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Física I Professor: Gil Marcos Jess TRABALHO E ENERGIA Introdução. Trabalho e Energia são duas
Física I Professor: Gil Marcos Jess TRABALHO E ENERGIA Introdução. Trabalho e Energia são duas

Física I

Professor: Gil Marcos Jess

TRABALHO E ENERGIA

Introdução.

Trabalho e Energia são duas grandezas físicas escalares associadas com o movimento de uma partícula. Se há movimento é porque atua sobra a partícula uma força externa que lhe modifica a velocidade a cada ponto da sua trajetória, durante o tempo em que atua sobre a partícula. Evidentemente, não estamos considerando que o movimento do corpo seja uniforme, caso em que a resultante das forças externas atuantes é nula. Veremos que devido a ação externa sobre a partícula, o trabalho realizado está relacionado a energia de movimento da partícula, sua energia cinética. (Neste caso, o sistema em consideração é a partícula.).

Definição.

Definimos, sem rigor matemático, o trabalho realizado por uma força externa sobre uma partícula como o produto da força na direção do movimento pelo deslocamento produzido no intervalo de tempo considerado. Pela figura abaixo, tem-se que:

τ = F.cos.d

Pela figura abaixo, tem-se que: τ = F.cos  .d   F  d Ou
  F  d

F d

Ou seja :

Observamos também que devido às propriedades do produto escalar, qualquer força que tenha uma ação numa direção ortogonal, ou perpendicular, à trajetória

da partícula, durante o deslocamento do corpo, não estará realizando trabalho, visto ser o produto escalar nulo. É o caso da força centrípeta que modifica a direção do vetor velocidade V, mas não realiza trabalho sobre a partícula, porque é perpendicular ao deslocamento. Além do mais o trabalho W também pode ser positivo ou negativo, conforme a força e o deslocamento tenham a mesma direção de movimento, ou tenham sentidos contrários. Observemos que para pequenos deslocamentos, deslocamentos infinitesimais, o trabalho W elementar, deve ser escrito como

dτ = F○dr [ onde o símbolo “○” representa o produto escalar ]

Portanto, para um percurso completo, durante o tempo t do movimento, devemos ter que o trabalho total τ realizado pela força externa atuante sobre o corpo será :

r

r

0

F dr

   F dr 
   F dr 

Onde o sinal “” significa a integral da função força F, nos limites de integração considerados.

Trabalho e Energia.

Suponhamos que uma força externa F esteja atuando sobre uma partícula de massa m, ao longo do deslocamento desta em uma trajetória qualquer. Lembrando que a força é regida pela 2 a lei de Newton, podemos escrever que:

m

dv

dt

d r

=

mdv   d dt r

= mdv   v

Portanto, o trabalho total τ será expresso por :

τ =

f

i

mvdv

=

(1/ 2)

2 f

mv

(1/ 2) mv

i 2

A quantidade escalar, (1/2)mv 2 , definimos como energia cinética da partícula, E C . Portanto, concluímos que o trabalho realizado por uma força externa sobre uma partícula em sua trajetória, corresponde à variação da energia cinética da partícula. Este é o chamado Teorema das Energias Cinéticas, ou Teorema do Trabalho-Energia Cinética. O trabalho τ modifica a energia cinética E C da partícula, pelo fato que a força externa modifica a velocidade da partícula.

Trabalho realizado por força variável.

Observe-se que no teorema das energias cinéticas, a força atuante, é uma força constante. Geralmente, as forças da natureza são dependentes de posição, como a

força gravitacional, elétrica ou magnética, e outras; ou são dependentes de velocidade, como as forças viscosas ou resistentes (de atrito).

Há que se estabelecer, o trabalho realizado por forças que sejam dependentes da posição explicitamente. Para tal, estabeleçamos o trabalho realizado por uma mola no sistema massa-mola.

Sistema massa-mola.

por uma mola no sistema massa-mola. Sistema massa-mola. O sistema massa-mola é constituído por uma mola

O sistema massa-mola é constituído por uma mola e uma massa M, ligada a uma das suas extremidades, enquanto a outra extremidade da mola é fixa a um ponto P. A mola é um sistema físico que obedece à chamada lei de Hooke, onde a força exercida pela mola é proporcional à elongação da mola. Define-se elongação da mola, à diferença entre seu comprimento no estado de repouso, L 0 , e seu comprimento final L. Nestas condições, a mola pode estar elongada ou comprimida, conforme o seu comprimento final seja maior ou menor que L 0 . Quando em seu estado de elongação a mola exerce uma força no sentido de recuperar o seu comprimento inicial L 0 ; e quando comprimida, exerce também uma força no sentido de recuperar o seu comprimento inicial L 0 . Por isso, se diz que a mola é um sistema restaurador, sua tendência é sempre voltar ao seu estado natural ou comprimento inicial L 0 . Por esta razão, a expressão da força exercida por uma mola é dada por:

F = - k.∆x

Onde ∆x é a diferença L – L 0 . O sinal (-) indica que a força exercida pela mola é uma força restauradora. Fixado o comprimento inicial da mola, podemos tratar a força exercida pela mola como uma força dependente de posição x.

Para deslocamentos infinitesimais, deslocamentos muito pequenos, então o trabalho dτ, realizado pela mola deverá ser expresso por

d τ = F(x)dx

E para uma trajetória aleatória, entre dois pontos quaisquer x 1 e x 2 , o trabalho total realizado será dado por:

τ =

x

2

x

1

F x dx

(

)

onde o sinal - - indica a somatória de um número muito grande de trabalhos infinitesimais dτ

No caso da mola, então, visto que F(x) = -K.x, teremos que:

τ = -

x

2

x

1

.

kx dx

= (1/2)kx 2 2 (1/2)kx 1

2

Significado da relação entre trabalho τ e força F.

1 2 Significado da relação entre trabalho τ e força F. A força exercida pela mola

A força exercida pela mola é sempre proporcional à elongação x. Portanto, num

gráfico de F contra x, este seria linear, como expresso acima.

é dada pelo

produto da base média, (F 1 + F 2 )/2 multiplicado pela altura x = x 2 x 1 . Portanto,

temos que:

A região entre x 1 e x 2 , é uma região trapezoidal. Ora,

a sua área

Área = (1/2)kx 2 2 (1/2)kx 1

2

Donde se conclui que o trabalho realizado pela força externa F(x) durante um deslocamento x seja igual a área sobre a curva F versus x.

Generalização.

Embora tenhamos deduzido uma relação entre trabalho τ e força F dependente de posição x, para o caso particular do sistema massa-mola, para qualquer força dependente de posição, F(x), o trabalho realizado em uma trajetória aleatória entre dois pontos quaisquer x 1 e x 2 , será dado por

τ =

x

2

x

1

F x dx

(

)

Tendo como significado que a área sob a curva F versus x, corresponde a este trabalho realizado pela força externa. É evidente que do ponto de vista matemático, a integral de uma função corresponde à área sob a curva da respectiva função.

A figura acima expressa o fato de que podemos, dado um intervalo  x, subdividi-lo

A figura acima expressa o fato de que podemos, dado um intervalo x, subdividi-lo

em iguais intervalos, de tal modo que a área de um deles diferencie da área sob a curva neste intervalo, por uma pequena quantidade, representada pela área limitada pela região pontilhada, de tal modo que não haja erro significativo em considerar a área do retângulo, com a área sob a curva.

A área sob a curva entre os pontos 1 e 2, será dada pela soma das áreas dos

retângulos. Quando o número de retângulos é muito grande, a soma passa à integral, no limite que o intervalo x se torna um infinitésimo. Neste caso, se justifica a afirmativa de que a área sob a curva é a integral da função nos limites considerados.

O que é Energia?

ENERGIA

Sem dúvida nenhuma energia é o termo técnico, originário da Física, mais empregado em nossa vida cotidiana.Muitos livros definem energia como "capacidade de realizar trabalho". Mas esta é uma definição limitada a uma área restrita: a Mecânica. Um conceito mais completo de energia deve incluir outras áreas (calor, luz, eletricidade, por exemplo). À medida que procuramos abranger áreas da Física no conceito de energia, avolumam-se as dificuldades para se encontrar uma definição concisa e geral.

A quantidade que chamamos energia pode ocorrer em diversas formas. Energia pode ser transformada, ou convertida, de uma forma em outra (conversão de energia).

Energia Mecânica

Chamamos de Energia Mecânica a todas as formas de energia relacionadas com o movimento de corpos ou com a capacidade de colocá-los em movimento ou deformá-los.

A conservação da Energia Mecânica

Uma força é chamada conservativa, quando pode devolver o trabalho realizado para vencê-la. Desse modo, o peso de um corpo e a força elástica são exemplos desse tipo de força. No entanto, a força de atrito cinético, que não pode devolver o trabalho realizado para vencê-la, é uma força não - conservativa , ou dissipativa (ocorre degradação da energia mecânica).

Isso quer dizer que, em um sistema no qual só atuam forças conservativas (sistema conservativo), a ENERGIA MECÂNICA (E M ) se conserva, isto é, mantém-se com o mesmo valor em qualquer momento, mas alternando-se nas suas formas cinética e potencial (gravitacional ou elástica).

E

M

E

C

E

P

tan

cons te

 

FORÇAS DISSIPATIV AS

_



E

m

E

M FINAL

_

E

M INICIAL

_

Classes de energia mecânica

1)Energia Cinética (E C )

Todo corpo em movimento possui uma energia associada a esse movimento que pode vir a realizar um trabalho (em uma colisão, por exemplo). A essa energia damos o nome de energia cinética.

Matematicamente

E c

m v

.

2

2

Onde m é a massa e v é o módulo da velocidade do corpo.

2) Energia Potencial

A energia de um sistema com respeito a sua posição em relação a um sistema de referência pode ser definida como sua energia potencial, energia de posição. É uma função de posição.

Energia Potencial Elástica.

Energia Potencial Elástica. Para uma mola de constante elástica K, podemos definir a sua energia potencial

Para uma mola de constante elástica K, podemos definir a sua energia potencial elástica pela expressão:

kx 2 E  Pe 2
kx
2
E 
Pe
2

É a energia potencial da mola que tem capacidade de realizar trabalho sobre o corpo de massa M, ao qual está ligada.

O trabalho realizado pela força elástica da mola sobre o corpo de massa M, está

associado à energia potencial da mola pela relação:

τ = - E P

Por outro lado, o trabalho realizado pela força externa sobre um corpo, corresponde à variação da sua energia de movimento, ou sua energia cinética,

Deste modo tem-se que,

resultando que

τ = E C

E C = - E P

E C + E P = 0

Se definirmos uma grandeza física associada com a soma das energias potencial e cinética, por energia mecânica ou total do sistema, E M , de modo que:

E M = E C + E P

Concluímos que a variação da energia mecânica do sistema massa-mola é nula. Ou seja,

E M = 0

Implicando que E M a energia mecânica do sistema é uma constante.

No sistema massa-mola, a força atuante, é a força exercida pela mola, e de um modo geral, tem-se que o trabalho realizado pela mola será dado por:

τ =

x

2

x

1

F x dx

(

)

E vê-se que se a posição inicial x 1 coincide com a posição final x 2 , resultará que o trabalho τ, será nulo, qualquer que seja o caminho entre as posições inicial e final. Quando isto acontece, dizemos que a força atuante sobre o sistema é uma força conservativa. A energia mecânica do sistema massa-mola, definida como acima, é conservada.

Veja-se também que o trabalho realizado pela força elástica sobre o corpo de massa M, depende apenas dos pontos inicial e final da trajetória entre eles. Quando isto acontece, dizemos que a força atuante sobre o sistema é uma força conservativa. A energia mecânica do sistema massa-mola, como acima definida, é conservada.

Energia Potencial Gravitacional.

definida, é conservada . Energia Potencial Gravitacional. Semelhantemente, a energia potencial gravitacional de um

Semelhantemente, a energia potencial gravitacional de um corpo estará associada com a sua posição relativa a um referencial, em um campo gravitacional. É o caso de um corpo de massa m, a uma altura h de uma superfície.

A sua energia de posição será definida como:

E mgh

Pg

Visto que este é o trabalho τ realizado por um agente externo para transportar o corpo para a altura h, contra a ação gravitacional que atua sobre o corpo continuamente, através da força Peso, P, nas proximidades da superfície terrestre.

A relação entre o trabalho τ realizado pela ação gravitacional e a energia potencial gravitacional do corpo de massa M, é dada por :

τ = - E PG

Visto que se aplica o teorema das energias cinéticas, tem-se que:

E C + E PG = 0

Outra vez, definindo-se a energia mecânica E M , como a soma das energias cinética

e potencial gravitacional do corpo de massa M, tem-se que esta é uma constante de movimento do sistema.

Observe-se que o trabalho realizado pela ação gravitacional sobre o corpo de massa M, depende apenas da posição do corpo com referência a superfície terrestre, de modo que é também independe do caminho percorrido entre os pontos inicial e final da trajetória do corpo de massa M, e é nulo quando o ponto inicial coincide com o ponto final.

Generalização.

Visto que o trabalho realizado pela força externa está associado com a energia potencial do sistema, qualquer que seja ele, pela relação:

Podemos escrever que:

τ = - E P

F(x)x = - E P

Chamando genericamente a energia potencial de U, e considerando os infinitesimais de energia e posição pode-se escrever que:

F = -

dU

dx

A expressão acima diz-nos que uma vez conhecida a forma funcional da energia

potencial do sistema U(x), unidimensionalmente, a força atuante sobre o sistema pode ser derivada dela com respeito a posição.

A expressão acima estabelece que a força atuante sobre um sistema é o gradiente

da energia potencial do sistema. Embora tenhamos trabalhado unidimensionalmente, a relação tem validade tridimensional.

Do exposto, segue-se que em casos nos quais a força seja derivada de posição, podemos relacionar a conservação de energia mecânica do sistema, com a ação de forças que sejam dependentes de posição.

Dissipação de Energia.

Existem algumas forças que atuando, não podem ser encontradas como derivadas de um potencial dependente de posição. Algumas destas forças são aquelas de atrito que são dependentes de velocidade, e a força de atrito constante entre duas superfícies em contato. A característica da força de atrito é ter direção contrária ao movimento do corpo. Portanto, em geral um corpo em movimento estará sujeito a forças que são dependentes de posição e algumas que não o são. Entretanto, de qualquer modo, o

trabalho realizado pelas forças atuantes será sempre correspondente à variação da energia cinética do sistema. Então:

i τ i = E C

Onde o sinal i significa a somatória de todos os trabalhos realizados por todas as forças atuantes. Como temos visto, em alguns casos, o trabalho realizado pela força está associado

à energia potencial do sistema, de modo que:

τ i = - E Pi

Se pelo menos uma das forças for não dependente de posição, o seu trabalho τ i não estará relacionado a uma função energia potencial. Então neste caso, podemos escrever que:

τ np = E C + i E Pi

Onde o segundo termo do lado direito da equação significa a soma de todas as

energias potenciais, associadas com todas as forças dependentes de posição, que atuam no sistema.

À soma das energias cinética e potencial, definimos como energia mecânica do

sistema, como já o fizemos anteriormente, de modo que:

τ np =

E M

É característico o fato da força de atrito ser contrária ao movimento do corpo, portanto, dissipando a energia mecânica do sistema.

A equação acima expressa o fato de que o trabalho realizado por força não

dependente de posição corresponde à variação da energia mecânica do sistema.

Potência:

A variável tempo não é envolvida na definição de trabalho. A mesma quantidade de

trabalho é realizada para levantar um certo peso a uma certa altura, quer seja realizado em 1s, 1h ou 1`ano. Em muitas situações, porém, é necessário considerar a taxa temporal com que o trabalho é realizado, bem como a quantidade total de trabalho executada. A taxa temporal com que o trabalho é realizado por um agente é chamada potência.

Se uma quantidade de trabalho Δτ é realizada num intervalo de tempo Δt, a potência média é definida como:

  P   t
P 
t

Se a taxa com a qual o trabalho é realizado não for constante, esta razão poderá variar. Neste caso define-se potência instantânea como o limite deste quociente

P

lim

t 0

d

t dt

A unidade de potência no Sistema Internacional (SI) é um joule por segundo (J/s)

que é chamado watt (W). A unidade do sistema CGS é um erg por segundo (erg/s). Outra unidades também são empregadas como o cavalo-vapor (cv), equivalente a

735,5 W e o hp ( horse-power) equivalente a 746W.

A relação Potência Velocidade:

Aplicando-se uma força F a uma partícula enquanto ela percorre uma distância Δx, sendo Fx a intensidade da componente de F tangente à trajetória, então, o trabalho de F é dado por:

Δτ = Fx .Δx, portanto a potência média será dada por:

t

x

t

x

x

P

F .

F . v

e a potência instantânea será dada por:

P F .v

onde v é a velocidade instantânea.

LISTA DE EXERCÍCIOS TRABALHO ENERGIA

TRABALHO:

1. Para empurrar um caixote de 50 Kg num piso sem atrito, um operário aplica uma força de 210 N, dirigida 30 o acima da horizontal. Se o caixote desloca de 3 m., qual o trabalho executado sobre o caixote :

a) Pelo operário.(545,58J)

b) Pelo peso do caixote.(0J)

c) Pela força normal exercida pelo piso sobre o caixote.(0J)

d) Qual o trabalho total realizado sobre o caixote.(545,58J)

2. Um objeto de 102 Kg está inicialmente se movendo em linha reta com uma

velocidade de 53m/s. Se ele sofre uma desaceleração de 2m/s 2 até ficar imóvel.

a) Qual a intensidade da força utilizada(204N)

b) Qual a distância percorrida pelo objeto antes de parar.(702,25m)

c) Qual o trabalho executado pela força de desaceleração.(-143259J)

3. (Exemplo) Um bloco de gelo flutuante sofre um deslocamento d = 15 i 12 j ao longo de uma margem reta por efeito de uma corrente de água que exerce uma força F = 210 i 150 j sobre o bloco. Qual o trabalho executado pela corrente sobre o bloco durante o deslocamento?

4. (Exemplo) Qual o trabalho realizado por uma força F = 2x i + 3j, onde x está em metros, que é exercida sobre uma partícula enquanto ela se move da posição r 1 = 2 i + 3 j para a posição r 2 = - 4i - 3j ?

5. Um bloco de 3,57 Kg é puxado com velocidade constante por uma distância de 4,06 m em um piso horizontal por uma corda que exerce uma força de 7,68 N fazendo um ângulo de 15 o acima da horizontal. Calcular:

a) O trabalho executado pela corda sobre o bloco.(30,12J)

b) O coeficiente de atrito entre o bloco e o piso.(0,22)

ENERGIA:

6. Uma força age sobre uma partícula de 3 Kg de tal forma que a posição d partícula em função do tempo é dada por x = 5t-3t 2 +2t 3 , onde x está em metros e t em segundos. Determinar o trabalho executado pela força entre t =0s e t=5s.(33750J)

7. Um bloco está preso a uma mola cuja constante K = 2100N/m e se move da posição de equilíbrio até x = 0,14 m. qual o trabalho realizado pela força da mola (lembre-se que F = - K.x)

8. Uma bala de 1,5g com velocidade de 420m/s penetra 0,14 m em um bloco de madeira fixo. Qual o trabalho realizado pelo bloco para deter a bala?

9. Você empurra um bloco de 2Kg contra uma mola horizontal, comprimindo-a em 15cm. Quando solta o bloco, a mola faz com que ele deslize numa mesa até parar, depois de percorrer uma distância total de 75 cm. A constante da mola vale 200N/m. Qual é o coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a mesa? (0,191)

10.Um bloco está subindo uma rampa de 40º. Em um ponto a 0,5 m do início da rampa, possui uma velocidade de 1,3m/s. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a rampa é 0,15.Determinar:

a) A distância adicional percorrida pelo bloco até parar? (0,1m)

b) A velocidade do bloco ao chegar de volta à base da rampa?

(2,8m/s)