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ESTADO FEDERAL

“O Estado Federal surgiu no século XVIII, com a Constituição norte-americana de 1776, nas emendas
ocorridas em 1787, não obstante se falar em federações na Grécia antiga, as quais, sem características dos
1
Estados federais modernos, traduziam meras alianças temporárias” . Esta nova forma de Estado originou-se
a partir da reunião de estados-membros que passaram a se sujeitar a uma série de princípios e diretrizes
emanados de uma única Constituição soberana, comum a todos eles, ainda que cada um se mantivesse
organizado pela sua própria Constituição autônoma.
“Em razão disso, há no Estado Federal, na concepção de Hans Kelsen, uma ordem jurídica central (União) e
ordens jurídicas parciais (Estados Federados, Municípios e Distrito Federal), sendo que a primeira abrange
todos os indivíduos que se encontram no território do Estado (país), e as outras, os que se acham no âmbito
territorial dos entes federados. A reunião dessas duas ordens jurídicas” autônomas “forma a terceira ordem
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jurídica, que é o Estado Federal, comunidade jurídica total” , soberana.
Vale conceituar o princípio da soberania como “poder supremo consistente na capacidade de
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autodeterminação” e o princípio da autonomia como “governo próprio dentro do círculo de competências
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traçadas pela Constituição Federal” .

AUTONOMIA FEDERATIVA
Os elementos básicos em que se funda a autonomia federativa são: existência de órgãos governamentais
próprios, ou seja, um poder legislativo próprio com capacidade política e um poder executivo próprio com
capacidade administrativa; capacidade de se auto-organizar através de Constituições autônomas ou de Leis
Orgânicas; capacidade financeira para gerir suas rendas; e posse de competências exclusivas.

HISTÓRIA DA FEDERAÇÃO NO BRASIL


Enquanto a história do federalismo dos Estados Unidos foi marcada por um movimento de centripetismo (de
fora para dentro), no Brasil deu-se, ao contrário, um movimento de centrifugismo (dentro para fora). Isto
porque, na vigência da Constituição brasileira de 1824 (a primeira, conhecida com a Constituição Imperial), a
forma de Estado era a unitária (portanto, centralização político-administrativa). Foi a partir da segunda
Constituição brasileira, de 1891, que, ocorrendo a desagregação do Estado unitário, as províncias foram
transformadas em Estados-membros autônomos. Porém essa primeira fase do federalismo brasileiro se
apoiou no norte-americano gerando o chamado federalismo dualista, ou seja, de extrema autonomia
estadual, abrindo espaço para o nascimento de oligarquias estaduais e à política
dos governadores (ou política dos Estados). Com o governo federal intervencionista, a Constituição de 1934
marcou o início do federalismo de cooperação, em uma progressiva centralização de competências em favor
da União e redução da autonomia estadual, em substituição da federação dual ou isolacionista da República
Velha. A Carta de 1937, a de 1946 e a de 1967/69 só fizeram fortalecer a União, transformando-a em uma
entidade federativa principal. “A Constituição de 1988 se propõe a restaurar o Estado Federal brasileiro,
estruturando um federalismo de equilíbrio, mediante a ampliação da autonomia dos Estados federados e o
5
fortalecimento de sua competência tributária” . Ou seja, “a Constituição de 1988 estruturou um sistema que
combina competências exclusivas, privativas, comuns e concorrentes, buscando reconstruir o sistema
6
federativo segundo critérios de equilíbrio ditados pela experiência histórica” .

ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO ESTADO (arts. 18 ao 33)


A estrutura federal se baseia, entre outros elementos enunciados anteriormente, na repartição de
competências, que pode mesmo ser considerado o elemento essencial da construção federal,
compreendendo por competência “a faculdade juridicamente atribuída a uma entidade ou a um órgão ou
agente do Poder Público para emitir decisões. Competências são as diversas modalidades de poder de que
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se servem os órgãos ou entidades estatais para realizar suas funções” .

1
Kildare Gonçalves Carvalho - Direito Constitucional Didático - Del Rey, Belo Horizonte, 1996, p. 255
2
Idem, p. 256
3
José Afonso da Silva - Curso de Direito Constitucional Positivo - Malheiros, 2002, p. 104
4
Idem.
5
Kildare Gonçalves Carvalho, p. 258
6
José Afonso da Silva, p. 477
7
Idem, p. 479

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Seguindo a classificação de José Afonso da Silva, pode-se entender a repartição de competências federativas
segundo:
a) O princípio da predominância do interesse: “à União caberão aquelas matérias e questões de
predominante interesse geral, nacional, ao passo que aos Estados tocarão as matérias e assuntos de
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predominante interesse regional, e aos Municípios concernem os assuntos de interesse local” .

b) As técnicas de repartição de competência: “enumeração dos poderes da União (arts. 21 e 22), com
poderes remanescentes para os Estados Federados (art. 25, §1º) e poderes definidos indicativamente
9
para os Municípios (art. 30)” .

c) As espécies de competências: “competência material, que pode ser exclusiva (art. 21), e comum,
cumulativa ou paralela (art. 23); e competência legislativa, que pode ser exclusiva (art. 25, §§1º e 2º),
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privativa (art. 22), concorrente (art. 24), e suplementar (art. 24, §2º)” .
d) A forma: “competência enumerada ou expressa, quando estabelecida de modo explícito, direto, pela
Constituição para determinada entidade (por exemplo, arts. 21 e 22,), competência reservada ou
remanescente e residual, a que compreende toda a matéria não expressamente incluída numa
enumeração (arts. 25, §1º e 154, I), competência implícita ou resultante (ou inerente ou decorrente),
quando se refere a prática de atos ou atividades razoavelmente considerados necessários ao exercício de
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poderes expressos, ou reservado” .
e) O conteúdo: “a competência distingue-se em econômica, social, político-administrativa, financeira e
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tributária. É cabível falar-se, também, numa área de competência internacional” .

f) A extensão: “quanto à participação de uma ou mais entidades na esfera da normatividade ou da realização


material: exclusiva, quando é atribuída a uma entidade com exclusão das demais (art. 21); privativa,
quando enumerada como própria de uma entidade, com possibilidade, no entanto, de delegação ou de
competência suplementar (art. 22 e seu § único e art. 24 e seus §§); a diferença entre exclusiva e privativa
está em que aquela não admite suplementariedade nem delegação; comum, cumulativa ou paralela,
faculdade de legislar ou praticar atos em pé de igualdade entre as entidades, sem que o exercício de uma
exclua a competência de outra (art. 23); concorrente, possibilidade de disposição sobre o mesmo assunto
por mais de uma entidade federativa e primazia da União no que tange à fixação de normas gerais (art. 24
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e §§); e suplementar, relacionada à concorrente, permitem desdobramentos de normas (art. 24 e §§)” .

g) A origem: “originária, quando desde o início é estabelecida em favor de uma entidade; e delegada, quando
a entidade recebe sua competência por delegação daquela que a tem originariamente (art. 22, § único e
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art. 23, § único)” .

h) A execução de serviços: “o sistema brasileiro é o de execução imediata, pois as entidades federativas


mantêm cada qual seu corpo de servidores públicos, destinados a executar os serviços das respectivas
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administrações” .

I. UNIÃO (arts. 18, § 1º e 20 a 24)

Conceito
A União é a entidade federada formada pela reunião das partes componentes, constituindo pessoa jurídica de
Direito Público interno, autônoma em relação às demais unidades federadas; enquanto o Estado Federal (ou
seja, a República Federativa do Brasil) é pessoa jurídica de Direito Internacional porque só este tem
capacidade frente ao Direito Internacional (as entidades federativas - União, Estados Federados, Distrito
Federal e Municípios - não são reconhecidas pelo Direito Internacional).

8
Idem, p. 478
9
Idem, p. 479
10
Idem, p. 480
11
Idem, p. 480
12
Idem, p. 481
13
Idem, p. 481
14
Idem, p. 482
15
Idem, p. 482

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Art. 18, § 1º
A União, como pessoa jurídica de Direito Público interno, é titular de direitos e sujeito de obrigações e seu
como domicílio a Capital Federal (Brasília).

Competências
As competências da União são as mais extensas quando comparadas com as das demais entidades
federativas; são enumeradas e fracionadas em várias modalidades: competência material exclusiva (art. 21) e
comum (art. 23); competência legislativa privativa e exclusiva (art. 22) e concorrente, limitada a normas gerais
(art. 24). Ainda, em matéria tributária, além da competência enumerada (art. 153), exerce também a
competência residual (art. 154, I) e a concorrente (art. 145, II e III).

1. Competência material exclusiva (art. 21): essas competências classificam-se16 como competência
internacional ou de relações internacionais (I, II e IV); competência de política de segurança ou de defesa
nacional (III, V, VI, XIV, XVII e XXII); competência econômico-social e financeira (IX, XX, XXIV, XXV, VII e
VIII); competência de cooperação (IX, XIII, XVIII e XX); competência de comunicações e de prestação de
serviços (X, XI, XV, XVI, XIX, XXI e XII); e competência nuclear (XXIII).
Obs: Este artigo não esgota o elenco de competência material exclusiva da União, outras se encontram
espalhadas pela Constituição (arts. 142; 144, §1º; 164; 174, §1º; 176; 177; 184; 194; 198 e 214).

2. Competência legislativa privativa e exclusiva (art. 22): “toda matéria de competência da União é suscetível
de regulamentação mediante lei (ressalvado o disposto nos arts. 49, 51 e 52), conforme dispõe o art. 48 da
17
Constituição, mas os arts. 22 e 24 especificam o seu campo de competência legislativa” . O art. 22 traz
algumas matérias em que cabe um limite, o de a União editar normas gerais e não legislar plenamente
sobre elas (como os incisos IX, XXI, XXIV e XXVII). Ainda é de compreender que o parágrafo único deste
art. 22 permite a delegação de competências para atender às peculiaridades e condições de cada Estado
18
federado, “caso em que esta norma editada terá eficácia apenas em seu território” .

3. Competência material comum (art. 23): compete à União e às demais entidades federativas atuarem sobre
setores de relevância no contexto geral do País, ou seja, envolve a prestação de serviços a serem
partilhados entre aquelas entidades políticas, sendo que os incisos II, IX e X, de conteúdo social, tratam de
normas programáticas (de eficácia limitada por carecerem de normas concretizadoras). Em razão do
parágrafo único, as quatro entidades federativas exercerão ação conjunta de cooperação na execução de
tarefas e objetivos comuns a elas conferidos. “Observe-se que também a competência material comum
pressupõe normatividade precedente (anterior). A maioria dos temas que se incluem na competência
material comum é de competência legislativa concorrente, cabendo à União editar regras gerais e às
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demais esferas do poder (Estados Federados e Distrito Federal) a legislação suplementar (art.24)” .

4. Competência legislativa concorrente (art. 24): de acordo com o §1º, “no âmbito da legislação concorrente a
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competência da União terá um limite: fixará as normas gerais” , e na sua ausência, o Estado poderá fazê-
lo sob a condição de que seja necessário para atender as suas peculiaridades, atentando para a
compreensão do § 4º de que “a lei federal superveniente não revoga a lei estadual, nem a derroga no
aspecto contraditório, esta apenas perde a sua aplicabilidade porque fica com sua eficácia suspensa”, isto
significa que “sendo revogada a lei federal, a lei estadual recobra a sua eficácia e passa outra vez a incidir”
21
.

16
Há uma ligeira diferença entre a classificação de José Afonso da Silva e Kildare Gonçalves Carvalho.
Aqui, utilizou-se a do segundo.
17
José Afonso da Silva, p. 501
18
Kildare Gonçalves Carvalho, p. 269
19
Idem, p. 267
20
Rosah Russomano, p. 311
21
José Afonso da Silva, p. 503

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Obs: José Afonso da Silva estende a competência concorrente também aos Municípios, em razão da leitura
do art. 30, inciso I, apesar do silencio do art. 24, caput, a esse respeito (estendendo apenas aos Estados
Federados e Distrito Federal).

II. ESTADOS FEDERADOS (arts. 18, § 3º e 25 a 28)

Art. 18, § 3º
O Estado não é uma entidade federada em razão do nome, mas o que lhe dá essa natureza é a autonomia
garantida constitucionalmente.
22
José Afonso da Silva entende que não há mais como formar novos estados, senão por divisão de outro. A
possibilidade de criação, extinção ou transformação ocorrerá em obediência aos requisitos constitucionais:
plebiscito, convocado pelo Congresso Nacional (art. 49, inciso XV) e organizado pelos Tribunais Regionais
Eleitorais; se a reposta for positiva, o processo relativo a alteração será remetido a(s) Assembléia(s)
Legislativa(s) competentes para que sejam ouvidas (art. 48, VI); após essa pronunciamento deverá seguir
para o Congresso Nacional que deverá atuar por lei complementar. O Congresso Nacional não se obriga ao
pronunciamento do plebiscito, nem ao da Assembléia Legislativa, porque estas não decidem, apenas opinam.

Autonomia dos Estados Federados


Consubstancia-se na capacidade de auto-organização (art. 25, caput), capacidade de auto-governo (arts. 27,
28 e 125) e capacidade de auto-administração (25, §1º).
Todos os Estados Federados são obrigados a ter idêntica estrutura governamental, sendo que os
governadores e seus vices serão eleitos pelo sistema majoritário e, na vacância dos cargos, serão
substituídos sucessivamente pelo presidente da Assembléia Legislativa e pelo presidente do Tribunal de
Justiça.
O Poder Legislativo Estadual (art. 27) é unicameral (aliás, como todos os outros Poderes Legislativos, salvo o
da União), não se admitindo a criação de Senado estadual, sendo seus membros, deputados estaduais,
eleitos pelo sistema proporcional. O processo legislativo estadual tem como objeto a formação de emendas à
Constituição Estadual, leis complementares, leis ordinárias, decretos legislativos e resoluções, podendo o
Governador, se autorizado pela Constituição daquele Estado, elaborar medida provisória e lei delegada.
Equipara-se, portanto, ao processo legislativo federal: a criação de medidas provisórias que são
expressamente permitidas no âmbito federal sendo implicitamente permitidas no âmbito estadual e municipal
(assim o entendimento da doutrina e da jurisprudência).

Competências
1. É competência das Assembléias Legislativas a auto-organização dos Estados Federados, isto é, a
elaboração de suas Constituições através do exercício do Poder Constituinte Decorrente
Institucionalizador (ADCT, art. 11) e sua reforma por via do Poder Constituinte de Revisão Estadual,
sempre observando os princípios da Constituição Federal.

2. Como a autonomia estadual decorre da fonte matriz que é a Constituição Federal, há uma relação de
sujeição (heteronomia), limitando a autonomia do Estado. Neste sentido podendo-se citar: a) princípios
constitucionais enumerados ou princípios constitucionais sensíveis, no sentido daquilo que é facilmente
percebido pelos sentidos, daquilo que se faz perceber claramente, evidente, visível, manifesto, mostrados
23
pela Constituição Federal, os enumerados : art. 34, VII; b) os princípios constitucionais estabelecidos,
que se referem às regras que revelam a organização dos Estados Federados e as normas constitucionais
de caráter vedatório, bem como os princípios de organização política, social e econômica, que determinam
o retraimento da autonomia estadual, cuja identificação reclama pesquisa no texto da Constituição Federal
24
: arts. 1º a 12, 14, 29, I a XIV, 37 a 39; e c) as normas de preordenação, relativas às normas limitadoras
25
e condicionadoras da autonomia dos Estados-Membros : arts. 27 e 28.

22
Idem, p. 473
23
Idem, p. 593
24
Idem, p. 594
25
Kildare Gonçalves Carvalho, p. 273

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3. Tradicionalmente os Estados são depositários dos poderes reservados, remanescentes ou residuais (art.
25, §1º), ou seja, aqueles que não foram definidos como sendo da União e dos Municípios, além das
expressas como a comum (art. 23), concorrente (art. 24), e a exclusiva (arts. 18, § 4º, 25, caput e §§ 2º e
3º).

4. Ainda em relação à competência estadual é de se assinalar as vedações explícitas (por exemplo o art. 19)
e as implícitas (por exemplo os arts. 20, 21 e 22, que a CF ditou como competência da União, e arts. 29 e
30, que a CF ditou como competência dos Municípios).
III. MUNICÍPIOS (arts. 18, § 4º e 29 a 31)

Questão de ordem
Ao dotar os Municípios de autonomia, a Constituição Federal parece não ter esclarecido se têm natureza de
26
uma unidade federativa. Contra essa natureza encontra-se José Afonso da Silva ; por outro lado a maior
27
parte da doutrina confere aos Municípios essa natureza em razão dos arts. 1º, caput, e 18, caput,
acrescentando ter sido uma inovação constitucional alçá-los a essa condição, dando a forma tridimensional
(ou dimensão trilateral) à federação brasileira.

Autonomia dos Municípios


Assegurada pelos arts. 18, § 4º; 29 (a CF atual inovando ao garantir o poder de auto-organização); e 34,
inciso VII, alínea c; determina que a ingerência dos Estados federados nos assuntos municipais ficou limitada
aos aspectos estritamente indicados na Constituição Federal.
Os vereadores são eleitos via sistema proporcional e guardam inviolabilidade apenas no sentido material e só
na circunscrição daquele Município (art. 29, inciso VIII), entendendo-se a inviolabilidade como a garantia do
28
beneficiado em ficar “isento da incidência de norma penal definidora de crime” quanto as opiniões, palavras
e votos, e não imunidade processual, ou seja, “se cometer qualquer outro ato considerado crime, ficará sujeito
29
ao respectivo processo, independentemente de autorização de sua Câmara” .
Os prefeitos e respectivos vices serão eleitos via sistema majoritário e serão substituídos, se for o caso, pelo
presidente da Câmara Municipal.

Competências
1. A Câmara Municipal tem competência para elaborar leis de interesse local (art. 30, inciso I), bem como
promulgar a Lei Orgânica (uma espécie de Constituição Municipal, art. 29, caput), tratando-se de uma
inovação da CF. A elaboração da Lei Orgânica municipal não conta com qualquer participação do prefeito
seja quanto à iniciativa, sanção e veto, ou promulgação.

2. A Constituição Federal ampliou a matéria de competência municipal por interesse local (“consistindo no
interesse predominante e não exclusivo do Município em relação aos interesses da União e dos Estados”
30
).

3. Art. 30, inciso II - trata-se de competência legislativa supletiva porque apesar do Município não estar
expressamente incluído na competência concorrente do art. 24, compreende-se pela sua inclusão no
âmbito suplementar, a partir do art. 30, inciso II, naquelas matérias que envolvam interesse local (como por
ex. 24, I e 182); inciso VIII - o plano urbanístico (plano diretor) será obrigatório para os Municípios com
mais de vinte mil habitantes (art. 182, §1º). Há divergência doutrinária sobre a interpretação e abrangência
desta competência.

4. Além do art. 30, ainda deve-se citar a competência exclusiva dos arts. 145 e 156, a competência comum
com a União, os Estados Federados e o Distrito Federal (art. 23).

5. Havendo contrariedade das leis ordinárias municipais em relação à Lei Orgânica daquele Município, não
cabe ação direta de inconstitucionalidade ou invalidade para impugná-las. A invalidade ou ilegitimidade da

26
José Afonso da Silva, p. 474 e 475
27
Rosah Russomano, p. 318; Kildare, p. 274; Paulo Bonavides - Curso de direito Constitucional - Malheiros,
1997, p. 311, 312 e 318
28
José Afonso da Silva, p. 627
29
Idem, p. 627
30
Kildare, p. 277

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lei ordinária municipal, nessas condições, será declarada pelo Poder Judiciário mediante via indireta, pelo
controle incidental, ou via direta, por controle através da argüição de descumprimento de preceito
fundamental (ADPF em face da Constituição Federal) ou de ação direta de inconstitucionalidade estadual
(ADIN em face da Constituição Estadual).

IV. DISTRITO FEDERAL (art. 32)

Art. 18, §1º


Brasília faz parte de uma das várias divisões administrativas, incluindo as cidades-satélites, do Distrito
Federal, que não pode ser dividido em Municípios (art. 32, caput). Com as características de uma “cidade
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inventada” , é uma cidade centro de onde partem as decisões de alcance nacional porque lá se instalam o
Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores, e a chefia do governo federal e
do Estado soberano. Foge ao conceito geral de cidade porque não é sede de Município. Brasília tem como
função ser: Capital da União, Capital Federal e Capital da República Federativa do Brasil, e ainda sede do
governo do Distrito Federal.

Autonomia do Distrito Federal


Antigo Município neutro que não tinha autonomia, o Distrito Federal foi elevado à condição de unidade
federada ou unidade da federação, portanto autônomo, a partir da atual Constituição brasileira. Recebeu
tratamento peculiar porque não se equipara completamente aos Estados ou aos Municípios, guardando ora
as características dos primeiros, ora as dos segundos, sendo certo se tratar de pessoa jurídica de Direito
Público interno.
Porque algumas das suas instituições fundamentais são tuteladas pela União (Justiça, Ministério Público,
Defensoria Pública e Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros Militar, conforme arts. 21, incisos XIII e XIV;
22, inciso XVII; e 32, § 4º) pode-se conceber o Distrito Federal como uma unidade federada (arts.1º, caput e
18, caput) com autonomia parcialmente tutelada, sendo menos do que um Estado e mais do que um
Município.
Tem capacidade de auto-organização através de Lei Orgânica própria (art.32, caput) e auto-governo próprio,
aqui se equiparando ao Estado Federado, mas com limitações porque não organiza e mantém a própria
Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública (art. 21, inciso XIII, e suas respectivas legislações, art. 22,
inciso XVII) e a polícia civil e militar e o corpo de bombeiros militar (art. 21, inciso XIV, que depende de lei
federal, art. 32, § 4º).
O Poder Legislativo é composto por deputados distritais, membros da Câmara Legislativa, e seu número será
calculado da mesma forma que o número dos deputados estaduais (art. 32, § 3º), ou seja: corresponde ao
triplo de sua representação na Câmara dos Deputados, eleitos pelo sistema proporcional.
Quanto ao Poder Executivo aplica-se o art. 28, conforme o art. 32, § 2º, salvo no que diz respeito ao critério
de sucessão porque na vacância do cargo de governador e vice-governador distrital “não cabe outorgar ao
presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal essa prerrogativa pela simples razão de que esse
32
tribunal não integra a estrutura do Poder governamental do Distrito Federal” .
A Justiça, no âmbito do Distrito Federal, é organizada e mantida pela União, mas é local e não integra a
Justiça Federal.

Competências
Sendo considerado mais do que um Município e menos do que um Estado, ao Distrito Federal são reservadas
as mesmas competências tributárias e legislativas dos Estados Federados e Municípios (arts. 32, § 1º e 147).
Detém muito das competências correspondentes as dos Estados: art. 25, §1º (competências remanescentes)
e art. 25, §2º. Detém outras correspondentes as dos Municípios: art. 30.

Obs.: Territórios Federais: A Constituição Federal mais uma vez inovou retirando dos Territórios Federais a
natureza de componentes da Federação (art.18, § 2º), ganhando a natureza de mera autarquia, ou seja,
simples descentralização administrativo-territorial da União.

31
José Afonso da Silva, p.472
32
Idem, p.631

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É proibida a venda sem autorização da autora.

Ainda que atualmente não existam Territórios Federais (ADCT, arts. 14 e 15) a Constituição Federal
reconhece a possibilidade de sua criação mediante lei complementar federal (art. 18, § 2º) e sua organização
administrativa e judiciária por lei ordinária federal (art. 33, final).

JURISPRUDÊNCIA DO STF

1) Os princípios, as regras básicas, do processo legislativo federal são de absorção compulsória pelos
Estados-membros, Municípios e Distrito Federal em tudo aquilo que diga respeito — como ocorre às que
enumeram casos de iniciativa legislativa reservada — ao princípio fundamental de independência e
harmonia dos poderes, como delineado na Constituição da República.
Trata-se da aplicação do princípio da simetria ou reprodução obrigatória.

2) A criação, a organização e a supressão de distritos, de competência dos Municípios, fazem-se com


observância da legislação estadual (C.F., art. 30, IV). Também a competência municipal, para promover,
no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do
parcelamento e da ocupação do solo urbano (C.F., art. 30, VIII) por relacionar-se com o direito urbanístico,
está sujeita a normas federais e estaduais (C.F., art. 24, I). As normas das entidades políticas diversas
(União e Estado-membro) deverão, entretanto, ser gerais, em forma de diretrizes, sob pena de tornarem
inócua a competência municipal, que constitui exercício de sua autonomia constitucional.

3) As regras do processo legislativo federal, especialmente as que dizem respeito à iniciativa reservada, são
normas de observância obrigatória pelos Estados-membros. A norma inscrita no art. 63, I, da Constituição
aplica-se ao processo legislativo instaurado no âmbito dos Estados-membros, razão pela qual não se
reveste de legitimidade constitucional o preceito que, oriundo de emenda oferecida por parlamentar,
importe em aumento da despesa prevista nos projetos de iniciativa exclusiva do Governador do Estado,
ressalvadas as emendas parlamentares aos projetos orçamentários (CF, art. 166, §§ 3º e 4º).

4) A alteração dos limites territoriais de municípios não prescinde da consulta plebiscitária prevista no art. 18,
da Constituição Federal, pouco importando a extensão observada.

5) Uma vez cumprido o processo de desmembramento de área de certo município, criando-se nova unidade,
descabe, mediante lei, a revogação do ato normativo que o formalizou. A fusão há de observar novo
processo e, portanto, a consulta plebiscitária prevista no § 4º do artigo 18 da Constituição Federal.

6) São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento


das respectivas normas de processo e julgamento. (Súmula 722)

7) Implícito ao poder privativo da União de legislar sobre direito do trabalho está o de decretar feriados civis,
mediante lei federal ordinária, por envolver tal iniciativa conseqüências nas relações empregatícias e
salariais.

8) Natureza jurídica da reclamação não é a de um recurso, de uma ação e nem de um incidente processual.
Situa-se ela no âmbito do direito constitucional de petição previsto no artigo 5º, inciso XXXIV da
Constituição Federal. Em conseqüência, a sua adoção pelo Estado-membro, pela via legislativa local, não
implica em invasão da competência privativa da União para legislar sobre Direito Processual (art. 22, I da
CF).

9) Declarando superado o Enunciado da Súmula 3 do STF (“A imunidade concedida a deputados estaduais é
restrita a justiça do estado”), o Plenário do Supremo Tribunal Federal entendeu que, em razão do
mandamento explícito do art. 27, § 1º, da CF/88, aplicam-se, aos deputados estaduais, as regras
constitucionais relativas às imunidades dos membros do Congresso Nacional, restando superada,
destarte, a doutrina da referida súmula.

10) O Estado-Membro dispõe de competência para disciplinar o processo de escolha, por sua Assembléia
Legislativa, do Governador e do Vice-Governador do Estado, nas hipóteses em que se verificar a dupla
vacância desses cargos nos últimos dois anos do período governamental. Essa competência legislativa do
Estado-membro decorre da capacidade de autogoverno que lhe outorgou a própria Constituição da
República.

7
É proibida a venda sem autorização da autora.

11) A competência do tribunal de justiça para julgar prefeitos restringe-se aos crimes de competência da
justiça comum estadual; nos demais casos, a competência originária caberá ao respectivo tribunal de
segundo grau.

Questões de prova

1. (ESAF/ASSIST. JURÍDICO/AGU/99) - Assinale a opção correta:


a) A Constituição Federal elenca, de forma precisa e expressa, a competência dos Estados-membros e da
União.
b) Adotou-se, no sistema federativo brasileiro, um rígido modelo horizontal de distribuição de competência
legislativa.
c) Nos termos da Constituição brasileira, os municípios não dispõem de competência material específica.
d) Cabe aos Estados explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado.
e) O Distrito Federal é dotado de todas as competências reconhecidas aos Estados-membros.

 

a) errado – a CF/88 elenca de forma precisa e expressa as competências da União (art. 21 ao 24), mas
define de forma residual ou remanescente a competência dos Estados Federados (art. 25, §1º).
b) errado – está correto afirmar que adotou-se um modelo horizontal de competências, porque elas estão
constitucionalmente dispostas sem hierarquização, tendo sido aplicado o princípio da predominância de
interesses. Por outro lado, o modelo de repartição de competências adotado não é rígido, admitindo-se um
partilhamento de algumas delas entre os entes federados.
c) errado – os municípios têm competências legislativas específicas (por exemplo, art. 30, inciso I), assim
como têm também competências materiais ou administrativas específicas (por exemplo, art. 30, inciso III).
d) correto – de acordo com a CF/88, no art. 25, § 2º. O fato de não ter sido transcrito integralmente a norma
constitucional não comprometeu a afirmativa.
e) errado – ao Distrito Federal, nos termos do art. 32, §1º, compete as competências semelhantes às dos
Estados e dos Municípios, mas não idênticas. Por exemplo, diferentemente dos Estados, cabe à União
legislar (art. 22, inciso XVII e 32, § 4º) e manter (art. 21, incisos XIII e XIV) as polícias militar e civil, o corpo
de bombeiros militar, a defensoria pública, o ministério público, e a justiça no Distrito Federal.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

a) errado – o sistema eleitoral é matéria de competência da União,sendo que matéria de direito eleitoral pode
ser delegada, por meio de lei complementar federal, aos Estados-Membros apenas quando se tratar de
questão específica, o que não é o caso. Por outro lado, o sistema de governo, que pode ser presidencialismo
ou parlamentarismo, é matéria de direito constitucional, não se incluindo na autonomia estadual a sua
definição (CF, art. 22, inciso I e § único).
b) errado – a “Corte Constitucional” se presta a examinar exclusivamente atos normativos contrários à
Constituição soberana de um país. Por isso, é inadmissível que uma entidade autônoma possa instituir em
seu âmbito este tipo de Corte.
c) correto – nem todas as regras relativas ao processo legislativo federal, previstas na Constituição da
República, se aplicam nos processos legislativos das demais esferas. De acordo com o STF, apenas as
regras básicas e os princípios são reproduzidos em todas as esferas. Como a opção não afirma que “todas”
as regras são aplicáveis, ela deve ser considerada correta.
d) errado – o art. 18, §4º, da CF, exige a concordância da população do(s) Município(s) envolvido(s) e a
regulamentação pelo Congresso Nacional de determinadas regras gerais através de lei complementar, que
deverão ser observadas quando a Assembléia Legislativa Estadual for criar um determinado Município.
e) errado – a Constituição proíbe qualquer movimento de independência por parte das entidades federativas
ao afirmar que a união entre elas é indissolúvel, nos termos do art. 1º, “caput”, da CF/88.

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a) errado – este tipo de previsão ofenderia o princípio da separação dos poderes ao retirar a autonomia do
Executivo estadual de exercer as atribuições que lhe são próprias.
b) errado – o STF já decidiu que o art. 57, § 4º, não é de simetria obrigatória nas demais esferas (estadual,
municipal e distrital).
c) correto – conforme o disposto no art. 75, da CF: “As normas estabelecidas nesta seção aplicam-se, no que
couber, à organização, composição e fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal,
bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios”.
d) errado – a jurisprudência do STF é no sentido de que é de reprodução obrigatória no processo legislativo
estadual os princípios e regras básicas relativas ao processo legislativo federal.
e) errado – de acordo com a CF, no art. 18, § 4º, o legislativo estadual criará um Município seguindo as
regras previstas em lei complementar federal: “A criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de
Municípios, far-se-ão por lei estadual, dentro do período determinado por lei complementar federal, e
dependerão de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos Municípios envolvidos, após
divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal, apresentados e publicados na forma da lei”.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) correto – acordo com o Supremo Tribunal Federal, a previsão constitucional do art. 52, inciso X, que
define a competência privativa do Senado Federal de “suspender a execução, no todo ou em parte, de lei
declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal”, não tem efeito vinculante, ou
seja, possibilita, mas não obriga o Senado elaborar a Resolução de caráter suspensivo.
b) errado – só a Constituição Federal pode definir tribunal com competência para examinar a
constitucionalidade em abstrato, e é de competência privativa da União legislar sobre direito processual (art.
22, inciso I).
c) errado – ž O Ÿ"  ž €Ÿ" ¡¢‡£^¤q¥ ¦ @§ I¨©$‡ª  G Ÿ"«  ¬ ­  T«  m®G
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d) errado – o STF tem admitido o controle incidental da constitucionalidade de uma lei em ação civil pública.
e) errado – de acordo com a Constituição Federal, no art. 125, § 2º (“Cabe aos Estados a instituição de
representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da
Constituição Estadual, vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão”), os Estados
Federados só podem adotar controle abstrato de normas do direito estadual ou municipal em face da
Constituição Estadual, que será julgada pelo Tribunal de Justiça. Cabe lembrar que lei estadual pode ser
objeto de controle abstrato em face da CF (ADIn ou ADPF), assim como a lei municipal pode ser objeto de
controle abstrato em face da CF (ADPF), mas neste caso se trata de previsão da própria CF.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

a) errado – a forma de governo é tema a ser definido pela Constituição Federal. Por outro lado, matéria
relativa ao sistema eleitoral é assunto de competência legislativa privativa de União (art. 22, inciso I).
b) errado – apesar de não ter expressa permissão constitucional, o STF tem entendido pela autorização
constitucional implícita de ação declaratória de constitucionalidade no âmbito estadual, de lei ou ato
normativo estadual em face da Constituição Estadual.
c) errado – a jurisprudência do STF é no sentido de que é de reprodução obrigatória no processo legislativo
estadual os princípios e regras básicas relativas ao processo legislativo federal.
d) correto – o STF já entendeu o contrário, mas revendo a sua jurisprudência, tem decidido que se o projeto
de lei é de iniciativa exclusiva do Presidente da República e outro, indevidamente, o propõe ao Congresso
Nacional, esse projeto fere a CF e mesmo que o Congresso Nacional o aprove e o Presidente de República
o sancione, o vício de inconstitucionalidade permanece.
e) errado – a reforma da Constituição Estadual, por meio de emendas aprovadas pela Assembléia
Legislativa, tem que observar no que couber, os princípios e regras básicas próprias do processo legislativo
de emendas à Constituição Federal previstas nos parágrafos do art. 60 da CF. A possibilidade de revisão
constitucional, prevista no art. 3º, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, só foi autorizada para
a Constituição Federal e naquela época.

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a) errado – de acordo com a CF, no art. 18, §§ 2º e 3º, será lei complementar federal que decidirá sobre a
criação de territórios, bem como sua transformação em Estado.
b) errado – conforme o art. 19, inciso I, “é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios
estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com
eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração
de interesse público”.
c) errado – conforme o art. 19, inciso III, “é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos
Municípios criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si”.
d) correto – a CF confirma essa possibilidade no art. 36, §§ 1º e 3º: “O decreto de intervenção, que
especificará a amplitude, o prazo e as condições de execução e que, se couber, nomeará o interventor, será
submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembléia Legislativa do Estado, no prazo de vinte e
quatro horas. Nos casos do art. 34, VI e VII, ou do art. 35, IV, dispensada a apreciação pelo Congresso
Nacional ou pela Assembléia Legislativa, o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado,
se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade”.
e) errado – a CF determina no art. 36, inciso III, que
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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) correto – na época da aplicação desta prova havia um forte entendimento doutrinário, liderado pelo autor
José Afonso da Silva, negando ao município a condição de autêntico integrante da Federação, na medida
em que a existência de uma federação não depende da existência de entidades municipais autônomas.
Atualmente, ainda que existam vozes divergentes, a tendência tem sido no sentido de que o município deve
ser considerado um integrante autêntico da Federação, porque assim previsto pela atual CF (CF, art. 18,
“caput”).
b) correto – ainda que a atual Constituição brasileira preveja expressamente apenas medida provisória
editada pelo Presidente da República, nada impede que as demais leis de organização (Constituições
Estaduais, Leis Orgânicas Municipais e Lei Orgânica Distrital) prevejam medidas provisórias expedidas pelos
demais chefes dos Executivos estaduais, municipais e distrital.
c) errado – a CF, no art. 22, parágrafo único, permite que a União, por meio de lei complementar autorize os
Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas entre suas competências privativas.
d) errado – a CF autoriza que o Estado institua ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo
estadual ou municipal em face da Constituição Estadual, e não em face da Constituição Federal (CF, art.
102, inciso I, alínea a e art. 125, § 2º).
e) errado – os Estados Federados, que são autônomos, não podem celebrar tratados internacionais, porque
só um Estado soberano pode dialogar com outro Estado soberano.

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a) errado – a CF determina nos arts. 22, inciso XVII e 32, § 4º, que a competência para legislar sobre a
organização da defensoria pública e polícia civil distritais pertence a União.
b) errado – a CF define como competência da União a organização da Justiça Distrital (arts. 21, inciso XIII e
22, inciso XVII).
c) correto – como o Distrito Federal não pode ser dividido em municípios, ele exerce competências
semelhantes as dos municípios e dos estados (CF, art. 32, “caput” e § 1º).
d) errado – a CF, no art. 34, “caput”, prevê a possibilidade de intervenção federal no Distrito Federal.
e) errado – a CF, no art. 32, “caput”, proíbe a divisão do Distrito Federal em municípios.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – quanto a ser o Distrito Federal uma autêntica unidade federada, existe controvérsia, pois o
Distrito Federal não é necessário para a existência de uma federação, inclusive só na atual Constituição
brasileira se tornou uma entidade federativa autônoma. Por outro lado, a CF incumbiu o Distrito Federal
quanto à competência para se organizar administrativamente através da Lei Orgânica Distrital (art. 32,
“caput”), organizar o seu Legislativo (art. 32, § 3º) e o seu Executivo (art. 32, § 2º), mas não para organizar
sua justiça. Esta é competência da União (art. 21, inciso XIII).
b) errado – por falta de previsão da CF, haveria ofensa ao princípio da separação dos poderes a
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c) correto – a estrutura do legislativo é assunto próprio de uma Constituição soberana. Isto significa dizer que
uma Constituição estadual estaria agindo contrária a CF se tentasse definir a estrutura do seu Legislativo.
Além disso, o Senado Federal tem por objetivo representar os interesses dos Estados e do Distrito Federal,
resumindo, representar a própria federação, fugindo à lógica a existência de um “senado estadual”. Por outro
lado, o sistema de governo (presidencialismo ou parlamentarismo) também é assunto de definição própria da
Constituição soberana, não podendo ser tratado por Constituições Estaduais.
d) errado – as regras básicas relativas ao procedimento legislativo próprio de um projeto de emenda à
Constituição devem ser observadas, no que couber, quando da alteração da Constituição Estadual.
e) errado – aquela revisão nos moldes mais simplificados previstos no ADCT, art. 3º, não pode ser
reproduzida na esfera estadual. Só foi possível naquele momento, e em relação à CF.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

 

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a) errado – a competência para a
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b) errado – no que se refere à justiça distrital, a competência para a sua
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c) errado – a CF, no art. 32, “caput”, determina ao Distrito Federal o poder de se auto-organizar através de
uma Lei Orgânica Distrital.
d) errado – a população do Distrito Federal decide, através de eleições, quem será o seu governador.
e) correto – a CF determina que o Distrito Federal não pode se dividir em Municípios (art. 32, “caput”), por
este motivo, cabe a ele exercer competências semelhantes às dos Estados e às dos Municípios (art. 32, §
1º).
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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – a competência denominada literalmente de concorrente, ou pela doutrina e STF de concorrente
cumulativa, cabe apenas à União, aos Estados e ao Distrito Federal, nos termos do art. 24, “caput”, excluindo
os Municípios.
b) errado – a União continua podendo legislar plenamente dentro de sua própria órbita.
c) errado – a CF determina no art. 24, § 3º, que o Estado só vai legislar plenamente se não houver norma
geral da União sobre aquele assunto.
d) correto – a legislação suplementar do Município depende de uma norma geral federal ou estadual, estas
definindo limites àquela (art. 30, inciso II).
e) errado – a CF determina a suspensão de eficácia da lei estadual ou distrital semelhante à estadual, no que
for contrária à legislação federal (art. 24, § 4º).
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a) errado – nos termos do art. 24, § 4º, da CF, deve prevalecer a norma geral federal, suspendendo a
eficácia da norma estadual naquilo que com esta colidir.
b) errado – idem ao item anterior. A competência de que trata a questão é a concorrente, e não aquela
exclusiva e residual do Estado, prevista no art. 25, § 1º, da CF.
c) errado – idem ao item a.
d) correto – idem ao item a.
e) errado – nos termos do art. 24, § 4º, da CF, deve prevalecer a norma geral federal, mas esta não exclui
competência suplementar do Estado, conforme o art. 24, § 2º.
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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – o Estado Federal se
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b) errado – os estados federados editam suas próprias constituições estaduais pelo exercício do poder
constituinte derivado decorrente.
c) errado – o Estado Federal caracteriza-se pela descentralização, e não desconcentração, política e
administrativa.
d) correto – a CF determina expressamente que não poderá ocorrer qualquer deliberação sobre projeto de
emenda tendente a abolir a forma federativa de Estado (art. 60, § 4º, inciso I).
e) errado – não é necessária à existência de uma federação a rigidez constitucional e o controle da
constitucionalidade.
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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – cabe intervenção da União naquele estado federado por ofensa a um princípio constitucional
estabelecido ou sensível previsto no art. 34, inciso VII, alínea a (sistema representativo ora adotado é o
presidencialismo).
b) errado – de acordo com o STF, a iniciativa para a propositura de projeto de lei federal é de simetria
obrigatória, no que couber, nas demais esferas (estaduais, distrital e municipais).
c) errado – os estados federados podem instituir ação direta de inconstitucionalidade só na esfera estadual,
de lei ou ato normativo assemelhado a lei estadual ou municipal em face da Constituição Estadual, junto ao
Tribunal de Justiça (CF, art. 125, § 2º).
d) errado – é lei federal que deverá dispor sobre
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e) correto – pelo princípio da simetria, o Judiciário só pode processar e julgar o chefe do Executivo em caso
de crime comum mediante prévia autorização do Legislativo.
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a) errado – é vedado a uma entidade federativa negar autenticidade a documento público de qualquer
entidade federativa (de outra ou si de mesma), conforme a CF, art. 19, inciso II.
b) errado – ao Distrito Federal competem atribuições semelhantes aos dos estados federados e aos dos
municípios, já que não podem ser descentralizados em municípios (art. 32, “caput” e § 1º).
c) errado – em se tratando de legislação concorrente, a CF, no art. 24, § 3º, autoriza o estado-membro a
dispor através de normas gerais na ausência de norma federal geral.
d) correto – sob pena de sofrer intervenção federal, nos termos do art. 25, “caput” e do art. 34, inciso VII, da
CF.
e) errado –
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$¬ $ depende de lei complementar, de acordo com o art. 25, § 3º.

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R =.!U;5SHG8 B7:>=m>8 9$8 5SHIw FT8 ?y…›$X < 8 E7?m< ? E7:4< 

 

a) correto – de acordo com o STF, nada impede que os estados federados reproduzam em suas
Constituições as regras básicas que disciplinam a medida provisória na CF.
b) correto – a
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c) errado – o art. 34, inciso VII, alínea a, determina a decretação de intervenção federal por ofensa ao
sistema representativo ora adotado é o presidencialismo. Por outro lado, o sistema bicameral tem como
objetivo assegurar por um lado a representação popular (através de Câmara dos Deputados), e por outro a
paridade das entidades federativa na legislação nacional (através do Senado Federal), perdendo o sentido a
existência de uma casa legislativa semelhante ao senado nos demais legislativos.
d) errado – a CF, no art. 5º, § 2º, determina que “os direitos e garantias expressos nesta Constituição não
excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em
que a República Federativa do Brasil seja parte”. Não existe, portanto, qualquer impedimento para que os
diversos legislativos definam outros direitos não previstos na CF.
e) errado – de acordo com a CF, no art. 21, inciso XIII e art. 22, inciso XXVII, cabe à União dispor
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a) errado – de acordo com a CF, art. 77, § 2º, não serão computados os votos em branco e os nulos.
b) errado – a CF determina que a eleição para governador e, em regra, para prefeito, siga o princípio da
maioria absoluta (art. 28, “caput”; art. 29, inciso II e art. 77, § 2º). Mas naqueles municípios com 200 mil ou
menos ELEITORES, será eleito o candidato mais votado, ainda que não alcance a maioria dos votos válidos
(art. 29, inciso II).
c) errado – os senadores são eleitos pelo sistema majoritário (art. 45, caput), enquanto os deputados são
eleitos pelo sistema proporcional (art. 45, caput).
d) errado – os princípios relativos ao sistema eleitoral devem ser tratados por norma constitucional, por
serem assuntos típicos de uma Constituição. Por outro lado, o voto distrital foge ao sistema proporcional nos
estados e Distrito Federal, devendo ser levado em conta a vontade de parcela da população de um estado
ou do distrito federal.
e) correto – de acordo com o art. 27, § 1º, da CF.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – a CF, no art. 18, § 3º, autoriza o desmembramento, a fusão e a incorporação de Estados.
b) errado – a CF não autorização a instalação de justiça municipal (art. 92).
c) errado – as competências estaduais legislativas e materiais são, em regra, residuais (art. 25, § 1º).
d) correto – assim autoriza a CF, no art. 34, inciso VII, alínea a e b.
e) errado – o prefeito não tem legitimidade para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade de lei
em face da CF (art. 102, inciso I, alínea a). Por outro lado, cabe à Constituição Estadual definir os
legitimados para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade de lei em face de si mesma (CF, art.
125, § 2º).

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21
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a) correto – a primeira parte, relativa às eleições, se aplicam por simetria com o art. 57, § 4º, da CF. Por
outro lado a proibição de reeleição na mesma legislatura das mesas do Legislativo Federal, não se aplica,
por entendimento do STF, aos demais Legislativos.
b) errado – a proibição prevista no art. 86, § 4º, aplica-se apenas ao Presidente de República, não podendo
ser estendida aos demais chefes dos Executivos, sob pena de ofensa ao princípio da isonomia. Prerrogativa
não deve ser interpretada de forma extensiva.
c) errado – ofende o princípio da separação dos poderes o exame pela Assembléia Legislativa da escolha
pelo Governador do Procurador-Geral, nos termos do art. 128, § 3º, ainda que para sua destituição seja
necessária a apreciação do Legislativo Estadual (art. 128, § 4º).

22
É proibida a venda sem autorização da autora.

d) errado – apesar do descumprimento da lei orçamentária poder provocar um processo de “impeachment”


(art.85, inciso VI), o descumprimento de disposição decorrente de emenda parlamentar a essa lei não
provoca processo de “impeachment” (art.166, § 8º).
e) errado – leis que disponham sobre matéria tributária, com incidência no âmbito estadual, pelo princípio da
simetria, podem ser propostas pelo governador, deputado estadual e comissões da Assembléia Legislativa.

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a) errado – de acordo com a CF, no art. 29, inciso II, se o município tiver mais de 200 mil eleitores.
b) errado – o art. 29-A, “caput”, da CF, inclui o gasto com o subsídio dos vereadores e exclui o gasto com os
inativos.
c) correto – nos termos do art. 31, da CF, expressa ou implicitamente.
d) errado –
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indicativo, porque prevalece se a Câmara Municipal não rejeitá-lo pela maioria qualificada de dois terços de
seus membros (CF, art. 31, § 2º).
e) errado – a possibilidade decorre do art. 35, inciso IV.

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a) errado – art. 23, inciso VII.
b) errado – art. 23, inciso II.
c) errado – art. 23, inciso XI.
d) correto – art. 21, inciso XXIII.

23
É proibida a venda sem autorização da autora.

e) errado – art. 23, inciso III.


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a) correto – assim determina a CF, no art. 18, “caput”, e no art. 29, incisos.
b) errado – a Lei Orgânica Municipal deverá ser votada em dois turnos (art. 29, “caput”).
c) errado – depende de outros fatores, tais como o valor do subsídio do deputado estadual (art. 29, inciso VI)
e a receita município (art. 29, VII e 29-A).
d) errado – de acordo com o art. 32, §1º, ora assemelha-se aos municípios, ora aos estados federados.
e) errado – de acordo com o art. 31, inciso I, da CF,
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a) errado – pode ensejar intervenção estadual, ou seja decretada pelo Governador do Estado sobre a
autonomia municipal (art. 35, inciso IV, da CF).
b) errado – a intervenção federal só pode se manifestar sobre os estados federados, o Distrito Federal e
sobre municípios de futuros territórios federais.
c) errado – podem requisitar intervenção federal ao Presidente da República aqueles previstos no art. 36,
inciso II: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça e Tribunal Superior Eleitoral.
d) errado – a CF autoriza expressamente a intervenção estadual sobre municípios que se encontrem em seu
território (art. 35).
e) correto – assim determina a CF, no art. 34, inciso VII, b.

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É proibida a venda sem autorização da autora.

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a) errado – emenda parlamentar tem que ficar restrita ao assunto tratado no projeto de lei quando este for de
iniciativa exclusiva dos Tribunais. Além dessa ressalva às emendas parlamentares, há de observar aquelas
presentes no art. 63, da CF.
b) errado – a iniciativa de lei é matéria própria da Constituição Federal e deve ser reproduzida, no que
couber, nas demais leis de organização. Seria ofensivo ao princípio da separação e independência dos
poderes a entrega da iniciativa para a propositura de lei, em geral, a órgão que não tem como função típica a
atividade legislativa.
c) errado – pelo princípio da simetria (art. 61, § 1º, inciso II, d e art. 128, § 5º), trata-se de competência
concorrente do Governador e do Procurador-Geral de Justiça.
d) correto – de acordo com o art. 28, § 2º, da CF.
e) errado – a definição do procedimento legislativo adequado é matéria da CF, não podendo lei dispor sobre
o assunto.

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