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SÉRIE COWBOY CASANOVA 01 SÉRIE COWBOY CASANOVA 01 SÉRIE COWBOY CASANOVA 01 SÉRIE COWBOY CASANOVA 01 - -- - QUEBRANDO A REGRA SETE

QUEBRANDO A REGRA SETE QUEBRANDO A REGRA SETE QUEBRANDO A REGRA SETE

Disponibilização e Revisão Inicial: Mimi
Revisão Final: Angéllica
Gênero: Hetero / ontempor!neo

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Regra Sete: Nunca durma com alguém que você Representa.

Charity Marks vive a sua vida com um conjunto pessoal de regras, que nunca
quebra e por uma boa razão. Depois de ser demitida de seu trabalho no sul da Califrnia,
ela consegue um emprego na pequena cidade de !roken !ranch como uma especialista em
rela"#es p$blicas para a %rofessional &odeo &iders 'ssociation.
Clay Cooper ( a estrela mais quente do %&&' e mais selvagem bad boy. )uando
Charity vai falar com ele sobre refrear seu jeito, ela se surpreende ao descobrir que não tem
mais para o co*boy do que aparenta. +er, que o oh tão delicioso Clay ser, a morte da regra
n$mero sete-


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COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO COMENTÁRIOS DA REVISÃO

MIMI MIMI MIMI MIMI

.ma tima ideia pra desenrolar uma pai/ão e/plosiva. +e todos se metessem nas
vidas dos outros assim00000 1kkk )uente e direto ao ponto. 'preciem com modera"ão.


ANGÉLLICA

Curtinho quente s para aquecimento. 2sto tinha potencial, como tinha, e quando a
coisa t, ficando boa... pluft00
Mas ( bom para despertar as nossas fantasias 3 kkk

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"Alguém é melhor estar morto." Charity Marks resmungou, mexendo com seu telefone
celular na escuridão.
Fazia três meses ue ha!ia se mudado "ara !roken !ranch "or um tra#alho de rela$%es
"&#licas com a %rofessional &odeo &iders 'ssociation, e ela ainda não esta!a #astante acostumada a
rece#er telefonemas em todas as horas da noite.
'lhando "ara o identificador de chamadas, amaldi$oou so# sua res"ira$ão. "(im,
)arrett*" +es"ondeu com um sus"iro "esado. "' ue ele fez agora*"
",escul"e acord-.la outra !ez, Char. ,/0
1
desta !ez." )arrett 2le!ins esta!a em seus
sessenta anos e a"enas tão frustrado uanto Charity esta!a. Manter Clay Coo"er fora do
"ro#lema, não era o ue ualuer um deles ueria fazer, mas eles continuamente encontraram.
se na "osi$ão de lidar com a sua messe.
3rimeiro, hou!e um caso com uma socialite em Dallas. 4inha 5ogado um ataue uando
ela "egou Clay no meio de um trio com outras duas mulheres em um uarto de hotel, e
amea$ou usar o dinheiro de seu "ai "ara tomar toda a 3++A a#aixo. 6m seguida, hou!e uma
#riga de #ar em 1entucky ue tinha deixado mand7#ula de outro concorrente co8#oy "or um
mês. 3arecia ue onde uer ue Clay esti!esse, "ro#lemas seguiam.
"Felizmente, eu fui "ara a escola com o "olicial e con!enci.o a fazer a "a"elada
desa"arecer." )arrett continuou na outra extremidade da linha. Charity uase "odia ou!i.lo
sacudindo a ca#e$a atra!és do telefone. "A "arte triste é ue o garoto é tão talentoso. 6le est-
"restes a mi5ar fora uma carreira inteira. 4emos ue desco#rir uma maneira de control-.lo. 6u s9
não sei como."

1
,irigir so# a influência : ,/0 ;, dirigir em#riagado.

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Charity franziu o cenho. 6la te!e clientes dif7ceis antes, mas nunca dif7cil assim. Clay
Coo"er < auto"roclamado montador de touro fodão e Casano!a extraordin-rio, sa#ia como
chegar em seu &ltimo ner!o.
6 não a5uda ue "arecia ue ele !eio direto das "-ginas da 4), ue de alguma forma
"arecia transformar ualuer uantidade de sensi#ilidade feminina, ela 5- esta!a
com"letamente "ara o inferno, no momento em ue ele entrou na sala.
3ara ser franca, ela esta!a incri!elmente atra7da "ara o homem, desde o momento em ue
colocou os olhos nele em "rimeiro lugar.
Como alguém ue mante!e um rigoroso con5unto de regras "essoais e "rofissionais, isso
ener!ou o uão mal Clay tem so# sua "ele e uanto ela ueria senti.lo contra o seu cor"o.
,izendo.o não era exatamente uma o"$ão, tam#ém. =ormalmente, a associa$ão não se
intrometia nas !idas de seus concorrentes. Mas, uando ele !eio "ara o 3++A, a "o"ularidade
de Clay era o ue detinha o circuito em con5unto. (em seus fãs e o dinheiro de "u#licidade ue
eles geraram, todos estariam fora de um tra#alho. Foi "or isso ue ele se tornou o "a"el de
Charity, "ara garantir ue ele se com"ortou no olho do "&#lico e não fazer nada est&"ido o
suficiente "ara com"rometer tudo.
"6le é um homem adulto ue, o#!iamente, faz o ue uer." Charity #ufou em )arrett, seu
"onto fraco "ela #ondade do homem mais !elho "uxando suas cordas do cora$ão. 3or mais ue
ela uisesse !er o chi" cair so#re o om#ro de Clay fora, ela sa#ia ue era im"ortante "ara )arrett
ue alguém o manti!esse na linha.
"Mas... 3ara !ocê... >ou falar com ele. 'nde ele est-*"
"6u o "eguei. 6le est- dormindo fora do u7sue no loft do celeiro. )inny iria me matar se
sou#esse ue eu o le!ei l-."
Charity le!antou uma so#rancelha e acendeu a l?m"ada de ca#eceira. )inny 2le!ins, a
es"osa de )arrett, era uma mulher ue ninguém ueria atra!essar. )inny tinha h- muito tem"o

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terminado so#re o com"ortamento bad boy de Clay, ue era !ocal "ara ualuer "essoa com
ou!idos so#re como se sentia. "6st- tudo #em. Consegui.o. 6u estarei l- em !inte minutos "ara
cuidar disso e tir-.lo de seu celeiro, antes de )inny desco#rir."
"'#rigado, Charity." )arrett res"ondeu antes de desligar, uma "itada de al7!io em sua
!oz. ,efinindo o celular de !olta na mesa de ca#eceira, Charity gemeu. 6sta tarefa não ia ser
di!ertida.
4endo ue enfrentar esse homem lindo e for$-.lo a ficar com a ca#e$a "ara fora de sua
#unda no meio da noite, exigiria conseguir seu 5ogo cara "rofissional adiante. (em tem"o
suficiente "ara um chu!eiro, ela 5ogou em seu fa!orito "ar de 5eans e um #otão "ara #aixo o
suéter de cashmere #ranco.
Concluindo tudo isso com uma le!e camada de r7mel, um "ouco de gloss, e "uxando o
longo marrom tran$ado em um coue r-"ido, ela 5ogou em suas fa!oritas #otas de co8#oy
desgastadas e esta!a "ronta "ara ir.
Como "rometido, ela dirigiu seu 5eep 6rangler fora da estrada de terra ue le!ou ao
rancho !levins, menos de meia hora mais tarde. Mesmo ue ela se sentisse exausta e muito
cansada de lidar com Clay, não "odia acreditar em sua sorte de encontrar este tra#alho e se
deslocar a esta "itoresca "euena cidade do 7e/as.
@ claro ue o tra#alho exigia ue ela !ia5asse o tem"o todo. Cinuenta cidades em AB
semanas, definiti!amente mantinha as coisas interessantes. Mas, Charity esta!a sem"re feliz em
!oltar "ara casa em sua "euena cidade e "eueno a"artamento no final de cada semana. !roken
!ranch de alguma forma tornou.se sua casa agora, mudando suas ra7zes do sul da Califrnia em
algo um "ouco mais fundamentado.
4ra#alhou.se mentalmente "ara lidar com Clay terminando a unidade, mas ainda não
tinha certeza de como de!eria a#ordar o assunto uando o !isse. Claro, moderando.o com café
era tam#ém é im"ortante. 3ostos de gasolina em !roken !ranch não eram geralmente a#ertos C

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uma hora da de manhã, de modo ue ela tinha enchido duas x7caras de sua "euena cozinha
"ara lhe trazer.
Francamente, adoraria estrangular o homem. 3uxando um gol"e como este na noite
anterior ao maior e!ento de rodeio do ano na cidade natal do circuito, no entanto, a fez uerer
torcer seu "esco$o.
6uili#rando cuidadosamente dois co"os de "a"el cheios de l7uido fumegante uente,
Charity fez seu caminho atra!és do celeiro e su#iu as escadas de madeira até o a"artamento loft
acima. 0maginando ue Clay esta!a dormindo ou desmaiado da #e#ida, ela não se "reocu"ou
em #ater antes de entrar "ela "orta da frente.
)rande erro.
Antes ue ela "erce#esse, x7caras de café esta!am !oando e ela se !iu encharcada, ficando
cara.a.cara com Clay. 3ior de tudo, ele não tinha nada ligado, além de uma toalha enrolada
estrategicamente ao redor de sua cintura.
"'h, drogaD" 6la gritou, tentando seu mais duro des!iar o olhar de seu cor"o seminu.
Mas, algo so#re a maneira como os om#ros largos e "eito musculoso afila!a "ara #aixo dos
uadris estreitos a fez com"letamente inca"az de tirar os olhos de sua carne ex"osta. "' ue
dia#os !ocê est- fazendo* 6 onde estão suas rou"as*"
"2em." Come$ou Clay, um sorriso malicioso insinuando.se nos cantos de sua #oca. "6u
"oderia fazer.lhe a "rimeira "ergunta. Assumi desde ue eu esta!a "assando a noite aui,
estaria sozinho tem"o suficiente "ara tomar #anho um uente."
6la franziu o cenho enuanto olha!a de cima a #aixo, "ara a forma como a sua 5- forte
#lusa #ranca, agora co#erta de l7uido marrom, agarra!a ao "eito. "Euanto C segunda, !ou
reser!ar "ara lhe "erguntar de"ois."

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Charity come$ou a a#rir a #oca "ara dizer algo inteligente, mas decidiu melhor. 6sta!a
cansada, irritada e agora co#erta de café. 4udo o ue sa7sse agora seria mais "ro!-!el aca#ar
com seu tra#alho, ue não era seuer uma o"$ão. 6m !ez disso, ela a"enas re!irou os olhos.
' a"artamento era "eueno, "eueno o suficiente "ara ue "udesse facilmente encontrar
um rolo de toalhas de "a"el na cozinha. A"al"ando seu suéter com uma folha, ela tentou
eliminar a mancha da melhor forma ue "odia.
6m !ez disso, isso s9 fez seus mamilos em aten$ão e ela sentiu como se "udesse morrer
de constrangimento. 0sso não esta!a acontecendo "ara ser ualuer coisa como o ue disse a si
mesma ao "assar "or cima.
Chegando em sua #olsa, "egou um remo!edor de mancha e ferozmente enxugou o
derrame.
"+egra n&mero três." 6la sussurrou #aixinho. "(em"re este5a "re"arada."
")arrett chamou !ocê, certo*" 6le "erguntou, su"ortando de !olta "ara o #anheiro do
a"artamento a"ertado. "3ro!a!elmente, disse ue eu era uma merda enfrentando fora da minha
mente e "recisa!a ue !ocê !iesse e falasse comigo."
"/h, sim..." Charity admitiu, "egando mais toalhas de "a"el e lim"ando o café
derramado so#re o chão de ladrilhos. "Mas s9 "orue !ocê teria conseguido um ,/0, se ele não
ti!esse socorrido.o com esse "olicial."
",isse, o uê*" /ma ex"ressão confusa e assustada "assou "elo rosto de Clay, enuanto
caminha!a de !olta na sala, !estindo um "ar de 6ranglers a"ertadas, ue a#ra$ou o seu traseiro
em todos os lugares certos. ",iga.me exatamente o ue ele disse. >er#almente."
/m le!e ru#or su#iu nas #ochechas de Charity, uando ela "erce#eu ue ha!ia olhado
um "ouco longo demais em seu torso ainda ex"osto, uerendo deses"eradamente correr os
dedos "elos cachos de ca#elo escuro ue es"arrama!am em seu "eito musculoso. "6le a"enas

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disse ue !ocê tinha conseguido um ,/0, mas ue ele conhecia o "olicial "elo ue não esta!am
em nenhum "ro#lema legal."
Clay soltou uma risada incrédula. "=inguém me "uxou, uerida. 6 eu com certeza não
tenho #e#ido esta noite. 6u nunca #e#o a noite anterior de eu com"etir. =unca."
Fe!ou a"enas um mero instante antes do sorriso maroto !oltar ao rosto de Clay, ex"ondo
co!inhas ue fez o estGmago de Charity fazer fli"s. "Auele filho da "utaD 6le ueria ue !ocê
!iesse aui no meio da noite, de "ro"9sito."
",escul"e.me*" 3erguntou Charity. 6la se le!antou e 5ogou as toalhas de "a"el su5as na
lata de lixo.
Agora, ela esta!a confusa.
"'h, cara. Auele filho da "uta astuto." Clay riu de no!o e se sentou na namoradeira de
couro, a"oiando os "és em cima da mesa de café casual. "Euerida, eu tenho certeza ue n9s
fomos #rinuedos."
/m olhar irritado cruzou o rosto de Charity. 6la não tinha ideia do ue esta!a
acontecendo, mas esta!a certa ue Clay esta!a ou ainda #ê#ado ou a"enas com"letamente
louco.
"6u realmente não sei o ue !ocê est- falando. Mas, não !im aui no meio da noite sem
uma razão." Cruzando os #ra$os so#re o "eito, ela em"oleirou.se ao lado dele no o sof-. "Clay,
n9s realmente "recisamos falar so#re sua carreira e suas..."
Clay ergueu as so#rancelhas. "Maneiras sel!agens*" 6le terminou.
"(im." +es"ondeu, satisfeita com o "ensamento de ue ele 5- sa#ia o ue ela ueria falar.
4al!ez essa con!ersa não fosse ser tão ruim uanto imagina!a no carro.
",eixe.me adi!inhar, !ocê acha ue eu de!eria desistir de mulheres, esuecer u7sue, e
me concentrar em minha carreira* Afi!elar "ara #aixo e tra#alhar em me esta#elecer. 0sso seria o

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melhor do circuito, se eu mostrasse a todos ue Clay Coo"er não era tudo so#re ficar #ê#ado e
transar."
Charity sentiu chocada com o uão #em foi C con!ersa. =a !erdade, ele "arecia estar
certo so#re a mesma "-gina. "6xatamenteD" )uinchou ela com um "ouco de entusiasmo demais.
"Hum, exatamente. @ exatamente isso ue eu !im aui "ara dizer."
"6u !e5o." Clay definiu sua mand7#ula e ela "odia !er sua irrita$ão crescente. Medo su#iu
nela, deixando uma sensa$ão horr7!el na #oca do estGmago. 4al!ez eles não esti!essem na
mesma "-gina de"ois de tudo. ,e todos os clientes ue ela 5- te!e, ele era o &nico ue não "odia
ler. =unca sa#ia ual seria seu "r9ximo "asso e isso a assusta!a. Mas, Charity sa#ia o ue ueria
ue ele fizesse. 6la ueria ue a tomasse em seus #ra$os, fizesse amor sel!agem com ela, e
"rometesse.lhe o mundo inteiro. "(em chance ue 5amais !ai acontecer." 6la "ensou
silenciosamente "ara si mesma.
Euase como se ti!esse lido sua mente, Clay colocou uma ro#usta mão insens7!el em sua
coxa. (em dizer uma "ala!ra, seus l-#ios desa#aram em cima dela em um auecido,
hi"notizando #ei5o.
' cére#ro de Charity disse.lhe "ara "uxar atr-s e terminar a constru$ão da "aixão
ardente entre eles. Mas seu cora$ão e seu cor"o tinham outras ideias, deixando.o a"rofundar o
#ei5o, até ue ela ti!esse certeza de ue estaria derretendo em uma "o$a de lux&ria aos seus "és.
(uas mãos "ercorriam a carne uente de suas costas, enuanto as "ontas dos dedos
ro$aram os mamilos atra!és de seu suéter ainda encharcado. /m le!e gemido esca"ou de sua
garganta e ela 5- "odia sentir a calcinha come$ando a enso"ar.
Euando ele finalmente ue#rou sua conexão, Charity "raticamente engasgou "ara o ar.
6m#ora não tinha ido em um &nico encontro, desde ue se mudou "ara !roken !ranch, ela tinha
#ei5ado muitos homens em sua !ida. Mas, as coisas "areciam diferentes com Clay. 6ra uase

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como se ti!essem #loueado os l-#ios todos os dias de suas !idas, a emo$ão e "romessa de
"aixão a"arecendo entre eles.
Fascina!a e a assusta!a, tudo ao mesmo tem"o.
' calor do toue de Clay chamuscou a "ele uando a a#ra$ou, es"alhando um rastro de
#ei5os sua!es ao longo de sua cla!7cula. (eu cor"o gritou "or mais, senti.lo acariciar sua "ele.
Mas, ela s9 não "oderia deixar de uem ele era e os "ro#lemas ue "oderia causar em sua !ida.
Alguns momentos de silêncio se "assaram entre eles, enuanto Clay continua!a a
ex"lorar seu cor"o com os l-#ios e as mãos, enuanto Charity ficou se "erguntando se ela
de!eria ficar ou sair. 3assar até mesmo outro minuto no a"artamento, significa!a ue ela iria
aca#ar dormindo com Clay < e, "ossi!elmente, no final de sua carreira. Mas ir "arecia ue iria
arrancar um "eueno "eda$o de sua alma, ue ela nem sa#ia ue existia até eles se #ei5arem.
Finalmente, Charity le!antou.se. "Clay...6u não "osso... Meu tra#alho..." (entia.se muito
a#alada com a atra$ão s&#ita entre eles, "ara ser ca"az de terminar uma &nica frase. "Acho ue
n9s a"enas "recisamos retardar as coisas."
6le não disse uma "ala!ra, mas acenou com a ca#e$a ligeiramente. =ão ha!ia como um
"lay#oy como ele, com uma !ida em o circuito de rodeio "oder entender a res"onsa#ilidade e
o#riga$ão. 'u as regras ue ela esta#eleceu "ara sua !ida. 3ara ele, ela era a"enas mais uma
conuista. =o entanto, Charity "ensou ter !isto uma sugestão de tristeza em seus "rofundos
olhos azuis uando se !irou "ara a "orta. 4omando o #otão na mão, ela tentou transform-.lo.
6le não se mo!eu.
"' ue..." A !oz de Charity sumiu uando tentou a "egar no!amente. "Clay, isso est-
#loueado."
Clay olhou "ara ela com um outro olhar confuso, os mesmos l-#ios ue tinham aca#ado
de derreter suas emo$%es transformando.se em um sorriso um "ouco arrogante. "Auele
desgra$ado realmente "ensou em tudo, não foi*"

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A cor sumiu do rosto de Charity. ",e 5eito nenhum. =ão h- nenhuma maneira ue
estamos "resos aui... Iuntos... (ozinhos..." 6la não tinha certeza se sua for$a de !ontade iria
realizar durante a noite.
3ara "ro!ar seu "onto, Clay agarrou a ma$aneta e tentou lig-.la. Mesmo so# a sua
"ressão masculina, mais uma !ez, não se mo!eu. ",escul"e, uerida. =ão !ai a#rir. 3arece ue
!ocê est- "resa aui, até ue eles decidam deixar.nos sair."
",eixar.nos sair*" 3erguntou Charity. 6la era orgulhosa de sua inteligência, mas algo em
toda esta situa$ão a deixou estu"efata.
">ocê uer dizer ue não entendeu*" 6le "erguntou, colocando a mão em seu om#ro.
Euando ela #alan$ou a ca#e$a ue não, ele deu um #ei5o sua!e no to"o de sua ca#e$a. "Euerida,
eles nos trancaram aui. @ um estratagema "ara tentar nos o#ter 5untos."
"6les* 6 n9s* 0sso é com"letamente loucoD" Charity engasgou. "Euem faz uma coisa
dessas*"
"A"arentemente, um casal excêntrico ue foi casado "or zilh%es de anos." Clay sorriu.
")inny é conhecida "or aui "or ser #astante casamenteira. 6la te!e seus olhos "ostos em
me em"arelhar "or um longo tem"o. 6u de!ia ter adi!inhado ue ela iria "uxar algo assim."
A realidade afundou "ara Charity. "'h, não... =ão... =ão. =amorar com as "essoas ue
re"resento é um JnãoK grande gigante. =a !erdade, !ai com"letamente contra a regra n&mero
sete." ,isse ela, #alan$ando a ca#e$a. "Além disso, )inny te odeia."
Clay riu. "Acontece ue eu sei "ara um fato ue um em"regado 3++A namorando um
concorrente, não é contra ualuer regra no li!ro."
Charity lhe lan$ou um olhar. "4udo #em, (r. 4iro uente. 6 como !ocê sa#e dessa
informa$ão*"
6le deu de om#ros, fazendo.a re!irar os olhos. "6u sou um cara. I- namorei algumas
mulheres ue tra#alha!am "ara a associa$ão. ' ue "osso dizer*"

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"=amorar* 6 a"enas algumas*" 6la "erguntou, le!antando uma so#rancelha
sarcasticamente. Charity 5- conhecia as &ltimas três mulheres ue tinham realizado seu cargo e
tinha se encontrado C mercê dos encantos de Clay. 'lhando "ara o seu uadro seminu agora, ela
"odia !er o "oruê. (eus #ra$os eram fortes e musculosos, mais de "endurar.se firme na "arte
de tr-s de um grande touro ue de horas gastas de #om#eamento de ferro no gin-sio. (eus
"enetrantes olhos azuis "areciam cortar direito atra!és de sua alma, es"ecialmente uando ela
se !iu olhando "ara eles "or muito tem"o, assim como fez nesse momento.
"=ão é o momento." 6le res"ondeu com uma risada. "6ntão, ual é essa regra im"edindo.
a de me deixar ter o meu caminho com !ocê* 2em aui... Agora..." 6le se a"roximou o suficiente
"ara ela sentir seu h-lito uente em sua "ele.
"+egra 3essoal." 0a, o#!iamente, ser dif7cil ficar firme.
",eixe.me adi!inhar." (u"Gs Clay. ">ocê tem um monte dessas regras "essoais, não é*"
"' ue te faz dizer isso*"
Colocando as mãos na "arte inferior das costas, ele a "uxou "ara "erto do cor"o, de
modo ue seus uadris esta!am enuadrados com os seus. ">ocê s9 se com"orta dessa maneira.
4ão Calculada. 4ão... 3erfeita."
Charity não "oderia dizer se ele uis dizer isso como um elogio ou não. 4udo ue ela
sa#ia era ue seu cor"o do7a "ara sentir o toue uente de sua "ele, em seus lugares mais
7ntimos.
"6sue$a as regras." 6le ordenou.
"=ão." 6la sussurrou de !olta, sem sa#er se acredita!a em suas "r9"rias "ala!ras ou não
como sua freuência card7aca acelerou e o calor aumentou entre as coxas.
"6sue$a. As. +egras." 's l-#ios de Clay "aira!am so#re os dela, "rontos "ara "assar
outro #ei5o. 6la 5- "oderia sentir sua dureza atra!és de seu 5eans, ue era #astante e!idente tão
"erto como seus cor"os foram do outro.

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4udo dentro da ca#e$a de Charity grita!a "ara correr de Clay. 3ara manter o seu 5u7zo
so#re ela, fazer o seu tra#alho, e cum"rir o c9digo de conduta "essoal. Mas seu cor"o não ela, o
dese5o de sentir suas car7cias sua!es so#re cada cent7metro uadrado de seu ser.
Finalmente, ela desistiu e a"ertou seus l-#ios contra os dele, a "aixão entre eles
montando em uma #ola de fogo de necessidade.
A mão de Clay estendeu e agarrou no ca#elo castanho, "uxando.o a "artir dos limites do
el-stico #anda e fazendo.o alastrar descontroladamente ao redor de seus om#ros. Charity soltou
um gemido sua!e uando ele mordiscou o l-#io inferior, seus dedos deslizando so#re a "ele nua
de seu "eito. 6la "odia sentir o cheiro do "erfume sedutor de sua lo$ão "9s.#ar#a, fazendo.a
uerer #e#er no aroma "ara sem"re.
&egra n$mero sete que se dane.
Agarrando sua mão, ela "uxou.o em todo o a"artamento "ara o min&sculo uarto. (e
deixar a guarda e ue#rar o mais im"ortante "adrão "essoal ia acontecer, ela ueria ser a for$a
motriz "or tr-s disso.
Charity "odia sentir seu, cuidadosamente oruestrado mundo, ruir uando tirou suas
cal$as de #rim, ex"ondo suas "ernas longas e um la$o de tanga "reta sedutora. 6la sa#ia ue
dormir com Clay era uma m- ideia, mas seu cor"o ansia!a "or seu toue de forma ue ela não
"odia entender com"letamente.
,esa#otoando a frente da camisa, "uxou.a "elos om#ros e 5ogou.a de lado.
">ocê é linda." ,isse ele de!agar, acariciando seu rosto e degustando de seus l-#ios mais
uma !ez.
"6u tenho certeza ue !ocê diz isso "ara todas as mulheres." 2rincou ela, seu tom atado
com sarcasmo.
Euando ela estendeu a mão "ara o #otão da cal$a 5eans a"ertada, a mão de Clay "egou a
dela. "=ão. 6u uero ter o meu caminho com !ocê em "rimeiro lugar."

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6le a "egou nos #ra$os e a colocou delicadamente so#re o colchão, o "lantando mais um
#ei5o er9tico em seus l-#ios inchados. ,e"ois de um #re!e momento, ele ue#rou o contato entre
eles e come$ou "lantar uma trilha de #ei5os "elo seu cor"o, come$ando no "esco$o e terminando
logo acima de sua linha da calcinha de seda.
,esfrutando cada sensa$ão &nica, trazida, Charity engasgou uando sentiu a ra"idez de
sua calcinha de lado em sua !irilha e em"urrar sua #oca lam#endo seu n&cleo a!eludado.
Euando a #oca de Clay massagea!a seu clit9ris, ela "odia sentir a constru$ão da "aixão dentro e
come$ou a se contorcer em êxtase "ré.org-smico.
3or um #re!e momento, Clay se le!antou e se li#ertou de seus 5eans e cueca #oxers.
Charity lam#eu seus l-#ios uando ela !iu o uadro de seu cor"o, nu, duro e ere$ão grossa, ue
foi ainda mais gloriosa do ue ela tinha imaginado, mesmo em suas fantasias mais sel!agens.
Alcan$ando.se e des"rendendo seu sutiã, ela 5ogou.o fora. Agarrando seus "r9"rios seios
com as "almas das mãos, ela come$ou a rolar os "euenos #ot%es de seus mamilos entre os
dedos. A mistura de sensa$%es entre o seu "r9"rio e toue de Clay foi o suficiente "ara mand-.
la toda euf9rica na #em.a!enturan$a.
/m grito esca"ou de sua garganta. Euando !oltou "ara #aixo de sua alta, ela ficou
ofegante contra a cama.
"'h, não. =ão estamos terminados ainda, uerida." 6le seduziu, chegando até a
ca#eceira "ara a sua carteira. +etirando uma camisinha e rasgando o in!9lucro, Clay colocou.a
em seu "ênis antes, de !oltar sua aten$ão ao seu cor"o.
Charity gritou uando ele deslizou a dureza entre suas coxas, entrando nela com "recisão
es"ecialista.
Fazia meses ue sentiu o calor de um homem e le!ou um momento "ara o seu cor"o
acomodar o seu "er7metro. (entia o cor"o como se esti!esse em chamas, cada toue am"liado
"or cento e cinuenta "or cento.

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Euando Clay encontrou seu ritmo e #alan$ou os uadris contra ela, ele se inclinou e
a"ertou os l-#ios "ara os dela. 6ngolindo seus gemidos luxuriosos uando gozou de no!o,
le!ou a"enas mais um "ar de gol"es antes dele cair so#re a #orda com ela.
Am#os ca7ram contra o colchão, ofegantes e mo!imentados da "aixão ue tinham a"enas
ex"erimentado. 6nuanto Clay entrou no #anheiro "ara lim"ar, Charity silenciosamente se
re"reendeu "or dar em seus encantos.
"6ntão, !ocê est- "ensando em me dizer a ue o seu con5unto de regras ainda se a"lica
aui*" Clay "erguntou de"ois ue !oltou "ara o uarto e Charity foi aninhada em seus #ra$os.
"+egra n&mero sete sem"re se a"lica." ,isse ela com um sus"iro "esado.
"' ue torna essa regra tão malditamente im"ortante, afinal*" 6le uestionou, dando.lhe
uma das suas co!inhas de sorrisos.
Charity franziu o cenho. 6la não gosta!a de are5ar a rou"a su5a do "assado "ara ualuer
um, mas "or alguma razão ela sentiu ue "odia confiar em Clay. "6le era um atleta "rofissional.
/m 5ogador de fute#ol, na !erdade. Fui contratada "ara re"resent-.lo "ela eui"e,
"rinci"almente "orue ele tinha a re"uta$ão de ser um "ouco de menino mal."
Clay soltou uma "euena risada. "(oa familiar. >- em frente."
"=a !erdade, ele faz." Charity deu uma risadinha. ",e ualuer forma, ele era casado.
/ma noite, eu esta!a em meu escrit9rio e ele !eio dentro. /ma coisa le!ou a outra e..."
"6 a regra n&mero sete aconteceu*"
"6xatamente." +es"ondeu ela.
"=unca se en!ol!er "essoalmente com um cliente." Am#os disseram em un7ssono. Clay
se a#aixou e "egou a mão de Charity, entrela$ando os dedos enuanto ela descansou a #ochecha
em seu "eito.
"A mulher dele desco#riu. Eue, "or coincidência suficiente, era minha chefa." 6la
confessou.

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"'oh. 0sso é duro." ,isse ele, colocando um #ei5o sua!e no to"o de sua ca#e$a. Foi um
carinho e gesto 7ntimo ue sur"reendeu Charity.
"(im, isso definiti!amente não funcionou do 5eito ue eu realmente ueria."
"2em... 6u "osso te dizer uma coisa." ,isse Clay, os cantos de sua #oca transformando.se
em um "eueno sorriso.
"' ue é isso*" 3erguntou Charity.
"3elo menos eu não sou tecnicamente o seu cliente." 6le sussurrou em seu ou!ido,
#rincando com um "eueno cacho de seu ca#elo castanho.escuro entre as "ontas dos dedos. "'
ue significa ue n9s "odemos fazer isso..." As mãos dele ligaram sua aten$ão "ara o seu "eito,
acariciando seus mamilos ex"ostos e fazendo.a tremer. "(em realmente ue#rar a regra n&mero
sete."
"2re!e tecnicismo." ,isse ela, sus"irando no calor do seu toue. "+egra n&mero sete
ainda é uma regra."
">ocê sa#e o uê* 6u não gosto de regras." Comentou Clay com desafio #rilhando em
seus olhos azuis escuros.
"=ossaD 6u nunca teria imaginado issoD" Charity #rincou, executando uma trilha de #ei5os
"elo seu torso.
"'deio, na !erdade. =unca encontrei uma com ue eu realmente concordasse." 6le riu.
"3or ue isso não me sur"reende*" +e!irando os olhos, deu.lhe um ta"a #rincalhão no
#ra$o.
"HeyD 3elo menos eu sou honestoD" Clay #rilhou seus olhos azuis "ara ela, e não "Gde
deixar de sentir a sua "ele uente mais uma !ez. Ha!ia algo a#solutamente sedutor so#re cada
cent7metro deste homem.
"Agora é a sua !ez de me contar alguma coisa." Charity disse uando se a"oiou, ansiosa
"or mudar de assunto.

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"4al como...*" Clay "erguntou com uma so#rancelha le!antada.
"4al como... 3or ue !ocê insiste em causar "ro#lemas no circuito* 6 o ue tem em agir
como "lay#oy fodão* 6u !i !ocê, Clay. >ocê é um inferno de um ca!aleiro de touro."
/m olhar sério atra!essou seu rosto e ele ficou uieto. "' ue é isso, uma maldita
0nuisi$ão 6s"anhola*"
Charity sorriu. "/au, co8#oy. =ão h- necessidade de o#ter todos do#rados fora so#re
isso. >ocê ueria sa#er algo "essoal so#re mim. Agora eu uero sa#er alguma coisa so#re !ocê.
6ntão, confesse."
6ntrela$ando os dedos atr-s da ca#e$a, Clay encostou.se C ca#eceira de madeira e deu
uma "rofunda res"ira$ão. "=9s não somos tão diferentes, !ocê e eu." 6le finalmente res"ondeu.
"Como assim*" Charity a"oiou o ueixo em sua mão, interessada em ou!ir o ue ele tinha
a dizer.
"=9s dois cuidamos um inferno de muito so#re o ue os outros "ensam." 6le rolou "ara o
lado e #loueou os olhos com ela. ">ocê est- em rela$%es "&#licas. 6u tenho uma "ersonalidade
"&#lica "ara defender ue dita a minha carreira. 3ense so#re isso."
"6sclare$a."
"4udo #em. >ocê "ro!a!elmente acha ue eu gasto todo o meu tem"o em ficar #ê#ado,
come$ar #rigas e "egar mulheres." +aciocinou. "6m toda a !erdade, eu não #e#o. 6 ualuer
#riga ue eu esti!e en!ol!ido, desde ue tinha uatorze é "orue o outro cara colocou a mão em
mim "rimeiro."
6la não "odia acreditar no ue aca#ara de ou!ir. ",escul"e.me* Assim, !ocê s9 corre
como um louco "or nenhum #om moti!o*"
Clay a#riu um sorriso com co!inhas e #aixou a !oz. "Euerida, eu tenho uma razão muito
#oa. 's fãs ue a"arecem "ara me assistir montar a #esta de um animal "or oito segundos,
fazem isso "ara !i!er !icariamente atra!és de mim. 6stes são os mesmos #ons garotos ue !ão

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"ara casa com suas es"osas e !ão C igre5a no tem"o no domingo, mas gostaria ue eles
esti!essem fora lutando e le!ando "or diante. 6ntão, sim... 6u saio e a5o como um idiota
com"leto, "ara certificar ue toda uma multidão de "essoas continue com"rando #ilhetes "ara
um es"orte ue me interessa, em me manter !i!o e amo com todo o meu cora$ão."
Charity esta!a estu"efata. "4odo esse tem"o, "ensei ue !ocê fosse a"enas algum
imaturo homemLcrian$a ue não "oderia crescer, inferno."
"6u ou$o muito isso." ,isse ele com um sorriso.
"6 as mulheres*" 6la "erguntou com cautela.
"2em, isso é uma "euena "arte de !erdade. 0nferno, isso faz ficar sozinho na estrada..."
6le "assou os dedos "elos seus ca#elos castanho.escuros no!amente, "arando "ara acariciar seu
"olegar atra!és de seu delicado ueixo. "Mas a !erdade é ue eu não encontrei alguém ue
estimulasse o meu interesse... Ainda."
Fitando os olhos azuis "rofundos de Clay, Charity silenciosamente dese5ou ue ele a
#ei5asse de no!o. Hou!e algo fascinante so#re esse homem, em#ora não esti!esse inteiramente
certa do ue era. 6sta no!a informa$ão ue ele lhe oferecera a#alou com"letamente cada
im"ressão ue ela 5amais ti!era dele e isso a #alan$ou "ara o n&cleo.
A"enas um mero momento de"ois, uase como se ti!esse lido seus "ensamentos
no!amente, os l-#ios de Clay co#riram os dela. 6n!ol!endo seus #ra$os ao redor de seu
"esco$o, ela ra"idamente se !iu "ressionando.o de !olta contra o colchão e montando seu cor"o
ainda nu. Co#rindo seu "eito em uma trilha de sua!es #ei5os, ela 5- "odia sentir a dureza de sua
masculinidade !oltando contra sua #arriga lisa.
/m le!e gemido atado com o nome dela esca"ou da garganta de Clay, uando ela se
a#aixou e colocou o "ênis em sua #oca. Circulando a "onta com a l7ngua, ela #alan$ou a ca#e$a
"ara cima e "ara #aixo, fazendo com ue ele fechasse os olhos em a"recia$ão.

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Charity "oderia "ro!ar o salgado de sua "ele, ue s9 excitou.a mais. ,ese5a!a tê.lo
enterrado "rofundo dentro dela no!amente, sentindo o "ulsar de cada cent7metro ue ele
ofereceu.
,e"ois ue ela sentiu como se o ti!esse des"ertado a"enas o suficiente, alcan$ou fora
"ara a mesa de ca#eceira e "egou a carteira de Clay. 6ntregando a ele, Charity não tinha ue
ex"licar o ue ela ueria ue fizesse. +etirando outra camisinha, rasgou a ca"a ra"idamente e
colocou.a so#re a dureza.
3lantada de 5oelhos na cama e a#aixando.se em cima dele, Charity soltou um gemido
uando tomou em toda a sua extensão.
)irando os uadris em um mo!imento no sentido hor-rio, Charity encontrou a"enas o
ritmo "erfeito. 6la soltou um grito uando Clay estendeu a mão e come$ou a circundar o clit9ris
ultrassens7!el e 5- inchado com um toue sua!e.
Fe!ou a"enas mais alguns mo!imentos r-"idos, antes ue ela come$asse a !i#rar em
torno de seu "ênis em um es"asmo do orgasmo maci$o. A sim"les sensa$ão de seu cor"o
reagindo ao seu foi suficiente "ara Clay, e um momento de"ois ele soltou um grunhido de
"razer de sua autoria.
",roga, garota. 0sso foi incr7!el." 6le arue5ou uando ela raste5ou fora dele. "(e eu não
sou#esse melhor, acharia ue !ocê era a "essoa ue monta touros "ara !i!er, com a forma como
!ocê euili#rou assim e tudo."
Charity riu, suas "-l"e#ras ficando "esadas com exaustão. "2em, da "r9xima !ez, !amos
testar o seu centro de gra!idade. >er se !ocê "ode segurar mais de oito segundos, enuanto eu
estou resistindo de#aixo de !ocê."
"6u gosto dessa ideia." ,isse ele com um sorriso, enuanto ela deitou a ca#e$a em seu
om#ro.

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Euando o sol come$ou a es"reitar no horizonte e transmitir luz dentro do a"artamento
min&sculo atra!és da 5anela do uarto, Charity soltou um sus"iro sua!e. Adormecer nos #ra$os
de um co8#oy ue tinha em uma #ase di-ria, lhe causado tanta dor ia contra tudo o ue ela
tinha #aseado sua !ida em !roken !ranch. Mas, se for$ou a não se "reocu"ar com isso. 6m !ez
disso, ela adormeceu sentindo.se segura e uente na for$a do seu a#ra$o.



"4oc, tocD" A !oz de )inny 2le!ins ecoou no silêncio da manhã e no "eueno
a"artamento.
3?nico !arreu Charity. 6la "rometeu a )arrett ue iria conseguir Clay fora de l-, antes
ue )inny desco#risse. Mas, l- esta!am eles, ainda suados de uma segunda rodada de foda da
manhã.
"Hummm... (9 um minuto, )innyD 6starei a7D" Charity saiu da cama, 5ogando em cal$as
de #rim, um sutiã e uma camisa #ranca de Clay ue esta!a sentada do#rada em cima da
cGmoda.
Clay le!antou uma so#rancelha "ara ela uando "uxou o ca#elo "ara cima em um ra#o
de ca!alo r-"ido. "6u gosto dessa camisa em !ocê."
"(hhhD" Charity sussurrou #aixinho. ")arrett não lhe disse ue !ocê esta!a aui. 6ra "ara
eu le!-.lo até agora..."

Página 22

/ma gargalhada esca"ou da garganta de Clay. 6le se inclinou so#re a cama e acariciou
sua #ochecha, "ressionando um #ei5o sua!e em seus l-#ios. "A"enas uma outra maneira ue
temos !indo 5untos, uerida, lem#ra.se*" 6le "erguntou friamente. ")inny é a &nica ue me
trouxe até aui e se ofereceu "ara me deixar "assar a noite. =a !erdade, a"ostaria um d9lar ou
dois ue ela oruestrou essa coisa toda. )arrett "ro!a!elmente foi a"enas ao longo do "asseio."
A #oca de Charity caiu a#erta. Aueles dois realmente tinham #rincado com ela.
"2om dia, )inD" Clay alegremente gritou "ara a sala de estar de sua cama.
"Hey, Clay. 6st- com fome* 6u trouxe café da manhã "ara todos !ocês." )inny gritou da
sala de estar.
Charity não sa#ia se de!ia ser grata ou furiosa. =ão s9 tinha )inny e )arrett definido.a
"ara isso, eles assumiram ue ela ainda estaria no a"artamento na manhã seguinte. Cor rosa em
suas #ochechas uando "erce#eu ue eles tam#ém "ro!a!elmente tinham assumido ue ela e
Clay tinham dormido 5untos.
3ela "rimeira !ez em muito tem"o, ela esta!a a#solutamente sem "ala!ras. 6ntrando na
sala de estar, sentou.se na "euena mesa de 5antar, onde )inny tinha esta#elecido "ratos de
o!os mexidos, #iscoitos e molho caseiro.
"Achei ue !ocês dois teriam uma #oa refei$ão antes do grande e!ento ho5e." A mulher
mais !elha disse com uma "iscadela.
Antes ue Charity "udesse res"onder, Clay zum#iu "ara a sala com"letamente !estido.
"2om toue, fechando a "orta e tudo." ,isse )arrett, ue esta!a "regui$osamente em"oleirado
na namoradeira. "3onto com"ro!ado, amigão."
"Funcionou, não é* 6la ainda est- aui esta manhã." )arrett res"ondeu, com um sorriso
#rincando com as #ordas de sua #oca.
Charity não "ode a5udar, além de sentir "ronta "ara gritar. "/h, 'l-* 6u ainda estou
realmente na sala..."

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)inny riu. "(omos todos adultos aui. Além disso, "erce#i ue !ocês s9 "recisa!am de
um em"urrãozinho na dire$ão certa..."
Charity a#riu a #oca e fechou.a, em uma "erda com"leta de "ala!ras a res"eito de "orue
)inny 2le!ins decidiu 5ogar de casamenteira entre ela e Clay.
"/m em"urrão* )in, ue era como um em"urrão de um "enhascoD" Clay #errou. "Mas,
ei... Foi tudo de #om."
Charity esta!a "ronta "ara ex"lodir. Aui, ela ha!ia "assado uma noite a"aixonante com
Clay e ser!iu.lhe o cora$ão "ara ele. Agora, ele agia como se isso fosse algum ti"o de
#rincadeira.
"4odos os três estão loucos." 6la gritou, le!antando.se e recolhendo suas coisas. "6u tenho
um grande dia ho5e. 4emos um grande e!ento ho5e." 6 com isso, Charity marchou "ara fora da
"orta e até o !e7culo em es"era. 6la "ensou "or um momento ue Clay "oderia segui.la, mas
ou!i )arrett dizer "ara sentar.se em seu lugar.
=o caminho de !olta ao a"artamento dela, ela soltou um enorme sus"iro. A"esar de
sa#er exatamente no ue tinha se metido, ela não "odia deixar de "erce#er ue tinha enormes
sentimentos "or Clay. 0sto, "or um grande fato, afetou seu tra#alho na 3++A.
"+egra n&mero sete." ,isse Charity em !oz alta. "Morda.me na #unda mais uma !ez."




Página 24

4inha sido uma semana desde seu encontro no celeiro no a"artamento dos 2le!inses.
Charity não tinha ou!ido um &nico "io de Clay e ela come$ou a se "erguntar se a coisa
toda tinha sido outro de seus arremessos sel!agens. Mesmo durante o e!ento de rodeio no
!roken !ranch, ele mante!e sua dist?ncia.
Claro, ela não tinha "ara tir-.lo de "ro#lemas, desde então, tam#ém.
(entada em seu escrit9rio min&sculo da 3++A, ela se !iu sonhando com a noite ue
tinham com"artilhado 5untos. Charity lam#eu os l-#ios enuanto "ensa!a so#re a maneira como
ele entendia exatamente o ue ela ueria e ue era necess-rio "ara fazê.la render.se. 6 do 5eito
ue ele tinha escutado sua hist9ria so#re +an Diego e "or ue a regra n&mero sete entrou em
!igor.
'u o ue ele re!elou so#re a sua re"uta$ão de menino mau.
Acima de tudo, ela se lem#rou de uão certo ue sentiu em seus #ra$os, caindo no sono
ao aumento e ueda r7tmico de seu "eito.
"Consiga um a"erto, meninaD" Charity sussurrou #aixinho, tentando manter o seu cor"o
de reagir a seus "ensamentos sedutores. =a !erdade, seu foco no momento a tinha tão
hi"notizada, ue não "erce#eu o co8#oy #onito de "é na "orta.
"Hey." ,isse Clay, sua!e e #aixo.
"/h... Hey, Clay." Charity reorganizou a "a"elada so#re a mesa "ara fazer "arecer como
se ela fosse extraocu"ada. "6m ue "osso a5ud-.lo*"
/m olhar magoado atra!essou seu rosto "or um momento, e ela sa#ia ue algo esta!a
acontecendo. Fechando a "orta atr-s dele e !irando o #loueio, ele se a"roximou de Charity. 6le
#ei5ou os l-#ios dela com lenta ardente "aixão, não deixando ualuer d&!ida a res"eito de
"orue ele tinha !indo "ara !ê.la.
"Clay, olha... >ocê não tem ue fazer isso." 6la sussurrou. A auto"reser!a$ão ha!ia sido
sua forma de so#re!i!ência emocional. Mantendo a ca#e$a fria, Charity decidiu, era a &nica

Página 25

maneira de sair da situa$ão sem o#ter seu cora$ão "artido. "4i!emos uma #oa a!entura. Claro.
3or ue n9s não a"enas deixamos "ara o ue era e !oltamos a a"enas tra#alhando 5untos."
Clay a"ertou a mand7#ula e deu um "asso "ara tr-s, colocando um #ra$o de dist?ncia
entre eles. "6u na !erdade, !im aui "ara falar com !ocê so#re isso."
/ma ex"ressão confusa atra!essou seu rosto. Mais uma !ez, este homem a tinha
com"letamente confusa.
"Aui est- C coisa, Charity. Euando eu disse ue não tinha encontrado uma mulher ue
me interessou ainda, eu menti. 0sto não era exatamente a"enas uma configura$ão "or um casal
louco infernal em conseguir ue eu sossegasse." Clay tirou o cha"éu, correndo os dedos "elo
ca#elo loiro. "0sso !em me fermentando h- meses. ,esde ue !ocê !eio a !roken !ranch,
realmente."
Charity não "odia acreditar no ue ou!ia. 4odo esse tem"o, enuanto ele fodia
coelhinhas e tiete de fi!ela de rodeio da esuerda e da direita seus "ensamentos eram dela*
"6u uis dizer o ue disse na outra noite so#re !ocê ser diferente. >ocê é es"ecial. 6u
uero dizer isso." 6la "oderia dizer ue ele se sentia ner!oso "ela forma como continuou a
correr os dedos "elo ca#elo.
"Acho ue o ue eu estou tentando dizer é... Charity Marks, !ocê !ai me dar a
o"ortunidade "ara deixar de me fazer de idiota e mostrar.lhe ue eu "osso realmente ser um
cara muito decente*"
Charity riu antes de #ei5-.lo duro. "3or ue, Clay Coo"er... Achei ue !ocê nunca
"ediria."

FIM


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