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Orientador:
Prot José Carlos Santos Jesus
UFLNFAEPE

Planilha de Atualização Automatizada de


Custos de Produção de Frutas e
Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro

Itaria de Agricultura, Abastecimento ,-E,mal


sta e Desenvolivimento do Interior M Empresad~

Autor: BENITO IGREJA JÚNIOR


EngO Agrônomo - Extensionista Rural - EMATER-RIO
Gerente Técnico Estadual de Microbacias Hidrográficas & Fruticultura

e-mail: igrejajr@mandic.com.br
março de 1998

Autor: EngO Agrônomo BENITO IGREJA JR. PLANILHA OE ABERTURA Curso de Pós-Graduação
EMATER-RIO Informática na Agropecuária
ATUALIZAÇÃO AUTOMATIZADA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO E OUTROS

INDICADORES ECONÔMICOS DAS PRINCIPAIS CULTURAS OLERíCOLAS

E FRUTíCOLAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Senito Gonzaga da Igreja .Júnior,

Orientador: José Carlos dos Santos Jesus

Monografia apresentada à
Universidade Federal de Lavras,
para a obtenção do título de
Especialização em Informática na
Agropecuária - Administração Rural.

LAVRAS I MG
1998
ATUALIZAÇÃO AUTOMATIZADA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO E OUTROS

INDICADORES ECONÔMICOS DAS PRINCIPAIS CULTURAS OLERíCOLAS

E FRUTíCOLAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Benito Gonzaga da Igreja .Júnior.

Orientador: José Carlos dos Santos Jesus

Monografia apresentada à
Universidade Federal de Lavras,
para a obtenção do título de
Especialização em Informática na
Agropecuária - Administração Rural.

Prof. José Carlos dos Santos Jesus.


( Orientador )

LAVRAS/MG
1998
A minha família:

A Núbia, doce companheira de todos os momentos.


A Hugo e Paula, meus fifhos e grandes amigos.
A minha mãe e meu pai, a quem devo tudo o que sou.

"Pelos momentos em que, combatendo moinhos de vento com a


determinação de um ideal, não pude estar com vocês !"
AGRADECIMENTOS

Deus por guiar o meu caminho.


À EMA TER-RIO, pela oportunidade e pelo apoio necessário à realização do curso de
Especialização em Informática na Agropecuária.
À Universidade Federal de Lavras, por aceitar a minha indicação para freqüentar o curso
de Especialização em Informática na Agropecuária.
Ao professor José Carlos dos Santos Jesus, pela valiosa orientação.
Ao professor André Luiz Zambalde, pelo incentivo constante.
Aos colegas de campo, Extensionistas Rurais da EMA TER-RIO, pelo estímulo, incentivo e
apoio.
Ao IBGE, pela ajuda na disponibilidade de importantes informações.
Ao amigo Orlando Deschamps, pela ajuda nos momentos difíceis, que, também, a
informática proporciona.
A todos os Gerentes Técnicos Regionais de Olericultura e Fruticultura da EMATER-RIO,
pela ajuda no fornecimento dos índices técnicos regionais, que compuseram a média
estadual dos custos de produção.
Ao amigo e Gerente Técnico Estadual de Olericultura da EMATER-RIO, Newton Novo
Costa Pereira, pelo incentivo e companheirismo em todos os momentos.
À bibliotecária do Serviço de Documentação e Informação da PESAGRO-RIO, Nádia de
Almeida Sodré, pela inestimável ajuda na elaboração das referências bibliográficas.
À Cynthia, minha irmã, por ter introduzido a informática em minha vida.
À Diretoria Executiva da EMATER-RIO, na pessoa de seu Diretor Técnico, Dr. Júlio
Henrichs de Azevedo, pela confiança, incentivo e apoio.
À Secretaria de Estado de Agricultura, Abastecimento e Pesca do Rio de Janeiro,
SEAAP-RJ, na pessoa do Sr. Superintendente de Microbacias Hidrográficas, Dr. Roberto
Nandes Peres e toda a sua equipe de trabalho, pela confiança em mim depositada.
A amiga Mônica Maria Gomes Sobreíra, pela sua amizade, confiança e incentivo
constante.
Ao amigo Arnaldo Costa e sua filha Daniela por todo apoio e ajuda.
A todos, que colaboraram direta ou indiretamente para a realização deste trabalho, deixo
aqui registrado os meus mais sinceros agradecimentos.
ATUALIZAÇÃO AUTO MATIZADA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO E
OUTROS INDICADORES ECONÔMICOS DAS PRINCIPAIS
CULTURAS OLERíCOLAS E FRUTíCOLAS
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Benito Gonzaga da Igreja .Júnior.

Universidade Federal de Lavras


Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão
ATUALIZAÇÃO AUTOMATIZADA DE CUSTOS DE
PRODUÇÃO E OUTROS INDICADORES ECONÔMICOS DAS
PRINCIPAIS CULTURAS OLERíCOLAS E FRUTíCOLAS
DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Benito Gonzaga da Igreja .Júnlor,

RESUMO

Os custos de produção têm mostrado-se como eficientes ferramentas de


acompanhamento do comportamento econômico das culturas agrícolas.
No Estado do Rio de Janeiro, cuja a superfície territorial ocupa apenas 0,5% do
território brasileiro, os agricultores têm o grande desafio de produzir alimentos em
quantidade e qualidade para atender a demanda de uma das populações mais numerosas
e com um dos melhores níveis de renda per capta do país.
A olericultura e a fruticultura fluminense têm mostrado-se como boas opções de
exploração econômica, tanto que, atualmente, em todo o Estado do Rio de Janeiro são
exploradas 37 espécies olerícolas e 18 frutícolas diferentes.
Os extensionistas rurais e demais técnicos especializados, vêm procurando manter
os diversos custos de produção permanentemente atualizados, resultando em grande
esforço braçal.
A ordenação das diferentes culturas olerícolas I frutícolas em grupos afins, de fácil
localização e a criação de planilhas vinculadas a uma planilha de atualização, representam
o maior objetivo deste trabalho, qual seja: criar um instrumento que atualize, de forma
automatizada, os custos de produção e outros indicadores econômicos das dez principais
espécies frutícolas e olerícolas, cultivadas no Estado do Rio de Janeiro, para, através da
informática, dar o adequado suporte aos trabalhos de Extensão Rural, junto aos
agricultores fluminenses, auxiliando-os na introdução e utilização de conceitos
elementares na área de administração rural.
ATUAUZAÇÃO AUTOMA TIZADA DE CUSTOS DE PRODUÇÃO E OUTROS

I DICADORES ECONÔMICOS DAS PRINCIPAIS CULTURAS OLERíCOLAS

E FRUTíCOLAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Benito Gonzaga da Igreja .Júnior.

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO página 02.

2. REFERENCIAL TEÓRiCO página 03.

3. METODOLOGIA página 09.

4. RESULTADOS página 12.

5. CONCLUSÕES página 17.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFiCAS página 18.

7. ANEXOS página 19.

7.1-ANEXO I página 19.

7.2- ANEXO 11 página 20.

7.3- ANEXO 111 página 21.

A. Planilha de Abertura página 21.

B. Planilha Custo Unitário de Insumos e Serviços página 22.

C. Planilha de Olerícolas Tipo Folha e Flor página 23.

D. Planilha de Olericolas Tipo Fruto página 24.

E. Planilha de Olerícolas Tipo Raiz página 25.

F. Planilha Resultados Finais da Olericultura página 26.

G. Planilha de Frutícolas Tropicais I página 27.

H. Planilha de Frutícolas Tropicais 11 página 28.

I. Planilha de Frutícolas Tropicais 11I página 29.

J. Planilha de Frutícolas de Clima Temperado página 30.

K. Planilha Resultados Finais da Fruticultura página 31.

LAVRAS - MG
MAR/1998
2

1- INTRODUÇÃO
o Brasil é um país de dimensões continentais, ocupando uma superfície de
8.547.403,5 km2, onde abriga uma população de 157.079.573 habitantes. Assim, a
Densidade Populacional do país está no nível de 18,38 habitanteszkrn" . A renda média
familiar per capta é de 1,599 salários mínimos ao mês.
Com uma área de apenas 43.909,7 km2, o que equivale a apenas 0,5% de todo o
território nacional, o Estado do Rio de Janeiro, segundo dados do Censo Demográfico de
1991, encerra a terceira população mais numerosa do país: 12.807.706 habitantes - 8,15%
da população do país, sendo apenas menor do que S. Paulo - 20,11% e M. Gerais -
10,02%. Dessa forma, a Densidade Populacional fluminense é substancialmente elevada,
pois atinge o nível de 305,31 habítantesrkrn", apresentando municípios, como São João de
Meriti, onde este índice atinge 12.444,78 habitantesrkm". A renda média familiar per capta
é de 2,160 salários mínimos ao mês, 35% maior que a média brasileira, o que, neste rol,
situa o Estado do Rio de Janeiro na terceira posição em toda a federação.
Combinando-se as realidades de contingente populacional e renda média familiar per
capta, têm-se que o Estado do Rio de Janeiro apresenta índices absolutamente favoráveis,
que, seguramente, conduzem-no a uma realidade de segundo maior mercado consumidor
do país, estando atrás apenas do Estado de São Paulo. Tal fato, combinado à pequena
extensão territorial, cria um imenso desafio para os agricultores fluminenses: produzir
alimentos, em volume e qualidade, suficientes para atender a terceira maior população do
país, em um Estado, onde a superfície representa apenas 0,5% de todo o território
nacional. Se, por um lado, as possibilidades parecem ilimitadas, por outro, o interesse e a
influência por parte de outros Estados em disputar esse espaço também é grande,
tomando o mercado agrícola do Estado do Rio de Janeiro altamente disputado, exigindo
grande dose de competitividade por parte dos agricultores fluminenses.
Assim, atividades que combinam rentabilidade em pequenas superfícies 'terntoriais
representam àquelas mais apropriadas à agricultura fluminense. Tal situação, de fato, vem
ocorrendo e a ascensão da olericultura e fruticultura, devido à decadência das culturas de
grãos e da cana-de-açúcar, foi comprovada nos últimos quinze anos, segundo o Censo
Agropecuário de 1995, onde a única exceção foi a laranja, que perdeu área, devido à
estratégia equivocada de avançar em direção a região litorânea, onde o turismo e a
especulação imobiliária são imbatíveis.
Sobreviver e ser bem sucedido em tais atividades requer por parte do olericultor I
fruticultor fluminense e dos profissionais das ciências agrárias o uso correto de tecnologias
de produção e, especialmente, trabalhar com um instrumento ainda bem pouco utilizado,
mas de irrefutável eficiência, que é a Administração Rural.
3

Em se tratando da horticultura fluminense, têm-se que tal atividade é desenvolvida,


apoiando-se em 37 espécies olerícolas e 18 frutícolas. Obviamente, cada município do
Estado não trabalha com todas essas espécies, mas é comum ocorrer uma grande
diversidade de explorações, especialmente naqueles municípios que fazem parte dos
chamados "cinturões verdes", que abastecem os municípios mais populosos, como, por
exemplo, é o caso dos que compõem o Grande Rio.
O mercado de frutas e olerícolas é considerado extremamente complexo, dinâmico e
variável e, acompanhar o nível de rentabilidade das mais diversas explorações, requer de
produtores, dos extensionistas rurais e técnicos especíalizados um grande esforço no
conhecimento de, pelo menos, seus custos de produção e de outros índices econômicos,
proporcionando o controle administrativo da atividade e a maximização de lucros, evitando-
se prejuízos e a pulverização de recursos financeiros investidos. Uma grande dificuldade,
consiste em manter os custos de produção funcionais, uma vez que, devido ao grande
número de culturas, a tarefa de mante-Ios regularmente atualizados redunda em demandar
um bom dispêndio de tempo e esforço braçal.
Objetivando reduzir o trabalho braçal/oneroso e estimular o intelectual/produtivo,
optou-se por criar um meio de automatizar a atualização das planilhas de custos de
produção das dez principais espécies olerícolas e frutícolas, cultivadas no território
fluminense, visando atender especificamente às necessidades dos Extensionistas Rurais
da EMATER-RIO, permitindo assim otimizar os processos de orientação técnica e extensão
rural, através das ferramentas da administração rural e da informática.

2- REFERENCIAl TEÓRICO
Segundo Jesus e Zambalde (1997), Administração é "a tarefa de definir os objetivos e
de utilizar de forma eficaz e eficiente os recursos necessários para a realização dos
objetivos". Ainda, afirmam que "uma organização é eficaz quando consegue realizar seus
objetivos e eficiente quando realiza os seus objetivos com o uso correto dos recursos
disponíveis".
Maximiano (1990), citado por Jesus e Zambalde (1997), define a Administração como
sendo "um processo de planejar, organizar, dirigir e controlar a aplicação de recursos
humanos, materiais, financeiros e informacionais, visando à realização de objetivos".
Modemamente conceituada, a Administração Rural, segundo lima (1982), citado por
Souza e Andrade (1986), "é um ramo da ciência administrativa que estuda os processos
racionais das decisões e ações administrativas em organizações rurais". Conforme esses
dois autores, "ao considerar a Administração Rural como ramo da cíência administrativa, o
4

autor possibilita o acesso às suas teorias, desde a abordagem clássica de Taylor1 até a
moderna teoria do desenvolvimento organizacional. Nesse contexto, o novo enfoque da
Administração Rural pode, portanto, ser assim resumido:

• A Administração Rural é um ramo da ciência administrativa;

• A existência de características peculiares da agricultura exige uma postura crítica e


adaptativa das teorias e princípios administrativos, quando de sua utilização para a
agricultura;

• O ambiente, com suas organizações e instituições, interagindo com as unidades de


produção agrícola, é também objeto de estudo da administração rural."
A situação fundiária do Estado do Rio de Janeiro, pauta-se em um significativo número
de propriedades com área inferior a 100 ha, como pode-se constatar no Quadro 1, ilustrado
no Gráfico 1. Para se ter uma idéia, 90,2 % das propriedades rurais possuem área inferior
a 100 ha e aproximadamente 53% das propriedades têm área menor que 10 ha. Assim,
ocorre que, particularmente, a olericultura/fruticultura fluminense baseiam-se na pequena e
média propriedade agrícola, tendo a força de trabalho familiar grande relevância neste
contexto.

Quadro .1. Estabelecimentos por 9.DJQ.Q de área total. Situação do Estado do Rio de Janeiro.

ESTABELECIMENTOS POR N° DE PROPRIEDADES REPRESENTAGÃO(%)


GRUPOS DE ÁREA TOTAL (ha)

Menos de 10 28.439 52,97

10 a menos de 100 20.005 37,27

100 a menos de 200 2.738 5,10

200 a menos de 500 1.802 3,36

500 a menos de 2.000 623 1,16

2.000 e mais 48 0,09

Sem declaração 25 0.05

TOTAIS 53.680 100


..
Fonte: IBGE - Censo Agropecuano 1995-1996.

1 Taylor- Frederich W. Taylor. Engenheiro e economista norte americano (1856-1915), considerado

o fundador da chamada Administração Científica. CHIAVENATO, I. Administração: Teoria, Processo


e Prática. São Paulo. Editora Me Graw-Hill do Brasil, 1985.
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Gráfico .1. Representação da distribuição fundiária do Estado do Rio de Janeiro, em grupos


de área total dos estabelecimentos agrícolas.

Estabelecimentos em Grupos de Área Total (ha):

<li
o • 2000ha e mais
GlC
"tJ GI
<li E lii!J500 a menos de 2.000ha
0-
a.U [] 200 a menos de 500ha
•.. ~
:::IJ!!
1!!l100a menos de 200ha
C) !li
-;
W O 10 a menos de 100ha

o 10 20 30 40 50 60 III Menos de 10 ha

Participação (%)

Fonte dos Dados: IBGE - Censo Agropecuário 1995-1996.

Com razoável freqüência, Extensionistas Rurais, em seus trabalhos cotidianos, junto


aos agricultores fluminenses, têm deparado-se diante de indagações de ° que? Quanto?
e Quando plantar ?, sendo que tais informações influenciarão, em diferentes níveis, a
formação de renda e o bem-estar desses agricultores e de suas respectivas famílias, o
que, institucionalmente, vem a ser o maior objetivo e a própria razão de ser da EMA TER-
RIO, como empresa e instituição pública. Segundo Jesus e Zambalde (1997), o método
mais habitualmente usado para a tomada de decisões em uma propriedade rural "é a
própria experiência do produtor rural". Entretanto, baseando-se na realidade da
globalização da economia, na realidade do Mercosul e no conceito de que numa
propriedade rural 50% das decisões estão fora das porteiras das fazendas, percebe-se que
a competitividade e o número de alternativas cresceu substancialmente. Assim, as
decisões ficaram muito mais complexas, exigindo dos técnicos especializados, em conjunto
com os agricultores, a iniciativa da criação e o estabelecimento de rotinas para levantar
informações, que viabilizem o processo administrativo do agro-negócio, favorecendo as
funções de planejamento, organização, direção e controle.
Schuh (1976), citado por Reis e Guimarães (1986), afirma que dados sobre custos de
produção "podem servir para análise da rentabilidade dos recursos empregados numa
atividade produtiva, útil no processo de tomada de decisão do produtor". Este autor
ressalta, ainda, que toda avaliação de custos é subjetiva e cercada de muitas dificuldades,
estando estas ligadas à avaliação correta de bens produtivos, avaliação da vida útil dos
6

s preços dos insumos e serviços, principalmente devido ao regime inflacionário e


s parãmetros a considerar, como é o caso da tecnologia empregada.
ís e Guimarães (1986), conceituam atividade agrícola como "uma linha de produção
de algum produto do setor agropecuário, como café, citros, pecuária leiteira e de corte,
arroz, milho, feijão, avicultura de postura e de corte, suinocultura etc." Para efeito de
estimação de custo de produção, esses dois autores definem Processo de Produção como
odas as atividades envolvidas na produção de certo bem, dentro de certo prazo suficiente
para que se obtenham os resultados em forma de produto final", sendo necessária permitir
a realização de um ciclo completo: entrada de recursos e saída de produto. Caracterizam
Prazo como "uma concepção de tempo com base no processo de produção. Assim o
chamado curto prazo é o mínimo tempo necessário para que um ciclo se complete, isto é, o
período entre o emprego de recursos e a resposta a estes em forma de produto. O longo
prazo envolve dois ou mais ciclos produtivos".
Ainda, Reis e Guimarães (1986), baseando-se em Ferguson (1976), Leftwich (1973),
Reis et aI. (1981) e Matsunaga et aI. (1976), afirmam que o conceito geral de Custo de
Produção representa "a soma dos valores de todos os recursos (insumos) e operações
(serviços), utilizados no processo produtivo de certa atividade agrícola".
Segundo esses mesmos autores, os Custos Fixos são "aqueles correspondentes aos
recursos que:
a) Têm duração superior ao curto prazo, portanto sua recomendação ( ou renovação) só
se verifica a longo prazo;
b) Não se incorporam totalmente no produto a curto prazo, fazendo-o em tantos ciclos
quanto o permitir sua vida útil;
c) Não são (facilmente) alteráveis no curto prazo, e o seu conjunto determina a capacidade
de produção da atividade, ou seja, sua escala de produção.
Em geral, enquadram-se, nessa categoria, terras, benfeitorias, máquinas,
equipamentos, impostos e taxas fixas, animais produtivos e de trabalho, cal agem e árvores
frutíferas ( implantação e formação de pomares ), dentre os mais importantes".
Ainda, afirmam esses autores, que os Custos Variáveis representam aqueles "com os
recursos que :
a) Têm duração inferior ou igual ao curto prazo, sendo, portanto, sua recomposição feita a
cada ciclo do processo produtivo;
b) Incorporam-se totalmente ao produto no curto prazo, não sendo aproveitados para
outro ciclo;
c) São alteráveis a curto prazo e estas alterações provocam variações na quantidade e
qualidade do produto dentro do ciclo;"
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Em geral, custos variáveis são recursos que exigem gastos monetários diretos e a
curto prazo. Por se tratar de desembolsos efetuados dentro do ciclo produtivo, estes tipos
de custos são os mais considerados pelo produtor agrícola na tomada de decisão. São
exemplos deles os gastos com insumos ( sementes, defensivos e fertilizantes ); serviços
em geral prestados por mão-de-obra braçal, técnica e administrativa ( familiar e/ou
contratada de forma permanente ou eventual ); serviços de máquinas e equipamentos
executados. Por se tratar de desembolsos efetuados dentro do ciclo produtivo, estes tipos
de custos são os mais considerados pelo produtor agrícola na tomada de decisão".
Matsunaga et aI. (1976), citado por Reis e Guimarães (1986), baseando-se no conceito
utilizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Estado de Agricultura
de São Paulo, afirma que "o Custo Operacional refere-se ao custo de todos os recursos de
produção que exigem desembolso por parte da empresa (unidade de produção) para a sua
recomposição. Inclui, praticamente todos os custos variáveis, exceto administração, e todos
os fixos que exigem reposição por meio de aquisições, sem no entanto, considerar os
custos alternativos".
Reis e Guimarães ( 1986) afirmam que "a finalidade do uso do Custo Operacional é
mostrar, caso a firma não tenha remuneração igualou superior ao custo alternativo, se e
quanto ela tem de resíduo que remunera em parte o capital, tempo, administração e
recursos auto-renováveis".
Segundo Ferguson (1976), citado por Reis e Guimarães (1986), "Custo Alternativo de
uma dada mercadoria representa aquele em que o capital e tempo nela usados estariam
rendendo se fossem utilizados na melhor alternativa de emprego. Só haverá lucro
econômico, se a mercadoria produzida proporcionar um retorno que supere esse custo
alternativo, o qual é a retribuição normal do capital e do tempo empregados".
Receita, segundo Reis e Guimarães (1986), "representa o resultado da atividade em
valores monetários. Em sua expressão mais simples, é a multiplicação do preço pela
. quantidade produzida (p.Q.).
A análise consiste, em geral, na comparação da receita com o custo de produção".
Assim, segundo Reis e Guimarães (1986), Lucro "é a diferença entre as receitas e os
custos, podendo ser total, para toda a produção, ou médio, por unidade de produto".
Reis e Guimarães (1986), concluíram que lia análise da atividade econômica, através
do custo de produção, é um forte subsídio para a tomada de decisões na empresa
agrícola. Apesar dos muitos problemas com relação ao processo de apuração de dados e
da subjetividade na sua estimação, a determinação dos recursos dos custos de produção
na agricultura é prática necessária e indispensável ao bom administrador. Dentre os vários
processos de cálculo e análise de custos existentes, esse é um dos mais simples, bastante
8

versátil, onde algumas partes de subjetividade são eliminadas, constituindo-se em valioso


instrumento para as decisões do administrador da empresa rural".
Filgueira (1981), afirma que "devido à falta de bons registros contábeis entre os
olericultores, os estudos sobre custos de produção são muito escassos". Continuando,
afirma que, "as limitações de tal tipo de estudo são óbvias, pois é impossível criar um
modelo que se ajuste a todas as situações". A variação no padrão tecnológico utilizado,
para citar apenas um exemplo, já é suficiente para influenciar significativamente os
resultados desses estudos.
Ainda, segundo Filgueira (1981), a atualização do custo de produção das culturas
olerícolas consiste em uma séria limitação, uma vez que requer ajustes freqüentes em seus
índices, tomando-o inadequado às novas realidades que surgem com o decorrer do tempo.
Normalmente, na falta de estudos mais apurados, o custo de produção é atualizado pela
coleta de atualização de preço unitário de cada um de seus componentes e sua
multiplicação pelo número de unidades utilizadas, recalculando os custos parciais
atualizados, bem como o custo total de produção. Por fim, por medida de bom senso,
calcula-se a participação percentual de cada componente sobre o custo total de produção,
evidenciando-se a sua importância relativa. Segundo esse mesmo autor, "a renda bruta, a
renda líquida e o custo de produção, por caixa, certamente são muito influenciados pela
eficiência do produtor e pelo preço de comercialização". Assim, é possível uma substancial
redução no custo total de produção e no custo unitário de cada volume de produto pela
elevação da produtividade. "Como é comum observar-se uma flutuação estaciona I
acentuada, de padrão previsível, às vezes é possível planejar-se o plantio, de modo que a
colheita coincida com épocas de preços elevados. Porém o preço de comercialização nem
sempre é previsível e, sem dúvida, é um fator muito mais decisivo do que qualquer outro,
na determinação da renda líquida, ou seja: no resultado econômico de uma cultura".
Segundo Jesus e Zambalde (1997), "na sociedade atual existe uma grande
complexidade de informações e estas têm sido consideradas como fundamentais para o
processo de sobrevivência em todos os setores da vida humana. Vivemos atualmente na
SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO". Prosseguindo, afirmam que" com a globalização da
economia mundial, o número de variáveis, que podem influenciar os processos
administrativos das empresas, cresce a cada dia; o tempo disponível para o administrador
reagir e tomar uma decisão está diminuindo, o que conduz a um aumento dos riscos
associados às decisões". Complementando, concluem que "sobre o setor agropecuário
incidem ainda e de forma acentuada os fenômenos climáticos e biológicos, conduzindo o
empresário/produtor a uma situação de incerteza e de risco colocados pela natureza e pelo
mercado cada vez mais global". Assim, há a necessidade premente do setor agropecuário,
9

através da informatização de processos e de atividades, tomar mais eficiente e eficaz as


fases direta e indireta da produção.
Segundo Franco Júnior (1992), citado por Zambalde e Jesus(1997), "o uso do
computador abriu porteiras que nem sequer eram imaginadas pelos velhos agricultores do
tempo do café-com-Ieite. Hoje é possível controlar um rebanho inteiro, sabendo-se
exatamente a quantidade de alimento que se deve dar a cada animal para que ele atinja o
ponto ótimo de produção. Planilhas eletrônicas para controle de custos e software
destinados a acompanhar mão-de-obra tomaram a administração rural menos empírica.
Essas novas ferramentas já iniciaram uma verdadeira revolução no campo".
Zambalde e Jesus(1997), afirmam que "no contexto das aplicações de informática na
agropecuária o relatório do aTA (1986) - eu. S. Office of Tecnology Assesment 1
Tecnology, public policy and the changing structure of American Agriculture' - as classifica
em três grandes grupos:
a) Tecnologias de telecomunicações;
b) Tecnologias de monitoramento e controle;
c) Tecnologias de gerenciamento de informações"

Este trabalho, devido as suas características, classifica-se no grupo de tecnologias de


gerenciamento de informações, estando relacionado "à efetiva utilização do computador,
através dos programas de caráter genérico - editores de texto, planilhas eletrônicas, banco
de dados, pacotes gráficos, estatísticos, entre outros; e de aplicação -contabilidade, folha
de pagamento, gerência de rebanho, colheita de café, balanceamento de ração, etc."
(Zambalde e Jesus; 1997).
Nesse contexto, segundo Jesus (1994), "busca-se reduzir os custos, otimizar a
utilização dos recursos disponíveis e melhorar a execução das atividades existentes ou
possibilitar a execução de atividades anteriormente impossíveis de serem realizadas".

3- METODOLOGIA
Desenvolvido na Gerência Técnica Estadual de Microbacias Hidroqráftcas e
Fruticultura, durante o biênio 1997/1998, no escritório central da Empresa de Assistência
Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro, este trabalho está voltado
diretamente para os Extensionistas Rurais da EMA TER-RIO e objetiva estabelecer um
meio de facilitar a atualização regular e permitir a evolução e adaptação através dos
tempos de custos de produção das principais espécies frutícolas e olerícolas cultivadas no
Estado do Rio de Janeiro, permitindo disponibilizar diretamente aos profissionais da
Extensão Rural da empresa e, através destes, indiretamente aos olericultoreslfruticultores
10

fluminenses uma ferramenta de apoio, que, bem manejada, auxilie no trabalho de


orientação técnica e tomada de decisões, voltado às áreas de administração e economia
rural.

O trabalho foi desenvolvido através de um microcomputador, padrão PC-IBM, modelo


486 OX4 - 100 rnhz, com 16 Mb de memória ram e disco rígido de 840 Mb, considerado,
até certo ponto, como um conjunto modesto para os padrões atuais. O "sistema
operacional" utilizado foi o MS-Windows 95. O software diretamente utilizado na
elaboração do trabalho foi a planilha eletrônica MS-Excel, versão 7, para execução em MS-
Windows 95. Como softwares de apoio, trabalhou-se com o editor de textos MS-Word,
versão 7, e o Paint Brush, ambos também para execução em plataforma MS-Windows 95.
Para pesquisa e captura de dados de importância geográfica, social e econômica , foram
realizados acessos variados à Internet através do software de conexão Internet Explorer
3.0 e de conta de acesso particular no provedor Mandic, o que pode proporcionar diversas
visitadas às páginas de instituições de renome, como, por exemplo: IBGE - Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística; FGV - Fundação Getúlio Vargas; EMBRAPA -
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária; INCRA - Instituto Nacional de Colonização e
Reforma Agrária; IPEA - Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas; e Jornal O Globo,
dentre outros.
Para fazer parte deste trabalho, devido ao seu grau de importância para a olericultura
e fruticultura estadual, vide Quadros 2 e 3, foram selecionadas, dentro de cada atividade,
as dez principais culturas, sob o ponto de vista de suas representatividades no volume
anual de produção, segundo os dados do ano de 1996, apontados pelo sistema ASPA -
Acompanhamento Sistemático da Produção Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro,
documento oficial, produzido mensalmente pela EMA TER-RIO, através de levantamento de
campo, realizado em cada um dos municípios do Estado do Rio de Janeiro.
Tendo-se as culturas eleitas para fazer parte do trabalho, houve a necessidade de,
num primeiro momento, ter índices que retratassem a média estadual e, assim levantou-se
junto aos Gerentes Regionais de Culturas Agrícolas, lotados em cada um dos sete
Escritórios Regionais da EMA TER-RIO, os índices técnicos das principais culturas de cada
região, estabelecendo-se a partir de então valores médios representativos da realidade do
Estado do Rio de Janeiro. Agregou-se a partir de então, todos as matérias-primas e
ingredientes, necessários à elaboração das planilhas das culturas e a criação dos meios e
mecanismos adequados à automação de suas atualizações.
11

Quadro 2: As 10 Principais Frutícolas Cultivadas no Estado do Rio de Janeiro, em 1996:


r ----- --------------------------- ------ -------- ----- -----------

PRODUTO PRODUÇÃO ( t ) % do RJ (*)


-----------------------------
BANANA 268.839,5 41,51

LARANJA 189.606,8 29,28

LIMÃO THAITY 57.589,7 8,89

TANGERINA 47.268,7 7,30

MARACUJÁ 23.925,4 3,69

COCO-VERDE 21.839,8 3,37

CAQUI 13.192,0 2,04

ABACAXI 10.145,5 1,57

GOIABA 7.043,0 1,09

MANGA 4.148,5 0,64


SUB-TOTAL 643.598,9 99,38
TOTAL RJ (t) 647.646,9 100,00
Fonte: EMATER-RIO *ASPA-1996
Elaboracão: EMATER-RIO -COPER
( *) % do RJ Q refere-se ao % atingido por cada cultura, em relação ao total da Produção Estadual de Frutas.

Quadro 3: As 10 Principais Olerícolas Cultivadas no Estado do Rio de Janeiro, em 1996:


r----- ---.------ -. --- ---------~ ---- - - ---- -_.
--- ----------.--- --------1
i PRODUTO PRODUÇÃO ( t ) % do RJ (") ~
--------------------------------_ .._-------
TOMATE 162.637,5 21,47

AIPIM 89.889,8 11,87

CHUCHU 77.808,5 10,27

QUIABO 40.860,6 5,40

PIMENTÃO 37.043,6 4,89

REPOLHO 36.975,0 4,88

ALFACE 36.208,1 4,78

JILÓ 30.043,6 3,97

INHAME 29.425,7 3,89

COUVE-FLOR 26.538,1 3,50


SUB-TOTAL 567.430,5 74,92
TOTAL RJ (t) 757.375,0 100,00
Fonte: EMATER-RIO *ASPA-1996
Elaboração: EMATER-Rl0 -COPER
( *) % do RJ Q refere-se ao % atingido por cada cultura, em relação ao total da Produção Estadual de Olerfcolas.

~~~~====------------------------
12

4- RESULTADOS
Partindo-se do princípio, que a elaboração de custos de produção de espécies
olerícolas e frutícolas em planilhas eletrônicas tem mostrado-se eficiente, e que, em
relação a esses custos, o aspecto negativo, consiste especialmente no esforço mecânico e
moroso de mante-Ios, um a um, atualizados regularmente, atendendo contínuarnente aos
preceitos a que se propõem, optou-se, para iniciar, por agregar as planilhas das culturas
selecionadas em grupos distintos. Assim, foram criados os seguintes grupos de planilhas:
a) OLERíCOLAS TIPO FOLHA l FLOR: agregando em seu conteúdo as planilhas das
culturas de Alface ( Lactuca sativa ), Repolho ( Brassica oleracea varocapitata ) e
Couve-Flor ( Brassica oleracea varobotrytis ).
b) OLERíCOLAS TIPO FRUTO: agregando em seu conteúdo as planilhas das culturas
de Tomate ( Licopersicum esculentum ), Jiló ( Solanum gilo ), Pimentão (
Capsicum annuum ), Chuchu ( Sechium edule ) e Quiabo ( Abelmoschus
esculentus ).
c) OLERíCOLAS TIPO RAIZ: agregando em seu conteúdo as planilhas das culturas
de Aipim, que vem a ser a mandioca de mesa ( Manihot esculenta ), e Inhame (
Co/ocasia esculenta).
d) FRUTíCOLAS TROPICAIS 1~ agregando em seu conteúdo as planilhas das culturas
de Abacaxi ( Ananas comosus ) e Banana ( Musa spp. ).
e) FRUTíCOLAS TROPICAIS li~agregando em seu conteúdo as planilhas das culturas
de Coco-Verde ( Cocos nucifera ), Goiaba ( Psidium guayava ), Manga (
Mangifera indica) e Maracujá ( Passiflora edulis ).
f) FRUTíCOLAS TROPICAIS lll ~ agregando em seu conteúdo as planilhas das
culturas de Laranja ( Citrus spp. ), Lima Ácida Thaity ( Citrus spp. ) e tangerina (
Citrus spp. ).
g) FRUTíCOLAS TEMPERADAS ~ agregando em seu conteúdo a planilha da cultura
de Caqui ( Diospyros kaky).

As culturas, distribuídas em grupos específicos, além de facilitar a sua localização pelo


usuário, permite a incorporação futura de custos de produção de outras espécies, como é
nosso objetivo.
A partir daí, em cada uma das planilhas de custos de produção, as células
discriminatórias de insumos e serviços, bem como os seus respectivos custos unitários
utilizados, apresentam um endereço específico e correspondente em uma planilha de
origem, denominada Planilha Custos Unitários de Insumos e Serviços.
13

Figura 1: Visão parcial da planilha Custo Unitário de lnsumos e Serviços.


Custos Unitários de Insumos & Serviços - 18 Parte
1~~#!~[~~f~ivp~:[~:If1!~nil:~f~~I~~mW$i:~imii
~ l';~[~[:,~~,ªm~:ti~\:!~dg,}~[k~'~~~
.~
>õ.~

Preço Preço Preço


item Unidade Unitário item Unidade Unitário item Unidade Unitário
(R$lUnidade) (R$lUnidade) ( R$/
Unidade)
Calcário t 65,00 Abacate unidade 3,50 Abóbora kg 52,00
Agricola
Minercal 220,00 Abacaxi unidade 0,10 Abobrinha kg 65,00
Concinal 35,00 Acerola unidade 2,00 AQrião 150,00
Esterco de mO> 23,00 Banana unidade 0,30 Alface kg 120,00
Aves

A planilha Custos Unitários de Insumos e Serviços, Figura 1, consiste, na verdade, em


um local, onde são alocados e encontrados todos os itens de insumos e serviços e
respectivas unidades de medidas, acompanhados de seus custos unitários, agrupados em
categorias distintas, como por exemplo Sementes e Mudas; Corretivos e Fertilizantes;
Agrotóxicos; Embalagens e Afins; Serviços de Terceiros, Combustível e Lubrificantes e
. assim por diante. Nesta planilha, é discriminado, no grupo apropriado, o produto ou o
serviço a ser utilizado, a sua unidade de medida e o seu valor unitário. Na planilha em que
o produto ou serviço for utilizado, nas células correspondentes ao respectivo nome do
produto ou serviço, sua unidade de medida e o seu custo unitário, serão embutidos os
endereços correspondentes à planilha custos unitários de insumos e serviços. Assim, ao
atualizar na planilha custos unitários de insumos e serviços, o custo unitário de um
determinado insumo, por exemplo, automaticamente estará sendo inserido o novo valor em
todas as planilhas, que utilizarem-se de tal insumo, atualizando também imediatamente os
gastos totais com aquele insumo, a sua participação percentual sobre o custo total e o
próprio custo total da cultura, mantendo-a atualizada e em condições confiáveis de
utilização.
A matriz desenvolvida para abrigar as planilhas eletrônicas das culturas, Figura 2,
inicia-se pelo seu título, que segue a expressão "CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 ha DA
CULTURA De ...". Prevê colunas de discriminação de: insumos ou serviços, unidade de
medida, quantidade, preço unitário (R$ I unidade), preço total ( R$ I ha) e participação
percentual de cada item. Suas linhas encontram-se agrupadas, apresentando
separadamente os gastos totais com os itens insumos e serviços, bem como suas
respectivas participações percentuais sobre o custo total. Os diversos cruzamentos destas
linhas e colunas resultam na obtenção dos custos totais e respectivas participações
percentuais.
14

gura ~ ~ Planilha matriz desenvolvida.


CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 Ilâ DA CULTURA DO INHAME:

, . ;~"oS~' -UN'~A~~[ll~~,~i~'~~~
9
ICALcAAlO (*) t 2,0 65,00 130,00 4,0
ESTERCO DE CURRAL m3 20,0 15,00 300,00 9,3
SUPERFOSF. SIMPLES kg 200,0 0,20 40,00 1,2
CLORETO DE kg 70,0 0,35 24,50 0,8
POTÁSSIO
URÉIA kg 100,0 0,33 33,00 1,0
INSETICIDA litro 1,0 32,00 32,00 1,0
FORMICIDA kg 2,0 9,50 19,00 0,6
CAIXA "K" USADA unidade 750 0,60 450,00 13,9
TOTAllNSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.028,50 31,8

~~
Ç . 40
, ,
2500 10000
I
31
,
GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 3,1
SULCAGEM hora Microtrator 5,0 10,00 50,00 1,5
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,5
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,6
PREPARO DE MUDAS dia/homem 2,0 10,00 20,00 0,6
ADUBAÇÃO DE dia! homem 5,0 10,00 50,00 1,5
PLANTIO
ADUBAÇAoDE dia/ homem 2,0 10,00 20,00 0,6
COBERTURA
PLANTIO dia I homem 7,0 10,00 70,00 2,2
LIMPAS MANUAIS dia I homem 18,0 10,00 180,00 5,6
AMONTOA dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,6
CONTROLE DE dia I homem 1,0 10,00 10,00 0,3
PRAGAS
COLHEITA dia I homem 60,0 10,00 600,00 18,6
CLASSIFICAÇÃO dlà/ homem 10,0 10,00 100,00 3,1
EMBALAGEM dia I homem 10,0 10,00 100,00 3,1
FRETE dial homem 750 1,00 750,00 23,2
TOTAL SERViÇOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 2.205,00 68,2

CUSTO TOTAL 100,011 u

PRODUTIVIDADE cx/ ha 750 Obs.: 1 cx Tipo K ,= 22 kg


PRODUTIVIDADE kg lha 16.500
CUSTO POR R$/ Emb. 4,31
EMBALAGEM
PRODUZIDA
VAl.Õ~ MSDIO DE R$/Emb. à,50
VENDA 00 PRODUTO
RENDA BRUTA R$/ ha 6.375,00
RENOA LIQUIDA R$/ha 3.141,50
RETORNO R$/ R$ 0,97
ECON6MICO
oes. Rêtorno ECOnômico :: Renda U- uída I Custo Total Produ· o
15

Agregado à planilha, também faz parte da matriz, um grupo de indicadores


econômicos referentes aos resultados esperados; Figura 3. Na planilha é inserida a
produtividade esperada (medida em número de embalagens obtidas em cada hectare
cultivado) e as especificações do tipo da embalagem e o seu peso bruto, em kg. Assim, a
produtividade, medida em kglha, também é informada. Dividindo-se o custo total de
produção pela produtividade esperada, automaticamente é calculado o custo por
embalagem produzida. Assim como a produtividade esperada, na planilha matriz de cada
cultura é inserido, especificamente nesta região da planilha, o valor médio de
comercialização do produto ( medido em R$/ embalagem ). Dessa forma, multiplicando-se
esse valor de comercialização pela produtividade, obtém-se automaticamente a renda
bruta ( medida em R$ / ha ). Subtraindo-se da renda bruta o custo total de produção,
automaticamente, é obtido o valor da renda líquida. Por fim, automaticamente, é calculada
a taxa líquida de retomo econômico ( medida em R$ apurados por R$ investido), através
da divisão da renda líquida pelo custo total de produção. Assim, é possível saber qual é a
renda líquida, apurada em reais, para cada um real (R$1,00) aplicado, o que pcssibilita
saber como o capital e o trabalho do agricultor serão remunerados na atividade'.

Figura ª~ Indicadores econômicos referentes aos Resultados Esperados

PRODUTIVIDADE cx/ ha 750 Obs.: 1 cx Tipo K = 22 kg


PRODUTJ\lIOAOE kg/ha 16.500
CUSTO POR R$/Emb. 4,31
EMBALAGEM
PRODUZIDA
VALOR. M~DIO DE R$/Emb. 8,50
VENDA 00 PRODUTO
RENDA BRUTA R$/ ha 6.375,00
ENDA lfaUIOA R$lha 3.141,,50
RETORNO R$/R$ 0,97
ECONÓMICO
Q~,: Retorno,~~nômjco. = Renda U ulda I Cu~o Total Produ o

Com a finalidade de traçar um referencial comparativo entre as diversas culturas, criou-


se as planilhas "Resultados Finais"; vide Figura 4; direcionada a comparar os diversos
resultados das diferentes culturas frutícolas e olerícolas, respectivamente. Para cada uma
das culturas, nessas planilhas são transportados e/ou calculados os seguintes resultados:
a) Custos com Insumos ( R$ / ha );
b) Custos com Serviços ( R$/ ha);
c) Custos com Frete e Embalagens ( R$ / ha );
d) Custo Total de Produção ( R$ / ha );
16

e) o por Embalagem Produzida ( R$ I Embalagem );


da íquida ( R$ I ha );
) axa Líquida de Retomo Econômico ( R$ retomado I R$ investido );
) Ciclo Cultural ( meses );
i) Rendimento Mensal ( R$ I ha I mês)

Figura 1~Planilha Resultados Finais.


--------------------------_.~
Resultados Abacaxi Banana Caqui Coco- Goiaba laranja Lima Âc. Manga MaraCUjáTangerina 1I

das Culturas Verde Thatti


2.424,50 1.833,00 1.998,00 399,10 3.280,80 1.749,00 923,00 1.102,00 1.:La5,50

1.875.~ :1.~ zses, 825,00 4.435, 1.0C6, 1.525,00 2255,

0,00 3.150,00 2.420,00 1.440,00 2.000,00

0,00' 4,42 0,00 3,32 2,12 2,58

4.299,50 3.728,00 4.863,00 1.224,10 7.715,80 3.654,00 2.448,00 3.357,00

zanso ;2002, 8351, 6.463, 6.284, 4.046, 3.4)2, 2.4:a

0,67 O, 1,71 5,28 0,81 1,11 1,39

121 12 12 12 12 12

241,71 249,33 004,75 538,62 523,68 337,17 283,50 207,75 362,46

Figura §~Representação Gráfica das Taxas Líquidas de Retomo Econômico:

Taxa Líquida de Retomo Econômico das Espécies Fruticolas Cultivadas no RJ, em 1997.

6,00

5,00

o
<Il .2 4,00
"U E
(U<o -
"uc~
"580:::
E"UJ ....... 3,00
-lo~
(11 c O:::
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1,00

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(11
~
C
(11
I-
o
17

, objetivando melhor visualização dos resultados finais, transportando-se os


rf"JVs:>r<:::rrs resultados de Taxa Líquida de Retorno Econômico das culturas afins,
a aticamente, é construído um gráfico comparativo entre as culturas, como pode ser
o servado na Figura 5.

5-CONLCUSÕES
O acompanhamento das culturas frutícolas e olerícolas, através de seus custos de
produção, rendas bruta e líquida e de suas taxas líquidas de retomo econômico, permite
um razoável controle do comportamento econômico dessas atividades, pois possibilita
saber, de fato, como o agricultor está sendo remunerado. A consciência de tal situação,
pode permitir aos extensionistas rurais e técnicos especializados discutir e trocar
experiências com os agricultores, com uma significativa margem de segurança, a respeito
do planejamento de suas explorações agrícolas.
Outro dado não menos relevante, consiste no fato de que, uma vez despertado para o
assunto, com o apoio da ação extensionista, o agricultor pode procurar dedicar um tempo
maior no aprimoramento das rotinas de registros contábeis e procedimentos
administrativos, buscando situar a sua forma de atuação e os seus resultados na atividade,
o que pode torna-Ia mais empresarial e menos empírica, uma vez que as funções de
planejamento, organização, direção e controle passariam a ser favorecidas.
Assim, partindo-se do princípio que a determinação dos custos de produção na
olericultura e fruticultura é pratica necessária e indispensável ao bom administrador e aos
extensionistas rurais, o obstáculo a ser superado consiste em mante-Io permanentemente
atualizado com a menor demanda de tempo e de esforço possível.
Neste contexto, segundo os objetivos propostos e a metodologia desenvolvida, a
planilha eletrônica Atualização Automatizada de Custos de Produção e Outros Indicadores
Econômicos das Principais Espécies Frutícolas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro
mostrou-se um instrumento funcional, pois, ao inserir novos valores na planilha Custo
Unitário, todos os custos de produção contemplados são atualizados automaticamente.
Nas planilhas das culturas, inserindo apenas os níveis de produtividade e os respectivos
valores de comercialização, os índices econômicos de renda bruta, renda líquida e taxa de
retomo econômico, dentre outros, são também atualizados. Tendo todos esses índices
atualizados, através das planilhas resultados finais, poderá saber-se qual ou quais culturas
estão apresentando os resultados mais favoráveis para aquele momento.
18

a a planilha atende a sua função em manter os custos atualizados,


trabalho braçal/oneroso e estimulando o intelectual/produtivo, pois a
da planilha custo unitário de insumos e serviços impõe a atualização
- ea de todas as planilhas das culturas, vinculadas a esta. Assim, poupa-se tempo
e esforço do Extensionista Rural da EMATER-RIO, e o processo de orientação técnica e
exte são rural pode ser otimizado através das ferramentas da administração rural e da
informática.

6- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FILGUEIRA, F. A. R., Manual de Olericultura : cultura e comercialização de hortaliças. 2.


ed. rev. e arnpl. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1981. v. 1. 338p.

IBGE ( Rio de janeiro, RJ ). Características do território brasileiro. UF - RJ. Disponível: site


__ (1997). URL: http://www.ibge.org/geocientífica/geo.htm. Consultado em 05-03-98.

__________ . Censo agropecuário 1995 -1996. Disponível: site __ (1997).


URL: http://www.ibge.org/novo/novo.htm . Consultado em 05-03-98.

_________ . Censo demográfico 1991. Disponível: site __ (1997). URL:


http://www.ibge.org/novo/novo.htm . Consultado em 05-03-98.

__________ . Contagem da população 1996. Disponível: site __ (1997).


URL: http://www.ibge.org/novo/novo.htm . Consultado em 05-03-98.

__________ . Dados gerais do Brasil. Disponível: site __ ( 1997 ). URL:


http://www.ibge.org/novo/novo.htm . Consultado em 05-03-98.

JESUS, J. C. dos S., ZAMBALDE, A. L., Informãtica na agropecuãria: administração


rural. Lavras: UFLA / FAEPE, 1997. 195p.

REIS, A.J.dos, GUIMARÃES, J.M.P. Custo de produção na agricultura. Informe


Agropecuãrio, Belo Horizonte, a. 12, n. 143, p. 15-22. 1986.

SCHÜFFNER, C. Censo revela estagnação da agropecuária no Rio. Disponível: site °


Globo On - Economia ( 1997 ). URL: http://www.oglobo.com.br/economia. Consultado em
26-11-97.

SOUZA, R. de, ANDRADE, J. G. de. Administração rural: um enfoque moderno. Informe


Agropecuãrio, Belo Horizonte, a. 12, n. 143, p. 3-5. 1986.
19

7- ANEXOS

7.1- ANEXO I - Características do Território Brasileiro.


IBGE - Informações Estatísticas e Geocientíficas Página 1 de 1

Cara teristicas do território brasileiro

Rio Grande
Norte
ralha
ambuco
agoas
ergipe

spírito Santo

Dados Gerais do Brasil


Dado Gerais o Brasil Página 1 de 1

-•.••..•••..
': Brasília
fação - (contagem 1996): 157.079.573
mens: 77.447.541
ulheres: 79.632.032
Área absoluta (Km2) - 1996: 8.547.403,5
Densidade Populacional (hab/Km2) - 1996: 18,38
Cartograma.
Ponto mais alto:
Topônimo: Pico da Neblina
Localização: Serra Imeri (Amazonas)
Altitude(m): 3.014,1
Pontos extremos:
Norte: Nascente do rio Ailã no monte Caburaí, Roraíma, fronteira com a
Guiana.
Sul: Uma das curvas do arroio Chuí, Rio Grande do Sul, fronteira com o
Uruguai.
Leste: Ponta do Seixas, Paraíba
Oeste: Nascentes do rio Moa, na serra de Contamana ou do Divisor,
Acre, fronteira com o Peru.
Habitante: Brasileiro
Clima:
Equatorial
Tropical (Zona Equatorial)
Tropical (Nordeste Oriental)
Tropical (Brasil Central)
Temperado
Número de municípios existentes - 1997: 5.507
Localização geográfica:
Latitude: entre +5016'20" e -33044'32"
Longitude: entre -34047'30" e -73°59'32"

Início
Página 1 de 1

Brasil
Densidade dcmográfica
1996

Hablkm2
O 0,1 92,U
O 2,Oa:5JI

O 5,Oa25,O
O 25./) a $/),0
50, "I(i'O,O
i Q,') ai O,Q
~I
..
• 1 01)0,0 ~ 12409,2
Página 1 de 1

própria tabela.

População residente (Habitante)


Ano= 1991
Unidade da Federação
Acre 417.718
Ala20as 2.514.100
maná 289.397
Un8Zonas 2.103.243
ahia 11.867.991
Ceará 6.366.647
Distrito Federal l.60l.094
.ESDírito Santo 2.600.618
~iás 4.018.903
Maranháo 4.930.253
Mato Grosso 2.027.231
Mato Grosso do Sul 1.780.373
Minas Gerais 15.743.152
Pará 4.950.060
Paraíba 3.201.114
[)araná 8.448.713
Pernambuco 7.127.855
Plauí 2.582.137
tio de Janeiro 12.807.706
tio Grande do Norte 2.415.567
tio Grande do Sul 9.138.670
Rondônia 1.132.692
Ror.aima 217.583
anta Catarina 4.541.994
ãoPaulo 31.588.925
eraine 1.491.876
Tocantins 919.863

Fonte: ruGE - Censo Demográfico


",_.~"".·_.r ••""""":"""""",,,,,,,,·
•..,_ •.•..
·.:••:•.•·__ •.•,",,,,,,"'.,.'
•..,•.•,.;.-
•.•.
__ .--.._..-- .•.•
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istema IBG'E de Recuperação Automática - SIDRA 97


20

.2- O 11 - Características do Território do Estado do Rio de Janeiro.

.,
T
IBGE - Informações Estatísticas e Geocientíficas Página 1 de 1

Características do território brasileiro

Unidade da Federação: RIO DE JANEIRO

Sigla: RJ
Capital: Rio de Janeiro
População - (contagem -1996): 13.406.379
Cartogramas
Área absoluta (Km2) - 1996: 43.909,7
Algumas características por municípios.
Ponto mais alto:
topônimo: Pico das Agulhas Negras
localização: Serra do Itatiaia
altitude(m): 2.787,0
Habitante: Fluminense
Clima: Tropical
Número de municípios existentes - 1997: 91
Localização geográfica (da Capital):
latitude: -22°54'10"
longitude: -43°12'27"

Retorrlar início

-
IBGE - lnfonneções Estatísticas e Geocientíficas Página 1 de Z

D" ição da população estimada de 1996 por municípios


::l- geográfica de 1994)

RIO DE JANEIRO

o 0-5000
B 5001 - 11)000
13 l0001-aooOQ
20001 - 50000
>cim~ de 50001

Font.:leGE

Rio de Janeiro
Densidade dcmográfica
1996

Hãb/krn' .

25,0 a 50•.0

50,0 a LQQ.O

t u

~ 500,0 a 1 \l~)U,O
• l 000,0 a !2 -+09,2
Página I de 2

Característlcas do Estado do Rio de Janeiro


T abela por município, segundo o código, a população por sexo; área estadual e a sua densidade populacional.

Area (Km Densidade


Código Municipios Total Homens Mulheres
2) Populacional
Total 13.406.379 6.447.672 $.958.707 43.909,70 305,31
13300100 ~ngra dos Reis 92.532 46.516 46.016 816,3 113,35
300159 ~peribé 7.201 3.576 3.625 89,5 80,45
300209 ~raruama 66.148 32.862 33.286 635,4 104,10
300225 ~real 9.009 4.452 4.557 111,8 80,58
30023 ~rmação de Búzios (1) 14.358 7.464 6.894 69,5 206,59
30025 ~rraial do Cabo 21.548 10.809 10.739 158,1 136,29
30030 Barra do Piral 85.391 41.419 43.972 579,8 147,27
30040 Barra Mansa 166.745 81.537 85.208 548,9 303,78
30045E Belford Roxo 399.319 194.900 204.419 80,0 4991,48
30050E Bom Jardim 21.805 11.193 10.612 386,0 56,49
Bom Jesus do
3300605 Itabapoana 32.231 15.922 16.309 600,50 53,67-
300704 Cabo Frio (2) 101.401 50.629 50.772 404,00 250,99
300803 Cachoeiras de Macacu 43.482 22.023 21.459 958,20 45,37
330090 ambuci (2) 14.889 7.585 7.304 563,2 26,43'
330100c arnpos dos Govtacazes 389.547 189.398 200.149 4.037,8 96,47
3301101 ""antagalo (2) 18.858 9.546 9.312 719,3 26,21
30093E ~arapebus (1) 8.124 4.255 3.869 306,4 26,51-
30115 ~ardoso Moreira 11.940 5.954 5.986 516,3 23,12'
30120 ~armo 15.175 7.679 7.496 354,7 42,78
3301306 ~asimiro de Abreu 20.212 10.085 10.127 462,9 43,66-
Comendador Levy
3300951 ~asparian 7.414 3.738 3.676 107,50 68,96
1330140~ onceição de Macabu 18.206 9.164 9.042 348,5 52,24
1330150~ ordeiro (2) 17.373 8.489 8.884 116,30 149,38
1330160 uas Barras 9.933 5.157 4.776 343,5 28,91
330170. Duque de Caxias 715.089 348.528 366.561 465,7 1535,51-
Engenheiro Paulo de
3301801 Frontin 12.543 6.170 6.373 139,40 89,97
330185C K;uapimirim 32.614 16.406 16.208 361,7 90,16
330187E Ilguaba Grande (1) 9.715 4.842 4.873 36,2 268,37
330190C Itaboral (2) 161.209 80.084 81.125 428,6 376,12
3302007 Itagual (2) 70.126 34.772 35.354 278,30 251,98
3302056 Italva 13.199 6.597 6.602 297,00 44,44
3302106 ltaocara 23.273 11.578 11.695 429,6 54,1T
3302205 Itaperuna 82.650 40.455 42.195 1.108,4 74,56
)302254 Itatiaia 21.216 10.631 10.585 225,5 94,08-
330227( aperi 73.130 36.304 36.826 82,9 882,14
330230 Laje do Muriaé 7.580 3.827 3.753 251,2( 30,17
1330240 Macaé (2) 113.042 56.058 56.984 1.218,H 92,80:
302452 acuco (1) 5.726 2.815 2.911 133,7( 42,82
302502 aqé 183.113 90.535 92.578 386,60 473,65
302601 anuaratiba 19.896 10.069 9.827 360,70 55,15
1330270 aricâ 60.286 30.320 29.966 363,80 165,71.
30280 Mendes 17.185 8.377 8.808 77,5 221,74
30290 Miguel Pereira 20.093 9.676 10.417 288,1 69,74
)303005 Miracema 24.450 12.010 12.440 302,2 80,90
3303104 Natividade 15.125 7.552 7.573 387,30 39,05
3303203 Nilópolis 155.272 73.899 81.373 19,20 8087,08
Página 2 de 2

rói 450.364 210.854 239.510 131,80 3417,02'


Friburgo 169.246 82.600 86.646 935,0 181,01:
ova Iguaçu 826.188 401.629 424.559 559,4 1476,91
racambi 39.441 19.570 19.871 179,8 219,36
7 ~rarba do Sul 33.737 16.388 17.349 582,2 57,94
arati 27.127 13.895 13.232 930,7 29,14
aty do Alferes 22.286 11.168 11.118 320,0 69,64·
30 Petrópolis 269.669 130.379 139.290 776,6 347,24
303 95 ;)inheiral (1) 17.506 8.669 8.837 77,0 227,35
304 00 ;)iraf (2) 22.722 11.385 11.337 506,7 44,84
304 10 ;)orciúncula 15.407 7.619 7.788 302,8 50,88
304 11( ;)orto Real (1) 8.664 4.352 4.312 50,7 170,88
304 12 uatis 9.866 4.982 4.884 286,9 34,38
304 144 ueimados 108.522 53.275 55.247 78,0 1391,30
304 151 uissamã 12.583 6.351 6.232 717,7 17,53
~304 2011Resende (2) 93.961 45.996 47.965 1.116,2 84,17
3304 300 io Bonito 46.495 23.471 23.024 463,3 100,35'
304 40 Rio Claro 14.449 7.394 7.055 84350 17,13
304 50 lRio das Flores 6.365 3.164 3.201 479,0 13,28
304 52 Rio das Ostras 28.106 14.209 13.897 230,3 122,04
3304 55 ~io de Janeiro 5.551.538 2.608.818 2.942.720 1.264,2 4391,34
3304 60 anta Maria Madalena 10.840 5.558 5.282 817,7 13,25
3304 704 anto Antônio de Pádua 34.123 16.895 17.228 615,2 55,46
3304 80 )ão Fidélis 36.534 18.146 18.388 1.030,8 35,44:
. São Francisco de
3304 755 tabapoana (1) 35.810 18.621 17.189 1.117,60 32,04:
3304 904 São Gonçalo 833.379 403.967 429.412 251,3 3316,27
3305 OO( São João da Barra (2) 28.129 14.046 14.083 461,90 60,89
m
3305 1 São João de Meríti 434.323 210.116 224.207 34,9 12444,78
3305 13 São José de Ubá (1) 5.914 3.065 2.849 251,3 23,53·
São José do Vale do Rio
3305 158 Preto 16.115 8.129 7.986 240,6 66,97
3305 20 São Pedro da Aldeia (2) 55.432 27.789 27.643 358,0 154,83
3305 30 São Sebastião do Alto (2) 8.111 4.126 3.985 373,2 21,73·
3305 40 Sapucaia 16.921 8.510 8.411 541,7 31,23
305 50 1
aquarerna 44.017 22.202 21.815 355,6 123,78
305 554 eropédica (1) 54.937 27.291 27.646 267,7 205,21
305 604 ilva Jardim 19.027 9.690 9.337 940,7 20,22'
305 70 Sumidouro 13.373 6.907 6.466 396,2 33,75
305 752 anguá (1) 23.351 11.822 11.529 143,7 162,49
305 802 eresópolis 125.122 61.078 64.044 772,4 161,99
305 901 raiano de Morais 10.594 5.514 5.080 590,9 17,92
306 008 rês Rios 66.223 32.023 34.200 325,4 203,51
3306 107 rv'alença 61.611 29.887 31.724 1.308,1 47,10
306 156 r.,tarre-Sai 7.554 3.874 3.680 190,3 39,69
)306 206 rv'assouras 29.037 14.071 14.966 553,8 52,43
)306 305 rv'olta Redonda 232.287 112.320 119.967 182,8 1270,71

FONTE: Contagem da População 1996.


(1) - Muuicípio instalado em 01.01.97.
(2) - População remanescente em 01.01.97, após cessão de área e população para os novos municípios.

." '.-··
cmmmD .
.'
~
.
.
21

7.3- EXO 11I- Planilhas que compõem o trabalho "Atualização Automatizada de


Custos de Produção e Outros Indicadores Econômicos das Principais Espécies de
Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro".

A. Planilha de Abertura
Planilha de Atualização Automatizada de sel1 xl.

Custos de Produção de Frutas e Olerfcolas do Estado do Rio de Janeiro -.

1,11111'Illu AUIIIIl 111Nlln IW{I,JAJR. Curso Pós-Graduaçâo


MA 11 /(·1410 Informática na Agropecuárla.
PLANILHA DE ABERTURA
22

B. Planilha Custo Unitãrio de Insumos e Serviços


Planilha "CUSTOS UNITÁRIOS DE INSUMOS E SERViÇOS" :

UFLA/FAEPE
",,1'. IIIU Nllfllllli.II.IIIINIII) !llIm.IA ,IR Curso de Pós-Graduação em Informátlca na Agropecuárla : O~enlodor: Pref. JOS~ C':A~I '"'co CO' ••••• ,,~ .~_ •••
Planílha "CUSTOS UNITÁRIOS DE INSUMOS E SERViÇOS":

UFLA/FAEPE
;..~,., 1'1111 ,AU'~''''ItI''111
til I I IIi 1111
.IAJII Curso de Pós-Graduação em Informátlca na Agropecuárla : Orlenledor' Prol. José CARLOS SANT'
õ
c:
C/l
-i
o
C/l
c:
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õ
C/l
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11

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c
23

C- Planilha das Culturas Olerícolas Tipo Folha e Flor


Planilha Atualização AutomatJzada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 ha DA CUL TURA DA ALFACE:


.INSUMOS QUANTIOAOE.\PREÇO UNITÁRIO PREçO'roTAL PARTICIPAÇÃO
i ... ,' . ,," {R$/UNIOADE} . (Fi$) (%)
SEMENTES kg 0,5 70,00 35,00 0,36
MUDAS milheiro 123,0 10,00 1.230,00 12,55
CALCARIO(") I 2,0 65,00 130,00 2,42
ESTERCO DE CURRAL m3 15,0 23,00 345,00 6,42
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 450,0 0,20 90,00 1,68
CLORETO DE POTÁSSIO kg 100,0 0,35 35,00 0,65
UREIA kg 150,0 0,33 49,50 0,92
INSETICIDA litro 3,0 10,00 30.00 0,56
FUNGICIDA kg 2,0 45,00 90,00 1,68
PREGADO DE ALFACE ( NOVO) unidade 3.000,0 1,00 3.000,00 55,85
TOTAL INSUMOS X,X.X,X X.X,X,X X,X,X.X 5,034,50 93,72

! SERVIÇOS'i'.QUANTIOAOEO:' PREÇO UNITRIO PREÇO'TOTAL PARTICIPAÇÃO


1.. : . I ·,L';,.:C:':L. (R$/UNIDAOÊ), CR$,) (%)
ARAÇAO hora de Trator 6,.0, 25,00~,; ) 150,00 2,79
GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 1,86
ENCANTEIRAMENTO hora Mierotrator 5,0 10,00 50,00 0,93
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,28
CALAGEM dia' homem 2,0 10,00 20,00 0,37
ADUBAÇAo DE PLANTIO dia' homem 10,0 10,00 100,00 1,86
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia' homem. 3,0 10,00 30,00 0,56
TRANSPLANTIO dia' homem 30,0 10,00 300,00 5,58
CAPINAS dia! homem 25,0 10,00 250,00 4,65
PULVERIZAÇÕES dia! homem 5,0 10,00 50,00 0,93
COLHEITA dia' homem 50,0 10,00 500,00 9,31
CLASSIFICAÇAo dia' homem 10,0 10,00 100,00 1,86
EMBALAGEM dia' homem 10,.0 10,00 100,00 1,86
FRETE unidade 3.000,0 1,00 3.000,00 55,85
TOTAL SERVICOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 4.766,00 88,70

II CUSTO TOTAL 9.799,50 182,4211

': ,··.~~r;$~.tl.,rAP(j$"E$I>E,RADOS :
PRODUTIVIDADE 3.000
cx I ha Obs.: 1 cx Tipo K = 10 kg
PRODUTIVIDADE kg I ha
30.000
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA' R$I Emb. 3,27 •
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$I Emb. 7,00
RENDA BRUTA R$/ha 21.000,00
RENDA LÍQUIDA R$/ha 11.200,50
RETORNO ECONOMICO R$' R$ 1,14
Obs.: Retorno Econômico = Renda Lí uida I Custo Total Producão

UFLA' FAEPE
Autor: 1'110.ArJlOn, nonllo Icro)o Jr, Curso de Pós-Graduação de Informática na Agropeeuária, Orlentador: Prof. JOll6 Corloll Sanlol JIIIlII,
Planilha Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

SEMENTES kg 0,2 80,00 16,00 0,38


MUDAS mllheiro 32,S 0,00 0,00 0,00
CALCARIO(*) t 2,0 65,00 130,00 3,12
ESTERCODE CURRAL m3 25,0 15,00 375,00 9,00
SUPERFOSFATOSIMPLES kg 600,0 0,20 120,00 2,88
CLORETO DE POTÁSSIO kg 200,0 0,35 70,00 1,68
URÉIA kg 300,0 0,33 99,00 2,38
BÓRAX kg 3,0 1,8 5,4 0,13
MOLIBDATODE SÓDIO kg 1,0 5,00 5,00 0,12
INSETICIDA litro 5,0 0,00 0,00 0,00
FUNGICIDA kg 10,0 45,00 450,00 10,80
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X x.x.x.x 1.270,40 30,49

'-:-,--~"".~'--"--SERViçõST-~'~-::i f--:T-;:----:lJNiDAbE I~·"-" 1lfUÃNT!D4P~')~' PREÇCfUNI'r'~ro '. PREÇO (l'C)TAI;-: '. PAATICIP
'.' .' . . : , I, .~. ".. .; " . .":; • '.:~. !'. (R$I.I,lNID.~!;:l . r::LB.$.) I i '1 I,.. (.
ARAÇ'AO---------------- hora de Trator 6,0 25,00 ---60,00 ---- 1,44
GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 2,40
COVEAMENTO dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,48
ANÁLISEDE SOLO dia I homem 1,0 10,00 10,00 0,24
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,48
ADUBAÇÃODE PLANTIO dla I homem 10,0 10,00 100,00 2,40
ADUBAÇÔESDE COBERTURA dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,20
TRANSPLANTIO dia I homem 10,0 10,00 100,00 2,40
CAPINAS dia I homem 20,0 10,00 200,00 4,80
PULVERIZAÇÔES dia I homem 20,0 10,00 200,00 4,80
COLHEITA dia I homem 40,0 10,00 400,00 9,60
CLASSIFICAÇÃO dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,20
EMBALAGEM dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,20
FRETE unidade 15.360,0 0,10 1.536,00 36,87
11 TOTAL SERVIÇOS X.X.X.x x,x.X.X x.x.x.x 2.B96,OO 69,5111

r CUSTO TOTAL 4.166,40 100,0011

"ale}._ ~"1::J::I;/,,.1.
PROOUTMOADE cabl ha 15.360 Obs.: 1 Cabeça = 2,8 kg
PRODUTIVIDADE kg I ha 43.008
CUSTO POR EMBALAGEMPRODUZIDA R$ / Cabo 0,27
VALORMÉDIODE VENDA DO PRODUTO R$ / Cabo 0,60
RENDABRUTA R$ / ha 9.216,00
RENDALÍQUIDA R$ / ha 5.049,60
RETORNO ECONÔMICO R$/R$ 1,21
Oba.: Retorno Econômico = Renda Li uida / Custo Total Producão

UFLA/ FAEPE
Autor: el1U, Aurl\tl, ",,"1111 IUlnJ-- JI, Curso de P6s-Graduação de Informãtlca na Agropecuãrla. Orlentador:Prot. José Carlo; SantosJesus.
Planilha Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 ha DA CULTURA DO REPOLHO:

SEMENTES kg o~ 80,00 16,00 0,17


MUDAS mllheiro ~~ 15,00 487,50 5,10
CALCARIO (*) t 2p 65,00 130,00 1,36
ESTERCO DE CURRAL m3 ~p 1S,OO 37S,OO 3,92
SUPERFOSFATO SIMPLES kg ~p 0,20 120,00 1,25
CLORETO DE POTAsSIO kg 200P 0,35 70,00 0,73
UREIA kg ~~ 0,33 99,00 1,03
BÓRAX kJ! 3~ 1,8 5,4 0,06
MOLIBDATO DE SÓDIO kg 1P 5,00 5,00 0,05
INSETICIDA litro Sp 32,00 160,00 1,67
FUNGICIDA kg 1SP 9,50 142,50 1,49
SACOTELADO unidade S~OOP 0,30 1.500,00 15,68
TOTAl. INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 3.110.40 32,62

ARAÇAO hora de Trator 6,0 25,00 150,00 1~


GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 1~
COVEAMENio dia I homem 2,0 10,00 20,00 0~1
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,16
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0~1
ADUBAÇÃO DE J'lLANTIO dial homem 10,0 10,00 100,00 1~
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia I homem 5,0 10,00 50,00 O~
TRANSPLANTIO dial homem 10,0 10,00 100,00 1~
CAPINAS dia I homem 20,0 10,00 200,00 2~
PUL VERIZAÇOES dial homem 20,0 10,00 200,00 2~
COLHEITA dia I homem 40,0 10,00 400,00 4,18
CLASSIFICAÇAo dia I homem 5,0 10,00 50',00 O~
EMBALAGEM dial homem 5,0 10,00 50,00 O~
FRETE unidade 5.000,0 1,00 5.000,00 5227
TOTAl. SERV1COS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 6.4156,00 67,48

IL CUSTO TOTAL~" "=, 9.565,40 - 10~,OÕ~

".reJ..."l8iII;:j.:l:J:I:J-,.r.

PRODUTIVIDADE se I ha 5.000 Obs.: 1 se Telado = 12 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 60.000
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ / Emb. 1,91
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$ / Emp. 3,50
RENDA BRUTA R$/ ha 17.500,00
RENDA LIQUIDA R$ / ha . 7.934,60
RETORNO ECONÔMICO R$/R$ 0,83
Obs.: Retorno Econômico == Renda LI uida I Custo TO\'11 Producão

UFLAI FAEPE
Curso de Pós-Graduacão de InforrnátlclI na Agropecuãrla.
24

Pbianillha das Culturas Olerícolas Tipo Fruto


Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e O/erlcolas do Estado do Rio de Janeiro.

MUDAS kg 960,0 0,10 96,00 0,8


CALCARIO (') t 4,0 65,00 260,00 2,2
ESTERCO DE CURRAL m3 20,0 15,00
--
300,00
--
2,5
kg
.. -
SUPERFOSFATO SIMPLES 300,0 0,20 60,00 0,5
CLORETO DE POT Assio kg 100,0 0,35 35,00 0,3
URÉIA
-- - kg 225,0 0,33 74,25 0,6
INSETICIDA litro 5,0
-
10,00 50,00 0,4
FORMICIDA kg 3,0 9,50
- 28,50
- - - 0,2
FUNGICIDA kg 5,0 10,00 50,00 0,4
ARAME N° 16/18 kg 400,0 1,80 720,00 6,1
ARAME N°12/10 kg 50,0 1,90 95,00 0,8
ARAME FARPADO rolo 250 m 30,0 30,00 900,00 7,6"
GRAMPO
-- --
kg 10,0 2,00 20,00
- 0,2
---
ESTACAS milheiro 1,2 15,00 18,00 0,2
ACUAS dúzia 25 45,00 1.125,00 9,5
FITA PLÁSTICA kg 2 2,60 5,20 0,0
CAIXA "K" USADA unidade 3.0ÓO 0,60 1.800,00 15,3
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 5.636,95 47,8

- ---U~lIDAOe--QUANTIDADE
SERViÇOS PREÇO UNITARIO PREÇO TOTAL -PARTICIPAÇi-\O
( RS I UNIDADE) (R$) (%)
ARAÇAO hora de Trator 6,0 25.00 150--,00 -------
1,3
GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 0,8
ESPALDEIRAMENTO dia / homem 100,0 10,00 1.000,00
- - 8,5
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,1
dia / homem
-- 2,0 10,00
CALAGEM 20,00 0,2
- ---
PREPARO DE MUDAS
ADUBAÇAO DE PLANTIO
dia 1 homem
dia 1 homem
1,0
3,0
10,00
10,00
- . 10,00
30,00
-. 0,1
0,3
ADUBAÇÃO DE COBERTURA dia / homem 2,0 10,00
- 20,00 0,2
dia / homem 10,00
-
PLANTIO 4,0 40,00 0,3
CAPINAS dia 1 homem 10,0 10,00 100,00
-- 0,8
DESBROTA dia 1 homem 10,0 10,00 100,00 0,8
- - -----
CONTROLE DE PRAGAS dia 1 homem 8,0 10,00 80,00 0,7
COLHEITA dia 1 homem 100,0 10,00 1.000,00 8,5
CLASSIFICAÇÃO dia / homem 25,0 10,00
- 250,00
- 2,1
-
EMBALAGEM dia / homem 25,0 10,00 250,00 2,1
FRETE unidade 3.000 1,00 3.000,00 25,4
TOTAL SERVICOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 6.165,00 52,2

PRODUTIVIDADE ~/~ 3.000,0 Obs.: 1 cx Tipo K = 24 kg


PRODUTIVIDADE ~/~ 72.000
CUSTO POR EMBALAGEM PRC ~/fub. 3,93
VALOR MÉDIO DE VENDA DO , R$/Emb. 5,50
RENDA BRUTA ~/~ 16.500,00
RENDA LIQUIDA ~/~ 4.698,05
RETORNO ECONOMICO ~/~ 0,40

UFLAI FAEPE
/lulor hnQ /lurO~ I 1"111111 IUI"I~ ,1i'1I1\111 Curso de Pós-Graduaçt§o de Inforrnátlca na Agropecuár/a. Orientador: Pror. José Carlos sentes JeeuI.
Plenithe Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e OIerlcolas do Estado do Rio de Jenelro.

CUSTO DE PRODU ÃO PARA 1,0 ha DA CULTURA DO JILÓ :

SEMENTES kg 0,2 54,00 10,80 0,20


MUDAS rnllheiro 16,0 0,00 0,00 0,00
CALCARia (') t 2,0 65,00 130,00 2,42
ESTERCO DE CURRAL m3 15,0 15,00 225,00 4,19
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 600,0 0,20 120,00 2,23
CLORETO DE POTAsSIO kg 150,0 0,35 52,50 0,98
UR~IA kg 150,0 0,33 49,50 0,92
INSETICIDA litro 5,0 32,00 160,00 2,98
FORMICIDA kg 2,0 9,50 19,00 0,35
CAIXA K USADA unidade 1.500,0 0,60 900,00 16,75
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.666,80 31:03

---·----·.SERVlÇOS-' ----UNIDADE " QUA~lTIOAOi;-,---;PREÇO UNITAR!O -·--PREÇOTOTÃi. -


I, ' ,I (RS I UNIDADE,) , ( R$)
------ -hora de Trator -6-,0-------25-,0-0-----·-150-,0·0·
ARAÇAO 2,79
GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 1,86
COVEAMENTO dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,37
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,28
CALAGEM dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,37
ADUBAÇÃO DE PLANTIO dia I homem 10,0 10,00 100,00 1,86
ADUBAÇOES DE COBERTURA dia! homem 5,0 10,00 50,00 0,93
TRANSPLANTIO dia I homem 10,0 10,00 100,00 1,86
CAPINAS dia! homem 25,0 10,00 250,00 4,65
PULVERIZAÇÕES dia! homem 20,0 10,00 200,00 3,72
COLHEITA dia! homem 80,0 10,00 800,00 14,89
CLASSIFICAÇÃO dia I homem 20,0 10,00 200,00 3,72
EMBALAGEM dia! homem 20,0 10,00 200,00 3,72
FRETE unidade 1.500,0 1,00 1.500,00 27,92
II TOTAL SERViÇOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 3,705,00 68,97"

II CUSTO TOTAL 5.311,8Q' 100,o~1

PRODUTIVIDADE ex / ha 1.500 Obs.: 1 cx Tipo K = 15 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 22.500
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ / Emb. 3,58
VALOR M~DIO DE VENDA DO PRODUTC R$ / Emb. 6,50
RENDA BRUTA R$ / ha 9.750,00
RENDA LÍQUIDA R$ / ha 4.378,20
RETORNOECONÔMICO R$! R$ 0,82
Obs.: Retorno Econômico = Renda Liquida / Custo Total Produção

UFLAI FAEPE
AIIII1I I no A~ll'In nonlto l\lreJo Jünlcr Curso de Pós·Graduaçilo de Informátioa na Agropecuárla.
P/anilha Atua/Ização Automat/zada de Custos de Produção de Frutas e O/erico/as do Estado do Rio de Janeiro.

kg 0,2 2.800,00 560,00 6,4


MUDAS mllhelro 22,0 15,00 330,00 3,8
CALCÁRIO (") t 3,0 65,00 195,00 2,2
ESTERCO DE CURRAL m3 20,0 15,00 300,00 9,3
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 600,0 0,20 120,00 1,4
CLORETO DE POTÁSSIO kg 150,0 0,35 52,50 0,6
URi!:IA kg 225,0 0,33 74,25 0,9
INSETICIDA tltro 8,0 32,00 256,00 2,9
FUNGICIDA kg 20,0 45,00 900,00 10,3
ÓLEO DIESEL I~ro 300,0 0,41 123,00 1,4
FITA PLÁSTICA kg 5,0 2,60 13,00 0,1
ESTACAS mllhelro 10,0 5,00 50,00 0,6
CAIXA "K" USADA unidade 2.000,0 0,60 1.200,00 13,8
I TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X x.x.x.x 3.613,75 41,51

ARAÇÃO hora de Trator 6,0 25,00 150,00 1,7


GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 1,1
SULCAGEM hora Mlcrotrator 4,0 10,00 40,00 0,5
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,2
CALAGEM dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,2
ADUBAÇÃO DE PLANTIO dia / homem 10,0 10,00 100,00 1,1
TRANSPLANTlO dia / homem 10,0 10,00 100,00 1,1
TUTORAMENTO dia / homem 2,0 10,00 20,00
ADUBAÇÓES DE COBERTURA dia / homem
- 10,0 10,00 100,00
0,2
1,1
CAPINAS dia / homem 20,0 10,00 200,00 2,3
IRRIGAÇÃO dia / homem 45,0 10,00 450,00 5,2
PULVERIZAÇÓES dia / homem 30,0 10,00 300,00 3,4
COLHEITA dia / homem 100,0 10,00 1.000,00 11,5
CLASSIFICAÇÃO dia / homem 20,0 10,00 200,00 2,3
EMBALAGEM dia / homem 30,0 10,00 300,00 3,4
FRETE unidade 2.000,0 1,00 2.000,00 23,0
TOTAL SERVlCOS xx.x.x X.X.X.X X.X.X.X 6.095.00 58.5

.Ir CUSTO TOTAl. ------ .-------------- ---!i.70a~75 ---==~õMl


RESULTADOS. ESPEI'lADOS;
PRODUTIVIDADE cx / ha 2.000 Obs.: 1 cx Tipo K = 13 kg
PRODUTIVIDADE kg / na 26.000
CUSTO/EMBALAGEM PRODUZI R$ / Emb. 4,35
VALOR Mi!:DIO R$/ Emb. 10,00
RENDA BRUTA R$/ ha 20.000,00
RENDA LIQUIDA R$ / na 11.291,25
RETORNO ECONÓMICO RS/ RS 1,30
Obs.: Retorno Económlco = Renda LIquida / Custo Total Producao

UFLA/ FAEPE
AIlI'II "nu AurOIl 1111111" IUI.I~ Jt1l1lur Curso dePÓS-Gl'8dU8ǧOde /nformht/ca n. Agropecuhr/B. ortentadcr: Prot. Jol6 C.rlol Slntol J •• lII
Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e O/er/colas do Estado do RIo de JaneIro.

SEMENTES kg 6,0 12.00 72,00 1,8


CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 3,2
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 400,0 0,20 80,00 2,0
CLORETO DE POT ASSIO kg 125,0 0,35 43,75 1,1
URIÔIA kg 200,0 0,33 66,00 1,6
INSETICIDA litro 4,0 10,00 40,00 1,0
FUNGICIDA kg 2,0 5,00 10,00 0,2
CAIXA "K" USADA unidade 1.000,0 0,60 600,00 14,8
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.041,75 25,6

SERViÇOS UNIDADE QUANTIDADE PREÇO UNITÃRro---PREÇO TOTAL --PARTICIPAÇÃO


( RSI UNIDADE) ( R$ ) (% )
ARAÇAO--- ----- --- hora-d-e Trator -----15,-0-------2-5-,00-------1-2-5-,-00--------3,1
GRADAGEM hora de Trator 3,0 25,00 75,00 1,8
ANÁLiSE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,4
CALAGEM dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,5
ADUBAÇAO DE PLANTIO dia/homem 8,0 10,00 80,00 2,0
PLA~ITIO dia / homem 5,0 10,00 50,00 1,2
DESBASTE dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,5
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia / homem 4,0 10,00 40,00 1,0
CAPINAS dia / homem 25,0 10,00 250,00 6,1
PULVERIZAÇÓES dia I homem 10,0 10,00 100,00 2,5
COLHEITA dia / homem 100,0 10,00 1.000,00 24,6
CLASSIFICAÇÃO dia / homem 10,0 10,00 100,00 2,5
EMBALAGEM dia I homem 15.0 10,00 150,00 3,7
FRETE unidade 1.000,0 100 1.000 00 246
TOTAL SERVI OS x.x.x.x X.x.X.X X.X.X.X 3.025.00 74,4

II CUSTO TOTAL 4.066,75 100,011

PRODUTIVIDADE cx / ha 1.000 Obs.: 1 cx Tipo K. 18 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 18.000
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$/Emb. 4.07
VALOR MÉDIO DE VE~IDA DO PRODUTC R$/ Emb. 8.00
RENDA BRUTA R$I ha 8.000,00
RENDA LÍQUIDA R$/ ha 3.933,25
RETORNO ECONÔMICO 'RS/R$ 0,97
Obs.: Retorno Econômico = Renda Li uida / Custo Total Producão

UFLA/FAEPE
1\111111 hJrnln ,I(mlm
I IIU I\UI nn 1111111111 Curso de Pós-GraduaçSo de Informátlca na Agropacuárla.
Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e Otericoles do Estado do RIo de JaneIro.

SEMENTES kg 0,2 5.000,00 1.000.00 8,6


MUDAS mllhelro 22,0 15,00 330,00 2,8
CALCARIO (') t 3,0 65,00 195,00 1,7
ESTERCO DE CURRAL m3 20,0 23,00 460,00 4,0
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 400,0 0,20 80,00 0,7
CLORETO DE POTÁSSIO kg 100,0 0,35 35,00 0,3
UREIA kg 150,0 _ _ 0,33 49,50 0,4
INSETICIDA lltro 8,0 32,00 256,00 2,2
FUNGICIDA kg 20,0 45,00 900,00 7,7
ÓLEO DIESEL I~ro 300,0 0,41 .- 123,00 1,1
ACHAS dúzia 29,0 45,00 1,305,00 11,2
ARAME N" 10/12 kg 80,0 1,90 152,00 1,3
FITA PLÁSTICA kg 5,0 2,60 13,00 0,1
ESTACAS mllhelro 10,0 5,00 50,00 0,4
CAIXA "K" NOVA unidade 1.800,0 1,00 1.800,00 15,5
I TOTAL INSUMOS X.x.x.x x.X.x.x X.x.x.x 5.748,50 58,01

CÃO hora de Trator 6,0 25,00 150,00 1,3


GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 0,9
MARCAcÃO E COVEAMENTO dia I homem 4,0 10,00 40,00 0,3
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,1
CALAGEM dia 1 homem 2,0 10,00 20,00 0,2
ADUBAÇÃO DE PLANTIO dia 1 homem 10,0 10,00 100,00 0,9
-
ESTAQUEAMENTO dia 1 homem 10,0 10,00 100,00 0,9
TRANSPLANTIO dia 1 homem 2,0 10,00 20,00 0,2
ADUBAÇOES DE COBERTURA dia 1 homem 10,0 10,00 100,00 0,9
CAPINAS dia 1 homem
- 20,0 10,00 200,00 1,7
IRRIGAÇÃO dia 1 homem 45,0 10,00 450,00 3,9
PULVERlZAÇÓES dia 1 homem 30,0 10,00 300,00 2,6
COLHEITA dia 1 homem 100,0 10,00 1.000,00 8,6
CLASSIFICAÇÃO dia 1 homem 20,0
- 10,00 200,00
- - - - 1,7
EMBALAGEM dia 1 homem 30,0 10,00 300,00 2,6
FRETE unidade 1.800,0 1,00 1.800,00 15,5
TOTAL SERVlCOS x.x.x.x x.x.x.x x. x.. x. x 4.895,00 42.0

.L CUSTO TOTAL ---- ----- --- ----- ----- 11.643,50 1D(),oll

.~ESULTAOOSe$p,~RAOQ$}
PRODunVIDADE cx / ha 1.800 Obs.: 1 cx Tipo K = 24 kg
PRODUTIVIDADE kg / ha 43.200
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$/ Emb. 6,47
VALOR MEDIO DE VENDA DO PRODUTC R$/ Emb. 8,00
RENDA BRUTA R$/ ha 14.400,00
RENDA LIQUIDA R$ / ha 9,505,00
RETORNO ECONÔMICO R$I R$ 1,94
Obs.: Relorno Econômico = Renda LI uida / Custo Total Producao

UFLAI FAEPE
AIIIIII ttllU /lUlntl ".IIIIIIIU"J_ 111111111 Curso de Pós-Graduaçao de Informállc8 n8 Agropecuérla. Orlentador: Prol. JOI' Carlol Santos Jesus,
25

E- Dt!lnm,~ das Culturas Olerícolas Tipo Raiz


Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e Olericolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUCÃO PARA 1,0 ha DA CULTURA DO AIPIM:

ARAÇAO hora de Trator 4,0 25,00 100,00 4,1


GRADAGEM hora de Trator 2,0 25,00 50,00 2,1
SULCAGEM hora Microtrator 4,0 10,00 40,00 1,7
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,6
CALAGEM dia /homem 2,0 10,00 20,00 - 0,8
COLETA DE MANIVAS dia / homem 1,0 10,00 10,00 0,4
CORTE DE MANIVAS dia / homem 1,0 10,00 10,00 0,4
ADUBAÇAo DE PLANTIO dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,8
PLANTIO dia /homem 3,0 10,00 30,00 1,2
LIMPAS MANUAIS dia / homem 20,0 10,00 200,00 8,3
CONTROLE DE FORMIGAS dia / homem 3,0 10,00 30,00 1,2
COLHEITA dia / homem 25,0 10,00 250,00 10,4
CLASSIFICAÇÃO dia / homem 10,0 10,00 100,00 4,1
EMBALAGEM dia / homem 5,0 10,00 50,00 2,1
FRETE unidade 700,0 1,00 700,00 29,0
X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.625,00

PRODUTIVIDADE cx I ha 700 Obs.: 1 cx Tipo K = 24 kg


PRODUTIVIDADE kg lha 16.800
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ I Emb. 3.45
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$ f Emb. 7,00
RENDA BRUTA R$ f ha 4.900,00
RENDA LIQUIDA R$ f ha 2.487,50
RETORNO ECON6MICO R$ / R$ 1,03
obe.: Retorno Econômico = Renda Liquida f Custo Total Producão

Orlllnled
Planllha Atuallzaçao Automatlzada de Custos de Prcdução de Frutas e Olerlcolas do Estado do Rio de Janeiro.

MUDAS kg 3.000,0 0,00 . 0,00 0,0


CALCÁRIO (') I 2,0 65,00 130,00 4,0
ESTERCO DE CURRAL m3 20,0 15,00 300,00 9,3
SUPERFOSFATO SIMPLES
- kg 200,0 0,20 40,00 1,2
CLORETO DE POTAsSIO kg 70,0 0,35 24,50 0,8
URÉIA kg 100,0 0,33 33,00 1,0
INSETICIDA mro 1,0 32,00 32,00 1,0
FORMICIDA kg 2,0 9,50 19,00 0,6
CAIXA "K" USADA unidade 750 0,60 450,00 13,9
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.028,50 31,8

ARAÇAO hora de Trator 4,0 25,00 100,00 3,1


GRADAGEM hora de Trator 4,0 25,00 100,00 3,1
SULCAGEM hora Mlcrotrator 5,0 10,00 50,00 1,5
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,5
CALAGEM dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,6
PREPARO DE MUDAS dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,6
ADUBAÇÃO DE PLANTIO dia! homem 5,0 10,00 50,00 1,5
ADUBAÇÃO DE COBERTURA dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,6
PLANTIO dia! homem 7,0 10,00 70,00 2,2
LIMPAS MANUAIS dia! homem 18,0 10,00 180,00 5,6
AMONTOA dia! homem 2,0 10,00 20,00 0,6
CONTROLE DE PRAGAS dia! homem 1,0 10,00 10,00 0,3
COLHEITA dia! homem 60,0 10,00 600,00 18,6
CLASSIFICAÇÃO dia! homem 10,0 10,00 100,00 3,1
EMBALAGEM dia! homem 10,0 10,00 100,00 3,1
FRETE dia! homem 750 1,00 750,00 23,2
TOTAL SERVICOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 2.205,00 68,2

~ CUSTO TOTAL 3.233,50 100Elj

PRODUTIVIDADE cx / ha 750 Obs.: 1 cx Tipo K = 22 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 16.500
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$/ Emb. 4,31
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTC R$/ Emb. 8,50
RENDA BRUTA R$/ ha 6.375,00
RENDA LÍQUIDA R$/ ha 3.141,50
RETORNO ECONÔMICO R$ ! R$ 0,97
Obs.: Retorno Econômico = Renda l[quida! Custo Total Produção

UFLA/FAEPE
I'.ulal ' flnu, Agi On l1anllo IUI ~I.
Jllnlor Curso de PÓS Gradu8ç§o de Infromátloa ne Agropeouárla. Or1lnl.rlor. Prnl Jn.' Corlo••• ,,1". J•• "
26

Píanílha Resultados Finais da Olericultura


Planilha Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do estado do Rio de Janeiro.

Resultados Finais da Olericultura :


ace Chuchu Couve-Flor Inhame Jiló Pimentão Quiabo Repolho Tomate
1 Custo com Insumos ( R$I ha ) 787,50 5.034,50 5.636,95 1.270,40 1.028,50 1.666,80 3.613,75 1.041,75 3.110,40 6.748,50
2 Custo com Serviços ( R$/ha ) 1.625,00 4.765,00 6.165,00 2.896,00 2.205,00 3.705,00 5.095,00 3.025,00 6.455,00 4.895,00
3 Custos com Frete e Embalagens ( R$I ha) 1.120,00 6.000,00 4.800,00 1.536,00 1.200,00 2.400,00 3.200,00 1.600,00 6.500,00 3.600,00
4 Custo por Embalagem Produzida (R$I ha) 3,45 3,27 3,93 0,27 4,31 3,58 4,35 4,07 1,91 6,47
5 Custo Total (R$I ha) 2.412,50 9.799,50 11.801,95 4.166,40 3.233,50 5.371,80 8.708,75 4.066,75 9.565,40 11.643,50
6 Renda Líquida ( R$I ha ) 2.487,50 11.200,50 4.698,05 5.049,60 3.141,50 4.378,20 11.291,25 3.933,25 7.934,60 9.505,00
7 Taxa de Retorno Econômico (R$I R$) 1,03 1,14 0,40 1,21 0,97 0,82 1,30 0,97 0,83 1,94
8 Ciclo Cultural (meses) 9 2 9 6 9 7 7 10 6 7
9 Rendimento Mensal ( R$I hei mês) 276,39 5.600,25 522,01 841,60 349,06 625,46 1.613,04 393,33 1.322,43 1.357,86

Taxa Uquida de Retorno Econômico das Principais Olerfcolas do RJ, em 1997.


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Culturas

UFLAI FAEPE
Autor: En", Aut()n, Bnnltn 1(111*' ,Jr Curso de P6s-Graduação em Informática na Agropecuárla . Orientado r : Prol. J08é carlos santoe JOIU ••.
27

Píanííha Fruticolas Tropicais I


P/anilha Atualízação Automatizada de Custos de Produção de Frutas e otericotes do Estado do Rio de Janeiro.
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CUEfrO DE PROOUCÃO PARA 1.0 ne DA CUL.TURA DO ABACAXI

~0iCiDA
MUDAS unidade 50.000,0 0,03 1.500,00 34,89
CALCÁRIO 2,0 65,00 130,00 3,02
ESTERCO DE CURRAL
SUPERFOSFATO SIMPLES
m3
kg
t
20,0
50,0
15,00
0,20
300,00
10,00
6,98
0,23
)kv~~o-~
CLORETO DE POTÁSSIO kg 300,0 0,35 105,00 2,44 31<.
URÉIA kg 150,0 0,33 49,50 1,15
FUNGICIDA kg 6,0 45,00 270,00 6,28

L
INSETICIDA
TOTAL INSUMOS
litro
x.X.X.X
6,0
X.X.X.x
10,00
X.X.X.X
60,00
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4,0 25,00
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40,00
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-1 t,1"
GRADAGEM hora de Trator 6,0 25,00 150,00 3,49
SULCAGEM hora de Trator 2,0 25,00 50,00 1,16
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,35 6~(,.,c;; 'CJ F TI">") 11(r)r"'llrlJ
CALAGEM dia) homem 2,0 10,00 20,00 0,47
PREPARO DAS MUDAS dia / homem 15,0 10,00 150,00 3,49
...-- 'Df f"\ U 1)4 SI.. •• 3 1J \ ,~::' \ ~orv) .
PLANTIO dia I homem 10,0 10,00 100,00 2,33
ADUBAÇÕES DE PLANTIO dia / homem 10,0 10,00 100,00 2,33 1S ~~,t. .••.
)
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia! homem 15,0 10,00 150,00 3,49 »:
CAPINAS dia/homem 75,0 10,00 750,00 17,44 hLTOJ PULVÇyr....\·b4 r
COLHEITA

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dia! homem

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PRODUTIVIDADE Frutos I ha 40.000 Obs.: 1 Fruto = 1,00 kg
PRODUTIVIDADE kg f ha 40.000
CUSTO POR UNIDADE PRODUZIDA R$ f Unido 0,11
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$ f Unido 0,18
RENDA BRUTA R$ lha
7.200,00
RENDA LiQUIDA R$ f ha
2.900,50
RETORNO ECONÔMICO R$! R$ 0,67
obs.: Retorno Econômico = Renda Lí uida f Custo Total Produção'
~
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UFLA/FAEPE
Autor: 1./lU, flWIlI1, IINl1l1u111IU)II .}r Curso de Pós-Graduação de Informática naAgropecuáría. Orlentador: Prot. José Carlos Santos Jesus.
P/anilha Atuallzação Automatizada de Custos de Produção de Frutas e O/eríco/as do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUCfi.,O pARA 1,0 ha EM ClJJLTI.!.IRA .6Y-\1 BANANA

CALCARIO t 2,0 65,00 '130,00 3,49


SUPERFOSFATO SIMPLES kg 150,0 0,20 30.00 0,80
CLORETO DE POTAsSIO kg 150,0 0,35 52,50 1,41
URÊIA kg 150,0 0,33 49,50 1,33
INSETICIDA kg 8,0 12,00 96,00 2,58
FUNGICIDA kg 15,0 45,00 675,00 18,11
EMBALAGEM unidade 800,0 1,00 600,00 21,46
1 TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X x.x.x.x 1.833,00 49,17 1

DESFOLHA dia / homem 4,0 10,00 40,00 1,07


DESBASTE dia I homem 6,0 10,00 60,00 1,61
R0ÇADA dia I homem 15,0 10,00 150,00 4,02
ANALISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,40
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,54
ADUBAÇÓES DE COBERTURA dia I homem 3,0 10,00 30,00 0,80
CAPINAS dia I homem 10,0 10,00 100,00 2,68
CONTROLE PRAGAS I DOENÇAS dia I homem 3,0 10,00 30,00 0,80
COLHEITA dia I homem 35,0 10,00 350,00 9,39
BENEFICIAMENTO dia I homem 15,0 10.00 150,00 4,02
CLASSIFICAÇÃO dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,34
EMBALAGEM dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,34
OUTROS TRATOS MANUAIS dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,34
FRETE unidade 800,0 1,00 800,00 21,46
1 TOTAL SERViÇOS X.X.X.x X.X.X.x X.X.X.x 1.895,00 50,831

L",~ CUSTO ' TOTAL 3.728,00' 100,Odll

111111!11'1~jl'fjj!!11-:,t;
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t J/ fir,,'11 ~ ,r' !:

PRODUTIVIDADE cx / ha 800 Obs.: 1 cx Tipo Torito = 20 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 16.000
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ ! Emb. 4,66
VALOI" MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$/ Emb. 8,40
RENDA BRUTA R$/ ha 6.720,00
RENDA LíQUIDA R$ / ha 2.992,00
RETORNO ECONÔMICO R$/ R$ 0,80
Obs.: Retorno Econômico = Renda Liauida / Custo Tolal Producão

UFLA/FAEPE
I\lItlll I 1111 1\1111111 11,,"1111 hunln .11 Curso de Pós-Graduação de /nformática naAgropecuária. Orlentador: Prof. José cerlos Santos Jesus.
28

lanilha Frutícolas Tropicais 11


Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 ha DA CULTURA DO COCO-VERDE

CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 10,62


SUPERFOSFATO SIMPLES kg 170,0 0,20 34,00 2,78
CLORETO DE POTÁSSIO kg 150,0 0,35 52,50 4,29
URÉIA kg .170,0 0,33 56,10 4,58
BÓRAX kg 11,0 2,50 27,50 2,25
INSETICIDA litro 2,0 10,00 20,00 1,63
FUNGICIDA kg 4,0 10,00 40,00 3,27
ACARICIDA litro 1,0 19,00 19,00 1,55
FEROM6NIO unidade 2,0 10,00 20,00 1,63
I TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X x.x.x.x 399,10 32,60 I

ROÇADA dia/homem 10,0 10,00 100,00 8,17


COROAMENTO dia / homem 15,0 10,00 150,00 12,25
EMBACIAMENTO dia / homem 25,0 10,00 250,00 20,42
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 1,23
CALAGEM dia / homem 2,0 10,00 20,00 1,63
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia / homem 4,0 10,00 40,00 3,27
CONTROLE DE PARGAS / DOENÇAS dia / homem 10,0 10,00 100,00 8,17
COLHEITA dia/homem 10,0 10,00 100,00 8,17
OUTROS TRATOS MANUAIS dia / homem 5,0 10,00 50,00 4,08
FRETE unidade 15.375,0 0,00 0,00 0,00
I TOTAL SERViÇOS X.X.X.X x.x.x.x x.x.x.x 825,00 67,401

I1 CUSTO TOTAL 1.224,10 10ÕJij

, ': I tl!:l' t~e.§º"TAI;).º$':eSet;BAOqS:~,U~,c;:=~:±:..'::±::..:E~


PRODUTIVIDADE frutos / ha 15.375 Obs.: 1 Fruto = 2 kg.
PRODUTIVIDADE kg I ha 30.750
CUSTO POR UNIDADE PRODUZIDA R$ / Unido 0,08
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PROD R$ I Unido 0,50
RENDA BRUTA R$/ ha 7.687,50
RENDA liQUIDA R$ I ha 6.463,40
RETORNO ECON6MICO R$/ R$ 5,28
Obs.: Retorno Econômico = Renda Líquida I Custo Total Produção

1\111111
, UFLA/FAEPE Orlentedor:
I nu, I\UlfllI """I1I1IUII1JM ,It, Curso de Pós-Graduação em Informática na Agropecuárla. Prof. José CarlosSantol Jesus.
Planilha Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUCÃO PARA 1,0118 DA CULTURA DA GOIABA (Ti

CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 1,68


SUPERFOSFATO SIMPLES kg 125,0 0,20 25,00 0,32
CLORETO DE POT ASSIO kg 75,0 0,35 26,25 0,34
URÉIA kg 135,0 0,33 44,55 0,58
ADUBO ORGANICO m3 15,0 23,00 345,00 4,47
PAPEL PERGAMINHO resma 34,0 25,00 850,00 11,02
INSETICIDA litro 8,0 28,00 224,00 2,90
FUNGICIDA kg 10,0 5,00 50,00 0,65
ACARICIDA litro 3,0 21,00 63,00 0,82
ÓLEO DIESEL litro 300,0 0,41 123,00 1,59
EMBALAGEM calxeta 3.500,0 0,40 1.400,00 18,14
TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 3.280.80 42,62

PODAS FRUTlF J FORM. dia/ homem 25,0 10,00 250,00 3,24


COROAMENTO dia / homem 5,0 10.00 50,00 0,65
ROÇADA hora Microtrator 10,0 10,00 100,00 1,30
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,19
CALAGEM dia/ homem 2,0 10,00 20.00 0,26
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia / homem 15,0 10.00 150,00 1,94
PULVERIZAÇÕES dia/homem 25,0 10,00 250,00 3,24
RALEAMENTO dia / homem 20,0 10,00 200,00 2,59
CONFECÇÃO DE SACOS DE PAPEL dia I homem 15,0 10,00 150,00 1,94
ENSACAMENTO DE FRUTOS dia I homem 40,0 10,00 400,00 5,18
IRRIGAÇÕES dia I homem 25,0 10,00 250,00 3,24
COLHEITA dia / homem 35,0 10,00 350,00 4,54
CLASSIFICAÇÃO dia I homem 30,0 10,00 300,00 3,89
EMBALAGEM dia I homem 10,0 10,00 100,00 1,30
OUTROS TRATOS MANUAIS dlal homem 10,0 10,00 100,00 1,30
FRETE caixeta 3.500,0 0,50 1.750,00 22,68
11 TOTAL SERVIÇOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 4.435100 57,48 I

1I

PRODUTIVIDADE
CUSTO TOTAL

cxl ha 3.500
" 7.715,80

=
Obs.: 1 caixela = 4 kg
12,§j

PRODUTIVIDADE kg lha 14.000


CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$I Emb. 2,20
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$I Emb. 4,00
RENDA BRUTA R$I ha 14.000,00
RENDA LIQUIDA R$I ha 6.284,20
RETORNO ECONÕMICO R$/R$ 0,81
Obs.: Relorno Econômico = Renda LI uida I Custo Tolal Produção

IIllhll UFLA/FAEPE Orlenlador.


I "u IIUIII" 1/_,,11" IUI"I Curso de Pós-Graduação em Informátlca na Agropecuáría. Prol. Jo,' Carlos Santos Jesus.
PLANILHA de ATUALIZAÇÃO AUTOMATIZADA de CUSTOS de PRODUÇÃO de FRUTAS OLERicOLAS para o Estado do Rio de Janeiro.

CALCARIO t 2,0
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 100,0
CLORETO DE POTAsslO kg 140,0
URÉIA kg 100,0
ADUBO ORGÂNICO m3 10,0
ÓLEO DIESEL lltro 300,0
INSETICIDA litro 5,0 10,00 50,00
FUNGICIDA kg 8,0 - - 5,00 40,00
EMBALAGEM unidade 1.300,0 0,60 780,00 23,24
1 TOTAL INSUMOS x.x.x.x x.x.x.x X.X.X.X 1.102,00 32,83 1

ROÇADA hora de Trator 4,0 25,00 40,00 1,19


COROAMENTO dia / homem 10,0 10,00 100,00 2,98
PODA dia / homem 5,0 10,00 50,00 1,49
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,45
CALAGEM dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,60
ADUBAÇÓES DE COBERTURA dia / homem 5,0 10,00 50,00 1,49
IRRIGAÇAO dia I homem 20,0 10,00 200,00 5,96
CONTROLE PRAGAS I DOENÇAS dia / homem 15,0 10,00 150,00 4,47
COLHEITA dia I homem 18,0 10,00 180,00 5,36
CLASSIFICAÇAo dia / homem 5,0 10,00 50,00 1,49
EMBALAGEM dia I homem 3,0 10,00 30,00 0,89
OUTROS TRATOS MANUAIS dia I homem 7,0 10,00 70,00 2,09
FRETE volume 1,300,0 1,00 1.300,00 38,73
I TOTAL SERViÇOS X.X.X.x x,x.x,x x.x.x,x 2.266,00 67,171

[- --- "CUSTO TOrAL - '3.357,00 100,0011

PRODUTIVIDADE cx I ha 1.300 Obs.: 1 cx Tipo Tonto = 24 kg


PRODUTIVIDADE kg I ha 31.200
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ I Emb. 2,58
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$ I Emb. 4,50
RENDA BRUTA R$ I ha 5.850,00
RENDA liQUIDA R$ I ha 2.493,00
RETORNO ECONÔMICO R$/ R$ 0,74
Obs.: Retorno Econômico = Renda Li uida I Custo Total Producão

Alltlll UFLAI FAEPE Orlenlador:


IHltJ,AII,I\II, IhlllItIlIUlnJ~,li Curso de Pós-Graduação em Informática na Agropecuária, Prof, Jo.' Cllrlos SIInl08 Jlllua.
Planilha Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CALCARIO 3,47
SUPERFOSFATO SIMPLES 1,07
CLORETO DE POTÁSSIO 1,87
URÉIA 1,32
INSETICIDA 1,49
FUNGICIDA 1.33
EMBALAGENS 21,60

ROÇADA hora Mlcrotrator P 10,00 50,00 1,33


COROAMENTO dia/ homem 2~ 10,00 20,00 0,53
LIMPEZA dia/homem 1~ 10,00 10,00 0,27
DESBROTA/PODA dia / homem 4~ 10,00 40,00 1,07
POLINIZAÇÃO MANUAL dia/homem a~ 10,00 250,00 6,67
ANÁLISE DE SOLO unidade 1~ 15,00 15,00 0,40
CALAGEM dia / homem 2P 10,00 20,00 0,53
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia / homem 6~ 10,00 60,00 1,60
CONTROLE DE PARGAS / DOENÇAS dia / homem 15~ 10,00 150,00 4,00
COLHEITA dia / homem ~~ 10,00 400,00 10,67
CLASSIFICAÇÃO dia / homem ~ 10,00 50,00 1,33
EMBALAGEM dia/ homem 8~ 10,00 80,00 2.13
OUTROS TRATOS MANUAIS dia/homem 5~ 10,00 50,00 1,33
FRETE volume 1~~~ 1,00 1.350,00 36,00
TOTAL SERVlCOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 2.546,00 67,86

CUSTO TOTAL 3.750,50 100,

'·.r.J,.."'III!I~:.I::I~l,,.r.

PRODUTIVIDADE caixas I ha 1.350 Obs.: 1Caixa = 18 kg.


I='RODUTIVIDADE kg I ha 24.300
CUSTO POR UNIDADE PRODUZIDA R$/ Unido 2,78
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$/ Unido 6,00
RENDA BRUTA R$/ ha 8.100,00
RENDA LíQUIDA R$ / ha 4.349,50
RETORNO ECONÓMICO R$/ R$ 1,16
Obs.: Retorno Econômico = Renda líquida / Custo Total Producáo

11111011 UFLA/FAEPE Orlentador.


IIIU 11011111 11_,,11" 11/1-1 Curso de Pós-Graduação em Infonnát/ca na Agropecuária. Preto José Carlos Santos Jesus.
29

lanilha Frutícolas Tropicais 11I


Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerfcolas do Estado do Rio de Janeiro.

CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 ha DA CULTURA DA LARANJA


INSUMOS UNIDADE QUANTIDADE PREÇO UNITARIO, pREÇO TOTAL PARTICIPA<;ÃO
, , " (R$} UNIDADE}, . : ( R$ ) ,,'{%)
CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 3,56
SUPERFOSFATO SIMPLES kg 160,0 0,20 32,00 0,88
CLORETO DE POTÁSSIO kg 100,0 0,35 35,00 0,96
URÉIA kg 100,0 0,33 33,00 0,90
ADUBO FOLlAR kg 5,0 16,00 80,00 2,19
INSETICIDA kg 2,0 34,00 68,00 1,86
FUNGICIDA kg 6,0 5,00 30,00 0,82
ACARICIDA litro 1,0 21,00 21,00 0,57
EMBALAGEM unidade 1.100,0 1,20 1.320,00 36,12
I TOTAL INSUMOS X.X.X.X X,X.X.x X.X.x.X 1.749,00 47,87 I

PODAS dia I homem 4,0 10,00 40,00 1,09


COROAMENTO dia I homem 4,0 10,00 40,00 1,09
ROÇADA dia I homem 25,0 10,00 250,00 6,84
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,41
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,55
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,37
PULVERIZAÇÕES dia I homem 4,0 10,00 40,00 1,09
COLHEITA dia I homem 20,0 10,00 200,00 5,47
CLASSIFICAÇAO dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,37
EMBALAGEM dia I homem 5,0 10.00 50,00 1,37
OUTROS TRATOS MANUAIS dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,37
FRETE unidade 1.100,0 1,00 1.100,00 30,10
I TOTAL SERViÇOS X.X.X.x X.X.X.x X.X.X.x 1.905,00 52,13\

II CUSTO TOTAL 3.654,00 100,00/1

RESULtADOS ESPERAÔOS':
PRODUTIVIDADE cxl ha 1.100 Obs.: 1 cx Tipo M = 27 kg
PRODUTIVIDADE kg lha 29.700
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$I Emb. 3,32
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$I Emb. 7,00
RENDA BRUTA R$/ha 7.700,00
RENDA liqUIDA R$/ha 4.046,00
RETORNO ECONOMICO R$/R$ 1,11
Oba.: Retorno Econômico = Renda Li uida I Custo Total Producão

Orlentador:
AIIIIU UFLA/FAEPE Prof. José Carlos Santos Jesus.
I IIU Aljlnll II""II"IU'''I" ,1/ Curso de Pós-Graduação de Informática na Agropecuária.
Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e Olerícolas do Estado do Rio de Janeiro.

CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 5,31


SUPERFOSFATO SIMPLES kg 100,0 0,20 20,00 0,82
CLORETO DE POTÁSSIO kg 50,0 - 0,35 17,50 0,71
URÉIA I<g 50,0 0,33 16,50 0,67
ADUBO FOLlAR I<g 5,0 16,00 80,00 3,27
INSETICIDA kg 2,0 34,00 68,00 2,78
FUNGICIDA kg 6,0 5,00 30,00 1,23
ACARICIDA - - litro 1,0 21,00 21,00 0,86
EMBALAGEM unidade 900,0 0,60 _ 540,00 22,06
1 TOTAL INSUMOS X.X.X,X X.X.X.X x.x.x.x 923,00 37,70 1

PODAS dia / homem 4,0 10,00 40.00 1,63


COROAMENTO dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,82
ROÇADA dia / homem 18,0 10,00 180,00 7,35
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,61
CALAGEM dia / homem 2,0 10,00 20,00 0,82
ADUBAÇÓES DE COBERTURA dia / homem 3,0 10,00 30,00 1,23
PULVERIZAÇÓES dia / homem 4,0 10,00 40,00 1,63
COLHEITA dia/homem 16,0 10,00 160,00 6,54
CLASSIFICAÇÃO dia / homem 4,0 10,00 40,00 1,63
EMBALAGEM dia / homem 4,0 10,00 40,00 1,63
OUTROS TRATOS MANUAIS dia / homem 4,0 "10,00 40,00 1,63
FRETE unidade 900,0 1,00 900,00 36,76
1 TOTAL SERViÇOS X.X.X.x X.X.X.x X.X.X.X 1.525,00 62,301

[_ _.__ CUSTO TOTAL _


=============="::::. 2.448,00 ~

PRODUTIVIDADE cx / ha 900 Obs.: 1 cx Tipo M = 23 kg


PRODUTIVIDADE kg / ha 20700
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$/ Emb. 2,72
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$/ Emb. 6,50
RENDA BRUTA R$/ ha 5.850,00
RENDA LIQUIDA R$/ ha 3.402,00
RETORNO ECONÓMICO R$/ R$ 1,39
obs.: Retorno Econõmico = Renda uouíca / Custo Total Producão

Orlentador:
Alllur UFLA/FAEPE Prot. José Carlos Santos Jesus.
I IIIl.Awllll lurt1hl.tr,
1111111111 Curso de Pós-Graduação de Informática na Agropecuária.
Atualização Automatizada de Custos de Produção de Frutas e O/erlco/as do Estado do Rio de Janeiro.

CALCARIO t 2,0 65,00 130,00 3,56


SUPERFOSFATO SIMPLES kg 160,0 0,20 32,00 0,88
CLORETO DE POT ASSIO kg 100,0 0,35 35,00 0,96
URÉIA kg 100,0 0,33 33,00 0,90
ADUBO FOLlAR kg 5,0 16,00 80,00 2,19
INSETICIDA kg 2,0 34,00 68,00 1,86
FUNGICIDA kg 6,0 5,00 30,00 0,82
ACARICIDA litro 1,0 21,00 21,00 0,57
EMBALAGEM unidade 1,100,0 1,20 1,320,00 36,12
I TOTAL INSUMOS x,x,x,x x,x,x,x x,x,x,x 1,749,00 47,87 I

PODAS dia' homem 4,0 10,00 40,00 1,09


COROAMENTO dia' homem 4,0 10,00 40,00 1,09
ROÇADA dia' homem 25,0 10,00 250,00 6,84
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,41
CALAGEM dia' homem 2,0 10,00 20,00 0,55
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia' homem 5,0 10,00 50,00 1,37
PULVERIZAÇÕES dia' homem 4,0 10,00 40,00 1,09
COLHEITA dia I homem 20,0 10,00 200,00 5,47
CLASSI FICAÇÃO dia' homem 5,0 10,00 50,00 1,37
EMBALAGEM dia' homem 5,0 10,00 50,00 1,37
OUTROS TRATOS MANUAIS dia' homem 5,0 10,00 50,00 1,37
FRETE unidade 1.100,0 1,00 1,100,00 30,10
TOTAL SERVICOS x.x.x.x x.x.x.x x.x.x.x 1,905,00 52,13

I1 CUSTO TOTAL 3,654,00 100,0011

" ","iiHi't,! ,I i' i' i',' ,'i ,t ':,rRE~tJ:lTA[)O~h :~~r,E,~~q9S::il


PRODUTIVIDADE cx / ha 1.100 Obs.: 1 ex Tipo M = 27 kg
PRODUTIVIDADE kg / ha 29,700
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$ / Ernb, 3,32
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$/ Emb. 7,00
RENDA BRUTA R$/ ha 7.700,00
RENDA LíQUIDA R$ / ha 4.046,00
RETORNO ECONôMICO R$ , R$ 1,11
Obs.: Retorno Econômico = Renda Líquida / Custo Total Producão

Orlentador:
1I1I11If' UFLA/FAEPE Prof. José cartcs Santos Jesus,
1 1I!J,IIUlnl\ 11111\1111IUtnl" .Ii Curso de Pós-Graduação de /nformática na Agropecuária.
30

Planilha Frutícolas de Clima Temperado


PLANILHA de ATUALIZAÇÃO AUTOMATIZADA de CUSTOS de PRODUÇÃO de FRUTAS OLERíCOLAS para o Estado do Rio de Janeiro .

.CUSTO DE PRODUÇÃO PARA 1,0 he DA cui. tURA DO CAQUI

CALCARia t 2,0 65,00 130,00 2,67


SUPERFOSFA TO SIMPLES kg 150,0 0,20 30,00 0,62
CLORETO DE POTÁSSIO kg 100,0 0,35 35,00 0,72
URÉIA kg 100,0 0,33 33,00 0,68
ESTERCO DE CURRAL m3 12,0 15,00 180,00 3,70
ADUBO FOllAR litro 4,0 19,50 78,00 1,60
INSETICIDA litro 5,0 10,00 50,00 1,03
FUNGICIDA kg 10,0 21,00 210,00 4,32
FORMICIDA kg 16,0 9,50 152,00 3,13
EMBALAGEM unidade 1.100,0 1,00 1.100,00 22,62
I TOTAL INSUMOS X.X.X.X X.X.X.X X.X.X.X 1.998,00 41,09 I

PODA DE LIMPEZA dia/ homem 12,0 10,00 120,00 2,47


COROAMENTO dia I homem 11,0 10,00 110,00 2,26
ROÇADA dia I homem 36,0 10,00 360,00 7,40
ANÁLISE DE SOLO unidade 1,0 15,00 15,00 0,31
CALAGEM dia I homem 2,0 10,00 20,00 0,41
ADUBAÇÕES DE COBERTURA dia I homem 18,0 10,00 180,00 3,70
CONTROLE PRAGAS I DOENÇAS dia I homem 12,0 10,00 120,00 2,47
COLHEITA dia I homem 55,0 .10,00 550,00 11,31
TRANSPORTE INTERNO dia I homem 12,0 10,00 120,00 2,47
CLASSIFICAÇÃO dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,03
EMBALAGEM dia I homem 7,0 10,00 70,00 1,44
OUTROS TRATOS MANUAIS dia I homem 5,0 10,00 50,00 1,03
FRETE volume 1.100,0 1,00 1.100,00 22,62
I TOTAL SERViÇOS X.X.X.x X.X.X.x X.X.X.x 2.866,00 68,911

II CUSTO TOTAL .._. -"4.ErE>3,OO 100,0011

...• :1. \':,;n;::'!l.'jTI"!',:1 ;1.:jj,),r~~Sl[~1,8,Jj~1,J:~PI:MºQS!.;j:lIi~dnHHUi!ilU/jJ,,;


1,:'i,i,L' '..; i. i'
PRODUTIVIDADE cx/ha 1.100 Obs.: 1 cx Tipo K = 24 kg
PRODUTIVIDADE kg! ha 26.400
CUSTO POR EMBALAGEM PRODUZIDA R$I Emb. 4,42
VALOR MÉDIO DE VENDA DO PRODUTO R$! Emb. 12,00
RENDA BRUTA R$/ha 13.200,00
RENDA liQUIDA R$!ha 8.337,00
RETORNO ECONÔMICO R$/ R$ 1,71
Obs.: Retorno Econômico = Renda Lí uida! Custo Total Producão

1\111111 UFLA / FAEPE Ortontedor:


I IIU /lUI/\11 III.IIIIIIIUI"III.II Curso de Pós-Graduação em Informática na Agropecuária. Prof. José Cerlol 8nnlol Je_II.,
K- Planilha Resultados Finais da Fruticultura
Planllha Atualização Automatlzada de Custos de Produção de Frutas e Olericolas do Estado do Rio de Janeiro.

1 Custo com Insumos (R$/ ha) 2.424,50 1.833,00 1.998,00 399,10 3.280,80 1.749,00 923,00 1.102,00 1.205,50 1.749.00
2 Custo com Serviços (R$/ha) 1.875,00 1.895,00 2.865,00 825,00 4.435.00 1.905.00 1.525,00 2.255,00 2.545,00 1.905,00
3 Custos com Frete e Embalagens ( R$/ ha) 0,00 1.600,00 2.200,00 0,00 3.150,00 2.420,00 1.440,00 2.080,00 2.160,00 2.420,00
4 Custo por Embalagem Produzida (RS/ ha) 0.00 4,66 4,42 0,08 2,20 3,32 2,72 2,58 2,78 3,32
5 Custo Total (R$/ ha) 4.299,50 3.728,00 4.863,00 1.224,10 7.715,80 3.654,00 2.448,00 3.357,00 3.750,50 3.654,00
6 Renda Líquida (RS/ ha) 2.900,50 2.992.00 8.337,00 6.463,40 6.284,20 4.046.00 3.402,00 2.493,00 4.349,50 4.046,00
7 Taxa de Retorno Econômico (R$/ R$) 0,67 0,80 1,71 5,28 0,81 1,11 1,39 0,74 1,16 1,11
8 Ciclo Cultural (meses) 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12
9 Rendimento Mensal ( R$/ ha / mês) 241,71 249,33 694,75 538,62 523,68 337,17 283,50 207,75 362,46 337,17

Taxa Líquida de Retorno Econômico das Espécies Frutícolas Cultivadas no RJ, em


1997.

6,00

5,00

Q)
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,8E 4,00
co (o ---
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Autor: UFLA/FAEPE Orlentodor :


Eng. AgrOn. Senlto Igreja Jr. Curso de pós·Graduação de Infonnátlca na Agropecuár/a. José Carlos Santos Josus,
Niterói, RJ, 7 de abril de 1998.

Prezado Professor Rêmulo Maia,

Encaminho por intermédio da presente, o trabalho de monografia, com vistas a


obtenção do título de Especialização em Informática na Agropecuária, intitulado

"Atualização Automatizada de Custos de Produção e Outros Indicadores Econômicos das

Principais Culturas Olerícolas e Frutícolas do Estado do Rio de Janeiro" , de minha autoria,

desenvolvido sob a orientação do Prof. José Canos dos Santos Jesus, a ser submetida a
apreciação e críticas por parte de banca julgadora, apontada por essa coordenação de

curso.

Matrícula - IAG197oo1
Tel.! Fax (021 ) 605-1981

e-mail: igrejajr@mandic.com.br

À UFLA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS

Dpto. de Ciências Exatas

Tutoria Informática na Agropecuária

NC Prof. Rêmulo Maia Alves

Cx. Postal 37
UFLA - UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
37200-000 * LAVRAS * MG Dpto. de Ciências Exatas
Tutoria Inforrnática na Agropecuária
Prof Rêmulo Maia Alves
Cx Postal 37
37200-000 * LAVRAS * MG
RJ CONT Página 1 de 3

CONTAGEM DA POPULAÇÃO -1996


POPULAçÃO RESIDENTE, POR SEXO E POPULAÇÃO CEDIDA, SEGUNDO O
CÓDIGO E O NOME DOS MUNiCíPIOS

RIO DE JANEIRO

CODIGO
DOS POPULAçÃO
MUNiCíPIOS MUNiCíPIOS TOTAL HOMENS MULHERES CEDIDA

!Total 13406308 6447635 6958672


KJ0100 ~ngra dos Reis 92532 46516 46016
00159 ~peribé 7201 3576 362!:
00209 ~raruama 66148 32862 33286
P0225 ~eal 9009 4452 4557
00233 ~rmação de Búzios (1)
00258 ~rraial do Cabo 21548 10809 10739
00308 Barra do Piraí 85391 41419 43972
P0407 Barra Mansa 166745 81537 8520€
00456 Belford Roxo 399319 194900 204419
00506 Bom Jardim 21805 11193 10612
Bom Jesus do
00605 Itabapoana 32231 15922 16309
00704 Cabo Frio (2) 115759 58093 57666 14358
P0803 Cachoeiras de Maeacu 43482 22023 21459
P0902 Cambuci (2) 20803 10650 10153 591-4
01009 ~ampos dos Goytaeazes 389547 189398 200149
01108 Cantaoalo (2) 20132 1017C 9962 1274
100936 Carapebus (1)
101157 lCardoso Moreira 1194C 595.4 5986
101207 Carmo 1517e 767S 7496
101306 Casimiro de Abreu 20212 1008!: 10127
Comendador Levy
100951 lGasparian 741-4 373€ 367E
101405 Conceição de Macabu 18206 916-4 9042
101504 Cordeiro (2) 21561 10541 1102C 418€
101603 Duas Barras 9933 5157 477E
01702 Duque de Caxias 715089 348528 366561
Engenheiro Paulo de
01801 Frontin 12543 617C 6372
101850 lGuapimirim 3261 LI 16406 1620€
101876 louaba Grande (1) -
101900 Itaboraí (2) 18456C 91906 9265-4 23351
102007 ltaouai(2) 125063 62063 63000 54937
02056 Italva 13199 6597 6602
02106 Itaoeara 23273 115ia 11695
02205 Itaperuna 8265C 40455 42195
RJ CONT Página 2 de 3

02254 Itatiaia 21216 10631 10585


02270 Uaperi 73130 36304 36826
02304 Laje do Muriaé 7580 3827 3753
02403 Macaé (2) 121095 60276 60819 8124
02452 lMacuco (1)
02502 Magé 183113 90535 92578
02601 lMangaratiba 19896 10069 9827
P2700 Maricá 60286 30320 29966
P2809 Mendes 17185 8377 8808
P2908 Miguel Pereira 20093 9676 10417
P3005 Miracema 24450 12010 12440
P3104 Natividade 15125 7552 7573
03203 Nilópolis 155272 7389~ 81373
03302 Niterói 45036.4 21085.t1 239510
03401 Nova Friburgo 169246 8260C 86646
03500 Nova Iguaçu 826188 401629 424559
03609 Paracambi 39441 1957C 19871
03708 Paraíba do Sul 33737 16388 17349
03807 Parati 27127 13895 13232
03856 Paty do Alferes 22286 11168 11118
03906 Petrópolis 269669 130379 139290
03955 Pinheiral (1)
04003 Piraí (2) 40228 20054 20174 17506
04102 Porciúncula 15407 7619 7788 -
)4110 Porto Real (1)
)4128 Quatis 9866 4982 4884
)4144 Queimados 108522 53275 55247
04151 Quissamã 12583 6351 6232
04201 Resende (2) 102625 50348 52277 866.4
04300 Rio Bonito 46495 23471 2302.4 -
04409 Rio Claro 14449 7394 7055
04508 Rio das Flores 6365 3164 3201
04524 Rio das Ostras 28106 14209 13897
04557 Rio de Janeiro 5551538 2608818 2942720 -
04607 Santa Maria Madalena 10840 5558 5282
04706 Santo Antônio de Pádua 34123 16895 17228
04805 São Fidélis 36534 18146 18388
São Francisco de
04755 Itabapoana (1)
04904 São Gonçalo 833379 403967 429412
05000 ~ão João da Barra (2) 63939 32667 31272 35810
05109 São João de Meriti 434323 210116 224207
05133 São José de Ubá (1)
São José do Vale do Rio
05158 Preto 16115 8129 7986
05208 São Pedro da Aldeia (2) 65147 32631 32516 9715
São Sebastião do Alto
05307 1/2) 8375 4265 4110 264
RJ CONT Página 3 de 3

05406 Sapucaia 16921 8510 8411


05505 Saquarema 44017 22202 21815
05554 Seropédica (1)
P5604 Silva Jardim 19027 9690 9337
P5703 Sumidouro 13373 6907 6466
05752 Tanquá (1) .
05802 [feresópolis 125122 61078 64044
05901 iTrajano de Morais 10594 5514 508e
06008 rrrês Rios 66223 32023 34200
KJE)107 ~alença 61611 29887 31724
P6156 ~arre-Sai 7554 3874 3680
06206 Iv'assouras 29037 14071 14966
06305 ~olta Redonda 232287 112320 119967
FONTE: Contagem da População 1996.

Retomar Início
B

BRASIL
Sigla: BR
Capital: Brasília
População - (contagem 1996): 157.079.573
Homens: 77.447.541
Mulheres: 79.632.032
Área absoluta (Km2) - 1996: 8.547.403,5
Densidade Populacional (hab/Km2) - 1996: 18,38
Cartograma.
Ponto mais alto:
Topônimo: Pico da Neblina
Localização: Serra Imeri (Amazonas)
Altitude(m): 3.014,1
Pontos extremos:
Norte: Nascente do rio Aílã no monte Caburai, Roraima, fronteira com a
Guiana.
Sul: Uma das curvas do arroio Chuí, Rio Grande do Sul, fronteira com o
Uruguai.
Leste: Ponta do Seixas, Paraíba
Oeste: Nascentes do rio Moa, na serra de Contamana ou do Divisar,
Acre, fronteira com o Peru.
Habitante: Brasileiro
Clima:
Equatorial
Tropical (Zona Equatorial)
Tropical (Nordeste Oriental)
Tropical (Brasil Central)
Temperado
Número de municípios existentes - 1997: 5.507
Localização geográfica:
Latitude: entre +5°16'20" e -33°44'32"
Longitude: entre -34°47'30" e -73°59'32"

--_._-----_._---
Retomar
.
, Início.
.
.
IBGE - Informações Estatísticas e Geocientíficas Página 1 de 1

Características do território brasileiro

Unidade da Federação: RIO DE JANEIRO

Sigla: RJ
Capital: Rio de Janeiro
População - (contagem - 1996): 13.406.379
Cartogramas
Área absoluta (Km2) - 1996: 43.909,7
Algumas características por municípios.
Ponto mais alto:
topônimo: Pico das Agulhas Negras
localização: Serra do Itatiaia
altitude(m): 2.787,0
Habitante: Fluminense
Clima: Tropical
Número de municípios existentes - 1997: 91
Localização geográfica (da Capital):
latitude: -22°54'10"
longitude: -43°12'27"

Retomar início
IBGE - Informações Estatísticas e Geocientíficas Página 1 de 1

Características do território brasileiro

Rio Grande
Norte
rafba
J ambuco
agoas
ergipe

a Catarlna

Dados Gerais do Brasil


Características do território brasileiro Página 1 de 1

Brasil
Densidade dcmográfica
1996

Hab/km2
O ti) O:!,i)

O 2,na5JI
O 5,0 a ::!5,O
O Z5-,I}" j..i~, í

5(i/'í :t l(i'(J.!.)

lOiJ,a a I ooo,o
• I OÜ!fJ,Ü \! !2,W9,~
Infii:JmJailCles Esl:atí500lS e Geocientíficas Página 1 de 2

Distribuição da população estimada de 1996 por municípios


(Base geográfica de 1994)

RIO DE JANEIRO

o 0·5000
O 5001· 1\)000
Ia 10001· aoooe
lEI 20001·50000
~cim~do 50001

fOnlo;leGE

Rio de Janeiro
Densidade demográfica
1996

Hãb/km'

o
O
M
25,0850,.0

tw:J so.o ".100,0


100,0 ,1 y\.)O,O
500,0 a 1 tKJO,-O
Fome: 1!3:GE,Col'1tagl2m da Populaç.ão 1996.
11 t 000,0 li 11 40~.2
3~CONOMIA
- o GLOBO Quarta-feira, 26 de novembro de 199

Censo revela estagnaçãoda agropecuária ,~ff:R:,!:~~


Es#ido sofreu redução da área plantada, pérda '~'e cornpêtitividade ...~as\av0Uras e dos investiment~s 'nos' anos 90 "
_~II Editoria de Arte ,I':

:"'\'"' Cláudia Schüffner


f t;.._
A QUEDA DA PRODUÇÃO AGRICOLA NO RIO* DIMINUIÇÃQ:-pA"p,RQDQÇjp~l
• A.tJlg~icultura do Estado do Rio CAFÉ EM COCO LARANJA***
ARROZ EM CASCA CANA-DE-AÇÚCAR FEIJÃO MANDIOCA MILHO
r.~~\sgüu, nos últimos 11 anos, re- REDUZ EMPREGO,RURAIf,~,
d'l!tã,9~de 46% em sua área plan- lOO[ IOr,-'7"'--- 150'r/ ----- ~or1-:836,01-7--
t~~Nl de 45,8% no número de em- 85.200 128.011 . ,- , r, I ~(,'-(l

p~~~aÇlos, Esse é um dos resulta- 8.030.833 • URBANIZAÇAO: O núm\lf.9)


dó~,1l'o primeiro censo agrope- de estabelecimentos rurais
,cJãiJó: da década de 90, que co- dimi~uiu 41% de 1'9.85 a
m~çpü a ser divulgado ontem pe- 1995, passando de. 9i,3 ,mil
lo'.61B~ÚtutoBrasileiro de Geogra- para 53,7 mil. Também ,DRH;a
fi~~~fs.tatísti~a. (lB~E). As la~ou- ve redução da área.ocupa-
r~lUals tradicionais, que sao a da, de 3.264 hectares par~~
d~6ana-de-açúcar e laranja, apre- 2.416 hectares. A razão, está r
swljl.r.am redução na, produção na urbanização do meio.,rN~
de 2&,,9%e de 86,4%, respectiva- ral, notadamente nô:,Bqixa)1f
rrwt~· da Flurnlnense e .na RegH9rt:
_A;'WI-bémhouve perda de com- dos Lagos. .:. .b
ps~gvidade, queda dos investi-
IT\n~M,sem processos de produ- • ÁREA CULTIVADA: A;á.r~~(
ç~'i!JWais avançados. Tudo isso, dedícada às lavo.ur~"ÇlF,ur.
SO}pAqo parca estrutura de co-

1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 1985 1995-96 pava, 625 mil hectares em.. I
IT\~lfli~lização, fez com que oRio 'Em toneladas; "mil cachos; "'mil frutos FONTE:18Gt/Censo Agropecuário 1995·1996 1985 e passou para 33'l.ffi,ITj
nGí\~l'",emais dependente de ou- em 1995 (queda de 46%~.))iS,
IrWj estados. ção de laranja e de cana-de-açú- fe do Departamento Agropecuá- Campos. A produção de cana caiu e indiretos. Segundo Fernandes, caso da cana-de-açúcaj;
... car, carros-chefes da produção rio do IBGE, Lenildo Fernandes, 28,9% na .década e, segundo o 18- isso se dá pelo fato de a produção principal.lav:our<tM? eS,t,~dol-,
Q 'Ma maior foi na produção agropecuária. Essas perdas fo- ressaltou que junto com a urbani- GE, também houve' redução da ser voltada para a população ur- er'!l'\1 colhidos .ojto"m~!hRl~
, ~'laranja e cana-de-açúcar ram compensadas, em parte, pe- zação e conseqüente valorização área colhida - que passou de bana. A produção de .aves nesse de toneladas em 85, que <;~ke,
e
\~~l~re 1985 19'95 houve redu- lo aumento' daparttcípação da da, terra, o produtor carioca dei- 41.715 hectares para 10.548 hec- período também, aumentou, pas- ram para 5, 7 mi,r.õ~;;, r,rp' 95, ,
«,:Ao da área plantada e da mão-de- horticultura no estado. xou de investir: tares em 1995 - e do rendimento sando de 10;2 milhões para 21,3 (menos 28,9%). , b ;Ii.ll
011111)..ocupada na agropecuária, , 'No caso da laranja, cuja produ- - Enquanto .outros estados ti- do cultivo. Uma década, atrás, a milhões de animais. • , . ., ,;1,'1... :
111111 manteve a mesma par,ticipa- ção ocupava 29.723 hectares em veram. uma revolução produtiva, proporção entre a quantidade de O IBGEjá apurou os resultados • EMPREGO: O censo f11P~,
~·II.Ijl,\rJ.e 2% no Produto Interno 1985 e encolheu-para 6.511 hecta- no Rio as lavouras tradicionais cana produzida em cada hectare de 19 dos 27 estados, da Federa- trouque houve redução çlrrl
1I\11~),(PIB) estadual de 11 anos res em 1995, o principal motivo definharam e não aumentaram a era de 2.042 quilos em 85 e caiu ção, queserão divulgados em ca- 45,ª(fí I;10 número de l?e~TG'
IIIfll\1,t uma proporção bem me- encontrado para a queda de 86% produtividade, cedendo lugar a para 1.635 quilos em 95. da capital. Só depois é que .será soas qcupadas em atividéijja
11% q,l,le a da agricultura no PIB na produção foi a urbanização da estados mais produtivos. A horticultura foi a única, que divulgado o censo nacional, com des agrícolas no estado. E,Iful
hm~lllllro, de 12%. Baixada Litorãnea (Itaboraí, Rio / Um exemplo de estagnação é a recebeu investimentos, sendo os dados consolidados do Brasil, 1985 eram 321.912 pessoa~6
.NI!~RCperíodo. as maiores.que- Bonito e Saquarema), onde se cultura da cana-de-açúcar, carro- uma das maiores responsáveis provavelmente no início do.próxí- e em 1995 apenas 174.2.7~.29
tllWI nrnm regtstradas na produ- concentrava o plantio. Mas o che- chefe da-economia da região de pela geração de empregos diretos mo ano.a