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Aterramento Elétrico

Emanoel

Ézio

thiago

O que é um Sistema de Aterramento;

Qual a Finalidade de um Sistema de Aterramento;

Os efeitos da corrente elétrica;

Tipos de aterramento;

Funções básicas do sistema de aterramento;

Componentes do sistema de aterramento;

Tipos de eletrodos;

Noções de projeto de um Sistema de Aterramento;

Como Construir um Sistema de Aterramento;

O Problema do aterramento utilizando Hastes;

O Sistema de Aterramento na Indústria;

O Sistema de Aterramento em Residências;

Considerações finais;

O que é o aterramento elétrico?

- O aterramento elétrico é um caminho criado,

corrente elétrica seja direcionada

para que a

para o subsolo.

- Um sistema de aterramento é um conjunto de

condutores elétricos enterrados, cujo objetivo é

realizar o contato entre qualquer circuito e o solo, com a menor impedância possível. - Os sistemas mais comuns são hastes cravadas verticalmente, condutores horizontais, ou um conjunto de ambos.

Qual a Finalidade de um Sistema de Aterramento ?

- A finalidade de um sistema de aterramento é

fazer com que as altas correntes não passem

pelas pessoas, causando acidentes; Os sistemas de aterramento residenciais e

industriais, possuem a finalidade de garantir a

segurança dos moradores e trabalhadores

contra choques elétricos.

Para que haja eficiência, é Imprescindível que todo circuito elétrico disponha de condutor de

proteção (fio terra) em toda a sua extensão.

Todo circuito elétrico bem projetado e executado deve ter um sistema de aterramento.

Os efeitos da corrente elétrica.

Tetanização Parada respiratória Queimadura

Fibrilação ventricular

Efeitos da corrente elétrica sobre o corpo humano

Efeitos da corrente elétrica sobre o corpo humano

Tipos de aterramento

Em uma instalação elétrica ,podemos ter dois tipos de aterramento:

Aterramento funcional.

Aterramento de proteção.

Aterramento funcional

garantir o funcionamento correto dos

equipamentos , ou para permitir o funcionamento adequado da

instalação(NR5410).

Redes de distribuição de sistemas MRT(monofásico com retorno pelo terra) e sistemas de transporte por tração de trens e bondes.

Aterramento de proteção

Ligação das massas e de elementos

condutores estranhos à instalação à terra, com o objetivo de garantir a proteção contra

contatos indiretos.

o condutor de proteção é ser representado

pela letra PE e, em condutores isolados, deve-

se usar a cor verde ou verde-amarela,

conforme a recomendação da NBR 5410

Funções básicas do sistema de aterramento

Segurança pessoal

A conexão dos equipamentos elétricos ao sistema de aterramento deve permitir que, caso ocorra uma falha na isolação dos equipamentos, a corrente de falta passe através do condutor de aterramento ao invés de percorrer o corpo de uma pessoa que eventualmente esteja tocando o equipamento.

do condutor de aterramento ao invés de percorrer o corpo de uma pessoa que eventualmente esteja

Desligamento automático

O sistema de aterramento deve oferecer um percurso de baixa impedância de retorno para a terra da corrente de falta, permitindo, assim que haja a operação automática, rápida e segura do sistema de proteção.

da corrente de falta, permitindo, assim que haja a operação automática, rápida e segura do sistema

Controle de tensões.

O aterramento permite o controle das tensões no solo

quando um curto-circuito fase-terra retorna pela terra para

a fonte próxima ou quando da ocorrência de uma descarga

atmosférica no local.

Transitórios

O sistema de aterramento estabiliza a tensão durante

transitórios no sistema elétrico provocados por faltas para a terra, chaveamento , etc, de tal forma que não apareçam

sobretensões perigosas durante esses períodos que possam

provocar a ruptura da isolação dos equipamentos elétricos.

Cargas estáticas

O aterramento deve escoar cargas estáticas acumuladas em

estruturas, suportes e carcaças em geral.

estáticas  O aterramento deve escoar cargas estáticas acumuladas em estruturas, suportes e carcaças em geral.

Equipamentos eletrônicos

Especificamente para os sistemas eletrônicos, o aterramento deve fornecer um ponto de referência quieto, sem perturbações, de tal modo que eles possam operar satisfatoriamente tanto em altas quanto em baixas frequências.

sem perturbações, de tal modo que eles possam operar satisfatoriamente tanto em altas quanto em baixas

Componentes de um sistema de aterramento

Terra (de referência)

Sistema de aterramento

Eletrodo de aterramento

Terminal de aterramento principal

Condutor de aterramento

Ligação equipotencial

Condutores de equipotencialidade principais

Condutores de equipotencialidade suplementares

Condutor de proteção PE

Condutor PEN

Dispositivo de verificação do sistema de aterramento

Tipos de eletrodos

Basicamente, os eletrodos de aterramento podem ser divididos em alguns grupos.

Eletrodos existentes (naturais)

Basicamente, os eletrodos de aterramento podem ser divididos em alguns grupos. • Eletrodos existentes (naturais)

Eletrodos fabricados

• Eletrodos fabricados

Eletrodos encapsulados em concreto

• Eletrodos encapsulados em concreto

Outros eletrodos

• Outros eletrodos

Passos para se projetar um Sistema de Aterramento:

1.

Medição da resistividade do solo em várias profundidades;

2.

Fazer a estratificação do Solo em camadas;

3.

Escolha do tipo de aterramento;

4.

Cálculo da resistência do aterramento;

5.

Construção de Sistema de Aterramento;

Medição de resistividade (Método de Wenner)

de Aterramento; Medição de resistividade (Método de Wenner) Utilização de Aparelho de medição de resistividade

Utilização de Aparelho de medição de resistividade

Medição pelo método de Wenner O método utiliza um Megger, instrumento de medida de resistência que possui quatro terminais, dois de corrente e dois de potencial.

O aparelho, através de sua fonte interna, faz circular uma corrente elétrica I entre

as duas hastes externas que estão conectadas aos terminais de corrente C1 e C2.

circular uma corrente elétrica I entre as duas hastes externas que estão conectadas aos terminais de
circular uma corrente elétrica I entre as duas hastes externas que estão conectadas aos terminais de

Devem ser feitas várias leituras, para vários espaçamentos;

- O método considera a corrente que passa entre as hastes externas, a uma profundidade igual a “a”;

- Assim, variando-se a distância entre as hastes, varia-se também a profundidade da leitura no solo, possibilitando descobrirmos as

características do subsolo, ou de materiais lá existentes.

da leitura no solo, possibilitando descobrirmos as características do subsolo, ou de materiais lá existentes.

1. Medição da resistividade do solo em várias profundidades;

Posicionamento físico das medidas (NBR 7117)

1. Medição da resistividade do solo em várias profundidades; • Posicionamento físico das medidas (NBR 7117)

2. Fazer a estratificação do Solo em camadas;

É um trabalho de Engenharia e Cálculos Matemáticos;

É onde se determina com alguma precisão as camadas do solo previsão dos tipos de solo, ou outros materiais existentes em determinadas profundidades.

No exemplo a seguir, o solo é estratificado em duas camadas. Ver a figura abaixo:

e a

em determinadas profundidades. • No exemplo a seguir, o solo é estratificado em duas camadas. Ver
em determinadas profundidades. • No exemplo a seguir, o solo é estratificado em duas camadas. Ver

2. Fazer a estratificação do Solo em camadas;

No exemplo a seguir, o solo é estratificado em três camadas. Ver a figura abaixo:

do Solo em camadas; • No exemplo a seguir, o solo é estratificado em três camadas.

3. Escolha do tipo de aterramento;

- O projetista escolhe o tipo de aterramento, baseado em parâmetros como:

- Espaço disponível (área) para a construção do aterramento;

- Tipo de Terreno; por exemplo, camada espessa de rocha próxima à superfície, sugere aterramento por condutores horizontais e não hastes verticais;

- Finalidade do aterramento; por exemplo em Subestações, é normal se optar por malhas cheias de aterramento;

Escolhe-se então uma geometria definida, ou combinações

destas conforme exemplos a seguir;

Transformado Poste
Transformado
Poste

Solo

- Aterramento com apenas uma haste.

4.6

Dimensionamento do sistema de aterramento formado por hastes

alinhadas em paralelo, igualmente espaçadas.

É um sistema simples e eficiente, muito empregado na distribuição e aterramento de equipamentos isolados.

na distribuição e aterramento de equipamentos isolados. – Combinação de Cabo mais Hastes alinhadas em paralelo.

Combinação de Cabo mais Hastes alinhadas em paralelo.

• Aterramento em forma de anel ; utilizando apenas cabo no aterramento.

Aterramento em forma de anel; utilizando apenas cabo no aterramento.

Dimensionamento de sistema de aterramento com hastes em triângulo. - Para este sistema as hastes são cravadas nos vértices e às vezes nos lados de um triângulo eqüilátero.

e às vezes nos lados de um triângulo eqüilátero. - Configuração muito usada quando o terreno

- Configuração muito usada quando o terreno é pequeno e apenas uma ou duas

hastes não são suficientes para atingir a resistência desejada.

Dimensionamento de sistemas com hastes

em quadrado vazio.

Dimensionamento de sistemas com hastes em quadrado vazio. e e – Quadrado vazio. • A resistência
Dimensionamento de sistemas com hastes em quadrado vazio. e e – Quadrado vazio. • A resistência
Dimensionamento de sistemas com hastes em quadrado vazio. e e – Quadrado vazio. • A resistência
e
e

e

Quadrado vazio.

A resistência equivalente do sistema é dada pela expressão

conhecida:

R

eq

K R 1

haste

Dimensionamento de sistema com hastes em quadrado cheio;

e

e
e

Como Construir um Sistema de Aterramento;

Esta é a parte prática, onde iremos montar o o projeto. Agora precisaremos de um profissional cuidadoso, que tenha habilidade, atenção e

conheça os conceitos de segurança e execução de

instalações elétricas;

Uso de ferramentas e materiais adequados como:

- Caixa de inspeção, haste cobreada no tamanho determinado pelo projetista, conectores do tipo cabo haste ou do tipo grampo, condutor na cor verde-amarela ou verde, terminal à pressão, balde com água, um pedaço de caibro, marreta, chave de boca, canivete,

colher de pedreiro, cavadeira, brita e EPI's (luvas, óculose capacete).

de caibro, marreta, chave de boca, canivete, colher de pedreiro, cavadeira, brita e EPI's (luvas, óculose

Aterramento executado sem os devidos cuidados.

• Aterramento executado sem os devidos cuidados.

O problema do aterramento utilizando hastes:

- Espera-se que o aterramento se torne melhor, à medida em

que mais hastes são colocadas

ilusão. Vejamos abaixo, o comportamento de uma haste, quando por ela passa uma corrente elétrica:

Isto muitas vezes é uma

Vejamos abaixo, o comportamento de uma haste, quando por ela passa uma corrente elétrica: Isto muitas

Superfícies de mesmo potencial, vistas nas literaturas.

• Superfícies de mesmo potencial, vistas nas literaturas. – Superfícies equipotenciais de uma haste

Superfícies equipotenciais de uma haste

Interligação de hastes em paralelo

- A interligação de hastes em paralelo diminui sensivelmente o valor

da resistência do aterramento.

- Não segue a lei simples do paralelismo de resistências elétricas em função da interferência nas zonas de atuação das superfícies Equipotenciais.

Vejamos o comportamento de duas hastes próximas.

i i
i
i

Solo

Veja a Zona de Conflito entre as duas hastes.

No caso de duas hastes cravadas no solo homogêneo distanciadas de

“a” tem-se as seguintes superfícies equipotenciais:

de “a” tem -se as seguintes superfícies equipotenciais: – Veja a Zona de interferência nas linhas

Veja a Zona de interferência nas linhas equipotenciais entre as duas hastes.

A figura abaixo mostra as linhas equipotenciais

resultantes do conjunto formado pelas duas hastes.

resultantes do conjunto formado pelas duas hastes. O espaço entre as duas hastes se anula em

O espaço entre as duas hastes se anula em termos elétricos.

A zona de interferência das linhas equipotenciais causa uma área de bloqueio de forma que a resistência elétrica de um conjunto de duas hastes é:

R

1

haste

2

R

2

haste

R

1

haste

Aumentando a distância entre as hastes, a zona de conflito diminui e o aterramento funciona melhor.

i i
i
i

Solo

Por esta razão, a menor distância entre duas hastes, deve ser igual ou maior que o comprimento de uma delas.

O Sistema de Aterramento na Indústria;

PARA QUE SERVE O ATERRAMENTO ELÉTRICO NA INDÚSTRIA ?

Neste Caso o aterramento elétrico tem três funções principais :

a Proteger o usuário do equipamento das descargas atmosféricas, ou outros tipos de descarga, através da viabilização de um caminho alternativo para a terra.

b – “ Descarregar” cargas estáticas acumuladas nas carcaças das

máquinas ou equipamentos para a terra.

c Facilitar o funcionamento dos dispositivos de proteção (fusíveis, disjuntores, etc.), através da corrente desviada para a terra.

Vejamos a seguir alguns exemplos:

Pátios de Subestações Energizadas

O aterramento nesses locais e normatizado

pela NBR15751

Alguns pontos dessa norma

Tenção de toque

Diferença de potencial entre um objeto metálico aterrado ou não e um ponto da superfície do solo separado por uma distância horizontal equivalente ao alcance normal do braço de uma pessoa; essa distância é convencionada igual a 1,0 m

Principais perigos em uma subestação de AT
Principais perigos em uma subestação de AT
do braço de uma pessoa; essa distância é convencionada igual a 1,0 m Principais perigos em

Tensão de passo

Diferença de potencial entre dois pontos da

superfície do solo separados pela distância de um passo de uma pessoa, considerada igual a

1,0 m

4 Modelagem do solo

A determinação do modelo do solo de uma determinada região exige a realização de medições de curvas de resistividade aparente para diversos pontos. As medições devem ser feitas num período

seco e, se possível, com o local já terraplenado e

compactado. Os dados obtidos com estas medições

devem ser convenientemente analisados, tendo em vista a eliminação de valores considerados atípicos, resultantes da influência de interferências locais,

tais como rochas ou condutores enterrados no solo,

não representativos, portanto, do solo local.

5 Estabelecimento de uma geometria básica de malha

A área a ser abrangida pela malha deve incluir no mínimo o

pátio da SE. Uma vez escolhida a área a ser abrangida pela

malha, cumpre determinar uma configuração inicial para o

lançamento dos eletrodos que a constituirão. O critério de definição da geometria inicial da malha deve levar em consideração a distribuição dos equipamentos e edificações

existentes no interior da área em questão, bem como o

modelo de solo (já previamente determinado).

Entre as características de geometria básica de uma malha de aterramento de subestação cabe citar o seguinte:

- profundidade de enterramento mínima de 0,5 m,

recomendado por razões mecânicas, sendo admitida uma

profundidade mínima de 0,25 m em áreas de piso concretado ou devido a um substrato rochoso muito superficial

10.4.1Aterramento de pára-raios sobre suportes e de disjuntores de corpo único

Interligar o terminal de aterramento da carcaça e da caixa

de auxiliares do equipamento (quando houver)

diretamente à malha de terra, por condutor de mesma seção que o da malha. Utilizar conectores de fixação na descida dos condutores a cada 2,5 m (ver Figura 14). Recomenda-se que a conexão à malha seja realizada por dois condutores de mesma seção que o condutor da

malha, utilizando-se dois ramais distintos da quadrícula. Em uma dessas ligações utilizar uma haste de aterramento. No caso de estruturas metálicas, atentar

para que a conexão à chapa não seja impedida por tintas

ou outro material isolante.

10.4.3Aterramento de transformadores de

potencial

No terminal de terra disponível na caixa de bornes secundários do

equipamento, devem ser ligadas as blindagens dos cabos dos terminais

secundários; desse ponto deve sair um condutor da mesma seção dos demais para a caixa de interligação. Deve-se verificar se o terminal de terra disponível é isolado da carcaça do equipamento. Não sendo

isolado, não é necessário ligar o terminal terra da caixa do secundário na caixa de interligação, bastando apenas ligar o terminal do

equipamento e caixa de interligação à malha em ramais distintos.

Sendo isolados na caixa de interligação, todos os terras provenientes das caixas dos equipamentos, das fases centrais e laterais devem ser interligados na régua, e apenas um terra deve ser ligado ao terminal terra da caixa de interligação junto com as respectivas blindagens, configurando a ligação. O terminal terra da caixa de interligação deve ser ligado ao condutor que irá para a malha de terra. Esse condutor deve ter a mesma seção daquele da malha de terra.

Aterramento na carcaça de um grande transformador.

Aterramento na carcaça de um grande transformador.

Aterramento na carcaça de outro grande transformador.

Aterramento na carcaça de outro grande transformador.

Equipamentos de Subestações Energizadas

Equipamentos de Subestações Energizadas

Aterramento de partes metálicas.

Aterramento de partes metálicas.

Pátios de Subestações Energizadas

Pátios de Subestações Energizadas

Pátios de Subestações Energizadas

Pátios de Subestações Energizadas

Pátios de Subestações Energizadas

Pátios de Subestações Energizadas

Aterramento de Painéis Elétricos

Aterramento de Painéis Elétricos

Aterramento de blindagens de cabos e circuitos de comando.

Aterramento de blindagens de cabos e circuitos de comando.

Nas Oficinas e nas fábricas, as partes energizadas, principalmente as Acionadas por motores elétricos, devem ser muito bem aterradas.

por motores elétricos, devem ser muito bem aterradas. Motor Elétrico de Grande Porte Motor Elétrico de

Motor Elétrico de Grande Porte

ser muito bem aterradas. Motor Elétrico de Grande Porte Motor Elétrico de Pequeno Porte • Nos

Motor Elétrico de Pequeno Porte

Nos motores elétricos, a corrente elétrica entra e passa pelas bobinas, a fim de fazer o motor girar. No entanto, se houver um problema com o

isolamento interno, esta corrente sai para a carcaça, podendo causar

acidentes. Por isso devemos aterrar todos estes motores.

Vejam o que comentamos anteriormente

Vejam o que comentamos anteriormente
Vejam o que comentamos anteriormente
Vejam o que comentamos anteriormente
Vejam o que comentamos anteriormente

Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas,

devem ter suas caraças aterradas.

Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas, devem ter suas caraças aterradas.

Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas, devem ter suas caraças aterradas.

• Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas, devem ter suas caraças aterradas.

Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas,

devem ter suas caraças aterradas.

• Nas oficinas, as máquinas que possuem partes energizadas, devem ter suas caraças aterradas.

Aterramento nas residências

Nas Residências Principalmente:

Utilize somente tomadas com três pinos, pois estas possuem um pino destinado à conexão do fio terra.

Principalmente: Utilize somente tomadas com três pinos, pois estas possuem um pino destinado à conexão do
Principalmente: Utilize somente tomadas com três pinos, pois estas possuem um pino destinado à conexão do

O aterramento Elétrico nas Residências

Nas residências o Aterramento Elétrico tem tanta Importância

quanto na indústria. Basta considerar que nas residências a maioria das pessoas não possuem habilidade diante dos fenômenos elétricos.

Assim, algumas recomendações devem ser seguidas:

1- Ao projetar sua residência, durante a construção, colocar fios terra em

todos os pontos estratégicos, como tomadas, quadros de energia, e.tc

durante a construção, colocar fios terra em todos os pontos estratégicos, como tomadas, quadros de energia,

Utilizar todas as tomadas com três pinos, de preferência que

seja adaptável para pinos chatos e pinos cilíndricos;

• Utilizar todas as tomadas com três pinos, de preferência que seja adaptável para pinos chatos
• Utilizar todas as tomadas com três pinos, de preferência que seja adaptável para pinos chatos

Nas Residências Principalmente, evite os adaptadores:

• Nas Residências Principalmente, evite os adaptadores:
• Nas Residências Principalmente, evite os adaptadores:
• Nas Residências Principalmente, evite os adaptadores:
• Nas Residências Principalmente, evite os adaptadores:

Tipos de tomadas que não devem ser utilizadas, por não

terem o pino como opção para o aterramento.

• Tipos de tomadas que não devem ser utilizadas, por não terem o pino como opção
• Tipos de tomadas que não devem ser utilizadas, por não terem o pino como opção
• Tipos de tomadas que não devem ser utilizadas, por não terem o pino como opção

Nunca deixar eletrodomésticos como geladeiras, fogões,

máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver figuras abaixo.

fogões, máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver
fogões, máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver

Nunca deixar eletrodomésticos como geladeiras, fogões,

máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver figuras abaixo.

fogões, máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver
fogões, máquinas de lavar, aparelhos de ar condicionado, chuveiros e.t.c., sem a ligação à terra, ver
Tomadas com “Filtro”, porém sem a ligação à terra.
Tomadas com “Filtro”, porém sem a ligação à terra.

Tomadas com “Filtro”, porém sem a ligação à terra.

- Em termos de segurança, devem ser aterradas todas as partes metálicas que possam eventualmente ter contactos com partes energizadas.

- A partir do aterramento deve-se providenciar uma sólida ligação às partes metálicas dos equipamentos. Tomando como exemplo uma residência, os seguintes equipamentos devem ser aterrados: Condicionador de ar, chuveiro elétrico, fogão, quadro de medição edistribuição, lavadora e secadora de roupas, torneira elétrica, lava-louça, refrigerador e freezer, forno elétrico, tubulação metálica, tubulação de cobre dos aquecedores, cercas metálicas longas, postes metálicos e projetores luminosos.

- Na industria e no setor elétrico, uma análise apurada e crítica deve ser feita nos equipamentos a serem aterrados para se obter a melhor segurança possível.

Considerações Finais

Cuidados ao contratar os serviços de Aterramento Elétrico:

A grande maioria não tem domínio da complexidade destes serviços, construindo Sistemas de Aterramento sem a mínima noção.

Para sabermos se o profissional tem segurança no que está fazendo,

devemos questionar o seguinte:

Conhecimento e estratificação do solo no local do aterramento;

O porque do comprimento das hastes;

O porque da quantidade de hastes;

O porque da configuração: Hastes mais cabo ou somente cabo;

O porque da geometria utilizada: Hastes em triângulo, hastes em malha quadrada;

linha,

Obs.:

outro, pois em curtas distâncias, as propriedades do solo podem ser

totalmente diferentes.

Não se copia projetos de aterramentos de um local para o