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PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE

ARQUITETURA

PROJECTO DE EXECUÇÃO

CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS

ÍNDICE REMISSIVO

ÍNDICE REMISSIVO

2

1. TRABALHOS PREPARATÓRIOS

6

PROTECÇÃO E SEGURANÇA DA OBRA PREPARAÇÃO DO TERRENO . ABATE DE ÁRVORES PREPARAÇÃO DO TERRENO . DESMATAÇÃO PREPARAÇÃO DO TERRENO . DESENRAIZAMENTO PREPARAÇÃO DO TERRENO . LIMPEZA GERAL E DECAPAGEM DEMOLIÇÕES DEMOLIÇÕES. TRANSPORTE DE RECUPERÁVEIS E SOBRANTES

6

7

9

10

11

13

14

2. MOVIMENTOS DE TERRAS

15

ESCAVAÇÕES ATERROS REGULARIZAÇÃO DE TALUDES REMOÇÃO E TRANSPORTE

ESCAVAÇÕES ATERROS REGULARIZAÇÃO DE TALUDES REMOÇÃO E TRANSPORTE
ESCAVAÇÕES ATERROS REGULARIZAÇÃO DE TALUDES REMOÇÃO E TRANSPORTE
ESCAVAÇÕES ATERROS REGULARIZAÇÃO DE TALUDES REMOÇÃO E TRANSPORTE

15

18

20

22

3. REVESTIMENTO DE PAREDES EXTERIORES

23

FACHADA VENTILADA DE PAINÉIS DE RESINAS FENÓLICAS TERMOENDURECÍVEIS FIXAS COM ADESIVO ESTRUTURAL ELÁSTICO A UMA SUBESTRUTURA DE PERFILARIA DE ALUMÍNIO

23

ISOLAMENTO TÉRMICO

27

PROTECÇÃO E PINTURA DE ELEMENTOS METÁLICOS

28

IMPERMEABILIZAÇÃO DE PAREDES ENTERRADAS

31

4. COBERTURAS

33

COBERTURA PLANA COM REVESTIMENTO EM CAMADA DE SEIXO ROLADO, BASE DRENANTE E IMPERMEABILIZANTE

33

PAINÉIS COMPÓSITOS DE ESPUMA DE POLIURETANO REVESTIDO A FOLHA DE ALUMÍNIO E PERFIS DE COBERTURA GALVANIZADOS, TIPO “HAIRONVILLE” OU EQUIVALENTE

35

LAJETAS E PEÇAS DE REMATE EM BETÃO PRÉ-MOLDADAS EM OBRA

37

TUBO “LADRÃO” EM CHAPA GALVANIZADA

39

CHAMINÉS DE VENTILAÇÃO

40

5. REVESTIMENTO DE PAVIMENTOS INTERIORES

41

PARQUET INDUSTRIAL DE MADEIRA DE EUCALIPTO APLICADA AO CUTELO

41

MASSA EPOX COLORIDA FINA AUTONIVELANTE PARA PAVIMENTOS, DE ACABAMENTO ANTI- DERRAPANTE

44

LAJETAS DE PEDRA DE “LAVOURA” DA REGIÃO

46

BETONILHA DE CIMENTO AFAGADA

47

MOSAICO HIDRÁULICO TIPO “SOMOR HIDRALSTONE” SÉRIE CRISTAL REF.ª NEVADA 40X40X1,9

CM

OU EQUIVALENTE

48

MOSAICO HIDRÁULICO TIPO “SOMOR HIDRALSTONE” SÉRIE RÚSTICOS REF.ª 01.13.20 PITONADO 40X40X1,8 CM OU EQUIVALENTE

50

DE PEDREIRA DA REGIÃO

52

RODAPÉ EM AÇO GALVANIZADO TERMOLACADO TEXTURADO

53

SOLEIRAS EM BETÃO PRÉ-MOLDADAS EM OBRA

54

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

PAVIMENTO DESPORTIVO EM RÉGUAS DE MADEIRA DE “GARAPÁ” TIPO "MONDOELASTIC SOLID

56

SOALHO EM RÉGUAS DE MADEIRA DE “GARAPÁ” TIPO "MONDO FLOORING", OU EQUIVALENTE 58

INDOOR SPORT FLOORING", OU EQUIVALENTE

6. ALVENARIAS

60

ALVENARIA DE BLOCOS DE BETÃO EM PAREDES ELEVADAS

7. REVESTIMENTO DE PAREDES INTERIORES

60

62

PROTECÇÃO DE PAREDES COM IMPREGNAÇÃO REPELENTE DE ÁGUA, MONOCOMPONENTE, À BASE DE SILOXANOS TIPO “SIKAGARD – 700 S” OU EQUIVALENTE

62

ISOLAMENTO E PINTURA DE PAREDES COM PRIMÁRIO TIPO “ARMADURA” REF.ª 021-0004 E TINTA ANTI-FUNGOS PARA INTERIOR, TIPO “ROBBIOTEL AQUOSO” SÉRIE 025 DA ROBBIALAC, OU EQUIVALENTE

64

PAINEIS DE PARTÍCULAS DE CIMENTO CONSTITUÍDO POR 66% CIMENTO E 20% MADEIRA COM DENSIDADES DE 1350 KG/M3 TIPO “BRUTO BRANCO”, “BRUTO VERMELHO” E “BRUTO

CINZENTO” DA “VIROC” OU EQUIVALENTE, LISOS E OU PERFURADOS, ENVERNIZADOS

66

REVESTIMENTO DE PAREDES COM PLACAS DE GRÉS PORCELÂNICO

73

8. REVESTIMENTO DE TETOS

75

PROTEÇÃO DE TETOS COM IMPREGNAÇÃO REPELENTE DE ÁGUA, MONOCOMPONENTE, À BASE DE SILOXANOS TIPO “SIKAGARD – 700 S OU EQUIVALENTE

75

TETO FALSO EM PAINÉIS DE PARTÍCULAS DE CIMENTO CONSTITUÍDO POR 66% CIMENTO E 20% MADEIRA COM DENSIDADES DE 1350 KG/M3 TIPO “BRUTO BRANCO” E “BRUTO VERMELHO” DA “VIROC” OU EQUIVALENTE, LISOS E OU PERFURADOS, ENVERNIZADOS

77

TETO FALSO DE PAINÉIS COMPOSTOS POR FIBRAS DE MADEIRA PRENSADAS E MINERALIZADAS

COM CIMENTO BRANCO

81

TETO FALSO EM PAINÉIS DE GESSO LAMINADO PINTADO

83

TETO FALSO EM PLACAS DE TETO ACÚSTICO PERFURADO

86

PAINÉIS DE RESINAS FENÓLICAS TERMOENDURECÍVEIS FIXAS COM ADESIVO ESTRUTURAL ELÁSTICO A UMA SUBESTRUTURA DE PERFILARIA DE ALUMÍNIO

89

12. VÃOS EXTERIORES E INTERIORES

92

VÃOS DE JANELA E LANTERNINS HORIZONTAIS COM FOLHAS FIXAS E/OU MÓVEIS, EM PERFILADO DE SERRALHARIA DE ALUMÍNIO TERMOLACADO

92

PORTAS DUPLAS E SIMPLES DE BATENTE, EM LÂMINA DE ALUMINIO EXTRUDIDO TIPO “EXTRUSAL”, SÉRIE F.018 OU EQUIVALENTE

98

ESTORES DE TECIDO BLACKOUT ENROLÁVEIS

100

PORTAS DE BATENTE E DE CORRER METÁLICAS TIPO “PORSEG”, OU EQUIVALENTE

101

1.

PORTA DUPLA METÁLICA MULTIUSOS, PC30 E PC45 DE 2 FOLHAS, TIPO "PORSEG" SÉRIE

M

OU EQUIVALENTE

101

2.

PORTA METÁLICA MULTIUSOS DE QUATRO FOLHAS, TIPO "PORSEG" SÉRIE M OU

 

103

3.

PORTA METÁLICA MULTIUSOS DE DUAS FOLHAS + UMA, TIPO "PORSEG" SÉRIE M OU

 

104

4.

PORTA METÁLICA DE CORRER À FACE, TIPO "PORSEG" SÉRIE C16 OU

106

PORTAS DUPLAS E SIMPLES DE BATENTE, VAI-VEM E DE CORRER, EM AGLOMERADO DE PARTÍCULAS DE ALTA DENSIDADE E REVESTIMENTO EM CPL, TIPO “VICAIMA” OU EQUIVALENTE

108

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5. PORTA SIMPLES DE 1 FOLHA DE BATENTE PORTARO 35 TIPO ACÚSTICO AC400 LE DA

"VICAIMA", OU EQUIVALENTE

108

6.

PORTA DUPLA DE BATENTE PORTARO 35 TIPO ACÚSTICO AC400 LE DA "VICAIMA", OU

EQUIVALENTE

109

7.

PORTA PARA-CHAMAS DE 1 FOLHA DE BATENTE PORTARO LE CF30 DA "VICAIMA", OU

EQUIVALENTE

111

8. PORTA DE 1 FOLHA VAIVÉM LE DA "VICAIMA", OU EQUIVALENTE

112

9. PORTA DE CORRER ENCASTRADA, TIPO PORTARO DA "VICAIMA", OU EQUIVALENTE

114

10. PAINÉIS DE CORRER, TIPO

PORTARO DA "VICAIMA", OU EQUIVALENTE

115

PAINÉIS EM RESINAS FENÓLICAS E FERRAGEM EM AÇO INOXIDÁVEL

117

13. EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS SANITÁRIOS

119

APARELHOS SANITÁRIOS E TORNEIRARIA

119

ACESSÓRIOS DE APOIO

123

MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO FIXO

125

CONDIÇÕES GERAIS

125

FERRAGENS PARA MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO

127

ARMÁRIOS FIXOS COM PORTAS DE CORRER

128

BALCÃO DE

ATENDIMENTO

130

BANCADAS, ESTANTE E BENGALEIRO

132

MOBILIÁRIO DE BALNEÁRIO

134

14. SINALÉTICA

136

15. DIVERSOS

143

TAPETES EXTERIORES

143

COLUNA DE ALIMENTAÇÃO PARA SISTEMA DE CONTROLO DE ACESSOS

143

LIMPEZA FINAL DA OBRA

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PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

1. TRABALHOS PREPARATÓRIOS

PROTECÇÃO E SEGURANÇA DA OBRA

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Entende-se cada proteção como um todo, qualquer que seja o tipo de proteção utilizada, elegendo-se a unidade (Un).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos, materiais e fornecimentos necessários à proteção e segurança de construções no todo ou em parte, de obras de arte, da vegetação, de outros bens patrimoniais que não possam ser afetados pela execução das obras.

O trabalho será executado de acordo com as normas legais e com as precauções impostas pela segurança dos transeuntes, pessoal operário, construções vizinhas, vias, veículos, etc., e inclui:

1. O fornecimento e montagem ou execução das proteções;

2. A desmontagem ou demolição e remoção final das proteções;

3. A limpeza final, eliminando qualquer componente residual do sistema de proteção.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) O tipo de proteção a executar será o mais adequado a cada artigo, exigindo rigorosa definição no projeto;

b) Serão empregues meios de montagem das proteções que garantam a eficaz salvaguarda dos bens a proteger;

c) Em casos especiais, definidos no projeto, os trabalhos serão executados por pessoal especializado, competente e credenciado; (azulejaria, obras de arte, espécies vegetais classificadas, etc.)

d) Sempre que o valor patrimonial do bem a proteger exija meios especiais de proteção, será apresentada avaliação para efeitos do respetivo seguro.

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PREPARAÇÃO DO TERRENO . ABATE DE ÁRVORES

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Cada árvore será considerada como uma unidade (Un).

Cada artigo agrupará as árvores da mesma espécie com determinado diâmetro médio do tronco (medido à altura de 1,20m do solo).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos inerentes ao abate total ou parcial de árvores, sem que existam condições especiais quanto ao faseamento e processos de execução, transplante ou aproveitamento de produtos.

O trabalho será executado de acordo com as normas legais e com as precauções impostas pela segurança dos transeuntes, pessoal operário, construções vizinhas, vias, veículos, etc., e inclui:

1. A identificação e marcação das árvores a abater, caso se trate de abate parcial;

2. O abate propriamente dito e a desponta dos ramos;

3. A tarefa de torar, respetiva remoção e empilhamento;

4. A carga, transporte e descarga para parque e vazadouro;

5. O fornecimento e montagem dos meios auxiliares de segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) O abate será efetuado por meio de corte no tronco a uma altura média de 0,15m a partir do solo;

b) O corte será executado de forma a obter uma queda direccionalmente controlada;

c) O abate de árvores que, pelo seu porte ou localização, possam intercetar estradas ou caminhos, causar danos a construções ou quaisquer outros elementos a preservar, existentes na propriedade da obra ou em propriedades vizinhas, recorrerá a processos de trabalho que observem e tenham em conta tais condicionantes;

d) O tronco será despontado (desprovido de ramos) e torado (seccionado) segundo a dimensão indicada pelo Dono da Obra;

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e) Todos os produtos aproveitáveis, resultantes do abate, serão removidos e transportados pelo empreiteiro, para local indicado pelo Dono da Obra;

f) Os produtos não aproveitáveis, serão removidos para vazadouro do Empreiteiro.

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PREPARAÇÃO DO TERRENO . DESMATAÇÃO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ) de área em projecção horizontal.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos inerentes à limpeza total de elementos de natureza vegetal, tais como arbustos, sebes e árvores com diâmetro do tronco inferior a 0,10m (medido a 1,20m do solo).

O trabalho será executado de acordo com as normas legais e com as precauções impostas pela segurança dos transeuntes, pessoal operário, construções vizinhas, vias, veículos, etc., e inclui:

1. O corte das espécies vegetais;

2. A remoção, carga, transporte e descarga para vazadouro do empreiteiro;

3. O fornecimento e montagem dos meios auxiliares de segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) Os trabalhos serão executados de forma a deixar o terreno limpo de espécies vegetais;

b) O equipamento e métodos de trabalho terão em consideração a especificidade das condições locais;

c) A extinção da vegetação por queimada carece de autorização do Dono da Obra. Esta autorização, não isenta o empreiteiro da sua responsabilidade total em quaisquer acidentes pessoais ou danos causados a terceiros;

d) A utilização do fogo inclui a posterior limpeza do terreno, remoção e transporte de queimados a vazadouro do empreiteiro.

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PREPARAÇÃO DO TERRENO . DESENRAIZAMENTO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Cada raiz de árvore será considerada como uma unidade (Un).

Cada artigo agrupará raízes de árvores da mesma espécie.

As raízes de espécies várias não dominantes serão englobadas em artigo único e o trabalho quantificado por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à eliminação de raízes existentes no solo, resultantes da desmatação e abate de árvores, incluindo:

1. O arranque de raízes;

2. A remoção, carga, transporte e descarga para vazadouro do empreiteiro;

3. Quaisquer outros trabalhos para eliminação total de raízes;

4. O fornecimento e montagem dos meios auxiliares de segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) Os trabalhos serão executados de forma a deixar o terreno limpo de raízes, pelo que, de acordo com as espécies existentes será especificado em cada artigo o tipo de trabalho a executar;

b) O equipamento e métodos de trabalho terão em consideração a especificidade das condições locais no que refere às condições do relevo, do solo, das espécies existentes e da envolvente, natural ou edificada, a preservar.

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PREPARAÇÃO DO TERRENO . LIMPEZA GERAL E DECAPAGEM

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro cúbico (m 3 ). A medição é feita pela avaliação do volume de terras compreendidas entre a superfície do terreno, e a profundidade média da caixa do pavimento a remover ou de cerca de 0,30m no caso de terra vegetal.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Este artigo refere-se à remoção de pavimentos e decapagem de camada superficial de terra viva (terra vegetal), antes de se proceder à modelação profunda do terreno, qualquer que seja a natureza do terreno, desde terra vegetal a rocha muito dura, e qualquer que seja a natureza das demolições a efetuar.

O preço do artigo é fixado tendo em atenção a classificação e percentagem das várias espécies de terreno a escavar e das demolições a efetuar.

Encontram-se compreendidos nos preços referentes a este artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os seguintes:

1. Remoção de pavimentos, maciços rochosos e vegetação existente;

2. Decapagem de camada superficial de terra viva (terra vegetal), antes de se proceder à modelação profunda do terreno;

3. Compreende ainda o trabalho:

- A colocação de uma ou mais marcas de indicação de espessura a decapar;

- O transporte e empilhamento da terra viva, em montes, nos locais apropriados e à sombra;

- A cobertura desses montes com ramadas de vegetação, para proteção dos raios solares;

- Posterior transporte, colocação e espalhamento da terra viva, aos locais a plantar;

4. Transporte do produto das demolições a vazadouro.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) O Empreiteiro iniciará o trabalho pela colocação em local conveniente de uma ou mais marcas de nivelamento bem definida que auxiliem na remoção dos pavimentos e/ou marcação de 0,30m de altura para decapagem de terra vegetal;

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

b) Sempre que os materiais dos pavimentos o permitam, a remoção dos pavimentos deverá ser efetuada de modo a permitir o seu reaproveitamento;

c) Os materiais aproveitáveis dos pavimentos a remover são pertença do dono da obra que, eventualmente, os poderá ceder ao Empreiteiro;

d) À decapagem das terras vegetais segue-se o seu transporte e armazenamento em locais apropriados, situados a distâncias médias de 200m e onde não se verifique o atravessamento de veículos. Essas terras vegetais serão empilhadas em medas trapezoidais de altura não superior a 1,5m e com uma base de 3m, dispostas no sentido N-S em locais à sombra e cobertas com camadas de vegetação;

e) A terra vegetal não poderá ser mantida nessa situação mais de um mês, competindo ao Empreiteiro a sua gestão, com vista a preservar as suas características de fertilidade;

f) Após a modelação do terreno das áreas a plantar, deverá proceder-se de imediato ao espalhamento de terra viva, em camada com espessura mínima de 0,30m antes da plantação.

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DEMOLIÇÕES

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Entende-se a demolição como um todo, elegendo-se a unidade (Un).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos inerentes à demolição ou derrube total de edificações, SEM que existam condições especiais quanto ao local da obra, trabalhos preparatórios, faseamento, processos de execução ou aproveitamento de produtos da demolição.

O trabalho será executado de acordo com as normas legais e com as precauções impostas pela segurança dos transeuntes, pessoal operário, construções vizinhas, vias, veículos, etc., e inclui:

1. A montagem e desmontagem dos equipamentos de apoio (para execução da demolição), de segurança e de sinalização da obra;

2. O carregamento dos produtos em equipamento de transporte;

3. A limpeza do terreno, deixando-o livre de produtos demolidos.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) Antes de iniciados os trabalhos de demolição, os Dono da Obra garantirá a desocupação do local da obra e a criação de uma zona de proteção envolvente, para servir durante a execução dos trabalhos e entregará ao Empreiteiro os elementos cartografados referentes ao traçado das infraestruturas existentes no subsolo;

b) Serão empregues meios que garantam um desmantelamento ou derrube eficaz e controlado da construção até ao nível desejado;

c) O uso de explosivos exige autorização prévia do Dono da Obra, que a poderá condicionar à apresentação de garantias de execução por pessoal especializado, competente e credenciado. Esta autorização não isenta o Empreiteiro da sua responsabilidade total em quaisquer acidentes pessoais, ou danos causados na obra ou nas propriedades vizinhas.

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DEMOLIÇÕES. TRANSPORTE DE RECUPERÁVEIS E SOBRANTES

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Os entulhos serão medidos em volume (m³), os componentes a recuperar serão agrupados por tipos e dimensões e medidos por unidade (Un), referindo-se o seu peso, caso seja significativo.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos de transporte, descarga, espalhamento e compactação em vazadouro dos produtos de demolição, bem como o armazenamento dos produtos a recuperar e inclui:

1. transporte e descarga dos produtos de demolição;

2. seleção dos locais adequados para vazadouro e todos os encargos com indemnizações

O

A

e serviços;

3. instalação de acessos provisórios necessários, dentro e fora do estaleiro;

4. acondicionamento e armazenamento dos elementos a recuperar.

A

O

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos aqui descritos, mencionam-se como referência especial, as seguintes:

a) O transporte será efetuado no equipamento que melhor se adequar à natureza dos produtos e materiais, tendo em consideração a natureza e distância do percurso a efetuar;

b) O transporte e descarga dos componentes a recuperar será executado cuidadosamente, de forma a não lhes causar danos;

c) O armazenamento dos componentes será executado de forma cuidada e criteriosa, tomando em consideração o tipo de elemento e a sua relação com o conjunto;

d) Os produtos de demolição deverão ser removidos para fora do local da obra, nos prazos fixados nos respetivos capítulos;

e) São encargos do Empreiteiro as indemnizações e serviços de vazadouro.

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2. MOVIMENTOS DE TERRAS

ESCAVAÇÕES

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro cúbico, com base nos perfis do projeto.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Entende-se por TERRAPLANAGENS o conjunto de trabalhos de alteração da topografia geral do terreno. Os trabalhos de Escavação são agrupados de acordo com a natureza dos solos (brando/duro), ou com a relação entre cota a atingir e o nível freático (seco/submerso), encontrando-se incluídos todos os trabalhos e fornecimentos necessários à boa sua execução, salientando-se os que abaixo se indicam:

1. A implantação da área de intervenção e respetiva marcação de níveis e alinhamentos, de acordo com o projeto, bem como a sua manutenção;

2. O desmonte ou corte do terreno, remoção, carga, transporte e descarga nos locais a aterrar definidos no projeto;

3. A remoção, até uma distância máxima de 50m, dos terrenos em excesso ou não selecionados para aplicação nos aterros do projeto;

4. A execução e manutenção dos meios provisórios de acesso, segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) A Implantação e respetivas marcações será efetuada por pessoal de reconhecida competência para o efeito;

b) O Empreiteiro manterá o sistema de marcações e referências ao longo da execução da escavação, refazendo-o quando necessário;

c) O início dos trabalhos será precedido do reconhecimento local do traçado das infraestruturas existentes no subsolo, com base nos elementos cartografados fornecidos pelo Dono da Obra;

d) Durante a execução dos trabalhos o Empreiteiro garantirá os meios de proteção e sinalização adequados, face às condições locais da obra, suficientes e eficazes;

CARLOS ALMEIDA MARQUES Arquitectura e Urbanismo Lda.

Rua Dr. António Cândido, 6 – 3º Esq. 1050-076 Lisboa Tel. 0351 213 160 233 Fax. 0351 213 160 236 Email: geral@caam.com.pt

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

e) Os processos de execução serão os mais adequados, tomando em consideração a variação média das condições ambientais no local concreto da obra;

f) Os produtos da escavação Utilizáveis na obra serão aplicados nos locais definitivos, ou colocados em depósito em locais acordados com o Dono da Obra;

g) As remoções acessórias a trabalhos de escavação serão executadas de forma a salvaguardar a Seleção dos solos para aterro;

h) As Árvores existentes no terreno, cuja preservação se encontre prevista no projeto, são propriedade do Dono da Obra, não podendo ser cortadas ou abatidas sem sua autorização;

i) As escavações deverão ser executadas de forma que, após compactação (quando necessária), sejam atingidas as dimensões indicadas no projeto;

j) O Empreiteiro efetuará as operações de controlo que garantam uma execução rigorosa, sendo da sua responsabilidade todos os trabalhos de correção causados por desvios às cotas estabelecidas no projeto, excetuando as resultantes do desmonte de solos reconhecidamente impróprios;

k) Se a escavação ultrapassar as Dimensões indicadas no projeto ou nas alterações nele introduzidas com as tolerâncias admitidas em função da natureza dos terrenos, o empreiteiro será responsável pelos prejuízos daí resultantes, devendo corrigir à sua custa as zonas escavadas em excesso, usando materiais e processos aprovados pelo Dono da Obra;

l) A entivação e o escoramento das escavações serão estabelecidos de modo a impedir movimentos do terreno e a evitar acidentes às pessoas que circulam nas suas vizinhanças;

m) O Empreiteiro deverá proceder à Evacuação das Águas das escavações durante a execução dos trabalhos;

n) Quando necessário, a superfície da escavação deverá ser envolvida por dreno ou por valas que recolham as águas provenientes do exterior e as conduzam para local donde não possam retornar, nem prejudiquem os trabalhos;

o) Quando as características do terreno o tornem particularmente sensível à ação da intempérie, as fases intermédias do trabalho deverão ter em atenção a proteção geral da obra contra os danos daí resultantes;

p) Salvo indicação em contrário do Caderno de Encargos, os trabalhos de escavação abaixo do nível freático serão executados a seco, para o que o empreiteiro deverá recorrer a processos apropriados e aprovados pelo Dono da Obra. Consideram-se escavações a seco as que forem executadas sob uma camada de água inferior a 0,10m, e escavações debaixo de água as que são executadas sob uma camada de água superior a 0,10m;

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

q) Nas escavações para ensoleiramento geral, os materiais encontrados no fundo e suscetíveis de constituírem picos de maior rigidez, tais como afloramentos de rochas e de fundações, deverão ser removidos. As bolsadas de natureza mais compressível que o conjunto do fundo da escavação, deverão ser substituídas por material de compressibilidade análoga à do restante terreno, de modo a obter-se um fundo de compressibilidade uniforme;

r) A Superfície final de escavação, à cota do projeto, será devidamente regularizada;

s) A Aprovação dos trabalhos de escavação deverá ser efetuada pelo Dono da Obra, após vistoria, para verificação do seu traçado, dimensões e acabamento.

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

ATERROS

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro cúbico, com base nos perfis do projeto.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Entende-se por terraplanagens o conjunto de trabalhos de alteração da topografia geral do terreno.

Os trabalhos de aterro consistem no depósito e compactação de solos, por necessidade de elevação da cota do terreno natural, ou exigência de substituição de solos, encontrando-se incluídos todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os que abaixo se indicam:

1. A implantação da área de intervenção e respetiva marcação de níveis e alinhamentos, de acordo com o projeto, bem como a sua manutenção;

2. O espalhamento e compactação de solos até atingir as cotas do projeto;

3. A execução e manutenção dos meios provisórios de acesso, segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) A Implantação e respetivas marcações será efetuada por pessoal de reconhecida competência para o efeito;

b) O Empreiteiro manterá o sistema de marcações e referências ao longo da execução dos aterros, refazendo-o quando necessário;

c) Durante a execução dos trabalhos o empreiteiro garantirá os meios de proteção e de sinalização adequados, face às condições locais da obra, reconhecidamente suficientes e eficazes;

d) Os processos de execução serão os mais adequados, tomando em consideração a variação média das condições ambientais no local concreto da obra;

e) Os solos utilizados terão as características requeridas no projeto, sendo a sua aplicação sujeita à aprovação do Dono da Obra;

f) O espalhamento será efetuado por camadas cuja espessura garanta a eficácia dos meios de compactação;

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g) O Empreiteiro empregará os meios necessários à manutenção do teor de humidade do solo que assegure a agregação de partículas;

h) A Compactação será executada pelos equipamentos que melhor se ajustem à natureza do solo e garantam o grau de compactação exigido no projeto;

i) O Empreiteiro efetuará as operações de controlo que garantam uma execução rigorosa, sendo da sua responsabilidade todos os trabalhos de correção causados por desvios às cotas estabelecidas no projeto;

j) A Superfície FINAL do aterro, à cota do projeto, será devidamente regularizada;

k) A Aprovação dos trabalhos de aterro deverá ser efetuada pelo Dono da Obra, após vistoria, para verificação do seu traçado, dimensões e acabamento.

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REGULARIZAÇÃO DE TALUDES

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado, com base nos perfis do projecto.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Entende-se por TERRAPLANAGENS o conjunto de trabalhos de alteração da topografia geral do terreno.

Considera-se como trabalho à parte a regularização de taludes ocasionados por escavações e aterros, encontrando-se incluídos todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os que abaixo se indicam:

1.

A implantação da área de intervenção e respectiva marcação de níveis e alinhamentos, de acordo com o projeto, bem como a sua manutenção;

2.

O corte cuidadoso do terreno, com as inclinações desejadas;

3.

A perfeita regularização de superfícies inclinadas em talude;

4.

A remoção, carga, transporte e descarga nos locais a aterrar;

5.

A remoção, até à distância máxima de 50m, dos terrenos em excesso ou não selecionados para aterros do projeto;

6.

A

execução e manutenção dos meios provisórios de acesso, segurança e sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) A Implantação e respetivas marcações serão efetuadas por pessoal de reconhecida competência para o efeito;

b) O Empreiteiro manterá o sistema de marcações e referências ao longo da execução dos taludes, refazendo-o quando necessário;

c) As superfícies de taludes resultantes de escavação, serão regularizadas por desbaste cuidadoso do terreno, com equipamento que garanta um acabamento final regular e estável;

d) No caso de taludes resultantes de aterro, a sua superfície deverá apresentar-se regular

e com perfeita agregação de componentes do solo;

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e) Durante a execução dos trabalhos o Empreiteiro garantirá os meios de Proteção e de Sinalização adequados, face às condições locais de execução dos trabalhos, reconhecidamente suficientes e eficazes;

f) O Empreiteiro efetuará as operações de controlo que garantam uma execução rigorosa, sendo da sua responsabilidade todos os trabalhos de correção causados por desvios às cotas estabelecidas no projeto;

g) A Superfície final do talude, à cota do projeto, será devidamente regularizada;

h) A Aprovação dos trabalhos de regularização de taludes deverá ser efetuada pelo Dono da Obra, após vistoria, para verificação do seu traçado, dimensões e acabamento.

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REMOÇÃO E TRANSPORTE

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro cúbico de terra escavada, ou do volume a aterrar, com base nos perfis do projeto, com empolamento definido.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Entende-se por terraplanagens o conjunto de trabalhos de alteração da topografia geral do terreno. Os trabalhos de remoção e transporte consistem na carga, transporte e descarga de solos não utilizáveis, por inadequação ou excesso, dos locais de extração para vazadouro, bem como o fornecimento dos solos de empréstimo, encontrando-se incluídos todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os que abaixo se indicam:

1. A carga, transporte e descarga de terras;

2. A seleção dos locais para vazadouro ou empréstimo;

3. A instalação dos acessos provisórios necessários ao transporte de terras;

4. A execução e manutenção dos meios provisórios de segurança e de sinalização.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) O equipamento a utilizar não deve, pela sua forma, dimensões ou peso, provocar danos às obras em curso ou às construções existentes;

b) A passagem dos meios de transporte sobre os aterros executados em obra deve fazer- se, tanto quanto possível, usando percursos diferentes, de forma a uniformizar a compactação das zonas aterradas;

c) As descargas devem ser efetuadas de forma a facilitar o espalhamento por camadas;

d) As terras de empréstimo são previamente submetidas à aprovação do Dono da Obra;

e) Durante a execução dos trabalhos o Empreiteiro garantirá os meios de proteção e de sinalização adequados, face às condições locais de execução dos trabalhos, reconhecidamente suficientes e eficazes;

f) Os danos causados nas vias públicas, ou quaisquer outras responsabilidades perante terceiros, resultantes das operações de transporte, serão encargo do Empreiteiro;

g) As indemnizações e serviços de vazadouro constituem encargo do Empreiteiro.

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3. REVESTIMENTO DE PAREDES EXTERIORES

FACHADA

VENTILADA

DE

PAINÉIS

DE

RESINAS

FENÓLICAS

TERMOENDURECÍVEIS FIXAS COM ADESIVO ESTRUTURAL ELÁSTICO A UMA SUBESTRUTURA DE PERFILARIA DE ALUMÍNIO

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. O fornecimento, montagem e desmontagem dos andaimes necessários para a execução do trabalho;

2. O fornecimento e aplicação de painéis em resina fenólica tipo "Meteon" da "Trespa" ou equivalente, com 8mm espessura e na cor branca ref. A03.0.0/ST (a aferir em obra pela equipa projetista), com fixação oculta de sistema adesivo estrutural tipo "Tack Panel" da "Bostick" ou equivalente, com juntas horizontais e verticais abertas 8mm;

3. O fornecimento e aplicação da subestrutura metálica em alumínio: perfilaria em liga de alumínio, mediante perfis verticais "T" e "L" fixos através de esquadros de alumínio de 120mm, fixos à parede com bucha acrílica e parafuso zincado;

4. Os cortes e remates necessários.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) A fachada ventilada será executada segundo modulação nos planos de alçados de fachadas, sendo as placas fixadas mediante um sistema de adesivo estrutural elástico a uma subestrutura de perfilaria de alumínio;

b) A fachada é constituída pelos seguintes elementos construtivos:

1º. Revestimento exterior da fachada,

2º. Câmara-de-ar ventilada,

3º. Subestrutura portante de perfilaria de alumínio,

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4º. Isolamento térmico,

5º. Pano interior da fachada;

1.

REVESTIMENTO EXTERIOR DA FACHADA

c)

O Revestimento exterior da fachada é constituído por placas tipo “TRESPA METEON”, ou equivalente, com 8mm de espessura e na cor branca ref. A03.0.0/ST (a aferir em obra pela equipa projetista), segundo modulação definida nos planos de alçado de fachadas e detalhes construtivos;

d)

A placa tipo “TRESPA METEON” é uma placa plana e compacta produzida à base de resinas termoendurecidas, homogeneamente reforçadas com fibras de madeira com tratamento de superfície de cor denominado EBC (Electron Bean Curing), produto não melamínico, e propriedades anti graffiti durante toda a sua vida útil;

e)

As placas dispõem de uma superfície decorativa colorida integrada, resistente à radiação U.V., mediante um certificado de garantia. A sua resistência aos ultravioletas segundo Norma EN 438-29 e Ensaio FLORIDA não será inferior a grau 4-5 obtendo igual classificação na escala de cinzentos da norma ISO 105 A2 – Ensaio XENONTEST.

a.

Sistema de Fixação

a)

As placas tipo “TRESPA METEON”, ou equivalente, são fixadas à subestrutura por uma combinação de um sistema de adesivo estrutural elástico, tipo “TACK PANEL” da “Bostick” ou equivalente, e um mínimo de duas fixações mecânicas de segurança;

b)

As fixações mecânicas aplicam-se com rebites especiais para placas tipo “TRESPA METEON”. A cabeça dos mesmos é lacada na mesma cor das placas por um processo electro estático com pintura em pó de base poliéster;

c)

O comprimento do rebite é o adequado em função da espessura a rebitar;

d)

Em relação ao sistema de adesivo estrutural elástico, tipo “TACK PANEL”, devem-se seguir escrupulosamente as indicações do fabricante. Cabe destacar as seguintes normas de procedimento:

1º. As superfícies a aderir devem estar perfeitamente limpas e desengorduradas. Para tal, utiliza-se o produto de limpeza recomendado pelo fabricante;

2º. A perfilaria de alumínio deve ser ligeiramente lixada antes da sua limpeza;

3º. Imediatamente após a limpeza, procede-se ao tratamento das superfícies com a aplicação do primário específico para as superfícies a aderir;

4º. Sobre a perfilaria, uma vez seco o primário, aplica-se uma banda adesiva de dupla face com 3mm de espessura e um cordão contínuo de mástique de poliuretano mono componente, conforme indicação do fabricante do sistema adesivo.

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e)

A distância entre as bandas do sistema adesivo é ajustada às especificações nos planos de alçado de fachada. A título de orientação, cabe considerar como distâncias máximas as seguintes: para 2 bandas adesivas 600mm, e para 3 ou mais bandas adesivas

650mm;

f)

As fixações mecânicas de segurança devem permitir o movimento entre as placas e a subestrutura. Para tal, aplicam-se furos nas placas de maior diâmetro, com uma tolerância adequada para o movimento;

g)

As fixações devem fixar sem pressionar. Para tal, deve-se utilizar um acessório especial na rebitadora, para que seja esta a apoiar-se sobre a placa e não o rebite;

h)

Em nenhum caso são adequadas fixações com cabeça embebida, visto impedirem o movimento da placa. Também não devem ser utilizados parafusos de rosca de chapa.

b.

Juntas

a)

Independentemente da solução construtiva, as juntas entre placas devem igualmente ter em conta os movimentos. A largura mínima da junta é de 10 mm. Esta pode ser aberta para garantir uma melhor ventilação, ou fechada mediante sobreposição de meia – madeira mecanizada na placa. Caso se opte por juntas superiores, é conveniente contar com perfis de junta;

b)

No caso de se optar por juntas abertas, a fim de evitar alterações de textura entre as juntas horizontais e verticais, utilizar-se-ão perfis de junta anodizados de cor negra que sejam compatíveis com o primário do sistema adesivo.

c.

Esquinas, Cantos e Remates

c)

Os elementos de esquina e canto, bem como os remates de aberturas, coberturas, inícios de fachada, etc., ajustam-se às especificações dos detalhes construtivos;

d)

Deve-se ter especial atenção com as esquinas. Estas devem ser executadas segundo os desenhos de pormenor, fabricando a esquina previamente em oficina a partir da placa plana formando um ângulo reto, com abas não superiores a 300 mm, ou então com perfis curvos tipo “TRESPA METEON”, ou equivalente. Em caso de dúvida, pode-se aplicar em forma de "canto pilastra". Nesse caso, deve-se proceder ao seu reforço com um perfil angular na face posterior que será fixada com adesivo e, se possível, também com fixações mecânicas

2.

CÂMARA DE AR VENTILADA

a)

A câmara-de-ar que se encontra imediatamente por detrás da placa tipo “TRESPA METEON” deve estar ventilada por convecção natural ascendente. Isto realiza-se através de juntas abertas entre as placas bem como através de pontos individuais na fachada,

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tal como: inícios de fachada, ombreiras, peitoris de janela, remates de cobertura, etc. Devem-se ter em conta as especificações nos detalhes construtivos;

b)

É conveniente antecipar compartimentações verticais das câmaras a fim de evitar diferenças de pressão na câmara. Essas compartimentações devem ser colocadas perto das esquinas e nos panos da fachada;

c)

Mesmo assim, é conveniente interromper a câmara no sentido vertical a fim de evitar uma eventual propagação de fogo em caso de incêndio. Pode-se considerar uma compartimentação em cada 8 m ou em cada 2 pisos.

3.

SUBESTRUTURA DE PERFILARIA DE ALUMÍNIO

a)

A subestrutura de perfilaria de alumínio é composta por uma armação de perfis de alumínio extrudido, segundo os desenhos de pormenor;

b)

Os perfis devem estar perfeitamente alinhados e aprumados. Estes permanecem fixados a uma armação prévia ou então a esquadros metálicos com furos fixos e ovalizados, de forma a garantir o movimento adequado da subestrutura;

c)

Convém que os esquadros metálicos ou fixações em contacto direto com a subestrutura ou com as intempéries sejam de aço inoxidável, ou que estejam convenientemente protegidos a fim de evitar a sua oxidação;

d)

Convém coordenar a colocação dos pré-marcos como parte da subestrutura. Deve-se ter especial atenção quando a carpintaria está nivelada com a placa, particularmente no que se refere à impermeabilização das ombreiras. Considera-se que a melhor opção é que seja a mesma equipa a aplicar a fachada e a colocar os pré-marcos.

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ISOLAMENTO TÉRMICO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Por metro quadrado de superfície a isolar (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e aplicação de placas de isolamento térmico com 40mm de espessura em espuma rígida poliestireno extrudido tipo "Wallmate CW" da "Dow" ou equivalente, com espessura de acordo com os desenhos de pormenor do projeto;

2. A limpeza e preparação dos suportes de aplicação do material;

3. A aplicação do material isolante;

4. Os trabalhos acessórios, incluindo os cortes e remates necessários, colagens e ancoragens, quando for caso disso.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) A aplicação do material isolante será feita por processo adequado, especificado pelo fabricante, sendo apresentada antecipadamente ao Dono da Obra a documentação técnica de homologação do material a aplicar, certificada por laboratório credenciado;

b) O material isolante obedecerá às especificações do projeto e na aplicação serão respeitadas as regras impostas pelo fabricante, não sendo admissíveis soluções de aplicação diferentes das que constam dos respetivos documentos de homologação;

c) Serão previamente submetidos à apreciação do dono da obra com a antecedência adequada, amostras do material a aplicar bem como os respetivos documentos de homologação e de certificação;

d) Nos isolamentos por sobreposição de camadas, estas terão sempre as juntas desfasadas, para que nunca se verifique em ponto algum, a sobreposição das juntas.

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PROTECÇÃO E PINTURA DE ELEMENTOS METÁLICOS

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição, na generalidade, por metro quadrado (m 2 ).

Nos casos em que o perímetro pintado da secção não exceda 0,25m a medição será por metro linear (ml).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento das tintas, bases e isolamentos;

2. A preparação das superfícies a pintar, o seu isolamento apropriado e a aplicação dos necessários betumes de regularização;

3. A metalização de todos os elementos em ferro;

4. O fornecimento e aplicação do revestimento em Esmalte para Aplicação Direta Sobre a Ferrugem - Interior e Exterior, tipo “Hammerite” Série 042 da “Robbialac”, ou equivalente, Liso Meio-Brilho de cor Branco série. 042-0301, que constitui o acabamento final;

5. A aplicação da tinta, nas demãos necessárias, qualquer que seja a natureza da superfície sobre a qual é aplicada;

6. A execução das amostras necessárias para afinação da cor;

7. O acabamento final, incluindo raspagem, lixagem e todos os trabalhos acessórios descritos no projeto.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

1. GENÉRICAS:

a) As tintas serão laváveis, resistentes à ação das gorduras e dos detergentes usuais;

b) As superfícies serão previamente limpas e desengorduradas;

c) Todas as demãos serão dadas de modo a evitar estriações, resultando sempre um acabamento homogéneo;

d) Haverá cuidado especial em evitar que as tintas se engrossem nas arestas, molduras e rebaixos;

e) Nenhuma demão será aplicada sem que a precedente tenha secado convenientemente;

CARLOS ALMEIDA MARQUES Arquitectura e Urbanismo Lda.

Rua Dr. António Cândido, 6 – 3º Esq. 1050-076 Lisboa Tel. 0351 213 160 233 Fax. 0351 213 160 236 Email: geral@caam.com.pt

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f)

A seguir à aplicação do primário ou isolante, os defeitos das superfícies serão colmatados por meio de massas adequadas à qualidade da tinta, para que, após lixagem, fiquem corrigidas todas as imperfeições, antes de aplicar as demãos seguintes.

g)

Todos os componentes em ferro e em aço, designadamente, perfis, parafusos, redes, etc., serão metalizados. A metalização só será efetuada depois de se realizarem as soldaduras necessárias à execução e montagem da estrutura da pala;

h)

A metalização a zinco deve ser realizada em peças decapadas a jacto de areia e de acordo com as normas técnicas em vigor, tendo a camada de metalização uma espessura no mínimo de 0,8mm. No caso de a Fiscalização considerar que a agressividade do local é maior, poderá optar e exigir um reforço do grau de metalização mencionado.

i)

ESPECÍFICAS DA PINTURA A TINTA DE ESMALTE TEXTURADO

j)

A tinta a aplicar será própria para aplicação sobre ferro, resistente à intempérie e de qualidade homologada por laboratório credenciado;

k)

A

tinta deverá dar entrada na obra em embalagens de origem, e será na cor definida no

projeto, afinada após ensaio na obra;

l)

O esquema de aplicação dos produtos de base e da tinta, bem como as amostras e certificados de qualidade serão submetidos à aprovação da Fiscalização antes do início do trabalho;

m)

Em todas as superfícies a pintar, depois de bem limpas e sobre a metalização especificada no projeto, será aplicada uma demão de primário à base de cromato de zinco;

n)

Sobre o primário será aplicada subcapa apropriada, no mínimo de uma demão, de forma

a

obter uma cor uniforme e um perfeito reconhecimento das superfícies pintadas;

o)

As superfícies a esmaltar devem estar bem secas e limpas de gorduras, poeiras ou outras impurezas;

p)

O esmalte a aplicar será formulado com resinas de alta qualidade, pigmentos com boa solidez à luz e partículas de vidro termoendurecidas, possuindo um solvente que lhe permite uma secagem rápida, do tipo “Hammerite” Série 042 da “Robbialac”, ou equivalente. O acabamento final será Liso Meio-Brilho de cor Branco série. 042-0301;

q)

Para a sua aplicação sobre materiais ferrosos não é necessária nenhuma preparação específica, basta retirar a ferrugem solta com o auxílio de uma escova de aço e/ou lixa e desengordurar com um Diluente do tipo ref. 018-0011 da “Robbialac”, ou equivalente;

r)

Para a sua aplicação sobre materiais não ferrosos, será aplicado previamente o primário tipo “Self-Etching Primer Filler” ref.334-0070 da “Robbialac”, ou equivalente;

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s) A aplicação será efetuada à pistola, tendo em atenção o seguinte: Diluir com 15%, em volume, com o “Diluente para Hammerite”, ref. 018-0011 da “Robbialac”, ou equivalente;

t) Deve-se agitar a pistola antes e durante a aplicação, para obter uma perfeita homogeneização da cor;

u) Aplicar 3 a 4 camadas finas, a uma pressão de 2 a 3 atmosferas, com intervalos de 1 hora entre cada aplicação. A última demão deve ser suficientemente abundante para proporcionar um acabamento uniforme e brilhante.

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IMPERMEABILIZAÇÃO DE PAREDES ENTERRADAS

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. Fornecimento e aplicação do primário diluído (2/3 de emulsão e 1/3 de água) de emulsão betuminosa não iónica de aspeto pastoso, constituída por betumes e resinas tipo "Imperkote F" da "Imperalum" ou equivalente;

2. Fornecimento e aplicação de membrana betuminosa de impermeabilização armada com feltro de poliéster tipo "Polyster 40" da "Imperalum", ou equivalente;

3. Fornecimento e aplicação do isolamento térmico em poliestireno extrudido com 60mm de espessura tipo "Roofmate SL" da "Dow", ou equivalente, nas situações descritas no projeto;

4. Fornecimento e aplicação da camada drenante: lâmina granular em polietileno de alta densidade com manta geotêxtil incorporada tipo "Aquadrain Geo" da "Imperalum", ou equivalente;

5. Fornecimento e aplicação de caixa de brita, sem arestas;

6. Fornecimento e aplicação de tubo drenante para recolha de água, tipo “Imperdreno” da Imperalum, ou equivalente;

7. Fornecimento e aplicação de camada separadora em tecido de poliéster calandrado com gramagem de 250g/m2 tipo "Impersep 250" da "Imperalum", ou equivalente envolvendo a caixa de brita;

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) Os revestimentos devem ser aplicados sobre suportes secos, limpos e isolados de asperezas e ressaltos;

b) Antes da aplicação das membranas, a concordância da superfície da cobertura com os paramentos verticais deve ser arredondada ou chanfrada, de forma a permitir um ajustamento contínuo das membranas, sem dobragem em ângulo;

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c) Previamente à aplicação do revestimento de impermeabilização será aplicado o primário,

à razão de 250 g/m 2 , para aderência do sistema de impermeabilização ao suporte;

d) Sobre suportes fraccionados devem aplicar-se previamente bandas de dessolidarização ao longo das juntas com largura de 0,20m a 0,30m;

e) Os rolos devem ser desenrolados sem ficar sujeitos a tensões, e alinhados sobre o

suporte de modo a que a largura de sobreposição dos mesmos nas juntas longitudinais

e

transversais não seja inferior a 0,10m;

f) ligação das membranas entre si é feita por soldadura por meio de chama;

A

g) A camada drenante deve permitir o escoamento da água até aos dispositivos de evacuação;

h) Nas zonas de mudança de direção do muro, deverá ser considerada uma alheta de

15x15mm.

i) A lâmina granular em polietileno de alta densidade com manta geotêxtil incorporada será fixa mecanicamente apenas acima do nível do terreno, de forma a garantir a estanquidade do sistema.

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4.

COBERTURAS

COBERTURA PLANA COM REVESTIMENTO EM CAMADA DE SEIXO ROLADO, BASE DRENANTE E IMPERMEABILIZANTE

I – CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e aplicação da camada de forma em betão leve tipo “Leca Granulado” 20/30mm ou equivalente;

2. Fornecimento e aplicação do primário diluído (2/3 de emulsão e 1/3 de água) de emulsão betuminosa não iónica de aspeto pastoso, constituída por betumes e resinas tipo "Imperkote F" da "Imperalum" ou equivalente;

3. Fornecimento e aplicação de membrana betuminosa de impermeabilização armada com feltro de fibra de vidro tipo "Polyplas 30" da "Imperalum", ou equivalente;

4. Fornecimento e aplicação de membrana betuminosa de impermeabilização armada com feltro de poliéster e auto-protegida na face superior com granulado de xisto, tipo "Polyxis R50C" da "Imperalum", ou equivalente

5. Fornecimento e aplicação do isolamento térmico e acústico em poliestireno extrudido com 60mm de espessura tipo "Roofmate SL" da "Dow", ou equivalente (a confirmar pelas especialidades);

6. Fornecimento e aplicação da camada drenante: lâmina granular em polietileno de alta densidade tipo "Isola Platon 25" da "Imperalum", ou equivalente;

7. Fornecimento e aplicação da camada separadora em tecido de poliéster calandrado com gramagem de 250g/m 2 tipo "Impersep 250" da "Imperalum", ou equivalente;

8. Fornecimento de camada de seixo rolado de Morano extra, sem arestas, com diâmetro de referência de 3 a 5 cm;

9. Todos os cortes e remates necessários à sua boa execução.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) Os revestimentos devem ser aplicados sobre suportes secos, limpos e isolados de asperezas e ressaltos;

b) Antes da aplicação das membranas, a concordância da superfície da cobertura com os paramentos verticais deve ser arredondada ou chanfrada, de forma a permitir um ajustamento contínuo das membranas, sem dobragem em ângulo;

c) Previamente à aplicação do revestimento de impermeabilização será aplicado o primário,

à razão de 250 g/m 2 , para aderência do sistema de impermeabilização ao suporte;

d) Sobre suportes fraccionados devem aplicar-se previamente bandas de dessolidarização ao longo das juntas com largura de 0,20m a 0,30m;

e) Os rolos devem ser desenrolados sem ficar sujeitos a tensões, e alinhados sobre o

suporte de modo a que a largura de sobreposição dos mesmos nas juntas longitudinais

e

transversais não seja inferior a 0,10m;

f) ligação das membranas entre si é feita por soldadura por meio de chama;

A

g) A camada drenante deve permitir o escoamento da água até aos dispositivos de evacuação;

h) A gravilha a utilizar nas coberturas planas, será de Morano rolado e formado sem arestas e com uma secção entre 3 a 5 cm;

i) Nas zonas de mudança de direção do muro, deverá ser considerada uma alheta de

15x15mm.

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PAINÉIS

COMPÓSITOS

DE

ESPUMA

DE

POLIURETANO

REVESTIDO

A

FOLHA DE ALUMÍNIO E PERFIS DE COBERTURA GALVANIZADOS, TIPO “HAIRONVILLE” OU EQUIVALENTE

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ) das áreas reais a revestir.

Medição por metro linear (ml) em cumeeiras, rincões, larós, beirados que constituam trabalho distinto do restante revestimento.

Medição por unidade (un) de passadeira, ventilador ou outras.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e aplicação de isolam. térmico em painel compósito de espuma de poliuretano revestido a folha de alumínio tipo "Hairisol 1000 c" da "Arcelor - Haironville Portugal", ou equivalente, e=50mm, e acabamento "Hairplus 25" de cor branco RAL 9010. Aplicação de acordo com o sistema e indicações dos desenhos de pormenor do projeto.

2. Cobertura dupla composta pelo perfil interior tipo "11.100.8B" da "Haironville" ou equivalente, e=0,75mm, galvanizado, manta de lã de rocha com 70kg/m³ de densidade e=50m, e perfil exterior tipo "4.250.35t" da "Haironville" ou equivalente, e=0,50mm, lacado tipo "Hairexcel granite 60" na cor branco 6880 ou equivalente. Aplicação de acordo com o sistema e indicações dos desenhos de pormenor do projeto.

3. Cumeeira dupla : superior curva por quinagem, inferior ref. At sf1do tipo Haironville ou equivalente. Aplicação de acordo com o sistema e indicações dos desenhos de pormenor do projecto.

4. Perfil de cobertura tipo "4.250.35T" e=0,75mm, galvanizado, da"Haironville"ou equivalente, assente sobre perfil metálico IPE 140 em ferro metalizado e pintado na cor branco RAL 9010. Aplicação de acordo com o sistema e indicações dos desenhos de pormenor do projeto.

5. O fornecimento e aplicação dos respetivos acessórios do sistema;

6. A montagem de estrados e guardas de segurança necessários;

7. A execução dos trabalhos preparatórios, incluindo limpeza de detritos e materiais sobrantes depositados na estrutura de suporte;

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8. O assentamento da chapa incluindo os cortes e remates necessários e a aplicação dos respectivos acessórios;

9. Os apoios de serralheiro e de picheleiro necessários, em complemento das respetivas obras, durante a operação de aplicação das chapas;

10. A limpeza final dos telhados, respectivas caleiras e terraços, de detritos e materiais sobrantes.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) Os parafusos e acessórios de fixação das chapas serão de qualidade certificada pelo fabricante e homologados por laboratório credenciado;

b) Nos remates com paredes guarda-fogo, caleiras e nos larós, serão utilizados rufos, abas, saias e fraldas em chapa de zinco nº 12 ou folha de chumbo de 1,5mm que garantam a perfeita estanquicidade das coberturas.

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LAJETAS E PEÇAS DE REMATE EM BETÃO PRÉ-MOLDADAS EM OBRA

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro linear (ml) de peças de remate de platibandas.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e aplicação da camada de forma em betão leve tipo “Leca Granulado” 20/30mm ou equivalente;

2. Fornecimento e aplicação do primário diluído (2/3 de emulsão e 1/3 de água) de emulsão betuminosa não iónica de aspecto pastoso, constituída por betumes e resinas tipo "Imperkote F" da "Imperalum" ou equivalente;

3. Fornecimento e aplicação de membrana betuminosa de impermeabilização armada com feltro de fibra de vidro tipo "Polyplas 30" da "Imperalum", ou equivalente;

4. Fornecimento e aplicação de membrana betuminosa de impermeabilização armada com feltro de poliéster e auto-protegida na face superior com granulado de xisto, tipo "Polyxis R50C" da "Imperalum", ou equivalente;

5. O fornecimento e aplicação de lajetas e peças de remate de platibandas em betão moldado em obra, com 4cm de espessura e geometria variável de acordo com os desenhos e peças do projecto;

6. O fornecimento e aplicação de cordão de colagem e selagem, nas lajetas e quando aplicável, tipo “Sikaflex 11 FC”, com aplicação de primário tipo "Sika Primer 3N" nas zonas de colagem

7. Fornecimento e aplicação, em duas demãos, de acabamento a pintura a tinta incolor hidro-repelente hidrófuga tipo Sikagard-700 S ou equivalente, sobre betão à vista

8. Lavagem do pavimento.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As lajetas serão em betão pré-moldado em obra, com dimensões e formato segundo o indicado nos desenhos de pormenor;

b) A composição do betão será de acordo com o projecto de estabilidade;

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c) A Fiscalização poderá mandar proceder, a expensas do Empreiteiro, aos ensaios necessários antes de proceder à aprovação do produto;

d) Para a fabricação das lajetas e peças de remate, sobre o massame de betão estende-se um estrado uniforme de argamassa composta por cimento e areia, na dosagem de 150Kg de cimento por m 3 de areia, devendo ser bem nivelado e compactado, de forma a obter um acabamento superficial totalmente liso;

e) Na aplicação das lajetas deverão ser tomados todos os cuidados necessários a uma execução perfeita dos trabalhos nomeadamente no assentamento, preenchimento de juntas e remoção dos excessos de argamassa;

f) Em função das dimensões da peça a colar deve ser prevista a aplicação de cordões contínuos que se repetem de 10 em 10cm;

g) As áreas de betão correspondentes à colagem devem ser previamente impregnadas com primário tipo"Sika Primer 3N" ou equivalente (soleiras e superfície de assentamento);

h) Os cordões devem corresponder à aplicação média não inferior a 100ml/m tipo “Sikaflex 11 FC” ou equivalente (sugere-se; corte triangular do bico com 15cm);

i) A estereotomia, estereometria e pendentes das lajetas terão inclinações de acordo com as peças desenhadas do projecto;

j) Nos remates do pavimento serão tomados todos os cuidados para uma execução perfeita, sempre de acordo com os detalhes do projecto;

k) Para aplicação do acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente, a base deve apresentar-se isenta de poeiras, óleo, eflorescências e qualquer revestimento ou pintura;

l) A limpeza da superfície deverá ser efectuada através de escovagem e lavagem com detergente neutro. Em alternativa poderá efectuar-se uma lavagem com jacto de água ou de vapor. Os melhores resultados obtêm-se quando a aplicação é efectuada sobre superfícies secas e bem absorventes;

m) O acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente é fornecido pronto a aplicar e não deve ser diluído. Será aplicado com um pulverizador de baixa pressão, pincel ou rolo. A aplicação é efectuada de cima para baixo, tendo o cuidado de não deixar o produto escorrer. Camadas sucessivas devem ser aplicadas “fresco sobre fresco” Aplicar a segunda camada enquanto a primeira ainda se encontra fresca (método fresco sobre fresco”);

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TUBO “LADRÃO” EM CHAPA GALVANIZADA

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por unidade.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e assentamento de tubo "ladrão" para escoamento de águas em chapa galvanizada, 40mm, nas quantidades e qualidade indicadas no mapa de quantidades e respetivos desenhos de pormenor.

2. Todos os remates e selantes necessários, designadamente de ligação à cobertura, de forma a garantir a perfeita estanquidade.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) O tubo “ladrão” fará parte integrante do presente fornecimento e montagem, devendo a sua constituição resistir a choques térmicos, à dilatação, ataques químicos e abrasão.

b) O tubo “ladrão” deverá garantir o conveniente escoamento de águas das coberturas.

c) Deverão ser selado com silicone resistente à radiação U.V., conforme desenho de pormenor, em coberturas.

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CHAMINÉS DE VENTILAÇÃO

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por unidade.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e aplicação de chaminé tubular em aço inox, conforme desenho de pormenor.

2. Todos os remates necessários, designadamente de ligação à cobertura, de forma a garantir a perfeita estanquidade.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) A chaminé de exaustão fará parte integrante do presente fornecimento e montagem, devendo a sua constituição interior resistir a choques térmicos, à dilatação, ataques químicos e abrasão.

b) A chaminé deverá garantir a conveniente velocidade de saída dos gases, adequada difusão dos mesmos na atmosfera e consequente dispersão das partículas sólidas neles contidas.

c) A chaminé deverá ser dotada com furos, para a realização de medidas periódicas da concentração de poluentes atmosféricos nos gases de exaustão.

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5. REVESTIMENTO DE PAVIMENTOS INTERIORES

Na passagem de um material para outro diferente, deverá ser considerada uma junta de dilatação, conforme desenhos de pormenor.

PARQUET INDUSTRIAL DE MADEIRA DE EUCALIPTO APLICADA AO CUTELO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ) de superfície a revestir.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento de parquete em madeira de Eucalipto, de produção industrial com identificação de origem e qualidade certificada, do tipo “Parquet Industrial” da “Lusoparquete” ou equivalente, formado por lamelas de sobras de parquet ao cutelo, cintadas em atados;

2. O fornecimento do adesivo epoxi-poliuretânico bicomponente para pavimentos de madeira tipo “Ultrabond” ref. P902 2K ou equivalente;

3. O fornecimento do verniz de poliuretano aquoso bicomponente tipo “BonaTech Traffic” da “Bona” ou equivalente;

4. O assentamento do parquete;

5. A raspagem e lixagem mecânica;

6. A aplicação de remates e mata-juntas, referidos no projecto;

7. O acabamento final dos pavimentos, descrito no projecto.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO Entre as condições a que devem obedecer os trabalhos referidos neste artigo, mencionam- se, como referência especial, as seguintes:

a) Os tacos ou parquete serão aplicados sobre betonilha desempenada, afagada e bem seca, sendo previamente apresentadas amostras para aprovação da fiscalização, acompanhadas dos documentos de homologação, certificação e identificação de origem, devendo apresentar as seguintes características:

Características

Dimensões

Tolerâncias

Dimensionais

(mm)

(mm)

Comprimento

305

+/- 2mm

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Largura

305

+/- 2mm

Espessura

20/22

+/- 0,2mm

b) As placas devem ficar armazenadas pelo menos durante 48 horas antes da aplicação, à temperatura ambiente, para uma melhor estabilização;

c) A aplicação deve ser efectuada em ambientes com 20 (+/-2) ºC de temperatura e de humidade relativa entre os 60 (+/-5) %;

d) A superfície deverá estar seca, lisa e regular, mas não vidrada, bem limpa de poeiras, de restos de tintas ou substâncias que impeçam uma boa ancoragem da cola;

e) Os desníveis superiores a 2mm por metro devem ser regularizados com massa. Em todos os solos minerais, de betão, cimento, etc., será necessário fazer uma análise à humidade residual. Nunca aplicar as placas se a humidade for superior a 2,5% para uma área em cimento;

f) As colas a empregar serão do tipo adesivo epoxi-poliuretânico bicomponente para pavimentos de madeira “Ultrabond” ref. P902 2K ou equivalente, sendo antecipadamente apresentados para aprovação da fiscalização os documentos de homologação ou certificação emitidos por laboratório oficialmente reconhecido;

g) A cola será preparada pela mistura do componente A, de cor bege ou castanha, com o componente B, de cor cinza-esverdeado, com a seguinte relação de pintura: Comp. A - Comp. B = 90 – 10, com um tempo de vida da mistura de aprox. 60 a 70 minutos;

h) A cola será aplicada com espátula dentada, com um rendimento médio de 1000 a

1500g/m2;

i) Respeitar-se-á a disposição do parquete definida no projecto, exigindo-se a realização de ensaio na obra;

j) Após a colocação, que deverá ficar bem executada e com juntas uniformes, será efectuada a raspagem e lixagem, efectuada no mínimo 3 dias após a colagem;

k) Efectuar uma primeira lixagem com um grão de lixa capaz de desgastar as irregularidades do pavimento;

l) Após a operação de lixagem, todas as peças soltas serão substituídas;

m) Proceder a uma boa betumação, utilizando sempre que possível o serrim da primeira lixagem juntamente com um ligante adequado;

n) Proceder à segunda lixagem com um grão de lixa capaz de atenuar os riscos deixados pela primeira lixagem;

o) Aplicar a primeira demão de verniz;

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p) Para a preparação do verniz, adicionar 10% do diluente tipo “Reticulante BonaTech Traffic” ou equivalente. A mistura deverá ser agitada durante um mínimo de 15 segundos, a aplicar-se com rolo durante as 5 horas seguintes;

q) O verniz tem um tempo de secagem mínimo de 3/4 horas à temperatura normal (20ºC e 60%HR). Pode-se aplicar nova demão de verniz 8 horas após a demão precedente;

r) Proceder à terceira lixagem com um grão de lixa capaz de atenuar os riscos deixados pela segunda lixagem;

s) Aplicar a segunda demão de verniz;

t) Proceder ao despolimento da segunda demão de verniz, com recurso a máquinas com lixas próprias para efeito, que deverá ser executada com bastante perfeição;

u) O trabalho será apreciado e aprovado pela fiscalização antes da aplicação do acabamento final, garantindo-se a sua correcta execução e perfeito afagamento, antes de se iniciar aquele trabalho;

v) Aplicar a última demão de verniz.

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MASSA EPOX COLORIDA FINA AUTONIVELANTE PARA PAVIMENTOS, DE ACABAMENTO ANTI-DERRAPANTE

I – UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m²).

II – DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. O fornecimento e assentamento de manga plástica para barreira para-vapor;

2. Fornecimento e aplicação do sistema de pavimento auto-nivelante tipo “Dursol Ref. 916” da “Matesica” (com acabamento antiderrapante Ref. 923) ou equivalente, de qualidade não inferior, ao descrito em projecto, com pintura tipo “Hidroepox” Ref. 910 de cor referência do fabricante ref. 1705 (branco sujo), da “Matesica”, ou equivalente; com rodapé boleado do sistema (“meia-cana”);

3. Tratamento final com os produtos recomendados pelo fabricante;

4. Fornecimento e aplicação de perfis em aço inox tipo "Folotrim TR-IL" da "Folotec" ou equivalente, ref. "TR 100 IL" 10mm altura, sempre que o pavimento auto-nivelante acabe contra um paramento vertical sem rodapé, ou que haja transição entre materiais no pavimento (soleiras, juntas de dilatação

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) Antes da aplicação em larga escala, deverá ser aplicado uma superfície mínima de 2m 2 de pavimento, na cor e acabamento do produto final, para aprovação da fiscalização e autor do projecto, sendo que a cor poderá ser alterada nesta fase;

b) A superfície a tratar deverá apresentar-se com resistência suficiente de modo a suportar as cargas necessárias, isto é; a resistência mecânica do betão deverá ser, pelo menos, de 30 N/mm 2 ;

c) As superfícies deverão apresentar-se isentas de pó, óleos ou gorduras ou, ainda, de materiais em desagregação. O tratamento previsto consiste numa lavagem química, atempada (consultar boletim técnico do produto);

d) Lavagem química ou a água de alta pressão, de toda a superfície e respectiva secagem;

e) Aplicação de uma 1ª demão do primário de cimento à base do aditivo tipo “Regicril Ref.ª 412”, da “Matesica” ou equivalente, e respectiva secagem conveniente;

f) Aplicação da 2.ª demão do primário de cimento à base do aditivo tipo “Regicril Ref.ª 412”, da “Matesica” ou equivalente, imediatamente antes do espalhamento da argamassa e enquanto o primário se encontrar fresco;

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g) Adicionar o aditivo flexibilizante e cristalizante de argamassas de cimento, tipo “Pavicril Ref.ª 415”, da “Matesica” ou equivalente, à argamassa de regularização, até um máximo de 30% sobre a quantidade de cimento;

h) Aplicação da camada de regularização em argamassa aditivada de alta dureza tipo “Betonepox Ref.ª 925”, da “Matesica” ou equivalente;

i) Aplicação em pelo menos 2 estratos de forma a obter-se uma espessura máxima de 3 a 4 cm nas superfícies horizontais;

j) As juntas de dilatação serão colmatadas utilizando, para grandes solicitações o produto “Epoflex 920” da “Matesica”, ou equivalente e, para pequenas solicitações, o “Epoflex 918” da “Matesica” ou equivalente, apenas a mistura dos componentes 9181 e 9182;

k) Sobre as superfícies, assim tratadas, proceder-se-á à aplicação da restante tecnologia.

l) APLICAÇÃO do ANTI-DERRAPANTE (Cozinha e onde indicado no mapa de pavimentos e restantes peças do projeto)

i. Aspiração cuidada das superfícies, após eventual granalhagem;

ii. Nas superfícies já tratadas deverá aplicar-se, 1 a 2 horas antes do revestimento, o primário de aderência e conglomeração tipo “Poliepox Refª 908” da “Matesica” ou equivalente;

iii. Aplicação de revestimento auto-alisante e antiderrapante, com base em resina de epoxi isentas de solventes e inertes de sílica, tipo “Anti-Derrapante Refª923” da “Matesica” ou equivalente, em 2 demãos, na espessura de 3 - 4 mm, devendo ser espalhado com uma espátula dentada, completando-se a aplicação com a passagem de um rolo de picos de forma a uniformizar o aspeto final do revestimento;

iv. Aplicação em 2 demãos, como pré-manutenção, de um Esmalte Epoxídico tipo “Matesica” Refª910 ou equivalente

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LAJETAS DE PEDRA DE “LAVOURA” DA REGIÃO

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e assentamento de lajetas de pedra de “Lavoura” da região, de acabamento amaciado;

2. O fornecimento e aplicação de argamassa de cimento e areia para fixação das lajetas;

3. Todos os cortes e remates necessários à sua boa execução.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As lajetas serão em pedra de “Lavoura” da região, acabamento amaciado, com a espessura de 2cm, resistente, de textura homogénea, sem lesins ou fendas;

b) Todas as arestas visíveis em degraus, esquinas e patamares, devem ser biseladas com afastamento de 2,5mm;

c) Respeitar-se-á a disposição e/ou estereotomia da pedra definida no projecto, exigindo- se a realização de ensaio na obra;

d) A fixação das lajetas será feita com argamassa de cimento e areia ao traço 1:3, sendo previamente molhadas as superfícies de assentamento;

e) O espaço compreendido entre o tardoz das lajetas de pedra e o pavimento de suporte deverá ser totalmente preenchido com uma argamassa fluída de cimento e areia ao traço 1:2, e de modo a evitar a formação de chocos;

f) Sempre que se verificar necessário serão aplicados pernes metálicos para fixação em número que garantam a estabilidade das lajetas;

g) As alhetas de remate ou de decoração serão da forma indicada no projecto.

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BETONILHA DE CIMENTO AFAGADA

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. marcação e execução de pontos de referência tendo em conta as cotas do projecto e

A

o

nivelamento horizontal ou inclinações finais definidas para os planos dos pavimentos;

2. fornecimento e aplicação da betonilha, dos aditivos hidrofugantes e endurecedores;

3. afagamento superficial para obtenção de um perfeito acabamento da betonilha;

4. A protecção do acabamento da betonilha, como forma de evitar a sua deterioração durante a execução de outros trabalhos que fazem parte da obra;

5. Fornecimento e aplicação de perfis em aço inox tipo "Folotrim TR-IL" da "Folotec" ou equivalente, ref. "TR 200 IL" 20mm altura, sempre que o pavimento auto-nivelante acabe contra um paramento vertical sem rodapé, ou que haja transição entre materiais no pavimento (soleiras, juntas de dilatação

O

O

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) Os pontos de referência serão executados em argamassa de composição e traço idênticos aos da betonilha;

b) A betonilha será assente sobre massame (lavado e molhado), a sua espessura nunca será inferior a 0,02m e terá como condicionante principal a cota do limpo prevista no projecto;

c) A areia de sílica a empregar terá granulometria contínua (grãos grossos e grãos finos) e deverá ser especialmente lavada;

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MOSAICO HIDRÁULICO TIPO “SOMOR HIDRALSTONE” SÉRIE CRISTAL REF.ª NEVADA 40X40X1,9 cm OU EQUIVALENTE

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1.

O fornecimento e aplicação de revestimento constituído por elementos descontínuos aderentes à superfície de assentamento em mosaico hidráulico tipo “Somor” série “Hidralstone” ref. Nevada ou equivalente, com acabamento polido de fábrica,

2.

Fornecimento e aplicação de cimento cola, juntas preenchidas de 1mm, afagamento final em obra, de acordo com os desenhos de pormenor e o caderno de encargos

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) Inclui mosaico hidráulico com dimensões faciais de 400x400mm e espessura de 19mm, tipo “Somor Hidralstone” ref. Nevada ou equivalente acabamento polido de fábrica e respectivos acessórios (côncavas, convexas, cantos, castanhas, frisos etc.), de acordo com as especificações do projecto.

b) Inclui afagamento final em obra.

c) Os mosaicos serão de primeira escolha, sem falhas nas arestas e de cor homogénea, satisfazendo o prescrito na NP 52.

d) Colocação com cimento cola branco em revestimentos: Em primeiro lugar deve-se nivelar o pavimento mediante a betonilha de cimento e areia (isenta de argilas e salitre). O cimento cola branco estende-se com um pente apropriado. O processo utilizado tem que ser o da dupla colagem, isto é, deve ser também colocado cimento cola no verso dos ladrilhos com uma espessura entre 3 a 15 mm como máximo. É importante que o revés dos ladrilhos fique completamente em contacto com o cimento cola (utilizar um maço de borracha incolor para golpear suavemente a superfície útil aos mesmos), para assegurar uma perfeita tracção entre o suporte e o ladrilho.

e) Realizar um bom tratamento de juntas entre os ladrilhos, com o mínimo de 24 horas depois da colocação dos ladrilhos, com um mástique especial para juntas e proceder à

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sua limpeza final. Em cada canto dos ladrilhos é conveniente colocar um separador de 1mm de espessura.

f) Juntas de dilatação: É recomendável em grandes superfícies a instalação de juntas de dilatação em cada 30 m2, e deixar sempre uma junta livre de dilatação perimetral de 5mm tapada com o rodapé.

g) O assentamento do mosaico inclui cortes e remates necessários, bem como a aguada necessária à boa aplicação; serão aplicados com cimento-cola do tipo “WEBER”, ou equivalente branco, adequado a ambientes húmidos a submeter à aprovação do Projetista. A cola deve ser uniformemente espalhada a pente.

h) As juntas serão preenchidas de 1mm com betume do tipo “WEBER”, ou equivalente adequado a ambientes húmidos e de cor a definir pelo Projetista e deverá ser executado de 24 a 48 horas.

i) A base do assentamento deverá estar seca e isenta de poeiras, óleos, pinturas, etc.

j) Uma vez colocado o mosaico, golpear a sua face útil com um maço de borracha incolor para que todo o revés do ladrilho fique em contacto com cimento branco em 100% da sua superfície.

k) A colocação dos mosaicos deverá ser antecedida de esquema a submeter à aprovação do Projetista. Antes da aplicação dos mosaicos, e com a antecedência necessária, será fornecida amostra à Fiscalização, para que se pronuncie sobre a sua aceitação. A amostra ficará a fazer parte deste Caderno de Encargos.

l) Afastamento máximo permitido pontual em relação a régua de 2 m é de 6 mm e não serão permitidos afastamentos frequentes superiores a 4 mm.

m) Inclui limpeza final.

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MOSAICO HIDRÁULICO TIPO “SOMOR HIDRALSTONE” SÉRIE RÚSTICOS REF.ª 01.13.20 PITONADO 40X40X1,8 cm OU EQUIVALENTE

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e aplicação de revestimento constituído por elementos descontínuos aderentes à superfície de assentamento em mosaico hidráulico tipo “Somor” “Hidralstone” série “Rústicos Ref. 01.13.20 Pitonado” Preto, ou equivalente, com acabamento de fábrica,

2. Fornecimento e aplicação de cimento cola, juntas preenchidas de 1mm, afagamento final em obra, de acordo com os desenhos de pormenor e o caderno de encargos

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) Inclui mosaico hidráulico com dimensões faciais de 400x400mm e espessura de 18mm, tipo “Somor” “Hidralstone” série “Rústicos Ref. 01.13.20 Pitonado” Preto, ou equivalente, com acabamento de fábrica e respetivos acessórios (côncavas, convexas, cantos, castanhas, frisos etc.), de acordo com as especificações do projeto.

b) Inclui afagamento final em obra.

c) Os mosaicos serão de primeira escolha, sem falhas nas arestas e de cor homogénea, satisfazendo o prescrito na NP 52.

d) Colocação com cimento cola branco em revestimentos: Em primeiro lugar deve-se nivelar o pavimento mediante a betonilha de cimento e areia (isenta de argilas e salitre). O cimento cola branco estende-se com um pente apropriado. O processo utilizado tem que ser o da dupla colagem, isto é, deve ser também colocado cimento cola no verso dos ladrilhos com uma espessura entre 3 a 15 mm como máximo. É importante que o revés dos ladrilhos fique completamente em contacto com o cimento cola (utilizar um maço de borracha incolor para golpear suavemente a superfície útil aos mesmos), para assegurar uma perfeita tração entre o suporte e o ladrilho.

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e) Realizar um bom tratamento de juntas entre os ladrilhos, com o mínimo de 24 horas depois da colocação dos ladrilhos, com um mástique especial para juntas e proceder à sua limpeza final. Em cada canto dos ladrilhos é conveniente colocar um separador de 1mm de espessura.

f) Juntas de dilatação: É recomendável em grandes superfícies a instalação de juntas de dilatação em cada 30 m2, e deixar sempre uma junta livre de dilatação perimetral de 5mm tapada com o rodapé.

g) O assentamento do mosaico inclui cortes e remates necessários, bem como a aguada necessária à boa aplicação; serão aplicados com cimento-cola do tipo “WEBER”, ou equivalente branco, adequado a ambientes húmidos a submeter à aprovação do Projetista. A cola deve ser uniformemente espalhada a pente.

h) As juntas serão preenchidas de 1mm com betume do tipo “WEBER”, ou equivalente adequado a ambientes húmidos e de cor a definir pelo Projetista e deverá ser executado de 24 a 48 horas.

i) A base do assentamento deverá estar seca e isenta de poeiras, óleos, pinturas, etc.

j) Uma vez colocado o mosaico, golpear a sua face útil com um maço de borracha incolor para que todo o revés do ladrilho fique em contacto com cimento branco em 100% da sua superfície.

k) A colocação dos mosaicos deverá ser antecedida de esquema a submeter à aprovação do Projetista. Antes da aplicação dos mosaicos, e com a antecedência necessária, será fornecida amostra à Fiscalização, para que se pronuncie sobre a sua aceitação. A amostra ficará a fazer parte deste Caderno de Encargos.

l) Afastamento máximo permitido pontual em relação a régua de 2 m é de 6 mm e não serão permitidos afastamentos frequentes superiores a 4 mm.

m) Inclui limpeza final.

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PÓ DE PEDREIRA DA REGIÃO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e assentamento do pó de pedreira da região.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) O pó de pedreira será assente sobre o terreno, e terá como condicionante principal a cota do limpo prevista no projeto;

b) O pó de pedreira a empregar terá granulometria contínua (grãos grossos e grãos finos).

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RODAPÉ EM AÇO GALVANIZADO TERMOLACADO TEXTURADO

I UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro linear.

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. O fornecimento e colocação de rodapé em aço galvanizado, barra de 1200mm de secção 70x3mm, com arestas visíveis biseladas 1mm, quinadas conforme desenho de pormenor.

2. Acabamento da chapa termolacado texturado, na cor RAL 7016 (cinza antracite).

3. Fornecimento e aplicação do revestimento em pó termoendurecível formulado com resinas poliéster com TGIC, com efeito texturado brilhante, tipo “Megadur – Megapol S570” da “Cin”, na cor definida em projecto, que constitui o revestimento termolacado.

4. Fornecimento e aplicação de bite em pinho 15x3mm com tratamento hidrófugo para fixação do rodapé

5. O fornecimento e aplicação dos acessórios para fixação (parafusos e buchas químicas de auto-fixação, materiais vedantes, etc.), conforme desenhos de pormenor.

6. Os cortes e remates necessários.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

a) As barras de ferro deverão ser termolacadas em oficina, na cor RAL 7016 (cinza antracite), através do revestimento em pó termoendurecível formulado com resinas poliéster com TGIC, com efeito texturado brilhante, tipo “Megadur – Megapol S570” da “Cin”, com uma espessura mínima de 60 ųm.

b) As barras metálicas deverão ser fixas à parede, através de parafusos e buchas químicas de cabeça encastrada na chapa, aparafusados a meio da mesma.

c) O espaçamento máximo permitido entre aparafusamentos à parede (medidos no desenvolvimento linear do rodapé) será de 0,5m.

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SOLEIRAS EM BETÃO PRÉ-MOLDADAS EM OBRA

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ) de lajetas e degraus.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. O fornecimento e aplicação da camada de assentamento;

2. O fornecimento e aplicação de cordão de colagem e selagem, nas soleiras e quando aplicável, tipo “Sikaflex 11 FC”, com aplicação de primário tipo "Sika Primer 3N" nas zonas de colagem;

3. O fornecimento e aplicação das lajetas de betão pré-moldado em obra, com 5cm de espessura e geometria variável de acordo com os desenhos e peças do projeto;

4. O fornecimento e aplicação de degraus em betão pré-moldado em obra, com 4cm de espessura e geometria variável de acordo com os desenhos e peças do projeto;

5. Fornecimento e aplicação, em duas demãos, de acabamento a pintura a tinta incolor hidrorrepelente hidrófuga tipo Sikagard-700 S ou equivalente, sobre betão à vista;

6. Lavagem do pavimento.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As lajetas serão em betão pré-moldado em obra, com dimensões e formato segundo indicado nos desenhos de pormenor;

b) A composição do betão será de acordo com o projeto de estabilidade;

c) A Fiscalização poderá mandar proceder, a expensas do Empreiteiro, aos ensaios necessários antes de proceder à aprovação do produto;

d) Para a fabricação das lajetas, degraus e outras peças, sobre o massame de betão estende-se um estrado uniforme de argamassa composta por cimento e areia, na dosagem de 150Kg de cimento por m 3 de areia, devendo ser bem nivelado e compactado, de forma a obter um acabamento superficial totalmente liso.

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e) Na aplicação das lajetas deverão ser tomados todos os cuidados necessários a uma execução perfeita dos trabalhos nomeadamente no assentamento, preenchimento de juntas e remoção dos excessos de argamassa;

f) Nas soleiras, deverá proceder-se ao saneamento do betão na superfície de assentamento e da própria soleira nas zonas de colagem, por forma a garantir a inexistência de materiais friáveis ou contaminantes;

g) Em função das dimensões da peça a colar deve ser prevista a aplicação de cordões contínuos que se repetem de 10 em 10cm;

h) As áreas de betão correspondentes à colagem devem ser previamente impregnadas com primário tipo "Sika Primer 3N" ou equivalente (soleiras e superfície de assentamento);

i) Os cordões devem corresponder à aplicação média não inferior a 100ml/m tipo “Sikaflex 11 FC” ou equivalente (sugere-se; corte triangular do bico com 15cm);

j) A estereotomia, estereometria e pendentes das lajetas terão inclinações de acordo com as peças desenhadas do projeto;

k) Nos remates do pavimento serão tomados todos os cuidados para uma execução perfeita, sempre de acordo com os detalhes do projeto;

l) Para aplicação do acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente, a base deve apresentar-se isenta de poeiras, óleo, eflorescências e qualquer revestimento ou pintura;

m) A limpeza da superfície deverá ser efetuada através de escovagem e lavagem com detergente neutro. Em alternativa poderá efetuar-se uma lavagem com jacto de água ou de vapor. Os melhores resultados obtêm-se quando a aplicação é efetuada sobre superfícies secas e bem absorventes;

n) O acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente é fornecido pronto a aplicar e não deve ser diluído. Será aplicado com um pulverizador de baixa pressão, pincel ou rolo. A aplicação é efetuada de cima para baixo, tendo o cuidado de não deixar o produto escorrer. Camadas sucessivas devem ser aplicadas “fresco sobre fresco” Aplicar a segunda camada enquanto a primeira ainda se encontra fresca (método fresco sobre fresco”).

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PAVIMENTO DESPORTIVO EM RÉGUAS DE MADEIRA DE “GARAPÁ” TIPO "MONDOELASTIC SOLID INDOOR SPORT FLOORING", OU EQUIVALENTE

I. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 )

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e regularização da camada de forma sobre a laje;

2. O fornecimento e aplicação de soalho tipo “MONDOELASTIC SOLID INDOOR SPORT FLOORING” da “MONDO” em madeira de Garapá de 20mm ou equivalente;

3. A estrutura inferior está posicionada sobre um painel em polietileno de calibre 500 instalado na superfície que impede a penetração de humidade por ação capilar e cria ainda uma barreira de vapor.

4. O pavimento assenta sobre o piton Mondo (suportes elásticos em borracha) ou equivalente, em forma de cone, os suportes elásticos tem 30mm de altura e diâmetro superior a 65 mm e inferior a 40 mm. Os pitons são aplicados equidistantes, e foram desenvolvidos para diferentes desportos que se dividem em duas categorias desportos como o Basquetebol, e outro para desportos de aeróbica;

5. O fornecimento e aplicação de rodapé do sistema, de acordo com indicações do fabricante do pavimento a aplicar;

6. Considera-se também indispensável no local da obra a existência de corrente elétrica monofásica de 220 V e trifásica de 380 V, bem como iluminação artificial.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) O pavimento base deverá estar de acordo com a especificação do fabricante;

b) Para uma boa execução do pavimento, a base deverá ter uma boa planimetria, bem como uma "barreira de vapor" que colmate a eventual subida da humidade por capilaridade;

c) Os materiais não podem ser entregues, armazenados ou instalados enquanto as pinturas, pavimentos envolventes, instalação elétrica, tabelas suspensas e marcadores eletrónicos não estiverem instalados;

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d) A temperatura da sala deverá manter-se entre os 10 e os 30 º e o índice de humidade residual deve ser inferior a 3%;

e) O pavimento só deverá ser instalado após 60 dias da aplicação do betão. O betão deverá estar curado e seco;

f) Deverá haver na sala uma temperatura e ventilação constantes durante e após a instalação do pavimento;

g) Depois da instalação concluída a área devera ficar impedida para uma perfeita cura do verniz. Depois desse período o pavimento deverá ser protegido por um material não fibroso.

h) APLICAÇÃO DO SISTEMA:

a. O piton elástico é aplicado nas placas de contraplacado de madeira de acordo com a distribuição estabelecida previamente, que assim garante uma distribuição uniforme. As camadas de contraplacado de 9mm estão interligadas a 70º coladas e aparafusadas entre si;

b. Camada final em Garapá, réguas de 60x900mm, é envernizada com uma série de camadas de verniz de alta resistência perfazendo uma espessura aproximada de 44 milímetros (20 milímetros de camada de madeira maciça, mais 24mm contraplacado de madeira de modo a oferecer um equilíbrio perfeito ao pavimento). As placas devem ser aplicadas em conjunto (macho-fêmea) e fixadas à camada de suporte usando o método de "prego oculto" técnica de fixação com pregos sem cabeça aplicados com uma inclinação de 45 ° em relação ao limite superior do lado macho das placas;

c. As réguas de Garapá deverão ter o seguinte acabamento: aplicação de primário aquoso de um componente tipo “BONA SPORTIVE PRIMER” da Bona, ou equivalente + aplicação das demãos necessárias de verniz poliuretano de base aquosa de dois componentes, mate, tipo “BONA SPORTIVE FINISH” da Bona, ou equivalente.

d. Espaçamento de 1.5mm – Entre cada 4 ou 5 linhas são colocados espaços (dependendo da humidade) criando assim juntas de expansão na madeira;

e. O rodapé deverá ser fixo na parede e desligado do pavimento, para que seja possível compensar as dilatações e contrações, bem como permitir a sua ventilação;

f. As marcações das modalidades de Basquetebol, Andebol e Voleibol devem ser realizadas no sentido longitudinal da sala, enquanto as de Basquetebol e Voleibol (dois campos para cada modalidade) devem ser marcadas no sentido transversal da sala.

g. Esquema de aplicação:

no sentido transversal da sala. g. Esquema de aplicação: CARLOS ALMEIDA MARQUES Arquitectura e Urbanismo Lda.

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SOALHO

EM

RÉGUAS

DE

MADEIRA

DE

“GARAPÁ”

TIPO

"MONDO

FLOORING", OU EQUIVALENTE

I. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 )

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento e regularização da camada de forma sobre a laje;

2. O fornecimento e aplicação de soalho tipo “MONDO FLOORING” da “MONDO” em madeira de Garapá de 20mm ou equivalente;

3. O fornecimento e aplicação de réguas de fixação em madeira de pinho americano com secção de 0,03x0,015m

4. O fornecimento e aplicação de rodapé do mesmo material, de acordo com indicações do fabricante do pavimento a aplicar;

5. Considera-se também indispensável no local da obra a existência de corrente eléctrica monofásica de 220 V e trifásica de 380 V, bem como iluminação artificial.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

a) O pavimento base deverá estar de acordo com a especificação do fabricante;

b) Para uma boa execução do pavimento, a base deverá ter uma boa planimetria, bem como uma "barreira de vapor" que colmate a eventual subida da humidade por capilaridade;

c) Os materiais não podem ser entregues, armazenados ou instalados enquanto as pinturas, pavimentos envolventes, instalação eléctrica, tabelas suspensas e marcadores electrónicos não estiverem instalados;

d) A temperatura da sala deverá manter-se entre os 10 e os 30 º e o índice de humidade residual deve ser inferior a 3%;

e) O pavimento só deverá ser instalado após 60 dias da aplicação do betão. O betão deverá estar curado e seco;

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f) Deverá haver na sala uma temperatura e ventilação constantes durante e após a instalação do pavimento;

g) Depois da instalação concluída a área devera ficar impedida para uma perfeita cura do verniz. Depois desse período o pavimento deverá ser protegido por um material não fibroso.

h) APLICAÇÃO DO SISTEMA:

a. Camada final em Garapá , réguas de 60x900mm, é envernizada com uma série de camadas de verniz de alta resistência perfazendo uma espessura de 20 milímetros de camada de madeira maciça. As placas devem ser aplicadas em conjunto (macho-fêmea) e fixadas à camada de suporte usando o método de "prego oculto" técnica de fixação com pregos sem cabeça aplicados com uma inclinação de 45 ° em relação ao limite superior do lado macho das placas;

b. As réguas de Garapá deverão ter o seguinte acabamento: aplicação de primário aquoso de um componente tipo “BONA SPORTIVE PRIMER” da Bona, ou equivalente + aplicação das demãos necessárias de verniz poliuretano de base aquosa de dois componentes, mate, tipo “BONA SPORTIVE FINISH” da Bona, ou equivalente.

c. Espaçamento de 1.5mm – Entre cada 4 ou 5 linhas são colocados espaços (dependendo da humidade) criando assim juntas de expansão na madeira;

d. As réguas de fixação em madeira de pinho americano com secção de 0,03x0,015m deverão ter tratamento hidrófugo e serão fixas ao pavimento por meio de parafusos e bucha química.

e. O rodapé deverá ser fixo na parede e desligado do pavimento, para que seja possível compensar as dilatações e contracções, bem como permitir a sua ventilação;

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6.

ALVENARIAS

ALVENARIA DE BLOCOS DE BETÃO EM PAREDES ELEVADAS

I – CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado.

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. O fornecimento, montagem e desmontagem dos andaimes necessários para a execução do trabalho.

2. Fornecimento e assentamento de alvenaria de blocos de betão em paredes elevadas com 0,11 m de espessura no tosco, nas qualidades e quantidades indicadas nas medições e lista de quantidades.

3. Fornecimento de alvenaria de blocos de betão em paredes elevadas com 0,20 m de espessura no tosco, nas qualidades e quantidades indicadas nas medições e lista de quantidades.

4. Fornecimento de alvenaria de blocos de betão em paredes elevadas com 0,30 m de espessura no tosco, nas qualidades e quantidades indicadas nas medições e lista de quantidades.

5. Fornecimento de alvenaria de blocos de betão em paredes elevadas com 0,40 m de espessura no tosco, nas qualidades e quantidades indicadas nas medições e lista de quantidades.

6. O fornecimento e aplicação de argamassa de assentamento de cimento e areia ao traço

1:3.

7. O fornecimento e aplicação de lintéis de betão em vergas de vãos.

8. As alhetas de decoração ou de remate.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

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a) Os blocos, com a espessura de acordo com as peças desenhadas, serão assentes com argamassa hidrofugada de cimento e areia ao traço 1:3, devendo as juntas apresentar uma espessura uniforme de 6 mm.

b) Antes da aplicação os blocos deverão ser generosamente molhados de forma a evitar a absorção da água necessária à presa da argamassa e permitir uma boa aderência dos elementos construtivos.

c) As paredes deverão ficar perfeitamente desempenadas e aprumadas, e cada fiada será executada por forma a desencontrar as juntas verticais com a fiada anterior.

d) Devem ser retirados os excedentes de colas ou argamassas de assentamento e colmatadas as juntas estáticas entre blocos ou outras imperfeições das paredes.

As alhetas de remate ou de decoração serão da forma indicada nos desenhos ou como indicado pela Fiscalização.

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7. REVESTIMENTO DE PAREDES INTERIORES

PROTECÇÃO DE PAREDES COM IMPREGNAÇÃO REPELENTE DE ÁGUA, MONOCOMPONENTE, À BASE DE SILOXANOS TIPO “SIKAGARD – 700 S” OU EQUIVALENTE

I. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 )

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. Fornecimento e aplicação, em duas demãos, de acabamento a pintura a tinta incolor hidrorrepelente hidrófuga tipo Sikagard-700 S ou equivalente, sobre betão à vista, e sobre reboco.

2. Para aplicação do acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente, a base deve apresentar-se isenta de poeiras, óleo, eflorescências e qualquer revestimento ou pintura.

3. Fissuras no betão com mais de 200 µm devem ser reparadas antes da aplicação do produto

4. A limpeza da superfície deverá ser efectuada através de escovagem e lavagem com detergente neutro. Em alternativa poderá efectuar-se uma lavagem com jacto de água ou de vapor. Os melhores resultados obtêm-se quando a aplicação é efectuada sobre superfícies secas e bem absorventes.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As instruções de aplicação do produto serão fornecidas à Fiscalização antes do início do respectivo trabalho.

b) O produto deve dar entrada na obra em embalagens de origem.

c) A Fiscalização poderá mandar proceder, a expensas do Empreiteiro, aos ensaios necessários.

d) A Idade mínima do betão ou argamassa de cimento deverá ser de 28 dias, Não pode ser revestido com barramentos cimentícios ou com tratamentos anti fungos. Todos os

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elementos construtivos que não receberão impregnação (p. ex. caixilhos, janelas, áreas pintadas) devem ser isolados antes da aplicação do produto.

e) A temperatura da base deverá ser Mínima: +5 ºC. / Máxima: +30 ºC, a temperatura ambiente deverá ser Mínima: +5 ºC. / Máxima: +30 ºC.

f) A Humidade da base deverá ser ≤ 5% de humidade residual. Método de ensaio:

equipamento tipo Sika Tramex ou equivalente. Isento de humidade ascendente segundo ASTM (folha polietileno).

g) O acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente é fornecido pronto a aplicar e não deve ser diluído. Será aplicado com um pulverizador de baixa pressão, pincel ou rolo. A aplicação é efectuada de cima para baixo, tendo o cuidado de não deixar o produto escorrer. Camadas sucessivas devem ser aplicadas “fresco sobre fresco” Aplicar a segunda camada enquanto a primeira ainda se encontra fresca (método fresco sobre fresco”).

h) Os processos de aplicação devem respeitar as condições técnicas descritas nas respectivas fichas de produto.

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ISOLAMENTO E PINTURA DE PAREDES COM PRIMÁRIO TIPO “ARMADURA”

REF.ª

TIPO

021-0004

E

TINTA

ANTI-FUNGOS

PARA

INTERIOR,

“ROBBIOTEL AQUOSO” SÉRIE 025 DA ROBBIALAC, OU EQUIVALENTE

I – UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m²).

II – DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes:

1. Fornecimento e aplicação do primário tipo “Armadura” Ref.ª 021-0004 da “Robbialac”, ou equivalente, sobre as superfícies a isolar.

2. Fornecimento

da

e

aplicação,

quando

necessário

dos

betumes

tipo

“Aquaplast”

“Robbialac”, ou equivalente, recomendados para as diferentes situações.

3. Fornecimento e aplicação da tinta anti-fungos do tipo “Robbiotel Aquoso” Série 025 da “Robbialac”, ou equivalente, na cor de ref. 30BB 83/001 (Branco).

4. A aplicação da tinta, nas demãos necessárias, qualquer que seja a natureza e aspereza da superfície sobre a qual é aplicada.

5. A execução de amostras necessárias para afinação da cor.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As instruções de aplicação do primário e da tinta serão fornecidas à Fiscalização antes do início do respectivo trabalho.

b) O primário e tinta deverão dar entrada na obra em embalagens de origem, e a tinta será de cor (a definir pelo projectista) e tipo à escolha da Fiscalização.

c) A Fiscalização poderá mandar proceder, a expensas do Empreiteiro, aos ensaios necessários antes de proceder à aprovação da tinta.

d) As superfícies a pintar deverão ser previamente isoladas com primário incolor do tipo “Armadura” Ref.ª 021-0004 da “Robbialac”, ou equivalente.

e) As superfícies a isolar devem estar bem secas e isentas de poeiras.

f) A aplicação da primeira demão deve ser diluída com 100%, em volume de diluente tipo Ref.ª 018-0006 da “Robbialac”, ou equivalente.

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g) Sobre o primário será aplicado o número de demãos indicado pelo fabricante, no mínimo de duas; dar-se-ão as demãos necessárias para se obter uma cor uniforme e uma boa cobertura dos revestimentos.

h) A tinta empregada será acetinada, baseada numa dispersão de resina especial de alta resistência aos fungos, tipo “Robbiotel Aquoso” Série 025 da “Robbialac” , ou equivalente, na cor de ref. 30BB 83/001 (Branco).

i) As superfícies a pintar devem estar perfeitamente limpas, livres de poeiras, gorduras, restos de argamassas, etc.

j) A percentagem de água a aplicar na tinta na primeira e segunda demão, não poderá ser superior a 5%, salvo por garantia escrita do fornecedor.

k) A primeira demão é aplicada a trincha e o acabamento com rolo de pelo curto.

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PAINEIS DE PARTÍCULAS DE CIMENTO CONSTITUÍDO POR 66% CIMENTO

TIPO “BRUTO

E 20% MADEIRA COM DENSIDADES DE 1350 KG/M3

BRANCO”, “BRUTO VERMELHO” E “BRUTO CINZENTO” DA “VIROC” OU EQUIVALENTE, LISOS E OU PERFURADOS, ENVERNIZADOS

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes trabalhos:

1. Fornecimento, montagem e desmontagem dos andaimes necessários para a execução do trabalho;

2. Fornecimento e montagem de estrutura para construção de paredes divisórias com montantes e canais metálicos “MT90 e CN92” em aço galvanizado DX51D com 1mm de espessura, tipo VIROC ou equivalente, para execução das paredes de estrutura simples, incluindo respetivos elementos de fixação.

3. Fornecimento e montagem de estrutura para construção de paredes divisórias com montantes e canais metálicos “MT52 e CN54” em aço galvanizado DX51D com 1mm de espessura, tipo VIROC ou equivalente, para execução das paredes de estrutura dupla, incluindo respetivos elementos de fixação.

4. Fornecimento e montagem de estrutura para construção de revestimento de paredes com perfil “Omega 25x40x45x40x25” em aço galvanizado DX51D com 1mm de espessura, tipo VIROC ou equivalente, incluindo respetivos elementos de fixação.

5. Execução dos cortes e remates necessários;

6. Fornecimento e montagem de todos os elementos de fixação (parafusos e rebites) de acordo com as peças desenhadas respeitando as distâncias máximas entre si e as distâncias mínimas e máximas aos bordos, conforme figuras 1 e 2 desta CTE e dos desenhos de pormenor, incluindo a realização das furações nos painéis e na estrutura metálica.

7. Fornecimento e montagem de painéis de partículas de madeira e cimento tipo “Viroc”, com 12mm de espessura, dimensão de 3000x1250 mm, na cor definida em projeto, com a superfície lisa ou perfurada, acabamento envernizado e estereotomia de aplicação de acordo com as peças desenhadas. A modulação será efetuada em preparação de obra a aprovar pelo autor do projeto.

8. Nos locais assinalados das peças desenhadas, serão aplicados 2 painéis contíguos de partículas de madeira e cimento tipo “Viroc”, com 12mm de espessura, dimensão de 3000x1250 mm, na cor definida em projeto, com a superfície lisa, acabamento

CARLOS ALMEIDA MARQUES Arquitectura e Urbanismo Lda.

Rua Dr. António Cândido, 6 – 3º Esq. 1050-076 Lisboa Tel. 0351 213 160 233 Fax. 0351 213 160 236 Email: geral@caam.com.pt

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envernizado e estereotomia de aplicação de acordo com as peças desenhadas A modulação será efetuada em preparação de obra a aprovar pelo autor do projeto.

9.

Nos locais assinalados das peças desenhadas, as paredes corta-fogo EI30 e EI60, adicionalmente terão um reforço a cobrir os elementos da estrutura das paredes, constituído por uma banda de largura adequada em painel de partículas de madeira e cimento tipo “Viroc”, com 12mm, revestidas com painel de 12mm (parede EI30) ou 16mm (parede EI60) com dimensão de 3000x1250mm, na cor definida em projeto, superfície lisa e acabamento envernizado, com estereotomia de aplicação de acordo com as peças desenhadas e cujas juntas serão seladas com mástique corta-fogo. A modulação será efetuada em preparação de obra a aprovar pelo autor do projeto.

10.

Fornecimento e montagem de mástique corta-fogo tipo CFS-S ACR da Hilti ou equivalente, para selagem das juntas envolventes ao painel das paredes resistentes ao fogo EI30 e EI60, de acordo com os desenhos de pormenor das peças desenhadas.

11.

Todas as arestas de esquinas vivas serão biseladas em toda a altura do painel com uma dimensão de 3x3mm, conforme figura 3 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

12.

A altura entre o topo da superfície do revestimento dos pavimentos e a base dos painéis que constituem as paredes divisórias será em geral de 10mm, com exceção das paredes resistentes ao fogo, que será de 5mm e preenchida com mástique corta-fogo, conforme

as

figuras 4 e 5 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

13.

Fornecimento e aplicação de banda acústica autoadesiva, composta por uma membrana

de polietileno reticulado e um filme protetor tipo “Fonodan”, da “Danosa” ou equivalente

a

colocar entre todas as zonas de contacto da estrutura, montantes e canais que

estejam a suportar os painéis, conforme as figuras 3, 4 e 5 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

14.

O

fornecimento e aplicação do isolamento acústico em lã de rocha tipo "Rockwool -

Alpharock-E 225", ou equivalente, com 50mm de espessura e 70 kg/m³ de densidade, conforme as figuras 3, 4 e 5 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

15.

O fornecimento e aplicação de 1 demão de verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 da HEMPEL ou equivalente, a colocar como primário de selagem nas 6 faces do painel;

16.

O

fornecimento e aplicação de 2 demãos de verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 da

HEMPEL ou equivalente, a colocar na face visível do painel.

17.

De forma a ser possível aceder às instalações colocadas no interior das paredes divisórias, numa das faces, os painéis serão fixos com parafusos e na outra com rebites. Os painéis das paredes junto aos corredores serão fixos com parafusos, na figura 6 desta CTE é apresentado um desenho esquemático apresentando um critério de quando se utiliza parafusos e rebites.

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III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) A aplicação deverá ser executada por uma empresa especializada no ramo e rigorosamente de acordo com as especificações do fabricante.

b) As placas devem ser polidas com disco de limpeza tipo “Viroc” para remoção de poeiras, sujidades e sais superficiais, posteriormente sopradas para remoção de qualquer poeira proveniente do polimento, só depois é que poderão ser envernizadas e aplicadas.

c) A aplicação do verniz deverá ser realizada da seguinte forma: A 1ª demão de verniz deve ser aplicada em ambas as faces e nos topos. Os painéis só poderão ser fixos à estrutura após o verniz se encontrar devidamente seco. As duas demãos de verniz de acabamento final poderão ser realizadas após o painel se encontrar aplicado.

d) O verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 é aplicado sem diluição, deverão ser seguidas as indicações da ficha técnica do fabricante e as recomendações da Viroc Portugal.

e) Os perfis metálicos de assentamento serão espaçados com um afastamento máximo de 625 em 625 mm, sendo duplos (costas com costas) nas juntas entre dois painéis.

f) Os painéis serão assentes com a maior dimensão na vertical, com o espaçamento entre juntas verticais de 3 mm, conforme desenhos de pormenor.

g) A perfuração e aparafusamento das placas aos perfis serão efetuados com um mínimo de 35mm do bordo do painel lateralmente e de 50mm ao bordo do topo e da parte de baixo do painel, conforme indicado nos desenhos de pormenor.

h) A aplicação da banda acústica tipo “Fonodan”, da “Danosa” ou equivalente, deve respeitar as seguintes indicações: Colar a membrana em todas as partes da estrutura das paredes em contacto direto com o painel Viroc.

i) O material que constitui os parafusos será de aço inox, os rebites terão corpo de alumínio e prego em aço inox.

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Paredes divisórias

TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA Paredes divisórias Figura 1 – Localização das fixações dos painéis

Figura 1 – Localização das fixações dos painéis

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Rebite C16-5x21 - Painel de 12mm
Rebite C16-5x21 - Painel de 12mm

Rebite C16-4.8x35 - Painéis de 12+12mm

Rebite C16-4.8x40 - Painéis de 12+16mm
Rebite C16-4.8x40 - Painéis de 12+16mm

EMAD C12-4.8x38 - Painel de 12mm

- Painéis de 12+16mm EMAD C12-4.8x38 - Painel de 12mm EMAD C12-4.8x44 - Painéis de 12+12mm

EMAD C12-4.8x44 - Painéis de 12+12mm ou 12+16mm

de 12mm EMAD C12-4.8x44 - Painéis de 12+12mm ou 12+16mm Figura 2 - Fixações Banda acústica

Figura 2 - Fixações

Banda acústica Painel Viroc Parafuso ou Rebite Lã de rocha 50mm, 70 kg/m3
Banda acústica
Painel Viroc
Parafuso ou Rebite
Lã de rocha
50mm, 70 kg/m3

Figura 3 – Secção de uma parede tipo

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120mm

CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA 120mm painel viroc 12mm lã de rocha 50mm 70kg/m³ banda
painel viroc 12mm lã de rocha 50mm 70kg/m³ banda acústica MT90 10mm 10mm revestimento do
painel viroc 12mm
lã de rocha
50mm 70kg/m³
banda acústica
MT90
10mm
10mm
revestimento do pavimento
camada de forma +
betonilha de regularização
laje de betão
CN92

Figura 4 – Remate da parede ao pavimento de uma parede simples

288mm

Remate da parede ao pavimento de uma parede simples 288mm MT90 10mm CN92 painel viroc 12mm
MT90 10mm
MT90
10mm

CN92

painel viroc 12mm banda em viroc 12mm

banda acústica

mastique corta-fogo

lã de rocha 50mm 70kg/m³

revestimento do pavimento

camada de forma + betonilha de regularização

laje de betão

Figura 5 - Remate da parede ao pavimento de uma parede resistente ao fogo

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coPainéis parafufixos sosm fixos cPainé rebiteis som
coPainéis
parafufixos
sosm
fixos cPainé
rebiteis
som

Figura 6 – Critério de utilização de parafusos e rebites

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REVESTIMENTO DE PAREDES COM PLACAS DE GRÉS PORCELÂNICO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ) de superfície a revestir;

Medição por metro linear (ml) em peças de remate de cantos e esquinas;

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento dos azulejos de grés porcelânico e respectivos acessórios (peças côncavas, convexas, cantos, castanhas, frisos etc.), de acordo com as seguintes especificações do projecto: Mosaico porcelanato rectificado de 1.ª escolha, dimensões 60x30cm (maior dimensão aplicada na horizontal), cor “Branco Mate”, do tipo série “Branco” ref. P78 R da “Revigres” ou equivalente, incluindo peças de remate nos cantos e arestas do sistema e na cor e acabamento do azulejo, a aplicar em todos os cantos e arestas visíveis;

2. A execução das adequadas bases em argamassa para assentamento dos azulejos;

3. O assentamento dos azulejos incluindo cortes e remates necessários, bem como a aguada ou cola necessárias à boa aplicação;

4. O fornecimento e assentamento de todos os acessórios de apropriado sistema homologado por laboratório credenciado, para base de aplicação de azulejos, formado por guias, mestras, réguas, separadores, cantoneiras, mata-juntas ou outros acessórios;

5. O preenchimento e acabamento final das juntas;

6. A limpeza final.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

ESPECIFICIDADE DA APLICAÇÃO À COLA:

a) As superfícies de aplicação devem encontrar-se bem secas;

b) A cola deve ser uniformemente espalhada a pente;

c) Em caso de interrupção dos trabalhos, devem ser imediatamente retiradas as colas em excesso;

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d) Na aplicação dos azulejos devem empregar-se colheres com cabo em madeira de figueira ou outros batedores adequados em madeira que não provoquem qualquer dano à camada vitrificada do azulejo;

a) A estereotomia das juntas dos azulejos deve respeitar as regras definidas no projecto, procedendo-se ao controlo do paralelismo das peças, no máximo de 4 em 4 fiadas.

ESPECIFICIDADE DA APLICAÇÃO COM AGUADA:

a) A pasta deve ser apropriada ao tipo de azulejo (velho/novo);

b) A base em reboco deve encontrar-se húmida.

EM AMBOS OS CASOS:

a) O apainelamento deve ser marcado no local, tendo em vista o cumprimento do projecto, a optimização de processos, materiais e mão de obra, segundo as melhores regras da arte de ladrilhar;

b) Imediatamente após cada aplicação, o apainelado deverá ser convenientemente lavado de forma a retirar as colas ou as pastas em excesso;

c) Após secagem as juntas serão tomadas com o material de preenchimento de junta definido no projecto, considerando-se a aplicação de cimento branco com pó de pedra no caso corrente e na falta de qualquer outra indicação;

d) No final, as superfícies serão devidamente limpas por processo corrente e adequado (estopa, serapilheira plástica, etc

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8. REVESTIMENTO DE TETOS

PROTEÇÃO DE TETOS COM IMPREGNAÇÃO REPELENTE DE ÁGUA, MONOCOMPONENTE, À BASE DE SILOXANOS TIPO “SIKAGARD – 700 S OU EQUIVALENTE

I. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 )

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. Fornecimento e aplicação, em duas demãos, de acabamento a pintura a tinta incolor hidrorrepelente hidrófuga tipo Sikagard-700 S ou equivalente, sobre betão à vista, e sobre reboco.

2. Para aplicação do acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente, a base deve apresentar-se isenta de poeiras, óleo, eflorescências e qualquer revestimento ou pintura.

3. Fissuras no betão com mais de 200 µm devem ser reparadas antes da aplicação do produto

4. A limpeza da superfície deverá ser efectuada através de escovagem e lavagem com detergente neutro. Em alternativa poderá efectuar-se uma lavagem com jacto de água ou de vapor. Os melhores resultados obtêm-se quando a aplicação é efectuada sobre superfícies secas e bem absorventes.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) As instruções de aplicação do produto serão fornecidas à Fiscalização antes do início do respetivo trabalho.

b) O produto deve dar entrada na obra em embalagens de origem.

c) A Fiscalização poderá mandar proceder, a expensas do Empreiteiro, aos ensaios necessários.

d) A idade mínima do betão ou argamassa de cimento deverá ser de 28 dias, Não pode ser revestido com barramentos cimentícios ou com tratamentos anti fungos. Todos os

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elementos construtivos que não receberão impregnação (p. ex. caixilhos, janelas, áreas pintadas) devem ser isolados antes da aplicação do produto.

e) A temperatura da base deverá ser Mínima: +5 ºC. / Máxima: +30 ºC, a temperatura ambiente deverá ser Mínima: +5 ºC. / Máxima: +30 ºC.

f) A Humidade da base deverá ser ≤ 5% de humidade residual. Método de ensaio:

equipamento tipo Sika Tramex ou equivalente. Isento de humidade ascendente segundo ASTM (folha polietileno).

g) O acabamento tipo “Sikagard-700 S” ou equivalente é fornecido pronto a aplicar e não deve ser diluído. Será aplicado com um pulverizador de baixa pressão, pincel ou rolo. A aplicação é efetuada de cima para baixo, tendo o cuidado de não deixar o produto escorrer. Camadas sucessivas devem ser aplicadas “fresco sobre fresco” Aplicar a segunda camada enquanto a primeira ainda se encontra fresca (método fresco sobre fresco”).

h) Os processos de aplicação devem respeitar as condições técnicas descritas nas respetivas fichas de produto.

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TETO FALSO EM PAINÉIS DE PARTÍCULAS DE CIMENTO CONSTITUÍDO

POR 66% CIMENTO E 20% MADEIRA COM DENSIDADES DE 1350 KG/M3

OU

TIPO

“BRUTO

BRANCO”

e

“BRUTO

VERMELHO”

DA

“VIROC”

EQUIVALENTE, LISOS E OU PERFURADOS, ENVERNIZADOS

I – CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado (m 2 ).

II – DESCRIÇÃO DO ARTIGO

Encontram-se compreendidos no preço deste artigo todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução, salientando-se os seguintes trabalhos:

1. Fornecimento, montagem e desmontagem dos andaimes necessários para a execução do trabalho;

2. Fornecimento e montagem de estrutura para construção do teto falso com perfis de teto metálicos em aço galvanizado DX51D com 1mm de espessura, tipo VIROC ou equivalente, incluindo elementos de suporte como buchas, varão roscado, pivots e todos os elementos de fixação, conforme figuras 3 e 4 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

3. Execução dos cortes e remates necessários;

4. Fornecimento e montagem de todos os elementos de fixação (parafusos e rebites) de acordo com as peças desenhadas respeitando as distâncias máximas entre si e as distâncias mínimas e máximas aos bordos, conforme figuras 1 e 2, desta CTE e dos desenhos de pormenor, incluindo a realização das furações nos painéis e na estrutura metálica.

5. Fornecimento e montagem de painéis de partículas de madeira e cimento tipo “Viroc”, com 12mm de espessura, dimensão de 3000x1250 mm, na cor definida em projeto, com a superfície lisa ou perfurada, acabamento envernizado e estereotomia de aplicação de acordo com as peças desenhadas. A modulação será efetuada em preparação de obra a aprovar pelo autor do projeto.

6. O fornecimento e aplicação de 1 demão de verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 da HEMPEL ou equivalente, a colocar como primário de selagem nas 6 faces do painel;

7. O fornecimento e aplicação de 2 demãos de verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 da HEMPEL ou equivalente, a colocar na face visível do painel.

III – CONDIÇÕES TÉCNICAS

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Entre as várias condições a que deve obedecer o trabalho indicado neste artigo mencionam- se, com referência especial, as seguintes:

a) A aplicação deverá ser executada por uma empresa especializada no ramo e rigorosamente de acordo com as especificações do fabricante.

b) As placas devem ser limpas através de um polimento com disco de limpeza tipo “Viroc” para remoção de poeiras, sujidades e sais superficiais, posteriormente sopradas para remoção de qualquer poeira proveniente do polimento, só depois é que poderão ser envernizadas e aplicadas.

c) A aplicação do verniz deverá ser realizada da seguinte forma: A 1ª demão de verniz deve ser aplicada em ambas as faces e nos topos. Os painéis só poderão ser fixos à estrutura após o verniz se encontrar devidamente seco. As duas demãos de verniz de acabamento final poderão ser realizadas após o painel se encontrar aplicado.

d) O verniz HEMPACRYL SOLFIX 26P02 é aplicado sem diluição, deverão ser seguidas as indicações da ficha técnica do fabricante e as recomendações da Viroc Portugal.

e) Os perfis metálicos da estrutura de suporte serão espaçados com um afastamento máximo de 600 em 600 mm. Na zona das juntas entre dois painéis contíguos, haverá duplicação de perfil para que nunca sejam aparafusadas dois painéis topo com topo no mesmo perfil conforme figura 5 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

f) A perfuração e aparafusamento das placas aos perfis serão efetuados com um mínimo de 50mm ao bordo do painel e com um máximo de 80mm, conforme figura 1 desta CTE e dos desenhos de pormenor.

g) O material que constitui os parafusos será de aço inox, os rebites terão corpo de alumínio e prego em aço inox.

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EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA Figura 1 – Localização das fixações CARLOS ALMEIDA

Figura 1 – Localização das fixações

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Rebite C16-5x21 - Painel de 12mm
Rebite C16-5x21 - Painel de 12mm

EMAD C12-4.8x38 - Painel de 12mm

C16-5x21 - Painel de 12mm EMAD C12-4.8x38 - Painel de 12mm Figura 2 – Elementos de

Figura 2 – Elementos de Fixação

esp. 1mm

8 8 20mm 50mm
8
8
20mm
50mm

Figura 3 - Perfil de Teto

esp. 1mm

esp. 1mm 8 8 20mm 50mm Figura 3 - Perfil de Teto esp. 1mm Alçado Planta

Alçado

8 8 20mm 50mm Figura 3 - Perfil de Teto esp. 1mm Alçado Planta Figura 4

Planta

Figura 4 – Pivot de suporte do perfil

1mm Alçado Planta Figura 4 – Pivot de suporte do perfil 50 50 5mm Figura 5
50 50 5mm
50 50
5mm

Figura 5 –Juntas entre dois paineis de topo

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TETO

FALSO

DE

PAINÉIS

COMPOSTOS

POR

FIBRAS

DE

MADEIRA

PRENSADAS E MINERALIZADAS COM CIMENTO BRANCO

I. UNIDADE E CRITÉRIO DE MEDIÇÃO

Medição por metro quadrado de teto fornecido e aplicado (m 2 ).

II. DESCRIÇÃO DO TRABALHO E CONDIÇÕES DA OBRA EXECUTADA

Refere a todos os trabalhos e fornecimentos necessários à sua boa execução e aplicação, salientando-se os abaixo indicados:

1. O fornecimento de todos os componentes que constituem o teto falso, elementos de estrutura de suporte, de tapamento, de remate e de acabamento, bem como os materiais de isolamento térmico e correção acústica, sempre que referidos nas peças do projeto e respetivos parágrafos deste caderno de encargos;

2. O fornecimento, montagem e desmontagem dos andaimes necessários para a execução do trabalho;

3. O fornecimento e aplicação de estrutura de 1mm em aço galvanizado espaçadas 500mm, fixação ao teto: pendurais espaçados 1000 mm (os elementos de fixação devem de estar colocados a uma distância de 50mm do bordo da placa), incluindo todos os acessórios do sistema para uma correta fixação e suspensão;

4. O fornecimento dos painéis compostos por fibras extrafinas de Madeira de abeto prensadas e mineralizadas com cimento Portland Branco tipo “Celenit Abe” (Conforme a Norma EN 13168), da “Matercaima” ou equivalente, dimensões 2000x595mm;

5. O assentamento de todos os componentes;

6. Os cortes e remates necessários;

7. A abertura de vazios para inserção de equipamento (armaduras de iluminação, A.C., som, segurança, etc.);

8. O fornecimento e aplicação do isolamento acústico em lã de rocha, com superfície protegida contra a desagregação, densidade de 70 kg/m³ e espessura de 50mm.

9. O revestimento ou acabamento final das superfícies.

III. CONDIÇÕES TÉCNICAS DO PROCESSO DE EXECUÇÃO

Entre as condições a que deve obedecer o trabalho referido neste artigo, mencionam-se, como referência especial, as seguintes:

PROJETO DA E.B.I. DE RIBEIRA GRANDE. PROJECTO DE EXECUÇÃO CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS DE ARQUITECTURA

a) O fornecimento e montagem de tetos falsos por componentes deverá ser feito por casa especializada, de reconhecida competência, sendo os trabalhos executados de acordo com as especificações do fabricante do material;

b) Devido à componente biologia e orgânica da madeira, é normal haver ligeiras dilatações. O máximo coeficiente de dilatação admitido: ± 1 ‰ em ambientes padronizado de 23°C e 50% de humidade relativa no ar;

c) Estado limite de utilização:

d) A temperatura limite de Utilização: 200ºC,

e) Adequado para aplicação em ambientes com humidade relativa acima dos 90%;

f) Os trabalhos serão executados conforme os desenhos do projeto, devendo sempre realizar-se ensaios antes de cada aplicação extensiva;

g) A limpeza e o acabamento final, caso não estejam previstos e descritos no capítulo de pinturas, outros acabamentos a jusante do assentamento destes componentes.