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Marcelo de Almeida
Universidade Candido Mendes
Ps-Graduao de Engenharia de Segurana do Trabalho

marcelodealmeidario@gmail.com

Atividade 01

Confrontem o art. 196 da Constituio Federal com o texto da Judicializao das
polticas de assistncia farmacutica: O caso do Distrito Federal e o
Financiamento das aes de sade presentes no caderno/apostila, e respondam:
se possvel atender ao comando constitucional (dado no artigo 196) e se o
mesmo justo?

A gesto do SUS, tem se mostrado ineficiente em se fazer cumprir o artigo 196
da Constituio Brasileira.
Embora se tenha vivenciado arrecadaes recordes, observa-se a falta ou m
aplicao dos recursos pblicos, para a concretizao das politicas em relao ao
SUS.
Mesmo considerando as dimenses regionais haveria de padronizar o modelo,
de forma que o estado fiscalizasse a aplicao das verbas, assim que fossem
disponibilizadas aos programas, no aps anos atravs de denuncias ou
descobrimento de fraudes, onde o prejuzo j foi causado e a populao privou-
se do servio, isso cabe tambm sociedade civil, pois o dever de fiscalizar no
restrito somente ao estado.

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Agravam-se a esses fatores o interesse financeiro de entidades privadas, que
ficam com as partes rentveis do sistema, como por exemplo, o de diagnsticos
beneficiando a formalizao, ou seja, o comercio de medicamentos, quando se
poderia investir em preveno que ao final reduziria e aumentaria os recursos
para aplicar nas politicas sociais do sistema.
Essa ineficincia do estado possibilitou o aumento significativo de cidados
marginalizados, que exigem maior demanda de direitos dos servios pblicos, os
quais no so capazes atender conforme a Constituio.
Assim sendo o direito sade do cidado e o dever do estado em cumpri-lo,
passa por uma restruturao no modelo de gesto para a distribuio e
fiscalizao de recursos, atravs de politicas eficientes que atendam ao interesse
publico ao invs do politico partidrio, principalmente em programas que visem
preveno, pois o modelo atual mostra-se incapaz e injusto com os que mais
necessitam dos servios, que por lei so garantidos, privilegiando os usurios das
entidades privadas.


Rio, 30 de Abril de 2014.