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ARMÉNIO BELO/LUSA

Correio

ARMÉNIO BELO/LUSA Correio A A b b í í l l i i o o V

AAbbíílliioo VViillaaççaa,, ddiirreeccttoorr--ggeerraall ddaa AAssssoocciiaaççããoo CCoommeerrcciiaall ddee BBrraaggaa eessccrreevvee hhoojjee nnoo CCMM>> 16

do Minho.pt

Terça 3 Novembro 2009

ANO LXXV SÉRIE VI N.º 7658 DIÁRIO € 0.70 IVA Inc.

DIRECTOR PAULO MONTEIRO

7658 DIÁRIO € 0.70 IVA Inc. DIRECTOR PAULO MONTEIRO Director-geral do Sporting de Braga, João Gomes,
7658 DIÁRIO € 0.70 IVA Inc. DIRECTOR PAULO MONTEIRO Director-geral do Sporting de Braga, João Gomes,

Director-geral do Sporting de Braga, João Gomes, vai processar o Benfica

Queixa-crime contra Luís Filipe Vieira e Rui Costa

>>18

AUTARQUIAS Terras de Bouro: revolucionar o turismo Os cinco elementos do executivo municipal de Terras
AUTARQUIAS
Terras de Bouro:
revolucionar
o
turismo
Os cinco elementos do executivo
municipal de Terras de Bouro
tomaram ontem posse das suas
funções. O novo presidente,
Cracel Viana, destacou o turismo,
o emprego e os jovens como
prioridades para este mandato.
>>10
Valença
à
reconquista
da centralidade
Os órgãos autárquicos de
Valença do Minho foram ontem
empossados. Jorge Mendes, o
novo presidente, eleito pelo
Partido Social-Democrata,
prometeu, no seu discurso de
tomada de posse, fazer do
concelho “umgrande destino
turístico do Noroeste Peninsular”.
GRIPE A (H1N1): DIRECTOR DA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA CONFIRMA
>>13
Onda epidémica em Valença
DESPORTO
Cerca de 400 alunos de Valença do Minho faltaram ontem às aulas, a maior parte dos quais devido a infecção pelo vírus da gripe A (H1N1), revelou a
autoridade de saúde pública local. De acordo com a mesma fonte, estão clinicamente comprovados 32 casos de gripe A, mas “a grande maioria” dos alunos
que faltaram às aulas apresenta a mesma sintomatologia, “pelo que se pode afirmar que sofrem da mesma doença”. >>14
Vit. Guimarães
derrotado
em Coimbra
>>20
Mesquita Machado vacinado contra a gripe A (H1N1) Parque Peneda-Gerês conta com 400 cabras selvagens
Mesquita Machado
vacinado contra
a gripe A (H1N1)
Parque Peneda-Gerês
conta com 400
cabras selvagens
O presidente da Câmara Municipal de
Braga foi ontem vacinado contra o
vírus da gripe A (H1N1). Mesquita
Machado aproveitou para incentivar os
bracarenses a fazerem o mesmo,
salientando que acredita nos serviços
de saúde. “Logo que possam, devem
tomar a vacina”, disse.
O Parque Internacional luso-galaico
Gerês-Xerês tem uma população de
cabra selvagem pirenaica, da
subespécie ‘Vitória’, calculada em
mais de 400 animais, disse fonte do
Parque Nacional da Peneda-Gerês. Um
número que tem vindo a aumentar nos
últimos tempos.
>>09
>>12

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2 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009 # PUBLICIDADE

2 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009 # PUBLICIDADE

4 // Correio do Minho 6 de Julho 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 3

Br

JORNADAS DE ENDOCRINOLOGIA NA FALPERRA Decorrem sexta-feira e sábado próximos, no Hotel da Falperra, as 10ª Jornadas de Endocrinologia do Minho, promovidas pela Unidade de Endocrinologia do Hospital de S. Marcos e Unidade de Endocrinologia - Unidade Local de Saúde do Alto Minho. Paralelamente, decorrerá a 2ª Reunião de Enfermagem em Diabetes.

decorrerá a 2ª Reunião de Enfermagem em Diabetes. ALUNOS DE EDUCAÇÃO DA UM DEBATEM DEPENDÊNCIAS NO

ALUNOS DE EDUCAÇÃO DA UM DEBATEM DEPENDÊNCIAS NO ESPAÇO FNAC O Núcleo de Estudantes de Educação da Universidade do Minho (NEDUM) organiza, na próxima quinta-feira, às 21h00, no espaço FNAC do Braga Parque, uma tertúlia com o título “EducaSÃO – Jovens e Dependências”. Pretendem os organizadores analisar a problemática do consumo de drogas

entre os jovens universitários num ambiente e espaço acessíveis a toda a população. A iniciativa tem como finalidade ‘a discussão, desconstrução e esclarecimento’ da temática das dependências.

ENCONTRO COM UNIÃO DE SINDICATOS

BRAGA

TRABALHO

PSD discute ‘lay-off’ no Parlamento

Os deputados do PSD pelo círculo de Braga vão questionar o Governo sobre as condições que a medida de suspen- são do horário de trabalho está a ser utilizada por empresas do distrito de Braga.

> josé paulo silva

O recurso à suspensão tem-

porária do horário de trabalho

(lay-off) por parte de várias em- presas do distrito de Braga será objecto de uma próxima inter- pelação ao Governo por parte do grupo parlamentar do PSD.

A garantia foi dada ontem pelo

deputado Nuno Reis numa

reunião com dirigentes da União

de Sindicatos de Braga (USB).

No encontro, a pedido do de- putado social-democrata, foi

analisada a crise social e laboral

no distrito, com particular in-

cidência nas situações de lay-off que afectam actualmente largas dezenas de trabalhadores. Os processos de lay-off na ‘Delphi’ e ‘Jado Ibéria’ foram analisados de forma particular, com os dirigentes da USB a reclamarem mais rigor na apre- ciação das razões que levam as empresas a recorrer à medida de suspensão do horário de trabalho prevista no código do trabalho. Adão Mendes, o coordenador da USB, voltou a defender uma verdadeira fiscalização das

condições em que decorrem os processos de lay-off. ‘Temos uma lei sem mecanis-

os processos de lay-off. ‘Temos uma lei sem mecanis- DR Trabalhadores da Jado Ibéria, uma das

DR

Trabalhadores da Jado Ibéria, uma das empresas do distrito de Braga que recorreu ao ‘lay-off’

mos de fiscalização, com a Se- gurança Social a subsidiar as empresas e os trabalhadores a receberem menos ao fim do mês’, disse o sindicalista no fi- nal da reunião com o deputado do PSD.

Para além da ‘Delphi’ e da ‘Ja- do Ibéria’, outras empresas do distrito, nomeadamente do sec- tor têxtil, têm recorrido à sus- pensão temporária dos horá- rios de trabalho como forma de obviarem a quebras de en-

comendas.

Pedidos ao poder político A semana passada, num plenário de trabalhadores da ‘Delphi’, a sindicalista bra- c-arense Amélia Lopes reclamou

do poder político, e concreta- mente da Assembleia da Re- pública, uma intervenção no sentido da criação de medidas de fiscalização dos processos de lay-off. Na mesma ocasião, o se- cretário-geral da CGTP-IN, Car- valho da Silva, classificou de ‘vergonhoso’ o recurso recor- rente de muitas empresas ao lay- -off, sem que sejam obrigadas as alegadas dificuldades de merca- do. Entretanto, até ao final de No- vembro, a USB vai promover uma concentração de trabal- hadores do distrito de Braga afectados por processos de lay- -off. O coordenador da USB lem- brou que o PCP já apresentou na Assembleia da República um projecto de lei que prevê alte- rações ao actual regime de lay- -off. A questão do aumento do salário mínimo nacional foi ou- tras das matérias abordadas na sede da USB, com o coorde- nador desta estrutura a recordar que a actualização para 2010 já foi negociada em sede da Con- certação Social, não podendo agora ser posta em causa.

JORNADA AMBIENTAL E DE SOLIDARIEDADE

Associação Académica junta-se a ‘Limpar Portugal’

>redacção

A Associação Académica da

Universidade do Minho (AAUM) aderiu ao Projecto

Limpar Portugal, iniciativa que se propõe limpar a floresta portuguesa num só dia.

A actividade, agendada para

20 de Março do próximo ano,

tem como objectivo principal “limpar as lixeiras ilegais exis- tentes no espaço florestal de Portugal”.

O Projecto Limpar Portugal as-

senta no voluntariado, não acei- ta os seus promotores doações

em dinheiro, mas sim ofertas de bens e serviços. Luvas, sacos do lixo, trans- porte ou máquinas de remoção podem ser cedidos por empresas aos voluntários que vão partici-

par nesta grande operação de limpeza das florestas portugue- sas. As pessoas interessadas em participar neste projecto am- biental e de solidariedade, que já

conta com cerca de 6 000 vo-

luntários, devem registar-se na rede social NING. Depois do registo, os volun- tários devem associar-se a um grupo no concelho da sua resi- dência. A AAUM é uma das primeiras entidades sediadas em Braga a integrar este movimento. Os interessados também po- dem contactar com o Projecto Limpar Portugal em redes so- ciais da internet, como Twit- ter, NING, Facebook e Linked In.

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4 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

14 de Julho 2009 Correio do Minho // 3

> “Hoje é um grande dia para a nossa família”, confidenciou Maria Manuela Costa, mãe de três crianças.

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA HABITAT

BRAGA

GONDIZALVES

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA HABITAT BRAGA GONDIZALVES FLÁVIO FREITAS António Barros está a gostar da

FLÁVIO FREITAS

António Barros está a gostar da experiência

“É gratificante saber que ajudamos uma família a ter um tecto digno”

Motorista da Embaixada dos EUA em Portugal, António Barros já participa nos projectos da Habitat há três anos. “A embaixada colabora com várias instituições e como gosto de ajudar decidi participar neste projecto”, confidenciou o motorista que vai “dar uma mão” até amanhã na construção da casa em Gondizalves. E para o ano promete que vai voltar “para ver a casa acabada”. E atirou: “estive ano passado em Monsul, na Póvoa de Lanhoso, e depois vim ver como ficou a casa. É gratificante saber que ajudamos uma família a ter um tecto digno”.

saber que ajudamos uma família a ter um tecto digno”. FLÁVIO FREITAS Esta já é a

FLÁVIO FREITAS

Esta já é a terceira casa que Carlos Lopes ajuda a construir

“Decididamente esta não é a última experiência e para o ano cá estarei”

Pelo terceiro ano consecutivo, Carlos Lopes ajuda a construir casas para famílias carenciadas. Também motorista da Emabixada dos EUA em Portugal, Carlos Lopes vai ficar por Gondizalves até amanhã. “Volto sempre para ver como ficou e encho-me de orgulho”, confidenciou o motorista, assegurando que “decididamente esta não é a última experiência”. E deixou a promessa: “para o ano, se houver oportunidade, cá estarei a ajudar mais uma família”.

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“Aqui vamos ser uma família feliz”

Associação Humanitária Habitat começou ontem a reconstrução da 36.ª habitação. Desta vez os beneficiários são um casal e três filhos menores de Gondizalves. Cerca de 100 voluntários vão concluir a casa antes do Natal.

de 100 voluntários vão concluir a casa antes do Natal. FLÁVIO FREITAS Cerca de 100 voluntários

FLÁVIO FREITAS

Cerca de 100 voluntários vão ajudar a reconstruir a casa da família de Maria Manuela

> patrícia sousa

“Hoje é um grande dia para a nossa família. Aqui vamos ser felizes”. O desabafo é de Maria Manuela Costa enquanto olhava, com a lágrima no olho, os volun- tários da Associação Humani- tária Habitat que começaram on- tem de manhã a reconstruir a no- va casa, onde vai viver com o marido e os três filhos em Gon- dizalves. Este é o 36º projecto desde que

a Habitat for Humanity Portugal chegou até ao nosso país em Maio 1996 com o objectivo de

erradicar a pobreza habitacional, uma família de cada vez. Esta família chegou à Habitat através de uma outra família que

a instituição ajudou, ainda este

ano, na freguesia de Palmeira. A família residente na Rua da

Esperança, em Gondizalves, é constituída por cinco elementos:

o casal e três filhos menores, um

com 13, outra com 11 e outra com 9 anos. Actualmente, a família vive numa casa que lhes foi cedida por um familiar, mas “não há grandes condições e só tem dois quartos”, confessou Maria Ma-

nuela Costa, que está a tirar um curso no âmbito das ‘Novas Oportunidades’ de cabeleireira, enquanto o marido trabalha nu- ma estação de serviço. A família já iniciou os traba- lhos de construção, mas face às circunstâncias económicas não lhes foi possível terminar a nova casa sem requerer a apoios. “Já começámos a reconstruir e a am- pliar a casa. Depois de estar pronta vamos ter uma cozinha e sala espaçosas e três quartos

com uma casa de banho”, infor- mou, ainda, Maria Manuela, agradecendo a ajuda da institui- ção “já que assim vai ser possí- vel poupar muito dinheiro”. Depois de várias visitas e um estudo por parte da instituição,

Com a ajuda de cerca de 100 volun- tários nacionais e inter- nacionais a casa
Com a ajuda de
cerca de 100 volun-
tários nacionais e inter-
nacionais a casa vai ser
entregue à família
antes do Natal.

“verificou-se que esta família possui todos os requisitos para se juntar à família Habitat”, jus- tificou, entretanto, João Cruz, responsável da associação e que fez questão de marcar presença, ontem de manhã, no arranque dos trabalhos da 36.ª casa Habi- tat. Este projecto terá o apoio de quatro equipas internacionais que vêm pelo programa Global Village da Habitat for Humanity International e será entregue à família ainda este ano. “Com a ajuda de cerca de 100 volun- tários nacionais e internacionais a casa vai ser concluída antes do Natal”, garantiu João Cruz, adi- antando que “o projecto seguinte tem início no próximo ano em Vila Verde”. Habitat for Humanity Inter- national tem como principal ob- jectivo lutar contra a pobreza habitacional em todo o mundo através da “construção e repara- ção de casas de baixo custo para famílias carenciadas, sem qual- quer juro, e sem lucro, e através de pagamentos de prestações adequadas ao rendimento da fa- mília”, explicou, ainda, aquele responsável.

10 // Correio do Minho 30 de Outubro 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 5

> Amostra sujeita a análise foi recolhida na Estação de Tratamento de Água da Ponte do Bico.

DECO/PROTESTE

BRAGA

DECO/PROTESTE BRAGA

Estudo garante qualidade da água captada para consumo

Análises efectuadas pela Deco/Protesto apresentam bons indicadores ao nível microbiológico, físico-químico e hor- monal, factos que atestam a qualidade de água captada no rio Cávado para abastecer os bracarenses.

> paula maia

Um estudo publicado na edição

deste mês da revista da Associa- ção Portuguesa para a Defesa dos Consumidores — Deco/ Proteste—atesta a qualidade da água captada no rio Cávado e que se destina ao abastecimento do concelho de Braga.

O estudo, que analisou 23 cap-

tações de águas superficiais para abastecimento público de todo o país entre os meses de Junho e Julho, teve por base, no caso de Braga, uma amostra recolhida na Estação de Captação Cávado 1 (Ponte do Bico), localizada em Palmeira. Os valores de análise indicam bons parâmetros a vários níveis, sendo que a apreciação global obtida foi de ‘Médio’ numa es- cala classificativa que inclui ‘Muito Bom’ ‘Bom’, ‘Médio’, ‘Mediocre’ e ‘Mau’. Analisando parâmetro por pa- râmetro, ao nível microbiológi- co, o resultado obtido pela amostra recolhida na Estação de Tratamento de Água da Ponte do Bico é de ‘Bom’.

O resultado ao nível microbio-

lógico determina, em grande parte, a qualidade da água. Para ser adequada para o consumo humano, a água deve respeitar um número elevado de exigên- cias quer sensoriais (cor, tur-

número elevado de exigên- cias quer sensoriais (cor, tur- DR Amostra sujeita a análise foi recolhida

DR

Amostra sujeita a análise foi recolhida nas imediações da captação de água da ETA da Ponte do Bico

bidez, cheiro, sabor), quer quí- micas (ausência de produtos

químicos potencialmente no- civos, como pesticidas, adubos, iões de metais pesados) quer biológicas (ausência de micror- ganismos patogénicos). A avaliação da qualidade bac- teriológica da água realizada em

rotina baseia-se na pesquisa de bactérias indicadoras de conta- minação fecal na água por recur- so à técnica das membranas fil- trantes. No que diz respeito aos parâ- metros físico-químicos, os resul- tados são melhores ainda, obten- do a classificação máxima:

‘Muito Bom’. Neste âmbito são analisados aos níveis de oxigé- nio dissolvido, compostos azota- dos, fosfatos, sulfatos, matéria orgânica, hidrocarbonetos, de- tergentes e elementos metálicos. Os parâmetros respeitantes aos pesticidas não foram sujeitos a análise.

Hormonas

‘Médio’ é a classificação atribuída à amostra captada na Cávado 1 no parâmetro correspondente às hormonas. Nesta amostra foi pesquisada níveis de betaestradiol, estrona, estriol, dietilestrilbestrol, eti- nilestradiol, levonorgestrel, noretindrona e progresterona. A presença de desreguladores endócrinos nas águas super- ficiais motiva uma grande preocupação, já que podem constituir uma ameaça à saúde do homem, com repercussões no sistema imunitário. Alguns dos mais potentes desreguladores endócrinos incluem hormonas naturais e sintéticas que podem ser produzidos peos animais ou utilizados como em, medica- mentos na medicina humana ou veterinária. Apesar de biodegradáveis, estas substâncias têm sido detectadas em águas residuais tratadas. Efluentes de exploração agro- pecuárias, bem como escoa- mentos de água de zonas agrícolas onde se utilizem fertilizantes orgânicos, como o estrume, são outra fonte de contaminação.

Bons exemplos na região do Alentejo e Algarve

A maioria das apreciações

resultantes da análise das amostra recolhidas em 23 captações de água em todo o

país recaem na classificação de ‘Médio’. No entanto, há duas regiões do país, que se desta- cam pelos excelentes resulta- dos obtidos neste estudo: são elas as regiões do Alentejo, onde as águas de Ribeira de Beliche (Castro Marim) e do Rio Mira (Odemira) obtiveram a classificação de ‘Muito Bom’ e

a região do Algarve, onde as

águas do Ribeiro de Odeáxere (Lagos) e do Rio Arades (Silves), obtiveram também a classificação de ‘Muito Bom’.

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6 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

6 de Julho 2009 Correio do Minho // 3

> Furtava carros da marca italiana porque até se podem abrir com um corta-unhas.

TRIBUNAL

BRAGA

JULGAMENTO

O ‘especialista’ em Fiat Uno

Um desempregado de 41 anos, está desde ontem, a ser julgado por crimes de furto de automóveis e condução sem carta. “Especialista” em Fiat Uno, as suas aventuras criminosas constam num processo, com 11 apensos.

> luís m. fernandes

O Fiat Uno “é o carro mais fácil

de furtar. Até com um corta- -unhas”, explicou-se ele ontem, desenvolto, ao juiz-presidente do colectivo de juízes que o está

a julgar na Vara Mista pela práti-

ca de crimes de furto de veículos

e condução sem habilitação le-

gal, e ao justificar a opção por

aquela marca italiana de carros. Sem carta de condução, viu-se por vezes perseguido pelas au- toridades policiais nas suas fu- gas. Quando abandonava os car- ros furtados, estes apresenta- vam-se com danos de tal ordem que a sucata era praticamente o único destino. Com vários antecedentes cri- minais, o primeiro caso contra A. Barros, de 41 anos, desem- pregado, actualmente detido em estabelecimento prisional, viveu ontem o primeiro dia do seu jul- gamento perante o colectivo presidido pelo juiz Porfírio Silva. O procurador Américo Simões representa o Ministério Público. A defesa do arguido es-

tá a cargo da advogada Paula

Alexandra Ribeiro. A primeira das histórias de acusações contra si — num

A primeira das histórias de acusações contra si — num ARQUIVO O Fiat Uno furtado na

ARQUIVO

O Fiat Uno furtado na Rua do Raio foi utilizado em assaltos antes de embater contra um poste e ir para a sucata

processo a que se juntaram 11 apensos — passou-se a 19 de Outubro de 2007, por volta das 15,30. Um Fiat Uno estava esta- cionado no interior do lo- gradouro de um prédio da Rua

da Restauração, em S. Victor. Apoderou-se do carro e condu- ziu-o por várias ruas. No dia seguinte, por volta das 12,30 ho-

ras, quando regressava à sua

residência, foi protagonista num acidente de viação na Rua da Devesa, em Crespos. Fugiu.

O dono do carro, ao testemu-

nhar ontem em audiência de jul-

gamento, informou que o carro valia entre 1500 e 2000 euros.

O portão do logradouro onde

se encontrava estacionado está

aberto apenas durante o dia. Quando recuperado já sofrera danos de tal monta que optou por o oferecer à sucata!

A história deste cidadão é praticamente idêntica a de uma cozinheira de Pedralva. No dia 31 de Agosto de 2007 deixara o

seu Fiat Uno cinzento prateado estacionado na Rua do Raio.

Quando pretendeu pegar nele

constatou que não estava no sítio onde o deixara, perto do seu lo- cal de trabalho. Ainda pensou na hipótese de se ter enganado no local onde o deixara ou que se calhar fora rebocado. Foi à PSP

e esta contactou a Polícia Mu-

nicipal. Veio a saber depois que

o seu carro estava a ser utilizado em assaltos.

O valor do carro foi orçado em

1 000 euros. “Para mim valia muito mais” — disse. “Estava com ansiedade de ver

o senhor” — acrescentou ela. O

senhor é o arguido que estava

atrás de si, descontraídamente sentado no banco dos réus.

O carro foi encontrado no dia

seguinte, 1 de Setembro, aban- donado no cruzamento entre a EN 101 e a Avenida António Macedo. Sem documentos e com toda a parte da frente da- nificada. Chocara contra um poste — explicou ela. Dentro es- tavam objectos que a ela não pertenciam, nomeadamente DVD’s. Estava “cheio de lixo” e com sangue. “Eu não sei como é que este senhor saiu do carro” —

acrescentou, referindo-se ao ar- guido.

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Telef. 253 695 320 UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Arguido tenta impedir notícia > l.m.f. No

Arguido tenta impedir notícia

> l.m.f.

No final do depoimento da séti- ma testemunha do caso supra, o

arguido A. Barros, através da sua advogada constituída, requereu ao colectivo de juízes que fosse impedida a divulgação, pela co- municação social, a narração deste julgamento, dos factos de que é acusado. Pela protecção do arguido — fundamentava o re- querimento, citando o artigo 86.º do Código de Processo Penal — “publicidade do processo e se- gredo de justiça”. Ouvido o Mi- nistério Público, desde logo o procurador Américo Simões se pronunciou a favor do indeferi- mento do requerido, por não se evocar qualquer dado que justi- fique o solicitado.

A decisão do colectivo de

juízes ouviu-se pela voz do juiz-

-presidente Porfírio Vale, apon- tando para o previsto no artigo 321.º do Código de Processo Penal:

“A audiência de julgamento é

pública, sob pena de nulidade in- sanável, salvo nos casos em que o presidente decidir a exclusão ou a restrição de publicidade”. Mas, para tanto — explicou o juiz-presidente ao arguido — se- ria necessário que o requerido para a exclusão da publicidade tivesse sido apresentado no iní- cio da audiência. E lembrando o referido artgo 86.º, explicou que essa restrição existe na fase de inquérito e do segredo de jus- tiça. E no que se refere à comuni- cação social, o juiz Porfírio Vale lembrou também o referido no artigo 88.º do Código de Proces- so Penal:

“É permitida aos órgãos de co- municação social, dentro dos limites da lei, a narração cir-

cunstanciada do teor de actos processuais que se não encon- trem cobertos pelo segredo de justiça ou a cujo decurso for per- mitida a assistência do público em geral”. Das acusações contra o arguido

A. Barros pelos quais está a ser julgado na Vara Mista, referi- ram-se também o sucedido a 17 de Março de 2007. Cerca das 10,41 horas, ao volante de um Renault Express, dirigiu-se ao posto de abastecimento da BP, na Avenida Imaculada Concei- ção, abasteceu a viatura com 4,79 litros de gasóleo, no mon- tante de 5 euros e foi-se embora sem pagar. A 1 de Setembro do mesmo ano, pouco antes das 9,30 horas, na Rua da Granja, em Dume, fez-se acompanhar por um outro indivíduo que já morreu. Viram a dona da casa a aspirar. O indivíduo que o acom- panhava entrou na habitação enquanto ele ficou a vigiar.

O tal indivíduo apoderou-se de

um Citroen AX que estava na garagem daquela habitação, saiu de marcha-atrás e fugiram. A aventura prosseguiu em Vila Verde, onde o carro foi recupe- rado na freguesia de Moure, na sequência da acção do NIC da GNR.

4 // Correio do Minho 30 de Outubro 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 7

> Peões têm de utilizar a faixa de rodagem.

RUA DE SANTO ANDRÉ

BRAGA

OBRAS

Andaimes

‘tapam’

passeio

Os andaimes de uma obra privada impedem a circulação de peões no passeio do lado poente da Rua de Santo André, no centro da cidade. As pessoas têm de circular pela faixa de rodagem.

> miguel viana

Os aindaimes colocados para as obras de recuperação de um ed- ifício da Rua de Santo André es-

tão a prejudicar a circulação de peões. A estrutura ocupa uma parte do passeio do lado sul da rua, junto a um centro comercial, nu- ma extensão de cerca de 20 me- tros. Os ferros ocupam toda a largura do passeio, o que impede a circulação dos peões.

A juntar a isto, há ainda o facto

de os automóveis estacionarem encostados aos andaimes da obra. “A gente chega aqui, quer pas- sar e nem pode. Tem que ir pelo meio da rua, sujeito a ser atro-

pelado. Depois, ninguém as- sume as consequências”, disse ao ‘Correio do Minho’ (CM) um dos transeuntes. Um comerciante da zona, que pediu para não ser identificado, disse ao CM que a estrutura já foi colocada há vários dias. “Na altura achei estranho colo- carem os andaimes sem reser- varem um espaço para os peões.

Pensei que as pessoas iriam pas- sar por baixo da obra, como acontece em muitos casos, ou

que posteriormente colocariam um estrado de madeira, mas isso não aconteceu.”

A situação tem criado incómo-

dos a algumas pessoas. “Uma senhora que trazia um carrinho de bébé teve de voltar para trás,

que trazia um carrinho de bébé teve de voltar para trás, Andaimes ocupam passeio da Rua

Andaimes ocupam passeio da Rua de Santo André

porque não conseguiu passar en- tre os carros. A senhora teve de atravessar a rua na passadeira que existe no início da rua, junto ao Largo dos Penedos”, disse o mesmo comerciante.

Queixa na câmara O mesmo munícipe desco- nhece se o caso já foi apresenta- do oficialmente às autoridades,

mas garante que a Polícia já tem conhecimento do caso. “Um dia destes falei no assunto

a um polícia que estava aqui na

zona a multar os carros esta- cionados do lado esquerdo da rua. Aconselhou-me a apresentar queixa formal na câmara ou na Polícia Municipal. Disse-me que não podia fazer nada sem essa queixa. Parece impossível que as duas polícias (PSP e Polícia Mu- nicipal) passem aqui quase todos os dias e ninguém faça nada”, desabafou o comerciante, que prometeu enviar uma exposição por escrito à câmara de Braga nos próximos dias.

O ‘Correio do Minho’ tentou

MIGUEL VIANA

falar no local com algum res- ponsável da obra, mas disseram que não havia ninguém dispo- nível para falar sobre o assunto. O CM apurou junto das autori- dades policiais e dos serviços camarários que não existe qual- quer queixa contra o proprietário ou o empreiteiro. Fonte da câmara de Braga prometeu, no entanto, enviar técnicos ao local para “avaliar a legalidade da obra e as con- dições de ocupação da via pú- blica.”

Fórum social dá a conhecer experiências multiculturais

> m.v.

A Cáritas Diocesana de Braga

realiza amanhã, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, o Fórum Social e a Feira de Saberes, que têm como tema principal “Intervenção Comu- nitária: Experiências de Multi- culturalidade.” Os eventos inserem-se no Pro- jecto ATENA, que está a ser de- senvolvido pela Cáritas, e têm como finalidade promover a in- clusão social e a melhoria das condições de vida de indivíduos em situação de exclusão social, marginalidade e pobreza. Para a concretização do projec- to, a Cáritas conta com a colabo- ração de várias entidades públi- cas e privadas, nomeadamente

autarquias e instituições particu- lares de solidariedade social.

O projecto ATENA teve início

em Julho de 2006 e prolonga-se

até Junho do próximo ano.

Programa do Fórum Social

Os trabalhos do Fórum Social têm abertura marcada para as 10 horas de amanhã, com uma ex- posição e mostra de trabalhos com vários temas, que intergram a Feira de Saberes: “Sistema Itinerante Brag@brinca”, da Bragahabit; “O Cigano, a fa- mília e a escola”, do Grupo para a Integração Escolar da Etnia Cigana; Projecto “Os Traquinas”, da Associação de Pais da Escola EB1 do Fujacal e Banco Local de Voluntariado. “Nós e o Mundo (Europa - África)”, do Núcleo de Pintura

da Alfacoop; e “Retratos da Vida de um Cigano”, do Colégio de São Caetano.

A tarde está reservada para

os debates que compõem o Fórum Social.

O primeiro painel está marcado

para as 15,15 horas, e consta da

apresentação do projecto “Os

Traquinas” da Associação de Pais da Escola EB1 do Fujacal e

do Banco Local de Voluntariado. Meia hora depois, a cooperati- va de ensino Alfacoop apresenta

o projecto “Nós e o Mundo (Eu- ropa - África).

O projecto dá a conhecer ex-

periências de Integração Escolar

e testemunhos de jovens oriun- dos de países de Leste.

A última sessão está marcada

para as 16.15 horas, altura em

que a empresa municipal de

haitação Bragahabit apresenta o projecto “Sistema Itinerante Brag@brinca”.

A apresentação está a cargo de

Carminda Domingues.

A sessão de encerramento do

Fórum Social decorre a partir

das 17 horas. Vão estar pre- sentes representantes da Co- missão de Protecção de Crian-

ças e Jovens, Alfacoop, Colé- gio de São Caetano e da Cruz Vermelha de Braga.

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8 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

12 de Agosto 2009 Correio do Minho // 15

> Os dados indicam que 70% das viaturas acabam por ser recuperadas.

FURTOS E ROUBOS DE VIATURAS

BRAGA

FURTOS E ROUBOS DE VIATURAS BRAGA

Homens são mais afectados pelo roubo violento de viaturas

Fenómeno conheceu em anos anteriores um crescimento no nosso país. Homens, com idade acima dos 44 anos são os mais antigidos. PSP deixa medidas de protecção.

> paula maia

O fenómeno não é novo, embora

não tenha registado muitos casos nos últimos meses no concelho.

O roubo violento de viaturas,

vulgarmente designado por

‘carjacking’, tem como princi- pais vítimas os homens, com idade superior a 44 anos.

O crime é praticado sobretudo,

no período nocturno, com os larápios a aproveitarem-se da falta de luminosidade e de um menor movimento que se verifi- ca nas ruas, factores que permi- tem camuflar a autoria destes crimes. Preparados com pro- menor, estes actos não surgem habitualmente de forma espon- tânea, como acontece com os furtos de viaturas e, principal-

mente, os furtos de interiores de viaturas, considerados crimes de oportunidade.

O roubo violento de viaturas é

praticado com recurso à violên- cia com armas de fogo, armas brancas conjugadas com a coa- ção física e/ou psicológica. Os dados indicam que 70% das viaturas acabam por ser recupe-

radas.

Medidas São vários os conselhos deixa- dos pela Polícia de Segurança Pública para evitar este tipo de crime, chamando-se particular

para evitar este tipo de crime, chamando-se particular DR Objectos deixados no interior das viaturas são

DR

Objectos deixados no interior das viaturas são motivo da maioria dos furtos registados

atenção ao ambiente envolvente e eventuais suspeitos. Evitar locais escuros e som- brios, onde a vitaura poderá facilmente ser alvo de roubo.

Furtos de objectos No caso dos furtos de objectos

localizados no interior das viatu- ras, a principal medida de pro- tecção passa, principalmente, por não deixar objectos no inte- rior das mesmas, objectos que suscitem a curiosidade do lará- pio e o incentive a furtá-los. Nunca deixe uma chave su-

plente guardada no porta-luvas. Poderá também usar trancas, bengalas de pedais de forma a evitar que a viatura seja furtada. Instalar um dispositivo anti- -roubo que será accionado quan- do alguém tentar abrir o carro é também outra solução.

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abrir o carro é também outra solução. Publicidade Contribua para a sua segurança • e Quando

Contribua para a sua segurança

e

Quando circular com a sua viatura faça-o com as portas trancadas

os vidros subidos.

Circule mantendo uma distância de segurança do carro que segue

à sua frente, além de uma maior visibilidade da via, também tem mais espaço para uma fuga de emergência.

• Para estacionar a sua viatura escolha locais iluminados e com movimento.

• Guarde as chaves suplentes em casa ou no seu bolso, mas nunca no interior da viatura.

• Não deixe objectos pessoais à vista no interior da viatura.

• Nunca abandone a viatura com o motor a trabalhar, mesmo que se- ja por breves instantes.

Contamos consigo

Furtos de viaturas

Além de fechar o seu carro:

- tranque as portas.

- guarde as chaves sobres-

salentes em casa ou no seu

bolso, mas nunca no interior da viatura.

- substitua os fechos de segu-

rança das portas por hastes fi- nas sem cabeça. É assim prati- camente impossivel puxá-los com um arame.

- quando estacionar , deixe o

lado do motor virado para o lo- cal mais visível. Se alguém lhe mexer será mais facilmente de- tectado.

- mesmo que a sua ausência

seja breve, nuca deixe o motor

a trabalhar. Nem mesmo num

parque de estacionamento.

- use um tampão do depósito

de gasolina com fechadura.

Como evitar o furto de objectos deixados no interior?

A melhor maneira é, sem

dúvida, nunca o fazer, mas, se tal não for possível, então:

- feche-os no porta-bagagens,

mas faça-o antes de chegar ao local onde vai estacionar, porque pode estar a ser observado. Os marginais utilizam muito o sistema de vigiar os parques, vendo quem guarda objectos de valor na mala do carro

- nunca deixe no porta-luvas os documentos da sua viatura, livros de cheques, cartões de crédito, armas de defesa

pessoal etc

este local oferece pouca

segurança e constitui um dos primeiros "esconderijos" a despertar a atenção

- em viagem não deixe a

bagagem no porta-bagagens, quando parar durante a noite, pois o seu peso e a conse- quente pressão que exerce sobre o sistema amortecedor, são facilmente detectáveis por um "profissional". * Instale um sistema amovível - a gaveta - para o seu rádio e leitor de cassetes.

Lembre-se que

6 // Correio do Minho 6 de Julho 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 9

> Declaração médica poderá atrasar a vacinação das grávidas de risco, diz o delegado de Saúde Pública.

VIRUS H1N1

BRAGA

SAÚDE

Autarca tomou vacina da gripe A

Presidente da câmara municipal incentivou população a tomar a vacina. O delegado de saúde disse que são poucas as grávidas de risco que já se vacinaram.

>

miguel viana

carenses a fazerem o mesmo. “Eu não tenho qualquer tipo de

O

presidente da câmara de Bra-

problemas em dizer que acredito

ga, Mesquita Machado, tomou

nos serviços de saúde. Se os

ontem a vacina contra o vírus da gripe A (H1N1). Pouco passava das 18 horas quando o autarca entrou para o gabinete médico, já que, apurou

serviços de saúde dizem que esta vacina é eficaz, pois com certeza que aqui estou, e aconselho os bracarenses, logo que puderem, a tomar a vacina, que é a única

o ‘Correio do Minho’, a respec-

tiva ficha foi feita previamente. No final, Mesquita Machado disse que “não doeu nada” levar

a vacina, e incentivou os bra-

maneira de evitarmos a respecti- va pandemia.” Questionado sobre se temia os efeitos secundários (febre, por

exemplo) o autarca bracarense

secundários (febre, por exemplo) o autarca bracarense Mesquita Machado tomou a vacina da gripe A respondeu

Mesquita Machado tomou a vacina da gripe A

respondeu que “antes temia a gripe A”, mas que agora está mais aliviado.

Grávidas de risco em falta Presente no acto médico es- teve, também, o delegado de saúde de Braga. João Manuel Cruz esclareceu que, para já, a vacina destina-se

a grávidas no segundo e terceiro trimestre com patologia e pes- soal das empresas essenciais. Se, no caso das empresas, o processo está a decorrer dentro da normalidade, o mesmo já não se passa no que diz respeito às grávidas. “As grávidas deste grupo (com patologia) precisam de uma de-

FLÁVIO FREITAS

claração médica e daí a razão de alguma morosidade no processo. Creio que na próxima semana a vacina vai ser alargada às grávi- das no segundo e terceiro trimestre, que só precisam do boletim de saúde de grávida. Es- peramos ter mais afluência aos serviços de saúde”, disse João Manuel Cruz.

UNIVERSIDADE DO MINHO

SASUM entrega bolsas de estudo a tempo e horas

> redacção

Os Serviços de Acção Social da Universi- dade do Minho (SASUM), já começaram

a pagar as bolsas de estudo para o ano de 09/10, aos alunos com mais de uma ins- crição na Universidade do Minho (UM). A celeridade deste processo é um dos grandes objectivos, para os SASUM, já que é fundamental e prioritário que os alunos receberem a bolsa no mês a que têm direito. “Bolsas de estudo a tempo e horas” é um lema que os SASUM assumem com se-

riedade no processo das bolsas de estudo

e que envolve grande parte da sua equipa do Departamento Social. “Os SASUM pretenderam, e numa altu-

ra em que a certificação dos serviços é

uma meta prestes a ser alcançada, primar uma vez mais por prestar um serviço de

alta qualidade, desta feita no que respeita

à distribuição das bolsas em tempo útil”,

adianta o administrador dos SASUM, Carlos Silva. Num momento em que as famílias, nomeadamente na região do Minho, pas- sam por dificuldades económicas, os SASUM assumem essa responsabilidade perante a comunidade académica, pois e como refere o administrador dos SASUM “é importante que os alunos recebam a bolsa quando precisam dela e não dois ou três meses depois”, pois se as verbas exis-

Segundo a listagem publicada, os SASUM receberam este ano 5021 candidaturas a bolsas de estudo de alunos com inscrição no ano anterior, rondando a média das bolsas os 187 euros, havendo bol- seiros que vão receber cerca de 600 euros.

tem, se foram assumidas e garantidas pela Direcção Geral do Ensino Superior (DGES), “os alunos não podem pagar pela incompetência dos serviços”. As listas dos alunos e os resultados das suas candidaturas a bolsa de estudo foram assim publicados no passado dia 28 de Outubro e começaram a ser pagas na pas- sada sexta-feira, cumprindo assim os pra- zos estipulados. Com isso os SASUM “estão a ajudar/fa- cilitar a vida (nada fácil) de alguns dos seus alunos, que no final deste mês vêm já as despesas a aumentar”, acrescentou o mesmo resposável. Segundo a listagem publicada, os SASUM receberam este ano 5021 candi- daturas a bolsas de estudo de alunos com inscrição no ano anterior, rondando a mé- dia das bolsas os 187 euros, havendo bol- seiros que vão receber cerca de 600 euros.

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10 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

6 de Julho 2009 Correio do Minho // 3

Mi

de Novembro 2009 6 de Julho 2009 Correio do Minho // 3 Mi WORKSHOP NO CARVALHO

WORKSHOP NO CARVALHO DE CALVOS FOI ADIADO Inicialmente agendado para hoje, foi adiado o workshop ‘Poupanças – Como gerir de forma saudável o seu dinheiro’, que teria como palco o Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos. Em comunicado à imprensa, a autarquia da Póvoa de Lanhoso informa que em breve será conhecida a nova data para realização desta actividade que visa

proporcionar uma gestão mais eficiente dos rendimentos das famílias em acompanhamento social no concelho povoense. O workshop é organizado pelo Centro de Interpretação do Carvalho de Calvos, em parceria com o Projecto Territórios_In, pretendendo, igualmente, assinalar com conselhos práticos e úteis o Dia Mundial da Poupança, celebrado a 31 de Outubro.

TERRAS DE BOURO

MINHO

TOMADA DE POSSE

31 de Outubro. TERRAS DE BOURO MINHO TOMADA DE POSSE FLÁVIO FREITAS Joaquim Cracel Viana traçou

FLÁVIO FREITAS

Joaquim Cracel Viana traçou ontem, na tomada de posse, o futuro do concelho de Terras de Bouro

na tomada de posse, o futuro do concelho de Terras de Bouro Cracel Viana quer revolucionar
na tomada de posse, o futuro do concelho de Terras de Bouro Cracel Viana quer revolucionar

Cracel Viana quer revolucionar o turismo

Os cinco elementos do executivo municipal de Terras de Bouro tomaram ontem posse das suas funções, assim como os membros da Assembleia Municipal. Na sua intervenção, Cra- cel Viana destacou o turismo, o emprego e os jovens como prioridades para este mandato.

> vera batista martins

“Este é um dia muito especial porque vou assumir funções co- mo presidente de Terras de Bouro. É um cargo de responsa- bilidade, ainda por cima num concelho com muitas dificul- dades e muitos problemas que temos agora de resolver”, disse aos jornalistas o novo presidente da Câmara Municipal de Terras de Bouro, que ontem tomou pos- se do cargo no edifício dos Pa- ços do Concelho. ‘Atacar’ a falta de emprego, apoiar ao máximo os jovens do concelho de forma a inverter a desertificação, apoiar fortemen- te o turismo e as populações do Parque Nacional da Peneda-Ge- rês estão entre os principais ob-

jectivos de Joaquim Cracel Viana, que quer também “procu- rar desenvolver no concelho in- fra-estruturas que garantam mais qualidade de vida” às popu- lações. A construção da via intermu- nicipal Homem-Lima é também uma das reivindicações. “Nós temos condições únicas para tornar Terras de Bouro num concelho de referência, sobretu- do ao nível do turismo. Temos duas albufeiras, temos paisagens deslumbrantes e temos o segun- do destino religioso mais impor- tante do país que é o Santuário de S. Bento da Porta Aberta”, em Rio Caldo, potencialidades capazes de atrair cada vez mais visitantes ao concelho, enume- rou o autarca.

“Nós temos condições únicas para tornar Terras de Bouro num concelho de referência, sobretudo ao nível do turismo”.

Fazendo um balanço dos últi- mos anos de gestão do PSD, o edil disse aos jornalistas que “foram oito anos onde o conce- lho esteve bastante parado. Tra- balhou-se em projectos mas não se concretizaram devidamente. É preciso uma nova dinâmica e uma nova força”, apontou. Para além do presidente da câ- mara foram ontem empossados os vereadores Luís Teixeira e Liliana Sousa (pelo Partido So-

cialista) e António Afonso e Adelino Cunha (pelo PSD). Seguiu-se a tomada de posse dos membros da Assembleia Municipal de Terras de Bouro, finda a qual se realizou a primei- ra reunião do órgão decisório. Na sua primeira intervenção pública como presidente da câ- mara, Cracel Viana realçou que “o povo escolheu de forma clara uma nova equipa e um novo pro- jecto” para o concelho. Afirmando que “Terras de Bouro precisa de todos para construir um futuro mais próspero”, o autarca apontou os equipamentos onde é necessá- rio melhorar a eficácia, como é o caso do Centro Interpretativo do Garrano, em Covide. “Bateremos a todas as portas

para que seja possível mais em- prego em Terras de Bouro”,

prometeu Cracel Viana, garan- tindo total apoio à juventude e à agricultura, através da criação do Gabinete de Apoio ao Jovem

e da Loja do Agricultor.

Auxiliar os estudantes e as famílias, subsidiar a construção

de habitação própria, fomentar a

natalidade, apoiar a construção

lares e centros de dia, reforçar os efectivos da GNR e os médicos

e enfermeiros no Centro de

Saúde são também objectivos do novo executivo municipal. Sobre o Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda- -Gerês, Cracel Viana propôs en- cetar uma negociação com o Ministério do Ambiente, assegu- rando a “luta pelos direitos das populações integradas no par- que”. Deixando a sua postura contida de lado, António Afonso, ex- -presidente da câmara, felicitou os novos dirigentes, garantindo que “o PSD fará uma oposição responsável, séria e exigente”. Assumindo a sua residência e o seu voto em Barcelos, Afonso disse que “não precisamos des- tes tachos para nada”. Reafirmando que “não pratica

a política do vale tudo”, António Afonso confessou, aos terra- bourenses, na despedida do car- go, que “partimos com a cons- ciência tranquila”.

4 // Correio do Minho 6 de Julho 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 11

> Para promover o programa junto da população foi lançado o desafio aos espaços de restauração.

GUIMARÃES

MINHO

CULTURA

Festival atinge maioridade

Decorre entre os dias 12 e 21 de Novembro a 18.ª edição do Guimarães Jazz, um festival de qualidade que traz este ano à cidade-berço Hank Jones Trio, Branford Marsalis Quartet, Cassandra Wilson, entre outros.

>

vera batista martins

A organização, a cargo da ‘Ofi- cina’, Convívio Associação Cul-

to, José Bastos da ‘Oficina’. Com o intuito de promover o

José Bastos, lembrando as t-shirt’s com o programa do fes-

2012, aquando da celebração da Capital Europeia da Cultura, “o

O

Guimarães Jazz atinge este

tural e Câmara Municipal de

programa junto da população,

tival e o cartão do Guimarães

Guimarães Jazz possa estar num

ano a maioridade, um evento

Guimarães, “tem procurado fa-

este ano a organização lançou o

Jazz que acompanhará a conta,

patamar mais alto” e conquistar

que ao longo de dez dias, de 12 a

zer um trabalho sustentado”, um

desafio a um conjunto de espa-

no final do almoço ou jantar.

novos públicos.

21

de Novembro, vai propor-

festival que tem atraído público

ços de restauração “para que

Destacando o percurso “notá-

Que o evento “cresça”, desejou

cionar ao público vimaranense um programa de qualidade.

de todo o país e da Galiza, disse, durante a apresentação do even-

pudessem ser os embaixadores do Guimarães Jazz”, salientou

vel” do projecto apresentado, José Bastos desejou que em

o representante da Associação Convívio, José Torrinha.

o representante da Associação Convívio, José Torrinha. DR Cassandra Wilson sobe ao palco dia 20, às

DR

Cassandra Wilson sobe ao palco dia 20, às 22 horas

ESPECTÁCULOS

Evento dá música em nove concertos

> v.b.m.

Reconhecido por ser um dos melhores a nível nacional, o programa do Guimarães Jazz conseguiu, ao longo da sua existência, conquistar um lugar de destaque no panora- ma do jazz nacional e internacional, sendo “hoje um fes-

tival de referência e uma iniciativa singular”, palavras de Ivo Martins, director do Guimarães Jazz.

O

concerto inaugural, ‘Kind Of Blue @ 50’, celebra às

22

horas do dia 12 de Novembro o 50.º aniversário do

lançamento original deste importante disco de Miles Davis. Hank Jones Trio sobe ao palco do Centro Cultural Vila Flor no dia 13, seguindo-se nos dias 14 e 15 Branford Marsalis Quartet e o Projecto TOAP/Guimarães Jazz,

que encerra a primeira semana de concertos do festival. George Colligan Quintet, Overtone Quartet, Cassandra Wilson e Dave Douglas actuam às 22 horas dos dias 18, 19, 20 e 21, respectivamente. Dirigida por George Colligan, a Big Band da ESMAE sobe ao palco pelas 18 do dia 21. A entrada é livre.

À semelhança das edições anteriores, as Jam Sessions e

as oficinas de Jazz decorrem no café-concerto do Centro

Cultural Vila Flor e na Convívio Associação Cultural.

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oficinas de Jazz decorrem no café-concerto do Centro Cultural Vila Flor e na Convívio Associação Cultural.

12 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

2 de Novembro 2009 Correio do Minho // 13

JOVEM ENCONTRADO MORTO JUNTO À ESTAÇÃO EM GUIMARÃES Um homem foi encontrado morto, no domingo, junto às instalações da estação da CP em Guimarães. A vítima, com 29 anos de idade, foi transportada à morgue da unidade de Guimarães do Centro Hospitalar do Alto Ave. De acordo com o ‘Guimarãesdigital’, o jovem é natural de Selho S. Jorge e residente em Fafe.

o jovem é natural de Selho S. Jorge e residente em Fafe. DETIDOS COM ÁLCOOL A

DETIDOS COM ÁLCOOL A MAIS E CONDUÇÃO ILEGAL A GNR deteve anteontem quatro indivíduos por condução sob efeito do álcool em Vizela, Barcelos, Guimarães e Vila Nova de Famalicão. Na Avevida dos Bombeiros Voluntários em Vizela, pelas 7 horas, foi detido um homem com uma taxa de alcoolemia de 1,90g/l; às 22.30 horas em Gavieira, Barcelos, foi detido um indivíduo com

uma taxa de álcool de 1,44g/l; em Briteiros Santo Estêvão, em Guimarães, foi detido um sujeito com uma taxa 1,79g/l e em Vila Nova de Famalicão, pelas 3.29 horas, foi detido um homem por conduzir com 1,54g/l. Em Barcelinhos, concelho de Barcelos, os militares da GNR detiveram, às 22.30 horas do passado domingo, um indivíduo por conduzir um automóvel sem habilitação legal para o efeito.

um automóvel sem habilitação legal para o efeito. GERÊS MINHO AMBIENTE Gestão activa em carvalhal

GERÊS

MINHO

AMBIENTE

Gestão activa em carvalhal raro

O Plano de Ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês prevê medidas de gestão activa das áreas de inte- resse geológico excepcional como é o caso da Mata da Albergaria, uma floresta no máximo da sua evolução.

>

redacção/lusa

O

Plano de Ordenamento do

Parque Nacional da Peneda- -Gerês prevê medidas de gestão activa dos ecossistemas e das áreas de interesse geológico ex- cepcional, casos da Mata Na- cional do Gerês, um carvalhal raro na Península Ibérica e na Europa. Em declarações à Lusa, o bió- logo Henrique Carvalho adian- tou que a Mata Nacional do Gerês, que se estende por 15 mil hectares, tem no seu núcleo cen-

tral - a Mata da Albergaria - um carvalhal climáxico, ou seja, “uma floresta no máximo da sua evolução, com árvores com mais

de 400 anos”.

“Um carvalhal como este tem um longo processo de evolução:

começa por ser apenas vege- tação, com líquenes e musgos, depois passa a fetos, e a matos com algum porte arbóreo e de- senvolve-se até se tornar num carvalhal denso”, explicou. Henrique Carvalho frisou que a

intervenção neste tipo de flores-

ta visa, nomeadamente, “evitar a

degenerescência das árvores”, já que - acentuou - “ou há regene- ração das árvores ou a floresta pode voltar ao ciclo inicial”.

A Mata de Albergaria, única no

país, pertence ao Estado desde finais do século XIX, estando,

pertence ao Estado desde finais do século XIX, estando, DR Mata da Albergaria é “uma floresta

DR

Mata da Albergaria é “uma floresta no máximo da sua evolução, com árvores com mais de 400 anos”

agora, sob gestão do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

Além da intervenção na Mata Nacional, o documento prevê acções idênticas nos complexos higro-turfosos do Planalto de Castro Laboreiro, do Planalto da

Mourela, e na Mata do Mezio, onde se registou, em 2008, um grande incêndio.

Discussão pública

O documento, que se encon-

tra em discussão pública, prevê

ainda intervenções, a curto pra- zo, em manchas de espécies invasoras lenhosas, e em áreas degradadas por extracção de inertes.

O Plano, que irá substituir o

que está em vigor desde 1995, salienta que se trata de “áreas de

intervenção específica para a

conservação dos valores natu- rais, da biodiversidade e da geo- diversidade, por serem pos- suidoras de um valor biológico cuja conservação carece de cuidados de manutenção ou re- cuperação”.

O director do Parque, Lagido Domingos, adiantou aquando da apresentação do Plano, que, no

domínio florestal o “objectivo da intervenção é o de promover a preservação e restauração dos habitats de vegetação arbórea, com relevo para os carvalhais, incluindo sobreirais, azerais e medronhais”. Pretende-se ainda “intervir nos bosques e louriçais, nos bosques de teixo e nos ripícolas, nos pi-

O biólogo Henrique

Carvalho frisou que

a intervenção neste

tipo de floresta visa “evitar a degenerescência das árvores”.

nhais de pinheiro-silveste reli- quiais, nos matos montanos, in- cluindo zimbrais e matos co- linos, nos complexos higrotur- fosos e na vegetação rupícola e aquática não arbórea”. O documento identifica como áreas de intervenção específica para a valorização cultural e pa- trimonial o Castelo Medieval de Castro Laboreiro, as necrópoles megalíticas de Castro Laboreiro, Lamas do Vez, Britelo e Mou- rela, os Fojos do Lobo da Pene- da e Soajo e o Mosteiro de Santa Maria das Júnias, em Montale- gre.

PENEDA-GERÊS

Parque Internacional luso-galaico tem 400 cabras selvagens

>

redacção/lusa

zona entre o PNPG e o Parque galego do Xurés Baixo-Límia.

to de conservação do Parque Internacional já em curso entre a

O

Parque Internacional luso-

A sua população tem vindo a

Junta da Galiza e o Instituto por-

-galaico Gerês/Xurés tem uma população de cabra selvagem

pirenaica, da subespécie ‘Vitó- ria’, calculada em mais de 400

aumentar gradualmente, dada a ausência de predadores impor- tantes, havendo já a possibili- dade de ter chegado ao meio

tuguês da Conservação e da Biodiversidade, financiado por fundos comunitários, e que é apresentado dia 12 em Santiago

animais, disse fonte do Parque

milhar: “escondem-se em pedras

de

Compostela, Espanha.

Nacional da Peneda-Gerês.

nos altos e o lobo tem dificul-

Na área protegida está também

O biólogo Henrique Carvalho

adiantou que as cabras vagueiam livremente nos pontos mais altos dos rochedos graníticos numa

dade em lá chegar”, frisou. A realização de um atlas da fauna e da flora comuns é uma das acções previstas num projec-

a aumentar a população de

corços devido ao abandono da agricultura nas regiões serranas e à regressão da caça furtiva.

nas regiões serranas e à regressão da caça furtiva. DR Cabras vagueiam numa zona entre o

DR

Cabras vagueiam numa zona entre o PNPG e o Parque galego do Xurés

4 // Correio do Minho 6 de Julho 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 13

> Os órgãos autárquicos de Valença foram ontem empossados.

VALENÇA

MINHO

TOMADA DE POSSE

Mendes à reconquista da centralidade

Os órgãos autárquicos foram ontem à tarde empossados. Jorge Mendes, eleito pelo Partido Social-Democrata, tomou posse das funções da presidência da câmara, sucedendo ao socialista José Luís Serra, que esteve no poder durante dois mandatos.

> marta caldeira

Jorge Mendes, eleito pelo Par- tido Social-Democrata nas últi- mas eleições autárquicas, foi on- tem empossado presidente da Câmara Municipal de Valença, e foi nesse acto cerimonial que prometeu fazer do concelho “um grande destino turístico do Noroeste Peninsular”. O auditório da câmara valen- ciana encheu-se para assistir à cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos autárquicos, onde Júlia Paula, presidente de Caminha e Francisco Araújo , de Arcos de Valdevez, juntamente com Aguiar Branco, todos fi- guras emblemáticas do PSD, fi- zeram questão de marcar pre- sença. Além de Jorge Mendes, o PS elegeu, ainda, Manuel Rodri- gues Lopes, Maria José Domin- gues e José Manuel Temporão, compondo desta forma a maioria camarária. Recorde-se que a candidatura de Jorge Mendes retirou do e-xecutivo camarário José Luís Serra, do Partido Socialista (PS), que acabou por ser também eleito para a câmara, com Fer- nando Rodrigues e Ângela Evangelista.

a câmara, com Fer- nando Rodrigues e Ângela Evangelista. DR Jorge Mendes, eleito pelo PSD, foi

DR

Jorge Mendes, eleito pelo PSD, foi ontem empossado presidente da câmara de Valença

Por seu turno, a Assembleia Municipal passa, agora, a ser presidida por Álvaro Gomes (PSD). “Está na hora de Valença po- tenciar a sua memória colectiva:

o seu legado histórico, cultural e desportivo, dando-lhes oportu-

nidades. O nosso projecto de animação assentará naquilo que é nosso”, indicou Jorge Mendes, na sua intervenção, intercalada por várias sessões de aplausos. O autarca de Valença disse que há que fazer novas apostas, co- mo por exemplo “num equipa-

mento cultural digno de uma sede de concelho”. Um dos pro- jectos que pretende levar a cabo a esse nível é a criação de um centro cultural - “onde as nossa gentes poderão apresentar o seu trabalho, bem como os novos es- paços públicos de lazer para

convívio inter-geracional”. Fazer de Valença um destino turístico é também uma das metas a que o novo executivo da câmara se propõe. “É preciso transformar Valença numa terra

de turismo, divulgando a nossa jóia da coroa - a Fortaleza - mas também resolver o drama do Convento de Sanfins”, destacou

o edil valenciano. Os principais planos nessa área passam pela criação de circuitos turísticos e zonas de estaciona- mento, bem como pelo apoio a investidores hoteleiros, além da promoção, juntamente com Tuy, da candidatura a património da Humanidade.

“Está na hora de Valença potenciar a sua memória colectiva: o seu legado histórico, cultural e des- portivo, dando-lhes oportu- nidades. O nosso projecto de animação assentará naquilo que é nosso”.

Jorge Mendes mostra-se tam- bém resoluto em “reconquistar” para Valença a centralidade no Alto Minho, investindo em sec- tores determinantes e estratégi- cos como numa forte dinâmica turística, industrial, comercial e agrícola. Tudo para que “não as- sistamos à saída constante de equipamentos públicos essen- ciais à nossa terra”. O autarca quer ver concretiza- dos projectos que dependem da administração central como a variante à sede do concelho, pro- longamento do IC1 até Valença, plataforma logística, TGV, entre outros. “Está na hora de Valença voltar

a liderar os destinos políticos do Alto Minho”, apontou.

PONTE DE LIMA

Unidade de Saúde Familiar ‘Mais Saúde’ entrou ontem em funcionamento

Familiar ‘Mais Saúde’ entrou ontem em funcionamento A Unidade de Saúde Familiar (USF) 'Mais Saúde',

A Unidade de Saúde Familiar (USF) 'Mais Saúde', Ponte de Lima, entrou ontem em funcionamento. A unidade, sita na Urbanização 'Olho Marinho', é a 101ª a ser criada na região Norte. Dimensionada para fazer o atendimento a cerca de 10 mil utentes, a USF 'Mais Saúde' vai funcionar das 08.00 às 20 horas, de segunda a sexta-feira. Vigilância, promoção da saúde e prevenção da doença nas diversas fases da vida são os serviços assegurados pela unidade ‘Mais Saúde’. Serviços estes nas valências de medicina geral, saúde da mulher e do recém-nascido, da criança e adolescente, saúde do adulto e do idoso, cuidados em situação de doença aguda, acompanhamento clínico das situações de doença crónica e patologia múltipla, cuidados no domicílio e integração e colaboração em rede com outros serviços, sectores e níveis de diferenciação, numa perspectiva de ‘gestor de saúde’ do cidadão.

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Estão abertas inscrições para:

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14 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

12 de Julho 2009 Correio do Minho // 3

3 de Novembro 2009 12 de Julho 2009 Correio do Minho // 3 CERCA DE 400

CERCA DE 400 ALUNOS FALTARAM ÀS AULAS:

32 COM GRIPE A COMPROVADA Cerca de 400 alunos de Valença do Mi- nho faltaram ontem às aulas, a maior parte dos quais devido a infecção pelo vírus da gripe A (H1N1), revelou a auto- ridade de saúde pública local. De acordo com a mesma fonte, estão clinicamente comprovados 32 casos de gripe A, mas "a grande maioria" dos 400 alunos que

faltaram às aulas ontem apresenta a mesma sintomatologia, "pelo que se po- de afirmar que sofrem da mesma doen- ça". Contudo, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) ressalva, em comunicado, que "uma parte" do absen- tismo ontem verificado "é devido à preo- cupação dos pais e não necessariamente à doença em si". A fonte refere ainda que "não se regista nenhum caso grave, in- clusive nenhuma criança foi internada".

No lote dos infectados "há também qua- tro professores, com a mesma sintoma- tologia", lê-se na nota. Face a esta si- tuação, a autoridade de saúde local acti- vou, desde ontem, a vacinação de todas as grávidas de segundo e terceiro tri- mestre do concelho, bem como os pro- fissionais do Centro de Saúde de Valen- ça do Minho, no distrito de Viana do Castelo. A seguir serão contactados os doentes crónicos considerados de risco.

VALENÇA

MINHO

GRIPE A

Alunos com febre foram para casa

A Escola Básica 2,3 enviou ontem dezenas de alunos para casa por apresentarem febre acima dos 37 graus centígrados.

> redacção/lusa

A Escola Básica 2,3/S de Va- lença, distrito de Viana do

antes de sair de casa, a filha ape- nas apresentava uma “tosse leve”, admitindo que a filha terá

Castelo, já enviou ontem perto

ficado doente na própria esco-

de duas dezenas de alunos para

la.

casa por apresentarem febre aci- ma dos 37 graus centígrados. Os encarregados de educação destes alunos foram contactados para os irem buscar à escola, onde se encontravam isolados numa sala, com máscara. Vários pais reclamam já o

“Isto para mim foi uma bomba” Há ainda outros encarregados de educação que, embora não tenham sido contactados pela direcção, decidiram ir buscar os seus filhos à escola, con- fessando-se “alarmadados” com

encerramento imediato da esco-

o

elevado número de casos

la, dado o elevado número de alunos com gripe A já confirma- da no concelho. “Estão à espera de quê para

de crianças afectadas com a gripe A noticiados pela comu- nicação social. “Isto para mim foi uma bom-

fechar isto?”, questionou Paula

ba”, exclamou Sónia Faria, mãe

Saraiva, mãe de uma aluna que

de

uma aluna que até ao momen-

ontem foi mandada para casa

to

não apresentou quaisquer sin-

com febre. Esta encarregada de educação afirmou à Lusa que de manhã,

tomas de doença. O delegado de saúde de Va- lença, Amílcar Lousa, esteve no

delegado de saúde de Va- lença, Amílcar Lousa, esteve no ARMÉNIO BELO/LUSA Pais dos alunos de

ARMÉNIO BELO/LUSA

Pais dos alunos de várias escolas de Valença tiveram que ir buscar os filhos porque tinham febre

no estabelecimento de ensino re- unido com o conselho executivo daquela escola, e acabaram por decidir não fechar as escolas. Antes da reunião, o responsá- vel sanitário disse que a situação

“aparentemente está estabiliza- da”. O coordenador da Unidade de Saúde Pública do Alto Min- ho, Carlos Pinheiro, afirmou domingo que cerca de 300 alu- nos das escolas do concelho de

Valença tinham sintomas de in-

fecção com gripe A, mas que não é caso para alarme, números que ontem poderiam subir para 400, se bem que no fecho desta

edição apenas 32 casos de gripe

A estavam comprovados clinica-

mente. O delegado de saúde de Valença adiantou à Lusa que, en- tre as crianças doentes, “não há nenhum caso grave”. Na sequên-

cia deste surto vai ser acelerado

o processo de vacinação no con-

celho, que arrancará hoje mesmo com os profissionais de saúde e

as grávidas do 2.º e 3.º trimestre.

Segundo Carlos Pinheiro, a gripe A “atacou” em todas as es- colas do concelho, à excepção de uma, sendo que o número mais elevado de casos se regista na EB 2,3/S de Valença. Numa

EB1 do concelho, a taxa de alu-

nos infectados atinge os 43 por cento. Ontem, dos 1600 alunos que frequentam as várias escolas do concelho, 400 faltaram às aulas. O responsável sanitário admi-

tiu que este surto de gripe em Valença se poderá ter ficado a dever à proximidade com a Ga-

liza, região espanhola onde tam- bém já se registaram vários doentes infectados pelo vírus

H1N1.

“É uma hipótese, mas não o podemos afirmar categorica- mente”, referiu o coordenador.

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categorica- mente”, referiu o coordenador. Publicidade SÓ UMA ESCOLA SOBROU EM VALENÇA Gripe que assolou as

SÓ UMA ESCOLA SOBROU EM VALENÇA

Gripe que assolou as escolas de Valença “é a primeira epidémica” local

O director da Escola Nacional de Saúde Pública afirmou ontem que o surto de gripe que

assolou todas as escolas de Valença, à excepção de uma, é a “primeira onda epidémica” a nível local em Portugal. “Até agora, os casos (de gripe A) tinham sido difusamente distribuídos pelo país, com excepção para alguns focos ocorridos em escolas”, adiantou à agência Lusa Constantino

Sakellarides. Na sexta-feira, dos 1600 alunos que frequentam as várias escolas do concelho de Valença, Viana do Castelo, 300 faltaram às aulas por terem contraído gripe A (H1N1). Segundo o coordenador da Unidade de Saúde Pública do Alto Minho, Carlos Pinheiro, a gripe A "atacou" em todas as escolas do concelho, à excepção de uma, sendo que o número mais elevado de casos se regista na EB 2,3/S de Valença. Numa EB1 do concelho,

a taxa de alunos infectados atinge os 43 por cento.

Constantino Sakellarides explicou que o facto do surto de gripe ter ocorrido em “praticamente todas as escolas do concelho indica que se trata, provavelmente, da primeira onda epidémica do país a nível local”, adiantando que a situação deverá ser estudada.

20 // Correio do Minho 29 de Setembro 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 15

Ec

PCP CONTESTA TAXA SOBRE PAGAMENTOS POR MULTIBANCO O Partido Comunista Português afirmou- -se ontem contra a cobrança aos consumidores de uma taxa por fazerem pagamentos por multibanco, tendo entregue na Assembleia da República um pedido de apreciação parlamentar do diploma que prevê essa possibilidade, em vigor desde domin- go.

GRUPO FDO ATINGE 222 ME DE FACTURAÇÃO EM 2008 FDO Construções, com um volume de negócios de 169 ME, foi a empresa que mais contribuiu para os resultados regis- tados pelo Grupo. O Grupo FDO atingiu em 2008 um volume de facturação de 222 milhões de euros, 40 por cento aci- ma dos números de 2007. Os valores agora apurados revelam que a FDO Construções foi a empresa com maior

expressão do Grupo, tendo registado um volume de negócios de 169 milhões de euros. Ao nível dos sectores que mais

contribuíram para a facturação registada,

a área de Engenharia lidera, seguindo-se

o sector de Imobiliária e o Internacional. Em 2008, o Grupo FDO assumiu-se como um novo player no mercado de retalho, tendo inaugurado o VIVACI Guarda e VIVACI Caldas da Rainha.

tendo inaugurado o VIVACI Guarda e VIVACI Caldas da Rainha. UM AMBIENTE BEM SINGULAR ECONOMIA BRAGA

UM AMBIENTE BEM SINGULAR

ECONOMIA

BRAGA

‘Loja da Sé’ concretiza sonhos ímpares dos pais

À sombra da secular imagem da Senhora do Leite nasceu um novo conceito de loja de in- teriores e decoração com requinte, dinamiza- da por duas jovens empresárias que lhe deram o apropriado nome de ‘Loja da Sé’.

> redacção

O design moderno nas utilida-

des, a imparidade dos artigos de decoração e a exclusividade dos

móveis ficaram patentes na ceri- mónia de inauguração daquele novo espaço comercial situado no gaveto das ruas de S. João e

do Forno.

Várias figuras públicas e estre- las da TV deram mais glamour à inauguração à qual não faltou a vereadora das actividades eco- nómicas em jeito de apreço e es- tímulo a esta aventura empresa-

rial de Madalena Vieira e Filipa Ribeiro. Um porto de honra ao

som de acordes melodiosos, criaram um ambiente de intimi- dade e cumplicidade entre os convidados das duas empresá- rias. Formada em Engenharia Têx- til, Madalena Vieira, nunca tinha pensado em abrir o seu próprio negócio, até ao nascimento de Carolina, a sua filha, em 2005, altura em que os seus projectos de vida foram de novo equacio- nados. Maravilhada com a sen- sação de ser mãe, e surgindo a

BRAGA: NA FREGUESIA DE REAL

de ser mãe, e surgindo a BRAGA: NA FREGUESIA DE REAL DR Madalena Vieira, uma das

DR

Madalena Vieira, uma das responsáveis pelo novo espaço de decoração ‘Loja da Sé’

oportunidade de abrir uma loja, Madalena decidiu trocar a vida de Engenheira Têxtil, pela de empresária ligada a este sector mas com a possibilidade de uma maior flexibilidade de horários, que permitia maior dedicação à filha e ter uma actividade que enriquecesse o tecido comercial do Centro Histórico de Braga.

Singularidade exclusiva

O que torna esta loja singular é

a possibilidade de cada projecto

de quarto, por exemplo, ser de- senvolvido de forma personali-

zada, tendo em consideração o desejo e o gosto de cada cliente em busca da perfeição na deco- ração do quarto dos seus bebés. Com uma equipa qualificada para atender aos mais diversos gostos, a Loja de Sé oferece aos potenciais clientes móveis de design exclusivo, decoração, en- xovais para a maternidade, lem- branças e presentes para a espe- cial ocasião, que é o nascimento

de uma nova vida. Madalena Vieira e Filipa Ri- beiro querem proporcionar aos pais um “encontro entre o desejo

e realização de um sonho”. Assente no sucesso que a sua loja ‘Era uma vez’ conquistou em Matosinhos, Madalena Viei- ra abre outra loja, agora em Bra- ga, em parceria com Filipa, a qual possibilita ambientes con- fortáveis e acolhedores, com ar- tigos e produtos de bom gosto e inovadores. Frente ao Rossio da Sé, Ma- dalena e Filipa encontraram, nu- ma antiga mercearia que remo- delaram totalmente, o ambiente de fantasia que os seus móveis e decorações nos transmitem.

‘Clínica dos Lagos’ festeja primeiro aniversário

‘Clínica dos Lagos’ festeja primeiro aniversário D.R. Clínica dos Lagos está instalada na freguesia de

D.R.

Clínica dos Lagos está instalada na freguesia de Real, em Braga

> redacção

Há já um ano a servir todos aqueles que a procuram, a Clíni- ca dos Lagos é uma prova do que se pode crescer e evoluir em tão curto espaço de tempo. Des- de Novembro de 2008 que a Clí- nica dos Lagos serve a popula- ção de Real, freguesia onde se encontra, assim como toda a po- pulação de Braga. A facilidade de estacionamento, uma locali- zação privilegiada a escassos minutos do centro de Braga, a facilidade de acessos, os diver-

sos serviços prestados, assim co- mo a simpatia de atendimento desta Clínica, fazem com que se- ja visitada por um número cres- cente de utentes.

A Clínica dos Lagos continua a

prestar diversos serviços de

saúde acompanhados por uma excelente equipa de médicos e técnicos de saúde. Assim sendo, mantém os serviços com que ini- ciou a sua actividade, sendo eles, o serviços de recolha de análises clínicas através do labo- ratório de análises Hilário de Li- ma, serviços de Enfermagem na própria Clínica e ao domicílio, Medicina Dentária, Clínica Ge- ral e Medicina do Trabalho, Pe- diatria, Psicologia, Terapia da Fala, consulta de Cirurgia Geral, Ortopedia, Cardiologia, Obste- trícia/Ginecologia, Urologia, consulta de obesidade/diabetes/ doenças endócrinas e Nutrição. Para além destes, ao longo deste ano, a Clínica dos Lagos expan- diu os seus serviços de modo a

proporcionar uma maior oferta aos seus utentes, tendo Psiquia-

tria, Podologia e, brevemente, Dermatologia e rastreios audio- lógicos. A Clínica dos Lagos continua a crescer, tanto ao nível de recur- sos humanos, como ao nível de material e de meios técnicos para melhor servir a população. Acima de tudo, a Clínica dos Lagos continua empenhada em oferecer a todos aqueles que a procuram, serviços de qualidade num ambiente acolhedor, har- monioso e de confiança, assim como dar continuidade às suas actividades de sensibilização da população para a importância da prevenção na Saúde. A Clínica dos Lagos espera, “continuar a valorizar a localida- de onde se encontra, a cidade e a vida de todos aqueles que a pro- curam”, dizem os responsáveis.

16 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

22 de Setembro 2009 Correio do Minho // 15

Id

“O estado francês investe 15 milhões de euros na acção ‘Meu Jornal Oferecido’, em que jovens dos 18 aos 24 anos recebem grátis, uma vez por semana ao longo de um ano, o seu título favorito.”

“Há um ano, o Governo aprovou sozinho uma "espécie de nacionalização" do BPN. Hoje, sem maioria absoluta, talvez o país não estivesse a pagar este buraco.”

“Desde Guterres que o PS se desabituou a fazer grandes mu- danças no programa eleitoral. Muda o nome - para programa de governo - e pouco mais. O princípio não é mau - só o pri- meiro foi sufragado.”

João Vaz

Honório Novo

Miguel Pacheco

Correio da Manhã, 02/11/09

Jornal de Notícias, 02/11/09

i, 02/11/09

IIMMPPRREESSSSÕÕEESS COSTA GUIMARÃES

Mostrar o doente mental A integração social da pessoa com doença mental é o mote

Mostrar o doente mental

A integração social da pessoa com doença mental é o mote de

um livro da Fundação São João de Deus, que foi lançado recen-

temente em Lisboa e que reúne várias pinturas e textos literários realizados por doentes. Lançado a propósito do Dia da Saúde Mental, assinalado a 10 de Outubro, o “CRIAMENTEARTE - Arte e Saúde Mental” é o símbolo de uma campanha que alerta para a não discriminação da pessoa com doença mental.

O desafio de reunir trabalhos plásticos e textos literários foi

lançado aos doentes e responsáveis dos Centros Assistenciais do

Instituto São João de Deus, tendo sido seleccionados para o livro 15 trabalhos literários e outros tantos desenhos. Trata-se de magníficos artistas que mostram no livro que é na simplicidade que a arte do belo se manifesta e mostram que os doentes mentais têm muito a dar à sociedade através da sua arte, como forma de comunicar. Depois de tantas décadas em que as famílias tinham vergonha de assumir um doente mental e os escondia, tantas vezes junto dos animais domésticos, está a fazer-se uma caminhada lenta mas eficaz para domesticar aqueles que se envergonham dos seus doentes mentais.

O único caminho destas pessoas — no patamar da dignidade

dos direitos humanos — consista na integração destes doentes, no sentido de lutar contra a estigmatização e exclusão social frequentes nas pessoas com doença mental, quantas vezes desencadeadas pelos próprios pais. Em boa hora, a Fundação São João de Deus dá uma visão posi- tiva sobre a pessoa com doença mental, porque só assim se destroem preconceitos enraizados especialmente nas aldeias mais recônditas deste país.

O financiamento de actividades ocupacionais e da reabilitação

dos utentes internados, fomentando a sua integração social e co-

munitária deve ser uma prioridade de um governo civilizado.

A indiferença para com estes doentes é uma escandalosa

cumplicidade com os atentados que contra os deficientes foram perpetrados ainda há poucas décadas na Europa, com o irromper do nazismo. Quando nada fazemos pelos doentes mentais, estamos a seguir as pisadas daquelas ideologias que apontavam para a pureza da raça e a negar o princípio da igualdade de direitos na diferença.

http://www.correiodominho.pt/ cronicas
http://www.correiodominho.pt/
cronicas
na diferença. http://www.correiodominho.pt/ cronicas Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publici- dade,

Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publici- dade, SA. Pessoa colectiva n.º 504 265 342. Capital social: 150 mil €uros. N.º matrícula 6096 Conservatória do Registo Comercial de Braga.

SEDE Praceta do Magistério, 34, Maximinos, 4700 - 236 BRAGA, Apartado 2290. Telefone: 253309500 (Geral) e 253309507 (Publicidade). Fax: 253 309525 (Redacção) e 253 309526 (Publicidade). CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Manuel F. Costa (Presidente); Armindo A. Araújo Veloso, Daniel Pedro Gonçalves, Jorge Miguel B. Faria e Paulo Nuno M. Monteiro. administracao@correiodominho.pt EDITOR Arcada Nova – Comunicação, Marketing e Publicidade, SA DIRECTOR COMERCIAL António José Moreira comercial@correiodominho.pt DIRECÇÃO DE CONTEÚDOS António Costa Guima- rães (C.P. 854) costaguimaraes@correiodominho.pt DIRECTOR DO JORNAL Paulo Monteiro (CP1838). director@correiodominho.pt CORPO REDACTORIAL redaccao@correiodominho.pt

Chefe de Redacção: Ricardo Vasconcelos (CTP197). Redacção: António da Costa Guimarães (C.P. 854), Carlos Costinha Sousa (CTP 665), Joana Russo Belo (CP6406 ), José Paulo Silva (CP 1210), Luís Filipe Fernandes (CP356), Marlene Cerqueira (CP 5505), Marta Caldeira (CP7761), Miguel Machado (CP7631), Patrícia Sousa (CP5948), Paula Maia (CP 6438), Paulo Machado (CP5257), Rui Miguel Graça (CP7506), Rui Serapicos (CP 2638), Teresa Marques da Costa (CP 5501), e Vera Batista Martins (CP 8421). Fotografia: Flávio Freitas e Rosa Santos (CP 6695). Revisão: Carlos Murta. Grafismo: Rui Palmeira (Coordenador), Francisco Vieira, Filipe Leite, Filipe Ferreira e Irene Gonçalves. Nota: Os textos assinados são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. V. N. Famalicão: Edifício Vinova, Rua Adriano Pinto Basto, 228 - 2.º andar / sala 16, Tel/fax: 252 375213 ASSINATURAS assinaturas@correiodominho.pt ISSN 9890; Depósito legal n.º 18079/87; Registo na ERC n.º 100043; Distribuição VASP; Noticiário: Lusa. IMPRIME: Naveprinter, Indústria Gráfica do Norte, SA. Lugar da Pinta, km7,5. EN14 - Maia. Telef: 229 411 085. Fax: 229 411 084. TIRAGEM 8 000 exemplares

IDEIAS ESCREVE QUEM SABE ABÍLIO VILAÇA * Cuidado com a cafetização das cidades e localidades
IDEIAS
ESCREVE QUEM SABE
ABÍLIO VILAÇA *
Cuidado com a cafetização
das cidades e localidades
A
criação de empresas requer
uma atitude mais responsável
por parte das diferentes enti-
dades que têm a seu cargo o
aconselhamento e o licencia-
mento.
Tem-se verificado um grande
crescimento do número de Ca-
fés na região. Muitos dos novos
Cafés situam-se a menos de 50
metros de outros já existentes.
Quando percorremos as dife-
rentes localidades, freguesias e
novas zonas habitacionais, so-
mos surpreendidos pelo elevado
número de Cafés existente.
Constata-se que não se fizeram
estudos sobre o impacto do no-
vo Café na localidade e também
se verifica a ausência de qual-
quer estudo de mercado ou de
viabilidade económica.
Abre-se um Café, e pronto!
Que seja o que Deus quiser!
Estamos portanto na era da
‘Cafetização’. Os problemas
surgem depois com a degrada-
ção do ambiente empresarial.
O lamentável é que muitas das
situações surgem por orientação
de certos gabinetes e até apoia-
dos por financiamento público.
Temos uma tendência para o
abismo e para criar situações
bizarras.
No domínio do Ordenamento
do Território, os perímetros ur-
banos propostos nos PDM de
todos os Concelhos do país per-
mite alojar 30 milhões de ha-
bitantes, o triplo da população
residente em Portugal.
Estima-se que no Distrito de
Braga existam 1.500 Salões de
Cabeleireiro, Gabinetes de Esté-
tica, Clubes e Institutos ligados
aos cuidados pessoais. Somos
também campeões nos telemó-
veis com mais de dois telemó-
veis por habitante, etc, etc.
Montar uma empresa é uma
atitude muito séria e digna de
elogios já que os empreende-
dores demonstram coragem e
inconformismo. Todavia o mais
importante é criar empresas em
novos domínios da indústria, do
comércio, do turismo e dos ser-
viços. Copiar apenas os outros
pode sair mal. Pois a entrada em
concorrência directa entre pe-
quenos Cafés tem tendência
para forçar a descida de preços e
o
aumento dos serviços com re-
flexo sobre os custos. Desta for-
ma força-se a redução da mar-
gem de lucro e na maioria das
vezes inicia-se o processo de fa-
lência.
Atenção que as PME’s são
uma força positiva para o país e
não podemos desperdiçar ener-
gias.
* Director geral da Associa-
ção Comercial de Braga
http://www.correiodominho.pt/
cronicas
CORREIO DO LEITOR
JOSÉ MANUEL LOPES FERREIRA*
Bracarenses envergonhados?
“Quem teve oportunidade de
assistir ao vivo no Estádio AXA
ao encontro Sporting Clube de
Braga/Sport Lisboa e Benfica,
não teve dúvidas em reconhecer
que dentro das quatro linhas a
equipa minhota foi muito supe-
rior à equipa lisboeta. Foi mais
sentes na bancada a torcerem
pelo Braga. Afinal é o clube da
nossa cidade e até não nos está
a envergonhar, pelo contrário.
Comprendo que possa haver
quem seja simpatizante do Ben-
fica, do Porto e do Sporting.
Mas toda essa gente bracarense,
antes de apoiar qualquer um dos
chamados três grandes, tem
obrigação de apoiar em primeiro
lugar, a equipa da nossa terra,
indepententemente de ser, ou
não, sócio do Braga. As cores
arsenalistas têm de fazer parte
talidade de alguns bracarenses,
o
conformismo e o auto-fagismo
do discurso pessimista de: “O
Braga não vai lá” ou “sou bra-
carense mas o meu clube é o
Benfica, é o Porto ou é o Spor-
ting”. Sejamos bairristas! Não
tenhamos vergonha de elevar
táctica, mais ambiciosa e deter-
minada, a, no primeiro tempo,
definir o resultado.
Foi um Braga que fez descer
ao relvado, a inteligência em
movimento, que deve ser sem-
pre o futebol no seu melhor.
Braga!
A cidade e as suas gentes
merecem-no. Senão:
Sou de lá já sou de cá
Vou, não sei para onde
com o vento que já sopra
Ora p’ra lá, ora p’ra cá.”
E
perante um Sporting Clube
de Braga destemido e triunfante,
deveriam ter havido mais es-
pectadores bracarenses pre-
do desígnio bracarense de elevar
tão alto quanto possível a am-
bição na disputa da conquista da
Liga. É tempo de banir da men-
*Texto de José Manuel Lopes
Ferreira, de Braga, recebido
por e-mail

20 // Correio do Minho 29 de Setembro 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 17

Que resultado desportivo destaca do último fim-de-semana?

LUÍS CARVALHO

Industrial

destaca do último fim-de-semana? LUÍS CARVALHO Industrial “A vitória do Braga frente ao Benfica. O Braga,

“A vitória do Braga frente ao Benfica.

O Braga, se jogar sempre assim, tem aspirações boas. Ganhar 2-0 foi um resultado muito bom.”

NUNO CARVALHO

Bombeiro voluntário

resultado muito bom.” NUNO CARVALHO Bombeiro voluntário “Destaco o excelente jogo que o Braga fez contra

“Destaco o

excelente jogo

que o Braga fez contra o Benfica. Foi excelente o Braga ter ganho.”

RUI CARVALHO

Mecânico

Foi excelente o Braga ter ganho.” RUI CARVALHO Mecânico “O mais importante foi o jogo Braga

“O mais importante foi o

jogo Braga - Benfica. O Braga “acabou” com as àguias.”

FRANCISCO MARTINS Técnico de piscinas

com as àguias.” FRANCISCO MARTINS Técnico de piscinas “Acho que o Braga foi um justo vencedor

“Acho que o

Braga foi um justo vencedor frente ao Benfica. Para já ainda é cedo para falar no título nacional, mas está a caminhar a um ritmo bom.”

OPINIÃO

IDEIAS

BOM DIA

está a caminhar a um ritmo bom.” OPINIÃO IDEIAS BOM DIA Luís M. Fernandes FERNANDO ALDEIA

Luís M.

Fernandes

um ritmo bom.” OPINIÃO IDEIAS BOM DIA Luís M. Fernandes FERNANDO ALDEIA * No silêncio da

FERNANDO ALDEIA *

No silêncio da noite citadina

Gerês de novo conturbado

Na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês a constes- tação está ao rubro contra o sugerido Plano de Ordena- mento. A revolta popular na área verde não é, sequer, inédita. Mas desta vez, o povo que lá reside mostra-se ostensivamente contra as medidas que, para além de

lhe limitar a circulação, lhe dificulta a deslocação aos locais onde encontra o seu ganha-pão, desenvolvendo várias das suas actividades

agrícolas. E para que im- prudência nas decisões ga-

nhe foros de safio que é sinónimo de imposição, só faltava mesmo a ameaça de

o obrigar a pagar taxas “a

preço de ministro”! Em questões relacionadas com o

interesse do povo da provín- cia como o do Parque Na-

cional da Peneda-Gerês re- comenda-se tratamento com cuidado. O pior é que, por vezes, decisões tomadas em

gabinetes ministeriais da

capital descuram aspectos susceptíveis de provocar

fricção nos locais a indig- nação. Por falta de sensibili- dade de quem pensa a gente das aldeias — grandes ou pequenas — como cidadão menor. Só que, por vezes, quem humildemente cultiva

a terra como herança de

ouro dos seus antepassados não se curva tão facilmente perante o que Lisboa dita. Colocar um colete de forças ao povo do Parque que é o melhor guardião daquela área é, seguramente, con- tribuir para a destruição do

próprio Parque Nacional. Alguém com posição diri- gente e respeitável terá de explicar isso aos ostensivos

senhores da capital.

http://www.correiodominho.pt/ Crónicas
http://www.correiodominho.pt/
Crónicas

D epois de um dia de chuva, tão necessária é, as terras ressequi-

das, sequiosas, saciaram-se es- boçando sorrisos de alegria. Al-

guns dias depois ressurgiu o sol

e o cenário foi alterado. O tem-

po voltou a aquecer, com a tem- peratura a registar valores inusi- tados para a época, empurrando os agasalhos novamente para a escuridão dos baús. Ontem, cer- ca das dez da noite, resolvi dar um passeio pelo centro histórico da cidade. A temperatura era amena e o silêncio quase abso- luto. Aqui e ali um grupo de pes- soas caminhando e conversando em voz baixa, uma outra imobi- lizando-se junto à montra ilumi- nada, sedutora, umas duas es- planadas com meia dúzia de utentes, ainda um ou outro cidadão descendo a Avenida da Liberdade olhando os canteiros implantados naquela artéria. Na Praça da República, o som rouco da água jorrando em jac- tos com geometrias variadas so- bre o espelho de água construí-

do em frente à Arcada. Regressei a casa cerca da meia-noite. Quando caminhava em plena Avenida Central, com

o jardim do Largo da Senhora-a-

Branca à vista, apenas um cida- dão pedindo ajuda monetária. Não se recorda de mim? Era um homem magro, de barba abun- dante e grisalha, cabelo compri- do com carrapito, vestindo uma gabardina coçada pelo uso. Não, não havia maneira de me lem- brar daquele rosto, de ver nele alguém com quem já tivesse pri- vado mais de perto. Este, adi- vinhando que a conversa ficaria por ali, alterou o semblante e com ar triste, pungente, pediu- -me dois euros para não passar o

“Não se recorda de mim? Era um homem magro, de barba abundante e grisalha, cabelo comprido com carrapito, vestindo

uma gabardina coçada pelo uso. Não, não havia maneira de me lembrar daquele rosto, de ver nele alguém com quem já tivesse privado mais de perto.”

primeiro dia de Novembro, cele- brou-se o feriado dedicado pela igreja à veneração de Todos os Santos. Depois o dia dos Fiéis Defuntos. É sempre por Novem- bro que regressamos ao passado, como se o tempo tivesse imobi- lizado a memória.

É em Novembro que os cemi-

térios se animam e testemunham

a multidão com diferentes his-

tórias para contar. A vida é efé- mera e a morte surge sem aviso prévio. A par deste ciclo que se repete, é no chão do último re- pouso que os choramos.

É naquele patamar sonolento

que desagua o caminho da sorte

se edifica a eternidade com pó

feito memória. De meu pai escu-

to a sua voz naquele canteiro de luzeiros amarelos onde repousa

e onde florescem as rosas que

lhe dou em silêncio. O Outono, indiferente ao que se passa no seio dos homens, avança como que imbuído de asas. O tempo, lembra o anjo mensageiro que carrega a boa ou má nova. O que está faltando, são homens que queiram escutar, que não este- jam correndo de um lado para outro como se fosse possível viver eternamente. O anjo, quer

e

esvoace por céus azuis ou cin- zentos, esse sim, tem a eter- nidade toda no seu vaivém cons- tante e poético, carregando as mensagens que indicam o cam- inho que, com total liberdade, cada um de nós deve seguir.

O Outono, com as suas cores

hipnóticas, é também uma porta aberta para a vida: não a que ca- da um viveu, mas a que recorda

e como recorda para contá-la. * Poeta e escritor http://www.correiodominho.pt/ Crónicas
e como recorda para contá-la.
* Poeta e escritor
http://www.correiodominho.pt/
Crónicas

dia em jejum. Meti a mão à al- gibeira e com ela vieram as úni- cas moedas que possuía: um eu- ro e oitenta cêntimos. O meu interlocutor esboçou um ceri- monioso agradecimento, descul- pando o incómodo causado, e partiu sem dizer o nome. Mais um sem nome, um desventura- do, um marginalizado da so- ciedade, pensei, enquanto em passo apressado comecei a des- cer a Avenida 31 de Janeiro, pisando as folhas que se des-

prendem das árvores e vão atapetando os passeios citadi- nos até à porta de casa. Dei continuidade à presente crónica no dia seguinte, sábado, véspera de feriado, Dia de To- dos os Santos. Cerca das onze da manhã dirigi-me ao quiosque do Paulo onde adquiri o jornal diário e de seguida à pastelaria Atena onde tomei um café re- temperador. Apeteceu-me dar uma volta, o sol outonal aquecia um pouco, se bem que estava necessitado de fazer uma visita ao supermercado que fica no

rés-do-chão do prédio contíguo. Quando o movimento é muito, torna-se penoso: os corredores de latas, frascos, garrafas de vinho e sumo, doçaria diversa, artigos de higiene, para não falar dos tabuleiros carregados de fruta sempre pronta a desabar sobre alguém, o tilintar sibilado e constante das caixas registado- ras, as filas intermináveis com as compras nos braços ou em carrinhos ou cestas de plástico à espera de vez. Por vezes abasteço-me na mer- cearia da rua que me faz recor- dar a do tio César lá no meu ter- runho, com a empregada disfar- çando um bigode que lhe dá um certo ar masculino mas não lhe diminui a gentileza e prontidão, criando-se em dias de aperto al- guma confusão, onde até o gato do patrão se torna empecilho. Hoje, no supermercado, demo- rei imenso tempo para trazer apenas meia dúzia de iogurtes magros para chatear o coles- terol. No dia seguinte, domingo,

18 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

6 de Julho 2009 Correio do Minho // 16

De

GUERREIROS DO MINHO VISITAM ESCOLA EM PICO DE REGALADOS Uma comitiva do Sp. Braga, composta por alguns jogadores e directores do clu- be, desloca-se hoje à Escola de Pico de Regalados, em Vila Verde, pelas 15.30 horas, onde vão marcar presença numa sessão de autógrafos e conviver com os jovens vilaverdenses, prometendo um clima de grande festa, animação e muitas surpresas.

sporto

LIGA PORTUGUESA>>20

Vitória perde em Coimbra e fica em brasas para o dérbi

A.F. BRAGA>>21

Treinador do Apúlia apresentou a demissão

FORMAÇÃO>>23

Esporões volta a ter futebol 14 anos depois

FUTSAL>>25

GDAS moralizado com primeira vitória da prova

GDAS moralizado com primeira vitória da prova MOISÉS E PAULO CÉSAR EM GESTÃO DE ESFORÇO NA

MOISÉS E PAULO CÉSAR EM GESTÃO DE ESFORÇO NA VOLTA AOS TREINOS Depois da brilhante vitória sobre o Benfi- ca (2-0), no passado fim-de-semana, os Guerreiros do Minho regressaram ontem aos treinos, tendo em vista a preparação para a viagem a Guimarães, em jogo da próxima ronda da Liga Portuguesa. Moisés e Paulo César foram os grandes ausentes da sessão de trabalho, tendo permanecido no ginásio onde realizaram

trabalho específico de gestão de esforço, uma medida habitual nos dois atletas no início de cada semana de trabalho. Os lesionados Peterson e Fernando Ale- xandre marcaram presença no relvado, com destaque para o último que se lesio- nou ao serviço do Leixões e recupera em Braga. Hoje os arsenalistas voltam aos treinos, às 10 horas, numa sessão cujos primeiros 15 minutos são abertos ape- nas para a comunicação social.

Sp. Braga tem bilhetes para o jogo em Guimarães à venda, por 10 euros, nos
Sp. Braga tem
bilhetes para o jogo
em Guimarães à venda,
por 10 euros, nos postos
SCB, até às 12 horas
de dia 7.

DIRECTOR-GERAL JOÃO GOMES VAI PROCESSAR O BENFICA

SP. BRAGA

HISTÓRIA

 

‘Guerreiros’ igualam façanha do velho rival na época 1985/86

tura e comportamentos indeco- rosos e inqualificáveis, que não se compadecem com a respei-

Com o triunfo sobre o Benfica (2-0), o Sporting Clube de Bra- ga igualou o registo do seu rival Vitória de Guimarães, adversá- rio da próxima jornada da Liga Portuguesa de Futebol, que em 1985/86 também bateu os “três grandes” na primeira volta. Os minhotos de Braga já vence- ram esta temporada o Sporting, 2-1 em Alvalade, o FC Porto, 1-0 em casa, e agora o Benfica, 2-0 também em casa. Tamanho sucesso em jogos com

tabilidade que aquela instituição desportiva merece”. A queixa-crime vai ser inter- posta com base nos aconteci- mentos verificados no intervalo

os tradicionais “três grandes” do futebol português, curiosamen- te, só tinha sido alcançado pelo seu grande rival regional, o Vi- tória de Guimarães que, em

no final do encontro entre as duas formações no passado

sábado, a contar para a nona jor- nada da Liga Portuguesa de Futebol, que terminou com a vitória dos minhotos, por 2-0, e que ficou marcado pela grande confusão que se registou à entra- da para o túnel de acesso aos balneários, no final da primeira parte. Dela resultou a expulsão de Oscar Cardozo, atleta do Benfi- ca, e André Leone, do Sporting de Braga, e alguns meios de co- municação revelaram ontem que

e

1985/86, também venceu águias, leões e dragões na primeira volta do campeonato.

A

equipa de Guimarães, orienta-

da pelo malogrado António Mo- rais, venceu à terceira jornada o Benfica (2-1), o Sporting à 11.ª (4-3) e o FC Porto à 13.ª (2-1), sendo que todos os jogos se realizaram no ainda Estádio Municipal de Guimarães, hoje

estádio D. Afonso Henriques, propriedade do clube. Este é o melhor arranque de sempre do Sp. Braga, treinado por Domingos Paciência, que

o

clube da Luz tenciona apresen-

comanda o campeonato com

tar uma queixa-crime contra des- conhecidos junto do Ministério Público, por uma alegada agres- são ao jogadore Ramires por parte de um elemento da empre- sa de segurança privada que

presta serviço no Estádio Mu- nicipal de Braga.

25 pontos, referentes a oito vitórias (7 delas consecutivas)

e

um empate frente ao Rio Ave.

O

Sp. Braga leva três pontos de

vantagem sobre o segundo clas- sificado, o Benfica e cinco so- bre o terceiro, o FC Porto.

Queixa-crime contra LF Vieira e Rui Costa

O director-geral do Sp. Braga, João Gomes, vai avançar com a apresentação de uma queixa- -crime contra o presidente e o administrador da SAD do SL Benfica, por ter recebido amea- ças à sua vida, no decorrer dos acontecimentos do último encontro entre as duas equipas.

> redacção/lusa

O director-geral do Sp. Braga,

João Gomes, anunciou ontem que vai apresentar uma queixa- -crime contra Luís Filipe Vieira e Rui Costa, respectivamente presidente e administrador da SAD do SL Benfica, revelando que recebeu “ameaças que colo- cam em causa a própria vida”. O dirigente desportivo fez questão de frisar que “contra a vontade do presidente António Salvador”, que o tentou de- mover, vai avançar com a apre- sentação da queixa-crime, uma

vez que “fui insultado e denegri-

do na minha honra e bom nome.

Houve ainda ameaças que colo- cam em causa a minha integri-

dade física e a minha própria vi- da quando o Sporting de Braga

se deslocar ao Estádio da Luz”.

Segundo o director-geral bra- carense, Luís Filipe Vieira, para além de o “insultar e ameaçar verbalmente em alto e bom som, só não partiu para a agressão física” porque João Gomes não respondeu “e porque, nesse mo- mento, chegou ao local o presi-

dente do Sporting de Braga, que

chegou ao local o presi- dente do Sporting de Braga, que D.R. João Gomes sentiu a

D.R.

João Gomes sentiu a sua integridade física em perigo e vai tomar medidas

acalmou a situação”. O responsável revelou ainda que “Rui Costa, no intervalo da partida, feriu a honra e digni- dade do Sporting de Braga com palavras produzidas num local onde se encontravam agentes da autoridade”. "Uma atitude que é uma das suas imagens de marca nos tú-

neis dos estádios de futebol um pouco por todo o país, a avaliar pelos castigos que lhe foram aplicados pela Liga na época passada e por acontecimentos recentes”, apontou. João Gomes diz, contudo, “não confundir a instituição Benfica com os seus actuais represen- tantes, sendo de lamentar a pos-

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20 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

20 de Setembro 2009 Correio do Minho // 21

> Paulo Sérgio (treinador do Vitória): “na próxima jornada vamos conseguir vencer o Sp. Braga”.

VIT. GUIMARÃES PERDEU EM COIMBRA ANTES DO DÉRBI MINHOTO

LIGA PORTUGUESA

9.ª JORNADA

Castelo de novo sobre brasas

O Vitória de Guimarães regressou ontem às exibições pálidas, em Coimbra, e foi derrotado pelo ‘lanterna vermelha’ do campeonato, no fecho da nona jornada da Liga portuguesa. Foi o quarto dissabor do ‘conquistador’ esta tempo- rada, que deixa a equipa sob fogo cruzado quando vai receber, no próximo sábado, o líder e eterno rival Sp. Braga.

ESTÁDIO CIDADE DE COIMBRA

ACADÉMICA

 

V. GUIMARÃES

22

 

00

Árbitro Carlos Xistra (Castelo Branco)

 

Intervalo

1-0

Rui Nereu

 

Nilson

Pedrinho

Andrezinho

Markus

Gustavo Lazzaretti

Orlando (cap.)

Moreno

Emídio Rafael

Alex

Nuno Coelho

Flávio Meireles (cap.) João Alves

Tiero

Cris

Desmarets

João Ribeiro

Nuno Assis

Sougou

Tiago Targino

Éder

Douglas

André Vilas Boas

 

Paulo Sérgio

SSuubbssttiittuuiiççõõeess Rui Miguel por Flávio Meireles (46), Andrezinho por Sereno (60), Moreno por Roberto (60), Cris por Paulo Sérgio (67), Sougou

por Lito (72) e Éder por Bru (80).

DD ii ss cc ii pp ll ii nn aa cartão amarelo para Moreno (35), Sougou (66), Nuno Assis (71), Paulo Sérgio (74)

e Gustavo Lazzaretti (84).

GGoollooss Sougou (36 g.p.) e Éder (57).

> miguel machado

o o s s Sougou (36 g.p.) e Éder (57). > miguel machado Que ‘estranho’ bailado

Que ‘estranho’ bailado do Vitória de Guimarães em Coimbra

JOAO FILIPE SANTOS/VITORIA SC

João Alves com o ‘estudante’ Nuno Coelho

O

‘chicote’ em Guimarães pare-

ce

ter sido meigo e tarda em sur-

ficado da Liga Portuguesa.

vermelha’. Porém, ficou a um

quilizaram e até ao intervalo

tir

o efeito desejado. De forma

A derrota, por duas bolas a ze-

ponto do Vitória de Guimarães,

valeu Nilson a evitar números

incrível, a equipa vitoriana pas- sou da ‘água para o vinho’, em relação à portentosa exibição frente ao Sporting na semana passada. Ontem, em Coimbra, voltou a revelar muitas fragili- dades a todos os níveis do jogo e falta de crença, que resultou nu- ma exibição pálida e sem argu- mentos para se bater de igual

ro, do Vitória, espelha bem o que passou no fecho da 9.ª jornada do campeonato. Foi também a primeira derrota do (novo) trei- nador Paulo Sérgio. Bem mais afoita e determina- da, a Académica conquistou, fi- nalmente, a sua primeira vitória na Liga esta temporada, mas apesar de ter somado os três

Olhanense, Setúbal e Paços de Ferreira, todos com sete pontos. O duelo começou muito tácti- co, sem grandes aventuras de parte a parte, até que surgiu um lance fatal na área do Vitória, aos 35 minutos, que desequili- brou a partida. O central Moreno foi infeliz ao travar uma bola com o braço, pénalti que Sougou

mais pesados e a manter a Vi- tória na disputa do jogo. Quando tudo apontava para a reacção intempestiva dos min- hotos no segundo tempo, um go- lo ‘madrugador’ de Éder (57 mi- nutos) matou o jogo a favor dos ‘estudantes’. O já frágil ânimo dos vitorianos estatelou-se de vez e a Académica controlou a

para igual com o

último classi-

pontos não largou a ‘lanterna

não perdoou. Os estudantes tran-

seu belo prazer até ao fim.

“A Académica está em últi-

mo, mas isto está tudo jun- to, não podemos olhar para

a tabela. Não gostei do que se passou após sofrermos

o primeiro golo. Não fomos

corajosos. Na segunda parte reagimos mas faltou discernimento e alguma paciência para dar a volta ao jogo. E a Académica chegou ao 2-0 sem ter feito muito por isso. Temos de ser mais objectivos no futuro. Acredito que vou tirar o Vitória desta situa- ção e que vamos vencer o Braga no sábado”.

Paulo Sérgio (Vit. Guimarães)

“É uma vitória dos jogado- res da Académica, pelo empenho e organização de jogo que demonstraram, conseguindo repetir a boa imagem no Dragão. É um pequeno passo importante. Se não acreditasse na ma- nutenção não estava aqui”.

Vilas Boas (Académica)

NUNO ASSIS APELA À CRENÇA VITORIANA

“Temos capacidade, só temos é que acreditar mais em nós”

capacidade, só temos é que acreditar mais em nós” O médio vitoriano, Nuno Assis, estava desa-

O médio vitoriano, Nuno Assis, estava desa- lentado no final da partida com mais uma derrota no campeonato. O n.º 10 do Vitória de Guimarães deixou, por meias palavras, uma crítica para dentro do balneário. “Tínhamos o jogo controlado até ao primeiro golo mas depois não sei o que se passou. Trabalhámos muito durante a semana, estudámos bem a Académica e não era isto o que pretendíamos”, começou por dizer. “Temos capacidades para fazer muito melhor. Já provámos isso em alguns jogos, só temos que acreditar mais em nós”, destacou a estrela da equipa vitoriana. Sobre uma possível nova chamada à Seleccção Nacional, Nuno Assis confessou que gostava de ajudar Portugal no ‘play off’ contra a selecção da Bósnia, mas quem manda é Carlos Queiroz. “Claro que gostaria, mas não me cabe a mim essa decisão”, rematou.

LIGA DOS CAMPEÕES - FASE DE GRUPOS FC Porto pode carimbar hoje no Chipre o

LIGA DOS CAMPEÕES - FASE DE GRUPOS

FC Porto pode carimbar hoje no Chipre o ‘passaporte’ para os oitavos-de-final

Estão hoje de volta as emoções fortes da Liga dos Campeões Europeus, em

futebol, com a disputa da 4.ª jornada da fase de grupos. O FC Porto, única equipa portuguesa em prova, joga no Chipre, frente ao Apoel Nicósia — clube onde alinha o ex-capitão do Sp. Braga, Paulo Jorge — e pode já celebrar esta noite o apuramento para os oitavos-de-final, se vencer o campeão cipriota, e o Atlético Madrid perder ou empatar, na recepção ao Chelsea, no outro encontro do grupo D. Os ‘blues’ de Londres podem também carimbar o passaporte no estádio Vicente Calderón, frente aos “colchoneros”. Outro jogo grande da noite é o AC Milan - Real Madrid, do grupo A. Jogos que se disputam hoje à hora ‘champions’ (19h45):

GGrruuppoo AA

Bayern Munique - Bordéus M. United - CSKA Moscovo M. Haifa - Juventus Besiktas - Wolfsburgo

GGrruuppoo BB

GGrruuppoo CC AC Milan - Real Madrid Marselha - FC Zurique

GGrruuppoo DD Apoel Nicósia - FC PORTO Atlético Madrid - Chelsea.

20 // Correio do Minho 24 de Setembro 2009

3 de Novembro 2009 Correio do Minho // 21

ANTÓNIO CERDEIRA APRESENTOU DEMISSÃO NO VILAVERDENSE António Cerdeira cessou funções na direcção do Vilaverdense FC, por não estar identificado com algumas ideias dos responsáveis do clube. Segundo apurou o ‘Correio do Minho’, a decisão foi anunciada na passada sexta-feira. António Cerdeira era responsável pelo projecto do futebol de formação e ainda pela implementação do futebol feminino.

formação e ainda pela implementação do futebol feminino. DESPORTIVO DE RONFE INAUGURA NOVO ESTÁDIO NO FINAL

DESPORTIVO DE RONFE INAUGURA NOVO ESTÁDIO NO FINAL DO MÊS

O novo estádio do Desportivo de Ronfe

está praticamente concluído.

A inauguração do recinto deve acontecer até ao final do mês de Novembro, mas isso não implica que os jogos tenham lugar já na nova casa. Isto porque a direcção do clube ainda aguarda pela vistoria da Associação de Futebol de Braga. De resto, “também não há

pressas em mudar, porque ainda temos

o nosso campo para jogar”, salientou

um dos directores do clube vimaranense.

O projecto da construção do novo

estádio do Desportivo de Ronfe era um

sonho antigo dos associados que agora se concretiza, perante a colaboração manifestada pela Câmara Municipal de Guimarães e ainda a população local.

PRESIDENTE DO CLUBE ESTÁ REVOLTADO COM JOGADORES

A. F. BRAGA

HONRA

Treinado do Apúlia está de saída

A direcção do GD Apúlia acertou ontem a rescisão com o treinador Edgar Silva, na sequência da derrota com o Pica no passa-

do sábado. O presidente promete não ficar

por aqui e abre a porta a jogadores

Manuel Oliveira “os culpados são os atletas”

Para

> paulo machado

Chegou a hora de mudar de ru- mo. Foi a conclusão da direcção do Grupo Desportivo de Apúlia, depois do desenrolar da jornada do passado fim-de-semana, na Divisão de Honra da Associação de Futebol de Braga. Edgar Sil- va (Didi) já não é treinador da

equipa. A decisão foi oficializa-

da ontem à tarde. “Fizemos tudo

para isto correr bem, mas algo tinha de ser feito. O treinador, provavelmente, era o menos culpado”, explicou Manuel Oliveira. O presidente da direcção do GD Apúlia reconheceu mérito

ao empenho da equipa técnica, mas “houve quem não queria as- similar a mensagem”, apontou, em jeito de recado para o grupo de trabalho. E não se fica por aqui. “Esta direcção faz um grande esforço para dar tudo o que é necessário aos jogadores. Logo, temos o direito de exigir”, salientou o presidente do Apúlia. “Há jogador que vão sair, pre- tendemos reformular este plantel, pois foi mau demais o que se passou no último jogo”, acrescentou o dirigente. Manuel Oliveira considera “incompreen- sível” o facto da equipa sofrer golos em todos os jogos nos primeiros minutos. “Aos dois

golos em todos os jogos nos primeiros minutos. “Aos dois DR Presidente do Apúlia, Manuel Oliveira,

DR

Presidente do Apúlia, Manuel Oliveira, pretende reformular o plantel

Depois de ter dispensado o treinador, a direcção do GD Apúlia abre a porta da
Depois de ter
dispensado o
treinador, a direcção do
GD Apúlia abre a
porta da saída a
alguns jogadores.

minutos já estávamos a perder com o Pica. Chegou a hora de dizer basta. Vamos continuar com aqueles que querem ajudar o clube”, salientou. Manuel Oliveira não esteve com rodeios ao apontar o de-

sagrado com o momento actual da equipa. O Apúlia é penúltimo classificado na Divisão de Hon- ra da Associação de Futebol de Braga. Soma quatro pontos, venceu um jogo e perdeu outro. “Estamos muito aquém dos ob- jectivos traçados, esperamos que este seja o momento da mu- dança”, frisou Manuel Oliveira. A escolha do novo técnico fi- cará acertada nos próximos dias, sendo certo que estará presente no jogo com o Porto d’Ave, da próxima jornada. “Há vários nomes em carteira, mas primeiro vamos estudar bem as situações. Vamos falar ainda com os jo- gadores e alertar para o que se

está a passar. Quanto às mexidas no plantel, que vão acontecer, já dependerá do novo treinador. Também terá uma palavra no meio disto tudo”, salientou o dirigente. Manuel Oliveira está convenci- do que os jogadores “vão mu- dar” o comportamento, pois não admite relaxamentos em relação ao clube. Segundo apurou o “Correio do Minho”, há cinco jogadores que podem estar de saída. E abrem- -se as portas para reforços. De resto, esta não é a primeira me- dida drástica da direcção, que já havia dispensado os jogadores Cachimbo e Hélder.

TREINADOR DA AD ESPOSENDE FIRME NO DISCURSO

“Não pensamos na subida de divisão”

> p.m.

A equipa do Esposende apre-

senta-se como a grande reve- lação na prova, ao ocupar o se- gundo lugar na classificação geral da Divisão de Honra (AF

Braga). “Isto não significa nada.

A mensagem que passa para

o plantel é que temos de vencer

o próximo jogo”, assim res-

ponde o treinador da formação minhota. António Carlos mantém um discurso firme, sem criar ilusões. O próprio recorda que ainda há semanas o Esposende foi goleado no recinto do Taipas.

O médio Filipe Martins constitui baixa no plantel do Esposende. O jogador sofreu uma rotura
O médio Filipe
Martins constitui
baixa no plantel do
Esposende. O jogador
sofreu uma rotura de
ligamentos.

“Quanto perdemos por 8-1 no Taipas não houve motivos para alarme. Aquilo que aconteceu foi um erro da equipa técnica. Agora, estamos em segundo lu-

gar, mas não entramos em eufo- rias”, frisa o treinador. António Carlos realça que “a equipa está a ter um bom desem- penho, perante a qualidade do plantel”. Todavia, “não é permi- tido pensar na subida de divisão, porque nunca foi esse o nosso objectivo”, mencionou. No en- tanto, António Carlos salienta que “a equipa do Esposende tu- do vai fazer para andar nos primeiros cinco lugares da ta- bela, foi isso que traçámos no início da temporada”. Na próxima jornada do cam- peonato, a formação do Espo- sende defronta o Vilaverdense.

a formação do Espo- sende defronta o Vilaverdense. D.R. Equipa do Esposende luta para os primeiros

D.R.

Equipa do Esposende luta para os primeiros cinco lugares

22 // Correio do Minho 3 de Novembro 2009

11 de Julh