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TIPOS DE CONHECIMENTO

- Religioso/mítico;

- Filosófico: propõe-se a indagar sobre a essências dos


fenômenos, não procedendo a teste de hipóteses, pesquisas
sistematizadas.

- Empírico: transmitido de geração para geração por meio da


educação informal e baseado em imitação e experiência
pessoal.

- Científico: É generalizador, pois reúne particularidades sob


as mesmas leis, os mesmos padrões ou critérios de medida. É
sistemático, já que se trata de um saber ordenado
logicamente, formando um sistema de idéias e não
conhecimentos dispersos e desconexos.
RESUMO:

Trabalho de extração de idéias; é uma síntese das idéias e não das


palavras do texto. Não é uma “miniaturização” do texto. É preciso
manter-se fiel às idéias do autor sintetizado. Pode ser:

- Informativo: Apresentação concisa e seletiva de um texto,


também conhecido como analítico, pode dispensar a leitura do
texto original, e deve salientar o objetivo da obra, métodos
empregados, resultados e conclusões.

- Indicativo: Tem uma natureza descritiva, por isso apenas


indica sobre o que trata o documento.

RESENHA:

É uma síntese ou um comentário dos livros publicados feito em


revistas especializadas das várias áreas da ciência, das artes e da
filosofia. Pode ser de três tipos:

- Informativa: quando apenas expõe o conteúdo do texto;

- Crítica: quando se manifesta sobre o valor e o alcance do texto


analisado;

- Crítico-Informativa: quando expõe o conteúdo e tece


comentários sobre o texto analisado.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

- Monografias (livros, teses, dissertações, folhetos, manual,


guia, catálogo, enciclopédia, dicionário, etc)

a) Obras de único autor:

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho


científico. 21. ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez, 2000.

b) Teses e Dissertações:

PEREIRA, Maria Eliza Mazilli. O estudo da linguagem pela


psicologia: a contribuição de uma aproximação entre B. F.
Skinner e M. M. Bakhtin. 1999. 248p. Tese (Doutorado em
Psicologia da Educação) – Programas de Estudos Pós-Graduados
em Psicologia da Educação, Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo, São Paulo.

c) Obras de vários autores:

c.1) Até três autores: têm seus nomes mencionados conforme a


norma geral, sendo cada autor separado por ponto e vírgula.
c.2) Mais de três autores: menciona-se o primeiro, seguido da
expressão “et al”.

c.3) Obras coletivas:

PLACO, Vera Maria Nigro de Souza (Org.). Psicologia &


Educação: revendo contribuições. São Paulo: EDUC, 2000.

c.4) Quando se consultou capítulo ou parte de uma obra


coletiva:

MAHONEY, Abigail Alvarenga. Contribuições de H. Wallon


para a reflexão sobre questões educacionais. In: PLACCO,
Vera Maria Nigro de Souza (Org.). Psicologia & Educação:
revendo contribuições. São Paulo: EDUC, 2000. p. 9-31.

- Publicações periódicas:

a) Referência de artigos publicados em revistas:

GOERGEN, Pedro. A divulgação da pesquisa educacional.


Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 66, n.
156, p. 201-214, maio/ago. 1985.
b) Artigos de jornal:

ALENCAR, Kennedy; FREITAS, Silvana de. Presidente articula


volta do foro especial para ex-autoridades. Folha de S. Paulo, são
Paulo, 3 jul. 2001. p. A-6.

No caso de artigo não assinado, a entrada é pelo título do artigo:

POLÍCIA federal manda ofício para marcar depoimento de Jader.


Folha de S. Paulo, São Paulo, 3 jul. 2001. p A-5.

- Eventos:

ARROCHO, Walter. Desenvolvimento, aprendizagem e


cognição. In: CONGRESSO INTERAMERICANO DE
PSICOLOGIA, 26., 1997, São Paulo. Resumos... São Paulo:
Imprensa Oficial do Estado S. A. IMESP, 1997, p. 31.

- Entidades Públicas:

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Plano decenal


de educação para todos: 1993-2003. Brasília: Ministério da
Educação e do Desporto, 1994.
- Meios eletrônicos:

ASPIS, Renata P. L. Avaliar é humano, avaliar humaniza.


http://www.cbfc.com.br/reflexão.htm. Acesso em: 20 dez 2001.

ASPIS, Renata P. L. Avaliar é humano, avaliar humaniza.


Disponível em: <http://www. cbfc.com.br/reflexão.htm>. Acesso
em: 20 dez 2001.

CITAÇÕES:

São os elementos retirados dos documentos pesquisados durante a


leitura de documentação e que se revelam úteis para corroborar as
idéias desenvolvidas pelo autor no decorrer do seu raciocínio.

Citação Direta ou Literal: é a transcrição literal do pensamento de


um autor, podendo ser uma pequena frase ou um trecho extenso.

Citação Indireta ou por síntese de Idéias: o pesquisador elabora


sua síntese a partir das idéias e contribuições de um ou vários
autores sobre determinado assunto.

Emprego de “ibidem” (ou “ibid.”) e “idem” (ou id.).

As palavras latinas ibidem e idem significam respectivamente “os


mesmos” e “o mesmo”.
Utiliza-se:

Ibdem – quando a citação for do mesmo autor e mesma obra;

Idem – quando a citação for do mesmo autor e obra diferente

Emprego da palavra “apud”:

A palavra latina “apud” significa “junto a, em”. Se no trabalho


for utilizada uma fonte secundária, deve-se, na referência
bibliográfica, empregar a palavra latina “apud”.

“Supõe sempre elaboração acurada, construção e


reconstrução de conceitos, de teorias e práticas,
colaboração alternativa persistente, envolvimento
concreto e, por fim, a respectiva prática.” (DEMO apud
BEHRENS, 1999, p. 116-117)

Emprego da abreviação “cf.”:

É a abreviação de “confira”. Quando se trabalho com citação


indireta não se utilizam aspas, e a indicação da fonte deve ser
precedida de “cf.”.

Severino (cf. 2000, p. 133-142) apresenta


detalhadamente a utilização da internet como fonte de
pesquisa.
TIPOS DE PESQUISA:

Variáveis: são as dimensões que o pesquisador elege na realidade


como importantes para sua pesquisa. São as qualidades do fenômeno
que se deseja estudar e tirar conclusões a respeito. Não são termos
específicos da pesquisa experimental.

Variável Dependente: é observada pelo pesquisador, sendo o


efeito, o desdobramento da situação manipulada.
Variável Independente: manipulada pelo pesquisador, é a causa
dos fenômenos pesquisados no experimento.
Variável Interveniente: pode ocorrer por conta do acaso ou por
descuido do pesquisador e influenciar os efeitos do fenômeno
estudado.

Tipos de Pesquisa com base em seus objetivos:


- Pesquisas exploratórias: têm como objetivo proporcionar
maior familiaridade com o problema, com vistas a torna-lo
mais explícito ou a constituir hipóteses.
- Pesquisas descritivas: têm como objetivo a descrição das
características de determinada população ou fenômeno ou,
então, o estabelecimento de relações entre variáveis.
- Pesquisas explicativas: têm como preocupação central
identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a
ocorrência dos fenômenos. Esse é o tipo de pesquisa que mais
aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a
razão, o porquê das coisas. É o tipo mais complexo.
Tipos de Pesquisa com base nos procedimentos técnicos utilizados:
- Pesquisa bibliográfica: desenvolvida com base em material já
elaborado, constituído principalmente de livros e artigos
científicos.
- Pesquisa documental: assemelha-se à pesquisa bibliográfica. A
diferença essencial está na natureza das fontes: a pesquisa
documental vale-se de materiais que não recebem ainda um
tratamento analítico.
- Pesquisa experimental: consiste em determinar um objeto de
estudo, selecionar as variáveis que seriam capazes de
influenciá-lo, definir as formas de controle e de observação
dos efeitos que a variável produz no objeto. Não precisa
necessariamente ser realizada em laboratório. Deve apresentar
as seguintes propriedades:
 Manipulação
 Controle
 Distribuição aleatória
- Pesquisa ex-post facto: “a partir do fato passado”. O estudo é
realizado após a ocorrência de variações na variável
dependente no curso natural dos acontecimentos. Seu
propósito básico é verificar a existência de relações entre
variáveis. Nela, o pesquisador não dispõe de controle sobre a
variável independente (fator presumível do fenômeno).
- Estudo de coorte: refere-se a um grupo de pessoas que têm
alguma característica em comum, que se constitui numa
amostra a ser acompanhada por certo período de tempo, para
se observar e analisar o que acontece com elas.
- Levantamento: caracteriza-se pela interrogação direta das
pessoas cujo comportamento se deseja conhecer. Não são
pesquisados, na maioria dos levantamentos, todos os
integrantes da população estudada. Procede-se a seleção de
amostra.
- Estudo de campo: semelhante ao levantamento, porém, com
maior profundidade.
- Estudo de caso: estudo profundo e exaustivo de um ou poucos
objetos.
- Pesquisa-Ação: “tipo de pesquisa com base empírica que é
concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou
com a resolução de um problema coletivo e no qual os
pesquisadores e participantes representativos da situação ou do
problema estão envolvidos de modo cooperativo ou
participativo”. É uma forma de ação planejada, de caráter
social, educacional, técnico ou outros.
- Pesquisa participante: caracteriza-se pela interação entre
pesquisadores e membros das situações investigadas. Envolve
a distinção entre ciência popular e ciência dominante. Mostra-
se comprometida com a minimização da relação entre
dirigentes e dirigidos.