Nova Ordem Mundial por Dr.

Rodrigo Silva
Era um dia de feriado em Babilônia, Nabucodonosor iria então erguer uma grande
estatua em omenagem a uma divindade !ue bem poderia ser Shamash "em acadiano#
Šamaš $Sol$% era uma deidade mesopot&mica nativa e o deus sol no panteão ac'dico,
ass(rio e babiloniano. Samas foi o deus da )usti*a na Babilônia e +ss(ria,
correspondendo ao deus ,tu sumeriano. Era filo de Sin e Ningal, e irmão, por parte de
mãe e pai, de -star.
.
Ele era o )ui/ do c0u e do mundo do al0m.
.
O $Sol$ do acadiano šamaš 0 cognato ao ebraico 121 3eme3 e 'rabe 456 3ams. Em
virtude disto todos os pol(ticos, magistrados e oficiais !ue trabalavam para o governo
deveriam vir a capital para participar da solenidade p7blica conforme a determina*ão
real.
Ishtar 0 a deusa dos ac'dios ou Nammu, dos antecessores sum0rios, cognata da deusa
+sterote dos filisteus, de -sis dos eg(pcios, -nanna dos sum0rios e da +starte dos
fen(cios. Mais tarde esta deusa foi assumida tamb0m na Mitologia N8rdica como Easter
9 a deusa da fertilidade e da primavera.
: irmã g;mea de Samas e fila do importante deus <ua 9 Sin, e 0 representada pelo
planeta =;nus.
>odos passaram calmamente em procissão pela porta principal de Ishtar, a principal
entrada da cidade indo em dire*ão ao local da cerimônia. Nabucodonosor inauguraria ali
uma est'tua praticando o !ue os babilônios camam de Su -l', ou se)a uma prece com
a mão levantada, ela tina este nome por!ue era erguida a altura do rosto ou ambas as
mãos erguidas para o c0u, o rei como era de costume )' tina uma ora*ão particular
escrita por algum sacerdote e tra/ia o seu nome no lugar do suplicante.
+ suil' geralmente era feita em ocasi?es muito especiais como por e@emplo !uando
avia medo de !ue o reino ca(sse nas mãos de povos estrangeiros. E Nabucodonosor
compartilava desse receio desde !ue o profeta Daniel interpretou le um sono
envolvendo uma grande est'tua, e di/endo !ue no futuro um reino inferior ao seu
averia de con!uistar a Babilônia, esta ist8ria est' em Daniel cap(tulos A e B.
+ ora da prece uma m7sica seria tocada por v'rios instrumentistas reais e todos a uma
deveriam prostrar9se en!uanto o rei orava e os sacerdotes ofereciam sacrif(cios para a
divindade protetora do reino. >odos se prostraram diante do (dolo pagão menos 0 claro
Sadra!ue, Mesa!ue e abdnego os tr;s companeiros do profeta Daniel.
Cavia uma pena de morte prescrita a !ual!uer um !ue não participasse do feste)o,
mesmo assim eles não cederam em sua fidelidade para com Deus. + mensagem de
advert;ncia do famoso livro do +pocalipse no capitulo .B verso .D retoma esse epis8dio
da Babilônia ocorrido a dois mil e seiscentos anos para descrever uma situa*ão
semelante !ue ter' lugar em breve no futuro do mundo !uando o camado anticristo
come*ar a governar as na*?es.
EE foi dado ao dragão "figura mitol8gica para simboli/ar o maligno% comunicar fôlego a
imagem da besta "esp(rito F imagem da besta, s(mbolo apocal(ptico do anticristo%, para
!ue tamb0m a imagem da besta falasse, e fi/esse !ue fossem mortos todos os !ue
adorassem a imagem da bestaG.
: dif(cil estabelecer nos m(nimos detales todas as nuan*as desse decreto futuro, no
entanto 0 plenamente certo !ue envolvera uma !uestão de escola entre a fidelidade a
Deus e a armonia comum. Hegar' um momento !ue ser' imposs(vel seguir os de/
mandamentos e estar em pa/ com a nova ordem mundial.
+li's, pelo !ue di/ a continua*ão da profecia, ser' um decreto !ue alcan*ar' o mundo
inteiro, assim segue a profecia# “A todos os grandes e os pequenos, os ricos e os
pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita
ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a
marca, o nome da besta ou o número do seu nome” Ap !"#!$%!&
+nalisando os fatores pol(ticos, econômicos e sociais da atualidade 0 poss(vel di/er !ue
embora não tenamos uma data precisa para o cumprimento deste or'culo )' 0 not8ria a
e@ist;ncia de um cen'rio pol(tico mundial !ue possibilita o cumprimento dessa profecia
nos 7ltimos tempos em nossos tempos
+t0 mais ou menos meados do s0culo I=--- era totalmente estrana a ideia de um
governo mundial conforme sup?e a profecia apocal(ptica. + revolu*ão comercial dos
s0culos I=- e I=-- )' avia intensificado o processo de desenvolvimento capitalista
!ue acabou unindo os pa(ses pela circula*ão de mercadorias, mas isto estava longe de
uma administra*ão global como prev; a profecia.
Em .JKL inicia9se na -nglaterra a revolu*ão industrial !ue aumentou em muito a
depend;ncia de um pa(s em rela*ão ao outro. Empr0stimos entre na*?es e monop8lio
tecnol8gico por parte dos pa(ses mais ricos acabaram criando espa*o para a poss(vel
união entre governos.
No século XIX alguns sociólogos chegaram a falar de um imperialismo mundial que
colocaria todos sob um mesmo governo. Neste tempo porém tal ideia não passava de
sociologia utopista, ou seja, um delírio dos pensadores. oje as coisas mudaram,
desde a segunda metade do século XX a transnacionali!a"ão das empresas parecem
ganhar cada ve! mais for"a, nos anos #$ e %$ veio a e&pansão das empresas
multinacionais, nos anos '$ e ($ a vanguarda dos bancos e institui")es
financeiras e, inaugurando o novo mil*nio temos a for"a da internet que j+
atinge , bilhão e meio de usu+rios em todo o mundo.
-lhe em redor e constate por si mesmo, o nosso mundinho tornou.se de fato
uma aldeia global, distancias são encurtadas pela tecnologia e as fronteiras
tornaram.se o sistema que tem os dias contados, voc* liga a /0 e assiste
direto do 1apão uma partida de beisebol que ali+s é jogo dos americanos,
encontra.se com um amigo que acabou de chegar da 23ssia, e ele conta que
comeu hamb3rguer com refrigerante diet na pra"a vermelha em 4oscou5 em
Israel garotinhos 6rabes e 1udeus vestem juntos camisetas da sele"ão
brasileira e pedem autógrafos a um jogador que pretendia passar férias em
determinado lugar onde achava que não era conhecido, depois de tudo isto
voc* se d+ conta que na verdade o mundo est+ no seu quintal, ou melhor, na
tela do seu computador, estamos vivendo na era da globali!a"ão.
7 coisa no entanto vai muito mais além do que a simples universali!a"ão de
costumes, no mundo civili!ado aprofunda.se cada ve! mais a desigualdade
entre países ricos e pobres, países bem ou mal desenvolvidos, intensifica.se a
competitividade comercial e com isso aumenta o risco de desemprego, crise
econ8mica e outros fatores. 9uem não se viu amea"ado por um crash
econ8mico ocorrido na :uropa ou nos :;7. “Nas bolsas de valores,
um crash ou crache
1

2

3
é uma queda profunda e inesperada do preço das ações. Craches são
geralmene provocados por p!nico, associado a faores econ"micos sub#acenes. $eralmene
ocorrem ap%s uma &bolha& especulaiva no mercado, quando grandes volumes de ações são
negociados a preços consideravelmene descolados do valor inr'nseco dessas ações.
No século (( houve v)rios craches famosos, como por e*emplo+
• ,uina-feira negra ./lac0 1hursda23 - 24 de 5uubro de 1626, a famosa quebra
da /olsa de 7alores de Nova 8or0, que gerou uma recessão mundial.
• 9egunda-feira negra ./lac0 :onda23 - 16 de 5uubro de 16;<
4
, quando houve queda
de 2=> no preço das ações negociadas nos mercados de valores?.
Muem não teme ser v(tima da !ueda da bolsa de valores em outra parte do mundo, ou
ainda oferecer para eran*a de seus filos um planeta morto em conse!u;ncia dos
crimes ambientais cometidos por todos os pa(ses, no mundo globali/ado todos ficam
vulner'veis, da inform'tica ao ritmos das bolsas de valores e outros fatores atuais.
+li's, atualmente são negociados mais ..N tril?es de d8lares em a*?es internacionais
onde um investidor de um pa(s leva seu capital para outro pa(s estrangeiro, entre .OPN e
.OOA o flu@o internacional de bens e servi*os saltou de B.D tril?es para J.D tril?es de
d8lares por ano, um crescimento sem precedentes na ist8ria da econômica mundial.
Dentro desse conte@to se um pa(s se isola ou dita suas pr8prias leis pode ser e@clu(do
por outras economias e perder os capitais, informa*?es e tecnologias vinda de outros
pa(sesQ ali's, foi e@atamente esta situa*ão !ue acabou derrubando gigantes
independentes como a R7ssia e todo o conglomerado !ue perfa/ia a es ,nião Sovi0tica.
Outra importante !uestão decorrente da globali/a*ão capitalista sobrepondo9se a
economia dos pa(ses 0 a de ordem monet'ria. O com0rcio e as negocia*?es financeiras
internacionais tornaram urgente a cria*ão de um regime estatal ou est'vel de cambio,
isto 0, uma paridade entre as moedas, o melor na opinião de muitos governantes e
economistas 0 criar um dineiro mundial !ue circule livremente pelos pa(ses sem
obst'culos criados por pol(ticas particulares nem interesse pr8prio de uma 7nica
nacionalidade.
Roi neste !uadro !ue os pa(ses ligados a ,nião Europeia se adiantaram definindo a
cria*ão do Euro !ue seria uma moeda regional v'lida desde .OOPQ Esta cobertura e
subordina*ão das nacionais economias somadas a vulnerabilidade das moedas nacionais
e o flu@o para o capital estrangeiro acabou levando muitos governantes a discutir o
futuro sistema integrado da economia mundial, foi neste caso o encontro por e@emplo
ocorrido em .OOD !ue envolveu o camado SAN ou grupo dos vinte e !uatro pa(ses
representantes das na*?es em desenvolvimento da +m0rica latina, Tsia e Tfrica.
'5 Grupo dos 24 (G24), um cap'ulo do $-<< , foi criada em 16<1 para coordenar as posições
dos pa'ses em desenvolvimeno sobre o @undo mone)rio inernacional e quesões de
financiameno do desenvolvimeno e assegurar que os seus ineresses se#am adequadamene
represenados nas negociações sobre quesões mone)rias inernacionais. 5 grupo, que é
oficialmene chamado de Grupo Intergovernamental dos Vinte e Quatro de Assuntos
Monetário Internacional e Desenvolvimento, não é um %rgão do @undo :one)rio
Anernacional , mas o @:A presa serviços de secrearia para o $rupo. 9uas reuniões ocorrem
geralmene duas veBes por ano, anes de o Comié :one)rio e @inanceiro Anernacional e de
reuniões do ComiC de Desenvolvimeno, para permiir que os membros de pa'ses em
desenvolvimeno para discuir emas da agenda de anemão. Embora a paricipação no $-24 é
esriamene limiado a 24 pa'ses, qualquer membro do $-<< podem paricipar de
discussões. China em sido um &convidado especial&, #) que as reuniões $abam de 16;13.
O S AN defendeu a cria*ão de um sistema econômico monet'rio internacional !ue teria
como mediador os E,+ atrav0s do Rundo Monet'rio -nternacional, longe por0m de um
e!uacionamento a altura da globali/a*ão capitalista o Sistema Monet'rio -nternacional
continua progredindo rumo a uma futura concreti/a*ão !ue na opinião de muitos
tornou9se um destino inevit'vel.
Hom preparativo para esta futura realidade global os pa(ses )' estão a algum tempo se
organi/ando em blocos econômicos# N+R>+ "“North American Free Trade
Agreement”, ou Tratado Norte-Americano de Livre Comércio, é um tratado
envolvendo Canadá, México e Estados Unidos e tendo o Chile como associado, numa
atmosfera de livre comércio, com custo reduzido para troca de mercadorias entre os três
países. O !"#! entrou em vi$or em % de &aneiro de %''(.), ,E ,nião Europeia " bloco
econ"mico formado por 1F pa'ses da Europa 5cidenal passa formalmene a ser chamada de
GNAH5 EGI5JKAL .EG3 em 1663, quando o 1raado de :aasrich enra em vigor. K o
segundo maior bloco econ"mico do mundo em ermos de JA/, com uma população de 3<4
milhões de pessoas3. MERHOS,< "Criado em 1661, o :EIC59GM é composo por
Lrgenina, /rasil, Jaraguai e Gruguai, pa'ses sul-americanos que adoam pol'icas de
inegração econ"mica e aduaneira. L origem do :EIC59GM es) nos acordos comerciais
enre /rasil e Lrgenina elaborados em meados dos anos ;=). B<OHO DO U+HVR-HO "L
criação da LJEC surgiu em decorrCncia de um inenso desenvolvimeno econ"mico ocorrido
na região da Nsia e do Jac'fico, propiciando um aberura de mercado enre 2= pa'ses mais
Oong Pong .China3, além da ransformação da )rea do sudese asi)ico em uma )rea de livre
comércio nos anos que anecederam a criação da LJEC, causando um grande impaco na
economia mundial3. Mue reali/am o)e mais de KLW de todas as trocas do planeta, não
obstante todas estas previs?es futur(sticas 0 importante demarcar !ue a mis0ria a fome e
outros males sociais constituem problemas longe de serem solucionados. >odos
tornaram vulner'vel a a*ão de todos, logo, s8 falta uma pe*a para unificar todo o !uadro
mundial, um governo 7nico !ue estabele*a as regras e edite o !ue 0 certo e o !ue 0
errado em termos de economia e governo mundial.
-maginem então a cria*ão de um s8 governo para administrar pa(ses do mundo inteiro.
O famoso e pol;mico escritor -rland;s Oscar Xilde afirmou !ue, no !ue di/ respeito a
pol(tica internacional# ESe não somos profetas 0 melor não profeti/ar, principalmente
se estamos tratando do futuroG.
Seguindo este conselo entendemos !ue 0 mais prudente não detalar todos os modos
como se cumprir' a profecia, principalmente por envolver um !uadro pol(tico social em
rela*ão ao futuro. Uor outro lado por0m, 0 poss(vel com uma boa dosagem de e!uil(brio,
di/er !ue temos o camino aberto para a unifica*ão de pa(ses e credos em torno de uma
ideologia estrana aos ensinamentos b(blicos e@atamente como aponta a profecia do
+pocalipse.
Neste programa não ' condi*?es para mencionar todos os itens dessa discrep&ncia
entre a nova ordem mundial e a cosmo visão b(blica, mas a sua men*ão 0 um bom
incentivo para !ue voc; pes!uise as profecias e as tend;ncias do futuro e tire alguma
conclusão por si mesmo. Ra/endo isto voc; estar' descobrindo a identidade ideol8gica
do futuro anticristo e se preparando para não ser enganado por ele. Uor ora ainda 0
cedo para nos posicionarmos contra ou a favor de determinados sistema de governo, o
!ue não significa uma aliena*ão pol(tica por parte do verdadeiro cristão, a regra !ue se
deve seguir 0 apenas a seguinte#
Se for estabelecida alguma regra !ue conflita com !ual!uer mandamento da lei divina
ou da b(blia o !ue importa 0 ser fiel a Deus e não aos omens, nem !ue para isto
tenamos !ue pagar com nossa pr8pria vida.
Uor en!uanto ainda go/amos de liberdade para seguir a religião !ue !uisermos segundo
as normas de nossa pr8pria consci;ncia, por0m cegar' o dia em !ue devemos tomar
uma dram'tica decisão contra ou a favor de Hristo. Uara coisas envolvendo a
espiritualidade, não e@iste neutralidade, não e@iste meio termo.
Mudando um pouco de assunto mas permanecendo dentro do !uadro prof0tico e um
predito fim do mundo podemos citar tamb0m as crises ecol8gicas !ue amea*am o
planeta. Co)e a preocupa*ão com o fim da vida na terra e@trapolou em muito a !uestão
nuclear ou !ue estudam profecias relacionadas ao )u(/o final.
+ cada dia v;9se o meio ambiente morrer aos poucos na progressiva destrui*ão das
florestas, na redu*ão da 'gua pot'vel, e no empobrecimento da biodiversidade. Segundo
o programa de desenvolvimento das Na*?es ,nidas se esta situa*ão não for rapidamente
corrigida o mundo ver' decretado em pouco tempo o fim da umanidade.
S8 para ter uma no*ão a 'gua pot'vel no planeta !ue, em .ODL passou de .J mil metros
c7bicos de 'gua pot'vel para J mil em .OOPQ nesta propor*ão cegaremos a dois mil e
cin!uenta com uma popula*ão estimada em O.D bil?es de abitantes, dos !uais um ou
A.D bil?es não disporão de 'gua regular pot'vel para beber. Co)e )' são .BA mil?es de
pessoas vivendo nesta situa*ão.
Nos 7ltimos cin!uenta anos a produ*ão descontrolada de polui*ão !uadriplicou a
emissão de di8@ido de carbono, isto poder' causar nas pr8@imas d0cadas
supera!uecimento do planeta principalmente com males provocados pela camada de
o/ônio !ue est' pre)udicada, a!uela !ue deveria filtrar os raios solares na atmosfera
terrestre. Se tal fenômeno ocorrer trar' em conse!u;ncia o aumento de at0 um metro do
n(vel do mar !ue inundar' consider'veis fai@as de terra de pa(ses e cidades !ue são
costeiras permitindo o avan*o das 'reas des0rticas.
Estas são apenas algumas das advert;ncias !ue estudiosos e ecologistas do mundo
inteiro tem feito a umanidade, se a paisagem destrutiva não for modificada a tend;ncia
aponta um futuro pouco diger(vel para a sociedade, pelo menos 0 o !ue di/em
ambientalistas do movimento greenpeace.
+ !uase A mil anos o +postolo Yoão profeti/ou !ue no futuro Deus teria de acertar
contas com os !ue cometem entre outros delitos, crimes contra a ecologia, como di/ a
profecia# “(hegou o tempo determinado de sua ira e o tempo para destru)res os que
destroem a terra” Ap !!#!*
Noutras palavras esta profecia nos ensina !ue# EMuase dois mil;nios antes da era
atômica, Deus )' sabia !ue no futuro a umanidade poderia destruir a terra...G.
+ntes !ue !ual!uer um pudesse sonar racionalmente com uma poss(vel destrui*ão em
massa, Deus revelou ao profeta !ue isso um dia seria realidade. E ele escreveu tudo no
livro do +pocalipse.
Segundo a profecia, antes !ue se efetuasse um e@term(nio final, Hristo voltaria dando
um basta na destrui*ão desenfreada da nature/a.
+ntes por0m !ue este evento aconte*a, o Senor utili/a9se da pr8pria nature/a para
advertir os abitantes da terra !ue em breve aver' um )u(/o e cada um prestar' contas
por tudo o !ue tem praticado. >odos os atos bons e ruins serão um dia sentenciados ou
tra/idos F tona no tribunal de Deus.
Herta ve/ Yesus repreendeu os estudiosos de seu tempo por!ue não davam o devido
valor a vinda do )u(/o de DeusQ Ele di/#
EHegada a tarde, di/eis# aver' bom tempo, por!ue o c0u est' avermeladoQ e pela
manã# o)e, aver' tempestade, por!ue o c0u est' de um vermelo sombrio. Sabeis, na
verdade, discernir o aspecto do c0u e não podeis discernir os sinais dos temposZ <c
.A#DN9DK. .K#LL
O !ue Yesus !uis di/er com sinais dos temposZ
+ !uase A mil anos o +postolo Yoão profeti/ou !ue no futuro Deus teria de acertar
contas com os !ue cometem entre outros delitos, crimes contra a ecologia, como di/ a
profecia# “(hegou o tempo determinado de sua ira e o tempo para destru)res os que
destroem a terra” Ap !!#!*
Noutras palavras esta profecia nos ensina !ue# EMuase dois mil;nios antes da era
atômica, Deus )' sabia !ue no futuro a umanidade poderia destruir a terra...G.
+ntes !ue !ual!uer um pudesse sonar racionalmente com uma poss(vel destrui*ão em
massa, Deus revelou ao profeta !ue isso um dia seria realidade. E ele escreveu tudo no
livro do +pocalipse.
Segundo a profecia, antes !ue se efetuasse um e@term(nio final, Hristo voltaria dando
um basta na destrui*ão desenfreada da nature/a.
+ntes por0m !ue este evento aconte*a, o Senor utili/a9se da pr8pria nature/a para
advertir os abitantes da terra !ue em breve aver' um )u(/o e cada um prestar' contas
por tudo o !ue tem praticado. >odos os atos bons e ruins serão um dia sentenciados ou
tra/idos F tona no tribunal de Deus.
Herta ve/ Yesus repreendeu os estudiosos de seu tempo por!ue não davam o devido
valor a vinda do )u(/o de DeusQ Ele di/#
“(hegada + tarde, dizeis# haver, bom tempo, porque o céu est, avermelhado- e pela
manhã# hoje, haver, tempestade, porque o céu est, de um vermelho sombrio .abeis,
na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos/ 0c
!1#23%2$.
O !ue Yesus !uis di/er com sinais dos temposZ Mue a medida !ue progredisse a ist8ria
todos saberiam !ue o dia de Deus estaria cegando. No apocalipse ' uma importante
mensagem do )u(/o anunciada em todo o c0u, o an)o voa e di/# “4emam a 5eus e
louvem a sua grandeza6 7ois j, chegou a hora de 5eus julgar a humanidade Adorem
Aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das ,guas6” Ap !3#!&
Não seria o respeito F nature/a uma bela forma de adorar a Deus conecendo como
criador de tudo o !ue e@isteZ Yesus estava com seus disc(pulos reali/ando a 7ltima ceia,
era uma noite de !uinta9feira e avia algo estrano no arQ o mestre di/ia coisas dif(ceis
de entender, afirmou !ue seria tra(do por um de seus disc(pulos, e !ue em breve
enfrentaria a morte na cru/. Sua partida estava cegando e !ue em pouco tempo ele
voltaria para a casa do Uai. Era portanto um ambiente de dor e despedida, atônitos os
disc(pulos pareciam não compreender os detales da!uilo !ue estavam escutando. Era
tão forte a dor de separar9se do Mestre !ue em sua emo*ão pareciam !ue estavam
blo!ueados no entendimentos e, para não sofrerem ainda mais pareciam !uerer alienar9
se do !ue estava sendo9les anunciado.
Uercebendo o desconforto de seus cora*?es, Yesus les revelou# “8ão fiquem,
preocupados6 9oc:s sempre creram em 5eus, creiam agora em mim .abem, na casa
de meu 7ai h, muitos quartos e, eu estou indo preparar um lugar para cada um de
voc:s ; depois que eu for e terminar a prepara<ão desse lugar, ;u voltarei e levarei
voc:s para morar comigo, para nunca mais precisarmos dizer adeus” =o !3#!%"
Rinalmente uma boa noticia em meio a tantas triste/as, o Mestre iria embora, mas não
para sempre, Ele voltaria um dia para buscar os seus amigos e leva9los para morar na
casa do Seu Uai, não avia motivos para temor, Yesus sempre cumpre a!uilo !ue di/.
Cavia contudo uma inc8gnita !ue permanecia latente na vida dos disc(pulos, !uando
seria o momento do reencontroZ C' algum tempo no monte das oliveiras Yesus avia9
les revelado a impossibilidade de saber o tempo da profecia, a b(blia di/ o seguinte
com rela*ão a este epis8dio# “A respeito daquele dia e hora, ninguém sabe, nem os
anjos nem o filho senão somente o 7ai” >t 13#"$
O tempo foi passando e com ele a gera*ão da!ueles !ue receberam pessoalmente esta
promessa, os !ue cegaram depois tamb0m ouviram dos antecedentes da ist8ria de
Hristo e do seu futuro retorno para a alegria dos seus filos. +lguns no entanto no meio
do camino desanimaram e, não !uiseram mais ficar esperando pelo Senor, parecia tão
demorado !ue foram tentados a pensar !ue tudo não passava de um engano, ou usando o
eufemismo pensaram !ue Yesus resolvera mudar de planos em rela*ão a sua volta ao
mundo.
Srupos separatistas come*aram então a espirituali/ar o tema da segunda vinda, alguns
di/iam !ue ela )' avia ocorrido, en!uanto outros individuali/avam o evento di/endo
!ue sempre avia uma nova volta de Yesus a cada momento !ue algu0m morria. Os
c0ticos 0 claro riam da esperan*a cristã e proclamavam a plenos pulm?es !ue Yesus era
um embusteiro. =e)a o !ue afirmou o ap8stolo Uedro, ali's, escrevendo aos seus
condisc(pulos# “lembrem%se que nos últimos dias virão os escarnecedores, segundo
seus pr?prios esc,rnios, andando segundo as pr?prias pai@Aes e dizendo# onde est, a
promessa de sua vinda/ 7orque desde que nossos ancestrais morreram todas as coisas
permanecem como desde o princ)pio da cria<ão .? que eles se esquecem que por
muito tempo, também, houve o céu e a terra que surgiu d ,gua, conforme relata a
palavra de 5eus Bra, pela mesma ,gua, o mundo foi um dia repentinamente destru)do
5o mesmo modo, os céus que agora e@istem e a terra, segundo a mesma palavra,
encontram%se reservados para a consuma<ão no fogo ;les estão sendo guardados para
o dia do ju)zo e e@tin<ão de todos os que amam a injusti<a” 1 7e "#"%$
C' um epis8dio !ue lembra as palavras !ue acabamos de ler# conta9se !ue certa ve/
uma garotina dos seis ou sete anos entregou um foleto para um omem com os
di/eres# Yesus em breve voltar'[ Sem a menor sensibilidade para com a crian*a o adulto
devolve9le o panfleto soltando uma irritante gargalada e di/endo com vo/ de
deboce# 0 mesmo garotina, !uer di/er !ue Yesus est' cegandoZ Então !uando ele vier
diga9le !ue dei@ei um abra*o, isto 0, se ele vier mesmo. + garotina com simplicidade
infantil respondeu de volta# Se Yesus vai ou não aceitar o abra*o do senor eu não sei,
mas de uma coisa eu me lembro, o ap8stolo Uedro disse !ue no fim viriam omens
como o senor, debocando da promessa de Hristo, estes seriam então !ueimados e
virariam cin/a no dia do )u(/o, desculpe senor, mas aco !ue o senor tem um
problema a resolver, um problemão.
Segundo a B(blia a volta de Yesus 0 um evento !ue encerra dois sentimentos ao mesmo
tempo, para a!ueles !ue estão em pa/ com Deus e ama Sua lei, para elas ser' um
momento de alegria, de grande e@pectativa, a!uele !ue est' por vir não 0 um estrano
nem um e@terminador do futuro, Ele 0 o seu salvador e Ele vir' busca9los para morar
com Ele no seu reino eterno. Uor outro lado uma grande multidão !ue não demonstra
nenuma vontade de estar com o Mestre, estes sim, terão um problema a resolver, eles
re)eitam a gra*a e fecam os olos F l8gica da b(blia sagrada, da palavra prof0tica, estes
di/ o apocalipse, pediram !ue as pedras e os montes caiam em cima deles e os livrem da
visão da!uele terr(vel dia[ +p K#.D9.K.
+ decisão sobre de !ue lado ficar 0 algo !ue pertence a cada um de n8s, e 0 tomada de
acordo com nosso livre arb(trio. Sabe, fa/ parte do nosso amadurecimento espiritual,
aprender !ue por mais bela !ue se)a a vida, por mais bem sucedidos ou vitoriosos !ue
se)amos, a nossa e@ist;ncia não ter' nenum sentido senão na eternidade !uando
estivermos com Hristo. >udo de bom !ue temos a!ui, e !ue e@perimentamos não ser'
nada comparado as surpresas !ue nos estão preparadas na!uele grandioso dia. E por
outro lado, como estar plenamente feli/ sabendo !ue no mesmo instante outros estão
infeli/es ou, !ue amanã poder(amos ser nos mesmos a enfrentar a dor da perda, da
morte, da desilusãoQ Devemos alme)ar cada ve/ mais, devemos !uerer mais felicidade,
uma felicidade eterna !ue não acaba nunca, uma vida eternamente feli/ da !ual )amais
nos sentiremos en)oados ou não teremos nenum medo, nenum receio, nenuma
apreensividade em rela*ão ao futuro.
Uare por uns instantes e imagine como ser' lindo o dia da volta de Hristo, na terra o caos
estar' em todas as partes em seu grau m'@imo, as pragas do +pocalipse estarão caindo
com f7ria provocando os mais dram'ticos acidentes de toda a ist8ria, o remanescente
fiel estar' sendo perseguido por ter re)eitado servir o governo do anticristo, tudo parece
sem sa(da, o mal triunfa e o bem parece fracassar, por0m no momento de maior
escuridão rompe no c0u a lu/ fulgurante de interven*ão de Deus, o rel8gio prof0tico
bate meia noite e a terra come*a a tremer diante da potente vo/ !ue anuncia a cegado
do Rilo de Deus, então surge no oriente uma pe!uena nuvem do tamano da metade da
mão de um omem, est' nuvem cresce e come*a a revelar o seu car'ter sobrenatural,
)unto dela uma sombra de )u(/o !ue parece cobrir todos os povos, os !ue estão em falta
sentem !ue 0 cegada a ora do acerto de contas e !ue não ' meio de escape,
fulgurante no meio do c0u a nuvem se torna um t7nel de onde saem milares, mil?es
de an)os com suas trombetas dando o sonido as mais melodiosas can*?es )amais
e@ecutadas em !ual!uer or!uestra umana, eles voam ma)estosos por todos os cantos,
seu brilo 0 superior ao do sol brilante ao meio dia e o seu n7mero, seu n7mero parece
incont'vel.
De repente, no meio da nuvem branca, surge a figura mais nobre, mais iluminada de
todos, o nosso salvador, Sua gloria, maior !ue todos os an)os reunidos surge e ence
toda a terra, Ele ergue a Sua mão e a terra silencia, então como a vo/ poderosa come*a a
convocar a presen*a dos seus amigos, a!uelas pessoas !ue decidiram amar a sua vinda e
preparar9se para o grande encontro. Das sepulturas surgem santos !ue a tempos
aguardavam no p8 a ressurei*ão do 7ltimo dia, alguns deles )' estavam mortos a s0culos
e nada possu(am senão o p8 dos seus ossos espalados pelos !uatro ventos, estes são
formados pelo ar e levados at0 a presen*a do trono celestial. Os !ue ficarem vivos,
muitos talve/ de n8s tamb0m serão elevados nos bra*os de an)os para !ue se)am
condu/idos ao reencontro com o Salvador.
-magine voc; no meio desses remidos, parece inacredit'vel, mas voc; est' ali. O mestre
le cama pelo nome, e voc; responde, Ele então di/ uma frase !ue parece resumir tudo
!ue voc; sempre dese)ou escutar de um Deus# =aleu filo "a%, voc; venceu, foi bom ter
criado voc;, foi muito bom enfrentar a morte por voc;, o tempo passou e agora voc;
pode descansar, voc; merece ser feli/, entre e fi!ue F vontade, o c0u 0 todo seu.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful