Tabela matriz a utilizar para a realização da 1ª parte da tarefa, conforme indicações do Guia da Sessão

Conhecimento na área Aspectos críticos que a Literatura identifica

Biblioteca escolar

Domínio

Pontos fortes

Fraquezas

Oportunidades

Ameaças

Desafios. Acções a implementar

Competências do professor bibliotecário

Professor bibliotecário como mero gestor da colecção, mais preocupado com o seu estatuto e percepção das coisas do que um verdadeiro impulsionador de acções em favor de uma prática assente em evidências e centrada na aprendizagem, focada no uso da informação para a construção do conhecimento e da cidadania.

Professora bibliotecária motivada e informada. Equipa constituída com um professor de cada Departamento Curricular

Formação em 2001 e experiência de coordenação da BE de 99 a 2003, estando portanto afastada da BE/CRE há 6 anos.

Frequência de acções de formação. Boa aceitação por parte dos órgãos da escola e dos colegas professores.

Dificuldade em fazer muita coisa ao mesmo tempo. As 24 horas de permanência na BE não se têm revelado suficientes para o trabalho exigido.

Utilização de práticas baseadas na recolha de evidências e centradas na aprendizagem. Proporcionar formação a professores e alunos.

Conhecimento na área O espaço da BE é demasiado pequeno e não existem zonas isoladas para trabalhos de grupo e/ou turma. Não há gabinete de trabalho. O catálogo informatizado foi construído sem grande rigor.

Biblioteca escolar

Organização e Gestão da BE

Demasiado centrada no fundo documental e no espaço. Por vezes são atribuídas ao professor bibliotecário demasiadas tarefas de manutenção de equipamentos informáticos e apoio no uso das tecnologias, retirando tempo não só às tarefas rotineiras da gestão corrente mas também ao desenvolvimento de estratégias de integração da BE na escola e no desenvolvimento curricular.

Cerca de 80% do fundo documental está informatizado. Os professores de informática dão o apoio possível (há um professor de TIC na equipa).

Dificuldade em corrigir erros de catalogação. Falta de apoio técnico para o programa Bibliobase. Utilizadores que apenas frequentam a BE para fazerem os seus trabalhos pessoais, sem utilizarem os recursos disponíveis.

No próximo ano toda a escola vai sofrer obras de remodelação.

Elaboração e/ou revisão dos documentos estruturantes, nomeadamente o Manual de Procedimentos e o Regulamento da BE. Alargamento do espaço existente e melhor divisão funcional.

Alguns materiais expostos não A BE está estão bem dividida em zonas organizados. funcionais. Inexistência de alguns documentos estruturantes

Conhecimento na área Há sempre a questão dos fundos, que são poucos. Muitas vezes adquiremse apenas materiais que servem tangencialmente os objectivos curriculares, mas não são inovadores, desafiantes nem provocam a vontade de descobrir e aprender.

Biblioteca escolar

Gestão da Colecção

A colecção conta com cerca de 7000 documentos (!), dos quais grande parte A colecção conta deveria ser com cerca de desbastada ou 7000 documentos. enviada para arquivo morto. Existem documentos em Há pouca vários suportes. inovação nos materiais existentes ou pedidos pelos Departamentos.

A futura remodelação da BE e da escola.

Pouco empenho dos professores em colaborarem na selecção de documentos para desbaste ou arquivo morto.

Pedir a colaboração dos professores para as tarefas mencionadas. Seleccionar o material de forma rigorosa e criteriosa.

A BE como espaço de conhecimento e aprendizagem. Trabalho colaborativo e articulado com Departamentos e docentes.

Muitos professores não entendem a relevância do professor bibliotecário. Não existe uma visão

A BE é muito utilizada pelos alunos para trabalhos de pesquisa.

Os alunos raramente recorrem a pesquisa de informação em documentos impressos.

Criação de novos espaços.

Desmotivação de uma parte significativa dos professores na participação das actividades da escola, decorrente

Estabelecimento de parcerias com turmas, professores ou áreas disciplinares para planificação de actividades

Conhecimento na área comum da aprendizagem para envolver o professor bibliotecário e os professores em oportunidades de aprendizagem colaborativas e integradas, a fim de tornar os alunos aprendentes activos e construtivos. As bibliotecas escolares têm-se limitado a meros espaços com recursos de informação e lazer não se identificando com espaços de trabalho, onde se aprende e constrói conhecimento. Há colaboração dos professores (sobretudo de Português) no Plano Nacional de Leitura. A BE é utilizada como complemento do espaço aula.

Biblioteca escolar da insatisfação profissional gerada pelas mudanças no estatuto da carreira e organização do trabalho na escola. conjuntas. Organização de actividades de promoção de sucesso relacionadas com os apoios educativos, em colaboração com outros especialistas da escola.

Há pouca articulação com professores da área das ciências. A utilização da BE por turmas perturba por vezes os outros utilizadores.

Desenvolver trabalho conjunto com professores de áreas mais científicas.

Formação para a leitura e para as literacias

Coordenação do Os alunos lêem Plano Nacional de pouco. Leitura Os livros Concurso de existentes são cultura geral provavelmente pouco atraentes. Edição do Jornal Escolar. Não existe um espaço chamativo Edição de poemas onde divulgar feitos pela novas obras.

Participação em concursos promovidos pelo PNL. O prazer em ler.

Ocupação plena dos tempos escolares não havendo horário para actividades livres.

Maior divulgação da informação. Organização de encontros literários. Divulgação de livros e escritores. Organizar actividades como

Aliar a leitura a outras artes.

Pouca participação dos professores.

Conhecimento na área comunidade educativa.

Biblioteca escolar a semana da leitura ou a comemoração do dia das BEs. Carga demasiada para o professor bibliotecário, que cada vez tem de se desdobrar em mais tarefas, tais como resolver os dilemas de aprendizagem associados à Web. Elaboração e divulgação (também através da Web) de guiões para trabalhos de projecto, pesquisa da informação, referências bibliográficas ou webgráficas.

BE e os novos ambientes digitais.

Gestão de evidências/ avaliação.

O facto de os alunos utilizarem ferramentas da Web não significa que o saibam fazer, tendo sido detectados vários pontos críticos na sua utilização e as suas aptidões serem questionáveis no que diz respeito a resultados. A análise do sucesso dos programas adoptados tem sido feita de uma forma meramente estatística (nº acções) ou qualitativa (na

Todos os computadores estão ligados em rede, com Internet e impressoras a cores e a preto e branco. Possibilidade de digitalização de documentos. Edição de materiais produzidos pelos alunos. Referências à BE nas actas dos Conselhos de Turma, Área

Ruptura sistemática dos equipamentos. Número de computadores inferior à procura.

Maior número de computadores e possibilidade de interacção com os alunos nas (futuras) novas instalações

Ausência de recolha de evidências para a maioria das actividades.

O Modelo de Autoavaliação das Processos BEs e sua demasiado integração na burocráticos. avaliação das escolas

Criar e aplicar a toda a comunidade educativa documentos de recolha de evidências, tais como os propostos no

Conhecimento na área forma de percepção) e não em evidências de uma real melhoria dos resultados e/ou atitudes dos alunos. Disciplinar e Departamento.

Biblioteca escolar Enorme trabalho no tratamento dos dados recolhidos Modelo de Autoavaliação, isto é, relatórios, inquéritos, estatísticas, etc.

Gestão da mudança SÍNTESE

Factores de sucesso

Obstáculos a vencer

Acções prioritárias

As BEs como centros de liderança das práticas pedagógicas ao nível da construção do conhecimento, dando aos alunos oportunidades para tirarem o maior partido das suas vidas como pessoas sensatas, construtivas e independentes.

O professor bibliotecário usa evidências para tomar decisões sobre como cumprir o seu papel. Partilha entre todos os agentes educativos de uma filosofia educacional baseada na construção do conhecimento. Trabalho colaborativo com todas as estruturas educativas. Escola sem hábitos de autoavaliação das suas práticas. Comunicação e cooperação entre a BE e a Biblioteca Municipal, no sentido de as BEs formarem futuros utilizadores das bibliotecas públicas. Objectivos claros e flexíveis, calendarização realista e recolha sistemática de feedback de alunos e professores sobre o impacto das actividades da BE. Visão egocêntrica do professor bibliotecário.

Transmitir à comunidade educativa, através de todos os seus agentes, a importância da BE no processo educativo. Identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos. Ter um impacto real e positivo como auxiliar do processo de ensino e aprendizagem.

Professores pouco habituados ao trabalho colaborativo.

A prática das BEs tem de ser baseada na recolha de evidências e centrada na aprendizagem.

Utilização da BE como local para onde enviar os alunos mal comportados.

Ser parceira nas actividades previstas em todos os projectos curriculares de turma. Realizar actividades que transmitam um “significado” às aprendizagens realizadas pelos alunos.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful