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Escola Superior Enfermagem Porto Curso de Licenciatura em Enfermagem Ano lectivo 2009/2010 ParentalidadeParentalidade

Escola Superior Enfermagem Porto Curso de Licenciatura em Enfermagem

Ano lectivo 2009/2010

ParentalidadeParentalidade SaúdeSaúde MaternaMaterna ee ObstetríciaObstetrícia

Gravidez
Gravidez

Conteúdos

Gravidez – definição e respostas fisiológicas à gravidez

Gravidez – definição e respostas fisiológicas à gravidez

Desenvolvimento fetal principais etapas do

Desenvolvimento fetal principais etapas do

desenvolvimento fetal

desenvolvimento fetal

Vigilância da gravidez

Vigilância da gravidez

Actividades desenvolvidas nas consultas durante a

Actividades desenvolvidas nas consultas durante a

gravidez avaliação inicial e actividades de diagnóstico.

gravidez avaliação inicial e actividades de diagnóstico.

Gravidez Gravidez Condição de desenvolver e alimentar um feto no corpo. Corresponde ao período entre
Gravidez
Gravidez

Gravidez

Condição de desenvolver e alimentar um feto no corpo.

Corresponde ao período entre a concepção e o trabalho de parto.

O início da gravidez é indicado pela cessação dos períodos menstruais.

Tem a duração de aproximadamente 40 semanas (1) .

Tem a duração de aproximadamente 40 semanas ( 1 ) . (ICN, 2002, 2006) A gravidez

(ICN, 2002, 2006)

A

gravidez é um processo saudável, mas implica alterações rápidas

e

inevitáveis nas funções corporais.

(1) Tem duração de 266/280 dias (40 semanas) | 9 meses do calendário | 10 meses lunares (cada mês lunar=28 dias)

Gravidez
Gravidez

Gravidez – efeitos colaterais

Ao longo deste período o corpo da mãe experimenta

alterações fisiológicas: respostas fisiológicas adaptativas do corpo às necessidades crescentes do feto quanto à nutrição, protecção contra lesões e espaço para crescer.

crescentes do feto quanto à nutrição, protecção contra lesões e espaço para crescer. (Raffensperger et al.,

(Raffensperger et al., 2002)

Gravidez
Gravidez

Sistema reprodutor

Resposta fisiológica

peso do útero de 70gr para

1200gr.

do volume de 10 ml para 2-10 litros. da vascularização e hipertrofia das glândulas do colo do útero.

da vascularização e congestão da vagina.

Crescimento dos ductos| lóbulos| alvéolos mamários (durante os 3 primeiros meses).

Aspectos a valorizar

A partir das 12 semanas é palpável no abdómen - da sínfese púbica; perda centro de gravidade à medida que o útero cresce.

Sinal de Chadwick (1) e sinal de Godell (2) ; secreção vaginal abundante, espessa, esbranquiçada e ácida (pH 3,5-6); forma-se o rolhão mucoso que evita a contaminação do útero por bactérias ou outras substância

Mucosa vaginal mais flexível; secreções brancas e ácidas.

As glândulas de Montgomery de tamanho tamanho e da sensibilidade das mamas Veias superficiais mais salientes.

(1)

Cor azul púrpura da vagina devido ao aumento da vascularização;

(2)

Amolecimento do colo devido ao aumento da vascularização;

Gravidez
Gravidez
Sistema cardiovascular
Sistema cardiovascular

Resposta fisiológica

10% volume cardíaco

50% volume plasmático (de 600 a 1250 ml)

albumina plasmática total (de 4,0-4,5gr/dl

para 3,0-3,5gr/dl)

filtração renal; transporte de O2; fluxo

cardíaco

volume de eritrócitos é < 33% do do

volume plasmático; acelera-se a produção de

eritrócitos

resistência periférica total (a circulação

uteroplacentar é um sistema de baixa

resistência)

fluxo sangue superficial

Aspectos a valorizar

Anemia fisiológica por hemodiluição.

Paredes vasculares ficam mais permeáveis.

FC (10-15 bat./min).

Suplemento ferro permite que se amplie ao máximo o volume de eritrócitos.

Pode ocorrer estase sanguínea nas extremidades inferiores;

Dilatação vascular da mucosa nasal pode produzir epistaxis; fluxo de sangue nas mãos pode produzir eritema.

Gravidez
Gravidez

Sistema cardiovascular

Resposta fisiológica

PA (1) altera-se () na primeira metade da gravidez, depois normaliza.

Qualquer de 30 mmHg na PA

é um dado anormal.

Aspectos a valorizar

PA sistólica e diastólica na primeira metade da gravidez – 5 a 10 mmHg.

NOTA: a PA na artéria umeral (2) varia de acordo com a posição da gestante:

- é mais elevada em posição sentada;

- é intermédia em posição dorsal

- é mais baixa em posição lateral (Raffensperger et al., 2002)

(1) A pressão arterial é a pressão exercida pelo sangue contra a superfície interna das artérias. A força original vem do batimento cardíaco. A pressão arterial varia a cada instante, seguindo um comportamento cíclico.

(2) A artéria umeral é possível de identificar na sua passagem na face interna da diáfise do úmero. A este nível a artéria passa na transição dos músculos anteriores (bicípete braquial e braquial anterior) e os músculos posteriores (tricípite braquial).

Gravidez
Gravidez

Sistema respiratório

Resposta fisiológica

O diafragma eleva-se 4 cm e o diâmetro transverso do tórax 2 cm

Por efeito do estrogénio há da resistência pulmonar ao a flexibilidade do tecido conectivo e por efeito da progesterona há relaxamento do músculo liso

Aspectos a valorizar

Expiração torna-se mais difícil; FR 2 movimentos respiratórios/minuto; a respiração profunda eficiência da troca de gases.

Pode ocorrer dispneia por da concentração de CO 2

Gravidez
Gravidez

Sistema urinário

Resposta fisiológica

O aumento do útero comprime a

bexiga e os ureteres; por efeito do

estrogénio há da retenção de

água (total de 6 a 8 litros no final da

gravidez distribuídos entre mãe|

feto| placenta| liquido amniótico) e

do tamanho do rim por efeito da

progesterona.

Aspectos a valorizar

capacidade vesical → ↑ frequência urinária

relaxamento vesical → ↑ volume residual → ↑ risco de infecção urinária

Gravidez
Gravidez

Sistema urinário

Gravidez Sistema urinário
Gravidez Sistema urinário
Gravidez
Gravidez

Sistema urinário

Resposta fisiológica

O aumento do útero comprime a bexiga e os ureteres; por efeito do estrogénio há da retenção de água (total de 6 a 8 litros no final da gravidez distribuídos entre mãe| feto| placenta| liquido amniótico) e do tamanho do rim por efeito da progesterona.

a proporção de nutrientes na urina

Dilatação dos rins e uretra (+ acentuada do lado direito devido à pressão exercida pelo útero

Aspectos a valorizar

devido à pressão exercida pelo útero Aspectos a valorizar ↓ capacidade vesical → ↑ frequência urinária

capacidade vesical → ↑ frequência urinária

relaxamento vesical → ↑ volume residual → ↑ risco de infecção urinária

excreção de folatos, glicose, lactose, aminoácidos, vitamina B12 e ácido ascórbico.

nutrientes na urina favorece a

proliferação de bactérias → ↑ risco de infecção urinária

risco de infecção urinária e da frequência urinária

Gravidez
Gravidez

Sistema urinário

Resposta fisiológica

A posição corporal afecta a irrigação sanguínea e função renal.

Aspectos a valorizar

Quando a grávida se levanta há diminuição de:

- fluxo sanguíneo renal e filtração glomerular por acumulação de sangue na pelve e pernas;

- volume e secreção de urina

- acumulação de água durante o dia o que produz edema postural

Quando a grávida se deita:

- a filtração renal com nictúria

- a excreção de água e sal.

Gravidez
Gravidez

Sistema digestivo

Resposta fisiológica

tamanho do útero > pressão sobre estômago e intestino

pressão sanguínea na zona infra-uterina

tonus e motilidade do tubo digestivo e do tempo de esvaziamento gástrico;

absorção de água no cólon

Pode ocorrer supressão do fluxo biliar;

secreção gástrica do ácido clorídrico e

pepsina, (após o 1º trimestre)

Há maior aderência das fibras de colagénio por acção do estrogénio

produção de saliva

Aspectos a valorizar

Pode causar pirose

Pode causar hemorróides, varizes

Pode causar esofagite de refluxo, náuseas, obstipação

Pode causar prurido devido ao de retenção de sais biliares

Pode causar gengivorragias e epúlides

Pode causar ptialismo

Gravidez
Gravidez

Consumo de nutrientes

Resposta fisiológica

A gravidez tem influência no metabolismo dos hidratos de carbono. A principal fonte energética do cérebro e a unidade fetoplacentar é a glicose.

O metabolismo dos lípidos faz com que se acumulem reservas de gordura durante os períodos de crescimento fetal e lactação.

O feto consome proteínas para crescer.

Aspectos a valorizar

Durante a gravidez as concentrações plasmáticas de glicose em jejum; as concentrações plasmáticas de insulina alteram-se no final do 2º trimestre.

Acumula-se 3,5 kg de gordura excedente até à semana 30 de gestação.

Possivelmente não se acumulam proteínas durante a gravidez. Se a gestante não ingerir em quantidade suficiente a massa muscular pode constituir a reserva de proteínas.

Gravidez
Gravidez

Sistema musculoesquelético

Resposta fisiológica

As articulações relaxam por acção da relaxina.

o peso do útero com o do seu tamanho.

Ocorrem mudanças posturais.

Aspectos a valorizar

A mobilidade e flexibilidade das articulações sacroilíaca, sacrococcígea e púbica .

Pode haver dor no ligamento redondo.

Há alteração no centro de gravidade; dorsalgias; a inclinação para trás para compensar o peso do útero e o seu conteúdo pode provocar lordose e distensão dorsal.

As gestantes podem sentir dor e adormecimento das extremidades superiores devido à inclinação dos ombros e do tórax para a frente.

Gravidez
Gravidez

Sistema tegumentar

Resposta fisiológica

Acção dos estrogénios provoca aumento da pigmentação da pele (hormona estimulante de melanócitos da hipófise).

actividade das glândulas sebáceas e sudoríparas

Aspectos a valorizar

Cloasma facial; linha negra.

Genitais mais escuros; aréola mais escura.

suor

Gravidez
Gravidez
Gravidez Efeitos colaterais - síntese Náuseas, pirose, esofagite de refluxo, ↓ absorção das gorduras. Cloasma,

Efeitos colaterais - síntese

Náuseas, pirose, esofagite de refluxo, absorção das gorduras.

Cloasma, aréola mais escura, linha negra.

Eritema palmar, angiomas.

Crescimento e hipersensibilidade mamária.

Estase urinária, > risco de infecção das vias urinárias.

Sensação de > calor. perspiração.

Instabilidade emocional. Alterações da libido.

Instabilidade emocional. Alterações da libido. ↓ pCO 2 alveolar e arterial na mãe;

pCO 2 alveolar e arterial na mãe; hiperventilação. Edema, volume plasmático (anemia fisiológica).

Maior susceptibilidade a infecções.

3,5 kg de gordura corporal.

Lordose, dorsalgia.

Atraso no esvaziamento gástrico com reabsorção de água no intestino, o que pode originar obstipação e hemorróides.

Desenvolvimento fetal Processo de vida normal e progressivo, no ventre da mulher para dar origem

Desenvolvimento fetal

Processo de vida normal e progressivo, no ventre da mulher para dar origem a um novo indivíduo, de acordo com a idade aproximada e os estádios de crescimento e desenvolvimento, desde a concepção, através do desenvolvimento embrionário e período fetal, até ao nascimento.

desde a concepção, através do desenvolvimento embrionário e período fetal, até ao nascimento. (ICN, 2002, 2006)

(ICN, 2002, 2006)

Vigilância da gravidez A gravidez divide-se em 3 trimestres : 1º trimestre 1-13 semanas 2º
Vigilância da gravidez A gravidez divide-se em 3 trimestres : 1º trimestre 1-13 semanas 2º

Vigilância da gravidez

A gravidez divide-se em 3 trimestres:

1º trimestre

1-13 semanas

A gravidez divide-se em 3 trimestres : 1º trimestre 1-13 semanas 2º trimestre 14-27 semanas 3º

2º trimestre

14-27 semanas

A gravidez divide-se em 3 trimestres : 1º trimestre 1-13 semanas 2º trimestre 14-27 semanas 3º

3º trimestre

28-40 semanas

A gravidez divide-se em 3 trimestres : 1º trimestre 1-13 semanas 2º trimestre 14-27 semanas 3º
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

abortamento

parto

Vigilância da gravidez abortamento parto
Vigilância da gravidez abortamento parto
Vigilância da gravidez - Objectivos Identificar as alterações corporais que correspondam a alterações fisiológicas

Vigilância da gravidez - Objectivos

Identificar as alterações corporais que correspondam a

alterações fisiológicas normais e as que correspondem

a sinais de com lica ões

p

ç

;

Identificar precocemente sinais de complicações;

Identificar precocemente os factores de risco;

Vigiar o crescimento e desenvolvimento fetal;

Promover a saúde da mãe, feto e família.

Vigilância da gravidez Esquema de consultas 1ª consulta: inicio da gravidez (logo que possível) restantes

Vigilância da gravidez

Esquema de consultas 1ª consulta: inicio da gravidez (logo que possível) restantes consultas: de 4/4
Esquema de consultas
1ª consulta: inicio da gravidez (logo que possível)
restantes consultas: de 4/4 semanas até às 36 semanas
de 2/2 semanas até ao parto
Vigilância da gravidez 1ª consulta Confirmação do diagnóstico da gravidez; Sinais de presunção Interrupção da
Vigilância da gravidez 1ª consulta Confirmação do diagnóstico da gravidez; Sinais de presunção Interrupção da

Vigilância da gravidez

1ª consulta

Confirmação do diagnóstico da gravidez;

Sinais de presunção

Interrupção da menstruação;

Sinais de probabilidade

Náuseas e vómitos;

Sinais de certeza

Polaquiúria (micção frequente); Hipersensibilidade mamária;

Sinais de presunção

Fadiga e sonolência.

Sinais de probabilidade

Sinais de probabilidade

tamanho do abdómen;

Sinais de certeza

Sinal de Hegar; Sinal de Chadwick (tonalidade púrpura da vagina e colo do útero);

Percepção de movimentos fetais.

Sinais de certeza

Batimentos fetais; Movimentos fetais; Diagnóstico ecográfico e analítico (pesquisa de βHCG na urina/sangue);

Vigilância da gravidez 1ª consulta Recolher informação – avaliação inicial • Dados demográficos: idade |

Vigilância da gravidez

1ª consulta

Recolher informação – avaliação inicial

Dados demográficos: idade | morada | …

Dados demográficos: idade | morada | …

• •

História actual: peso | grupo sanguíneo e factor Rh | medicação em uso |

História actual: peso | grupo sanguíneo e factor Rh | medicação em uso |

hábitos – tabaco, álcool, cafeína, outros | alergias | imunização | doenças |

hábitos – tabaco, álcool, cafeína, outros | alergias | imunização | doenças |

doenças na família

doenças na família

• •

História ocupacional: profissão | escolaridade | riscos para a saúde |

História ocupacional: profissão | escolaridade | riscos para a saúde |

situação financeira | padrão de exercício físico

situação financeira | padrão de exercício físico

• •

História ginecológica: ciclo menstrual | contracepção | interacção sexual

História ginecológica: ciclo menstrual | contracepção | interacção sexual

(libido, dispareunia, …)

(libido, dispareunia, …)

• •

História obstétrica: abortos (espontâneos/terapêuticos) | partos (termo/pré-

História obstétrica: abortos (espontâneos/terapêuticos) | partos (termo/pré-

termo) | lugar onde ocorreu o parto | tipo de parto | duração do trabalho de

termo) | lugar onde ocorreu o parto | tipo de parto | duração do trabalho de

parto | complicações do parto/recém-nascido/puerpério | idade dos filhos |

parto | complicações do parto/recém-nascido/puerpério | idade dos filhos |

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Recolher informação – avaliação inicial (cont.)

História do pai da criança: idade | condição de saúde | hábitos | grupo de

História do pai da criança: idade | condição de saúde | hábitos | grupo de

sangue e factor Rh | ocupação | doenças na família | atitude face à gravidez

sangue e factor Rh | ocupação | doenças na família | atitude face à gravidez

Motivo da consulta: descrever o motivo

Motivo da consulta: descrever o motivo

• •

| |

• •

Gravidez actual: medicações | tabaco | álcool | exposição a riscos ambientais

Gravidez actual: medicações | tabaco | álcool | exposição a riscos ambientais

gravidez desejada/planeada | DUM |

gravidez desejada/planeada | DUM |

Exame físico:

Exame físico:

a riscos ambientais gravidez desejada/planeada | DUM | gravidez desejada/planeada | DUM | Exame físico: Exame
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Alterações corporais a valorizar no exame físico geral

Cabeça e pescoço

Tórax

Mamas

Abdómen

vascularização nasal Epistaxis

Cloasma Preocupações estéticas

Épulides (hipertrofia gengiva) Gengivas sangrantes, dificuldade em comer e conservar os alimentos limpos na boca

Ptialismo (salivação excessiva)

Náuseas e vómitos

circunferência da parede torácica Hiperventilação | Dispneia

tamanho das mamas, erecção dos mamilos, escurecimento das aréolas, secreção de colostro Hipersensibilidade mamária

tamanho do útero: elevação do útero da pelve a partir das 12/13 semanas

Estrias da gravidez | linha negra Preocupações estéticas

Alterações corporais a valorizar no exame físico geral   Dorso Pélvis Extremidades Acentuação da

Alterações corporais a valorizar no exame físico geral

 

Dorso

Pélvis

Extremidades

Acentuação da curvatura lombar Dorsalgias

fluxo vaginal branco Leucorreia > risco de infecção urinária; tonus vesical → ↑ urgência urinária | polaquiúria

Eritema palmar Mãos com prurido

Pressão sobre a circulação venosa das pernas Varizes | edema

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Consultas subsequentes

Dar continuidade à recolha de informação

• •

• •

• •

Rever anamnese e completar as informações

Rever anamnese e completar as informações

Calcular a idade gestacional

Calcular a idade gestacional

Controlo do esquema de vacinação

Controlo do esquema de vacinação

Recolher informação – exame físico

• •

• •

• •

• •

• •

• •

• •

• •

• •

• •

Determinar o peso – avaliar o aumento ponderal

Determinar o peso – avaliar o aumento ponderal

Calcular a idade gestacional

Calcular a idade gestacional

Determinar PA

Determinar PA

Inspeccionar pele e das mucosas

Inspeccionar pele e das mucosas

Examinar abdómen | membros inferiores | mamas

Examinar abdómen | membros inferiores | mamas

Pesquisar edemas

Pesquisar edemas

Medir altura uterina

Medir altura uterina

Auscultar RCF

Auscultar RCF

Identificar situação e apresentação

Identificar situação e apresentação

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico, a realizar durante a consulta Cálculo da idade gestacional;

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico, a realizar durante a consulta

Cálculo da idade gestacional;

Cálculo da data provável do parto;

Avaliação do estado nutricional;

Determinação do peso materno;

Controlo da pressão arterial;

Verificação da presença de edema;

Medida da altura uterina/crescimento fetal;

Auscultação dos batimentos cardíacos fetais;

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Calcular idade gestacional (todas as consultas) Quando a data

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Calcular idade gestacional (todas as consultas)

Quando a data da última menstruação (DUM) é conhecida

contar o número de semanas a partir do 1º dia da última menstruação até a data da consulta. uso de disco - instrução no verso do disco.

DUMDUM
DUMDUM

DATADATA ACTUALACTUAL

xx SemanasSemanas yy diasdias

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Calcular data provável de parto (DPP) (1ª consulta) Regra

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Calcular data provável de parto (DPP) (1ª consulta)

Regra de Nägele 1º - Identificar 1º dia da última menstruação (DUM); 2º - ao
Regra de Nägele
1º - Identificar 1º dia da última menstruação (DUM);
2º - ao dia da DUM somar 7;
3º - ao mês da DUM subtrair 3 meses (ou somar 9 meses).

(Calcular a data provável de parto)

Outro exemplo

Exemplo

DUM – 11 de Setembro 2001.

dia 11+ 7 = 18

DPP – 18 de Junho 2002.

mês

9 – 3 = 6

DUM – 03 de Fevereiro 2009.

dia 03+ 7 = 10

mês

02 – 3 = 11

DPP: 10 de Novembro

2009

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso Objectivos – identificar

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso

Objectivos

– identificar as gestantes com ganho de peso menor ou excessivo para a idade gestacional, em função do estado nutricional prévio;

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso • Caracterizar o
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso • Caracterizar o

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso

Caracterizar o padrão de comer e beber;

Na 1ª consulta: avaliação do estado nutricional através da medida inicial de peso/altura – calcular o Índice de Massa Corporal (IMC);

As medidas antropométricas proporcionam informação a curto e a longo prazo sobre o estado nutricional da mulher. A altura e o peso da mulher devem ser determinados na primeira consulta pré-natal.

Vigilância da gravidez ↑ peso esperado 1ªs semanas - 680 g 20ª semana – 4
Vigilância da gravidez ↑ peso esperado 1ªs semanas - 680 g 20ª semana – 4

Vigilância da gravidez

peso esperado

1ªs semanas - 680 g 20ª semana – 4 kg 30ª semana – 8-9 kg
1ªs semanas - 680 g
20ª semana – 4 kg
30ª semana – 8-9 kg
40ª semana – 12-13 kg
Peso anterior à gravidez Semanas de gravidez
Peso anterior à gravidez
Semanas de gravidez
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez
Ganho médio de peso é de 9-13/14 kg
Ganho médio de peso é de 9-13/14 kg
Feto 3,5 kg Placenta e membranas LA Útero Mama ↑ volume sanguíneo 680 g 900
Feto
3,5
kg
Placenta e membranas
LA
Útero
Mama
↑ volume sanguíneo
680 g
900 g
1,100 kg
1 kg
de 1,300 a 1, 800 kg
Líquido e gordura extra vascular _ 1,800 a 4 kg
Vigilância da gravidez Índice de Massa Corporal (IMC) = Peso / Altura IMC CLASSIFICAÇÃO <

Vigilância da gravidez

Índice de Massa Corporal (IMC)

= Peso / Altura

IMC

CLASSIFICAÇÃO

< 19.8

Baixo peso

19.8

– 26.0

Normal

26.0

– 29.0

Alto peso

> 29.0

Obeso

IMC (antes da gestação)

Aumento de peso durante a gestação (kg)

Baixo

12.5-18

Normal

11.5-16

Alto

7-11.5

Ganho de peso durante a gestação de acordo com a classificação do IMC antes da gravidez

11.5-16 Alto 7-11.5 Ganho de peso durante a gestação de acordo com a classificação do IMC
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar estado nutricional/ ganho de peso

Pesar a gestante: com o mínimo de roupa possível, em pé sobre a balança – colocada a zero Registar o peso no Boletim de Saúde de Grávida

de roupa possível, em pé sobre a balança – colocada a zero Registar o peso no
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA) Objectivos – Detectar precocemente

Vigilância da gravidez

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA) Objectivos – Detectar precocemente

Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)

Objectivos

– Detectar precocemente situação de hipertensão que se constituam em

risco materno e perinatal.

Considera-se hipertensão arterial quando:

Considera-se hipertensão arterial quando:

– –

O aumento de 30mmHg, ou mais, na pressão sistólica (máxima) e/ou de 15

O aumento de 30mmHg, ou mais, na pressão sistólica (máxima) e/ou de 15

mmHg, ou mais, na pressão diastólica (mínima), em relação aos níveis

mmHg, ou mais, na pressão diastólica (mínima), em relação aos níveis

tensionais previamente conhecidos.

tensionais previamente conhecidos.

– –

A observação de níveis tensionais iguais ou superiores a 140mmHg de

A observação de níveis tensionais iguais ou superiores a 140mmHg de

pressão sistólica e iguais ou superiores a 90mmHg de pressão diastólica.

pressão sistólica e iguais ou superiores a 90mmHg de pressão diastólica.

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)

Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar tensão arterial (TA)
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar edema Objectivos – Detectar precocemente a presença e
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar edema Objectivos – Detectar precocemente a presença e

Vigilância da gravidez

Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar edema Objectivos – Detectar precocemente a presença e
Vigilância da gravidez Actividades de diagnóstico: Avaliar edema Objectivos – Detectar precocemente a presença e

Actividades de diagnóstico: Avaliar edema

Objectivos

Actividades de diagnóstico: Avaliar edema Objectivos – Detectar precocemente a presença e características de

– Detectar precocemente a presença e características de edema.

Edema ausente (-) Edema do tornozelo [sem hipertensão ou aumento súbito de peso] (-)

»»» Verificar se edema é posicional, associado ao final do dia, temperatura ou tipo de calçado.

Edema generalizado (++): face, tronco e membros; pode manifestar-se ao acordar, podendo ser acompanhado, ou não, de hipertensão ou aumento súbito de peso

»»» Gestante de risco

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar altura uterina

Objectivos

– Comparar a medida da altura do útero (cm) com a idade gestacional do feto (semanas) para apreciar o crescimento fetal.

Nota: a idade gestacional necessita estar correcta.

gestacional do feto (semanas) para apreciar o crescimento fetal. Nota: a idade gestacional necessita estar correcta.
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar altura uterina

Parte mais alta do abdómen

A altura uterina é determinada pela medição da distância que vai desde a sínfise púbica
A altura uterina é determinada
pela medição da distância que
vai desde a sínfise púbica até
à parte mais alta do útero
Sínfese púbica
Sínfese púbica

Material:

fita métrica não elástica, mas flexível;

NOTA: Antes de medir a altura uterina deve-se solicitar que a cliente esvazie a bexiga, pois a bexiga cheia pode alterar a medida da AU até 3 cm.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Procedimento: Avaliar altura uterina

Vigilância da gravidez Procedimento: Avaliar altura uterina Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdómen
Vigilância da gravidez Procedimento: Avaliar altura uterina Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdómen

Posicionar a gestante em decúbito dorsal, com o abdómen descoberto. Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino. Fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica na borda superior da sínfise púbica. Fazer deslizar a mão sobre a fita através do abdómen, ao longo da linha média, até ao fundo do útero Proceder à leitura quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino. Anotar a medida, em centímetros a curva da altura uterina.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Procedimento: Avaliar altura uterina

Vigilância da gravidez Procedimento: Avaliar altura uterina
Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Avaliar altura uterina

Actividades de diagnóstico: Avaliar altura uterina A partir das 20 semanas, em média, a medida em

A partir das 20 semanas, em média, a medida em

cm corres onde à idade

estacional em semanas

p

g

.

Se => gravidez múltipla | hidrâmnios| macrossomia fetal Se => apresentação anormal | restrição do crescimento fetal | oligoâmnios

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Auscultar batimentos cardíacos fetais (BCF)

Objectivos

– Avaliar a presença, ritmo, frequência e a normalidade dos batimentos

cardíaco fetais.

frequência e a normalidade dos batimentos cardíaco fetais. É considerada normal a frequência cardíaca fetal entre

É considerada normal a frequência cardíaca fetal entre 120 a 160 batimentos por minuto.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Procedimento: Auscultar batimentos cardíacos fetais (BCF)

Procedimento: Auscultar batimentos cardíacos fetais (BCF) 10-12 semanas: com estetoscópio ultra som Doppler ( 1 )

10-12 semanas: com estetoscópio ultra som Doppler (1)

10-12 semanas: com estetoscópio ultra som Doppler ( 1 ) > 20 semanas: com estetoscópio de

> 20 semanas: com estetoscópio de Pinard

(1) O efeito Doppler é uma característica observada nas ondas quando emitidas ou reflectidas por um objecto que está em movimento com relação ao observador. Foi-lhe atribuído esse nome em homenagem a Johann Christian Andreas Doppler, que o descreveu teoricamente pela primeira vez em 1842.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Procedimento: Auscultar batimentos cardíacos fetais (BCF)

Foco (1) - em torno da linha média da região supra púbica

1 ) - em torno da linha média da região supra púbica ( 1 ) -

(1) - local onde melhor se escutam os batimentos cardíacos fetais.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez

Actividades de diagnóstico: Palpar abdómen – Manobras de Leopold

Objectivos

– Identificar a posição do feto e distinguir as partes fetais.

Inclui 4 manobras:

1ª - Identifica a apresentação 2ª - Identifica a posição 3ª - Identifica a parte da apresentação 4ª - Identifica a parte da apresentação

11 Procedimento: Palpar abdómen – 1ª Manobra de Leopold Identifica a apresentação: Esta manobra identifica
11 Procedimento: Palpar abdómen – 1ª Manobra de Leopold Identifica a apresentação: Esta manobra identifica
11
Procedimento: Palpar abdómen – 1ª Manobra de Leopold
Identifica a apresentação: Esta manobra identifica a parte do
corpo do feto que se encontra junto do colo do útero.

As + frequentes são as apresentações cefálica e pélvica.

do corpo do feto que se encontra junto do colo do útero. As + frequentes são
do corpo do feto que se encontra junto do colo do útero. As + frequentes são
do corpo do feto que se encontra junto do colo do útero. As + frequentes são
do corpo do feto que se encontra junto do colo do útero. As + frequentes são
Procedimento: Palpar abdómen – 1ª Manobra de Leopold Procedimento: Iniciar a palpação pelo fundo do

Procedimento: Palpar abdómen – 1ª Manobra de Leopold

Procedimento: Iniciar a palpação pelo fundo do útero.

Procedimento: Iniciar a palpação pelo fundo do útero. se cabeça : palpa-se uma massa dura, lisa,

se cabeça: palpa-se uma massa dura, lisa, arredondada, móvel;

se pélvis: palpa-se uma massa mole, irregular, redonda, menos móvel.

22 Procedimento: Palpar abdómen – 2ª Manobra de Leopold
22
Procedimento: Palpar abdómen – 2ª Manobra de Leopold

Identifica a posição: Esta manobra identifica as relações entre uma parte do corpo do feto e a pélvis materna.

Identifica a posição : Esta manobra identifica as relações entre uma parte do corpo do feto
Identifica a posição : Esta manobra identifica as relações entre uma parte do corpo do feto
Procedimento: Palpar abdómen – 2ª Manobra de Leopold Procedimento: Colocar as mãos de cada lado

Procedimento: Palpar abdómen – 2ª Manobra de Leopold

Procedimento: Colocar as mãos de cada lado do

de Leopold Procedimento: Colocar as mãos de cada lado do abdómen, segurar o útero com uma

abdómen, segurar o útero com uma mão e palpar o lado oposto procurando o dorso fetal.

se dorso: percebe-se massa firme, lisa, convexa e resistente;

se membros (braços e pernas): palpam-se massas pequenas, irregulares e que podem mexer-se.

Procedimento: Palpar abdómen – 3ª Manobra de Leopold
Procedimento: Palpar abdómen – 3ª Manobra de Leopold

Identifica a parte da apresentação: Esta manobra identifica a parte + inferior do feto, isto é, a que está mais próxima do canal de parto. Corresponde à identificação da parte fetal que se pode tocar aquando do exame vaginal.

mais próxima do canal de parto. Corresponde à identificação da parte fetal que se pode tocar
Procedimento: Palpar abdómen – 3ª Manobra de Leopold P r o c e d i

Procedimento: Palpar abdómen – 3ª Manobra de Leopold

Procedimento: Colocar as pontas dos três primeiros dedos e o

polegar de uma mão de cada lado do abdómen, imediatamente acima da sínfese púbica, pedindo à gestante para inspirar profundamente e expirar todo o ar. À medida que vai expelindo o ar os dedos contornam a parte da apresentação.

inspirar profundamente e expirar todo o ar. À medida que vai expelindo o ar os dedos
Procedimento: Palpar abdómen – 4ª Manobra de Leopold 44 Identifica a maior proeminência cefálica :

Procedimento: Palpar abdómen – 4ª Manobra de Leopold

44
44

Identifica a maior proeminência cefálica: Esta manobra identifica a maior proeminência cefálica palpada sobre o estreito superior pélvico.

cefálica palpada sobre o estreito superior pélvico. Quando a cabeça está flectida (atitude de flexão) a

Quando a cabeça está flectida (atitude de flexão) a face anterior do feto forma a proeminência cefálica.

a face anterior do feto forma a proeminência cefálica. Quando a cabeça está em extensão (atitude

Quando a cabeça está em extensão (atitude de extensão) a proeminência cefálica corresponde ao occipital.

Procedimento: Palpar abdómen – 4ª Manobra de Leopold Procedimento : Posicionar-se do lado superior do

Procedimento: Palpar abdómen – 4ª Manobra de Leopold

Procedimento: Palpar abdómen – 4ª Manobra de Leopold Procedimento : Posicionar-se do lado superior do corpo

Procedimento: Posicionar-se do lado superior do corpo da

gestante, e mover os dedos dos lados do abdómen em direcção à pélvis, até que os dedos de uma das mães encontrem uma proeminência óssea, que corresponde à proeminência cefálica.

Vigilância da gravidez
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Actividades de diagnóstico: Exame vaginal

Objectivos

Observação dos órgãos genitais externos;

espéculo
espéculo

– Exame com espéculo vaginal;

– Toque vaginal

Actividades de diagnóstico: Avaliar bem-estar fetal • 1º trimestre: auscultação dos batimentos cardíacos fetais

Actividades de diagnóstico: Avaliar bem-estar fetal

1º trimestre: auscultação dos batimentos cardíacos fetais | ecografia

2º e 3º trimestres: auscultação dos batimentos cardíacos fetais | medição da

altura do fundo do útero | movimentos fetais | monitorização cardiotocográfica | ecografia

fetais | medição da altura do fundo do útero | movimentos fetais | monitorização cardiotocográfica |
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Actividades de diagnóstico: Avaliar bem-estar fetal, com cardiotocógrafo

diagnóstico: Avaliar bem-estar fetal, com cardiotocógrafo Usado durante o período pré-natal para avaliar o bem-estar

Usado durante o período pré-natal para avaliar o bem-estar fetal – o traçado demonstra a resposta cardíaca fetal aos movimentos do próprio feto.

Critério de bem-estar fetal: 2 acelerações da FCF 15 batimentos/minuto,

com duração de 15 segundos

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Ecografia – transvaginal e abdominal

da gravidez Ecografia – transvaginal e abdominal 1º trimestre: idade gestacional | gravidez múltipla |

1º trimestre: idade gestacional | gravidez múltipla | crescimento fetal | diagnóstico de anomalias congénitas | …

| crescimento fetal | diagnóstico de anomalias congénitas | … http://www.youtube.com/watch?v=aCXxbv9_2N0&eurl =
| crescimento fetal | diagnóstico de anomalias congénitas | … http://www.youtube.com/watch?v=aCXxbv9_2N0&eurl =

http://www.youtube.com/watch?v=aCXxbv9_2N0&eurl=

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Ecografia – transvaginal e abdominal

da gravidez Ecografia – transvaginal e abdominal 2º trimestre: idade gestacional | gravidez múltipla |

2º trimestre: idade gestacional | gravidez múltipla | crescimento fetal | diagnóstico de anomalias congénitas | localização da placenta | …

de anomalias congénitas | localização da placenta | … 3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do
de anomalias congénitas | localização da placenta | … 3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do
de anomalias congénitas | localização da placenta | … 3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do
de anomalias congénitas | localização da placenta | … 3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do
de anomalias congénitas | localização da placenta | … 3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do

3º trimestre: crescimento fetal | estimativa do peso ao nascer | posição fetal | bem- estar fetal | …

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Exames laboratoriais de rotina

Análises ao sangue e urina

Grupo sanguíneo e Rh | Taxa de hemoglobina e hematócrito | Glicemia em jejum | Rubéola | Toxoplasmose | CMV | Sífilis (VDRL) | HIV | Hepatite B | Ácido úrico e creatinémia | …

O’ Sullivan / PTGO (prova oral de tolerância à glicose se valores anormais)

B | Ácido úrico e creatinémia | … O’ Sullivan / PTGO (prova oral de tolerância
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Exames auxiliares de diagnóstico

Rastreio de anomalias congénitas

Rastreio do 1º ou 2º trimestres: Ecografia (TN) + rastreio bioquímico

Diagnóstico: Amniocentese (anomalias cromossómicas)

do 1º ou 2º trimestres: Ecografia (TN) + rastreio bioquímico Diagnóstico: Amniocentese (anomalias cromossómicas)
do 1º ou 2º trimestres: Ecografia (TN) + rastreio bioquímico Diagnóstico: Amniocentese (anomalias cromossómicas)
Vigilância da gravidez
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Boletim de Saúde da Grávida é o registo individualizado das informações sobre a gravidez: é um pequeno livro verde, destinado a registar todos os dados relativos à saúde da grávida e do feto.

todos os dados relativos à saúde da grávida e do feto. Para que serve? O BSG

Para que serve?

O BSG deve conter toda a informação relevante, como história familiar e

antecedentes pessoais e o acompanhamento até ao nascimento, incluindo os

registo das consultas e dos exames efectuados. Deste modo, fica assegurada

a circulação da informação clínica e a articulação entre os cuidados de saúde

primários e os hospitalares.

Vigilância da gravidez
Vigilância da gravidez
ReferênciasReferências BibliográficasBibliográficas BOBAK, I.; LOWDERMILK, D. Lusociência, 1999. & JENSEN, M. –

ReferênciasReferências BibliográficasBibliográficas

BOBAK,

I.;

LOWDERMILK,

D.

Lusociência, 1999.

&

JENSEN,

M.

Enfermagem

na

maternidade.

ed.

Loures:

LOWDERMILK, D.; PERRY, SHANNON, E. & BOBAK, I. - O cuidado em Enfermagem Materna. 5ª

ed.Porto Alegre: Artemed, 2002.

RAFFENSPERGER, E. - Manual de la Enfermaría. Barcelona: Océano, 2002.

CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS – Classificação Internacional para a Prática de

Enfermagem CIPE/ICNP:versão beta2. Lisboa: Associação Portuguesa de Enfermeiros, 2002.

CONSELHO INTERNACIONAL DE ENFERMEIROS – Classificação Internacional para a Prática de

Enfermagem CIPE versão 1.0. Lisboa: Ordem dos Enfermeiros, 2006.

Próxima aula ParentalidadeParentalidade 2008/09 Autocuidado durante a gravidez: Gestão dos efeitos colaterais da

Próxima aula

ParentalidadeParentalidade

2008/09

Autocuidado durante a gravidez:

Gestão dos efeitos colaterais da gravidez Adopção de comportamentos saudáveis