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OS DIFÍCEIS CAMINHOS DA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL

Autor do Trabalho: Helcio Raymundo
R&B Engenharia e Arquitetura Ltda.
Rua Marques de Cascais !"# $ %&''"(%)% ( Broo*lin $ +,o -aulo $ Brasil $ %!! ''%.&."!.
helcio/reb.com.br
RESENHA
An0lise cr1tica das di2iculdades de consolida3,o dos em4reendimentos de BRT no Bra(
sil e 4ro4osi3,o de 4ossibilidades de su4era3,o.
Palavras-Chaves: BRT, ges!", #$al%&a&e, 'la(e)a*e(" &e ra(s'"re, '"l+%,a.
INTROD-ÇÃO
BRT acr5nimo de 6Bus Ra4id Transit7 8 considerado ho9e um dos modos de
trans4orte urbano de melhor rela3,o entre bene21cios e custos. Trata(se de um consis(
tente mecanismo 4ara as cidades celeremente desen:ol:erem seu trans4orte 4;blico
consolidando simultaneamente redes com4letas 4r<4rias e ;nicas com ser:i3os r04i(
dos e de qualidade.
-or8m o moderno BRT cu9a 4rima=ia se de:e > Curitiba 4ara se consolidar no
Brasil a 4artir do arran9o 21sico e o4eracional de linhas de 5nibus organi=adas sistemi(
camente > solu3,o sustent0:el e 2le?1:el de trans4orte de m8dia ca4acidade de bai?o
custo e curto 4ra=o de im4lanta3,o 4ode encontrar di2iculdades.
+e de um lado 4arece ha:er a4oio go:ernamental > sua dissemina3,o 4re:a(
lecem a 48ssima imagem do 5nibus como modo de trans4orte e a condu3,o claudi (
cante dos em4reendimentos 4;blicos no nosso meio desde a m0 qualidade ou ine?is(
t@ncia do 4lane9amento o 4ensar 4equeno a inabilidade 4ol1tica o desconhecimento
t8cnico a :is,o imediatista o e?cesso de im4ro:isa3,o a subser:i@ncia a modismos
at8 a cren3a de que tudo se arran9ar0 no 2uturo.
A 4resente trabalho 4rocura 4artindo do legado de Curitiba a 4artir dos em(
4reendimentos de BRT 4re:istos ou em im4lanta3,o 4ara Co4a do Mundo de Butebol
de C%!& analisar criticamente as di2iculdades e 4ro4or 4ossibilidades de su4era3,o >
lu= da abordagem norte(americana DCanad0 e Estados EnidosF 4a1ses em que o
trans4orte 4;blico renasce e nos quais a tecnologia BRT se 2irmou em 4elo menos
meia centena de 4ro9etos de sucesso.
DIA.N/STICO, PROPOSIÇ0ES E RES-LTADOS
A reconhecimento da e?ist@ncia de 4roblemas e di2iculdades
!
na consolida3,o
do trans4orte 4;blico no Brasil em es4ecial 4or 5nibus 8 tema de re2le?,o 4ois entre
outros 2atores 4ersiste a 4erce43,o insatis2at<ria da 4o4ula3,o. -esquisa recente do
G-EA
i
ou:idas cerca de tr@s mil 4essoas em todo 4a1s re:elou que quase .%H dos
4assageiros a:aliam o trans4orte 4;blico como regular ruim ou muito ruim.
1
Ios 4roblemas e di2iculdades decorrem ou de:eriam decorrer o4ortunidades DJota do AutorF.
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AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
Jeste ambiente se insere o BRT decantado quase como 4anaceia e associado
> 28 na ca4acidade de im4ro:isa3,o e criati:idade brasileiras como se o sucesso 2os(
se autom0tico em tudo que 8 no:o ou com rou4agem de no:o.
A 4rimeira contro:8rsia 8 4ortanto de nomenclatura ou denomina3,o. A2inal o
BRT
C
8 no:o ou :elhoK L o 5nibus re4aginadoK L um conceito(2etiche
)
K
Balar(se em BRT 4ara os :eteranos entendido como 6corredor de 5nibus7 de2i(
niti:amente est0 na moda. Ii=(se ainda 4ara se de2ender dos trilhos que corredores
de 5nibus no Brasil 6carregam7 mais de C% mil 4assageiros na hora(4ico o dobro da
m8dia mundial
ii
sem so2istica3,o alguma de 4lane9amento e 4ro9eto como se 4lane9a(
mento e 4ro9eto 2ossem desnecess0rios. Assim se 6corredores de 5nibus7 s,o t,o
bons 4ara que ser:e esse tal de BRTK -or outro lado o TransMilenioM
&
como leg1ti(
mo BRT 8 usado como o argumento da e?ce3,o con2irmando a regra ou se9a: 6carre(
ga7 &% mil 4assageiros na hora(4ico.
Ao se considerar trans4orte de qualidade n,o aquele que 6carrega7 4assagei (
ros mas o que o 2a= com qualidade tem(se uma quest,o com contornos am4los e
abrangentes al8m de denomina3Nes con2rontos entre :elho e no:o e di2eren3as de
conceitua3,o ou at8 de2orma3Nes con2orme comentado a seguir.
A Fama do BRT se Justifica como Uma Boa Solução de Transporte Urbano de
Passageiros?
A res4osta a esta indaga3,o 4arece ser sim. -arece tamb8m ha:er unanimida(
de 2a:or0:el se n,o burra
'
a tudo que di= res4eito ao BRT nos meios t8cnicos acad@(
micos e na o4ini,o 4;blica a4esar da m0 imagem do 5nibus con2orme salientado. A
tom da literatura es4eciali=ada :ai de se estar diante de algo re:olucion0rio
iii i:
at8 alar(
dear(se a ca4acidade do BRT de 4romo:er a mobilidade sustent0:el redu=ir a 4olui (
3,o do ar e combater as mudan3as clim0ticas
::i
.
-or outro lado seguem no meio t8cnico e acad@mico as contendas entre tri(
lhos e 4neus assim como cl0ssicas com4ara3Nes na engenharia ci:il
.
. Tais com4ara(
2
Oual 8 a di2eren3a entre PL- $ Pe1culo Le:e sobre -neus e BRTK PL- deri:a de PLT $ Pe1cu(
lo Le:e sobre Trilhos 4or sua :e= deri:ado de LRP $ Light Rail Peihicle numa tentati:a de es(
tabelecer um 4aralelismo entre 5nibus e metros de su4er21cie. As PL- 4oderiam ser dotados de
guias laterais como no caso do 4ro9eto original do E?4resso Tiradentes antes -aulist,o antes
Bura(Bila. Jo 4resente trabalho ainda que com alguma im4recis,o n,o ser0 estabelecida dis(
tin3,o entre PL- e BRT DJota do AutorF.
3
+egundo Emberto Eco conceito(2etiche 68 um conceito gen8rico am4lamente di2undido e que tem a 4ar(
ticularidade de bloquear o discurso enri9ecendo o col<quio num ato de rea3,o emoti:a7.
4
TransMilenioM 8 o sistema de trans4orte 4;blico metro4olitano de 5nibus que 2unciona na cidade de Bo(
got0 Colombia desde !#Q!CQC%%%. A rede do TransMilenioM 2oi ins4irada na RGT ( Rede Gntegrada de
Trans4orte de Curitiba mas com altera3Nes que 4ermitiram atingir ca4acidade de carregamento de 4as(
sageiros su4erior $ os 5nibus transitam 4or canaleta segregada sem cru=amentos em n1:el com duas
2ai?as em cada dire3,o 4ermitida as ultra4assagens. DBonte: htt4:QQRRR.transmilenio.go:.coQSeb+iteQIe(
2ault.as4? acesso em C&Q%.QC%!!F.
5
E?4ress,o atribu1da a Jelson Rodrigues e?tra1da de: 6A o4ini,o unTnime est0 a um mil1metro do erro
do equ1:oco da iniquidade. Toda unanimidade 8 burra. Ouem 4ensa com a unanimidade n,o 4recisa 4en(
sar7.
6
Com4ara3Nes entre outras entre 4a:imentos r1gidos de concreto de cimento -ortland e 4a:imentos
2le?1:eis e entre estruturas de a3o e de concreto armado.
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3Nes debatem uma 2alsa quest,o da 4rima=ia entre uma solu3,o e outra enquanto
que interesses > 4arte 4arece ha:er mercado 4ossibilidades e necessidades 4ara to(
dos al8m dos interesses comerciais 8 claro se9a 4or meio de 6lobby7
"
ou n,o.
Jestas condi3Nes com4etiti:as a que :eio ent,o o BRTK As condi3Nes de
contorno :i:idas que remontam ao 4assado recente
:ii
4odem ser esclarecedoras:
“Até a década de 1960 o planejamento de transportes e o planejamento urbano no Brasil
acompanharam a tendência universal voltada para planos de longo prazo, globais e generali
zantes! "ste en#o$ue cl%ssico condicionou os trabalhos da época a raramente trazer detalha
mentos precisos de implanta&'o, nem sempre apresentando estimativas reais nem os meca
nismos de desembolso #inanceiro voltados para os resultados #inais desejados! Assim, en$uan
to as propostas de prazo mais longo eram #ormuladas, o agravamento dos problemas urbanos
e de transporte continuava a e(igir solu&)es imediatas, e#etivas e vi%veis! *o transporte de
passageiros as de#iciências mostravamse ainda maiores, mesmo diante do vasto elenco de re
comenda&)es de médio e longo prazo para a implanta&'o de vias e(pressas, metr+s e #errovi
as, nas $uais o en#o$ue de implanta&'o n'o imediata #azia com $ue muitas dessas propostas
#ossem relegadas a um segundo plano de prioridades! ,ongestionamentos de tr%#ego, por
e(emplo produto do crescimento acelerado das %reas urbanas e da conse$uente maior movi
menta&'o de pessoas e cargas - consistiam numa das maiores perturba&)es na vida das co
munidades, e(empli#icando claramente o tipo de problema cuja resolu&'o, ou minimiza&'o de
seus e#eitos, n'o podia depender de solu&)es de longo prazo de e#etiva&'o real duvidosa!
.esmo com a necessidade de um planejamento mais so#isticado de transportes, as mudan&as
sociais e o pr/prio es$uema econ+mico de prioridades ressaltavam a urgência de primeiramen
te se chegar 0 m%(ima utiliza&'o dos e$uipamentos vi%rios e(istentes! 1utro aspecto conside
rado 0 época é $ue durante o est%gio de obras de um novo sistema de transportes os proble
mas do diaadia cresciam e continuavam a merecer solu&)es ade$uadas e em tempo h%bil2!
Mas ademais do conte?to hist<rico 8 necess0rio ainda :eri2icar como t@m ca(
minhado as solu3Nes de trans4orte de 4assageiros 4or 5nibus de maior ca4acidade.
Em ue Est!gio se Est! no Brasil? " #o BRT de $uritiba at% os BRT das $idades"
Sede da $opa do &undo de '()*
Balar de Curitiba como o ber3o do BRT 8 consensual 4elo menos no Brasil. A
ideia toma 2or3a inclusi:e nos 2<runs t8cnicos internacionais
#:iii
. Mas o sistema de
trans4orte 4or 5nibus de Curitiba nunca 2oi um 2im em si mesmo. Ele 2oi e tal:e= ainda
se9a decorr@ncia da a4lica3,o e2eti:a de 4lane9amento urbano
i?
:
“A moderniza&'o urbana de ,uritiba se #ez num conte(to nacional de ascens'o das #or&as bu
rocr%ticomilitares e de #ortalecimento da ideologia do planejamento racional e, especialmente,
da cren&a no poder da Ar$uitetura e do 3rbanismo no ordenamento do espa&o e na 4trans5#or
ma&'o do comportamento das camadas mais pobres da popula&'o2!
7
6Lobby7 8 entendido tradicionalmente como o es2or3o organi=ado desen:ol:ido 4or em4resa ou entidade
no sentido de in2luenciar o E?ecuti:o Do Uo:ernoF ou o Legislati:o Dos 4ol1ticosF na de2esa de seus inte(
resses. A ind;stria tabagista e a 2armac@utica os sindicalistas os a4osentados e os de2ensores das balei(
as 4odem De t@m 2eitoF 6lobby7 4ara obter :antagens ou conseguir a4oio >s suas causas. H0 na CTmara
Bederal 4ro9eto de regulamenta3,o desta ati:idade DBonte:
htt4:QQRRR.comunicacaoem4resarial.com.brQcomunicacaoem4resarialQconceitosQlobby.4h4 acesso em
C&Q%.QC%!!F.
8
6The Bra=ilian city o2 Curitiba is the birth4lace o2 Bus Ra4id Transit but that doesnVt mean the nation canVt
bene2it 2rom 2oreign in:estment7 said Helcio Raymundo co(director o2 R&B Engineering and Architecture
Ltd. in +ao -aulo. 6Bra=il is the largest 4ublic bus system in the Rorld7 also said Mr. Raymundo during the
C%%W Bus and -aratransit Con2erence too* 4lace in +eattle in May o2 C%%W.
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A 4artir do -lano -reliminar de Erbanismo de Curitiba D--EF base 4ara o -la(
no Iiretor de Trans4ortes de Curitiba e 4ara a trans2orma3,o do sistema de trans4orte
4or 5nibus reali=ada a 4artir da d8cada de !W.% inclui(se ainda a seguinte an0lise
W
:
“1 663 #oi um plano global cujo objetivo era uma total reordena&'o da cidade capaz de moder
niz%la e prepar%la para o desenvolvimento econ+mico! 7o conjunto dos seus procedimentos
destacaremos a constru&'o discursiva a prop/sito dos chamados “ei(os estruturais lineares2 e
sua localiza&'o! 1s ei(os estruturais #oram concebidos e posteriormente implantados como li
nhas $ue combinariam o tripé integrado8 sistema vi%rio, transporte de massa e uso do solo, de
modo a viabilizar, segundo os urbanistas, o desenvolvimento ordenado da cidade2!
Ie qualquer 2orma como um dos subsistemas originais da RGT $ Rede Gntegra(
da de Trans4orte de Curitiba os 6e?4ressos7 continham e cont@m os elementos do
que se con:encionou chamar de BRT ou se9a: linhas o4eradas 4or :e1culos es4ec12i(
cos Dho9e at8 biarticuladosF na cor :ermelha ligando terminais de integra3,o de bair(
ros ao centro tra2egando em canaletas e?clusi:as e embarques e desembarques em
n1:el nas 2amosas esta3Nes tubo al8m de cobran3a e?terna e anteci4ada das tari2as.
Mas solide= e longe:idade dos 6e?4ressos7 desde !W"& n,o est0 somente na
e?cel@ncia 21sica e o4eracional. Est0 no con9unto geral da obra na conce43,o que
transcendeu > re:olu3,o cient12ica e tecnol<gica e que dela se bene2iciou largamente
4ois tudo 2oi 4lane9ado 4ara e2eti:amente 2uncionar e e:oluir mesmo com limites. Ade(
mais os 6e?4ressos7 4arecem ter seguido a 6cartilha7 dos em4reendimentos 4;blicos e
4ri:ados de sucesso no ca4italismo contem4orTneo ou se9a:
• Hou:e e h0 4lane9amento e 4ro9eto de alta qualidade ou se9a h0 um 64lano7
sustentador no qual o trans4orte urbano 4;blico e coleti:o de 4assageiros 8 o
que de:e ser: sim4lesmente um meio e n,o um 2im em si mesmo 4ois se as(
sim 2osse n,o le:aria rigorosamente a nada ou se9a 2racassaria como uma
onda de modismo 2;til e et8reoX
• A trans4orte da cidade enquanto 6em4reendimento7 8 s8rio cont1nuo e s<lido
4assando a ideia de que h0 constTncia de 4ro4<sitos inicialmente marcada 4or
seus 6im4lantadores7 e de4ois incor4orada 4elos 4r<4rios usu0rios e citadinosX
• Hou:e e h0 retorno social e em4resarial dos in:estimentos reali=adosX
• A ambiente geral Dmarco regulat<rio a3,o do gestor ( ERB+
!%
inser3,o no 4la(
ne9amento urbano controle social com cidadania e integra3,o entre os subsis(
temasF 4ro4icia melhoria da 4roduti:idade e manuten3,o da qualidadeX
• Ainda que e?istam limites claros 4ois as 6desutilidades7 do trans4orte de 4as(
sageiros estar,o em maior ou menor grau 4resentes Dre2.PGGF e considerando
ainda como corol0rio da cr1tica anterior Dre2. GYF que os ser:i3os s,o 4restados
4ara atender > demanda mas se limitam >s condi3Nes gerais da o2erta cabe
melhoria cont1nua a4er2ei3oamento e e:olu3,oX
9
Con2orme +AEZA C%%! re2. GY.
10
A ERB+ ( Erbani=a3,o de Curitiba +.A. 8 uma em4resa de economia mista dotada de recursos t8cni(
cos e 2inanceiros 4r<4rios e 2oi criada com o ob9eti:o de administrar o BEC ( Bundo de Erbani=a3,o de
Curitiba 4ara desen:ol:er obras de in2raestrutura 4rogramas de equi4amentos urbanos e ati:idades rela(
cionadas ao desen:ol:imento urbano da cidade de Curitiba ( 4a:imenta3,o ilumina3,o saneamento e
4aisagismo $ tendo sido acrescidas ainda: o gerenciamento e o 4lane9amento o4eracional do trans4orte
coleti:o o gerenciamento do sistema de t0?i a o4eracionali=a3,o dos sistemas de tr02ego e trTnsito e a
o4eracionali=a3,o do 2uncionamento da ati:idade de moto2rete. DBonte: ERB+F.
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• -re:alecem marcas 2ortes Dcanaleta tubo 5nibus :ermelho embarque em n1(
:el cobran3a anteci4ada e?ternaF com bom desem4enho 2inal sustentado
consequentemente boa imagem de maneira continuadaX e
• Em geral 4;blico e cr1tica amam e se orgulham dos 6e?4ressos7.
Com e2eito dado que o RGT e seus subsistemas entre eles os 6e?4ressos7 ser(
:iram de ins4ira3,o 4ara sistemas semelhantes im4lantados em Bogot0 Do 90 citado
TransMil@nioMF +antiago do Chile Los Angeles Da Arange Line BusRayF Cidade do
-anam0 Cidade da Uuatemala DTransmetroF e Cidade do M8?ico DMetrob;sF entre
outros 4orque n,o estabelecer BRT 4ara as cidades sede da Co4a do Mundo de C%!&
no Brasil como solu3,o 4adr,o 4ara os ei?os de m8dia e alta demanda de trans4orte
de 4assageirosK
E assim 2oi 2eito. A Ouadro ! mostra a situa3,o dos in:estimentos totais do Uo(
:erno Bederal 4re:istos em abril de C%!! re2erentes ao -AC da Mobilidade D-AC da
Co4a do MundoF. Io total de R[ !C bilhNes estima(se que cerca de .%H re2erir(se(0 a
em4reendimentos de BRT. Registre(se ainda a 4artir dos resultados de 4esquisa da
Technibus
!!?
que:
2dos projetos e investimentos para dotar 19 entre as principais metr/poles brasileiras com mais
de 900 mil habitantes de melhorias de mobilidade urbana, os empreendimentos de B:; absor
ver'o, pelo menos, <!996 novos +nibus - o n=mero é bem maior, visto $ue dez cidades ainda
n'o calcularam o n=mero e(ato2! “1s investimentos somam :> ?,@A bilh)es - para 1A dos 19
municBpios pes$uisados! 1 maior investimento previsto para essas obras é o do :io de Canei
ro, de :> <,10 bilh)es, seguido por Duarulhos, :> 1,<0 bilh'o, e Ealvador, :> 1,19 bilh'o2!
1$a&r" 2: S+(ese &"s I(ves%*e("s &e M"3%l%&a&e -r3a(a - C"'a 4526
,idade Falor Gnvestimen
to
4:> milh)es5
Falor Hinanciamen
to
4:> milh)es5
Iuantidade de ,ontra
tos
,ontratados
4abrilJ<0115
Bel" H"r%7"(e !.&.'W" !.%C)C' # #
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P"r" Alegre &#%%W &C."# !% !%
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R%" &e :a(e%r" !..!%%% !.!"W%% ! !
11
Com o ob9eti:o de analisar as questNes relacionadas com a im4lanta3,o dos sistemas BRT le:antando
os 4oss1:eis 4roblemas a serem en2rentados e as solu3Nes ( bem sucedidas ou n,o ( encaminhadas at8
2ins de C%!% a Technibus reali=ou uma 4esquisa nas 4rinci4ais cidades brasileiras sobre os desa2ios da
im4lanta3,o de sistemas BRT. Esse tema 2oi abordado nas cidades que receber,o 9ogos da Co4a de C%!&
e nas cidades brasileiras com 4o4ula3,o acima de '%% mil habitantes.
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Salva&"r '"%)C '&!#% ! !
S!" Pa$l" C.#.%%% !%#C%% ! !
TATAL 22;<=>,=? @;@>@,=A >> A<
A Uo:erno Bederal brasileiro 4or meio do Minist8rio das Cidades incenti:ador
D2inanciadorF da maior 4arte dos in:estimentos 9usti2ica assim a escolha do BRT
?i
:
“"scolhemos muitos projetos de B:; por causa das vantagens $ue eles apresentam em com
para&'o com os outros modais, como o metr+ e o FeBculo Keve sobre ;rilhos 4FK;58 a menor
rela&'o entre custo e n=mero de passageiros transportados2!
Gnde4endentemente das ra=Nes alegadas
!C
do est0gio atual das obras e se se(
r,o im4lantadas em tem4o h0bil o 2ato concreto 8 que no:os BRT ser,o im4lantados
no Brasil e 4elo menos at8 C%!& ha:er0 mais linhas em o4era3,o. A quest,o agora
4ortanto 2ica am4liada: como consolidar os BRT no Brasil ou em outras 4ala:ras
como re4etir a receita de sucesso de CuritibaK
Tal:e= os e?em4los do Canad0 e dos Estados Enidos 4ossam a9udar a com(
4reender melhor o 4rocesso de 4rodu3,o dos BRT e de sua consolida3,o.
+ BRT no $anad! e Estados Unidos
H0 ho9e im4lantados BRT nos seis continentes e em 4elo menos &% cidades do
mundo h0 4ro9etos im4lanta3,o ou o4era3,o como 8 o caso de +antiago do Chile e
Lima no -eru entre outras. Ema e?tensa rela3,o
!)
de em4reendimentos de BRT im(
4lantados no mundo inclui mais do que '% cidades. A di2us,o e o sucesso do BRT s,o
de tal ordem que s< no Canad0 e nos Estados Enidos e?istem ho9e segundo a
AT-A
!&
duas de=enas de cidades com BRT em 4lane9amento e desen:ol:imento e
com sistemas consolidados em o4era3,o con2orme mostram os Ouadros C e &. Mais
a2inal quais s,o os elementos de consolida3,o destes em4reendimentosK
-ara a MTA
!'
4or e?em4lo a Arange Line BusRay 8 um sucesso 4ois seu 4ro(
9eto estabeleceu 5nibus h1bridos im4lantou ciclo:ias e :ias de 4edestres considerou
as necessidades qualitati:as e quantitati:as da demanda inclusi:e na integra3,o com
os outros meios de trans4orte e associou um ser:i3o e2iciente e r04ido a um trans4or(
te amig0:el e ecol<gico com uma marca 2orte ingredientes que a9udaram a remo:er
do dia(a(dia da cidade uma signi2icati:a quantidade de autom<:eis. A Arange Line
BusRay e a maioria dos em4reendimentos de BRT no Canad0 e nos Estados Enidos
t@m a:alia3,o de sucesso semelhante. Gsto se de:e entre outras ra=Nes ao 4rocesso
12
Io 4onto de :ista estritamente 2inanceiro 4odem ser consideradas aceit0:eis DJota do AutorF.
13
Venezuela (Barquisimeto e Merida), !ile (on"e#"i$n), %uatemala (%uatemala it&), 'quador ((uito),
)ndia (*!meda+ad, ,o-a .eli, Mum+ai e /una), 0ili#inas (e+u it&), 1a#2o (,a3o&a), 4ail5ndia
(Ban36o6), 7srael (8ai9a), 7r2 (4eer2), *ustr:lia (*delaide, /ert! e ;idne&), ,o-a <el5ndia (*u"6land), 8o=
landa (*lmere, 'ind!o-en e ;"!i#!ol), 0inl5ndia (8elsinque), >eino ?nido (o-entr& e ra@le&), 0ranAa
('-r&, .ouai, ,antes, /aris e >eims), *leman!a (8am+ur3o), 4urquia (7stam+ul) e ,i3Bria (Ca3os)D
14
*meri"an /u+li" 4rans#ortaEon *sso"iaEonD
15
Cos *n3eles ount& Metro#olitan 4rans#ortaEon *ut!orit&D
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de im4lanta3,o: n,o ha:endo 4ro9eto e?ecuti:o recursos e a4ro:a3,o da comunidade
o em4reendimento n,o se reali=a.
Jas condi3Nes desses 4a1ses o BRT encontrou um nicho de mercado e 2orte(
mente a4oiado 4elos 6lobbies7 da cadeia 4roduti:a 45de demostrar bai?os custos e
menores 4ra=os de im4lanta3,o. Ademais os BRT no Canad0 e Estados Enidos torna(
rem(se ambientalmente com4etiti:os 4elos bons indicadores de emiss,o 4or 4assagei(
ro trans4ortado em terreno dominado 4elos trilhos com os quais com4etem
?ii
.
$onsolidar % Preciso e ,ecess!rio " $omo $onsolidar o BRT no Brasil
As maiores desa2ios 4ara o Brasil consolidar os no:os em4reendimentos de
BRT n,o est,o somente na melhoria dos n1:eis de 4ro9eto e de o4era3,o. Est,o na
conce43,o 4ela necessidade de se 4ensar os BRT como em4reendimento de trans(
4orte 4;blico interagindo com a cidade e integrado aos outros modos de trans4orte.
Est,o tamb8m na gest,o e integra3,o 4ol1tica e institucional na seguran3a 9ur1dica do
marco regulat<rio na obten3,o de recursos 4ara 2inanciamento e in:estimento e no
dom1nio do ciclo de 4rodu3,o deste ti4o de em4reendimento. -or 2im o desa2io est0
na continuidade dos em4reendimentos e manuten3,o de suas caracter1sticas originais
sem degrada3Nes ou im4ossibilidade de e?4ans,o o que remete a uma tare2a estrat8(
gica 4ara toda a sociedade brasileira no enga9amento da de2esa do BRT.
Assim n,o 2oi 4or acaso que canadenses e americanos este9am dominando o
4rocesso com4leto de 4rodu3,o de BRT desde conce43,o e 4lane9amento 4assando
4elo 4ro9eto e chegando > o4era3,o e manuten3,o.
1$a&r" 4 - S%se*as &e BRT e* Pla(e)a*e(" e Dese(v"lv%*e(" (" Ca(a&8 e ("s Esa&"s -(%&"s
C%&a&es N"*e &"
BRT
/rg!" .es-
"r
As'e,"s &e Desa#$e Be3 s%e
Clevela(&
e Nashv%lle
Euclid Corri(
dor BRT
Cons<rcio
das duas ci(
dades
-ro9eto em andamento Dnome alte(
rado: RTA HealthlineF com linha
tronco im4lantada. +istema em e?(
4ans,o.
htt4:QQeuclidtransit.orgQ
Har9"r& JeR Britain(
Hart2ord
BusRay
CT Transit !' *m em 2ai?a de dom1nio de 2er(
ro:ia DabandonadaF. Em im4lanta(
3,o. Gn1cio de o4era3,o 4re:ista
4ara setembroQC%!).
htt4:QQRRR.ctbusRay.comQnbhQ
E$ge(e,
Oreg"(
EmY Lane Transit
Iistrict
\nibus h1bridos loR(2loor. Linha
tronco em o4era3,o e duas e?(
tensNes em 4ro9eto.
htt4:QQRRR.ltd.orgQ
Dclicar o logo EMYF
Las Cegas ACE Ra4id
Transit
RTC o2 +ou(
thern Je:a(
da
Pe1culos es4ec12icos. Uold Line e
MAY em o4era3,o. +istema em
e?4ans,o.
htt4:QQRRR.rtcsouthernne:ada. (
comQtransitQbrtQ
Como mencionado s,o de=enas de 4ro9etos de BRT em andamento e outro
tanto em 4lane9amento 2ora os 90 im4lantados mo:imentando toda a cadeia 4roduti:a
norte(americana isto em menos de de= anos e ma9oritariamente seus em4reendi(
mentos recebem boas a:alia3Nes da 4o4ula3,o 4ois tem em seu IJA a g@nese de
bons s<lidos e duradouros 4ro9etos.
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AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
Mas h0 mais elementos a considerar al8m das 4erdas de o4ortunidade no
mercado e?terno
!.?iii
. Como ser0 4oss1:el :encer duas categorias de desa2ios: de um
lado a m0 imagem do 5nibus e do outro as di2iculdades de gest,o Dcondu3,o claudi (
cante da contrata3,o de 4ro9etos e obras imediatismo 4ouca :is,o de 2uturo e des(
4re=o 4elo 4lane9amento in2lu@ncia de modismos desconhecimento t8cnico e?cesso
de im4ro:isa3,o e descontinuidade administrati:a entre outrasFK
As 2ormas e meios 4ara :encer estes desa2ios de4endem 4rimeiro do reconhe(
cimento e aceita3,o das di2iculdades. Em segundo lugar o conhecimento t8cnico de:e
ser entendido como condi3,o necess0ria mas n,o su2iciente. Erge organi=ar no Tmbi(
to da cadeia 4roduti:a a 4artir de uma agenda de interesses comuns
?i:
2or3as organi(
=adas de 4ress,o que demonstrem de 2orma clara e de2initi:a 4or meio de estudos
t8cnicos cienti2icamente embasados a necessidade dos BRT sua im4ortTncia estrat8(
gia e sua :iabilidade t8cnica econ5mica 2inanceira ambiental social e 4ol1tica 4ro(
cesso este condu=ido 4or lideran3as leg1timas do setor.
A Ouadro ) a seguir indica esquem0ticamente as 4ossibilidades de a3Nes das
2or3as de 4ress,o na consolida3,o dos BRT no Brasil.
1$a&r" A D P"ss%3%l%&a&es &e AEFes &as F"rEas &e Press!" 'ara a C"(s"l%&aE!" &" BRT (" Bras%l
I&e(%9%,ar e Aval%ar as
O'"r$(%&a&es &"s BRT
Dese(v"lver Pla(" &e NegG,%"s Deer*%(ar as P"ss%-
3%l%&a&es &e Ca'a-
E!" &"s Re,$rs"s
Ne,ess8r%"s
.ere(,%ar " E*-
'ree(&%*e("
Cer%9%,ar a A3ra(gH(,%a
&as O'"r$(%&a&es &"s
BRT
!. -re4arar +um0rio E?ecuti:o Recursos -;blicos e
-ri:ados
Consolidar Modelo de
Uest,o -;blico e -ri(
:ado
Esa3ele,er "s Cal"res
Per,e3%&"s e Cal"res Rea%s
&as O'"r$(%&a&es &e BRT
C. Consolidar o Conceito do Em(
4reendimento
Recursos -;blicos e
-ri:ados
Criar Modelo de Moni(
toramento dos Batores
Cr1ticos de +ucesso
Esa3ele,er "s R%s,"s e
Re"r("s &as O'"r$(%&a-
&es &e BRT
). Ie2inir Equi4e de Trabalho
&. Analisar Mercado e Com4etido(
res
Uestor -;blico e A4e(
rador -ri:ado
Gdenti2icar -roblemas
Atuais e -otenciais
Esa3ele,er a C"*'araE!"
e(re as O'"r$(%&a&es &e
BRT e* relaE!" Is C"*'e-
H(,%as e Meas a sere*
A%(g%&as
'. Estabelecer -lano de Comunica(
3,o +ocial DRela3Nes -;blicas As(
sessoria de Gm4rensa e Mar*etingF
e -lano de dos Jeg<cios Associa(
dos
.. Conceber Modelos de Estrutura
e de A4era3,o
Ca4italistas de Risco
DTa?a Gnterna de Re(
torno ? Custo de
A4ortunidade do Ca4i (
talF
Consolidar +istemas
de Monitoramento
Controle e Biscali=a(
3,o
Cer%9%,ar a S%$aE!" &"s
C"*'e%&"res
". Reali=ar An0lise Estrat8gica
#. Estabelecer -lano Binanceiro
W .Ie2inir Modelos de A:alia3,o de
+ucesso e de Benchmar*ing
Bancos
Uo:erno
6-ri:ate Equities7
Consolidar Modelo de
-ro2issionali=a3,o da
Uest,o
Analisar a Iis4uta 4or
Jo:os Mercados.
CONCL-S0ES
A cha:e do sucesso dos BRT est0 na e?4eri@ncia de Curitiba. A consolida3,o
dos no:os em4reendimentos de BRT entretanto n,o 8 t,o sim4les. Basta registrar
que mesmo o sucesso do TransMilenioM 45de ser a4enas 4arcialmente com4artilhado
16
6A Brasil 4or sua :e= 4ode estar 4erdendo a o4ortunidade de :ender sua quali2ica3,o 4ara reali=ar e
im4lantar 4ro9etos de BRT. -erdemos tem4o em buscar o4ortunidades no mercado e?terno. Ouem melhor
do que n<s 4ara 4rodu=ir o TransMil@nioM 4or e?em4lo como alias 2oi 2eito. +< 2altaram os o4eradores
brasileiros notoriamente de alta ca4acita3,o 4ara esta tare2a7.
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AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
4elo menos na o4ini,o de quem 4artici4ou do 4ro9eto at8 agora e que a2irma n,o ha(
:er uma receita segura 4ara o sucesso
!"
.
A consolida3,o do BRT no Brasil 4recisa da e?4eri@ncia de Curitiba associada
a com4etentes a3Nes de 2or3as organi=adas de 4ress,o atuando inclusi:e sobre os
em4reendimentos em im4lanta3,o cu9o 2racasso 4ode in:iabili=ar o 2uturo do BRT e
ser dito que a2inal das contas BRT era 5nibus mesmo n,o 4oderia dar certo nunca.
Assim recomenda(se o a4ro2undar o estudo do tema 4ara con2irmar a :alida(
de do BRT re:er ou con2irmar o diagn<stico a4resentado no 4resente trabalho e o2ere(
cer no:as contribui3Nes 4ara a consolida3,o do BRT no Brasil.
17
6-art o2 this 4rocess is to understand that the demand targets can be reached only i2 the neR system is
reliable and im4ro:es the e?isting ser:ice. Ha:ing a neR system does not alRays mean ha:ing a better
one and demand 2or urban 4ublic trans4ort is not a ca4ti:e demand. The ten years that 2olloRed the start
o2 TransMilenioM in Bogot0 4roduced a set o2 BRT 4ro9ects around the globe mainly in cities in the de:elo(
4ing Rorld alloRing this transit alternati:e to mature. Although the main 2eatures are clearly de2ined it is
im4ortant to note that many o2 them should not be co4ied and Rill not Ror* in all cases. -re:ious research
and consulting e22orts ha:e 2ocused on the 4lanning stages. HoRe:er many cities that had com4leted that
stage are still dealing Rith the challenges o2 im4lementation7. DBonte: -EREGRA L & LLERA+ U. BRT
-essons after )( .ears/ ,o Recipe for Success. mobility]ulyQ+e4temberC%%W com4letarF.
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AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
1$a&r" 6 - S%se*as &e BRT e* F$(,%"(a*e(" (" Ca(a&8 e ("s Esa&"s -(%&"s
C%&a&es N"*e &" BRT /rg!" .es"r As'e,"s &e Desa#$e Be3 s%e
L"s A(geles Metro Ra4id and
Arange Line
Los Angeles County MTA Jo:e linhas com 4rioridade 4ara
5nibus loR(2loor h1bridos a g0s
htt4:QQRRR.metro.netQaroundQma4sQ
B"s"( +il:er Line MBTA Cinco linhas em o4era3,o. -arte
da in2raestrutura :i0ria em t;neis
e?clusi:os
htt4:QQRRR.mbta.comQschedules^and^ma4sQsubRayQlinesQKroute_+GLPER
P%s3$rgh Sest BusRay -ort Authority o2 Alleg(
heny County
Esta3Nes acess1:eis 4ara 4esso(
as com de2ici@ncia ou mobilidade
redu=ida
htt4:QQRRR.4ortauthority.orgQ-AACQCustomerGn2oQBusRaysandTQSestBusRayQtabidQC!"QIe2ault.as4?
Orla(&" Lymmo Central Blorida Regional
Trans4ortation Authority
L`JY.
\nibus loR(2loor mo:idos a g0s.
+istema em e?4ans,o
htt4:QQRRR.golyn?.comQK4id_!!'''"'
M%a*% +outh Miami(Iade
BusRay
Miami(Iade Transit )C *m de e?tens,o. Alta :eloci (
dade comercial D4ertence ao
subsistema METRABE+F
htt4:QQRRR.miamidade.go:QtransitQabout^metrobus.as4
OaJla(& +an -ablo Ra4id AC Transit Acionamento da sinali=a3,o :i0(
ria 4elos 4r<4rios 5nibus
htt4:QQRRR.actransit.orgQriderin2oQsan4ablo.Ru
Ka(sas C%L,
M%ss"$r%
MAY Bus Ra4id
TRansit
aCATA \nibus loR(2loor o4erando em &&
4aradas
htt4:QQRRR.*cata.orgQlight^rail^ma?Qma?^and^bus^ra4id^transitQ
OaMa The TRAJ(
+GTSA`
AC Trans4o CW *m de :ias ou 2ai?as e?clusi (
:as Dintegra3,o com subsistema
de PLTF
htt4:QQRRR.octrans4o!.comQK2rom_s4lash
Ca(,"$ver B(Line +outh Coast British Co(
lumbia Trans4ortation Au(
thority
\nibus articulados em :iagens
e?4ressas e semi(e?4ressas.
Iuas linhas em o4era3,o.
htt4:QQ:ancou:er.caQengs:csQtrans4ortQrtoQbrt.htm
Página 15
AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
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• G--EC ( Gnstituto de -esquisas e -lane9amento Erbano de Curitiba. )454"4'/ &em6ria
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• -MC. !W.'. Plano Preliminar de Urbanismo de $uritiba 7PPU8. -re2eitura Munici4al
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• RA`MEJIA H. $onceito de BRT9 Estado da Arte e #esafios. Re:ista +ETJES+ Ano
!W nb !C# +etembro(Autubro de C%!%.
• PAJ LAAJ H. :ist6ria da :umanidade. Editora Ulobo -orto Alegre !W'".
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AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
Comunicação Técnica 2
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G-EA ( Gnstituto de -esquisas Econ5micas A4licadas ( G-EA. 0nfraestrutura Social e Urbana no
Brasil " Subs;dios para uma Agenda de Pesuisa e Formulação de Pol;ticas P<blicas " A
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UARJG I. &odelagem para +peração de Bus Rapid Transit. Iisserta3,o DMestradoF a4resen(
tada > Escola -olit8cnica da Eni:ersidade de +,o -aulo Ie4artamento de Engenharia de Trans(
4ortes. +,o -aulo C%!%.
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Bras1lia C%%#.
i-
Trans4ortation Research Board. Transit Coo4erati:e Research TC-R -rogram Re4ort !!#. Bus
Rapid Transit Practitioner@s >uide Sashington I.C. C%%".
-
The Jational BRT Gnstitute. BRT = Elements9 Performance and Benefits dis4on1:el em:
htt4:QQRRR.nbrti.orgQdocsQ4d2QBRT^4romo^loR.4d2 acesso em C"Q%.QC%!!.
-i
Bus Ra4id Transit -olicy Center. BRT is Better Rapid Transit dis4on1:el em: htt4:QQRRR.go(
brt.orgQRhatis.html acesso em C"Q%.QC%!!.
-ii
RA`MEJIA H. &inimiAando a #esutilidade do Transporte Urbano de Passageiros a partir
do Ponto de Bista do $liente/ !"b Congresso Brasileiro de Trans4orte e TrTnsito. Curitiba C%%W.
-iii
FFFFFFFFFFFFFFFF. BraAil3 T2e -argest Bus Public Transportation SCstem in T2e Dorld. -as(
sanger Trans4ort $ issue May !! $ C%%W e C%%W Bus and -aratransit Con2erence +eattle C%%W.
Iis4on1:el tamb8m em htt4:QQneRsmanager.comm4artners.comQa4ta4tQissuesQC%%W(%'(!!Q!#.html
acesso em C"Q%.QC%!!.
iG
+AEZA J. -lane9amento Erbano em Curitiba: +aber T8cnico Classi2ica3,o dos Citadinos e -ar(
tilha da Cidade. Re:ista +ociologia. -ol1tica Curitiba !. 4. !%"(!CC 9un. C%%!.
G
Re:ista Trans4orte Moderno. #esafios na 0mplantação dos Sistemas BRT. Ano C% ( nb W). +,o
-aulo C%!!.
Gi
BARTE+ M. Entre1ista coleti1a concedida no Semin!rio EBRTs na $opa do &undo3 do
Pro?eto ao $oncretoF reali=ado no Cb +hoR Bus Mercedes(Ben= Cam4inas !WQ%!QC%!!.
Gii
Across Latitudes and Cultures ( Bus Ra4id Transit DALC(BRTF RT. #ata From $ities = $ase Stu"
dies = DorGs in Progress. Iis4on1:el em: htt4:QQRRR.brt.clQobser:atoryQdata(2rom(cities(case(stu(
diesQ acesso em C"Q%.QC%!!.
Giii
RA`MEJIA H. Brasil est! Perdendo a +portunidade de Bender EHpertise em BRTs. Gn2or(
mati:o AJT- de )%Q%.QC%%W. Entre:ista concedida a Ale?andre Asquini.
Gi-
FFFFFFFFFFFFFFFF. SoluçIes para os #esafios 7ou Riscos8 do Transporte P<blico no Brasil.
!"b Congresso Brasileiro de Trans4orte e TrTnsito. Curitiba C%%W.
Página 17
AS DIFICULDADES NA CONSOLIDAÇÃO DO BRT NO BRASIL
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