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CCNA 1 Módulo 7

Tecnologias Ethernet

Antonio Estevão
http://aestevao-telecom.blogspot.com/
aestevao@gmail.com

Supervisor de Comunicação de Dados da Telemontrms - Engenharia de Telecomunicações S/A


Esp º Redes de Computadores
Cisco Certificado e Instrutor Cisco Networking Academy

As imagens e conteúdo desta apresentação foram obtidas do material Oficial do Programa


Cisco Networking Academy, apenas para a orientação dos alunos durante as aulas
Conteúdo
Conteúdo
• 5. 1 Projeto de uma Rede Local
• 7. 1 Ethernet 10 Mbps e 100 Mbps
• 5. 2 Switches de Redes Locais
• 7. 2 Gigabit Ethernet e 10 Gigabit Ethernet
• 5.3 Atividade de Laboratório
• 7. 3 Atividade de Laboratório
7. 1 Ethernet 10 Mbps e 100 Mbps
7.1.1 Ethernet 10 Mbps

Padronizada pelo IEEE (Instituto de


Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos ) como
802.3
• Ethernet 10BASE5, 10BASE2 e 10BASE-T
são consideradas Ethernet Legadas
(Antigas).
Características comuns da Ethernet legadas :
– Temporização
– Processo de transmissão
– Regras básicas de projeto.
– Utilizam o mesmo formato de quadro.
• Contudo são idêntica até a parte mais baixa
da camada física do modelo OSI.
• Já entre a sub camada MAC e à camada
física de sinalização, processos adicionais
ocorrem antes que os bits sejam transferidos
ao Meio físico.
IEEE em relação com o modelo OSI
Cabeamento
Técnicas de sincronização em nível de bits

• Para a correta leitura do sinal


digital, o receptor precisa
conhecer a freqüência adotada
pelo emissor e amostrar o sinal
recebido.
• Conhecer o "Tempo de Bit" vai
proporcionar a precisão desta
amostragem as transições do
sinal 0 e 1 e sincronia da
comunicação.
Comunicação síncrona e assíncrona

• comunicações síncronas, o emissor e o receptor


devem estar num estado de sincronia (relógio) antes da
comunicação iniciar e permanecer em sincronia durante
a transmissão.
• comunicação assíncrona é a transmissão de dados
ocorre sem um sinal de sincronía (relógio)
– As informações recuperar os dados enviados através de
codificação dentro dos próprios quadros.
CODIFICAÇÃO DE SINAL ETHERNET

As informações colocadas no cabo são


constituídas de sinais binários
chamados bits.
• Objetiva a melhorar o desempenho e reduz
erros de transmissão
• Os bits de ethernet são “margens
ativadas”, significando que o nível
lógico não é determinado pela detecção
do nível da CC (corrente contínua) do sinal
a um determinado momento, mas pela
detecção da mudança de estado ou
transição real do nível de voltagem da CC.
• A Ethernet utiliza codificação
Manchester.
– Proporciona ao sinal digital um método
de alinhamento, ou sincronização.
TAMANHO DO PACOTE

• A norma IEEE define um pacote de tamanho


fixo mínimo e de tamanho fixo máximo.
• 64 bytes - Mínimo
– 12 bytes de endereços
– 2 bytes de tipo
– 46 bytes de dados
– 4 bytes de CRC.
• 1518 bytes – Máximo
– 12 bytes de endereços
– 2 bytes de tipo
– 46 bytes de dados
– 4 bytes de CRC.
– 1500 bytes dados
• O pacote de tamanho fixo tem a finalidade
– Fornecer o melhor tempo de resposta na rede
– Detecção de colisões
Temporização (Slot time)

Para detectar colisões é


necessário que o comprimento
mínimo do quadros seja
suficiente para encher de bits
todo o comprimento da rede
duas vezes (slot time)
– Ethernet a 10 Mbps – 512
tempos de bit ou 64 octetos.
– Ethernet a 1 000 Mbps – 4
096 tempos de bit ou 512
octetos.
• Caso o quadro seja inferior a
um slot time será considerado
como pacotes fragmentados.
Interframe Gap
A fim de manter um pacote Ethernet
diferente do próximo pacote, adiciona-se
overhead na forma de um período
“quieto” (interframe gap com
comprimento de 9,6 µ segundo)
compulsório ao final do pacote.
Finalidade intervalos entre frames:
• Garantir a existência de um
período “quieto” específico entre
pacotes a fim de permitir a
identificação do próximo pacote;
• Compensação de atarso por
componentes eletrônicos da rede.
• Entre intervalos emite sinais Erro de
Qualidade de Sinal (SQE) para testes
nos circuitos de detecção de colisão
do transceiver.
10BASE5

• Topologia de um único barramento


de cabo coaxial grosso e pode ser
encontrado em instalações bem
antiga
• Características:
– Transmissão a 10 Mbps
– Primeiro meio físico usado pela
Ethernet padrão 802.3 original
– Pode ter até 500 m (1640,4 pés) de
comprimento
– Econômicos e não exigem
configuração de terminal
– usa codificação Manchester
– um único ponto de falha.
– Meio físico de um único cabo e
funcionamento half-duplex
10BASE2

• Topologia de fácil instalação devido


ao cabo ser menor, mais leve e mais
flexíve, que 10Base5
• Características:
– Barata por não necessitar de hubs,
porem placas de rede T difíceis de
obter
– usa codificação Manchester
– cabos ligados a conectores BNC a
um conector em formato de T na
placa de rede
– Apenas uma estação pode transmitir
por vez
– half-duplex com A taxa máxima de 10
Mbps.
– Até 30 estações em qualquer
segmento 10BASE2
7.1.4 10BASE-T

• Topologia com cabos de cobre de


par trançado, não blindado (UTP),
considerado mais barato e mais fácil
de instalar que o cabo coaxial
• Características:
– Topologia estrela ou estrela
estendida
– Originalmente com protocolo half-
duplex, e full-duplex adicionada
posteriormente
– A partir de 1990 passou a dominar a
tecnologia de redes locais.
– usa codificação Manchester
– Possui condutor sólido para cada fio
nos 90 metros (no máximo) de cabo
horizontal
7.1.5 Cabeamento e arquitetura do 10BASE-T

• O hubs ou repetidor multi-porta


estende o comprimento de um
segmento de rede dentro de um único
domínio de colisão
– Os links 10BASE-T podem ter
distâncias sem repetição de até 100 m.
– Existe um limites do número de hubs
que podem ser usados em um
segmento. regra 5-4-3
• Quando houver a necessidade de
vários repetidores multiporta, será
melhor configurá-los em uma ordem
hierárquica de maneira a criar uma
estrutura de árvore.
– O desempenho será melhorado se as
estações forem separadas por poucos
repetidores.
Utilização de repetidores

• Com os uso de repetidores pode-


se aumentar a extensão do
tamanho da rede e o aumento
do número de estações que
podem ser conectadas.
• No entanto, há um limite para
esse processo, conforme o CCNA
1, TI 7.1.5, regra 5-4-3
– Máximo, cinco segmentos,
conectados
– Quatro repetidores, ou
concentradores
– Apenas três dos cinco segmentos
contendo conexões do usuário.
7.1.6 Ethernet 100-Mbps

A Ethernet 100 Mbps é também


conhecida como Fast Ethernet:
– 100BASE-TX, meio físico de
cabo de cobre UTP
– 100BASE-FX meio físico de fibra
ótica multímodo.
Ethernet & Fast Ethernet
• Mesmo formato de quadro do
Ethernet
• O tempo de bit do Fast Ethernet
ocorre a um décimo do tempo de bit
do Ethernet a 10 Mbps
• Com sinais de freqüência mais alta
são mais sensíveis a ruídos.
7.1.7 100BASE-TX

A Ethernet foi expandida para incluir a


capacidade de full-duplex permitindo a
comunicação de dois sentidos .
• Aos poucos os switches substituíram
os hubs
100BASE-TX
• Usa codificação 4B/5B
– melhora desempenho e reduz a
possibilidade de erros na transmissão
– Divide em grupos de 4 bits e
Substitui por 5 bits para assegura
a transição de sinal
• Possui pinagem separada para
transmissão/recepção
– Em modo Full-duplex, pode alcançar
até 200 Mbps de throughput
7.1.8 100 BASE-FX

A versão 100BASE-FX foi


criada para aplicações em
backbones, andares e
edifícios onde o cobre não
seria adequado
• Porêm com os padrões
Gigabit Ethernet a versão
100BASE-FX, não foi
muito utilizada
100BASE-FX
• Suporta taxa transmissão
a 100 Mbps sobre dois
cabos de fibra óptica.
• Conectores ST ou SC.
7.1.9 Arquitetura Fast Ethernet

• Os hubs são considerados


repetidores multiportas e os
switches são considerados bridges
multiportas.
– Estão sujeitos ao limite de
distância dos meios físicos UTP de
100 m.
– Não é aconselhável usar half-
duplex, em esquema de
sinalização para full-duplex.
• Repetidor Classe I pode introduzir
até 140 tempos de bit de latência.
• Repetidor Classe II pode introduzir
até 92 tempos de bit de latência.
– O cabo 100BASE-TX entre os
repetidores Classe II não pode
exceder a 5 metros
7. 2 Gigabit Ethernet e 10 Gigabit Ethernet
7.2.1 Ethernet 1000-Mbps

• Os padrões para Ethernet 1000-


Mbps ou Gigabit Ethernet
representam transmissões usando
meios físicos tanto de fibra como
de cobre.
– Compatível com redes 802.3
– Manter o mesmo protocolo de
nível MAC da Fast Ethernet
– Aumentar a velocidade de
transmissão para 1000Mbps
• As diferenças entre o padrão
Ethernet, Fast Ethernet e Gigabit
Ethernet ocorre na camada física.
– O tempo de bit no meio físico
diminui 10 vezes ao Fast Ethernet
– Freqüência mais alta
– Bits mais sensíveis ao ruído em
meios de cobre
7.2.2 1000BASE-T

1000BASE-T (IEEE 802.3ab) foi


desenvolvido para proporcionar largura de
banda adicional para ajudar a aliviar
gargalos em redes Fast Ethernet Cat5.
• Transmissão simultânea nos 4 pares
UTP
– Cada par é usado para transmissão e
para recepção
– Circuitos “híbridos” para separação
entre TX e RX
• “Canceladores de eco” para retirar o
eco introduzido devido aos circuitos
“híbridos”
• Utilizando um esquema de codificação
PAM (Phase Amplitude Modulation)
nível 5,
7.2.3 1000BASE-SX e LX

Diferentes formas de Gigabit Ethernet


variam.
• SX - comprimento de onda de
infravermelho curto de 870 nm.
– fonte um laser de 850 nm ou um LED
em fibra óptica multimodo.
– distâncias mais reduzidas
• LX - comprimento de onda de
infravermelho longo de 1.300 nm.
– laser em fibra óptica monomodo ou
multimodo
– alcançar distâncias maiores
• A luz é pulsada na fibra usando
potência baixa e alta.
– 0 lógico - luz de baixa potência
– 1 lógico - luz de alta potência.
• Full-duplex - fibras separadas (Tx&Rx)
7.2.4 Arquitetura Gigabit Ethernet

Arquitetura comutada Gigabit


Ethernet
• A largura de banda modal de
fibra é medida em MHz-Km.
– Distância máxima na qual um
sinal pode viajar na fibra sem
ficar distorcido pela dispersão por
diferentes modos de luz que
viajam pela mesma fibra
• As limitações de distância dos
links full-duplex são apenas
definidas pelo meio físico e não
pelo atraso de ida e volta.
7.2.5 Ethernet 10 Gigabit

• 10-Gigabit Ethernet (10GbE) - IEEE


802.3ae utilizada em redes locais, MANs e
WANs.
• 10GbE permitem uma extensão da
distância de quilômetros sobre fibra
monomodo.
• Compatíveis a protocolos Telecom:
• SONET (Synchronous Optical
Network)
• SDH (Synchronous Digital
Hierarchy).
• ATM para certas aplicações.
• Diferenças
– Temporização menor e mais
suscetíveis a ruídos.
– Esquema de codificação mais
complexo
– Apenas protocolo full-duplex com uso
de fibra ótica
7.2.6 Arquiteturas 10 Gigabit Ethernet

• 10-Gigabit Ethernet utiliza a


multiplexação em quatro fluxos de
bits simultâneos através de divisão
de comprimento de onda (WDM,
(Wavelength Division Multiplexing)
– Alcançar altas taxas de
transmissão.
• Quatro cores de luz, ou
comprimentos de onda, são
multiplexados em uma fibra.
– Transmissor combina quatro
feixes de laser ligeiramente
diferentes reunidos por um prisma
compõe um feixe de fibra
– Receptor separa as quatro cores
em detectores diferentes
7.2.7 Futuro da Ethernet

A Ethernet já domina as LANs, mas


agora também está sendo introduzida
em aplicações tradicionais de MAN e
WAN.
• Conexões ponto-a-ponto full duplex
comutadas que não são executadas
em CSMA/CD
• Atualmente ampla disponibilidade
de produtos 1-Gigabit e 10 Gigabit
1Ethernet, e estudo pelo IEEE e o
Ethernet Alliance para padrões 40,
100 ou mesmo 160 Gbps.
• As limitações de largura de banda
da fibra óptica esteão longe de ser
ameaçadas
• Suporte de aplicações com uso
intensivo de QoS, ( telefonia IP e
vídeo multicast).
Exercício de Laboratório
Obrigado