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ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL FREI NIVALDO LIEBEL –

ASSEFRENI – FACISA CELER FACULDADES
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
A IMPORTÂNCIA DE METODOLOGIAS INOVADORAS NA
MELHORIA DA APRENDIZAGEM DE EDUCANDOS COM
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E
ADULTOS
OZEAS PAULO DE SOUZA E SILVA
XAXIM – SC
2011
OZEAS PAULO DE SOUZA E SILVA
A IMPORTÂNCIA DE METODOLOGIAS INOVADORAS NA
MELHORIA DA APRENDIZAGEM DE EDUCANDOS COM
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E
ADULTOS
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XAXIM – SC
2011
TERMO DE APROVAÇÃO
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL FREI NIVALDO LIEBEL – ASSEFRENI
A IMPORTÂNCIA DE METODOLOGIA INOVADORA NA MELHORIA DA
APRENDIZAGEM DE EDUCANDOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
TRABALHO FINAL DE PAS4 GRADUAÇÃO PARA OBTENÇÃO DO GRAU DE
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X!C+&= XX 1. J2'$% 1. 2011?
Dedico há minha esposa Fábia e meu filho
Théo inspiração da minha vida
compreendendo as minhas horas ausentes e
me ajudando a persistir na elaboração deste.

AGRADECIMENTOS
Eu agradeço primeiramente a Deus por ter me oferecido a oportunidade de
realizar este curso e este trabalho de conclusão por ter me capacitado e me
instru!do pois tudo o "ue realizei foi graças a Ele.
#gradeço a minha fam!lia pelo apoio e incentivo "ue me deram durante todo
este curso pelas palavras proferidas e pelos gestos "ue me incentivaram a ter
forças para continuar até o fim deste curso.
.
#gradeço a todas as pessoas "ue de alguma maneira me ajudaram a persistir
e a não desanimar diante das dificuldades.
$%abemos "ue todas as coisas
cooperam para o bem da"ueles "ue amam a
Deus da"ueles "ue são chamados segundo
o seu prop&sito'. (m )*+).
RESUMO
#s refle,-es apresentadas neste trabalho mostram a educação de jovens e
#dultos .E/#0 com uma e,pressão da educação popular como uma concepção geral
da educação "ue passa por diversas partes nesse processo ensino aprendizagem e
nas relaç-es s&cias compreendendo o perfil do educando da Educação de /ovens e
Educação de /ovens e #dultos e as ade"uaç-es as necessidades educacionais com
"ualidade e caracterizado essa modalidade de ensino pela sua diversidade e de
historia "ue remontam a historia do E/# no 1rasil bem como a inserção de
educando com defici2ncia 3ntelectual no E/# como esse processo de inclusão
acontece como os educadores e a pr&pria instituição como escola e sociedade
perpassa por esta situação de inclusão numa perspectiva da educação de jovens e
#dultos no 1rasil trazendo uma refle,ão no campo das possibilidades para uma
nova perspectiva na "ualidade do ensino para a"ueles "ue já eram e,clu!dos pela
sua defici2ncia mas um novo olhar sobre a educação inclusiva na modalidade do
E/#. 1em como a relação professor frente aos desafios educacionais do novo
mil2nio com forte 2nfase na inclusão desses educando e resgatando o seu papel
hist&rico na sociedade e sua valorização e direitos no foco da educação inclusiva.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO................................................................................................................... 04
1.1
1.2 APRESENTAÇÃO DO TEMA E JUSTIFICATIVA................................................
.04
1.3 ABORDAGEM GERAL DO PROBLEMA..................................................... .05
1.4 QUESTÕES DE PESQUISA............................................................................. ....05
1.5 OBJETIVOS...............................................................................................................05
1. PRESSUPOSTOS TE!RICOS.................................................................................0
1." FATORES QUALITATIVOS DE AN#LISE...................................................... ..0
1.$ METODOLOGIA......................................................................................................0"
1.% CRONOGRAMA......................................................................................................0$
2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA.......................................................................... 0%
2.1 E&'()*+, &- J,.-/0 - A&'12,0............................................................................. 10
2.2 D-34(45/(4) .I/2-1-(2')1......................................................................................... 1
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................... ................................. .12
1. INTRODUÇÃO
# educação de /ovens e #dultos ganha historicamente espaço no sistema
educativo e se organiza em defesa da"ueles "ue tiveram seus direitos retirados em
relação 4 educação em tempo regular de suas vidas ou seja na idade "ue as
escolas consideram ser a mais ade"uada para a conclusão do ensino básico .ensino
fundamental0 e médio "ue é até os 56 ou 5) anos ap&s esta idade considera7se "ue
o estudante está atrasado nos estudos. Devido 4 necessidade de inserirem7se no
conte,to social e econ8mico os educandos da E/# retornam a escola9 porém nesta
volta depara7se com situaç-es "ue muitas vezes os desestimulam9 como e,emplo
pode citar o fato de "ue alguns educadores não levam em consideração os
conhecimentos prévios dos alunos e implantam conte:dos "ue fogem da realidade
dos mesmos. #lém do mais implanta nesta educação o mesmo ensino oferecido 4s
crianças com as mesmas atividades a mesma coordenação a mesma maneira de
ministrar as aulas entre outros fatores "ue acarretam a infantilização da E/# fazendo
com "ue os alunos desta modalidade sintam7se desestimulados e percam a vontade
e a disposição de dar continuidade aos seus estudos.
# educação apresenta um campo de grandes possibilidades de
m:ltiplas formas podendo ocorrer em lugares e em n!veis distintos. %ua prática tem
sido reconhecida cotidianamente e necessária 4 vida social pois faz parte da
construção dos saberes e das relaç-es "ue o ser humano precisa para ascender na
sociedade moderna mas por alguma razão o acesso 4 educação é interrompido por
situaç-es de várias ordens onde os indiv!duos são afetados e muitas vezes ficam
marcadas por esta e,clusão.
# Educação de jovens e #dultos .E/#0 é uma modalidade "ue
proporciona ao indiv!duo "ue não teve acesso 4 escola no seu tempo pr&prio
compreender o processo de alfabetização e escolarização.
O cão e a árvore também são inacabados, mas o homem
se sabe inacabado e por isso se educa. Não haveria
educação se o homem fosse um ser acabado. O homem
pergunta-se: quem sou eu? e onde venho? Onde posso
estar? O homem pode ref!etir sobre si mesmo e co!ocar-
se num determinado momento, numa certa rea!idade: é
um ser na busca constante de ser mais e, como pode
fa"er esta auto-ref!e#ão, pode descobrir-se como um ser
inacabado que está em constante busca. $is aqui a rai"
da educação. %&'$('$, )*+*, p. ,+-.
;ara "ue o jovem ou adulto com defici2ncia intelectual leve tenha a
possibilidade de voltar a estudar dentro de suas capacidades cognitivas processo
individual restrito a cada ser humano faz7se necessário "ue o professor use
metodologias inovadoras na melhoria do ensino e conse"<entemente da
aprendizagem então podendo ocorrer um diferencial na formação deste educando
"ue por não ter idade não esta inserida em classes da educação básica.
= ensino de jovens adultos é uma porta "ue se abre para "ue esse
educando não seja e,clu!do de seus direitos sendo um deles o acesso 4 educação
através de metodologias inovadoras no ensino de jovens e adultos voltado para o
educando com defici2ncia intelectual leve com possibilidades "ue suas
necessidades educacionais sejam supridas.
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Este tema é de suma import>ncia para a comunidade acad2mica e
sociedade pois se trata de uma forma de inovar na abordagem de ensino para
pessoas com defici2ncia intelectual inserida na modalidade de ensino de jovens e
adultos.
Este ensino pode ser compreendido e au,iliado com metodologias
inovadoras no n!vel de tecnologia e com metodologias "ue contemplem as
necessidades dos educados com defici2ncia intelectual com um olhar especifico
para a"ueles "ue já são marcados com um estigma social "ue impregnam sua vida.
= educador diante deste desafio tem a oportunidade de confrontar
metodologias convencionais para desmistificar estere&tipos sociais valorizando a
particularidade do individuo com defici2ncia intelectual leve no "ue se refere 4s
praticas pedag&gicas
= grande foco desta pes"uisa é compreender como acontece o
processo de aprendizagem do aluno como defici2ncia intelectual leve na Educação
de /ovens e #dultos e como as metodologias inovadoras podem au,iliar nesse
processo de a"uisição de conhecimento.
Em busca de uma tend2ncia de superação de mitos "ue reforçam a
idéia da figura da pessoa com defici2ncia intelectual com uma eterna criança. ;elo
fato de não apresentar conhecimentos "ue não lhe permita a resolução de tarefas
apropriadas a sua idade.
Todos esses aspectos são de relev>ncia para "ue o aluno com
defici2ncia intelectual não seja tratado com um $e,traterrestre' mas procurar formas
para "ue o mesmo dentro de suas limitaç-es cognitivas possa e,ercer seus direito a
educação e de interação social e sobretudo apropriação de conhecimentos
acad2micos necessários para sua permanecia no conte,to escolar de ensino.
#dotar metodologias de ensino diversificada "ue contemplem a
estilos de aprendizagem variadas para au,iliar na formação dos conceitos
fle,ibilizarem o tempo das atividades para "ue o educando com defici2ncia
intelectual inserido na educação de jovens e adultos possas dar se"<2ncia em seus
estudos assim diversificando também as atividades avaliativas "ualificar e não
des"ualificar o aluno é problemas "ue são fre"<entes para aluno com defici2ncia
intelectual já inseridas na educação regular.
?ual a import>ncia de metodologias inovadoras na educação de alunos com
defici2ncia intelectual leve "ue fre"<entam a E/# ?uais as aç-es "ue poderiam
contribuir para a melhoria do ensino do aluno com defici2ncia intelectual leve no E/#
?uais os benef!cios "ue essas metodologias inovadoras poderão proporcionar no
ensino de alunos com defici2ncias intelectuais leve@ ?uais as suas aplicabilidades
na E/#. #nalisar a aprendizagem dos educandos com necessidades educativas
especiais na educação de jovens e adultos.Aonhecer as Betodologias
desenvolvidas na E/#.
Descrever o aluno com defici2ncia intelectual leve. Discutir metodologias
inovadoras para a melhoria da aprendizagem do educando com defici2ncia
intelectual leve na educação de jovens e adultos .#s dificuldades metodol&gicas
para o ensino da pessoa com defici2ncia intelectual leve
# metodologia de cunho inovadora na Educação de /ovens e #dultas
de forma concreta vem somar no processo de ensino aprendizagem ainda mais
"uando voltadas para proporcionar o acesso a esse conhecimento 4 pessoa com
defici2ncia intelectual leve "ue está inserida neste processo "ue e um direito
verificando assim suas aplicabilidades e o grau de aproveitamento para "ue tais
metodologias tenham a sua eficácia no seu maior papel "ue o processo de ensino
aprendizagem em "ual"uer n!vel para assim proporcionar oportunidades igualitárias
4 pessoa com defici2ncia intelectual leve ao ensino de "ualidade.
= ensino e a aprendizagem pressup-em uma sociedade inteira mobilizada e
isso certamente e,igirá novas formas de organização escolar comprometidas com
uma nova forma de pensar e fazer educação.
# educação tem nesse cenário papel fundamental sendo a escola o
espaço no "ual se deve favorecer a todos os cidadãos o acesso ao conhecimento e
o desenvolvimento de compet2ncias ou seja a possibilidade de apreensão do
conhecimento historicamente produzido pela humanidade e de sua utilização no
e,erc!cio efetivo da cidadania. Betodologias inovadoras9 7 Defici2ncia intelectual9 7
Educação de /ovens e #dultos9
Esta pes"uisa e bibliográficaCdocumental pois suas fontes serão
compostas de material gráfico utilizando :nica e e,clusivamente para fins de leitura
de ou obtenção de informaç-es.
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# abordagem "ualitativa %egundo BinaDo $é o caminho do
pensamento a seguir para construir uma realidade'. .B3E#F= +GGH p.5I75)0.
;ara esta pes"uisa serão utilizadas as técnicas de analises "ualitativa
e interpretativa de te,tos estudos comparativos de te,tos e análises e a análise de
conte:do dos estudados.
;ara o tratamento dos dados será utilizado a análises de conte:do
fundamentado nos pressupostos te&ricos.
F2'1!&.'0!56% T.3+,!
Em uma sociedade globalizada "ue e,ige do individuo uma formação
educacional e cultural direcionada ao desenvolvimento pessoal e social e ao mesmo
tempo possibilitando o pleno e,erc!cio da cidadania e uma atuação efetiva "ue
atenda satisfatoriamente a está e,pectativa tendo acesso a uma formação de
"ualidade.
# educação propicia ao individuo jovem e adulto desenvolver suas
habilidades em um n!vel te&rico e prático "ue compreende uma base nacional
comum do curr!culo proporcionando assim uma forma de acesso progressivo
estudo em caráter regular a educação de jovens e adultos torna7se mais de "ue um
direito a educação mas uma chave de continuidade em pleno o século JJ3 para
todos sem distinção. Eeste conte,to busca7se analisar se a escola e,erce suas
funç-es e amplia os conhecimentos trazidos pelos alunos ou coloca7os a margem
como se estes não pudessem ser considerados saberes "ue foram ad"uiridos ao
longo de sua e,ist2ncia.
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=bservando se a instituição de ensino e os educadores consideram
"ue a leitura do mundo vem antes da leitura da palavra ou seja antes mesmo de
fre"<entar a escola os educandos aprendem diversos conte:dos no meio em "ue
vive e para "ue ele ad"uira estes saberes não é necessário saber ler. # escola
necessita dar condiç-es aos alunos para "ue eles compreendam a realidade a "ue
estão e,postos a partir dos conte:dos ensinados porém os assuntos "ue irão ser
transmitidos nesta modalidade devem ter ligação ou melhor devem surgir ou partir
dos saberes já e,istentes nestes alunos. Diante do e,posto "uestiona7se* #té "ue
ponto os conhecimentos prévios "ue os alunos da E/# possuem são levados em
consideração no processo de aprendizagem em uma escola p:blica.
+.57 EDKA#LME% DE /=NEE% E #DKOT=%
#s primeiras iniciativas sistemáticas em relação 4 educação de jovens e
adultos nos 1rasil ganharam contornos claros no in!cio do século JJ De fato nos
per!odos "ue antecederam esse marco ou seja durante a col8nia = 3mpério e a
primeira rep:blica ocorreram aç-es educativas esparsas e poucas significativas
voltadas aos jovens e adultos. Ea segunda década do século JJ muitos
movimentos civis e mesmo oficiais se emprenharam na luta contra o analfabetismo
considerado $mal Eacional' e $chaga %ocial'. # pressão trazida pelos surtos de
urbanização nos prim&rdios da ind:stria nacional impondo a necessidade de
formação de uma mão de obra local aliada á import>ncia da manutenção da ordem
social nas cidades impulsionaram as grandes reformas educacionais do per!odo em
"ue "uase todos os estados brasileiros. Em 5PQG começa esforço e uma pol!tica
p:blica para educação de jovens e adultos um grande fator "ue contribui para esse
movimento foi a partir do recenseamento geral de 5PQG %egundo 1eisiegel .+GGH0
outros fatores contribu!ram como a luta dos educadores em favor da melhoria da
educação nacional e ais iniciativas dos grupos no poder no sentido da inclusão das
grandes massas populares urbanas em suas bases de sustentação pol!tica.
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# educação de adultos em nosso meio desenvolveu7se a partida da
atividade de alfabetização dentro da concepção de universalização do ensino e do
conhecimento surgido com a idéia de democratização "ue de certo modo buscava
a homogeneização o cultural através da escola Aontudo como já dizia Freire .5P6P0
4 educação possui um caráter permanente. ;or isso não há seres educados e não
educados por"ue estamos todos nos educando. E,istem sim graus de educação
porém estes não são absolutos. ;ortanto as pessoas estão sempre ad"uirindo e
aprimorando os seus saberes e a educação deve ocorrer através do processo de
letramento "ue segundo %=#(E% .+GGH0 é o estado ou a condição de "uem não
apenas sabe ler e escrever mas cultiva e e,erce as práticas sociais "ue usam a
escrita. Oetrar seria então fazer com "ue os educandos colo"uem em prática o "ue
aprenderam por"ue o letramento é o resultado da ação de ensinar ou aprender a ler
e escrever está em constante construção pois é um processo cont!nuo.
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Todos os sujeitos são dotados de especificidades culturais por isso não
e,iste educação isenta do meio social e os homens não ficam isolados eles vivem
em determinada comunidade9 sendo o sujeito educando um ser de ra!zes espaços7
temporais9 com isso por sua vez o homem é dotado de saberes costumes hábitos
entre outras "uest-es "ue carregam em seu interior as "uais estão presentes no
meio em "ue cada indiv!duo habita. =s conhecimentos prévios "ue os alunos
possuem estão relacionados 4 sua cultura9 e o comportamento dos indiv!duos
depende do aprendizado da internalizarão da cultura por isso o desenvolvimento e
aprendizagem de determinado ser deve sempre basear7se em sua cultura e com
isso através desta desenvolver novos saberes.
Bas o "ue seria a cultura em si@ %egundo TaDlor .5)650 no vocábulo ingl2s
Aultura diz respeito a todo comple,o "ue inclui conhecimentos crenças arte moral
leis costumes ou "ual"uer outra capacidade ou hábitos ad"uiridos pelo homem
como membro de uma sociedade9 contudo pode7se dizer "ue cultura é todo o
comportamento aprendido em um meio social.
Eo entanto é fundamental definir7se o conceito de cultura e analisá7la em
cada indiv!duo para "ue assim possa7se saber o "ue a comp-e e o "ue cada
educando traz consigo a respeito desta9 pois como já foi citado o educando possui
saberes "ue partem da sua sociedade os alunos não são neutros e nem tão pouco
desprovidos de conhecimento9 muitas vezes eles sabem até mais do "ue se
esperam por"ue trazem um conjunto ri"u!ssimo de saberes os "uais em alguns
casos várias pessoas desconhecem por não tomarem conhecimento da cultura
destes alunos.
#pesar do conceito de cultura ser muito amplo tornando incapaz abranger
suas definiç-es totais por sua pluralidade de e,plicaç-es consegue7se ter uma base
do "ue sejam a cultura percebendo "ue ela é o comportamento aprendido as idéias
"ue os sujeitos comportam9 por sua vez a cultura é produzida no seio da sociedade.
Aontudo os comportamentos sociais são diferenciados pois cada cidadão
comporta7se de maneira diversificada ou seja cada sujeito fala come veste se
comporta age pensa interage trabalha de acordo com os modelos constru!dos
dentro da sua pr&pria sociedade.
Todavia os educandos da E/# assim como todas as outras pessoas
possuem diversidades culturais de diferentes individualidades encontradas na
sociedade mas não devemos es"uecer "ue todos são iguais perante a lei e "ue
suas diverg2ncias devem ser consideradas suas individualidades necessitam ser
levadas em consideração.
Enfim o sujeito da E/# vem de m:ltiplos espaços e possuem diferentes
etnias m:ltiplas culturas e a heterogeneidade estão presentes na prática
pedag&gica. Então a sala de aula da E/# deve ser um espaço de compreensão e de
reconhecimento da e,peri2ncia e da sabedoria. Buitas vezes os professores não
possuem saberes epistemol&gicos para entender os sujeitos e traz outras culturas
ani"uilando as já e,istentes. # escola está permeada por relaç-es de poder de
classes sociais desigualdades9 e por isso o curr!culo da E/# deve ser constru!do
considerando essas ambival2ncias para "ue os alunos sejam tratados igualmente
mas "ue também se considere suas individualidades. =s sujeitos não são neutros
as práticas trazem um teor ideol&gico. Aontudo conhecer os alunos é fundamental
tem7se "ue conhecer sua historia sua identidade e suas significaç-es9 ou seja o
conjunto de idéias "ue constr&i o sujeito.
# Educação de /ovens e #dultos .E/#0 e um sistema de ensino dentro da
pr&pria rede publica de ensino no 1rasil para inclusão de jovens e adultos na
educação formal com um prop&sito de desenvolver o ensino fundamental e médio
com "ualidade para a"ueles "ue perderam as oportunidades de concluir sua
escolaridade na sua época apropriada por motivos de arrimo familiar ou simples por
falta de adaptaç-es de acordo com a realidade do educando. Esta modalidade de
ensino e regulamentada pelo artigo H6 da lei nRPHPQ +G de Dezembro de 5PPI Oei
de Diretrizes e 1ases da Educação .OD10.
Tratando7se neste conte,to vários empreendimentos por parte do
governo federal tem sido feito em relação 4 Educação de /ovens e #dultos no 1rasil
por lançar vários projetos tais como ;ro jovem ;roeja Enceja entre outros visando
assim 4 "ualificação educacional de uma nação dando assim oportunidades para a
conclusão da sua formação escolar.
#s iniciativas em relação 4 Educação de /ovens e #dultos adotados
pelo governo federal são marcadas por duas situaç-es de caráter socioecon8mico e
pela e,pressão de desigualdades bem como da negação de direitos fundamentais
no "ual se destaca o direito a educação. ;ela "ual todo o cidadão brasileiro tem.
%endo assim as varias modalidade de ensino de "ue ser contemplados seja ele um
ser pleno de sua capacidade cognitiva ou com algum tipo de necessidade
educacional especial este direito tem "ue se fazer valer também nesta modalidade
de ensino.
# Educação de /ovens e #dultos S Eja en"uanto modalidade
educacional "ue atende a educandos S trabalhadores tem como finalidades e
objetivos o compromisso com a formação humana e como acesso á cultura geral de
modo "ue os educando venham a participar pol!tica e produtivamente das relaç-es
sociais com comportamento éticos e compromisso pol!tico para o desenvolvimento
intelectual e moral.
Tendo em vista o papel da escola e trabalhar para a formação dos
educandos dessa modalidade de ensino fornecer subs!dios para a formação do
mesmo tornando os ativos cr!ticos e democráticos. Eesse sentido a Educação na
Eja volta7se na formação na "ual os educandos S trabalhadores possam aprender
permanentemente a refletir criticamente9 agir com responsabilidade individual e
coletiva9 acompanhar a dinamicidade das mudanças sociais9 enfrentar problemas
novos construindo soluç-es originais com agilidade e rapidez a partir da utilização
metodologicamente ade"uada de conhecimento cient!fica tecnol&gica e s&cia
hist&rico. .TKEEUE( +GGG.0
# lei de Diretrizes e 1ases da Educação Eacional7 OD1 nRPHPQCPI em seu
artigo H6 prescreve "ue 7! .12,!56% 1. J%9.'/ . A12#0%/ /.) 1./0+'!1!
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F2'1!&.'0!# MP1+% '! I1!1. C.0!<? E caracter!stica desta modalidade de ensino
a diversidade do perfil dos educandos com relação 4 idade ao n!vel de
escolarização em "ue se encontram a situação s&cia econ8mica cultural as
ocupaç-es e motivação pela "ual procuram a escola.
2?RDEFICIÊNCIA INTELECTUAL
+.+.5 Aonhecendo a Defici2ncia 3ntelectual
#s pessoas com defici2ncia intelectual ao longo dos tempos foram
considerados de várias maneira e sob diferentes enfo"ues ou seja foram
considerados conforme as concepç-es de homem e de sociedade valores sociais
morais religiosos e éticos de cada momento
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1.*+,+>',+! P ,%'/!(!1% ,%& %
1%,2&.'0% QDECLARAÇÃO DE MONTREAL SOBRE
DEFICIÊNCIAINTELECTUAL<http://laboratorio.apaesp.org
.br/DeficienciaIntelectualHome.aspx
# nossa hist&ria assinala pol!ticas de e,clusão em relação 4 pessoa com
defici2ncia intelectual na sociedade. Km e,emplo disto ocorreu em Esparta na
antiga Vrécia onde a beleza f!sica e o culto ao corpo eras condiç-es para a
participação social. #s crianças com defici2ncia f!sica eram colocadas em
montanhas e em (oma atirada ao (io Tibre. Essas pessoas eram ta,as de perigo
para a continuidade da espécie.
/á na nos tempos passados esses seres humanos "ue apresentavam um
comportamento diferente foram associados 4 imagem do diabo da feitiçaria da
bru,aria ou do pecado sendo novamente isolados e e,terminados. #s pessoas com
defici2ncia tinham um comportamento sobrenatural.
Eo 3nicio do século J3J aconteceram algumas tentativas de recuperação ou
uma remodelagem .f!sica fisiol&gicas e ps!"uica0 da criança com defici2ncia com
objetivo de ajustá7la 4 sociedade num processo de socialização concebido para
eliminar alguns atributos negativos reais ou imaginários # igreja pregava a
e,ist2ncia do pecado do bem e do mal. #ssim este processo de remodelagem
assumia formas estranhas como práticas e,orcistas.
Eo mesmo século médicos e outros profissionais das ci2ncias dedicavam ao
estudo da defici2ncia . # medicina passa a con"uistar espaço no estudo da
defici2ncia as mudanças resumiu7se as patologias e assim as pessoas com
defici2ncia continuavam segregadas em instituiç-es ou asilos agora porem com
objetivo de tratamento medico .
#té o inicio do século JJ a defici2ncia estava associada 4 incapacidade e
não havia nenhuma tend2ncia em mudar este "uadro .= abandono e a eliminação
das pessoas com defici2ncia eram atitudes normais nesta época.
Eo 1rasil houve na década de IG uma e,plosão de instituiç-es segregativa e
especializadas eram as escolas especiais. E centro de reabilitação oficinas
protegidas entre outras.Esta e,pansão da educação especial no 1rasil estava ligada
ao atendimento clinico as pessoas com defici2ncia. E ao caráter filantr&pico. #o
final da década IG iniciou7se movimento pela integração social.
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;orem este processo foi mais vivenciado na década de )G. #ssim a
integração social surgida necessidade de inserir a pessoa com defici2ncia sem "ue
a sociedade se modifi"ue na realidade "ue deveria então estar preparado e
capacitado pra ser inserido no meio social era a pessoa com defici2ncia. ;ara isto
recorri7se aos métodos cl!nicos para poder ensinar esta pessoa a socializar7se de
maneira 7'%&!#< como a sociedade estava organizada.
= processo de integração escolar foi um movimento importante nas
con"uistas da educação inclusiva todavia ela não agradava as premissas dos
direitos das pessoas com defici2ncia já "ue nada era modificado na sociedade
nem estruturas seus métodos e principalmente seu preconceito pois acreditava
muito no método clinico. # hist&ria segregativa no mundo e no 1rasil de hoje e
muito influenciador na postura social "ue temos. #s práticas preconceituosas de
nossa sociedade refletem em fatos contra a pessoa com defici2ncia.
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Wistoricamente o aluno portador de defici2ncia tem sido alvo de
discriminação social sendo a eles negados direitos básicos necessários 4 sua
cidadania. # construção coletiva do paradigma da inclusão é tarefa de todos. #
educação inclusiva tem a incumb2ncia de contemplar objetivos individuais de cada
aluno desvinculando7se da concepção da "ual todos os alunos devem atingir os
mesmos objetivos. Ela redimensiona aç-es internas da escola modificando o
funcionamento para atender ao pluralismo cultural de sua clientela e bus"ue
respostas individuais para as necessidades de cada um com a ação pedag&gica
centrada no aluno.
(essalta7se "ue a inclusão não é tão somente matricular todos os alunos
portadores de defici2ncia em escolas comuns e ignorar suas peculiaridades mas
oferecer ao professor e a escola suporte necessário 4 sua ação pedag&gica. = apoio
4s escolas inclusivas pode acontecer de forma temporária ou permanente
objetivando "ue a aprendizagem ocorra com sucesso. = respeito e valorização 4
diversidade e,igem "ue estabelecimentos de ensino e profissionais estudem e
reflitam sobre inclusão visando oferecer melhores condiç-es de acesso e
perman2ncia na escolarização.
É importante destacar que as transformações exigidas
pela inclusão escolar não são utópicas e que temos
meios de efetivá-las. Essas mudanças já estão sendo
implementadas em alguns sistemas púlicos de ensino
!..." É certo que os alunos com defici#ncias constituem
uma grande preocupação para os educadores inclusivos$
mas todos saemos que a maioria dos alunos que
fracassam na escola são crianças que não vem do ensino
especial$ mas que possivelmente acaarão nele%
!&'()*'($ +,,-$ p.-+.-/".
= processo de inclusão é desafiador tanto para educandos como para
profissionais. =s obstáculos para a inclusão são diversos porém podem ser
superadas pela formação de consci2ncia da humanidade a cerca das possibilidades
humanas. %assaXi .5PP60 sugere cont!nuos esclarecimentos p:blicos aos alunos
familiares e professores das escolas comuns e especiais e 4s autoridades. Todas
as escolas devem organizar e disponibilizar recursos para remoção de barreiras "ue
impossibilitam a aprendizagem de alunos portadores de defici2ncia uma vez "ue
necessitam de apoio diferenciado dos "ue estão dispon!veis comumente na
educação escolar. Y preciso refletir em duas formas de e,clusão* a "ue impede o
acesso e o ingresso de pessoas com defici2ncia nas escolas regulares e a "ue
e,pulsa as "ue ingressaram porém não conseguem permanecer.
Ea primeira se sup-e "ue os portadores de defici2ncia devam fre"<entar
instituiç-es e,clusivas ou em classes especiais ane,adas. Ea segunda alunos com
defici2ncia são e,clu!dos sendo justificada de "ue nessas escolas não e,istem
condiç-es de oferecer7lhes o apoio "ue necessitam tanto em termos de recursos
materiais financeiros ou de recursos humanos pois se sentem despreparados para
atender a diversidade.
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;artindo7se do pressuposto de "ue todos e,perimentam necessidades
educacionais especiais em alguma situação da trajet&ria de vida escolar passam a
ser concebidas como normalidade dei,ando de servir como rotulação ou estigma
para alguns. Tais necessidades se manifestam desde a"uelas permanentes e mais
intensas até as transit&rias e menos e,pressivas. Aabe aos professores e
administradores escolares distinguirem claramente tais necessidades para melhor
atendimento.
=s professores das escolas regulares se dizem despreparados para lidar com
dificuldades de aprendizagem e com alunos portadores de defici2ncia afirmando
"ue em seus cursos de formação não obtiveram capacitação direcionada a essa
diversidade. Essa solicitação dos professores foi atendida e todos os cursos de
habilitação para formação de professores conta em sua grade curricular disciplina
direcionada 4 educação especial. Dessa forma os profissionais "ue estão chegando
para o mercado de trabalho receberam uma introdução 4s concepç-es da educação
especial.
#o e,aminar a prática pedag&gica em algumas escolas regulares pode se
perceber "ue os professores nada modifica em suas aulas para torná7las atrativas e
conte,tualizadas. Wá muitos alunos "ue devido aos conte,tos s&cios familiares
apresentam atrasos nas a"uisiç-es isto não significa "ue estes alunos são
portadores de defici2ncia no entanto podem ter uma necessidade especial. Besmo
não havendo nenhum diagn&stico entrevista direcionada ao aluno e a fam!lia ele
passa a ser apontadoCrotulado como $aluno especial'. #s aulas na maioria são
apáticas sem est!mulos e os professores e,p-em os conte:dos através do livro
didático :nico apoio utilizado. =s trabalhos em grupos "uando acontecem não são
pes"uisas ou produç-es dos alunos são reproduç-es preestabelecidas.
%erá isso significativo@ = suficiente para responder tal indagação é observar
o n!vel de produção dos alunos9 a interpretação e compreensão de te,tos com
independ2ncia9 a capacidade de realizar infer2ncias dentro de te,tos com
argumentaç-es9 o uso correto da linguagem dentro de um discurso9 a autonomia dos
alunos em diferentes espaços p:blicos e privados. #p&s essa análise verifica7se
"ue o ensino não tem formado cidadãos cr!ticos e éticos eles possuem noç-es mas
não sabem fazer uso desse conhecimento.
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=s professores ainda agem no refle,o da educação "ue receberam ou seja
cheia de dogmas e preceitos. Ea educação de décadas atrás não havia espaço
para a diversidade principalmente para pessoas com defici2ncia "ue eram tidas
como incapazes sem possibilidades de aprendizagem. #tualmente é comum
encontrarmos pessoas com defici2ncia em variadas repartiç-es p:blicas e privadas
prestando serviços com 2,ito e principalmente em escolas. Bas é preciso refletir se
essas pessoas estão sendo respeitadas em sua diversidade ou estão unicamente
fazendo parte de um cenário.
Eas escolas "ue se pretendem inclusivas em suas salas de aula muitas
barreiras da aprendizagem podem ser superadas graças 4 criatividade do professor
dei,ando de valorizar metodologias para enfocarem seus alunos. Y certo "ue o
planejamento de estratégias deve ser concebido como processo refle,ivo "ue
facilite a construção de uma escola "ue favoreça a aprendizagem dos alunos como
reinterpretação do conhecimento e não apenas como mera transmissão de cultura e
saberes. ;rofessores de escolas inclusivas transformam suas salas de aula em
espaços de prazer de aventura na busca do aprender do aprender a pensar e
e,pressar suas concepç-es. Essas atividades propiciam a ampliação do diálogo
entre alunos e seus professores.
#ssim é interessante e :til "ue diariamente seja reservado um intervalo para
diálogos com os alunos onde eles poderão e,por seus conhecimentos suas
necessidades suas motivaç-es. %eria isso imposs!vel@ #credita7se "ue o professor
é capaz de modificar planos e atividades 4 medida "ue percebe os interesses e
dificuldades dos alunos porém a mudança deve ser internalizada sem haver
necessidade de imposiç-es. Essa prática refle,iva é recomendada a ser ampliada
em e"uipe para "ue todos no >mbito da escola realizem um trabalho coeso e
significativo.
Em 5PPG na conferencia de /ontiem e na conferencia Bundial de Educação
Especial ocorrida em 5PPQ na cidade de salamanca Ea Espanha "ue resultou na
'Declaração de %alamanca' surge 4 inclusão escolar vem para romper com o
paradigma educacional e,istente e na estrutura curricular fechada e
homogeneidade na escola. #p&s tantos ano de segregação as pessoas com
defici2ncia são reconhecidas como cidadãos e aceitas no ensino regular.
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# inclusão escolar desafia para uma mudança de atitude diante do outro
por"ue o ensinar e comprometer7se para "ue essa pessoa seja essencial na
construção da sociedade para assim percebemos as mudanças "ue estão
ocorrendo nos sistemas de ensino e "ue conse"<entemente influenciando a
sociedade como um todo.Tendo em vista este enfo"ue sobre o conceito de
defici2ncia intelectual faz Sse necessária refle,ão do conte,to escolar para esses
alunos em seu desenvolvimento mesmo "ue ainda limitados possa desfrutar da
cidadania como "uer a Aonstituição federal .art.+GZ0 as crianças e adolescentes
com defici2ncias não precisam e não devem estar fora de turmas comuns do ensino
regular.
INCLUSÃO DO DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ENSINO REGULAR
# vida se renova constantemente e nessa renovação "ue ocorrem
mudanças os retrocessos e os avanços. E nestes momentos estamos nos
envolvendo e encontrando sempre como o novo mesmo "ue não façamos nada
para participar dessas mudanças.
;ara inclusão social da pessoa com defici2ncia significa torná7las
participantes da vida social econ8mica e pol!tica assegurando o respeito aos seus
direitos no >mbito da %ociedade pelo Estado e pelo ;oder ;:blico. Y preciso
perceber "ue essa inclusão dos portadores de defici2ncia depende do seu
reconhecimento como pessoas "ue apresentam necessidades especiais geradoras
de direitos espec!ficos cuja proteção e e,erc!cio dependem do cumprimento dos
direitos humanos fundamentais.
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Y um processo cultural "ue compreende a ação de todos contra o preconceito
e a discriminação bem como um processo pol!tico "ue re"uer participação das
pessoas portadoras de defici2ncia respeitadas as suas peculiaridades na definição
das iniciativas governamentais relacionadas 4s necessidades especiais e direitos
correspondentes e "ue demandam normas legais "ue garantam o bem7estar
pessoal social e econ8mico das mesmas.# proposta e,pl!cita da inclusão
principalmente em >mbito escolar é a de superar as situaç-es de e,clusão
reconhecendo os direitos da diversidade e estimulando a participação social plena
na sociedade.
# inclusão representa um avanço em relação ao movimento de integração
social já adotado pela sociedade "ue pressupunha o ajustamento da pessoa com
defici2ncia para sua participação no processo educacional desenvolvido pelas
escolas comuns regulares. # inclusão prev2 uma reestruturação do sistema
educacional havendo mudanças estruturais objetivando oferecer um espaço
democrático e competente onde se possa trabalhar com todos os educandos sem
distinç-es baseando7se no princ!pio "ue o respeito 4 diversidade deve ser
desejada. # educação deve estar voltada para a prática da cidadania de forma
din>mica valorizando e respeitando as diversidades dos alunos estimulando os
mesmos a constru!rem seu processo de conhecer aprender reconhecer e construir
sua pr&pria cultura # Educação como um direito de todos os cidadãos estabelecido
pela Aonstituição Federal do 1rasil .5P))0 foi reafirmada pela Oei de Diretrizes de
1ases da Educação Eacional Oei nRPHPQCPI "ue destina o Aap!tulo N 4 Educação
Especial. = art.Z) da OD1EE define "ue a educação dos alunos com necessidades
especiais deve ser realizada preferencialmente na rede regular de ensino.
#ssim a Educação Especial "ue era vista por muitos como modalidade usual
de atendimento 4s pessoas com necessidades especiais e principalmente das
pessoas com defici2ncias deve atuar como complemento da Educação 1ásica ou
%uperior um instrumento a estar dispon!vel "uando necessário.Aabe ao Voverno e
em segundo plano 4s escolas mais "ue efetivar a matr!cula da criança com
necessidades educacionais especiais no ensino regular envolvendo também o
compromisso de oferecer a todos os alunos um ensino de "ualidade. #os
professores no processo de inclusão re"uer uma atuação baseada em princ!pios
igualitários e a consci2ncia de "ue a inclusão dos alunos com necessidades
educacionais especiais constitui direito fundamental.porém estas mudanças sendo
radicais ou não são cercadas de incertezas de medos de muita vontade de
encontrar novas maneiras de ver o problema para "ue se tenha sustentação para
realização da mudança.
# inclusão pressup-e mudança de velhas práticas. Budança sup-e novas
formas de pensar e ao mesmo tempo de organizar a realidade. # inclusão é o
resultado de um processo de acumulação de necessidade hist&rico e este ac:mulo
de necessidades resulta nas transformaç-es "ue vem ocorrendo na sociedade.
%endo assim inclusão surge para romper com barreiras no >mbito educacional e
me,er com a estrutura do curr!culo fechado e homog2neo na escola. =s antigos
padr-es começam a ser repensados por um visão diferenciada no "ue diz respeito 4
educação depois de tanto isolamento as pessoas com defici2ncia são reconhecidas
como cidadãos e tem o seu espaço no ensino regular.
# escola não poderia ficar ignorando estas evoluç-es e de certa forma se
anulando frente 4s diferenças sendo "ue o aprender com as diferenças fazem parte
da vida escolar e social. # diversidade mais valorizada "uando todos t2m
oportunidades de estarem envolvidos nas oportunidades para aprendizagem.
;odendo assim dizer "ue sociedade esteja mais aberta 4s possibilidades desse
cidadão diferente por assim dizer tem os mesmo direitos.
# inclusão de pessoas com defici2ncia intelectual no ensino regular significa
educar a todos os alunos em sala de aulas comuns. %em e,ceção recebam uma
educação e fre"<ente as mesmas aulas. Aonse"<entemente tenham as mesmas
oportunidades educacionais ade"uadas para "ue suas habilidades e necessidades
possam ser desafiadas e "ue recebam o todo o au,ilio do professor e todo ambiente
para "ue a educação aconteça. # escola inclusiva e um local para todos com suas
limitaç-es.
# inclusão da pessoal com defici2ncia intelectual no ensino regular não
depende somente de um direito
PROFESSOR DO EJA FRENTE X DECIFIÊNCIA INTELECTUAL
= ensino propicia uma imensa ri"ueza no processo de criatividade e tem
como papel principal o de construtor do conhecimento como um todo. = "ue vemos
na escola deve ser ensinado por"ue é parte substancial de todo o patrim8nio
cognitivo da humanidade.
# relação entre o professor e o aluno da E/# é um aspecto essencial da
organização dos elementos enri"uecedores desta modalidade a"uisição de
conhecimentos e da situação didática tendo em vista alcançar os objetivos do
processo de ensino7aprendizagem "ue se constitui na transmissão e assimilação
dos conhecimentos hábitos habilidades e compet2ncias
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Eeste caso no ensino da E/# por seu caráter particular em relação 4
educação básica essa relação entre o professor e o aluno se estreita e 4s vezes se
confundi com relaç-es fraternais ou até mesmo paternais pois o aluno faz do
professor uma ponte para o pleno acesso ao e,erc!cio de sua cidadania. Bas deve7
se tomar cuidado com essas relaç-es para "ue os sentimentos não sejam
confundidos e depois um ou outro venha a se decepcionar. ;orém o professor deve
manter uma boa relação com o aluno deve cativá7lo para "ue ele sinta7se bem e
motivado a assistir as aula na busca de engrandecer os saberes "ue já possuem.
= professor não deve ser bruto r!gido autoritário e nem muito menos
mostrar7se superior ao seu aluno até mesmo por"ue ninguém é dono do saber e
nem é dotado de um conhecimento finito as pessoas sejam elas professores ou
alunos tem muito "ue aprender umas com as outras9 e uma boa relação é
fundamental para "ue estes conhecimentos sejam socializados9 um socializa o "ue
sabe para o outro e assim juntos vão construindo novos saberes e redefinindo ou
engrandecendo e aprimorando seus conceitos suas opini-es.
Em uma determinada visita feita a uma escola p:blica em uma sala da E/#
uma professora demonstrou ser amiga e afetiva com seus alunos estes mostravam
gostar da mesma. #través da observação percebe7se "ue a relação entre o
professor e o aluno é fundamental para o desenvolvimento e a aprendizagem do
educando pois "uando o aluno simpatiza com o professor a aula torna7se mais
agradável e o estudo mais interativo. 3sso por"ue ambos se comunicam mais e
e,p-e suas idéias9 e os alunos sentem7se mais seguro para debater sobre os
diversos temas "ue surgirão nas aulas sem ter vergonha de e,por7se ou até mesmo
receio de falar algo "ue não agrade as outras pessoas9 havendo assim um debate
coletivo no "ual todos os participantes poderão ampliar seus conceitos.
Eota7se "ue o papel do professor esta ligado a $transmissão' de certos
conhecimentos os "uais são pré7definidos e constituem o pr&prio sentido da
e,ist2ncia escolar. = educador e,erce um papel de mediador e incentivador entre
cada aluno e os seus diversificados modelos culturais. ;or isso o professor deve
estar sempre motivado para ensinar e incentivar o aluno a construir ou aprimorar o
saber.
;ortanto o bom relacionamento em sala de aula é "uase sempre tão
importante "uanto á diversidade de métodos e outros recursos instrucionais "ue são
utilizados para educar9 os alunos devem estar alegres bem humorados e seguros
em todos os momentos e principalmente no de desenvolver as atividades de
aprendizagem assim pode7se perceber "ue o relacionamento entre os componentes
da sala é agradável e bom.
Entretanto o professor é 4 base do bom relacionamento por"ue é ele o
responsável pela boa interação e pelo bem estar de seus alunos. %ua influencia na
sala de aula é grande portanto a criação de um clima agradável "ue favoreça a
aprendizagem depende dele.
Diante de todo o conte,to e,posto anteriormente pode7se perceber "ue os
alunos optam em ingressar na Educação de /ovens e #dultos pela necessidade de
inserir7se na sociedade "ue se modifica com o passar do tempo e pela necessidade
de terminar seus estudos e assim conseguir um bom emprego o "ual possibilite o
seu sustento. Então por estarem retornando os estudos depois de algum tempo
deparam7se com situaç-es algumas vezes desagradáveis pois algumas pessoas
desvalorizam esta educação "uando ela deveria ser de boa "ualidade pois todos
possuem o direito de estudar e de ter uma boa educação.
Aomo já foi visto a E/# se organiza em defesa da"ueles "ue tiveram seus
direitos 4 escolarização retirada no per!odo regular de suas vidas9 devido 4s
e,ig2ncias do mercado de trabalho muitos retornam a escola pois atualmente o
grau de escolaridade e,igido para "ue se possa conseguir um emprego tornou7se
bem mais avançado.
[ medida "ue o mercado de trabalho re"uer profissionais polivalentes
capazes de e,ecutarem diversas tarefas com compet2ncia e habilidades a pressão
sobre os trabalhadores mal preparados aumenta. Dessa forma a aprendizagem ao
longo da vida "ue possibilite as pessoas selecionar informaç-es é essencial. #lém
disso as pessoas também precisam se conscientizar de "ue elas são capazes de
engrandecer seus saberes e "ue aperfeiçoar seus conhecimentos é fundamental a
vida para o seu bem estar e não apenas para o mercado de trabalho.
CONSIDERAÇYES FINAIS OU CONCLUSÃO
# educação de jovens e adultos tanto no passado como no presente sempre
compreendeu um conjunto muito diversos de processos e pratica formal informal
relacionada a"uisição de conhecimento esse processo desenvolve esses
conhecimentos sistemáticos no ambiente escolar.
Aom isso a educação constitui condição básica para a realização de seus
objetivos para "ue a educação de fato seja a condição indispensável para "ue o
sujeito e,erça sua cidadania. Essa possibilidade remonta ao individuo jovem "ue
retoma seus estudos ou inserido na E/# venha desenvolver e suas habilidades
escolar e e,tra7escolar e na pr&pria vida
;ara haver educação inclusiva é necessário "ue se compreenda a
indispensável interlocução entre escola regular e escola especial de forma "ue seja
constru!da uma prática cooperativa e global possibilitando organizar serviços de
apoio m:tuo. Essa interlocução é primordial nos momentos de transição de um
modelo educacional para outro se concretizando mediante a sua inclusão em
eventos de planejamento avaliação e monitoramento da ação pedag&gica de ambas
as modalidades de ensino.
=utra grande contribuição ficará a cargo de professores e gestores
educacionais assumindo o compromisso na melhoria da "ualidade dos serviços
oferecidos aos alunos portadores de defici2ncia eCou "ue apresentem alguma
necessidade especial moment>nea. Y chegada a hora da metamorfose educacional
onde os conflitos e resist2ncias sejam superados e "ue se perceba a dimensão de
saberes "ue a diversidade tem a oferecer.
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