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A marrar O sapato, colocar avental ou

T , gravata são exemplos do quanto

utilizamos os nós em nosso dia a dia. Um nada mais é que um enlaçamento feito em uma ou mais cordas formando uma massa uniforme. Quanto mais apertado o nó, mais peso ele poderá suporta r . A corda consiste em um conjunto de fibras torcidas ou trançadas entre si. ~/a é usada principalmente para unir elementos. É essencial para acam - pamentos, navegação, construç ã o e muitas outras atividades.

Tipos de (ord~

A corda r ecebe o nome da es pé ci e de fib ra emp r egada n a sua fabricaç ã o , pod e ndo ser de origem animal , vegetal ou s in té tic a.

Fibras de origem animal

seda, crina e couro.

Fibras de origem vegetal sisal, cânhamo, algodão, coco e juta .

Fibras sintéticas náilon, polipropileno e polietileno.

As cordas de fibras de origem animal são raras e de uso limitado. As de fibra vegetal

s ã o comuns e muito utilizadas . As melhores cordas são feitas de cânhamo , que não é

abundante na natureza. Por i s so , bo a part e

das cordas encontradas no mercado

é de

juta. As cordas de fibras naturais apresentam algumas desvantagens : quando molhadas , incham, dificultando o desate do nó , além da tendência de ficarem muito quebradiças , apod r ecerem e mofarem com facilidade , bem como sofrerem a ação da á gua do mar . Sol forte e produtos químicos tamb é m desgastam esse tipo de corda. Já as cordas de fibras sintéticas têm alta resistência à tração e boa capacidade de

carga; elas absorvem

a danos químicos e à corrosão

óleos , petróleo e pela maioria dos solventes. Além disso, por absorverem meno s água que as de fibras naturais , sua resistência tende a ser constante quando molhadas. A principal

desvantagem das cordas sintéticas , porém ,

é o fato de ser tão

desfazem. Assim, é preciso firmá - Ios com uma meia - volta ou dobra adicionais .

choques, são resistentes

provocada por

lisas que algun s nó s se

E lembre - se: não use cordas de fibras diferentes juntas , pois somente a mais rija funcionará sob tensão .

Periodicamente as cordas devem ser inspec i onadas . Deve-se distorcer ligeiramente os cordões para e x aminar o interior da corda. Caso esse cordões estejam escurecidos, a corda não poderá ser usada em situações nas quais se exija segurança .

As fibras interiores devem apresentar-se

brilhantes e novas em sua aparência . Os

próprios nós danificam

apertado e forte, maior será a chance de romper a corda . Se a corda esteve na água do mar é preciso enxaguá-Ia com água doce

antes de ser guardada, para se remover todo

o sal das fibras . Se forem cuidadas apropriadamente , as cordas podem ter maior tempo de utilidade. Não guarde cordas úmidas ou molhadas, especialmente as de juta. A umidade as deteriora. É melhor secá-Ias ao sol, nunca em fornos.Evite arrastar uma corda sobre

superfície cortante ou deixá-Ia enroscar-se em cantos ásperos, pois poderá danificar-se

e romper as fibras. Não permita que sujeira

ou areia penetre nas fibras da corda . Não

a dobre , nem pise sobre ela, pois poderá

deformá - Ia. Se necessário, faça uma capa para guardar sua corda. Cordas utilizadas para escaladas , rapei e outras atividades verticais não devem ter nenhum contato com hidrocarbonetos

a corda . Quanto mais

( solventes ) ou á cidos, pois esses produtos

danificam a estrutura do náilon , enfraque -

cendo a corda.

o mod o de guardar a c orda tamb é m aj u da

n a sua co nservação . A presentamos agora três

m a n e i ras p e l as qua i s podemos e nr olar as co r d a s e a ss im gua r dá - I as o u t ra n spo rtá - I as facilm e n te.

+

Me a da - P assar a corda a lt er n a d a m e n te so b os p é s e po r cima dos j oelho s , s e m pr e no

m esmo s entido . En r ol ar os do i s ú l t i mo s metro s e m to rn o dos a n éis d e u m dos e x tr e mo s e

a r re m a t ar com um n ó.

Fe ix e - S e g ui r o m es m o p r o c e di m e nt o da

m eada , só qu e no fin a l , d e i x a r c ord a s u fi c i e nt e

para e nvolver o s a n é i s d e um e x tr e m o ao out ro. É p ossíve l fazer u ma a l ça para

t r a n s p ort e.

A ne l ou co r oa - E n r o l ar do me s m o modo q u e

a m ea d a; n o fin a l , reservar a p r o x im ad a me n te

d ois m e t ros de cord a p ara e n vo l ve r o s a n é i s em es pir a l e a rr e m a t a r c om u m n ó .

- -

Em geral as c or d as são e n ro l a d as em

s en tido h orári o , ou se j a , da e s q u er d a para

a dir ei t a , p or qu e ess e é o g i ro n at u ra l d a

mai oria d as cord as . Se a c o r d a s e r e to r c e r é porqu e h o uv e inv ersão d e sentido . P a r a obter m a ior dur a bilid a de d a c o rda é

Antes de fazer os nós é preciso primeiro conhecer algumas definições:

1. P a r te fixa o u fir me - É o segme n to

pr in c i pa l d a c o r da , do qua l s e forma o n ó.

2 . Laça d a o u se i o - Quando a corda dá uma volta sobre si me s ma form a -se um la ço , também chamado seio .

3 . E x tremidade - É a ponta da c orda n a qual se traba lh a .

(t ' í.55ifi,~\a~

A palavra nó vem do latim nados que signi f ica uni r . As roupas, na an tigui da de , eram presas por nós até que su r gi r am os bo t õ e s , os z í pe r es e os velc r os . Muitos dos nó s que hoje usamos já eram utilizados pelos gregos e

I romanos , e seu formato tem s i do preservado em jóias e esculturas. Apenas para facilitar a compreens ã o , classificamos o s n ós em oito tipos d ife r entes .

NÓ S DE P ON TA DE CORDA- São us a do s

para evitar que a ponta de um a corda deslize por um orifíc i o ou para amarrar a pont a de

a

con se lh á vel que e l a s s e j a m prot eg id as na s

um cabo a fim de evitar que ele

se desfie .

e

x tr e m i d a de s . Se a cord a f or d e fi bra s int é ti ca

d e v e-se passar u m a faca aque cid a n as s u as

pont as pa r a q u e as fi b ras n ão se d espren d am .

Se for d e fibr a n a tur a l é p reciso f azer um a ou

a rrem a t a r dir e to com um nó s impl es. A ssim

n ã o se c o rr e o ri s c o d e a co rda d esfi ar .

NÓ S CO RRED iÇOS - S ã o nó s usados desde

a pré-história,

armas , pois eles a p ertam a o r edo r d o o bj e t o ao qual s ã o presos , a frou xa ndo quando a tensão é diminuída .

n a co nf ec çã o de ar m adilh a s e

NÓS ENCURTADORES - Uti l izados princi- palmente para encurtar cabos l ongos , também podem ser usados para isolar uma parte do cabo que esteja danificada .

NÓS DE PESCA - V ários nós f ora m desen- vol v i dos para atender quase exc l us i vame n te as necessidades f ila pesca .

VOLTAS - Muito usadas quando se quer prender uma c o rda a um gancho ou poste . Por suportarem bem a tensão l atera l , são u ti lizadas para atracação e amarração de embarcações .

ALÇAS - S ão semelhantes às voltas, só que a o contrário delas, as alças são feitas para ser c olocadas sobre um objeto , acompanhando sua forma .

EMENDAS - Como o n ome j á diz , servem para juntar as pontas de duas cordas a fi m de formar uma mais longa . Para se obter maior seguran ç a, é preferível que o diâm e tro e o tipo das cordas sejam id ê nticos .

AMARRAS - Apropriadas ao se unir barras ou hastes . Muito utilizadas para construir móvei s de acampame n to .

Sinalizadores de g r au de dificuldade

s de acampame n to . Sinalizadores de g r au de dificuldade ' • \

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s imp l e s do s nó s é empreg a do

para evitar que a e x tremid a de de uma

corda se desfaça, ou para formar outro nó. Marinheiros o evitam por s er difícil de desata r, pr i nc i palmente quando a corda s e encontra molhada.

uito utilizado por marinheiros nos cordames móveis do navio, pois evita que a corda corra at r avés de um laço , argola ou madeira.

P ,·ar ser fácil de ajustar , esse nó é muito usado para amarrar pacotes e quando

se deseja prender um cavalo a um poste, por exemplo. Pode ser feito no meio da corda ou na sua ponta, e quanto mais for tencionado , mais apertado ficará o laço .

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ai ideal i zado para ser usado em

; escaladas, pois é capaz de absorver

choques quando a corda é sujeita a grandes ou inesperadas tensões, mas não é considerado um nó muito seguro.

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·E. sse é um dos nós de correr mais usados

. pelos marinheiros. Eles o utilizam

muito nos cordames e para trazer de volta ao navio objetos flutuantes que caíram na água . É forte, seguro, simples de desatar e desliza facilmente, não puindo a corda.

um nó que pode ser feito de maneira rápida e fáci l , mas não é adequado para os fios pesados . Os pescadores o utilizam para amarrar um girador ou pitão à linha.

Gi r ador ou p i tão

Ap e tr e ch o u sa do p a r a unir a linh a ao l e ader.

Leader Fio d e náil o n ou a ç o qu e forma a jun çã o e ntre a linha e o anz o l em s i.

P ,·róprio para unir linhas de espessuras

diferentes. Torna-se mais resistente ao

se prender as pontas por três ou quatro

vezes, criando um nó simples com ambas as linhas.

quádruplo

xcelente nó para prender "moscas " ou anzol ao leader.

·E. um modo muito eficiente de ligar duas

~

. seções de um típpet ou um leader.

Recomendável para unir linhas de diâmetro semelhante. Este nó, na realidade, consiste de dois nós único s , ligados um ao outro pela pa rte posterior .

'E s s e nó é usado para a t ar os e x tremos d e

" uma corda a uma estaca ou um objeto

fi x o . Serve tanto para amarrar um bote como pa r a amarra r as corda s da s barracas , ligar uma e s t a c a a ou tra e inici a r a m ar ras .

Fica mais confi á vel quando se acr e scenta um nó de ponta de corda ou se for e m feitos um ou dois cotes ao redor d a parte fi x a .

·E. d e m a nu se io r á p i do e prende bem . objetos ci l índricos grand es, como

p ra n c h as, m a stros ou tronco s , que p r ecisam ser ar ras t a do s ou erguidos. É também . com esse n ó qu e se c om eça uma a marr a

d i agon a l .

-

sse nó corre apenas

numa direção e

por isso é muito utilizado para amarrar cabos às estacas de barracas e em serviços de resgate de emergência.

considerada entre as voltas, a mais estável. Amplamente usada por nave- gadores para atracar seus barcos no cais, prender um cabo ao mastro, atar âncora leve, pedra, sino, balanço ou até unir as cordas da barraca na estaca.

N ó

.

ideal para cordas grossas, pois

é possível ser feito e desfeito com

facilidade . Utilizado principalmente em ati v idades de acampamento , é útil para

erguer objetos leves.

N "ó.de fáci l execu ç ão, utilizado por escaladores a fim de prender l aços de

corda fina a uma corda fixa mais grossa . D esliza com faci l idade quando está frouxo e trava quando há peso lateral . O nó poderá escapar se a corda estiver molhada ou '

c ongelada.

N "ó temporário formado por uma simples

.

volta feita ao redor da extremidade de

outra volta. Muito usado para completar e

reforçar outros nós.

N "ó fácil de desatar . Funcionará bem se

.

houver uma tensão constante. Tanto

o nó cote como o dois cotes ficam mais seguros se na ponta da corda houver um nó terminal.

'E sse é o nó recomendado pela Uni ã o Internacional das Associa ç ões de Alpi - n í smo para ser passado pelo mosquet ã o do escalador no momento da sua descida . Recomend a - s e muita aten çã o para n ã o errar no momento de fazer esse nó .

'E ss e nó n ã o corre e nem

aperta . É

" simples , forte e est á vel, muito uti li z a do

em r esgates pa ra descer pessoa s de um

p r édio em chamas ou conduzir animais .

O lais de gu i a forma um la ç o que a b r e no momento em qu e s e dei x a de fazer pressão na corda .

N ·ó' freqüentem ente utilizado em

.

resgates . Se a pessoa estiver

consciente , deve colocar uma perna em cada alça e segurar a corda . Caso contrário, uma alça deve passar por ambas as pernas e a outra pelas a x ilas. No alpinismo esse nó é usado para clipar o mosquetão a fim de

prender o homem do meio.

N ·o' passado os escaladores utilizavam

.

muito esse nó que hoje está sendo

substituído pelo meia-volta do fiel , mais

fácil de executar. O nó borboleta fixa muito bem , pode ser atado com rapidez e desatado com facilidade . Sua alça não diminui no momento de apertar o nó.

A. ' ntigo nó muito usado por equipes de resgate e bombeiros. A cadeira bombeiro forma duas alças que podem ser manuseadas de modo independente:

enquanto uma alça

a outra é ajustada ao redor das pernas , atrás

dos joelhos .

de

é passada

sob as a x ilas,

·E. sse nó nunca é corrido ou apertado, maneira que não se possa desatá-Io.

. Em primeiros socorros é considerado o nó mais importante , pois as bandagens são amarradas com ele.

de

ó empregado para unir cabos finos e meio rígidos como as linhas de pescar, além de emendar cordas molhadas ou escorregadias . Ele é formado por dois nós simples pu x ados na direção um do outro , deixando as e x tremidades das cordas em sentidos opostos.

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P ·ar s er um nó volumo s o, o pe s c a dor

.

duplo é m a is indicado par a cordas e

linha s finas . Ele é muito fort e e próp r io par a

unir cord a s ou fo r mar alç a s .

·Esse nó é muito estável , porém difícil ~ de desata r se a corda estiver molhada . Por esse motivo , atualmente não é muito utilizado pelo s ma r inheiros .

'E sse nó prende bem e por ser menos . vo l umoso que outros nós utilizados por cirurgiões (nó d i reito e nó de espia) dei x a uma cicatriz mais discreta. Ele difere do nó direito por ter uma dupla laçada na primeira passada .

I "1 sado para unir a escota (cabo com que

V se manobram as ve l as) à vela. Funciona

melhor quando utilizado para unir duas

c ordas de di â metros diferentes . Não deve

s er usado quando sujeito a muita tensão, pois não é considerado um nó muito

s eguro.

sse nó deve ser usado com cautela, pois já provocou acidentes. O nó se desfaz quando puxado bruscamente por uma ponta ou quando sujeito à tensão . No entanto, essa característica o torna perfeito para encurtar velas .

S erve p a ra unir varas pequ , enas a varas

,

na hora de fa z er mesas , cadeiras e outros

móveis de acampamento ,

Inicie com a Volta do Fiel .

maiores em ângulo reto. E muito úti l

ssa amarra é muito úti l na hora

de

construir pontes , pois ela serve para unir vigas para l elas e formar " pernas " de sustentação .

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