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LISTA - III

Mecânica dos Fluidos: Hidrostática

Professor: Dr. Sidney Alves Lourenço Disciplina: FISICA

Resolva os exercícios circulados.

1

QUESTÕES DO LIVRO: FUNDAMENTOS DE FÍSICA, Halliday Resnick e Jearl Walker, Vol. 2(Gravitação, Ondas e Termodinâmica), oitava edição.Tradução e revisão técnica: Ronaldo Sérgio de Biasi. Rio de Janeiro: LTC, 2009.

*****Capítulo 14*****

Problemas

-5

U m p e i x e m a n tém s u a pr of un d i da d e

n a ág u a doce a ju sta nd o

la

q

t ur a d a colu n a d e á g u a do l a d o m a i o r dei xa

a t a mp a na i m i n ê nc i a de s e r a r ra n ca da ?

@ Qu e pressão

q

d o m e n or

é a r r a n cada

q u a n do

a for ç a a

a q uantida d e

nar s u a m assa espe c ífica m é d i a i g u al à d a ág u a. Supo nh a

as bolsas de ar vazias , u m c er to peixe te m um a m assa es pecífi ca

d e 1 , 08 g / cm '' . P ara q u e fração d e se u vo lum e ex p a ndi d o

dev e in f l a r as b o l sas d e a r pa r a to rn a r s u a m assa es p e cí f i c a i g u al

o p e i xe

d e ar e m ossos p or osos o u e m b olsas de ar para tor -

qu e , co m

u e es t á s u bm e ti d a

exced e

9,80 N , qu e a l-

ma n o m é tric a

u m a m á -

p ara s u ga r l ama co m d e 1 8 00 k g / m ? atrav és

u in a d eve p r od u z i r

a mas sa e sp ec í f i ca

à

d a á g u a?

u

-6 U m recipi en t e h e r m e tic a m e n t e

fe c ha do e p arc i a lm e nt e

eva -

d

m

e um tub o e f a zê -I a s ub i r 1 , 5 m ?

FIG.14-32

P

r o b l e m as e 75 .

12

cu

a d o t e m um a t a m pa co m u ma á r ea d e 77 m - e ma ssa d e s pr ez í -

ve

l . Se a forç a n ecessá r ia

par a 'r e m ove r

a tamp a é 480 N e a pr es -

são at m osfér i ca do r eci pi en t e ?

é 1 , 0 x 1 0 5 P a , qu a l é a p r ess ã o

d o a r n o i n t e ri or

"7 E m 1654 , O t to v on G u e ri cke ,

o i n v entor

u

do S a c r o I mp ério R o m a n o n a q u a l d u as junt as d e o i to cava l os n ã o p u - d era m se p a r a r do i s h e m i sfér i os d e c o br e eva c u a d os . (a ) S up o nd o qu e os h e m isfé r i os ti nh a m p a r e d e s f in as

(e res i s t e n te s) ,

ta n t o o rai o in te rn o

da força f : n e c e s s á r i a

n R 2 ! 1 p , o nd e ! 1 p é a d i f e r e n ça e n t r e as p r e s sões d o lado

l a d o d e dent r o d a e sfe r a. ( b ) To m a n do

ter n a co m o 0 , 10 a tm e a p r essão e x t e rn a co m o 1 , 00 a t m , det erm i n e

da bomb a de v ác u o , f ez

pa r a os n ob r es

m a d e mo n st r ação

~ F

~

FIG . 14 - 3 1

P r o b l e m a

7.

d e m o d o q u e R n a F i g. 14 - 3 1 pod e s e r co n s ider a d o

co m o o r a i o e x te rn o , m os tr e pa r a s ep arar os h e m i sfé ri os

q u e o m ó du l o é d a do p o r F =

d e fo r a e do

R co m o 30 e m , a p r essão i n -

o

m ó dul o d a f o r ça qu e

as j u nt as d e c ava l os t er i a m q u e e x e rce r p a r a

se

p ara r os h em i sf é rios.

( c ) E x p li qu e

p o r q u e u m a úni ca ju nta d e

cava l os po d er i a t er ex ec u ta d o a m es m a d e m o n s t r ação h e m i sfério s e st i vesse p r es o e m um a p a r e d e .

s e um d os

seção 14-4 Flu i dos em R ep o u so

 

@ Ca l c ul e a di fere n ç a

h i d rost á t ic a

e nt r e a pres sã o

a r te rial n o

c é rebro

e s p e c íf i ca do san g ue é 1 , 06

~ C om uma p rof un d id a d e

n o o c e ano Pací f ico , é o lu gar m a i s prof un do

e n o p é de um a p e s s oa c o m 1 , 83 m d e a l t ur a. A m assa

x 10 3 k g / rr r ' ,

d e 10 , 9 km , a fos s a d a s Maria n a s,

W a l s h e J ac qu es

do s o c ea n os .

E m

à fossa d as

P i cca r d c h egaram

1960

, Do nald

Mar i a n as n o b a t i s cafo

um a mass a es p e c íf i ca uni f orme

hidr os t á ti ca ap rox i m a d a

~ ~ rt a r .

~

desc e r com u m s n o rk el (t ub o d e r e spir a ção)

ma ss a e spe c í f i c a d a ág ua e p elo f a to de q u e os p u lmõ e s

nã o func i onam co m u m a d ifer e nça de

e o ex terio r

d if e r e n ça

á

de 1 , 5 x 10 3 k g / m ê ) ?

Tr ie s te. S up o nd o

(e m a tm o s fe r a s )

q u e a ág u a d o m a r t e m

d e 1024 k g / m ' , ca l c ul e a pr e ssão

qu e o T r i e ste te v e qu e

p o d e p e l a

A p r o f u n dida d e

m áx im a d máx a qu e um m erg ul h a d o r

é determ in a d a

hum a n os

pressão (e ntr e o int er i or

d a ca v idade to r ác ic a )

m a ior q u e 0 , 05 0 at m . Q u a l é a

e ntr e o d máx da ág u a doce e o d a água do M a r Morto (a

m a i s sa l ga da n o m u nd o , c o m u ma m as s a es pe c í f i ca

"'J!iIIíS

t

e nt a m

1 00 m a b a i xo d a s u pe rfíc i e .

e sc a par d e u m s ub - de ve s e r

Q u e força

d e 1 , 2 m p o r 0 , 6 0 m , p a r a

S

u p o nh a

q u e a m assa es -

ar no

é 1 , 00 a tm .

"'J!iIIíS

g u a na t u r al

G A l g u n s m e m b ro s da tripul aç ã o

m a r in o ava riad o

a p li c a d a a um a e s c ot i lh a de em erg ê n c i a , a br i- I a p a r a fo r a n e ss a p r o f un d id a d e?

pec ífic a da á g u a d o oc e a n o é 1024 kg / m ! e q u e a pre ssã o d o

i nt e ri o r do subm a ri n o

@ O t u bo d e p l á st i co da Fig.14 - 32 te m u ma seç ão r e ta d e 5 , 00

c

p r ime nt o

f e c h a d o e m a i s ág u a é d e s p e j ada

r n - . Introduz- s e

á gu a n o t ub o a t é q u e o lado m a i s curto (d e co m -

d = 0 , 8 00 m) f iqu e c h e i o. E m seg ui da , o l ado m eno r é

n o la d o m aior . Se a t a mp a do

-14 Embolia g asosa em v ia ge n s d e avião . O s m e rg u lh ad o r es são

aco n se lh ado s

u

l

d

avião d ecol a)

sa

Q

di

d e 7 , 6

q u e a massa espe c í fi c a m édia do a r

n essa fa i xa d e a lt i tu des

@ G ira f a b ebe n do águ a . Em um a girafa , co m a cab e ça 2 , 0 m

ac i ma d o c o r ação e o cor ação 2 , 0 m ac im a do so l o , a pr essão m a -

n omét ri ca ( h i dr os t ática )

t o rr o S up o n h a

g u e é 1 , 06 x 1 0 3 kg / r r r ' . D eter min e

a n ã o v i a j ar d e avi ão nas p r im e i ra s

24 ho r a s após

m

me r g u lh o, p or q u e o ar pr ess uri z ado

n it r o gê n io

u sa d o d u rant e

o m e r g u - U m a r e - q u a nd o um

fo rme bolh as no o u mes m o f a t a i s .

da

h o pode i ntr o du z i r

n a corr e nt e sa n g ü ínea.

u ção s ú b it a d a pres são do ar (co m o a qu e aco ntec e

po d e f az er co m qu e o nitro gê n io

n g u e , q u e pod e m pro du z i r

em b o l i as d o lor osas

u a l é a var i ação

de p res sã o ex p e r i m e nt a d a

visã o d e op e r a ções

e spec i a i s q u e mergulh a

d id a d e e m um d ia e sa lt a d e pára - q ued as

d

km no di a seg ui nt e ? Su p onh a

s

ej a 0 , 87 kg / rrr ' ,

d

o sa n g ue

p o r um so l dado

a 20 m d e pr of u n -

e uma a lti t u d e

"'J!iIIíS

do cor a ção

na a l t u r a

é 250

q u e a g i raf a es t á d e p é e a m a s sa especí f i c a d o san -

a pre ss ã o

a rt e r i a l

( m a n o m é-

tric a) em t o rr (a) n o cér e b ro

(a pr e ssão

d eve se r s ufic i e n t e

p ara

a

b as t e ce r

o c é r ebro

com sa n g u e)

e ( b ) n os p és (a p re ssão

d eve

ser co m p e n s a d a

po r um a p e l e es tica da , q u e se co mpo r t a c o m o

u

ma m e i a e l á s t ic a ) . ( c ) S e a g i rafa b a i x a s se a c a b eç a b ru s c a m e nt e

p

a r a b eber á g u a , se m afa s t ar as p e rna s, q u a l ser i a o a um ent o

d a

pr

ess ão ar t e r i a l

n o cére br o ?

( E s te a ument o p r ov a ve lm e nt e

c a u-

s ar i a a m o rt e d a g ir a fa.) "'J!iIIíS

-16

co m pr im ent o

= 4 , 6 cm - , p e n et r a na t ampa d e um barril

ci

H = 1 , 8 m . O b a r ri l e o t u b o es tã o cheio s

d ' ág u a ( a t é o a l to d o t ub o ) . Ca l c u l e a ra -

qu e ag e

so bre o f un d o do b a rril e a fo r ç a grav i ta -

co ntid a n o

é i g u a l a 1 , 0 ?

(Não é n eces sá rio

s ão a tm osf é r i c a . )

@ Pr essão a r t e r i al do ar ge n tinos -

zão e n t r e

N a Fig. 14 - 33 , um tu b o a b e rto , d e

L = 1 , 8 m e seção reta A

A

l ín dri co d e di â m e tro

D = 1 , 2 m e a ltur a

a f orça hidro stát i c a

.-----.--,,.-1 .

H

_1

FIG.14-33

Proble m a 16 .

ci o n a l qu e age so b r e a ág u a

b a r ril . P o r qu e a r az ão não

l e v ar e m co nt a a pre s -

d es t e sa u ró p o d e

m a n o m é tri ca

n a a l tura do

o

s au r o. ( a ) Se a ca b e ç a

g i g a n tesc o f i c a va a 2 1 m de a ltu ra e o c o -

ração a 9 , 0 m , q u e pr e ss ão

(

c o r ação p ar a qu e a p r ess ão n o c é reb r o

foss e 80 t orr ( s uf i c i e nt e

cér e br o) ? Su p on h a

n

t orr ) n a a lt ur a dos pé s d o a nim a l ? ~

hid r o s t át i c a)

era necessár i a

par a a b a stece r

qu e a m assa e spe c í fic a do sa n g u e do a r gen t i -

( e m

ossa u ro

era 1 , 0 6 x 10 3 kg / m " (b) Q u a l era a p ressã o a r t er i a l

-18

S e r es h uma n o s e ele fante s faze n do s n o rk e l . Q u ando um a

p

mosfera

pressão int e rn a e a pr e s são da ág ua sobr e o co rp o d o m ergulh a-

é (a) 20 e m ( s i t u aç ão

dor se o comprim e nto

es so a faz s n o r ke l ,

o at m o sfé r ica.

os p u lm ões

f ic a m li ga d os d i r e tame n t e

e , p orta nt o,

à a t -

at r avés d o t u b o de respiração

Q u a l é a di fere n ça

es tão à p res -

e n t r e

a

Sp, e m atmo s feras ,

d o tub o d e r es p ir a ção

••

Capítulo 14 I Fl uidos

n o rm a l ) e ( b ) 4 , 0 m (s ituaçã o p r o - vave lment e f a t a l )? No seg un do

c aso , a dif ere n ça d e pres são faz os

v a s o s s angüín eos da s pared es d os

pu

l mões se romp e r e m , ench e nd o

os

pulmões d e s angue. Como mo s -

tra a Fig. 1 4- 34 , um e l efan te pod e

u sa r a tromb a c o m o tubo de re s pi-

r ação e nada r co m os p ul mõ es 4 , 0

m a b a i x o da s up e r f ície da ág u a p o rqu e a m e mbran a qu e en vo l ve se u s pulmões c o nt é m tecido c o n ect i vo qu e e n vo l ve e pr otege o s

vasos sa ngüín eos , impedind o qu e se r o mp a m . ~

"19 Doi s recipi e ntes c ilínd r i cos i g u a i s , c o m as bases n o m es m o

ní ve l , c o n têm um líqu i do d e m assa específic a 1 , 30 x 10 3 k g / r rr ' , A

á r ea d e c a da b ase é 4 , 00 c m 2 , m as e m um d os r e ci p i e nte s a a l tura

d o líquido é 0 , 8 54 m e no outr o é 1 , 5 60 m . D ete rmin e o trab a lh o

r ea l i za do pela forç a grav i taci o n a l para igual ar os ní v eis quand o

o s re c i p i en t e s são l i g ados por um t u bo .

FIG.14 - 34 Pr ob l em a 1 8.

~

P e r d a d e co n sc i ê ncia d os p il otos d e ca ç a . Q uando um pi-

~z

um a c ur v a muito f e ch a d a e m um av i ão d e caça mod e rn o

a

pressão d o sa n g u e n a altu ra d o c ére br o d iminui , e o sa n g u e

deixa d e a b astece r o c é r e b ro. Se o c or ação m a n té m a p ress ã o m a n o m é tric a ( h id ros t á ti ca) da aor t a e m 1 20 to rr q u a nd o o p iloto sofre u m a aceleração c e ntrí pet a h o ri zo nt a l de 4 g , qu a l é a pres- são sa n g üín ea n o cére bro (e m t o r r) , s itua do a 30 e m d e di s t ânc i a

d o co r açã o n o se ntido do ce ntr o d a cur v a ? A fa lt a d e san g u e n o cére bro pode f aze r com q ue o pil o t o passe a e n xe r g a r em preto

e branco e o campo v is u al se e s tr e ite , u m fe n ô m e no co n hecid o

c o mo " v i são d e t ú ne l " . Caso per s i s t a , o pilot o p o d e s ofrer a ch a - m a d a g - LO C (g -indu c ed los s of co n sci o usness , per d a d e con sc i -

"23 U m gr a nde aq u á r i o d e 5 , 00 m d e a ltur a está ch eio d e ág u a do c e até um a a ltur a d e 2 ,00 m. U ma da s par e d e s do a qu á rio é fe i ta

d e pl ás t ico e tem 8 , 00 m de l argura . De q u anto aume nt a a fo r ça exe r -

c id a s o b r e e s t a p ar ed e s e a a l tura da ág u a é aume n tad a p a r a 4 ,0 0 m ?

".24

Na F i g. 1 4 - 37 a á g u a

a t i ng e um a a ltur a D = 35 , 0 m

a trás d a face ver tical d e u ma r e -

p r esa c o m W = 3 14 m d e l arg u ra.

D e term ine ( a ) a fo rç a h oriz ontal a

q u e está s u bmet id a a r e pr esa par

ca u sa d a pr essão manomé trica da

ág u a e ( b ) o t o rqu e produ z id o p o r

essa forç a e m r e lação a um a r e ta q u e p assa por O e é pa r a l e l a à face p l a n a da r epresa . ( c ) D e t e rmi ne o br aç o d e alavanca dest e tarqu e .

FIG.14 - 37 Prob l e m a 24.

seção 14-5 Medindo a Pr essã o

~

Aco lun a d e umbarô m etro d e merc ú rio(co mooda F i g . 14 - 5 a )

t

e m um a a l t u ra h = 7 4 0 , 35 mm. A t e m p e ratu ra é -5 , 0 ° C , n a q u al

a mass a es p ec í fica do mercúrio é p = 1 , 360 8 X 10 4 kg/m". A a c e l e -

r ação d e qu e da liv re no l o ca l o nde s e enc o n tra o b a r ô m etro é g =

9 , 7835 m / s 2 Q u a l é a pr essão a tmosféric a m e d i da pe l o barô m e t r o

e m p asc a l e e m torr ( qu e é um a un i dad e muit o usa d a pa r a as l ei- turas d o s b a r ô metros)?

@ Para s u ga r l imon a d a , c o m uma m as sa específ i ca de 1 00 0

kg / m ", u sando u m can ud o par a fa z er o líq u i do s u b i r 4 , 0 em , qu e

pre s são m a n o m é trica mín i m a (e m atm osfe r as) deve se r produ-

z ida p e l os pulmões ?

@ Q u a l se ria a a ltu ra da atm os fera se a m assa esp ec íf i ca d o

a r ( a ) f osse uni form e e ( b ) d i m inu íss e lin e a rme n te a té ze r o c om a

ê

ncia i ndu z id a po r g) . A ma ssa esp ec ífica d o san g u e é 1 , 0 6 x 1 0 3

a ltu ra ? Supo nh a q u e ao ní ve l do mar a pressão d o a r é 1 , 0 a tm e a

k

g / rrr ' .

- t:f !I/S

m

assa esp ec ífica do ar é 1 , 3 k g / rn " .

"21 Na a n ál i se de cer to s f e n ô m e n os geo l óg i cos é mu i t as vezes

ap ro p r i a d o s up o r q ue a pr essão e m um d a d o ní ve l de comp e n -

sa ç ão hori zo n ta l , muit o a b a i xo d a s u pe rfí c i e , é a m esm a e m um a vas t a r eg i ão e é i g u a l à pr essão

p ro duzid a p e l o p eso da s r oc h as

qu e s e encontra m a c i ma desse ní-

v e l . Assim , a pr es s ã o no n í v e l de

c o mpensaç ã o é d a d a pe l a m esm a

fó rmula u sa d a p a r a cal c ul a r a

pr essão d e um f luid o. E sse m o -

d e l o ex ige , pa r exe mplo , q u e as

m o nt a nha s t e nh a m r aizes d e ro -

c h as con t in e nt a i s q u e pen etr a m

n o manto m a i s d e n so ( Fi g. 1 4 - 35).

Co n s idere u m a m o nt a nha d e a l -

tur a H = 6 , 0 km em um contin e nt e

d e es pessura T = 3 2 km. As roch as cont i ne nt ais t ê m uma massa e spe cífica

2 ,9 g / c m '' e o ma n to q u e f i c a ab a ix o d e s t as

r o cha s tem um a m a ssa específic a de 3 , 3

g / cm ' . Ca l c u l e a pr o f un didad e D d a r ai z . (Sug e st ã o : I g u a l e as pressões n os p o n tos a e b; a pr of u nd id a d e y do n íve l d e c o m -

pe n saçã o se can cel a . )

O ta nqu e e m f orm a d e L m o s -

t r a d o na F ig. 14-36 es tá ch e i o d ' ág u a e

~o

~ Um ê mbol o com um a se -

çã o r e t a a é u s ado e m um a pr e n sa hid rá ulica para exercer um a pe - quen a fo r ç a de m ó dul o f s obre u m

l íqu i do qu e es t á e m c o n tato , atra -

v és de um tub o de ligação , co m

um ê mb o l o m a i o r de seção r e t a A

( F i g. 1 4 - 38) . ( a) Q u a l é o mód ul o

F d a fo r ç a q u e de v e s e r a p lic a d a

ao ê mb o l o mai or pa r a qu e o s i s t e m a fiqu e e m e q u i l íbri o ? ( b ) S e

os di â m etr os dos ê m b ol os são 3 , 8 0 em e 5 3 , 0 em, q u al é o mó du l o da fo r ça que de v e ser aplic a d a ao ê mbol o m e nor para e quilib r a r

14-6

O Prin c íp i o de Pasca l

FIG.14-38

P r o bl e m a 2 8 .

M a nt o

3, 3 g / c n 1 3 ~:.~~Q

)'

!

· · ~ · ~~~oN í v el d e

- - - - ~ - - ~ - --- - ----

b a. c omp e n s aç ão

F I G . 14 - 35

Pr o bl e m a 21 .

um a fo r ça d e 20 , 0 kN a p l ica d a a o ê m b ol o m a io r ?

@ Na F i g. 14 - 39 , uma mola de

con s t a n te e l á sti ca 3 , 0 0 x 10 4 N / m

l iga um a v i ga ríg ida a o ê mb o l o de sa ída d e um m a c ac o hidrá ulico. U m

recipi e nt e vazio de m assa d e sp r e z í -

v el e s t á sobre o ê mb o l o d e e ntra d a. O ê m bo l o d e entr a d a tem u m a ár e a

A e e o ê mbolo de saída tem u ma

R ec ipi e n t e

Mo l a

2d

FIG . 14 - 39 P rob l e m a 2 9 .

área 18 , O A e . Inic i a lme n te a mola está relaxa d a . Q u a nt os q uil ogr a -

d mas de a reia d ev em s e r d es p e j a dos ( l e ntamente ) n o rec i p i en t e

3 d

"22

p a r a qu e a m o l a sofr a uma c o mpressão d e 5 , 00 e m ?

é a b e rto n a p a rt e de cima. S e d = 5 , 0 m , q u a l é a forç a exe rci da pel a á gu a (a) na fac e A e (b) na fac e B?

F

2d

IG.14 - 3 6

P r o blema 22 .

seção 14-7 O Princípio de A r quimedes

®

Na Fig. 14 - 40 , um c ub o

de arest a L = 0 , 60 0 m e 450 k g d e

massa é s u spe n s o por um a corda em u m tan q u e aberto q u e c o n-

s

Se

~ o

ar

ate

de

00 -

f i c a 10 3 0 k g / m " . Determin e

m ó dul o d a força total e x e rcid a

s

m um líquido

d e m as sa e sp ecí -

(a) o

do cubo p elo

o br e a fa c e s uperior

quid o

u e a pr essã o

, 00 a tm , ( b ) o módulo

e p e l a atmosfer a , s up o nd o

atmosférica

é d e d a fo r ça

q

1

'r

L

_!

t o t a l exerc id a sobre a fac e inf e ri o r

L/2

_t

do cub o e ( c ) a ten s ão

da cord a.

(

d ) Ca l c ul e

o mód u lo

d a f o r ça

FIG.14-40

Problem a 30 .

d

A rq u imed es .

@ U ma â n cora

rec e se r 200 N ma i s l eve na ág u a qu e no ar . (a) Q u a l é o vo l u m e

da

e e mpux o

â ncora ?

a que o c u bo está s ubmetido

usando o pr in c íp i o

d e

Q u e relação ex i s t e e n tr e todas essas g r an d eza s?

de ferro d e mas s a e sp ec í f ica

(b) Q uant o e l a pe s a n o a r ?

7870 kg / m " p a -

-32

U m barco qu e flu t u a e m ág u a d oce d es l o ca um vo lu me d e

á g u a qu e pe s a 35 , 6 k N. (a) Q u al é o peso da ág u a q u e este b a rco

de s l oc a quando f lutu a em ág u a sa l g a d a d e massa espec í fica 1 , 10 x

1

0 3 k g / m - ? ( b ) Qua l é a di fer e nç a

e nt r e o vo lu me de água doc e e

o

vo l um e d e água sa l g ada d es l o c a do s ?

@

T r ês crianças , todas p es and o 3 5 6 N , f az em uma j a n ga d a

c o m

t oras d e m a d e ir a d e 0 , 30 m d e di â m e tr o

Q u a nt as t o ra s são neces sá ri as

e 1 , 8 0 m de comprim e n to.

e m ág u a

p a r a m a nt ê - I a s f lu tuando

Problemas

para for m ar

ge l o , o sa l é dei xa d o d e l a d o. Assi m , a ág u a qu e r es ult a d o d ege l o

d e um i ce b erg pod e se r u sada p a ra beber . )

es

p ecífica

1000 kg / m ' ) ? (Q u a nd o

a ág u a co n ge l a

"40

U m a p e qu e n a

esfera

to -

K ,

t

a l m e nt e i mer sa e m u m l íq ui do é

 

lib

e r a d a

a par t i r do re p o u so , e s u a

~

e

n e r g i a

c in é tic a

é m e d id a

depois

: . ::

qu e se d e sl oc a 4 , 0 e m n o líq ui do.

A F i g . 1 4 - 42 mostr a

os r es ult a d os

 

O

d

e p o i s

d e mui t os l íq uid os

terem

 

s id o u s ados : a e ner g i a

c in é ti ca

K

1

2

3

P l í q ( g / c m 3 )

é plotada

da ma s sa específica

d e f i n i da por K , = 1 , 60 J. Qu a i s são (a) a massa esp ec ífica e ( b ) o

é

no gr á f i co

em f un ção

FIG.14 - 42

Probl e m a 40.

d o l í quid o , P l í q , e a e s cala do ei xo ve rtical

vo lum e da bo l a ?

8

U

m a esfera

d e f er r o

o c a f lutu a

quase

t o t a l m e nt e

sub -

m e rs a e m água. O di â m e t r o

fi ca d o ferr o é 7 , 8 7 g / cm ' . D ete rmin e

ex t e rn o

--42

N a F ig . 1 4 - 4 3a , um bl o c o

é 6 0 , 0 em e a mas s a e s p e cí -

o diâm e t ro int e rn o .

r eta n g ular

é g r a du a lmente

e

d; a á r e a da s fac es s up e ri o r

43

did a d e h da f a c e in fe ri o r . A esca l a d o e i x o ve rt i cal é d e finid a por

mpurr a do pa r a d e ntr o

b m os tr a

d e um líq u id o . O bloco t e m um a a l tur a

e in fer i or

é A = 5 , 67 cm - , A Fi g . 1 4 -

P a p d o bl o c o e m fun ção da p r of u n -

o p eso apa r e nt e

d

o ce ? S up o nh a ' qu e a m a s sa es p ecí f i c a d a m a d e ir a

é 8 00 k g / m " .

P

s = 0 , 20 N. Qu a l é a m assa específ ic a do líquido ?

 

-34

U m o bj e to

de 5 , 0 0 k g é lib e r a d o

a p a rtir

d o r e p o u so

q

u a nd o está totalm e n te im e r so e m um l í qu i d o . O líquido des lo-

c

a d o p e l o o bjeto tem um a mas sa d e 3 , 0 0 k g. Que dist â nci a

e e m

q

u e se ntid o o objeto se mo ve e m 0,20 0 s , s up o ndo q u e se d es l o c a

z

l

iv r e m e nt e

e que a for ç a d e a rr as t o

exe r c id a

p e lo líqu i do é d es -

p

rezíve l ?

-

35

U m b l oco de mad e i r a

f lutu a e m á gu a doce com d o i s t e r-

,--_---, _1-

 

ç

o s d o v o l ume

V s u bmer sos

e e m ó l e o com 0 , 90 V s ubm e r s o s .

d

O

1

2

D

eterm i n e

a ma ss a especí f ica ( a ) da mad e ira e ( b) d o óleo.

h ( e m )

 

"36

U m f lut ua do r

t e m a forma d e um c i l indr o r eto , com 0 , 500

 

(a)

(b)

m

de a l t ur a e 4,0 0 m 2 d e á r ea da s base s ; s u a m assa es p e c ífic a

é

FIG.14 - 43

P roblema 42.

0,

4 0 0 ve z e s a m ass a es p ec í fica d a ág u a d oce. I nicialm e nt e

o f lu t u -

a

dor é mant id o t o t a lm e n t e

im e rso e m ág u a d oce , com a face s u-

 

p

e ri or n a s u perfíc i e

da ág u a. Em s eguida é li be r ad o

e so b e grad u-

~

Uma peça d e f e rr o c o nt en d o

um c e rto número

d e c a v i da-

a

l mente at é começar

a f l utu a r . Qu a l é o tra b a lh o

r ea li z ado

p e lo

d

es p es a 6000 N no ar e 4000 N n a ág u a . Qu a l é o v olum e t o t a l d e

e

r npu xo s obr e o f lut uador d u r a nt e a s u bida ?

cav

i d a d e s ?

A mas s a es p ecí fi ca d o fer r o é 7 , 87 g / crr r ' ,

 

~

U m a es f e r a oca d e r a i o in te rn o 8 , 0 em e raio exter n o 9 , 0 em

•• 44 D e i x a - se

c a ir um a p eq u e n a

bo l a a p ar tir d o r epo u so

e m

f l utu a c o m metade do volum e s ubm e r so

e m um lí qu ido de ma ss a

um a pr o fundidade

de 0,600 m aba i xo d a s up e rfície

e m u m a pi s -

e s pec í fi c a 80 0 kg / nr ' . ( a ) Qu a l é a m as s a d a esf e ra ? ( b ) Ca l c u l e a

m assa es p ec ífica do mat e ri a l

d e qu e é fe it a a e sfer a.

j

" 38 J aca r és t ra içoei r os . O s

a ca r és cos tumam

p e l a

e s per a r

p

r e sa f lutu a ndo

com apen as o a lt o

d

a c ab e ç a e xp os to , para n ão se r e m

v

i s tos. U m meio de q u e di s p õe m

FIG.14 - 41

Probl e m a 3 8 .

p a r a af und a r

O utro

um model o

c a ré,

m e nt e ex posta. O a lt o da cabeç a t e m uma á rea de 0 , 20 m - , S e o

a c aré en g olir ped r as com u ma m a ss a tota l de 1 , 0% da mass a do ~

J

m

mais o u m en os é contro l a r

o tama nh o do s p u lmõ e s .

é e ng o l ir ped r a s (g a s tr ó l i t os) ,

qu e p as s a m a residir no e st ô -

m u ito simp li ficado

d e j a -

a go. A Fi g . 14 - 41 mo s tra

c o m uma massa de 1 3 0 k g , qu e flutu a com a cabeç a p a rci a l -

co rpo (um va l or tí pi co) , de q u anto af undará?

"3 9

-

m

especí f ic a

1 1 7 kg/ rn " ) é visív el se o ic e b e r g f lut u a ( a ) no mar (ág u a sa l gad a,

Que fração d o vo lu me

de um ic e b e rg ( m a s sa

a ssa es p e cífica

1024 kg / m " ) e (b) e m u m rio (ág u a doce , m as s a

cin a c o m á gua . S e a ma ssa espec í fi c a

da bo l a é 0 , 300 vezes a d a

á

gu a e s e a for ça d e ar r asto que a ág u a exerce so br e a b o l a é d es -

p

r ez í ve l , qu e al t ur a aci m a da s u perfície

da ág u a a b o l a a ting e ao

e m e r g ir ? ( D es pr eze a t r ansfe r ência

res

de e n e r g i a

pin g o s p ro duzid os

p e l a bo l a ao e m ergi r . )

p ara as on d as e

"45

O vo lum e d e a r no compar t imen t o

d e p assage i ros

d e um

a

d e 1 800 kg é 5 , 00 m 3 O vo lum e do m o t o r e das r o d as

ut o m óve l dianteiras

é 0 ,7 5 0 m 3 e o v o lum e

d as r o da s t r a se i ras ,

t a nqu e

d e

gas

olina e porta - m a l as

é 0 ,8 00 m '; a ág u a não pode p e n e t rar

n es -

sas dua s reg i õ e s . O c a rr o c a i e m um l ago . (a) A p r incípi o , não e n -

t ra á gua no compartim e n to

e m metros cúb i co s , f i c a a b a i xo da s up e rfí c i e

d

e passage i r o s .

Q u e vo l u m e do c a rro , da ág u a com o carr o

flutuando

(F ig . 14 - 44 )? (b ) Q u a nd o

a á gua penetra

l e ntament e,

o

carro af u nda . Q u anto s

m e tr os

cúbic os de ág u a estão dentro

do

ca

carro , com uma c a r ga p esa d a

ri

r r o q u ando

z ont a l . )

e l e d e sa par ec e

a b a i x o da s u p e rfíc i e

n o p o rta-ma l as ,

da á gu a? (O n a h o -

perman e ce