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16/08/2013

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Segurança no
Trabalho
Prof. Alan Baloni
fisico_maluco@hotmail.com
www.alanbaloni.com
Princípios gerais de
segurança no trabalho
1. NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
2. NR 06 – Equipamento de Proteção Individual - EPI
3. NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
4. NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
5. NR 15 – Atividades e Operações Insalubres
6. NR 17 - Ergonomia
7. NR 21 – Trabalho a Céu Aberto
8. NR 26 – Sinalização de Segurança
9. NR 32 - SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO EM SERVIÇOS DE
SAÚDE
O que é
segurança
no Trabalho
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Segurança no Trabalho:
Conjuntos de medidas que são
adotadas visando:
• Minimizar os acidentes de trabalho;
• Doenças ocupacionais;
• Proteger a integridade e a capacidade
de trabalho do trabalhador.
Segurança no Trabalho:
Conjuntos de medidas que são
adotadas visando:
PREVENIR
ACIDENTES
RISCO
=
ACIDENTE
O que é RISCO?
“Possibilidade de perigo,
incerto mas previsível,
que ameaça de dano a
pessoa ou a coisa”.
Michaelis (2012)
Probabilidade de
acontecer um
ACIDENTE
•A partir da descrição dos riscos
são identificadas:
▫ Causas (agentes);
▫ Efeitos (conseqüências).
MEDIDAS PREVENTIVAS
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MEDIDAS
PREVENTIVAS
ACIDENTES
Medidas de controle
Medidas de proteção coletiva
 Eliminação do risco – prioridade
(substituição de matéria prima tóxica)
 Neutralização do risco – impossibilidade de
eliminação do risco (isolar e delimitar área
de risco)
 Sinalização de risco – sinalização e
eliminação do risco inviáveis (placas de
sinalizaçã)
Medidas de proteção individual
 Medidas educacionais
 Medidas médicas
 Medidas administrativas
Medidas de controle
ACIDENTE DO TRABALHO
Conceito Prevencionista:
“Acidente do trabalho é uma ocorrência
não programada que interrompe uma
atividade normal de trabalho,
provocando em conjunto ou
separadamente, lesão, danos materiais
e/ou perda de tempo”.
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Por que acontece
ACIDENTE
FATORES QUE CAUSAM ACIDENTES
•Ato faltoso
•Condições inseguras
Ato faltoso
Comportamento,
consciente ou
inconsciente, do
trabalhador.
Condições Inseguras
Defeitos de máquinas,
equipamentos, processos
de trabalho ou riscos
ambientais não
controlados.
Acidente de trabalho
 Doença profissional – produzida pelo
exercício de trabalho
 Doenças do trabalho – adquirida em função
de condições de trabalho.
Excetua-se:
 Doença degenerativa
 Doença ao grupo etário
 Não produz incapacidade laborativa
 Endêmica em região que ela se desenvolva
São também identificados como
acidentes do trabalho as doenças
profissionais, as doenças do trabalho, os
acidentes ligados ao trabalho embora o
trabalho não seja a única causa, os
acidentes ocorridos no local de trabalho
decorrentes de atos intencionais ou não de
terceiros ou de companheiros de trabalho,
os casos fortuitos ou decorrentes de força
maior
Acidente de trabalho
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 Sabotagem,
 Inundação, incêndio, etc,
 Doenças provenientes de contaminação
acidental no exercício da atividade,
 Os acidentes ocorridos no percurso de ida
e volta ao local de trabalho e nos horários
das refeições.
Acidente de trabalho
 Na legislação vigente no País é adotada a
seguinte classificação:
 Acidente-tipo - é aquele ocorrido no exercício do
trabalho ou a serviço da empresa;
 Acidente de trajeto - é aquele que ocorre no
momento em que o trabalhador se desloca de
casa para o local de trabalho (ida ou volta) e
durante o horário das refeições;
 Doença do trabalho - é aquela em que a atividade
exercida causa a produção da incapacidade, da
doença ou da morte.
Acidente de trabalho
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Inpeção de segurança
 É uma vistoria nos locais de trabalho, áreas
externas e instalações abordando aspectos
realtivos à higiene, segurança do trabalho e
prevenção de incêndio.
 Identificar práticas e condições inseguras.
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Classificação das inspeções
 Gerais – toda área da empresa (chefe de
departamento, médicos, engenheiro…)
 Parciais – parte da área total, certos
equipamentos.
 Periódicas – prévia programação (mensal,
anual)
 Rotina – preocupação constante de todos
trabalhadores.
 Eventual – sem período estabelecido com
pessoal técnico da área.
 Oficial – órgãos governamentais do trabalho
 Especial – conhecimentos especializados
como caldeiras, elevadores, ruídos …
Classificação das inspeções
Fatores de risco
Para efeito de estudos de riscos e
avaliações do ambiente do trabalho, são
considerados riscos ou agentes agressivos
físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e
de acidentes, os que possam trazer ou
ocasionar danos à saúde do trabalhador, nos
ambientes do trabalho, em função de sua
natureza, concentração, intensidade e tempo
de exposição ao agente.
Classificação dos fatores de risco
FÍSICOS:
 Ruído
 Vibração
 Pressões anormais
 Umidade
 Temperaturas extremas
 Radiações ionizantes e não ionizantes
QUÍMICOS
 Poeiras
 Fumos
 Névoas
 Gases
 Vapores
Classificação dos fatores de risco
Irritantes
Asfixiantes
Anestésicos
BIOLÓGICOS
 Bactérias
 Fungos
 Bacilos
 Parasitas
 Protozoários
 Vírus
Classificação dos fatores de risco
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ERGONÔMICO
 Esforço físico intenso
 Levantamento e transporte de peso
 Postura inadequada
 Controle rígido de produtividade
 Repetitividade
 Stress
 Monotonia e jornada prolongada
Classificação dos fatores de risco
RISCOS DE ACIDENTES
 Arranjo físico deficiente
 Eletricidade
 Incêndio e explosão
 Máquina sem proteção
 Ferramentas inadequadas
 Animais peçonhentos
Classificação dos fatores de risco
FALTA DE ATENÇÃO
E se eu sofrer um
acidente de
trabalho
Quais são os meus
direitos
• Lei 8.213/91- Dispõe sobre os Planos de
Benefícios da Previdência Social e dá outras
providências
• Art. 118. O segurado que sofreu acidente
do trabalho tem garantida, pelo prazo
mínimo de doze meses, a manutenção do
seu contrato de trabalho na empresa,
após a cessação do auxílio-doença,
independentemente de percepção de
auxílio-acidente.
ESTABILIDADE
• Quem sofre acidente do trabalho e
permanece em gozo de auxílio-
acidente por mais de 15 (quinze) dias
goza de estabilidade pelo período de
um (01) ano contado do término do
benefício acidentário.
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Pagamento do Salário
BENEFÍCIOS
•+ de 15 dias:
▫Auxílio Doença;
▫Auxílio Acidente;
Auxílio Doença
• É o benefício concedido ao
segurado que ficar incapacitado
para o seu trabalho ou atividade
habitual por mais de 15 dias
consecutivos, independente de
ser decorrente de acidente do
trabalho ou não.
Auxílio Acidente
▫ É o benefício concedido, como
forma de indenização, a segurado
empregado, exceto o doméstico, ao
trabalhador avulso e ao segurado
especial quando, após a
consolidação das lesões decorrentes
de acidente de qualquer natureza,
resultar seqüela definitiva.
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Efeito “Super homem”;
“Mulher Maravilha”
“Só Acontece com o meu
VIZINHO”
Insalubridade X Periculosidade
O art. 189 e 193 da CLT assimdefinemestas atividades:
• Consideram-se atividades ou operações insalubres
aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos
de trabalho, exponham os empregados a agentes
nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados
em razão da natureza e da intensidade do agente e do
tempo de exposição aos seus efeitos;
• Consideram-se atividades ou operações perigosas, na
forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do
Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de
trabalho, impliquem o contato permanente com
inflamáveis ou explosivos em condições de risco
acentuado.
ERGONOMIA – NR 17
• Ciência que utilizando conhecimentos de
Anatomia, Fisiologia, Psicologia e Sociologia,
fornece métodos para a determinação dos
limites que podem ser atingidos na realização
do trabalho humano, com o objectivo de
adaptar o trabalho ao Homem e o
Homem ao trabalho.
Ergonomia
Ergonomia
"A ERGONOMIA É O ESTUDO DA
ADAPTAÇÃO DO TRABALHO AO HOMEM"
E r g o n o m i a
Ergon Nomos
Trabalho Regras
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“A ergonomia é o estudo da adaptação do
trabalho às características fisiológicas e
psicológicas do ser humano”.
Conceito da Associação Brasileira de
Ergonomia (ABERGO)
 Norma Regulamentadora de Segurança e
Saúde do Trabalhador NR17/ ERGONOMIA
(117.000-7) – Ministério do Trabalho e
Emprego
- Esta Norma Regulamentadora visa a
estabelecer parâmetros que permitam a
adaptação das condições de trabalho às
características psicofisiológicas dos
trabalhadores, de modo a proporcionar um
máximo de conforto, segurança e desempenho
eficiente.
Adaptar o trabalho ao
homem, não o contrário;
Estuda o complexo formado pelo
operador humano e seu trabalho.
 Novas tecnologias, competitividade de
mercado, produtividade x qualidade.
 Necessidade de melhoria das práticas das
tarefas com:
 Eficácia
 Segurança
 Qualidade
 As exigências tecnológicas: técnicas de produção.
 As exigências econômicas: qualidade e custo de
produção.
 As exigências sociais: melhoria das condições de
trabalho.
 As exigências organizacionais: gestão participativa.
 satisfação do trabalhador;
 conforto;
 o aumento da motivação dos trabalhadores.
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A ergonomia seesforça para conhecer o
comportamentodooperador
Diferençaentre:
otrabalhoprescrito=tarefa
otrabalhoreal =atividade
Atividadeé a expressão do
funcionamento do homem
na execução de sua tarefa.
Existem vários tipos de sinais de alarme ou indicadores
para um estudo ergonômico:
Fisiológicos
 aceleração dos batimentos cardíacos
 quantidade de ar respirado
 atividade elétrica cerebral
 temperatura corporal
Sinais de Alarme
Em nível do trabalho
repetitividade de erros cometidos em uma tarefa
as baixas na produtividade e na qualidade da performance do operador
aumento do índice de retrabalhos
incidentes de trabalho
acidentes de trabalho (importância vital)
Mobiliário dos postos de trabalho
Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de
trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição.
Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas,
mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições
de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes
requisitos mínimos:
a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo
de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e
com a altura do assento;
b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador;
c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e
movimentação adequados dos segmentos corporais.
Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes
requisitos mínimos de conforto:
a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida;
b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento;
c) borda frontal arredondada;
d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região
lombar.
Equipamentos dos postos de trabalho
Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar
adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza
do trabalho a ser executado.
Nas atividades que envolvam leitura de documentos para digitação,
datilografia ou mecanografia deve:
a) ser fornecido suporte adequado para documentos que possa ser ajustado
proporcionando boa postura, visualização e operação, evitando
movimentação freqüente do pescoço e fadiga visual;
b) ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que possível, sendo
vedada a utilização do papel brilhante, ou de qualquer outro tipo que
provoque ofuscamento.
Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com
terminais de vídeo devem observar o seguinte:
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a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela
do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra
reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade ao
trabalhador;
b) o teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao
trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem executadas;
c) a tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser
colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olhoteclado e
olho-documento sejam aproximadamente iguais;
d) serem posicionados em superfícies de trabalho com altura
ajustável.
Condições ambientais de trabalho
As condições ambientais de trabalho devem estar adequadas às características
psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação
intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios,
escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são
recomendadas as seguintes condições de conforto:
a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira
registrada no INMETRO;
b) índice de temperatura efetiva entre 20oC (vinte) e 23oC (vinte e três graus
centígrados);
c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s;
d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento.
De acordo com a NBR 10152, o nível de ruído aceitável para efeito de conforto
será de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior
a 60 dB.
Os parâmetros previstos no subitem 17.5.2 devem ser medidos nos postos de
trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e as
demais variáveis na altura do tórax do trabalhador.
Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou
artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade.
A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa.
A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a
evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos.
Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho
são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira
registrada no INMETRO.
Organização do trabalho
A organização do trabalho deve ser adequada às características
psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
A organização do trabalho, para efeito desta NR, deve levar em consideração, no
mínimo:
a) as normas de produção;
b) o modo operatório;
c) a exigência de tempo;
d) a determinação do conteúdo de tempo;
e) o ritmo de trabalho;
f) o conteúdo das tarefas.
Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica do
pescoço, ombros, dorso e membros superiores e inferiores, e a partir da análise
ergonômica do trabalho, deve ser observado o seguinte:
a) todo e qualquer sistema de avaliação de desempenho para efeito de
remuneração e vantagens de qualquer espécie deve levar em consideração as
repercussões sobre a saúde dos trabalhadores;
b) devem ser incluídas pausas para descanso;
c) quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou
superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção deverá permitir um retorno
gradativo aos níveis de produção vigentes na época anterior ao afastamento.
Nas atividades de processamento eletrônico de dados, deve-se, salvo o
disposto em convenções e acordos coletivos de trabalho, observar o seguinte:
a) o empregador não deve promover qualquer sistema de avaliação dos
trabalhadores envolvidos nas atividades de digitação, baseado no número
individual de toques sobre o teclado, inclusive o automatizado, para efeito de
remuneração e vantagens de qualquer espécie;
b) o número máximo de toques reais exigidos pelo empregador não deve ser
superior a 8.000 por hora trabalhada, sendo considerado toque real, para efeito
desta NR, cada movimento de pressão sobre o teclado;
c) o tempo efetivo de trabalho de entrada de dados não deve exceder o limite
máximo de 5 (cinco) horas, sendo que, no período de tempo restante da
jornada, o trabalhador poderá exercer outras atividades, observado o disposto
no art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho, desde que não exijam
movimentos repetitivos, nem esforço visual;
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d) nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo, uma pausa de 10
minutos para cada 50 minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal
de trabalho;
e) quando do retorno ao trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou
superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção em relação ao número de
toques deverá ser iniciado em níveis inferiores do máximo estabelecido na
alínea "b" e ser ampliada progressivamente.
DOENÇAS MUSCULARES
TENDINITE: Estrangulamento do tendão
(contra estruturas ósseas da área) e passando
a sofrer atrito com o osso. O resultado final
disto é uma inflamação no tendão;
SINOVITE: Inflamação na Bainha Sinovial;
TENOSSINOVITE: Inflamação no tendão e
bainha sinovial.
LER/DORT
L.E.R: Lesão por reforços repetitivos
D.O.R.T: Doenças osteomusculares relacionados ao trabalho
L.E.R
Resultados dos desequilíbrio entre as exigências das tarefas
e as margens deixadas pela organização do trabalho para
que o trabalhador, na realização de suas tarefas, mobilize
suas capacidades dentro de suas capacidades.
D.O.R.T
Uma síndrome clínica caracterizada por dor crônica,
acompanhada ou não por alterações objetivas e que se
manifesta principalmente no pescoço, cintura escapular
e/ou membros superiores em decorrência do trabalho.
Causas da D.O.R.T
Repetitividade e/ou força dos movimentos quanto na
atividade estática das estruturas envolvidas
Produção a todo custo
Sobrecarga física e psíquica
O cliente tem sempre a razão
Distribuição inadequada dos afazeres
Ambiente não ergonômico
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Sintomas D.O.R.T
Desconforto, tensão, rigidez ou dor nas mãos, dedos,
antebraços e cotovelos.
Mãos frias, dormência ou formigamento
Redução da habilidade(destreza manual)
Perda de força ou coordenação nas mãos
Dor capaz de interromper o sono
Prevenção D.O.R.T
Objetivar ações que visem alterar as características
relacionadas á:
Repetitividade
Excesso de movimentos
Falta de flexibilidade de tempo e ritmo
Exigência de produtividade
Falta de canais de diálogo entre trabalhadores e empresa
Pressão para manter a produção
Mobiliários e equipamentos inadequados
Ações para D.O.R.T
Incentivar o trabalhador a prestar a atenção em sintomas e
limitações, mesmo que pequenas, orientá-lo a procurar
logo o auxílio.
Propiciar aos médicos que atendem aos trabalhadores um
dialogo com a empresa nos casos que houver necessidade
de mudar as características do posto de trabalho
Ações
Reciclagem dos médicos – Atendimento adequado ao
trabalhador
Amparo do trabalhador com D.O.R.T- tratamento e
reabilitação
Política de prevenção- Evitar o adoecimento dos
trabalhadores
10. NR 26 – Sinalização de Segurança
Cor na Segurança do Trabalho.
Esta Norma Regulamentadora - NR tem por objetivo fixar as
cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para
prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de
segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações
empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases
e advertindo contra riscos.
As cores aqui adotadas serão as seguintes:
- vermelho;
- amarelo;
- branco;
- preto;
- azul;
- verde;
- laranja;
- púrpura;
- lilás;
- cinza;
- alumínio;
- marrom.
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Vermelho
O vermelho deverá ser usado para distinguir e indicar
equipamentos e aparelhos de proteção e combate a incêndio.
Não deverá ser usado na indústria para assinalar perigo, por ser
de pouca visibilidade em comparação com o amarelo (de alta
visibilidade) e o alaranjado (que significa Alerta).
Amarelo
Em canalizações, deve-se utilizar o amarelo para identificar gases
não liquefeitos.
Branco
O branco será empregado em:
- passarelas e corredores de circulação, por meio de faixas
(localização e largura);
- direção e circulação, por meio de sinais;
- localização e coletores de resíduos;
- localização de bebedouros;
- áreas em torno dos equipamentos de socorro de urgência,
de combate a incêndio ou outros equipamentos de
emergência;
- áreas destinadas à armazenagem;
- zonas de segurança.
Preto
O preto será empregado para indicar as canalizações de
inflamáveis e combustíveis de alta viscosidade (ex: óleo
lubrificante, asfalto, óleo combustível, alcatrão, piche, etc.).
O preto poderá ser usado em substituição ao branco, ou
combinado a este, quando condições especiais o exigirem.
Azul
O azul será utilizado para indicar "Cuidado!", ficando o seu
emprego limitado a avisos contra uso e movimentação de
equipamentos, que deverão permanecer fora de serviço.
- empregado em barreiras e bandeirolas de advertência a serem
localizadas nos pontos de comando, de partida, ou fontes de
energia dos equipamentos.
Verde
O verde é a cor que caracteriza "segurança".
Deverá ser empregado para identificar:
- canalizações de água;
- caixas de equipamento de socorro de urgência;
- caixas contendo máscaras contra gases;
- chuveiros de segurança;
- macas;
- fontes lavadoras de olhos;
- quadros para exposição de cartazes, boletins, avisos de
segurança, etc.;
- porta de entrada de salas de curativos de urgência;
- localização de EPI; caixas contendo EPI;
- emblemas de segurança;
- dispositivos de segurança;
- mangueiras de oxigênio (solda oxiacetilênica).
Laranja
O laranja deverá ser empregado para identificar:
- canalizações contendo ácidos;
- partes móveis de máquinas e equipamentos;
- partes internas das guardas de máquinas que possam ser
removidas ou abertas;
- faces internas de caixas protetoras de dispositivos elétricos;
- faces externas de polias e engrenagens;
- botões de arranque de segurança;
- dispositivos de corte, borda de serras, prensas.
Púrpura
A púrpura deverá ser usada para indicar os perigos provenientes
das radiações eletromagnéticas penetrantes de partículas
nucleares.
Deverá ser empregada a púrpura em:
- portas e aberturas que dão acesso a locais onde se manipulam ou
armazenam materiais radioativos ou materiais
contaminados pela radioatividade;
- locais onde tenham sido enterrados materiais e equipamentos
contaminados;
- recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e
equipamentos contaminados;
- sinais luminosos para indicar equipamentos produtores de
radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares.
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Lilás
O lilás deverá ser usado para indicar canalizações que contenham
álcalis. As refinarias de petróleo poderão utilizar o lilás para a
identificação de lubrificantes.
Cinza
a) Cinza claro - deverá ser usado para identificar canalizações em
vácuo;
b) Cinza escuro - deverá ser usado para identificar eletrodutos.
Alumínio (126.013-8 / I2)
O alumínio será utilizado em canalizações contendo gases
liquefeitos, inflamáveis e combustíveis de baixa viscosidade (ex.
óleo diesel, gasolina, querosene, óleo lubrificante, etc.).
Marrom
O marrom pode ser adotado, a critério da empresa, para identificar
qualquer fluído não identificável pelas demais cores.
NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA – tem
como objetivo a prevenção de acidentes e doenças
decorrentes do trabalho, para preservação da vida e a
promoção de saúde do trabalho.
Objetivo da CIPA regular o funcionamento das empresas
privadas públicas, instituições beneficientes, associações,
cooperativas, bem como outras instituições que admitam
trabalhadores como empregados.
Organização da CIPA é composta de representantes do
empregador e dos empregados de acordo com o
dimensionamento previsto no Quadro I desta NR.
Representantes CIPA
Empregadores, titulares e suplentes, serão por eles
designados.
Empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em
escrutínio secreto (voto).
O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de
um ano, permitida uma reeleição.
Principais Atribuições dos Representantes
 Identificar os riscos do processo de trabalho, mapa de
riscos;
 Ação preventiva na solução de problemas de segurança
e saúde no trabalho;
 Controle da qualidade das medidas de prevenção,
avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho;
 Verificação nos ambientes e condições de trabalho
visando a identificação de situações que venham a trazer
riscos para segurança e saúde dos trabalhadores;
 Promover o cumprimento das Normas
Regulamentadoras;
 Promover a Semana Interna de Prevenção de Acidentes
do Trabalho – SIPAT;
 Participar, anualmente em conjunto com empresa, de
Campanha de Prevenção da AIDS.
Funcionamento CIPA
 A CIPA tem reuniões ordinárias mensais, de acordo com
calendário preestabelecido.
 A reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o
expediente normal da empresa e local apropriado.
 As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos
presentes com cópias para todos os membros.
Treinamento
A empresa deverá promover treinamento para os membros
da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse.
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Treinamento para a CIPA deverá contemplar os seguintes itens:
a) Estudo de ambiente, das condições de trabalho;
b) Metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças
do trabalho;
c) Noções sobre acidentes e doenças do trabalho;
d) Noções sobre Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – AIDS
e medidas de prevenção;
e) Noções sobre a legislação trabalhista e previdenciária relativas
à segurança e saúde no trabalho;
f) Princípio gerais de higiene do trabalho e de medidas de
controle de riscos;
g) Organização da CIPA.
O treinamento terá a carga horária de vinte horas, poderá ser
ministrado pelo SESMT (Serviço Especializado em Engenharia
de Segurança e em Medicina do Trabalho) .
NR 07 – Programas de Controle Médico de Saúde
Ocupacional
Objetivo
Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade
de elaboração e implementação, por parte de todos os
empregadores e instituições que admitam trabalhadores como
empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de promoção e
preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.
Diretrizes
O PCMSO deverá ter caráter de prevenção, rastreamento e
diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao
trabalho, inclusive de natureza subclínica, além da constatação
da existência de casos de doenças profissionais ou danos
irreversíveis à saúde dos trabalhadores.
O PCMSO deverá ser planejado e implantado com base nos
riscos à saúde dos trabalhadores, especialmente os
identificados nas avaliações previstas nas demais NR.
Responsabilidades
a) garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO, bem como
zelar pela sua eficácia;
b) custear sem ônus para o empregado todos os procedimentos
relacionados ao PCMSO;
c) indicar, dentre os médicos dos Serviços Especializados em
Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho –
SESMT, da empresa, um coordenador responsável pela execução do
PCMSO;
d) no caso de a empresa estar desobrigada de manter médico do
trabalho, de acordo com a NR 4, deverá o empregador indicar médico do
trabalho, empregado ou não da empresa, para coordenar o PCMSO;
e) inexistindo médico do trabalho na localidade, o empregador poderá
contratar médico de outra especialidade para
coordenar o PCMSO.
Desenvolvimento do PCMSO
O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames
médicos:
a) admissional;
b) periódico;
c) de retorno ao trabalho;
d) de mudança de função;
e) demissional.
Os exames compreendem:
a) Avaliação clinica, exame físico e mental;
b) Exames complementares realizados de acordo com os termos
especificados nesta NR.
Entende-se risco(s) ocupacional(ais) específico(s) o(s) agravo(s)
potencial(ais) à saúde a que o empregado está exposto no seu
setor/função. O(s) risco(s) é(são) o(s) detectado(s) na fase de
elaboração do PCMSO.
• prensista em uma estamparia ruidosa: ruído;
• faxineiro de empresa que exerça a sua função em área ruidosa:
ruído;
• fundidor de grades de baterias: chumbo;
• pintor que trabalha em área ruidosa de uma metalúrgica: ruído
e solventes;
• digitadora de um setor de digitação: movimentos repetitivos;
• mecânico que manuseia óleos e graxas: óleos;
• forneiro de uma função: calor
• técnico de radiologia: radiação ionizante;
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• operador de moinho de farelo de soja: ruído e poeira orgânica;
• auxiliar de escritório que não faz movimentos repetitivos: não
há riscos ocupacionais
específicos;
• auxiliar de enfermagem em Hospital Geral: biológico;
• britador de pedra em uma pedreira: poeira mineral (ou poeira
comalto teor de sílica livre
cristalina se quiser ser mais específico) e ruído;
• gerente de supermercado: não há riscos ocupacionais
específicos;
• impressor que usa tolueno como solvente de tinta em uma
gráfica ruidosa: solvente e ruído;
• supervisor da mesma gráfica que permanece em uma sala
isolada da área de produção: não há
risco ocupacional específico;
• pintor a revólver que usa thinner como solvente: solvente.
Exemplos
Dermatoses por cimento: O exame clínico detecta ou não
dermatose por cimento. Convém escrever no PCMSO que o
exame clínico deve ter atenção especial à pele, mas a alínea "c"
do ASO fica em branco.
Trabalho em altas temperaturas: O hipertenso não deve trabalhar
exposto a temperaturas elevadas, mas não há exames
específicos a realizar.
L.E.R.: Não há exames complementares para detectar-se esta
moléstia (é possível fazer ultra-som e eletroneuromiografia em
todos os indivíduos, o que seria complexo, invasivo e caríssimo,
além de
ineficiente). O exame clínico é o mais indicado.
Primeiros Socorros
Todo estabelecimento deverá estar equipado com material
necessário à prestação dos primeiros socorros.
Norma Regulamentadora
(Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional)
Objetivo
Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a
obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte
de todos os empregadores e instituições que admitam
trabalhadores como empregados, do Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de
promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus
trabalhadores.
Nota: Todos os trabalhadores devem ter o controle de sua
saúde de acordo com os riscos a que estão expostos. Além
de ser uma exigência legal prevista no art. 168 da CLT, está
respaldada na Convenção 161 da Organização Internacional
do Trabalho - OIT, respeitando princípios éticos, morais e
técnicos.
Caberá a empresa contratante de mão-de-obra prestadora
de serviços informar os riscos existentes e auxiliar na
elaboração e implementação do PCMSO nos locais de
trabalho onde os serviços estão sendo prestados.
Nota: Lembramos que quanto ao trabalhador temporário, o
vínculo empregatício, isto é, a relação de emprego, existe
apenas entre o trabalhador temporário e a empresa
prestadora de trabalho temporário. Esta é que está sujeita
ao PCMSO e não o cliente.
Recomenda-se que as empresas contratantes de prestador
de serviço coloquem como critério de contratação a
realização do PCMSO.
Responsabilidades
a) garantir a elaboração e efetiva implementação do PCMSO, bem
como zelar pela sua eficácia;
b) custear, sem ônus para o empregado, todos os procedimentos
relacionados ao PCMSO;
c) indicar, dentre os médicos dos Serviços Especializados em
Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, da
empresa, um coordenador responsável pela execução do PCMSO;
d) no caso da empresa estar desobrigada de manter médico do
trabalho, de acordo com a NR-4, deverá o empregador indicar
médico do trabalho, empregado ou não da empresa, para reordenar
o PCMSO;
e) inexistindo médico do trabalho na localidade, o empregador
poderá contratar médico de outra especialidade para coordenar o
PCMSO.
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Estrutura do PCMSO
Embora o Programa não possua um modelo a ser seguido,
nem uma estrutura rígida, recomenda-se que alguns
aspectos mínimos sejam contemplados e constem do
documento:
a) identificação da empresa: razão social, endereço, CGC,
ramo de atividade de acordo com Quadro 1 da NR 4 e seu
respectivo grau de risco, número de trabalhadores e sua
distribuição por
sexo, e ainda horários de trabalho e turnos;
b) definição, com base nas atividades e processos de
trabalho verificados e auxiliado pelo PPRA e mapeamento
de risco, dos critérios e procedimentos a serem adotados
nas avaliações clínicas;
c) programação anual dos exames clínicos e
complementares específicos para os riscos detectados,
definindo-se explicitamente quais trabalhadores ou grupos
de trabalhadores serão submetidos a que exames e quando;
d) outras avaliações médicas especiais.
Desenvolvimento do PCMSO
(Deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames
médicos:)
a) admissional;
b) periódicos;
c) do retorno ao trabalho;
d) de mudança de função;
e) demissional.
Exames Médicos
O exame médico demissional deverá ser realizado até a data
de homologação da dispensa ou até o desligamento
definitivo do trabalhador, nas situações excluídas da
obrigatoriedade de realização da homologação. O referido
exame será dispensado sempre que houver sido realizado
qualquer outro exame médico obrigatório em período
inferior a 135 dias para empresas de graus de risco 1 e 2 e
inferior a 90 dias para empresas de grau de risco 3 e 4.
EPI
Equipamento de
Proteção
Individual
Qual a Diferença?
 FINALIDADE
• Para que serve?
 CERTIFICADO DE APROVAÇÃO
• (CA- MTE)
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Previsão Legal
 Norma Regulamentadora - NR nº- 6 -
Equipamento de Proteção Individual :
“EPI é todo dispositivo de uso individual
utilizado pelo empregado, destinado à
proteção de riscos suscetíveis de ameaçar
a segurança e a saúde no trabalho”.
SOU OBRIGADO A USAR EPI?
 Conforme o Art. 158 da CLT
Cabe aos empregados:
I. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho, inclusive
as ordens de serviço expedidas pelo empregador.
II. Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste
capítulo (V)
Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa
injustificada:
A observância das instruções expedidas pelo empregador;
Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s
fornecidos pela empresa.
PAPEL DA EMPRESA
 Quanto ao EPI cabe ao empregador:
• Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade;
• Exigir o seu uso;
• Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão
nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
• Orientar e capacitar o empregado quanto ao uso adequado
acondicionamento e conservação;
• Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
• Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
• Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer
irregularidade observada.
 FAZER O LEVANTAMENTO DOS
RISCOS EXISTENTES;
 FORNECER O EPI ADEQUADO;
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PAPEL DO COLABORADOR
 Quanto ao EPI cabe ao empregado:
• Utilizar apenas para a finalidade a que se
destina;
• Responsabilizar-se pelo acondicionamento e
conservação;
• Comunicar ao empregador qualquer alteração
que o torne impróprio para uso;
• Cumprir as determinações do empregador sobre
o uso adequado.
COMO ESCOLHER QUAL EPI
UTILIZAR?
 LEVANTAMENTO DOS RICOS
INERENTES A REALIZAÇÃO DAS
TAREFAS:
• NR- 09 (PPRA)
• NR- 18 (PCMAT)
• PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO
AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA
CONSTRUÇÃO
RISCOS DE ACIDENTES
 Máquinas e equipamentos;
 Ferramentas inadequadas ou defeituosas;
 Eletricidade;
 Probabilidade de incêndio ou explosão;
 Altura elevada;
POR QUE UTILIZAR EPI?
 Obrigatoriedade da Lei
• Demissão por Justa Causa
 Incidência de Acidentes
• TALVEZ NÃO HAJA UMA 2ª CHANCE!!!