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25 Contabilidade Assuntos Diversos e Legislação Destaques Nesta edição, a seção Contabilidade trata dos

25

25 Contabilidade Assuntos Diversos e Legislação Destaques Nesta edição, a seção Contabilidade trata dos
25 Contabilidade Assuntos Diversos e Legislação Destaques Nesta edição, a seção Contabilidade trata dos

Contabilidade

Assuntos Diversos e Legislação

Destaques Nesta edição, a seção Contabilidade trata dos procedimentos a serem observados no registro contábil

Destaques

Nesta edição, a seção Contabilidade trata dos procedimentos a serem observados no registro contábil das retenções na fonte do imposto de renda e das contribuições para o PIS-PASEP, COFINS e CSLL a que estão sujeitas as empresas prestadoras de serviços de limpeza, conservação, segurança, vigilância e outros, previstos na legislação de regência.

Também trataremos sobre os procedimentos contábeis aplicáveis ao vale-pedágio nas pessoas jurídicas tomadoras de serviços de transporte e nas transportadoras.

Carlos Alberto Silva Lázaro Rosa da Silva Valmir Bezerra de Brito

Cenofisco BD Legislação

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www.cenofisco.com.br e confira agora este benefício. Í NDICE Contabilidade 3 • Retenção na Fonte das

ÍNDICE

Contabilidade

3

• Retenção na Fonte das Contribuições Sociais PIS-PASEP, COFINS e CSLL e do Imposto de Renda

• Vale-Pedágio

Legislação

9

• Comunicados BACEN nºs 25.888/14, 25.897/14, 25.903/14, 25.912/14 e 25.919/14 Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR) do Período de 22/05/2014 a 28/05/2014

CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

Manual de Procedimentos

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Manual de procedimentos : contabilidade,

assuntos diversos e legislação. – – Curitiba, PR :

Cenofisco Editora, 2006.

ISBN 85 – 7569 – 021– 3

1. Contabilidade – Leis e legislação – Brasil

2. Tributos – Leis e legislação – Brasil

I. Título: Contabilidade, assuntos diversos e legislação.

06 – 9524

CDU – 34 : 336 . 2 (81)

2 N o 25/14

Índices para catálogo sistemático:

1. Brasil : Direito fiscal 34 : 336.2 (81)

Junho

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a semana

• N o 25/14 Índices para catálogo sistemático: 1. Brasil : Direito fiscal 34 : 336.2

Manual de Procedimentos

CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

CONTABILIDADE

Retenção na Fonte das Contribuições Sociais PIS-PASEP, COFINS e CSLL e do Imposto de Renda

SUMÁRIO

1. Considerações Iniciais

2. Registro da Retenção das Contribuições pelo Prestador dos Serviços

3. Registro da Retenção das Contribuições pelo Tomador dos Serviços

4. Identificação do Fato Gerador da Retenção das Contribuições

5. Algumas Considerações sobre o Momento do Registro da Retenção das Contribuições

6. Retenção do Imposto de Renda

7. Compensação com os Valores Devidos

8. Exemplo

8.1. Registro no prestador dos serviços

8.2. Registro no tomador dos serviços

1. Considerações Iniciais

No presente trabalho, mostraremos os procedimentos que devem ser observados pelos prestadores de serviços sujeitos à retenção na fonte das contribuições sociais PIS/PASEP, COFINS, CSLL e do Imposto de Renda para o respectivo registro contábil dos valores retidos, assim como pelos tomadores dos serviços.

As hipóteses de retenção, os serviços alcançados, os prazos de recolhimento e demais aspectos fiscais sobre o assunto podem ser vistos no Manual de Procedimentos Cenofisco Imposto de Renda – PIS – COFINS – CSLL e Legislação nº 23/14.

2. Registro da Retenção das Contribuições pelo Prestador dos Serviços

As retenções na fonte das contribuições sociais PIS/PASEP, COFINS e CSLL sobre a prestação de serviços de limpeza, conser- vação, segurança e vigilância, transporte de valores, locação de mão de obra, de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais previstos no art. 30 da Lei nº 10.833/03, serão considerados como antecipação do que for devido pelo contribuinte que sofreu a retenção em relação ao imposto de renda e às respectivas contribuições e, portanto, devem ser registrados na conta do ativo circulante “Impostos e Contribuições a Recuperar ou a Compensar”, em rubricas próprias que as identifiquem.

a Compensar”, em rubricas próprias que as identifiquem. Junho 3. Registro da Retenção das Contribuições pelo

Junho

3. Registro da Retenção das Contribuições pelo Tomador dos Serviços

Os valores retidos a título das contribuições deverão ser recolhi- dos ao Tesouro Nacional pelo órgão público que efetuar a retenção ou, de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica, até o último dia útil da quinzena subsequente àquela em que tiver ocorrido o pagamento à pessoa jurídica fornecedora dos bens ou prestadora do serviço.

Dessa forma, ao efetuar o pagamento ao prestador de serviços e a respectiva retenção, a pessoa jurídica tomadora dos serviços deverá reconhecer o valor devido em rubrica própria do subgrupo de “Impostos e Contribuições a Recolher”, no passivo circulante.

4. Identificação do Fato Gerador da Retenção das Contribuições

De acordo com o art. 30 da Lei nº 10.833/03, o fato gerador da retenção da contribuição é o pagamento. Portanto, o reconheci- mento do direito à compensação se dará nessa ocasião, manten- do-se inalterados os valores a receber pela prestação dos serviços registrados nas contas de clientes ou duplicatas a receber e, ao se efetuar a baixa dos títulos recebidos, faz-se o reconhecimento do direito de crédito das contribuições retidas na fonte.

5. Algumas Considerações sobre o Momento do Registro da Retenção das Contribuições

A determinação do momento em que deve ser reconhecido o crédito pela retenção, apesar de parecer simples, requer a análise conjunta de aspectos técnicos e fiscais.

Tecnicamente, todo ativo deve ser reconhecido e avaliado de acordo com suas características e capacidade de realização. Dessa maneira, numa primeira análise, pode-se afirmar que, ao prestar serviços, o contribuinte já sabe de antemão que os seus recebíveis sofrerão a retenção na fonte das contribuições e, portanto, seria possível cogitar o reconhecimento do registro por ocasião da emissão da nota fiscal de prestação de serviços, pois há a expec- tativa de recebimento em dinheiro, assim como há a expectativa da retenção na fonte.

Todavia, do ponto de vista fiscal, o direito de aproveitamento da contribuição retida como crédito a compensar com os valores devidos se dá apenas por ocasião da liquidação do título ou do recebimento à vista e da efetiva retenção, ou seja, o direito à com-

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N o

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

Manual de Procedimentos

pensação com os valores das contribuições devidas pela pessoa jurídica somente poderá ser exercido se ocorrer o fato gerador da retenção.

Se por um lado existe a expectativa potencial de realização do ativo, por outro há o impedimento legal de aproveitamento do crédito antes da efetiva retenção, que se dá por ocasião do recebimento.

Entendemos, portanto, que não é possível reconhecer a retenção como um ativo sem que haja o pleno direito do crédito. Fato que ocorre somente com o recebimento do título e a retenção efetiva das contribuições pelo tomador dos serviços, ou seja, o ativo se modificará mediante um fato novo. Nesse caso, o mais recomendável é aguardar a efetiva ocorrência do fato, a retenção, para que ele seja registrado.

Veja que não há dúvida sobre a expectativa da retenção so- bre os valores a receber pela prestação de serviços, pois a única possibilidade da não retenção é o não recebimento, e se houver dúvida sobre o recebimento, tecnicamente, deve-se provisionar a expectativa de perda, ou seja, constituir a famosa provisão para créditos de liquidação duvidosa – indedutível para fins fiscais. Mas o direito ao crédito somente existirá se ocorrer um evento subse- quente: o pagamento com a retenção.

Pode-se argumentar que os valores a receber pela prestação de serviços não vão se efetivar plenamente, pois uma parcela será retida na fonte por conta das contribuições. Para solucionar esse impasse, é possível efetuar o registro dos valores a receber líquido das retenções e registrar o valor das contribuições em uma conta transitória, até que o direito ao crédito seja consumado. Todavia, essa prática tornará o controle complexo e dispendioso.

Se levarmos em conta que a retenção poderá ser compensada com os valores devidos, a condição de ativo dos valores a receber não será perdida, pois os valores retidos reduzirão o montante a pagar das contribuições. Logo, não haverá prejuízo relevante de informação com a manutenção dos valores a receber pelos montantes brutos.

Alertamos que o registro da retenção como ativo, por ocasião da emissão da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, poderá levar o contribuinte ao erro de aproveitamento do crédito antes de adquirir esse direito.

6. Retenção do Imposto de Renda

A incidência do Imposto de Renda Retido na Fonte à alíquotas de 1% ou de 1,5% sobre os serviços prestados ou mediante a aplicação da tabela progressiva tem como fato gerador o crédito ou o pagamento dos serviços.

Haja vista as considerações feitas com relação ao momento do reconhecimento da retenção das contribuições, o fato de a

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Junho

legislação fiscal prever a possibilidade da retenção com base no crédito, assim considerado o registro contábil da fatura do presta- dor de serviços na contabilidade do tomador dos serviços, a linha de definição do momento para o registro continua sendo muito tênue, pois o tomador dos serviços não terá conhecimento formal do momento do crédito reconhecido pelo tomador dos serviços, ficando assim muito pouco provável que possa fazer o registro com segurança por ocasião do faturamento.

Junte-se a isso a possibilidade de o tomador dos serviços

não estar obrigado à manutenção da escrituração fiscal completa

e utilizar-se de livro Caixa.

Portanto, novamente o momento mais seguro e adequado para o reconhecimento do direito à compensação do valor retido na fonte é o do efetivo pagamento do título pelo tomador dos serviços, pelo valor líquido da retenção.

Dessa forma, os procedimentos para registro das contribuições aplicam-se perfeitamente ao Imposto de Renda Retido na Fonte.

7. Compensação com os Valores Devidos

O registro da compensação dos valores do Imposto de Renda

e das Contribuições retidos na fonte com os montantes devidos dos

respectivos tributos se dará por meio da transferência do saldo das contas do subgrupo de “Impostos e Contribuições a Recuperar ou

a Compensar”, do ativo circulante, com as contas de “Impostos e Contribuições a Recolher”, do passivo circulante.

8. Exemplo

Admitamos que a empresa prestadora de serviços de se- gurança Olha Tudo Ltda., no dia 31/10/2013 tenha emitido uma nota fiscal de prestação de serviços no valor de R$ 20.000,00 contra o cliente “A”, cujo vencimento está previsto para o dia

15/11/2013.

Sobre os R$ 20.0000,00 incidem os seguintes impostos e contribuições, a serem retidos na fonte:

IRRF (1% de R$ 20.000,00)

R$

200,00

PIS/PASEP (0,65% de R$ 20.000,00)

R$

130,00

COFINS (3% de R$ 20.000,00)

R$

600,00

CSLL (1% de R$ 20.000,00)

R$

200,00

Total

R$ 1.130,00

8.1. Registro no prestador dos serviços

Em 31/10/2013, o registro da nota fiscal de prestação de serviços será:

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a semana

no prestador dos serviços Em 31/10/2013, o registro da nota fiscal de prestação de serviços será:

Manual de Procedimentos

CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Duplicatas a Receber (Ativo Circulante)

19.800,00

 

IRRF a Recuperar (Ativo Cir- culante)

200,00

 

Receita de Prestação de Serviços (Conta de Resultado)

 

20.000,00

Histórico: Valor referente a serviços de segurança prestados conforme

a

nota fiscal emitida.

Em 15/11/2013, o recebimento da duplicata será registrado da seguinte forma:

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante)

18.870,00

 

Impostos e Contribuições a Recolher (Ativo Circulante)

   

– PIS-PASEP

130,00

 

– COFINS

600,00

 

– CSLL

200,00

 

Duplicatas a Receber (Ativo Cir- culante)

 

19.800,00

Histórico: Valor referente ao recebimento.

 

Admitindo-se que os valores retidos na fonte serão compen- sados com os valores devidos no mês de novembro/2013, nas datas das compensações serão efetuados os registros a seguir:

a) Imposto de Renda, admitindo-se a compensação com o valor devido referente ao IRPJ a ser pago em 30/11/20/13:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Impostos e Contribuições a Reco- lher (Passivo Circulante)

   

Provisão para IRRF ou IRPJ a Recolher

200,00

 

Impostos e Contribuições a Re- cuperar (Ativo Circulante)

   

IRRF

 

200,00

Histórico:

Valor referente à compensação do IRRF sobre a nota

fiscal emitida.

b) Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) admitindo- se a compensação com o valor devido à CSLL a ser pago em 30/11/2013:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Impostos e Contribuições a Recolher (Passivo Circulante)

   

Provisão para CSRF ou CSLL a Recolher

200,00

 

Impostos e Contribuições a Recupe- rar (Ativo Circulante)

   

CSLL

 

200,00

Histórico: Valor referente à compensação da CSLL retida sobre a nota fiscal emitida.

compensação da CSLL retida sobre a nota fiscal emitida. Junho c) COFINS, admitindo-se a compensação com

Junho

c) COFINS, admitindo-se a compensação com o valor devido referente ao mês de novembro/2013, paga em 24/12/2013:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Impostos e Contribuições a Recolher (Passivo Circulante)

   

COFINS a Recolher

600,00

 

Impostos e Contribuições a Recupe- rar (Ativo Circulante)

   

COFINS

 

600,00

Histórico: Valor referente à compensação da COFINS retida sobre

a

nota fiscal emitida.

d) Contribuição PIS/PASEP, admitindo-se a compensação com o valor devido referente ao mês nobembro/2013, paga em

24/12/2013:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Impostos e Contribuições a Recolher (Passivo Circulante)

   

PIS-PASEP a Recolher

130,00

 

Impostos e Contribuições a Re- cuperar (Ativo Circulante)

   

PIS-PASEP

 

130,00

Histórico: Valor referente à compensação do PIS-PASEP retido sobre

a

nota fiscal emitida.

8.2. Registro no tomador dos serviços

O tomador dos serviços, em 31/10/2013, ao receber a fatura da Olha Tudo Ltda., efetuará o seguinte registro:

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Despesas Operacionais (Conta de Resultado)

   

Serviços tomados de seguran- ça e vigilância

20.000,00

 

Fornecedores ou Contas a Pa- gar (Passivo Circulante)

 

20.000,00

Histórico: Valor referente a serviço prestado conforme nota fiscal emitida.

Admitindo-se que o registro contábil da nota fiscal do prestador dos serviços seja considerado o “crédito” fato gerador da retenção do IRRF, em 31/10/2013 efetua-se o seguinte lançamento:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Fornecedores ou Contas a Pagar (Passivo Circulante)

200,00

 

Impostos e Contribuições a Reco- lher (Passivo Circulante)

   

IRRF

 

200,00

Histórico: Valor referente ao IRRF sobre a nota fiscal emitida.

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a semana

N o

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

Manual de Procedimentos

Alternativamente, o registro da nota fiscal do prestador dos serviços pode ser feito da seguinte forma:

 

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Despesas Operacionais (Conta de Resultado)

   

Serviços tomados de segurança

20.000,00

 

e

vigilância

Fornecedores ou Contas a Pagar (Passivo Circulante)

 

19.800,00

Impostos e Contribuições a Reco- lher (Passivo Circulante)

   

IRRF

 

200,00

Histórico: Valor referente a serviço prestado conforme a nota fiscal emitida.

Até o último dia útil do segundo decêndio do mês subse- quente ao mês de ocorrência dos fatos geradores, neste caso o dia 20/11/2013, efetua-se o pagamento do IRRF, cujo registro contábil será o seguinte:

Vale-Pedágio

SUMÁRIO

1. Considerações Iniciais

2. Outros Apontamentos sobre o Vale-Pedágio

3. Tratamento Contábil no Embarcador

3.1. Registro contábil do vale-pedágio concedido

3.2. Contabilização do frete e do gasto com vale-pedágio

3.3. Exemplo

4. Tratamento Contábil na Transportadora

4.1. Registro contábil do vale-pedágio recebido

4.2. Por ocasião da utilização dos vales-pedágio no pagamento do pedágio

5. Transporte Fracionado

1. Considerações Iniciais

Antes de ser instituído o vale-pedágio, era de responsabilidade do transportador os gastos a título de pedágio e relacionados aos veículos de carga. Dessa forma, referidos gastos eram computados no preço do frete cobrado.

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Impostos e Contribuições a Reco- lher (Passivo Circulante)

   

IRRF

200,00

 

Disponibilidades (Ativo Circulante)

   

Caixa ou Bancos Conta Movi- mento

 

200,00

Histórico: Valor referente ao pagamento do IRRF sobre a nota fiscal.

Em 15/11/2013, em razão do pagamento ao prestador dos serviços, pelo valor líquido das retenções efetua-se o seguinte registro:

Contas Contábeis

Débito

Crédito

Fornecedores ou Contas a Pagar (Passivo Circulante)

19.800,00

 

Disponibilidades (Ativo Circulante)

   

Caixa ou Bancos Conta Mo- vimento

 

18.870,00

Impostos e Contribuições a Re- colher (Passivo Circulante)

   

– PIS-PASEP a Recolher

 

130,00

- Cofins a Recolher

 

600,00

- CSLL a Recolher

 

200,00

Histórico: Valor referente ao pagamento da nota fiscal.

Por intermédio da Lei nº 10.209/01 foi criado o instituto do vale-pedágio, de caráter obrigatório, onde a responsabilidade por seu pagamento foi transferida para o tomador dos serviços de transporte, e foi regulamentado pelo Decreto nº 3.525/00.

Destaca-se que o vale-pedágio foi criado para utilização efetiva de deslocamento de carga por meio do transporte rodoviário.

Neste estudo abordaremos os procedimentos contábeis apli- cáveis ao vale-pedágio nas pessoas jurídicas tomadoras de serviços de transporte e nas transportadoras.

2. Outros Apontamentos sobre o Vale-Pedágio

O vale-pedágio compreende a obrigação de antecipação ou

reembolso pelo embarcador ao transportador de quantia gasta com o pedágio para circulação da mercadoria entre a sua origem

e destino, sendo irrelevante o valor do frete.

A figura do embarcador é assumida pelo proprietário originário

da carga e contratante dos serviços de transporte rodoviário de carga.

Também equiparam-se ao embarcador:

a) o contratante do serviço de transporte rodoviário de carga, que não seja o proprietário originário da carga;

b) a empresa transportadora que subcontratar serviço de transporte de carga prestado por transportador

autônomo.

6 N o 25/14

Junho

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a semana

serviço de transporte de carga prestado por transportador • autônomo. 6 • N o 25/14 Junho

Manual de Procedimentos

CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

A antecipação da quantia gasta com pedágio ocorrerá no

caso de carga fechada. Para a modalidade de carga fracionada,

a obrigação do embarcador compreende apenas o reembolso daquela quantia.

Ainda há de se considerar que o vale-pedágio:

a) poderá ser representado por modelo próprio, adquirido das concessionárias de rodovias;

b) será sempre antecipado, salvo na hipótese de o transporte de carga fracionada ser realizado por empresa comercial de transporte rodoviário;

c) deverá apresentar o valor a que lhe é correspondente des- tacado em campo específico no documento comprobatório de embarque;

d) exige a entrega de contra-recibo pelo embarcador ao trans- portador, independentemente do destaque mencionado anteriormente.

3. Tratamento Contábil no Embarcador

A seguir, abordaremos os procedimentos contábeis do vale-

pedágio para a figura do embarcador.

3.1. Registro contábil do vale-pedágio concedido

Para o embarcador, os valores gastos a título de vale-pedágio terão o seguinte tratamento:

a) registro contábil em conta do Ativo Circulante de valores dispendidos na aquisição do vale-pedágio;

b) registro em Conta de Resultado daqueles valores, desde que efetivamente fornecidos ao transportador.

3.2. Contabilização do frete e do gasto com vale- pedágio

Mediante documento comprobatório do transporte emitido pelo transportador, a contabilização do frete dar-se-á a débito da conta a ele correspondente, em conformidade com a natureza do bem transportado (estoque, custo de ativo imobilizado, custo de produção ou despesa) em contrapartida a crédito da conta do Passivo Circulante que representa a obrigação de se pagar

o transportador.

Dessa forma, por ocasião do pagamento do frete, será de- bitada a conta do Passivo Circulante em contrapartida à conta de Disponibilidades que suportou o desembolso daquela quantia.

Disponibilidades que suportou o desembolso daquela quantia. Junho 3.3. Exemplo Uma determinada empresa comercial AB

Junho

3.3. Exemplo

Uma determinada empresa comercial AB adquiriu da conces- sionária rodoviária CD vales-pedágio no valor de R$ 3.000,00, para utilização no transporte de mercadorias, por transportador contratado.

Dessa forma, sugerimos os seguintes lançamentos contábeis:

pelo registro contábil da aquisição dos vales-pedágio pela empresa AB:

D

Vales-Pedágio (Ativo Circulante) R$ 3.000,00

C

Bancos Conta Movimento (Ativo Cir- culante)

R$ 3.000,00

Histórico: Aquisição de vale-pedágio conforme pagamento em che- que nº 001 do Banco BYB.

Consideremos ainda que a empresa AB entregou parte dos

vales-pedágio à empresa transportadora EF, no valor de R$ 300,00,

a ser utilizado no transporte rodoviário de mercadorias de seu de- pósito na cidade até o estabelecimento de seu cliente na cidade B, o que ensejou o seguinte lançamento contábil:

pelo registro contábil da entrega dos vales-pedágio pela empresa AB:

D

Despesas com vales-pedágio (Conta de Resultado)

R$ 300,00

C

Vales-Pedágio (Ativo Circulante)

R$ 300,00

Histórico: Despesas c/ vale-pedágio conforme comprovante.

Com a realização do serviço, a transportadora EF emitiu fatura de serviços no valor de R$ 800,00, com vencimento em 30 dias, cujo lançamento contábil na empresa AB é o seguinte:

pelo registro contábil da despesa com frete:

D

Despesas com Fretes (Conta de Re- sultado)

R$ 800,00

C

Contas a Pagar – Transportadora EF (Passivo Circulante)

R$ 800,00

Histórico: Despesas com frete conforme o Conhecimento de Trans- porte nº 23 da Transportadora EF.

Pelo vencimento da fatura, a empresa AB efetuou o pagamento e

o registrou contabilmente, conforme sugestão de lançamento a seguir:

pelo registro contábil do pagamento da fatura do frete:

D

Contas a Pagar – Transportadora EF (Passivo Circulante)

R$ 800,00

C

Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante)

R$ 800,00

Histórico: Pagamento do Conhecimento de Transporte nº 23 da Transportadora EF conforme cheque nº 012 do Banco BYB.

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a semana

N o

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CONTABILIDADE • ASSUNTOS DIVERSOS

e Legislação

Manual de Procedimentos

Nota Cenofisco:

Nos lançamentos contábeis anteriormente sugeridos foram desconsiderados os valores relativos ao ICMS sobre o serviço de transporte.

4. Tratamento Contábil na Transportadora

A seguir, abordaremos os procedimentos contábeis do vale- pedágio pela transportadora.

4.1. Registro contábil do vale-pedágio recebido

Para o transportador, os vales-pedágio recebidos do embarca- dor assumem a característica de adiantamento do cliente por conta de um gasto a ser incorrido na prestação de serviço.

Sob essa óptica, o registro inicial dos vales-pedágio recebidos ocorrerá em conta própria do Ativo Circulante em contrapartida à conta do Passivo Circulante.

Dessa forma, o registro contábil dos vales-pedágio recebidos em modelo próprio fornecido pelas concessionárias rodoviárias dar-se-á em conta específica que poderá ser intitulada de “Vales- Pedágio”.

No Passivo Circulante poderá ser mantida uma única conta que poderá ser designada de “Adiantamento de Clientes – Vales- Pedágio”.

4.2. Por ocasião da utilização dos vales-pedágio no pagamento do pedágio

Por ocasião da utilização dos vales-pedágio no pagamento do pedágio, será efetuado o seguinte registro contábil:

Exemplo

Com base nos dados fornecidos no subitem 3.3, abordaremos os registros contábeis da transportadora EF:

a) pelo registro contábil dos vales-pedágio:

D

C

Vales-Pedágio (Ativo Circulante)

Adiantamento de Clientes – Vales- Pedágio (Passivo Circulante)

R$ 300,00

R$ 300,00

Histórico: Valores recebidos de vale-pedágio da empresa AB.

Histórico: Valores recebidos de vale-pedágio da empresa AB.

Histórico: Valores recebidos de vale-pedágio da empresa AB.

8 N o 25/14

Junho

b) pelo registro contábil da utilização dos vales-pedágio:

D

C

Adiantamento de Clientes – Vales- Pedágio (Passivo Circulante)

Vales-Pedágio (Ativo Circulante)

R$ 300,00

R$ 300,00

Histórico: Utilização do vale-pedágio recebido da da empresa AB.
Histórico: Utilização do vale-pedágio recebido da da empresa AB.

Histórico: Utilização do vale-pedágio recebido da da empresa AB.

c) pelo registro contábil do faturamento do frete:

D

C

Clientes (Ativo Circulante)

Receita de Prestação de Serviços – Fretes (Conta de Resultado)

R$ 800,00

R$ 800,00

Histórico: Prestação de serviços de transporte conforme o Conhe- cimento de Transporte nº 23.
Histórico: Prestação de serviços de transporte conforme o Conhe- cimento de Transporte nº 23.

Histórico: Prestação de serviços de transporte conforme o Conhe- cimento de Transporte nº 23.

d) pelo registro contábil do recebimento do frete:

D

C

Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante)

Clientes (Ativo Circulante)

R$ 800,00

R$ 800,00

Histórico: Recebimento do Conhecimento de Transporte nº 23, con- forme cheque nº 12 do Banco
Histórico: Recebimento do Conhecimento de Transporte nº 23, con- forme cheque nº 12 do Banco

Histórico: Recebimento do Conhecimento de Transporte nº 23, con- forme cheque nº 12 do Banco BYB.

5. Transporte Fracionado

Na hipótese de transporte fracionado realizado por empre- sa comercial de transporte rodoviário, o rateio do vale-pedágio obrigatório:

a) ocorrerá por despacho, com destaque do valor a ele correspondente, pelo embarcador, no conhecimento para quitação, com inclusão do valor do frete a ser faturado. Dessa forma, verifica-se que não há qualquer antecipação do vale-pedágio;

b) será determinado com base na relação entre o peso e o volume de carga e o valor do pedágio entre a origem e o destino.

Dessa forma, concluímos que:

a) para o embarcador, o valor gasto com vale-pedágio corres- ponderá à uma complementação do valor do frete, sendo contabilizado na mesma conta em que for esse último; e

b) para a empresa transportadora, o valor com pedágio poderá ser inicialmente registrado em conta do Ativo representativa do crédito a receber dos clientes, que será baixada por ocasião do efetivo recebimento do frete em contrapartida á conta de débito de Caixa ou Bancos Conta Movimento pelo valor recebido a título de vale-pedágio.

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á conta de débito de Caixa ou Bancos Conta Movimento pelo valor recebido a título de

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LEGISLAÇÃO

A íntegra da legislação mencionada encontra-se disponível no Cenofisco BD On-line.

COMUNICADOS BACEN

Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR), do Período de 22/05/2014 a
Taxa Básica Financeira (TBF), Redutor (R) e Taxa Referencial (TR), do Período de 22/05/2014 a 28/05/2014
Sinopse: O Banco Central do Brasil, por meio dos Comunicados a seguir relacionados, divulgou a Taxa Básica Financeira (TBF), o
Redutor (R) e a Taxa Referencial (TR), relativos aos períodos mencionados:
Período
TBF (%)
Redutor (R)
TR (%)
Comunicados BACEN nºs
22/05/2014 a 22/06/2014
0,8214
1,0075
0,0709
25.888
23/05/2014 a 23/06/2014
0,7625
1,0074
0,0223
25.897
24/05/2014 a 24/06/2014
0,7720
1,0074
0,0318
25.903
25/05/2014 a 25/06/2014
0,8108
1,0075
0,0603
25.903
26/05/2014 a 26/06/2014
0,8600
1,0077
0,0893
25.903
27/05/2014 a 27/06/2014
0,8268
1,0071
0,1160
25.912
28/05/2014 a 28/06/2014
0,8464
1,0076
0,0857
25.919
Novo Telefone Suporte Técnico – Cenofisco (11) 3545-2919 Nossos profissionais continuam à sua disposição para
Novo Telefone
Suporte Técnico – Cenofisco
(11) 3545-2919
Nossos profissionais continuam à sua disposição para esclarecer qualquer dúvida sobre instalação e operação dos
produtos eletrônicos Cenofisco.
Atendimento de 2ª a 6ª feira, das 8h30 às 18h.
“TIPI” A Tabela de Incidência do IPI – “TIPI Cenofisco” – é um produto que
“TIPI”
A Tabela de Incidência do IPI – “TIPI Cenofisco” – é um produto que permite a obtenção confiável das classifica-
ções fiscais de cada produto (NCM e NBM/SH) e das alíquotas de incidência do imposto federal sobre produtos
industrializados, de modo prático e rápido.
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25/14 • 9

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Procedimentos

CENO FISCO

Diretoria

Diretor Administrativo: Caio Sérgio Serra Diretor Comercial: Miller de Almeida Diretora Financeira: Marlene Imhoff Diretor Jurídico e Conselheiro: Nelson Domingos Colete

Presidente do Conselho Administrativo: Antonio Carlos Medeiros Nunes

Equipe Técnica

Coordenadora Editorial: Sonia Teles Coordenador Consultoria: Sebastião Guedes de Araújo

IR e Contabilidade

Adriana da Silva Santos, Andréa do Carmo Oliveira, Carlos Alberto Silva, Elisabete de Oliveira Torres, Fauler Lanzo Pedrecca, Flavio Danelon, Gilmar Apolinário, João Carlos Ribeiro Martins, Juracy Francisco de Sousa, Kelly Ribeiro Bezerra, Lázaro Rosa da Silva, Luiz Henrique Moutinho, Terezinha Massambani, Valmir Bezerra de Brito, Vitor Anderson Rubio.

Trabalho e Previdência

Alexandre Matias Silva, Carolina Rodrigues, Claudia Garcia de Camargo Pedro, Elaine da Silveira Assis Matos, Jeronimo José Carvalho Barbosa, José Pereira Vicente, Juliane Baggio, Kelly Interlichia, Ligia Bianchi Gonçalves Simão, Lourival Fermino Leite, Márcia Cristina Pereira Barbosa, Maria Alexandra Franco, Nilceia A. Lima Gonzaga, Rita de Cássia da Silva, Rodrigo Domingues Napier, Rosânia de Lima Costa, Sandra Carrancho.

ICMS, IPI e ISS

Adriana Gomes Lemos Silva, Alessandra Pruano Ramos, Carina Gonçalves dos Santos, Carolina Aparecida Martins, Cleuza Marchi Teixeira, Elenice Dinardi, Erica Jolo Dalan, Gilmara Coelho Maia, Glaucia Cristina Peixoto, Glaydson Ricardo de Souza, Graziela Cristina da Silva, Herlon Nunes, Jorge Luiz de Almeida, Kelly Luciene dos Santos Fernandes, Klayton Teixeira Turrin, Leandro Tavares, Luzia Aparecida Bicalho, Márcia Cristina Borges, Márcia Iablonski, Marcos Ferreira Barros, Marianita Ribeiro Diniz, Márcio Romano, Priscila Dias Romeiro Gabriel, Rebeca Teixeira Pires, Ricardo Borges Lacerda, Robson Satiro de Almeida, Rodrigo Beluci Correia, Rodrigo Macedo, Ronoel Trevizoli Neves, Tatiane Sausen, Terezinha do Valle Adamo, Veronica Ferreira de Paula.

Comércio Exterior

Adriana Vieira Campos, Andrea Campos, Angelo Luiz Lunardi, Cristiane Guimarães Franco, Leide Rocha Alves, Reinaldo Sashihara, Rene Francisco de Assis, Samir Keedi, Vilma Aparecida Pereira, Washington Magela Costa e Wladymir Fabiano Alves.

Equipe de Produção Editorial

Diagramação:

Gutimberg Leme, Jonilson Lima Rios, Luiz Roberto de Paiva e Raimundo Brasileiro

Editoração Eletrônica: Ana Aparecida Pereira, Ana Cristina Mantovani Jorge, Andrea Virgilino de Andrade, Aparecida Beraldo Torres Gonçalves de Campos, Darcio Duarte de Oliveira, Doroty Shizue Nakagawa, Rafael Cogo, Ricardo Martins Abreu, Rodrigo Dias Cunha e Rosana de Campos Rosa.

Revisão:

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Lucro Real

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Brasília-DF

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