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1) As infrações que não admitem tentativa são as seguintes: a) crimes culposos, salvo a culpa imprópria; b) crimes habituais; c) crimes

unissubsistentes; d) crimes preterdolosos; e) crimes de atentado ou de empreendimento - são aqueles onde a pena do crime tentado é a mesma do consumado (vide artigo 352 do CP). f) crimes omissos próprios ou puros; g) contravenção penal (na verdade, a tentativa não é punida); h) crime do art. 122 do CP. 2) CUIDADO: não falei dos crimes formais, de mera conduta e dos omissivos impróprios ou comissivos por omissão. A pena da tentativa, em regra geral, é a do crime consumado, diminuída de 1/3 a 2/3, levando-se em conta o "iter criminis" percorrido. Não se leva em conta a gravidade do delito ou a culpabilidade do agente para a diminuição da pena (foi adotada, em regra geral, a teoria objetiva). 3) Excepcionalmente a pena do crime tentado é a mesma do crime consumado, no caso do crime do art. 352 do CP (nesse caso excepcional foi adotada a teoria subjetiva). 4) Tentativa perfeita ou crime falho - o agente esgota toda a fase executória do crime, aliás que não se consuma por circunstâncias alheias à vontade do agente. 5) Na tentativa imperfeita ou propriamente dita - o agente não esgota a fase executória do crime por circunstâncias alheias à vontade do agente. ______________________________ 1) Na desistência voluntária, há o início da execução e a não consumação do crime pela própria vontade do agente. Na desistência voluntária, o agente interrompe a execução. Ex: Tício quer furtar os objetos que estão dentro da casa de Mévio, separa tudo e depois resolve ir embora sem levar nada. 2) No arrependimento eficaz, há o início da execução do crime e a não consumação do mesmo pela própria vontade do agente. Porém, no arrependimento eficaz, a execução é realizada inteiramente. Ex: Tício quer matar Mévio e, valendo-se de sua arma, dispara todos os projéteis de sua arma. Posteriormente, arrepende-se de sua conduta, levando a vítima até o hospital onde vem a ser salva. 3) A natureza jurídica da desistência voluntária e do arrependimento eficaz é a mesma: afasta-se a tipicidade da tentativa e o agente só responde pelos atos já praticados puníveis (no exemplo da desistência voluntária, deve responder pelo crime de invasão

Sinfronésia fazer "suruba" com a Gaviões da Fiel. ocorre apenas xingamentos ofensivos (vagabundo. 4) No arrependimento posterior. O item "d" do número 4 é "até o recebimento da denúncia ou queixa" 6) No crime de calúnia ocorre os seguintes requisitos: a) imputação de um fato certo e determinado a alguém. No crime de difamação. CUIDADO: a imputação NÃO precisa ser falsa. 9) Na injúria. c) voluntariedade do agente. Ex: Tício disse que viu ontem à noite.. desde que preenchidos os seguintes requisitos: a) crime cometido sem violência ou grave ameaça à pessoa. do Código Penal ( SEGUNDA FASE DE FIXAÇÃO DE PENA). temos uma circunstância atenuante genética do artigo 65.de domicílio. às 22h. . b) fato esse ofensivo à reputação da vítima perante a sociedade. 3. tem-se 2 requisitos: a) a imputação de um fato certo e determinado a alguém. causa de diminuição de pena. b) fato esse definido como crime ou delito. fase de fixação). d) até o RECEBIMENTO DA DENÚNCIA 5) Caso a reparação do dano ou restituição da coisa venha a ocorrer após o recebimento da denúncia ou queixa. assassino. b. 11) Não é cabível retratação na injúria. inciso III. 10) Apenas a calúnia e difamação admitem retratação desde que a ação penal seja privada e tem que ser feita até a sentença. já no caso do arrependimento eficaz. dentre outros). c) a imputação deve ser falsa. b) reparação do dano ou restituição da coisa. na Rua X. deve ser enquadrado no crime de lesões corporais). A retratação tem que ser CABAL. há uma redução obrigatória da pena (na verdade. corno. 7) CUIDADO: caso haja a imputação da prática de contravenção penal. ocorre DIFAMAÇÃO.