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Pauta, Clave, Notas | http://www.vidanovamusic.com/tmusical.asp?

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É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4
espaços. As linhas e espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar
linhas acima e abaixo da pauta, formando linhas e espaços suplementares superiores
(acima da pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua
altura na escala. Por exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então,
sempre que no início da pauta estiver a clave de sol, a nota que vier escrita na
segunda linha se chamará sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala
ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves
são as de fá (escrita na terceira e quarta linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando
executamos tais notas sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser
ascendente (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó, si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

Noções de partitura | por Desconhecido


PAUTA OU PENTAGRAMA

É o local onde são escritas as notas. São 5 linhas horizontais, paralelas, que formam 4
espaços. As linhas e espaços são contados de baixo para cima. Pode-se acrescentar
linhas acima e abaixo da pauta, formando linhas e espaços suplementares superiores
(acima da pauta) e inferiores (abaixo).

CLAVE

É um sinal colocado no início da pauta e serve para determinar o nome da nota e sua
altura na escala. Por exemplo, a clave de sol é escrita na segunda linha. Então,
sempre que no início da pauta estiver a clave de sol, a nota que vier escrita na
segunda linha se chamará sol. Para conhecer as outras notas, basta seguir a escala
ascendente (sol, lá, si, dó etc.) ou descendente (sol, fá, mi, ré etc.). As outras claves
são as de fá (escrita na terceira e quarta linhas) e a de dó (na 1ª, 2ª, 3ª e 4ª linhas).

NOTAS

É a representação gráfica dos sons. As notas são dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Quando
executamos tais notas sucessivamente, formamos uma escala, que pode ser
ascendente (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si) ou descendente (dó, si, lá, sol, fá, mi, ré, dó).

VALORES

Já viram que as notas representam graficamente o som; que tais notas são escritas
na pauta; e que o nome dessa nota depende da clave colocada no início da pauta.
Agora: quanto tempo vai durar essa nota?

Para que pudéssemos saber as durações de tempo de cada nota foram criados vários
desenhos (figuras). Assim, se a nota dó vem representada por uma figura, deverá
durar certo tempo.

Existem figuras de som (dizem quanto tempo dura a nota) e figuras de pausa
(mostram quanto tempo dura o silêncio). Para cada figura de som existe uma figura
de pausa (silêncio) correspondente. Mas afinal, quanto tempo valem a mínima,
semínima, a colcheia etc. e suas respectivas pausas? A resposta é: depende. As
figuras de som e silêncio não têm tempo fixo. Existe uma relação. Ou seja, uma
semibreve vale duas mínimas; uma mínima vale duas semínimas. E assim por diante.

A semibreve é a figura que compreende todas as outras. Ela é tomada como unidade
na divisão proporcional dos valores.

LIGADURA

A teoria musical geralmente só se refere à ligação de sons da mesma entonação.


Quando ligamos sons iguais, estamos apenas somando seus tempos, ou seja, só o
primeiro som é emitido, os demais são apenas um prolongamento do primeiro. A
duração será a das respectivas figuras ligadas.
Especificamente em relação á guitarra, além de representar a soma dos tempos de
notas da mesma entonação, a ligadura pode indicar uma forma de execução das
notas, quando ligamos notas de entonação diferente, mas todos os casos têm uma
semelhança: apenas a primeira nota é atacada diretamente. Com os estudos práticos
certamente entenderá melhor. Por enquanto saiba que existem duas coisas distintas:
1 - ligação de notas da mesma entonação (somam-se os tempos); 2 - ligação de notas
de entonação diferente, indicando a forma de execução das notas.

PONTO DE AUMENTO

É um ponto colocado à direita da figura, aumentando-a pela metade. Por exemplo,


digamos que a semínima valha 1 tempo, se colocarmos um ponto de aumento à sua
direita ela passará a valer 1 + 1/2 tempo. E mais, se colocarmos um segundo ponto
de aumento ao lado do primeiro, ele valerá a metade do primeiro. Ou seja, aquela
semínima que valia 1 tempo passará a valer 1 +1/2 + 1/4.
O mesmo ocorre com as pausas. Por exemplo, digamos que a pausa da mínima valha
2 tempos, se colocarmos um ponto de aumento à sua direita ela passará a valer 3
tempos (2 + 1).

Daí podemos tirar que ou ligamos notas da mesma entonação para aumentar sua
duração, ou colocamos pontos de aumento à direita da nota.

COMPASSOS

São os grupos de tempo nos quais são colocadas as notas. Esses grupos podem ter 2
(binário), 3 (ternário) ou 4 (quaternário) tempos. Os grupos, ou seja, os compassos
são divididos por uma linha vertical chamada travessão.
Muito bem, mas para formar um compasso de dois tempos, por exemplo, precisamos
saber quanto tempo dura cada nota. Como saber isso, se as notas não têm tempo
fixo, e sim relações? É simples, observem que no início do pentagrama (pauta) há
uma fração (2/4, 3/4, 4/4 etc.). Vejam como é mole, o número de cima da fração
indica quantos tempos deve ter em cada compasso (2, 3 ou 4). Já o número de baixo
da fração estabelece qual a figura que valerá 1 tempo no compasso, ou seja, a figura
que representa a unidade de tempo.
Amigos, abreviando nosso estudo teórico, não vou mostrar passo a passo as
deduções. Saibam o seguinte:

Quando o 4 for o número de baixo da fração, a semínima valerá um tempo.


Se o 2 for o número lá de baixo, a mínima valerá um tempo.
Já se o 8 for o denominador (o número de baixo da fração), a colcheia valerá um
tempo.

A teoria musical apresenta muitas outras possibilidades, com outros números no


denominador, mas esses são os mais usados. E é o suficiente para estudar aqui na
Sol Maior. Se quiserem aprofundar, comprem um bom livro de teoria musical e vão
em frente.

Vejam os compassos mais comuns, os que veremos em nossos estudos práticos aqui
no Sol Maior: 4/4, 2/4, 3/4. Observem que em todos aparece o número 4 no
denominador da fração, ou seja, a semínima vale 1 tempo no compasso. Aí fica fácil,
é só fazer a relação: 1semibreve = 4 semínimas; 1mínima = 2semínimas; 1colcheia =
1/2semínima etc. Ou seja, 1semibreve = 4 tempos; 1mínima = 2tempos; 1colcheia =
1/2tempo etc.

MARCAÇÃO DE COMPASSOS
É preciso muita atenção agora, pois na minha opinião este assunto representa o
principal link entre a teoria e a prática. Marcar um compasso é mostrar, através de
movimentos com as mãos, como os tempos são divididos.

Conforme já vimos, esta é a pauta ou pentagrama. 5 linhas e 4 espaços, ambos


contados de baixo para cima.

A clave de Sol indica que a nota da 2ª linha é Sol.


O número 2 da fração mostra que cada grupo de notas (compasso) terá 2 tempos. Já
o número 4 nos revela que a semínima é a unidade de tempo (vale 1 tempo no
compasso). O travessão divide os compassos.

Marcação

Conte 1, 2 1, 2 1, 2 1, 2 1, 2 (...)
Procure pronunciar 1 (um) número por segundo. Não é preciso correria...
Agora, abaixe e levante a mão. Embaixo, conte 1 (um); em cima, conte 2 (dois):

Exemplos:

Compasso 2/4 formado por semínimas. Basta executar 1 nota embaixo e 1 em cima:

Compasso 2/4 formado por colcheias. Prestem atenção, como a colcheia, nesse caso,
vale a metade da semínima, precisamos de 2 colcheias para completar 1 tempo. Ou
seja, façam 2 notas com a mão lá embaixo (tempo 1) e 2 lá em cima (tempo 2):

Compasso 3/4 formado por 1 semínima (tempo 1), 2 colcheias (tempo 2), e 4
semicolcheias (tempo 3). Como vocês vêem, o primeiro tempo é formado por 1 nota;
o segundo, por 2 (1/2 + 1/2); e o terceiro por 4 (1/4 +1/4 + 1/4 + 1/4).

Compasso 4/4. Este compasso é também representado por um C, colocado no início


do pentagrama. Atenção ao exemplo: 2 colcheias, 1 pausa da semínima, 4
semicolcheias, 2 colcheias.

ACENTO MÉTRICO

O acento métrico nos permite saber, através da audição, se o compasso é binário,


ternário ou quaternário. E mais, sou da opinião de que a importância da acentuação
vai além... Na execução de um trecho musical, a acentuação, entre outros fatores, é
quem dá estilo à interpretação, e depende do momento, da receptividade do público,
da nossa história de vida, da nossa sensibilidade, do nosso conhecimento da música
executada etc. É lógico que a partitura e a teoria musical indicam caminhos a serem
seguidos, mas o bom músico não é uma máquina de tocar. Observe como deve ser o
acento métrico:

Compasso binário: 1º tempo Forte; 2º tempo fraco


Compasso ternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco
Compasso quaternário: 1º tempo forte; 2º tempo fraco; 3º tempo fraco; 4º tempo
fraco;

Note-se que os tempos também são subdivididos em partes fortes e fracas. Nesse
caso, a primeira nota do compasso recebe acentuação ligeiramente mais forte que as
outras notas também fortes.
Não se esqueça: a acentuação é de extrema utilidade na execução das músicas, pois
dá estilo e sentimento à interpretação.

SÍNCOPE

Nos exemplos que demos de marcação de compasso, todos os tempos fortes estavam
sendo iniciados por uma nota. Entretanto, pode ocorrer de a nota executada no
tempo ou parte fraca anterior ser prolongada até o tempo forte seguinte. Assim, o
tempo forte estará preenchido com os "restos" de som da nota anterior. Quando isso
ocorre, temos a SÍNCOPE.

CONTRATEMPO

Se no tempo ou parte forte não tiver nota nenhuma, e sim uma pausa (silêncio),
teremos um contratempo.

ALTERAÇÕES

Para que vocês entendam rapidamente: saibam que entre algumas notas da escala
há outro som. Por exemplo, entre a nota sol e a lá, existe outra nota, que pode
receber dois nomes diferentes. Se você parte da nota sol, um pouquinho acima existe
o sol sustenido; já um pouquinho abaixo da nota lá existe o lá bemol, que tem o
mesmo som do sol sustenido. Daí concluímos que o sustenido é uma alteração
ascendente; e o bemol, descendente. Quando se quer desfazer uma alteração, seja
ela ascendente ou descendente, usa-se a alteração chamada bequadro.

Então, se entre sol e lá, por exemplo, há um intervalo de tom, entre sol e sol
sustenido haverá um intervalo de apenas meio tom, ou seja, um semitom. Outras
alterações existentes são o dobrado sustenido, que eleva a nota em dois semitons, e
o dobrado bemol, abaixa a nota em dois semitons.
Deve-se ter atenção quando um sustenido for usado após um dobrado sustenido,
nesse caso terá efeito descendente. Já se um bemol modificar uma nota
anteriormente alterada por dobrado bemol, terá efeito ascendente, é lógico.

Obs.: Não se considera, neste estudo básico, a diferença entre os instrumentos


temperados e os não-temperados.

ARMADURA DE CLAVE

É um meio para se conhecer o tom de um trecho musical. Não vou mostrar aqui como
se chega a cada armadura. Um bom livro de teoria musical poderá auxiliá-los

Assim, fique atento, pois a armadura faz com que a nota seja alterada sempre que
esta aparecer dentro da música. Se quisermos evitar que a armadura altere a nota
precisamos colocar uma alteração (um bequadro, por exemplo) no lado da nota
alterada pela armadura.

As alterações que aparecem no decorrer do trecho musical, sem constar da


armadura, são consideradas alterações acidentais, e só atuam sobre notas de mesmo
nome (qualquer lugar da pauta) localizadas dentro de um compasso, e depois do seu
aparecimento.

Lembre-se: não havendo armadura alguma no início do pentagrama, a música estará


ou em dó maior, ou em lá menor. Estes são os chamados tons naturais.

OUTROS SINAIS

QUIÁLTERAS

Mudança na quantidade de nota que deveria ter no compasso. A mais usada é a de 3


colcheias valendo apenas 1 tempo.

FERMATA

Sinal colocado sobre ou sob uma nota, fazendo com que se prolongue o som mais do
que o tempo estabelecido. Como a fermata não indica o tempo do prolongamento do
som, a execução fica por conta do intérprete. Entretanto, palavras como "longa" ou
"curta" podem ser colocadas sobre a fermata, sinalizando maior ou menor
sustentação do som.