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tags: chaves Poderá também gostar de:
Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues Os Presépios das Freiras Orjais - Chaves - Portugal A certe a da incerte a Adeus Mestre Nadir Afonso!
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Sexta-feira, 30 de Março de 2007

Chaves - Centro Histórico

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tags: chaves publicado por Fer.Ribeiro às 0 !"3 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (2) % favorito *dicio#ar ao S*+, -a.s +/F0&ail Poderá também gostar de:
Ch% de Ur e com Flores de &orga - '( )iscursos *o+re a Cidade - Por ,sa+el *ei-as Adeus Mestre Nadir Afonso! Orjais - Chaves - Portugal Os Presépios das Freiras
"in#$ithin

1ui#ta-feira, 22 de Março de 2007

Vista Geral . publicar uma "oto diária. (uanto a "otos. Fiquem descansados que não há boicote nem censura aos textos. Acho que devo uma explicação pela ausência de textos nos posts. e s$ por uns minutinhos.s +/F0&ail Poderá também gostar de: Ch% de Ur e com Flores de &orga .ntermit. Object 5 Object 6 tags: chaves publicado por Fer. ratos e computadores durante uns dias. quanto a textos. -a.ncias Adeus Mestre Nadir Afonso! .'( )uas imagens dos nossos dias . at um dia destes. trata-se apenas de uma pequena “maleita” mas chata. e que me irá obri!ar a manter a"astado de teclados.Ribeiro às 30!22 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (3) % favorito *dicio#ar ao S*+. a que os m dicos chamam tendinite. at amanhã. #$ isso% &rometo no entanto vir por aqui 's escondidas.Chaves . quando a disposição o permitir.

'0 "in#$ithin -erça-feira.Ribeiro às 0 !"2 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (") % favorito *dicio#ar ao S*+.s +/F0&ail Poderá também gostar de: A certe a da incerte a Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues )uas imagens dos nossos dias /ntardeceres Flavienses Ch% de Ur e com Flores de &orga . -a. 27 de Março de 2007 .Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues "in#$ithin 1uarta-feira. 2 de Março de 2007 Top Model Object 7 Object 8 tags: chaves publicado por Fer.

25 de Março de 2007 .s +/F0&ail Poderá também gostar de: .Forte de !"rancisco Object 9 Object 10 tags: chaves publicado por Fer.Por 1osé Carlos 2arros )espertares /ntardeceres Flavienses "in#$ithin Se. -a.ntermit.Ribeiro às 34!35 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (2) % favorito *dicio#ar ao S*+.u#da-feira.ncias Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues )iscursos *o+re a Cidade .

ver al!uns nomes. que vi o pro!rama e surpreendeu-me na lista dos de. nas votei 6pela primeira ve. mais o coração ditou-me lo!o o voto . estes senhores que ontem descansavam um "inal de tarde num banco do +abolado. 0laro que preciso de "a.. mas espanhola. uns pela positiva e outros pela ne!ativa1 mas não por a2 que quero ir. por isso votei 8. de estarem a des"rutar de uma linda paisa!em da madalena. &ois assim: A "oto de ho/e convenceu-me. sobre os -randes &ortu!ueses. se não "osse o 8. "inalistas. pela certa que estavam a olhar para paisa!em. dos quais ho/e será votado apenas um. . verdadeira ou não a minha declaração de voto. estando o povo transmontano de "ora. não votei nele. onde a"inal começa &ortu!al 5as como o nosso povo transmontano povo não está em votação. 3 que eu quero mesmo acrescentar um nome ' lista dos de. )stá a decorrer neste preciso momento um pro!rama-concurso televisivo na *+&. neste tipo de concursos7 e ao ver a lista dos de.#lhares do Tabolado . linda na mesma.er uma declaração de voto e /usti"icá-lo. do lado de lá do rio e bem "laviense. não interessa s mas para a posteridade.. &or aqui /á se pode ver que se/a quem "or o vencedor.Chaves . a eleição vale o que vale. mais dos -randes &ortu!ueses. Ao lon!o de al!uns meses tem-se vindo a discutir os !randes portu!ueses e de votação em votação che!ou-se aos de. 0on"esso que "oi ho/e a primeira ve.A"onso 9enriques. será esta a que constará. 0laro que como todos os pol2ticos. A"onso 9enriques. mais. em ve. que o do povo transmontano e de entre estes o povo do alto-t4me!a e o povo "laviense.

Aristides de #ousa 5endes.s +/F0&ail Poderá também gostar de: Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues Ch% de Ur e com Flores de &orga .er al!uma coisa% ) pela certa que irá correr muita tinta a respeito do assunto1 9á no entanto nesta votação de ho/e um voto /usto. 24 de Março de 2007 .ncias Adeus Mestre Nadir Afonso! )iscursos *o+re a Cidade . neste pa2s democrático "oi para #ala.'( . tamb m o da maioria do eleitorado deste concurso.Por . +al como o meu voto de Fernando &essoa "oi para 8.ntermit. Acho que este concurso e esta votação valem o que valem.o publica e não publica este post.ar. saiu o vencedor < Ant$nio de 3liveira #ala. 5as e para rematar. A"onso 9enriques.sa+el *ei-as "in#$ithin /o&i#. mas isto quererá di.ar. o do => -rande &ortu!uês . -a.o. . que "ique bem presente que o meu -rande &ortu!uês o &ovo +ransmontano e o &ovo Flaviense e viva o triste "ado do ser portu!ues e o "utebol e a vit$ria de ontem da nossa selecção.9aver vamos que a"inal o -rande &ortu!uês. At amanhã em 0haves% Object 11 Object 12 tags: chaves publicado por Fer.Ribeiro às 03!3" li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (") % favorito *dicio#ar ao S*+.

ao acaso. onde pela certa abordarei a Fonte do cru.Ribeiro às 00!40 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (5) % favorito *dicio#ar ao S*+.a brevidade da visita deu para ver que ?ustelo aldeia a visitar novamente.%$stelo . )ntretanto "ica uma ima!em. Fica a promessa de uma nova passa!em por aqui. tal como breve "oi ontem a visita de "im de tarde que "i. . de novo em 0haves cidade.ota-se a proximidade de 0haves 67 e a aldeia rural que tamb m dormit$rio da cidade. 3ntem prometi que ho/e ia ser breve e vou sê-lo. daquilo de bom que se vai "a.endo por lá. a recuperação de anti!as construç@es.eiro a 0apela do #enhor dos A"litos e as suas !entes. a ?ustelo ' procura de uma "oto para ho/e.s . com muito mais tempo para vos poder tra.er aqui al!uns pormenores e um pouco da sua hist$ria. At amanhã. . -a. Object 13 Object 14 tags: aldeias publicado por Fer.Chaves r$ral .

0on"esso que embora amante de poesia nunca "ui +or!$mano que como quem di.B anos no mesmo dia em que sem saber me cru.ntermit. tamb m um blo! pessoal onde 's ve.ei com ele na *ua de #t> Ant$nio e al!u m murmurou “ 3lha o 5i!uel +or!a%”. . principalmente aos ausentes que são os que mais sentem o que ser "laviense. &enso que comprei o primeiro livro seu a2 pelos meus .A ou .Moreiras e Mig$el Torga .ncias Mais uma 3ue ainda n4o é a3uela555 "in#$ithin S'bado. amante de +or!a.Portugal )espertares . 2" de Março de 2007 Chaves . um pouco tamb m 's nossas aldeias e a todos os "lavienses e ami!os de 0haves.+/F0&ail Poderá também gostar de: Pedra de &o3ue Orjais .es me dou ao luxo de al!uns devaneios. 9o/e con"esso-me de novo por causa de um nome !rande < 5i!uel +or!a. (uem tem acompanhado este blo! sabe que o dedico ' cidade. )mbora esta “responsabilidade” que eu pr$prio vesti. con"idências e con"iss@es pessoais.Chaves .

3lhei para trás. a sua escrita desiludiume. do Eiceu. pois ho/e iria !ostar de ter com ele conversas sobre +or!a. na simplicidade e !rande. mas ia lendo. de vestimenta tão comum como a de qualquer normal transmontano e não usava $culos. o Fernão de 5a!alhães -onçalves 6pro". &ela poesia viemo-nos a tornar ami!os e não havia dia que passasse não "osse 6por ele7 "alado e admirado. ?asta conhecer um bocadinho da sua obra para saber como 0haves está re"lectida ao lon!o da sua vida po tica e pessoal. 's suas aldeias e 's suas !entes e que para sempre "icarão perpetuadas na sua obra.a escondida na montanha e não s$: Moreiras. resolvi comprar a sua obra completa e aos poucos comecei-o a ler. Ainda ho/e o vou lendo e relendo. para o homem. vestir di"erente e ter todos os ares de intelectualidade 6mesmo sem saber o que isso "osse7. eu continuava a não !ostar da escrita de +or!a. ca2a per"eitamente na "i!ura que tinha conhecido na rua. e tirei-lhe as “medidas”. que essas /á as tem. Cma!inava que um poeta tinha de usar $culos. &ela minha parte. ruas ou travessas. mas numa homena!em idêntica ' homena!em que ele "a. Chaves. ainda eu aluno daquela casa7. Dma poesia sem $culos. com olhos de ver. e aos poucos comecei a dar-me conta que começava a "icar viciado na leitura das suas palavras. "ui entrando nas suas palavras e. Acho que a cidade de 0haves e as +ermas de chaves lhe devem uma homena!em di!na e /usta e não "alo em nomes de avenidas.8) 935)57 com maiIsculas claro.a das suas palavras. A"inal era um homem simples.nem vê-los.er por aqui um pouco de +or!a e da escrita dedicada ou inspirada na nossa cidade e aldeias. um +or!$mano ' s ria. se espanta com tanta bele. +al como o homem. 5oreiras e um pouco da sua bele. os dias iam-se sucedendo e ia lendo. Cn"eli. Aprendi a lição de talve. 9o/e tra!o-vos mais uma ve. 0on"esso que "iquei desiludido com a "i!ura. tanto assim que não me custa nada em a"irmar que +or!a era "laviense de alma e coração. de aspecto rude e campesino. e. mesmo que tivesse nascido de Anta.a. a 0haves. a partir de ho/e. sempre aos poucos e pela certa que o "arei por toda a minha vida. vou tra. 0on"esso que a ima!em que tenho do que li então.a que +or!a pela certa contemplou como qualquer estranho que che!a 'quela aldeia pela primeira ve. de quando em ve. não ter a idade certa quando o comecei a ler e de tão in/usto que "ui com ele e comi!o pr$prio durante FG anos. por uma chamin e uma casa. 0onheci mais tarde.. al m da inspiração que por cá bebia. um ou dois anos depois. decorridos que eram FG anos sobre as primeiras leituras e H ap$s a sua morte. no requinte e a"inadas que eram. principalmente nos seus Iltimos diários. 8e p atrás quanto ao !osto. lá para os lados de Jila *eal. 3 de Setembro de 1990 . 5as o -8 não são s$ pelas palavras do &oeta 5i!uel +or!a.mente Fernão de 5a!alhães -onçalves /á há muito que nos abandonou. A"inal +or!a em palavras um -8 6-*A. não num acto cont2nuo. pela certa que tamb m o são pelo m dico Adol"o *ocha 6o seu verdadeiro nome7 e pelo amor e "idelidade que tinha ' cidade de 0haves. que a"inal poeta a"amado não era todos os dias que se viam por 0haves. 5as se o homem tinha "ama havia que comprar um livro dele. que lia e devorava +or!a e at escrevia mani"estos sobre o &oeta. 9á coisa de A anos atrás. vestida de ruralidade e de ares intelectuais . de tanto +or!a se "alar. bele. nunca nin!u m di!a que desta á!ua não beberá. 5esmo assim. &ois .

e o império da fome à natureza das bocas$ Miguel Torga. -a.'( Mais uma 3ue ainda n4o é a3uela555 /ntardeceres Flavienses A certe a da incerte a "in#$ithin Sexta-feira. 23 de Março de 2007 .s +/F0&ail Poderá também gostar de: )uas imagens dos nossos dias Ch% de Ur e com Flores de &orga .Ribeiro às 03!4" li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (3) % favorito *dicio#ar ao S*+. &rometo ser mais breve nos pr$ximos. deram!me o ensejo de recapitular a lição h" muito decorada e às vezes lamentavelmente esquecida# que a perenidade da fé é indiferente à circunstância do sacr"rio. que foi românica nos bons tempos. At amanhã em mais uma aldeia. e um velho e decrépito casal de lavradores desdentados a secar previdentemente milho na varanda de um solar desmantelado. ainda ufano da monumental chaminé que o coroa a testemunhar a opul ncia da cozinha senhorial de outrora. Object 15 Object 16 tags: aldeias.a publicado por Fer. tor. In Diário XVI.Uma ara pagã romana acolhida à preservadora protecção católica da desfigurada igreja matriz. 1990 ) por ho/e tudo neste /á lon!o post.

pela certa em aspectos ambientais não têm.a maior parte do ano. desde a nascente at ao seu desa!uar no 8ouro ainda um rio a s rio. naqueles de verdadeiro in"erno. as á!uas recomendam-se.'ecomenda-se . di. Ká sei que o dia mundial da á!ua "oi ontem. estas á!uas deixam de ser transparentes e incolores e assumem a cor de um verde doente. mas há coisas que são mais importantes que outras e a á!ua.es tamb m ando distra2do. 8a nossa parte at acho que não poderá haver !rande queixa. transparente e embora ha/a al!uns pormenores a montante. &or coincidência ontem at "alei da á!ua. l2mpida. importante e para manter a sua qualidade todos somos importantes. 8i. mas da quente das nossas caldas. . coisa que pol2ticos de altas est4ncias nacionais e mundiais. mas que "ica com mau aspecto. não7 mas que incomoda. a á!ua do nosso rio ainda exemplar e at se recomenda. 5as atenção que a respeito do nosso +4me!a nem sempre assim. )stou convencido que no contexto !eral. o *io +4me!a em toda a sua extensão.em. com á!ua doce daquela cu/a "alta começa a preocupar quem tem ainda pelo menos um bocadinho de senso. "ica. 3ntem o importante era mesmo a á!ua.Chaves e a &g$a . mas tamb m não são !raves. ?asta olhar para a ima!em de ho/e e ver que a á!ua do nosso +4me!a ainda limpa. não muito relevantes e de "ácil resolução. a "ria. que tamb m á!ua. Ká sei que todos os dias há dias mundiais disto e daquilo. mas não propriamente essa que ontem era importante. da qual dependemos para viver. i!ual a esta que corre no nosso +4me!a. ao qual somos alheios 6ou talve.em ser al!as e micror!anismos. mas 's ve. as coisas começam a complicar-se. . mas nos dias quentes de verão. /á a /usante desta ima!em.

da boa. que mesmo assim ainda vão compensando os três de in"erno. &ois embora atrasado aqui "ica o meu contributo para a á!ua. mas para os nossos "ilhos e principalmente para os nossos netos. Object 17 Object 18 tags: chaves publicado por Fer. 22 de Março de 2007 .Jão-nos valendo os L meses de Cnverno. e /á nem para n$s. 9á que cuidá-la e isso cabe-nos a todos. principalmente em Cnvernos mais chuvosos. )sta 6a á!ua que se vê na "oto7 sem dIvida que mais uma das maravilhas "lavienses.s +/F0&ail Poderá também gostar de: )iscursos 6emigrantes7 *o+re a Cidade Mais uma 3ue ainda n4o é a3uela555 Adeus Mestre Nadir Afonso! A certe a da incerte a )espertares "in#$ithin 1ui#ta-feira. daquela com que o +4me!a em 0haves ainda nos vai brindado. -a.Ribeiro às 00!04 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (") % favorito *dicio#ar ao S*+.

%arte ( ' ) *aldas e +ermas de *haves ! .er.Termas . &or serem quentes são indicadas para o tratamento de doenças reumatismais e mIsculoesquel ticas. &ois trata-se de á!uas 9ipertermais que brotam das nascentes a B=>0 que "a. delas as á!uas bicarbonatadas s$dicas mais quentes da )uropa. nos balneários são tratadas das mais variadas maleitas. o que vou di. 0arbo--asosas. a das di!est@es di"2ceis ou aproveitar para "a.er uns tratamentos relaxantes nas nossas caldas.ó para quem não sabe 0laro que não haverá por a2 "laviense que não conheça as nossas á!uas termais. mas a sua temperatura deve-se ao atravessamento de várias camadas ma!máticas sucessivas. tamb m. mas para quem não as conhece. %arte & ' intróito ) a!ora que a vela /á desapareceu e /á dormimos mais descansados. são aconselhadas para . #e por um lado /á são mais que conhecidas por na sua buvete pIblica e de recolha livre serem a solução para as mais variadas di!est@es di"2ceis. não publicidade. que a!ora at /á são #&A e do Cmperador ao qual devemos a nossa Aquae Flaviae e o or!ulho do nosso nome de "lavienses. mesmo realidade. 9á que pense que são á!uas de ori!em vulc4nica. principalmente ap$s os /antares daquelas “dietas ri!orosas” que por cá se usam. tempo de di!erir bem as di!est@es di"2ceis dos Iltimos dias e nem há como ir at ' "onte. &or serem ?icarbonatadas #$dicas são especialistas em tratamento do aparelho di!estivo 6al m das di!est@es di"2ceis7. &or serem.Chaves .

?anhos de JichM. pelos "ortes e por outras maravilhas "lavienses. O a minha opinião. a quem o quer "a.G7. #e quer saber ainda mais. -ltima parte ' Um apontamento pessoal 0laro que como "lavienses sentimo-nos or!ulhosos pela nossa top 5odel 6&onte *omana7. claro que todos eles su/eitos a prescrição m dica. #e são indicadas para tanta maleita. )stamos or!ulhosos dos seus balneários e dos tratamentos que por lá se "a. 8uches de /acto. pelo 0astelo. #e quer saber mais sobre as termas. a2 "icam al!uns:?anhos sub-aquáticos. claro que su/eitos a al!umas re!ras e limitados em tempo 6dias7 e nem sequer preciso inventar. #auna. de novo em 0haves Object 19 Object 20 tags: chaves publicado por Fer. At amanhã. numa lista de tratamentos que parece não acabar.er ou simples relaxamento e diversão.em. aqui "ica o EinN da sua pá!ina o"icial. "icou por lá um pouco da sua hist$ria do s culo passado. &or serem #2licas são recomendadas para tratamento de pele. basta copiar o modelo dos nossos ami!os -ale!os. porque não "a. -a.er s$ por pra.er como os nossos ami!os -ale!os e abrir as caldas tamb m a quem não so"re de maleitas. mas a!ora que at são anunciadas como #&A do imperador. no arquivo de Fevereiro 6dia .'0 Adeus Mestre Nadir Afonso! "in#$ithin 1uarta-feira. 5ecanoterapia.s +/F0&ail Poderá também gostar de: A certe a da incerte a Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues )iscursos 6emigrantes7 *o+re a Cidade Ch% de Ur e com Flores de &orga . )lectroterapia e crenoterapia. ?ertholet. entre as quais tamb m estão as nossas á!uas quentes das caldas.tratamento das vias respirat$rias. &elas muralhas. Aeross$is. Cnalaç@es. no ?lo! 0haves anti!a 6linN aqui 7.Ribeiro às 03!34 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (3) % favorito *dicio#ar ao S*+. 23 de Março de 2007 . sem a actual e necessária consulta m dica. 9idromassa!em. meios de tratamento ainda há mais.

Chaves com (rg)ncias . Dm bem-ha/a a todo o povo Flaviense e ao povo do Alto-+4me!a por toda a união e a sua luta. -a.emos che!ar a nossa vo. "a. a chama apa!ou-se.s +/F0&ail . )mbora a vela continue na "oto. as urg ncias do hospital de *haves são para manter e sem qualquer contrapartida. que nem todos os dias há más not2cias. de "onte mais que bem in"ormada. em 0haves e sem velas% Object 21 Object 22 tags: chaves. continua a ser bom viver em 0haves% At amanhã. Ao que conse!ui apurar. hospital publicado por Fer. 0om ur!ências. a"inal unidos "a. at Eisboa e.emos valer os nossos direitos. ou se/a. vamos continuar com ur!ências m dico-cirIr!icas no nosso hospital.Ribeiro às 00!02 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (32) % favorito *dicio#ar ao S*+.

$e tal as Freiras vistas lá de cima-. .ntermit. 20 de Março de 2007 *nt+o e . Então e que tal as Freiras vistas lá de cima!? Vitela Assada no Espeto Posta à Transmontana Ingredientes: Para pessoas • • • 1 kg de lombinho de vitela.Poderá também gostar de: )iscursos 6emigrantes7 *o+re a Cidade .ncias Adeus Mestre Nadir Afonso! Pedra de &o3ue Mais uma 3ue ainda n4o é a3uela555 "in#$ithin -erça-feira. de preferência barrosã (coelho) 150 g de presunto sal grosso de 0haves .

este prato cozinha$se com chã ou rabada% 6eve servir$se /uente e acompanhado de um bom tinto.m pode ser do 6ouro. bem encorpado da região de alpa!os ou 7ur!a. retira$se do calor. tamb. para evitar /ue se/ue. amanhã. em #haves8 Object 23 Object 24 tags: chaves publicado por Fer.carne dever+ ser virada constantemente% . esfrega$se o lombo de vitela com sal grosso e dei'a$se ficar um bocado (a tomar de sal)% *a altura de assar a vitela. -a. /ue se disp3em numa travessa% -o partir.vela continua acesa8 -t.• • 2 colheres de sopa de azeite de alpa!os 1"2 cebola de #t> )stevão !on"ec#ão: #orta$se o presunto em tiras grossas e ladrilha$se (lardeia$se) com elas a carne% &m seguida. e introduz$se imediatamente numa panela% 1ega$se com o azeite e espalha$se por cima cebola cortada em rodelas fin2ssimas% -bafa$se% *a altura de servir. com o /ual .s +/F0&ail Poderá também gostar de: )iscursos *o+re a Cidade .ogo /ue a carne este0a assada. corta$se em fatias.Por .sa+el *ei-as )espertares )uas imagens dos nossos dias A certe a da incerte a Mais uma 3ue ainda n4o é a3uela555 "in#$ithin Se.u#da-feira. 32 de Março de 2007 . enfia$se a carne no espeto e leva$se a assar no lume de brasas (na falta de lareira assa$se no espeto de fogão a g+s ou el. desde /ue se0a bom% Posso não perce$er nada de arquitectura% mas sei do que gosto numa $oa mesa& .ctrico)% . a vitela dever+ largar muito suco. regada% 4obre as fatias de carne espalham$se as rodelas de cebola crua /ue lhe transmitem um sabor muito especial% 5*a falta do lombinho (coelho). do 6ão ou -lente0ano. limpa$se o sal com a mão.Ribeiro às 03!3 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (33) % favorito *dicio#ar ao S*+.

/as o mais caricato da questão + que há poucos dias entrou em vigor um 8egulamento /unicipal em que todo aquele que se&a apanhado fora de 7uma casinha” com a 7coisa na mão” a fa er as 7necessidades” paga multa. por isso. principalmente aos fins(de(semana. nos empregos ou nos servi)os. 6Eu gosto muito da minha terra natal. aliás se não gostasse assim tanto. carecas ou cabelos brancos e continuamos a ver reflectido no espelho o &ovem de há vinte ou trinta anos atrás. mas quem nos visita. do blog do Beto. vamos convergindo no amor a nossa cidade. mesmo muito. não vamos notando muito 7essas” aus-ncias. mas quem está ausente vive mais intensamente a terra natal e guarda no compartimento das boas mem'rias o melhor que Chaves tinha na altura em que eram flavienses presentes e. $inda bem que vou frequentado esta coisas dos blogues e comentários dos ausentes para ir sabendo o que se passa cá na terrinha. /as acompanhando esta coisa dos blogues e o que se vai di endo nos comentários. são coisa em desuso na cidade e os poucos que há. + assim como quando nos vemos ao espelho e ignoramos rugas. que certamente 3suponho4 em visita ! cidade procurou um 1. #amos então paras os 1C2s do nosso amigo . *'s os que cá vivemos. que at+ deu para ignorar o cheiro do urinol 3com direito a multa4 que fa em da guarita da muralha. como a da imagem de ho&e. estava fechado. Claro que assino por baixo as palavras do companheiro de viagem. custa(lhes mais e sentem mais intensamente a cidade antiga que está a ficar velha e a cair aos peda)os. tal como na ami ade. que temos 7casinha” em casa.Maravilhas de Chaves com a /coisa na m+o/ . ando perdido e apaixonado pelas nossas maravilhas. de irmos acompanhando em idade a idade da cidade.C. um está fechado para obras e o outros fecham aos fins de semana. muitas ve es não nos vamos apercebendo do envelhecimento das coisas. p5blico e não encontrou. que os flavienses ausentes quando nos visitam sentem. Embora o Beto se&a um flaviense ausente e eu um flaviense presente. . ou se encontrou. s' v-em o que querem ver ou que estão cegos pela paixão. + que eu de tanto viver a cidade diariamente e de conhecer os truques para ir contornando as quest0es. pois 1C2s p5blicos. .m bem ha&a para o Beto e para o seu blog por ir descobrindo os podres da nossa cidade aos quais os residentes por tão habituados que estão não lhe ligam. 6s de cá. não lhe dedicaria um blogue como este” – Era assim que o Beto. fa em vista grossa. iniciava o seu post de ontem. nesta arte de bloguear Chaves por amor e de nos doer na alma os males que fa em ! nossa cidade ou – "uo #adis $quae %laviae – como di o Beto. há ainda outras preocupa)0es. se tiver um 7aperto” pela certa que está metido em 7alhadas”.

em Chaves com certe a< Object 25 Object 26 tags: chaves publicado por Fer.'0 Ch% de Ur e com Flores de &orga . 9 uma maravilha de Chaves. $t+ amanhã.esportivo de Chaves.Ribeiro às 02!05 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (3) % favorito *dicio#ar ao S*+. que a velinha sirva tamb+m para o .s +/F0&ail Poderá também gostar de: Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues Ch% de Ur e com Flores de &orga . -a.mesmo por trás da toma desta foto. /as a imagem de ho&e compensa 3suponho4 todos os males que ficam escondidos. que está mais condenado que as urg-ncias do :ospital.ntermit. mantenho a velinha acesa e &á que ho&e mencionei o Beto. + o nosso actor principal. "uanto !s urg-ncias do :ospital de Chaves. 3 de Março de 2007 . imagem que dedico ! dedica)ão por Chaves dos companheiros de viagem Beto e .o.'( Pedra de &o3ue .ncias "in#$ithin /o&i#.

deixo-vos com a ima!em.s +/F0&ail . 9á dias assim. "altam-me as ima!ens para as palavras. O de *ebordondo onde. Ps ve.es "altam-me as palavras para a ima!em. At amanhã em 0haves cidade.er disparates. Object 27 Object 28 tags: aldeias publicado por Fer. +enho a ima!em mas "altam-me as palavras1 ainda bem que uma ima!em vale mais que mil palavras e depois ainda está válido o QcontratoQ que tenho convosco de vir aqui todos os dias. a melodia e harmonia das casas inspira a harmonia e melodias dos mIsicos desta aldeia..Ribeiro às 00!"5 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (3) % favorito *dicio#ar ao S*+.'ebordondo . nim. -a.es ambas as coisas. são os tais dias nim. 's ve. 9o/e estou num desses dias. outras.es "altam-me as horas. 0on"esso que andar por aqui todos os dias não tare"a "ácil. talve.Chaves '$ral . em que nem sim nem sopas. 's ve. )ntão e sem mais demoras para não começar para aqui a di.

Jilar de . tanto mais que nos Iltimos FG anos apareceram novos nIcleos populacionais dentro da "re!uesia como a +*A#EA*.antes. e com a divisão da "re!uesia de 3uteiro #eco. s$ sendo ultrapassada pela "re!uesia de #tR 5aria 5aior. um a!lomerado de construç@es não se percebendo a separação entre lu!ares e aldeias. pois ho/e a "re!uesia um todo.eiro.antes e Jale de Sirma.antes a FR "re!uesia com mais população de 0haves. A "re!uesia de Jilar de .em parte da "re!uesia as aldeias de Jilar. o ?airro do 0ru. 8ada a sua proximidade da cidade. #e!undo o censos de FGG.antes estende-se desde a vei!a de 0haves at ao ?runheiro.Kos e o .Poderá também gostar de: .ntermit. Jilar de . ) ho/e como sábado vamos at mais uma "re!uesia . 37 de Março de 2007 Vilar de 0antes e a velha *scola .Portugal "in#$ithin S'bado. o ?airro de #. mas s$ teoricamente. ho/e em dia mais uma "re!uesia urbana e dormit$rio do que propriamente rural. o Eombo.Chaves . Fa. .ncias )iscursos 6emigrantes7 *o+re a Cidade Um até sempre ao Mestre Nadir Afonso Rodrigues )uas imagens dos nossos dias Orjais .

de autoria de )u! nio 0orreia. a pedir a criação de uma )scola do )nsino &rimário para o sexo masculino. acção mecenática que lhe reconhecida pela 04mara 5unicipal em acta de .era "ortuna no ?rasil.. s$ ultrapassado em bele. 's rique. de Jilar de .antesUC!re/a do 8ivino #alvador. na cestaria e nas peças de louça de barro preto de Jilar. C.a pela escola de Fai@es e. a instalaç@es desportivas como o 0ampo de Futebol. ' indIstria do barro com as suas telheiras.L de 5arço de . . n>WA. natural da "re!uesia e que "i. O sem dIvida um dos edi"2cios escolares mais bonitos do concelho e talve. artesanato e divers@es tamb m uma das "re!uesias mais completas em diversidade no concelho de 0haves. uma representação a sua ma/estade o rei 8. de 3utubro de . uma 0ooperativa de 9abitação. equipamentos. abandonado e maltratado que conheço no concelho e pena. os polivalentes de . .antes e +raslar. a 0apela do )sp2rito #anto e a anti!a )scola &rimária de Jilar. 0omeçando pela a!ricultura ainda praticada na vei!a com e sem re!adio. o #olar das 0arvalhais.as naturais e "lorestais do ?runheiro passando para equipamentos como um Ear de +erceira Cdade. al m do crescimento natural de . como 6se!undo o censos de FGG.antes "a.L=H e posteriormente pelo povo em . 5as ainda haveria muito mais a di. inte!ralmente "inanciada pelo benem rito Kos -omes. para não "alar de al!umas preciosidades ou maravilhas da arquitectura.L-=-. O esta Iltima que ho/e ilustra o post e sobre a qual deixo mais al!uns dados. )m . tamb m talve.LHH com a colocação de uma placa em mármore na torre da escola onde está inscrito “ 9omena!em do &ovo de Jilar ao seu ?enem rito 0onterr4neo Kos -omes U . industria. a C!re/a 5atri.er sobre a "re!uesia.a d cada de .ado. ao aer$dromo municipal. como a (uinta do 9osp2cio. Aqui "icam al!uns dados hist$ricos sobre a escola: )m /unta &aroquial de Jilar de .antes e Jilar que uniu tamb m as duas aldeias. ' pista de Tartin!. hotelaria.L=G inicia-se a construção da )scola.LFA apresentado o pro/ecto tipo VVJ. o edi"2cio escolar mais despre.7 ser a "re!uesia onde há mais quadros m dios. mais que conhecido e tamb m a"amado. )m termos de a!ricultura.alar!amento do 0ascalho. superiores e licenciados residentes a ser tamb m a terra dos antepassados de Eu2s de 0am@es. Aeroclube. aos a"amados restaurantes e turismo rural e terminando no artesanato.

Por . a autarquia construiu encostado a esta escola um anexo destinado a museu de louça preta. uma nova escola com mais três salas e que viria a ditar o "echo desta. A t2tulo de curiosidade o orçamento para a construção da escola 6anti!a7 rondou os . Object 29 Object 30 tags: aldeias publicado por Fer.LBX constru2da ao lado desta.+orre sineira. que possui tamb m um bel2ssimo rel$!io que tem a inscrição de 5i!uel 5arquesUAlber!aria-a-Jelha. )mbora a ideia da construção deste museu se/a "eli. /á não o tanto a sua locali. *ecentemente. )m . )speremoslhes melhores dias% At amanhã..'0 )iscursos *o+re a Cidade .Ribeiro às 35!20 li#$ do post % co&e#tar % ver co&e#t'rios (5) % favorito *dicio#ar ao S*+.GGGYGG.L. -a. ainda não conclu2do.s +/F0&ail Poderá também gostar de: Pedra de &o3ue Ch% de Ur e com Flores de &orga .sa+el *ei-as .ação e entretanto a velha escola continua abandonada e de!radada. em mais uma "re!uesia.

ui#te % 8lti&a ..A certe a da incerte a Adeus Mestre Nadir Afonso! "in#$ithin +'. 3 7 3 % Se.

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