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Práticas e Modelos de Auto-Avaliação das BE

Integração do Processo de AA no contexto da Escola

Sessão 3:
São objectivos desta sessão:
• Entender as ligações do processo de auto-avaliação à escola.
•Perspectivar a gestão da informação e o processo de comunicação com a escola/
agrupamento.
• Perceber o papel e a necessidade de liderança por parte do professor coordenador.
Tarefa 2 – 2ª parte: comente o trabalho de um dos colegas.

Olá Luís.
Tal como fiz na semana passada, optei por fazer o meu comentário a um trabalho que dissesse
respeito à Tarefa que não escolhi. Acho que assim estou a enriquecer-me mais, na medida em que
sou “obrigada” a reflectir não somente pela tarefa sobre a qual me debrucei. Por isso, aqui estou,
começando por dizer que gostei muito do teu trabalho. Contextualizas de forma clara, objectiva e
bastante exaustiva a realidade da tua escola. Numa perspectiva sincrónica (agora) e diacrónica
(desde 1999, ano de entrada na RBE), perspectivas muito bem a integração do Modelo de AA.
Concordo quando dizes que “uma das grandes tarefas do professor bibliotecário é liderar
convenientemente o processo, afinando a aplicação do modelo com o ritmo da sua Escola e
potenciando sinergias…” Gostei bastante do verbo “afinar”! E, como na tua, também nas restantes
escolas, a integração do Modelo na dinâmica de avaliação interna e externa do estabelecimento de
Ensino está “actualmente em fase incipiente”. Os pontos fortes que elencas revelam bem um
percurso em crescendo, que é muito positivo e deve ser para ti motivo de orgulho.
Por outro lado, os factores inibidores do processo de auto-avaliação que apontas são também
os que encontro na minha escola, “nomeadamente a inexistência de uma cultura de Escola centrada
na avaliação de práticas, de forma rigorosa, sistemática e com referenciais objectivos… mentalidade
ainda bastante individualista, alguma resistência à mudança no sentido de um trabalho cooperativo,
devidamente articulado…”
No que diz respeito ao Plano de Acção que traças para garantir a melhoria, creio que apontas o
“caminho certo”, as diferentes estruturas e actores educativos com os quais é necessário interagir –
Direcção, Conselho Pedagógico, em primeiro lugar, Departamentos, Professores, Alunos, Pais... E a
palavra de ordem é de facto PERSISTÊNCIA. Por outro lado, também estou de acordo quando
consideras que a AA efectuada no ano lectivo passado é uma base de trabalho fundamental para a
“percepção global” o percurso a seguir, “para se desenvolver uma cultura de trabalho cooperativo e
articulado e se promover a autonomia e o sucesso educativo dos alunos”, que “a prioridade
deveria/deverá ser a promoção da literacia da informação, enquanto habilidade básica da era da
informação e, por isso mesmo, ferramenta fundamental ao sucesso escolar e à construção do
A Formanda, Maria Alice Ribeiro de Abreu
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conhecimento.” A recolha e análise de dados, num processo dinâmico, “objecto de uma
monitorização, com recolha e análise da informação e eventual reformulação das estratégias, tendo
em vista a consecução dos objectivos pretendidos”, a avaliação sistemática do impacto da BE, com
o envolvimento empenhado e conhecedor de toda a equipa, em trabalho colaborativo, e o Relatório
final de Auto-avaliação constituem sem dúvida um conjunto de medidas necessárias à garantia do
sucesso das nossas BE e fundamentalmente do sucesso dos nossos alunos.
Parabéns e continuação de bons trabalhos!
Alice Abreu

A Formanda, Maria Alice Ribeiro de Abreu


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