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  1º BLOCO 2 I. Estatuto da Criança e Do Adolescente (Lei 8.069/90) 2 •
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1º BLOCO

2

I.

Estatuto da Criança e Do Adolescente (Lei 8.069/90)

2

Do Direito à Vida e à Saúde

2

Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade

3

Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária

3

2º BLOCO

4

I.

Continuação de Estatuto da Criança e Do Adolescente (Lei 8.069/90)

4

Da família Natural

4

Da Família Substituta

4

Da Guarda

4

Da Tutela

5

Da Adoção

5

3º BLOCO

6

I.

Continuação de Estatuto da Criança e Do Adolescente (Lei 8.069/90)

6

Continuação De Adoção

6

Adoção Internacional

7

Do Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer

7

4º BLOCO

8

I.

Continuação de Estatuto da Criança e Do Adolescente (Lei 8.069/90)

8

Continuação Do Direito À Educação, À Cultura, Ao Esporte E Ao Lazer

8

Do Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho

8

Trabalho Educativo

9

Da Prevenção

9

Da Prevenção Especial

9

5º BLOCO

11

I.

Exercícios Relativos ao Encontro

11

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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I. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) Quando se fala em estatuto da
I. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) Quando se fala em estatuto da

I. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90)

Quando se fala em estatuto da criança e do adolescente, a primeira diferenciação a se fazer é entre criança e adolescente. Pois bem, criança é aquele tem menos de 12 anos (12 anos incompletos) e adolescente é aquele que tem entre 12 e 18 anos (18 anos incompletos). No entanto, a lei poderá ser aplicada, excepcionalmente, ao jovem até 21 anos de idade. A efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária devem ser assegurados pela família, comunidade, sociedade em geral e pelo poder público, pois constituem seus deveres.

Além disso, essa garantia de prioridade compreende:

1)

Primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;

2)

Precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;

3)

Preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;

4)

Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

DO DIREITO À VIDA E À SAÚDE

A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam:

1) O nascimento, por isso, será assegurado à gestante, através do Sistema único de saúde (SUS), o atendimento pré e perinatal e será atendida, preferencialmente, pelo mesmo médico que acompanhou a fase pré-natal e também terá direito ao apoio alimentar e à nutriz que necessitar e apoio psicológico tanto no período de gestação quanto na fase pós natal para prevenção do estado puerperal, sendo a efetivação desses direitos, incumbência do poder público. Obs.: O apoio psicológico também será prestado às gestantes ou mães que desejam entregar o filho à adoção. 2) O desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência, por isso, o poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas a medida privativa de liberdade. Nota: É obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias. Para efetivação desses direitos, Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a:

1)

Manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de dezoito anos;

2)

Identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe,

3)

sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente; Proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais;

4) Fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato;

5)

Manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.

Em caso de internação do menor (criança ou adolescente), Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável.

Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.

Nota: Já as gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para adoção serão obrigatoriamente encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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• DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE A criança e o adolescente
• DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE A criança e o adolescente

DO DIREITO À LIBERDADE, AO RESPEITO E À DIGNIDADE

A criança e o adolescente têm direito à:

1)

Liberdade que compreende os seguintes aspectos:

a)

Ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

b)

Opinião e expressão;

c)

Crença e culto religioso;

d)

Brincar, praticar esportes e divertir-se;

e)

Participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação;

f)

Participar da vida política, na forma da lei;

g)

Buscar refúgio, auxílio e orientação.

2)

Ao respeito que consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.

3)

E à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis, sendo dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.

DO DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

DISPOSIÇÕES GERAIS

Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes. Se o menor estiver inserido em programa de acolhimento familiar ou institucional, a sua situação será reavaliada, no máximo, a cada seis meses, devendo a autoridade judiciária fundamentar pela reintegração familiar ou colocação em família substituta.

Obs.: O menor permanecerá acolhido institucionalmente por, no máximo, 02 anos. Salvo situação que atenda a seu próprio interesse.

Importante ressaltar que não haverá diferenciação entre os filhos havidos no casamento e os fora dele, como também não haverá diferenciação em relação aos filhos adotados. Cabe, aos pais (pai e mãe), de forma igualitária, exercer o poder familiar (expressão que antes era pátrio poder), que poderá ser perdido caso não cumpram seu dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, e as determinações judiciais.

Obs.: A falta ou a carência de recursos materiais não constitui motivo suficiente para a perda ou a suspensão do poder familiar.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • DA FAMÍLIA NATURAL
I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • DA FAMÍLIA NATURAL

I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90)

DA FAMÍLIA NATURAL

A família natural é a comunidade formada pelos pais (ou qualquer deles) e seus descendentes. A família extensa

ou ampliada é aquela formada por parentes próximos com os quais o menor convive e mantém vínculos de afetividade e afinidade, que vai além da unidade de pais e filhos ou da unidade do casal.

O reconhecimento de paternidade para os filhos havidos fora do casamento poderá ser feito, conjunta ou

separadamente, no próprio termo do nascimento, por testamento, mediante escritura ou outro documento público, qualquer que seja a origem da filiação. O reconhecimento pode preceder o nascimento do filho ou suceder-lhe ao

falecimento, se deixar descendentes.

O reconhecimento do estado de filiação é direito personalíssimo, indisponível e imprescritível, podendo ser

exercitado contra os pais ou seus herdeiros, sem qualquer restrição.

Nota: A ação de reconhecimento do estado de filiação poderá ser feita em segredo de justiça.

DA FAMÍLIA SUBSTITUTA

Considerações iniciais

1)

A colocação em família substituta será feita mediante guarda, tutela ou adoção.

2)

A colocação do adolescente em família substituta dependerá de seu consentimento.

3)

Os irmãos serão colocados sob guarda, tutela ou adoção da mesma família substituta, ressalvada a existência de risco de abuso ou outra excepcionalidade, evitando-se o rompimento do vínculo familiar.

4)

Em se tratando de criança ou adolescente indígena ou proveniente de comunidade remanescente de quilombo, é ainda obrigatório:

a)

Que sejam consideradas e respeitadas sua identidade social e cultural, os seus costumes e tradições, bem como suas instituições, desde que não sejam incompatíveis com os direitos fundamentais reconhecidos por esta Lei e pela Constituição Federal;

b)

Que a colocação familiar ocorra prioritariamente no seio de sua comunidade ou junto a membros da mesma etnia;

c)

A intervenção e oitiva de representantes do órgão federal responsável pela política indigenista, no caso de crianças e adolescentes indígenas, e de antropólogos, perante a equipe interprofissional ou multidisciplinar que irá acompanhar o caso.

5)

Se for revelado, por qualquer modo, incompatibilidade com a natureza da medida ou não oferecimento de ambiente familiar adequado, não será deferido a colocação em família substituta.

6)

Não será admitido a transferência da criança ou adolescente colocada em família substituta a terceiros ou a entidades governamentais ou não governamentais, sem autorização judicial.

7)

A colocação em família substituta estrangeira constitui medida excepcional, somente admissível na modalidade de adoção.

DA GUARDA

A guarda destina-se a regularizar a posse de fato, podendo ser deferida, liminar ou incidentalmente, nos

procedimentos de tutela e adoção, exceto no de adoção por estrangeiros e a guarda obriga a prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente, conferindo a seu detentor o direito de opor-se a terceiros, inclusive aos pais (salvo no curso de adoção).

Obs.: Excepcionalmente, poderá ser concedida a guarda fora dos casos de tutela e adoção, para atender a situações peculiares ou suprir a falta eventual dos pais ou responsável.

A guarda confere à criança ou adolescente a condição de dependente, para todos os fins e efeitos de direito,

inclusive previdenciários.

A guarda conferida a terceiros não retira dos pais o direito de visitas e o dever de prestar alimentos, salvo

expressa e fundamentada determinação em contrário da autoridade judiciária. O poder público estimulará, por meio de assistência jurídica, incentivos fiscais e subsídios, o acolhimento, sob a

forma de guarda, de criança ou adolescente afastado do convívio familiar.

A guarda poderá ser revogada a qualquer tempo, mediante ato judicial fundamentado, ouvido o Ministério Público.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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• DA TUTELA A tutela será deferida a pessoa de até 18 (dezoito) anos incompletos
• DA TUTELA A tutela será deferida a pessoa de até 18 (dezoito) anos incompletos

DA TUTELA

A tutela será deferida a pessoa de até 18 (dezoito) anos incompletos e seu deferimento pressupõe a prévia

decretação da perda ou suspensão do poder familiar e implica necessariamente o dever de guarda.

O tutor nomeado por testamento ou qualquer documento autêntico, conforme previsto na lei civil, deverá, no prazo

de 30 (trinta) dias após a abertura da sucessão, ingressar com pedido destinado ao controle judicial do ato.

DA ADOÇÃO

A adoção é medida excepcional e irrevogável e não pode ser feita por procuração.

A adoção atribui a condição de filho ao adotante, com os mesmos direitos e deveres dos filhos legítimos, inclusive

sucessórios, desligando-o de qualquer vínculo com pais e parentes, salvo impedimentos matrimoniais.

O adotando (quem é adotado) deve contar com, no máximo, dezoito anos à data do pedido, salvo se já estiver sob

a guarda ou tutela dos adotantes (quem adota). Se um dos cônjuges ou concubinos adota o filho do outro, mantêm-se os vínculos de filiação entre o adotado e o cônjuge ou concubino do adotante e os respectivos parentes. Podem adotar os maiores de 18 anos, salvo se for os ascendentes e os irmãos do adotando e o adotante há de

ser, pelo menos, dezesseis anos mais velho do que o adotando.

É possível a adoção conjunta, desde que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável,

comprovada a estabilidade da família. Os divorciados, os judicialmente separados e os ex-companheiros podem adotar conjuntamente, contanto que acordem sobre a guarda (que poderá ser compartilhada) e o regime de visitas e desde que o estágio de convivência

tenha sido iniciado na constância do período de convivência e que seja comprovada a existência de vínculos de afinidade e afetividade com aquele não detentor da guarda, que justifiquem a excepcionalidade da concessão.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • CONTINUAÇÃO DE ADOÇÃO
I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • CONTINUAÇÃO DE ADOÇÃO

I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90)

CONTINUAÇÃO DE ADOÇÃO

A adoção é medida excepcional e irrevogável e não pode ser feita por procuração.

A adoção atribui a condição de filho ao adotante, com os mesmos direitos e deveres dos filhos legítimos, inclusive

sucessórios, desligando-o de qualquer vínculo com pais e parentes, salvo impedimentos matrimoniais.

O adotando (quem é adotado) deve contar com, no máximo, dezoito anos à data do pedido, salvo se já estiver sob

a guarda ou tutela dos adotantes (quem adota). Se um dos cônjuges ou concubinos adota o filho do outro, mantêm-se os vínculos de filiação entre o adotado e o

cônjuge ou concubino do adotante e os respectivos parentes.

Podem adotar os maiores de 18 anos, salvo se for os ascendentes e os irmãos do adotando e o adotante há de ser, pelo menos, dezesseis anos mais velho do que o adotando.

É possível a adoção conjunta, desde que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável,

comprovada a estabilidade da família. Os divorciados, os judicialmente separados e os ex-companheiros podem adotar conjuntamente, contanto que

acordem sobre a guarda (que poderá ser compartilhada) e o regime de visitas e desde que o estágio de convivência tenha sido iniciado na constância do período de convivência e que seja comprovada a existência de vínculos de afinidade e afetividade com aquele não detentor da guarda, que justifiquem a excepcionalidade da concessão.

A adoção poderá ser deferida ao adotante que, após inequívoca manifestação de vontade, vier a falecer no curso

do procedimento, antes de prolatada a sentença.

Obs.: A morte dos adotantes não restabelece o poder familiar dos pais naturais.

O tutor ou o curador somente pode adotar o pupilo ou curatelado depois que der conta de sua administração e

saldar o seu alcance

A adoção depende do consentimento dos pais ou do representante legal do adotando e, em sendo o caso, do

adolescente. Esse consentimento será dispensado no caso de crianças com pais desconhecidos ou sem o poder familiar.

A adoção será precedida de estágio de convivência com a criança ou adolescente, pelo tempo que o juiz fixar,

podendo ser dispensada caso o adotando já estiver sob a tutela ou guarda legal do adotante durante tempo suficiente para que seja possível avaliar a conveniência da constituição do vínculo, não dispensando o estágio de convivência,

por si só, a guarda de fato.

Obs.: Em caso de adoção por pessoa ou casal residente ou domiciliado fora do País, o estágio de convivência, cumprido no território nacional, será de, no mínimo, 30 (trinta) dias.

O vínculo de adoção constitui-se por sentença judicial que será inscrita no registro civil mediante mandado do qual

não se fornecerá certidão. A inscrição consignará o nome dos adotantes como pais, bem como o nome de seus

ascendentes e o mandado judicial cancelará o registro original do adotado. Caso deseje o adotante, poderá pedir para que o novo registro seja lavrado no Cartório de Registro Civil do município de sua residência.

A sentença conferirá ao adotado o nome (patronímico) do adotante e poderá ser modificado também o prenome a

pedido do adotante ou do adotado, se for do adotante, o adotado deverá ser ouvido e ser for maior de 12 anos, dependerá de seu consentimento.

A adoção produz efeitos a partir do trânsito em julgado da sentença constitutiva, salvo na hipótese de deferimento

de adoção à pessoa falecida, que produzirão efeitos a partir do óbito. Ao adotado, após completar 18 anos, é assegurado o direito de conhecer sua origem biológica, bem como de obter acesso irrestrito ao processo no qual a medida foi aplicada. Esse acesso também pode ser deferido ao menor de 18 anos, assegurada orientação e assistência jurídica e psicológica.

A autoridade judiciária manterá, em cada comarca ou foro regional, um registro de crianças e adolescentes em

condições de serem adotados e outro de pessoas interessadas na adoção e, para isso, serão criados e implementados cadastros estaduais e o nacional de crianças e adolescentes em condições de serem adotados e de pessoas ou casais habilitados à adoção.

Obs.: A alimentação do cadastro e a convocação criteriosa dos postulantes à adoção serão fiscalizadas pelo Ministério Público.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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• ADOÇÃO INTERNACIONAL Adoção internacional é aquela na qual a pessoa ou casal postulante é
• ADOÇÃO INTERNACIONAL Adoção internacional é aquela na qual a pessoa ou casal postulante é

ADOÇÃO INTERNACIONAL

Adoção internacional é aquela na qual a pessoa ou casal postulante é residente ou domiciliado for ado Brasil.

A adoção internacional de criança ou adolescente brasileiro ou domiciliado no brasil somente terá lugar quando restar comprovado:

1)

Que a colocação em família substituta é a solução adequada ao caso concreto;

2) Que foram esgotadas todas as possibilidades de colocação da criança ou adolescente em família substituta brasileira, após consulta aos cadastros anteriormente mencionados; 3) Que, em se tratando de adoção de adolescente, este foi consultado, por meios adequados ao seu estágio de desenvolvimento, e que se encontra preparado para a medida, mediante parecer elaborado por equipe interprofissional. Obs.: Os brasileiros residentes no exterior terão preferência aos estrangeiros, nos casos de adoção internacional de criança ou adolescente brasileiro.

DO DIREITO À EDUCAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER

A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se lhes:

1)

Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

2)

Direito de ser respeitado por seus educadores;

3)

Direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores;

4)

Direito de organização e participação em entidades estudantis;

5)

Acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • CONTINUAÇÃO DO DIREITO
I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90) • CONTINUAÇÃO DO DIREITO

I. CONTINUAÇÃO DE ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (LEI 8.069/90)

CONTINUAÇÃO DO DIREITO À EDUCAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER

É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente:

I. ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria;

II. progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio;

III. atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;

IV. atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade;

V. acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;

VI. oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do adolescente trabalhador;

VII. atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.

O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo e o seu não oferecimento pelo poder público importa em responsabilidade da autoridade competente.

Obs.: Apesar de o ensino obrigatório e gratuito ser um dever do Estado, Os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino. Os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de:

1)

Maus-tratos envolvendo seus alunos;

2)

Reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares;

3)

Elevados níveis de repetência.

O poder público estimulará pesquisas, experiências e novas propostas relativas a calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação, com vistas à inserção de crianças e adolescentes excluídos do ensino fundamental obrigatório. No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura. Os municípios, com apoio dos estados e da União, estimularão e facilitarão a destinação de recursos e espaços para programações culturais, esportivas e de lazer voltadas para a infância e a juventude.

DO DIREITO À PROFISSIONALIZAÇÃO E À PROTEÇÃO NO TRABALHO

Art. 60 - É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de

aprendiz.

Esse artigo era compatível com o texto constitucional, no entanto, com a emenda constitucional 20/98, ele passou a dispor de em contrário do texto constitucional previsto no art. 5°, XXXIII:

Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.

Com isso, perde sentido também o artigo 64, a saber:

Art. 64 - Ao adolescente até quatorze anos de idade é assegurada bolsa de aprendizagem

Aprendizagem é a formação técnico-profissional ministrada segundo as diretrizes e bases da legislação de educação em vigor.

A formação técnico-profissional obedecerá aos seguintes princípios:

I. garantia de acesso e frequência obrigatória ao ensino regular;

II. atividade compatível com o desenvolvimento do adolescente;

III. horário especial para o exercício das atividades.

Ao adolescente portador de deficiência é assegurado trabalho protegido.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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Obs.: Ao adolescente aprendiz, maior de quatorze anos, são assegurados os direitos trabalhistas e previdenciários.
Obs.: Ao adolescente aprendiz, maior de quatorze anos, são assegurados os direitos trabalhistas e previdenciários.

Obs.: Ao adolescente aprendiz, maior de quatorze anos, são assegurados os direitos trabalhistas e previdenciários. Vedações Ao adolescente empregado, aprendiz, em regime familiar de trabalho, aluno de escola técnica, assistido em entidade governamental ou não governamental, é vedado trabalho:

a) Noturno, realizado entre as vinte e duas horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte;

b) Perigoso, insalubre ou penoso;

c) Realizado em locais prejudiciais à sua formação e ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social;

d) Realizado em horários e locais que não permitam a frequência à escola.

TRABALHO EDUCATIVO

Trabalho educativo é a atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo.

O programa social que tenha por base o trabalho educativo, sob responsabilidade de entidade governamental ou

não-governamental sem fins lucrativos, deverá assegurar ao adolescente que dele participe condições de capacitação para o exercício de atividade regular remunerada.

A remuneração que o adolescente recebe pelo trabalho efetuado ou a participação na venda dos produtos de seu

trabalho não desfigura o caráter educativo.

O adolescente tem direito à profissionalização e à proteção no trabalho, observados os seguintes aspectos, entre outros:

I. respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento;

II. capacitação profissional adequada ao mercado de trabalho.

DA PREVENÇÃO

Todos devem prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente. Tendo estes direito a informação, cultura, lazer, esportes, diversões, espetáculos e produtos e serviços que respeitem sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.

Nota: A inobservância das normas de prevenção importará em responsabilidade da pessoa física ou jurídica, nos termos desta Lei.

DA PREVENÇÃO ESPECIAL

Toda criança ou adolescente terá acesso às diversões e espetáculos públicos classificados como adequados à sua faixa etária.

Obs.: As crianças menores de dez anos somente poderão ingressar e permanecer nos locais de apresentação ou exibição quando acompanhadas dos pais ou responsável.

O poder público, através do órgão competente, regulará as diversões e espetáculos públicos, informando sobre a

natureza deles, as faixas etárias a que não se recomendem, locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada e os responsáveis pelas diversões e espetáculos públicos deverão afixar, em lugar visível e de fácil acesso, à entrada do local de exibição, informação destacada sobre a natureza do espetáculo e a faixa etária especificada no certificado de classificação. As emissoras de rádio e televisão somente exibirão, no horário recomendado para o público infanto-juvenil, programas com finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.

Nota: Nenhum espetáculo será apresentado ou anunciado sem aviso de sua classificação, antes de sua transmissão, apresentação ou exibição.

Os proprietários, diretores, gerentes e funcionários de empresas que explorem a venda ou aluguel de fitas de programação em vídeo cuidarão para que não haja venda ou locação em desacordo com a classificação atribuída pelo órgão competente, devendo ainda as fitas exibir, no invólucro, informação sobre a natureza da obra e a faixa etária a que se destinam.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução total ou parcial desse material ou divulgação com fins comerciais ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do AlfaCon Concursos Públicos.

ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do AlfaCon Concursos Públicos.
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As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes deverão ser
As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes deverão ser

As revistas e publicações contendo material impróprio ou inadequado a crianças e adolescentes deverão ser comercializadas em embalagem lacrada, com a advertência de seu conteúdo.

Nota: As editoras cuidarão para que as capas que contenham mensagens pornográficas ou obscenas sejam protegidas com embalagem opaca.

As revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família.

Os responsáveis por estabelecimentos que explorem comercialmente bilhar, sinuca ou congênere ou por casas de jogos, assim entendidas as que realizem apostas, ainda que eventualmente, cuidarão para que não seja permitida a entrada e a permanência de crianças e adolescentes no local, afixando aviso para orientação do público.

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I. EXERCÍCIOS RELATIVOS AO ENCONTRO 1. As crianças ou adolescentes inseridos em programa de acolhimento
I. EXERCÍCIOS RELATIVOS AO ENCONTRO 1. As crianças ou adolescentes inseridos em programa de acolhimento

I.

EXERCÍCIOS RELATIVOS AO ENCONTRO

1.

As crianças ou adolescentes inseridos em programa de acolhimento familiar ou institucional:

a)

devem, na forma da lei, receber a designação discriminatória apropriada relativamente à filiação.

b)

devem submeter-se mensalmente a acompanhamento psicológico para verificar a existência de condições mínimas de adaptação e integração ao convívio familiar.

c)

são obrigatoriamente encaminhadas para o núcleo de custódia do conselho tutelar do local onde residem.

d)

têm sua situação reavaliada, no máximo, a cada seis meses.

e)

devem permanecer no programa por, no mínimo, dois anos.

2.

O acolhimento institucional, segundo dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente:

a)

é medida aplicável como forma de evitar a adoção internacional.

b)

é medida provisória e excepcional que não implica privação de liberdade.

c)

tem prazo máximo de duração de três anos, ao fim do qual o acolhido pode ser encaminhado para liberdade assistida ou semiliberdade.

d)

deve observar rigorosa separação dos acolhidos por critérios de gênero, idade e motivo de acolhimento.

e)

é o serviço de recepção, triagem e encaminhamento das situações de violação de direito da criança e do adolescente.

3.

Considera-se criança, para os efeitos das normas contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente, a pessoa até:

a)

doze anos de idade incompletos.

b)

doze anos de idade completos.

c)

treze anos de idade incompletos.

d)

treze anos de idade completos.

e)

quatorze anos de idade incompletos.

4.

Assinale a alternativa INCORRETA:

a)

O Estatuto da Criança e do Adolescente considera criança a pessoa com até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

b)

É

dever do poder público assegurar, com prioridade a efetivação dos direitos fundamentais referentes à criança e

ao adolescente. A garantia de prioridade compreende a destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

c)

Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados

a manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de dezoito anos.

d)

A identificação do recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da

mãe fica condicionada a manifestação dos pais.

5.

No que se refere ao direito à convivência familiar e comunitária, assinale a opção correta com base no ECA.

a)

Toda criança ou adolescente tem direito à educação no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a participação efetiva da mãe biológica no convívio diário com o educando, em ambiente livre da presença de pessoas discriminadas.

b)

Os filhos, havidos, ou não, da relação do casamento, ou por adoção, terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação.

c)

O poder familiar não poderá ser exercido, simultaneamente, pelo pai e pela mãe. Em caso de discordância quanto a quem caberá titularizá-lo, a ambos será facultado o direito de recorrer à autoridade judiciária competente para a solução da divergência.

d)

Na ausência dos pais, o poder familiar poderá ser delegado, nessa ordem: ao irmão mais velho, desde que já tenha alcançado a maioridade, ao tio paterno ou ao avô paterno. Na ausência de qualquer um desses, o poder familiar, excepcionalmente, ser delegado à avó materna.

Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998: Proíbe a reprodução
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Dentre os direitos de toda criança ou todo adolescente, o ECA assegura o de ser
Dentre os direitos de toda criança ou todo adolescente, o ECA assegura o de ser

Dentre os direitos de toda criança ou todo adolescente, o ECA assegura o de ser criado e educado no seio de sua família e, excepcionalmente, a colocação em família substituta, assegurando- lhe a convivência familiar e comunitária.

6.

Fundando-se em tal preceito, acerca da colocação em família substituta, é correto afirmar que:

a)

a colocação em família substituta far-se-á, exclusivamente, por meio da tutela ou da adoção.

b)

a guarda somente obriga seu detentor à assistência material a criança ou adolescente.

c)

o adotando não deve ter mais que 18 anos à data do pedido, salvo se já estiver sob a guarda ou tutela dos adotantes.

d)

desde que comprovem seu estado civil de casados, somente os maiores de 21 anos podem adotar.

7.

Conforme disposto, expressamente, na Lei 8.069, de 13/07/1990 (“Estatuto da Criança e do Adolescente”), em relação à colocação da criança ou do adolescente em família substituta, é CORRETO afirmar que:

a)

sempre que possível, a criança ou adolescente deverá ser previamente ouvido e a sua opinião devidamente considerada;

b)

a colocação em família substituta admitirá transferência da criança ou adolescente a terceiros ou a entidades governamentais ou não governamentais, mesmo sem autorização judicial;

c)

a colocação em família substituta estrangeira constitui medida normal e regular, admissível em qualquer modalidade;

d)

a colocação em família substituta far-se-á somente na modalidade de adoção.

8.

Sobre os direitos da criança previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, avalie as afirmativas que seguem:

I.

Na interpretação do Estatuto da Criança e do Adolescente serão levados em conta os fins sociais a que ele se dirige, as exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em desenvolvimento.

II. É assegurado atendimento integral à saúde da criança e do adolescente, por intermédio do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde. A criança e o adolescente portadores de deficiência receberão atendimento especializado. Incumbe ao poder público fornecer gratuitamente àqueles que necessitarem os medicamentos, próteses e outros recursos relativos ao tratamento, habilitação ou reabilitação.

III. A criança e o adolescente têm direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

IV. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente; e, nos casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente, serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.

V. O poder público, as instituições e os empregadores propiciarão condições adequadas ao aleitamento materno, inclusive aos filhos de mães submetidas à medida privativa de liberdade.

Está(ão) CORRETA(S):

a) Apenas as afirmativas I e II.

b) Apenas as afirmativas I e III.

c) Apenas as afirmativas III e V.

d) Apenas a afirmativa IV.

e) Todas as afirmativas.

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ou não, em qualquer meio de comunicação, inclusive na Internet, sem autorização do AlfaCon Concursos Públicos.
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9. Visando a proteção infantil, os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de
9. Visando a proteção infantil, os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de

9.

Visando a proteção infantil, os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes, públicos e particulares, são obrigados a:

a)

manter registro das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, pelo prazo de dez anos.

b)

identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital da mãe, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente.

c)

proceder a exames visando ao diagnóstico e à terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais, fornecendo ajuda financeira para esclarecimento de eventual enfermidade.

d)

fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato, apenas com requerimento judicial.

e)

manter o neonato em berçário, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe, apenas se não houver internação em enfermaria.

10.

Analisando as Seguintes Assertivas:

I.

A garantia da prioridade, da qual gozam crianças e adolescentes, compreende a primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias, a precedência de atendimento nos serviços públicos, destinação privilegiada de recursos públicos, e a preferência na formulação e na execução de políticas sociais públicas;

II.

É obrigação do poder público e das instituições de saúde particulares, ainda que não conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), fornecer assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e pós natal, até mesmo para prevenir ou minorar as consequências do estado puerperal;

III.

Os hospitais públicos e particulares são obrigados a proporcionar condições para a permanência integral de ambos os pais ou do responsável, durante a internação de criança ou adolescente;

IV.

O lapso temporal máximo para a permanência de criança ou adolescente em programa de acolhimento institucional é de 01 (um) ano, salvo comprovada necessidade que atenda ao seu superior interesse, devidamente fundamentada pela autoridade judiciária;

V.

Os hospitais, tanto públicos como particulares, são obrigados a manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto à mãe.

É Possível Afirmar:

a)

Somente a assertiva I está correta;

b)

Somente as assertivas I, IV e V estão corretas;

c)

Somente as assertivas I, III e V estão corretas;

d)

Somente as assertivas I e V estão corretas;

e)

Todas as assertivas estão corretas.

11.

A adoção será precedida de estágio de convivência com a criança ou adolescente, pelo prazo que a autoridade judiciária fixar, não podendo tal estágio ser dispensado.

12.

Assinale a alternativa correta a respeito da adoção:

I.

É vedada a adoção por procuração.

II.

O adotando deve contar com no máximo 16 anos à data do pedido, salvo se já estiver sob a guarda ou tutela dos adotantes.

III.

A adoção atribui condição de filho ao adotado, com os mesmos direitos e deveres, inclusive sucessórios, desligando-o de quaisquer vínculos ou impedimentos com os pais e parentes.

IV.

A adoção não poderá ser deferida ao adotante que, após inequívoca manifestação de vontade, vier a falecer no curso do procedimento, antes de prolatada a sentença.

a)

Somente a proposição III está incorreta.

b)

Todas as proposições estão incorretas.

c)

Somente a proposição I está correta.

d)

Somente as proposições I e II estão corretas.

e)

Somente as proposições II e III estão corretas.

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1 - D 2 - B 3 - A 4 - D 5 - B
1 - D 2 - B 3 - A 4 - D 5 - B

1 - D

2 - B

3 - A

4 - D

5 - B

6 - C

7 - A

8 - E

9 - B

10 - D

11 - ERRADO

12 - C

GABARITO

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