros o seu nascente com Francisco António Gonçalves Rapazote do sul com Ben- com António Manuel Magalhães Rodrigues do sul com Rua Público, nial, a que atribuem o valor de cinco euros.
valor patrimonial a que atribuem o valor de sessenta euros. jamim Eugénio Choupina do poente com Manuel Afonso da Rocha, do nascente com Eunice do Céu Afonso Magalhães e do poente com Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e
4-Prédio rústico, sito na Sª do Carmo, freguesia de Parada, concelho não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas António dos Santos Afonso, não descrito na Conservatória do Registo oitenta e seis, ainda no estado de solteiros, por compra verbal que de-
de Bragança, composto por Cultura, com a área de três mil e duzentos inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2156, sendo de 15,97 euros o Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo les fizeram, o inscrito na matriz sob o artigo 78, a Norberto Santos
metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Diogo Gamboa seu valor patrimonial a que atribuem o valor de dezasseis euros. 251, sendo de 52 362,63 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem Rodrigues, o inscrito na matriz sob os artigos 87, a Mário Augusto
da Costa do nascente com António Manuel da Rocha, do sul António 18- UM VINTE E CINCO AVOS do prédio rústico, sito em Cávida, igual valor. Terrinha, o inscrito na matriz sob o artigo 2500 a Mário Alfredo Mar-
Manuel da Rocha do poente com Silvino Eugénio Afonso, não descri- freguesia de Coelhoso, concelho de Bragança, composto por cultu- 4 Prédio rústico, sito em Bitoco, freguesia de Zoio, concelho de Bra- tins, o inscrito na matriz sob o artigo 251 a Adilia dos Anjos Ferriera,
to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na ra, pastagem, vinha e cento e três oliveiras, com a área de trinta mil gança, composto por pastagem e oito castanheiros, com a área de dois os inscritos na matriz sob o artigos, 215, 1959, 2460 e 3172, a Adilia
matriz respectiva sob o artigo 2152, sendo de 16,22 euros o seu valor novecentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte com Cami- Anjos Ferreira, o inscrito na matriz sob o artigo 1023, a Fernando
patrimonial a que atribuem o valor de vinte euros. António Manuel Rodrigues do nascente com Inácio dos Santos Rodri- nho, do nascente com Caminho, do sul com Estrada e do poente com Rodrigues Ferreira, o inscrito na matriz sob o artigo 2525, a João Pedro
5- Prédio rústico, sito na Sª do Carmo, freguesia de Parada, concelho de gues, do sul com José Maria Lanção e do poente com João dos Santos Alexandra Martins, não descrito na Conservatória do Registo Predial Vaz, o inscrito na matriz sob o artigo 2917, a Manuel António Afonso
Bragança, composto por Cultura e cinco Castanheiros, com a área de Veiga, descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, sob de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 215, sendo Magalhães, o inscrito na matriz sob o artigo 6086 a Amado Fernandes
três mil metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Afonso o número trezentos e cinquenta e seis, da referida freguesia de Coe- de 5,66 euros o seu valor patrimonial, a que atribui o valor de dez Gato e Maximino de Jesus Afonso e o inscrito na matriz sob o artigo
da Rocha do nascente com Benjamim Eugénio Choupina, do sul com lhoso, onde se mostra registada a aquisição de um quarto a favor de euros. 6087 a Vítor Batista Vaz e a Adilia Anjos Ferreira, sem que no entanto
Elisa do Carmo Gonçalves do poente com José Maria Gonçalves, não José Mário Martins, conforme inscrição AP quatrocentos e cinquenta 5 Prédio rústico, sito em Marchãs, freguesia de Zoio, concelho de Bra- ficassem a dispor de título formal que lhes permita, o respectivo regis-
descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito e sete de 19/05/2005. gança, composto por lameiro, com a área de treze mil e oitocentos to na Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo, entraram na
na matriz respectiva sob o artigo 2154, sendo de 12,20 euros o seu Que o referido prédio se encontra inscrito na matriz respectiva sob o metros quadrados, a confrontar do norte com caminho, do nascente posse e fruição dos identificados prédios, em nome próprio, posse que
valor patrimonial a que atribuem o valor de quinze euros. artigo 1892, sendo de 1,26 euros o seu valor patrimonial a que atri- com Comissão Fabriqueira da igreja, do sul do Junta de Freguesia e assim detêm há muito mais de vinte anos, sem interrupção ou oculta-
6- Prédio rústico, sito na Srª do Carmo, freguesia de Parada, concelho buem o valor de cinco euros. do poente com Norberto Rodrigues, não descrito na Conservatória do ção de quem quer que seja.
de Bragança, composto por pastagem e dois castanheiros, com a área 19- Prédio rústico, sito em Lamas, freguesia de Parada, concelho de Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição,
de duzentos e noventa metros quadrados, a confrontar do norte com Bragança, composto por cultura, com a área de dois mil e setecentos o artigo 1023, sendo de 177,74 euros o seu valor patrimonial, a que ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio
Manuel Diogo da Costa do nascente com Manuel Diogo Gamboa da metros quadrados, a confrontar do norte com Francisco Marcolino, do atribuem o valor de cento e oitenta euros. e com aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeada-
Costa, do sul Narciso Augusto Alves do poente com caminho, não des- nascente com caminho, do sul com José Lino Afonso e do poente com 6 Prédio rústico, sito em Santana de Baixo, freguesia de Zoio, conce- mente, fazendo obras de melhoramento, habitando e guardando os seus
crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na Silvino Eugénio Afonso, não descrito na Conservatória do Registo Pre- lho de Bragança, composto por lameiro, pastagem e mata de carvalhos haveres e diversos bens móveis nos urbanos, amanhando, adubando,
matriz respectiva sob o artigo 2184, sendo de 2,14 euros o seu valor dial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 4969, com a área de seis mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar do cultivando e colhendo os frutos dos rústicos, em todos agindo sem-
patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. sendo de 13,70 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor norte com Carlos Rufino Almendra, do nascente com Manuel Antó- pre por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade,
7- Prédio rústico, sito na Sª do Carmo, freguesia de Parada, concelho de dezasseis euros. nio Almendra, do sul do Júlio dos Santos Rodrigues e do poente com quer usufruindo como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus ren-
de Bragança, composto por cultura e três castanheiros, com a área de 20- Prédio rústico, sito em Touxigueiras, freguesia de Coelhoso, con- Mário Augusto Terrinha, não descrito na Conservatória do Registo dimentos, quer suportando os respectivos encargos e as referidas obras
quatrocentos metros quadrados, a confrontar do norte com José Inácio celho de Bragança, composto por pastagem com sete castanheiros, Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo de melhoramento e conservação, quer ainda pagando as respectivas
Pereira do nascente com caminho, do sul Augusto das Graças Ortega com a área de mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar do norte 1959, sendo de 65,62 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem o contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira dispo-
do poente com António Manuel Rodrigues, não descrito na Conserva- com Maria Martins, do nascente com Mário Pereira da Rocha, do sul valor de setenta euros. nibilidade.
tória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva com Mercedes Augusta da Veiga e do poente com Hermínio Veiga, não 7 Prédio rústico, sito em Vale da Fonte, freguesia de Zoio, concelho Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, condu-
sob o artigo 2192, sendo de 6,41 euros o seu valor patrimonial a que descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito de Bragança, composto por horta e três pés de videira em latada, com ziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justificando
atribuem o valor de quinze euros. na matriz respectiva sob o artigo 3235, sendo de 8,05 euros o seu valor a área de duzentos e noventa metros quadrados, a confrontar do nor- o seu direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta
8- Prédio rústico, sito no Palorco, freguesia de Parada, concelho de patrimonial a que atribuem o valor de dez euros. te com Victor Manuel Moreira, do nascente com Armindo dos santos forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título
Bragança, composto por lameiro e cultura, com a área de quatro mil Que entraram na posse e composse dos referidos prédios, no ano de Afonso, do sul do Mário Augusto Terrinha e do poente com Victor formal extrajudicial.
novecentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte com mil novecentos e oitenta, por partilha verbal das heranças abertas, o
Benjamim Augusto Rocha do nascente com caminho, do sul José Lino inscrito na matriz sob os artigos 1892, 948, 1923, 1892, 1962 e 3235
Afonso do poente com José Maria Gonçalves, não descrito na Conser- por óbito de António Augusto Martins, e os restantes, por óbito de
vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respec- António Manuel Rodrigues, residentes que foram na referida freguesia
tiva sob o artigo 4184, sendo de 54,81 euros o seu valor patrimonial a de Coelhoso, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que
que atribuem o valor de cinquenta e cinco euros. lhes permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial;
9- Prédio rústico, sito no Vale de Ferros, freguesia de Parada, concelho mas, desde logo, entraram na posse, composse e fruição dos identifi-
de Bragança, composto por vinha, cultura e vinte e duas oliveiras e cados prédios, em nome próprio, posse e composse que assim detêm
duas nogueiras, com a área de dezanove mil oitocentos e dez metros há mais de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que
quadrados, a confrontar do norte com Maria Amelia Gonçalves e ir- seja.
mãos do nascente com Abílio Augusto Pires, do sul com caminho do Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência e
poente com Francisco da Conceição Geraldes, não descrito na Conser- sem oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gen-
vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respec- te em nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos
tiva sob o artigo 4368, sendo de 144,18 euros o seu valor patrimonial a prédios, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os
que atribuem o valor de cento e quarenta e cinco euros. e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente
10- Prédio rústico, sito em Pereiro, freguesia de Coelhoso, concelho ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os
de Bragança, composto por lameiro, pastagem e trinta e dois freixos, imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os
com a área de doze mil e oitocentos metros quadrados, a confrontar respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições
do norte com Alfredo Jaime Fernandes do nascente com Marcolino e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira disponibilidade.
António Martins, do sul com Maria do Carmo Gonçalves do poente Que esta posse e composse em nome próprio, pacifica, contínua e pú-
com Manuel José Vaqueiro, não descrito na Conservatória do Registo blica, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam,
Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo justificando o direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que
1293, sendo de 23,25 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro
valor de vinte e cinco euros. título formal extrajudicial.

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Amor: Embora chore a sua so- Amor: Quando algo dentro de nós Amor: Ninguém, seja o seu actual Amor: A criança que há em si é a Amor: Sábio é aquele que percebe Amor: Tem a certeza que não
lidão, talvez seja o momento é repudiado, cria sofrimento, limi- companheiro ou alguém com quem essência da sua verdadeira alma. Per- que nunca conseguirá estar sempre querrepetir atitudes do passado.
para ter consciência que algo tação e espalha devastação. Tudo o você sonha para o futuro, tem obri- mita que o seu sentido de alegria e no “auge”. Desfrute o pico enquanto Para si, a vida, neste momento, é
o feriu. Nada é por acaso e a que aconteceu apenas fortifica o seu gação de lhe trazer a felicidade numa de diversão entrem na sua vida. Não ele durar. Não existe nada de errado, um oceano no qual você se pode
vida só lhe está a pedir que não carácter. Lembre-se de que “sofrer” bandeja. O amor verdadeiro não tenha medo de voltar amar. Não exis- mas é necessário um relaxamento. O divertir, se souber desfazer-se de
se preocupe. Se tropeçar e cair, quer dizer “suportar”. Procure tentar advém de tentativas de satisfazer as te nada de errado nos sentimentos, mesmo sucede com o pico. Ninguém todos os julgamentos, das prefe-
levante-se, sacuda a poeira, dê controlar a sua raiva, seus impulsos nossas necessidades na dependência quaisquer que eles sejam. Evitá-los consegue viver todo o tempo em es- rências dos apegos e dos planos
uma gargalhada e vá em frente. e tenha fé, que em breve encontrará do outro, mas sim no desenvolvimen- sim, é que provoca sofrimento. Li- tado de excitação. Por isso, equili- a longo prazo. Esteja disponível
Procure viver o momento presen- alguém que o fará esquecer as amar- to da nossa riqueza interior e do nos- berte-se, observe os ritmos da vida de brio é a palavra chave. para o que vier ao seu encontro,
te, pois é a única direcção certa. guras do passado. so amadurecimento. forma serena e clara. Trabalho: Se economizar foi algo da forma, como vier.
Trabalho: Novas oportunidades Trabalho: Aceite e lide com a reali- Trabalho: No seu local de trabalho, Trabalho: No seu local de trabalho, que sempre rejeitou, comece deva- Trabalho: Mudanças imprevis-
poderão surgir esteja atento as dade da sua presente situação labo- actue de forma realista, e conte so- saiba aproveitar as oportunidades que gar mas comece já. tas, podem contribuir para uma
oportunidades. ral. Tornar-se-á mais poderoso. bretudo consigo. surgem a um bom ritmo. Saúde: Senão exceder os limites, melhoria na sua situação finan-
Saúde: Combata posturas indo- Saúde: Não se isole, é importante o Saúde: Procure ter cuidado com as Saúde: Procure tomar vitamina B nada de grave acontecerá à sua saú- ceira.
lentes. contacto com a natureza. diferenças de temperatura. para ajudar o seu sistema nervoso. de. Saúde: Faça refeições leves.

TOURO CARANGUEJO VIRGEM ESCORPIÃO CAPRICÓRNIO PEIXES


Força Mago Louco Diabo Lua Eremita
Amor: Sempre levou a sua vida Amor: Passado, presente e futuro, Amor: Quando algo é perfeito na Amor: Embora sinta vontade de vi- Amor: Deverá ficar particularmente Amor: Momento ideal para
numa luta, desejando mergulhar são conceitos da mente. O passado nossa vida significa que nada melhor rar tudo do avesso, é bom que pense atento ao seu relacionamento, pois pensar o que foi a sua vida nes-
na experiência da vida, sem ter já não existe. Futuro é algo que não pode existir, mas o problema surge um pouco antes de agir. Não faça dos haverá maiores probabilidades de tes últimos tempos para poder
de avaliar ou compreender, mas sabe se acontecerá. E por fim o pre- quando pensamos poder transferir outros os causadores das suas desgra- rompimento do que de reconcilia- examinar aquilo que terá que ser
dando sempre o melhor de si. sente que é aquilo que se encontra á esse conceito de exactidão para as ças. Pelo contrário olhe para dentro. ção. Procure não reagir precipitada- feito antes de ser empreendida
Tudo isso já passou e este é o sua frente, mas que não quer ver. O nossas vidas, e para a dos outros tam- Se estiver atento poderá verificar que mente. Será uma realidade dificil de qualquer acção. Não fique para-
momento para reavaliar, reorga- que passou, passou, não crie apego, bém. Aceite que, embora o seu rela- não existem inimigos externos. Eles entender mas, na verdade, o Univer- do, mas reconsidere o antigo para
nizar, realinhar, a sua vida afec- que este só lhe trará infelicidade. cionamento não tenha sido perfeito, apenas são o reflexo do que, até ago- so realiza os nossos sonhos quando poder integrar-se no novo.
tiva, de modo a poder ser você Você tem na sua frente uma vida lin- foi pelo menos uma boa experiência, ra, você não pôde ou não quis identi- não temos dúvidas, e opera mudan- Trabalho: Embora não se sinta
mesmo, sem apegos, e sem ficar díssima que deve saber aproveitar. que deve guardar em seu coração. ficar como vindo do interior. ças quando estas são necessárias ao muito motivado, deve fazer um
à mercê dos afectos exteriores. Trabalho: Aumente a sua auto es- Trabalho: É essencial aprender a ge- Trabalho: Tente não deixar que nosso crescimento. esforço para sair da rotina.
Trabalho: Mantenha-se activo e tima. É a chave para o seu sucesso rir bem o seu dinheiro. emoções ou factores subjectivos o Trabalho: Momento pouco oportu- Saúde: As suas energias andam
permaneça confiante. laboral. Saúde: Altere os seus hábitos diários levem a rupturas profissionais. no para gastos impulsivos. um pouco desequilibradas, é
Saúde: As emoções andam um Saúde: Dedique mais tempo ao la- que poderão não ser os mais correc- Saúde: Procure tomar vitamina B Saúde: Poderá estar mais susceptí- importante movimentar-se, sair,
pouco descontroladas. zer. tos, para a sua saúde. para ajudar o seu sistema nervoso. vel a sentimentos de frustração. apanhar ar.

32 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


INZONICES

INCLINÓMETRO Pelourinho
O
POSITIV
Sopas e merendas – Houve tomada de posse em Freixo de Espada à
Cinta e, ao que me diz o meu praça de Lagoaça, o discurso de José Santos
não caiu nada bem à coligação CDS-PP. Pois, às vezes a sopas assentam mal
IVO
NEGAT no estômago e depois já nem apetece merendar…

Míscaros – Em Mogadouro, Moraes Machado pega hoje no leme da


autarquia. Diz-me o meu primo Tonho que os tempos são de míscaros, mas
os cor-de-rosa não são de fiar. Que o diga Fernando Meira, que ainda não
conseguiu digerir a potada do jantar de 11
de Outubro…

Instituto Politécnico de Alheiras – Em Mirandela as alheiras


também já não são o que eram, especial-
Bragança
Ministério da Saúde mente no prato do CDS-PP. Nem as de
caça (ao voto) conseguiram salvar os de-
Um estudo revela que os
A maternidade de Miran- mocratas-cristãos das profecias da (des)
estudantes do IPB são os mais
dela encerrou e o número de Graça...
satisfeitos em matéria de en-
partos em ambulâncias não sino superior. Eis o resultado
tardou a disparar. Eis uma Amêndoas – Em Torre de Moncor-
do trabalho desenvolvido por
consequência que os buro- vo, Aires Ferreira também não estava lá
uma instituição inserida numa
cratas da saúde não devem muito eufórico na tomada de posse. Pude-
cidade hospitaleira, que sabe
ter previsto. Mas, a reorga- ra, à 2ª e 3ª vez a coisa é novidade, mas a
oferecer condições aos seus
nização da rede de materni- partir da 5ª quem se deslumbra com mais
alunos.
dades não era para reforçar um mandato? Pior estava a dupla PSD/
a qualidade dos cuidados de CDS-PP que já tem as mãos calejadas de
saúde? Não se percebe… tanto esfregar e dizer: “para a próxima é
que vai ser”. É como no Sporting…

foto
Espelho meu, onde foi que eu Para sermos os 3 Mosqueteiros
errei? só nos falta a Espada à Cinta.

Novela

Mulheres, aqui bem se está!


Salema, despacha lá isso que
o Mexia está lá em baixo para
cortar a luz...

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 33


PUBLICIDADE

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de valor de dez euros. nascente com Adolfo dos Santos Pires, do sul com Junta de freguesia
27 de Outubro de 2009 27 de Outubro de 2009 9- Prédio rústico, sito na ladeira, freguesia de Sendas, concelho de do poente com Lídia Caderno, não descrito na Conservatória do Regis-
Bragança, composto por Cultura com dois Castanheiros, com a área de to Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo
dois mil cento e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte e 1604, sendo de 3,77 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o
nascente com Adolfo dos Santos Pires, do sul com Abílio dos Santos valor de cinco euros.
Cristina Moreiras Rodrigues do poente com Caminho, não descrito na Conservatória do 21- Prédio rústico, sito na coitada de cima, freguesia de Sendas, con-
Cédula Profissional: 3550 Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o celho de Bragança, composto por Cultura, com a área de três mil e oi-
artigo 1353, sendo de 7,17 euros o seu valor patrimonial a que atribuem tenta metros quadrados, a confrontar do norte com Baptista dos Santos
o valor de dez euros. Pires do nascente com Caminho, do sul com Francisco M. Venâncio
2ª e última Publicação 10- Prédio rústico, sito em Sortes, freguesia de Sendas, concelho de Bra- do poente com C.P., não descrito na Conservatória do Registo Predial
gança, composto por cultura pastagem e um castanheiro, com a área de de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1624, sen-
Bragança - Tribunal Judicial, 2º Juízo
sete mil seiscentos e cinquenta metros quadrados, a confrontar do norte do de 5,16 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de dez
Processo: 1473/07.6TBBGC
EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO com José Alberto Lopes do nascente com Junta de Freguesia, do sul com euros.
Exequente: BES - Banco Espírito Santo, S.A.
CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por es- João Maria Afonso do poente com José Manuel Pires, não descrito na 22- Prédio rústico, sito no Vale de Porco, freguesia de Sendas, con-
Executados: Maria Filomena Calvão Guedes e José Francisco
critura lavrada no dia vinte de Outubro de dois mil e nove no Cartório Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz celho de Bragança, composto por Vinha, com a área de seiscentos e
Guedes
Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito respectiva sob o artigo 1389, sendo de 7,29 euros o seu valor patrimonial sessenta metros quadrados, a confrontar do norte com Caminho do
na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de a que atribuem o valor de dez euros. nascente com Fernando Augusto Pinela, do sul com Marcolino Augus-
quarenta e cinco a folhas cinco e um do livro de notas para escrituras 11- Prédio rústico, sito em Cantais, freguesia de Sendas, concelho de to Pinela do poente com José Manuel Pires, não descrito na Conserva-
CITAÇÃO DE AUSENTE EM PARTE IN- diversas número “Setenta e um –A” ANTÓNIO DOS SANTOS PIRES Bragança, composto por Cultura e Vinte e dois Carvalhos, com a área tória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva
CERTA (ARTIGOS 248º E 249º DO C.P.C.) e mulher NAZARÉ DA CONCEIÇÃO RAMOS, casados sob o regime de mil seiscentos e vinte metros quadrados, a confrontar do norte com sob o artigo 1661, sendo de 4,78 euros o seu valor patrimonial a que
de comunhão geral, ele natural da freguesia de Sendas e ela da fregue- Adolfo dos Santos Pires do nascente com Graciano Patrocinio, do sul atribuem o valor de cinco euros.
Nos autos acima identificados correm éditos de 30 (trinta) dias, sia de Salsas, ambas do concelho de Bragança, residentes na referida Adolfo dos Santos Venâncio do poente com Adolfo dos Santos Pires, 23- Prédio rústico, sito na Ribeira, freguesia de Salsas, concelho de
contados da data da segunda e última publicação do anúncio, ci- freguesia de Sendas, NIFS 104 461 098 e 104 461 101, fizeram as não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins- Bragança, composto por Cultura, com a área de mil e cem metros qua-
tando o ausente José Francisco Guedes, com última residência co- declarações constantes desta certidão, que com esta se compõe de onze crito na matriz respectiva sob o artigo 1464, sendo de 4,40 euros o seu drados, a confrontar do norte com Ribeira do nascente com Francisco
nhecida em Fundo do Sapato n.º 14, 5300- Bragança, para no prazo laudas e vai conforme o original.- valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Venâncio, do sul com caminho do poente com António Venâncio, não
de VINTE DIAS, decorrido que seja o dos éditos, pagar ou deduzir Bragança, Cartório Notarial, vinte de Outubro de dois mil e nove. 12- Prédio rústico, sito em Cantais, freguesia de Sendas, concelho de descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscri-
oposição à execução supra referenciada, nos termos dos artºs 812º A Colaboradora Autorizada Bragança, composto por Pastagem, com a área de oitocentos e quarenta to na matriz respectiva sob o artigo 717, sendo de 13,33 euros o seu
nº 6 e 813º nº1, ambos do C.P.C., sob pena de, não o fazendo, segui- Bernardete Isabel C. Simões Afonso metros quadrados, a confrontar do norte Afonso Pinela Venâncio do valor patrimonial a que atribuem o valor de quinze euros.
rem-se os termos do artº 832 do C.P.C., sendo promovida a penhora nascente com Alípio Augusto Cruz, do sul com Alípio Augusto Cruz 24- Prédio rústico, sito no Lameirão, freguesia de Sendas, concelho
dos bens necessários para garantir a quantia exequenda no mon- Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos do poente com Afonso Pinela Venâncio, não descrito na Conservatória de Bragança, composto por Cultura e quatro castanheiros, com a área
tante de 41.773,10 € (quarenta e um mil, setecentos e setenta e três seguintes bens: do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o de mil quatrocentos e oitenta metros quadrados, a confrontar do norte
euros e dez cêntimos), acrescida de 10%, nos termos do disposto 1- Prédio rústico, sito no Calvo, freguesia de Salsas, concelho de Bra- artigo 1470, sendo de 0,63 euros o seu valor patrimonial a que atribuem José Manuel Pires, do nascente com Américo dos Santos Moreira, do
no nº 3 do artigo 821º do C.P.C., honorários do Agente de execução, gança, composto por carvalhal, com a área de mil e oitocentos metros o valor de cinco euros. sul com Caminho e do poente com José Manuel Pires, não descrito na
que nesta data ascendem a 1.380,08 € (mil trezentos e oitenta euros quadrados, a confrontar do norte com Hermínia Teixeira, do nascente 13- Prédio rústico, sito em Cantais, freguesia de Sendas, concelho de Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz
e oito cêntimos), sendo ainda responsáveis por todas as despesas com caminho, do sul Américo Moreira do poente com Cesário Ventura Bragança, composto por Cultura pastagem e mata de carvalhos, com respectiva sob o artigo 864, sendo de 5,28 euros o seu valor patrimo-
indispensáveis, inerentes à presente execução. Gonçalves, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bra- a área de três mil cento e cinquenta metros quadrados, a confrontar do nial a que atribuem o valor de dez euros.
Nos termos do disposto no artigo 60º do C.P.C. é obrigatória a cons- gança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 429, sendo de 2,77 norte e do nascente com Alípio Augusto Cruz, do sul com Adolfo dos 25- UM QUARTO do prédio rústico, sito no Vale, freguesia de Sendas,
tituição de Advogado quando o valor da execução seja superior à euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Santos Pires do poente com Ribeiro, não descrito na Conservatória do concelho de Bragança, composto por eira, com a área de quinhentos
alçada do tribunal de primeira instância. 2- Prédio rústico, sito no prado, freguesia de Sendas, concelho de Bra- Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o metros quadrados, a confrontar do norte caminho, do nascente com
Os duplicados do requerimento executivo e cópia dos documentos gança, composto por cultura, com a área de quatrocentos e setenta me- artigo 1476, sendo de 2,64 euros o seu valor patrimonial a que atribuem caminho do sul com João Inácio Pires do poente com herdeiros de
encontram-se à disposição do citando na secretaria do tribunal su- tros quadrados, a confrontar do norte com Caminho do nascente com o valor de cinco euros. Paulo José Ribeiro não descrito na Conservatória do Registo Predial
pra identificado. Batista Pires, do sul C.P. do poente com Francisco Manuel Venâncio, 14- Prédio rústico, sito em Cantais, freguesia de Sendas, concelho de de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1548, sen-
não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas Bragança, composto por Lameiro e mata de carvalho, com a área de do de 0,50 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de
A Solicitadora de Execução, inscrito na matriz respectiva sob o artigo 644, sendo de 0,50 euros o seu dois mil duzentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com cinco euros.
Cristina Moreiras valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Fernando Pinela do nascente com Adolfo dos Santos Pires, do sul com 26- Prédio rústico, sito no Prado, freguesia de Sendas, concelho de
Cédula Profissional:3550 3- Prédio rústico, sito no Fataco, freguesia de Sendas, concelho de Bra- Caminho do poente com Caminho, não descrito na Conservatória do Bragança, composto por cultura, com a área de mil quatrocentos e
gança, composto por Cultura, com a área de mil e novecentos metros Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o quarenta metros quadrados, a confrontar do norte Caminho do nascen-
quadrados, a confrontar do norte com Américo dos Santos do nascente artigo 1479, sendo de 40,10 euros o seu valor patrimonial a que atribuem te com Acácio Venâncio, do sul com C.P. do poente com Alberto dos
com Ribeiro, do sul José Manuel Pires do poente com Adolfo dos San- o valor de quarenta cinco euros. Anjos Geraldes, não descrito na Conservatória do Registo Predial de
Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de tos Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragan- 15- Prédio rústico, sito em Vale da Veia, freguesia de Sendas, concelho Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 639, sendo
27 de Outubro de 2009 ça, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1012, sendo de 19,48 de Bragança, composto por Cultura, com a área de mil oitocentos e dez de 1,39 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco
euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de vinte euros. metros quadrados, a confrontar do norte com António Lopes do nas- euros.
4-Prédio rústico, sito no Brangaino, freguesia de Sendas, concelho de cente com Adriano Gonçalves, do sul com Abílio dos Santos Rodrigues 27- Prédio rústico, sito na Coitada, freguesia de Sendas, concelho de
Bragança, composto por Cultura, com a área de duzentos e quarenta do poente com Junta de Freguesia, não descrito na Conservatória do Bragança, composto por Horta, com a área de oitenta metros quadra-
Cristina Moreiras metros quadrados, a confrontar do norte com Adolfo dos Santos Pires Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o dos, a confrontar do norte Estrada do nascente com Fernando Pires
Cédula Profissional: 3550 do nascente com Caminho de Servidão, do sul Paulo José Ribeiro do artigo 1515, sendo de 1,76 euros o seu valor patrimonial a que atribuem Loureiro, do sul e do Poente com Américo dos Santos Moreira, não
poente com Ribeiro, não descrito na Conservatória do Registo Predial o valor de cinco euros. descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins-
2ª e última Publicação de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1061, sen- 16- Prédio rústico, sito no Vale de Veia, freguesia de Sendas, concelho crito na matriz respectiva sob o artigo 666, sendo de 2,51 euros o seu
do de 2,89 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de de Bragança, composto por mata de carvalhos, com a área de oitocen- valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros.
cinco euros. tos e dez metros quadrados, a confrontar do norte com Artur José Pires 28- Prédio rústico, sito no Poço das Andas, freguesia de Sendas, con-
Bragança - Tribunal Judicial, 2º Juízo 5- Prédio rústico, sito no Frangam, freguesia de Sendas, concelho de do nascente com José Manuel Pires, do sul com João Inácio Pires do celho de Bragança, composto por Cultura com castanheiros, com a
Processo: 1473/07.6TBBGC Bragança, composto por Cultura, com a área de trezentos e oitenta me- poente com Adolfo dos Santos Pires, não descrito na Conservatória do área de seiscentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte
Exequente: BES - Banco Espírito Santo, S.A. tros quadrados, a confrontar do norte com Norberto Pires do nascente Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o Américo dos Santos Moreira do nascente com Fernando Sabino Ve-
Executados: Maria Filomena Calvão Guedes e José Francisco com Adolfo Pires, do sul José Pires do poente com Ribeiro, não des- artigo 1525, sendo de 1,26 euros o seu valor patrimonial a que atribuem nâncio, do sul e do poente com Abílio Dos Santos Rodrigues, não des-
Guedes crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na o valor de cinco euros. crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito
matriz respectiva sob o artigo 1086, sendo de 4,65 euros o seu valor 17- Prédio rústico, sito no Vale, freguesia de Sendas, concelho de Bra- na matriz respectiva sob o artigo 836, sendo de 4,53 euros o seu valor
patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. gança, composto por Cultura, com a área de duzentos metros quadrados, patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros.
CITAÇÃO DE AUSENTE EM PARTE IN-
6- Prédio rústico, sito no Vale Tremonte, freguesia de Sendas, concelho a confrontar do norte Acédio Venâncio do nascente com Habitação do Que entraram na posse e composse dos referidos prédios, no ano de
CERTA (ARTIGOS 248º E 249º DO C.P.C.) de Bragança, composto por Mata de Carvalho e pastagem, com a área próprio, do sul com caminho do poente com Francisco Manuel Venân- mil novecentos e oitenta, por partilha verbal das heranças abertas por
de quatro mil seiscentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do cio, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas óbito de Domingos dos Santos Pires e mulher Maria Amália Venâncio,
Nos autos acima identificados correm éditos de 30 (trinta) dias, norte com Américo dos Santos Moreira do nascente com António Au- inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1549, sendo de 2,51 euros o residentes que foram no lugar de Fermentães, da referida freguesia de
contados da data da segunda e última publicação do anúncio, ci- gusto Ferreira, do sul António Augusto Ferreira do poente com Carlos seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco euros. Sendas, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal que lhes
tando o ausente Maria Filomena Calvão Guedes, com última resi- Augusto Pereira, não descrito na Conservatória do Registo Predial de 18- Prédio rústico, sito no Vale, freguesia de Sendas, concelho de Bra- permita o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial; mas,
dência conhecida em Fundo do Sapato n.º 14, 5300- Bragança, para Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1311, sendo gança, composto por Cultura, com a área de oitocentos e quarenta me- desde logo, entraram na posse, composse e fruição dos identificados
no prazo de VINTE DIAS, decorrido que seja o dos éditos, pagar de 4,15 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de cinco tros quadrados, a confrontar do norte com caminho do nascente com prédios, em nome próprio, posse e composse que assim detêm há mais
ou deduzir oposição à execução supra referenciada, nos termos dos euros. Artur Lopes, do sul com Adolfo dos Santos Pires do poente com Adolfo de vinte anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
artºs 812º nº 6 e 813º nº1, ambos do C.P.C., sob pena de, não o 7- Prédio rústico, sito no Vale Tremonte, freguesia de Sendas, concelho dos Santos Pires, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Que essa posse e composse foi adquirida e mantida sem violência e
fazendo, seguirem-se os termos do artº 832 do C.P.C., sendo pro- de Bragança, composto por Pastagem e Lameiro, com a área de cinco Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1562, sendo de sem oposição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente
movida a penhora dos bens necessários para garantir a quantia exe- mil e setenta metros quadrados, a confrontar do norte e nascente com 7,42 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de dez euros. em nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos
quenda no montante de 41.773,10 € (quarenta e um mil, setecentos caminho, do sul Junta de Freguesia do poente com Alípio Augusto da 19- Prédio rústico, sito no Vale, freguesia de Sendas, concelho de Bra- prédios, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, cultivando-os
e setenta e três euros e dez cêntimos), acrescida de 10%, nos termos Cruz, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, gança, composto por cultura e uma nogueira, com a área de mil e qua- e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma correspondente
do disposto no nº 3 do artigo 821º do C.P.C., honorários do Agente mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 1317, sendo de 10,19 renta metros quadrados, a confrontar do norte com Batista dos Santos ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os
de execução, que nesta data ascendem a 1.380,08 € (mil trezentos e euros o seu valor patrimonial a que atribuem o valor de quinze euros. Pires do nascente com Norberto dos Santos Pires, do sul com Adolfo dos imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os
oitenta euros e oito cêntimos), sendo ainda responsáveis por todas 8- Prédio rústico, sito na Ladeira, freguesia de Sendas, concelho de Santos Pires do poente com Artur Lopes, não descrito na Conservatória respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contribuições
as despesas indispensáveis, inerentes à presente execução. Bragança, composto por Pastagem com sete castanheiros, com a área do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o e impostos, mantendo-os sempre na sua inteira disponibilidade.
Nos termos do disposto no artigo 60º do C.P.C. é obrigatória a cons- de mil e noventa metros quadrados, a confrontar do norte e do nascente artigo 1565, sendo de 15,71 euros o seu valor patrimonial a que atribuem Que esta posse e composse em nome próprio, pacifica, contínua e pú-
tituição de Advogado quando o valor da execução seja superior à com Adolfo dos Santos Pires, do sul Acédio Venâncio do poente com o valor de vinte euros. blica, conduziu à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam,
alçada do tribunal de primeira instância. Abílio Dos Santos Pires, não descrito na Conservatória do Registo 20- Prédio rústico, sito no Vale, freguesia de Sendas, concelho de Bra- justificando o direito de propriedade, para o efeito de registo, dado que
Os duplicados do requerimento executivo e cópia dos documentos Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo gança, composto por Pastagem e mata de carvalhos, com a área de três esta forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro
encontram-se à disposição do citando na secretaria do tribunal su- 1352, sendo de 7,67 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o mil oitocentos e quarenta metros quadrados, a confrontar do norte e do título formal extrajudicial.
pra identificado.

A Solicitadora de Execução,
Cristina Moreiras
Cédula Profissional:3550 Soluções do Passatempo Jornal Nordeste - Semanário Regional de Informação Nº 679 de 27
de Outubro de 2009
valhos e pastagem, com a área de cinquenta e dois mil metros
quadrados, a confrontar do norte com João António, do nascente
de 20/10/2009 com Junta de freguesia, do sul com Juvenal Morais e do poente
com estrada, não descrito na Conservatória do Registo Predial de
Bragança, mas inscrito na matriz respectiva sob o artigo 2184,
sendo de 60,09 euros o seu valor patrimonial a que atribuem o
valor de sessenta e cinco euros.
2 - Prédio rústico, sito em Cortinhas, freguesia de Nogueira, con-
Sudoku celho de Bragança, composto por cultura, com a área de mil e vin-
te metros quadrados, a confrontar do norte com Raul Manuel Vaz

Leia, assine EXTRACTO/JUSTIFICAÇÃO


Vieira, do sul com caminho, do nascente com Alfredo Augusto
dos Santos e do poente com João António Gonçalves, não descri-
to na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito

e divulgue CERTIFICO, narrativamente, para efeitos de publicação, que por


escritura lavrada no dia vinte e dois de Outubro de dois mil e nove
na matriz respectiva, sob o artigo 2299, sendo de 1,01 euros o seu
valor patrimonial, a que atribuem o valor de cinco euros.
Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e
no Cartório Notarial a cargo do notário Lic. João Américo Gon-
çalves Andrade, sito na Avenida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 oitenta, por compra verbal que deles fizeram a Humberto Martins
em Bragança, exarada de sessenta e oito a folhas sessenta e nove Gonçalves, residente no Brasil, sem que no entanto ficassem a
verso do livro de notas para escrituras diversas número “Setenta dispor de título formal que lhes permita, o respectivo registo na
e um –A”, MÁRIO ALBERTO SARAIVA e mulher MARIA LE- Conservatória do Registo Predial; mas, desde logo, entraram na
ONOR GONÇALVES DOS SANTOS SARAIVA, casados sob posse e fruição dos identificados prédios, em nome próprio, posse
o regime da comunhão de adquiridos, ele natural da freguesia assim detêm há muito mais de vinte anos, sem interrupção ou
de Rebordão, ela natural da freguesia de Nogueira, concelho de ocultação de quem quer que seja.
Bragança, residente na referida freguesia de Nogueira, na recta de Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem opo-
Rebordãos NIFS 134 343 239 e 134 343 247, fizeram as decla- sição, ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente em
rações constantes desta certidão, que com esta se compõe de três nome próprio e com aproveitamento de todas as utilidades dos
laudas e vai conforme o original. prédios, nomeadamente, amanhando-os, adubando-os, cultivan-
do-os e colhendo os seus frutos, agindo sempre por forma corres-
Bragança, Cartório Notarial, vinte e dois de Outubro de dois mil pondente ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo
e nove. como tal os imóveis, quer beneficiando dos seus rendimentos,
quer suportando os respectivos encargos, quer ainda pagando as
A Colaboradora Autorizada respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na sua
Bernardete Isabel C. Simões Afonso inteira disponibilidade.
Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública,
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, conduziu à aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam,
dos seguintes bens: justificando o seu direito de propriedade, para o efeito de registo,
1 Prédio rústico, sito em Teixo das Cruzes, freguesia de Rebor- dado que esta forma de aquisição não pode ser comprovada por
dãos, concelho de Bragança, composto por cultura, mata de car- qualquer outro título formal extrajudicial.

34 27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE


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Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de


27 de Outubro de 2009

CARTÓRIO NOTARIAL DE GONDOMAR


(NOTÁRIO - JOSÉ IDALÉCIO FERNANDES)

EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO

Lic. José Idalécio Fernandes, notário do Cartório, CERTIFICO nar-


rativamente, para efeitos de publicação, que neste Cartório Notarial
em vinte de Outubro de 2009, a fls. 40 do livro de notas para es-
crituras diversas n° 43-A., foi lavrada uma escritura de Justificação
Notarial, na qual foram justificantes:
Maria Teresa Seixas Resende Botelho, (NIF 171.901.266 - BI n°
3801256, de 09-05-2003, Lisboa), e marido, António dos Anjos
Botelho, (NIF 175.273.863 - BI no 3131671, de 23-02-2007, Avei-
ro), casados sob o regime de comunhão de adquiridos, naturais da
freguesia de Valtorno, concelho de Vila Flor, residentes na Rua De-
zoito, n° 1010, em Espinho.
Mais certifico que, nessa escritura, foi declarado o seguinte:
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem,
de um prédio urbano, composto por uma casa de cave, rés-do-chão
e quinteiro, destinada a habitação, com a área coberta de sessenta
metros quadrados, e descoberta de cinquenta metros quadrados,
implantada numa parcela de terreno, com a área de cento e dez
metros quadrados, sito na Rua da Esquina, freguesia de Valtorno,
concelho de Vila Flor, a confrontar do Norte com João Lopes Trigo,
do Sul com José Manuel Seixas Resende, do Nascente com Rua,
e do Poente com Padre Manuel Carrilho, não descrito na Conser-
vatória do Registo Predial de Vila Flor, mas inscrito na respectiva
matriz, em nome da justificante mulher, sob o artigo 465, com o
valor patrimonial de € 2.267,15.
Que a referida parcela de terreno, a que atribuem o valor de MIL
EUROS, foi adquirida pela primeira outorgante mulher, ainda no
estado de solteira, em data que não pode precisar, no ano de mil
novecentos e setenta e três, por compra verbal que dela fez a Antó-
nio dos Santos Resende e mulher Maria Antónia de Seixas, casados
sob o regime de comunhão geral, já falecidos, residentes que foram
no lugar e freguesia de Valtorno, já referida, sem que, no entanto,
disponha de título formal que lhe permita o respectivo registo.
Que desde então entrou na posse e fruição da dita parcela de terre-
no, em nome próprio, na qual ela e o seu referido marido constru-
íram a casa atrás descrita, posse que detém há mais de vinte anos,
sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
Que esta posse foi adquirida e mantida sem violência e sem opo-
sição, ostensivamente, com conhecimento de toda a gente, em
nome próprio e com aproveitamento de todas as suas utilidades,
agindo sempre por forma correspondente ao exercício do direito
de propriedade, quer usufruindo no todo o imóvel, quer pagando as
respectivas contribuições e impostos.
Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, des-
de o ano de mil novecentos e setenta e três, conduziu à aquisição da
referida parcela de terreno por usucapião, que invoca, justificando
o seu direito de propriedade para efeitos de registo, dado que esta
forma de aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro
título formal extra-judicial.
ESTÁ CONFORME. Gondomar e referido Cartório, aos vinte de
Outubro de dois mil e nove.

O Notário,
(Assinatura ilegível)

Jornal Nordeste – Semanário Regional de Informação Nº 679 de


27 de Outubro de 2009

CARTÓRIO NOTARIAL DE GONDOMAR


(NOTÁRIO - JOSÉ IDALÉCIO FERNANDES)

EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO

Lic. José Idalécio Fernandes, notário do Cartório, CERTIFICO


narrativamente, para efeitos de publicação, que neste Cartório
Notarial em vinte de Outubro de 2009, a fis. 42 do livro de notas
para escrituras diversas n° 43-A, foi lavrada uma escritura de Jus-
tficação Notarial, na qual foram justificantes:
Maria Teresa Seixas Resende Botelho, (NIF 171.901.266 - BI
n 3801256, de 09-05-2003, Lisboa), e marido, António dos An-
jos Botelho, (NIF 175.273.863 - BI n°3131671, de 23-02-2007,
Aveiro), casados sob o regime de comunhão de adquiridos, natu-
rais da freguesia de Valtorno, concelho de Vila Flor, residentes na
Rua Dezoito, n° 1010, em Espinho.
Mais certifico que, nessa escritura, foi declarado o seguinte:
Que a primeira outorgante mulher, é dona e legítima possuidora,
com exclusão de outrem, dos seguintes imóveis:
UM — Prédio rústico, composto de terreno para centeio, com a
área de oito mil e oitocentos metros quadrados, sito no lugar de
Ribeiro do Lobo, freguesia de Valtorno, concelho de Vila Flor, a
confrontar do Norte com José Assunção Trigo, do Sul com Au-
gusto dos Santos Oliveira, do Nascente com Laura Augusta Gon-
çalves, e do Poente com Termo de Carvalho de Egas, não descrito
na Conservatória do Registo Predial de Vila Flor, mas inscrito na
respectiva matriz, em nome da justificante mulher, sob o artigo
11, com o valor patrimonial e atribuído de € 12,12; e
DOIS — Prédio rústico, composto de terreno para centeio, com
a área de quatro mil oitocentos e cinquenta metros quadrados,
sito no lugar de Fligueira, freguesia de Valtorno, concelho de Vila
Flor, a confrontar do Norte com António Lino Resende, do Sul
com Adelina Teixeira Almeida, do Nascente com Henrique Isa-
ías Seixas, e do Poente com José Maria Carvalho e irmãos, não
descrito na Conservatória do Registo Predial de Vila Flor, mas
inscrito na respectiva matriz, em nome da justificante mulher, sob
o artigo 337, com o valor patrimonial e atribuído de € 16,46.
Que os referidos prédios foram adquiridos pela primeira outor-
gante mulher, ainda no estado de solteira, em data que não pode
precisar, no ano de mil novecentos e setenta e três, por compra
verbal que deles fez a António dos Santos Resende e mulher Ma-
ria Antónia de Seixas, casados sob o regime de comunhão geral,
já falecidos, residentes que foram no lugar e freguesia de Valtor-
no, já referida, sem que, no entanto, disponha de título formal que
lhe permita o respectivo registo.
Que desde então entrou na posse e fruição dos ditos imóveis, em
nome próprio, posse que detém há mais de vinte anos, sem in-

Farmácias
terrupção ou ocultação de quem quer que seja. Que esta posse
foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, ostensi- Quinta - M. Machado
vamente, com conhecimento de toda a gente, em nome próprio e
com aproveitamento de todas as suas utilidades, agindo sempre Sexta - Mariano

de Serviço
por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade,
quer usufruindo no todo os imóveis, quer pagando as respectivas
contribuições e impostos. Que esta posse em nome próprio, pací-
Sábado - Confiança
fica, contínua e pública, desde o ano de mil novecentos e setenta
e três, conduziu à aquisição dos referidos imóveis por usucapião, Domingo - Atlântico
que invoca, justificando o seu direito de propriedade para efeitos
de registo, dado que esta forma de aquisição não pode ser com-
- Bragança - Segunda- Vale d’Álvaro
provada por qualquer outro título formal extra-judicial.
ESTÁ CONFORME. Gondomar e referido Cartório, aos vinte de
Outubro de dois mil e nove.
Hoje: Vale d’Álvaro Mais informações em
O Notário,
(Assinatura ilegível) Amanhã - Bem Saúde www.jornalnordeste.com

27 de Outubro de 2009 JORNAL NORDESTE 35


Última Hora
Gripe A
Vacinação
arrancou ontem

Campanha de vacinação em marcha

Teve início, ontem, a campa-


nha de vacinação contra a Gripe A
no distrito de Bragança.
Na capital de distrito, o Centro
de Saúde de Santa Maria foi a ins-
tituição seleccionada para vacinar
os grupos de cidadãos considera-
dos de risco.
Grávidas com mais de 12 se-
manas com problemas de saúde,
profissionais de saúde considera-
dos imprescindíveis para o fun-
cionamento dos serviços, bem
como profissionais de outros sec-
tores, nomeadamente empresas de
transportes e comunicações, con-
siderados essenciais para o funcio-
namento da sociedade.
Esta vacina não se vende nas
farmácias, pelo que as pessoas que
fazem parte dos grupos prioritários
devem dirigir-se ao centro de saú-
de com uma declaração do médico
de família, que ateste que o utente
é portador de uma doença.
Já o Centro Hospitalar do Nor-
deste vai começar a vacinar os pro-
fissionais de saúde que integram o
primeiro grupo de risco.
Recorde-se que Portugal rece-
beu 54 mil doses para vacinar os
grupos considerados de risco e im-
prescindíveis para o funcionamen-
to dos serviços.
Numa segunda fase, continua a
vacinação de pessoas com algumas
doenças crónicas, nomeadamente
respiratórias, e grávidas sem pato-
logia associada.
Já dentro de três semanas, de-
verá ser aplicada uma segunda dose
a estas pessoas, com as remessas
que, entretanto, foram pedidas, já
que o País espera a chegada de um
milhão de doses para cobrir outros
grupos.

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