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CONHECIMENTOS GERAIS Texto |, para responder as quostées de 104, 1 Violéncia néo é uma expresso apenas descritiva ou neutra, ela jé toma partdo, se engaja na propria definicdo do ato ou do ator. 0 emprego socialmenie denunciador da palavra violencia, por isso, tende a reter através dos tempos tum significado duro, que, em ditima andlise, nfo pode ser negociade ou atenuado: 0 de um ato que viola (do latim violens) a integridade de um individuo, que nao the permite a Feagéo e que, portanto, transforma-o em mero objeto, em luma coisa qualquer a que se pode fazer o que se quiser. 0 A violéncia urbana diz respeto a uma muiplicidade ae eventos (que nem sempre aponiam para o significado mais forte da expressao viclénca) que parecem vinculados 20 modo de vida das grandes metrépoles. na modernidade. Esses eventos podem feunit, na mesma denominapao geral, motivagées muito distintas, desde vandelismos, desoidens 16 publicas, motins © saques até agdes criminosas individuais de diferentes tipos, inclusive as nAo-intencionais como as Provocades por negligéncia ou consumo excessivo de élcool 19 ou outras drogas. Além disso, a expreaséo violéneia urbana tenta dar um significado mais sociolégico @ menos criminal a esses eventos, interigando-os a causas mals complexas @ @ 22 motivagées muito vatiadas, em uma abordagem que preconiza a necessidade de nao desvincular esses eventos da complexidade de estios ce vida e situagées existontes em 25 uma grande metrdpole. Duas abordagens diferentes 26 completam, mas née evem ser misturadas: em uma, toma-se posigao e acusa-se 28 @ violencia indesejada. Nela, 0 uso de expressoes Acesio om 13272008 (com adapta), ‘QUESTAO 1 ‘Com base no texto |, assinale a alternativa correta. (A) A expresso “Violéncia urbana’ apresenta uma variacdo de sentido mais ampla que © sentido invariavolmonte ostito dapalavra ‘violencia’ {B) Mantém-se as relagdes de idéias e a corregao gramatical 0 se reesciever 0 segundo periodo do primeiro paragrafo da seguinte forma: Por isso 0 emprego socialmente denunciador da palavra violéncia tende a reter através dos tempos um significado duro, que em ultima andlise, 1ndo pode ser negociado ou atenuado. {€) Subentende-se, do primeiro pardgrato do texto, que o “significado duro” (linha 5) atribuide palavra “violencia” que “no pode ser negocado ou atenuado” (linhas 5 e 6) é o de ato criminoso. (0) A expresso “Violéncia urbana" pode apresentar um sentido mais atenuado que 0 de “violéncia’, uma vez que 0 ‘contexto das cidades é propicio a praticas criminosas, sendo algumas, inclusive, néo-intencionais. (E) No primaire periedo do segundo parégrato, © conectvo “que”, em suas duas ocorréncias, referese a “Violéncia urbana’ QUESTAO 2 Na elaborago do segundo pardgrafo, 0 autor do texto fempregou @ palavra “oventos’ varias vezes. Para ovitar a repetiogo sem ferir as normas gramaticais e sem allerar as relagées de sentido, 0 autor poderia ter redigido 0 ultimo periodo do segundo pardgrafo da seguinte forma: (A) Além disso, a expressao violéncia urbana tenta dar-Ihes lum significado mais socioldgico menos criminal, interigando-os a causas mais complexas © a motvagies muito variadas, em uma abordagem que preccniza a nevessidade de no desvinculé-los da complexidade de estios de vida e situagdes existentes em uma grande metropote. (@) Além disso, a exoressao violéncia urbana tenta dar um significado mais sosiolégico e menos criminal a eles, interigando-os a causas mais complexas © a motvagaos, muito variadas, em uma abordagem que preconiza a necessidade de ndo os desvincular da compiexidade de estos de vida e situacdes existentes em uma grande metropate. (C) Além disso, a expressao violéncia urbana tenta dé-los lum significado mais sociolégicoe menos criminal, interigando-os a causas mais complexas © a motivagéos muto variadas, em uma abordagem que precoiiza a necessidade de néo desvinculé-los da complexidade de estios de vida e situagdes existentes em uma grande metropole (0) Além disso, @ expresséo voléncia urbana tenta thes dar um significado mais socicldgicoe menos ciminal, interigando-os a causas mais complexas @ a motivagsos ‘muito variadas, em uma abordagem que Ihes preconiza a necessidade de néo desvincular da complesidade de estos de vida 2 situagdes enistentes em uma grande metrépole (€) Alem disso, a expressao violencia urbana tenta dar a estes um significado mais. sociol6gico @ menos criminal, interigando-os a causas mais complexas e a motivagées mutovariadas, em uma abordagem que preconiza a ecessidade de nao thes desvincular da compiexidade de sotios de vida © stuagdes existentes em uma grande metropdle. QUESTAO 3 Assinale a alternativa correta com relagao ao texto I (A) No time paragrafo, ‘em uma’ (linha 27) @ “na outra’ (inna 31) remetem, ' espectivamente, & _abordagem socoldgca € & abordagem criminal da expressao “violéncia urbana’. (8) Doproondo-ce do iltimo pardgralo do texto que os textos que denunciam crimes permitem o emprego de uma linguagem subjetiva, mas os textos que os estudam obrigam © emprego de inquagem essencialmente objetiva (C) De acordo com a argumentagao do texto, infere-se que a abordagem socioégica de ‘vicléncia urbana” coloca “entre arénteses a deniincia e a emocao" porque procura ignorar as inteng6es criminosas da pratica da violéncia. (0) A flexao de plural do adjetivo composte destacado em “aisciplinas cientice-humanas" segue a mesma regia que determina a fexao de plural de surdo-mudo, (E) A substtuicao do gerindio “‘visardo" (linha 34) por pretendendo nao altera as relacdes semantcas e siniaticas, do titime periodo do texto. FFUNDAGHO UNVEREA ‘GONCUAEO PUBLICO 1/2007 CARGO DE ESCRIVAG DE FOLIGA Pana 30024 uestio s Ere © prmako © 0 segundo parigrafos do texto, iapelece'se um vinculo que poderla ser conelaments ‘rplstac emo emprego de: (4) porisso, (6) por concepure {C)pormas que (©) peroure do. (€)pesxempo “Texto, pars responder de quostSes de a7 ' Estrou a8 paras, ercostou 2s cames doidas 20 ‘muro. Se Ih tressem dado lmpe, ol ora expleado ude ‘Safiona Mae pogado do swprecs, enbalcara. Quem ro 4 feaninazuetage com semotanto despopdsto? Nac queria Capactarse de qe a melvedaz voeao uo para ole. Have ngano, provvemante 0 amarlo 0 oonundra com outa > Novo san ies mao por que um sem-vewgonna desodaro se role, bose Um cobra na sala, da pancada nals? 1a Saba perfetarerte quo ofa seam, aosturatarce a todas fs vlbreen a todaa fo reigas. © a08 corheddos que ‘omiam.no’ Wonca © aguenavam ipo. da. bo! feria 12 coneolagges:~ Tons padocl. Apanhar do governe nao ¢ ‘este, Mas agora rangia os dontes, soprava Merecia 16 castigo? Ant , por mals que loweoaseo, nfo se convencia do 1 que 0 scidedo amaais fosse governo. Govern, coisa sterte e porta, no pos era. O solcace amare fstva ol pre, lem de grade, oa aco © rum, jogava na 22 eats oom oe males ¢ provocavaces depis © govemo ‘io doula concer iGo grande etadezs "Ninl pare que seneam o¢ eosadoe amareles? Dou 2s um pontape na patodo, grou erurecde. Para que serra fr colon amaralos? Os outoe prosoe remeneran-e, 0 ‘arora Shogo a grado @ Fablano acancuse 20 er Gor, bam, No ba nada ao. Haida mts cles, Bie do pea explias, mas tava. Foesom porguniar a sou Tomas da bola, qu la 2» five ewabia once tna as ventas, Sou Tors ca Doanera ‘onlariasaquela sta, El, Fabio, um bea, no ota nada. $6 quoi vette par jut de snd Via, delaroe 2+ came da vrea Porque uoham bl eom UM ROME Cu 6 qua descanser? Devam bull com 08 oo San le stave to race questios Um texo narrative. esiutua-se em tomo de_ alguns ‘lomenioe buss: quem. quando, feaiza 0 que, como e ‘Onde, Acsnale a ateraiva. que, manlendo 9 ilas co ‘owt, epresenta todos eetes elementos da errata, nessa orem (A) Fabiano, 20. provecar desatem, fel Volontamente ebancado e acabou preeo ne eaaeia px etem do 31200 smario {B) Fabiano, quando se viupreso, consserou que eeabou [rae parar na eadia por eso saber s6 xprocsar com (©) © seidedo amarela, enquano jogava eartas com 05 ‘oe presse ca ensla, provoneva Fabiano na cola por rata, {D) Fabiano, j peso, pensa com revla no enistido que 0 levou a cade ser que conaaguesa se dbfender di iiomien {E) Fabiano prometeu a si mesmo que, quando foss0 ea, nao Gontara nde Gaquai Meta orca asa, ‘QUESTAOS “ge Ine tvessem doco tempo, ole teria sxplicade tuto diretinno”finhes 20 3) Com rela arse aes, assina 8 atomatvaineorreta. (A) A conjigto “Se” inela uma eragio suboednada que Iran uma nips. (G) viru separa a ago qv anecode apical {C) 0 ‘emprogo do tveaser 0 Toa ovdencia uma onelegao adequadaente es modos sbjuiv endeatvo. {0} 0 termo aresnnc” exes uma tungao adverbial {6} © pronoma she podria ser pasposto 8 IocueRS vor {om for aa fogs romans ‘uestio 7 ‘A espe do edo, asia @ atom Inoorata, (A) No too, « camctrzagto paicolgica da powonegam Fabiana neko emprego co dscureonarete Iv, come om ‘Sor que nna ur com om arom que’ sd gue Gescanser™ (as de 24 65), {8} emorage ce virgo ees do const ‘aus em "E aoe Concise que drmiam no vance agoaniavar cb de bot ‘Stereo ceneoiagges” (nas Ge 11-2 13) 6 optional, pols fo atera 9 serio nom rela aneas do pared. [6)o emprego co cna non do case em" cacerero ‘egos b grace fas 26 0 27) justia pela mes ‘gre us © detormina nas soguls sxpressbes: sentarse ‘mesa e baer 8 por (3}.0 primeto peredo do ulto pagal comoreende ts rage das que ogo “po mals cus oreasse" nha 40) bxpessa dromstanca acral de concessao, (6) No oplddo, © prolajnieia Fabiano perabe que 6 Sominio da taguagem ests elaciorade a0 poder exoredo ot dotrminadas pessoas. ‘Texto, para reeponder ds questoes de 8 210. , Nas utimas decades, @ protieragzo de enclaves {orifeadee vor erando un nove modelo 36 seoregngso ‘espa @ transiomando # quaicage ca vida publca em 4 mulag cidadee a0 redor do mune. Ereaves fone sao Gopasos, ializados, feoracos e.manferacce para (eeidicia, consume, lazer ou wabaho. esses espayo8 7 ereorvam no meso’ 6a wolénes uma ce augs prepa Netieatvas'e vem aimingo. cada vor mola aqucles Guo Beterem abandoner @ Waaelonaeslra pbs so. uss ‘para 06 gobtes, 08 margaie” ¢ 08 semtet. EN0e ‘onticador gore exaues trepmentacas. en que & diel Imanter os peice basicos do ive cleaageo 0 aber 1 os espagas pustees que sentram de fundamento para a fsetvtrapio des claades modems.) Ke “Sogegagto” ursena\”oontonporanea 6 1 complement’ queetao de vleesautbana Pr ur ado, © 1360 cht € sada para lier neddasprogoeshas Ue eeguranga ¢ wouires. Por cute las, 2 produyan cals 19 Sexmais miensa se fis reap do cme pasea a sor © Fame FRAGA UREA conteto ne qual o8 habaantos geram ¢ tazem cveular fsterecpos, classicando aferentes grupos socials como 2 pongesos e, porante, como gupes a. serem lemidos © ftados. As flee coldlanas a respeto do chme fancionam fa bate de laborapbes acerca do bem © do male, a0 2 anhar ‘ob gupos eocas a. um ou out decsoe pelos Emboicamenie’ ieconcilveia, ceam ‘lleranges peas ‘re estos “grupos, slim 60 fazor aumentar amor 28 daguelescoloSedes no lo do ma. Esoas falas corbuem ara a consrugao do soparagBesintexiais quo 640, nosso ‘entdo, andlogas aos mutos que so multpicam na cade impsem foreas rigtas. Assim, uma das conseqhbncia do mara em sede eogregaaas or enclaves 6 mareades plo meso do crime € que, 20 mesmo tempo que dminul o 04 Contata eota pessoas de grupos teenies, es derangas ‘S20: se porescas com maior ridez © a proximicade do stenhos # vista como pergese. Em cicades da muros @ © mesce, as desgualiades ¢ es aslincas socials sé0 Prods reforgadas a cada paseo. ‘rts eo Calon Encvs erate: «neve sores bana Note Eats Cara 157 bom ass, ‘uesrAo Assinsle 2 atermativa Incoreta acerca cas alas ‘ovonontacse no tet i. (A) Consominios fcnasos, completes de escrtinoe « Shopongs conor exemplar es, modemes. eles ‘onteaces ciao ol tra, ‘0 mama sentnte de mado ca vldnia, quo resinge 3 Siculyao de estertos nos enclaves, acaba ltando & inrtade do dregso do ou morasirs © bears noe ‘copape fora doe enclaves, {C1 soameno nos enclaves signica soparagaocacuots Sonsceradoa soba intrars © tom como joboata (©) Ne corona de meso creeons do come, cemale pores Somat vers asmocindo minaace (E) A conssottnes ineseeds gas cescetes medas provenivas oa lence & pecepeao cas Gstuadacee hie agerem uesrio: (© term ‘pslos’ am ‘esses pSles simboleamente lmeconchavels (inna 25 « 26) retere-se (a) as falas w as mecidas de seguranca ‘uEsTAo 10 CGuanto &s narmes do regéndia © concordincla, esinale 0 Serna qu corte se neramonte ore, YW proterago do encaves treads ver efando um fave oa de sepregoto espa (6) une dae pecan ostenives doe enclves encontrar se nomeco a volo {Gytrenestrthondoeabeom coda vex mais Quon coe (reercaeirarm taeroscspes {yA coeamo ce owen unten comptereta(@) ca fegrgeise oa conompornen (©) Porcsoeao’ as Glrenas wtciis com maior dgdez ua surge capac 5 rogue. “Texte v, para responder he questoes 11 6 12, ' Estudos mais recortes tim metrade quo chaos olntes pardom Investonios pas. Portanto perdom fempragos, renda © novos nagicis. Nao @ a pobreza que «+ Tom gotado voter € a volonea gue tar goa pobeors Bares voloric alugentam procera to pocer pasten, ‘Quarto mala vlorta ua regio, mais leoleds ve 800 7 popuario, ‘Ninguém 6 delingoente porque & pobre. Ser ponre ‘io consi condiconarte para Se acer & aainaienca. A 10 fealdace demonsva que a stminaissce eet proserte om todes 95 nivels da prdmide econdmie-socl. Enrelano, ossoss sem emprogo e sem ronda, ecules sociamente 13 Genepamere a ace. from), S80, mas fecknete ‘leas pera deinguencie "Maforalsom sou om 7205 tn ouestio 11 Assnale a stematve que conte a rlagso impli ene se rages "Nio & a pobreza que tem geraco violnca. E a Velma que tem gor paorara" (lates Se 4) (a) Gausatsage (0) Concusze. (E) Consigao, uEsTAo 12 ‘Ascinao a atemativaconota com rlagde ao tex V. A argumeniagso do texto reorga 2 lakie de que & edo soos emerta a Wonca. £18) 0 segunco paragrto # ui comentrio que apresenia Nees sestevoravels a6. almajces aproseniadas no priene. IC) palavra Nem (nha 1) reeabe um acento sbrgatirio ““justicedo pela mesma regra que obiga o uso de acento em ‘utras palsves com a mesma temragio, como. algun, fetem e averguom, (D) Por expressar uma circunsnsa de propocionaldade, @ ‘wrgula utzada no Uline peiodo do primero parégralo & petal (BA erapdo destacada no poriodo “Sor pobre nao constitu condcionaie para se adeira delnabdnen estabeece, com {3 orapdoanierio, uma oajdo de condconalia. ‘Texto V, para responder as questbes de 12215. ' (© estudo do oirebro conheceu vangos_ sem procedeniee nas diac dias décadas, com osurgimerto do feonoogas que pormtem obcerar 0 que sconons eure 4 atvigades. come raciocii, a avalardo. eral @0 Planejamento Ae mesmo tampo, ese reveligto ne filoga, Sore novas possbildedes para_um campo da cencia cue Sempre cespercu‘conteversias oe carier co — a inteneranca no cerebro destnada a atraro compartments (as pessoas. a cuas somenas um sfupo oe pesusecores 10 gauchos igados a dus umversiades anunciou um proto {ue val estucar © cérebro de cadena Jowns homcicas, Com dade entre 16 0 21 anos, detdos na Funderao oo 19 ftondimenieSeco-Esuoalve, a aniga Feber de. Porto ‘lage. Os ovens sero submis a uma ser de imagers. TONGURBS PUBLICS 1200 - CARGO DE EDSWIO SEPOLED Feast