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PROGRAMA

DE PEQUENINO SE TRILHA O CAMINHO


Percursos para o Sucesso Educativo

5 de Dezembro, 9h00, Universidade Católica, Lisboa


12 de Dezembro, 9h00, Fundação Cupertino de Miranda, Porto

9h00 - Secretariado

10h00 – Abertura
Direcção Editorial Gailivro – Carlos Letra

Maria Emília Nabuco – Escola Superior de Educação, Lisboa


Transição entre níveis educativos – Projectos de intervenção

10.30 – 11.50 – Painel I: “No Trilho da Criatividade…”

Marta Martins – Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti (Porto)


Literatura para a infância – contributo para o desenvolvimento da criança

Eva Mejuto – Editora OQO


A importância da ilustração e o desenvolvimento da literacia nas crianças

António Torrado, Escritor – Estratégias da Narrativa – Como Construir Histórias (Lisboa)

José Fanha, Escritor – Oficinas da Escrita (Porto)

Maria Altina Ramos – Universidade do Minho


As novas tecnologias e o impacto na criatividade e na inteligência das crianças

Discussão

12h30 – 14h00 – Almoço

14h30 – 16h30 – Painel II “Por Caminhos Expressivos…”

Mário Relvas – Escola Superior de Educação de Lisboa


O lugar da Música no Ensino Básico: Música para todos

Teresa Lancastre – Instituto Gregoriano de Lisboa


A importância da educação vocal no desenvolvimento da linguagem das crianças

Mónica Oliveira – ESE Paula Frassinetti (Porto)


A Expressão Plástica para a compreensão da Cultura Visual

Discussão

16h45 – 17h45

Workshop ”De Mala em Mala: Lá vem História!”


Joana Cavalcanti e Walter Almeida – ESE Paula Frassinetti (Porto)
Com a Participação do Colégio Novo da Maia (Maia) e Externato de Santa Margarida (Gondomar).
RESUMO DAS COMUNICAÇÕES

MARIA EMÍLIA NABUCO (ESE Lisboa)


“Transição entre Níveis Educativos e Projectos de Intervenção Primária.“

Os momentos de transição, de passagem, nas nossas vidas, são sempre difíceis. Existem
transições também entre níveis educativos, de casa para a Creche, de casa para o
Jardim-de-Infância, de casa para o Primeiro Ciclo e ainda entre estes níveis
educativos. Brazelton e Greenspan (2002) falam-nos de necessidades irredutíveis da
criança. Lambert e McCombs (1998) de regulação. Todos sabemos em que medida os pais,
os pares, o tipo de profissionais, as instituições e a comunidade influenciam as
motivações para a aprendizagem das crianças. Blair (2002) demonstra a enorme
influência das emoções nos processos cognitivos e nos processos de auto-regulação das
crianças. Para que os momentos de transição adquiram novas perspectivas devemos dar
atenção aos Rituais de passagem, ao ultrapassar de fronteiras e ao ritual
institucional. E ainda atenção especial aos projectos de intervenção primária com
características especiais, tais como o Projecto Aprender em Parceria – A PAR.

MARTA MARTINS (ESE Paula Frassinetti, Porto)


“Literatura para a infância – contributo para o desenvolvimento da criança”

A competência literária começa a ser entendida como uma competência comunicativa que
integra uma série de competências linguísticas, textuais, culturais e sociais que
permitirá à criança desenvolver-se de uma forma adequada e eficaz, capaz de responder
com sucesso ao complexo mercado de intercâmbios comunicativos que são as sociedades
contemporâneas. Actualmente, o corpus da literatura para crianças alarga-se e inclui
suportes digitais e cinético-dramáticos. Começam-se a diluir as fronteiras do
literário e do não literário, ao admitirem-se outros suportes comunicativos e a
interacção de outras linguagens no processo literário. A valorização das obras deixa
de se reportar apenas ao seu valor intrínseco, fundado na palavra e nos critérios de
qualidade sancionados pela história literária. A envolvência pessoal, a interacção
entre o leitor e o texto, as linguagens facilitadoras da compreensão leitora, o
contexto em que a obra é divulgada e lida, são, cada vez mais, factores a ter em
conta na educação literária das crianças. A ênfase colocada no papel activo do
receptor obriga-nos, pois, a reflectir sobre a enciclopédia pessoal dos leitores
infantis, as suas experiências pessoais e percursos de vida, quando, num processo de
avaliação da competência leitora, pretendemos avaliar a quantidade e qualidade dos
significados que estes conseguem extrair de um texto literário. As estratégias
metacognitivas de que o leitor se serve na descodificação do texto decorrem dos
objectivos e as expectativas de leitura que são desenhados pela experiência do
vivido. O jogo de antecipações, através da descodificação de indícios e levantamento
de hipóteses, que a leitura confirma ou não, faz parte das estratégias que o texto
literário promove e de que toda a estimulação intelectual beneficia. Igualmente, a
leitura literária amplia a mundividência, porque amplia conhecimentos, sentimentos e
emoções e facilita o encontro com o Outro, com a sua semelhança e a sua diferença,
promovendo o interculturalismo e a cidadania.
EVA MEJUTO (Editora OQO)

“A importância da ilustração e o desenvolvimento da literacia nas crianças”

Arte e Álbum Ilustrado.


As crianças precisam de imagens que estimulem a sua imaginação e contribuam para a
sua literacia visual. Um álbum ilustrado pode ser a primeira aproximação do público
infantil { arte, {s distintas técnicas (aguarela, acrílico, colagem, escultura…),
estilos e sensibilidades plásticas (surrealismo, hiper-realismo, arte povera, avant-
guarde...) A imagem apoia a leitura literária, mas não só, matiza, enriquece e
complementa o que o texto dá e enriquece o imaginário do receptor. As imagens nos
álbuns acrescentam detalhes que cativam o olhar dos mais pequenos, fazem com que cada
leitura seja uma nova experiência e oferecem recursos infinitos para uma aproximação
ao livro e à leitura, activa e inteligente, para criar leitores sensíveis à
diferença, autónomos e críticos.

JOSÉ FANHA (Escritor)


“Oficinas da Escrita”

Leitura e escrita na sociedade de informação e conhecimento.


A escrita como registo de memórias, como forma de auto-conhecimento, como
aprendizagem da alteridade, como arte. A língua em que se pensa, a língua em que se
fala, a língua em que se escreve. Alterações da escrita em função de novas formas de
comunicação como a internet e o telemóvel. O equívoco da inspiração. A escrita como
oficina. Instrumentos e processos da oficina de escrita.

MARIA ALTINA RAMOS (Universidade do Minho)


“As novas tecnologias e o impacto na criatividade e na inteligência das crianças”

Nas últimas décadas tem-se vindo a verificar que as Tecnologias podem ser excelentes
recursos no processo de ensino-aprendizagem, se forem perspectivadas como meio para
transformar, e não apenas para complementar, a aprendizagem, pelo que a mudança
devida à tecnologia não é aditiva nem subtractiva, é ecológica (Postaman, l993). Com
efeito, tanto a investigação como as práticas demonstram que a intensa interacção das
crianças e dos jovens, verdadeiros nativos digitais (Prensky), com as tecnologias se
reflecte no modo como pensam e aprendem. Cabe aos educadores e aos professores
orientá-los para o uso crítico e criativo desses recursos já que a sua tendência mais
espontânea é a recepção passiva da informação e dos conteúdos. Nesta exposição: a)
apresento exemplos de trabalhos em curso onde as TIC são perspectivadas como
ferramentas cognitivas; b) relaciono o uso das TIC com o Modelo Integrado de
Pensamento (Jonassen, 1996, 2007) e com a teoria ecológica do desenvolvimento humano,
proposta por Bronfenbrenner (1979, 1993, 1995); c) concluo acerca da contribuição das
TIC para o desenvolvimento do pensamento crítico e criativo das crianças.

MÁRIO RELVAS (ESE Lisboa)


“O lugar da Música no Ensino Básico: Música para todos”

Fazer MÚSICA caracteriza-nos como espécie, faz parte da nossa essência. Gostamos de a
fazer porque ela nos permite partilhar algo com os outros, fortalecendo e
estabilizando a nossa personalidade. E todos somos capazes de a fazer. É verdade que
quando nos comparamos com os instrumentistas, poucos nos consideraremos músicos ou
sequer “musicais”, no entanto todos j| nos envolvemos em muitas e variadas
actividades musicais. Na Escola, o debate sobre o que se deve aprender e a hierarquia
dos saberes vem desde Platão, mas hoje sabemos que a MÚSICA dá um contributo
essencial e exclusivo: o seu potencial criativo; enquanto forma de comunicação
emocional; as funções da MÚSICA na comunidade. Assim, o entendimento actual em vários
Sistemas Educativos Ocidentais é o de ensinar MÚSICA a todos, de desenvolver as
capacidades musicais de todas as crianças, numa perspectiva de desenvolvimento global
das capacidades inatas do ser humano. Para isto, quem melhor que o professor da turma
para integrar a MÚSICA com as outras áreas do saber.

TERESA LENCASTRE (Instituto Gregoriano de Lisboa)


“A importância da educação vocal no desenvolvimento da linguagem das crianças”

A música tem acompanhado a história da humanidade ao longo dos tempos, exercendo as


mais diversas funções, e a sua presença na vida dos seres humanos é inquestionável.
Está presente em todas as regiões do globo, em todas as épocas, em todas as culturas,
sendo por isso uma linguagem universal ao alcance de todos. Se considerarmos a música
como uma das mais importantes formas de comunicação, imediatamente seremos levados a
estabelecer relações directas entre a vivência prática da música e o desenvolvimento
da criança. Como linguagem universal que é, a música, quando abordada correctamente
na escola, contribui para o desenvolvimento linguístico da criança.

MÓNICA OLIVEIRA (ESE Paula Frassinetti, Porto)


“A Expressão Plástica para a compreensão da Cultura Visual”
Todos sabemos que a educação artística se reveste de uma enorme importância para o
desenvolvimento integral do indivíduo. “A arte é fundamental na educação de um país
que se desenvolve. A arte não é adorno. A arte é cognição, é profissão, é uma palavra
diferente para interpretar o mundo, a realidade, o imaginário e é conteúdo. “
(Barbosa, 2001:4). Este pensamento encerra o profundo significado que a dimensão
artística tem na vida humana. A construção do conhecimento artístico actual e da
formação cultural dos indivíduos na sociedade contemporânea, enquanto
responsabilidade pedagógica, social, política e epistemológica da Escola, exige a
identificação, actualização e ampliação do conceito de Arte enquanto área que implica
novos saberes e pressupõe novas formas de actuação na formação de públicos. Contudo,
a distância entre a amplitude e compreensão do conceito e as suas consequências
educativas revelam uma realidade em que se desconhecem ainda as potencialidades reais
e efectivas da arte e a forma mais eficaz de se explorar o processo criativo. A
comunicação que se pretende apresentar reflectirá sobre o conhecimento de uma série
de conceitos referentes à organização pedagógica desta área do saber, bem como,
analisar a realidade vivida actualmente neste nível educativo e possibilitar uma
melhor adequação da Expressão Plástica ao processo formativo da criança.

JOANA CAVALCANTI e WALTER ALMEIDA (ESE Paula Frassinetti, Porto)


Workshop De Mala em Mala: Lá vem História!

O Workshop “De mala em mala… l| vem história!” consiste na dinamizaç~o da Hora do


Conto com base em algumas malas que fazem parte da proposta desenvolvida no âmbito do
projecto de investigação-acção da ESEPF, podendo servir de modelo para todas as
pessoas que de alguma maneira acreditam no poder de transformação e recuperação das
narrativas. Para além disso, parece que nunca foi tão comprovada a crença de que a
razão é fonte para a criação e que o conhecimento se constrói solidamente quando está
associado à emoção, ao afecto e ao prazer da descoberta.
O livro Malas que Contam Histórias (CAVALCANTI: 2006) discute os pressupostos da
topoanálise do discurso simbólico e poético sugeridos pelo autor Gaston Bachelard
(2004), além de viajar pelo universo da linguagem, da literatura e da hora do conto.
As malas construídas são lúdico-pedagógicas, temáticas e representam uma
possibilidade de enriquecer o espaço educativo, social e cultural em articulação com
várias áreas disciplinares (Língua, Expressões Plástica, Dramática e Musical,
Educação Intercutural, Arte-Terapia). Cada participante é um viajante que traz na
mala as suas narrativas, histórias que são partilha daquilo que se vive e se sente,
as mais diversas histórias com poder de ligar e unir pessoas para além do tempo e das
dist}ncias. Assim, “De mala e mala… l| vem história!” é um convite para se abrir a
mala da memória, do sonho, da fantasia, da experiência simbólica que se vai tecendo
por muitos fios de linguagem – do corpo à alma as viagens estão sempre repletas do
sentido das palavras que abrigam paisagens, cheiros, cores, tempos, gentes, vozes,
lembranças…
Nesta apresentação, todos nós somos protagonistas e os contos se contam como se fosse
magia. Além de algumas malas, abriremos uma “mala-surpresa” com a intenç~o de
homenagear todas as pessoas que dedicam as suas vidas a reinventar o mundo através da
literatura, mas muito especialmente a um autor (desculpe, mas não podemos dizer o
nome, pois faz parte da viagem e da “mala-surpresa”). Para viajar basta o passaporte-
mágico (palhinha colorida), capacidade de imaginar, não esquecer da criança que lhe
habita nem da paixão pela literatura, palavra que todos os dias pode inaugurar um
novo sentido para a vida. Desde j|, comecem a chamar os contos porque de “mala em
mala…l| vem história!”.

:: SOBRE OS INTEVENIENTES
MARIA EMÍLIA MONTEIRO NABUCO
Doutorada em “Child Development and Learning” (Instituto de Educaç~o, Faculdade de
Psicologia, Universidade de Londres, 1997) e Mestra em “Child Development with Early
Childhood Education” (Instituto de Educaç~o, Faculdade de Educaç~o, Universidade de
Londres, 1990). É Investigadora do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais
(CIED) da Escola Superior de Educação de Lisboa desde 1997; Membro do International
Advisory Board do International Journal of Early Years Education e do European Early
Childhood Reserach Journal. Tem diversas obras publicadas na sua área de
especialidade desde 1992.

MARTA MARTINS
Licenciada em Filologia Românica (Faculdade de Letras da Universidade Clássica de
Lisboa), é Professora adjunta de Língua Portuguesa e Literatura para a Infância, na
ESE de Paula Frassinetti, sendo também Formadora da DGLB.

EVA MARIA MEJUTO RIAL


Nasceu em Sanxenxo, Pontevedra (Espanha), em 1975. É Licenciada em Ciências da
Informação, especialidade Jornalismo pela Universidade de Santiago (1993-1997). É
docente do Master de Literatura Infantil da Universidade Católica de Lisboa, na área
da Edição de Livros Infantis. Tem diversas obras publicadas enquanto adaptadora de
álbuns ilustrados infantis.

ANTÓNIO TORRADO
Licenciado em Filosofia pela Universidade de Coimbra, é Poeta, Ficcionista,
Dramaturgo, Jornalista, Professor, Produtor e director do Gabinete de Projectos e
Guionismo da RTP, sendo também Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores.
Em 1988 ganhou o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de literatura para crianças (pelo
conjunto da obra). Tem vasta obra publicada em diversas editoras, maioritariamente de
literatura infantil e juvenil.
JOSÉ FANHA
Conhecido escritor de literatura infantil e juvenil, é Licenciado em Arquitectura
pela Escola de Belas Artes de Lisboa, é Mestre em Ciências da Educação, Doutorando na
área de História da Educação e da Cultura Escrita na Faculdade de Psicologia e
Ciências da Educação de Lisboa, sendo também Professor do Ensino Secundário. É
Declamador de poesia e escritor para rádio, teatro, cinema e televisão, sendo também
um conhecido Contador de histórias. José Fanha tem uma vasta obra publicada na área
da literatura infantil e juvenil.

MARIA ALTINA RAMOS


Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas - Estudos Portugueses e Franceses - pela
Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Possui o Diplôme d’Etudes Approfondies
(D.E.A.) em Multimédia et Didactique des Langues pela Universidade de Toulouse-le
Mirail, França. É Doutorada em Estudos da Criança – Tecnologias de Informação e
Comunicação - pela Universidade do Minho. É Docente e investigadora no Instituto de
Estudos da Criança (Universidade do Minho) e Investigadora em tecnologias e processos
de aprendizagem da criança. Publica desde 2005 obras na sua área de especialidade.

MÁRIO RELVAS
Tem Formação em Violoncelo pelo Conservatório Nacional de Lisboa, um Master of Arts
in Music Education pela University of Surrey, Londres, e é Professor da Escola
Superior de Educação de Lisboa sendo um conhecido Violoncelista em Portugal e no
estrangeiro. É co-autor de obras de livros didácticos na área da música.

TERESA LENCASTRE
Natural de Lisboa, tem o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional de Lisboa.
Actualmente lecciona no Instituto Gregoriano de Lisboa e na Escola Beiral dirigindo
também os Pequenos Cantores do Instituto Gregoriano de Lisboa.

MÓNICA OLIVEIRA
Licenciada no Curso de Artes Plásticas – Escultura - pela Faculdade de Belas Artes da
Universidade do Porto (1994). É Doutorada em Artes Plásticas/Escultura pela Faculdade
de Belas Artes da Universidade de Salamanca. É Professora Coordenadora (efectiva) na
E.S.E. de Paula Frassinetti, desde 2000, e Regente Principal na Escola Superior
Artística do Porto. Leccionou em diversas instituições em Portugal e Espanha e é
autora de diversas obras sobre Arte e Expressão plástica.

JOANA CAVALCANTI
Doutorada em Teoria da Literatura pela Universidade Federal de Pernambuco, Brasil e
Mestra em Teoria da Literatura pela mesma instituição, tem uma licenciatura em
Literatura Brasileira pela UNICAMP. É Professora coordenadora na ESEPF e na
Universidade Católica do Porto, como convidada. Investigadora em projectos no âmbito
da Literatura para a Infância, publicou obras sobre esta área.

WALTER ALMEIDA
Walter Ramos Almeida nasceu no Brasil em 1961, tem um Mestrado em Desenho e Técnicas
de Impressão pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e uma Pós-
graduação em Animação Sociocultural pela Faculdade de Psicologia e Ciências da
Educação da Universidade do Porto, sendo Licenciado em Educação pela Universidade
Federal do Espírito Santo, Brasil. É Docente no Curso de Educação Social na Escola
Superior de Educação de Paula Frassinetti, desenvolvendo diversas acções no âmbito da
ecologia e das artes plásticas.

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