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  • 6 SIMBOLOGIA GRÁFICA

6 SIMBOLOGIA GRÁFICA 21

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DIVISÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA EM CIRCUITOS TERMINAIS

  • 7.1 CIRCUITO ELÉTRICO

É o conjunto de equipamentos e fios, ligados ao mesmo dispositivo de proteção. Em uma instalação elétrica residencial, encontramos dois tipos de circuito: o de distribuição e os circuitos terminais.

Ponto de

Rede pública

derivação

de baixa tensão

Ramal de derivação

Circuitos

terminais Circuito de distribuição Quadro de distribuição Caixa de Origem da Medição instalação Ramal de entrada
terminais
Circuito de distribuição
Quadro de
distribuição
Caixa de
Origem da
Medição
instalação
Ramal de
entrada
Terminal de
Dispositivo geral de
comando e proteção
aterramento
principal

CRITÉRIOS

  • 7.2 ESTABELECIDOS

PELA

NBR-5410

PARA CIRCUITOS

TERMINAIS

A instalação elétrica de uma residência deve ser dividida em circuitos terminais. Isso facilita a manutenção e reduz a interferência.

Os circuitos terminais partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente lâmpadas, tomadas de uso geral e tomadas de uso específico.

Os critérios estabelecidos são os seguintes:

  • - Qualquer instalação deve ser dividida em tantos circuitos quantos forem necessários, de forma a proporcionar facilidade de inspeção, ensaio e manutenção, bem como evitar que, por ocasião de um defeito em um circuito, toda uma área fique desprovida de alimentação.

  • - Os circuitos terminais devem ser individualizados pela função dos equipamentos de utilização que alimentam. Em particular, devem ser previstos circuitos terminais distintos para iluminação e tomadas de corrente.

  • - Em unidades residenciais e acomodações (quartos, ou apartamentos) de hotéis, motéis e similares,

os pontos de tomada de cozinhas, copas, copas-cozinas, áreas de serviço, lavanderias e locais análogos devem ser atendidos por circuitos exclusivamente destinados à alimentação de tomadas desses locais.

admite-se que pontos de tomada, exceto aqueles indicados no item acima, e pontos de iluminação possam ser alimentados por circuito comum, desde que as seguintes condições sejam simultaneamente atendidas:

  • a corrente de projeto do circuito comum (iluminação mais tomadas) não deve ser superior a 16 A;

  • os pontos de iluminação não sejam alimentados, em sua totalidade, por um só circuito, caso esse circuito seja comum (iluminação mais tomadas) e;

  • os pontos de tomadas, exceto os indicados no item anterior, não sejam alimentados em sua totalidade, por um só circuito, caso esse seja comum (iluminação mais tomadas)

Todo ponto de utilização previsto para alimentar, de modo exclusivo ou virtualmente dedicado, equipamento com corrente nominal superior a 10 A deve constituir um circuito independente.

  • - Nas instalações com duas ou três fases, as cargas devem ser distribuídas entre as fases, de modo a obter-se o maior equilíbrio possível.

Além desses critérios, o projetista considera também as dificuldades referentes à execução da instalação.

Se os circuitos ficarem muito carregados, os fios adequados para suas ligações irão resultar numa seção nominal (bitola) muito grande, dificultando a instalação dos fios nos eletrodutos e as ligações terminais (interruptores e tomadas).

Para que isso

não ocorra é usual prever mais

de um

circuito de iluminação e

tomadas de uso geral, de tal forma que a seção nominal dos fios não fique maior que 4,0

mm 2 .

EXEMPLO:

Para exemplificar a divisão da instalação elétrica em circuitos, é necessário retomar o quadro de cargas do nosso exemplo.

Aplicando

os

critérios

estabelecidos

pela

norma

no

estabelecemos inicialmente 05 circuitos terminais:

exemplo

em

questão,

.um para iluminação .um para tomadas da copa/cozinha e área de serviço .um para tomadas de uso geral .dois para tomadas de uso específico (ar-condicionado e chuveiro elétrico).

Mas, tendo em vista as questões de ordem prática, optou-se no exemplo em dividir:

.os circuitos de iluminação em 2:

social: suíte, w.c. da suíte, sala, quarto 1, quarto 2, w.c. social e circulação. serviço: sala de estar, sala de jantar, copa/cozinha, varanda, área de serviço, quarto

d.c.e. e seu

w.c.

.

.os circuitos de tomadas de uso geral em 4:

social: , w.c. da suíte, sala, quarto 1, quarto 2, w.c. social e circulação. serviço: sala de estar, sala de jantar, varanda, quarto d.c.e. e seu w.c .. serviço: copa/cozinha serviço: área de serviço

Observações:

Circuitos de iluminação: optou-se pôr dividir as cargas de iluminação em dois circuitos (social e serviço), mesmo sendo pequena a potência de cada um, pois, em caso de defeito ou manutenção, não é necessário desligar toda a iluminação.

Circuitos de tomadas de uso geral

(TUGs): Optou-se pôr dividir as cargas de

tomadas de uso geral (TUGs) em quatro circuitos para que o fio não seja maior que 4,0 mm 2 . Na prática, faz-se a divisão dos circuitos de tal forma que cada um tenha uma

potência de no máximo 4300 VA na tensão de 220 V.

Essa divisão dos circuitos, bem como suas respectivas cargas, será apresentada numa tabela, e as devidas explicações aparecerão logo em seguida.

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QUARTO 1

280

160

SUÍTE

220

W.C. SUÍTE

100

QUARTO 2

160

W.C. SOCIAL

100

CIRCULAÇÃO

100

SALA ESTAR

340

CIRCULAÇÃO

COPA/COZINHA

160

VARANDA

160

QUARTO EMPREG.

100

W.C. EMPREG.

100

ÁREA DE SERVIÇO

100

SUÍTE

400

W.C. SUÍTE

600

QUARTO 1

300

QUARTO 2

300

W.C. SOCIAL

ÁREA DE SERVIÇO

Serviço

600

100

SALA ESTAR

400

SALA JANTAR

300

VARANDA

100

QUARTO EMPREG.

200

600

TUG's

5

TUG's

220

COPA/COZINHA

2000

2000

6

TUG's

220

AR CONDICIONADO

1900

7

TUE's

220

CHUVEIRO ELÉTRICO

4500

4500

8

TUE's

SALA JANTAR

1900

2600

2600

1600

220

TUG's

4

220

1240

1

Circuito

Social

220

2300

Iluminação

Social

220

840

2

Iluminação

3

W.C. EMPREG.

Tipo

Tensão

(V)

Local

Potência (

VA )

Potência Total (

VA )

220

Uma vez dividida a instalação elétrica em circuitos terminais, deve-se marcar, na planta, o número correspondente a cada ponto de luz e tomadas. No caso do exemplo, a instalação ficou com 1 circuito de distribuição e 8 circuitos terminais que estão apresentados na planta a seguir.

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  • 8 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO

Quadro de distribuição é o centro de distribuição de toda a instalação elétrica de uma residência, pois nele é que se encontram os dispositivos de proteção, recebe os fios que vêm do medidor e partem os circuitos terminais que vão alimentar diretamente as lâmpadas, tomadas e aparelhos elétricos.

O quadro de distribuição deve ser instalado em lugar de fácil

acesso

e

o

mais

próximo possível do medidor ou do centro de carga. Isto é feito para se evitar gastos desnecessários com os fios do circuito de distribuição, que são os mais grossos de toda a instalação e, portanto, os mais caros.

8 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO Quadro de distribuição é o centro de distribuição de toda a instalação

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  • 9 LINHAS ELÉTRICAS

9.1 CONDUTORES

  • 9.1.1 Conceitos básicos sobre condutores Vergalhão: produto metálico de seção maciça circular, destinado à produção de

fios.

Condutor: produto metálico, de seção transversal invariável e de comprimento muito maior do que a maior dimensão transversal, utilizado para transportar energia elétrica ou transmitir sinais elétricos.

Fio: produto metálico maciço e flexível, de seção transversal invariável e de comprimento muito maior do que a maior dimensão transversal.

Fio nu: fio sem revestimento, isolação ou cobertura.

Nota: Na tecnologia elétrica, os fios são geralmente utilizados como condutores elétricos, por si mesmos ou como componentes de cabos; podem ser também utilizados com função mecânica ou eletromecânica.

Condutor encordoado: condutor constituído por um conjunto de fios dispostos helicoidalmente.

Classes de encordoamento

Classe 1

Condutores sólidos (fios)

Classe 2

Condutores encordoados, compactados ou não

Classe 3

Condutores encordoados, não compactados

Classe 4, 5 e 6

Condutores flexíveis

Cabo: condutor encordoado constituído por um conjunto de fios encordoados, isolados ou não entre si, podendo o conjunto ser isolado ou não.

9 LINHAS ELÉTRICAS 9.1 CONDUTORES 9.1.1 Conceitos básicos sobre condutores Vergalhão: produto metálico de seção maciça

Cabo nu: cabo sem isolação ou cobertura, constituído por fios nus.

Barra: condutor rígido, em forma de tubo ou de seção perfilada, fornecido em trechos retilíneos.

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Condutor compactado: é um condutor encordoado no qual foram reduzidos os interstícios entre os fios componentes, por compressão mecânica, trefilação ou escolha adequada da forma ou disposição dos fios.

Cordoalha: condutor formado por um tecido de fios metálicos.

Revestimento: camada delgada de um metal ou liga, depositada sobre um metal ou liga diferente, para fins de proteção.

Isolação: conjunto dos materiais isolantes utilizados para isolar eletricamente.

Materiais empregados na isolação de condutores

Polímeros termoplásticos

Cloreto de polivilina (PVC), Polietileno (PE), polipropileno, etc.

Polímeros termofixos

Polietileno reticulado (XLPE), borracha

etileno-propileno silicone, etc.

(EPR)

borracha

de

Outros materiais

Papel impregnado, fibra de vidro, etc.

 

Condutor Isolado: fio ou cabo dotado apenas de isolação.

Condutor compactado: é um condutor encordoado no qual foram reduzidos os interstícios entre os fios componentes,

Cobertura: invólucro externo não metálico e contínuo, sem função de isolação, destinado a proteger o fio ou cabo contra influências externas.

Cabo unipolar: cabo constituído por um único condutor isolado e dotado, no mínimo de cobertura.

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Cabo multipolar: constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado, no mínimo, de cobertura. Veias:

Cabo multipolar: constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado, no mínimo, de cobertura.

Cabo multipolar: constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado, no mínimo, de cobertura. Veias:

Veias: condutores isolados constituintes dos cabos unipolares e multipolares. Os cabos multipolares contendo 2, 3 e 4 veias são chamados, respectivamente, de cabos bipolares, tripolares e tetrapolares.

Cordão: cabo flexível, com reduzido número de condutores isolados de pequena seção transversal, geralmente paralelos ou torcidos.

Cabo multipolar: constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado, no mínimo, de cobertura. Veias:

Cabo multiplexado: cabo formado por dois ou mais condutor isolado, ou cabo unipolar, disposto helicoidalmente, sem cobertura.

Cabo multipolar: constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado, no mínimo, de cobertura. Veias:

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9.1.2

Temperatura

Temperatura no condutor em regime permanente (ou em serviço contínuo):

temperatura alcançada em qualquer ponto do condutor em condições estáveis de funcionamento. A cada tipo (material) de isolação corresponde uma temperatura máxima

para serviço contínuo, designado por Z .

Temperatura no condutor em regime de sobrecarga: temperatura alcançada em qualquer ponto do condutor em regime de sobrecarga. Para os cabos de potência, estabelece-se que a operação em regime de sobrecarga, para temperaturas máximas especificadas em função da isolação, designada por, SC , não deve superar 100 horas durante doze meses consecutivos, nem superar 500 horas durante a vida do cabo.

Temperatura no condutor em regime de curto-circuito: temperatura alcançada em qualquer ponto do condutor em regime de curto-circuito. Para os cabos de potência, a duração máxima de um curto-circuito, no qual o condutor pode manter temperaturas máximas especificadas em função da isolação, designadas por CC , é de 5 segundos.

Temperaturas características dos fios e cabos em função do material de isolação.

Material

Z ( o C)

SC ( o C)

CC ( o C)

PVC

70

 
  • 100 160

EPR

90

 
  • 130 250

XLPE

90

 
  • 130 250

  • 9.1.3 Capacidade de Condução de Corrente

Capacidade de condução de corrente (I Z ) de um condutor, ou de um conjunto de condutores, é a corrente máxima que pode ser conduzida pelo condutor, ou pelo conjunto de condutores, continuamente, em condições especificadas, sem que a sua temperatura em regime permanente ultrapasse a temperatura máxima para serviço contínuo.

Nos fios

e cabos

providos

depende de diversos fatores, a saber:

de isolação, a capacidade de condução de

corrente

  • - material do condutor;

  • - seção

  • - material da isolação (que determina a temperatura máxima para serviço contínuo);

  • - temperatura ambiente ou, no caso de cabos enterrados, temperatura do solo;

  • - resistividade térmica do solo (para cabos enterrados);

  • - agrupamento de fios e cabos;

  • - agrupamento de condutores.

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9.1.4

Comportamento dos Cabos em Condições de Fogo e Incêndio

Em princípio, os condutores e cabos isolados, tendo em vista o comportamento de seu invólucro externo (isolação, no caso de condutores isolados, ou cobertura, no caso de cabos uni e multipolares) quando submetido à ação do fogo, podem ser classificados em quatro grandes categorias:

  • - Propagador de chama o cabo, quando submetido à ação direta da chama, mesmo por curto intervalo de tempo, entra em combustão e a mantém mesmo após a retirada da chama ativadora. O XLPE e o EPR podem ser considerados materiais propagadores de chama.

  • - Não propagador de chama a chama se auto-extingue após cessar a causa ativadora da mesma. O PVC e o neoprene podem ser considerados materiais não propagadores de chama. Os condutores isolados com isolação de PVC do tipo BW (NBR6148) enquadram-se nessa categoria.

  • - Resistente à chama para esses cabos a chama não se propaga em caso de exposição prolongada. O PVC aditivado confere aos cabos essa propriedade e os cabos assim fabricados são designados por BWF (NBR6148).

  • - Resistente ao fogo O cabo tem a característica de permitir e manter um circuito em funcionamento em presença de incêndio, atendendo à norma NBR10.301 (exposição e chama direta, 750 o C, por 3 horas). Tais cabos são particularmente recomendados para circuitos de segurança.

  • 9.2 CONDUTO ELÉTRICO

Conduto elétrico (ou simplesmente conduto): uma canalização destinada a conter condutores elétricos. Nas instalações elétricas são utilizados vários tipos de condutos:

eletrodutos, calhas, molduras, blocos alveolados, canaletas, bandejas, escadas para cabos, poços e galerias.

Eletroduto: elemento de linha elétrica fechada, de seção circular ou não, destinado a conter condutores elétricos, permitindo tanto a enfiação quanto à retirada dos condutores por puxamento. Podem ser metálicos (aço, alumínio) ou de material isolante (PVC, polietileno, fibro-cimento, etc.) ou ainda magnéticos ou não magnéticos. São usados em linhas elétricas embutidas ou aparentes. Classificam-se em rígidos, curváveis, flexíveis e transversalmente elásticos. Utilizam como acessórios: luva, bucha, arruela, curva, braçadeira e box.

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Eletrocalha: conduto fechado utilizado em linhas aparentes, com tampas em toda a sua extensão, para permitir
Eletrocalha: conduto fechado utilizado em linhas aparentes, com tampas em toda a sua extensão, para permitir

Eletrocalha: conduto fechado utilizado em linhas aparentes, com tampas em toda a sua extensão, para permitir a instalação e a remoção de condutores. Podem ser metálicas (aço, alumínio) ou isolantes (plástico).

Eletrocalha: conduto fechado utilizado em linhas aparentes, com tampas em toda a sua extensão, para permitir

Moldura: conduto utilizado em linhas aparentes, fixado ao longo de paredes, compreendendo uma base com ranhuras para colocação de condutores e uma tampa desmontável em toda sua extensão. Podem ser de madeira ou plástico.

Eletrocalha: conduto fechado utilizado em linhas aparentes, com tampas em toda a sua extensão, para permitir

Bloco alveolado: bloco de construção, com um ou mais furos que, por justaposição com outros blocos, forma um ou mais condutos fechados.

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Canaleta: conduto com tampas ao nível de solo, removíveis e instaladas em toda sua extensão. As

Canaleta: conduto com tampas ao nível de solo, removíveis e instaladas em toda sua extensão. As tampas podem ser maciças e/ou ventiladas e os cabos podem ser instalados diretamente ou em eletrodutos.

Canaleta: conduto com tampas ao nível de solo, removíveis e instaladas em toda sua extensão. As

Bandeja: suporte de cabos constituídos por uma base contínua com rebordos e sem cobertura, podendo ser ou não perfurada. São geralmente metálicas (aço, alumínio).

Canaleta: conduto com tampas ao nível de solo, removíveis e instaladas em toda sua extensão. As

Escada para cabos (ou simplesmente escada): suporte constituído por uma base descontínua, formada por travessas ligadas a duas longarinas longitudinais, sem cobertura. São geralmente metálicas.

Canaleta: conduto com tampas ao nível de solo, removíveis e instaladas em toda sua extensão. As

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Poço (Shaft): conduto vertical formado na estrutura do prédio. Nos poços, via de regra, os condutores são fixados diretamente às paredes ou as bandejas ou escadas verticais ou em eletrodutos.

Galeria elétrica: conduto fechado que pode ser visitado em toda sua extensão.

  • 9.3 PRATELEIRAS, GANCHOS E EM ESPAÇOS DE CONSTRUÇÃO

Prateleiras para cabos: suporte contínuo para condutores, engastado ou fixado numa parede ou no teto por um de seus lados e com uma borda livre.

Gancho para cabos: suporte constituído por elementos simples fixados à estrutura ou aos elementos da construção.

Poço (Shaft) : conduto vertical formado na estrutura do prédio. Nos poços, via de regra, os

Espaço de construção: espaço existente na estrutura de um prédio, accessível apenas em certos pontos e no qual são instalados condutores diretamente ou contidos em eletrodutos. São exemplos de espaço de construção: forros falsos, pisos técnicos, pisos elevados, espaço no interior de divisórias.

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9.4

TIPOS DE LINHAS ELÉTRICAS

9.4 TIPOS DE LINHAS ELÉTRICAS 36

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9.5

CAMINHAMENTO DAS LINHAS ELÉTRICAS

Uma vez determinado o número de circuitos elétricos em que a instalação elétrica foi dividida, chega o momento de se efetuar a sua ligação.

Essa ligação, entretanto, precisa ser planejada, detalhadamente, de tal forma que nenhum ponto de ligação fique esquecido. Para efetuar esse planejamento, desenha-se na planta residencial o caminho que as linhas elétricas deve percorrer.

Entretanto, para o planejamento do caminho que as linhas elétricas irão percorrer, fazem-se necessárias algumas orientações básicas:

  • A) Locar, primeiramente, o quadro de distribuição, em lugar de fácil acesso e que fique o

mais próximo possível do medidor.

  • B) Partir com as linhas elétricas do quadro de distribuição, traçando seu caminho de forma

a encurtar as distâncias entre os pontos de ligação.

  • C) Utilizar a simbologia gráfica para representar, na planta residencial, o caminhamento das

linhas elétricas.

  • D) Fazer uma legenda da simbologia empregada.

  • F) Ligar os interruptores e tomadas ao ponto de luz de cada cômodo.

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