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CBMDF 1
CBMDF
1
DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA
DEPARTAMENTO DE
SEGURANÇA
O processo de normalização Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a normalização é a atividade
O processo de normalização
Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a
normalização é a atividade que estabelece prescrições destinadas à
utilização comum e repetitiva em relação a problemas existentes ou
potenciais, visando a obtenção do grau ótimo de ordem em um
determinado contexto. Com relação à proteção ao consumidor, ela
define os requisitos que permitem aferir a qualidade dos produtos e
serviços, e com relação à segurança estabelece os requisitos técnicos
destinados a assegurar a proteção da vida humana, da saúde e do
meio ambiente
O processo de normalização
O processo de normalização
O processo de normalização No Brasil as normas técnicas são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas

No Brasil as normas técnicas são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o fórum nacional de normalização, reconhecida de utilidade pública pela Lei Federal n 4.150 de 21/11/1962. A ABNT é composta por Comitês Brasileiros e as Normas Brasileiras Registradas (NBR) são discutidas e preparadas pelas Comissões de Estudo (CE). O Comitê Brasileiro (CB) 24 é o Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio.

O processo de normalização No Brasil as normas técnicas são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas

A ABNT possui uma Norma Brasileira denominada ABNT NBR ISO/IEC GUIA 59:1994, que é o Código

de Boas Práticas para Normalização. Esse código prevê os procedimentos para um correto processo de normalização e desenvolvimento de normas técnicas no âmbito da ABNT, o que pode nortear o processo de normalização no âmbito do CBMDF.

O processo de normalização No Brasil as normas técnicas são elaboradas pela Associação Brasileira de Normas
O processo de normalização
O processo de normalização
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir

No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir o dever legal de garantir a segurança da comunidade ao exigir uma proteção mínima contra incêndio das edificações existentes. O objetivo final é garantir a evacuação segura da população da edificação, os meios necessários para o aviso desta população, a garantia de resistência estrutural desta, o combate ao princípio de incêndio e o início das operações de resgate. Para tanto, não apenas os critérios técnicos devem ser definidos, mas também, a exemplo da ABNT, deve haver um instrumento norteador que oriente os oficiais que elaboram legislação de segurança contra incêndio sobre as boas práticas para o ato de legislar, trazendo a comunidade técnica e leiga para contribuir com o trabalho do CBMDF.

O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir
O processo de normalização No âmbito do CBMDF, a normalização da segurança contra incêndio visa cumprir

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Plano de Preparo (PPREP) do CBMDF, publicado
O Plano de Preparo (PPREP) do CBMDF, publicado no BG n° 30, de 10 de fevereiro
O Plano de Preparo (PPREP) do CBMDF, publicado no BG n° 30,
de 10 de fevereiro de 2012, tem por finalidade "preparar e articular,
previamente, os órgãos construtivos e os integrantes da Corporação
para atendimento das atividades definidas em lei". Este plano tem por
objetivo estabelecer a política de preparo para o emprego
operacional, suas diretrizes e metodologia, através de ações
antecipadas por órgãos com a preparação para o emprego
operacional da Corporação, em conformidade com o Estatuto do
CBMDF.
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF As políticas e ações de preparo dos diversos
A Normalização da segurança
contra incêndio no CBMDF
As políticas e ações de preparo dos diversos órgãos que compõem a estrutura organizacional do CBMDF deverão
contribuir para a consecução dos objetivos institucionais e das missões constitucionais e legais. Entre as diretrizes do
Plano de Preparo do CBMDF encontram-se:
1.
......
2.
......
3.
......
4.
Promover a melhoria contínua dos serviços de prevenção e extinção de incêndio, busca e salvamento,
atendimento pré-hospitalar, e socorros diversos, por meio da implementação de ferramentas
gerenciais, atualização permanente de manuais, procedimentos padronizados e modernização dos
equipamentos;
5.
Promover, difundir e fortalecer o serviço de perícia de incêndio; as atividades relativas à segurança
contra incêndio e pânico; a execução de atividades de prevenção aos incêndios florestais; a execução
do serviço de atendimento pré-hospitalar;
6.
......
7.
Aperfeiçoar permanentemente as práticas operacionais, priorizando a melhoria do atendimento à
sociedade e ao cidadão, focando na manutenção de elevados índices de satisfação e confiança
8.
......
9.
......
10. Valorizar
profissionalmente
os
integrantes
da
Corporação,
por
meio
da
qualificação
e
do
aperfeiçoamento permanente, defesa de seus direitos e de suas prerrogativas;
11.
.....
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF A Instrução Normativa nº 1/2004 definiu atividades-fim e
A Normalização da segurança
contra incêndio no CBMDF
A Instrução Normativa nº 1/2004 definiu atividades-fim e atividades-meio no âmbito do CBMDF:
I - Definir como atividade-fim o conjunto de ações empreendidas na execução das seguintes atividades:
a)
realização de serviços de prevenção e extinção de incêndios e de busca e salvamento;
b)
realização de perícias de incêndio;
c)
.......
d)
realização de pesquisas técnico-científicas que permitam o desenvolvimento de sistemas de
segurança contra incêndio e pânico;
e)
realização de atividades de segurança contra incêndio e pânico;
f)
g)
h)
.......
.......
.......
i)
análise e aprovação de projetos de engenharia de segurança contra incêndio e pânico;
j)
h)
realização de vistorias para alvará e habite-se; e
......

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Nota-se que os aspectos de gestão estratégica da
Nota-se que os aspectos de gestão estratégica da Corporação através de um constante planejamento formal no
Nota-se que os aspectos de gestão estratégica da Corporação através de um constante planejamento formal
no que diz respeito às atividades operacionais, com a utilização de indicadores de qualidade e desempenho são um
objetivo institucional. Outro objetivo institucional é integrar as atividades-fim do CBMDF no ciclo operacional. O Plano
de Preparo (CBMDF, 2012), traz as fases que devem ser integradas para uma articulação visando a excelência do
atendimento ao cidadão. Em sua fase preventiva o PPREP tem como finalidade evitar a ocorrência do sinistro,
através da análise dos riscos, estudos, revisão e elaboração de Normas de Segurança. O objeto desta fase
preventiva "constitui-se das normas de segurança contra incêndio e pânico; do ensino e treinamento; da pesquisa
científica; e dos planos de preparo e emprego operacional da Corporação. (CBMDF, 2012)". Os recursos humanos
desta fase preventiva são constituídos dos pesquisadores e dos bombeiros militares, tanto os especializados nas
atividades de segurança contra incêndio e pânico e elaboração de textos normativos, quanto os treinados e
preparados para as atividades operacionais em condições de acionamento.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Plano de Preparo do CBMDF assevera que
O Plano de Preparo do CBMDF assevera que a fase estratégica possui a finalidade de congregar
O Plano de Preparo do CBMDF assevera que a fase estratégica possui a finalidade de congregar as fases do
ciclo operacional integrando seus processos para o gerenciamento da Corporação. As ações de preparo na fase
preventiva constam das seguintes ações:
Fase Preventiva
. Normas de Segurança Contra Incêndio
. Elaborar e fazer publicar o cronograma de elaboração, proposição e revisão de normas
contendo os integrantes das comissões específicas, anualmente, até a data limite de 30 de
abril.
Responsável: Departamento de Segurança Contra Incêndio - DESEG.
. Elaborar e fazer publicar o cronograma de capacitação e atualização de pessoal técnico, anualmente, até
. Elaborar e fazer publicar o cronograma de capacitação e atualização de pessoal técnico,
anualmente, até a data limite de 31 de março.
Responsável: Departamento de Segurança Contra Incêndio - DESEG.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal,
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a partir do ano de 2000, com o
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, a partir do ano de 2000, com o
advento do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Distrito Federal,
aprovado pelo Dec. 21.361 de 20 de julho de 2000, se tornou o órgão responsável por
legislar sobre a segurança contra incêndio e pânico do âmbito do Distrito Federal. O art.
10 deste Decreto diz que:
A proteção contra incêndio e pânico será especificada através de Normas Técnicas do Corpo de Bombeiros
A proteção contra incêndio e pânico será especificada através de Normas
Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, homologadas pelo
Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e Pânico e
sancionadas através de Portarias do Comandante Geral da Corporação,
publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Cabe ressaltar que o art. 15 do Regulamento
Cabe ressaltar que o art. 15 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Distrito
Cabe ressaltar que o art. 15 do Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico do
Distrito Federal (RSIP-DF) diz que, na falta de Especificações Técnicas do Corpo de Bombeiros
Militar do Distrito Federal e nos casos omissos, deverão ser adotadas as Normas dos Órgãos Oficiais
e, se necessário, as Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT ou outras
reconhecidas pelo CBMDF. No caso de inexistência de Normas Nacionais atinentes a determinado
assunto, poderão ser utilizadas Normas Internacionais, desde que autorizadas pelo Corpo de
Bombeiros Militar do Distrito Federal, através do Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança
Contra Incêndio e Pânico.
De acordo com o RSIP-DF, as Normas da ABNT só deveriam ser adotadas na falta de
especificações técnicas de órgãos oficiais, ou seja, de órgãos da administração direta ou indireta
que compõem a administração brasileira. Sendo assim, o CBMDF deveria adotar primeiramente, por
exemplo, as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, mesmo antes das
Normas Brasileiras da ABNT.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Tendo em vista a atribuição do CBMDF de
Tendo em vista a atribuição do CBMDF de elaborar Normas Técnicas, foi publicada a Portaria n
Tendo em vista a atribuição do CBMDF de elaborar Normas Técnicas, foi publicada a Portaria n 007/2008-CBMDF em
21 de fevereiro de 2008, com as diretrizes e doutrinas para a elaboração das Normas de Segurança Contra Incêndio e Pânico
do CBMDF. A referida norma tem por objetivo "estabelecer as diretrizes para elaboração e confecção das normas de Segurança
Contra Incêndio e Pânico do CBMDF". Os principais aspectos relevantes são os abaixo expostos:
As Normas de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMDF são estabelecidas segundo o princípio da educação
para a segurança contra incêndio e pânico, buscando firmar na comunidade do Distrito Federal a consciência da relevância da
proteção contra o incêndio e pânico e suas consequências danosas à vida e ao patrimônio público e privado;
O valor técnico-profissional do Bombeiro-Militar é fundamento primordial para a elaboração das normas. O conhecimento técnico
O valor técnico-profissional do Bombeiro-Militar é fundamento primordial para a elaboração das
normas. O conhecimento técnico aprofundado dos temas e o preparo profissional constante do bombeiro
refletem na exequibilidade normativa; (grifo nosso)
O padrão operacional se caracteriza pela harmonia entre os padrões estabelecidos pelo conhecimento científico e
tecnológico da sociedade e a otimização do desempenho operacional dos bombeiros quando do combate ao sinistro;
A simplificação, tanto na variedade dos procedimentos técnicos, quanto na escrita e na estrutura das normas, advoga
pela fácil compreensão e interpretação dos textos técnicos;

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF A comunicação, vinculada ao princípio da simplificação, proporciona
A comunicação, vinculada ao princípio da simplificação, proporciona meios mais eficientes e eficazes para a troca
A comunicação, vinculada ao princípio da simplificação, proporciona meios mais eficientes e eficazes para a troca de
informações, fomentando o desenvolvimento tecnológico da segurança contra incêndio;
A economia vista como fator de desenvolvimento do mercado deve nortear os aspectos técnicos sem, contudo,
A economia vista como fator de desenvolvimento do mercado deve nortear os aspectos técnicos sem, contudo, ser
prioridade na normalização;
A qualidade é a busca incessante da normalização impondo, para tal, os padrões de qualidade reconhecidos e
firmados pelo CBMDF nos mais diversos campos da segurança contra incêndio;
A proteção ao consumidor traz à comunidade a possibilidade de aferir a qualidade dos produtos e serviços relativos à
segurança contra incêndio e pânico prestados à população do Distrito Federal;
A pesquisa em segurança contra incêndio e pânico advém da necessidade de aprimorar os procedimentos técnicos e
de evitar ações antiquadas e duplicação da normalização; e
A razoabilidade remete a normalização ao bom senso e ao interesse social no seu cumprimento, bem como ao senso
crítico dos técnicos na sua concepção.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Diretrizes: As normas de segurança contra incêndio e
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Diretrizes: As normas de segurança contra incêndio e
Diretrizes: As normas de segurança contra incêndio e pânico do CBMDF estabelecem os critérios que devem
Diretrizes:
As normas de segurança contra incêndio e pânico do CBMDF estabelecem os critérios que devem ser
seguidos pela sociedade, buscando garantir a segurança contra incêndio e pânico da população do Distrito
Federal;
Os parâmetros técnicos estabelecidos nas normas devem ser provenientes de testes ou exames
realizados pelo CBMDF ou por instituições técnicas reconhecidas em território nacional;
São adotados os parâmetros técnicos estabelecidos em normas de organismos oficiais reconhecidos pelo
CBMDF. Nesses casos, citam-se as normas ou os itens a serem observados;
É vedado estabelecer parâmetros técnicos que conflitem com aqueles já consolidados por organismos
oficiais, excetuando-se os casos em que forem comprovados os benefícios e a viabilidade operacional, técnica e
econômica; e
Os itens e subitens das propostas de elaboração e revisão das normas de segurança contra incêndio e
pânico devem ser justificados com o objetivo de subsidiar o julgamento do Conselho do Sistema de Engenharia
de Segurança Contra Incêndio e Pânico.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Alguns dos critérios necessários para a elaboração de
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Alguns dos critérios necessários para a elaboração de
Alguns dos critérios necessários para a elaboração de Normas Técnicas no âmbito do CBMDF encontram-se bem
Alguns dos critérios necessários para a elaboração de Normas Técnicas no âmbito
do CBMDF encontram-se bem definidos na Portaria n 007/2008-CBMDF. Os aspectos
referentes à capacitação necessária para a normalização da segurança contra incêndio
e a necessidade de exames laboratoriais realizados pelo CBMDF ou por instituições de
organismos reconhecidos para a definição de quesitos técnicos fazem parte desta
diretiva. Nota-se também a participação do Conselho do Sistema de Engenharia de
Segurança Contra Incêndio e Pânico no julgamento de todas as propostas.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Órgãos e atores do processo de normalização no
Órgãos e atores do processo de normalização no CBMDF: Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança
Órgãos e atores do processo de normalização no CBMDF:
Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e Pânico
O Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e Pânico (CSESCIP) foi reestruturado através da Portaria
n˚ 66, de 22 de agosto de 2011, publicada no Boletim Geral n˚ 160 de 22 de agosto de 2011. Em sua nova formação, o
CSESCIP foi composto (integrado) em sua totalidade dos oficiais que ocupam cargos de chefia e direção no DESEG e nas
Diretorias subordinadas. Após a reestruturação o CSESCIP ficou assim constituído:
Art. 1° Reestruturar o Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra Incêndio e Pânico (CSESCIP), integrado por
oficiais diretamente ligados ao Departamento de Segurança Contra Incêndio (DESEG).
§ 1° Fica o Conselho assim constituído:
I - Chefe do Departamento de Segurança Contra Incêndio (presidente);
II - Diretor de Vistorias (membro);
III - Diretor de Estudos e Análise de Projetos (membro);
IV - Diretor de Investigação de Incêndio (membro);
V - Subdiretor de Vistorias (membro);
VI - Subdiretor de Estudos e Análise de Projetos (membro);
VII - Subdiretor de Investigação de Incêndio (membro).

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O art. 2° da portaria 66 atribui ao
O art. 2° da portaria 66 atribui ao Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra
O art. 2° da portaria 66 atribui ao Conselho do Sistema de Engenharia de Segurança Contra
Incêndio e Pânico as seguintes competências:
I - Avaliar e homologar as Normas Técnicas do CBMDF, referentes à proteção contra
incêndio e pânico, conforme preceitua o Regulamento de Segurança Contra Incêndio do
Distrito Federal (RSIP-DF); (grifo nosso)
II - Avaliar e autorizar a utilização de normas nacionais e internacionais, referentes à
proteção contra incêndio e pânico, conforme preceitua o RSIP-DF; (grifo nosso)
.......
Verifica-se que cabe ao Conselho avaliar e homologar as Normas Técnicas do CBMDF, de
acordo com o RSIP. Assim sendo, o CSESCIP é o órgão que avalia as Normas Técnicas que são
produzidas no âmbito do CBMDF e as homologa. Após a homologação as Normas Técnicas são
enviadas ao Comandante Geral da Corporação para que sejam tornadas públicas.
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O art. 2° da portaria 66 atribui ao

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF De acordo com a Portaria nº 70 de
De acordo com a Portaria nº 70 de 12 de setembro de 2011, o Departamento de
De acordo com a Portaria nº 70 de 12 de setembro de 2011, o Departamento de Segurança
Contra Incêndio (DESEG) é o órgão de direção-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito
Federal, diretamente subordinado ao Subcomando-Geral do CBMDF, sendo responsável pela
execução da política e diretrizes estratégicas relacionadas à segurança contra incêndio no Distrito
Federal. Dentre as atribuições do DESEG se encontram coordenar e controlar as atividades de
credenciamento e fiscalização, proposição de normas, análise de projetos de instalações de
proteção contra incêndio e pânico, análise de projetos de arquitetura, prevenção e proteção contra
incêndio e pânico e a investigação de incêndios.
O art. 3 da referida portaria diz que compete ao Departamento de Segurança Contra Incêndio planejar,
O art. 3 da referida portaria diz que compete ao Departamento de Segurança Contra
Incêndio planejar, orientar, coordenar e controlar as atividades de segurança contra incêndio e
pânico relacionadas com a proposição de normas, a análise de projetos de instalações de proteção
contra incêndio e pânico e de arquitetura e a prevenção e proteção contra incêndio e pânico, além
de outras atribuições.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Diretoria de Estudos e Análise de Projetos A
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Diretoria de Estudos e Análise de Projetos A
Diretoria de Estudos e Análise de Projetos A elaboração de Normas Técnicas é realizada através da
Diretoria de Estudos e Análise de Projetos
A elaboração de Normas Técnicas é realizada através da Seção de Estudos Técnicos (SETEC), que conta
como subseções a Subseção de Capacitação e Treinamento (SUCAT), a Subseção de Estudos (SUEST), e a Subseção
de Acervo Técnico de Estudos e Projetos (SUATE).
De acordo com o art. 44, item X da portaria n˚ 70 de 12 de setembro de 2011, compete à DIEAP elaborar
as Normas Técnicas relacionadas com os sistemas de prevenção e proteção contra incêndio e submetê-las ao
Departamento de Segurança Contra Incêndio.
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Decreto Federal n° 7.163 de 29 de
A Normalização da segurança
contra incêndio no CBMDF
O Decreto Federal n° 7.163 de 29 de abril de 2010, regulamenta o inciso I do art. 10-B da Lei n° 8.255 de 20 de
novembro de 1991, que dispõe sobre a organização básica do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. O Capítulo II fala
sobre a Missão Institucional, que em seu art. 2°, diz ser competência do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal:
I- realizar serviços de prevenção e extinção de incêndios;
.......
VI- realizar atividades de segurança contra incêndio e pânico, com vistas à proteção das pessoas e dos bens
públicos e privados;
......
XIII- fiscalizar, na área de sua competência, o cumprimento da legislação referente à prevenção contra incêndio
e pânico.
A subseção IV da mesma norma, especifica as competências do Departamento de Segurança Contra Incêndio. O
artigo 39 assevera que "compete ao Departamento de Segurança Contra Incêndio, além do previsto no art. 25, planejar,
orientar, coordenar e controlar as atividades de segurança contra incêndio e pânico, relacionadas com":
I- .....
II- .....
III- proposição de normas, programas e diretrizes;
IV- análise de projetos de instalações de proteção contra incêndio e pânico, e de arquitetura;
.......

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal possui uma legislação própria, porém um pouco antiga,
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal possui uma legislação própria, porém um pouco antiga,
sendo a maioria das Normas Técnicas datadas de 2000 a 2002.
A Norma Técnica 001/2002-CBMDF, dispõe sobre as Exigências de Sistemas de Proteção contra Incêndio e
Pânico das edificações do Distrito Federal que especificam, e foi aprovada pela Portaria n 01/2002-CBMDF, de 15 de
janeiro de 2002. Esta Norma Técnica é o suporte de todas as outras Normas, pois é esta que estabelece quais serão
os sistemas exigidos para as edificações do Distrito Federal de acordo com a sua destinação, área e altura. Ela serve
como um grande 'guarda-chuva' para as outras NTs, pois para se criar alguma NT sobre sistema específico, é
necessário que este esteja previsto ou no RSIP ou na NT 01.
Além da NT 001/2002-CBMDF que dispõe sobre as Exigências de Sistemas de Proteção contra Incêndio e
Pânico das edificações do DF e do RSIP-DF, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal dispõe das seguintes
Normas Técnicas de Segurança Contra Incêndio:
-
NT 02/2009-CBMDF, que dispõe sobre a Classificação das Edificações de Acordo com os Riscos;
-
NT 03/2000-CBMDF, que dispõe sobre o Sistema de Proteção por Extintores de Incêndio;
-
NT 04/2000-CBMDF, que dispõe sobre o Sistema de Proteção por HIdrantes;
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF - NT 05/2000-CBMDF, que dispõe sobre a Central
- NT 05/2000-CBMDF, que dispõe sobre a Central Predial de GLP; - NT 06/2000-CBMDF, que dispõe
-
NT 05/2000-CBMDF, que dispõe sobre a Central Predial de GLP;
-
NT 06/2000-CBMDF, que dispõe sobre a Emissão de Certificado de Credenciamento;
-
NT 07/2011-CBMDF, que dispõe sobre Brigada de Incêndio;
-
NT 08/2008-CBMDF, que dispõe sobre Fogos de Artifício;
-
NT 09/2002-CBMDF, que dispõe sobre Atividades Eventuais;
-
NT 18/93-CBMDF, que dispõe sobre Extintores de Incêndio;
NT 19/04/99-CBMDF, que dispõe sobre Cadastramento de Empresas de fabricação, Instalação, Manutenção e
Comercialização de Sistemas de Prevenção Contra Incêndio e Pânico.
-

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Estas Normas Técnicas juntamente com o Regulamento de
Estas Normas Técnicas juntamente com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico (RSIP-DF) formam o
Estas Normas Técnicas juntamente com o Regulamento de Segurança Contra Incêndio e
Pânico (RSIP-DF) formam o arcabouço técnico do serviço de prevenção a incêndios realizados pelo
Departamento de Segurança Contra Incêndio do CBMDF. O CBMDF adota as Normas Brasileiras da
ABNT para os assuntos que não possui Norma Técnica, como por exemplo sinalização de segurança,
iluminação de emergência, detecção de incêndios, chuveiros automáticos, etc. No entanto, a
segurança contra incêndio não é esgotada no âmbito da ABNT. Várias são as áreas temáticas em
que a ABNT não possui Norma Técnica, como por exemplo controle de fumaça em edificações,
barreiras móveis para compartimentação horizontal e vertical, silos agrícolas, segurança contra
incêndio em cozinhas industriais, em centrais elétricas entre outras normas.
Recentemente, o CBMDF tem adotado algumas Instruções Técnicas de São Paulo, principalmente quando não há norma
Recentemente, o CBMDF tem adotado algumas Instruções Técnicas de São Paulo,
principalmente quando não há norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que fale
sobre o assunto.

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Muito temos ainda a evoluir. Entendemos que a
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF Muito temos ainda a evoluir. Entendemos que a
Muito temos ainda a evoluir. Entendemos que a prevenção contra incêndio no Brasil carece de investimentos
Muito temos ainda a evoluir.
Entendemos que
a
prevenção contra incêndio no Brasil carece
de
investimentos para um crescimento adequado.
Os projetos de pesquisa e as pesquisas sucumbem diante da falta de
recursos.
Deixamos de evoluir pela falta de interesse que a área desperta, tanto
pela falta de recurso quanto pela falta de divulgação.
Somos poucos e nossa luta é muito grande!!!!

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF

A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF OBRIGADO A TODOS!!
A Normalização da segurança contra incêndio no CBMDF OBRIGADO A TODOS!!
OBRIGADO A TODOS!!
OBRIGADO A TODOS!!