Jornal Regional de Catanduva

www.redebrasilatual.com.br
CATANDUVA
nº 24 Junho de 2014
DISTRIBUIÇÃO
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jornal brasil atual jorbrasilatual
Ex-ministro da Saúde
visita Catanduva e
debate com a população
Pág. 7
ELEIÇÕES
PADILHA
Festa do Trabalhador
reúne 1.000 pessoas
no clube dos Bancários
Pág. 2
1º DE MAIO
CELEBRAÇÃO
Prática afeta mais
pobres, negros e
homossexuais
Pág. 6
BULLYING
COMPORTAMENTO
GUIA EXPRESSO
Conheça um pouco das oito seleções
campeãs do mundo e das coadjuvantes
que pretendem debutar no Brasil
Pág. 4-5
AS PRINCIPAIS SELEÇÕES
DA COPA DO MUNDO
Conselheiro diz que OSS faltaram com notas fiscais e prestam serviços irregulares
SAÚDE
CONTAS REPROVADAS
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Catanduva
Expediente Rede Brasil Atual – Catanduva
Editora Gráfica Atitude Ltda. – Diretor de Redação Paulo Salvador Secretário de Redação Enio Lourenço
Redação Gabriel Vital e Lauany Rosa Revisão Malu Simões Diagramação Leandro Siman
Telefone (11) 3295-2800 Tiragem: 12 mil exemplares Distribuição Gratuita
1º DE MAIO
Evento congregou diversas categorias no Clube dos Bancários
Festa do Trabalhador reúne 1.000
Cerca de 1.000 pessoas
compareceram ao Clube dos
Bancários no dia 1º de Maio,
Dia Internacional do Traba-
lhador, para participar da Festa
do Trabalhador. O evento foi
organizado por 11 sindicatos e
associações do município.
As comemorações tiveram
início às 8h30, com o tradi-
cional passeio ciclístico dos
bancários, que desta vez foi
aberto à participação de ou-
tras categorias profssionais.
Aproximadamente 50 pessoas
fzeram o trajeto da Praça da
Matriz até o Clube.
Um torneio de futebol entre
os sindicatos também movi-
mentou os trabalhadores pela
manhã. O time dos Comerciá-
rios foi o campeão ao vencer o
time do Sindicato da Alimen-
tação por 6 x 2.
A festa ainda contou com
a apresentação da escola de
samba Rosas de Ouro-Catan-
duva e teve o sorteio de apa-
relhos de TV, ar condicionado,
bicicletas e duas motos zero
quilômetro.
O presidente do Sindicato
dos Bancários, Paulo Fran-
co, mostrou-se satisfeito com
a celebração. “É evidente a
união da classe trabalhadora.
Conseguimos promover uma
grande festa, sem referências
às bandeiras das centrais sin-
dicais. Reunimos as mais dife-
rentes categorias, independen-
te das ideologias”, explicou.
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EDITORIAL
Na última reunião do G-20 – grupo dos países mais ricos
do mundo, que reúne ministros de fnanças e presidentes de
bancos centrais –, ocorrida em Sydney (Austrália), em feve-
reiro, o Brasil apresentou os melhores índices econômicos de
2013, perdendo apenas no crescimento do Produto Interno
Bruto (PIB) para a China.
Hoje, somos referência mundial em programas sociais,
como o Bolsa Família, o ProUni, o Mais Médicos. Políticas
de valorização do salário mínimo, a PEC contra o trabalho es-
cravo, o Marco Civil da Internet, a exploração de petróleo e
etanol também são reconhecidos internacionalmente.
É claro que ainda há muito por fazer. Afnal, foram 500
anos sob o domínio elitista e excludente, que nunca conseguiu
melhorar a vida do povo. Porém, quem se informa pela velha
mídia recebe tanta informação negativa, que pode ter a im-
pressão de que o país está derretendo. A fnalidade é derrubar
a autoestima dos brasileiros e buscar resultados eleitorais.
E por falar em eleições, o cenário parece se encaminhar para
o mesmo embate entre as duas forças políticas das três últimas
eleições presidenciais. Os que querem a redução do papel social
do Estado e os que querem mais políticas sociais. Em resumo, os
que querem o retrocesso e os que querem avançar em mudanças.
Caro leitor, quando você estiver recebendo este jornal, a
Copa estará em andamento. Vamos todos na torcida por boas
vitórias dentro e fora dos estádios.
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Catanduva
SAÚDE
OSS não apresentaram notas fscais e prestam serviços irregulares, diz conselheiro Por Gabriel Vital
Conselho reprova contas e prefeito exonera secretário
Crítica
No dia 30 de abril, o Conse-
lho Municipal de Saúde rejeitou
as contas da Secretaria Munici-
pal de Saúde de Catanduva. Um
dos motivos foi a não apresen-
tação de documentos fscais por
parte das organizações sociais
de saúde (OSS) Pró-Saúde e
Instituto Americano de Pesqui-
sa, Medicina e Saúde Pública
(Iapemesp), responsáveis pela
administração dos postos de
saúde e da Unidade de Pronto
Atendimento (UPA).
“O Conselho é formado
por voluntários e leigos que
representam a sociedade civil
e estão preocupados com a ci-
dade, para que ela não perca
recursos. As organizações so-
ciais precisam cumprir com os
acordos”, justifca o presiden-
te do Conselho, André Beck.
Para ele, o contrato da Pró-
Já o problema com a Iape-
mesp foi totalmente de cunho
fscal, pois as notas de dezem-
bro de 2013 a março de 2014
não foram emitidas. Desde ja-
neiro, o Conselho adia a vota-
ção das contas e a Secretaria
de Saúde já havia sido alertada
pelos conselheiros para uma
possível reprovação, caso as
entidades não entregassem os
documentos solicitados.
A polêmica fez o prefeito
Saúde não refete a realidade
dos serviços prestados. A OSS
foi contratada para a gestão do
pronto-socorro do bairro Solo
Sagrado e do posto de saúde da
Rua Pará (o “postão”), porém,
após a abertura da UPA, hou-
ve a diminuição da estrutura
de atendimento das duas uni-
dades de saúde. “O que consta
hoje no contrato da Pró-Saúde
não condiz com o serviço pres-
tado”, afrma Beck.
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Para o vereador Ama-
rildo Davoli (PT), a troca
de secretário não signifca
mudanças na gestão da
Saúde. “O antigo secretá-
rio não tinha carta branca
para atuar. Fazia tudo a
mando do [Poder] Execu-
tivo, como, por exemplo,
as compras de remédios
sem licitação”, disse.
O vereador ainda dis-
para contra o novo secre-
tário de Saúde, José Car-
los Hori, que responde a
processos de improbidade
administrativa, de quando
era prefeito de Jaboticabal.
“O Executivo está colo-
cando a raposa para tomar
conta do galinheiro.”
Geraldo Vinholi (PSDB) exo-
nerar o secretário da Saúde
Antônio Pereira de Souza Jú-
nior. Em seu lugar, o gestor de
Gabinete José Carlos Hori as-
sumiu o cargo interinamente,
acumulando duas funções na
administração municipal.
Curiosamente, no dia se-
guinte à nomeação, tornaram-
-se públicas as notas fscais
da Iapemesp – emitidas com
datas, horários e números se-
quenciais – constando os va-
lores retroativos de dezembro
de 2013 a março de 2014, no
total de R$ 6.073.143,93.
Até o fechamento desta
edição o Conselho Municipal
de Saúde aguardava resposta
dos Conselhos Nacional e Es-
tadual de Saúde, para verifcar
a possibilidade de revisar as
contas reprovadas.
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Catanduva
FUTEBOL
Neste guia expresso, apresentamos ao leitor o escrete brasileiro e as principais seleções do mundo,
que irão rivalizar pelo título do mundial de futebol disputado em nossas terras Por Enio Lourenço
Copa do Mundo 2014: Rumo ao Hexa, Brasil!
Depois de 36 anos longe
da América do Sul, a Copa do
Mundo de futebol retorna ao
continente onde estão nove tí-
tulos mundiais (cinco do Bra-
sil, dois da Argentina e dois do
Uruguai).
De 12 de junho a 13 de ju-
lho, 32 seleções disputarão 64
jogos em 12 Estados brasilei-
ros, para decidirem quem é a
melhor com a bola nos pés.
As cidades onde ocorrerão
os jogos são: São Paulo (SP),
Rio de Janeiro (RJ), Belo Ho-
rizonte (MG), Curitiba (PR),
Porto Alegre (RS), Cuiabá
(MT), Brasília (DF), Salvador
(BA), Fortaleza (CE), Recife
(PE), Natal (RN) e Manaus
(AM).
Abaixo, confra como che-
gam à Copa do Mundo as se-
leções campeãs mundiais, e al-
gumas possíveis zebras. Rumo
ao hexa, Brasil!
Croácia
Já foi 3ª colo-
cada na Copa
de 1998 e
possui a tradição do fute-
bol da antiga Iugoslávia.
O ataque é liderado por
Mandzukic, do Bayern de
Munique.
Camarões
Os Leões In-
d o m á v e i s
andam meio
mansinhos. O elenco cama-
ronês não está em muita
sintonia com Samuel Eto’o,
atacante do Chelsea e maior
estrela da seleção.
TABELA DO BRASIL
Grupo A
Brasil X Croácia 12/06 17h Arena Corinthians
Brasil X México 17/06 16h Arena Castelão
Camarões X Brasil 23/06 17h Estádio Nacional
Mané Garrincha
México
Não vai muito
bem nas Co-
pas, mas costu-
ma difcultar nos jogos contra
o Brasil, como foi na fnal das
Olimpíadas de 2012. Chichari-
to Hernández, do Manchester
United, é o destaque.
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O pentacampeão mundial vai para a
disputa da 20ª Copa do Mundo (o único
país a participar de todas) com a pres-
são de jogar em casa.
O Brasil está no grupo A, ao lado de
Croácia, México e Camarões – de dif-
culdade mediana. Avançando até as oi-
tavas de fnal, pode enfrentar Espanha
ou Holanda. O jogo de estreia é contra
a Croácia, em São Paulo, na Arena Co-
rinthians.
O favoritismo da seleção brasileira
não é somente por atuar em casa, mas
pelo bom time que reconquistou a con-
fança do torcedor. Neymar, Oscar e Fred
comandam o ataque, respaldados pelos
defensores Thiago Silva e David Luiz.
Destaque: Neymar, de apenas 22 anos,
é o camisa 10 do Brasil. Após a saída
de Ronaldo Fenômeno, que não foi ao
mundial da África do Sul, em 2010, a
seleção carecia de um ídolo. E o atacan-
te provou que é capaz de assumir essa
responsabilidade quando conduziu o
Brasil ao título da Copa das Confedera-
ções, em 2013.
Positivo: O Brasil joga em casa e com
o apoio de 200 milhões de brasileiros.
Negativo: Dos 23 convocados, 17
nunca disputaram uma Copa do Mundo.
BRASIL
Goleiros
Meias
Treinador
Laterais Zagueiros Volantes
Atacantes
Júlio César (Toronto – CAN)
Jefferson (Botafogo)
Victor (Atlético Mineiro)
Oscar (Chelsea – ING)
Willian (Chelsea – ING)
Daniel Alves (Barcelona – ESP)
Maicon (Roma – ITA)
Marcelo (Real Madrid – ESP)
Maxwell (PSG – FRA)
Thiago Silva (PSG – FRA) capitão
David Luiz (Chelsea – ING)
Dante (Bayern de Munique – ALE)
Henrique (Napoli – ITA)
Luiz Gustavo (Wolfsburg – ALE)
Paulinho (Tottenham – ING)
Ramirez (Chelsea – ING)
Hernanes (Internazionale – ITA)
Fernandinho (Manchester City – ING)
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Luiz Felipe Scolari
Neymar (Barcelona – ESP)
Fred (Fluminense)
Hulk (Zenit – RUS)
Jô (Atlético Mineiro)
Bernard (Shaktar Donetski – UCR)
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Catanduva
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Catanduva
Espanha
O entrosamen-
to da atual
campeã do
mundo faz da
Espanha uma das favoritas
ao título. O meio de campo é
o principal setor da equipe e
tem Iniesta (autor do gol do
título de 2010), Xavi e Fábre-
gas na criação das jogadas.
O centroavante brasileiro
naturalizado espanhol Diego
Costa pode ser a surpresa
da Roja – o sergipano teve
poucas chances com Felipão
e preferiu atender ao convite
de Vicente del Bosque.
Dest aque:
O goleiro e
capitão Ca-
sillas é um
dos melhores
do mundo e está à frente
da meta espanhola desde a
Copa do Mundo de 2002.
Positivo: Entrosamento
e toque de bola envolvente
(o famoso “tic-tac”).
Negativo: Desde a Copa
da África não consegue fr-
mar um centroavante titular.
Alemanha
O favoritismo
da tricampeã
mundial Ale-
manha (1954,
1974, 1990) está na base do
time que fcou em 3º lugar
em 2006 e 2010. A seleção
de Neur, Lahm, Özil e Müller
terá um centro de treinamen-
to a sua disposição, em Sal-
vador, construído pela Fede-
ração Alemã de Futebol, para
facilitar a ambientação e ate-
nuar o desgaste das viagens.
Destaque: O
centroavante
Klose é o se-
gundo maior
a r t i l h e i r o
das Copas do Mundo, com
14 gols (um a menos que
Ronaldo), e vai para o seu
quarto mundial em busca
do recorde.
Positivo: Alta capacida-
de técnica e mesma base
desde 2006.
Negativo: Os longos
deslocamentos e as altas
temperaturas podem ser de-
terminantes.
Uruguai
O melhor sul-
-americano da
Copa (4º colo-
cado) tentará
o tricampeonato mundial
(1930 e 1950). A repetição
do “Maracanazzo”, quando
venceu o Brasil de virada na
primeira Copa sediada aqui,
será tarefa dos atacantes
Diego Fórlan (melhor joga-
dor da Copa da África do
Sul), Edinson Cavani e Luis
Suárez.
De st aque :
Luis Suárez foi
o artilheiro do
último cam-
peonato in-
glês. Velocidade, chutes for-
tes e presença de área são
alguns de seus atributos.
Positivo: Trio de atacan-
tes com alta média de gols e
equipe acostumada a supe-
rar adversidades.
Negativo: Base do time
está envelhecida, principal-
mente a defesa, que pode
ter problemas com atacan-
tes rápidos.
Argentina
A Argentina
tem um dos
ataques mais
p o d e r o s o s
do mundo: Messi, Di María,
Higuaín e Agüero. A defesa
continua sendo a maior fra-
gilidade do time. A esperança
dos hermanos é que Messi re-
pita as atuações dos camisas
10 argentinos Kempes, em
1978, e Maradona, em 1986,
quando foram campeões.
Dest aque:
Messi foi elei-
to o melhor
jogador do
mundo quatro
vezes consecutivas (2009-
2012). O maior artilheiro da
história do Barcelona é um
dos melhores da história
com a bola nos pés.
Positivo: Classifcou-se
em primeiro lugar nas eli-
minatórias sul-americanas,
com o melhor ataque da
competição.
Negativo: A frágil defe-
sa continua não inspirando
confança aos torcedores.
Itália
A Squadra
Azurra, tetra-
campeã do
mundo (1934,
1938, 1982 e 2006), sempre
fgura entre as candidatas ao
título, mesmo quando não
possui os melhores jogado-
res. A Itália é a atual vice--
campeã da Europa e terá de-
safos desde a primeira fase,
pois está no grupo E, o grupo
da morte, ao lado de Uru-
guai, Inglaterra e Costa Rica.
Destaque: O
atacante Má-
rio Balotelli é
uma das es-
peranças da
nova geração italiana. Ape-
sar de não viver boa fase
no Milan, ele vai contar com
torcida especial em Salva-
dor, onde é padrinho de um
projeto social.
Positivo: Tradicional defe-
sa consistente liderada pelo
experiente goleiro Buffon.
Negativo: Os atacantes
italianos não vivem sua me-
lhor fase nos clubes.
França
A França
classifcou-se
na repesca-
gem. O algoz
do Brasil (eliminações em
1986, 1998, 2006) luta
pelo bicampeonato (1998)
com jogadores como Evra,
Sagna, Matuidi, Pogba,
Benzema e Ribéry, que in-
dividualmente são desta-
ques de seus clubes, mas
ainda não possuem identi-
dade com a camisa azul.
Dest aque:
Em 2013, o
atacante Ri-
béry foi cam-
peão mun-
dial de clubes pelo Bayern
de Munique e concorreu na
fnal da Bola de Ouro.
Positivo: Individualmen-
te, tem craques capazes de
desequilibrar qualquer par-
tida de futebol.
Negativo: A instabilida-
de emocional apresentada
na última Copa ainda pode
resvalar no atual elenco.
Inglaterra
Dos campeões
do mundo, a
Inglaterra é
quem menos
inspira confança. Ficou de
fora de muitas edições e des-
de 1990 não chega às semif-
nais da Copa – a única após o
título de 1966. A mescla de
veteranos e jovens jogado-
res, como Gerrard, Lampard,
Rooney, Sturridge e Welbeck,
pode ser a saída para os in-
gleses voltarem às primeiras
colocações.
Dest aque:
O atacante
Wayne Roo-
ney chega ao
seu terceiro
mundial com 28 anos. No
Manchester United, já con-
quistou praticamente tudo.
Na seleção inglesa, nada.
Positivo: Quase todos
os jogadores atuam no país
e possuem estilo de jogo se-
melhante.
Negativo: Apesar de cam-
peã mundial, quase sempre
fez campanhas péssimas.
Holanda
A atual vice-campeã do mundo bateu na trave mais outras duas vezes (1974 e 1978). A seleção
de Arjen Robben e Wesley Sneijder eli-
minou o Brasil na África do Sul, e vem
ainda mais experiente para tentar debu-
tar em terras brasileiras.
Bélgica
Possui um entrosamento incomum: a maioria dos jogadores atuam juntos desde a infância nas sele-
ções de base do país. O goleiro Cour-
tois, da sensação Atlético de Madrid, e o
meia Hazard, do Chelsea, liderarão a se-
leção favorita para pintar como zebra.
Portugal
O melhor jogador do mun- do de 2013, Cristiano Ronaldo, tentará levar a seleção portuguesa à pri-
meira fnal de Copa do Mundo. Fábio
Coentrão, do Real Madrid, e Nani, do
Manchester United, serão seus coadju-
vantes de luxo.
Gana
Desde 2006, é a melhor seleção africana nas Co-
pas do Mundo. Essien, Ke-
vin-Prince Boateng, Mun-
tari e Kwadwo Asamoah são referências
em grandes clubes da Europa.
Costa do Marfm
Tem Didier Drogba, um dos melhores centroa-
vantes do mundo, e o meia Yaya Touré, possi-
velmente o melhor jogador africano em
atividade. Enfrenta Colômbia, Grécia e
Japão na primeira fase. Pode avançar.
Colômbia
A Colômbia classifcou- -se em 2º lugar nas elimi-
natórias sul-americanas, mas depende da recu-
peração do centroavante Falcão Garcia,
grande nome da nova geração colom-
biana. Tem a mesma vantagem de cair
em um grupo de pouca tradição.
FIQUE DE OLHO
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Catanduva
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Catanduva
COMPORTAMENTO
Negros, pobres e homossexuais são os que mais sofrem com a prática Por Lauany Rosa
Bullying: violência e agressão disfarçadas de brincadeira
O bullying é um tipo de
violência caracterizada por re-
petitivas agressões físicas ou
verbais e pelo desequilíbrio de
poder de uma pessoa ou grupo
sobre outras. Esta ação ocorre
em vários contextos sociais,
como escolas, universidades,
ambiente de trabalho, vizi-
nhança. A prática é confundi-
da com brincadeiras e chaco-
tas. No entanto, pode acarretar
danos físicos e psicológicos,
podendo levar as vítimas a se
vingarem ou ao suicídio.
De acordo com o psicólogo
e doutorando em saúde pública
da Universidade de São Paulo
(USP) Wanderlei Oliveira, o
bullying é uma forma de com-
portamento agressivo, que ocor-
re principalmente na infância e
na adolescência. “São atitudes
agressivas, intencionais e repe-
tidas, que ocorrem de uma pes-
dos 60 mil alunos do ensino
fundamental já foram vítimas
de bullying. No Brasil, a sala
de aula é o local de maior ocor-
rência de bullying. A superlota-
ção do ambiente desfavorece a
identifcação da prática por par-
te dos professores e diretores.
Uma pesquisa sobre pre-
conceito e discriminação nas
escolas, desenvolvida pela Fun-
dação Instituto de Pesquisas
Econômicas (Fipes) em parce-
ria com o Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacio-
nais Anísio Teixeira (Inep), em
2009, constatou que negros, po-
bres e homossexuais são os que
mais sofrem com o bullying.
Para Oliveira, esses dados
comprovam que a intolerância à
diferença é muito grande e por
isso o bullying é tão presente
nas escolas. “Ser diferente é vis-
to como algo ruim e negativo.
Nossa tendência como massa é
que, quando há algo diferente,
ou tentamos fazer a pessoa fcar
igual ou nós a excluímos.”
O psicólogo lembra que as
escolas não possuem conheci-
mento sufciente sobre bullying.
“Um projeto escolar de comba-
te à violência e a troca de in-
formações entre professores e
alunos facilitaria o combate ao
bullying. A preparação da esco-
la e dos professores é essencial
para evitar o problema.”
Depois de Lucía (Después
de Lucía)
Após a morte da mãe,
Ajejandra e seu pai mu-
dam de cidade, para
combaterem a depres-
são e tocarem suas vi-
das adiante. Na nova
escola, a jovem de 15
anos passa a sofrer humilha-
ções e agressões físicas dos co-
legas. Por não conseguir revelar
os acontecimentos ao pai, a re-
lação entre os dois vai fcando
cada vez mais distante, geran-
do novos problemas. O flme
mexicano retrata com maestria
a gravidade do bullying, tendo
sido premiado no Festival de
Cannes, na categoria Um Certo
Olhar, em 2012.
Diretor: Michel Franco
Coprodução: México e França
Duração: 103 minutos
Ano: 2012
Valor aproximado: R$ 35
soa contra a outra, causando dor
e angústia. Sejam elas físicas,
como bater, chutar, socar, em-
purrar, cortar; ou verbais, como
apelidos, difamações, xinga-
mentos; ou ainda a violência
psicológica, como a exclusão de
colegas do grupo, pressão emo-
cional e ameaças.”
A Pesquisa Nacional de
Saúde Escolar (Pense) realiza-
da em 2009, pelo Instituto Bra-
sileiro de Geografa e Estatísti-
ca (IBGE), apontou que 30,8%
As consequências do bullying
Há três sujeitos que par-
ticipam do bullying: as víti-
mas, os agressores e os ob-
servadores. Oliveira explica
que ao contrário do que se
pensa, todos os envolvidos
têm o bem-estar físico, so-
cial e emocional afetado. As
vítimas e os observadores tor-
nam-se inseguros e tendem a
fugir dessas situações, por isso
evitam as aulas nas escolas ou
os demais locais onde normal-
mente ocorrem as agressões.
Já os agressores tendem a
maior violência, à crimina-
lidade e ao uso de álcool.
“Essas características são
levadas para outras dimen-
sões, inclusive para a vida
adulta”, explica o psicólogo.
As vítimas de bullying po-
dem desenvolver ansiedade,
depressão, difculdade de re-
lacionamento, insegurança,
além de desordens psicológi-
cas, que podem culminar em
autofagelação ou suicídio.
Pais devem dialogar com os flhos
No ambiente escolar, o
psicólogo Wanderlei Olivei-
ra alerta que sintomas como
ansiedade, dores de cabeça
ou de barriga, falta de ape-
tite ou vontade excessiva de
comer próximo ao horário
de sair de casa são indica-
tivos de que a criança ou o
adolescente está com proble-
mas. Somente com o diálogo é
possível que os pais saibam se
os seus flhos estão sofrendo
ou praticando bullying.
“Os pais precisam ter uma
boa relação com os flhos. É
importante ensiná-los a convi-
ver e a respeitar o diferente”,
afrma Oliveira e ressalta
que caso haja suspeita de
que o flho esteja envolvi-
do em alguma situação de
bullying, o pai deve buscar
junto à escola e aos demais
pais dos alunos formas de
trabalhar o preconceito e a
violência.
Brasil Atual
recomenda
Extraordinário
Auggie é um menino
de 10 anos que nas-
ceu com uma síndro-
me genética e uma
severa deformidade
facial. Por esse mo-
tivo ele nunca tinha
frequentado uma es-
cola convencional. Essa nova
fase de sua vida é narrada por
ele, amigos e familiares. As
distintas perspectivas do livro
debatem as difculdades do
convívio em grupo, além de
evidenciar como podemos ser
cruéis com as pessoas diferen-
tes. O fenômeno da gentileza
também é ressaltado pela au-
tora, que aborda o bullying de
forma descontraída na obra.
Autor: R. J. Palácio (EUA)
Tradutor: Rachel Agavino
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Ano: 2013
Valor aproximado: R$ 20
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Catanduva
ELEIÇÕES
O pré-candidato a governador Alexandre Padilha ouviu a população e debateu propostas para a região
Caravana Horizonte Paulista passa por Catanduva
Educação Segurança pública
Alexandre Padilha exal-
tou a importância do muni-
cípio na produção de etanol
e defendeu a ampliação do
ensino superior na região.
“Quero uma universidade
pública em Catanduva. Tam-
bém quero a expansão das
universidades estaduais para
a região. Devemos fortalecer
cada vez mais o ensino téc-
nico, para dar oportunidade
aos jovens que vivem aqui.”
O ex-ministro da Saúde
falou do programa Mais Mé-
dicos, que recebeu o maior nú-
mero de profssionais em São
Paulo. “Era a forma de garan-
tir atendimento médico para
50 milhões de brasileiros.”
Também lembrou da me-
dicina na cidade. “Catandu-
va recebeu mais vagas de
formação de especialistas e
defendo que receba mais va-
gas nos cursos de medicina.”
Padilha caracterizou o
quadro da segurança públi-
ca do Estado como gravís-
simo e apontou possíveis
soluções para a redução de
roubos de veículos e assal-
tos a bancos, que têm au-
mentado na região.
“Nossa grande preocupa-
ção é fazer funcionar aquilo
que já existe. O Estado de
São Paulo tem o maior efe-
tivo de policiais militares, a
cutir os problemas de todas
as regiões do Estado. “Eu te-
nho conversado com todos os
segmentos da sociedade. Com
quem não pensa igual ao PT
e nunca votou nem apoiou o
partido, mas que tem partici-
pado das caravanas para pro-
por novas soluções, porque
sente que depois de 20 anos
o governo do Estado perdeu a
energia”, contou Padilha.
Os deputados estaduais
João Paulo Rillo, José Men-
tor e Beth Sahão (todos do
PT) participaram do encontro
que também reuniu prefeitos
e vereadores de cidades da
região. “Não importa se é um
simples militante ou o presi-
dente nacional do PT, todos
são para ele objetos de cari-
nho, respeito e valorização”,
elogiou Sahão.
Saúde
Polícia Civil com profssionais
extremamente competentes e
a Polícia Científca com alta
capacidade de resolução dos
problemas. Porém, nos últi-
mos anos, o governo do Estado
desvalorizou o policial e gerou
disputas entre as Polícias Civil
e Militar. Sequer os bancos de
dados das duas polícias são in-
tegrados”, comentou.
O pré-candidato petista afr-
mou que é possível instalar no
Brasil sistemas de seguran-
ça como os de Nova Iorque
e Chicago, que utilizam as
câmeras de segurança para
prevenção de crimes.
“A polícia poderia usar
essas imagens para intercep-
tar o roubo, pegar o bandido.
Não faz por incapacidade e
incompetência de um go-
verno do Estado que gover-
na desde o século passado”,
conclui.
SEGURANÇA
Ataques a agências bancárias aterrorizam a região
Sete bancos de cinco cidades foram explodidos e assaltados entre abril e maio
O ex-ministro da Saúde e pré-
-candidato ao governo do Estado
de São Paulo pelo Partido dos
Trabalhadores (PT) Alexandre
Padilha esteve em Catanduva
no dia 9 de maio, onde se reuniu
com a população e políticos da
região, no auditório do Sindicato
dos Bancários.
A visita faz parte da Cara-
vana Horizonte Paulista, que
tem o objetivo de ouvir e dis-
Em menos de um mês,
sete agências bancárias fo-
ram alvo de explosões e sa-
ques na região. A onda de
assaltos tem preocupado a
populacão, em especial os
bancários e os sindicalistas
da categoria.
Os ataques aconteceram
nas cidades de Monte Alto,
Cândido Rodrigues, Taiaçu,
Fernando Prestes e Ariranha
– nas duas últimas, os assal-
tantes violaram mais de uma
• 14 de abril
Banco do Brasil
Monte Alto
Valor: não informado
• 17 de abril
Banco do Brasil
Cândido Rodrigues
Valor: R$ 10.700
• 30 de abril
Bradesco
Taiaçu
Valor: R$ 8 mil
• 1 de maio
Bradesco e Banco do Brasil
Fernando Prestes
Valor: não informado
• 7 de maio
Bradesco e Banco do Brasil
Ariranha
Valor: não informado
agência na mesma noite.
De acordo o presidente do
Sindicato dos Bancários de
Catanduva e Região, Paulo
Franco, os crimes são o re-
fexo de um governo estadual
que não investe em seguran-
ça pública.
“O governo do Estado e
os banqueiros negligenciam a
segurança, principalmente nas
pequenas cidades, onde pen-
sam que ninguém irá atacar
[os bancos]. A população fca
à mercê dos bandidos. Ainda
há muito que fazer em relação
à segurança”, declarou.
Os números da Secretaria
de Segurança Pública do Es-
tado de São Paulo apontam
que, em 2013, foram regis-
trados 243 roubos a bancos
no Estado, sendo 75 no in-
terior. De janeiro a março de
2014, 43 ocorrências foram
contabilizadas em todo o Es-
tado – uma média de 14 ata-
ques por mês.
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Datas dos assaltos
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Catanduva
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4 1 8 6 2 7 5 9 3
2 6 9 3 1 5 7 8 4
5 3 7 8 9 4 6 2 1
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6 8
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Preencha os espaços vazios com algarismos de 1 a 9.
Os algarismos não podem se repetir nas linhas verticais e
horizontais, nem nos quadrados menores (3x3).
PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS
Solução
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BANCO 73
F P P B
G A B I R O B A U
B L P I T O N
F I G O S N H
C O N T A C T A D A
P O B O R L A S
R O S A N O T D
R E S M A A P E
C S N S I C
H A I R C A N O
A D M I R A D O R
S T J M A N A C A
A A P N H D
A N T I A E R E A
C H I M A R R U T S
Fruta bra-
sileira que
alimenta
pássaros
Humorista
do grupo
"Porta dos
Fundos"
Pequeno
restauran-
te típico
da França
Luís (?):
ex-jogador
português
(fut.)
Instrução
oculta de
uma doutri-
na (Rel.)
Serpente
morta
por Apolo
(Mit.)
A tempe-
ratura no
verão
Ornatos de
passama-
naria para
cortinas
Augusto
(?), ditador
do Golpe
chileno
Ana (?),
atriz
brasileira
Aparta-
mento
(red.)
Forma de
venda de
papel
ofício
Isabelle
(?), atriz de
"A Rainha
Margot"
Um dos
miúdos
do boi
(Cul.)
Digitaliza-
dor de
imagens
(Inform.)
Flor perfu-
mada dos
quintais
da vovó
Sufixo de
"bicha-
rada":
coletivo
Calote
(gíria)
Cortar
pela base
Morcego, em inglês
Resultado do trabalho
de manicures espe-
cializadas em nail art
Estilo musical de
Justin Timberlake
"(?), o Bárbaro", filme
com Schwarzenegger
Desse
jeito
Não, em
inglês
Cabelo,
em inglês
(?)
secreto:
envia
recados
anônimos
(pop.)
Atmosfera
(símbolo)
Caminha-
va; rumava
Superior Tribunal de
Justiça (sigla)
Tipo de
decote
Formação
do oceano
Que foi
chamada
Hábitat
do ácaro
Piloto,
em inglês
Roentgen
(símbolo)
Banda de
reggae (RS)
Interjeição
de surpresa
Artilharia
(?): defesa
contra bom-
bardeiros
A
L
T
A
3 / b a t — n o t . 4 / h a i r . 5 / g n o s e — p i l o t . 6 / b i s t r ô — b o r l a s . s c a n n e r . 8 / g a b i r o b a .
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4 1 8 6 2 7 5 9 3
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Preencha os espaços vazios com algarismos de 1 a 9.
Os algarismos não podem se repetir nas linhas verticais e
horizontais, nem nos quadrados menores (3x3).
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Fruta bra-
sileira que
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oculta de
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