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Pedro@ananadvogados.com.br

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Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro

Sócio de Anan Advogados Especialista em Direito Empresarial pela PUC-SP MBA Controller pela FEA-USP Membro da Diretoria Jurídica da ANEFAC Diretor do Conselho Consultivo da APET Professor do Curso de Especialização em Direito Tributário na APET, LFG, CONAEN, FUCAPE, FUCAPE, FGV, FAAP e ESA. Autor do Livro Fusão, Cisão e Incorporação de Sociedades – Ed. Quartier Latin Coordenador do Livro Planejamento Fiscal volumes 1, 2 e 3 e IRPJ – Ed. Quartier Latin, e Prestação de Serviços Profissionais - Aspectos Legais, Econômicos e Tributários – MP Editora. Membro da 2 Turma Ordinaria , da 2 Câmara do 2 Seção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais - CARF Juiz Substituto do Tribunal de Impostos e Taxas - SP Membro da 4 Câmara do Conselho Municipal de Tributos SP (2006-2008)

Juiz Substituto do Tribunal de Impostos e Taxas - SP Membro da 4 Câmara do Conselho
Qual a importância da contabilidade para as empresas? Como o fisco se utiliza dos dados

Qual a importância da contabilidade para as empresas? Como o fisco se utiliza dos dados contábeis? O conhecimento contábil é importante para o profissional na área tributária? Com a Lei 11.638/07, Lei 11.941/09 e ININ/RFB 1.397/13 houve alguma mudança significativa na contabilidade das empresas?

Com a Lei 11.638/07, Lei 11.941/09 e ININ/RFB 1.397/13 houve alguma mudança significativa na contabilidade das
BANCO PANAMERICANO BANCO SANTOS BANCO NACIONAL CARREFOUR DASLU SCHINCARIOL PETROBRÁS

BANCO PANAMERICANO BANCO SANTOS BANCO NACIONAL CARREFOUR DASLU SCHINCARIOL PETROBRÁS

BANCO PANAMERICANO BANCO SANTOS BANCO NACIONAL CARREFOUR DASLU SCHINCARIOL PETROBRÁS
Usuários: Os usuários são pessoas que utilizam da Contabilidade, que se interessam pela situação da

Usuários:

Os usuários são pessoas que utilizam da Contabilidade, que se interessam pela situação da empresa e buscam na Contabilidade as suas respostas.

Evidentemente, os administradores não são os únicos que se utilizam da Contabilidade. Os investidores (aqueles que aplicam dinheiro na empresa); os fornecedores de mercadorias a prazo querem saber se a empresa tem condições de pagar sua dívidas; os bancos, por sua vez, emprestam dinheiro desde que a empresa tenha condições de cumprir o pagamento; o governo quer saber quanto de impostos foi gerado para os cofres públicos e etc.

condições de cumprir o pagamento; o governo quer saber quanto de impostos foi gerado para os
Princípio da entidade: Reconhece o Patrimônio como o objeto da contabilidade e afirma a autonomia

Princípio da entidade:

Reconhece o Patrimônio como o objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, ou seja, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos.

Assim, a Contabilidade registra somente os atos e fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa, e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios.

ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa, e não os relacionados com o patrimônio particular
Princípio da competência: Consiste no fato de que as receitas e as despesas devem ser

Princípio da competência:

Consiste no fato de que as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.

Exemplo: Numa venda feita em agosto para recebimento em setembro, a receita de venda deverá ser contabilizada no mês de agosto. Prêmio pago na contratação de seguros.

em setembro, a receita de venda deverá ser contabilizada no mês de agosto. Prêmio pago na
Princípio da prudência ou Conservadorismo: Determina a adoção do menor valor para os componentes do

Princípio da prudência ou Conservadorismo:

Determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.

Exemplo: constituição de provisão para contingência.

das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido. Exemplo: constituição de provisão para contingência.
Princípio da continuidade A continuidade ou não da Entidade, bem como sua vida estabelecida ou

Princípio da continuidade

A continuidade ou não da Entidade, bem como sua vida estabelecida ou provável, devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas.

devem ser consideradas quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas.
Primazia Forma da Essência sobre a Transações e Eventos contabilizados de acordo com a substância

Primazia Forma

da Essência sobre a
da
Essência
sobre
a

Transações e Eventos contabilizados de acordo com a substância e realidade econômica.

Forma da Essência sobre a Transações e Eventos contabilizados de acordo com a substância e realidade
Os critérios de contabilização das empresas tem fundamentação legal na Lei nº 6.404/76 - Lei

Os critérios de contabilização das empresas tem fundamentação legal na Lei nº 6.404/76 - Lei das S/A Artigos 176 a 188 da Lei das S/A

das empresas tem fundamentação legal na Lei nº 6.404/76 - Lei das S/A Artigos 176 a
Artigo 176 Demonstrações Financeiras Com base na escrituração mercantil, ao fim de cada exercício social

Artigo 176 Demonstrações Financeiras Com base na escrituração mercantil, ao fim de cada exercício social

Balanço Patrimonial

Demonstração dos Lucros e Prejuízos Acumulados

Demonstração do Resultado do Exercício - DRE

Demonstração de Fluxo de Caixa - DFC

Demonstração do Valor Adicionado - DVA

do Resultado do Exercício - DRE ◦ Demonstração de Fluxo de Caixa - DFC ◦ Demonstração
Artigo 177 Escrituração da companhia ◦ mantida em registros permanentes   ◦ obediência aos

Artigo 177 Escrituração da companhia

mantida em registros permanentes

 

obediência aos preceitos da legislação comercial e a Lei das S/A

obediência

aos

princípios

de

contabilidade

geralmente aceitos

 

observar métodos e critérios contábeis uniformes no tempo

registrar

as

mutações

patrimoniais

com

base

no

regime de competência

uniformes no tempo ◦ registrar as mutações patrimoniais com base no regime de competência
Artigo 178 - Grupo de contas - Ordem Descrescente Ativo ◦ Circulante ◦ Não Circulante

Artigo 178 - Grupo de contas - Ordem Descrescente Ativo

Circulante

Não Circulante

Passivo

Circulante

Não Circulante

Patrimônio Líquido - Cap. Social, Reservas de Capital, Reservas de Lucros e Prej. Acumulados

◦ Não Circulante ◦ Patrimônio Líquido - Cap. Social, Reservas de Capital, Reservas de Lucros e
Critérios de Classificação Ativo - Artigo 179 Passivo – Artigo 180

Critérios de Classificação

Ativo - Artigo 179

Passivo – Artigo 180

Critérios de Classificação Ativo - Artigo 179 Passivo – Artigo 180
Patrimônio Líquido - Artigo 182 Capital Social Reservas de Lucros Reservas de Capital Prejuizos Acumulados

Patrimônio Líquido - Artigo 182 Capital Social Reservas de Lucros Reservas de Capital Prejuizos Acumulados

Patrimônio Líquido - Artigo 182 Capital Social Reservas de Lucros Reservas de Capital Prejuizos Acumulados
Critérios Avaliação ◦ Ativos - Artigo 183 ◦ Passivos – Artigo 184

Critérios Avaliação

Ativos - Artigo 183

Passivos – Artigo 184

Critérios Avaliação ◦ Ativos - Artigo 183 ◦ Passivos – Artigo 184
Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados - Artigo 186 Demonstração Artigo 187 Demonstração do Fluxo

Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados - Artigo 186

Demonstração

Artigo 187 Demonstração do Fluxo de Caixa e Valor Adicionado - Artigo 188

de

Resultado

Exercício

-

Demonstração Artigo 187 Demonstração do Fluxo de Caixa e Valor Adicionado - Artigo 188 de Resultado
Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade PL = A

Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade

Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade PL = A -
Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade PL = A -
Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade PL = A -

PL = A - P = B + D - O

Ativo = Bens e Direitos da Sociedade Passivo = Obrigações da Sociedade PL = A -
Débito - ponto de destinação dos recursos, em uma transação. Crédito - ponto de origem

Débito - ponto de destinação dos recursos, em uma transação.

Crédito - ponto de origem dos recursos, em uma transação.

- ponto de destinação dos recursos, em uma transação. Crédito - ponto de origem dos recursos,
Balanço Patrimonial Ativo Conta Ativo aumentos reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos

Balanço Patrimonial

Ativo Conta Ativo aumentos reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos
Ativo Conta Ativo aumentos reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos

Ativo

Conta Ativo

Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções
Conta Ativo aumentos reduções

aumentos reduções

Passivo

Conta Passivo

Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos
Conta Passivo reduções aumentos

reduções aumentos

Ativo Conta Ativo aumentos reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos
Ativo Conta Ativo aumentos reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos

Aplicações Recursos Débito

Fontes de Recursos Crédito

reduções Passivo Conta Passivo reduções aumentos Aplicações Recursos Débito Fontes de Recursos Crédito
Despesas ◦ São consumos de ativos incorridos com o objetivo de obtenção de receitas. Despesas

Despesas

São consumos de ativos incorridos com o objetivo de obtenção de receitas. Despesas correspondem a reduções do Patrimônio Líquido.

de ativos incorridos com o objetivo de obtenção de receitas. Despesas correspondem a reduções do Patrimônio
Receita ◦ São acréscimos brutos de ativos que são obtidos sem a ampliação das dívidas

Receita

São acréscimos brutos de ativos que são obtidos sem a ampliação das dívidas ou do capital da empresa. Receitas correspondem a acréscimos ao Patrimônio Líquido e resultam da venda de produtos, bens ou serviços pela empresa.

correspondem a acréscimos ao Patrimônio Líquido e resultam da venda de produtos, bens ou serviços pela
Demonstração de Resultados Despesa Diminuição Receita Diminuição Aumento Aumento

Demonstração de Resultados

Despesa

Despesa Diminuição

Diminuição

Receita

Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento
Receita Diminuição Aumento

Diminuição Aumento

Aumento

Demonstração de Resultados Despesa Diminuição Receita Diminuição Aumento Aumento
Débito X Crédito Aumen Diminui ta Ativo Débito Crédito Passivo Crédito Débito Receita Crédito Débito

Débito X Crédito

Aumen Diminui ta Ativo Débito Crédito Passivo Crédito Débito Receita Crédito Débito Despesa Débito
Aumen
Diminui
ta
Ativo
Débito
Crédito
Passivo
Crédito
Débito
Receita
Crédito
Débito
Despesa
Débito
Crédito
Diminui ta Ativo Débito Crédito Passivo Crédito Débito Receita Crédito Débito Despesa Débito Crédito

Contabilização de Impostos

Os impostos incidentes na aquisição de mercadorias para revenda, fabricação de produtos para venda ou bens para uso próprio não devem ser incluídos no custo dos bens ou serviços quando forem recuperados; mas tão-somente quando não forem recuperados.

incluídos no custo dos bens ou serviços quando forem recuperados; mas tão-somente quando não forem recuperados.
Lançamento contábil: Débito – Matéria-Prima (AC) Débito – IPI a Recuperar (AC) Débito – ICMS

Lançamento contábil:

Débito – Matéria-Prima (AC) Débito – IPI a Recuperar (AC) Débito – ICMS a Recuperar (AC) Débito – PIS a Recuperar (AC) Débito - COFINS a Recuperar (AC) Crédito – Fornecedores (PC)

ICMS a Recuperar (AC) Débito – PIS a Recuperar (AC) Débito - COFINS a Recuperar (AC)

Contabilização de Impostos

IPI, ICMS, ISS, PIS/Pasep e COFINS

Os impostos incidentes sobre a venda e prestação de serviços devem ser deduzidos da receita bruta, a qual deverá ser registrada pelo valor total, incluindo os impostos sobre ela incidentes, exceto o IPI.

receita bruta, a qual deverá ser registrada pelo valor total, incluindo os impostos sobre ela incidentes,

Contabilização de Impostos

IPI, ICMS, ISS, PIS/Pasep e COFINS

Exemplo:

IPI:

Débito – IPI s/Vendas (CR) Crédito – IPI a Recolher (PC)

ICMS:

Débito – ICMS s/Vendas (CR) Crédito – ICMS a Recolher (PC)

ISS:

Débito –ISS s/Vendas (CR) Crédito – ISS a Recolher (PC)

ICMS s/Vendas (CR) Crédito – ICMS a Recolher (PC) ISS: Débito –ISS s/Vendas (CR) Crédito –

Contabilização de Impostos

IPI, ICMS, ISS, PIS/Pasep e COFINS

Exemplo:

PIS/Pasep:

Débito – PIS s/Vendas (CR) Crédito – PIS a Recolher (PC)

COFINS:

Débito – COFINS s/Vendas (CR) Crédito – COFINS a Recolher (PC)

(CR) Crédito – PIS a Recolher (PC) COFINS: Débito – COFINS s/Vendas (CR) Crédito – COFINS

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Deverão ser provisionados no encerramento do período- base, isto é, no último dia de cada trimestre (apuração trimestral) ou no último dia do exercício (apuração anual).

isto é, no último dia de cada trimestre (apuração trimestral) ou no último dia do exercício

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Apuração Trimestral – Lançamento:

Débito – Apuração do resultado do exercício (CR) Crédito – CSLL/IRPJ a recolher (PC)

Trimestral – Lançamento: Débito – Apuração do resultado do exercício (CR) Crédito – CSLL/IRPJ a recolher

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Apuração Anual – Lançamento mensal:

Débito – CSLL/IRPJ – Estimativa a recuperar (AC) Crédito – IRPJ/CSLL a recolher (PC)

Anual – Lançamento mensal: Débito – CSLL/IRPJ – Estimativa a recuperar (AC) Crédito – IRPJ/CSLL a

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Apuração Anual – Lançamento em 31/dezembro:

Débito – Apuração do resultado do exercício (CR) Crédito – CSLL/IRPJ a recolher (PC)

Lançamento em 31/dezembro: Débito – Apuração do resultado do exercício (CR) Crédito – CSLL/IRPJ a recolher

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Apuração Anual: o saldo do AC deverá ser transferido para a conta de obrigação (PC) após a constituição da provisão. Caso o valor da provisão seja inferior ao valor estimado, a diferença será transferida para a conta do AC.

provisão. Caso o valor da provisão seja inferior ao valor estimado, a diferença será transferida para

Contabilização de Impostos

IR, CSLL

Apuração Anual – Lançamento da Transferência:

Débito – CSLL/IRPJ a Recolher (PC) Crédito – CSLL/IRPJ - Estimativa a Recuperar (AC)

Lançamento da Transferência: Débito – CSLL/IRPJ a Recolher (PC) Crédito – CSLL/IRPJ - Estimativa a Recuperar

Créditos Tributários

Tributos pagos a maior ou indevidamente:

Os impostos e contribuições pagos a maior ou indevidamente devem ser contabilizados no ativo circulante, como um direito com o Fisco:

Débito – Tributos a Recuperar (AC) Crédito – Disponibilidades (AC)

no ativo circulante, como um direito com o Fisco: Débito – Tributos a Recuperar (AC) Crédito

Créditos Tributários

Tributos pagos a maior ou indevidamente:

Os tributos federais pagos a maior ou indevidamente serão acrescidos da taxa SELIC, acumulada mensalmente, desde a data do pagamento até o mês anterior em que se tenha compensado tais tributos, e mais 1% referente ao mês que esteja sendo compensado. A taxa Selic deverá ser contabilizada da seguinte maneira:

Débito – Tributos a Recuperar (AC) Crédito – Receita Financeira (CR)

Débito – Tributos a Recuperar (AC) Crédito – Receita Financeira (CR) Fiscalmente, essa receita é tributada.

Fiscalmente, essa receita é tributada.

Retenção na Fonte

Retenções na Fonte do IR, da COFINS:

CSLL, do

PIS e

da

a) Prestador do serviço: registro da retenção em conta própria do ativo circulante.

b)

das

contribuições sociais retidas na fonte em conta de obrigações junto ao Fisco, no passivo circulante.

Tomador

do

serviço:

registro

do

imposto

e

na fonte em conta de obrigações junto ao Fisco, no passivo circulante. Tomador do serviço: registro

Retenção na Fonte

Prestador de serviços:

Pela prestação de serviços:

Débito – Contas a Receber (AC) Débito – IRRF a Recuperar (AC) Crédito – Receita de Prestação de Serviço (CR)

Pelo recebimento:

Débito – Disponibilidades (AC) Débito – CSLL a Recuperar (AC) Débito - PIS a Recuperar (AC) Débito – COFINS a Recuperar (AC) Crédito – Contas a Receber (AC)

a Recuperar (AC) Débito - PIS a Recuperar (AC) Débito – COFINS a Recuperar (AC) Crédito

Retenção na Fonte

Tomador de serviços:

Pela prestação de serviços:

Débito – Despesa Operacional (CR) Crédito – IRRF a Recolher (PC) Crédito – Obrigação (PC)

Pelo pagamento:

Débito – Obrigações (PC) Crédito – Contribuições a Recolher (PC) Crédito – Disponibilidades (AC)

pagamento: Débito – Obrigações (PC) Crédito – Contribuições a Recolher (PC) Crédito – Disponibilidades (AC)

Retenção na Fonte

A fonte pagadora deverá efetuar a retenção do imposto de renda no pagamento ou no crédito, o que ocorrer primeiro (regime de competência).

Enquanto,

contribuições federais

(PIS/COFINS/CSLL), devem ser retidas quando o serviço for efetivamente pago (regime de caixa).

que

as

federais (PIS/COFINS/CSLL), devem ser retidas quando o serviço for efetivamente pago (regime de caixa). que as

Retenção na Fonte

Esses valores poderão ser deduzidos do IR, da CSLL, do PIS e da COFINS que a empresa tem a recolher.

Quando

empresa deverá efetuar,

contabilmente, a transferências dos tributos que estão registrados no Ativo Circulante para os Tributos a Recolher, que estão registrados no Passivo Circulante.

deduzidos,

a

registrados no Ativo Circulante para os Tributos a Recolher, que estão registrados no Passivo Circulante. deduzidos,

Tributos discutidos Administrativa e Judicialmente

Tributos e contribuições com exigibilidade suspensa, em virtude de discussão judicial ou administrativa, devem ser contabilizados normalmente como despesa no resultado do exercício, mas não serão dedutível para fins de determinação do lucro real e da base de cálculo da CSLL.

Lançamento:

Débito – Despesas Operacionais (CR) Crédito – Obrigação (PC)

real e da base de cálculo da CSLL. Lançamento: Débito – Despesas Operacionais (CR) Crédito –

Tributos discutidos Administrativa e Judicialmente

Lançamento caso haja depósito judicial:

Débito – Despesas Operacionais (CR) Crédito – Obrigação (PC) Débito – Depósito Judicial (RLP) Crédito – Disponibilidades (AC)

Atualização Monetária do depósito judicial (SELIC):

Débito – Depósito Judicial (RLP) Crédito – Receita Financeira (CR)

Monetária do depósito judicial (SELIC): Débito – Depósito Judicial (RLP) Crédito – Receita Financeira (CR)

Tributos discutidos Administrativa e Judicialmente

Em termos fiscais, temos:

a) O valor discutido judicialmente deverá ser adicionado na parte “A” do LALUR, e controlado numa folha da parte “B”;

b) A receita financeira decorrente da atualização monetária do depósito judicial não é tributada.

da parte “B”; b) A receita financeira decorrente da atualização monetária do depósito judicial não é

Tributos discutidos Administrativa e Judicialmente

A empresa que possui discussão administrativa/judicial possuirá um saldo no RLP e no AC que será destinado à outras contas dependendo da sentença proferida no processo.

a) Sentença favorável: o valor depositado judicialmente, acrescido da SELIC será transferido para a conta “bancos” (AC). O valor registrado em “obrigação” deverá ser transferido para uma conta de receita operacional (RE).

ser transferido para uma conta de receita operacional (RE). Tal receita não será tributada para fins

Tal receita não será tributada para fins de IR e CSLL.

Tributos discutidos Administrativa e Judicialmente

b) Sentença desfavorável: o valor depositado judicialmente deverá ser transferido para a conta de “obrigação” (PC), enquanto o valor relativo à taxa SELIC deverá ser transferida para a conta de despesa financeira (RE).

O saldo do tributo controlado na parte “B” do LALUR deverá ser baixado e excluído da parte “A”. A receita

financeira

simplesmente baixada.

ser

registrada

parte

“B”

deverá

na

baixado e excluído da parte “A”. A receita financeira simplesmente baixada. ser registrada parte “B” deverá

OBRIGADO!

OBRIGADO!